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Bom pra cachorro: Petz Cobasi (AUAU3) vê lucro líquido ajustado crescer para R$ 70,3 milhões no 2T26

13 de Agosto de 2026, 19:34

O Grupo Petz Cobasi (AUAU3) registrou lucro líquido ajustado de R$ 70,3 milhões no segundo trimestre de 2026 (2T26), crescimento de 8,4% ante igual período do ano anterior.

Sem ajustes, o lucro líquido alcançou R$ 100,4 milhões, avanço anual de 43,5%. O resultado foi favorecido pelo reconhecimento de R$ 52,9 milhões em créditos tributários referentes a exercícios anteriores.

Já o Ebitda (métrica do mercado para avaliar a geração de caixa de uma empresa) ajustado somou R$ 186,7 milhões, alta de 11% na comparação anual. A margem Ebitda ajustada avançou 0,3 ponto porcentual (p.p.), para 10,6%, refletindo o crescimento das vendas e a diluição das despesas operacionais.

A receita líquida, por sua vez, atingiu R$ 1,7 bilhão, aumento de 7,9%. Já a receita bruta totalizou R$ 2,108 bilhões, avanço de 7,8%, impulsionada principalmente pelo aumento dos volumes.

“Em um cenário de inflação interna acumulada próxima de 1% a 2% e ausência de reajustes de preços pela indústria, esse resultado representa crescimento real”, afirmou o presidente do grupo, Paulo Nassar.

O resultado financeiro foi positivo em R$ 1,2 milhão, ante receita financeira líquida de R$ 1,5 milhão um ano antes. Segundo a companhia, o desempenho refletiu sua posição de caixa líquido.



Outras linhas do Petz Cobasi (AUAU3)

As vendas mesmas lojas cresceram 7,1% no trimestre. Na Petz, o indicador avançou 7,4%, enquanto na Cobasi aumentou 6,6%.

O canal digital registrou vendas de R$ 855,6 milhões, alta anual de 9,2%, e passou a representar 40,6% da receita bruta, crescimento de 0,5 p.p. ante o segundo trimestre de 2025. No canal físico, as vendas aumentaram 7,4%, para R$ 1,2 bilhão.

A receita bruta de serviços avançou 29%, para R$ 47,6 milhões. Enquanto isso, a participação das marcas próprias alcançou 14,4% das vendas da Petz e 9,5% das vendas da Cobasi, altas de 1,5 p.p. e 3,1 p.p., respectivamente.

O grupo encerrou junho com caixa líquido de R$ 286,1 milhões, aumento de 80,5% em relação ao fim do primeiro trimestre, mesmo após o pagamento de R$ 26 milhões em dividendos.

Os investimentos totalizaram R$ 34 milhões, queda anual de 31,5%, diante do menor ritmo de abertura de lojas e da redução dos aportes em reformas, manutenção e logística.

A empresa destaca no release que as comparações com 2025 consideram números pro forma gerenciais e não auditados, que simulam Petz e Cobasi como uma única operação.

Filosofia aplicada aos investimentos: 4 conceitos estoicos para tomar decisões financeiras melhores

11 de Julho de 2026, 10:00

À primeira vista, o estoicismo pode parecer apenas mais uma filosofia transformada em frase motivacional nas redes sociais. Mas, quando volta aos textos originais, entrega lições importantes para todos os investidores.

Não à toa, nomes importantes do mercado citam autores estoicos em livros e memorandos. Ray Dalio, Howard Marks e Nassim Taleb estão entre os investidores que relacionam sucesso financeiro aos mesmos conceitos dessa filosofia.

A ideia não é nova. Os estoicos não eram teóricos distantes da vida prática. Zenão de Cítio, fundador da escola estoica, foi um grande comerciante. Sêneca foi senador, investidor de terras e um dos homens mais ricos de Roma, e Marco Aurélio foi um dos imperadores romanos. Todos conheciam poder, dinheiro, risco e perda de perto.

Confira, a seguir, quatro conceitos estoicos que ajudam a pensar investimentos com mais clareza.

1 – Dicotomia do controle: foque no que depende de você

O primeiro ensinamento estoico — e talvez o mais importante — aparece logo no início do Manual de Epicteto: “Entre as coisas que existem, há aquelas subordinadas a nós e as não subordinadas a nós”.

Ou seja, algumas coisas dependem de nós; outras não. Para o investidor, essa distinção é inevitável para o sucesso. Afinal, grande parte das variáveis foge do controle.

Não está sob controle do investidor a próxima decisão do Copom, uma crise geopolítica, o humor diário da bolsa ou o múltiplo que o mercado pagará por uma empresa em determinado momento.

Mas há variáveis sob controle: a qualidade da análise, a diversificação, o preço de entrada, a frequência dos aportes, o horizonte de investimento e, principalmente, a reação diante da volatilidade.

Howard Marks, cofundador da Oaktree Capital Management, baseia sua estratégia neste conceito. Em seus memorandos, compilados no livro “O Mais Importante para o Investidor”, ele lembra que o investidor não controla a economia, os ciclos de mercado ou o comportamento das ações.

Portanto, segundo o gestor, o foco deve estar em processo, disciplina, gestão de risco e compreensão do que realmente importa no longo prazo.

A lição estoica é a de que gastar energia tentando prever tudo costuma ser inútil. O investidor melhora quando separa o que pode controlar daquilo que precisa apenas administrar.

2 – Ataraxia: manter a calma quando o mercado oscila

Marco Aurélio escreveu parte de suas Meditações enquanto liderava guerras e enfrentava a Peste Antonina. O livro é, em boa medida, um exercício de autocontrole.

Ele falava sobre encontrar a “cidadela interior” — um lugar de calma absoluta dentro da própria mente, independentemente do caos externo:

“A mente livre de paixões é uma cidadela: não existe fortificação mais sólida para se refugiar.”

A palavra grega ataraxia traz o conceito da imperturbabilidade diante da desordem externa. No mercado financeiro, isso significa não transformar cada oscilação da carteira em decisão impulsiva.

Howard Marks resume bem essa armadilha ao tratar da psicologia dos mercados. Em sua coletânea de memorandos, ele escreve que “a emoção leva investidores a fazer a coisa errada no momento errado e deve ser resistida”.

A ataraxia estoica é exatamente isso: a capacidade de manter a calma e seguir o plano estratégico original, enquanto a maioria das pessoas opera de forma emocional e pode acabar tomando decisões ruins.

3 – Praemeditatio malorum: preparar a carteira para o pior cenário

Sêneca, em suas Cartas a Lucílio, escreveu: “o homem que previu a vinda do sofrimento retira a sua força quando ele chega”.

O exercício estoico do praemeditatio malorum, ou premeditação dos males, consiste em imaginar cenários negativos antes que eles aconteçam.

A ideia não é ser pessimista, mas ter realismo preventivo para blindar a mente e a carteira contra choques. Para os estoicos, o inesperado costuma pesar mais justamente porque nos pega desprevenidos.

Nos investimentos, esse conceito é uma ferramenta direta de gestão de risco e o antídoto contra o viés do otimismo linear de achar que o mercado só vai subir.

Nassim Taleb dedica capítulos inteiros a Sêneca, argumentando como ele era um modelo de resistência à instabilidade. Para Taleb, investidores que aplicam essa prática montam carteiras com caixas de oportunidade e segurança justamente para atravessar crises com proteção e, em alguns casos, encontrar oportunidades nelas.

4 – Amor fati: usar perdas como parte do processo

Embora a expressão amor fati tenha sido cunhada mais tarde por Friedrich Nietzsche, o conceito é central no estoicismo. Significa “amor ao destino”, ou seja, aceitar a realidade como ela se apresenta e usar os acontecimentos como matéria-prima para agir melhor.

Para o investidor, isso talvez seja uma das lições mais difíceis. Afinal, perdas acontecem, teses falham, empresas decepcionam e o timing nem sempre é certeiro. O problema, para o estoicismo, não é errar, mas transformar o erro em negação, culpa ou paralisia.

Ray Dalio, fundador da Bridgewater Associates, o maior hedge fund do planeta, construiu parte de sua filosofia de gestão em uma ideia muito próxima: “dor + reflexão = progresso”.

Em seu livro Princípios, Dalio defende que encarar a realidade e aprender com os erros é parte central de qualquer bom processo decisório.

Aplicado à carteira, esse princípio ajuda o investidor a não tratar perdas como fracasso pessoal ou tentar recuperar rapidamente o prejuízo assumindo ainda mais risco. O investidor com mentalidade mais estoica tende a fazer outra pergunta: o que essa perda me ensina?

Por fim, o estoicismo não ensina qual ação comprar, quando vender ou qual será o próximo ciclo de mercado. Também não transforma ninguém automaticamente em um bom investidor.

Mas ajuda a lidar com incertezas, manter disciplina e evitar que medo, ganância, ego e pressa tomem decisões no lugar do investidor.

Benjamin Graham, pai do value investing e mentor intelectual de Warren Buffett, dizia que “o maior problema do investidor — e até o seu pior inimigo — é ele mesmo”.

Nesse sentido, o estoicismo parece ser o caminho para fazer com que esse “pior inimigo” pare de ser um sabotador e passe a jogar a favor dos seus resultados.

Empresas do S&P 500 reportarão maior crescimento de lucros em 5 anos no 2T26, projeta FactSet

11 de Julho de 2026, 09:29

O índice S&P 500 deve registrar um dos melhores desempenhos de lucro dos últimos anos no segundo trimestre de 2026 (2T26).

Segundo análise de John Butters, da FactSet, a expansão dos resultados das empresas que compõem o índice deve superar 29% na comparação anual, impulsionada pelo número elevado de companhias que vêm entregando resultados acima das expectativas dos analistas.

Com base na melhora média da taxa de crescimento dos lucros ao longo da temporada de balanços, a FactSet projeta um crescimento superior a 29% no segundo trimestre. Esse seria o maior crescimento de lucros reportado pelo S&P 500 desde o quarto trimestre de 2021, quando o índice registrou alta de 32,0%.

A melhora ocorre porque muitas empresas costumam superar as previsões de lucro por ação, segundo a análise. “Quando os resultados efetivos substituem as estimativas anteriores no cálculo do crescimento agregado, a taxa de expansão dos lucros do índice aumenta”, afirma Butters.

Um exemplo citado na análise mostra que, se uma empresa fosse projetada para registrar lucro por ação de US$ 1,05 contra US$ 1,00 no mesmo período do ano anterior, o crescimento esperado seria de 5%. Caso o resultado real chegasse a US$ 1,10, o crescimento efetivo subiria para 10%, cinco pontos porcentuais acima da previsão inicial.

Segundo a análise, os primeiros resultados divulgados reforçam a expectativa de revisão positiva. Até 10 de julho, 18 empresas do S&P 500 haviam apresentado seus balanços do segundo trimestre.

O ‘bom conselho de graça’ para o investidor em bitcoin (BTC) e outros destaques do Crypto Times

5 de Julho de 2026, 11:00

Olá, investidor e investidora de cripto! Sejam muito bem-vindos a mais uma edição da nossa coluna semanal do Crypto Times, a editoria de bitcoin (BTC) e criptomoedas do Money Times. Para se inscrever e receber em primeira mão em todas as manhãs de sábado, basta se inscrever no box abaixo:

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Diz o ditado que, se conselho fosse bom, não seria de graça. O ditado é válido para muitos casos, mas às vezes é bom. Lembro-me da minha avózinha quando, certa vez, aconselhou meu irmão a não ir a uma das festas na faculdade.

“Mas, vó”, dizia ele, “é uma casa só com os amigos, vai ser uma coisa tranquila”.

“Olha lá, hein”, dizia vovó, “que os amigos têm amigos, que têm amigos, que têm amigos…”.

E arrematou com a frase e os braços para cima, como quem lava as mãos: “Se conselho fosse bom, não era de graça. Mas às vezes…”.

Enfim. Meu irmão acabou não indo à festa por vários motivos. Fato é que, no dia seguinte, a tal festa tranquila não foi tão tranquila assim — com direito a ambulância, polícia e vizinhos muito, muito mal-humorados.

Tudo isso para dizer que existem conselhos bons e que são, sim, de graça. É só dar uma boa garimpada.

E se este que lhes escreve agora pode dar um conselho, investidor e investidora de criptomoeda, o conselho é: veja o painel sobre criptomoedas do Onde Investir no 2º Semestre do portal irmão do Money Times, o Seu Dinheiro.

Além de contar com o editor-assistente mais bem-apessoado de que a redação dispõe, os analistas Henry Oyama, diretor de estratégias de investimentos da Hashdex, e Valter Rebelo, chefe de research da Empiricus, dissertam sobre o que fazer nos próximos seis meses do ano.

Não apenas eles traçam um panorama do porquê as criptomoedas tiveram dias difíceis no primeiro semestre, mas também o que fazer com os tokens agora.

Meu conselho (bom e de graça) é ver de perto esses e outros painéis do evento. Clique aqui e confira.

Fique agora com as notícias mais lidas da semana no Crypto Times.

Forte abraço,

Renan Sousa, editor-assistente do Money Times.

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Dividendos: XP despacha elétrica da carteira; veja mudanças

5 de Julho de 2026, 08:57

A XP retirou a Energisa (ENGI11) da sua carteira de dividendos para julho. Segundo a corretora, a elétrica possui maior exposição ao cenário macroeconômico do que outros nomes de sua cobertura. Isso ocorre por causa do seu perfil de duration mais longa e da maior sensibilidade à taxa de juros.

No lugar da companhia, a XP aumentou o peso de Caixa Seguridade (CXSE3) de 5% para 7,5%. Para a corretora, a empresa segue apresentando forte atividade comercial em seus principais segmentos, o que é mais do que suficiente para sustentar os volumes de seguros.

‘Em paralelo, a CXSE continua entregando sinistralidade controlada e se beneficia de um resultado financeiro favorecido pelo patamar elevado de juros, o que sustenta um carrego atrativo.’

Por fim, a corretora trocou fez uma troca entre classes de ações, com a saída das ações preferenciais classe C da Axia (AXIA7) para aumentar os papéis ordinários (AXIA3).

‘Em nossa visão, a Axia permanece como uma das principais proxies líquidas do setor elétrico brasileiro para investidores estrangeiros que buscam aumentar a exposição a utilities em mercados emergentes.’

Como cereja do bolo, o papel também é um componente relevante do Ibovespa, ‘o que deve torná-la uma beneficiária natural de fluxos incrementais em um eventual aumento da alocação para o Brasil’.

Em junho, a carteira registrou queda de 1%, mesmo desempenho do Ibovespa, que também recuou 1%. Desde o seu lançamento, a carteira acumula alta de 326,2%, ante 136,4% do índice.

Veja a carteira abaixo:

CompanhiaTickerPeso
PetrobrasPETR410,0%
PRIOPRIO35,0%
ValeVALE312,5%
Telefônica BrasilVIVT35,0%
AllosALOS37,5%
Axia EnergiaAXIA312,5%
CopelCPLE315,0%
Itaú UnibancoITUB415,0%
B3B3SA310,0%
Caixa SeguridadeCXSE37,5%

“Vencer sem correr riscos é triunfar sem glórias”: como a fala de Ayrton Senna se aplica às finanças

5 de Julho de 2026, 07:28

Ayrton Senna foi um dos grandes nomes da história do automobilismo. Mas o ídolo de toda uma geração de brasileiros era conhecido não só pelo seu talento na pista e pela personalidade marcante, mas também pelo estilo agressivo de pilotagem.

Tricampeão mundial de Fórmula 1, o piloto brasileiro era famoso por muitas de suas características. A cautela não era uma delas.

“Vencer sem correr riscos é triunfar sem glórias”, dizia Ayrton.

A frase revela como o piloto enxergava suas competições. Não bastava vencer. Era necessário também convencer. E esse pensamento pode ser aplicado em vários outros setores, inclusive no dos investimentos.

A importância de correr riscos

Dificilmente uma ultrapassagem ou grande manobra é feita na Fórmula 1 sem que o piloto assuma algum nível de risco. E no mundo dos investimentos pode se dizer a mesma coisa.

Riscos fazem parte do universo das aplicações. Todo investimento possui alguma quantidade de risco. Portanto, o diferencial está em entendê-los e gerenciá-los para conseguir o melhor resultado.

Um risco maior ou menor não necessariamente significa o que o investimento é bom ou ruim, mas é uma das variáveis a ser considerada.

Risco e retorno caminham juntos. O prêmio de risco é o ganho adicional esperado pelo investidor ao aplicar seu dinheiro em um ativo mais arriscado.

Um perfil muito conservador de investimentos, embora ajude a proteger a carteira contra perdas, pode também pode comprometer o crescimento do patrimônio ao longo prazo.

De forma que um bom investidor, assim como Ayrton Senna nas pistas, não foge do risco: ele sabe analisar os riscos e tomar a decisão certa na busca pelo melhor resultado.

Quando Senna se arriscou e deu certo

Uma das vezes em que Ayrton Senna se arriscou e ainda conseguiu a vitória foi no circuito de Donnington Park em 1993. Ele marcou a melhor volta da corrida passando por dentro dos boxes. Sim, isso mesmo. Na época, não havia limite de velocidade na pit lane.

O risco, no entanto, teve lá seus cálculos. Naquele domingo, Ayrton Senna fazia uma corrida irretocável. Logo na primeira volta, com uma McLaren inferior à Williams na ocasião, Senna largou em grande estilo e ultrapassou cinco pilotos para assumir a liderança já na primeira volta.

Senna seguiu acelerando a obteve uma vantagem confortável em relação aos demais pilotos. Em dado momento, ele decidiu cruzar pelos boxes sem parar para trocar os pneus. Acabou marcando a melhor volta da corrida.

No fim, Ayrton Senna venceu a corrida com pelo menos uma volta de vantagem sobre os demais pilotos. A exceção foi o segundo colocado, Damon Hill.

A passagem em alta velocidade pelos boxes ficou registrada como uma falha de comunicação, um suposto problema de rádio entre Senna e McLaren.

De acordo com o site oficial de Senna, porém, o piloto admitiu mais tarde que foi tudo parte de uma estratégia.

“Eu sabia que por ali era mais rápido, eu fiz para experimentar. Quando me informaram que era a melhor volta da corrida, eu falei ‘OK, se o Prost passar à minha frente, eu vou passar ele por dentro do box’. Só isso”.

*Sob supervisão de Ricardo Gozzi

Swing trade: BB Investimentos recomenda a compra de Bradesco (BBDC4) nesta terça (23)

23 de Junho de 2026, 10:04

Nesta terça-feira (23), o BB Investimentos recomenda a compra de Bradesco (BBDC4). O relatório de análise técnica aponta a “expectativa da captura de possível movimento de alta rastreado pelo algoritmo”.

A orientação é que a compra aconteça na abertura do mercado, com preço limite de até 1% acima do preço de abertura.

Confira as posições em andamento:

EmpresaTickerDataPreço de compra*Preço atualRetorno (%)Ainda vale entrar?IBOV no períodoDif. para IBOV
Lojas RennerLREN301/06/202615,2014,29-6,0%Sim-2,0%-4,0%
WegWEGE319/06/202645,9445,16-1,7%Sim1,2%-2,9%

*Sob supervisão de Renan Sousa.

Day trade: Compre Copasa (CSMG3) e venda Brava Energia (BRAV3) para ganhar até 1,48% hoje (23), segundo a Ágora

23 de Junho de 2026, 09:42

A Copasa (CSMG3) é uma das recomendações de compra em day trade da Ágora Investimentos para esta terça-feira (23).

As ações da empresa fecharam a sessão da última segunda-feira (22) cotadas a R$ 59,32. O potencial de ganho é de 1,48% e o stop sugerido é de R$ 59,03.

Compra
EmpresaTickerEntrada (R$)Objetivo (R$)Potencial de ganhoStop (R$)Stop (%)
BTG PactualBPAC1152,3453,091,43%51,96-0,73%
CopasaCSMG359,4660,341,48%59,03-0,72%
NaturaNATU37,697,801,43%7,64-0,65%

a Brava Energia (BRAV3) é uma das ações indicadas para venda hoje, possibilitando retornos de até 1,44%. O stop sugerido é em R$ 18,85.

Venda
EmpresaTickerEntrada (R$)Objetivo (R$)Potencial de ganhoStop (R$)Stop (%)
Brava EnergiaBRAV318,7118,441,44%18,85-0,75%
Caixa SeguridadeCXSE319,3919,111,44%19,53-0,72%
São MartinhoSMTO314,5614,351,44%14,67-0,76%

Lembre-se de que todo investimento envolve riscos e, portanto, não há garantia de retorno. Por isso, respeite os stops — pontos em que as perdas tornam-se intoleráveis e é melhor zerar as posições.

Metodologia de day trade da Ágora

As ações sugeridas para compra são de analistas gráficos, que usam uma metodologia que busca antecipar as tendências de curtíssimo prazo.

Operações aguardando ponto de entrada, válidas apenas para hoje. Valor do stop loss válido apenas após a operação ter dado entrada.

Os retornos são brutos, livre de corretagem e emolumentos. Caso o ativo abra com gap, atingindo o objetivo antes do preço de entrada, a operação é cancelada.

*Sob supervisão de Juliana Américo

Day trade: Compre Suzano (SUZB3) e venda Embraer (EMBJ3) para ganhar até 1,49% hoje (17), segundo a Ágora

17 de Junho de 2026, 09:28

A Suzano (SUZB3) é uma das recomendações de compra em day trade da Ágora Investimentos para esta quarta-feira (17).

As ações da empresa fecharam a sessão da última terça-feira (16) cotadas a R$ 42,93. O potencial de ganho é de 1,49% e o stop sugerido é de R$ 42,69.

Compra

EmpresaTickerEntrada (R$)Objetivo (R$)Potencial de ganhoStop (R$)Stop
Porto SeguroPSSA350,6851,381,38%50,32-0,71%
Isa Energia BrasilISAE427,7728,171,44%27,56-0,76%
SuzanoSUZB343,0343,671,49%42,69-0,79%

a Embraer (EMBJ3) é uma das ações indicadas para venda hoje, possibilitando retornos de até 1,41%. O stop sugerido é em R$ 76,63.

Venda

EmpresaTickerEntrada (R$)Objetivo (R$)Potencial de ganhoStop (R$)Stop
B3B3SA315,0014,791,40%15,11-0,73%
CognaCOGN32,292,261,31%2,31-0,87%
EmbraerEMBJ376,0975,021,41%76,63-0,71%

Lembre-se de que todo investimento envolve riscos e, portanto, não há garantia de retorno. Por isso, respeite os stops — pontos em que as perdas tornam-se intoleráveis e é melhor zerar as posições.

Metodologia de day trade da Ágora

As ações sugeridas para compra são de analistas gráficos, que usam uma metodologia que busca antecipar as tendências de curtíssimo prazo.

Operações aguardando ponto de entrada, válidas apenas para hoje. Valor do stop loss válido apenas após a operação ter dado entrada.

Os retornos são brutos, livre de corretagem e emolumentos. Caso o ativo abra com gap, atingindo o objetivo antes do preço de entrada, a operação é cancelada.

*Com supervisão de Juliana Américo

FGC: Conselho Monetário Nacional aperta regras; veja o que muda

24 de Abril de 2026, 17:43

O Conselho Monetário Nacional (CMN) apertou as regras do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) e mandou um recado direto ao mercado: acabou a farra de captação agressiva com respaldo do fundo.

As mudanças, aprovadas na quinta-feira (23), entram em vigor em 1º de junho de 2026 e miram um problema claro — o uso do FGC como “escudo” para levantar dinheiro a taxas elevadas, prática que ganhou notoriedade em casos como o do Banco Master.

Na prática, o objetivo é simples: reduzir o apetite por risco das instituições e proteger a estabilidade do sistema financeiro.

Hoje, o FGC funciona como uma espécie de seguro: cobre até R$ 250 mil por CPF ou CNPJ por instituição, com teto global de R$ 1 milhão a cada quatro anos, incluindo produtos como CDB, LCI, LCA e poupança. Essa estrutura segue intacta.

O que muda é o jogo para os bancos — principalmente os menores.

Captação mais difícil (e mais cara)

Com as novas regras, instituições com perfil mais arriscado ou dependentes de captação via renda fixa vão sentir o impacto.

Isso porque o CMN mexeu em dois pilares: a contribuição ao fundo e os limites de alavancagem.

No primeiro ponto, a chamada Contribuição Adicional dobrou. O multiplicador saiu de 0,01% para 0,02%.

Além disso, o gatilho ficou mais rígido: agora, bancos passam a pagar essa taxa extra quando os depósitos cobertos pelo FGC atingirem 60% da captação via dívida — antes, o limite era de 75%.

Traduzindo: quem cresce puxando CDB, LCI e LCA vai pagar mais por isso.

Trava no crescimento descontrolado

A principal mudança, porém, está na obrigatoriedade de alocar recursos em títulos públicos — uma espécie de freio de emergência para evitar excessos.

A regra amplia os cenários em que os bancos precisam “tirar dinheiro de circulação” e estacionar em ativos mais seguros.

Isso acontece quando pelo menos um destes três gatilhos é acionado:

  • Quando os depósitos garantidos pelo FGC superam em 6 vezes o patrimônio líquido e chegam a 80% da captação via dívida;
  • Quando esses depósitos passam de 10 vezes o patrimônio do banco;
  • Ou, em um cenário mais extremo, quando superam os próprios ativos da instituição.

Se qualquer um desses limites for ultrapassado, o banco terá que imobilizar o excedente em títulos públicos — impedindo o uso desses recursos em crédito ou ativos mais arriscados.

A lógica é evitar que o volume de depósitos garantidos cresça muito além do tamanho do banco — exatamente o tipo de distorção vista no caso do Banco Master.

Implementação gradual

O aperto vem, mas não de uma vez.

A exigência será implementada aos poucos: começa com 5% do valor excedente em julho de 2026 e sobe gradualmente até atingir 100% em julho de 2028.

No fim das contas, o recado do CMN é claro: crescimento financiado por captação agressiva, com o FGC como rede de proteção, agora tem limite — e custo mais alto.

Ana Paula Renault, vencedora do BBB26, embolsa o maior prêmio da história do reality graças a uma campanha de marketing

22 de Abril de 2026, 12:08

Ana Paula Renault, campeã do BBB 26, levará para casa R$ 5,7 milhões, maior prêmio da história do reality da Globo. Na última edição, o montante era R$ 2,7 milhões.

Essa valorização não se deu do dia para a noite — e nem pela inflação no Brasil, que apesar de subir, não dobrou nos últimos 365 dias.

Na realidade, o aumento no valor do prêmio foi devido a uma campanha de marketing do Mercado Pago, instituição financeira do Grupo Mercado Livre.

‘Tudo em DobBBro’ para Ana Paula

Inicialmente, o prêmio seria o mesmo de 2025. No entanto, logo na estreia do BBB 26, foi anunciado que o valor seria o dobro do ano anterior, ou seja, R$ 5,4 milhões.

A diferença para o valor final, R$ 5,7 milhões, é resultado de uma outra campanha de marketing da mesma instituição. Ele foi possível graças aos rendimentos gerados no Cofrinho Mercado Pago ao longo dos 100 dias de programa.

Pela maior parte do reality, o dinheiro rendia em 120% do CDI. Entre 3 de março e 3 de abril, o prêmio estava rendendo em 140% do CDI. No final, o montante incorporado foi de R$ 268.712,17.

*Sob supervisão de Ricardo Gozzi.

Sanepar (SAPR11) desaba com ‘água fria’ em dividendos

24 de Março de 2026, 15:56

A Sanepar (SAPR11) cai forte nesta terça-feira (24) após a agência regulatória do Paraná, a Agepar, propor destinar R$ 3,9 bilhões em precatórios aos usuários — e não à companhia, como o mercado esperava.

Por volta das 15h10, a ação recuava 6,53%, a R$ 41,92. Desde 2025, analistas projetavam que ao menos parte desse valor poderia ser distribuída na forma de dividendos.

Pela proposta, o montante será integralmente direcionado para investimentos não onerosos e/ou descontos nas faturas.

Segundo a agência, a medida busca promover a modicidade tarifária e altera a premissa anterior, que previa o compartilhamento de ganhos com a recuperação de créditos fiscais.

O precatório — que nada mais é do que uma dívida da União — é fruto de ação judicial movida contra o governo federal sobre imunidade tributária recíproca de IRPJ (Imposto de Renda Pessoa Jurídica).

De acordo com o analista da Empiricus, Ruy Hungria, o mercado retira do preço das ações essa possibilidade, que representava cerca de 5% do valor do papel.

Já existia um direcionamento do regulador indicando que pelo menos 75% dos ganhos com a recuperação de créditos fiscais deveriam ser repassados para a modicidade tarifária (ou seja, aos consumidores).

Agora, porém, a nova proposta praticamente elimina a chance de que os 25% restantes — ou parte deles — fossem utilizados para pagamento de dividendos.

Notícia negativa

Para a Genial Investimentos, a proposta da Agepar é claramente negativa para a tese de investimento, na medida em que elimina — ao menos em uma análise preliminar — a possibilidade de captura de valor relevante pelos acionistas associada ao precatório.

‘Trata-se de uma reinterpretação regulatória relevante, ao direcionar integralmente o ganho extraordinário para a modicidade tarifária, o que reduz (ou elimina) o potencial de dividendos extraordinários’, afirma a casa.

Na visão da corretora, os preços de tela precificavam entre 25% e 50% do valor total do precatório como potencial dividendo extraordinário — equivalente a algo entre 14% e 28% do valor de mercado da companhia.

Guerra no Irã impulsiona grãos, mas pressiona setor de carnes, diz BB Investimentos; uma ação pode avançar 82,2%

22 de Março de 2026, 10:00

As commodities agrícolas têm apresentado alta em meio ao conflito entre Estados Unidos e Irã.

De acordo com o BB Investimentos, as perspectivas para a soja e o milho são de crescimento para este mês, já para as carnes, os preços têm sido pressionados.

Em fevereiro, a soja teve bons resultados na bolsa de Chicago, com crescimento de 6,7% em comparação ao mês anterior. A alta partiu de perspectivas de maior consumo de grãos nos Estados Unidos, além da expectativa de exportação para a China, com a possível elevação do uso de óleo de soja para biocombustíveis.

Em março, a cotação da soja teve novas altas, após o início do conflito entre EUA e Irã. De acordo com o BB Investimentos, a cotação mais alta do petróleo influencia os valores das commodities agrícolas, “dado que a cotação dos biocombustíveis se correlaciona com a do petróleo”.

Já o milho, no mês passado, teve uma leve queda de 0,3% comparado a janeiro, devido a expectativa de redução do trade global dos EUA, com maior competição contra exportadores sul-americanos e pouco crescimento da demanda global. Todavia, a guerra também elevou a cotação do grão, que fechou a US$ 4,53 no dia 12 de março.

Pressão sobre os preços

No caso das carnes, as perspectivas a médio e longo prazo para o BB não são tão otimistas.

A carne bovina teve uma desaceleração no ritmo de abates, mas manteve um patamar de exportações elevado. Esse desequilíbrio tem pressionado os preços da arroba do boi gordo, que está sendo negociada em torno de R$ 350/@, segundo o banco.

Para a carne de frango e a carne suína, o cenário é semelhante: crescimento dos abates, mas níveis de exportação reduzidos, prejudicando a rentabilidade tanto no mercado internacional quanto no mercado doméstico.

A analista Georgia Jorge, que assina o relatório, indica uma expectativa de que esse cenário se mantenha nos próximos meses e impacte negativamente a lucratividade do setor ao longo de 2026.

Ainda assim, entre as recomendações, os frigoríficos foram destaque de fevereiro para o BB, com 3 recomendações de compra em Minerva Foods (BEEF3), JBS (JBSS32) e MBRF (MBRF3). Já em março, SLC Agrícola (SLCE3) fica em evidência, apontando para os melhores resultados nos preços dos grãos.

Veja todas as recomendações:

Empresa Ticker Cotação Mar (%) No ano (%) 12 meses (%) Preço-alvo 2026 Potencial (%) Recomendação
3Tentos TTEN3 15.02 -12.2 -8 4.8 20.8 38.5 Compra
Ambev ABEV3 15.1 -7.2 9 20.3 16 6 Neutra
Minerva BEEF3 4.39 -15.9 -23.8 -19.3 8 82.2 Compra
JBS JBSS32 79.34 -7.4 0.3 109 37.4 Compra
M. Dias Branco MDIA3 21.9 -6.4 -8.4 0.4 27.2 24.2 Neutra
Marfrig MBRF3 16.83 -18.6 -15.8 4.2 28.6 69.9 Compra
Ourofino OFSA3 27.5 12.2 19.6 29.3 24 -12.7 Neutra
SLC Agrícola SLCE3 18.09 9.8 26.8 18.7 18.4 1.7 Neutra
Boa Safra SOJA3 8.09 0.8 -10.5 -15.6 14.9 84.2 Neutra

Day trade: Compre Rumo (RAIL3) e venda Brava Energia (BRAV3) para ganhar até 1,43% hoje (20), segundo a Ágora

20 de Março de 2026, 09:23

A Rumo (RAIL3é uma das recomendações de compra em day trade da Ágora Investimentos para esta sexta-feira (20).

As ações da empresa fecharam a sessão da última quinta-feira (19) cotadas a R$ 16,19. O potencial de ganho é de 1,42% e o stop sugerido é de R$ 16,10.

COMPRA
Empresa Ticker Entrada (R$) Alvo (R$) Potencial de ganho Stop (R$) Stop %
Cyrela CYRE3 27,18 27,56 1,40% 26,98 -0,74%
Rumo RAIL3 16,23 16,46 1,42% 16,10 -0,80%
Copasa CSMG3 55,47 56,26 1,42% 55,03 -0,79%

Já a Brava Energia (BRAV3) é uma das ações indicadas para venda hoje, possibilitando retornos de até 1,43%. O stop sugerido é em R$ 17,57.

VENDA
Empresa Ticker Entrada (R$) Alvo (R$) Potencial de ganho Stop (R$) Stop (%)
Brava Energia BRAV3 17,43 17,18 1,43% 17,57 -0,80%
Suzano SUZB3 51,00 50,28 1,41% 51,41 -0,80%
Intelbras INTB3 14,33 14,13 1,40% 14,44 -0,77%

Lembre-se de que todo investimento envolve riscos e, portanto, não há garantia de retorno. Por isso, respeite os stops — pontos em que as perdas tornam-se intoleráveis e é melhor zerar as posições.

Metodologia de day trade da Ágora

As ações sugeridas para compra são de analistas gráficos, que usam uma metodologia que busca antecipar as tendências de curtíssimo prazo.

Operações aguardando ponto de entrada, válidas apenas para hoje. Valor do stop loss válido apenas após a operação ter dado entrada.

Os retornos são brutos, livre de corretagem e emolumentos. Caso o ativo abra com gap, atingindo o objetivo antes do preço de entrada, a operação é cancelada.

Petrobras (PETR4) nas máximas: Melhor realizar lucro ou comprar mais?

10 de Março de 2026, 16:33

Se a disparada do petróleo animou parte dos investidores, isso não ocorreu com a Genial Investimentos. Em relatório, os analistas dizem que comprar o papel apenas por um efeito que pode acabar a qualquer momento pode ser um risco.

“Aos atuais níveis de preço, vemos as ações de empresas de petróleo passando a entregar rendimentos mais modestos se considerarmos o preço do petróleo em termos normalizados de US$ 70-80 por barril de Brent crude em doze meses”, dizem os analistas.

Para a corretora, a impressão é que “o melhor já passou”, e os investidores precisam ser mais moderados em seus portfólios. Além disso, observam esse cenário até mais como uma possibilidade de realização de lucros nos ativos do que o contrário.

A questão é: comprar petroleiras agora, quando o petróleo está nas máximas, pode não ser uma boa ideia.

“Vamos acompanhar os próximos dias e semanas em relação à evolução do preço do Brent e, eventualmente, alterar nossas recomendações caso o rali nos preços dos ativos continue”.

A recomendação da Genial para as petrolíferas é de neutralidade para Petrobras (PETR3; PETR4), PRIO (PRIO3) e PetroReconcavo (RECV3).

Como analisar os preços do petróleo?

A Genial lembra que o investidor deve pensar não apenas até onde o preço do petróleo pode chegar, mas também onde ele deve se estabilizar. É aí que está o verdadeiro ganho para o investidor.

Para fins de comparação, o preço médio do Brent ao longo de 2022, quando estourou a Guerra na Ucrânia, foi de US$ 99 por barril. Naquele momento, isso acabou gerando cerca de R$ 215 bilhões em proventos.

“Vemos as empresas entregando um rendimento entre 16% e 24%. Ou seja, aos preços atuais, é como se o mercado estivesse precificando os cases com uma premissa de Brent de cerca de US$ 70-80 por barril”.

Ou seja, na prática, o potencial de alta está bem limitado para as empresas de petróleo, tendo em vista a performance recente dos papéis e a incorporação de premissas cada vez mais otimistas nos preços de mercado.

Petrobras

No caso da Petrobras, a Genial diz que a volatilidade das opções dos papéis está praticamente nas máximas. Ou seja, as opções de compra e de venda estão bem “gordas” e pagando bons prêmios.

“Entendemos que algumas estratégias baseadas na venda de volatilidade (straddle, strangle e/ou venda coberta, por exemplo) podem ser exploradas por traders habilidosos”.

XP Asset: desafio da gestora no médio prazo é crescer no exterior, diz novo CEO

7 de Março de 2026, 14:08

O objetivo e o desafio da XP Asset Management no médio prazo é ampliar sua grade de produtos no exterior, afirma o novo CEO da gestora, Leandro Bousquet. A afirmação foi feita em um evento da Blue3 Investimentos para assessores realizado neste sábado (7) em Ribeirão Preto, no interior de São Paulo.

Bousquet assumiu a cadeira na última segunda-feira (2), após ter deixado a chefia de real state e crédito da Vinci Compass em meados de 2025 e cumprido uma quarentena profissional.

“A gente já começou a montar uma grade de produtos offshore, a gente quer ampliar essa grade”, disse ele sobre a asset, que tem atualmente R$ 255 bilhões sob gestão. “Agora em março, estamos triplicando de tamanho o nosso escritório em Miami.”

Segundo Bousquet, o objetivo é “oferecer para os clientes brasileiros a melhor oferta de produtos offshore com a nossa curadoria”.

Ainda sobre seu novo cargo, o executivo afirmou que seu objetivo é buscar “de forma obsessiva” o melhor retorno para os investidores. “Estou há uma semana no cargo e, quando olho para a empresa, vejo que precisamos entregar mais performance aos clientes.”

Segundo o gestor, para se conseguir performance, são necessários três pilares principais:

  1. Pessoas;
  2. Processos (“À medida que você vai crescendo, você tem que garantir que o processo de investimento seja respeitado, principalmente para investimentos líquidos, estruturados.”);
  3. Produtos (“Ter os produtos adequados para o que cliente quer.”).

Segundo ele, numa asset muito grande, como a sua atual, é um grande desafio remunerar os times objetivamente de acordo com seus resultados para atrair os melhores profissionais.

A discussão central sobre a remuneração dos assessores de investimento gira em torno da transição do modelo de comissão por produto para o fee fixo, buscando maior transparência, alinhamento de interesses e redução de conflitos de interesse entre a empresa e o cliente. A XP Investimentos adota atualmente um modelo híbrido.

* A jornalista viajou a convite da Blue3 Investimentos

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