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VÍDEO: Ritchie Blackmore se junta ao Deep Purple após 33 anos e toca “Smoke on the Water”

13 de Agosto de 2026, 19:51
Ritchie Blackmore
O lendário guitarrista Ritchie Blackmore. Foto: Divulgação/The Music Journal

Os fãs de rock tiveram uma surpresa histórica na noite desta quarta-feira (12). Ritchie Blackmore, fundador do Deep Purple e um dos maiores guitarristas da história, voltou a dividir o palco com o grupo pela primeira vez em 33 anos.

Blackmore participou do show realizado no Jones Beach Theater, em Wantagh, no estado de Nova York, e tocou o clássico “Smoke on the Water”, lançado originalmente em 1972 no disco Machine Head.

Blackmore ao estava dedicado à música renascentista e ao violão. Nos vídeos nas redes, o guitarrista contou que estava ao lado dos antigos companheiros pela primeira vez desde sua saída da banda, em 1993.

“Na verdade, não toco rock há 25 anos. Vai ser bom rever os velhos amigos”, afirmou. O músico ainda brincou sobre a idade dos integrantes e admitiu estar nervoso com a apresentação.

Richie Blackmore makes his first appearance with Deep Purple in 33 years.

Incredible. pic.twitter.com/yb7tCixggn

— Game Hunter (@MrGameHunter) August 13, 2026

Ian Gillan revela como aconteceu o reencontro

Depois da participação de Blackmore, o vocalista Ian Gillan explicou ao público como a reunião aconteceu. Segundo ele, o próprio guitarrista tomou a iniciativa de procurar a banda.

“Há alguns dias, recebi uma mensagem de um morador local dizendo: ‘Moro aqui perto. Vocês se importariam se eu fosse tocar com vocês?’”, contou Gillan à plateia.

O momento foi especialmente simbólico porque Gillan e Blackmore estavam rompidos.

Ele nem sequer participou da cerimônia no Rock & Roll Hall of Fame, em 2016.

Na turnê do álbum “The Battle Rages On” (1993), Blackmore agrediu o cantor em pleno palco. E tudo durante um show que estava sendo gravado.

Como dizia Nelson Ned, tudo passa, tudo passará.

Marionetista catalão faz apresentação gratuita nesse sábado (15) no CHC Santa Casa

Por:Sul 21
13 de Agosto de 2026, 15:46

O artista catalão Jordi Bertran faz apresentação única e gratuita no Centro Histórico-Cultural (CHC) Santa Casa nesse sábado (15), às 20h. É a primeira vez que Bertran vem a Porto Alegre, e o artista chega com o espetáculo Clàssics, uma seleção das melhores cenas com bonecos criados por ele ao longo de quase cinquenta anos.

Bertran é considerado um mestre na técnica de fios, e sua linguagem orgânica é conhecida por unir música, humor e poesia visual. O espetáculo integra uma programação especial preparatória para o Festival de Teatro de Bonecos, que acontece de outubro a dezembro no Teatro dos Bancários RS. O novo espaço cultural da Capital será inaugurado no próximo mês, no Centro Histórico.

Em Clàssics, diversos personagens das artes vão se revezando no palco, formando um mosaico onírico. De Louis Armstrong a Ínox; das Damas do Universo ao Faquir Raixic; de Pep Bou a Bon Scott.

O espetáculo é promovido pelo Instituto Hominus e Voz Cultural, e conta com o apoio do CHC Santa Casa, Sindicato dos Bancários e FETRAFI-RS. A entrada é franca, com retirada de ingressos no portal do sympla do CHC Santa Casa.

Junto com a montagem de Clàssics, será lançado o Edital para seleção de espetáculos e premiação de trajetórias que farão parte da programação do Festival de Teatro de Bonecos. A programação terá três etapas durante o último trimestre deste ano (de 8 a 12 de outubro, de 14 a 18 de outubro e de 8 a 13 de dezembro).

Os interessados na inscrição de espetáculos e trajetórias poderão ter acesso ao edital no site do Instituto Hominus e nas redes do Teatro dos Bancários, SindBancários e Fetrafi-RS, a partir desse sábado (15) até 30 de agosto.

Serão selecionadas dezesseis propostas de montagens de teatro de bonecos e formas animadas, e duas propostas de premiações por trajetória entre os bonequeiros gaúchos. Os prêmios homenageiam as irmãs Graziela de Castro Saraiva e Tânia de Castro Saraiva, bonequeiras pioneiras do gênero, falecidas em 2019. A inciativa visa a incentivar e valorizar a técnica no RS e em todo o País.

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Estúdio Trilha Hub Cultural lança campanha de arrecadação após incêndio

Por:Sul 21
10 de Julho de 2026, 18:15

O estúdio e espaço para shows Trilha Hub Cultural, localizado em Sapucaia do Sul, foi atingido por um incêndio na madrugada da última quinta-feira (9). De acordo com nota divulgada pelo próprio estabelecimento, os danos ainda não foram estimados e o acidente não deixou vítimas ou feridos. Para financiar a reconstrução da casa, o estúdio lançou de uma campanha de arrecadação. Quaisquer valores podem ser doados pela chave Pix: sostrilhahub@gmail.com.

Visitado por músicos e artistas independentes de todo o estado, o Trilha Hub Cultural é um conhecido espaço de ensaio, de gravação de música e videoclipes, de shows ao vivo e de outras atividades culturais.

Em suas redes sociais, o estúdio informou que grande parte da estrutura ficou comprometida com o incêndio. “O estúdio foi completamente destruído e todo equipamento perdido”, diz uma nota publicada pelo Trilha.

Confira a nota completa

Hoje foi um dia triste mas ao mesmo tempo cheio de fé e esperança, um dia para ter certeza de que estamos rodeados de amigos que acreditam no @trilhahubcultural e querem o bem desse espaço de cultura e resistência!

O incêndio afetou muito nosso espaço, o estúdio foi completamente destruído e todo equipamento perdido, vamos precisar de todo apoio e carinho de todos vocês, em um primeiro momento estamos lançando essa vaquinha para o início da obra de reconstrução, depois vamos pensando em mais ações para reerguer esse lugar tão especial!

Colaborem pelo QR Code ou pela chave Pix: sostrilhahub@gmail.com, compartilhem com o máximo de pessoas possíveis, e vamos em frente!

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Cantora negacionista receberá R$ 2,7 milhões da prefeitura de Florianópolis por show

27 de Abril de 2026, 21:38
A cantora britânica Joss Stone durante um show.
A cantora britânica Joss Stone. Foto: Mauricio Santana/Getty Images

A cantora britânica Joss Stone voltou a questionar a vacinação infantil às vésperas de um show em Florianópolis, marcado para maio, na avenida Beira-Mar Norte. A apresentação terá custo de R$ 2,7 milhões aos cofres públicos, segundo dados do contrato da prefeitura.

Em publicação nas redes sociais, a artista afirmou que pais não deveriam vacinar bebês “sem questionar”. “Acho que dar vacinas aos bebês sem questionar é difícil para qualquer pai. Fé cega não é apropriada aqui”, disse, em conteúdo da série “Happy Mummy Mondays”.

A fala reforçou o histórico negacionista da cantora. No vídeo, Joss Stone defendeu que pais façam suas “próprias pesquisas” sobre imunizantes, expressão recorrente em discursos usados para desacreditar vacinas.

https://www.youtube.com/shorts/l8eqeAm6wUw?feature=share

A repercussão cresceu porque a cantora será paga com dinheiro público para se apresentar na capital catarinense. O valor previsto inclui estrutura, segurança, som, logística e demais custos do evento.

Não é a primeira vez que Joss Stone coloca vacinas sob suspeita. Em 2022, após contrair Covid-19 mesmo vacinada, ela atacou o imunizante em entrevista à PopMatters: “Essa porcaria não funciona”. Na mesma conversa, afirmou: “A vacinação, eu não sei se funciona. Certamente não funcionou para nós.”

A declaração ignorava o papel central das vacinas contra a Covid-19: reduzir casos graves, internações e mortes, não impedir todas as infecções. Desde a pandemia, autoridades sanitárias reiteram que pessoas vacinadas ainda podem se infectar, mas seguem mais protegidas contra desfechos graves.

VÍDEO: Chappell Roan quebra silêncio após segurança fazer filha de jogador do Flamengo chorar

22 de Março de 2026, 12:10
Chappell Roan se pronuncia sobre polêmica envolvendo filha de Jorginho, do Flamengo — Foto: Captura de tela/Instagram/@chappellroan

A cantora Chappell Roan gerou polêmica após ser acusada por Jorginho, jogador do Flamengo, de destratar a filha dele, de 11 anos, em um hotel de luxo em São Paulo. O incidente ocorreu durante o café da manhã no sábado (21), quando a menina, filha biológica do ator Jude Law, reconheceu a artista. Segundo Jorginho, a criança foi abordada de maneira “agressiva e desproporcional” por um segurança, que a acusou de assédio, levando-a às lágrimas. O jogador reagiu rapidamente, criticando Roan nas redes sociais e afirmando que ela “não seria ninguém sem seus fãs.”

Post de Chappell Roan — Foto: Reprodução

Em resposta à acusação, Chappell Roan se pronunciou em seus Stories no Instagram. Primeiro, ela fez um texto na plataforma que rapidamente apagou: “Acabei de acordar. Mereço meu espaço, principalmente em momentos como o café da manhã. Levo meu café da manhã muito a sério”

Horas depois, em vídeo, a cantora explicou que ue não viu a mãe nem a criança e que a intervenção do segurança não foi ordenada por ela. A cantora sugeriu que a atitude foi isolada, por parte da segurança do local, e destacou que a situação foi injusta. Roan pediu desculpas à mãe e à filha pela confusão, afirmando que “não odeia crianças” e lamentando o desconforto causado. “Se vocês se sentiram desconfortáveis, isso me deixa muito triste. Vocês não mereciam isso”, finalizou a artista.

Chappell Roan se pronuncia, pede desculpas e diz que nem chegou a ver a filha de Jorginho Frello:

“Eu nem vi uma criança. Ninguém veio até mim e ele não é meu segurança pessoal… Eu não odeio crianças, isso é loucura. Me desculpe”.
pic.twitter.com/K4k2xBqdRl

— QG do POP (@QGdoPOP) March 22, 2026

Musa da música “Carolina” diz que canção não é de Seu Jorge

7 de Março de 2026, 08:53
A advogada Carolina Corrêa, inspiração da música Carolina, e o cantor e compositor Seu Jorge. Fotomontagem

A advogada Carolina Corrêa, inspiração da música Carolina, afirmou que a canção não foi composta por Seu Jorge, mas pelo baterista e compositor Ricardo Garcia. Segundo ela, a música foi escrita no início dos anos 2000 durante o relacionamento com Garcia e acabou sendo gravada pelo cantor no álbum Samba Esporte Fino, lançado em 2001. As informações são do Metrópoles.

De acordo com Carolina e Ricardo Garcia, as composições já estavam prontas quando Seu Jorge foi convidado apenas para interpretá-las em um projeto musical que também envolvia o produtor Kiko Freitas.

Além de Carolina, os compositores afirmam que outras cinco músicas — Tive Razão, Gafieira S. A., Chega no Suingue, She Will e Não Tem — teriam sido registradas posteriormente apenas em nome do cantor.

Ricardo afirma que a situação veio à tona em 2001, quando a música Carolina apareceu em um programa de televisão com créditos atribuídos somente a Seu Jorge. Segundo ele, após verificar os registros, os compositores entraram com ação judicial em 2003 para discutir a autoria das obras.

A 18ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro decidiu recentemente que o processo deve prosseguir para análise de provas e depoimentos.

Especialistas em direito autoral explicam que a legislação brasileira garante proteção à obra desde o momento da criação, independentemente de registro formal. Caso seja comprovada a autoria original, os compositores podem pedir correção dos créditos, reconhecimento da autoria e eventual indenização. Procurada pela reportagem, a equipe de Seu Jorge não respondeu até a publicação.

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