Nova geração do Apple Silicon deve ter estreia solo (imagem: reprodução/Apple)Resumo
Apple pode lançar apenas o chip M6 básico em 2026, adiando as versões Pro e Max para a geração M7, prevista para o ano que vem.
O M6 deve ser produzido em processo de 2 nanômetros e largura de banda de memória de cerca de 200 GB/s.
Segundo Mark Gurman, da Bloomberg, o M5 Ultra seria a principal atualização de alto desempenho no curto prazo.
A Apple pode mudar o ritmo de lançamento dos chips usados nos Macs com o lançamento solo de uma versão básica do chip M6 neste ano. Caso se confirme, a estratégia quebraria o ciclo adotado desde a estreia dos Apple Silicon nos computadores da marca.
De acordo com o jornalista Mark Gurman, da Bloomberg, a ideia seria concentrar os esforços na geração seguinte, a M7, prevista para 2027. Com isso, a empresa não deve desenvolver as versões M6 Pro e M6 Max para a próxima linha, que deve estrear ainda em 2026.
Como ficaria o cronograma?
Com a mudança, o calendário de chips da Apple ficaria mais enxuto em 2026, voltando a ganhar versões profissionais a partir de 2027:
M6: chip básico da geração, voltado aos Macs de entrada;
M7: versão básica prevista para a primeira metade de 2027;
M7 Pro e M7 Max: modelos profissionais esperados para o fim de 2027;
M7 Ultra: versão mais poderosa da família, prevista para 2028.
A ausência de um M6 Pro e M6 Max afetaria principalmente linhas como MacBook Pro, Mac mini e futuros desktops de alto desempenho, que costumam depender das versões profissionais para receber atualizações mais relevantes.
M6 deve estrear processo de 2 nanômetros
Versão base estreará fabricação de 2 nanômetros nos chips da empresa (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Mesmo sem versões Pro e Max, o M6 básico deve trazer uma mudança importante de fabricação. Dessa forma, segundo o MacRumors, o chip seria o primeiro da Apple produzido em processo de 2 nanômetros da TSMC, deixando para trás a litografia de 3 nanômetros das últimas gerações.
Além disso, o M6 também deve ter uma nova arquitetura de memória, Neural Engine atualizado para tarefas de IA e melhorias em decodificação de vídeo.
De acordo com a Bloomberg, o chip teria largura de banda de memória de cerca de 200 GB/s, contra 153 GB/s no M5. A Apple também estaria testando versões de GPU de 12 núcleos, acima do limite de 10 núcleos do M5. O chip deve estrear em um MacBook Pro de 14 polegadas, ainda neste ano.
M5 Ultra deve segurar Macs mais potentes
M5 tem acelerador neural em cada núcleo da GPU (imagem: divulgação)
Sem M6 Pro e M6 Max no caminho, a principal atualização de alto desempenho no curto prazo deve ser o M5 Ultra. O chip é esperado para equipar uma nova versão do Mac Studio, segundo a Bloomberg.
Os chips trouxeram avanços em CPU, largura de banda de memória e desempenho para tarefas de IA, mas ainda não chegaram a desktops como Mac Studio e Mac Pro.
Apple poupou os iPhones do último reajuste de preços (arte: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
A diretora sênior de pesquisa da IDC, Nabila Popal, afirma que o aumento no preço do iPhone é apenas uma questão de tempo.
Segundo a analista, a importância do smartphone para as receitas da Apple e a alta nos custos de memória e armazenamento tornam o reajuste inevitável.
Na quinta-feira (25/06), a Apple aumentou os preços de MacBooks, iMacs e iPads, mas manteve inalterados os valores do iPhone.
O aumento no preço do iPhone é apenas uma questão de tempo. É o que afirma a diretora sênior de pesquisa da consultoria IDC, Nabila Popal. Em entrevista à Bloomberg, a analista afirmou que a Apple ainda não reajustou o valor dos smartphones porque “apenas adiou” a decisão.
Após o reajuste ser anunciado, as ações da Apple caíram 6,1% e fecharam cotadas a US$ 275 na quinta-feira – a maior queda diária desde 4 de abril de 2025.
“O iPhone não escapa ileso. Isso é apenas um atraso. Os iPhones são a maior fonte de receita da Apple. Considerando o aumento dos custos de memória e, se a empresa quiser preservar suas margens de lucro, não há como evitar um reajuste.
Não acho que seja uma questão de ‘se’, mas de ‘quando’ e ‘quanto’.”
– Nabila Popal, diretora sênior de pesquisa da IDC
Segundo a analista, a IDC já projetava um reajuste para o iPhone desde o fim do ano passado, quando a crise global de memória começou a se intensificar. Na avaliação da consultoria, o aumento sempre fez parte do cenário esperado para a linha de smartphones da Apple, justamente pela importância do produto no quadro da empresa.
O iPhone 15 está saindo por apenas R$ 3.798,86 no Pix aplicando o cupom de R$ 200 OFF na página do produto na Amazon. O celular da Apple com 48% de desconto (lançado por R$ 7.299) é uma opção acessível para quem quer comprar um iPhone que ainda vale a pena e não faz questão do Apple Intelligence.
Enquanto os celulares da família “iPhone e” só contam com um sensor principal de 48 MP, o iPhone 15 traz duas câmeras na traseira: a principal de 48 MP e uma ultra-angular de 12 MP. O sensor ultrawide permite registros de cenários mais amplos, com ângulo de 120º. Além disso, o iPhone 15 suporta modo Cinema e modo Ação, ausentes nos outros modelos.
Em relação ao desempenho, a ficha técnica naturalmente volta alguns anos para o processador Apple A16 Bionic, acompanhado por uma RAM de 6 GB. Contudo, o hardware ainda entrega bom desempenho na multitarefa, apesar de não ser compatível com os recursos de IA do Apple Intelligence.
Dynamic Island no iPhone 15 (Imagem: Thássius Veloso / Tecnoblog)
A tela é uma Super Retina OLED de 6,1 polegadas, que teve poucas mudanças nos últimos anos (o iPhone 17 foi o primeiro modelo de base com 120 Hz, mas ele ainda custa muito mais que o iPhone 15). Já a bateria tem 3.349 mAh de capacidade e garante até 20 horas de reprodução de vídeo, segundo a Apple.
Lembrando que o iPhone 15 de 128 GB em oferta sai por apenas R$ 3.798,86 no Pix aplicando o cupom de R$ 200 OFF na página. O desconto é de 48% na Amazon, fazendo o smartphone da Apple chegar a um valor bastante vantajoso pelo custo-benefício, mesmo frente a modelos mais atuais da marca.
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MacBook Neo ficou mais caro no país (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)Resumo
Apple reajustou os preços de produtos no Brasil, como MacBook Neo, Air com chip M5 e novos iPads.
O MacBook Pro com chip M5 de 16 polegadas é um dos produtos que teve maior aumento de preço.
O CEO da Apple, Tim Cook, havia sinalizado que os preços subiriam devido ao aumento dos custos de memória e armazenamento.
A Apple reajustou os preços de parte de sua linha de produtos no Brasil. A alta ocorre no mundo todo e, por aqui, atinge as linhas mais recentes de Macs, iMacs, MacBooks e iPads, ao menos por enquanto. O MacBook Pro com chip M5 foi um dos mais afetados e ficou até R$ 5 mil mais caro.
Há poucos dias, o CEO Tim Cook já havia sinalizado que os preços subiriam, classificando o reajuste como “inevitável”. Segundo o executivo, a alta está ligada ao aumento dos custos de memória e armazenamento, pressionados pela forte demanda de IA. A escassez já afeta outras empresas do setor de tecnologia, com reflexos nos preços de PCs, consoles, smartphones e outros eletrônicos.
Os ajustes ocorreram após a Apple Store ter ficado temporariamente indisponível na manhã desta quinta-feira (25/06). A loja online voltou a funcionar já com os novos preços. Até o momento, iPhones e AirPods não foram afetados.
Quais os novos valores?
O MacBook Neo na versão de entrada, que custava R$ 7.299, deixou de ser vendido por esse preço, e o modelo mais barato agora sai por R$ 8.499 com 256 GB de armazenamento. Já a versão com 512 GB e Touch ID passa a custar R$ 9.699.
O mesmo com o MacBook Air com chip M5 de 13 polegadas. O modelo não tem mais a opção de R$ 13.999, começando a ser vendido por R$ 15.999. Já a versão de 15 polegadas ganhou um novo preço: R$ 17.999.
O preço inicial do iPad Air de 11 polegadas subiu de R$ 7.499 para R$ 9.999, enquanto o iPad Air de 13 polegadas passa a ter preço sugerido de R$ 12.999.
Além disso, outras versões de produtos tiveram alteração nos preços, incluindo o MacBook Pro — com um dos maiores aumentos — e o iMac.
Confira a tabela com as alterações
Produto
Preço anterior
Preço novo
MacBook Neo 256 GB
R$ 7.299
R$ 8.499
MacBook Neo 512 GB
R$ 8.499
R$ 9.699
MacBook Air M5 13″
R$ 13.999
R$ 15.999
MacBook Air M5 15″
R$ 15.999
R$ 17.999
MacBook Pro M5 14″
R$ 20.999
R$ 24.999
MacBook Pro M5 Pro 14″
R$ 26.999
R$ 30.999
MacBook Pro M5 Max 14″
R$ 44.999
R$ 49.999
MacBook Pro M5 Pro 16″
R$ 33.999
R$ 37.999
MacBook Pro M5 Max 16″
R$ 47.999
R$ 53.999
Mac Mini M4
R$ 9.899 (512 GB)
R$ 9.499 (preço caiu, mas armazenamento foi reduzido para 256 GB)
O iPhone Air de 256 GB está saindo por R$ 6.079 no Pix com cupons R$ 300 OFF e R$ 100 OFF disponíveis na página da Amazon. O celular fininho da Apple baixou mais em relação à oferta desta quarta-feira (24) e atinge novo menor preço divulgado pelo Achados, com desconto de 42% sobre o original de R$ 10.499. Mas a oferta é válida apenas para o modelo de cor Dourado-claro.
iPhone Air é celular fininho com chip A19 Pro e câmera de 48 MP
iPhone Air é o celular mais fino da Apple (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O iPhone Air chama a atenção para seu corpo fino de apenas 5,64 mm de espessura que mantém a performance estelar da linha Apple 2025. O chip A19 Pro e os 12 GB de RAM permitem rodar apps e games pesados em multitarefa, já os 256 GB de armazenamento garantem espaço suficiente para guardar fotos e documentos.
Sua câmera wide de 48 MP com OIS capta cenas amplas com alta qualidade, enquanto a frontal Center Stage de 18 MP tira ótimas selfies no modo Paisagem, mesmo com o celular na posição em pé. Ambas filmam em 4K a 60 fps com suporte a Dolby Vision.
A tela Super Retina XDR OLED de 6,5″ traz ProMotion de 120 Hz e brilho de até 3.000 nits, sendo capaz de reproduzir cores vivas com fluidez na transição de imagens, além de visibilidade em qualquer ambiente. O vidro Ceramic Shield 2 protege o display contra acidentes.
Tela OLED do iPhone Air possui ProMotion de 120 Hz (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Este celular suporta 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 6.0 e NFC. Sua bateria de 3.149 mAh resiste a um dia de uso moderado, é compatível com MagSafe e recebe uma carga de 50% em 30 minutos via USB-C, segundo a Apple.
O iPhone Air de 256 GB (R$ 6.179 no Pix com os cupons OFF300 e R$ 100 OFF) tem corpo de titânio reforçado pela certificação IP68, que confere resistência contra poeira e mergulhos acidentais. O gadget roda iOS 26 e deve receber cinco atualizações do sistema operacional.
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Ex-CEO Bob Iger diz que Disney e Apple quase se juntaram (imagem: divulgação/Disney)Resumo
O ex-CEO da Disney, Bob Iger, revelou que a empresa considerou se juntar à Apple e comprar o Twitter.
Disney e a Apple discutiram uma possível junção por volta de 2006, mas a Apple não demonstrou interesse.
A aquisição do Twitter não ocorreu porque Iger temia que fosse uma distração para a empresa.
Disney e Apple poderiam ter se juntado no passado, segundo o próprio ex-CEO da gigante do ramo do entretenimento, Bob Iger. Ele deixou a empresa em março de 2026 e aproveitou uma entrevista para revelar algumas possibilidades de negócio que acabaram não indo para frente. Iger revelou ainda que a Disney considerou a aquisição do Twitter em uma tentativa de ingressar no mercado de tecnologia.
Em 2019, o ex-CEO já havia afirmado que acreditava numa junção de Disney e Apple caso Steve Jobs ainda estivesse vivo. Na ocasião, ele afirmou que as empresas se aproximaram em torno de 2006, após a aquisição da Pixar por parte da Disney.
Disney chegou perto de comprar o Twitter (imagem: André Fogaça/Tecnoblog)
Se a ideia de juntar Disney e Apple ficou apenas nas intenções de bastidores, o acordo para aquisição do Twitter quase aconteceu. O momento foi propício: logo após as compras de Pixar, Marvel, Lucasfilm e 21st Century Fox, ou seja, no momento em que a empresa dominava o mercado de entretenimento. O próximo passo seria justamente investir em tecnologia com a rede social, que ainda tinha Jack Dorsey como CEO.
O motivo pelo qual o negócio não saiu entre Disney e Twitter foi um receio do próprio Iger de que o movimento seria uma potencial “distração” para a empresa. Pouco depois, Elon Musk adquiriu a plataforma, hoje chamada de X.
Com relação à Apple, Iger apenas confirmou sua intenção e lamentou o desinteresse da Maçã. Ele afirma que houveram, sim, algumas conversas entre as duas empresas, e que a junção seria “transformadora e igualitária”, mas faltou o devido interesse por parte da Apple.
De qualquer forma, como o ex-CEO da Disney já havia declarado, sua boa relação com Steve Jobs poderia ter feito diferença num possível acordo.
iPhone Air tem tela de 120 Hz, câmeras que filmam em 4K e suporte ao Apple Intelligence
iPhone Air tem tela OLED de 6,5 polegadas com taxa de atualização de 120 Hz (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O iPhone Air adota a tela Super Retina XDR OLED de 6,5 polegadas, reproduzindo imagens fluidas com taxa de atualização de 120 Hz. O painel com design Dynamic Island ainda oferece brilho máximo de 3.000 nits e os recursos ProMotion e HDR.
Fugindo um pouco do padrão da marca, a câmera traseira do dispositivo tem um único sensor de 48 MP capaz de filmar vídeos em 4K com Estabilização Óptica de Imagem (OIS). A câmera frontal de 18 MP também capta imagens em 4K e realiza selfies detalhadas com o Modo Retrato.
Focado em alto desempenho e no Apple Intelligence, o iPhone Air é equipado com o chipset Apple A19 Pro combinado com 12 GB de RAM. O dispositivo traz 256 GB de armazenamento interno, exigindo o uso do iCloud para os usuários que desejam mais espaço para fotos, vídeos e outros arquivos.
iPhone Air conta com uma única câmera traseira de 48 MP (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Extremamente fino, o smartphone da Apple tem apenas 5,64 mm de espessura, uma estrutura reforçada em titânio e acabamento traseiro e tela protegidos com Ceramic Shield. O modelo também conta com a certificação IP68 de resistência à poeira e à água, podendo ficar submerso por até 6 metros pelo tempo limite de 30 minutos.
O telefone traz uma bateria de 3.149 mAh que, segundo a marca, entrega autonomia para até 27 horas de reprodução de vídeo. Para tentar compensar, o modelo suporta carregamento rápido de 20 W que vai de 0 a 50% em 30 minutos.
Fechando o pacote, o iPhone Air (R$ 6.439,10 no Pix aplicando os cupons OFF300 e de R$ 100 OFF para clientes Amazon Prime) oferece conexões 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 6.0, Ultra Wideband (UWB) e NFC para ações por aproximação. Ademais, ele sai da caixa com o iOS 26 e receberá pelo menos 5 grandes atualizações do sistema.
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iPhone 16 tem chip A18, câmera de 48 MP e tela OLED
Apesar de pertencer à geração passada, o iPhone 16 ainda é um dos melhores iPhones para comprar em 2026. Comparado ao iPhone 17e, a câmera wide com OIS de 48 MP é idêntica, enquanto a ultrawide de 12 MP com ângulo de 120º é um diferencial. Ambos os sensores capturam belas e amplas cenas em fotos.
Seu chip Apple A18 de 3 nanômetros e os 8 GB de RAM garantem a execução dos apps e games mais pesados, além de multitarefa e funções do Apple Intelligence. Já os 256 GB de armazenamento são espaço interno adequado para guardar fotos e vídeos, mas que podem ser expandidos com planos do iCloud.
A tela LPTO Super Retina XDR OLED de 6,1 polegadas possui brilho de até 2.000 nits, sendo capaz de reproduzir cores fiéis e de garantir a visibilidade em qualquer lugar. O vidro Ceramic Shield oferece proteção ao display contra acidentes e imprevistos.
Tela OLED do iPhone 16 tem brilho de até 2.000 nits (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O corpo de alumínio do iPhone 16 conta com a certificação IP68 para oferecer uma camada extra de durabilidade, garantindo resistência contra poeira intensa e mergulhos acidentais.
Sua bateria de 3.561 mAh resiste até 22 horas de reprodução de vídeo segundo a Apple, suporta MagSafe e carregamento rápido de 25 W via USB, assim, o celular pode ser usado por um dia inteiro de forma moderada.
O iPhone 16 de 256 GB (R$ 4.997 no Pix com cupom de R$ 200 OFF exclusivo Amazon Prime), que foi atualizado para o iOS 26 e deve receber pelo menos mais quatro atualizações do sistema operacional, tem conectividade 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 5.3 e NFC.
Falta pouco para o Prime Day 2026
O Amazon Prime Day 2026 será entre os dia 1 e 7 de julho, e trará uma série de ofertas exclusivas para assinantes assim como essa do iPhone 16. Para já se antecipar a campanha, comece um teste grátis de 30 dias do Amazon Prime e aproveite descontos exclusivos do Prime Day, frete grátis e mais.
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iPhone 16 faz parte da geração anterior da Apple, mas sua tela OLED, câmera de 48 MP e chip A18 ainda são atrativos em 2026, especialmente com 42% em oferta exclusiva
O iPhone 16e de 128 GB está saindo por R$ 3.349 no Pix com cupom de R$ 300 OFF exclusivo para assinantes do Amazon Prime. O celular acessível da Apple com chip A18, tela OLED de 1.200 nits e câmeras idênticas às do iPhone 17e recebe desconto de 42% sobre o preço original de R$ 5.799, ficando paralelo a concorrentes Android.
iPhone 16e tem tela OLED e processador Apple A18
O iPhone 16e é uma das principais opções de celular custo-benefício para quem deseja comprar um iPhone em 2026, concorrendo diretamente com o iPhone 17e. Seu chip Apple A18, amparado por 8 GB de RAM, é em geral mais potente que os presentes em concorrentes Android, enquanto os 128 GB podem ser expandidos com planos do iCloud.
As câmeras do iPhone 16e são as mesmas do 17e: a wide de 48 MP com OIS na traseira entrega imagens excelentes e amplas, e a frontal de 12 MP tira ótimas selfies com o recurso Center Stage, que centraliza elementos. Ambas filmam em 4K a 60 fps.
Sua tela Super Retina XDR OLED de 6,1″ com brilho de 1.200 nits também é igual à do novo iPhone 17e, e oferece cores vibrantes e visibilidade garantida em qualquer ambiente. O vidro Ceramic Shield garante proteção contra quedas e acidentes diversos.
Câmera wide de 48 MP é a mesma do iPhone 17e (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O corpo de alumínio conta com a certificação IP68 para reforçar a durabilidade, adicionando resistência contra poeira intensa e mergulhinhos acidentais. Assim, o smartphone “aguenta o tranco” entre as situações mais inesperadas.
Sua bateria de 4.005 mAh resiste até 26 horas de reprodução de vídeo segundo a Apple, e suporta carga rápida de 0 a 50% em apenas 30 minutos via cabo USB-C, permitindo seu uso durante o dia inteiro.
iPhone 16e com 42% OFF é celular custo-benefício da Apple; câmeras são idênticas ao iPhone 17e e processador A18 é diferencial frente a Androids na mesma faixa de preço
iPhone 17 traz tela OLED de 120 Hz e câmeras de 48 MP
A tela Super Retina XDR OLED de 6,3 polegadas do iPhone 17 tem ProMotion de 120 Hz e brilho de até 3.000 nits, uma combinação que oferece cores vivas e preto profundo, além de fluidez de imagem e visibilidade garantida em qualquer ambiente. O vidro Ceramic Shield 2 protege-a contra arranhões e outros acidentes.
Seu chip Apple A19 e os 8 GB de RAM sustentam execução de apps pesados e games, além de atividades em multitarefa e soluções do Apple Intelligence. Os 256 GB de armazenamento garantem espaço adequado para guardar vídeos e fotos.
O corpo de alumínio do gadget recebe o Ceramic Shield 2 na traseira e o reforço da certificação IP68, que adiciona resistência contra poeira e mergulhos acidentais, garantindo sua durabilidade.
iPhone 17 traz câmeras wide e ultrawide de 48 MP (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
As câmeras principais de 48 MP do iPhone 17 incluem uma wide com OIS e sensor de 1/1.56, e uma ultrawide com campo de visão de 120º, que garantem captura de imagens em alta qualidade. A frontal de 18 MP tira selfies no modo Paisagem mesmo com o celular na vertical. Todas filmam em 4K a 60 fps.
Sua bateria de 3.692 mAh resiste até 30 horas de reprodução de vídeo segundo a Apple. E suporta MagSafe e carregamento rápido de 40 W, recebendo uma carga de 0 a 50% em apenas 20 minutos, durando um dia inteiro com uso moderado.
O iPhone 17 de 256 GB (R$ 5.166 no Pix com cupom de R$ 200 OFF exclusivo Amazon Prime) roda iOS 26 e deve receber pelo menos cinco atualizações do sistema. E possui conectividade 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 6.0, Ultra Wideband (UWB), NFC e comporta eSIM.
Faltam 7 dias para o Amazon Prime Day 2026
Assim como a oferta acima, o Prime Day 2026, que acontecerá entre os dias 1 e 7 de julho, trará uma série de descontos exclusivos para assinantes Amazon Prime. A dica para quem ainda não assina é já começar um teste grátis por 30 dias e aproveitar as promoções, frete grátis e outros benefícios.
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Conheça os principais detalhes que ajudam a identificar um carregador original de iPhone (imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)
Identificar as diferenças entre um carregador de iPhone original e falso é essencial para preservar a saúde da bateria e evitar danos ao dispositivo. Embora não exista uma solução única, a autenticidade pode ser confirmada por meio de uma inspeção detalhada tanto na embalagem quanto na construção do produto.
Sempre verifique a presença do selo da Anatel e a qualidade do acabamento plástico, que deve ser impecável e livre de rebarbas. Além disso, observe se as marcações a laser no acessório são nítidas e se o número de série corresponde exatamente ao que está impresso na caixa do produto.
A seguir, conheça 6 formas de identificar a autenticidade do carregador do iPhone.
O primeiro passo para identificar o carregador original da Apple é examinar o lacre pull-tab, aquela fita de papel destacável na traseira da embalagem. Esse selo de fábrica precisa estar perfeitamente alinhado e sem vestígios de cola, garantindo a integridade do circuito de distribuição.
Contudo, como o mercado paralelo já comercializa falsificações idênticas desses lacres plásticos e de papel, a inspeção visual externa não confirma totalmente a originalidade. Por isso, é necessário se atentar a outros detalhes do acessório.
2. Analise os manuais da caixa
Os carregadores do iPhone costumam ter três manuais que ajudam a atestar a autenticidade do acessório. Ao abrir a caixa, o usuário deve encontrar o Manual de Guia Prático impresso em papel fosco de alta gramatura, com fontes nítidas e sem erros gramaticais.
No Brasil, o documento da Anatel com o selo de homologação é obrigatório e deve detalhar as especificações elétricas do acessório. Esse encarte técnico comprova que o circuito interno passou pelos testes de segurança e conformidade do país.
O kit é finalizado com o certificado de garantia global, trazendo os termos regulatórios padronizados internacionalmente pela Apple. A ausência de qualquer um desses três folhetos ou falhas na impressão são sinais claros de um produto falsificado.
A caixa e os folhetos internos do carregador do iPhone já dão pistas de que o acessório é original (imagem: João Vitor/Tecnoblog)
3. Confirme se há cabos no pacote
Os carregadores originais da Apple vendidos avulsos não incluem o cabo de energia e dados na embalagem. A fabricante adotou essa política de sustentabilidade Eco-friendly assumindo que o usuário já possui o cabo USB-C que acompanha a caixa do iPhone.
A única exceção fica por conta de acessórios de marcas parceiras homologadas pelo programa MFi (Made for iPhone). Essas empresas terceiras costumam comercializar kits completos, trazendo o adaptador de tomada e o cabo de carregamento rápido no mesmo combo.
Os carregadores originais da Apple não acompanham o cabo de energia (imagem: Homemade Media/Unsplash)
4. Observe as gravações no carregador
Ao examinar a fonte do iPhone, a nitidez das marcações gravadas a laser é o principal indicativo da autenticidade. O texto com as especificações de tensão e corrente elétrica deve ter alinhamento perfeito, sem borrões ou erros ortográficos comuns em peças falsificadas.
Essas informações regulatórias e o código de modelo ficam dispostos de forma sutil e precisa na superfície de policarbonato do acessório. Uma gravação grosseira, com fontes desalinhadas ou em alto-relevo rústico na carcaça plástica, serve como um imediato sinal de alerta.
Os acessórios originais trazem as informações técnicas gravadas a laser (imagem: João Vitor/Tecnoblog)
5. Veja se a fonte tem o selo da Anatel
No mercado brasileiro, o selo da Anatel colado diretamente na carcaça do carregador do iPhone é obrigatório e atesta que o circuito elétrico cumpre as normas de segurança. Essa marcação traz o logotipo oficial da agência reguladora e um número de homologação exclusivo de 12 dígitos.
Contudo, como os falsificadores costumam replicar essa identidade visual, a mera presença física da estampa não garante a procedência. O método infalível é checar essa numeração no Sistema de Consulta de Produtos da agência para validar a certificação de conformidade.
Todos os carregadores originais do iPhone trazem o selo da Anatel, permitindo checar as informações no Sistema de Consulta de Produtos (imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)
6. Compare os números de série
Uma das táticas eficientes para flagrar uma falsificação é cruzar o código alfanumérico de identificação gravado em cada componente. Embora não exista uma ferramenta oficial para consultar o número de série do carregador Apple, a correspondência exata desses dígitos é um forte indicativo de autenticidade.
O consumidor deve comparar a sequência impressa no adaptador com o código de barras da embalagem e a nota fiscal emitida. Qualquer divergência nos caracteres ou no espaçamento das fontes revela uma falha na cadeia de suprimentos ou adulteração no lote.
Como os falsificadores costumam replicar sequências válidas em massa, esse batimento de dados não deve ser o único teste. A validação definitiva exige combinar essa checagem física na construção do produto e os materiais enviados na caixa.
Verificar o número do modelo do acessório com as informações da caixa é uma das formas de verificar se o produto é original (imagem: João Vitor/Tecnoblog)
Quais são os riscos de usar um carregador de iPhone falso?
Estes são alguns riscos que o usuário corre ao utilizar um carregador de iPhone falso:
Incêndio por superaquecimento: fontes paralelas costumam falhar em testes básicos de isolamento térmico e elétrico, acumulando calor excessivo nos componentes internos até o ponto de ignição física;
Choque elétrico por falha de isolamento: a ausência de blindagem interna adequada e a montagem rústica do circuito integrado expõem o consumidor a descargas elétricas de alta tensão potencialmente letais;
Danos severos à bateria e aos circuitos: o fornecimento instável de corrente e a flutuação de tensão estressam as células de íons de lítio, reduzindo drasticamente a saúde da bateria do smartphone;
Carregamento lento por ineficiência energética: componentes de baixa qualidade não mantêm o fluxo de energia linear, resultando em um processo de recarga demorado que superaquece o chassi do aparelho;
Explosões causadas por falha estrutural: em cenários de picos na rede elétrica, o colapso dos capacitores internos de baixa qualidade pode provocar o rompimento da carcaça plástica e queimaduras graves;
Ausência completa de certificações de segurança: esses produtos ignoram os rigorosos protocolos de controle de qualidade e os testes laboratoriais exigidos por órgãos reguladores internacionais para proteção do consumidor.
Onde posso encontrar um carregador de iPhone original?
A melhor estratégia para ter um carregador e outros acessórios originais para diferentes tipos de iPhone é adquirir diretamente em canais oficiais da Apple. Comprar nas lojas físicas ou no site da marca elimina o risco de investir em componentes falsificados que danificam a bateria do dispositivo.
O consumidor deve evitar ofertas suspeitas em marketplaces e dar preferência para revendedores autorizados que emitem nota fiscal e garantia de fábrica. Essa procedência certificada é a única segurança real para os circuitos integrados de gerenciamento de energia e chips de proteção do smartphone.
Só a Apple vende carregadores de iPhone originais?
Não, o mercado oferece carregadores autorizados pela Apple, desenvolvidos por fabricantes parceiras. Para garantir a segurança e compatibilidade com o ecossistema, o consumidor precisa procurar pelo selo MFi (Made for iPhone) estampado na embalagem do produto.
Essa chancela técnica internacional atesta que o acessório foi homologado nos laboratórios da Maçã. Isso significa que o componente passou por rigorosos testes de qualidade, protegendo o smartphone contra sobretensões e oscilações na rede.
Também consigo saber se o cabo do iPhone é original?
Sim, analisar o acabamento das conexões e as inscrições no revestimento é essencial para saber se o cabo do iPhone é original. Os fios genuínos trazem a frase “Designed by Apple in California” seguida por um número de série de 12 dígitos impresso a laser de forma nítida.
No aspecto físico, os conectores moldados por injeção precisam apresentar superfícies metálicas polidas e contatos elétricos arredondados. Cabos falsificados exibem rebarbas plásticas na junção e pinos desalinhados, comprometendo a condução da corrente e do barramento de dados do smartphone.
Carregador de tomada do iPhone 12 Pro (Imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)
Os acessórios originais trazem as informações técnicas gravadas a laser (imagem: João Vitor/Tecnoblog)
Baterias de sódio podem ser a solução para recargas rápidas de verdade (imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)
Verificar o número do modelo do acessório com as informações da caixa é uma das formas de verificar se o produto é original (imagem: João Vitor/Tecnoblog)
Documentos da Apple indicam normas e padrões técnicos de componentes (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
A Tata Eletronics, parceira de Apple e Tesla, teve documentos internos vazados na dark web pelo grupo cibercriminoso World Leaks.
Segundo a Reuters, o vazamento inclui dados sigilosos da Apple e Tesla, parceiras industriais da fabricante indiana.
A empresa afirma que o incidente não afetou suas operações comerciais.
A fabricante indiana Tata Eletronics, uma das principais parceiras industriais de gigantes como Apple e Tesla, confirmou que sofreu um incidente de segurança em alguns de seus sistemas. A empresa teve documetnos internos publicados na dark web por um grupo cibercriminoso.
Segundo a Reuters, o material foi divulgado pelo grupo World Leaks, ligado a ataques de ransomware. Especialistas ouvidos pela agência analisaram o vazamento e afirmam que o pacote reúne mais de 200 mil arquivos, somando cerca de 630 GB de dados da Tata.
Entre os documentos, estariam arquivos ligados à produção de componentes para iPhones e autopeças da Tesla, incluindo especificações técnicas, registros internos e materiais considerados confidenciais.
Em nota, a Tata Eletronics afirmou que identificou a invasão há algumas semanas, mas garante que o incidente não afetou as operações comerciais. Fontes ouvidas pela Reuters, porém, afirmam que os hackers fizeram uma cobrança de resgate para interromper a divulgação dos arquivos.
Arquivos citam Apple e fábrica de iPhones na Índia
Grupo cibercriminoso World Leaks reinvindica responsabilidade por vazamentos (imagem: B_A/Pixabay)
Entre os diretórios relacionados à Apple no conjunto de dados, havia pastas com termos como “com.apple.factorydata” e documentos sobre especificações de materiais e inspeção de qualidade. Segundo a Reuters, um dos arquivos tem 52 páginas e detalha normas técnicas e padrões de inspeção para componentes de placas de circuito do iPhone.
O vazamento também inclui pelo menos 33 pastas associadas a Hosur, cidade no estado de Tamil Nadu onde fica uma importante unidade da Tata para montagem de iPhones. A empresa responde por cerca de um terço da produção de iPhones na Índia, dividindo esse mercado com a Foxconn.
À agência, o pesquisador Rakesh Krishnan afirma que os dados já estavam acessíveis na dark web desde pelo menos 10 de junho. Já o analista Rajshekhar Rajaharia afirmou que uma busca pelo termo “Apple” retornou 181 arquivos e pastas.
Além de documentos técnicos, o pacote também teria e-mails corporativos, registros de sistemas acumulados ao longo de vários anos e cópias de passaportes de funcionários da Tata, incluindo cidadãos estrangeiros.
A empresa teria sido informada sobre o vazamento e abriu uma investigação interna para avaliar a extensão do impacto.
Dados também mencionam projetos da Tesla
Pesquisadores encontraram arquivos restritos da Tesla (imagem: David von Diemar/Unsplash)
O vazamento também pode atingir a Tesla, para quem a Tata desenvolve autopeças. Entre os arquivos identificados pela Reuters, havia uma pasta chamada “NV36 Chargeport Controller – North America”. Ela estaria relacionada a componentes de controle de carregamento para uma versão atualizada do Model Y.
Outro documento, de 2023, aparece marcado como “trade secret”. Ele conteria desenhos técnicos de engenharia ligados ao projeto Highland, codinome usado para a versão reestilizada do Model 3.
Buscas pelo termo “Tesla” no acervo vazado também retornaram arquivos com especificações de manufatura e um documento de montagem datado de maio de 2025. Vários materiais tinham avisos jurídicos sobre confidencialidade e propriedade intelectual, segundo a Reuters.
O iPhone Air de 256 GB fica por R$ 6.479 no Pix com cupom de R$ 400 OFF disponível na página do Mercado Livre. O celular fininho da Apple segue com o menor preço divulgado pelo Achados desde março de 2026, com um desconto de 38% sobre o original de R$ 10.499. Mas a oferta é válida apenas para o modelo de cor dourado-claro.
iPhone Air tem corpo fino, chip A19 Pro e câmera de 48 MP
iPhone Air é o celular mais fino da Apple (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Mesmo com apenas 5,64 mm de espessura, o iPhone Air entrega a mesma performance de ponta dos demais modelos da linha 2025 da Apple. O chip A19 Pro e os 12 GB de RAM sustentam apps e games pesados em multitarefa. Os 256 GB de armazenamento garantem espaço adequado para guardar fotos e documentos.
Sua câmera wide de 48 MP com OIS possui um sensor de 1/1.56″ que capta cenas com grande quantidade de detalhes, já a frontal Center Stage de 18 MP permite tirar ótimas selfies no modo Paisagem mesmo mantendo o celular em pé. Ambas gravam vídeos em 4K a 60 fps com suporte a Dolby Vision.
A tela Super Retina XDR OLED de 6,5″ tem ProMotion de 120 Hz e brilho de até 3.000 nits, combinação que oferece preto profundo e cores vibrantes, além de alta fluidez na transição de imagens e visibilidade garantida em qualquer ambiente. O vidro Ceramic Shield 2 protege o display contra arranhões e outros acidentes.
Tela OLED do iPhone Air possui ProMotion de 120 Hz (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Sobre conectividade, este celular suporta 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 6.0 e NFC. Já sua bateria de 3.149 mAh resiste a um dia de uso moderado, é compatível com MagSafe e recebe uma carga de 50% em 30 minutos via USB-C, segundo a fabricante.
Donald Trump confirma aliança histórica entre as gigantes da tecnologia (imagem: Gage Skidmore/Flickr)Resumo
Apple e a Intel firmaram um acordo para produzir semicondutores nos EUA, segundo o presidente Donald Trump.
O acordo ajudará a dona do iPhone a diversificar sua cadeia de suprimentos e aliviar gargalos na Ásia.
O governo dos Estados Unidos, que detém 10% das ações da Intel, está por trás da estratégia de repatriar a produção de semicondutores.
A Apple e a Intel firmaram um acordo para produzir semicondutores nos Estados Unidos. A informação foi revelada pelo presidente americano, Donald Trump, na rede social Truth Social. A aliança marca uma mudança para a dona do iPhone, que busca diversificar a cadeia de suprimentos para fugir dos gargalos na Ásia, enquanto a Intel ganha impulso para o negócio de fundição de chips.
O anúncio oficial confirma as suspeitas que circulavam nos bastidores de que executivos da Intel e da Apple já vinham costurando o acordo em negociações confidenciais. Trump não detalhou quais componentes serão fabricados pela Intel, mas garantiu que o movimento faz parte de uma estratégia do governo para fortalecer a produção local.
Por que a Intel virou alternativa para a Apple?
Atualmente, a Apple depende quase exclusivamente da TSMC para fabricar os chips presentes em iPhones, iPads e Macs. O grande problema é que a companhia asiática, considerada a maior do mundo no setor, opera no limite da capacidade.
Essa sobrecarga tem um motivo: a explosão da inteligência artificial. A demanda desenfreada por chips voltados para IA por gigantes como a Nvidia enfileirou pedidos na TSMC. Diante desse cenário, a Apple encontrou nas fábricas da Intel a oportunidade para diversificar fornecedores e blindar sua linha de produção contra eventuais crises de abastecimento.
iPhone 17 Pro Max (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Para entender o tamanho dessa reviravolta, vale olhar para o passado. A Intel forneceu os processadores dos Macs por cerca de 15 anos. Essa parceria de longa data chegou ao fim em 2020, quando a Apple decidiu trilhar o próprio caminho com os chips da série M (conhecidos como Apple Silicon). A dinâmica agora é diferente: a Apple não voltará a usar ou comprar processadores da Intel; em vez disso, utilizará as instalações da parceira para os seus próprios projetos.
A confirmação do contrato garante uma vitória comercial para a Intel. O mercado financeiro reagiu com entusiasmo, com as ações da Intel disparando 7% logo após o anúncio. Os papéis da Apple subiram de forma mais tímida, com alta de 0,8%.
Influência do governo no setor de tecnologia
Por trás desse novo cenário existe uma estratégia geopolítica. O governo dos Estados Unidos é, hoje, o maior acionista individual da Intel, detendo uma participação de 10%. Devido à valorização recente, essa fatia já ultrapassa a marca de US$ 50 bilhões (cerca de R$ 257 bilhões em conversão direta).
A Casa Branca vem intensificando esforços para repatriar a produção de semicondutores e garantir o acesso a minerais críticos para reduzir a dependência tecnológica em relação aos países asiáticos e isolar a influência da China na cadeia global de suprimentos.
Essa intervenção afetou até a liderança da Intel nos últimos meses. No ano passado, pressões vindas da própria presidência culminaram na renúncia do então CEO Lip-Bu Tan. A justificativa do governo era de que o executivo mantinha laços comerciais com o mercado chinês.
Embora o celular de ponta da Apple com máximo espaço interno esteja disponível em ofertas melhores, esta é a única que oferece o gadget no prazo, o que a torna mais interessante.
iPhone 17 Pro Max tem câmeras de 48 MP e tela de 120 Hz
As câmeras de 48 MP do iPhone 17 Pro Max prometem máxima qualidade em fotos e vídeos. A dupla formada pela wide com OIS e ultrawide capta ótimas cenas abertas, enquanto a frontal de 18 MP tira selfies em modo Paisagem sem que seja preciso pôr o celular na horizontal.
Seu chip A19 Pro e os 12 GB de RAM fazem deste o celular mais poderoso da maçã, que não tem paralelos mesmo entre os tops da concorrência. Os 2 TB de espaço interno permitem guardar uma enorme quantidade de fotos, vídeos e projetos, e instalar os apps e games mais pesados.
O vidro Ceramic Shield protege a traseira e a tela contra acidentes, já a certificação IP68 adiciona resistência contra poeira e mergulhos de até 6 m por no máximo 30 minutos.
Tela do iPhone 17 Pro Max traz ProMotion de 120 Hz (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
A tela Super Retina XDR OLED de 6,9 polegadas do iPhone 17 Pro Max possui qualidade extrema de imagem e alta visibilidade graças ao ProMotion de 120 Hz e brilho de até 3.000 nits, oferecendo inclusive transição suave na navegação.
Sua bateria resiste até 37 horas de reprodução de vídeo segundo a fabricante, suporta MagSafe e carregamento rápido de 40 W via USB-C, sendo capaz de injetar uma carga de 50% com um carregador de 40 W (vendido separadamente).
iPhone 17 Pro Max (2 TB) com tela OLED de 120 Hz e máximo espaço interno recebe desconto de 14% em até 12x sem juros, exclusivo para assinantes Amazon Prime
Acordo com o Cade e a Apple libera lojas de terceiros no iPhone (arte: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
A loja de aplicativos AltStore PAL anunciou oficialmente sua chegada ao Brasil.
Download é possível graças ao acordo entre a Apple e o Cade, que exigiu a abertura do iOS para lojas de terceiros.
Outra loja de aplicativos alternativa, a holandesa Onside, também prepara sua entrada no mercado brasileiro, seguindo as novas regras.
A loja de aplicativos AltStore PAL anunciou oficialmente a sua chegada aos iPhones do Brasil. Esse é o primeiro desdobramento do acordo firmado entre a Apple e o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), que determinou a abertura do iOS para lojas de terceiros, encerrando a exclusividade da App Store no país.
Com as mudanças, o mercado brasileiro entra para um seleto grupo de regiões que contam com vias alternativas para a distribuição dos apps. Um marco tanto para os consumidores, que ganham mais opções, quanto para os desenvolvedores, que esbarravam nas rígidas normas de aprovação e altas taxas cobradas para distribuir aplicativos na loja oficial da Maçã.
Como instalar a AltStore PAL no iPhone?
Usuários brasileiros já podem instalar a AltStore PAL no iPhone (imagem: reprodução/AltStore PAL)
O processo de download já está disponível para o público brasileiro. A AltStore exige três pré-requisitos para a instalação:
Você deve estar fisicamente localizado no Brasil;
Utilizar uma conta da App Store vinculada à região brasileira;
Ter um iPhone rodando a versão iOS 26.5 ou superior.
Cumpridas as exigências, o procedimento de download deve ser feito pelo navegador Safari, seguindo o passo a passo oficial da plataforma:
Acesse a página oficial (altstore.io/download) e toque em “Download“.
Um aviso surgirá na tela, solicitando permissão para baixar os arquivos da AltStore LLC.
Feche o navegador temporariamente e abra o aplicativo “Ajustes“.
Na área superior da tela, logo abaixo do seu nome e Apple ID, aparecerá uma opção chamada “Permitir Marketplace da AltStore LLC“. Toque nela e selecione “Permitir“.
Volte ao Safari, toque mais uma vez no botão “Download” e confirme a etapa final selecionando “Instalar App Marketplace” na janela que será exibida.
Após a instalação, o usuário também pode definir a AltStore como loja principal de aplicativos, acessando o caminho: Ajustes > Aplicativos > Instalação de Aplicativos.
AltStore pode ser definida como loja de aplicativos padrão do sistema (imagem: reprodução)
Onside também prepara lançamento no Brasil
A quebra da exclusividade da App Store atraiu o interesse de outras distribuidoras de softwares. A Onside, uma loja de aplicativos alternativa com sede em Amsterdã, na Holanda, confirmou que também prepara a entrada no mercado brasileiro. A companhia opera a mesma infraestrutura descentralizada na União Europeia e Japão e atua cobrando uma comissão fixa de 10% sobre as transações digitais.
Vale lembrar que, conforme o cronograma estipulado pelo Cade, a partir de 6 de julho de 2026, qualquer programador brasileiro terá o direito de distribuir aplicativos por canais independentes, incluindo a liberdade para processar pagamentos de clientes sem usar o sistema fechado da Apple.
Ao Tecnoblog, o cofundador e CEO da Onside, Alexander Baksheev, detalhou que a empresa está analisando as regras exigidas pela Apple no país antes de bater o martelo. Caso o modelo se prove eficiente, o país será prioridade de expansão.
“O Brasil é um mercado muito promissor. Já operamos a mesma infraestrutura na UE desde novembro de 2024 e no Japão desde fevereiro de 2026, então sabemos que a verdadeira questão não é apenas se o mercado está aberto, mas como ele será aberto”.
“Para os desenvolvedores, o fluxo real precisa funcionar: instalação, integração, pagamentos e experiência do usuário precisam ser viáveis, e não apenas formalmente disponíveis.”
– Alexander Baksheev, CEO da Onside
Apple ainda controla a segurança
Apesar da abertura para novas plataformas, a Apple não abriu mão da segurança. Todas as lojas alternativas ainda precisam de autorização da fabricante para operar. Além disso, para que os apps sejam instalados de fora da App Store, é preciso passar por um processo que certifica a capacidade de executar funções sem apresentar falhas, garantindo que o código não inclui ameaças ocultas, como malwares.
Tela de login no aplicativo do Spotify (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)Resumo
a partir de 1º de setembro de 2026, Spotify só permitirá login por e-mail cadastrado ou métodos alternativos, como contas na Apple, Google e Facebook;
a autenticação via nome de usuário não será mais permitida como medida para aumentar a segurança e simplificar a recuperação da conta;
usuários que fazem login via nome de usuário já estão sendo avisados por e-mail sobre a mudança.
Se você usa o Spotify, precisa ficar atento: a partir de 1º de setembro de 2026, somente será possível fazer login no serviço usando o endereço de e-mail cadastrado em seu perfil ou métodos alternativos, como contas na Apple, Google e Facebook. A autenticação via nome de usuário (username) não será mais permitida.
Nada muda para quem já faz login por e-mail (meu caso) ou pelos métodos alternativos, obviamente. Mas, para quem realiza o procedimento via nome de usuário, o Spotify está enviando um e-mail avisando sobre a mudança. Na mensagem, o usuário tem a opção de alterar o endereço caso prefira fazer login com um e-mail diferente do cadastrado em sua conta.
A mudança é global e, à medida que usuários vão sendo avisados sobre ela, queixas começam a surgir. No fórum do Spotify, por exemplo, este usuário publicou a seguinte mensagem:
Tenho vários endereços de e-mail diferentes, mas apenas uma conta ativa do Spotify, que uso há anos. Entendo que a opção de login com e-mail seja importante para contas mais recentes do Spotify que não têm nome de usuário, mas por favor, mantenham a opção de login com nome de usuário, mesmo que os nomes de usuário tenham sido descontinuados!
Tenho muito medo de não conseguir acessar a minha conta porque vou esquecer qual e-mail usei. E também é muito mais demorado digitar, para quem tem nome de usuário.
Relatos a respeito da mudança também já surgem em plataformas como o Reddit, de onde a imagem a seguir foi obtida:
E-mail do Spotify avisando sobre a mudança no login (imagem: GegoByte/Reddit)
Por que o Spotify vai acabar com o login via nome de usuário?
A companhia não deu detalhes sobre a decisão, apenas informou que esta é uma medida de segurança:
No Spotify, nosso compromisso em oferecer uma experiência perfeita se estende a todos os aspectos da nossa plataforma, incluindo o processo de login.
Padronizar os métodos de login para e-mails aumenta a segurança e simplifica a recuperação da conta.
Note, porém, que o nome de usuário ainda poderá ser mantido por quem tem um perfil público no Spotify. Somente a autenticação por esse método é que deixará de funcionar.
Alguns usuários também fazem autenticação via número de telefone. Pelo menos por ora, essa opção também será mantida.
Segunda geração do iPhone Air pode trazer outra câmera ultrawide (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)Resumo
Apple deve lançar o iPhone Air 2 no começo de 2027, com uma segunda câmera e mais bateria.
Segundo Mark Gurman, o modelo terá uma nova câmera ultrawide na traseira e processador A20 Pro.
Esse lançamento deve inaugurar o novo calendário de anúncios da Apple, que pretende distribuir suas apresentações ao longo do ano.
A Apple pode resolver algumas queixas dos consumidores com a segunda geração do seu smartphone ultrafino. O iPhone Air 2 deve ser lançado já no primeiro semestre de 2027, entre os meses de março e junho, trazendo uma segunda câmera e mais bateria.
As informações foram reveladas pelo jornalista Mark Gurman, da Bloomberg, conhecido por antecipar os passos da empresa de Cupertino.
O que deve mudar na segunda geração do iPhone Air?
Internamente, o projeto já seria conhecido pelo codinome V62 e teria como principal novidade o acréscimo de uma segunda câmera ultrawide na traseira. Rumores anteriores já indicavam que essa seria uma das estratégias para tentar reverter as vendas fracas do iPhone Air.
Além disso, é esperado que o smartphone venha equipado com o processador A20 Pro, o mesmo que estará nos modelos mais caros, e traga melhorias na duração da bateria, uma das maiores exigências de quem comprou a primeira versão.
Lançado em setembro de 2025, o primeiro iPhone Air chamou a atenção da indústria pelo visual radicalmente mais fino, com apenas 5,6 milímetros de espessura. No entanto, a finura cobrou o seu preço. A Apple precisou fazer ajustes e deixou de fora componentes encontrados na linha Pro. Contar com apenas uma lente fotográfica, por exemplo, foi apontado como um dos grandes pontos negativos do dispositivo.
Segundo Gurman, os protótipos da nova geração já estão em fase avançada de testes e mantêm a mesma estrutura. O mistério que fica é como a empresa vai entregar mais autonomia de energia. Ainda não se sabe se uma bateria maior fará parte do pacote ou se o ganho será mérito da eficiência energética do novo chip A20 Pro.
Desafio da Apple é entregar mais bateria sem comprometer o chassi ultrafino (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
No passado, tentativas de criar formatos diferenciados, como as linhas Mini e Plus, acabaram não decolando nas vendas. Mas as informações reforçam que a ideia do celular ultrafino segue firme no portfólio da Maçã.
Segundo a própria companhia, o iPhone Air cumpre bem o papel de diversificar as opções de compra para quem busca portabilidade e design premium, mas não faz questão dos recursos avançados da categoria Pro.
Novo calendário para bater de frente com a Samsung
A janela de lançamento do iPhone Air 2 também confirma uma mudança de rota da Apple. Por muitos anos, a empresa concentrou quase todos os seus anúncios de celulares no mês de setembro. Agora, a tática seria adotar um cronograma rotativo para manter a marca em evidência ao longo de todo o ano.
O iPhone Air de segunda geração deve chegar às lojas cerca de um ano e meio após a estreia do modelo original, dividindo os holofotes com o iPhone 18 padrão. Essa divisão de datas é uma resposta direta à concorrência, ajudando a Apple a competir com rivais como a Samsung, que tradicionalmente pulveriza lançamentos de peso por vários meses do ano.
Já a programação do segundo semestre de 2026 ficará reservada para os dispositivos de alto padrão: o iPhone 18 Pro, o iPhone 18 Pro Max e, provavelmente, o tão aguardado primeiro dobrável da Apple.
Saiba o passo a passo para retornar as mídias deletadas para a fototeca do iCloud (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
Recuperar fotos do iCloud é um processo simples de restaurar os arquivos deletados que estão na “lixeira” do armazenamento na nuvem da Apple. No iPhone ou iPad, basta abrir o app “Fotos”, navegar até “Coleções” e selecionar a pasta “Apagados” para visualizar e resgatar as mídias.
Nos computadores Mac ou PC, o procedimento ocorre acessando o portal iCloud.com. Por lá, a pessoa precisa abrir o menu “Fotos”, clicar na pasta “Apagados recentemente” e selecionar os arquivos que deseja retornar para a biblioteca principal do iCloud.
Para a restauração funcionar, é essencial que a sincronização automática das fotos esteja ativa nas configurações dos dispositivos vinculados à conta Apple. Vale dizer que o sistema retém os arquivos deletados por um período máximo de 30 dias antes da exclusão definitiva dos servidores.
A seguir, veja o passo a passo para recuperar fotos e vídeos do iCloud no iPhone, iPad, Mac e PC.
Como recuperar fotos e vídeos do iCloud pelo iPhone ou iPad
1. Acesse o app “Fotos”
Acesse o aplicativo “Fotos” no iPhone ou iPad. Por meio dele, é possível gerenciar as mídias salvas tanto no dispositivo quanto armazenadas na nuvem do iCloud.
Importante: a sincronização de fotos do iCloud deve estar ativada nos ajustes do iOS. Se essa função estiver desabilitada, não é possível gerenciar os arquivos na nuvem.
Abrindo o aplicativo Fotos no iPhone (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
2. Toque em “Coleções”
Na Fototeca do dispositivo, toque em “Coleções” para ver os álbuns e outras opções.
Acessando a guia “Coleções” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
3. Abra o menu “Apagados”
Desça a tela de “Coleções” até encontrar a seção “Mais itens”. Então, toque em “Apagadas” para acessar a pasta com mídias excluídas recentemente e restaurar fotos do iCloud.
Entrando na pasta “Apagados” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
4. Selecione as fotos que serão restauradas do iCloud
Toque no botão “Selecionar”, no canto superior direito da tela, para ativar o modo para marcar os vídeos ou fotos do iCloud que serão restaurados. Assim, é possível escolher várias mídias para serem recuperadas simultaneamente.
Selecionando as fotos e vídeos na pasta “Apagados” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
5. Restaure as fotos e vídeos excluídos
Após selecionar os itens, toque no ícone de três pontos, no canto superior direito. Ao abrir um submenu, toque em “Recuperar” para devolver as mídias para a Fototeca do dispositivo e sincronizar com o iCloud.
Restaurando as mídias para a biblioteca do iCloud (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
Como recuperar fotos e vídeos do iCloud pelo Mac ou PC
Dica
Este método também pode ser realizado utilizando o iPhone ou iPad.
1. Acesse iCloud.com via navegador
Use o navegador do computador Mac ou PC para acessar iCloud.com. Em seguida, inicie a sessão na conta Apple que você deseja gerenciar os arquivos excluídos do iCloud.
Importante: para acessar as fotos e vídeos dos dispositivos vinculados à conta Apple, o recurso de sincronização do iCloud deve estar ativado nos ajustes dos aparelhos. Caso contrário, não será possível resgatar as mídias excluídas.
Fazendo login no iCloud.com (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
2. Abra o menu “Fotos”
Após o login, clique no menu “Fotos” no painel de controle da conta para acessar as mídias armazenadas na nuvem via iCloud.
Acessando o menu “Fotos” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
3. Clique em “Apagados recentemente”
No canto esquerdo da tela, clique em “Apagados recentemente” para as fotos e vídeos que estão na lixeira do iCloud.
Abrindo a pasta “Apagados recentemente” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
4. Selecione as fotos e vídeos que serão restaurados
Clique em cima das fotos e vídeos que você deseja recuperar no iCloud.
Selecionando as mídias que serão recuperadas (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
5. Restaure os itens excluídos do iCloud
Após selecionar os arquivos, clique em “Recuperar” no canto direito da tela para retornar as mídias para a Fototeca do iCloud. Automaticamente, esses itens serão sincronizados com todos os dispositivos vinculados à conta Apple.
Clicando em “Recuperar” para devolver as mídias para Fototeca do iCloud (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
O que acontece ao recuperar fotos e vídeos do iCloud?
Estas são as ações que ocorrem ao recuperar fotos e vídeos do iCloud:
Retorno imediato à fototeca: os arquivos saem da pasta “Apagados” e voltam direto para os álbuns e datas originais na biblioteca principal, exatamente onde estavam antes da exclusão;
Sincronização em tempo real: as mídias ressurgem automaticamente em todos os aparelhos conectados à mesma conta Apple, como iPhone, iPad ou Mac, devido ao ecossistema integrado do iCloud;
Consumo de espaço em nuvem: ao saírem da área “Apagados”, os arquivos voltam a ocupar espaço real no plano de armazenamento do iCloud, reduzindo o total de GB disponíveis.
Qual é o prazo para recuperar fotos e vídeos apagados do iCloud?
O iCloud oferece um prazo fixo de até 30 dias para resgatar arquivos na pasta “Apagados recentemente”. Caso a pessoa não faça a restauração dentro dessa janela de segurança, o sistema realiza a exclusão permanente dos dados dos servidores da nuvem.
Posso recuperar fotos apagadas permanentemente do iCloud?
Sim, é possível recuperar fotos excluídas se o usuário tiver um backup do iCloud feito antes da exclusão. Aqui, o truque é formatar o iPhone e depois selecionar a opção de restaurar backup iCloud durante a configuração inicial.
Outra possibilidade é se a pessoa tiver desativado a sincronização com a nuvem em um dispositivo e apagado o conteúdo somente pelo iCloud. Então, o armazenamento local pode ser utilizado como uma cópia de segurança para restaurar os arquivos perdidos.
Consigo recuperar fotos do iCloud em outro iPhone?
Sim, dá para resgatar mídias em outro iPhone ao fazer login com ID Apple no novo aparelho. Em seguida, é necessário ativar a sincronização da biblioteca nas configurações do iOS para espelhar as mídias via internet.
Outra opção é baixar os arquivos específicos acessando o iCloud.com via navegador em qualquer dispositivo. Em ambos os casos, a única condição é que as fotos estejam salvas nos servidores da nuvem e não tenham sido apagadas permanentemente.
Apple adota mudanças no Brasil (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
A Apple fez um acordo com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) para mudar o funcionamento da App Store no Brasil, permitindo que os desenvolvedores usem lojas de aplicativos alternativas e métodos de pagamento fora da plataforma da Apple.
Os usuários de iPhone poderão instalar aplicativos de lojas alternativas, que precisarão ser autorizadas pela Apple e atender a requisitos de segurança.
A Apple cobrará uma comissão de 5% a 21% pela comercialização de itens digitais, dependendo do canal de pagamento escolhido, e os aplicativos precisarão exibir os preços na App Store e em lojas alternativas.
O funcionamento do iOS, o sistema dos iPhones, passa por mudanças a partir de hoje no Brasil. A Apple anunciou um acordo com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) que prevê alterações na App Store. Na prática, os desenvolvedores de apps do país poderão adotar lojas alternativas, sem precisar necessariamente passar pela loja nativa da maçã.
O Tecnoblog participou de uma reunião com executivos da companhia. Eles elogiaram a disposição do Cade em entender as necessidades de segurança e privacidade dos usuários do iPhone. De acordo com a Apple, o órgão regulador “fez um trabalho melhor” que o da União Europeia, onde a Apple está em rota de colisão com o Digital Markets Act (DMA).
A denúncia original ao Cade partiu do Mercado Livre, que apontou um possível abuso de posição dominante no mercado de distribuição de aplicativos para dispositivos iOS. A tese central girava em torno de venda casada e bloqueio de concorrência em pagamentos. O processo começou a tramitar em 2022.
O que muda na App Store?
Consumidores poderão baixar aplicativos por fora da App Store (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
As mudanças começam a valer hoje e é preciso estar com o iOS 26.5, que foi liberado há algumas semanas. Não é necessário baixar nenhuma nova versão de sistema.
Os usuários poderão perceber mais opções para instalar aplicativos e pagar por serviços digitais no iPhone. Será possível recorrer a outras lojas de aplicativos, de forma similar ao que ocorre no Android. A instalação de novos apps poderá ser feita a partir das lojas alternativas. Essas lojas, porém, precisarão de autorização da Apple e deverão atender a todos os requisitos que a empresa estabelecer para oferecer seus serviços a desenvolvedores e usuários.
Já dentro da própria App Store, a forma de pagamento também muda. Os desenvolvedores poderão escolher entre processar o pagamento pelo sistema da Apple ou incluir métodos alternativos – como links diretos para pagamento no site oficial do app. Não importando a opção, a Apple cobrará uma comissão pela comercialização do item digital, mas o percentual varia bastante segundo o canal escolhido: pode ir de 5% a 21%.
Como parte do acordo, os aplicativos deverão sempre exibir o preço na App Store junto com o da loja ou método de pagamento alternativo.
iPhone 17 Pro foi lançado em 2025 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Ao fazer a aquisição por fora do sistema da Apple, o consumidor não poderá gerenciar as assinaturas nem solicitar os reembolsos diretamente com a empresa. Tudo isso ficará a cargo do dono do app. Os downloads ainda ficarão registrados no histórico do iOS.
A tese no Cade é de que, ao proporcionar mais opções aos usuários de iPhone, pode ser que os criadores de aplicativos encontrem novas maneiras de rentabilizar e até mesmo baixar os preços dos itens. Resta saber se isso ocorrerá de fato.
Empresa alerta sobre segurança
Os executivos da Apple disseram, na sessão de que participamos, que a empresa continuará trabalhando com os órgãos reguladores e cumprindo as leis de cada território, mesmo que discordem de alguns pontos.
No caso específico do Brasil, a companhia enfatizou que os apps da App Store passam por um processo de revisão para atender “aos altos padrões da Apple em relação à privacidade e à segurança”. O mesmo pode não ocorrer com os apps provenientes de lojas alternativas, que passam apenas por uma verificação mais básica – batizada de “autenticação”.
Segundo a Apple, esse processo combina checagens automatizadas e revisões humanas para garantir que os apps funcionem conforme descrito e estejam livres de malware, vírus e outras ameaças conhecidas, mas não é tão abrangente quanto a análise aplicada a todos os apps dentro da própria App Store.
Proteção adicional para crianças
A Apple propôs e o Cade aceitou que as contas de crianças no iOS fossem tratadas de forma especial. Os menores de 18 anos terão proteções específicas: apps da categoria Infantil não poderão incluir links para sites de transação; qualquer app que use pagamento alternativo e seja usado por um menor precisará de um controle parental que exija autorização do responsável antes da compra; e esses apps também ficam proibidos de ter links para sites de pagamento, justamente para reduzir o risco de golpes contra crianças.
A Apple ainda prevê lançar uma API para que pais e responsáveis monitorem e aprovem compras feitas fora do sistema de pagamento da própria empresa.
Os AirPods 4 estão em oferta por R$ 1.079,10 no Pix no Mercado Livre. A oferta deixa os fones de ouvido da Apple com áudio adaptativo e até 30 horas de autonomia com um desconto de 28% frente ao valor de lançamento de R$ 1.499.
AirPods 4 tem áudio espacial e isolamento de voz para chamadas
Apple Airpods 4 funciona a partir de controles de toque (imagem: Divulgação/Apple)
Os AirPods 4 possuem diversas tecnologias avançadas, como o áudio espacial com rastreamento da cabeça, que mapeia movimentos para entregar uma experiência sonora vinda de todas as direções.
Esta versão dos fones não possui cancelamento ativo de ruído (ANC), mas por outro lado, seus microfones contam com filtragem espacial e isolamento de voz capazes de reduzir ruídos do som ambiente enquanto o usuário estiver no meio de uma chamada. Além disso, os drivers de alta amplitude e a equalização adaptativa contribuem para manter a experiência sonora no mais alto nível.
Cada fone conta com uma bateria que, segundo a Apple, resiste até 5 horas de uso. Ao contar com a autonomia adicional provida pelo estojo de transporte, é possível usar o wearable por até 30 horas. O kit inclui um cabo USB-C para recarga.
AirPods 4 possui design com hastes e sem ponteira de silicone (imagem: reprodução/Apple)
Os fones possuem suporte à Siri, que permite executar ações com movimentos: por exemplo, balançando a cabeça para atender ou recusar ligações. Tal recurso é bastante útil para realizar atividades sem ter que usar comandos de voz ou quando o dispositivo pareado não estiver ao alcance.
No mais, os Apple AirPods 4 suportam Bluetooth 5.3 e contam com certificação IP54, que adiciona proteção limitada contra poeira e respingos d’água. O wearable está em promoção por R$ 1.079,10 no Pix no Mercado Livre, um abatimento de 28% sobre o preço original.
Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.
O celular da Apple lançado em 2023 traz chip A16 Bionic, tela OLED de 6,1″ e câmera principal de 48 MP, sendo ainda uma opção competitiva dada a boa performance e preço acessível.
iPhone 15 tem chip Apple A16 Bionic e tela OLED de 6,1″
A tela Super Retina XDR OLED de 6,1 polegadas do iPhone 15 possui brilho de até 2.000 nits, oferecendo cores vibrantes e visibilidade sob luz forte. O vidro Ceramic Shield promete proteção contra possíveis riscos de arranhões e quedas.
Equipado pelo chip Apple A16 Bionic e 6 GB de RAM entrega alto desempenho para execução multitarefa, apps e games. Os 128 GB de espaço interno podem ser expandidos com planos do iCloud de armazenamento na nuvem.
O corpo de alumínio do celular recebe o reforço da certificação IP68, que confere forte resistência contra poeira e imersão de até 6 metros em água por no máximo 30 minutos.
Câmeras wide e frontal do iPhone 15 são iguais às do iPhone 16e (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O kit de câmeras do iPhone 15 inclui uma wide de 48 MP com estabilizador óptico de imagem (OIS) e uma ultrawide de 12 MP com ângulo de 120º, que capturam cenas com grande campo de visão e maior enquadramento. A frontal de 12 MP tira selfies com qualidade. Todas gravam vídeos em 4K a 60 fps.
Este smartphone conversa com redes 5G, Wi-Fi 6, Bluetooth 5.3 e NFC para pagamentos por aproximação. Sua bateria de 3.349 mAh resiste a até 20 horas de reprodução de vídeo segundo a Apple, suporta MagSafe e carregamento rápido de 25 W via USB-C.
O iPhone 15 (128 GB) compatível com iOS 26 e elegível a pelo menos mais três atualizações do sistema operacional, sai por R$ 3.999 em até 12x sem juros exclusivamente para assinantes do Amazon Prime. Aproveite a oferta com um desconto de 45% sobre o valor de lançamento válida para as cores verde e amarelo.
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iPhone 15 (128 GB) traz tela OLED de 6,1", câmera de 48 MP e chip A16 Bionic; celular da Apple recebe desconto de 45% exclusivo Amazon Prime em até 12x sem juros
Tim Cook garante que aumento de preços em produtos da Apple é “inevitável” (Imagem: Divulgação / Apple)Resumo
O CEO da Apple, Tim Cook, afirmou que a empresa os preços dos seus produtos devido à escassez de memória RAM no
A crise dos chips de memória RAM é causada pelo fornecimento menor significativos de preço por parte dos principais fornecedores, Samsung, SK Hynix e Micron.
O aumento de preços deve afetar a próxima linha de iPhones, com uma estimativa de US$ 200 de aumento no iPhone 18 Pro, tornando-o US$ 1.299.
Nem a Apple escapa: a escassez de memórias RAM no mercado de tecnologia vai afetar os preços dos produtos da maçã. A confirmação foi dada pelo próprio CEO, Tim Cook, nesta quarta-feira (17/06). A má notícia vem em meio a rumores recentes que apontavam para uma manutenção nos preços praticados hoje na próxima linha de iPhones.
Ainda não há informações sobre quando a alta de preços deve chegar, mas algumas mudanças já começaram a acontecer. Entre elas estão a retirada das versões de 256 GB do Mac Studio – que já havia ficado mais cara – e do Mac Mini, agora disponíveis apenas a partir dos 512 GB.
Na entrevista para o Wall Street Journal, Cook afirmou que o aumento é “inevitável”, mesmo com os esforços da empresa para conter os valores mais altos praticados no mercado pelos chips de RAM. Analistas já haviam apontado que a maçã tentaria driblar os custos mais altos barateando componentes como telas e câmeras, mas o CEO afirma que a situação está insustentável.
Crise de memória RAM chega à Apple
Novo iPhone 18 Pro não deve escapar da alta de preços: aumento deve ser de US$ 200 (R$ 1 mil(foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Muitos rumores apontavam para uma contenção no aumento dos preços por parte da Apple, principalmente envolvendo o vindouro iPhone 18. Um relatório da KB Security, fundo de investimento sul-coreano, indicou ainda o aumento de memória RAM no modelo base da linha, que pode chegar com 12 GB para dar conta das novidades da Siri, inteligência artificial da Maçã. A mudança viria sem alteração nos preços, o que fica incerto com a declaração de Cook na entrevista ao WSJ.
O CEO da Apple reforçou que o motivo desses aumentos é, justamente, a crise dos chips de memória RAM. Segundo ele, além do fornecimento menor “os caras da memória” praticam aumentos significativos de preço. Esses “caras”, no caso, seriam os três principais players do mercado de DRAM: Samsung, SK Hynix e Micron.
O cenário atual de fato é favorável para as três empresas, com um aumento de 85,5% nas vendas de componentes em relação ao último trimestre financeiro. Essa alteração está diretamente relacionada ao boom das IAs generativas, já que há uma grande demanda de memória para datacenters de inteligência artificial. A questão é a produção de chips para produtos voltados ao consumidor final, que ficou em segundo plano.
Alta nos preços deve afetar iPhone 18
Depois de rumores favoráveis a uma manutenção dos preços praticados pela Apple nos novos iPhones, a realidade deve ser outra. Ainda não há uma confirmação de quando ou como os aumentos vão acontecer, mas o Wall Stret Journal trouxe uma estimativa de US$ 200 de aumento no iPhone 18 Pro, algo em torno de R$ 1.000. Segundo o jornal, o celular deve custar US$ 1.299 no lançamento, acima dos US$ 1.099 cobrados pela Maçã no iPhone 17 Pro.
Apple pode trazer mais memória RAM no iPhone 18, mas sem mexer no preço (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)Resumo
O iPhone 18 pode ter 12 GB de RAM, aumento de 4 GB em relação aos 8 GB do iPhone 17, segundo informações divulgadas pelo fundo de investimento sul-coreano KB Security e repercutidas pelo MacRumors.
A Apple pode manter o mesmo preço do modelo base, que foi lançado por R$ 7.999, mas atualmente pode ser encontrado por cerca de R$ 5,6 mil no e-commerce.
O aumento de memória RAM visa suportar as novidades da Siri, que deve rodar localmente e ter uma integração maior com o sistema operacional, com lançamento previsto para setembro de 2027.
A Apple pode aumentar a quantidade de memória RAM em seu modelo base: dos atuais 8 GB no iPhone 17 para 12 GB no futuro iPhone 18. A expansão seria necessária para dar conta das novidades da Siri, já que a inteligência artificial deve rodar localmente e ter uma integração maior com o sistema operacional.
Apesar do upgrade, o modelo base continuaria na mesma faixa de preço. O valor cobrado pelo iPhone 17 no lançamento foi de R$ 7.999, mas já é possível encontrá-lo por pouco mais de R$ 5,6 mil no e-commerce.
As previsões foram divulgadas pelo fundo de investimento sul-coreano KB Security e repercutidas pelo MacRumors. A expectativa já existia por conta do anúncio da Siri AI na WWDC 2026.
Pedidos de mais memória já eram monitorados
A possibilidade de mais memória RAM na próxima geração já era levantada desde o ano passado. Em outubro, o site coreano The Bellapontou que o iPhone 18 teria cerca de 50% mais RAM do que a geração anterior. Os rumores apontam para a encomenda de mais chips no padrão LPDDR5X, que é próprio dos dispositivos móveis.
Novidades da Siri levariam Apple a trazer mais RAM no iPhone 18 (imagem: reprodução/Apple)
Ainda segundo a KB Security, a Apple deve seguir comprando memórias DRAM das principais fabricantes do setor por preços abaixo do mercado, o que contribuiria para a manutenção dos valores no iPhone 18 base. Vale lembrar que, em maio, o analista de mercado Jeff Pu destacou que a empresa teria uma estratégia “agressiva” de preços para o iPhone 18 Pro mesmo em meio à escassez de RAM enfrentada pela indústria.
Ainda não há informações sobre uma possível expansão de memória nos outros modelos da linha. Atualmente, o 17 Pro, 17 Pro Max e Air já vêm com os mesmos 12 GB.
Lançamento do iPhone 18 apenas em 2027
Ao que tudo indica, a Apple vai adotar uma nova estratégia de lançamento para a próxima geração de telefones: os primeiros modelos devem chegar em setembro, com as opções Pro, Pro Max e o novo iPhone dobrável. Já o iPhone 18 estaria previsto para a primeira metade de 2027, junto a outros dois modelos intermediários: iPhone 18e e iPhone Air 2.
É possível usar uma ferramenta da própria Apple para transferir mídias para o Google Fotos (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Transferir mídias do iCloud para o Google Fotos é um processo de envio automatizado feito por meio do portal de privacidade da Apple. A ferramenta permite que o usuário solicite uma cópia da sua biblioteca, garantindo que todo o backup seja migrado com segurança para o serviço de destino.
O procedimento leva de 3 a 7 dias para ser concluído, gerando uma duplicata de todas as fotos e vídeos selecionados. Vale dizer que a exclusão manual dos conteúdos originais no iCloud ainda será necessária posteriormente, caso a intenção seja liberar espaço de armazenamento na conta Apple.
Como método alternativo, o usuário pode baixar os arquivos manualmente do iCloud para um computador e realizar o upload para o serviço do Google Fotos. No entanto, o método oficial automatizado é mais indicado para a transferência de amplas bibliotecas de mídia.
A seguir, veja o passo a passo para transferir fotos do iCloud para o Google Fotos.
Use o navegador do celular ou computador para acessar o site oficial de dados e privacidade da Apple: privacy.apple.com. Então, faça login na sua Conta Apple para iniciar o uso da ferramenta nativa de migração de arquivos.
Iniciando uma sessão na página de Dados e Privacidade da Apple (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
2. Solicite a transferência de uma cópia de dados
Navegue pela página até encontrar a seção “Transferir uma cópia dos seus dados”. Depois, toque em “Solicitar transferência” para iniciar a migração entre as plataformas.
Tocando em “Solicitar a transferência de uma cópia dos seus dados” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
3. Escolha o conteúdo que será exportado
Na área “Escolha o que você quer exportar”, selecione a opção “Fotos e vídeos do iCloud”. Em seguida, toque em “Próximo” para continuar o processo para transferir fotos do iCloud para o Google Fotos.
Selecionado a opção “Fotos e vídeos do iCloud” para a transferência (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
4. Defina o serviço de destino dos arquivos
Desça a página de privacidade, toque em “Selecionar destino” e escolha a opção do “Google Fotos” como o local para o envio do lote de mídias.
Escolhendo o Google Fotos como destino para cópia dos arquivos (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
5. Marque as mídias que deseja transferir
Marque as caixas correspondentes aos formatos de mídia que você moverá do iCloud para o Google Fotos. Então, toque em “Continuar” para seguir com a organização do lote de transferência.
Marcando quais formatos de mídias serão transferidos do iCloud para o Google Fotos (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
6. Revise os detalhes da exportação das mídias
Verifique os formatos de mídia que serão enviados do iCloud para o Google Fotos. Se estiver tudo certo, toque em “Continuar”.
Revisando os detalhes da exportação de arquivos (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
7. Conecte a Conta Google
Insira o e-mail e a senha da conta Google para qual você realizará a transferência das fotos ou vídeos do iCloud. Essa autenticação garante que o ecossistema receptor reconheça o usuário legítimo dos dados.
Fazendo login na conta Google que receberá a transferência (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
8. Autorize a transferência dos arquivos para o Google Fotos
Após o login, marque a opção “Adicione à biblioteca do Google Fotos” para conceder a permissão para o sistema receber os novos arquivos. Em seguida, toque em “Continuar” para seguir com a migração.
Autorizando a interação entre o iCloud e o Google Fotos (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
9. Confirme a transferência entre o iCloud e o Google Fotos
Revise as informações da transferência, como o e-mail da conta Google de destino e o espaço de armazenamento necessário para receber o lote de arquivos. Se estiver tudo certo, toque em “Confirmar transferência” e aguarde a mensagem de confirmação.
Por fim, a Apple enviará um e-mail informando o prazo de conclusão da migração das fotos do iCloud para o Google Fotos. A marca também notifica o usuário quando o processo estiver completo.
Confirmando a transferência dos arquivos entre o iCloud e o Google Fotos (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
Existem outras maneiras de migrar fotos do iCloud para o Google Fotos
Além da ferramenta oficial da Apple, existem outras formas práticas para salvar fotos na nuvem no celular ou PC. Uma delas é utilizar o aplicativo do Google Drive diretamente no iPhone para realizar o backup manual e sincronizar os arquivos de mídia.
A outra opção é baixar fotos do iCloud no PC via navegador e, em seguida, fazer upload manual direto na plataforma do Google Fotos. Esse método oferece total controle ao usuário, permitindo selecionar e transferir pastas ou mídias específicas de um servidor para o outro.
O que acontece ao transferir fotos do iCloud para o Google Fotos?
A migração entre as nuvens da Apple e Google envolve regras automatizadas de processamento e armazenamento. Os principais pontos são:
Cópia de segurança intacta: o procedimento gera apenas uma duplicata dos arquivos no destino e não serve para liberar espaço no iCloud automaticamente, sendo necessário uma exclusão manual na conta Apple após o envio;
Janela de processamento e aviso: o ecossistema leva entre 3 a 7 dias para concluir a migração devido às checagens de segurança da ID Apple, que envia uma notificação por e-mail ao finalizar upload;
Conversão de formatos padrão: as mídias são transferidas em extensões universais (.jpg, .png e .mp4), mas imagens em formato RAW ou extensões proprietárias da Apple podem sofrer incompatibilidade e ficar de fora do lote;
Edições definitivas e perda de Live Photos: as modificações visuais feitas nas imagens tornam-se permanentes após a migração, enquanto as Live Photos perdem os metadados de movimento e se transformam em imagens estáticas;
Restrições de álbuns e organizações: álbuns inteligentes e compartilhados não são transferidos, os vídeos saem das pastas originais e recebem o prefixo “Cópia de” nos servidores do Google;
Duplicatas e limite de armazenamento: o sistema do Google elimina imagens idênticas para otimizar o espaço, mas o usuário deve respeitar o teto de 20 mil mídias por álbum e o limite do plano de armazenamento da conta Google.
Por que não consigo passar as fotos do iCloud para o Google Fotos?
Há alguns pontos que podem interferir na migração de fotos do iCloud para o Google Fotos. O motivo mais comum é a falta de autenticação de dois fatores ativa (2FA) na conta Apple ou o recurso iCloud Photos estar desabilitado.
Outro obstáculo frequente é o gargalo no armazenamento, já que o Google Fotos precisa de espaço suficiente para receber o lote de mídias. Caso novos arquivos entrem na fila após o início do processo, o sistema pode falhar por falta de limite.
Por fim, a incompatibilidade de formatos, como arquivos pesados em RAW ou mídias proprietárias da Apple, costuma causar rejeições nos servidores. Nesses casos, o ecossistema do Google barra a conversão automática, interrompendo a transferência de partes da biblioteca.
Posso cancelar a transferência de fotos do iCloud para o Google Fotos?
Sim, é possível interromper a migração diretamente pela página de Dados e Privacidade da Apple durante o prazo de transferência, que leva de 3 a 7 dias. Basta acessar a plataforma, verificar o status do envio dos arquivos e selecionar a opção para encerrar o procedimento.
Caso o cancelamento seja feito no meio do caminho, os dados já processados pelos servidores continuarão salvos no Google Fotos. A interrupção impede apenas o envio do restante do lote, exigindo a exclusão manual do conteúdo parcial se você desistir do processo.
Também posso migrar as fotos do Google Fotos para o iCloud?
Sim, é viável transferir fotos do Google Fotos para o iCloud utilizando ferramentas oficiais ou manuais. O caminho mais simples é o Google Takeout, que envia os arquivos em segundo plano diretamente para os servidores da Apple após a autenticação.
Para quem prefere uma curadoria detalhada, o método tradicional de download e upload via navegador confere total controle ao usuário. Enquanto o ecossistema automatizado agiliza o envio de amplas bibliotecas, o processo manual se destaca na seleção de mídias específicas de uma nuvem para a outra.
Justiça brasileira multa big techs e estúdios de games em R$ 298 milhões por causa de loot boxes (imagem: Sameboat/Wikimedia)Resumo
Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios multou big techs e estúdios de games em R$ 298 milhões por usarem loot boxes em jogos;
decisão da 1ª Vara da Infância e da Juventude do DF considerou que loot boxes estimulam comportamentos de jogos de azar e afetam principalmente menores de idade;
empresas, incluindo Apple, Google e Microsoft, foram condenadas a pagar indenizações cujos valores serão direcionados ao Fundo dos Direitos da Criança e do Adolescente do Distrito Federal.
O Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios, por meio da 1ª Vara da Infância e da Juventude do DF, determinou que desenvolvedoras de jogos e big techs como Apple, Google e Microsoft paguem indenizações por danos morais coletivos devido ao uso de loot boxes em games. A soma das multas chega a quase R$ 300 milhões.
Uma loot box consiste em uma caixa virtual geralmente oferecida em jogos que fornece recompensas que só se tornam conhecidas após a realização de pagamentos. Essas recompensas podem incluir “skins” para personagens, armas mais potentes, itens raros e assim por diante.
Na primeira olhada, parece não haver nada de errado com isso. Porém, especialistas em saúde mental e autoridades de várias partes do mundo entendem que as loot boxes seguem uma dinâmica de jogos de azar, pois tendem a ativar os mesmos circuitos cerebrais de recompensa ativados em jogos de cassino, por exemplo. Isso pode levar a vícios e outros comportamentos nocivos.
O caso em questão tem como base um processo movido pela Associação Nacional dos Centros de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente (Anced) contra empresas de games como Activision, Nintendo e Riot.
A acusação é a de que, ao explorarem loot boxes, essas companhias estimulam comportamentos de jogos de azar, afetando principalmente menores de idade.
Com relação a companhias como Apple, Google e Microsoft, elas foram incluídas na ação civil pública por hospedarem ou darem acesso aos tais jogos por meio de suas lojas de aplicativos.
A decisão judicial levou em conta que o ECA Digital, em vigor desde março para a proteção de crianças e adolescentes no âmbito digital, reconhece loot boxes como práticas ilícitas, mas que, mesmo antes disso, já era possível considerar essa abordagem como indevida com base no Estatuto da Criança e do Adolescente em vigor desde 1990.
Diante disso, as empresas envolvidas foram punidas com indenizações cujo valor considera aspectos como gravidade da conduta e capacidade econômica.
Márlon Reis, advogado da Anced, celebrou a decisão judicial:
De acordo com uma apuração do Tilt UOL, as companhias multadas e os valores de suas respectivas indenizações são os seguintes:
Apple: R$ 50 milhões (responsável pela App Store)
Microsoft: R$ 50 milhões (responsável pela Microsoft Store)
Google: R$ 40 milhões (responsável pela Play Store)
Sony: R$ 40 milhões (responsável pela PlayStation Network)
Tencent: R$ 50 milhões (desenvolvedora de PUBG Mobile)
Ubisoft: R$ 10 milhões (desenvolvedora de Tom Clancy’s Rainbow Six Siege)
Valve: R$ 10 milhões (desenvolvedora de Counter-Strike)
Riot Games: R$ 15 milhões (desenvolvedora de League of Legends)
Electronic Arts: R$ 20 milhões (desenvolvedora de Fifa, EA Sports UFC Mobile, Apex Legends, Plants vs Zombies e outros)
Konami: R$ 8 milhões (desenvolvedora de PES 2019, eFootball PES 2021 Mobile e Yu-Gi-Oh! Duel Links)
Nintendo: R$ 5 milhões (desenvolvedora de Mario Kart Tour)
A soma desses valores chega a R$ 298 milhões. As indenizações pagas serão direcionadas ao Fundo dos Direitos da Criança e do Adolescente do Distrito Federal.
Além das indenizações, a Justiça determinou a adoção de uma série de medidas pelas empresas apontadas, como exibir informações sobre o caráter aleatório das recompensas, implementar sistemas de verificação de idade e oferecer mecanismos acessíveis de reembolso nos jogos.
Mas, sim, todas as partes envolvidas ainda podem recorrer das decisões.
O número do processo em questão é 0701554-83.2021.8.07.0013.
Investigação na Itália pode forçar Apple a realizar mudanças (arte: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
Apple é investigada na Itália por possível favorecimento ao iCloud nos sistemas da empresa.
A investigação apura se a Apple violou obrigações da Lei dos Mercados Digitais da União Europeia ao restringir serviços de nuvem concorrentes.
A dona do iPhone pode sofrer punições, incluindo ordens de modificação em seus sistemas e multas, se for confirmada a violação.
A Apple entrou novamente na mira das autoridades europeias. Nesta terça-feira (16/06), o órgão antitruste de defesa da concorrência da Itália anunciou a abertura de uma investigação para apurar se a dona do iPhone está privilegiando o iCloud em seus dispositivos móveis. A ação vai determinar se a empresa viola ou não obrigações exigidas pela Lei dos Mercados Digitais da União Europeia (DMA, na sigla em inglês).
O argumento principal é que o controle restrito sobre os sistemas iOS e iPadOS estaria limitando recursos de plataformas concorrentes como Google Drive ou OneDrive, criando um ambiente anticompetitivo e sem igualdade de condições para serviços concorrentes de armazenamento em nuvem.
Segundo a Reuters, os investigadores já reuniram indícios de que provedores terceirizados não conseguem operar com a mesma integração da solução nativa da Apple. A empresa aparentemente restringe o acesso aos mesmos componentes de hardware e software que o iCloud utiliza para funcionar.
Por que o iCloud pode violar a lei europeia?
A Lei dos Mercados Digitais da UE foi criada justamente para regular corporações de tecnologia que mantêm controle sobre grandes ecossistemas. Companhias com esse perfil, como o Google e a Apple, possuem o dever legal de assegurar que a concorrência seja justa dentro de seus sistemas.
Conforme dita essa nova legislação, a empresa deve garantir que fornecedores independentes possam funcionar de forma eficaz e gratuita com todos os recursos controlados pelo iOS e iPadOS.
O problema investigado na Itália é a diferença que impacta os serviços oferecidos para o consumidor final. Para quem usa o iPhone, o iCloud entrega uma experiência de sincronização automática e operação em segundo plano muito mais fluida do que outras alternativas de mercado que podem operar no aparelho.
O órgão regulador aponta que essa enorme vantagem acontece porque a Apple limita o acesso de terceiros a APIs fundamentais do sistema, bem como o uso de otimizações de bateria e processamento para aplicativos concorrentes.
A investigação revela que essa falta de igualdade impede que as soluções de terceiros ofereçam uma experiência equivalente à nativa. O resultado, segundo a autoridade antitruste, é que os consumidores acabam adotando o serviço da Apple por “conveniência forçada”, limitando o direito de livre escolha.
Concorrentes não têm acesso às mesmas APIs e otimizações que o iCloud (imagem: sdx15/Shutterstock)
Próximos passos
A iniciativa italiana representa a primeira investigação formal aberta por um órgão nacional europeu baseada na Lei dos Mercados Digitais. A fase atual do processo foca em coletar evidências técnicas, analisar a infraestrutura de software da Apple e receber manifestações oficiais das partes envolvidas.
Assim que essa apuração inicial estiver concluída, um relatório com as provas documentadas será enviado à Comissão Europeia. Caso a infração seja confirmada, a Apple poderá sofrer punições severas, o que inclui ordens de modificação em seus sistemas e multas altíssimas, calculadas de forma proporcional ao faturamento anual global da companhia.
Vale mencionar que a Apple já enfrenta processos antitruste em múltiplos países. Apenas nos últimos dois anos, as sanções impostas à empresa por violações de leis de concorrência e abuso de posição dominante já somaram quase US$ 3 bilhões (cerca de R$ 15 bilhões em conversão direta).
Saiba como otimizar o espaço no iCloud e garantir mais GB livres de espaço na nuvem (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
Liberar espaço no iCloud é um meio de remover dados desnecessários salvos nos servidores da Apple, recuperando capacidade para novos arquivos. Essa manutenção é essencial para evitar interrupção na sincronização do iPhone ou Mac, garantindo que os backups continuem ocorrendo com segurança.
Uma estratégia eficaz é gerenciar as mídias, deletando fotos e vídeos pesados que ocupam a maior parte da cota disponível. Também é recomendado excluir backups de dispositivos antigos ou desativar a sincronização automática de apps que não precisam de armazenamento na nuvem.
Outra opção é transferir arquivos importantes para uma pasta local no PC antes de removê-los do servidor, mantendo uma cópia física. É importante lembrar que é necessário esvaziar a pasta “Apagados Recentemente” após a limpeza para, de fato, liberar espaço na conta.
A seguir, conheça 7 práticas que ajudam a liberar espaço no iCloud.
É possível apagar fotos e vídeos do iCloud de forma simples e rápida via navegador no iCloud.com ou pelo app Fotos do iPhone. Por conta do recurso de sincronização automática da Apple, qualquer imagem deletada some instantaneamente de todos os dispositivos conectados.
Ao fazer isso, os arquivos vão para a pasta “Apagados Recentemente”, onde continuam ocupando a cota de armazenamento por 30 dias. Para liberar espaço imediatamente, você deve abrir esse álbum e limpar o lixo permanentemente do servidor na nuvem.
Como as mídias são as grandes vilãs do armazenamento na nuvem, essa faxina reduz drasticamente o volume de dados. Cada arquivo removido recupera de 2 MB a 100 MB de memória, otimizando o espaço total disponível na hora.
O site iCloud.com permite acessar a Fototeca para excluir fotos e vídeos armazenados na nuvem (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
2. Baixe mídias do iCloud no PC
Você pode baixar fotos e vídeos do iCloud para o computador utilizando o site iCloud.com, o sistema nativo do Mac ou o aplicativo para Windows. Esse processo cria uma cópia de segurança no HD, permitindo escolher arquivos em formatos de alta compatibilidade.
Contudo, fazer o download isolado não libera espaço na nuvem automaticamente, já que os originais continuam ocupando a cota de armazenamento. Após salvar os conteúdos em uma pasta local, você pode deletar as mídias salvas no serviço e esvaziar a pasta de itens apagados para recuperar essa memória.
A estratégia de transferir arquivos para o armazenamento físico reduz drasticamente o volume de dados consumidos pelo perfil da Apple. Além de garantir total controle sobre os registros, evita custos extras com assinaturas de planos de dados mais caros.
É possível baixar até 1.000 fotos no iCloud para o armazenamento local (imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)
3. Migre fotos do iCloud para o Google Fotos
A Apple oferece uma ferramenta nativa para mover fotos do iCloud para o Google Fotos diretamente entre os servidores das empresas. Feita por meio da página oficial da Maçã, a migração leva de três a sete dias e preserva a organização original dos álbuns diretamente na conta de destino.
Vale destacar que a transferência apenas duplica as mídias, sem liberar espaço de armazenamento na Apple automaticamente. Para recuperar a cota após a transferência completa, é necessário apagar manualmente os arquivos originais do iCloud e, depois, esvaziar a pasta de itens apagados.
Essa estratégia limpa os dados mais pesados dos servidores da Apple, transferindo o consumo de memória para o serviço do Google. O processo é ideal para quem deseja centralizar ou dividir os arquivos em uma plataforma diferente, equilibrando o uso de armazenamento na nuvem.
É possível usar uma ferramenta da própria Apple para transferir mídias para o Google Fotos (imagem: Reprodução/9to5Mac)
4. Verifique outros itens salvos no iCloud
Ao acessar os ajustes do iPhone e tocar na barra de gerenciamento do iCloud, você visualiza o gráfico com tudo o que consome a memória na nuvem. Esse painel detalha o espaço ocupado por backups de aparelhos antigos, e-mails com anexos pesados e dados de aplicativos.
A exclusão desses arquivos secundários reduz o volume total de dados salvos nos servidores e otimiza a cota digital. Ao desativar o backup de apps dispensáveis e limpar o histórico de conversas de e-mails e mensageiros, você recupera espaço instantaneamente
Embora as mídias dominem o armazenamento, essa faxina em documentos e backups esquecidos alivia significativamente o limite da conta Apple. Para garantir a liberação imediata dessa memória oculta, lembre-se de sempre esvaziar a lixeira do iCloud.
O iCloud permite verificar quais tipos de arquivos ocupam mais espaço de armazenamento (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
5. Gerencie as sincronizações com o iCloud
Para gerenciar as sincronizações com o iCloud, basta acessar os ajustes do iPhone e selecionar quais aplicativos podem enviar dados para a nuvem. Ao desativar o pareamento de apps pesados, como Mensagens e Fotos, os dados passam a ser armazenados apenas localmente no aparelho.
Essa estratégia de segmentação reduz o volume da conta digital ao impedir que conteúdos pesados sobrecarreguem o servidor remoto. Além de otimizar o espaço disponível imediatamente, você passa a ter um controle muito mais rígido sobre a privacidade digital.
Vale lembrar que apenas desligar a sincronização não apaga o que já foi salvo nos servidores da Apple. Para recuperar a memória ocupada, você precisa deletar manualmente os arquivos na nuvem e, depois, esvaziar a pasta de itens apagados.
Selecionar quais arquivos serão sincronizados na nuvem ajuda a evitar dados desnecessários no iCloud (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
6. Exclua ou diminua o backup na nuvem
Uma forma eficiente de reduzir o consumo na nuvem é acessar o ajuste do iPhone e entrar na área de gerenciamento de armazenamento. Para apagar um backup do iCloud de aparelhos antigos, basta selecionar o dispositivo desejado e confirmar a exclusão definitiva.
Outra opção para economizar espaço é diminuir o tamanho da cópia de segurança desmarcando apps pesados, como WhatsApp e Mensagens. Essa triagem impede que mídias redundantes sejam enviadas desnecessariamente para os servidores da Apple durante a rotina automática.
Essa faxina remove pacotes de dados obsoletos que costumam ocupar de 5 GB a 50 GB da conta digital de forma invisível. Ao eliminar esses arquivos pesados do servidor, a cota é liberada na hora, mantendo salvos apenas os dados essenciais.
Apagar backups de aparelhos antigos da Apple ajuda a liberar armazenamento na nuvem (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
7. Apague o backup do WhatsApp no iCloud
Para excluir o backup do WhatsApp e recuperar espaço, acesse os ajustes do iPhone, toque no gerenciamento do iCloud e selecione o mensageiro da Meta. Depois, basta escolher a opção de apagar os dados salvos na nuvem e confirmar a remoção definitiva do pacote.
Essa ação elimina apenas a cópia de segurança remota nos servidores da Apple, mantendo o histórico de conversas e mídias intacto localmente no aparelho. Para evitar que o app volte a lotar a conta, lembre-se de desativar a chave de sincronização automática.
Como o acúmulo de arquivos do WhatsApp costuma ocupar de 1 GB a 10 GB de dados, a limpeza gera um alívio imediato no iCloud. Ao deletar esse conteúdo pesado do servidor, você recupera GB na hora para utilizar com documentos mais essenciais.
Excluir o backup do WhatsApp no iCloud pode oferecer um amplo ganho de espaço (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
Por que o iCloud fica cheio?
O iCloud lota rapidamente porque os servidores da Apple armazenam em massa fotos, vídeos e backups de todos os dispositivos do usuário. Como a empresa disponibiliza apenas uma franquia gratuita de 5 GB, esse limite é facilmente superado pela sincronização contínua.
Além disso, muitos usuários confundem o serviço com uma expansão da memória física do iPhone, quando ele é um espelho independente. Esse acúmulo de arquivos pesados e históricos de mensagens satura o plano básico, exigindo limpezas constantes ou a assinatura de mais espaço.
O que acontece se eu não liberar espaço no iCloud?
Quando a conta Apple atinge o limite máximo do iCloud, o ecossistema dos dispositivos pode enfrentar algumas consequências técnicas. As principais são:
Bloqueio de mídias e e-mails: o aplicativo Fotos suspende o upload de novas imagens e impede o acesso aos arquivos em múltiplos dispositivos, enquanto o iCloud Mail deixa de enviar ou receber mensagens nos servidores;
Fim das cópias de segurança: os backups automatizados do iPhone são interrompidos, deixando dados e arquivos desprotegidos contra perdas, furtos ou falhas de hardware;
Falha na sincronização nativa: apps como Notas, Lembretes e Contatos param de compartilhar atualizações entre as telas, gerando inconsistências no histórico dos aparelhos;
Interrupção no WhatsApp: o mensageiro perde a capacidade de salvar novos históricos de conversas na nuvem, impedindo a recuperação do chat se a pessoa trocar de dispositivo;
Paralisação do iCloud Drive: o envio de novos documentos e o compartilhamento de pastas ficam congelados na rede, impedindo o trabalho em arquivos colaborativos;
Risco de exclusão definitiva: caso a conta permaneça acima do teto estipulado, a Apple pode congelar o perfil e, após notificações, eliminar o excesso de dados armazenados.
Consigo ver o que está ocupando armazenamento no iCloud?
Sim, você pode monitorar o consumo do iCloud por meio de um gráfico intuitivo disponível nos ajustes do iPhone, no Mac ou no app para Windows. Esse painel exibe uma visão completa do armazenamento, listando no topo da tela os aplicativos e recursos que mais consomem espaço.
Ao navegar por essa lista, o usuário visualiza a divisão exata por categorias, como fotos, backups e mensagens. Clicar em cada um desses tópicos permite examinar os arquivos em detalhes, facilitando a identificação dos grandes vilões do espaço digital.
Posso comprar mais armazenamento no iCloud?
Sim, você pode expandir o espaço em nuvem migrando para o iCloud+, uma assinatura premium da Apple. O processo para comprar armazenamento no iPhone é feito direto nos ajustes, elevando a cota para fotos e backups e liberando recursos extras de segurança.
Essa expansão digital oferece planos que vão de 50 GB até 12 TB, com a vantagem de poder compartilhar o espaço com a família. Além do iPhone, a contratação pode ser feita pelo Mac, app para Windows ou navegador, e o upgrade do perfil com novo limite de memória é atualizado na hora.
Tem como aumentar o armazenamento do iCloud de graça?
Não existe um método para expandir o armazenamento do iCloud além dos 5 GB gratuitos padrão da Apple. A empresa adota uma política rígida, exigindo a assinatura do plano pago iCloud+ caso o usuário precise de mais espaço nos servidores remotos.
A única alternativa sem custos para contornar esse teto é realizar uma faxina digital rigorosa para otimizar a franquia existente. Isso inclui desativar o backup de apps secundários, deletar arquivos duplicados e esvaziar permanentemente a lixeira do sistema.
O iPhone 17 Pro Max de 256 GB está saindo por R$ 8.831 à vista no cartão de crédito na Amazon. A melhor oferta que já vimos oferece abatimento de 37% sobre o preço original de R$ 13.999.
O celular de ponta da Apple tem tela OLED com taxa de 120 Hz, chip A19 Pro de alta performance e câmeras de 48 MP.
iPhone 17 Pro Max tem câmeras de 48 MP e tela de 120 Hz
O iPhone 17 Pro Max possui um kit principal de câmeras de 48 MP, que inclui uma wide com OIS e uma ultrawide que captam cenas com maior enquadramento, e uma telefoto com zoom óptico de 4x para aproximações. A frontal de 18 MP tira selfies em modo Paisagem mesmo com o celular na vertical.
Seu chip A19 Pro e os 12 GB de RAM entregam 40% mais poder de processamento que a geração anterior, segundo a Apple, sendo este o atual smartphone mais poderoso da maçã. Os 256 GB de armazenamento entregam espaço adequado para guardar vídeos, arquivos e fotos.
O corpo de alumínio recebe o vidro Ceramic Shield na traseira e sobre a tela, que protege o gadget contra riscos e arranhões, enquanto a certificação IP68 adiciona resistência contra poeira e mergulhos de até 6 m por no máximo 30 minutos.
Tela do iPhone 17 Pro Max traz ProMotion de 120 Hz (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
A tela Super Retina XDR OLED de 6,9 polegadas do iPhone 17 Pro Max possui ProMotion de 120 Hz e brilho de até 3.000 nits, que oferece cores vibrantes, rolagem fluida e visibilidade sob luz forte.
Este smartphone possui conectividade 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 6.0, NFC e suporta eSIM. Sua bateria resiste até 37 horas de reprodução de vídeo segundo a fabricante, suporta MagSafe e carregamento rápido de 40 W via USB-C.
O iPhone 17 Pro Max (256 GB), que roda iOS 26 e deve receber pelo menos cinco atualizações do sistema operacional, sai por R$ 8.831 à vista no cartão de crédito na Amazon, um desconto de 37% frente ao valor original na melhor oferta que já vimos.
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iPhone 17 Pro Max (256 GB) tem câmeras de 48 MP e tela OLED de 120 Hz; melhor oferta que já vimos traz celular premium da Apple com desconto de 37% à vista no cartão
Saiba o passo a passo para proteger seu iPhone contra roubos (imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
A Proteção de Dispositivo Roubado é uma camada extra de segurança que impede acessos críticos ao iPhone, mesmo se o criminoso souber a senha do aparelho. O recurso exige autenticação biométrica via Face ID ou Touch ID para modificar configurações sensíveis, blindando os dados da vítima.
Para gerenciar a função, basta acessar os “Ajustes”, entrar em “Face ID e Código” e selecionar a opção “Proteção de Dispositivo Roubado”. Ao desativar o recurso, o sistema inicia um “Adiamento de segurança”, exigindo uma hora de espera para a alteração ser efetivada no dispositivo.
A seguir, veja o passo a passo para configurar a Proteção de Dispositivo Roubado no iPhone.
Como ativar a Proteção de Dispositivo Roubado no iPhone
1. Acesse os “Ajustes” do iPhone
Abra o aplicativo “Ajustes” do iPhone para acessar as configurações do dispositivo e iniciar o processo de segurança.
Abrindo o app “Ajustes” no iPhone (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
2. Entre em “Face ID e Código”
Desça a tela de “Ajustes”, selecione o menu “Face ID e Código” ou “Touch ID e Código” e insira a senha numérica atual para ver as opções de proteção do dispositivo.
Entrando no menu “Face ID e Código” para ver as configurações de segurança (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
3. Abra o menu “Proteção de Dispositivo Roubado”
Encontre a opção “Proteção de Dispositivo Roubado” e toque nela para abrir a tela para configurar o bloqueio de segurança do iPhone.
Selecionando a opção “Proteção de Dispositivo Roubado” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
4. Ative a “Proteção de Dispositivo Roubado”
Toque na chave ao lado da opção “Proteção de Dispositivo Roubado” e inicie a configuração para proteger o iPhone do roubo.
Importante: o recurso “Buscar” precisa estar habilitado para acionar a proteção contra roubo do iPhone.
Ativando a função “Proteção de Dispositivo Roubado” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
5. Marque a opção “Sempre”
Selecione a opção “Sempre” para ativar o bloqueio de segurança do iPhone em qualquer localização geográfica. Com isso, o dispositivo sempre exigirá o uso do Face ID para o desbloqueio e acesso a configurações críticas da conta Apple ou sistema.
Marcando a opção “Sempre” para o adiamento de segurança (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
Como desativar a Proteção de Dispositivo Roubado no iPhone
1. Abra os “Ajustes” do iPhone
Acesse os “Ajustes” do iPhone para ver as opções do dispositivo.
Abrindo o “Ajustes” do iPhone (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
2. Acesse o “Face ID e Código”
Entre no menu “Face ID e Código” e digite a senha numérica do dispositivo para retornar às opções de proteção do iPhone.
Tocando em “Face ID e Código” para ver mais configurações (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
3. Toque em “Proteção de Dispositivo Roubado”
Toque na opção “Proteção de Dispositivo Roubado” para revisar as configurações de bloqueio de segurança do iPhone.
Acessando o menu “Proteção de Dispositivo Roubado” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
4. Desative a chave de “Proteção de Dispositivo Roubado”
Toque na chave da opção “Proteção de Dispositivo Roubado” para desativar a ferramenta anti-ladrão do iPhone.
Desativando o recurso “Proteção de Dispositivo Roubado” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
5. Inicie o “Adiamento de segurança”
Ao desativar a função, toque em “Iniciar Adiamento de Segurança” e em seguida “OK”. Então, aguarde uma hora e volte para desativar completamente a Proteção de Dispositivo Roubado.
Iniciando o “Adiamento de Segurança” para desativar completamente a Proteção de Dispositivo Roubado (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
Para que serve a Proteção de Dispositivo Roubado da Apple?
A Proteção de Dispositivo Roubado é uma camada extra de segurança que impede criminosos de assumirem o controle da conta Apple, mesmo que eles saibam a senha. O recurso blinda o sistema ao exigir obrigatoriamente o Face ID ou Touch ID para acessar funções críticas caso a pessoa tenha o celular roubado.
A ferramenta entra em ação em qualquer localização, ativando um atraso de segurança de uma hora para operações sensíveis, como alterar a senha do ID Apple. Esse intervalo de tempo é crucial para a vítima reagir, rastrear o aparelho pelo aplicativo Buscar e bloquear o acesso a cartões e senhas salvas nas chaves do aparelho.
O que acontece quando roubam um iPhone com a proteção ativada?
O recurso de proteção do celular da Apple ativa travas e barreiras que impedem o controle do iPhone, mesmo se o criminoso tiver a senha numérica.
Bloqueio biométrico obrigatório: o sistema exige exclusivamente o Face ID ou Touch ID para acessar senhas, cartões salvos e funções críticas, anulando o uso do código numérico;
Barreira contra acessos remotos: o recurso impede que criminosos alterem as configurações de segurança da conta da Apple pelo navegador web, blindando o ecossistema da vítima;
Atraso de segurança inteligente: a proteção do celular ativa uma espera de uma hora para autorizar modificações sensíveis, como a troca da senha do ID Apple ou o cadastro de uma nova biometria;
Tempo hábil para reação: esse intervalo forçado de 60 minutos neutraliza a ação rápida dos bandidos, dando tempo para a vítima bloquear o dispositivo pelo aplicativo Buscar ou via iCloud.
Quais modelos de iPhone têm Proteção de Dispositivo Roubado?
A Proteção de Dispositivo Roubado está disponível para todos os iPhones compatíveis com o iOS 17.3 ou versões superiores do sistema. O recurso abrange desde as linhas iPhone 11 até os modelos mais atuais, incluindo também as versões SE de 2ª e 3ª geração.
Para ativar a camada extra de defesa, basta manter o software do aparelho atualizado nas configurações básicas. Para atualizar o iOS, basta abrir o “Ajustes”, selecionar a opção “Geral” e acessar o menu “Atualização de software”.
O iPhone 16e de 128 GB está saindo por apenas R$ 3.498,99 no Pix no Mercado Livre, um desconto de 40% sobre o preço original de R$ 5.799.
O smartphone acessível da Apple possui tela OLED com brilho de 1.200 nits e câmera wide de 48 MP igual à presente no iPhone 17e.
iPhone 16e tem tela OLED e câmeras do iPhone 17e
O iPhone 16e possui uma tela Super Retina XDR OLED de 6,1″ com brilho de 1.200 nits igual à do novo iPhone 17e, revestida com o vidro Ceramic Shield contra o Ceramic Shield 2 do modelo mais recente. Ambos os celulares entregam cores vivas e visibilidade sob luz forte.
O chip Apple A18 e os 8 GB de RAM oferecem alto desempenho em multitarefa, apps e games, enquanto o 17e possui o mais recente A19. Os 128 GB de armazenamento podem ser expandidos com planos do iCloud, seja o gratuito de 5 GB ou pagos com mais espaço na nuvem.
Seu corpo de alumínio é reforçado pela certificação IP68, que confere resistência contra poeira e mergulhos acidentais de até 6 m em água doce por no máximo 30 minutos.
Câmera wide de 48 MP é a mesma do iPhone 17e (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
As câmeras do iPhone 16e são as mesmas do 17e: a wide de 48 MP com OIS na traseira capta cenas com grande campo de visão, e a frontal de 12 MP tira selfies com qualidade com o recurso Center Stage que centraliza elementos. Ambas gravam vídeos em 4K a 60 fps.
Este celular traz conectividade 5G, Wi-Fi 6, Bluetooth 5.3 e NFC que habilita realizar compras por aproximação. Sua bateria de 4.005 mAh resiste até 26 horas de reprodução de vídeo segundo a Apple, e suporta carga rápida de 0 a 50% em apenas 30 minutos via cabo USB-C, mas não tem MagSafe, ao contrário do 17e.
O iPhone 16e (128 GB), que foi atualizado para o iOS 26 e deve receber pelo menos mais cinco atualizações do sistema operacional, sai por apenas R$ 3.498,99 no Pix no Mercado Livre, um abatimento de 40% frente ao valor de lançamento.
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O iPhone 16 de 128 GB está saindo por R$ 4.339 no Pix com cupom SMART250 na Amazon, um abatimento de 44% sobre o valor original de R$ 7.799. O celular da Apple possui tela OLED com brilho de até 2.000 nits, chip A18 de 3 nanômetros e câmera wide de 48 MP.
iPhone 16 tem tela OLED, câmera de 48 MP e chip A18
Lançado em 2024, o iPhone 16 possui uma tela Super Retina XDR OLED de 6,1 polegadas com taxa de 60 Hz e brilho de até 2.000 nits, entregando cores vivas e visibilidade sob luz forte. O vidro Ceramic Shield protege o display contra riscos e arranhões.
Seu chip Apple A18 de 3 nanômetros e os 8 GB de RAM oferecem alto desempenho em multitarefa e games pesados, enquanto os 128 GB de armazenamento podem ser expandidos com planos do iCloud.
O corpo de alumínio recebe revestimento de vidro na traseira e o reforço da certificação IP68, que adiciona resistência contra poeira e mergulhos de até 6 m de profundidade em água doce por no máximo 30 minutos.
iPhone 16 tem câmera wide de 48 MP e ultrawide de 12 MP (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O kit principal de câmeras do iPhone 16 inclui uma wide de 48 MP com OIS igual à presente no iPhone 17e, e uma ultrawide de 12 MP com ângulo de 120º; juntas, elas captam cenas com grande campo de visão e maior enquadramento. A frontal de 12 MP tira selfies com qualidade, e todas gravam vídeos em 4K a 60 fps.
Este celular conversa com redes 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 5.3 e NFC para ações por aproximação. Sua bateria de 3.561 mAh tem autonomia de até 22 horas de reprodução de vídeo segundo a fabricante, suporta MagSafe e carregamento rápido de 25 W via USB-C.
O iPhone 16 (128 GB) foi atualizado para o iOS 26 e deve receber pelo menos mais cinco updates do sistema operacional. O celular da Apple está em oferta por R$ 4.339 no Pix com cupom SMART250 na Amazon, um desconto de 44% quando comparado ao preço de lançamento.
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O iPhone Air de 512 GB está saindo por R$ 7.109 no Pix com cupom de R$ 400 OFF disponível na página do Mercado Livre. A melhor oferta em meses oferece o celular fininho da Apple com tela OLED de 120 Hz e chip A19 Pro com 41% de desconto frente ao preço original de R$ 11.999.
iPhone Air é celular fininho com chip A19 Pro e tela de 120 Hz
iPhone Air é o celular mais fino da Apple (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O iPhone Air possui um corpo de apenas 5,64 mm e 165 g de peso que não afeta seu desempenho: o chip A19 Pro e os 12 GB de RAM entregam a mesma performance dos demais celulares da linha 2025 da Apple, enquanto os 512 GB de armazenamento disponibilizam espaço vasto para vídeos e arquivos.
Sua câmera wide de 48 MP com OIS captura cenas com maior enquadramento, e a frontal Center Stage de 18 MP tira selfies no modo Paisagem com o celular na posição vertical. Ambas gravam vídeos em 4K a 60 fps.
A tela Super Retina XDR OLED de 6,5 polegadas possui ProMotion de 120 Hz e brilho de até 3.000 nits, oferecendo cores vibrantes, rolagem fluida e visibilidade sob luz forte. O vidro Ceramic Shield 2 protege-a contra arranhões e quedas.
Tela OLED do iPhone Air possui ProMotion de 120 Hz (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O corpo de titânio do iPhone Air recebe o Ceramic Shield na traseira e o reforço da certificação IP68 que confere resistência contra poeira e mergulhos de até 6 metros em água por no máximo 30 minutos.
Este celular possui conectividade 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 6.0 e NFC. Sua bateria de 3.149 mAh resiste até um dia de uso moderado, suporta MagSafe e recebe uma carga de 50% em 30 minutos via USB-C, segundo a Apple.
O iPhone Air (512 GB) roda iOS 26 e deve receber pelo menos cinco atualizações do sistema operacional. O celular fininho da Apple sai por R$ 7.109 no Pix com cupom de R$ 400 OFF disponível na página do Mercado Livre, um abatimento de 41% de desconto sobre o valor original.
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Os AirPods 4 com ANC estão disponíveis em oferta com possibilidade de parcelamento na Amazon. Os fones de ouvido da Apple saem por R$ 1.599 em até 11x sem juros, com 20% de desconto em relação ao preço de lançamento de R$ 1.999.
Apple AirPods 4 possui áudio espacial e ANC
AirPods 4 (imagem: reprodução/Apple)
O modelo tem como um dos principais destaques o cancelamento ativo de ruído (ANC). A função tem como objetivo abafar sons externos do ambiente para proporcionar uma experiência sonora através dos fones mais limpa e rica.
Os AirPods 4 também contam com Áudio Espacial, um recurso que utiliza o rastreamento dinâmico da cabeça do usuário para entregar uma sensação de que o som está vindo de todas as direções. O funcionamento é parecido com a experiência no cinema, no qual o espectador fica totalmente imerso.
Os fones de ouvido utilizam o chip H2 com suporte a Siri, que possibilita atender e recusar ligações sem precisar do celular. A assistente virtual da Apple também é capaz de ler as notificações, responder a perguntas e outras funções.
Estojo dos Airpods 4 ficou 10% mais compacto a geração anterior (imagem: Divulgação/Apple)
De acordo com a fabricante, a autonomia entregue é de até 30 horas de reprodução. O estojo possui uma entrada USB-C e também suporta carregamento sem fio. O wearable apresenta a compatibilidade de Bluetooth 5.3 reconhecido pela eficiência energética e inclui certificação IP54 contra água e poeira.
Os AirPods 4 com ANC estão à venda por R$ 1.599 em até 11x sem juros, com 20% de desconto. Aproveite a oferta encontrada na Amazon para adquirir um fone potente e sem precisar pagá-lo à vista.
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Descubra como funciona os sensores que ajustam a temperatura de cor e brilho das telas dos dispositivos da Apple (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O True Tone é uma tecnologia exclusiva da Apple que ajusta instantaneamente a temperatura de cor e o brilho da tela conforme o ambiente. Disponível em modelos recentes de iPhone e iPad, o recurso torna a experiência visual mais natural e reduz o esforço ocular.
O sistema funciona com sensores que analisam a iluminação ao redor, enviando dados para o processador calibrar o balanço de branco do display. Esse ajuste dinâmico alterna entre tons quentes ou frios de forma imperceptível, mantendo a fidelidade visual diante das variações de luz.
O recurso é recomendado para atividades do dia a dia, como leitura e navegação, priorizando o conforto em longos períodos de uso. Por outro lado, ele deve ser desativado durante tarefas profissionais que exigem precisão absoluta, como edição de fotos, vídeos e design gráfico.
A seguir, saiba mais sobre a tecnologia True Tune, seu funcionamento detalhado e quais dispositivos da Apple contam com essa função.
True Tone é uma tecnologia da Apple que utiliza sensores de luminosidade para ajustar automaticamente a temperatura de cor e o brilho com base na luz do ambiente. Simulando o reflexo de uma folha de papel, o recurso deixa as imagens mais naturais e reduz o cansaço visual do usuário.
O que significa True Tone?
O termo “True Tone” foi criado pela Apple em 2016 para batizar a tecnologia de tela com a capacidade de exibir cores autênticas. A palavra “True” se refere à fidelidade e ao aspecto natural das imagens, enquanto o “Tone” remete ao tom de cor e ao balanço de branco.
A inspiração veio do comportamento das páginas impressas, que refletem a iluminação do ambiente sem distorcer as tonalidades. Durante o anúncio da tecnologia, a marca destacou que os sensores imitam essa dinâmica ao rastrear a temperatura de cor ao redor.
O True Tone ajusta os tons da tela de acordo com a iluminação ao redor (imagem: Reprodução/Apple)
Para que serve o True Tone?
O True Tone torna a leitura em telas mais confortável ao adaptar o brilho e a temperatura de cor da tela à luz ambiente. Ao suavizar o display de forma dinâmica, o recurso reduz o cansaço dos olhos causado pelo excesso de luz azul.
Essa tecnologia equilibra tons quentes e frios para simular o comportamento de uma folha de papel sob diferentes iluminações. O resultado é uma experiência visual mais natural para o usuário durante longas sessões de leitura e consumo de mídia.
Como funciona o True Tone
O funcionamento do True Tone no iPhone acontece em tempo real por meio de sensores de luz ambiente de quatro canais embutidos no aparelho. Esse conjunto analisa instantaneamente a iluminação ao redor, medindo tanto a intensidade do brilho quanto a temperatura de cor.
Os dados coletados são enviados ao processador, que recalcula e ajusta o balanço de branco do display a cada 30 milissegundos. Esse processamento dinâmico calibra a tela de forma imperceptível para o usuário, acompanhando qualquer mudança de luz.
Na prática, sob lâmpadas quentes de uma sala, a tela reduz a luz azul e assume tons mais amarelados. Já em ambientes abertos com luz do dia, o sistema adota tons mais frios para manter a fidelidade cromática.
Essa engenharia faz com que a tela Retina Display se comporte exatamente como uma folha de papel impresso sob qualquer iluminação. O resultado é uma visualização sempre natural que elimina o estresse visual causado por contrastes agressivos de luz.
O iPhone conta com sensores de luz ambiente que analisam a iluminação em volta para ajustar o balanço de branco (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Preciso ativar o True Tone?
Não é preciso ativar o True Tone, pois o recurso vem habilitado por padrão de fábrica nos dispositivos da Apple. O usuário é apresentado à tecnologia na configuração inicial do aparelho, sem a necessidade de qualquer ação manual imediata.
Caso a pessoa prefira o comportamento padrão do display, a função pode ser desativada ou reativada a qualquer momento. No iPhone ou iPad, basta acessar os ajustes do sistema, tocar na opção “Tela e Brilho” e alternar a chave seletora.
O True Tone gasta muita energia?
O True Tone não exige muita energia, apresentando um impacto na bateria de apenas 2% a 3% do consumo total do aparelho. Desativar o recurso gera um ganho de autonomia tão pequeno que chega a ser imperceptível na rotina diária de uso.
Esse gasto mínimo ocorre porque os sensores de luz e o algoritmo de ajuste são extremamente otimizados. Além disso, a tecnologia economiza energia em locais escuros ao reduzir o brilho da tela, compensando o processamento do balanço de branco.
O True Tone é recurso que vem ativado de fábrica, gastando pouca energia no seu funcionamento (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Quais dispositivos são compatíveis com o True Tone?
O True Tone está presente na maior parte das telas modernas da Apple. Veja a lista de aparelhos compatíveis com a tecnologia:
iPhones: linhas iPhone 8 e posteriores (incluindo modelos Pro e Pro Max), além do iPhone SE (a partir da 2ª geração);
iPads: modelos padrão (9ª geração em diante), iPad mini (5ª geração em diante), iPad Air (3ª geração em diante) e todas as versões do iPad Pro;
Macs: notebooks MacBook Pro e MacBook Air lançados a partir de 2018, além dos computadores all-in-one iMac a partir do modelo de 2020;
Monitores: telas profissionais e dedicadas da marca, incluindo os modelos Apple Studio Display e Apple Pro Display XDR.
Existe True Tone para Android?
Não, o True Tone é uma tecnologia proprietária da Apple e exclusiva dos aparelhos da Maçã. Apesar disso, o ecossistema Android traz recursos semelhantes de marcas concorrentes que operam sob o mesmo princípio de adaptação ao ambiente.
Assim, os smartphones utilizam funções nativas como o Adaptive Tone do Google Pixel e o Adaptive Color Tone do Samsung Galaxy. Essas ferramentas usam os sensores para equilibrar o balanço de branco e ajustar os tons da tela de forma automática à iluminação ao redor.
iPad Mini e outros modelos de tablets da Apple também contam com o recurso True Tone (imagem: divulgação/Apple)
Em quais casos o True Tone é indicado?
O True Tone é ideal para o uso cotidiano, priorizando o conforto visual em diferentes cenários de iluminação. Estas são algumas situações em que o recurso se torna um aliado:
Leitura e maratona de vídeos: reduz o cansaço visual ao suavizar o contraste da tela e as cores naturalmente durante o consumo prolongado de e-books, artigos ou vídeos;
Transição entre ambientes: ideal para quem se desloca constantemente, adaptando o display instantaneamente ao sair de um local fechado com lâmpadas quentes para um ambiente aberto sob a luz do dia;
Uso sob a luz solar: eleva a legibilidade ao ar livre, ajustando o balanço de branco para tons mais frios para combater reflexos e garantir nitidez da tela mesmo em locais abertos;
Escritórios com luz fluorescente: evita que o display exiba uma aparência excessivamente azulada ou opaca sob as lâmpadas frias de ambientes corporativos, mantendo uma neutralidade agradável;
Navegação noturna: minimiza a fadiga em locais escuros ao adotar tons mais quentes, diminuindo a emissão de luz azul que costuma prejudicar a qualidade do sono do usuário;
Redes sociais e uso casual: garante cores consistentes e realistas para usuários não profissionais durante a rolagem do feed, tornando a navegação diária muito mais confortável e fluida.
Quando devo evitar usar o True Tone?
O True Tone deve ser desativado em atividades que exigem precisão absoluta de cores. Alguns exemplos são:
Edição de fotos e vídeos: a alteração automática na temperatura de cor distorce as tonalidades originais da imagem, prejudicando a exatidão necessária para o tratamento profissional de arquivos;
Design gráfico e identidade visual: criar logotipos e materiais de marcas exige fidelidade cromática absoluta, algo que é afetado pelas compensações e calibrações dinâmicas que o recurso aplica na tela;
Desenvolvimento de interfaces (UI/UX): programadores e designers precisam visualizar aplicativos e sites exatamente como foram codificados, sem filtros de tela que mascarem a real aparência do software;
Trabalhos de color grading: a etapa de finalização de cores no cinema e no audiovisual exige um monitor de referência estático, totalmente livre de correções automáticas de iluminação;
Jogos de alta dinâmica (HDR): games de alto contraste dependem das cores vibrantes originais planejadas pelos desenvolvedores, que podem parecer lavadas ou opacas com o recurso ativado;
Análise de imagens médicas: profissionais de saúde que avaliam exames digitais, como tomografias e raios-X, necessitam da imagem bruta e sem filtros para evitar qualquer erro de diagnóstico.
Os MacBooks e monitores da Apple também possuem o recurso True Tone, no entanto, é recomendado que ele seja desativado em trabalhos de edição profissional (imagem: Reprodução/Apple)
Qual é a diferença entre True Tone e Night Shift?
O True Tone é uma tecnologia dinâmica que utiliza sensores para ajustar, em tempo real, o balanço de branco e o brilho da tela à iluminação ao redor. O objetivo é fazer a tela parecer uma folha de papel, mantendo as cores naturais em qualquer ambiente.
O Night Shift é um recurso programável que aplica um filtro estático para mudar os tons da tela para cores mais quentes e amareladas ao anoitecer. Ativado por horário ou no pôr do sol, ele visa reduzir a luz azul para melhorar a qualidade do sono.
O iPhone 17 de 256 GB está em oferta por apenas R$ 5.613 no Pix no Mercado Livre, um abatimento de 30% em relação ao valor original de R$ 7.999.
Este celular da Apple possui tela OLED de 6,3″ com ProMotion de 120 Hz, chip A19 de alto desempenho e câmeras wide e ultrawide de 48 MP.
iPhone 17 traz tela OLED de 120 Hz e câmeras de 48 MP
O iPhone 17 é equipado com uma tela Super Retina XDR OLED de 6,3 polegadas, com ProMotion de 120 Hz e brilho de até 3.000 nits que oferece cores vivas, rolagem fluida e visibilidade sob luz forte. O vidro Ceramic Shield 2 protege o painel contra arranhões e pancadas.
Seu chip Apple A19 e os 8 GB de RAM entregam alta performance em multitarefa, games e soluções da Apple Intelligence. Os 256 GB de armazenamento disponibilizam espaço adequado para guardar vídeos, fotos e arquivos.
O corpo de alumínio do gadget recebe o Ceramic Shield 2 na traseira e a certificação IP68, que adiciona resistência contra poeira e mergulhos de até 6 metros por no máximo 30 minutos.
iPhone 17 traz câmeras wide e ultrawide de 48 MP (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O kit principal de câmeras do iPhone 17 inclui uma wide com OIS e uma ultrawide com campo de visão de 120º, ambas de 48 MP. A frontal de 18 MP tira selfies no modo Paisagem mesmo com o celular na vertical. Todas gravam vídeos em 4K a 60 fps.
Este celular conversa com redes 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 6.0, Ultra Wideband (UWB), NFC e comporta eSIM. Sua bateria de 3.692 mAh tem autonomia de até 30 horas de reprodução de vídeo segundo a Apple, suporta MagSafe e carregamento rápido de 40 W, recebendo uma carga de 0 a 50% em apenas 20 minutos.
O iPhone 17 (256 GB), que roda iOS 26 e deve receber pelo menos cinco atualizações do sistema operacional, sai por apenas R$ 5.613 no Pix no Mercado Livre, um desconto de 30% em comparação ao preço de lançamento.
Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.
O celular fininho da Apple traz tela OLED de 120 Hz, 12 GB de RAM, chip A19 Pro e câmera principal de 48 MP.
iPhone Air é celular “magrinho”, porém potente
iPhone Air é o celular mais fino da Apple (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Mesmo com apenas 5,64 mm de espessura e 165 g de peso, o iPhone Air entrega performance de ponta com o chip A19 Pro, 12 GB de RAM e 256 GB de armazenamento, não devendo nada aos demais celulares da linha mais recente da Apple.
Sua câmera wide de 48 MP com OIS captura cenas com um grande campo de visão, enquanto a frontal Center Stage de 18 MP tira ótimas selfies no modo Paisagem mesmo com o celular na vertical. Ambas gravam vídeos em 4K a 60 fps.
A tela Super Retina XDR OLED de 6,5 polegadas tem ProMotion de 120 Hz e brilho de até 3.000 nits, oferecendo cores fiéis, rolagem fluida e visibilidade sob luz forte. O vidro Ceramic Shield 2 protege o display contra arranhões e quedas.
Tela OLED do iPhone Air possui ProMotion de 120 Hz (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O corpo de titânio do iPhone Air recebe o Ceramic Shield na traseira e o reforço da certificação IP68, que confere resistência contra poeira e mergulhos de até 6 metros por no máximo 30 minutos.
Este celular suporta redes 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 6.0 e NFC. Sua bateria de 3.149 mAh resiste a um dia de uso moderado, é compatível com MagSafe e recebe uma carga de 50% em 30 minutos via USB-C, segundo a fabricante.
O iPhone Air (256 GB) roda iOS 26 e deve receber pelo menos cinco atualizações do sistema operacional. O celular fininho da Apple sai por R$ 6.479 no Pix com cupom de R$ 400 OFF disponível na página do Mercado Livre, um abatimento de 38% sobre o valor de lançamento.
Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.
O iPhone 17 Pro Max de 256 GB está saindo por R$ 9.152 à vista no cartão de crédito na Amazon. A melhor oferta que já vimos oferece desconto de 35% sobre o preço original de R$ 13.999.
O celular premium da Apple possui tela OLED com taxa de 120 Hz, câmeras de 48 MP e chip A19 Pro de alto desempenho.
iPhone 17 Pro Max tem tela de 120 Hz e câmeras de 48 MP
O kit principal de câmeras do iPhone 17 Pro Max conta com uma wide com OIS e uma ultrawide que captam cenas com maior enquadramento, e uma telefoto com zoom óptico de 4x para aproximações, todas de 48 MP. A frontal de 18 MP tira selfies em modo Paisagem mesmo com o celular na vertical.
Seu chip A19 Pro e os 12 GB de RAM entregam, segundo a Apple, 40% mais poder de processamento que a geração anterior, fazendo deste o smartphone mais poderoso da linha 2025. Os 256 GB de armazenamento entregam espaço razoável para guardar vídeos, arquivos e fotos.
O corpo de alumínio recebe o vidro Ceramic Shield na traseira e sobre a tela, que protege o gadget contra riscos e arranhões. Já a certificação IP68 confere resistência a poeira e mergulhos de até 6 m por no máximo 30 minutos.
Tela do iPhone 17 Pro Max traz ProMotion de 120 Hz (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
A tela Super Retina XDR OLED de 6,9 polegadas do iPhone 17 Pro Max possui ProMotion de 120 Hz e brilho de até 3.000 nits, oferecendo cores vivas, rolagem fluida e visibilidade sob luz forte.
Este smartphone possui conectividade 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 6.0, NFC e suporta eSIM. Sua bateria resiste até 37 horas de reprodução de vídeo segundo a fabricante, suporta MagSafe e carregamento rápido de 40 W via cabo USB-C.
O iPhone 17 Pro Max (256 GB), que roda iOS 26 e deve receber pelo menos cinco atualizações do sistema operacional, sai por R$ 9.152 à vista no cartão de crédito na Amazon, um abatimento de 35% frente ao valor original e a melhor oferta que já vimos.
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iPhone 17 Pro Max (256 GB) traz tela OLED de 120 Hz e câmeras de 48 MP; celular premium da Apple tem melhor promoção que já vimos, com desconto de 35% à vista no cartão
Empresa será mais rígida com o conteúdo que desenvolvedores mantêm na App Store (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
Apple vai remover da App Store aplicativos que não atraem usuários ou são abandonados pelos desenvolvedores.
A nova regra prevê a remoção de aplicativos que não recebem suporte constante dos devs.
A empresa quer despoluir a App Store e deve aceitar somente apps que ofereçam experiência diferente ou superior.
A Apple quer despoluir a App Store removendo aplicativos de baixa qualidade ou que não recebem suporte constante dos desenvolvedores. A empresa atualizou as diretrizes da loja e prevê, a partir de agora, a remoção de apps que estejam abandonados, que não conseguiram atrair uma base ativa de usuários ou que a dona do iPhone julgue entregar pouco valor.
Até o momento, a Apple costumava barrar esse tipo de aplicativo principalmente no ato da submissão. Com a nova regra, no entanto, o controle também passa a valer para apps que já estão disponíveis, mas não recebem atualizações, melhorias ou engajamento.
A mudança ocorre na mesma semana da WWDC, em que a empresa apresentou novidades sobre o iOS 27 e a nova Siri mais inteligente. Além disso, recursos de recomendações personalizadas e novas ferramentas que devem ajudar desenvolvedores a divulgar apps e reconquistar usuários também foram anunciados.
Apple mira categorias saturadas
Apple pode remover aplicativos e punir desenvolvedores (foto: André Fogaça/Tecnoblog)
O site TechCrunch nota que as diretrizes antigas da App Store já alertavam desenvolvedores a não enviarem variações genéricas e repetidas de apps em categorias já saturadas na loja.
O texto citava diretamente que a loja já tinha aplicativos suficientes de “pum, arroto, lanterna, cartomancia, namoro, jogos de bebida e Kama Sutra”, e que novas versões seriam rejeitadas caso não oferecessem uma experiência única e de alta qualidade.
Com a mudança nas diretrizes, a Apple ampliou esse entendimento para outros apps, como papéis de parede e funcionalidades básicas (como cronômetros). De acordo com as novas diretrizes textuais da companhia, a tolerância com esses segmentos zerou: “Podemos remover esses aplicativos da App Store daqui para frente se eles não forem atualizados, aprimorados ou se não atraírem clientes”.
Desenvolvedores podem ser banidos
Segundo o TechCrunch, para novos envios nessas categorias, a empresa afirma que só aceitará apps que ofereçam uma experiência significativamente diferente ou superior ao que já existe na loja.
Criadores que insistirem no envio desse tipo de aplicativo para análise podem ser removidos do Apple Developer Program, o que impediria a publicação de novos apps no ecossistema da marca.
O celular premium da Apple possui trio de câmeras de 48 MP, tela OLED de 120 Hz e chip A19 Pro de alta performance.
iPhone 17 Pro tem câmeras de 48 MP e chip A19 Pro
Todas as câmeras do kit principal do iPhone 17 Pro são de 48 MP: há uma wide com OIS e uma ultrawide, que captam cenas com maior enquadramento, além de uma telefoto com zoom óptico de 4x para aproximações. A frontal de 18 MP tira selfies no modo Paisagem mesmo com o smartphone na vertical.
O chip A19 Pro e os 12 GB de RAM entregam, segundo a Apple, 40% mais poder de processamento em relação à geração anterior, e não têm paralelos na concorrência. Os 256 GB de armazenamento disponibilizam espaço adequado para guardar vídeos, fotos e arquivos.
Seu corpo de alumínio recebe o vidro Ceramic Shield na traseira e sobre a tela, que protege o smartphone contra quedas e arranhões. Já a certificação IP68 confere resistência contra poeira e mergulhos de até 6 m de profundidade em água doce por no máximo 30 minutos.
Tela OLED de 6,3″ do iPhone 17 Pro tem brilho de até 3.000 nits (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O painel Super Retina XDR OLED de 6,3 polegadas do iPhone 17 Pro possui ProMotion de 120 Hz e brilho forte de até 3.000 nits, oferecendo cores vivas, fluidez na rolagem e visibilidade sob luz forte.
Este celular suporta redes 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 6.0 e NFC. Sua bateria resiste a 31 horas de reprodução de vídeo segundo a Apple, suporta MagSafe e carregamento rápido de 0 a 50% em 20 minutos via USB-C.
Apple iPhone 11 e 11 Pro Max (imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)Resumo
Apple confirmou que iOS 27 será compatível com iPhone 11 e modelos lançados posteriormente, contrariando rumores;
lista de aparelhos compatíveis com o iOS 27 inclui desde o iPhone SE de 2ª geração até o iPhone 17 Pro Max;
versão final do iOS 27 está prevista para ser lançada em setembro ou outubro de 2026, com uma versão beta para desenvolvedores disponível a partir de hoje.
Como esperado, a Apple aproveitou a WWDC 2026, que teve início nesta segunda-feira (08/06), para anunciar oficialmente o iOS 27. Contrariando o que alguns rumores diziam (ou o que muitos usuários temiam), a linha iPhone 11 está entre as que receberão a nova versão do sistema operacional.
O mesmo vale para modelos que foram lançados depois do iPhone 11, obviamente. A lista completa de aparelhos que receberão o iOS 27 é esta:
iPhone 17
iPhone 17 Pro
iPhone 17 Pro Max
iPhone Air
iPhone 16e
iPhone 16
iPhone 16 Pro
iPhone 16 Pro Max
iPhone 15
iPhone 15 Plus
iPhone 15 Pro
iPhone 15 Pro Max
iPhone 14
iPhone 14 Plus
iPhone 14 Pro
iPhone 14 Pro Max
iPhone 13
iPhone 13 Mini
iPhone 13 Pro
iPhone 13 Pro Max
iPhone 12
iPhone 12 Mini
iPhone 12 Pro
iPhone 12 Pro Max
iPhone 11
iPhone 11 Pro
iPhone 11 Pro Max
iPhone SE de 3ª geração
iPhone SE de 2ª geração
Liquid Glass melhorado é uma das novidades do iOS 27 (imagem: reprodução/Apple)
A incerteza sobre a linha iPhone 11 residia no fato de esses aparelhos terem sido anunciados em 2019 e, portanto, correrem o risco de não atenderem aos requisitos técnicos do iOS 27, o que, como sabemos agora, não se confirmou.
Mas é válido destacar que a WWDC 2026 também serviu de palco para o anúncio da Siri AI que, na família iPhone, está atrelada ao iOS 27. A novidade chegará à linha iPhone 16 e aos iPhone 15 Pro e 15 Pro Max, mas alguns recursos avançados de IA executados localmente exigirão hardware mais potente e podem ficar restritos ao iPhone 17 Pro / Pro Max e ao iPhone Air.
Nesse sentido, os novos recursos da Apple Intelligence continuam igualmente exigindo um iPhone 15 Pro / Pro Max ou superior devido ao fato de essa tecnologia demandar mais memória RAM e, principalmente, o chip A17 Pro ou posterior.
Quando o iOS 27 será lançado?
A Apple liberará uma versão beta do iOS 27 para desenvolvedores a partir de hoje. Já uma versão beta direcionada ao público em geral será disponibilizada em julho de 2026.
Por fim, a versão final do sistema operacional é esperada para setembro ou, no mais tardar, outubro deste ano.
Esses prazos também valem para os demais sistemas operacionais anunciados pela Apple na WWDC 2026, como o macOS 27, o iPad 27 e o watchOS 27.
Demonstração da Siri AI no iOS 27 (imagem: reprodução)
A Apple anunciou a Siri AI nesta tarde, durante a conferência WWDC 2026. A tecnologia de inteligência artificial foi complemente redesenhada, segundo o vice-presidente sênior de engenharia de software Craig Federighi, com o objetivo de ficar mais competente numa série de novas tarefas. Ela é compatível com as novas versões iOS, MacOS, iPadOS e VisionOS.
Para chegar neste novo resultado, a companhia está trabalhando diretamente com o Google. Isso significa que os Apple Foundation Models, os modelos de IA embarcados no sistema, foram combinados com o Gemini. As versões utilizadas pela Apple são mais seguras, com processamento local ou na nuvem, por meio do Private Cloud Compute.
A Siri AI funciona com vídeos, fotos e texto. Ao fazer perguntas para a assistente de voz, ela leva em consideração todo o conteúdo salvo no iPhone para apresentar resultados mais contextualizados e próximos do que a pessoa está procurando. Ela também recorre ao “conhecimento mais amplo do mundo”, por meio da internet, para trazer mais informações.
A Siri AI estará disponível inicialmente somente em inglês. Não foi divulgada a previsão de lançamento em português ou outros idiomas. Ela ganha um app separado, onde dá para ver as consultas mais recentes, e também pode ser acionada pela tecla lateral do smartphone.
Nova voz
Arquitetura da inteligência artificial na Siri AI (imagem: reprodução/Apple)
De acordo com a Apple, a nova voz da Siri está “mais incrível”. A empresa promete mais ajustes de velocidade e expressividade, além do já tradicional controle de tom de voz.
As demonstrações exibidas pela Apple lembram as conversas com chatbots como ChatGPT ou Gemini. Ou seja, o usuário pode ir e voltar nas informações, de modo a chegar no resultado esperado.
Num dos exemplos, o executivo perguntou sobre as partidas da Copa do Mundo. Na sequência, disse que estava empolgado para o jogo entre Brasil e Marrocos, e pediu sugestões de comidas típicas dos dois países. A Siri AI conseguiu atender às solicitações, com exibição de textos e fotos, ao menos neste teste em ambiente controlado.
Siri AI tem app nativo com conversas mais recentes (imagem: reprodução)
Integração com mais apps
A Apple aproveitou a WWDC para anunciar novidades de inteligência artificial entre variados aplicativos nativos.
Por exemplo, o Safari passa a monitorar páginas da web e notificar o usuário caso ocorra uma modificação. Isso se dá após um comando em que a pessoa especifica o que está esperando daquele endereço na internet. Além disso, o navegador também é capaz de sugerir extensões criadas em tempo real para interagir com sites específicos.
Já no app de Calendário, a Siri AI faz sugestões de ajustes no compromisso conforme a pessoa escreve do que se trata, quem estará presente ou a localização.
Novas funções de IA no app de fotos (imagem: reprodução)
O app de Fotos recebe reforço de IA generativa para modificar as imagens já feitas pelo usuário. Dá para afastar o objeto da foto ou ajustas o recorte, já que o sistema criar novas bordas, ou refazer o ângulo de visão, graças ao que a empresa aprendeu com o Apple Vision Pro.
Este celular da Apple conta com tela OLED de 6,3″ e ProMotion de 120 Hz, câmeras wide e ultrawide de 48 MP e chip A19 de alta performance.
iPhone 17 tem chip A19 de alta performance e tela OLED de 120 Hz
A tela Super Retina XDR OLED de 6,3 polegadas do iPhone 17 – com ProMotion de 120 Hz e brilho de até 3.000 nits – oferece cores fiéis, fluidez na rolagem e visibilidade sob luz forte. O vidro Ceramic Shield 2 protege o display contra arranhões e quedas.
O chip Apple A19 e os 8 GB de RAM entregam alto desempenho em multitarefa, games e soluções do Apple Intelligence. Os 256 GB de armazenamento disponibilizam espaço razoável para guardar vídeos, fotos e arquivos.
Seu corpo de alumínio recebe o Ceramic Shield 2 na traseira e a certificação IP68, conferindo resistência contra poeira e mergulhos de até 6 m em água doce por no máximo 30 minutos.
iPhone 17 possui câmeras wide e ultrawide de 48 MP (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O kit principal de câmeras do iPhone 17 traz uma wide com OIS e uma ultrawide com ângulo de 120º, ambas de 48 MP e que captam cenas com maior enquadramento. A frontal de 18 MP tira selfies no modo Paisagem mesmo com o celular na vertical. Todas gravam vídeos em 4K a 60 fps.
Este celular tem conectividade 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 6.0, Ultra Wideband (UWB), NFC e comporta eSIM. Sua bateria de 3.692 mAh resiste até 30 horas de reprodução de vídeo segundo a Apple, suporta MagSafe e carregamento rápido de 40 W, recebendo uma carga de 0 a 50% em apenas 20 minutos.
O iPhone 17 (256 GB), que roda iOS 26 e deve receber pelo menos cinco atualizações do sistema operacional, sai por R$ 5.690 no Pix com cupom INFLU300 somente no app do Magazine Luiza, um desconto de 29% em relação ao valor de lançamento.
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O iPhone 15 (128 GB) está disponível por R$ 3.844 no Pix aplicando o cupom de R$ 250 OFF na página do produto na Amazon. O smartphone da Apple com painel OLED e câmera de 48 MP, lançado originalmente por R$ 7.299, fica 47% mais barato nesta oferta.
iPhone 15 tem tela OLED e câmeras que filmam em 4K, mas bateria limitada
iPhone 15 tem tela Super Retina XDR OLED de 6,1 polegadas com o design Dynamic Island (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O iPhone 15 utiliza o chip Apple 16 Bionic e 6 GB de RAM, garantindo alto desempenho para tarefas básicas do cotidiano. Ele conta com apenas 128 GB de armazenamento interno, exigindo o uso do iCloud para guardar fotos, vídeos e outros arquivos na nuvem.
Na parte frontal, o dispositivo traz tela Super Retina XDR OLED de 6,1 polegadas com proteção Ceramic Shield. O painel, que promete imagens detalhadas e com cores vivas, ainda possui os recursos HDR10, ProMotion e brilho máximo de 2.000 nits.
Para fotos e vídeos, o iPhone 15 tem uma câmera dupla traseira liderada por um sensor de 48 MP capaz de filmar em 4K com Estabilização Óptica de Imagem (OIS). Já a câmera frontal de 12 MP faz selfies detalhadas, além de captar vídeos em 4K.
iPhone 15 tem câmera dupla traseira com sensor de 48 MP que filma em 4K (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O smartphone da Apple é equipado com uma bateria de somente 3.349 mAh, entregando uma autonomia de até 20 horas de reprodução de vídeo. Para compensar essa desvantagem, o carregamento rápido de até 25W vai de 0 a 50% em cerca de 30 minutos.
Para o dia a dia, o telefone oferece conexões 5G, Wi-Fi 6, Bluetooth 5.3, suporte para eSIM e NFC para ações por aproximação. Na parte de software, ele sai da caixa com o iOS 17 e deve receber ao menos cinco grandes atualizações do sistema operacional.
Por fim, o iPhone 15 (R$ 3.844 no Pix utilizando o cupom de R$ 250 OFF) apresenta um design premium com estrutura de alumínio e acabamento traseiro em vidro. O certificado IP68 de resistência à poeira e água permite que o aparelho fique submerso por até 3 metros em água doce pelo tempo limite de 30 minutos.
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Evento da Apple começa hoje (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
A WWDC 2026 ocorre de 8 a 12 de junho, com transmissão ao vivo pelo YouTube e site da Apple a partir das 14h.
O evento principal deve destacar o iOS 27, com nova interface e integração com a Siri.
A assistente, inclusive, deve ser revelada em novo formato, com recursos potencializados por inteligência artificial.
A WWDC (Worldwide Developers Conference) começa nesta segunda-feira (08/06). Esse é o principal evento de desenvolvedores de software da Apple no calendário e quando a Maçã apresenta ao mundo suas atualizações para sistemas operacionais.
Este ano, o evento vai até o dia 12 de junho e tem como destaque o iOS 27, que deve ganhar uma nova interface e ainda mais integração com a Siri. O grande anúncio, aliás, deve girar em torno da assistente, que pode finalmente ter sua nova versão potencializada com IA revelada.
A abertura da WWDC acontece às 14h, com o Keynote, a principal parte do evento. Você pode assistir ao vivo tanto pelo site da Apple quanto no YouTube, pelo canal da Maçã.
Assista ao vivo a abertura da WWDC 2026
Para quem quiser assistir pelo site da Apple, também é possível incluir o evento na sua agenda para receber notificações e não perder a transmissão.
Vale lembrar que, pouco depois, às 17h, há outra apresentação com mais detalhes sobre apps e games disponíveis para iOS, a chamada Platforms State of the Union. Também é possível adicioná-lo à agenda.
Para os mais curiosos, também ficam disponíveis vídeos com mais detalhes sobre as novidades pelo Apple Developer App, disponível na App Store. Para baixar, basta procurar seu nome na loja de aplicativos do iPhone ou iPad e acessar os conteúdos disponibilizados por lá.
Principais novidades da WWDC 2026
Além do iOS 27 e sua integração ainda maior com a Siri, outras mudanças são aguardadas no ecossistema da Maçã. Rumores e vazamentos recentes apontam para uma repaginação no app de câmera dos iPhones, trazendo inclusive um Modo Siri, assim como novidades para a Apple Wallet.
Outros sistemas operacionais da empresa também têm mudanças aguardadas. Você confere esses e outros rumores em detalhes na nossa matéria.
O iPad Pro de 13 polegadas está em oferta histórica encontrada no Magazine Luiza por R$ 6.272 no Pix com o cupom PEGA30. O modelo com chip M4 foi lançado pela Apple em 2024 por R$ 15.899, o que indica uma queda generosa de 61%. Para quem busca um tablet de alto desempenho, este nunca esteve tão barato como agora.
iPad Pro conta com chip M4 e tela OLED de 13″
iPad Pro (2024) inaugurou o painel OLED para os tablets da Apple (imagem: Divulgação/Apple)
O iPad Pro de 2024 estreou no painel a tecnologia OLED, reconhecida por proporcionar maior ângulo de visão e reprodução de cores vibrantes através de materiais orgânicos autoemissores de luz. As cenas escuras notadamente atingem um preto mais denso.
A tela de 13 polegadas também apresenta resolução de 2.752 x 2.064 pixels, taxa de atualização adaptativa de até 120 Hz e brilho máximo de 1.600 nits em conteúdos compatíveis com HDR.
O tablet com 256 GB de armazenamento possui chip M4 com CPU de 9 núcleos (sendo três de desempenho) e GPU deca-core com suporte a Ray Tracing, tecnologia responsável por proporcionar uma renderização gráfica mais realista. Além disso, é feito para Apple Intelligence. Em resumo, será possível executar tarefas exigentes e simultâneas em alta performance.
iPad Pro tem design ultrafino com espessura de 5,1 mm (Imagem: Reprodução/Apple)
A câmera grande-angular traseira de 12 MP, com abertura ƒ/1.8 e zoom digital de até 5X, registra vídeos em 4K no formato ProRes. Logo, fornece resultados para filmagens com grande nível de detalhes. A câmera frontal de 12 MP também traz recursos avançados como Modo Retrato com efeito bokeh e Controle de Profundidade.
O tablet compõe quatro alto-falantes e quatro microfones para possibilitar gravações de áudio e chamadas de vídeo. Para carregamento, possui uma porta Thunderbolt e inclui cabo USB-C e adaptador de energia de 20W. Em termos de autonomia, a bateria de lítio pode proporcionar até 10 horas de reprodução, segundo a Apple.
O iPad Pro apresenta conexões de Wi-Fi 6E, Bluetooth 5.3 e suporte a eSIM. Por meio do FaceID ainda é possível desbloquear a tela e realizar pagamentos via Apple Pay. Aproveite para garanti-lo pelo menor preço histórico por R$ 6.272 no Pix com o cupom PEGA30 no Magalu.
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Tela de acesso às configurações do iCloud (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)
Os usuários de dispositivos Apple podem alterar o e-mail do iCloud pelo próprio menu de configurações do sistema, seja iPhone, iPad ou Mac.
Basta solicitar a mudança em “Início de Seção e Segurança“, nos ajustes do iCloud, escolhendo um outro e-mail ou criando um novo pelo serviço da Apple.
No entanto, você só pode mudar o e-mail da Conta Apple se trocar o endereço do iCloud. A seguir, veja detalhes de como alterar o e-mail do serviço e tire suas dúvidas sobre o recurso.
Como trocar o e-mail do iCloud e Conta Apple pelo iPhone
O procedimento para alterar o e-mail do iCloud é praticamente o mesmo no iPhone, iPad ou Mac.
De acordo com a Apple, o único requisito é o dispositivo ter o sistema operacional a partir da versão 18.1 do iOS e iPadOS, e 26.4 do macOS.
1. Acesse sua conta do iCloud pelo iPhone
Abra a página de ajustes do seu dispositivo e selecione a sua conta do iCloud vinculada ao iPhone, iPad ou Mac para continuar.
Acessando os ajustes do iPhone e as configurações do iCloud (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)
2. Abra as configurações de e-mail do iCloud
Toque em “Início de Sessão e Segurança” e selecione o e-mail cadastrado para acessar as configurações da sua conta Apple.
Vá até as configurações de segurança de sua Conta Apple e selecione o endereço de e-mail (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)
3. Remova seu e-mail atual da Conta Apple
É necessário remover o e-mail atual para vincular sua Conta Apple a novo endereço de e-mail. Selecione a opção “Remover da conta” e confirme sua escolha para continuar.
Você não verá uma opção “Remover da Conta“, caso o único e-mail associado à sua conta for um endereço do iCloud. Nesse caso, será exibida a opção “Alterar Endereço de E-mail“.
Remova seu e-mail principal para alterar o endereço padrão da Conta Apple (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)
4. Adicione um novo e-mail à sua conta Apple
Assim que o endereço de e-mail for removido, você será redirecionado a uma nova página de cadastro.
Será necessário escolher entre informar um e-mail já existente ou criar um novo endereço do iCloud. Siga as etapas de cadastro exibidas na tela para trocar seu e-mail da Conta Apple.
Escolha entre: adicionar um e-mail existente ou criar um novo e-mail do iCloud (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)
Como trocar o e-mail do iCloud e Conta Apple pelo navegador
O usuário também pode fazer a mudança de e-mail do iCloud pelo navegador. Nesse caso, é necessário acessar a página da Conta Apple para realizar a alteração.
1. Acesse a página da Conta Apple para alterar o e-mail do iCloud
Acesse “account.apple.com” para gerenciar a sua Conta Apple e toque em “Iniciar sessão“. Confirme seus dados para fazer login.
Acessando a página principal de uma Conta Apple (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)
2. Selecione a seção de e-mail para trocar o endereço
Após o login, abra a seção “e-mails e números de telefone” para acessar as configurações da sua Conta Apple. Em seguida, vá no ícone de “+” para informar um novo endereço do iCloud.
Nessa tela, a Apple também exibirá o ícone de “–“, caso queira remover o e-mail antes de cadastrar um novo. No entanto, a opção só está disponível caso a Proteção de Dispositivo Roubado esteja desativada.
Selecione a seção e-mail e número de telefone para adicionar um novo e-mail ao iCloud (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)
3. Informe um novo endereço para trocar o e-mail do iCloud
Basta informar um novo endereço de e-mail para atualizar os dados da sua Conta Apple. Siga as instruções exibidas na tela até finalizar o procedimento.
Informe o novo endereço de e-mail que deseja associar à sua conta (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)
O que acontece ao alterar o e-mail principal da Conta Apple?
Ao alterar o e-mail do iCloud, o comportamento da sua conta muda nos seguintes pontos:
Novo endereço de login: você não conseguirá mais acessar sua Conta Apple pelo endereço anterior. Todo e qualquer login em dispositivos deverá ser feito com o novo e-mail associado à sua conta;
Comunicações oficiais: todas as mensagens de serviços Apple serão enviadas ao novo endereço, incluindo alertas de segurança e notificações de novas compras;
Manutenção de dados: de acordo com a Apple, o usuário não perde o acesso aos contatos e outras informações da conta;
Liberação do e-mail antigo: após um prazo de 30 dias, qualquer pessoa poderá associar o endereço de e-mail anterior a uma Conta Apple diferente.
Por que não consigo mudar o e-mail do iCloud e Conta Apple?
Se você está enfrentando problemas para realizar a alteração, os motivos costumam ser:
E-mail já em uso: não é possível mudar o e-mail do iCloud para um endereço que já exista e esteja vinculado a outra Conta Apple;
Vínculo recente de segurança: a Apple bloqueia a alteração para endereços de e-mail não utilizados, mas que estiveram vinculados a um dispositivo nos últimos 30 dias. Nesse caso, é necessário aguardar o fim do prazo;
Incompatibilidade de sistema: usuários de dispositivos com iOS 18.0 ou anterior não podem realizar a mudança de e-mail. O mesmo bloqueio ocorre com o iPadOS (18.0 ou anterior) e macOS (26.3 ou anterior), exigindo a atualização do sistema operacional para versões mais recentes.
Posso trocar o e-mail do iCloud e Conta Apple sem excluir o e-mail antigo?
Sim. O usuário pode adicionar mais e-mails à Conta Apple sem a necessidade de excluir o endereço anterior. Nesse caso, basta sinalizar qual é o e-mail principal do iCloud nos ajustes do seu dispositivo, após adicionar um novo endereço.
Posso voltar a usar o e-mail antigo no iCloud e Conta Apple?
Sim, desde que o endereço de e-mail não esteja vinculado à outra Conta Apple. Se você usava um e-mail de um provedor (Gmail, Outlook, etc) e alterou o endereço para uma conta @icloud, terá que adicionar o e-mail anterior como secundário, e depois solicitar a alteração para principal.
Caso tenha trocado o e-mail da Conta Apple, mas mantendo o provedor original, a mudança de e-mail principal pode ser feita sem problemas, desde que o endereço não esteja sendo utilizado por outro usuário ou dispositivo.
O que esperar da WWDC 2026 (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
WWDC 2026, da Apple, ocorrerá entre 8 e 12 de junho e deve apresentar novidades como o iOS 27 e uma Siri mais inteligente, com capacidades avançadas de IA;
novo iOS 27 trará refinamentos de interface, ajustes de desempenho e um aplicativo de câmera mais personalizável, mas Siri potencializada com IA deve mesmo ser destaque;
é improvável, porém, que companhia anuncie novos dispositivos ou atualizações na linha Mac, por exemplo.
Na próxima semana, entre 8 e 12 de junho, a Apple realizará a WWDC 2026 (ou WWDC26). O evento é direcionado a desenvolvedores, mas também costuma servir de palco para novidades importantes em todo o ecossistema da companhia. Espera-se que a Apple finalmente revele uma Siri mais inteligente, por exemplo.
iOS 27 com Siri potencializada com IA
As novidades a serem apresentadas na WWDC 2026 deverão girar em torno das novas versões dos sistemas operacionais da Apple, com destaque para o iOS 27. O novo sistema do iPhone terá alguns refinamentos de interface, ajustes de desempenho e até um aplicativo de câmera mais personalizável, de acordo com Mark Gurman, da Bloomberg.
Mas a expectativa é a de que a nova Siri seja o principal atrativo do iOS 27. Além de dar respostas mais precisas ou contextualizadas às perguntas feitas por voz, a nova versão deverá ser capaz de interagir com o conteúdo da tela, podendo até realizar ações dentro de aplicativos.
Fala-se ainda em uma Siri versão “chatbot”, capaz de se comportar como o ChatGPT ou Copilot, de modo a competir com essas ferramentas. A tecnologia necessária para isso virá do Gemini, do Google.
Para facilitar o acesso à Siri, a Apple deverá implementar um gesto com o qual o usuário desliza o dedo do meio para o final da tela para que a interface de pesquisa ou pergunta apareça na sequência.
O que mais esperar da WWDC 2026?
Se os rumores estiverem corretos, o evento servirá de palco para novidades como:
Apple Wallet: a Carteira da Apple, como é chamada no Brasil, deverá ter suporte a uma função para divisão de contas entre duas ou mais pessoas, bem como gerar passes digitais para itens físicos, como um ingresso impresso de um show;
macOS 27, watchOS 27 e mais: os demais sistemas operacionais da Apple devem ser atualizados e seguir os passos do iOS 27, trazendo uma Siri mais inteligente, dentro do cabível;
Apple Intelligence: a Apple tem se mantido discreta sobre seu conjunto de tecnologias de IA; há uma pequena chance de que a Apple Intelligence volte a ser abordada, até porque há expectativas de novos recursos de inteligência artificial que vão além da Siri no ecossistema, como um agente de IA focado em saúde.
WWDC26 pode trazer uma nova e mais inteligente Siri (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Haverá novidades de hardware na WWDC 2026?
É possível, mas pouco provável. Existe alguma expectativa em torno de novos dispositivos Apple TV ou HomePod, por exemplo, mas tudo indica que a Apple esperará que a nova Siri esteja consolidada para só então lançar esses dispositivos.
Também há burburinhos sobre novidades para a linha Mac, mas o atual cenário de escassez de memória RAM e outros componentes deve fazer a Apple não se comprometer com novos modelos neste momento.
Como acompanhar a WWDC 2026?
A transmissão da WWDC 2026 será realizada em 8 de junho a partir das 14:00 no horário de Brasília. É possível acompanhar o evento a partir do site oficial da Apple.
Veja o passo a passo para dividir o plano do iCloud com mais pessoas (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
O compartilhamento familiar do iCloud permite que um organizador divida uma única assinatura do iCloud+ com até cinco pessoas. O sistema cria um armazenamento unificado, garantindo acesso a recursos premium sem expor os arquivos pessoais de cada convidado.
Para configurar, basta acessar o menu “Família” nos “Ajustes” do iPhone, selecionar “Assinaturas” e escolher o iCloud+ para gerenciar o plano. Em seguida, a pessoa envia o link para os convidados e, assim que eles aceitarem, o armazenamento será automaticamente compartilhado.
A seguir, veja o passo a passo para ativar o compartilhamento familiar do iCloud.
Acesse o aplicativo “Ajustes” do iPhone para ver as configurações e os recursos do dispositivo.
Acessando o “Ajustes” do iPhone (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
2. Entre no menu do seu ID Apple
Toque no seu nome, no topo da tela de “Ajustes”, para ver os dados pessoais, informações de pagamento e detalhes sobre o iCloud.
Abrindo o menu de informações da conta Apple (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
3. Selecione a opção “Família”
Toque na opção “Família” ou “Compartilhamento familiar” para iniciar a criação do grupo que dividirá os recursos de armazenamento do iCloud. Leia as informações da ferramenta e, em seguida, toque em “Continuar” para avançar.
Iniciando a configuração do compartilhamento familiar do iCloud (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
4. Retorne aos “Ajustes” do iPhone e toque em “Família”
Volte ao menu inicial do “Ajustes” e toque na opção “Família” que aparece no topo da tela de configurações do iPhone.
Acessando o menu “Família” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
5. Acesse o menu de “Assinaturas” em Família
No menu “Família”, toque em “Assinaturas” para a próxima etapa de configuração do compartilhamento familiar do iCloud.
Selecionando a opção “Assinaturas” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
6. Escolha o serviço “iCloud+”
Toque na opção do “iCloud+” para visualizar os detalhes do plano contratado na conta. Então, você poderá usá-lo para compartilhar o armazenamento iCloud com os membros do grupo.
Adicionando o “iCloud+” ao compartilhamento familiar (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
7. Convide os membros da família para o iCloud
Toque no botão “Convidar família”, na parte inferior da tela, e escolha a melhor forma para enviar o link de acesso. Assim que os membros aceitarem, o compartilhamento familiar no iCloud estará ativo e o espaço será dividido automaticamente.
Convidando os membros para o compartilhamento familiar do iCloud (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
Como funciona o compartilhamento familiar do iCloud?
O compartilhamento familiar do iCloud atua como uma assinatura única gerenciada por um organizador, permitindo que até 6 pessoas dividam o plano de armazenamento. Esse ecossistema inclui acesso a recursos premium de privacidade sem taxas adicionais.
A divisão de espaço opera em um modelo de fundo unificado (pool de dados), onde os membros consomem a capacidade total contratada privadamente. O sistema elimina cobranças individuais e otimiza custos, garantindo que os arquivos de cada participante permaneçam confidenciais.
Posso compartilhar o iCloud com quantas pessoas?
O compartilhamento familiar do iCloud permite que um organizador divida a assinatura com até cinco pessoas, totalizando seis usuários integrados ao mesmo ecossistema. Esse limite unificado expande o acesso não apenas ao armazenamento em nuvem, mas também aos serviços agregados do ecossistema Apple.
É possível compartilhar o iCloud com quem não é da minha família?
Sim, o iCloud permite incluir amigos ou terceiros que possuam uma ID Apple, sem a necessidade de comprovação de parentesco. Contudo, o sistema os integrará tecnicamente como membros de uma família, compartilhando obrigatoriamente os recursos do plano.
Ao compartilhar o iCloud, minhas fotos ficam visíveis para todos?
Não, os arquivos não ficam visíveis para os outros membros do grupo ao dividir o plano do iCloud. O sistema funciona como um cofre compartilhado, onde cada usuário tem seu próprio espaço criptografado e totalmente trancado por sua ID Apple.
As fotos só serão expostas caso a pessoa crie intencionalmente uma Biblioteca de Fotos Compartilhada ou envie arquivos diretamente para os membros. Sem essa ação manual, o ecossistema protege a privacidade de dados de forma nativa e automática.
Posso compartilhar o iCloud com quem tem Android?
É possível dividir o iCloud com usuários de Android com algumas restrições. A pessoa pode fazer parte do grupo caso possua uma conta Apple, mas não pode utilizar o armazenamento na nuvem porque o serviço não está disponível para o sistema do Google.
Nesses casos, o compartilhamento familiar funciona apenas para serviços de mídia específicos portados para o Android, como o Apple Music e Apple TV. O gerenciamento e a configuração inicial do ecossistema familiar continuam exigindo obrigatoriamente um dispositivo iOS para atuar como organizador.
O iPhone Air de 512 GB está saindo por R$ 7.482 no Pix com cupom de R$ 350 OFF disponível na página do Mercado Livre, um abatimento de 38% sobre o preço original de R$ 11.999. O celular fininho da Apple possui tela OLED de 120 Hz, chip A19 Pro, 12 GB de RAM e câmera principal de 48 MP.
iPhone Air tem chip A19 Pro e corpo “esbelto”
iPhone Air tem é o celular mais fino da Apple (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O corpo de apenas 5,64 mm e 165 g de peso não afeta o desempenho do iPhone Air, que oferece alta performance graças ao chip A19 Pro, 12 GB de RAM e 512 GB de armazenamento, ficando assim no mesmo patamar dos demais smartphones da maçã.
Sua câmera wide de 48 MP com OIS capta imagens com maior enquadramento, enquanto a frontal Center Stage de 18 MP tira selfies no modo Paisagem mesmo com o celular na posição vertical. Ambas gravam vídeos em 4K a 60 fps.
A tela Super Retina XDR OLED de 6,5 polegadas possui ProMotion de 120 Hz e brilho de até 3.000 nits, entregando cores vivas, fluidez na rolagem e visibilidade sob luz forte. O vidro Ceramic Shield 2 protege-a contra arranhões e pancadas.
Tela OLED do iPhone Air possui ProMotion de 120 Hz (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O iPhone Air possui corpo de titânio com revestimento do Ceramic Shield na traseira, reforçado pela certificação IP68 que confere resistência contra poeira e mergulhos de até 6 metros em água por no máximo 30 minutos.
Este celular possui conectividade 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 6.0 e NFC. Sua bateria de 3.149 mAh tem autonomia de um dia de uso moderado, suporta MagSafe e recebe uma carga de 50% em 30 minutos via USB-C, segundo a Apple.
O iPhone Air (512 GB) roda iOS 26 e deve receber pelo menos cinco atualizações do sistema operacional. O celular fininho da Apple sai por R$ 7.482 no Pix com cupom de R$ 350 OFF disponível na página do Mercado Livre, um desconto de 38% em relação ao valor de lançamento.
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O celular da Apple conta com chip A16 Bionic, tela OLED de 6,1″ e câmera principal de 48 MP, kit que o mantém competitivo frente a modelos mais recentes.
iPhone 15 tem chip Apple A16 Bionic e tela OLED de 6,1″
O iPhone 15 traz o chip Apple A16 Bionic e 6 GB de RAM, enquanto o iPhone 16e, cuja versão de 256 GB tem preço parecido, conta com o A18 de 4 nanômetros e 8 GB de RAM; ainda assim, ambos entregam desempenho alto em multitarefa, apps e games.
O celular da Apple possui uma câmera wide de 48 MP com OIS, e uma ultrawide de 12 MP, para captura de cenas com maior enquadramento. A lente principal é a mesma do iPhone 16e e iPhone 17e, mas o iPhone 15 oferece mais versatilidade para fotografia. A frontal de 12 MP também é a mesma nos dois celulares.
Sua tela Super Retina XDR OLED de 6,1 polegadas possui brilho de até 2.000 nits contra 1.200 nits dos iPhones de linha “e”, oferecendo cores vibrantes e visibilidade sob luz forte. O vidro Ceramic Shield protege a tela contra arranhões e outros acidentes. Ainda em durabilidade, o iPhone 15 traz certificação IP68, que confere proteção contra água e poeira
Câmeras wide e frontal do iPhone 15 são iguais às do iPhone 16e (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Este smartphone conversa com redes 5G, Wi-Fi 6, Bluetooth 5.3 e NFC. Sua bateria de 3.349 mAh resiste a até 20 horas de reprodução de vídeo segundo a Apple, suporta MagSafe e carregamento rápido de 25 W via USB-C.
O iPhone 15 (128 GB), compatível com iOS 26 e elegível a pelo menos mais três atualizações do sistema operacional, sai por R$ 3.959 no Pix com cupom de R$ 150 OFF disponível na página do Mercado Livre, um abatimento de 46% para um celular que continua interessante e competitivo.
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iPhone 15 (128 GB) traz chip A16 Bionic, tela OLED de 6,1" e câmera de 48 MP; celular da Apple recebe desconto de 46% sobre preço original no Pix com cupom
Conheça mais detalhes sobre a plataforma de armazenamento na nuvem da Maçã (imagem: sdx15/Shutterstock)
O iCloud é o serviço de armazenamento em nuvem desenvolvido pela Apple para centralizar, fazer backups e sincronizar dados entre todos os dispositivos da marca. Ele atua integradamente ao ecossistema, permitindo o acesso seguro a fotos, documentos e senhas a partir de qualquer iPhone, iPad ou Mac.
A plataforma opera guardando os arquivos automaticamente em servidores remotos por meio de conexões de internet, sem a necessidade de cabos. Todo o processo ocorre em segundo plano com criptografia de ponta a ponta, garantindo que apenas o usuário tenha acesso às informações guardadas.
A versão básica do iCloud é gratuita e oferece 5 GB de armazenamento para mídias e backups. Já o iCloud+ é a assinatura premium que expande essa capacidade para até 12 TB, adicionando recursos avançados de privacidade e compartilhamento familiar.
A seguir, conheça mais detalhes sobre o iCloud, para que serve o serviço na nuvem da Apple e como utilizá-lo em diferentes dispositivos. Também saiba os limites de armazenamento e como expandir a memória digital.
O iCloud é o serviço de nuvem da Apple que centraliza e sincroniza automaticamente arquivos, fotos e senhas entre todos os dispositivos. Integrado ao ecossistema da marca, ele garante acesso seguro aos dados de qualquer lugar, seja por aparelhos conectados ou pelo navegador.
O que significa iCloud?
O nome iCloud segue a tradicional identidade visual da Apple, onde o famoso prefixo “i” faz referência direta à internet. Ele também representa os conceitos de individualidade e inovação que guiam a marca.
Já o termo “cloud” faz referência à computação em nuvem, tecnologia que armazena dados em servidores remotos. Isso significa que os arquivos ficam guardados na rede mundial, acessíveis de qualquer lugar e dispositivos.
O iCloud facilita o acesso a diferentes arquivos em qualquer dispositivos da Apple (imagem: Reprodução/Apple)
Para que serve o iCloud?
O iCloud é utilizado para armazenar, sincronizar e proteger seus dados na nuvem automaticamente em todos os dispositivos Apple. Estas são as principais funcionalidades:
Centralização e colaboração: unifica a biblioteca de fotos e vídeos em alta resolução e permite o compartilhamento de pastas e arquivos com outros usuários de forma simples e rápida;
Comunicação integrada: centraliza as mensagens no iCloud Mail e mantém notas, lembretes e históricos do navegador sempre idênticos em todas as telas do usuário;
Salvamento preventivo: realiza o backup do iPhone e iPad automaticamente via Wi-Fi, garantindo que configurações e dados de aplicativos sejam recuperados em um novo aparelho;
Segurança e localização: guarda senhas e cartões em um cofre digital criptografado e permite rastrear ou bloquear geograficamente dispositivos perdidos por meio do recurso Buscar;
Produtividade em tempo real: permite que diversas pessoas editem documentos, planilhas e apresentações simultaneamente por meio do portal web e dos apps de escritório do iWork;
Privacidade e família: bloqueia rastreadores da web e oculta o e-mail nas versões pagas, além de permitir dividir o espaço de armazenamento com até cinco familiares.
O iCloud é uma importante ferramenta para fazer backup do iPhone ou outro dispositivo da Apple (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
Como funciona o iCloud
O iCloud opera como uma plataforma de computação em nuvem, armazenando os dados dos usuários em servidores remotos da Apple. O processo começa com o upload automático de arquivos e fotos assim que a pessoa faz login em um dispositivo da Maçã.
A partir daí, as notificações automáticas em segundo plano sincronizam todas as alterações sem a necessidade de cabos. Desse modo, qualquer informação atualizada sofre replicação imediata para outros dispositivos vinculados à mesma conta Apple ID.
Nos bastidores, o sistema garante total privacidade ao proteger os dados com criptografia em trânsito e em repouso. A segurança é reforçada pela criptografia de ponta a ponta, que gera chaves de proteção exclusivas nos próprios aparelhos.
Para reforçar a segurança do ecossistema, o iCloud utiliza a autenticação de dois fatores e chaves guardadas em módulos de hardware físicos. Até desenvolvedores terceiros podem integrar seus aplicativos nessa estrutura utilizando APIs exclusivas.
O iCloud permite sincronizar os arquivos de diferentes dispositivos da Apple (imagem: Reprodução)
Preciso ativar o iCloud?
Não é obrigatório ativar o iCloud para utilizar um aparelho da Apple, mas é altamente recomendável para não perder dados. O processo geralmente ocorre na configuração inicial do aparelho, sendo necessário criar uma conta no iCloud vinculada à Conta Apple.
Caso o recurso tenha sido pulado na configuração ou esteja desativado, basta acessar o menu de “Ajustes” e fazer o login manual a qualquer momento. Essa ativação rápida pode ser feita em múltiplos dispositivos para colocá-los em sincronia imediatamente.
O usuário mantém o controle total sobre o que vai para a nuvem, já que o sistema não obriga a sincronização de tudo. É possível personalizar cada dispositivo separadamente, escolhendo apenas os recursos e arquivos que deseja salvar na nuvem.
Os usuários ativar o iCloud para poupar espaço de armazenamento no aparelho (imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
O iCloud é gratuito?
Sim, o iCloud oferece uma versão básica totalmente gratuita que disponibiliza 5 GB de armazenamento em nuvem. Esse espaço inicial sem custo é liberado automaticamente assim que o usuário configura seu Apple ID em qualquer dispositivo da marca.
Contudo, para quem precisa de mais espaço para fotos e backups, a alternativa é assinar o plano pago iCloud+. Esse upgrade expande o limite para até 12 TB, conforme o plano selecionado, e adiciona recursos extras de privacidade e segurança.
Como usar o iCloud
Para começar a usar o iCloud no iPhone, basta acessar o app “Ajustes”, tocar no nome do usuário no topo da tela e selecionar a opção “iCloud”. Neste menu, a pessoa escolhe quais apps e recursos, como fotos e contatos, serão sincronizados automaticamente.
No Mac, o caminho é bem parecido: clique no menu Apple, acesse “Ajustes do Sistema” e clique no nome do usuário na barra lateral. Em seguida, basta abrir o painel do iCloud para gerenciar o que deseja salvar na nuvem.
Em ambas as plataformas, o usuário consegue visualizar os arquivos salvos, gerenciar o espaço disponível ou fazer upgrade de plano. Todo o controle de downloads e exclusões de dados é feito centralizadamente e intuitivamente.
Também é possível entrar no iCloud pelo PC por meio do aplicativo oficial para Windows ou diretamente no site icloud.com pelo navegador. Essa versatilidade garante acesso rápido aos arquivos e fotos, mesmo quando a pessoa estiver longe dos dispositivos da Maçã.
O iCloud pode ser acessado pelo menu “Ajustes” do iPhone (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
Qual é o limite de armazenamento do iCloud?
O plano gratuito do iCloud disponibiliza apenas 5 GB de armazenamento para mídias, documentos, senhas e backups de segurança. Como essa cota básica costuma esgotar rapidamente, a Apple oferece assinaturas pagas para quem precisa de mais espaço na nuvem.
Os planos do iCloud+ expandem essa capacidade, oferecendo opções que vão de 50 GB até o limite máximo de 12 TB. Além do espaço extra, os pacotes a partir de 200 GB permitem o compartilhamento familiar com até cinco pessoas.
Consigo aumentar o armazenamento do iCloud?
Sim, é possível expandir o limite migrando para o iCloud+, o serviço premium que oferece mais GB em nuvem. Para quem não quer gastar, a alternativa imediata é apagar arquivos antigos e gerenciar os backups para liberar espaço no iCloud.
Caso a limpeza não seja suficiente, o usuário pode comprar armazenamento no iCloud diretamente pelo menu do serviço em um dispositivo a qualquer momento. Esse upgrade resolve o problema de falta de memória e ainda traz ferramentas extras e compartilhamento familiar em alguns planos.
É possível expandir a memória em nuvem assinando o iCloud+ (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
Qual é a diferença entre iCloud e iCloud+?
O iCloud é a versão gratuita da nuvem da Apple que oferece 5 GB para salvar fotos, arquivos e senhas de forma automática. Ele funciona como uma central básica para sincronizar dados e manter os aparelhos da marca em sintonia.
O iCloud+ é a assinatura premium que permite expandir esse armazenamento digital em planos que vão de 50 GB até 12 TB. Além de mais espaço, esse upgrade adiciona recursos avançados de privacidade, como navegação oculta na web e e-mails temporários.
Qual é a diferença entre iCloud e iCloud Drive?
O iCloud é a plataforma de nuvem completa da Apple que gerencia e sincroniza todo o ecossistema em segundo plano, como contatos, senhas e backups. Ele funciona como uma infraestrutura invisível que mantém o sistema operacional e seus aplicativos integrados.
O iCloud Drive é um recurso específico localizado dentro dessa nuvem, operando de forma parecida com um disco rígido virtual. É o espaço dedicado para criar pastas, organizar arquivos manualmente e compartilhá-los entre diferentes aparelhos.
Usuário pode salvar fotos no iCloud para poupar espaço de armazenamento no aparelho (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
Você pode baixar suas fotos do iCloud de duas formas diferentes no PC: diretamente pelo site do iCloud — que limita o download para até 1.000 arquivos, ou pelo aplicativo próprio do serviço de armazenamento no Windows. Essa segunda opção sincroniza suas fotos e vídeos diretamente no disco rígido.
Já usuários de Mac podem baixar todos os arquivos em alta definição pelo aplicativo Fotos. Nesse caso, é necessário escolher se deseja duplicar as fotos no disco ou otimizar o download, baixando os arquivos como uma “prévia”, em baixa definição. A seguir, conheça os detalhes de como baixar fotos e vídeos do iCloud.
Como baixar todas as fotos do iCloud pelo navegador
1. Acesse o iCloud.com
Acesso o site do iCloud no seu navegador de preferência e clique no botão “Iniciar sessão” para ter acesso às suas fotos e vídeos.
Tela de inicio do iCloud no navegador (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)
2. Faça login com sua conta
É necessário fazer login com e-mail ou número de telefone, e senha para acessar o serviço de armazenamento. Pode ser necessário permitir o acesso em um iPhone ou iPad para continuar.
Tela de login do iCloud no navegador (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)
3. Abra a seção de fotos do iCloud
Após realizar o login, desça a tela e clique na seção de Fotos para visualizar todos os arquivos vinculados à sua conta do iCloud.
Seção de fotos no iCloud (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)
4. Selecione as fotos que deseja baixar no PC
O iCloud para navegador permite que o usuário baixe até 1.000 fotos por vez no PC. Assim, clique fora da seção de fotos e arraste o mouse para selecionar os arquivos rapidamente.
Quando atingir o limite de 1.000 fotos ou vídeos, clique no ícone de nuvem para baixá-los do iCloud no PC.
Opção que permite baixar até 1.000 fotos no iCloud (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)
Como salvar todas as fotos do iCloud pelo iCloud para Windows
Após a instalação do iCloud para o Windows, faça login com sua conta e abra o aplicativo. A opção “Desativado” será exibida na seção “Fotos“, caso nunca tenha utilizado o app no PC. Clique para continuar.
Aplicativo do iCloud para o Windows (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)
2. Ative a sincronização de fotos entre iCloud e Windows
Verifique onde as fotos do iCloud serão armazenadas no PC e clique na chave “Desativado” para ativar a sincronização do serviço.
Ative a chave para compartilhar suas fotos do iCloud no Windows (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)
3. Verifique o progresso de sincronização
Após ativar a sincronização, você pode verificar todo o processo de transferência de arquivos entre iCloud e Windows. Acesse a pasta mencionada pelo iCloud para encontrar suas fotos e vídeos.
Acompanhe o progresso de sincronização de suas fotos no PC (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)
Como baixar todas as fotos do iCloud pelo Mac
1. Abra as configurações do aplicativo “Fotos” no Mac
Acesse o aplicativo “Fotos” no seu Mac e clique em “Ajustes” para visualizar as opções, antes de baixar os arquivos.
Seção de ajustes no app Fotos para Mac (Imagem: Lucas Lima/Tecnoblog)
2. Escolha como deseja baixar as fotos do iCloud no Mac
Selecione a opção “iCloud” no topo da tela e escolha uma das opções exibidas:
Baixar Originais para este Mac: método que baixa todos as fotos e vídeos em alta resolução para o disco do Mac;
Otimizar Armazenamento do Mac: opção para quem tem pouco espaço disponível em disco. As fotos e vídeos serão armazenadas em baixa resolução, como uma prévia. O usuário precisará escolher qual arquivo baixar em alta resolução de forma manual.
O usuário também pode escolher baixar todas as fotos e vídeos para uma pasta específica. Nesse caso, todo o conteúdo será duplicado se a biblioteca do iCloud estiver sincronizada no Mac.
Opções exibidas no app Fotos após selecionar o menu de ajustes (Imagem: Lucas Lima/Tecnoblog)
Baixar as fotos no PC mantém a qualidade original das imagens?
Sim, caso você baixe os arquivos pelo site do iCloud ou pela opção “Baixar Originais” no app Fotos do Mac.
Ao fazer o download pelo aplicativo do iCloud para o Windows, o serviço de armazenamento cria uma pasta específica no PC com os arquivos em miniatura.
Dessa forma, é necessário baixar os arquivos com alta resolução manualmente. O mesmo acontece com a opção “Otimizar Armazenamento” no Mac.
Tem como baixar mais de 1.000 fotos do iCloud de uma vez no PC?
Apenas pelo aplicativo do iCloud para o Windows, já que o site permite baixar até 1.000 fotos ou vídeos salvos no iCloud por vez. A sincronização de todos os arquivos de uma vez também acontece no Mac.
Onde ficam armazenadas as fotos baixadas do iCloud para Windows?
Você pode verificar o caminho exato de armazenamento no app do iCloud para o Windows, já que o sistema personaliza as pastas para cada PC. Antes de ativar a chave de sincronização dos arquivos, cheque o caminho exato em “Fotos do iCloud“.
Cada PC terá um caminho diferente para acessar as fotos do iCloud (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)
Remover a sincronização com do iCloud com o Windows apaga as fotos no PC?
Sim, o aplicativo do iCloud removerá todas as fotos ou vídeos armazenados do Windows, ao interromper a sincronização entre os serviços, mas seus arquivos continuarão disponíveis para visualização na sua conta do iCloud.
Uma dica é salvar os arquivos em outra pasta do PC, antes de remover a sincronização.
O celular da Apple conta com tela OLED de 120 Hz, desempenho de ponta graças ao chip A19 Pro e 12 GB de RAM, tudo isso em um corpo fino de apenas 5,64 mm de espessura.
iPhone Air tem corpo fininho e desempenho de ponta
iPhone Air tem apenas 5,64 mm e pesa 215 g (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O iPhone Air possui um corpo de apenas 5,64 mm e peso de 215 g, porém o celular mais fino da Apple entrega desempenho de ponta com o chip A19 Pro, 12 GB de RAM e 256 GB de armazenamento, não devendo nada a seus “irmãos”.
A câmera wide de 48 MP com OIS na traseira capta cenas com grande campo de visão e a frontal Center Stage de 18 MP tira selfies no modo Paisagem, mesmo com o celular na posição vertical. Ambas gravam vídeos em 4K a 60 fps.
Sua tela Super Retina XDR OLED de 6,5 polegadas possui ProMotion de 120 Hz e brilho de até 3.000 nits, oferecendo cores vibrantes, rolagem fluida e visibilidade sob luz forte. O vidro Ceramic Shield 2 protege o display contra arranhões e quedas.
Tela OLED do iPhone Air possui ProMotion de 120 Hz (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O corpo de titânio do iPhone Air recebe o Ceramic Shield na traseira e a certificação IP68, que adiciona resistência contra poeira e mergulhos de até 6 metros de profundidade em água doce por no máximo 30 minutos.
Este celular conversa com redes 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 6.0 e NFC. Sua bateria de 3.149 mAh resiste a um dia de uso moderado, é compatível com MagSafe e recebe uma carga de 50% em 30 minutos via USB-C, segundo a Apple.
O celular da Apple possui chip A18, tela OLED com brilho de até 2.000 nits e câmera wide de 48 MP idêntica à do iPhone 17e.
iPhone 16 Plus tem tela OLED e câmera principal do iPhone 17e
Lançado em 2024, o iPhone 16 Plus conta com uma câmera wide de 48 MP com OIS igual à do novo iPhone 17e; já a ultrawide de 12 MP com ângulo de 120º capta cenas com maior campo de visão e enquadramento. A lente frontal de 12 MP tira ótimas selfies. Todas gravam vídeos em 4K a 60 fps.
O processador Apple A18 e os 8 GB de RAM oferecem alto desempenho em multitarefa, apps e games exigentes. Os 256 GB de armazenamento disponibilizam espaço razoável para guardar fotos, vídeos e arquivos.
Sua tela LPTO Super Retina XDR OLED de 6,7 polegadas reproduz cores vibrantes, possui taxa de apenas 60 Hz e brilho de até 2.000 nits, mas que entrega rolagem fluida e visibilidade sob luz forte. O revestimento do vidro Ceramic Shield protege a parte frontal contra arranhões e pancadas.
Tela OLED do iPhone 16 tem brilho de até 2.000 nits (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Falando na durabilidade, o corpo de alumínio do iPhone 16 Plus recebe a certificação IP68, que adiciona proteção contra poeira e mergulhos de até 6 m em água por no máximo 30 minutos.
Este celular conversa com redes 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 5.3 e NFC. Sua bateria de 4.674 mAh tem autonomia de até 27 horas de reprodução de vídeo segundo a fabricante, suporta MagSafe e carregamento rápido de 25 W via USB-C.
O iPhone 16 Plus (256 GB) foi atualizado para o iOS 26 e deve receber pelo menos mais quatro atualizações do sistema operacional. O celular da Apple sai por R$ 6.219 no Pix com cupom de 10% disponível na página da Amazon, a maior oferta registrada no último ano.
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iPhone 16 Plus (256 GB) tem tela OLED de 2.000 nits e câmera do iPhone 17e. A maior promoção do último ano traz celular da Apple com desconto de 40% no Pix com cupom
Os AirPods Pro 3 depois de muito tempo voltaram a ficar em promoção, dessa vez com 35% de desconto. A oferta encontrada no Mercado Livre coloca à venda o gadget por R$ 1.747 no Pix após aplicação do cupom de R$ 100 OFF disponível.
A Apple lançou os seus fones de ouvido intra-auriculares mais avançados no Brasil em outubro de 2025 ao preço sugerido de R$ 2.699.
AirPods Pro 3 traz ANC superior e sensor de frequência cardíaca
AirPods Pro 3 inclui cinco ponteiras de tamanhos diferentes na caixa (imagem: Matheus Carvalho/Tecnoblog)
Devido ao autor possuir um AirPods Pro 3, pode afirmar com propriedade e segurança, que eles entregam uma potência sonora de alto nível. Segundo a companhia, os vestíveis são projetados com driver e amplificador exclusivos de alta amplitude e alto alcance dinâmico, respectivamente.
Um dos pontos fortes do gadget é a qualidade do seu Cancelamento Ativo de Ruído (ANC), capaz de remover duas vezes mais ruído externo em relação a geração anterior, de acordo com a Apple. O recurso realmente abafa muito bem o som exterior. O usuário ainda pode usar os fones nos modos Adaptável e Ambiente.
O recurso Tradução Ao Vivo possibilita com a ajuda da Apple Intelligence a comunicação entre duas pessoas falantes de idiomas diferentes. A transcrição é mostrada na tela do iPhone ou falada pela IA se ambos estiverem usando os AirPods Pro 3.
AirPods Pro 3 inclui um inédito sensor de frequência cardíaca na lateral interna (Imagem: Matheus Carvalho/Tecnoblog)
Outra novidade é o sensor de fotopletismografia (PPG) integrado em cada fone, que através da emissão de pulsos de luz infravermelha, monitora a frequência cardíaca e as calorias queimadas durante exercícios. Os dados podem ser obtidos em até 50 treinos disponíveis no aplicativo Fitness do sistema iOS.
Os fones de ouvido prometem até 8 horas de bateria com o ANC ativo e até 24 horas somando a bateria do estojo compatível com carregamento MagSafe. Todavia, o período é inferior ao informado na ficha técnica do seu antecessor.
Por fim, apresentam conexão a Bluetooth 5.3 e certificação IP57 com resistência a suor, água e poeira. Os AirPods Pro 3 estão em promoção com 35% de desconto, por R$ 1.747 no Pix com o cupom de R$ 100 OFF disponível no Mercado Livre.
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Modo Siri no Dynamic Island: inteligência artificial ganha destaque no iOS 27 (imagem: reprodução/Bloomberg)Resumo
O iOS 27 terá integração maior com a Siri, com opção de consultar a inteligência artificial com um simples movimento na tela.
O aplicativo de câmera terá novos widgets para customizar a experiência de acordo com as ferramentas mais utilizadas pelo usuário e uma opção “Siri” para leitor inteligente e edições de imagem via IA.
A Apple testa integrações com chatbots de outras empresas, além da parceria com a OpenAI, e o iOS 27 permitirá acessar outros modelos de IA no futuro.
A Apple ainda se prepara para o lançamento do novo iOS 27 durante a WWDC 2026, no dia 8 de junho, mas um vazamento recente já adianta algumas das principais novidades. A expectativa por uma integração maior com a Siri parece se confirmar tanto na câmera quanto no software como um todo, disponível diretamente pela Dynamic Island.
Outra confirmação é a presença do ChatGPT, além de uma opção de consultar a inteligência artificial com um simples movimento na tela. Também foram revelados novos widgets disponíveis no app de câmera que permitem customizar a experiência de acordo com as ferramentas mais utilizadas pelo usuário.
O vazamento foi divulgado pela Bloomberg, inclusive com imagens mostrando a nova interface do iOS 27. É importante frisar que a Apple costuma testar diferentes opções de design antes do lançamento. Portanto, podem haver diferenças em relação ao produto final.
Inteligência artificial em destaque
As IAs generativas têm dominado o mercado de tecnologia em 2026, e não será diferente no próximo sistema do iPhone. As imagens mostram uma grande repaginada na Siri, que aparece com formato de chatbot similar ao encontrado em concorrentes como ChatGPT, Claude, Grok e Gemini.
Recurso “Search or Ask” pode ser acessado deslizando a tela na direção do Dynamic Island (imagem: reprodução/Bloomberg)
Além disso, também será possível ativar a IA com um comando simples a qualquer momento. A exemplo do que acontece com a Tela de Bloqueio e a Central de Controle, bastaria deslizar o dedo a partir do topo da tela para consultar a IA.
Essa função, chamada nos vazamentos de Search or Ask, também deve permitir acessar outros modelos de IA no futuro. Segundo o Bloomberg, além da parceria com a OpenAI, a Apple vem testando integrações com chatbots de outras empresas.
Novidades no app de câmera
Na câmera deve surgir uma opção de Siri entre modos de uso já estabelecidos, como Foto e Retrato. A expectativa é por uma espécie de leitor inteligente para fazer traduções e tirar dúvidas. Também será possível solicitar edições de imagem via IA com mais facilidade, dentro do próprio app.
O aplicativo de câmera também terá uma nova customização de widgets, em que o usuário pode incluir ferramentas de edição mais acessadas para ativá-las com maior facilidade.
Face ID confirma a identidade de usuários de aparelhos da Apple (Imagem: Reprodução/Apple)
Face ID é o sistema de reconhecimento facial da Apple, incorporado a iPhones e iPads. Ele é usado como um mecanismo de segurança para confirmar a identidade do usuário.
O Face ID depende de componentes de hardware para fazer mapeamentos e escaneamentos precisos de rostos. Enquanto isso, o sistema operacional e outros softwares processam os dados para validar (ou não) a identidade.
Com o Face ID, você consegue desbloquear iPhones e iPads, autorizar compras pelo aparelho ou executar comandos que exigem níveis altos de privilégios.
A seguir, entenda melhor o que é o Face ID, saiba como ele funciona e veja em quais dispositivos ele está presente.
Face ID é um sistema de reconhecimento facial proprietário da Apple, que combina elementos de hardware e software. O sistema foi desenvolvido especialmente para produtos da maçã, como iPhones e iPads.
O que significa Face ID?
O termo “Face ID” pode ser traduzido como “identidade facial” ou “identidade por rosto”. A expressão combina “face” (traduzido como “rosto” ou “face”) e “ID”, que é a abreviação de “identidade” em inglês.
Para que serve o Face ID?
O Face ID tem a função de proteger informações de iPhones e iPads, atuando como um mecanismo de segurança para confirmar a identidade do usuário.
Assim como o código numérico e o Touch ID, o Face ID é usado para autenticação em dispositivos da Apple, seja para desbloquear o aparelho, executar comandos ou configurações, autorizar compras ou fazer pagamentos.
Como funciona o Face ID
O funcionamento do Face ID é baseado na combinação de elementos de hardware e software, que atuam em conjunto para a operação do sistema.
Para habilitar o mapeamento e leitura facial, o Face ID depende da câmera TrueDepth: um kit formado por câmera de selfie, projetor de pontos, além de sensor infravermelho, sensor de proximidade e sensores de iluminação.
Componentes da câmera TrueDepth (Imagem: Reprodução/Apple)
Durante a configuração do Face ID, esses componentes trabalham em conjunto para projetar milhares de pontos invisíveis e criar um mapa de profundidade do rosto do usuário. Uma parte do Neural Engine do aparelho transforma esse mapa de profundidade em uma representação matemática, que fica salva internamente.
Então, toda vez que o sistema operacional exige uma confirmação de identidade, a câmera TrueDepth faz um novo escaneamento do rosto e o compara à representação matemática registrada anteriormente. A validação pode acontecer mesmo diante de mudanças visuais (como maquiagem) ou uso de acessórios como máscara e óculos.
Face ID foi introduzido no iPhone X (Imagem: Reprodução/Apple)
Caso as representações coincidirem, o usuário ganhará acesso para prosseguir com as ações ou comandos. Do contrário, a pessoa terá que confirmar a identidade via código numérico.
O Face ID precisa de internet?
Não. O Face ID funciona de maneira offline e é dependente apenas da câmera TrueDepth do dispositivo e de softwares atualizados. Os mapeamentos de rostos também não precisam de internet, já que ficam salvos no hardware, e não na nuvem.
O Face ID é oferecido em quase todos os modelos de iPhone lançados a partir do iPhone X, incluindo as versões da linha numérica, variantes Pro, Pro Max, Plus, mini, “e” e iPhone Air.
As exceções incluem os iPhones SE de segunda e terceira geração, que foram lançados após o iPhone X e não trazem suporte a esse sistema de biometria.
Existe Face ID para Android?
Não. Smartphones Android podem ter sistemas de reconhecimento facial similares ao do Face ID, mas é preciso lembrar que o Face ID é uma tecnologia proprietária da Apple Inc., que só está disponível em aparelhos da maçã.
O que dá pra fazer com o Face ID?
Você pode usar o sistema de reconhecimento do Face ID para:
Face ID é usado para confirmar diversas ações em iPhones e iPads (Imagem: Reprodução/Apple)
O Face ID é seguro?
Sim. O Face ID funciona com base em um modelo tridimensional criado a partir do mapeamento do seu rosto, e não pode ser burlado a partir de fotos, vídeos ou uso de máscaras para falsificar a identidade.
Além disso, a Apple afirma que a probabilidade de outra pessoa desbloquear seu iPhone protegido com Face ID é menor que 1 em 1.000.000.
As probabilidades só aumentam em casos de gêmeos idênticos ou envolvendo menores de 13 anos que ainda não desenvolveram características faciais: nessas situações, é recomendável usar códigos numéricos.
O Face ID pode parar de funcionar?
Sim. Há casos em que o Face ID para de funcionar, devido a software desatualizado ou complicações na câmera TrueDepth. Mas em algumas situações, reiniciar o iPhone ou limpar a tela pode solucionar o problema.
Qual é a diferença entre Face ID e Touch ID?
Face ID é o sistema de reconhecimento facial da Apple, que se baseia na confirmação de identidade a partir de um escaneamento tridimensional do rosto. O sistema está presente em determinados modelos de iPads e em iPhones mais recentes, e é considerado mais seguro que o Touch ID, seu “antecessor”.
Já o Touch ID é o sistema de biometria proprietário da Apple, responsável pela leitura da impressão digital. Esse sistema é considerado menos seguro que o Face ID, é popular nos iPads, e figura somente em modelos mais antigos e básicos de iPhones.
Acelerômetro do iPhone será essencial para detectar movimentos bruscos (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)Resumo
Apple está desenvolvendo uma nova função de segurança que bloqueia o iPhone se for arrancado da mão do usuário de forma abrupta.
O recurso visa impedir o acesso a dados sensíveis em situações de furtos rápidos, quando o celular é levado enquanto ainda está em uso.
A tecnologia deve cruzar dados de sensores de movimento, dispositivos conectados e localização em tempo real, avaliando também a distância.
A Apple está trabalhando em uma nova camada de segurança capaz de travar o iPhone automaticamente caso o aparelho seja arrancado da mão do usuário de forma abrupta. A novidade foi descoberta nesta semana a partir da análise de códigos do sistema iOS feita pelo portal 9to5Mac.
O objetivo principal do recurso é impedir que criminosos acessem dados sensíveis e financeiros em situações de furtos rápidos, especificamente quando o celular é levado enquanto ainda está em uso e com a tela desbloqueada. Ainda não há detalhes de quando esse recurso será disponibilizado.
Como o novo bloqueio automático vai funcionar?
Para identificar a ação do criminoso e agir antes que ele acesse os aplicativos, o sistema deve cruzar dados de sensores de movimento, dispositivos conectados e localização em tempo real. De acordo com o 9to5Mac, o acelerômetro do iPhone será a principal peça de hardware para detectar o deslocamento brusco, movimento característico de um puxão.
Para evitar bloqueios acidentais no uso cotidiano, a tecnologia também deverá analisar a distância em relação ao Apple Watch emparelhado: se os dois aparelhos se afastarem em alta velocidade, a suspeita de roubo é confirmada.
Além dos sensores físicos, a ferramenta avaliará o contexto geográfico da vítima. Se o iPhone for retirado repentinamente e afastado de uma rede Wi-Fi conhecida ou de um endereço salvo como familiar (como a própria residência ou o ambiente de trabalho), a tela apagará e o acesso será travado na hora.
Recurso deve focar na proteção de iPhones desbloqueados (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Com o passar dos anos, a Apple aprimorou suas defesas contra crimes com ferramentas eficientes, como a rede Buscar, o tradicional Bloqueio de Ativação e a Proteção contra Roubo de Dispositivo. O obstáculo, no entanto, é que grande parte dessas barreiras perde a eficiência se o ladrão conseguir fugir com o smartphone já desbloqueado em mãos.
Apesar de o iOS contar com um atraso de segurança para impedir mudanças no Apple ID e senhas, a posse da tela livre ainda permite que o invasor cause estragos. Em poucos minutos, é possível acessar aplicativos de mensagens, e-mails, anotações pessoais e até mesmo contornar autenticações.
O novo bloqueio age exatamente sobre essa falha crítica. Ao detectar o roubo em andamento, o sistema não apenas desliga o visor, mas restringe na hora o acesso a todas as áreas sensíveis do aparelho. A Apple ainda não anunciou oficialmente quando a novidade chegará aos usuários, mas as evidências encontradas mostram que o recurso está em desenvolvimento e deve ser liberado nas próximas atualizações do iOS.
Saiba como corrigir eventuais problemas com o Face ID e usar o recurso de biometria do iPhone (imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
O Face ID pode parar de funcionar no iPhone devido a fatores simples, como sujeira na câmera TrueDepth, películas desalinhadas ou até a necessidade de atualizações de software. Em outros casos, os registros de biometria corrompidos impedem o reconhecimento facial.
Para corrigir o Face ID com problema, o usuário pode reiniciar o dispositivo para eliminar bugs em segundo plano, limpar a área do sensor ou redefinir a biometria nos ajustes do sistema. Caso essas etapas não funcionem, pode existir um dano físico interno, sendo necessário buscar uma assistência técnica autorizada.
A seguir, veja algumas ações básicas que você pode fazer quando o Face ID não está funcionando corretamente.
Redefinir o Face ID corrige falhas de reconhecimento facial porque apaga o mapeamento antigo, que pode estar desatualizado ou corrompido. Isso força o sensor TrueDepth a escanear o rosto novamente, adaptando a mudanças recentes no seu visual.
O processo reconstrói a biometria do zero e elimina erros acumulados no sistema operacional. Para fazer isso, acesse os “Ajustes” do iPhone, selecione “Face ID e Código” e digite a senha do aparelho.
Por fim, toque em “Redefinir Face ID” para limpar os registros antigos e vá em “Configurar Face ID”. Então, basta posicionar seu rosto no enquadramento da câmera e movê-lo lentamente em círculos.
Redefinir o Face ID apaga dados biométricos que podem estar corrompidos (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
2. Reinicie o seu dispositivo
Reiniciar o iPhone resolve problemas no Face ID ao limpar pequenos bugs e conflitos temporários do software que travam a autenticação. Esse processo simples é ideal quando aplicativos em segundo plano geram instabilidade no sistema.
Ao reiniciar, o dispositivo limpa a memória RAM e força o recarregamento do sensor TrueDepth do zero. Isso elimina os erros acumulados e faz com que o reconhecimento facial volte a operar corretamente.
Reiniciar o iPhone pode ser uma forma simples de corrigir erros do Face ID (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
3. Limpe a tela do seu iPhone
O acúmulo de sujeira e marcas de dedo na parte superior da tela pode obstruir os sensores do Face ID, impedindo o escaneamento facial. Isso ocorre porque a oleosidade ou poeira impedem que o iluminador e o projetor de pontos façam o mapeamento infravermelho do rosto.
A solução é higienizar o celular limpando a região da TrueDepth camera com um pano de microfibra macio e, se possível, levemente úmido com álcool isopropílico. Esse cuidado simples desobstrui os componentes ópticos e restabelece o uso da biometria no dispositivo.
Limpar a tela do iPhone evita que o Face ID seja obstruído por sujeira (imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
4. Remova a película do seu iPhone
As falhas no reconhecimento facial muitas vezes acontecem porque películas grossas, trincadas ou desalinhadas cobrem o sensor TrueDepth. Modelos paralelos ou com filtro de privacidade costumam bloquear a luz necessária para a leitura da biometria.
O acessório danificado ou de tamanho errado obstrui fisicamente o projetor de pontos e a câmera infravermelha, impedindo o mapeamento do rosto. Nesses casos, o sistema do iPhone perde a precisão técnica e falha na autenticação.
Remover a proteção serve como um teste rápido de diagnóstico para isolar o problema e liberar a área óptica do aparelho. Se o desbloqueio voltar a funcionar imediatamente, basta substituir a película por um modelo totalmente compatível.
Películas mal posicionadas ou rachadas interferem no uso do Face ID (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
5. Verifique se há atualizações pendentes
Manter o sistema do iPhone desatualizado pode gerar bugs em segundo plano que afetam o funcionamento do Face ID. Erros crônicos no código do software costumam travar o reconhecimento facial e impedir o desbloqueio.
A própria Apple recomenda atualizar o iOS no iPhone para aplicar patches de correção que eliminam essas instabilidades conhecidas. Versões recentes do sistema operacional restauram a estabilidade dos drivers e garantem a comunicação perfeita com o hardware.
Para completar o processo, o ideal é reiniciar o smartphone logo após o término da instalação dos novos arquivos. Esse procedimento simples força uma inicialização limpa e normaliza o desbloqueio via Face ID.
Atualizações do iOS podem corrigir problemas com o Face ID (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
Por que o Face ID não voltou a funcionar?
Se você tentou os procedimentos básicos e o Face ID ainda não voltou a funcionar, o problema pode estar relacionado a barreiras físicas ou danos internos. As principais causas são:
Falha física no hardware: avisos permanentes de erro indicam que os componentes internos foram danificados por quedas ou impactos, exigindo reparo especializado em uma assistência técnica autorizada;
Bloqueio por capas ou acessórios: uma capa nova ou mal encaixada pode cobrir acidentalmente a parte superior do smartphone, obstruindo a visão dos sensores e impedindo o reconhecimento facial;
Interferência da película protetora: modelos trincados, desalinhados ou com filtro de privacidade bloqueiam a câmera TrueDepth, interrompendo o feixe infravermelho e impossibilitando a leitura da biometria;
Troca de tela recente: a substituição do display pode danificar ou desativar o sistema de segurança por falta de emparelhamento com o processador, sendo recomendado realizar o serviço em locais certificados.
O que significa “Face ID off” no iPhone?
A mensagem “Face ID off” indica que o sistema de reconhecimento facial do iPhone foi completamente desativado nas configurações do aparelho. Com o recurso desligado, o sensor TrueDepth deixa de escanear o rosto e os dados biométricos salvos ficam inativos.
A partir desse momento, o iOS passa a exigir obrigatoriamente a senha numérica para liberar o dispositivo e acessar todas as tarefas. Até que uma nova biometria seja cadastrada, todas as validações de segurança dependerão da digitação manual.
A troca da tela pode afetar o Face ID?
Sim, a substituição da tela pode afetar o Face ID porque o sensor TrueDepth é extremamente sensível e pode sofrer danos físicos durante a desmontagem. Além disso, os componentes ópticos frontais são emparelhados de fábrica ao processador do iPhone por criptografia.
Se a troca do display quebrar esses filamentos ou for feita sem a transferência do chip original, a biometria é bloqueada por segurança. Para evitar dores de cabeça, o reparo deve ser realizado em assistências autorizadas ou especializadas com certificação da Apple.
Derrubar o celular pode danificar o Face ID?
Sim, o impacto de uma queda pode quebrar o Face ID, trincando os componentes sensíveis da câmera TrueDepth. A pancada forte costuma rachar os prismas de vidro ou desalinhar o projetor de pontos, uma peça frágil que sai de posição facilmente.
Esse tipo de dano físico rompe as conexões elétricas internas e costuma disparar o aviso “Face ID off” no aparelho. Como o problema afeta o hardware e não o software, a biometria deixa de funcionar, exigindo um reparo técnico em laboratório.
A película de privacidade pode afetar o Face ID no iPhone?
Sim, a película de privacidade pode atrapalhar o Face ID ao reduzir os feixes de luz que atravessam o vidro frontal. Esse bloqueio angular, projetado para escurecer a tela lateralmente, interfere diretamente na capacidade dos sensores TrueDepth de lerem os traços faciais.
O acessório diminui a precisão do mapeamento infravermelho e costuma fazer a biometria falhar constantemente. Para evitar o problema, o ideal é escolher modelos de alta qualidade ou que possuam um recorte físico vazado exatamente na área da câmera frontal.
O iPhone 17 de 512 GB está em oferta por R$ 6.399 no Pix com o cupom SMART10 na Amazon, um desconto de 33% sobre o valor original de R$ 9.499. Esse é o melhor preço já encontrado pelo dispositivo.
Este celular da Apple tem como destaques tela OLED de 6,3″ com 120 Hz, câmeras wide e ultrawide de 48 MP e chip A19 de alto desempenho.
iPhone 17 tem chip A19 de alta performance e tela OLED de 120 Hz
A tela Super Retina XDR OLED de 6,3 polegadas do iPhone 17 conta com ProMotion de 120 Hz e brilho de até 3.000 nits, que fornece cores vivas, fluidez na rolagem e visibilidade sob luz forte. O vidro Ceramic Shield 2 protege a parte frontal contra arranhões e quedas.
O chip Apple A19 e os 8 GB de RAM entregam alto desempenho em multitarefa, games pesados e soluções do Apple Intelligence. Os 512 GB de armazenamento disponibilizam espaço mais que suficiente para guardar vídeos, fotos e arquivos.
Seu corpo de alumínio conta com o Ceramic Shield 2 na traseira e a certificação IP68, adicionando resistência contra poeira e mergulhos de até 6 m de profundidade em água doce por no máximo 30 minutos.
iPhone 17 possui câmeras wide e ultrawide de 48 MP (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O kit principal de câmeras do iPhone 17 traz uma wide com OIS e uma ultrawide com ângulo de 120º, ambas de 48 MP e que captam cenas com maior enquadramento. A frontal de 18 MP tira selfies no modo Paisagem mesmo com o celular na vertical. Todas gravam vídeos em 4K a 60 fps.
Este celular tem conectividade 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 6.0, Ultra Wideband (UWB), NFC e comporta eSIM. Sua bateria de 3.692 mAh tem autonomia de até 30 horas de reprodução de vídeo segundo a Apple, suporta MagSafe e carregamento rápido de 40 W, recebendo uma carga de 0 a 50% em apenas 20 minutos.
O iPhone 17 (512 GB), que roda iOS 26 e é elegível a pelo menos cinco atualizações do sistema operacional, sai por R$ 6.399 no Pix com cupom SMART10 na Amazon, um abatimento de 33% sobre o preço original.
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O iPhone 16e (128 GB) entrou em oferta por R$ 3.260,54 no Pix com o cupom APP200 somente no app da Amazon. O smartphone da Apple com tela OLED e câmera de 48 MP, lançado por R$ 5.799, fica 44% mais barato nessa promoção.
iPhone 16e tem Apple Intelligence, tela com resolução 2K e câmera que filma em 4K
iPhone 16e é o modelo mais barato com acesso ao Apple Intelligence (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O iPhone 16e utiliza o processador Apple A18 combinado com 8 GB de RAM, garantindo alto desempenho em tarefas do dia a dia e do Apple Intelligence. No entanto, o modelo conta com apenas 128 GB de armazenamento interno, exigindo o uso do iCloud para expandir a memória via nuvem.
O dispositivo traz uma tela Super Retina XDR OLED de 6,1 polegadas com resolução 2K, incluindo o antigo notch inspirado no iPhone 14. Apesar do visual “retro” e taxa de atualização de 60 Hz, o painel tem brilho máximo de 1.200 nits e os recursos True Tone e HDR para imagens detalhadas.
Para fotos e vídeos, o iPhone 16e tem uma câmera traseira com o único sensor Fusion de 48 MP para registros em 4K com Estabilização Óptica de Imagem (OIS). A câmera frontal de 12 MP promete selfies detalhadas com Foco Automático e Modo Retrato, além de captar vídeos em 4K.
iPhone 16e traz uma única câmera traseira de 48 MP (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O smartphone da Apple mantém as características premium da marca, como a estrutura de alumínio, acabamento traseiro em vidro e tela com proteção Ceramic Shield. Com resistência à água reforçada, a certificação IP68 protege o aparelho contra mergulhos acidentais de até 6 metros em água doce.
Em relação ao tanque de energia, o telefone é equipado com uma bateria de 4.005 mAh com autonomia de até 26 horas de reprodução de vídeo. Já o carregamento rápido de 20 W vai de 0 a 50% em apenas 30 minutos na tomada, segundo a marca.
Fechando o pacote, o iPhone 16e (R$ 3.260,54 no Pix com o cupom APP200 somente no app) tem conexões 5G, Wi-Fi 6, Bluetooth 5.3 e NFC para ações por aproximação. O telefone vem de fábrica com o iOS 18 e receberá ao menos cinco grandes atualizações do sistema operacional.
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O iPhone 16 Plus de 128 GB está saindo por R$ 5.649 no Pix com cupom 350SMART na Amazon, um abatimento de 41% frente ao valor original de R$ 9.499 na maior oferta de 2026 até o momento.
O celular da Apple possui chip A18, tela OLED com brilho de até 2.000 nits e câmera wide de 48 MP.
iPhone 16 Plus tem tela OLED e câmera do iPhone 17e
O iPhone 16 Plus conta com uma câmera wide de 48 MP com OIS igual à do novo iPhone 17e além de uma ultrawide de 12 MP, que captam cenas com grande campo de visão e maior enquadramento. A frontal de 12 MP tira selfies com qualidade, e todas gravam vídeos em 4K a 60 fps.
O processador Apple A18 e os 8 GB de RAM oferecem alto desempenho em multitarefa, apps e games pesados. Os 128 GB de armazenamento podem ser expandidos com planos do iCloud, seja o gratuito de 5 GB ou pagos com mais espaço na nuvem.
Sua tela LPTO Super Retina XDR OLED de 6,7 polegadas tem taxa de 60 Hz e brilho de até 2.000 nits, entregando cores vibrantes, rolagem fluida e visibilidade sob luz forte. O revestimento do vidro Ceramic Shield protege o display contra riscos e arranhões.
Tela OLED do iPhone 16 Plus tem brilho de até 2.000 nits (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Ainda sobre a durabilidade do iPhone 16 Plus, seu corpo de alumínio conta com a certificação IP68, adicionando proteção contra poeira e mergulhos de até 6 m em água doce por no máximo 30 minutos.
Este celular possui conectividade 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 5.3 e NFC. Sua bateria de 4.674 mAh tem autonomia de até 27 horas de reprodução de vídeo segundo a fabricante, suporta MagSafe e carregamento rápido de 25 W via USB.
O iPhone 16 Plus (128 GB) foi atualizado para o iOS 26 e é elegível a pelo menos mais quatro atualizações do sistema operacional. O celular da Apple sai por R$ 5.649 no Pix com cupom 350SMART na Amazon, um abatimento de 41% sobre o preço de lançamento e a maior oferta vista em 2026.
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iPhone 16 Plus (128 GB) possui câmera wide de 48 MP e tela OLED de 2.000 nits; celular da Apple recebe maior oferta do ano com desconto de 41% no Pix com cupom
O iPhone 17 Pro Max de 1 TB está saindo por R$ 11.789 à vista no cartão de crédito na Amazon, um desconto de 24% sobre o valor original de R$ 15.499 e o menor preço do ano até o momento. O celular premium da Apple possui tela fluida, alto desempenho e câmeras avançadas.
iPhone 17 Pro Max tem tela de 120 Hz e câmeras de 48 MP
O iPhone 17 Pro Max possui um kit principal de câmeras de 48 MP, que inclui uma wide com OIS e uma ultrawide que captam cenas com maior enquadramento, e uma telefoto com zoom óptico de 4x para aproximações. A frontal de 18 MP tira selfies em modo Paisagem.
O chip A19 Pro de 3 nanômetros e os 12 GB de RAM entregam, segundo a empresa, 40% mais poder de processamento que a geração anterior, fazendo dele o celular mais poderoso da linha. Os 1 TB de armazenamento entregam espaço de sobra para guardar vídeos, arquivos e fotos.
Seu corpo de alumínio traz o vidro Ceramic Shield na traseira e sobre a tela e a certificação IP68. Essas proteções lhe conferem resistência contra riscos e arranhões, poeira e mergulhos de até 6 m em água doce por 30 minutos.
Tela do iPhone 17 Pro Max tem ProMotion de 120 Hz e brilho de até 3.000 nits (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
A tela Super Retina XDR OLED de 6,9 polegadas do iPhone 17 Pro Max conta com ProMotion de 120 Hz e brilho de até 3.000 nits. Consequentemente, o display oferece cores vibrantes, rolagem fluida e visibilidade sob luz forte.
Este smartphone conversa com redes 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 6.0, NFC e suporta eSIM. Sua bateria tem autonomia de até 37 horas de reprodução de vídeo segundo a fabricante, é compatível com MagSafe e carregamento rápido de 40 W via cabo USB-C.
O iPhone 17 Pro Max (1 TB) roda iOS 26 e deve receber pelo menos cinco atualizações do sistema operacional. O celular premium da Apple sai por R$ 11.789 à vista no cartão na Amazon, um abatimento de 24% frente ao valor de lançamento e o menor preço de 2026.
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O celular da Apple tem tela OLED de 6,3″ com 120 Hz, chip A19 de ponta e câmeras wide e ultrawide de 48 MP.
iPhone 17 traz tela OLED de 120 HZ e chip A19
O iPhone 17 possui uma tela Super Retina XDR OLED de 6,3 polegadas, com ProMotion de 120 Hz e brilho de até 3.000 nits, entregando cores vibrantes, rolagem fluida e visibilidade sob luz forte. O vidro Ceramic Shield 2 protege-a contra riscos e arranhões.
Seu chip Apple A19 de 3 nanômetros e os 8 GB de RAM oferecem alta performance em multitarefa, games pesados e soluções do Apple Intelligence. Os 256 GB de armazenamento disponibilizam espaço razoável para guardar vídeos, fotos e arquivos.
O corpo de alumínio do celular recebe o Ceramic Shield 2 na traseira e o reforço da certificação IP68, que confere resistência contra poeira e mergulhos de até 6 m de profundidade em água doce por no máximo 30 minutos.
iPhone 17 possui câmeras wide e ultrawide de 48 MP (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O kit de câmeras do iPhone 17 inclui uma wide com OIS e uma ultrawide com ângulo de 120º, ambas de 48 MP e voltadas à captura de cenas com grande campo de visão. A frontal de 18 MP tira selfies no modo Paisagem mesmo com o celular na vertical. Todas gravam vídeos em 4K a 60 fps.
Este celular traz conectividade 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 6.0, Ultra Wideband (UWB), NFC e comporta eSIM. A bateria de 3.692 mAh resiste a até 30 horas de reprodução de vídeo segundo a Apple, suporta MagSafe e carregamento rápido de 40 W, recebendo uma carga de 0 a 50% em apenas 20 minutos.
Por fim, o iPhone 17 (256 GB) roda iOS 26 e deve receber pelo menos cinco atualizações do sistema operacional. O celular da Apple sai por R$ 5.558 no Pix com cupom SMART250 na Amazon, um abatimento de 31% frente ao preço de lançamento.
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Tela infinita e as quatro bordas curvas: iPhone 19 Pro pode trazer novidade no design (imagem: reprodução/MacRumors)Resumo
A Apple está desenvolvendo protótipos do iPhone 19 com tela infinita e bordas curvas, segundo o leaker Digital Chat Station.
O iPhone 19 Pro pode ter bordas curvas nos quatro cantos da tela, uma novidade no design que pode ser lançada em 2027.
A implementação de sensores do Face ID e da câmera frontal em uma tela infinita está apresentando desafios para a Apple, de acordo com o MacRumors.
O iPhone 19 Pro pode trazer bordas curvas nos quatro cantos da tela. É o que aponta um leaker chinês chamado Digital Chat Station. O rumor já existia desde abril, quando o mesmo perfil apontou a possibilidade envolvendo o 20º aniversário de lançamento do iPhone. Agora, a fabricante teria avançado para a confecção de protótipos com o novo design.
A suposta tela curva no iPhone já apareceu em 2018. Na época, vale lembrar, o principal rival no mercado era o Galaxy S9, que trouxe bordas curvas nas laterais. Esta novidade envolveria a versão Pro do iPhone 19, que também pode estrear um novo nome.
Finalmente teremos tela infinita na Apple?
A Apple tem um histórico de design bastante sóbrio. Desde o primeiro iPhone, lançado por Steve Jobs em 2007, o smartphone sempre apostou em um display convencional e reto, mesmo com diversos modelos concorrentes chegando às lojas com bordas curvas e, mais recentemente, telas dobráveis. Ao que tudo indica, a companhia deve iniciar as mudanças ainda neste ano.
Dynamic Island é solução da Apple para Face ID e câmera frontal desde o iPhone 14 (imagem: reprodução/Apple)
Os rumores também dão conta de um modelo com acabamento em vidro, no que poderia ser uma versão mais sofisticada e cara do que os modelos 19 Pro e 19 Pro Max. Ainda assim, há muitas dúvidas quanto ao verdadeiro diferencial de um suposto modelo comemorativo de 20 anos.
Segundo informações divulgadas pelo MacRumors, a Apple estaria com dificuldades para concluir a próxima geração. Ela não estaria conseguindo implementar sensores do Face ID nessa tela infinita, assim como esconder a câmera frontal – o que tem se resolvido com a Dynamic Island nos iPhones atuais.
Dois eventos por ano
Outra possibilidade tem circulado no mercado: uma possível nova janela de lançamento dos iPhones, começando neste ano. A empresa dividiria os lançamentos do iPhone 18 em dois períodos, revelando as versões Pro e Pro Max por volta de setembro, como costuma fazer com seus lançamentos anuais, e deixando o modelo padrão para a próxima primavera, daqui a cerca de um ano.
O iPhone 17e (512 GB) voltou a registrar o melhor preço desde o seu anúncio em março, com desconto de 34% no Magazine Luiza. O dispositivo está em oferta por R$ 4.829 no Pix com uso do cupom 300INFLU válido só pelo aplicativo. A nova geração do smartphone acessível da Apple possui preço de lançamento de R$ 7.299.
iPhone 17e leva chip Apple A19 e câmera de 48 MP
O iPhone 17e utiliza o processador Apple A19, o mesmo equipado no ‘irmão’ iPhone 17 só que com um núcleo de GPU a menos para processamento gráfico. O chip com litografia de 3 nanômetros na companhia de 8 GB de RAM promete executar sem travamentos tarefas exigentes como jogos, edição de vídeos em 4K e recursos de IA.
A nova geração continua abrindo mão das câmeras ultrawide e periscópia. Aqui só há uma câmera wide de 48 MP com abertura f/1.8 e sensor-shift OIS para melhor estabilização de imagem. Enquanto a câmera frontal registra fotos em resolução de 12 MP.
Uma das mudanças mais notórias é o suporte ao Magsafe, possibilitando o carregamento via indução magnética de até 15 W. A recarga com adaptador USB-C promete atingir 50% em apenas 30 minutos na tomada.
iPhone 17e, assim como o iPhone 16e, possui o notch na tela (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
A tela Super Retina XDR OLED com HDR10 de 6,1 polegadas entrega boa reprodução de cores e contraste às imagens geradas em resolução de 1.170 x 2.532 pixels. O pico de brilho atinge 1.200 nits em ambientes expostos a luz intensa. O vidro Ceramic Shield 2 está presente e promete 3x mais proteção, segundo a Apple.
As demais especificações incluem bateria de 4.005 mAh, Bluetooth 5.3, Wi-Fi 6 e NFC em conectividade. O iPhone 17e de 512 GB está no seu melhor preço desde o lançamento por R$ 4.829 no Pix com o cupom 300INFLU válido somente no app do Magazine Luiza.
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iPhone 17e traz suporte a Magsafe, chip A19 e câmera de 48 MP. Novo smartphone com proposta acessível da Apple entra em promoção no aplicativo do Magazine Luiza
Steve Wozniak recebe aplausos em formatura (Imagem: Alessandro Viapiano/Wikimedia Commons)Resumo
Steve Wozniak, cofundador da Apple, discursou na formatura da Grand Valley State University, nos Estados Unidos, elogiando a “inteligência real” dos formandos, em vez de focar nas ameaças da inteligência artificial.
O discurso foi bem recebido pelos formandos, que aplaudiram suas palavras, diferentemente do que ocorreu com o ex-CEO do Google, Eric Schmidt, que sofreu vaias ao mencionar a IA.
O lendário cofundador da Apple, Steve Wozniak, conseguiu falar sobre inteligência artificial sem desaprovação dos formandos. Enquanto outros executivos, como o ex-CEO do Google, Eric Schmidt, sofreram vaias ao incluir a tecnologia no discurso, o engenheiro recebeu aplausos por reconhecer a capacidade dos ex-alunos em um mercado cada vez mais desafiador.
Para muitos recém-formados dos Estados Unidos, a IA já é uma concorrente que interfere nas oportunidades de entrada no mercado de trabalho. As maiores empresas do mundo já avaliam substituir a força de trabalho pela tecnologia, com funções automatizadas ou vagas cortadas para direcionar o dinheiro ao desenvolvimento de IA.
Nesse momento sensível, em vez de concentrar o discurso nas ameaças da automação, Wozniak, que discursou na Grand Valley State University, no estado do Michigan, comentou a ansiedade em torno da IA.
Inteligência “real”
Durante o discurso, Wozniak disse que os formandos têm a “inteligência real”, ou Actual Intelligence, um trocadilho com a sigla AI. A frase arrancou risos e aplausos da plateia.
Na sequência, o cofundador da Apple explicou como enxerga a tentativa de reproduzir capacidades humanas pelos algoritmos:
“Levaria muito tempo para me aprofundar no que penso sobre a IA, mas estamos tentando criar um cérebro. Existe uma maneira de duplicarmos uma rotina um trilhão de vezes e fazê-la funcionar como um cérebro? A IA é uma dessas tentativas.”
– Steve Wozniak
Apple co-founder Steve Wozniak received applause rather than boos from graduates at a commencement speech for telling them that they have “AI, Actual Intelligence.”
During the Grand Valley State University Commencement Ceremony, Wozniak emphasized to graduates the value of… pic.twitter.com/2bzYLHrMBz
Em março, Wozniak já havia dito que ainda não entendemos direito como o cérebro funciona “para chegar ao ponto de substituir o ser humano”. Ele criticou o estilo de comunicação das IAs, mas reconheceu que a tecnologia deve evoluir ao ponto de reproduzir aspectos da nossa existência.
No encerramento, Wozniak pediu que os formandos não seguissem caminhos prontos apenas por segurança. “Pensem: existe algo que eu possa fazer um pouco diferente?”, aconselhou.
Sem vaias desta vez
A recepção positiva deste discurso vai contra a onda de desaprovação à IA. No caso mais emblemático e recente, Schmidt mencionou os espaços em que a presença da tecnologia já avança, incluindo trabalho e vida pessoal.
O iPhone 17 de 512 GB está saindo por R$ 6.399 no Pix com cupom 350SMART na Amazon, um desconto de 33% sobre o valor original de R$ 9.499 e a maior oferta já vista pelo Achados.
O celular da Apple traz chip A19, tela OLED de 120 Hz e câmeras wide e ultrawide de 48 MP.
iPhone 17 tem tela OLED de 120 Hz e câmeras de 48 MP
O iPhone 17 possui uma câmera wide com OIS e uma ultrawide de 120º na traseira, ambas de 48 MP e que captam cenas com grande campo de visão. A frontal Center Stage de 18 MP tira selfies na horizontal sem a necessidade de virar o celular. Todas gravam vídeos em 4K a 60 fps.
O chip A19 e os 8 GB de RAM entregam alta performance em multitarefa, apps e games. Os 512 GB de armazenamento disponibilizam espaço interno vasto para guardar vídeos, fotos e arquivos.
Seu corpo de alumínio conta com a certificação IP68, de resistência contra poeira e mergulhos acidentais de até 6 m em água doce por no máximo 30 minutos.
Tela OLED do iPhone 17 tem ProMotion de 120 Hz e brilho de até 3.000 nits (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O display LPTO Super Retina XDR OLED de 6,3 polegadas do iPhone 17 possui ProMotion de 120 Hz e brilho de até 3.000 nits, entregando cores vibrantes, rolagem fluida e visibilidade sob luz forte. O revestimento do vidro Ceramic Shield 2 protege-o contra arranhões e quedas.
Este celular tem conectividade 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 6.0, Ultra Wideband (UWB), NFC e suporta eSIM. Sua bateria de 3.692 mAh possui autonomia de um dia inteiro de uso segundo a fabricante, suporta MagSafe e carregamento rápido de 40 W via USB-C, sendo capaz de receber uma carga de 0 a 50% em apenas 20 minutos.
O iPhone 17 (512 GB) roda iOS 26 e deve receber ao menos cinco atualizações do sistema operacional. A maior oferta já vista pelo Achados traz o celular da Apple por R$ 6.399 no Pix com cupom 350SMART na Amazon, um abatimento de 33% em relação ao preço de lançamento.
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iPhone 17 (512 GB) tem tela OLED de 120 Hz, câmeras de 48 MP e chip A19; melhor oferta que já vimos traz celular da Apple com 33% de desconto no Pix com cupom
O iPhone 17 Pro Max está saindo por apenas R$ 9.881,10 no Pix no Mercado Livre. A oferta é a melhor que já vimos pelo smartphone da Apple, que atualmente é o modelo mais avançado da marca. Na ficha técnica, o celular da Apple é equipado com processador A19 Pro, RAM de 12 GB e câmeras de 48 MP.
iPhone 17 Pro Max tem Apple A19 Pro e RAM de 12 GB
iPhone 17 Pro Max (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O Apple A19 Pro trabalha em conjunto com 12 GB de RAM para entregar alto desempenho no iPhone 17 Pro Max. Essa combinação executa jogos pesados e tarefas simultâneas sem apresentar engasgos. O chip de três nanômetros otimiza o consumo energético da bateria, enquanto a capacidade de hardware garante velocidade fluida para o sistema operacional.
As três câmeras traseiras de 48 megapixels gravam vídeos em resolução 4K até 120 fps. O sensor principal capta imagens nítidas em ambientes escuros. O zoom óptico de 4x aproxima objetos distantes sem perda de qualidade. E o scanner LiDAR realiza medições de profundidade para aperfeiçoar o foco automático e fotos com fundo desfocado.
iPhone 17 Pro Max (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
A tela OLED de 6,9 polegadas exibe imagens com resolução de 1.320 x 2.868 pixels. O painel atinge brilho máximo de 3.000 nits para garantir boa visibilidade sob a luz solar direta, e taxa de atualização de até 120 Hz, o que gera transições fluidas no sistema. E o vidro ainda conta com a proteção contra riscos Ceramic Shield 2.
Ainda em relação a proteções, o iPhone premium oferece certificação IP68, garantindo resistência contra água e poeira. E suportar conexões 5G e Wi-Fi 7. Lembrando que o iPhone 17 Pro Max de 256 GB está saindo por apenas R$ 9.881,10 no Pix no Mercado Livre, uma oferta de 29% em relação ao preço original.
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O iPhone 17 de 256 GB está saindo por apenas R$ 5.558,35 no Pix aplicando o cupom de R$ 250 OFF na página na Amazon. A oferta representa um desconto de 31% sobre o valor original de R$ 7.999. E o celular da Apple se destaca pelo desempenho com chip A19 e RAM de 8 GB, e pelo conjunto fotográfico com duas câmeras de 48 megapixels.
iPhone 17 tem RAM de 8 GB e duas câmeras de 48 MP
O processador Apple A19, construído com litografia de 3 nm, oferece alta capacidade de processamento com seus seis núcleos de CPU. Esse chip trabalha em conjunto com 8 GB de RAM para gerenciar processos em segundo plano sem travamentos. Essa combinação garante máxima fluidez na execução de aplicativos pesados e jogos complexos.
O conjunto traseiro duplo traz sensor principal e lente ultrawide, ambos com 48 megapixels. O sistema suporta gravação de vídeo em resolução 4K a 60 quadros por segundo com áudio espacial. Enquanto isso, a câmera frontal de 18 megapixels possui foco automático por detecção de fase.
iPhone 17 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
A tela Super Retina XDR OLED possui 6,3 polegadas e opera com taxa de atualização de 120 Hz. Esse painel exibe cores vibrantes com suporte a Dolby Vision e HDR10. O pico de brilho atinge 3.000 nits sob condições de forte iluminação externa. E a proteção Ceramic Shield 2 e o revestimento antirreflexo minimizam riscos e distrações visuais.
A bateria conta com capacidade de 3.692 mAh e promete até 30 horas de reprodução do vídeo segundo a fabricante. E suporta carregamento rápido de até 50 W, otimizando a praticidade no uso. Na conectividade, o celular da Apple conta com conexões 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 6.0, Ultra Wideband (UWB) e NFC.
Lembrando que o iPhone 17 (256 GB) está saindo por apenas R$ 5.558,35 no Pix aplicando o cupom de R$ 250 OFF na página do smartphone na Amazon. E a oferta reduz 31% do preço original, sendo uma ótima opção de compra atualmente.
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O iPhone 16e de 256 GB está custando R$ 3.869 no Pix em oferta encontrada na Amazon. O valor corresponde a uma queda de 41% em comparação ao preço original de R$ 6.599 e fica abaixo da média recente, segundo Zoom.
Para quem busca obter um celular da Apple, o modelo certamente é uma boa opção de custo-benefício. Embora abra mão de alguns recursos, ainda assim conta com desempenho avançado, câmera de alta qualidade e chip otimizado para inteligência artificial.
iPhone 16e leva câmera de 48 MP e chip Apple A18
O iPhone 16e apresenta tela Super Retina XDR OLED com suporte a HDR10 mais enxuta de 6,1 polegadas, que entrega uma boa saturação de cores. Enquanto as imagens são geradas em resolução de 1.170 x 2.532 pixels. O componente ainda traz revestimento do vidro Ceramic Shield com promessa de resistência a arranhões e quedas.
O dispositivo traz 8 GB de memória RAM e o processador Apple A18 (3 nm), o mesmo equipado no iPhone 16, mas com a diferença de compor um núcleo de GPU a menos. Na prática, o usuário vai poder executar tarefas simples a mais exigentes com alta performance, o que justifica em algumas visões ser um celular custo-benefício.
Em contrapartida, diferente do restante da linha que leva ao menos dois sensores traseiros, o iPhone 16e conta com apenas uma câmera traseira. O sensor de 48 MP tem a capacidade de gerar fotos detalhadas e também filmar em 4K a 60 fps. Assim como a resolução para vídeos é repetida na câmera frontal de 12 MP.
iPhone 16e é o modelo mais barato com acesso ao Apple Intelligence (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
A bateria de 4.005 mAh promete entregar autonomia de até 26 horas para reprodução de vídeo, segundo a Apple. Portanto, em teoria vai resistir bem a um dia completo de uso típico. O carregamento suporta recarga rápida de 0 a 50% em 30 minutos com uso de adaptador USB-C.
No mais, o dispositivo conta com 5G, Wi-Fi 6, Bluetooth 5.3 e NFC em conectividade, além de apresentar compatibilidade ao inovador sistema operacional iOS 26. O iPhone 16e (256 GB) com proposta acessível pela Apple pode ser adquirido por R$ 3.869 no Pix em oferta na Amazon.
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iPhone 16e sai mais barato do que média recente no Pix em oferta da Amazon. Celular da Apple com desempenho avançado apresenta boa proposta custo-benefício
iPhone 16e é o modelo mais barato com acesso ao Apple Intelligence (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Anúncio do Project Firefly pela Intel (imagem: reprodução/Wccftech)Resumo
Intel revelou Project Firefly para viabilizar notebooks mais acessíveis, com custo girando em torno de US$ 600;
iniciativa foca na padronização de componentes entre fabricantes e no aproveitamento da infraestrutura de fabricação de smartphones na China;
laptops serão equipados com chips Core Series 3 e, pelo menos na fase inicial, serão exclusivos do mercado chinês.
Project Firefly é o nome do plano da Intel para, presumivelmente, fazer frente ao MacBook Neo. A novidade foi anunciada em um evento na China como uma proposta que permite a fabricação de notebooks compactos, leves e de baixo custo, com preços máximos girando em torno de US$ 600, mas sem abrir mão do desempenho.
Notebooks baratos não são novidade. O problema é que, geralmente, eles contam com um hardware tão simples que acabam prejudicando a experiência do usuário com lentidão e travamentos.
Com o MacBook Neo, a Apple provou que é possível oferecer laptops mais acessíveis que, embora não tenham desempenho de topo de linha, contam com recursos para execução satisfatória das tarefas mais comuns.
MacBook Neo é o laptop mais acessível da Apple (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O evento em questão foi realizado para a Intel anunciar, na China, a linha de processadores Core Series 3 (codinome “Wildcat Lake”). O mesmo evento serviu de palco para o anúncio do Project Firefly, mas não por coincidência: essas máquinas deverão ser equipadas justamente com os chips Wildcat Lake.
A parte mais surpreendente, porém, é a informação de que a Intel quer aproveitar a abrangente infraestrutura para fabricação de smartphones da China para produzir esses notebooks. Esse é um dos fatores que devem contribuir para as máquinas do Project Firefly serem mais acessíveis.
Outro fator é uma espécie de padronização técnica dos laptops. Vários fabricantes poderão aderir ao Project Firefly, mas a ideia é que eles tenham componentes, interfaces de comunicação e designs modulares em comum para permitir que esses itens sejam produzidos em volumes maiores e possam ser substituídos mais facilmente.
Notebooks do Project Firefly devem ser padronizados (imagem: reprodução/Wccftech)
Note que, com essa abordagem, a Intel passa a ter mais controle sobre todo o projeto dessa categoria de notebooks. A padronização permite não só controlar os custos de produção, como possibilita que a Intel defina parâmetros de desempenho com mais precisão.
Nesse sentido, a proposta poderá ajudar a companhia não só a fazer frente aos MacBooks Neo como também a laptops Windows equipados com chips de arquitetura Arm.
Quando os notebooks do Project Firefly serão lançados?
De acordo com a Intel, mais de 70 modelos de notebooks estão previstos para serem lançados com base no Project Firefly no decorrer dos próximos meses. Entre eles deverão estar opções de marcas como Asus, HP, Honor e Lenovo. Aliás, o Lenovo Lecoo Air 14 foi apontado como o primeiro notebook do Project Firefly, embora ainda não haja confirmação sobre isso.
Pelo menos na fase inicial, os laptops do Project Firefly deverão se limitar ao mercado chinês. Ainda não há informação sobre lançamento em outros países, mas fica a torcida para que isso ocorra em um momento próximo.
Vivo inclui AppleCare ao Seguro Celular e permite cobertura contra roubo e furto (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
Vivo lançou um seguro para iPhone com cobertura AppleCare para roubo e furto, com preço de R$ 199,90 por mês.
O seguro cobre roubo, furto, danos acidentais e defeitos de hardware, com suporte oficial da Apple.
A apólice tem vigência de 24 meses, sem fidelidade, e pode ser contratada presencialmente nas lojas físicas da Vivo.
A Vivo lançou um novo seguro para donos de iPhone com cobertura associada ao AppleCare Services, programa oficial de suporte e assistência técnica da Apple. Com a novidade, usuários passam a ter suporte a proteção contra roubo e furto, além da cobertura para danos acidentais e defeitos de hardware.
As proteções oferecidas pelo novo serviço seguem o padrão do plano mais avançado do Seguro Celular da Vivo, tal como o preço: R$ 199,90 por mês. Ele pode ser contratado presencialmente nas lojas físicas da Vivo. Segundo a operadora, a apólice tem vigência de 24 meses, sem fidelidade.
Consumidores que já têm um aparelho há mais tempo ficam de fora: o seguro só pode ser ativado em até 50 dias após a compra do iPhone. Durante o período de cobertura, o cliente pode acionar o seguro em até dois sinistros por celular.
O que o seguro cobre?
Nova modalidade de seguro da Vivo é destinada a iPhones (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
O Seguro Celular da Vivo é uma linha de proteção da operadora para smartphones. Lançado em 2022, com modalidades contra roubo e furto e danos, ele permite que o cliente contrate uma cobertura adicional para o aparelho, com acionamento direto pela própria operadora.
O novo plano combina a proteção desse serviço ao AppleCare, incluindo, finalmente, a cobertura contra roubo, furto simples e furto qualificado, situações que ainda não eram previstas pela assinatura AppleCare+ no Brasil.
Além dos crimes, o seguro pode ser acionado em casos de quebras acidentais, danos por queda ou contato com líquidos e defeitos funcionais de hardware. Prevê, também, a substituição da bateria, quando estiver desgastada.
A indenização máxima prevista pelo serviço, no entanto, é de até 15 mil. Nos casos de reparo, o cliente precisa pagar franquias fixas, que variam de acordo com o tipo de dano:
Reparo ou troca de tela: R$ 179
Quebra acidental ou outros danos: R$ 599
Se o aparelho apresentar danos graves que impeçam o conserto ou se houve perda total, o seguro prevê a reposição por um novo. Nos casos em que houver necessidade de Boletim de Ocorrência, a Vivo informa prazo médio de 5 dias úteis para a resolução depois do envio do documento.
Vivo reforça serviços financeiros
O novo produto passa a integrar o portfólio da Vivo Pay, divisão de serviços financeiros e proteção da operadora.
Segundo dados divulgados pela empresa, a divisão acumulou R$ 426 milhões em receita entre abril de 2025 e março de 2026, alta de 13% em relação ao período anterior. Desde 2020, quando iniciou a oferta de empréstimo pessoal, a Vivo afirma já ter concedido mais de R$ 1,2 bilhão em crédito no Brasil.
iPhone 17 Pro supera rivais em teste e tem melhor desempenho de recarga do mercado (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)Resumo
Panorama geral: O iPhone 17 Pro foi eleito o celular com a recarga mais rápida do mercado em testes da CNET, superando 32 modelos na média combinada entre os critérios com e sem fio.
Apenas com cabo: O Galaxy S26 Ultra liderou este segmento, atingindo 76% de carga em 30 minutos com 60 Watts de potência, enquanto o iPhone 17 Pro alcançou 74% no mesmo período com 40 Watts.
Apenas indução: O iPhone 17 Pro dominou a categoria sem fio ao carregar 55% da bateria em 30 minutos, ficando à frente de outros modelos da Apple e do Galaxy S26 Ultra, que atingiu 39%.
O iPhone 17 Pro recebeu o título de celular com o carregamento mais rápido do mercado após testes realizados em laboratório. O modelo top de linha da Apple teve um aproveitamento maior que os outros 32 modelos quando considerados os critérios de recarga por fio e sem fio. Ele ficou à frente do iPhone 17 Pro Max e rivais de marcas como Samsung, Motorola e OnePlus.
Apesar da vantagem no cômputo geral, o celular da maçã ficou atrás do Galaxy S26 Ultra especificamente no carregamento via cabo, dominado pelo top de linha da Samsung. Outros modelos considerados nos testes foram o Galaxy Z Fold 7, Galaxy S25 FE, Moto G Stylus 2025 e OnePlus 15.
Os testes foram feitos com os respectivos cabos que acompanham os aparelhos, todos plugados em um adaptador de tomada com velocidade máxima de carga equivalente ou maior que o celular em questão. Nesse cenário padrão, o Galaxy S26 Ultra chegou aos 76% de bateria nos 30 minutos, enquanto o iPhone 17 Pro ficou com 74%.
Vale reforçar que o modelo da Apple tem suporte a 40 Watts, enquanto o aparelho da Samsung alcançou a carga maior com seus 60 Watts de potência máxima. Ambos foram testados em seus cenários ideais.
Além deles, outros modelos chamaram atenção: o Moto G Style 2025, que também foi a 74%, e o OnePlus 15, com 72%. Logo em seguida aparecem os iPhones 17 e 17 Pro Max, com 69%, mesmo nível de recarga do Galaxy S25 FE.
Recarga sem fio
Ao considerar o carregamento por indução, o iPhone 17 Pro chegou a 55% dentro de 30 minutos, superando outros modelos da maçã, como iPhone 17 Pro Max (53%), iPhone 17 (49%) e iPhone Air (47%). Já o Galaxy S26 Ultra chegou a 39% durante o período.
As avaliações foram realizadas pela equipe técnica do site especializado CNET, que tentou descobrir o comportamento do smartphone com uma recarga partindo de 10%, pelo período de 30 minutos. Eles fizeram duas tabelas: uma com a recarga por cabo e outra com a recarga por indução (nos padrões Qi, Qi2 e Qi2.2). Um dos motivos apontados para a vantagem do iPhone 17 Pro foi o tamanho da bateria, com 4.252 mAh, menor que os 5.000 mAh presentes em outros telefones.
O iPhone 17e de 256 GB está saindo por apenas R$ 4.139,10 no Pix com o cupom 300SMART na Amazon. A oferta representa um desconto de 29% frente ao valor original de R$ 5.799 cobrando pelo celular da Apple, que se destaca pelo custo-benefício. Na ficha técnica, desempenho é um dos principais destaques.
iPhone 17e tem Apple A19 e melhorias frente ao iPhone 16e
O iPhone 17e é o smartphone mais barato da Apple a ser equipado com o novo processador A19. Mesmo com um núcleo de GPU a menos em relação ao iPhone 17, o chip com arquitetura de 3 nanômetros e frequências de até 4,26 GHz deve entregar execução fluida de jogos pesados e alta eficiência energética no cotidiano.
Segundo a Apple, a bateria possui autonomia para até 26 horas e carrega 50% em apenas 30 minutos utilizando um adaptador de energia de 20 W ou superior. Ainda em relação à bateria, um dos aprimoramentos do iPhone 17e em relação ao iPhone 16e é a compatibilidade com MagSafe, adicionando uma camada a mais de praticidade no uso.
Além disso, a tela está mais resistente graças à proteção Ceramic Shield 2 contra riscos e arranhões, mais avançada que a usada no iPhone 16e. Demais especificações permanecem as mesmas entre as gerações da linha de celulares custo-benefício da Apple. Ainda na tela, são 6,1 polegadas do display Super Retina XDR OLED.
iPhone 17e (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Nas câmeras, um único sensor traseiro de 48 megapixels é responsável por entregar fotos de alta qualidade, mas com menor versatilidade em relação a modelos mais caros. A lente para selfies é uma wide de 12 MP, e tanto os sensores frontal quanto traseiro filmam em 4K até 60 fps.
O iPhone 17e de 256 GB (por R$ 4.139,10 com o cupom 300SMART no Pix) ainda tem RAM de 8 GB, que contribui para fluidez, e sai de fábrica com sistema operacional iOS 26 da Apple. O celular é compatível com redes 5G, NFC, Bluetooth 5.3 e oferece proteção IP68 contra água e poeira.
Desta forma, se forma uma opção moderna de custo-benefício para quem busca um celular da Apple para chamar de seu.
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Técnica conseguiu burlar nova tecnologia de proteção da Apple (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
Pesquisadores usaram a nova IA Mythos, da Anthropic, para burlar proteções avançadas do macOS.
A falha permite acesso a áreas restritas do dispositivo, incluindo a tecnologia desenvolvida para proteger a memória dos dispositivos.
A equipe entregou um relatório de 55 páginas à Apple, que afirmou estar revisando o material.
Pesquisadores da startup de segurança Calif afirmam ter descoberto uma nova forma de burlar proteções avançadas do macOS. A descoberta foi feita com apoio do Mythos, inteligência artificial da Anthropic, durante testes realizados em abril.
Segundo o Wall Strett Journal, o exploit dá ao invasor acesso a áreas restritas do dispositivo, mirando tecnologias que a Apple levou anos para desenvolver. A equipe da Calif entregou um relatório de 55 páginas aos engenheiros da Apple pessoalmente, na sede da companhia, em Cupertino.
A Apple afirmou que está revisando o material e disse que leva relatos de vulnerabilidades potenciais “muito a sério”.
Ataque direcionado à memória do Mac
A técnica usada pela empresa de segurança não foi completamente divulgada e deve ser detalhada apenas após a correção dos bugs pela Apple. De acordo com o WSJ, ela parte da combinação de dois bugs com uma série de métodos voltados à corrupção de memória no Mac.
Esse tipo de falha pode permitir que um invasor amplie os privilégios dentro do sistema — o chamado escalonamento de privilégios —, acessando áreas normalmente isoladas.
O alvo seria justamente o Memory Integrity Enforcement (MIE), uma proteção reforçada às memórias dos dispositivos, anunciada pela Apple no ano passado. A tecnologia promete detectar e bloquear formas comuns de corrupção na memória, e cobre superfícies críticas em ataques, como o kernel.
A big tech afirma ter levado cerca de cinco anos de desenvolvimento da tecnologia, mas bastaram cinco dias para que os pesquisadores construíssem o código capaz de explorar as falhas, com ajuda do Claude, modelo de linguagem que é base do Mythos.
O que é o Mythos?
Novo modelo ainda é restrito à investigação de bugs (imagem: divulgação)
O Mythos é um software de IA da Anthropic voltado à auditoria de código e pesquisa de segurança. Anunciado no início de abril, o modelo está em beta e tem acesso restrito a integrantes do Project Glasswing, um consórcio de empresas de tecnologia como Apple e Google, voltado à cibersegurança.
No anúncio, a Anthropic afirmou que o Mythos encontrou brechas em “todos os maiores sistemas operacionais”, e deve continuar como uma ferramenta de uso limitado por esse potencial.
No caso da falha no MIE, o CEO da Calif, Thai Duong, destacou que o Mythos funcionou como um multiplicador da capacidade humana no ataque, ajudando na investigação, organização e reprodução de padrões, mas que precisou de supervisão humana.
IA de segurança entra no radar do governo dos EUA
A velocidade desse tipo de descoberta preocupa especialistas. No início de 2026, a IA da Anthropic encontrou mais de 100 vulnerabilidades de alta gravidade no Firefox em apenas duas semanas, algo que levaria dois meses em condições normais.
Esse salto deu força ao termo Bugmageddon, usado para descrever uma possível onda de vulnerabilidades descobertas com auxílio de IA. O receio é que as falhas passem a surgir mais rápido do que empresas e equipes de TI conseguem corrigi-las.
Isso também faz com que Washington esteja de olho no avanço dessas ferramentas. Segundo o WSJ, autoridades dos Estados Unidos passaram a reavaliar a forma como modelos de IA capazes de encontrar vulnerabilidades devem ser supervisionados.
O país avalia, inclusive, dar ao governo federal maior autoridade sobre modelos de IA com tamanho potencial.
O iPhone 17 (512 GB) entrou em oferta por R$ 6.849,10 no Pix com o cupom 300SMART na Amazon. O smartphone da Apple com tela OLED e câmera de 48 MP, lançado por R$ 9.499, ficou 28% mais barato nesta promoção.
iPhone 17 tem tela de 120 Hz, câmera que filma em 4K e amplo espaço interno
A tela Super Retina XDR OLED abriga a Dynamic Island e tem taxa de atualização de 120 Hz (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O iPhone 17 traz tela Super Retina XDR OLED de 6,3 polegadas com design Dynamic Island e taxa de atualização adaptativa de até 120 Hz. Com brilho máximo de 3.000 nits, o painel ainda conta com os recursos ProMotion e HDR para o aprimoramento da imagem.
O telefone tem uma câmera dupla traseira de 48 MP para registrar vídeos em 4K com Estabilização Óptica de Imagem e Zoom híbrido de 2x. Já a câmera frontal de 18 MP promete selfies detalhadas com Modo Retrato e Foco Automático, além de também filmar em 4K.
Com suporte ao Apple Intelligence, o iPhone 17 adota o chip Apple A19 combinado com 8 GB de RAM para um desempenho elevado em tarefas do dia a dia. Os 512 GB de armazenamento interno garantem espaço de sobra para fotos, vídeos, aplicativos e outros arquivos.
O iPhone 17 tem duas câmeras na traseira de 48 MP (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O smartphone da Apple é equipado com uma bateria de 3.692 mAh com autonomia de até 30 horas de reprodução de vídeo, segundo a marca. O carregamento rápido de até 50 W garante que o dispositivo vá de 0 a 50% em apenas 20 minutos na tomada.
Além de suporte para eSIM, o telefone oferece conexões 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 6.0, Ultra Wideband (UWB) e NFC para ações por aproximação. Ele vem de fábrica com o iOS 26, mas receberá ao menos cinco grandes atualizações do sistema.
Seguindo o design premium da marca, o iPhone 17 (R$ 6.849,10 no Pix com o cupom 300SMART) tem estrutura de alumínio, acabamento traseiro em vidro e tela com proteção Ceramic Shield. Para mais, o certificado IP68 de resistência à água assegura proteção contra mergulhos acidentais de até 6 metros em água doce.
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O smartphone “baratinho” da Apple lançado em 2025 compartilha várias características com o novo iPhone 17e, o que faz dele uma opção interessante de celular acessível e potente.
iPhone 16e traz câmeras e tela OLED do iPhone 17e
O iPhone 16e possui tela Super Retina XDR OLED de 6,1″ com brilho de 1.200 nits, a mesma presente no novo iPhone 17e; o modelo de 2025 conta com revestimento Ceramic Shield resistente a arranhões, contra o mais novo Ceramic Shield 2 com antirreflexo no mais recente. Ambos celulares oferecem cores vibrantes e visibilidade sob luz forte.
Os dois smartphones possuem 8 GB de RAM mas chips diferentes, Apple A18 no iPhone 16e e A19 no 17e. Nos dois casos, o desempenho entregue é alto em multitarefa, apps e games. Os 256 GB de armazenamento disponibilizam espaço interno razoável para guardar vídeos, arquivos e fotos.
Os dois gadgets contam com certificação IP68, que confere proteção contra poeira e mergulhos acidentais de até 6 m em água doce por no máximo 30 minutos.
Câmera wide de 48 MP é a mesma do iPhone 17e (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
As câmeras do iPhone 16e são as mesmas do iPhone 17e, sendo uma wide de 48 MP com OIS na traseira, que captura cenas com grande campo de visão, e uma frontal de 12 MP que tira selfies com qualidade, graças ao recurso Center Stage de enquadramento inteligente. Ambas gravam vídeos em 4K a 60 fps.
O iPhone 16e traz conectividade 5G, Wi-Fi 6, Bluetooth 5.3 e NFC. Sua bateria de 4.005 mAh tem autonomia de até 26 horas de reprodução de vídeo segundo a fabricante, e suporta carga rápida de 0 a 50% em apenas 30 minutos via cabo USB-C, mas não tem MagSafe, presente no iPhone 17e.
Por fim, o gadget é compatível com iOS 26 e elegível a pelo menos mais cinco atualizações do sistema operacional.
Tela OLED do iPhone 16e possui brilho de até 1.200 nits (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O iPhone 16e (256 GB) está saindo por R$ 3.749 no Pix com cupom 300SMART na Amazon, um desconto de 43% sobre o preço de lançamento do modelo 2025 do celular acessível da Apple, que continua uma boa pedida após a chegada da nova geração.
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iPhone 16e (256 GB) conta com tela OLED e câmeras do iPhone 17e; celular acessível da Apple recebe desconto de 43% sobre preço de lançamento no Pix com cupom
Apple avançou em um acordo com o Google para substituir o ChatGPT (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
OpenAI pode processar a Apple por quebra de contrato devido à baixa adesão do ChatGPT no iOS.
Segundo a Bloomberg, a insatisfação da OpenAI é causada pela limitação do uso do ChatGPT em sistemas operacionais da Apple.
A Apple abrirá sua plataforma para modelos concorrentes no iOS 27, permitindo escolher qual motor de IA responderá às solicitações na Siri.
Uma das colaborações promissoras do Vale do Silício corre o risco de acabar nos tribunais. Após dois anos, a aliança estratégica entre Apple e OpenAI apresenta fortes sinais de desgaste. Segundo Mark Gurman, da Bloomberg, a startup de inteligência artificial estuda processar a gigante de Cupertino por quebra de contrato.
O principal motivo para a crise seria a integração do ChatGPT no ecossistema da Maçã, que teria frustrado as expectativas financeiras da desenvolvedora.
Por que a OpenAI pode processar a Apple?
Empresa de Sam Altman pode levar Apple à Justiça (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
A insatisfação da OpenAI envolve a maneira como a Apple limitou o uso do ChatGPT em seus sistemas operacionais. Inicialmente, a startup acreditava que a integração nativa com a Siri e o posicionamento privilegiado em outros softwares impulsionariam a adoção de planos pagos.
Mas, na prática, o uso da tecnologia permaneceu restrito. De acordo com pesquisas conduzidas pela própria OpenAI, as respostas fornecidas pela integração nativa acabam sendo limitadas e exibidas em janelas pequenas. Como resultado, os consumidores continuam usando o aplicativo oficial do chatbot.
À Bloomberg, um executivo da OpenAI afirmou que a empresa fez tudo o que estava ao seu alcance, mas a Apple não se esforçou para promover a ferramenta. Diante desse cenário, a startup estuda uma possível notificação antes de avançar legalmente.
O atrito não seria unilateral. A Apple também acumula críticas em relação à parceira, especialmente no que diz respeito às políticas de proteção de dados dos usuários.
Além disso, a companhia de Sam Altman adquiriu a startup de hardware liderada por Jony Ive, ex-chefe de design da própria Apple. Para agravar a situação, a OpenAI estaria recrutando engenheiros da parceira, o que teria gerado um forte mal-estar nos bastidores.
Novos rivais no iOS 27
Integração do ChatGPT deve perder exclusividade no iOS 27 (ilustração: reprodução/Apple)
Como reflexo dessa relação desgastada, a presença exclusiva do ChatGPT nos softwares da Apple está com os dias contados. A fabricante do iPhone abrirá sua plataforma para modelos concorrentes no iOS 27, que terá mais detalhes revelados na WWDC no dia 8 de junho.
O novo sistema permitirá que os usuários escolham qual motor de IA responderá às solicitações na Siri. A Apple já teria testado integrações com o Claude, da Anthropic, e firmou uma parceria de peso com o Google para reformular seus próprios modelos de IA utilizando o Gemini.
Apple Vision Pro chamou atenção no lançamento, mas teve vendas fracas (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)Resumo
O Apple Vision Pro não deve ter uma nova versão nos próximos dois anos, segundo a agência Bloomberg.
A empresa, no entanto, não encerrará o projeto e a equipe do Vision Pro será realocada para desenvolver óculos de realidade aumentada.
Os óculos de realidade aumentada da Apple devem trazer funções como gravação de vídeos e inteligência artificial.
O Apple Vision Pro, headset de realidade virtual da Maçã, não terá uma nova versão pelos próximos dois anos, pelo menos. É o que afirma o jornalista Mark Gurman, da Bloomberg. Segundo ele, não se trata de uma desistência completa do produto, mas o foco será conseguir desenvolver alternativas mais leves e baratas no futuro.
Ainda de acordo com Gurman, a equipe responsável pelo Vision Pro foi realocada para o desenvolvimento desses óculos inteligentes, assim como para atividades voltadas à integração da Apple Intelligence em seus acessórios.
Mudança de foco expõe dificuldades
A Apple lançou o seu Vision Pro em 2023, mas o preço sugerido chamou atenção: US$ 3.499, algo próximo a R$ 17,5 mil na cotação atual. O Tecnoblog testou o produto logo após seu anúncio e o design foi um dos grandes destaques, apesar do tamanho.
Sem nenhuma previsão de lançamento no Brasil, o Apple Vision Pro teve dificuldades nesses quase três anos à venda: segundo divulgado pelo The Guardian, logo no início de 2026 houve um corte na produção do headset pelo insucesso nas vendas.
Apesar de trazer uma proposta que supera o principal concorrente no mercado atualmente, o Meta Quest, o Vision Pro vendeu apenas 45 mil unidades nos últimos meses de 2025.
Meta Quest 3 é o principal concorrente do Apple Vision Pro (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O segmento em si também apresentou uma queda significativa de 14% em relação a 2024, indicando uma desaceleração do mercado. Em contrapartida, a Meta conseguiu impulsionar o sucesso do seu Meta Glasses, com cerca de 7 milhões de unidades vendidas em 2025.
Bem mais leves e intuitivos, os óculos de realidade aumentada (ou óculos com IA) permitem gravar vídeos, ouvir músicas sem a necessidade de fones de ouvido e trazem recursos de inteligência artificial embarcada para atividades do dia a dia.
A proposta é bem mais simples, assim como o investimento: é possível encontrar versões do Meta Ray-Ban a partir de R$ 1.628 no e-commerce nacional, valor bem menos salgado que os R$ 17,5 mil convertidos do Vision Pro ou até os R$ 2.549 cobrados no Meta Quest 3s, versão de entrada do headset da empresa de Mark Zuckerberg.
Apple deve apostar em óculos de realidade aumentada
De acordo com Gurman, o segmento que faz sucesso com a concorrente Meta será a nova aposta da Apple em relação a wearables, inclusive com a transferência do time responsável pelo projeto cancelado do Vision Air para o desenvolvimento desses novos óculos de realidade aumentada.
Até o momento, os rumores apontam para uma primeira versão com uso integrado ao iPhone, tal qual os AirPods, com funções semelhantes às encontradas nos Meta Glasses. Entre elas, vale citar gravação de vídeos, fotos, ligações, identificação de objetos, entre outras interações de realidade aumentada com IA, assim como a função Find My, que integra todos os produtos da Maçã.
Em termos de design, há informações sobre testes feitos com impressão 3D, além de opções em diferentes cores. O desenvolvimento do novo óculos seria acompanhado ainda por outros wearables, como um pingente com Apple Intelligence e AirPods com câmera integrada.
Além da opção integrada ao iPhone, uma outra versão também estaria nos planos, com tela própria e maior independência de hardware, mas previsto apenas para 2028.
O celular da Apple é equipado com tela OLED com brilho de até 2.000 nits, câmera wide de 48 MP e chip A18 de 3 nanômetros.
iPhone 16 traz tela OLED, chip A18 e câmera de 48 MP
Lançado em 2024, o iPhone 16 possui uma tela Super Retina XDR OLED de 6,1 polegadas com brilho de até 2.000 nits, que entrega cores vivas e visibilidade sob luz forte do sol. O display é protegido contra riscos e arranhões pelo revestimento do vidro Ceramic Shield.
Seu chip Apple A18 de 3 nanômetros e os 8 GB de RAM oferecem desempenho alto em multitarefa e games mais pesados, enquanto os 256 GB de armazenamento disponibilizam espaço interno razoável para guardar vídeos, fotos e arquivos.
O corpo de alumínio traz revestimento de vidro na traseira e é reforçado pela certificação IP68, que adiciona resistência contra poeira e mergulhos de até 6 m de profundidade em água doce por no máximo 30 minutos.
iPhone 16 tem câmera wide de 48 MP igual à do iPhone 17e e ultrawide de 12 MP (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Na traseira, o iPhone 16 acomoda o kit principal de câmeras formado por uma wide de 48 MP com OIS igual à presente no novo iPhone 17e, e uma ultrawide de 12 MP com ângulo de 120º; juntas, elas captam cenas com grande campo de visão. A frontal de 12 MP tira selfies com qualidade. Todas gravam vídeos em 4K a 60 fps.
Este celular traz conectividade 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 5.3 e NFC para ações por aproximação. Sua bateria de 3.561 mAh resiste a até 22 horas de reprodução de vídeo segundo a fabricante, suporta MagSafe e carregamento rápido de 25 W via USB-C.
O iPhone 16 (256 GB) foi atualizado para o iOS 26 e deve receber pelo menos mais cinco updates do sistema operacional. O celular da Apple está saindo por R$ 4.882 no Pix com cupom de R$ 350 OFF disponível na página do Mercado Livre, um abatimento de 43% sobre o valor de lançamento.
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O iPhone Pro Max de 2 TB entrou em promoção no Mercado Livre e você pode adquiri-lo com 28% de desconto em relação ao preço original de R$ 18.499. O smartphone de última geração da Apple com câmeras de 48 MP, processador avançado e tela grande de 6.9″ está disponível em oferta por R$ 14.399 no Pix.
iPhone 17 Pro Max traz chip A19 Pro e tela OLED de 6,9″
iPhone 17 Pro Max entrega resolução de 1.320 x 2.868 pixels (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O iPhone 17 Pro Max é um celular com tela grande que mede 6,9 polegadas. O display usa a tecnologia LTPO Super Retina XDR OLED somada aos suportes de HDR10 e Dolby Vision, proporcionando imagens extremamente detalhadas. O ProMotion de 120 Hz garante fluidez constante e adaptativa aos conteúdos.
Por ser o smartphone topo de linha da Apple, a empresa da maçã equipou nele o que promete ter de melhor. O processador Apple A19 Pro com litografia de 3 nanômetros possui seis núcleos tanto de CPU como de GPU, além de 16 núcleos de NPU. A promessa é de um desempenho otimizado de 40%, possibilitando alta performance para tarefas em todas as áreas.
A memória interna de 2 TB também é um trunfo, por ter a capacidade de comportar uma quantidade imensa de dados, incluindo arquivos pesados de vídeo em formato ProRes. O corpo do dispositivo combina construção em alumínio com o Ceramic Shield 2 que promete ser 3x mais resistente. Além disso, inclui certificação IP68 contra danos por submersão em água doce.
iPhone 17 Pro Max trouxe um novo design na parte traseira (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O conjunto fotográfico utiliza três sensores com resolução de 48 MP. São elas: a grande-angular, ultrawide e periscópica com zoom óptico de 4x para a captura de objetos distantes do ponto de vista do fotógrafo. Já a câmera frontal Center Stage de 18 MP agora é capaz de abrir o modo Paisagem com o celular na vertical.
Em termos de autonomia, a Apple afirma que a bateria de 4.823 mAh resiste a um período extenso de até 37 horas para reproduzir vídeos. O carregamento tem suporte recarga rápida com adaptadores de até 40 W. Por fim, a conectividade inclui as conexões mais atuais de Wi-Fi 7 e Bluetooth 6.0.
O iPhone 17 Pro Max (2 TB) integrado com o sistema operacional iOS 26 está disponível por R$ 14.399 no Pix, um desconto de 28% em oferta encontrada no Mercado Livre.
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O iPhone 16e (256 GB) está disponível por R$ 3.949 no Pix com o cupom 300SMART na Amazon. Lançado originalmente por R$ 6.599, o smartphone da Apple com tela OLED e câmera de 48 MP recebe um desconto de 40% nesta oferta.
iPhone 16e tem tela OLED, câmera que filma em 4K e suporte ao Apple Intelligence
iPhone 16e possui uma única câmera traseira com sensor de 48 MP (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Inspirado no iPhone 14, o iPhone 16e tem uma tela Super Retina XDR OLED de 6,1 polegadas com notch “retro” em vez do moderno Dynamic Island. Apesar da taxa de atualização de 60 Hz, o painel com resolução 2K oferece brilho máximo de 1.200 nits e os recursos True Tone e HDR.
O telefone conta com uma câmera traseira com o único sensor Fusion de 48 MP, mas que registra vídeos em 4K com Estabilização Óptica de Imagem (OIS). A câmera traseira de 12 MP também filma em 4K e possui os recursos de Foco Automático e Modo Retrato.
Com suporte ao Apple Intelligence, o iPhone 16e é equipado com o chip Apple A18 combinado com 8 GB de RAM. O modelo traz 256 GB de espaço interno para mídias, aplicativos e outros arquivos, além do usuário poder utilizar o iCloud para expandir a memória via nuvem.
iPhone 16e reaproveita design do iPhone 14 com a tela Super Retina XDR OLED de 6,1 polegadas (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O smartphone acessível da Apple adota uma bateria de 4.005 mAh que, segundo a marca, entrega uma autonomia de até 26 horas de reprodução. O carregamento rápido de 20 W do dispositivo promete ir de 0 a 50% em apenas 30 minutos na tomada.
Em relação ao software, o aparelho sai da caixa com o iOS 18 e terá pelo menos cinco grandes atualizações do sistema operacional. Para o dia a dia, o telefone tem conexões 5G, Wi-Fi 6, Bluetooth 5.3 e NFC para ações por aproximação.
Procon Carioca abre processo administrativo contra a Apple (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
O Procon Carioca notificou a Apple devido à suposta propaganda enganosa do iPhone, especificamente em relação à Apple Intelligence, que prometia realizar tarefas de inteligência artificial diretamente no aparelho, mas nunca foi completamente entregue.
A Apple terá que responder em 20 dias e fornecer informações sobre as funcionalidades entregues, comunicação aos consumidores brasileiros, materiais publicitários veiculados e medidas para corrigir o problema.
Nos EUA, a Apple se comprometeu a pagar até US$ 250 milhões em indenização para compradores de iPhone afetados pela propaganda enganosa.
A Apple entrou na mira de órgãos de defesa do consumidor do Brasil. O Tecnoblog apurou com exclusividade que o Procon Carioca notificou a empresa e quer esclarecimentos para suposta publicidade enganosa junto a compradores de iPhones lançados a partir de 2023. Na ocasião, a companhia prometeu funções de inteligência artificial que nunca chegaram ao mercado.
Na última sexta-feira (08/05), o Procon Carioca instaurou procedimento administrativo para apurar potencial omissão, descumprimento de oferta e violação ao dever de informação clara, adequada e ostensiva. As práticas são proibidas pelo Código de Defesa do Consumidor.
O lançamento do iPhone 16 marcou também a propaganda em torno da Apple Intelligence, tecnologia de inteligência artificial que, segundo os comerciais da Apple, seria capaz de realizar um sem-número de tarefas diretamente no aparelho. O recurso nunca foi completamente entregue, mesmo dois anos depois.
Diante disso, uma consumidora abriu uma ação civil pública na Justiça dos Estados Unidos que resultou, na semana passada, num compromisso formal de pagamento. A Apple se comprometeu a dar até US$ 95 (cerca de R$ 465, em conversão direta) para cada comprador de iPhone.
O acordo vai custar US$ 250 milhões aos (bem recheados) cofres da companhia, o que dá por volta de R$ 1,23 bilhão. A medida vale para iPhone 16, iPhone 16e, iPhone 16 Plus, iPhone 16 Pro, iPhone 16 Pro Max, iPhone 15 Pro e iPhone 15 Pro Max. O acordo seja formalmente reconhecido pelo juiz do processo, de acordo com a imprensa americana.
Apple Intelligence irrita artistas por falta de transferência (Imagem: Reprodução/Apple)
Um dos vídeos de divulgação da Apple Intelligence trazia a atriz Bella Ramsey interagindo com a Siri. Ela perguntava quem era uma determinada pessoa, que havia conhecido num determinado local, e, ao menos em tese, o iPhone conseguia consultar sua base de conhecimento para revelar a informação correta.
O vídeo sumiu dos canais oficiais da Apple no YouTube quando ficou claro que a Apple Intelligence estava muito distante daquela promessa. Alguns executivos da Apple posteriormente se desculparam pelas alegações, digamos assim, exageradas.
A notificação do Procon
Compradores de iPhone 15 Pro (na foto) e 16 podem ser beneficiados em processo administrativo do Procon Carioca (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Eu apurei que o Procon Carioca cobrou os seguintes esclarecimentos:
Quais funcionalidades foram efetivamente entregues no lançamento?
Como as informações foram comunicadas aos consumidores brasileiros?
Quais materiais publicitários foram veiculados no país?
Qual o cronograma de implementação dos recursos anunciados?
Dados de reclamações de consumidores e número de pessoas impactadas
Medidas adotadas ou previstas para garantir correção e eventual compensação
De acordo com o órgão, o caso suscita “princípios centrais das relações de consumo, como a boa-fé, a transparência e o cumprimento da oferta”.
A Apple tem 20 dias para responder ao Procon Carioca. O Tecnoblog também procurou a empresa, que não irá se pronunciar junto à imprensa.
O iPhone 17 de 512 GB está em oferta por R$ 6.866,10 no Pix com cupom de R$ 350 OFF disponível na página do Mercado Livre. Esse é um dos menores preços atingidos em 2026 pelo gadget com um desconto de 27% sobre o preço original de R$ 9.499, válido apenas para o modelo na cor Lavanda.
O celular da Apple possui tela OLED de 6,3″ com 120 Hz, chip A19 de alto desempenho e câmeras wide e ultrawide de 48 MP.
iPhone 17 traz chip A19 e tela OLED de 120 Hz
Modelo de entrada da linha 2025 de celulares da Apple, o iPhone 17 possui painel Super Retina XDR OLED de 6,3 polegadas, com ProMotion de 120 Hz e brilho de até 3.000 nits que entrega cores vivas, fluidez na rolagem e visibilidade sob luz forte.
O chip Apple A19 de 3 nanômetros e os 8 GB de RAM oferecem alto desempenho em multitarefa, games mais exigentes e em soluções de IA do Apple Intelligence. Os 512 GB de armazenamento disponibilizam espaço de sobra para guardar vídeos, fotos e arquivos.
O corpo de alumínio do celular recebe revestimento do vidro Ceramic Shield 2 na traseira e sobre a tela e o reforço da certificação IP68, que juntos conferem resistência contra riscos e arranhões, poeira e mergulhos acidentais de até 6 m de profundidade em água doce por no máximo 30 minutos.
iPhone 17 possui câmeras wide e ultrawide de 48 MP (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
A traseira do iPhone 17 acomoda o conjunto de câmeras de 48 MP, uma wide com OIS e uma ultrawide com ângulo de 120º, dedicadas à captação de cenas com grande campo de visão e maior enquadramento. A câmera frontal de 18 MP tira selfies no modo Paisagem mesmo com o celular em pé, e todas gravam vídeos em 4K a 60 fps.
Este celular traz conectividade 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 6.0, Ultra Wideband (UWB), NFC e comporta eSIM. A bateria de 3.692 mAh resiste até 30 horas de reprodução de vídeo segundo a Apple, suporta MagSafe e carregamento rápido de 40 W, sendo capaz de injetar uma carga de 0 a 50% em apenas 20 minutos.
O iPhone 17 (512 GB) roda iOS 26 e deve receber no mínimo cinco atualizações do sistema operacional. O celular da Apple está saindo por R$ 6.866,10 no Pix com cupom de R$ 350 OFF disponível na página do Mercado Livre, uma das melhores ofertas de 2026 graças a um abatimento de 27% em relação ao valor original, mas válido apenas para o modelo na cor Lavanda.
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iPhone 17 (512 GB) tem chip A19 de ponta e tela OLED de 120 Hz; celular da Apple recebe desconto de 27% no Pix com cupom e alcança um dos menores preços de 2026
O iPhone 16e de 128 GB está em promoção por R$ 3.149 no Pix com o cupom 300SMART na Amazon, um desconto de 46% quando comparado ao preço de lançamento de R$ 6.599, sendo esta a melhor oferta vista do celular em 2026 até o momento.
O smartphone acessível da Apple lançado em 2025 compartilha diversas características com o novo iPhone 17e, sendo assim uma opção interessante de celular potente que cabe no bolso, em mais de um sentido.
iPhone 16e tem tela OLED e câmeras do iPhone 17e
O iPhone 16e traz o mesmo painel Super Retina XDR OLED de 6,1″ com brilho de 1.200 nits presente no novo iPhone 17e. A diferença está no revestimento do vidro Ceramic Shield resistente a arranhões no modelo de 2025 e o Ceramic Shield 2 com antirreflexo no modelo mais recente. Ambos os celulares entregam cores vivas e visibilidade sob luz forte.
No desempenho, os dois possuem 8 GB de RAM mas chips diferentes, Apple A18 no iPhone 16e e A19 no 17e, que oferecem alta performance em multitarefa, apps e games. Os 128 GB de armazenamento podem ser expandidos com planos do iCloud, seja o gratuito de 5 GB ou pagos com mais espaço na nuvem.
A certificação IP68 está presente nos dois smartphones, que adiciona proteção contra poeira e mergulhos acidentais de até 6 m em água doce por no máximo 30 minutos.
Câmera wide de 48 MP é a mesma do iPhone 17e (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Tanto o iPhone 16e quanto o iPhone 17e possuem as mesmas câmeras: a wide de 48 MP com OIS na traseira é voltada a cenas com grande campo de visão, e a frontal de 12 MP capta selfies com qualidade graças ao recurso Center Stage, que mantém elementos enquadrados no centro da tela. Ambas gravam vídeos em 4K a 60 fps.
O iPhone 16e conversa com redes 5G, Wi-Fi 6, Bluetooth 5.3 e NFC para pagamentos por aproximação. Sua bateria de 4.005 mAh resiste a até 26 horas de reprodução de vídeo segundo a Apple e suporta carga rápida de 0 a 50% em apenas 30 minutos via cabo USB-C, mas ao contrário do iPhone 17e, não suporta MagSafe.
Este celular foi atualizado para o iOS 26 e deve receber mais cinco atualizações do sistema operacional, no mínimo.
Tela OLED do iPhone 16e possui brilho de até 1.200 nits (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O iPhone 16e (128 GB) está saindo por R$ 3.149 no Pix com o cupom 300SMART na Amazon, um abatimento de 46% sobre o valor original e a maior oferta do ano até o momento de um celular que continua interessante, mesmo após a chegada da nova geração.
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iPhone 16e (128 GB) traz câmeras e tela OLED do iPhone 17e; maior oferta de 2026 oferece celular da Apple com desconto de 46% sobre preço original no Pix com cupom
O iPhone 16 Plus de 128 GB está saindo por R$ 5.649 no Pix com cupom 300SMART na Amazon, um abatimento de 41% em relação ao valor original de R$ 9.499 e a maior oferta de 2026 até o momento.
O celular da Apple é equipado com chip A18, tela OLED com brilho de até 2.000 nits e câmera principal de 48 MP idêntica à presente no iPhone 17e.
iPhone 16 Plus tem tela OLED e câmera do iPhone 17e
Lançado em 2024, o iPhone 16 Plus traz a mesma câmera wide de 48 MP com OIS presente no novo iPhone 17 e uma ultrawide de 12 MP com ângulo de 120º, que captam cenas com grande campo de visão e maior enquadramento. A frontal de 12 MP tira selfies com qualidade, e todas gravam vídeos em 4K a 60 fps.
O processador Apple A18 de 3 nanômetros e os 8 GB de RAM oferecem alto desempenho em multitarefa e ao rodar games pesados. Os 128 GB de armazenamento podem ser expandidos com planos do iCloud, seja o gratuito de 5 GB ou pagos com mais espaço na nuvem.
Seu painel LPTO Super Retina XDR OLED de 6,7 polegadas tem taxa de atualização de 60 Hz e brilho de até 2.000 nits, entregando cores vibrantes, rolagem fluida e visibilidade mesmo sob luz forte do sol. O revestimento do vidro Ceramic Shield protege o display contra riscos e arranhões.
Tela OLED do iPhone 16 tem brilho de até 2.000 nits (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Ainda sobre a durabilidade do iPhone 16 Plus, seu corpo de alumíni é reforçado pela certificação IP68, que confere proteção contra poeira e mergulhos de até 6 m em água por no máximo 30 minutos.
Este celular conversa com redes 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 5.3 e NFC para pagamentos por aproximação. Sua bateria de 4.674 mAh tem autonomia de até 27 horas de reprodução de vídeo segundo a fabricante, suporta MagSafe e carregamento rápido de 25 W via USB.
O iPhone 16 Plus (128 GB) foi atualizado para o iOS 26 e deve receber pelo menos mais quatro atualizações do sistema operacional. Lembrando que o celular está em promoção por R$ 5.649 no Pix com cupom 300SMART na Amazon, um desconto de 41% sobre o preço de lançamento e a maior oferta vista esse ano.
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O iPhone 16 de 256 GB está em oferta por R$ 4.847 no Pix com cupom 300SMART na Amazon, a melhor oferta já divulgada pelo Achados do TB, com um desconto de 44% sobre o preço original de R$ 8.599.
O celular da Apple possui uma tela OLED com brilho de até 2.000 nits, chip A18 e câmera wide de 48 MP igual à presente no recém-lançado iPhone 17e.
iPhone 16 traz tela OLED, câmera de 48 MP e chip A18
Lançado em 2024, o iPhone 16 é equipado com um painel Super Retina XDR OLED de 6,1 polegadas com brilho de até 2.000 nits, que oferece cores vibrantes e visibilidade sob luz forte. O revestimento do vidro Ceramic Shield protege a tela contra riscos e arranhões.
No desempenho, o chip Apple A18 de 3 nanômetros e os 8 GB de RAM dão conta de executar apps em multitarefa e games mais exigentes. Os 256 GB de armazenamento disponibilizam espaço interno razoável para guardar vídeos, fotos e arquivos.
Seu corpo de alumínio conta com revestimento de vidro na traseira e o reforço da certificação IP68. Consequentemente, conta com resistência contra poeira e mergulhos de até 6 m de profundidade em água doce por no máximo 30 minutos.
iPhone 16 tem câmera wide de 48 MP e ultrawide de 12 MP (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O iPhone 16 possui um kit de câmeras formado por uma wide de 48 MP com OIS, a mesma presente no novo iPhone 17e, e uma ultrawide de 12 MP e ângulo de 120º, que juntas captam cenas com grande campo de visão. A frontal de 12 MP tira selfies com nitidez, e todas gravam vídeos em 4K a 60 fps.
Este celular conversa com redes 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 5.3 e NFC para ações por aproximação. Sua bateria de 3.561 mAh tem autonomia para 22 horas de reprodução de vídeo segundo a Apple, suporta MagSafe e carregamento rápido de 25 W via USB-C.
O iPhone 16 (256 GB) foi atualizado para o iOS 26 e deve receber ao menos mais cinco updates do sistema operacional. O celular da Apple sai por R$ 4.847 no Pix com cupom 300SMART na Amazon, uma oferta inédita via abatimento de 44% sobre o valor de lançamento.
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O celular acessível da Apple lançado em 2025 possui várias características em comum com o novo iPhone 17e, que o tornam uma opção de smartphone mais em conta como presente do Dia das Mães 2026.
iPhone 16e traz tela e câmeras do iPhone 17e
Lançado em 2025, o iPhone 16e possui um painel Super Retina XDR OLED de 6,1″ com brilho de 1.200 nits que é igual ao presente no novo iPhone 17e, ambas entregando cores vivas, fluidez na rolagem e visibilidade sob luz forte.
Sobre o desempenho, o chip Apple A18 oferece alto desempenho em multitarefa, apps e games exigentes. Os 128 GB de armazenamento podem ser expandidos com planos do iCloud, que oferece 5 GB adicionais de graça.
O corpo de alumínio do iPhone 16e traz revestimento Ceramic Shield sobre a tela e é reforçado pela certificação IP68; juntos, conferem proteção contra riscos, arranhões, poeira e mergulhos de até 6 m em água doce por no máximo 30 minutos.
Câmera wide de 48 MP é do iPhone 16e é igual à presente no iPhone 17e (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
As câmeras do iPhone 16e são iguais às do 17e: a traseira é uma wide de 48 MP com OIS, já a frontal de 12 MP tira selfies com qualidade e possui o recurso Center Stage, mantendo o usuário enquadrado no centro da tela. Ambas gravam vídeos em 4K a 60 fps.
Este gadget se conecta a redes 5G, Wi-Fi 6, Bluetooth 5.3 e NFC. Sua bateria de 4.005 mAh suporta carga rápida de 0 a 50% em apenas 30 minutos via cabo USB-C, mas não tem MagSafe como o 17e.
Por fim, o gadget foi atualizado para o iOS 26 e deve receber pelo menos mais cinco atualizações do sistema operacional.
Tela OLED de 6,1″ do iPhone 16e é idêntica à presente no iPhone 17e (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O iPhone 16e (128 GB) está em oferta por R$ 3.319 no Pix com o cupom APITO200 exclusivo no app do Magazine Luiza, um abatimento de 43% frente ao valor original do gadget ainda interessante como presente do Dia das Mães 2026, mesmo após a chegada da nova geração.
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iPhone 16e (128 GB) traz tela e câmeras idênticas às do iPhone 17e; celular da Apple sai 43% mais em conta no Pix com cupom em promoção do Dia das Mães 2026
O celular da Apple ainda é interessante após a chegada do iPhone 17e e um bom presente para o Dia das Mães 2026. E é equipado com o chip A18, tela OLED com brilho de até 2.000 nits e câmera principal de 48 MP.
iPhone 16 tem chip A18, câmera de 50 MP e tela OLED de 2.000 nits
Lançado em 2024, o iPhone 16 possui uma câmera wide com OIS de 48 MP idêntica à presente no novo iPhone 17e, e uma ultrawide de 12 MP. Juntas, elas captam cenas com grande campo de visão. A frontal de 12 MP tira selfies com qualidade, e todas gravam vídeos em 4K a 60 fps e em Full HD a até 240 fps.
O hardware interno inclui o processador Apple A18 de 3 nanômetros e 8 GB de RAM, dupla que oferece alto desempenho em multitarefa e ao rodar apps e games pesados. Os 256 GB de armazenamento disponibilizam espaço interno razoável para guardar fotos, vídeos e documentos.
Seu painel LPTO Super Retina XDR OLED de 6,1 polegadas traz taxa de atualização de 60 Hz e brilho de até 2.000 nits, sendo capaz de entregar cores vibrantes, fluidez na rolagem e visibilidade sob luz forte. O revestimento do vidro Ceramic Shield protege o display contra riscos e arranhões.
Tela OLED do iPhone 16 tem brilho de até 2.000 nits (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Ainda sobre a durabilidade, o corpo de alumínio do iPhone 16 conta com o reforço da certificação IP68, que adiciona proteção contra poeira e mergulhos de até 6 m em água por no máximo 30 minutos.
Este celular é compatível com redes 5G, Wi-Fi 7 e NFC para pagamentos por aproximação. Sua bateria de 3.561 mAh tem autonomia de até 22 horas de reprodução de vídeo segundo a fabricante, suporta MagSafe e carregamento rápido de 25 W via USB.
O iPhone 16 (256 GB) foi atualizado para o iOS 26 e deve receber pelo menos mais quatro atualizações do sistema operacional. Lembrando que o celular está em promoção por R$ 4.980 no Pix com cupom de R$ 250 OFF, e ainda é uma boa opção de presente para o Dia das Mães 2026, mesmo após a chegada do iPhone 17e.
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Integração com a Siri vai permitir que o iPhone leia rótulos, ingressos e contatos (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)Resumo
O iOS 27 terá um novo “modo Siri” integrado ao aplicativo de Câmera
A ferramenta transformará o celular em um leitor inteligente, permitindo que o usuário escaneie tabelas nutricionais, cartões de visita e panfletos.
O lançamento do iOS 27 está previsto para setembro deste ano e também deve trazer um aplicativo Fotos redesenhado com ferramentas de IA e uma interface de chatbot reformulada.
O iOS 27 deve trazer um novo “modo Siri” integrado ao aplicativo de Câmera, transformando o celular em uma espécie de leitor inteligente do mundo real. A novidade estaria prevista para a Worldwide Developers Conference (WWDC) no dia 8 de junho.
As informações foram reveladas nesta quarta-feira (29/04) pelo jornalista Mark Gurman, da Bloomberg. De acordo com a reportagem, a fabricante identificou que a atual execução da Inteligência Visual sofre com graves problemas de descoberta. Hoje, o recurso exige que o usuário pressione e segure o botão de Controle da Câmera — atalho físico introduzido na linha iPhone 16 —, um gesto que grande parte do público desconhece ou simplesmente não utiliza.
Para solucionar essa barreira, a Apple deve colocar a IA em evidência na própria interface do sistema. Ao abrir o aplicativo Câmera no iOS 27, o usuário encontraria a opção “Siri” posicionada no menu inferior, exatamente ao lado dos modos tradicionais de Foto, Vídeo, Retrato e Panorama.
Ao selecionar essa aba, o botão branco padrão do obturador seria substituído por um ícone luminoso inspirado na Apple Intelligence, indicando visualmente que a lente do aparelho está pronta para analisar o ambiente, e não apenas para registrar uma fotografia na galeria.
O que o novo Modo Siri poderá fazer?
Novidade visa reduzir a dependência de plataformas de terceiros, como o ChatGPT (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)
Entre as novidades, o Modo Siri permitiria escanear tabelas nutricionais de embalagens para registrar calorias e macronutrientes no aplicativo Saúde, além de ler cartões de visita e panfletos para salvar novos contatos na agenda. A ferramenta também funcionaria como uma ponte para o aplicativo Wallet, conseguindo digitalizar ingressos físicos e cartões de fidelidade, eliminando a necessidade de digitação manual.
A principal mudança com a chegada desse modo seria a expansão das capacidades de processamento local do iPhone, reduzindo a dependência do sistema em relação a serviços de terceiros. Conforme análise inicial da Macworld, o ecossistema dependeria muito menos de plataformas como o ChatGPT para entregar respostas rápidas e extrair informações visuais úteis para o usuário.
Apesar desse movimento em prol do ecossistema próprio, as funções legadas de Inteligência Visual continuariam disponíveis. A câmera do iOS 27 ainda conseguiria identificar rapidamente raças de cães, espécies de plantas e adicionar eventos ao Calendário a partir da leitura de pôsteres.
Se o usuário desejar, os atalhos para enviar uma imagem ao ChatGPT ou realizar uma busca reversa no Google permaneceriam acessíveis, mas a ação de pressionar e segurar passaria a invocar essa nova interface da Siri dentro do app.
Preparando o terreno para novos vestíveis
A reformulação seria apenas a ponta do iceberg de uma estratégia mais ampla. A Bloomberg aponta que o aperfeiçoamento da Inteligência Visual é um requisito essencial para o lançamento dos próximos wearables (dispositivos vestíveis) da marca.
A Apple estaria trabalhando no desenvolvimento de novos AirPods equipados com sensores visuais, óculos inteligentes e até um suposto dispositivo de IA em formato de pingente. Todos esses produtos dependeriam diretamente de uma Siri capaz de “enxergar” e analisar o ambiente ao redor do usuário em tempo real.
Além desse novo modo de câmera, o iOS 27 deve trazer um pacote robusto de atualizações. Espera-se um aplicativo Fotos totalmente redesenhado, contando com ferramentas generativas de IA para ampliar, reenquadrar e aprimorar imagens de forma automática.
O sistema também entregaria uma interface de chatbot reformulada e um aplicativo próprio e independente para a assistente de voz. O lançamento público da versão final do sistema está previsto para setembro deste ano.
Carteira fixada no iPhone 12 Pro via MagSafe (foto: Paulo Higa/Tecnoblog)Resumo
Apple avalia remover o MagSafe dos próximos iPhones.
Segundo rumores, a empresa trabalha em um projeto interno para redesenhar o smartphone, deixando-o mais fino e sem espaço para a tecnologia.
O MagSafe estreou no iPhone 12, em 2020, junto com uma postura agressiva de expansão da tecnologia no ecossistema Apple.
A Apple pode abrir mão de um de seus recursos mais populares. Fontes ligadas à cadeia de suprimentos afirmam que a empresa avalia remover o MagSafe dos próximos iPhones para viabilizar designs mais finos e reduzir custos de produção.
A notícia foi divulgada pelo leaker Instant Digital na rede social chinesa Weibo. Segundo o informante, que possui um histórico de vazamentos precisos sobre a marca, o clima nos corredores da Apple mudou nos últimos anos em torno da conexão magnética.
Quando a tecnologia MagSafe estreou no iPhone 12, em 2020, a empresa adotou uma postura de expansão agressiva. Isso promoveu rapidamente um ecossistema sólido, com fabricantes terceirizados lançando dezenas de carteiras, capas de proteção, suportes e carregadores otimizados para o padrão. Hoje, no entanto, a confiança inicial teria dado lugar à incerteza.
Por que a Apple estuda tirar o MagSafe?
Segundo o portal especializado MacRumors, a possível exclusão do MagSafe seria justificada por uma barreira física e financeira. Os componentes magnéticos ocupam um espaço valioso no interior da carcaça e encarecem a linha de montagem.
De acordo com as fontes, a Apple já trabalha em um projeto interno apelidado de “Glasswing”, cujo objetivo é redesenhar o smartphone para que ele seja estruturado como uma “única folha de vidro”, exigindo a miniaturização de todos os componentes internos.
Além da questão estética, o formato do aguardado iPhone dobrável representaria outro obstáculo para a tecnologia. Modelos de demonstração preliminares do dispositivo não apresentam espaço visível capaz de abrigar o anel magnético necessário para o MagSafe.
Bateria MagSafe no iPhone 12 Pro e 12 Pro Max (imagem: divulgação)
Especula-se que o celular dobrável terá apenas 4,5 mm de espessura quando aberto, tornando fisicamente inviável a acomodação do hardware de carregamento magnético. Caso essa limitação se confirme, o aparelho — que tem preço inicial estimado em US$ 2 mil (cerca de R$ 10 mil, em conversão direta) — será o primeiro topo de linha a chegar ao mercado sem o recurso desde o iPhone 12 Pro.
Paralelamente aos modelos premium, relatos indicam que a Apple também considera simplificar a estrutura interna do futuro iPhone 18 base para baratear o custo final de montagem, tornando a remoção do componente magnético uma opção econômica para a fabricante.
Apple ajudou a consolidar o padrão Qi2
A dificuldade em expandir o MagSafe já teria afetado outras frentes da empresa. Inicialmente, havia planos de levar os ímãs para a linha de tablets. Contudo, mesmo com os rumores, o iPad segue sem qualquer suporte à tecnologia. No ano passado, a Apple também lançou o iPhone 16e sem a matriz de ímãs, tornando-o o primeiro smartphone novo em anos a omitir a função.
A medida forçou os usuários a recorrerem a capas de terceiros para continuar usando seus acessórios. A decisão foi alvo de críticas da imprensa especializada e dos donos do aparelho, que classificaram a experiência como inferior. Pressionada, a Apple recuou e reintegrou o suporte no iPhone 17e, lançado no início deste ano.
Vale lembrar que a empresa contribuiu com as especificações do sistema MagSafe para a criação do Qi2, o padrão aberto de carregamento sem fio amplamente adotado pela indústria. Abandonar a tecnologia magnética logo após ajudar a consolidá-la como o formato universal representaria uma mudança drástica.
O iPhone 17 Pro Max de 256 GB chega a 28% de desconto em oferta na Amazon. O celular mais poderoso da Apple ainda tem previsão de entrega, pelo menos nas principais capitais, para antes do Dia das Mães 2026. Você pode adquiri-lo (ou presenteá-lo) por R$ 10.122 no Pix; o gadget foi lançado em 2025 por R$ 13.999.
iPhone 17 Pro Max tem tela OLED de 120 Hz e câmeras de 48 MP
iPhone 17 Pro Max tem novo design traseiro em relação a gerações passadas (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
As três câmeras traseiras de 48 MP são abrigadas em uma moldura a parte ocupada de ponta a ponta. Os sensores são o grande-angular com f/1.8, periscópio de zoom óptico 4x e ultrawide de 120˚, cada qual com as suas propostas. A câmera frontal Center Stage de 18 MP agora é capaz de abrir o modo Paisagem com o celular na vertical.
O iPhone 17 Pro Max sem dúvidas é considerado um celular com tela grande, uma vez que o painel LTPO Super Retina XDR OLED mede 6,9 polegadas. O componente possui suporte as tecnologias HDR10 e Dolby Vision adicionando cores mais vibrantes e ProMotion adaptável de até 120 Hz garantindo eficiência energética.
Internamente, chip Apple A19 Pro (3 nm) e a memória RAM de 12 GB asseguram desempenho estelar em todos os sentidos. Incluindo uma performance otimizada de 40% ao processador da geração anterior, segundo a empresa da maçã.
Tela do iPhone 17 Pro Max atinge pico de brilho de 3.000 nits (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
A bateria de 4.823 mAh promete autonomia de até 37 horas para reprodução de vídeo, de acordo com a Apple. O smartphone possui suporte a carregamento rápido de 40 W, MagSafe de 25 W e reverso de 4.5 W. Já no aspecto de conectividade, conta com conexões modernas de Wi-Fi 7 e Bluetooth 6.0.
O iPhone 17 Pro Max possui construção em alumínio somada ao Ceramic Shiled e inclui certificação IP68 assegurando resistência contra poeira e imersão em água. A versão de 256 GB está saindo por R$ 10.122 no Pix em oferta no Mercado Livre.
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O celular acessível da Apple lançado em 2025 conta com uma série de características similares às do seu sucessor, o recentemente lançado iPhone 17e, o que faz do gadget uma opção mais econômica de presente para o Dia das Mães 2026.
iPhone 16e possui tela e câmeras do iPhone 17e
Lançado como uma opção “baratinha”, o iPhone 16e possui um painel Super Retina XDR OLED de 6,1″ com brilho de 1.200 nits, idêntico ao presente no novo iPhone 17e. A diferença fica por conta do revestimento, Ceramic Shield resistente a arranhões no modelo de 2025 e Ceramic Shield 2 e revestimento antirreflexo no modelo mais recente.
Ambos possuem 8 GB de RAM, mas o processador é diferente, sendo um Apple A18 no iPhone 16e e A19 no 17e, ambos capazes de oferecer alto desempenho em multitarefa, apps e games. Os 256 GB de armazenamento disponibilizam espaço interno adequado para guardar fotos, vídeos e arquivos.
O corpo de alumínio do iPhone 16e conta com revestimento traseiro de vidro e o reforço da certificação IP68, que adiciona proteção contra poeira e mergulhos acidentais de até 6 m em água doce por no máximo 30 minutos.
Câmera wide de 48 MP é do iPhone 16e é igual à presente no iPhone 17e (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O iPhone 16e possui uma única câmera na traseira, um sensor wide de 48 MP com estabilização óptica de imagem (OIS) voltada a captar cenas com grande campo de visão. A frontal de 12 MP tira selfies com qualidade e o recurso Center Stage mantém o usuário enquadrado no centro da tela. Ambas gravam vídeos em 4K a 60 fps e são iguais às presentes no sucessor.
Este gadget se conecta a redes 5G, Wi-Fi 6, Bluetooth 5.3 e NFC para pagamentos por aproximação. Sua bateria de 4.005 mAh suporta carga rápida de 0 a 50% em apenas 30 minutos via cabo USB-C, mas não possui MagSafe como seu sucessor.
O iPhone 16e (256 GB) foi atualizado para o iOS 26 e deve receber pelo menos mais cinco atualizações do sistema operacional. O celular acessível da Apple está saindo por R$ 3.849 no Pix com cupom ELETRO6DO5 na Amazon, um abatimento de 34% em relação ao valor original de um celular interessante como presente de Dia das Mães 2026.
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O iPhone 17 de 512 GB está saindo por R$ 7.399 no Pix com o cupom ELETRO5DO5 válido pelo app da Amazon. Você garante um abatimento de 23% ao valor original de R$ 9.499 e a oportunidade de pagar parcelado. Uma grande oferta para quem quer presentear no Dia das Mães 2026.
O celular premium da Apple possui tela OLED de 6,3″ com taxa de 120 Hz, chip A19 de alta performance e câmeras wide e ultrawide de 48 MP.
iPhone 17 tem tela OLED de 120 Hz e chip Apple A19
O iPhone 17 é o modelo de entrada da atual linha de smartphones da Apple, sendo equipado com um painel Super Retina XDR OLED de 6,3 polegadas, com ProMotion de 120 Hz e brilho de até 3.000 nits que oferece cores fiéis, fluidez na rolagem e visibilidade sob luz forte.
Seu chip Apple A19 de 3 nanômetros, aliado a 8 GB de RAM entrega desempenho alto em multitarefa, games pesados e soluções de Inteligência Artificial (IA) do Apple Intelligence. Os 512 GB de armazenamento disponibilizam espaço de sobra para guardar vídeos, fotos e arquivos.
O revestimento do vidro Ceramic Shield 2 na traseira e sobre a tela, além da certificação IP68 conferem resistência contra acidentes, arranhões, poeira e mergulhos acidentais de até 6 m de profundidade em água doce por no máximo 30 minutos.
iPhone 17 possui câmeras wide e ultrawide de 48 MP (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O kit principal de câmeras do iPhone 17 possui dois sensores de 48 MP, um wide com OIS e um ultrawide com ângulo de 120º, que juntos captam cenas com grande campo de visão e maior enquadramento. A câmera frontal de 18 MP tira selfies no modo Paisagem mesmo com o celular em pé. Todas gravam vídeos em 4K a 60 fps.
Este celular conversa com redes 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 6.0, Ultra Wideband (UWB), NFC e comporta eSIM. Sua bateria de 3.692 mAh resiste a até 30 horas de reprodução de vídeo segundo a fabricante, suporta MagSafe e carregamento rápido de 40 W, sendo capaz de injetar uma carga de 0 a 50% em apenas 20 minutos.
O iPhone 17 (512 GB) roda iOS 26 e deve receber no mínimo cinco atualizações do sistema operacional. O celular da Apple está em oferta por R$ 7.399 no Pix com o cupom ELETRO5DO5 exclusivo pelo app, uma promoção atraente para quem busca um gadget premium como presente no Dia das Mães 2026.
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iPhone 17 (512 GB) traz chip A19 de ponta, câmeras de 48 MP e tela OLED de 120 Hz; celular da Apple sai 23% mais barato no Pix e com cupom para o Dia das Mães 2026
A Apple lançou um novo modelo de cobrança para aplicativos na App Store, permitindo que desenvolvedores ofereçam descontos para assinaturas anuais com pagamento mensal.
O usuário paga parcelas mensais durante 12 meses, mantendo o desconto associado a planos anuais, mas permanece obrigado a pagar as parcelas restantes mesmo após cancelar a assinatura.
O recurso está disponível globalmente, exceto nos Estados Unidos e Singapura, devido a disputas judiciais relacionadas ao funcionamento da App Store.
A Apple anunciou nesta segunda-feira (27/04) um novo modelo de cobrança para aplicativos na App Store que combina pagamento mensal com fidelidade de 12 meses. Com isso, desenvolvedores poderão oferecer descontos típicos de assinaturas anuais, enquanto permitem a divisão do pagamento em parcelas mensais.
A novidade chega aos usuários da versão 26.4 dos sistemas operacionais da empresa. Eles já podem configurar o novo formato na plataforma App Store Connect.
Como funciona?
A proposta é que, em vez de pagar o valor da assinatura anual de uma só vez, o usuário possa dividir o custo ao longo de um ano, como já ocorre em plataformas de streaming, por exemplo. Em troca, ele consegue o desconto normalmente associado a planos mais longos.
A condição é que, mesmo que o usuário cancele a assinatura antes do fim do período, ele continuará obrigado a pagar as parcelas restantes até completar os 12 meses. O sistema poderá enviar lembretes por email e notificações antes de cada ciclo de cobrança, e exibirá quantos pagamentos ainda faltam.
O recurso está disponível globalmente, com exceção dos Estados Unidos e Singapura. A Apple não informou quando pretende liberar o modelo nesses mercados. Essa exclusão acontece em meio a disputas judiciais relacionadas ao funcionamento da App Store e ao sistema de pagamentos da empresa, incluindo o caso envolvendo a Epic Games.
Parte de uma estratégia maior
Apple trabalha em novidades nos métodos de pagamento dentro dos sistemas (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
A nova opção de cobrança se soma a outras mudanças recentes. No ano passado, a Apple retirou a opção de pagamento antecipado de dois anos para a garantia estendida/premium do AppleCare, concentrando-se em planos mensais ou anuais. Também lançou a Retention Messaging API, ferramenta que permite aos desenvolvedores enviar mensagens para reduzir cancelamentos.
Com o novo modelo de fidelidade de 12 meses, a Apple amplia o conjunto de mecanismos voltados a manter consumidores com assinaturas por mais tempo.
Com quase 25 anos de carreira na Apple, John Ternus será o futuro CEO da companhia (Imagem: Reprodução/Apple)
John Ternus é um engenheiro mecânico estadunidense que atualmente ocupa o posto de vice-presidente sênior de Engenharia de Hardware da Apple. Ele foi escolhido para suceder Tim Cook no final de 2026.
Ternus ingressou na Apple em 2001, no time de design de produtos. O engenheiro conquistou cargos de liderança rapidamente até se tornar vice-presidente de Engenharia de Hardware em 2013. Já em 2021, Ternus foi nomeado como vice-presidente sênior da área.
Segundo o cronograma oficial, John Ternus vai se tornar CEO da Apple em 1º de setembro de 2026. A partir desta data, ele também vai integrar o conselho de administração da companhia.
A seguir, conheça melhor quem é John Ternus, e confira sua trajetória interna dentro da Apple.
John Ternus é um engenheiro mecânico estadunidense, nascido em 1975 ou 1976. Ternus é o atual vice-presidente sênior de Engenharia de Hardware da Apple, e vai assumir o cargo de CEO da empresa da maçã a partir de setembro de 2026.
Qual é a formação de John Ternus?
John Ternus tem bacharelado em Engenharia Mecânica pela Universidade de Pensilvânia (Estados Unidos). Ele iniciou o curso em 1993 e formou-se quatro anos depois, em 1997.
Qual é a carreira profissional de John Ternus?
John Ternus acumula 29 anos de atuação na área de engenharia mecânica até o momento dessa publicação. E de acordo com seu perfil no LinkedIn, Ternus trabalhou em apenas duas empresas ao longo de sua carreira.
Em 1997, o engenheiro se formou e começou a trabalhar na Virtual Research Inc., uma empresa estadunidense especializada no fornecimento de telas para o mercado de simulação e realidade virtual (RV). Ternus trabalhou por cerca de quatro anos nessa empresa, de julho de 1997 até junho de 2001.
John Ternus entrou na Apple um mês após ter deixado a Virtual Research Inc., em julho de 2001. O estadunidense segue como profissional da big tech até os dias atuais, tendo acumulado quase 25 anos de experiência na empresa da maçã.
Qual é a trajetória de John Ternus na Apple?
John Ternus alia uma carreira de longa data com ascensão notável na Apple Inc. O engenheiro ingressou na equipe de design de produtos em 2001, trabalhando inicialmente em telas para Macs. Apenas três anos depois, Ternus se tornou gerente. E um ano após isso, ele já estava na liderança da equipe de engenharia dos iMacs.
O desenvolvimento acelerado de Ternus não parou por aí: em 2013, ele se tornou vice-presidente de Engenharia de Hardware e assumiu a supervisão de equipes de Mac e iPads. A partir daí, o engenheiro mecânico começou a participar do desenvolvimento de mais produtos da maçã e ganhar cada vez mais visibilidade internamente.
John Ternus acumula quase 25 anos de estrada na Apple (Imagem: Divulgação/Apple)
Se Tim Cook ficou conhecido pelo desenvolvimento dos serviços da Apple, Ternus ganhou fama em contribuições técnicas e de hardware para produtos. Não à toa, o engenheiro mecânico liderou áreas de confiabilidade e durabilidade, e teve participação importante em praticamente todos os dispositivos da companhia — incluindo iPads, AirPods, iPhone, Mac e Apple Watch.
Toda essa expertise e contribuição ativa levaram Ternus a assumir o posto de vice-presidente sênior de Engenharia de Hardware em 2021. Inclusive, seus trabalhos mais recentes deram luz a produtos como Macbook Neo, iPhone 17 Pro e Pro Max, além do moderno iPhone Air.
Quando John Ternus vai assumir o comando da Apple?
John Ternus vai assumir o cargo de CEO da Apple em 1º de setembro de 2026, segundo o cronograma oficial da empresa. A decisão já foi aprovada por unanimidade pelo conselho de administração, e faz parte do processo de planejamento de sucessão no longo prazo.
Nessa mesma data, Ternus também passará a integrar o conselho de administração da companhia. O conselho tem a missão de supervisionar o diretor executivo e outros membros da alta cúpula, além de garantir que os interesses de acionistas sejam atendidos.
Qual é a relação entre John Ternus e Tim Cook?
A relação entre Tim Cook e John Ternus é duradoura: considerando que Cook assumiu como CEO em 2011, já faz 15 anos que Ternus responde ao atual comandante da Apple. E nesse período, os executivos parecem ter conquistado apreço e confiança um pelo outro.
Sob a gestão Cook, Ternus passou a participar de mais projetos, ganhou mais visibilidade interna e foi promovido duas vezes. Além disso, o engenheiro mecânico declarou que Cook foi seu “mentor” ao longo de sua trajetória, no comunicado oficial sobre a sucessão.
Cook e Ternus trabalham juntos há cerca de 15 anos na Apple (Imagem: Divulgação/Apple)
Talvez só os dois — e pessoas próximas a eles — saibam falar do nível de proximidade deles fora do escritório. Mas ao menos no âmbito profissional, a relação entre Tim Cook e John Ternus parece ser baseada em confiança no trabalho e trocas de conhecimento.
Tecnoblog entrevistou Rodrigo Vidigal, country manager da Motorola Brasil (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
A Motorola, comandada pelo presidente Rodrigo Vidigal, mira os clientes de Apple e Samsung dispostos a gastar cerca de R$ 8 mil a R$ 10 mil, com produtos como o Motorola Signature.
O Signature oferece uma combinação de hardware de ponta, preço competitivo e atributos como cores especiais, visando diferenciar-se no mercado.
A empresa busca aumentar sua presença no segmento de luxo com parcerias com marcas como Bose, Swarovski e Pantone.
A Motorola quer mais. Depois de vender muito Moto G, do segmento básico, e Motorola Edge, da categoria premium, agora a companhia tenta conquistar o chamado ultra premium – estão de olho no cliente disposto a gastar algo na faixa dos oito, quase dez mil reais. Querem brigar com a Apple e a Samsung, conforme admite o presidente da companhia, Rodrigo Vidigal, em entrevista exclusiva ao Tecnoblog.
Ele considera que o recém-lançado Motorola Signature tem uma combinação única de hardware e preço, além de contar com atributos que a diferenciam, como as cores especiais. “Me desculpem as feias, mas beleza é fundamental”, dispara o executivo. E de fato, o produto fez bonito: levou nota 8,9 no nosso review completo.
Nesta conversa, também tratamos da escassez de chips de memória (spoiler: com possível aumento nos preços dos smartphones ainda neste semestre), a sempre polêmica política de atualizações de Android e a presença na Copa do Mundo. Confira a seguir. Os trechos foram editados para dar mais clareza e fluidez.
Concorrência e relação com o consumidor
Thássius Veloso – De que forma vocês vão competir com Apple e Samsung, as duas primeiras colocadas no segmento ultra premium?
Rodrigo Vidigal (Motorola) – Com a combinação de hardware, software e experiência de pós-venda com concierge. Esse consumidor realmente busca muita qualidade de câmera e a gente traz o produto com a melhor nota do Brasil no DxOMark. Temos o melhor preço, com processador de última geração, a melhor tela, todo o sistema de entretenimento da Bose. A gente traz um ecossistema muito forte e um produto que realmente entrega o que há de mais avançado.
Qual será o papel do concierge?
A gente vai ter um atendimento ultra premium em todos os sentidos. Se ele tiver alguma necessidade de hardware ou software, vai poder resolver isso rapidamente, com respostas de até duas horas, de uma maneira que não existe hoje no mercado.
Nós estamos numa sala com as marcas do Gorilla Glass, Polar, Bose, Alcantara, Swarovski e Pantone estampadas nas paredes. Empresas rivais da Motorola não costumam se associar a tantos parceiros. Vocês não teriam condições de fazer todos esses projetos sozinhos?
Nenhum fabricante consegue fazer tudo sozinho, seja carro, computador ou qualquer outra categoria. A nossa proposta é trazer esses componentes premium sob a visão da Motorola para entregar a melhor experiência. Eu poderia comprar um componente genérico, mas eu prefiro trazer peças de ponta, como na parceria com a Sony para as câmeras. Estamos na Formula 1, que não deixa ninguém entrar se não for de ponta. Isso também nos ajuda a crescer no segmento B2B. Empresas da América Latina que não compravam nossos produtos passaram a adquirir Moto G e Edge.
O cliente chega ao ponto de venda falando “eu queria ver o Swarovski”?
O consumidor brasileiro hoje faz muita comparação. Ele olha, começa a conhecer um produto, compara, vê que esse aqui tem um acabamento melhor, tem Swarovski, uma câmera de ponta. Ninguém sabe o que é Alcantara, mas quando ele vê essa marca, vai atrás, chega na loja e pergunta pro vendedor. Temos todo um trabalho de comunicação. Colocar esses elementos é um baita diferencial, que tem nos feito crescer.
A gente traz tudo integrado, desde a parte técnica até o estilo. Como dizia o poeta: me desculpem as feias, mas beleza é fundamental. Isso passa também pelo fone de ouvido, outro objeto de desejo. A gente começa a criar uma conversa que antes não existia.
Você diria que está roubando usuários de iPhone com isso?
Ainda é mais Android.
Mais Samsung, então?
No Brasil sim. São muitos mercados, então depende da participação.
Tem empresa que caminha para a premiunização e abre mão da cartela de clientes que conquistou com produtos básicos e intermediários. Existe algum risco disso acontecer com a Motorola?
Não acho que a gente tenha demonstrado isso. É um crescimento sólido: lançamos o Edge sem abrir mão do Moto G. Com o Signature, agora eu entro num outro segmento do qual não estava participando.
Então tudo isso me ajuda a ter escala, melhores custos e a trazer saúde financeira, para eu poder também investir mais no mercado. A ideia é obviamente crescer e ter uma complementaridade, não uma canibalização do portfólio. A própria chegada dos acessórios, como fone de ouvido, relógio e smart tag, amplia esse ecossistema.
Crise da memória e celulares mais caros
De que forma a escassez dos chips está impactando vocês?
A causa é conhecida: inteligência artificial e ampliação de data centers, associados a uma capacidade de produção limitada e concentrada em poucos fabricantes globais de memória.
Nós entedemos que essa limitação não causará impacto no grupo da Lenovo e Motorola, pois somos um dos maiores compradores do mundo e temos uma relação de longo prazo com esses fornecedores, inclusive para atender a PCs e servidores.
Não tem como escapar da alta de preços. O nosso desafio é mitigar esse impacto e tentar repassar o mínimo possível para o usuário final.
Essa é uma conta complicada de fazer. A gente buscou se antecipar a esse movimento para atrasar ao máximo o repasse. Ele seria imediato se eu estivesse comprando apenas memória nova, mas estou tentando diluir esse aumento de custo com base numa estratégia de supply chain global, dada a força do nosso grupo.
Em que momento essa decisão foi tomada?
No ano passado, à medida que a gente começou a ver que a crise ia de fato acontecer. Estamos no mercado global e também fabricamos servidores, por exemplo. Conseguimos identificar esses movimentos e nos preparar, enquanto outras marcas demoraram mais para reagir.
Os celulares vão ficar mais caros no primeiro semestre?
Talvez ocorra um pouco de aumento, mas não da ordem de 50%, como temos visto no preço de memória. A crise impacta principalmente os produtos de entrada porque os grandes fabricantes de memória estão com capacidade limitada. Eles focam nos modelos mais caros pois os baratos representam uma margem de lucro menor.
O perfil do consumidor Motorola
Quais as principais maneiras para o consumidor adquirir um telefone Motorola?
A gente tem desde o financiamento tradicional; parcelamento no cartão de crédito sem juros em 12, 18, até 24 vezes; as ofertas de pós-pago com operadoras; o trade-in; e o nosso próprio financiamento, uma solução que a gente oferece pro varejo com juro mais baixo que o do banco.
Qual a relevâcia do trade-in?
Não é a principal forma de adquirir nossos produtos porque muitos consumidores passam o telefone antigo para alguém da família. Acaba sendo mais uma opção, mas não é nem de longe a mais utilizada. As vendas com acessórios ou com plano pós-pago são muito fortes, assim como o financiamento.
Quais são os pacotes mais populares?
O mais popular é fone de ouvido Moto Buds, pela qualidade da Bose e pelo fato de não ter outros produtos dessa marca no país. O som é impecável e existe a facilidade de conexão: você abre e já conecta. Isso tem ajudado a vender muito não só para clientes da nossa base, mas para usuários de smartphones da concorrência.
Esse interesse te surpreendeu?
Me surpreendeu. A gente sabia que seria muito forte para nossa base, até que começamos a ver clientes de outras marcas procurando o produto. Tem sido uma surpresa muito positiva.
Qual é a importância de associar Lenovo e Motorola a eventos como Formula 1 e Copa do Mundo?
Demonstra o apetite em crescer no mercado mundial. Todas as empresas na Formula 1 são de extrema qualidade. O público vê isso e associa a performance, design, inovação. No caso da Copa, estamos falando do maior evento do mundo, capaz de agregar a maior quantidade de pessoas. Se eu tenho um terço do mercado, ainda tenho dois terços para conquistar. Nós vamos falar com um cliente que não estava vendo o nosso produto.
Cadê os brand lovers?
A consultoria Omdia soltou o balanço de maiores vendedores de celular do Brasil: Samsung (40%), Motorola (24%), Xiaomi (16%), Apple (7%) e Realme (6%). Eu postei isso nas minhas redes sociais e repercutiu bastante principalmente com consumidores surpresos com a relevância da Motorola, em segundo lugar. Por que dessa surpresa?
No Brasil, a gente tinha 10% do mercado em 2010 e aumentamos para 30% hoje. A nossa participação vem crescendo.
Eu não tô falando de vendas, mas sim de percepção de marca. Cadê os brand lovers da Motorola?
Antes, eu tinha um brand lover limitado aos segmentos de entrada (com Moto G) e mass premium (com Edge). Se eu não estava presente no ultra premium, nunca seria lembrado. Agora, com o Signature, nós estamos trazendo uma proposta muito competitiva para que olhem para a Motorola também neste segmento. Eu não estava participando dessa festa e agora entro meio de penetra para disputar e incomodar (risos).
Me valendo aqui da liberdade poética, eu diria que Motorola é visto como “celular de tiozão”. Como conquistar as novas gerações?
Ninguém tem a estratégia de cores como a Motorola. Te falo de coração, quando a gente fechou a parceria com a Pantone, eu olhei e pensei “caramba!”, pois não tinha ideia do alcance. No ano passado, a Pantone utilizou o nosso escritório para fazer um fórum e deu para ver o nível da discussão, de inteligência de mercado, para identificar padrões.
Eles avaliam as preocupações das pessoas e como as cores têm influência na vida delas. E a partir daí, você tem tendências que são utilizadas pela indústria inteira. Eu lancei o verde no ano passado com o Razr 60 Ultra e um ano depois isso começou a chegar aos produtos mais de entrada. Eu consigo impactar o jovem que está ligado nisso. Cerca de 35% da nossa venda hoje é para este público.
Quanto era antes?
Era 20%. Hoje, mais da metade das nossas vendas vão para o público feminino. Era 45% e agora chega a 55%. No passado, a maioria dos produtos era cinza, preto ou dourado. Agora, dois terços são coloridos. Nenhum fabricante tem isso.
Os consumidores vão na loja querendo conhecer os aparelhos, o que tem de câmera, memória ou bateria. Eles também pedem para ver o acabamento, a cor. Isso não existia na nossa indústria, somente para roupa ou tênis.
Atualizações de Android
Faz sentido lançar um novo smartphone anualmente para cada linha? No caso de Moto G, às vezes são dois por ano.
Faz porque a gente vive de movimentar o consumidor. Então é necessário para trazer inovação como ferramenta também de estilo.
Nem tudo é tão inovador assim, vai…
Mas aí, de novo, eu acho que a Motorola tem um lugar diferente. A gente tá evoluindo a tecnologia e também o design. Quando a gente fala de evolução de design, o usuário final tem muita evolução. Quais smartphones você vê com Swarovski?
Você colocaria a cor do ano na categoria de inovação? Porque nem todo mundo enxerga dessa forma…
Se o consumidor enxerga, é o que interessa pra gente. Se o consumidor entende que é importante ter a cor do ano, Cloud Dancer, pois o mundo está muito tenso, com muita guerra, eu começo a ter um canal de comunicação com ele. Nem todo mundo quer falar só de spec.
Por que dá para colocar sete anos de atualizações no Signature, mas são no máximo três nas outras linhas?
Existem algumas limitações de memória ou de processador, e a gente quer garantir sempre a melhor experiência quando você faz o upgrade. Sabemos que o cliente de produtos de entrada fica em média três anos. Se eu trago pra ele uma atualização maior do que esse tempo, não necessariamente gera valor. Temos que entender o que o consumidor realmente valoriza.
Motorola Signature é a aposta da marca para brigar com segmento superior de celulares (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
E por que oferecer isso justamente para o ultra premium, que costuma ficar com o aparelho por um ano e meio, bem menos do que os sete anos?
Tem ainda questões associadas a hardware e performance que viabilizam os sete anos de evolução. Posso fazer essa promessa de até sete anos, pois vai continuar evoluindo. Mas no segmento ultra premium, isso tem um efeito mais de marketing do que de utilização.
Eu noto que os telefones têm ganhado mais elementos de software próprios. Começa com o Hello Moto e começam a surgir coisas novas, como a tela de configurações diferente. Não tá chegando na hora da Motorola dar um nome a esse sistema, assim como o HyperOS (Xiaomi) e a One UI (Samsung)?
A gente tem o Android como nosso sistema operacional base e algumas camadas de customização que nós desenvolvemos para tornar o visual mais fácil. A nossa preocupação é dar ferramentas para facilitar a migração e o início do cadastro do usuário. Então a gente entende que no momento isso não é importante.
Tim Cook, CEO da Apple desde 2011 (imagem: divulgação/Apple)Resumo
O lançamento do Apple Maps em 2012 foi considerado o maior erro de Tim Cook como CEO da Apple.
O serviço apresentou falhas iniciais, como imagens distorcidas e rotas imprecisas, e Tim Cook chegou a recomendar serviços concorrentes.
O Apple Maps melhorou significativamente com o tempo e agora é considerado um serviço de mapas de alta qualidade, embora ainda seja comparado ao Google Maps.
Em breve, Tim Cook deixará de ser CEO da Apple. Parece que essa decisão deu a ele mais liberdade para falar de aspectos não muito positivos em sua gestão. Eis um exemplo: recentemente, Cook admitiu que o Apple Maps foi o seu “primeiro grande erro” à frente da companhia.
O Apple Maps foi lançado em 2012. Tim Cook assumiu o cargo de CEO da Apple em 2011. Então, ele pôde acompanhar as várias falhas iniciais do serviço, que incluíam imagens distorcidas, ausência de mapas em determinados locais, rotas imprecisas e estabelecimentos informados em locais incorretos.
À época, quando o serviço ainda era conhecido como “mapas do iOS 6”, Tim Cook chegou a publicar um pedido de desculpas pelas numerosas falhas do aplicativo. A situação era tão grave que o próprio executivo chegou a recomendar serviços concorrentes, como Bing Maps, Google Maps e Waze, enquanto os mapas da Apple eram aprimorados.
14 anos se passaram desde então. Mas isso não fez Tim Cook esquecer o problema. De acordo com a Bloomberg, o executivo reconheceu a situação problemática do Apple Maps como o maior erro de sua gestão:
Pedimos desculpas e dissemos: ‘usem esses outros aplicativos. Eles são melhores do que o nosso.’ Foi uma lição de humildade. Mas foi a coisa certa a fazer por nossos usuários. E é um exemplo de como mantemos o usuário no centro das decisões que tomamos.
Agora temos o melhor aplicativo de mapas do planeta. Aprendemos sobre persistência e fizemos exatamente a coisa certa depois de termos errado.
Tim Cook, CEO da Apple
Apple Maps no iPhone (imagem: reprodução/Apple)
Apple Maps melhorou muito com o passar do tempo
Como usuário, discordo de Cook: eu acredito que o Google Maps continua sendo o melhor serviço de mapas do planeta. Mas é fato que o Apple Maps, hoje, é um serviço muito melhor do que era anos atrás: as imagens são mais detalhadas e os recursos de rotas e localização são muitos mais precisos, por exemplo.
É verdade que o Apple Maps é mais funcional em países como os Estados Unidos. Mas que fique claro que o serviço atende ao Brasil, aqui, sob o nome Apple Mapas.