Visualização de leitura

Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto promove curso on-line sobre inclusão e respeito à diversidade sexual e de gênero

Evento aberto à comunidade marca a disponibilização da versão on-line da formação promovida pelas comissões de Inclusão e Pertencimento e de Direitos Humanos da FMRP
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Livro de professor da USP figura entre os melhores do século 21

Capa do livro Cloroquination, de Chloé Pinheiro e Flavio Emery, com identidade visual em tons de vermelho e destaque para a obra que aborda a disseminação da cloroquina e de outras falsas curas durante a pandemia de covid-19 no Brasil.Obra de Flavio Emery e Chloé Pinheiro, que analisa o uso de medicamentos sem eficácia comprovada durante a pandemia de covid-19, foi incluída pela "Folha de S.Paulo" entre os dez melhores livros brasileiros de não ficção do século 21
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Comunicado sobre acesso ao Campus Centro na manhã do dia 10 de junho

As atividades acadêmicas e administrativas não essenciais no Campus Centro estão suspensas no turno da manhã desta quarta, dia 10 de junho. A medida inclui as atividades de graduação e pós-graduação e se deve ao trancamento das entradas do Campus Centro comandado pelo Sindicato dos Técnicos-Administrativos da UFRGS, UFCSPA e IFRS, a Assufrgs. O acesso está sendo liberado em casos específicos.

Conforme orientações do Gabinete da Reitoria, as atividades administrativas essenciais, sempre que possível, deverão ser mantidas em regime de teletrabalho. Além disso, a Administração Central da UFRGS informa estar atenta aos acontecimentos e negociou para a manutenção dos serviços essenciais.

Novas informações serão liberadas no final da manhã. As atividades nos campi Saúde, Olímpico, do Vale e Litoral Norte acontecem normalmente.

Assembleia dos técnicos-administrativos conduzida pela Assufrgs

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Técnicos administrativos da UFRGS entram em greve a partir desta quinta-feira, 26

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Grupo de Direito e Literatura debate obra de Oscar Nakasato com presença do escritor

O debate será nesta quinta-feira, a partir das 18h, sobre o romance de Oscar Nakasato, que traz reflexões sobre imigração japonesa, identidade, pertencimento e relações familiares
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Egressa da UFRGS traduz obra do antropólogo Darcy Ribeiro para o mandarim

Um dos mais importantes livros sobre a formação do Brasil ganhará novos leitores do outro lado do mundo pelas mãos de uma egressa da UFRGS. Formada pelo Programa de Pós-Graduação em Letras e hoje docente da Universidade de Comunicação da China, Yan Qiaorong é a tradutora da edição em mandarim de “O Povo Brasileiro: a formação e o sentido do Brasil,” obra clássica do antropólogo Darcy Ribeiro.

Ao longo da carreira, Yan, ou Silva, como era chamada no Brasil, tem se dedicado ao ensino de língua portuguesa, à tradução sino-portuguesa e aos estudos de comunicação voltados ao Brasil. Ela conta que a tradução de O Povo Brasileiro oferece ao público chinês uma compreensão profunda e multidimensional do Brasil, indo muito além dos estereótipos do futebol e do samba. A obra, escrita por um dos mais importantes pensadores brasileiros do século XX, permite ao leitor chinês entender a formação social, os conflitos internos e o espírito da nação brasileira. “Do ponto de vista acadêmico, preenche uma lacuna nos estudos latino-americanos na China, com a oferta de um quadro teórico fundamental para a antropologia, a sociologia e a história. Para o diálogo entre civilizações, a análise de Darcy Ribeiro sobre a miscigenação e a inclusão cultural serve como um modelo valioso para a China refletir sobre sua própria diversidade étnica e caminhos de modernização”, argumenta.

Conforme a ex-aluna da UFRGS, a edição chinesa, com 472 páginas, preserva o vigor crítico do original, com notas explicativas e um estudo introdutório detalhado, permitindo ao leitor chinês compreender a lógica histórica e os desafios contemporâneos do Brasil. O lançamento do livro, neste mês de abril, é fruto, segundo ela, de mais de um ano de dedicação. “Num contexto de aprofundamento da parceria estratégica entre China e Brasil, a obra fortalece o entendimento mútuo, reduz mal-entendidos e enriquece a base humana e cultural da cooperação bilateral”, resume.

Silva (terceira da esquerda para a direita) na defesa do mestrado na UFRGS, em 2008. Foto: Divulgação

Recordações da UFRGS

Silva defendeu a dissertação “De práticas sociais a gêneros do discurso: uma proposta para o ensino de português para falantes de outras línguas” em 2008. “Na época, havia apenas três universidades na China que ensinavam português, e havia grande carência de professores e materiais didáticos”, relembra. Ela também confessa que sente saudades do período em que cursou o mestrado no Campus do Vale. “Lembro-me com carinho do Xerox, da Lanchonete Antônio, das salas de aula, da pequena sala de professora que tive na Faculdade, onde ensinava mandarim no curso de extensão, da cantina sempre com fila grande e dos cachorros que tomavam conta das sobras de comida”, recorda, ao exaltar a amizade com a orientadora Margarete Schlatter, o professor Pedro Garcez, bem como os colegas da época.

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Líquido de alimentos enlatados pode ser consumido, mas com atenção

Imagem de várias latas de alimentos vazias, empilhadas umas sobre as outrasEspecialista explica que a salmoura, o óleo ou o xarope presentes nas conservas são seguros, porém, ricos em sódio, gordura ou açúcar, e devem ser consumidos com moderação e atenção ao rótulo

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Professora da UFRGS vence Prêmio Shell de Teatro

A professora do Instituto de Artes, Camila Bauer, conquistou o prêmio de Melhor Direção na 36ª edição do Prêmio Shell de Teatro, uma das mais importantes e longevas distinções do teatro nacional. A premiação, realizada na noite de quarta-feira, 18 de março, em São Paulo, reconheceu o espetáculo Instinto, criação do Coletivo Gompa. “É uma grande honra  receber o Prêmio Shell de Teatro como melhor direção. Os alunos vibram juntos comigo, são muito parceiros. Acho que nos inspiramos mutuamente e vamos crescendo e aprendendo juntos”, comemora Camila.

Além de sua atuação como diretora, Camila Bauer é docente do Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas e do curso de Teatro da UFRGS. Fundadora do Coletivo Gompa, a artista desenvolve pesquisas voltadas aos cruzamentos entre dramaturgia e encenação contemporânea, com forte reconhecimento dentro e fora do país. Feliz com a conquista, Camila relata que é a primeira vez que uma artista gaúcha vence o Prêmio Shell. “É muito importante este movimento de visibilidade e reconhecimento do trabalho que fazemos aqui nesta pontinha do país. Acho que isso abre portas para todos nós. O Brasil é muito grande, com muitos artistas maravilhosos. Não esperava este reconhecimento.” A docente relata  também que a atuação como professora e a  própria produção artística dialogam e se complementam ” Acho que meu trabalho na academia se potencializa muito com a experiência prática do teatro e vice-versa. Não consigo separar e não consigo me imaginar fazendo só uma das coisas”. 

Premiado também internacionalmente, o espetáculo propõe uma reflexão sobre o cenário político contemporâneo, frequentemente atravessado por discursos extremistas. A dramaturgia, assinada por Giuliano Zanchi, é inspirada em Brand, obra do dramaturgo norueguês Henrik Ibsen (1828–1906), estabelecendo uma ponte entre o clássico e as urgências do presente.

Ricardo Vivan, Paola Kirst, Camila Bauer, Liane Venturella, Fabiane Severo, Alexsander Vidaleti, integrantes do Gompa e da equipe do Instinto. Foto: Fábio Cuelli

Sobre o Prêmio Shell de Teatro

Criado em 1988 e realizado pela Shell Brasil, o Prêmio Shell de Teatro é considerado o mais tradicional reconhecimento das artes cênicas em atividade no Brasil. A premiação contempla anualmente produções do Rio de Janeiro e de São Paulo, destacando profissionais em categorias como Direção, Dramaturgia, Atuação, Cenografia, Figurino, Iluminação, Música e iniciativas de impacto social.

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