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Mega-Sena acumula e prêmio chega a R$ 165 milhões; veja a data do próximo sorteio

7 de Agosto de 2026, 08:56

A Mega-Sena voltou a acumular após o concurso 3041, realizado na última quinta-feira (06). Nenhuma aposta acertou as seis dezenas sorteadas, e o prêmio principal subiu para R$ 165 milhões no próximo concurso.

O novo sorteio acontece neste domingo, (09), e pode pagar um dos maiores prêmios da modalidade em 2026. As dezenas sorteadas foram 16, 21, 24, 31, 43 e 54.

Leia também: Mega-Sena, Quina e Lotofácil: descubra quais loterias acumulam os maiores valores e como apostar

Premiações menores

Sem vencedores na faixa principal, a Mega-Sena premiou apostadores que acertaram cinco e quatro dezenas. Essa prática é comum e aumenta as chances dos apostadores de, ao menos, faturarem um montante menor:

  • 6 acertos: não houve ganhadores;
  • 5 acertos: 88 apostas ganhadoras, R$ 52.843,18 cada;
  • 4 acertos: 6.903 apostas ganhadoras, R$ 1.110,41 cada.

Valores acumulados

Além da estimativa de R$ 165 milhões para o próximo sorteio deste sábado, a Mega-Sena também registra outros valores acumulados para os demais concursos da modalidade:

  • Acumulado para o próximo concurso: aproximadamente R$ 147 milhões.
  • Acumulado para os concursos finais zero e cinco (3045): aproximadamente R$ 14,9 milhões.
  • Acumulado para o sorteio especial: aproximadamente R$ 44,8 milhões.

Data e horário

A Caixa realizará o próximo concurso da Mega-Sena neste domingo, (09), às 11h. As apostas podem ser feitas até as 22h (horário de Brasília), do dia anterior, em qualquer casa lotérica credenciada ou pelos canais digitais oficiais da Caixa. A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 6,00.

Leia também: Mega-Sena ou +Milionária? Veja quais loterias têm os maiores prêmios e como apostar

Como apostar na Mega-Sena

A Mega-Sena oferece o maior prêmio das loterias da Caixa e paga milhões para quem acerta as seis dezenas sorteadas. Além das premiações especiais, a modalidade também acontece durante as semanas, o que aumenta a popularidade.

O apostador deve escolher de 6 a 20 números entre os 60 disponíveis no volante da Mega-Sena. Quanto mais dezenas selecionar, maiores ficam as chances de ganhar, mas o valor da aposta também aumenta.

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O desejo de ser aclamado e o cancelamento amplo (por Janaina Collar Beccon e João Beccon de Almeida Neto)

Por:Sul 21
11 de Julho de 2026, 08:00

Janaina Collar Beccon e João Beccon de Almeida Neto (*)

Talvez um dos maiores desafios da humanidade não seja a construção da paz, a cura do câncer ou o fim da miséria extrema (fome). Digo, talvez, como hipótese descritiva em uma realidade que gamifica a performance de sucesso e que habita o mesmo espaço (planeta) de pessoas, famílias, comunidades inteiras que lutam/trabalham. Mesmo assim, não conseguem acessar o básico, aquele básico previsto na Constituição, aquele básico que em 1988 foi colocado como balizador para todos nós, brasileiras e brasileiros.

Com esta provocação, propomos um objetivo: quando, onde e por que se normalizou como corriqueiro, os extremos? Dietas de jejum intermitentes x miséria (fome); violências gênero e feminicídios x curso de homens conservadores; pensar e sentir sobre experiências x reagir/empreender na necessidade de se fazer conteúdo e vender produtos; temos um trilionário x pessoas mortas por desnutrição/guerra declarada entre nações ou organizações paraestatais.

Assim como em muitas prateleiras da vida, quase tudo tem um retrato de classe, ou seja, uma consciência de estar ou não como pertencimento e, mesmo sem som e lastro verbal, transfere materialidade (quase que de forma universal). Com seus símbolos e atravessamentos, muitas vezes, antes de qualquer discurso –  e aqui nos referimos a tudo aquilo que vamos acumulando com intenção direta, desejos e sonhos, como objetivos e quereres –  vão se introjetando por margem e proximidade, como por herança genética e cultural, por exemplo.  O que almejamos retratar é que as afinidades, muitas vezes, não vem com discricionaridade e justificativa, e a inexatidão tem encontro e beleza. Mas, claro, se você, assim como todos nós, estiver atento e disponível.

O que cá entre todos nós é prática de expurgo de inseguranças e, quase um ato revolucionário, talvez seja ócio, deleite da contemplação, seja mais um extrato (excludente) de classe, com CEP e território limitado. O que te atravessa como nutrição de alma (ou o nome que você escolha para tal), aquele encantamento que dá esperança e cultiva nas relações e na ação, a prática de produzir muitas vezes o pertencimento que talvez seja a conexão entre as artes e suas raízes espraiadas em tudo que as mais amplas vertentes da cultura são capazes de produzir, seja no campo dos afetos e emoções, assim como no território do trabalho e qualificação.

Daniel Roseberry, o diretor criativo da Schiaparelli, sobre a coleção de alta-costura/2026, construiu uma narrativa de que a marca é conhecida por itens surrealistas, não são uma fuga da realidade, mas uma escolha pelo inexplicável. Traduzindo de forma livre, uma ideia de que o DNA da marca se materializa em sua coleção, não se baseou em “certeza”, e aqui se refere ao uso de matéria-prima (tecidos e técnicas) assim como cortes, mas no investimento de um novo ato de fazer. E claro que estamos falando de um micro extrato do topo da pirâmide, mas descreve o borramento que não diz mais sobre um item de sobrepor no corpo, mas transforma algo simples, em produto e experiência. Para além do discurso e seus membros, transcreve a possibilidade de acessarmos esta ideia quando forem replicadas pelas marcas populares, por exemplo.

E nós sabemos que talvez este discurso caiba em várias vertentes e que virou produto. A ideia para além do item, assim como tudo que congrega a experiência, em estar e degustar em algo, seja nas cafeterias de grandes marcas de luxo, assim como nas comunidades religiosas, dos escolhidos dentro de uma religião, profetizado por um vivente cheio de desumanidade.

O apontamento aqui é que tudo pode virar produto?

Ao mesmo tempo que a insuficiência se estabeleceu e se endereça como um morador permanente se acomodando entre parte da humanidade, e que faz parte do objetivo o sentimento de não dar conta, estar sempre devendo, tempo, dinheiro, atenção e o que dirá dos afetos e das ações apenas do simples viver sem materializar algo como produto. E nesta altura do jogo da vida, já entendemos que a correria deixou de ser planejamento e se impôs como um elemento que ao menor dos “vacilos” te ocupa espaços e muitas horas do nosso todo dia. Ninguém pergunta, questiona e se impõem, e isso se torna mais um dos muitos “sempre foi assim”, acumulado como sombra na imposição de uma demanda que tem interesse e captura garantida por poucos e sustentada por muitos. A Inteligência Artificial é bem-vinda como discurso de um produto que facilita a nossa vida, mas é inegável que vemos um outro reflexo que se traduz no adoecimento fomentado pelo produtivismo que reforça a reprodução do bournout e da hiperconectividade. Nos últimos anos vemos crescendo a discussão de que a lei precisa prever e regulamentar o direito a desconexão – e nem estamos falando da discussão sobre o fim da escala 6×1.

As últimas gerações de seres humanos não se questionam mais sobre as linhas divisórias entre o online e o presencial, ou o virtual e o real. Tudo parece presente ao mesmo tempo! Os perigos do discurso e da linguagem como estratégia de poder e controle social tem, com isso, espaço cada vez maior desde o início do século XX. Nas falas de certezas, sem dúvidas perante quem profetizam seus devaneios, se vestem de regramentos e performam como quem executa uma prova oral, como se a humanidade fosse uma construção de laboratório com pareamento genético em ampla escala, ou seja, no cálculo está maximizar a produção e reduzir os efeitos colaterais, o resultado, bom é só você olhar a sua volta.

Temos a sensação de que tudo podemos resolver de forma autônoma, basta perguntar ao chat com a IA, ver vídeos e depoimentos na internet que facilmente na palma da mão nos são disponibilizados e para além de nos fornecer supostas respostas e caminhos, nos propões outros percursos e produtos a um clique de aquisição. Isso favorece o movimento de comboio ou uma visão em túnel, pois mais facilmente formamos grupos fechados que mais favorecem a formação de um aparente campo dicotômico em que estamos cada vez mais provocados a escolher lados do que nos formarmos em opinião crítica. É fácil a resposta de que precisamos nos formar e embasar a partir pensamento crítico ou complexo. Este é o caminho para uma sociedade mais inclusiva pois fornece ferramenta que nos permite pensar sobre nós mesmos no território em que se faz parte e pensar sobre a própria formação de realidade presente. Isso nos colocar numa outra relação com os extremos presentes em nossa sociedade, pois a normalização desse cenário é o silenciamento interno de que isso está distante ou é problema de outros. Se implicar, não significa emitir opiniões sobre esses extremos ou apontar dedos de culpa, mas sim um pensar crítico em que existe um espaço entre esses extremos e que ele pode ser ocupado.

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Vestibular da UFRGS 2027 será em 28 e 29 de novembro

Por:Sul 21
18 de Maio de 2026, 14:28

O Vestibular da UFRGS 2027 já tem data: a prova será realizada nos dias 28 e 29 de novembro deste ano. A Comissão Permanente de Seleção (Coperse/UFRGS) divulgou a informação no início da tarde desta segunda-feira (18)

Como nas últimas edições, o processo de ingresso próprio para as vagas de graduação contará com 15 questões em cada uma das nove provas objetivas e mais uma redação. Os conteúdos programáticos das provas e a lista das leituras obrigatórias da prova de Literatura em Língua Portuguesa já estão disponíveis no site do vestibular.

Candidatos com deficiência visual podem solicitar, por meio de formulário, a disponibilização das obras em versão acessível no formato de áudio. Também como parte da preparação, os vestibulandos podem acessar provas comentadas e cadernos de prova de anos anteriores, no menu Provas de Processos Seletivos do site.

O edital completo do Vestibular UFRGS 2027, assim como o período de inscrições, tem previsão de publicação para a segunda quinzena de agosto. Já o edital do Programa de Concessão de Benefício de Isenção do valor da taxa de inscrição está previsto para a segunda quinzena de julho.

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Faça cursos gratuitos para trabalhadores no QualificaPro

4 de Março de 2026, 17:55

O Governo Federal lançou uma nova ferramenta para ampliar o acesso à qualificação profissional no país. Batizada de QualificaPro, a plataforma reúne mais de 30 mil cursos gratuitos e integra informações sobre empregabilidade e faixa salarial para ajudar trabalhadores a planejar a carreira com base na realidade do mercado.

A iniciativa foi apresentada oficialmente na terça-feira (3), durante a II Conferência Nacional do Trabalho, em São Paulo, e é coordenada pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). A proposta é modernizar o acesso à educação profissional diante das transformações tecnológicas, energéticas e climáticas que impactam o mundo do trabalho. Saiba os detalhes na TVT News.

Mais de 30 mil oportunidades de qualificação

O QualificaPro une ofertas de 49 instituições parceiras em um único ambiente digital. Ao todo, são aproximadamente 30.500 cursos disponíveis, sendo mais de 29 mil presenciais e cerca de 1.500 na modalidade remota.

Entre as instituições participantes estão o SEBRAE, o SEST SENAT, os Institutos Federais e redes estaduais de ensino, garantindo capilaridade em todo o território nacional.

A ferramenta está integrada à Carteira de Trabalho Digital, que conta com uma base superior a 80 milhões de usuários. A integração facilita o acesso e amplia o alcance da política pública.

Inteligência de mercado para orientar escolhas

Um dos principais diferenciais do QualificaPro é o uso de dados oficiais do MTE para apresentar informações sobre empregabilidade e níveis salariais por área e região do país. Antes de se matricular, o trabalhador pode consultar se determinada formação tem boa demanda na sua cidade ou estado.

O sistema também utiliza inteligência artificial para direcionar o interessado diretamente à página de inscrição da instituição ofertante, tornando o processo mais ágil.

Foco em jovens e mulheres

Segundo o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, a plataforma vai além da simples oferta de cursos. O objetivo é promover trabalho decente e enfrentar a escassez de mão de obra qualificada.

Entre as prioridades estão a qualificação da juventude, para garantir melhores condições de inserção profissional, e a ampliação da participação feminina no mercado, com políticas que favoreçam a conciliação entre trabalho e cuidados familiares.

Como acessar

O acesso ao QualificaPro é gratuito e pode ser feito de duas formas:

  • Pelo aplicativo: basta entrar na Carteira de Trabalho Digital com a conta gov.br e clicar no banner do QualificaPro.
  • Pela internet: é possível consultar cursos diretamente no site oficial, sem necessidade de cadastro para a busca inicial.

Dentro da plataforma, o usuário pode filtrar oportunidades por região ou área de atuação, verificar dados de mercado e ser redirecionado para a matrícula na instituição escolhida.

Próximos passos

A previsão do governo é transformar o QualificaPro em um assistente pessoal de carreira. Entre as funcionalidades previstas estão o envio de notificações automáticas sobre novas turmas e a conexão direta entre alunos formados e vagas de emprego, com integração a serviços de intermediação de mão de obra.

Leia mais notícias na TVT News

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USP abre inscrições para curso sobre crônicas de mulheres latino-americanas no século XXI

20 de Fevereiro de 2026, 17:53

A Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP (FFLCH/USP) está com inscrições abertas para o curso de difusão Crônicas escritas por mulheres latino-americanas no século XXI: um diálogo entre a literatura, o jornalismo e as memórias. A iniciativa integra as ações de extensão universitária da unidade e será realizada entre os dias 3 e 24 de março, na modalidade a distância. Saiba como se inscrever na TVT News.

Com carga horária total de 10 horas, o curso é coordenado por Ana Cecilia Arias Olmos (FFLCH/USP) e ministrado por Joana de Fátima Rodrigues, com apoio da Comissão de Cultura e Extensão. As aulas ocorrerão às terças-feiras, das 16h às 18h30, com disponibilização de materiais teóricos e jornalísticos em formato PDF por meio do Google Drive.

Literatura, jornalismo e memória em diálogo

A proposta acadêmica busca analisar a produção cronística de autoras e jornalistas latino-americanas a partir de 2020, com foco na fluidez entre os campos da literatura e do jornalismo. O curso se estrutura em três eixos principais: o hibridismo entre os discursos literário e jornalístico; os processos de (re)construção de memórias individuais e coletivas por meio da crônica; e a abordagem de temas atravessados pela violência contra a mulher na América Latina.

Segundo a organização, a intenção é aprofundar o debate sobre como a escrita contemporânea tem articulado experiências sociais traumáticas e subjetivas, ampliando o diálogo entre universidade e sociedade.

Público-alvo e vagas

Alinhado à política de democratização do acesso ao conhecimento da FFLCH/USP, o curso é voltado a estudantes de graduação e pós-graduação, professores das redes públicas municipal, estadual e federal, além de integrantes de comunidades quilombolas e indígenas.

Serão oferecidas entre cinco e 60 vagas. A seleção será feita por sorteio eletrônico, e não por ordem de inscrição.

Inscrições pelo Sistema Apolo

As inscrições devem ser realizadas exclusivamente pelo Sistema Apolo, plataforma oficial da Universidade de São Paulo. O prazo vai de 20 de fevereiro de 2026, a partir das 9h, até 26 de fevereiro de 2026, às 23h59. O curso só ficará visível no sistema na data de abertura das inscrições.

O acesso deve ser feito pela área pública do sistema, sem necessidade de vínculo prévio com a USP ou login institucional. O sorteio eletrônico ocorrerá no dia 27 de fevereiro, e o resultado será enviado automaticamente pelo sistema. Os candidatos contemplados já estarão matriculados, sem necessidade de confirmação adicional.

A organização recomenda que a inscrição seja feita por computador, já que dispositivos móveis ou determinados navegadores podem apresentar incompatibilidades com a plataforma.

Certificação e orientações

Para obter o certificado, o participante deverá cumprir frequência mínima de 75% da carga horária total. Os certificados serão emitidos e enviados por e-mail após o processamento da lista final de aprovados.

A coordenação orienta que interessados só realizem a inscrição caso tenham certeza de que poderão acompanhar as aulas, uma vez que não haverá lista de espera nem matrícula posterior. Em caso de desistência, é necessário comunicar formalmente a secretaria pelo e-mail agenda@usp.br.

Dúvidas técnicas sobre o Sistema Apolo devem ser encaminhadas diretamente à Reitoria da USP pelo endereço apolo@usp.br, já que a coordenação do curso não tem autonomia para resolver problemas de acesso à plataforma. Após a matrícula automática, os alunos devem aguardar o envio das instruções de acesso às aulas por e-mail da ministrante.

Mais informações podem ser consultadas na página oficial do curso no site da FFLCH.

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