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Fleury, Porto e Oncoclínicas querem fundar uma nova empresa; entenda possível fusão

25 de Março de 2026, 20:29

Uma nova fusão pode estar em vias de se concretizar no mercado de saúde. Isso porque, na última segunda-feira (23), a rede especialista em exames diagnósticos, Fleury, anunciou um acordo em conjunto com a Porto Seguro e as Oncoclínicas.

Objetivos da fusão entre empresas

De acordo com Fato Relevante do Grupo Fleury, a ideia é que o trio funde uma nova empresa (NewCo). Para isso, Fleury e Porto Seguro devem investir juntos, por meio de uma holding, R$ 500 milhões.

Já as Oncoclínicas entram com aporte de ativos e operações ligadas às próprias clínicas – incluindo dívidas e passivos de até R$ 2,5 bilhões. 

Nessa dinâmica, a participação societária de cada empresa ainda deve ser definida, mas Fleury e Porto entram como controladoras da nova companhia.

Leia também: Setor de saúde deve ter trimestre misto, com destaque para Rede D’Or e Fleury, aponta BTG

Acordo entre Fleury, Porto e Oncoclínicas

Ainda segundo o documento, o contrato também prevê a emissão de debêntures conversíveis em ações, cuja remuneração deve ser 110% do CDI em 48 meses.

A partir do terceiro ano ou em caso de liquidez, é possível converter títulos em participação acionária. Nesse caso, as Oncoclínicas teriam o direito de subscrever até 30% dessas debêntures.

Por fim, as Oncoclínicas garantiram ao Fleury e Porto Seguro a exclusividade de negociação deste contrato por 30 dias, a partir de 13 de março de 2026.

Nesse contexto, vale lembrar que o Bradesco é um dos principais acionistas do Fleury. Em paralelo, o banco também é uma das principais fontes pagadoras das Oncoclínicas, ao lado da Porto Seguro.

Sendo assim, a fundação de uma nova empresa entre Fleury, Porto e Oncoclínicas seria uma forma de a rede de clínicas oncológicas continuar operando mesmo em meio a uma fase de saúde financeira crítica e à saída de seu fundador, Bruno Ferrari, do cargo de CEO em fevereiro de 2026.

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Petróleo em alta pode turbinar dividendos de petroleiras; veja até onde podem chegar

20 de Março de 2026, 08:15

A crise de uns pode ser a oportunidade de outros. No caso da atual crise de petróleo, a disparada de preços do petróleo Brent e WTI pode favorecer os barris das petroleiras brasileiras e os dividendos pagos por elas. Pelo menos é o que aponta um relatório do Itaú BBA.

Na análise do banco, divulgada pelo Valor Investe, caso o petróleo Brent continue custando mais de US$ 75 por barril ao longo do ano, o cenário poderia favorecer a Prio, a Petrobrás e a PetroReconcavo.

Leia também: Bolsas da Europa sobem com recuo do petróleo antes das decisões de Fed, BCE e BoE

A crise de petróleo e a oportunidade para as empresas brasileiras

No caso da Prio, a produtora brasileira estaria entre as empresas de energia com maior potencial de retornar bons dividendos. 

De acordo com o indicador dividend yield, os acionistas podem ter entre 11% e 29% de retorno com dividendos e recompra de ações. Vale lembrar que esse índice financeiro mede dividendos anuais pagos em dinheiro por empresas a partir da relação entre preço das ações. 

Por outro lado, os pagamentos da Petrobrás podem ser mais previsíveis – mesmo se o petróleo baratear. Na visão dos analistas do Itaú BBA, os dividendos da estatal podem ficar em torno de 8%, caso o barril de Brent caia para US$ 60,00. 

No caso da PetroReconcavo, os analistas do Itaú BBA assumem distribuição de 100% do fluxo de caixa livre aos acionistas. A seguir, veja a tabela com a relação entre cenário de preços e retornos. 

Leia também: Petróleo dispara e vai a US$ 110 após ataques a instalações do Irã

Potencial de dividendos conforme variação do preço do petróleo

Preço do Brent (US$/barril)Petrobras*Prio**PetroReconcavo***
608,1% a 9,6%4,5% a 7,1%4,0%
658,5% a 10,0%6,8% a 14,1%6,2%
708,9% a 10,4%9,0% a 21,5%8,4%
759,3% a 10,8%11,3% a 28,6%9,9%
809,7% a 11,2%13,5% a 34,8%11,7%
8510,2% a 11,7%15,7% a 37,0%13,5%
9010,6% a 12,1%18,0% a 39,3%15,3%

Fonte: Itaú BBA.

Ademais, para a análise dos retornos em dividendos, o Itaú BBA considerou, no caso da Petrobras, diversas possibilidades de preço do diesel e pagamento de dividendos ordinários. Já no caso da Prio, considerou-se a distribuição de lucro ou retorno adicional via recompra de ações. Por fim, diante da crise do petróleo, a análise considera que a PetroReconcavo distribuiria 100% do fluxo de caixa livre para os acionistas.

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Imposto de Renda: tudo que você precisa saber sobre as regras da Receita para 2026

16 de Março de 2026, 23:27

Nesta segunda-feira (16), a Receita Federal divulgou as regras para a declaração do Imposto de Renda de 2026, da Pessoa Física (IRPF), referente ao ano-base de 2025. Neste ano, a expectativa do órgão é de coletar cerca de 46,2 milhões de declarações – mais do que as 43.212.426 enviadas em 2024.

Sendo assim, conforme determinam as novas regras, o prazo para envio das declarações começa às 08h no dia 23 de março de 2026 e termina em 29 de maio, às 23h59.

Antes disso, o programa gerador da declaração (PGD) será disponibilizado para download em 20 de março. Nele, os contribuintes podem iniciar o preenchimento antes da liberação do envio.

Leia também: Por que preço dos alimentos deve subir no Brasil por causa do Irã?

Quem declara Imposto de Renda em 2026?

De acordo com a Receita Federal, a apresentação da Declaração de Ajuste Anual é obrigatória para quem se enquadrou em ao menos uma das seguintes situações em 2025:

  • Recebeu rendimentos tributáveis acima de R$ 35.584,00 no ano;
  • Recebeu rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte superiores a R$ 200 mil;
  • Teve ganho de capital na venda de bens ou direitos (como imóveis ou veículos);
  • Realizou operações em bolsas de valores, mercadorias ou futuros, quando o total de vendas superou R$ 40 mil no ano ou houve lucro sujeito à tributação;
  • Obteve receita bruta acima de R$ 177.920,00 com atividade rural ou deseja compensar prejuízos do setor;
  • Possuía, em 31 de dezembro de 2025, bens ou direitos acima de R$ 800 mil;
  • Passou à condição de residente no Brasil em qualquer mês de 2025 e permaneceu assim até o final do ano;
  • Vendeu imóvel residencial e utilizou o valor para comprar outro imóvel no país em até 180 dias, optando pela isenção de imposto sobre ganho de capital;
  • Optou por declarar bens e obrigações de empresa controlada no exterior pelo regime de transparência fiscal;
  • Era titular de trusts ou contratos semelhantes regidos por legislação estrangeira;
  • Possuía investimentos financeiros no exterior, com rendimentos ou intenção de compensar perdas;
  • Recebeu lucros ou dividendos provenientes de entidades localizadas fora do país.

Leia também: Alta do petróleo acende alerta no Brasil; veja os possíveis impactos

Mudanças

Enquanto o cálculo do imposto de renda segue baseado na tabela progressiva, há novas regras que permitem reduzir ou isentar valores relacionados ao imposto. 

Nesse sentido, em janeiro deste ano, entrou em vigor a Lei nº 15.270. A partir dela, amplia-se a faixa de isenção para contribuintes com renda mensal de até R$ 5 mil. Ademais, o benefício permite reduzir em até R$ 312,89 o valor do imposto – embora seja limitado pelo valor do imposto calculado pela tabela. 

Porém, essa mudança só valerá para a declaração de 2027, já que o IRPF de 2026 ainda se refere aos valores obtidos em 2025. Por isso, para o imposto de renda deste ano, as regras de redução ou isenção do imposto são de:

  • Rendimentos previdenciários isentos de até R$ 1.903,98 mensais para pessoas com mais de 65 anos;
  • Dedução por dependente de R$ 189,59 por mês;
  • Limite anual de dedução com educação de R$ 3.561,50 por pessoa;
  • Desconto simplificado anual limitado a R$ 17.640, com limite mensal de R$ 607,20.

Como declarar o imposto de renda?

Em 2026, a expectativa da Receita Federal é de que cerca de 60% dos contribuintes utilizem a declaração pré-preenchida. Anteriormente, em 2025, 50% das pessoas escolheram essa modalidade de envio dos documentos. 

Nesse formato, o sistema apresenta automaticamente diversas informações do contribuinte, como: rendimentos, despesas dedutíveis, bens e direitos, e dívidas e ônus reais. Para acessar, é preciso ter uma conta Gov.br com nível de segurança prata ou ouro.

Outra possibilidade para o contribuinte é autorizar um contador ou outro responsável a acessar os dados por meio do site ou aplicativo Meu Imposto de Renda, sem necessidade de compartilhar a senha da conta Gov.br.

Leia também: Petróleo: até quando as Reservas Estratégicas podem sobreviver a uma crise de abastecimento?

Declaração pré-preenchida de 2026 terá novos dados

Ainda sobre a declaração pré-preenchida, a versão deste ano incluirá novas informações de forma automática. Entre elas:

  • dados sobre pagamentos realizados via DARF;
  • Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) sobre renda variável, incluindo operações comuns e day trade;
  • informações do eSocial relacionadas a empregados domésticos;
  • melhorias na recuperação de dados de dependentes e núcleo familiar.

Nesse aspecto, vale reforçar que o sistema continua incorporando dados disponíveis em anos anteriores. A título de exemplo, considera-se: contribuições para previdência privada, atualização de contas bancárias e poupanças, fundos de investimento, aquisição de imóveis, doações realizadas e contas no exterior.

Mesmo assim, apesar do preenchimento automático, recomenda-se que os contribuintes revisem todas as informações antes do envio. Isso porque os dados são enviados por diversas fontes, como empresas e instituições financeiras. Logo, ainda é possível ocorrer inconsistências – o que pode levar o contribuinte para a malha fina.

Datas para pagar o Imposto de Renda 2026

Ademais, os contribuintes que pagam o imposto podem quitar o valor em cota única ou parcelar em até 8 parcelas mensais. O vencimento da primeira parcela (ou cota única) será em 29 de maio. A seguir, veja o cronograma de pagamento:

  • 29 de maio – cota única ou 1ª parcela
  • 30 de junho – 2ª parcela
  • 31 de julho – 3ª parcela
  • 31 de agosto – 4ª parcela
  • 30 de setembro – 5ª parcela
  • 30 de outubro – 6ª parcela
  • 30 de novembro – 7ª parcela
  • 30 de dezembro – 8ª parcela

Calendário de restituições

Por fim, pessoas com direito a reaver valores devem atentar-se ao calendário de restituição, que está dividido em 4 lotes. O primeiro lote será no dia 29 de maio, o segundo em 30 de junho, o terceiro em 31 de julho e o quarto em 28 de agosto. 

Junto a isso, há ainda públicos com prioridade na ordem de pagamentos do Imposto de Renda de 2026. Entre eles, estão

  1. pessoas com 80 anos ou mais; 
  2. pessoas com 60 anos ou mais, 
  3. deficientes ou portadores de doença grave,
  4. contribuintes cuja principal fonte de renda seja o magistério; 
  5. quem utilizar declaração pré-preenchida e optar por receber via PIX; 
  6. quem utilizar pré-preenchida ou escolher o PIX;
  7. e então, os demais contribuintes.

Como evitar cair na malha fina

Ademais, para evitar a famosa “malha fina”, a recomendação da Receita Federal é recuperar a declaração do imposto de renda do ano anterior. Essa medida permite garantir que a lista de bens e direitos está devidamente atualizada, além de facilitar a checagem de outros dados. 

Outros motivos de retenção na malha fina incluem também diferenças entre valores declarados e informes de rendimentos fornecidos pelas empresas e instituições financeiras. Ou seja, vale organizar os documentos com antecedência, revisar as informações e evitar deixar o envio do Imposto de Renda para os últimos dias.

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Ticketmaster: entenda a disputa judicial nos EUA que pode mudar o mercado de shows

16 de Março de 2026, 13:30

Um processo contra a Ticketmaster e sua controladora, a Live Nation Entertainment, pode mudar todo o mercado de shows. Isso porque o Departamento de Justiça dos EUA está acusando as duas empresas de monopolizar o setor de ingressos, fazendo com que consumidores saiam prejudicados. 

De acordo com a Fortune, o processo foi aberto em 2024, mas teve o primeiro julgamento na terça-feira, 3 de março deste ano. 

Leia também: Lobby e crise derrubam chefe antitruste dos EUA antes de julgamento da Ticketmaster

Detalhes do julgamento contra a Ticketmaster

Nele, um advogado do governo disse aos jurados que a estrutura do setor de eventos ao vivo se tornou disfuncional porque as duas empresas passaram a dominar diferentes etapas da cadeia de shows – desde a promoção até a venda de ingressos. 

Junto a isso, a Ticketmaster e a Live Nation também teriam contratos de longo prazo com casas de shows – de cinco e sete anos. Na prática, isso prejudica outras plataformas que poderiam vender ingressos.

Por outro lado, de acordo com o portal americano, a defesa das companhias contestou as acusações e rebateu afirmando que não existe poder de monopólio. 

Leia também: Ticketmaster: governo dos EUA diz que indústria de ingressos ‘está falida’

Ademais, quem representa a Ticketmaster e a Live Nation Entertainment é o advogado David Marriott. No julgamento, ele declarou que dados do próprio mercado demonstram que as acusações não se sustentam. Além disso, ele defendeu que as empresas não exercem controle monopolista sobre o setor.

Por fim, o caso Ticketmaster e da Live Nation Entertainment será analisado pelo juiz Arun Subramanian. Na data, ele informou aos jurados que as evidências devem ser apresentadas ao longo de cerca de seis semanas antes de uma decisão sobre possível violação das leis antitruste.

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Irã x EUA: quem lucra com a guerra? Veja quais empresas fabricam armamento para os países

15 de Março de 2026, 17:00

Os EUA e Israel estão em guerra contra o Irã desde 28 de fevereiro deste ano. Em ações coordenadas principalmente por vias aéreas e marítimas, os três países recorrem a mísseis, drones, sistemas, aviões, navios de guerra, submarinos e outros.

Mas quem fornece esses equipamentos bélicos? A seguir, conheça as empresas que abastecem os arsenais utilizados na guerra no Irã.

Leia também: EUA x Irã: quais são as armas utilizadas pelos países em guerra no Oriente Médio

Empresas que vendem armamento de guerra para os EUA

De acordo com o jornal árabe Al Jazeera, para atacar o território iraniano, EUA e Israel utilizam armamentos fabricados por:

  • Boeing – a multinacional norte-americana fabrica o bombardeiro B-1, os caças F-15, os aviões EA-18G Growler, o P-8A Poseidon e o RC-135 (embora tenha modificações fornecidas pela L3Harris Technologies);
  • Northrop Grumman – outra fábrica multinacional; é responsável pela produção dos bombardeiros furtivos B-2 e fornece tecnologia de radar para o E-3 Sentry AWACS;
  • Lockheed Martin – a multinacional líder em arsenais militares, fabrica os caças furtivos F-35 Lightning II, os jatos F-22 Raptor, os sistemas THAAD, os mísseis M142 HIMARS, os mísseis MGM-140 ATACMS e o PrSM;
  • Raytheon Company – é uma divisão da RTX Corporation, um grupo norte-americano especializado em defesa aeroespacial; fabricam mísseis Tomahawk e sistemas de mísseis MIM-104 Patriot;
  • SpektreWorks – a empresa sediada em Phoenix, Arizona (EUA) é especializada no desenvolvimento e produção de sistemas não tripulados; no caso da guerra no Irã, produz drones de ataque unidirecional LUCAS.
  • General Atomics Aeronautical – a subsidiária da General Atomics produz os drones MQ-9 Reaper, mas, em geral, é conhecida pela projeção e fabricação de veículos aéreos não tripulados e sistemas de radar para as aplicações militares e comerciais dos EUA.
  • Huntington Ingalls Industries – a empresa centenária é responsável pela maior parte da frota naval dos EUA. Na guerra atual, construiu os navios USS Abraham Lincoln e USS Gerald R. Ford.

Quem fabrica o arsenal bélico que Israel usa contra o Irã?

Já no caso de Israel, outras empresas aparecem entre as contratadas para fornecer arsenal contra o Irã. Entre elas estão:

  • Elbit Systems – a maior empresa de defesa de Israel, especialista em drones, sistemas de vigilância, ótica militar e eletrônica. De acordo com o Al Jazeera, em 2024, US$ 6,3 bilhões de sua receita vieram do setor de defesa.
  • Indústrias Aeroespaciais de Israel  – há ainda a empresa estatal de defesa e aeroespacial de Israel. Trata-se de uma companhia especialista em sistemas de defesa antimíssil, drones de combate, satélites e tecnologia de radar. Em 2024, a receita de US$ 5,2 bilhões veio do setor de defesa.
  • Rafael – outra estatal israelense, responsável pelo sistema de defesa antimíssil Domo de Ferro de Israel e munições de alta precisão. Em 2024, US$ 4,7 bilhões de sua receita vieram da área de defesa.

Leia também: EUA x Irã: 5 pontos para entender o confronto entre os dois países

Quanto as empresas de guerra faturam?

De acordo com um relatório do Instituto Internacional de Pesquisa da Paz de Estocolmo (SIPRI), as 100 maiores empresas de defesa do mundo faturaram mais de US$ 679 bilhões em 2024. Nesse contexto, as companhias dos EUA dominam o mercado. Veja o ranking de maiores receitas:

  1. EUA – US$ 334 bilhões de receita e tem 39 empresas entre as 100 maiores do mundo.
  2. China – US$ 88 bilhões de receita e tem 8 empresas entre as maiores do mundo;
  3. Reino Unido – US$ 52 bilhões de receita;
  4. Rússia – US$ 31 bilhões de receita;
  5. França – US$ 26 bilhões de receita.

Ademais, ainda sobre o relatório SIPRI, Israel conta com 3 companhias de defesa entre as 100 maiores do mundo. Além disso, estão exportando cada vez mais, graças às novas tecnologias militares de ponta.

Por fim, nenhum outro país gasta mais com defesa de guerra do que os EUA. De acordo com o Al Jazeera, em 2025 foram quase US$ 1 trilhão em investimentos bélicos e o valor deve subir para US$ 1,5 trilhão até 2027, conforme promessa de Donald Trump.

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O que é o Decreto Tajani? Entenda a regra que pode afetar a cidadania italiana

13 de Março de 2026, 08:00

Nesta quinta-feira (12), a Corte Constitucional da Itália decidiu rejeitar uma ação que questionava o Decreto Tajani, uma lei que limita a concessão da cidadania italiana baseada em hereditariedade sanguínea. 

O decreto era ideia de Antonio Tajani, vice-premiê e ministro das Relações Exteriores. O político apresentou o projeto de lei em março de 2025. Dois meses depois, a proposta virou lei por decisão do Parlamento Italiano.

Dessa forma, restringiu-se o acesso à cidadania por meio do jus sanguinis – isto é, o direito de sangue. Antes do Decreto Tajani, qualquer grau de parentesco com um nativo italiano poderia gerar reconhecimento da cidadania, independentemente da geração.

Leia também: Justiça italiana mantém restrições para conceder cidadania e frusta 70 milhões de descendentes no Brasil

Cidadania italiana com o Decreto Tajani

Desde que o Decreto 36/2025, também conhecido como Decreto Tajani, foi aprovado, a nova definição restringe a cidadania para ascendentes de primeiro ou segundo grau – isto é, pessoas com pais ou avós italianos. 

Conforme descrito pelo governo italiano: “a cidadania italiana é adquirida por jure sanguinis, ou seja, por nascimento ou adoção de pais italianos. Existe uma possibilidade residual de aquisição por jure soli, caso a pessoa nasça na Itália de pais apátridas, ou se os pais forem desconhecidos ou não puderem transmitir a cidadania ao filho de acordo com as leis de seu país de origem”.

Na prática, quem tinha a cidadania antes do decreto não é afetado. Contudo, quem não protocolou o pedido até 28 de março de 2025 perdeu o direito.

A Lei nº 74/2025, em vigor desde maio de 2025, promoveu mudanças no reconhecimento da cidadania italiana por ius sanguinis. A norma é criticada por aplicar novas regras de forma retroativa a pessoas nascidas antes de 28 de março de 2025 que ainda não haviam iniciado o processo de reconhecimento, o que pode comprometer princípios como segurança jurídica e proteção a direitos adquiridos.

Também aponta-se possíveis conflitos com o artigo 22 da Constituição italiana, já que a medida pode resultar na retirada coletiva da cidadania de pessoas nascidas e residentes no exterior. Além disso, questiona-se o uso de decreto-lei para tratar do tema, instrumento que a Constituição permite apenas em situações extraordinárias de necessidade e urgência.

Leia também: Cidadania italiana vai a julgamento hoje: o que muda para 70 milhões de descendentes no Brasil

Efeito da nova lei

Conforme noticiado anteriormente, o Decreto Tajani afeta cerca de 70 milhões de brasileiros ascendentes de italianos. Em geral, a busca pela cidadania se deve às facilidades que o passaporte europeu oferece, como:

  • mobilidade;
  • oportunidades de negócios;
  • acesso ao mercado comum europeu.

Ademais, há quem avalie as restrições como contrárias à constituição italiana.

Pontos de questionamento

Nesse sentido, a limitação do reconhecimento da cidadania com base em gerações específicas de descendentes parece ferir o princípio da igualdade, previsto no artigo 3º da Constituição Italiana.

Junto a isso, exige-se ainda que o antepassado tenha morado por, no mínimo, dois anos na Itália. Contudo, essa medida parece distorcer o sistema histórico de linhagem sanguínea.

Sendo assim, há uma corrida para protocolar pedidos judiciais antes que as regras mudem novamente. Em Vêneto, no nordeste da Itália, 11 mil processos foram abertos em 2026. Contudo, os procedimentos que levavam meses agora podem levar cerca de 3 anos.

A ação, avaliada na quarta-feira (11), questionava essas mudanças. No entanto, o tribunal rejeitou a revisão do Decreto Tajani, alegando que os questionamentos são “em parte infundados e em parte inadmissíveis”.

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Por que a Raízen ainda enfrenta dificuldade para fechar acordo com credores

11 de Março de 2026, 17:10

A Raízen informou, nesta quarta-feira (11), que entrou com um pedido de recuperação extrajudicial (RE) na Justiça de São Paulo. Se aprovada, o mecanismo permitirá que a empresa renegocie R$ 65 bilhões de dívidas não operacionais diretamente com os credores. 

Até o momento, de acordo com o Fato Relevante, a produtora de etanol já conta com a adesão de 47% dos credores. Contudo, precisa de 50% + 1 para que a RE seja autorizada. Em geral, conforme noticiado anteriormente, alguns dos credores da Raízen são os bancos:

  • Itaú;
  • Santander;
  • Bradesco;
  • Banco do Brasil;
  • JP Morgan;
  • Moelis & Company;
  • Bank of America;
  • BNP Paribas;
  • Sumitomo;
  • e Credit Agricole. 

No entanto, um pedido RE implica em uma disputa mais ampla entre credores, acionistas e potenciais investidores interessados nos ativos da Raízen.

Isso porque o mecanismo de recuperação extrajudicial implica em uma série de medidas que reduziria o valor dos papéis da empresa e permitiria que a própria companhia escolhesse os credores com prioridade de pagamento.

Leia também: O que é recuperação extrajudicial e como funciona o processo usado pela Raízen

Raízen e os desafios com os credores

Além disso, a negociação tende a ser complexa porque a dívida da Raízen está distribuída entre diferentes grupos de credores, como bancos, investidores institucionais e detentores de bonds. Cada um deles pode ter interesses distintos sobre prazos, garantias e prioridade de pagamento.

Como a recuperação extrajudicial exige a adesão de mais de 50% dos credores para ser homologada pela Justiça, convencer esses diferentes grupos a aceitar as mesmas condições pode tornar o processo mais difícil.

Além dos valores em aberto com bancos, a produtora de etanol também deve para bondholders – ou seja, aqueles que detêm “bonds”, títulos de dívida emitidos pela própria Raízen. Nos últimos anos, a companhia esteve entre as grandes emissoras de títulos voltados ao investidor pessoa física no mercado de capitais.

Ademais, assim como noticiado anteriormente, esses detentores enfrentam riscos diante de uma recuperação extrajudicial. Isso porque o plano de RE prevê aumento de capital, venda de ativos e reorganização societária.

Ou seja, comprometem-se estratégias que seriam utilizadas para pagar os bondholders, como:

  • Venda de ativos – pode reduzir o patrimônio e a geração de caixa;
  • Captação de recursos – pode gerar dívidas que demandam uma nova ordem de prioridade de pagamentos;
  • Reorganização societária – pode transferir os ganhos da Raízen para outras empresas, deixando a companhia com menos recursos para pagar os bondholders.

Na prática, essas ações comprometem o valor dos papéis atuais.

Por outro lado, caso os bondholders e bancos sejam priorizados, credores locais podem sentir negativamente o efeito dessa decisão. De acordo com Artur Horta, sócio da The Link Investimentos, “os credores já não vão receber aquilo que era prometido quando compraram a dívida da empresa ou participaram das emissões”, afirma.

Consequentemente, a Raízen pode enfrentar desafios para acessar o mercado se seguir por esse caminho. Enquanto isso, os concorrentes podem se beneficiar de uma brecha no mercado para aumentar seu market share e atrair investimentos.

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Petróleo: quais são os tipos existentes e o que muda entre eles?

10 de Março de 2026, 16:30

O petróleo está no centro das principais disputas políticas e negociações. Trata-se de um material fóssil de alto valor energético e amplamente utilizado em diversas indústrias. Do setor de energia ao cosmético, o difícil é pensar em uma atividade econômica que não utilize algum derivado desse recurso. Dentro disso, o que muda são os tipos de petróleo. A seguir, veja como cada variação se distingue entre si. 

Leia também: EUA x Irã: confronto pode pressionar inflação no Brasil e travar queda dos juros; entenda

O que é petróleo e quais são seus tipos?

Conforme definição do Governo Federal, “o petróleo é um material fóssil, oleoso e inflamável, de alto valor energético, geralmente menos denso do que a água, com cheiro característico e coloração que pode variar do incolor até o preto”.

Ou seja, ele pode variar em: composição química, densidade, aplicações, custos de produção, local de origem e valor no mercado.

No Brasil, a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) classifica por: 

Tipo de petróleoGrau APIDensidade aproximadaInterpretação
LeveAPI maior ou igual a 31,1°≤ 0,87Menos denso e, em geral, mais fácil de refinar e mais valorizado, pois produz maior proporção de derivados leves, como gasolina. O rendimento desses produtos também é maior. 
MedianoAPI de 22,3° a 31,1° 0,87 – 0,92Possui características intermediárias entre leve e pesado, com rendimento moderado de combustíveis no refino.
PesadoAPI de 10° a 22,3° 0,92 – 1,00Mais denso e viscoso. Exige processos de refino mais complexos para produzir combustíveis leves. 
ExtrapesadoAPI menor que 10°> 1,00Extremamente denso e viscoso, com menor rendimento de derivados leves e maior dificuldade de produção e refino.

Nesse sentido, o grau API é uma escala de medida criada pelo American Petroleum Institute, usada para medir a densidade do petróleo em relação à água. Na prática, quanto maior for o valor do API, mais leve é o petróleo.

Densidade

A densidade costuma ser pautada pela composição química do petróleo que, por sua vez, é influenciada por três fatores:

  • Idade geológica – fatores como maturidade térmica, biodegradação e transformação da matéria orgânica podem alterar a composição do petróleo e influenciar sua densidade. Em geral, os petróleos mais antigos são mais densos e contêm mais enxofre;
  • Condições de formação – a composição final é fruto de uma combinação específica de temperatura, pressão e outros elementos do ambiente, como nitrogênio, oxigênio, compostos de enxofre, íons metálicos e outros;
  • Tipo de rocha de origem – as rochas geradoras costumam ser do tipo sedimentares, como folhelho, marga, argilito e calcário orgânico. 

Enxofre

Outro elemento importante na classificação é o teor de enxofre, que pode ser sweet ou sour. Segundo a Federal Energy Regulatory Commission (FERC), o sweet (doce) tem baixo teor de enxofre, normalmente inferior a 0,5%. Esse percentual implica em um processo de refino facilitado, reduzindo a emissão de poluentes. 

Já o petróleo sour (azedo) apresenta maior concentração desse elemento, o que exige etapas adicionais de tratamento nas refinarias para removê-lo. Consequentemente, o custo de processamento aumenta. 

Ademais, conforme explica a ANP, esse recurso pode ser extraído em terra (onshore) ou abaixo do assoalho do mar (offshore).

Leia também: Ranking do petróleo: Espírito Santo alcança o segundo lugar no Brasil; veja os números

Extração ao redor do mundo

De acordo com o Grupo Sol, cada região do mundo se destaca por tipos específicos de petróleo. Entre eles:

  • Oriente Médio – possui reservas abundantes de petróleo leve e médio, com baixo teor de enxofre. 
  • América do Norte – nessa região, o destaque vai para o WTI (West Texas Intermediate), um petróleo leve, embora também possua reservas do tipo pesado, como os xistos betuminosos. 
  • América do Sul – no Brasil, há variedades, passando desde o tipo leve do pré-sal até pesado na Bacia de Campos. Já na Venezuela, estão as maiores reservas de petróleo pesado do mundo. 
  • Europa – O Brent, extraído no Mar do Norte, é utilizado como referência nos mercados europeus e asiáticos. 
  • África – destaque para reservas de petróleo leve e médio, em países como Nigéria e Angola.

Por fim, no contexto do mercado internacional, dois tipos específicos se destacam: o Brent e o WTI.

Como explicado anteriormente, o Brent é extraído no Mar do Norte, no Oriente Médio e serve como benchmark (comparação) de preços. Já o West Texas Intermediate (WTI) é produzido principalmente nos Estados Unidos e é utilizado como uma das principais referências de preço no mercado global de petróleo.

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‘Compliance Zero’: relembre as etapas da operação que terminou na prisão de Daniel Vorcaro

7 de Março de 2026, 10:00

O caso Master ganhou novos desdobramentos na última quarta-feira (4), com a prisão de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, e outros cúmplices. A ação era parte do início da terceira fase da Operação Compliance Zero

A seguir, relembre o que a Polícia Federal (PF) fez em cada fase da Operação Compliance Zero.

Leia também: Por que Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, voltou a ser preso?

1ª fase da Compliance Zero

A primeira fase da Operação Compliance Zero começou no dia 18 de novembro de 2025. Na data, a Polícia Federal divulgou que tinha como objetivo “combater a emissão de títulos de crédito falsos por instituições financeiras que integram o Sistema Financeiro Nacional”.

Na prática, investigavam-se crimes de gestão fraudulenta, gestão temerária, organização criminosa, entre outros. Sendo assim, os policiais saíram naquele dia para cumprir:

  • 5 mandados de prisão preventiva;
  • 2 mandados de prisão temporária;
  • 25 mandados de busca e apreensão;
  • Diversas medidas cautelares da prisão, nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Bahia e no Distrito Federal.

Naquela época, Daniel Vorcaro foi preso durante dez dias. Posteriormente, ele foi solto, mas mediante o uso de uma tornozeleira eletrônica.

Ademais, as investigações começaram em 2024, por solicitação do Ministério Público Federal, que desconfiava de uma possível “fabricação de carteiras de crédito insubsistentes por uma instituição financeira”.

Junto a isso, a suspeita era de que esses títulos tivessem sido vendidos a outro banco e, “após fiscalização do Banco Central, substituídos por outros ativos sem avaliação técnica adequada”, relatou a PF.

2ª fase da Compliance Zero

Já a segunda fase da Operação Compliance Zero começou no dia 14 de janeiro de 2026. Dessa vez, Vorcaro não foi preso, mas teve bens bloqueados. Além disso, as autoridades realizaram buscas em diversos endereços ligados ao banqueiro.

Naquela época, a PF descreveu que os objetivos da operação eram “apurar a prática dos crimes de organização criminosa, gestão fraudulenta de instituição financeira, manipulação de mercado e lavagem de capitais”. 

Por isso, cumpriram 42 mandados de busca e apreensão nos estados de São Paulo, Bahia, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro. 

No que se refere às medidas de sequestro e bloqueio de bens e valores, o montante ultrapassou os R$ 5,7 bilhões. Já os recursos judiciais visavam interromper a prática criminosa, além de garantir a recuperação de ativos e dar continuidade às investigações.

Posteriormente, o relator do caso no Supremo Tribunal Federal também precisou mudar. As investigações detectaram possível proximidade entre o ministro Dias Toffoli e Daniel Vorcaro. Por isso, o ministro André Mendonça assumiu o caso.

Leia também: Caso Master: PF cumpre mandados em 5 estados; entenda por que esses locais foram alvos

3ª fase da Compliance Zero

Por fim, a Operação Compliance Zero começou a sua terceira fase na manhã da última quarta-feira (4). Agora, a prioridade da PF é cumprir 4 mandados de prisão preventiva e 15 de busca e apreensão.

Como descrito pela Polícia Federal, o objetivo nessa fase é “investigar a possível prática dos crimes de ameaça, de corrupção, de lavagem de dinheiro e de invasão de dispositivos informáticos, praticados por organização criminosa”. 

Outros cúmplices do caso Master, participantes do grupo “A Turma”, também foram alvos de mandados de prisão preventiva. Entre eles, estão Fabiano Zettel, Marilson Roseno da Silva e Luiz Phillipi Mourão. 

Atualmente, Daniel Vorcaro voltou à prisão e Luiz Phillipi Mourão atentou contra a própria vida e morreu – enquanto estava sob custódia da instituição na Superintendência Regional da Polícia Federal em Minas Gerais. Enquanto isso, Fabiano Zettel segue não localizado.

Ainda nessa terceira fase da Operação Compliance Zero, o STF afastou Paulo Sérgio Neves de Souza e Belline Santana, dois funcionários do Banco Central. A dupla cumprirá medidas específicas, incluindo uso de tornozeleira eletrônica. Ademais, o sequestro e bloqueio de bens podem chegar a R$ 22 bilhões.

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Os EUA teriam armas suficientes para um confronto prolongado com o Irã?

4 de Março de 2026, 16:19

Os EUA podem não conseguir continuar a atacar o Irã por muito tempo. Rumores de vazamentos no Pentágono sugerem que o estoque de mísseis vai se esgotar caso os ataques continuem por mais 10 dias. Os Estados Unidos e Israel atacaram o território iraniano no último sábado (28). 

Nesse sentido, Donald Trump foi avisado pelo Pentágono – sede do Departamento de Defesa dos EUA – dos riscos de uma guerra prolongada contra o Irã, segundo o jornal árabe Al Jazeera.

Em relatório, o órgão americano ressaltou que o custo de reabastecer os estoques de munição é elevado e a quantidade é cada vez menor. Nesse contexto, Trump teria afirmado que os Estados Unidos têm armamento suficiente para continuar. 

“Os estoques de munições dos Estados Unidos, em nível médio e médio-superior, nunca estiveram tão altos ou melhores – como me foi dito hoje, temos um suprimento praticamente ilimitado dessas armas. Guerras podem ser travadas ‘para sempre’, e com muito sucesso, usando apenas esses suprimentos”, escreveu Trump na plataforma Truth Social, na terça-feira (3).

Inicialmente, o presidente dos EUA afirmou que o conflito armado duraria entre 4 e 5 semanas. Agora, especialistas já consideram a possibilidade de uma guerra um pouco mais prolongada. 

Em paralelo, analistas do jornal Al Jazeera sugerem que o arsenal pode estar em nível muito baixo até o final desse prazo. Dentro disso, o mais provável é que os EUA vejam redução dos mísseis interceptores – considerados essenciais para vencer o Irã. 

Mas, afinal, quais são as armas que os EUA estão usando contra o Irã?

As armas utilizadas pelos EUA nos ataques ao Irã

De acordo com o Comando Central dos EUA (CENTCOM), mais de 20 sistemas de armas foram utilizados nos ataques contra o Irã. Em geral, o arsenal conta com equipamentos das forças aéreas, navais e terrestres, além da defesa antimíssil, como: 

  • Drones de ataque unidirecional LUCAS – segundo o jornal The Business Standard, cada drone LUCAS custa US$ 35 mil;
  • Drones MQ-9 Reapers;
  • Bombardeiros B-1;
  • Bombardeiros furtivos B-2;
  • Sistemas de mísseis interceptores Patriot;
  • Sistemas de defesa antimísseis balísticos de alta altitude terminal (THAAD);
  • Sistemas de foguetes de artilharia de alta mobilidade M-142;
  • Sistema anti-mísseis guiados;
  • Sistemas antidrone;
  • Aeronave de ataque eletrônico EA-18G;
  • Aeronaves de alerta aéreo antecipado e controle;
  • Aeronaves para retransmissão de rádio aérea;
  • Aeronave de patrulha marítima P-8;
  • Aeronave de reconhecimento RC-135;
  • Aeronaves-tanque;
  • Aeronave de carga C-17 Globemaster;
  • Aeronave de carga C-130;
  • Porta-aviões de propulsão nuclear;
  • Caças F-18, F-16 e F-22;
  • Caças A-10;
  • Caças furtivos F-35;
  • Navios de reabastecimento;
  • Mísseis de cruzeiro Tomahawk;

Leia também: EUA x Irã: quais são as armas utilizadas pelos países em guerra no Oriente Médio

O futuro dos EUA na guerra contra o Irã

Segundo o The Washington Post, os EUA podem não conseguir conter uma possível retaliação do Irã, devido à falta de munições essenciais e apoio dos aliados regionais. Nesse sentido, conforme o relatório do Pentágono, o estoque dos EUA carece de sistemas de defesa antimíssil – elemento muito utilizado por seus aliados, como Israel e Ucrânia. 

No caso de Israel, o país recebeu dos EUA, em 2025, o THAAD, um sistema avançado de defesa antimíssil. Entretanto, a guerra de 12 dias com o Irã no ano passado exigiu cerca de 25% do total de mísseis. Essa mesma guerra também deixou os Estados Unidos sem muitos mísseis interceptores. 

Logo, neste ano, caso a guerra com o Irã se estenda, os EUA podem ficar sem o:

  • THAAD – que custa entre US$ 1 bilhão e US$ 1,8 bilhão, segundo o Al Jazeera;
  • Munições de ataque direto conjunto (JDAMs);
  • Míssil Standard Missile-3 (SM-3);
  • Estoques de mísseis interceptores, como o Patriot e o SM-6.

Ademais, segundo Marco Rubio, secretário de Estado dos EUA, o Irã é capaz de produzir mais armas ofensivas do que os Estados Unidos e seus aliados conseguem construir para detê-las.

Eles estão produzindo, segundo algumas estimativas, mais de 100 desses mísseis por mês. Compare isso com os seis ou sete interceptores que podem ser construídos por mês. Eles conseguem construir 100 desses por mês, sem mencionar os milhares de drones de ataque unidirecional que também possuem. Eles vêm fazendo isso há muito tempo. E, aliás, vêm fazendo isso sob sanções”, disse Rubio.

Leia também: EUA x Irã: 5 pontos para entender o confronto entre os dois países

Desafios dos Estados Unidos

Em geral, os desafios armamentistas dos EUA nesse momento incluem erros de cálculo na campanha – com incidentes que resultaram em abatimentos de jatos. Além disso, há ainda a falta de estoque de mísseis cuja alta complexidade dificulta a fabricação no tempo necessário.

Agora, a solução será fabricar mais armas em tempo recorde ou transferir o estoque atual para outras bases militares. 

Por fim, atacar o Irã tem exigido valores altos dos EUA. Até o momento, o país norte-americano gastou mais de US$ 630 milhões em preparação ao ataque e US$ 779 milhões nas primeiras 24 horas da guerra. A informação é da agência de notícias Anadolu.

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Quem é Paulo Sérgio Neves de Souza, ex-diretor do Banco Central preso no caso Master

4 de Março de 2026, 16:10

O caso Master ganhou novos desdobramentos nesta quarta-feira (4). Isso porque a Polícia Federal (PF) iniciou os mandados de prisão preventiva da 3ª fase da Operação Compliance Zero. 

Sendo assim, são alvos dos mandados, o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master; seu cunhado Fabiano Zettel; o policial aposentado Marilson Silva; e Luiz Phillipi Mourão.

No entanto, há ainda outros dois nomes que devem ganhar tornozeleiras eletrônicas: Paulo Sérgio Neves de Souza, ex-diretor do Banco Central (BC), e Bellini Santana, chefe do Departamento de Supervisão Bancária do BC.

A seguir, conheça o perfil de Paulo Sérgio Neves de Souza.

Leia também: Polícia Federal prende Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, em nova fase da Operação Compliance Zero

Quem é Paulo Sérgio Neves de Souza?

Assim como noticiado anteriormente, Paulo Sérgio Neves de Souza é economista. Formado pela PUC de São Paulo, tem também MBA em risco pela Fipecafi. Esse currículo permitiu que ele entrasse no Banco Central em 1998. 

Desde então, Paulo Sérgio esteve na liderança de diversas áreas durante mais de 20 anos, até conquistar o cargo de Diretor de Fiscalização, no qual esteve de 2019 a 2023. Na época, o órgão financeiro era gerido por Roberto Campos Neto. 

Ainda naquele período, Vorcaro conseguiu autorização para comprar o Banco Máxima, aquisição que deu origem ao Banco Master. Confira sua experiência profissional:

  • Banco Central do Brasil (desde 1998)
    • Chefe do Departamento de Supervisão Bancária (Desup) – desde 08/2015
    • Chefe do Departamento de Gestão Estratégica, Integração e Suporte da Fiscalização (Degef) – 04/2013 a 08/2015
    • Consultor – 07/2012 a 04/2013
    • Chefe de Divisão (Desup) – 07/2011 a 07/2012
    • Gerente Técnico – 05/2009 a 07/2011
    • Supervisor – 11/2005 a 05/2009
    • Inspetor – 02/1998 a 11/2005
  • Banco do Brasil (1985–1998)
    • Superintendência Estadual de São Paulo (1992 a 02/1998): atuação nas áreas de concessão e acompanhamento de crédito e gestão de risco
    • Agência Praça da Árvore – São Paulo (07/1985 a 02/1992): menor-aprendiz de serviços gerais e escriturário

O ex-diretor do Banco Central e seu papel no caso Master

Dessa vez, conforme o STF, o ex-diretor do BC era uma espécie de consultor informal de Daniel Vorcaro. Dentro do Banco Central, Paulo Sérgio realizava atividades como:

  • Revisar minutas de documentos do Master antes de serem protocolados no Banco Central;
  • Orientar o banqueiro sobre como se comportar em reuniões com o presidente do BC; 
  • Alertar sobre movimentações identificadas pelos sistemas de monitoramento da instituição. 

Em troca, o banqueiro mineiro oferecia vantagens garantidas por contratos fictícios, como um guia turístico para uma viagem de Paulo Sérgio à Disney, em Orlando (EUA). 

Leia também: Triplex milionário liga o “Rei do ovo” ao banqueiro Daniel Vorcaro

3ª fase da Operação Compliance Zero

Por isso, Paulo Sérgio Neves de Souza viu sua casa ser alvo de busca e apreensão nesta quarta-feira (4). Até então, em uma decisão administrativa, ele estava afastado do cargo no BC. Agora, o afastamento é baseado também em uma decisão judicial, publicada no Diário Oficial da União.

No entanto, Paulo Sérgio ainda não encara uma prisão preventiva. Na verdade, no caso dele, o STF aplicou medidas cautelares, como: 

  • proibição de contato com testemunhas e investigados;
  • proibição de acessar as dependências do Banco Central; 
  • proibição de sair do município de residência e do país – com entrega do passaporte à PF em 48 horas; 
  • suspensão do exercício da função pública no BC; 
  • e uso de tornozeleira eletrônica.

O caso do Banco Master

No dia 18 de novembro de 2025, o Banco Central liquidou o Banco Master. Um dia antes, o dono da instituição financeira, Daniel Vorcaro, foi preso pela primeira vez durante a 1ª fase da Operação Compliance Zero, cujo objetivo principal consistia em apurar a concessão de créditos falsos.

Ainda naquele período, investigava-se também a tentativa do Banco Regional de Brasília (BRB) – banco público – de comprar o Banco Master.

Entretanto, Vorcaro é investigado desde 2024, quando o Ministério Público Federal suspeitava da fabricação de carteiras de crédito insubsistentes por parte de uma instituição financeira. Sendo assim, Daniel Vorcaro e outros associados do Banco Master passaram a ser investigados por:

  • Fraudes de gestão;
  • Organização criminosa;
  • Gestão temerária;
  • E outros.

Nesse contexto, a desembargadora do Tribunal Regional Federal (TRF) da 1ª Região, Solange Salgado da Silva, detalhou os achados da primeira fase: “a investigação revelou um esquema de cessão irregular de carteiras de crédito entre o Banco Master e o Banco de Brasília, envolvendo a quantia vultosa de aproximadamente R$ 17 bilhões. Há indícios de manipulação de ativos, criação de falsas narrativas para órgãos reguladores e utilização de empresas de prateleira para simular a origem de créditos inexistentes ou podres”.

Atualmente, a Operação Compliance Zero está em sua 3ª fase. De acordo com a Agência Brasil, a Polícia Federal (PF) prendeu Daniel Vorcaro pela segunda vez devido à possível prática de crimes de: ameaça, corrupção, lavagem de dinheiro e invasão de dispositivos informáticos, praticados pela organização criminosa envolvida no caso Master como um todo.

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