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Nvidia Acerta Compra da Run:ai por US$ 700 Milhões após Impasses Regulatórios

30 de Dezembro de 2024, 14:55
  A fabricante de chips Nvidia concluiu a aquisição da empresa israelense de inteligência artificial Run:ai, informou a startup nesta segunda-feira, após uma análise de concorrência sobre a operação. A Comissão Europeia concedeu aprovação incondicional à oferta de US$ 700 milhões (R$ 4,3 milhões) da Nvidia pela Run:ai, que ajuda desenvolvedores a otimizar a infraestrutura para IA, mais cedo em dezembro, após declarar em outubro que o acordo exigiria aprovação antitruste da União Europeia. O órgão anticoncorrencial da UE havia alertado que o acordo ameaçava a concorrência nos mercados onde as empresas atuam. A investigação sobre o acordo focou em práticas que poderiam fortalecer o controle da Nvidia sobre o mercado de unidades de processamento gráfico (GPUs), que são os chips procurados e frequentemente usados em tarefas relacionadas à IA. A Nvidia domina o mercado de processadores gráficos para IA, detendo participação de cerca de 80%. No entanto, a Comissão Europeia concluiu este mês que a aquisição da Run:ai, anunciada originalmente em abril, não levantaria preocupações com relação à concorrência. A Run:ai planeja tornar seu software de código aberto, disse a empresa em uma publicação. "Embora a Run:ai atualmente suporte apenas GPUs da Nvidia, a abertura do código do software permitirá estender sua disponibilidade para todo o ecossistema de IA", afirmou.

Entenda Quem São e para Que Servem os Agentes Autônomos na IA

31 de Outubro de 2024, 06:00
  Agentes autônomos são sistemas de inteligência artificial (IA) projetados para executar tarefas de forma independente, sem a necessidade de intervenção humana contínua. Eles são capazes de tomar decisões, planejar ações e adaptar-se a diferentes situações para alcançar objetivos específicos. Esses agentes utilizam técnicas avançadas de IA, como aprendizado de máquina e processamento de linguagem natural, para interagir com o ambiente e realizar suas funções. Entre os principais exemplos de agentes autônomos estão assistentes como Siri, Alexa e Google Assistant, alem de carros autônomos, como os desenvolvidos pela Tesla e Waymo, ou mesmo os especializados como no mercado financeiro que podem realizar negociações de ações e outros ativos, analisando dados de mercado em tempo real para tomar decisões de compra e venda.

Características dos Agentes Autônomos

Autonomia Podem operar sem supervisão humana direta, tomando decisões baseadas em dados e algoritmos predefinidos. Adaptabilidade Ajustam suas ações com base em mudanças no ambiente ou nas tarefas que precisam realizar. Interatividade Interagem com outros sistemas, usuários ou agentes para coletar informações e executar tarefas complexas. Aprendizado Contínuo Melhoram seu desempenho ao longo do tempo, aprendendo com experiências passadas e feedback.

Exemplos de Agentes Autônomos

Assistentes Virtuais Assistentes como Siri, Alexa e Google Assistant são exemplos de agentes autônomos que ajudam os usuários em tarefas diárias, como definir lembretes, responder perguntas e controlar dispositivos domésticos inteligentes1. Veículos Autônomos Carros autônomos, como os desenvolvidos pela Tesla e Waymo, utilizam agentes autônomos para navegar, tomar decisões de direção e evitar obstáculos sem intervenção humana2. Robôs Industriais Na manufatura, robôs autônomos são usados para montar produtos, realizar inspeções de qualidade e otimizar processos de produção, aumentando a eficiência e reduzindo erros humanos3. Agentes de Negociação Em mercados financeiros, agentes autônomos podem realizar negociações de ações e outros ativos, analisando dados de mercado em tempo real para tomar decisões de compra e venda4. Sistemas de Diagnóstico Médico Agentes autônomos são usados em sistemas de saúde para analisar dados de pacientes, sugerir diagnósticos e recomendar tratamentos, auxiliando médicos na tomada de decisões clínicas

Veja Como Desativar a Meta IA do Seu Whatsapp

29 de Outubro de 2024, 06:00
A recente atualização do WhatsApp trouxe a Meta IA, um assistente virtual que utiliza inteligência artificial para ajudar os usuários em diversas tarefas. No entanto, nem todos ficaram satisfeitos ou seguros com essa novidade e muitos estão buscando maneiras de desativar ou minimizar a presença da Meta IA no aplicativo.

Aqui está um passo a passo para ajudar você a desativar a Meta IA no WhatsApp.

#1 Excluir a Conversa com a Meta AI A maneira mais simples de reduzir a presença da Meta AI é excluir a conversa com o assistente virtual. No Android: Pressione e segure a conversa com a Meta AI e, em seguida, toque no ícone da lixeira. No iPhone: Deslize a conversa para a esquerda e selecione a opção “Apagar”. #2 Arquivar a Conversa Se você preferir não excluir a conversa, pode arquivá-la para que ela não apareça na sua lista de chats. No Android: Pressione e segure a conversa com a Meta AI e toque na seta para baixo para arquivá-la. No iPhone: Deslize a conversa para a esquerda e toque em “Arquivar”. #3 Ocultar o Botão da Meta AI Abra o WhatsApp e vá para as configurações. Selecione “Conversas”. Desative a opção “Mostrar botão Meta AI”. #4 Não Interagir com a Meta AI Simplesmente ignore o assistente virtual. A Meta AI não interfere nas suas conversas pessoais e as mensagens trocadas com o assistente são geradas pela inteligência artificial em resposta ao que você envia. #5 Contestar o Uso de Dados Para aqueles preocupados com a privacidade, a Meta oferece a opção de contestar o uso de seus dados pela Meta AI. Você pode enviar um formulário com o número de telefone associado à sua conta no WhatsApp para garantir que suas mensagens não sejam utilizadas para o desenvolvimento ou aprimoramento dos modelos de IA.

OpenAI apresenta modelo de IA que transforma texto em vídeo

16 de Fevereiro de 2024, 08:44
A OpenAI, companhia apoiada pela Microsoft, está trabalhando em um software que pode gerar vídeos de um minuto de duração com base em instruções de texto, informou a empresa nesta quinta-feira (15).
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O software, chamado Sora, está atualmente disponível para análise de uma equipe que ajuda a identificar falhas no sistema de inteligência artificial, bem como para uso por artistas visuais, designers e cineastas para obter opiniões sobre o modelo, disse a empresa em comunicado. "O Sora é capaz de gerar cenas complexas com vários personagens, tipos específicos de movimento e detalhes precisos do objeto e do plano de fundo", diz o comunicado, acrescentando que ele pode criar várias tomadas em um único vídeo. Além de gerar vídeos a partir de instruções de texto, o Sora pode animar uma imagem estática, informou a empresa em comunicado. O Sora é um trabalho em andamento, e a empresa acrescentou que o modelo pode confundir os detalhes espaciais de uma solicitação e ter dificuldade em seguir uma trajetória específica da câmera. A OpenAI informou que também está desenvolvendo ferramentas que podem discernir se um vídeo foi gerado pelo Sora.

ZF promete câmera com supervisão e AI em veículos autônomos para 2025

14 de Novembro de 2023, 12:53
A ZF concluiu a fase de desenvolvimento e de testes da nova geração de sistemas avançados de segurança veicular. A empresa anunciou o início da produção de sua 5ª geração de câmeras para 2025, do supercomputador ZF ProAI para o próximo ano e, ainda para 2023, o início da produção de seu sistema Steer-by-wire (direção por fios). O objetivo é apoiar o movimento da indústria automotiva em direção à automação de veículos com uma gama completa de componentes que vão desde ADAS (Sistemas Avançados de Assistência ao Motorista), software para carros de passeio até sistemas completos de transporte autônomo.
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Segundo estudos da ZF, até 2025, 75% dos veículos leves em todo o mundo estarão equipados com algum tipo de sistema ADAS, como o freio automático de emergência. A ZF também prevê que mais de metade dos veículos em todo o mundo terão sistemas avançados de assistência ao condutor até 2035. Andrew Whydell, vice-presidente de planejamento de produto e estratégia para sistemas de veículos do Grupo ZF, espera que o forte crescimento nesta área continue. “Os números demonstram que a demanda por essas tecnologias está cada vez maior em termos globais e vem se popularizando”, disse Whydell. De acordo com a empresa, são mais de 50 milhões de unidades de câmeras frontais de segurança produzidas globalmente desde 2008, sendo 10 milhões de unidades vendidas somente em 2022. A ZF já desenvolveu e testou sua 5ª geração de câmeras. O produto começará a ser produzido em larga escala em 2025. Essas câmeras se diferenciam das gerações anteriores em desempenho e campo de visão, detectando com precisão pedestres, bicicletas e motocicletas. Esta nova tecnologia proporcionará um campo de visão horizontal mais amplo, de 120 graus, 20% mais que sua geração anterior, com mais de quatro vezes a resolução de imagem (oito megapixels). Leia mais:  Além disso, pode detectar veículos a uma distância de 250 metros, em comparação com 170 metros da geração anterior. Pedestres e ciclistas podem ser identificados a uma distância de até 70 metros. De acordo com Whydell, “as câmeras ZF são historicamente as menores e mais avançadas do mercado e também as mais fáceis de instalar atrás do espelho retrovisor dos veículos”. Além disso, “a nova geração de câmeras representa mais um passo à frente no cumprimento das futuras classificações de segurança de 5 estrelas do Euro NCAP e outros requisitos e regulamentos gerais de segurança que exigem protocolos de testes cada vez mais rigorosos”, disse Whydell.

ZF ProAI será produzido em larga escala em 2024

Após o lançamento do ZF ProAI em 2021, a ZF recebeu os primeiros pedidos do supercomputador nos segmentos de carros de passeio e veículos comerciais e iniciará a produção em larga escala a partir do próximo ano. O componente atende desde aplicações ADAS de nível 2 até o nível 5 e pode realizar 1.500 trilhões de operações por segundo (TOPS). Em comparação, essa velocidade é cerca de 42 vezes maior que a do novo iPhone15 Pro. De acordo com Whydell, “o ZF ProAI cobre uma ampla gama de possíveis campos de aplicação para praticamente todos os tipos de veículos e é adequado para todas as fases da condução automatizada ou autônoma”. O computador fornece percepção de 360 graus baseada em GPU – Unidade de Processamento Gráfico – de todos os dados de sensores disponíveis, incluindo câmera, radar e LiDAR. A ZF ainda produz uma linha completa de chassis e atuadores de segurança que podem ser usados para ajudar os motoristas a melhorar sua segurança. Esses componentes incluem sistemas de direção dianteira e traseira, sistemas de freio e controle da dinâmica veicular em condução normal e em situações de emergência. Uma das tecnologias mais recentes é o Steer-by-wire (direção por fios), projetado para atender às demandas de diversas montadoras. A nova tecnologia da ZF é um pré-requisito importante para a automação avançada de carros de passeio e pode também ser aplicada à automação de veículos comerciais. A tecnologia transmite os comandos do motorista ao sistema de direção inteiramente por meio de sinais elétricos, eliminando a ligação mecânica entre o volante e o eixo dianteiro. De acordo com Whydell, espera-se que a tecnologia by-wire (por fios) desempenhe um papel cada vez mais importante em todos os aspectos do controle de movimento do veículo – longitudinal e transversal. “Os veículos se tornarão mais automatizados, conectados e eletrificados em todo o mundo, e a ZF está trabalhando para reduzir os esforços de desenvolvimento das montadoras com tecnologia de ponta”.    

Como é a nova roda da Audi desenvolvida por inteligência artificial?

17 de Dezembro de 2022, 06:00
Aproveitar a Inteligência Artificial (IA) em todos os departamentos: esse é o objetivo que a Audi estabeleceu para se tornar uma empresa orientada por dados, uma vez que a companhia agora emprega software que usa inteligência artificial para abrir novas fontes de inspiração para designers. Leia mais: Cinco motivos para fugir de SUVs e investir no Audi A3 Leia mais: Audi reformula logotipo – o que simbolizam suas quatro argolas? Pessoas criativas estão sempre em busca de inspiração. O mesmo vale para os designers que criam novas rodas no Audi Design Studio em Ingolstadt, na Alemanha. Mas onde encontrar fontes inexploradas de inspiração? O conceito de “pensar fora da caixa” é conhecido, mas é difícil de implementar, uma vez que no processo criativo as pessoas tendem a recorrer ao familiar. É exatamente nesse ponto abordado pelo software baseado em IA FelGAN, um desenvolvimento interno do departamento de TI da Audi e da Audi Design. O projeto permite um conjunto praticamente ilimitado de ideias aos designers, cuja interação com o software os permite descobrir motivos de perspectivas completamente novas, dando-lhes sugestões para que possam evoluir e trabalhar em suas criações. Em termos concretos, o FelGAN funciona propondo rapidamente um grande número de projetos fotorrealistas ou recombinando projetos existentes de maneira direcionada. Dessa forma, o sistema funciona como uma espécie de hub de ideias para a equipe de design de rodas da Audi, permitindo a troca de novas versões e variações. A ferramenta permite que os designers experimentem facilmente formas, cores, estruturas de superfície e outros parâmetros em tempo real. O nome “FelGAN” é uma mistura da palavra alemã para aro (Felge) e “GAN”, sendo este último um acrônimo para Generative Adversarial Networks. Os GANs são uma forma especial de programa de computador de autoaprendizagem em que dois algoritmos competem como oponentes durante o chamado treinamento, tornando-se cada vez melhores na competição entre si. Funciona assim: Um dos dois algoritmos, o “gerador”, faz imagens artificiais de um tema específico – no caso do FelGAN, uma roda do veículo. O discriminador – ou competidor, por assim dizer – vê uma seleção de imagens, consistindo em fotos reais de rodas ao lado de imagens do gerador. Agora o discriminador decide se cada imagem é uma criação do gerador ou uma foto real. Este processo é repetido várias vezes até que o treinamento seja concluído. Ambos os algoritmos são projetados para aprender com seus erros e melhorar continuamente. Após várias tentativas, as criações do gerador são tão reais que nem mesmo o olho humano consegue, ou mal consegue, distingui-las das fotos reais. A interface de usuário intuitiva, baseada na tecnologia Streamlit, cria ciclos de desenvolvimento curtos e feedback rápido entre o design e a equipe de TI. Para que os projetistas não precisem depender de hardware local de alto desempenho ao usar a solução de software, os componentes do aplicativo de IA – que exigem muito poder de processamento – são executados na nuvem.

Cooperação entre humanos e Inteligência Artificial

Outro benefício do FelGAN é que o software atribui um valor matemático a cada projeto feito pela IA. Referidos pelos desenvolvedores como “DNA”, esses valores podem ser usados ​​a qualquer momento para reproduzir designs. Mas isso não é tudo: os designers da Audi também podem alimentar o programa com seus próprios designs e fotos, adicionando-os à superfície experimental virtual. Isso é baseado em algoritmos especiais que determinam os valores de DNA apropriados para as imagens que os designers alimentam. Muitas vezes, os designers usam apenas elementos individuais das criações de FelGAN, refinando-os em um design geral harmonioso. Além do domínio das ferramentas do ofício, o olhar criativo e a experiência profissional desempenham um papel decisivo aqui. Por fim, os especialistas da Audi tornam o projeto virtual uma realidade, produzindo um protótipo da roda, seja em plástico ou alumínio, usando materiais de alta tecnologia. O FelGAN foi desenvolvido e implementado em colaboração totalmente interna dos departamentos de TI e design da Audi. A empresa está, assim, demonstrando sua expertise no setor de software, bem como no futuro campo da IA. Thomas Knispel, chefe de aprendizado de máquina e ciência de dados da Audi: “Na era moderna, os dados trazem imenso valor agregado para as empresas e seus funcionários. A Audi se comprometeu com o objetivo de se tornar uma empresa orientada por dados. Para isso, vamos usar IA em muitos departamentos. Portanto, nossa equipe de dados está sempre atenta a novas tecnologias.” No futuro, a tecnologia por trás do FelGAN pode ser expandida em uma plataforma abrangente de design de IA que também pode servir como fonte de inspiração para designers de outros departamentos da Audi. Além disso, um sistema de classificação de IA está sendo desenvolvido no qual cada aro gerado pelo FelGAN será avaliado em relação ao seu balanço de carbono. FelGAN é, portanto, um passo adiante da Audi para se tornar uma empresa digital e orientada por dados.

Com Series B de U$220 milhões, Incode chega ao Brasil como unicórnio

7 de Dezembro de 2021, 17:46

A Incode, plataforma de verificação e autenticação de identidade baseada em Inteligência Artificial (IA), fundada pelo mexicano Ricardo Amper, levantou cerca de U$220 milhões em sua rodada de investimento de Series B, uma das maiores da América Latina. Com o movimento, a empresa atinge uma avaliação de U$ 1,25 bilhão e adquire status de unicórnio. O financiamento ocorre menos de sete meses após o aporte de U$25 milhões em uma rodada de Series A, em março de 2021. 

A recente rodada foi liderada pela General Atlantic e SoftBank Latin America Fund, dois investidores proeminentes, com financiamento adicional de instituições financeiras como:  J.P. Morgan, Capital One Ventures e Coinbase. Também participaram do aporte a SVCI (Silicon Valley CISO Investments), um grupo de mais de 50 CISOs, líderes em tecnologia que estão unindo forças e fundos para impulsionar a próxima geração de inovação em cibersegurança, bem como os fundadores da dLocal, e investidores pré-existentes, como DN Capital, 3L Capital, Framework Ventures, Dila Capital, entre outros.

  https://www.youtube.com/watch?v=UW5a95kM4ww

WEG compra startup Mvisia, focada em IA e visão computacional

23 de Junho de 2020, 11:28
A WEG fechou acordo para a aquisição do controle da startup Mvisia, especializada em soluções de inteligência artificial aplicada à visão computacional para a indústria, segundo comunicado ao mercado hoje (23). Com o fechamento da operação, que não teve valor divulgado, a WEG passa a ter 51% do capital social da Mvisia, com possibilidade, prevista em contrato, de aumentar sua participação nos negócios futuramente. VEJA TAMBÉM: Inscreva-se no Canal Forbes Pitch, no Telegram, e fique por dentro de tudo sobre empreendedorismo "A aquisição faz parte da estratégia da companhia de incluir novos recursos à WEG Digital Solutions e à plataforma IoT WEGnology, lançada recentemente com o objetivo de atender as demandas da Indústria 4.0", afirmou a companhia. Trata-se da terceira aquisição da WEG desde que a companhia anunciou, em junho de 2019, a criação de uma nova estrutura de negócios digitais. A Mvisia foi fundada em 2012 no Centro de Inovação, Empreendedorismo e Tecnologia da Universidade de São Paulo (USP). (Com Reuters)
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Microsoft vai investir US$ 1 bi na OpenAI

22 de Julho de 2019, 15:22
A Microsoft informou hoje (22) que está investindo US$ 1 bilhão na OpenAI e que as duas empresas formaram uma parceria para desenvolvimento de tecnologias de inteligência artificial por meio do serviço de computação em nuvem Azure, da gigante do software. LEIA MAIS: Microsoft tem resultado trimestral acima do esperado A OpenAI foi fundada em 2015 como uma entidade não lucrativa e com US$ 1 bilhão em financiamento dos investidores do Vale do Silício Sam Altman, Peter Thiel e Reid Hoffman, cocriador da rede social LinkedIn. O grupo depois criou uma entidade voltada ao lucro para poder receber investimentos externos. Desde sua fundação, a OpenAI utilizou pesquisadores de inteligência artificial para avançar no campo, como ensinar uma mão robótica a executar tarefas humanas por meio de utilização apenas de software, o que reduz o custo e o tempo para se treinar robôs. O grupo também está focado em segurança e nas implicações da tecnologia de inteligência artificial, pesquisando como os computadores podem gerar reportagens realistas com pouco mais que sugestões de manchetes e alertando pesquisadores a considerar como seus trabalhos e algoritmos podem ser usados com implicações negativas antes das descobertas serem publicadas. A OpenAI afirmou que o investimento da Microsoft vai ajudar o grupo a pesquisar "inteligência artificial geral", ou AGI, na sigla em inglês. A tecnologia AGI é o santo Graal do campo e significa que um sistema de computação pode dominar um assunto tão bem ou melhor que humanos, e também dominar mais campos do conhecimento que um humano. "Acreditamos que é crucial que a AGI seja desenvolvida de maneira segura e que os benefícios econômicos disso sejam amplamente distribuídos", disse Altman. As duas partes não responderam perguntas da Reuters sobre os termos do acordo. Quando a OpenAI criou a estrutura com fins lucrativos em março, afirmou que os investidores que colocarem dinheiro na nova entidade terão seus retornos limitados e que a missão da parte não lucrativa da entidade teria precedência sobre a área voltada ao lucro. VEJA TAMBÉM: Microsoft e AT&T fazem parceria de mais de US$ 2 bi As duas empresas também negaram dizer se o investimento da Microsoft será feito em dinheiro ou se vai envolver créditos para utilização do serviço de computação em nuvem Azure. Serviços de computação em nuvem são uma grande fonte de custo para a OpenAI, que gastou US$ 7,9 milhões na atividade no ano fiscal de 2017, ou cerca de um quarto de suas despesas naquele ano, segundo dados da Receita Federal dos Estados Unidos.
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São Paulo ganha Instituto Avançado para Inteligência Artificial

26 de Fevereiro de 2019, 06:00
Será inaugurado hoje (26), na Unesp, o Instituto Avançado para Inteligência Artificial (AI2). O centro, sem sede própria, lançado por alguns dos pesquisadores das principais universidades do país, visa expandir os interesses entre a academia e o setor privado para pesquisa de impacto sobre o assunto. O workshop, que será realizado no Núcleo de Computação Científica (NCC) da Unesp, no câmpus da Barra Funda, em São Paulo, reunirá pesquisadores que atuam em inteligência artificial, e abrirá espaço para que potenciais parceiros do setor empresarial possam apresentar oportunidades de colaboração com o grupo. LEIA MAIS: Trump ordena promoção de inteligência artificial Segundo o instituto, a ideia é providenciar uma estrutura organizacional eficiente, porém simples, para dar autonomia aos pesquisadores na relação com as empresas. A iniciativa privada terá o AI2 como ponto de referência para especialistas em inteligência artificial, aprendizado de máquina e big data, entre outras coisas. O objetivo é estimular e facilitar o desenvolvimento de projetos inovadores que utilizam os avanços da tecnologia digital para promover ações de impacto socioeconômico. As produções deverão atender tanto o interesse privado quanto do meio acadêmico, procurando beneficiar a sociedade e influenciar a criação de políticas públicas para o desenvolvimento da área. A rede de espaços de coworking do instituto é conectada por um sistema de videoconferência para proporcionar a interação entre os pesquisadores e os desenvolvedores atuantes nas diferentes áreas. O AI2 não tem fins lucrativos e promete prezar pela transparência, inclusão e transversalidade de suas ações. Siga FORBES Brasil nas redes sociais: Forbes no Facebook: http://fb.com/forbesbrasil Forbes no Twitter: http://twitter.com/forbesbr Forbes no Instagram: http://instagram.com/forbesbr

Em hotel do Alibaba, robôs entregam toalhas e drinques

23 de Janeiro de 2019, 14:38
Ao percorrer os corredores do futurista hotel FlyZoo, da gigante chinesa de comércio eletrônico Alibaba, robôs de cerca de um metro de altura entregam comida e toalhas aos hóspedes. LEIA MAIS: Hotel robótico demite metade de seus robôs As máquinas são parte de um conjunto de ferramentas que o Alibaba diz que reduzirá drasticamente o custo trabalhista do hotel e eliminará a necessidade de hóspedes interagirem com outras pessoas. Aberto oficialmente ao público no mês passado, o hotel de 290 quartos é uma incubadora de tecnologia que a empresa quer vender para a indústria hoteleira e uma oportunidade de mostrar a força do grupo em inteligência artificial. O hotel também é um experimento para testar os níveis de conforto das pessoas com transações comerciais não mediadas por seres humanos. "Trata-se de eficiência e consistência de serviço. Os robôs não são perturbados pelo humor dos humanos. Algumas vezes, nós dizemos que não estamos bem, mas o sistema e o robô sempre estarão bem", diz Andy Wang, presidente-executivo do Alibaba Future Hotel Management. Dentro do hotel, paredes brancas e com iluminação suave lembram o interior das naves espaciais de Hollywood. Hóspedes fazem check-in em totens que identificam seus rostos, bem como passaportes e outras formas de identidade. Cidadãos da China podem usar seus celulares para fazer check-in antecipado. Elevadores identificam os rostos dos hóspedes novamente para verificar qual andar eles podem acessar e as portas dos quartos são abertas depois de nova checagem da face do usuário. "É muito rápido e seguro...Posso estar no meu quarto em um minuto", disse Tracy Li, uma das hóspedes. Em outros quartos, a tecnologia de comando de voz do Alibaba é usada para alterar a temperatura do ambiente, fechar cortinas, ajustar a iluminação e pedir serviço de quarto. VEJA TAMBÉM: Alibaba compra startup alemã de análise de dados No restaurante do hotel, robôs entregam os pratos que os hóspedes pedem por meio do aplicativo do FlyZoo, enquanto em um bar separado um grande braço robô é capaz de preparar mais de 20 tipos diferentes de coquetéis. Câmeras de reconhecimento facial fazem a cobrança automaticamente na conta do hóspede. Na hora do checkout, os visitantes têm que pressionar um botão no aplicativo que tranca o quarto e a conta é automaticamente debitada na carteira online do cliente no Alibaba. Depois disso, segundo Wang, os dados de reconhecimento facial do hóspedes são imediatamente apagados. O FlyZoo foi erguido em Hangzhou, a 170 quilômetros ao sudoeste de Xangai e próximo da sede da gigante de comércio eletrônico. Os quartos custam a partir de 1.390 iuans (US$ 205 dólares) por noite.
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