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Anatel recebe aval para concluir o leilão dos 700 MHz

13 de Maio de 2026, 18:25
Martelo de leiloeiro e mapa do Brasil contendo a bandeira nacional e duas torres de celular. Fundo azul com ondas em verde
Leilão de 700 MHz ocorreu em 04/05 (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) recebeu o aval definitivo para concluir o novo leilão de faixas de 700 MHz, realizado há dez dias. Diversas organizações tentavam invalidar o resultado, mas um magistrado da 5ª Turma do TRF-1 negou o pedido e permitiu tanto a homologação quanto a assinatura das outorgas.

A Associação Nacional das Operadoras Celulares (Acel) havia entrado com um pedido no judiciário para impedir “atos de adjudicação, homologação e assinatura dos Termos”. Nela, estão as prestadoras Claro, TIM e Vivo.

Layout da banda 28 do 3GPP no Brasil, incluindo o espectro licitado no dia 4 (arte: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Mais uma derrota para o trio nacional

Espectro de Unifique e Consórcio Amazônia 5G são parte da controvérsia (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Não é a primeira vez que o leilão é questionado. A TelComp (Associação Brasileira das Prestadoras de Serviços de Telecomunicações Competitivas) e a Acel já haviam apresentado recursos ao Conselho Diretor da Anatel e depois ingressaram no Judiciário, tanto que o leilão, marcado originalmente para 30/4, acabou sendo adiado.

Outro ponto de controvérsia são as transferências de licenças de 3,5 GHz. A Ligga (que adquiriu espectro no PR) pretende transmitir as faixas para a Unifique, enquanto a Sercomtel (que adquiriu licença para o estado de São Paulo e Região Norte) pretende transferi-las ao Consórcio Amazônia 5G.

A cláusula 7.1 do edital de 2021 que proíbe a transferência caso as obrigações de cobertura não estejam cumpridas integralmente. A Anatel aprovou os movimentos, mas a Acel defende a tese de que ainda falta concluir certos compromissos que ainda estão por vencer. Os prazos começam a expirar neste ano e vão até o fim de 2029.

Uma das associadas da Acel é a Sercomtel, empresa do fundo Bordeaux (de Nelson Tanure, investigado no caso do Banco Master), que vendeu seu espectro para a Unifique e o Consórcio Amazônia 5G. Ela será prejudicada caso a Acel tenha êxito.

Como o próprio juiz do caso destaca, o atraso nas assinaturas causaria atraso na expansão da cobertura móvel, principalmente em localidades remotas e rodovias, que são alvos dos compromissos de cobertura.

Anatel recebe aval para concluir o leilão dos 700 MHz

Leilão de 700 MHz ocorrerá dia 30 (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Layout da banda 28 do 3GPP no Brasil, incluindo o espectro licitado hoje (arte: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Áreas adquiridas pela Unifique e o Consórcio Amazônia 5G (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Vivo pede desculpas e promete apuração rigorosa sobre golpe de técnico

8 de Maio de 2026, 21:10
Celular com logo da Vivo
Técnico da Vivo cancelou todos os serviços de consumidora (ilustração: Vitor Pádua / Tecnoblog)

Um caso envolvendo um técnico terceirizado da Vivo vem dando o que falar na internet. Agora à noite, a operadora emitiu uma nota repudiando a conduta diante de uma consumidora de São Paulo.

Em resumo, a arquiteta e apresentadora de TV Stephanie Ribeiro contou no Instagram que recebeu um técnico em sua casa para a instalação de serviços de telecomunicações. Em dado momento, o trabalhador ofereceu um repetidor de sinal. Na hora de pagar, Stephanie notou que o Pix cairia numa conta de pessoa física.

Funcionário deu chave Pix pessoal para pagamento de repetidor da Vivo (imagem: reprodução)

Era maracutaia. Quando entrou em contato com o gerente da loja da Vivo, foi orientada a não pagar nada. A partir daí, começaram as ameaças do técnico na residência dela.

Após a saída dele, a arquiteta notou que todos os serviços de telefonia foram cancelados. Ela acredita que se tornou alvo de alguma represália após identificar e relatar o golpe. Um dos emails da Vivo tentavam marcar a devolução dos equipamentos, normalmente cedidos durante a vigência do contrato.

Golpista teve acesso e usou dados de consumidora para cancelar serviços; Vivo diz que já os religou (imagem: reprodução)

A Vivo declarou, em nota enviada ao Tecnoblog, que os serviços da consumidora foram reativados e que iniciou uma “apuração rigorosa junto à empresa parceira responsável pelo técnico envolvido, que está adotando todas as medidas cabíveis”.

A empresa disse ainda que entrou em contato com Stephanie e lamentou o ocorrido.

Apesar da resposta rápida da prestadora neste caso, é importante ter em mente que o relato incendiou as redes sociais e outros clientes da Vivo disseram ter passado pela mesma situação. Ao menos um desses clientes disse que buscou a empresa, mas que a queixa não recebeu a devida atenção.

Vivo pede desculpas e promete apuração rigorosa sobre golpe de técnico

Vivo tem promoções na Black Friday em planos móveis (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

Anatel remarca leilão dos 700 MHz

1 de Maio de 2026, 11:26
Martelo de leiloeiro e mapa do Brasil contendo a bandeira nacional e duas torres de celular. Fundo azul com ondas em verde
Leilão de 700 MHz ocorrerá em 4 de maio (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo

A Agência Nacional de Telecomunicações remarcou o leilão da faixa de 700 MHz para a próxima segunda-feira (04/05), depois que uma ação na Justiça impediu o certame, inicialmente marcado para ontem (30/04). Isso não muda a dinâmica do evento, que irá licitar faixas de espectro para que prestadoras operem a rede de telefonia.

O Tribunal Regional Federal da 3ª Região derrubou uma liminar impetrada pela Telcomp, entidade que representa mais de 70 empresas do setor. A Justiça atendeu a um pedido da Unifique, que argumentou que a modelagem do leilão está alinhada com as diretrizes de política pública estabelecidas pelo Ministério das Comunicações.

Conforme explicamos numa reportagem especial, o formato do leilão privilegia as operadoras regionais. Elas terão mais oportunidade de arrematar as novas faixas de frequência. Caso isso não aconteça, as empresas de porte nacional, como Claro, TIM e Vivo, também poderão comprar mais espectro.

A expectativa é de que faixas licitadas na próxima segunda – caso não tenhamos novas surpresas – sejam usadas primeiro para reforçar o sinal do 4G. No futuro, porém, é possível que também sejam usadas na transmissão do 5G.

As empresas vencedoras do leilão deverão cumprir uma série de obrigações relacionadas à cobertura nas rodovias e em localidades de difícil acesso.

De acordo com a Anatel, a sessão pública terá início às 10h e será transmitida via YouTube.

Anatel remarca leilão dos 700 MHz

Leilão de 700 MHz ocorrerá dia 30 (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Vivo Total sofre reajuste de preços; veja os novos valores

10 de Março de 2026, 12:16
Vários celulares pretos estão dispostos em um padrão diagonal sobre um fundo roxo. Cada tela exibe o logo da operadora de telefonia "Vivo". As telas dos smartphones também mostram um fundo roxo com um padrão de ondas ou arcos mais claros, criando uma sensação de profundidade e brilho. Na parte inferior direita, está o logotipo do "tecnoblog" em fonte de cor branca.
Planos do Vivo Total vão até R$ 25 mais caros (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Vivo aumentará preços do Vivo Total em até R$ 25.
  • Os novos valores entram em vigor em 01/05.
  • Os planos Básico e Essencial também aumentam R$ 10, mas eles já não aparecem como opção para novos clientes.

A Vivo vai reajustar os preços dos pacotes do Vivo Total. Quase todos os planos terão um aumento entre R$ 10 e R$ 25. A exceção é o Vivo Total V 1 Giga, que custa R$ 1.200/mês e não sofrerá alteração.

O Vivo Total é um pacote “2 em 1” que reúne, em uma única fatura, a internet banda larga Vivo Fibra e um plano móvel pós-pago da operadora.

Os novos valores passam a valer a partir de 01/05. Os pacotes continuam incluindo um ano de acesso gratuito à versão profissional da IA da Perplexity.

Confira os novos valores

ServiçoPreço antigoPreço novoAcréscimo
Vivo Total ProR$ 160R$ 170R$ 10
Vivo Total UltraR$ 190R$ 203R$ 13
Vivo Total Família 2 R$ 270R$ 295R$ 25
Vivo Total Família 3R$ 330R$ 355R$ 25
Vivo Total Família 4R$ 420R$ 445R$ 25
Vivo Total Família 5R$ 520R$ 545R$ 25
Tabela elaborada pelo Tecnoblog

Os planos Básico e Essencial também tiveram aumento de R$ 10, mas já não aparecem mais como opção de contratação para novos clientes no site oficial.

Vivo Total sofre reajuste de preços; veja os novos valores

Vivo confirma negociações com Desktop (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Vivo prepara repetidor com Wi-Fi 7 para seus clientes

26 de Fevereiro de 2026, 17:09
Uma imagem com fundo roxo vibrante e gradiente, preenchido com a repetição das palavras "VIVO" e "FIBRA" em roxo-escuro e opaco. No centro, o mesmo logotipo "vivo FIBRA" está em destaque, com as letras em branco brilhante e contorno neon rosa e roxo. No canto inferior direito, o logotipo "tecnoblog" aparece em branco.
Vivo Fibra (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Vivo homologou repetidor Wi-Fi 7 modelo HGW-500IT4T4-Mv4, da MitraStar, aprovado pela Anatel em 23/02;
  • repetidor Wi-Fi 7 não usa a banda de 6 GHz, operando nas bandas de 2,4 GHz e 5 GHz;
  • design permite fixação na lateral e oferece duas portas Ethernet RJ-45 para conexões adicionais.

A Vivo deve passar a oferecer repetidor com tecnologia Wi-Fi 7 em breve. É o que revela a homologação do modelo HGW-500IT4T4-Mv4, da MitraStar (empresa do mesmo grupo da Zyxel), aprovada pela Anatel na última segunda-feira (23/02). O aparelho deve fazer par com os HGUs/modems utilizados nos planos de 2 e 10 Gb/s, anunciados no ano passado, que também são compatíveis com Wi-Fi 7.

Askey RTF8316VW, utilizado nas instalações XGS-PON da Vivo (imagem: Gabriel Ramos)

Assim como os equipamentos principais, o repetidor Wi-Fi 7 da Vivo não utiliza a banda de 6 GHz, apenas provem conexão sem fio nas bandas de 2,4 GHz e 5 GHz.

O design não diverge muito do estilo do modelo Wi-Fi 6 vendido hoje, mas agora há um suporte que permite ao equipamento ser afixado na lateral (em vez da quina) para ficar na vertical.

Repetidor Wi-Fi 7 da Vivo (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Apesar da baixa resolução, as fotos revelam que a base pode ser utilizada de duas formas: na lateral inferior, para servir como suporte para posicionamento em mesas ou outras superfícies, ou na parte traseira, servindo como suporte de parede para o repetidor.

Tal como o modelo atual de repetidor da operadora, a novidade oferece duas portas Ethernet RJ-45, abrindo a possibilidade de conexão de outros dispositivos a ele e ao uso de backhaul cabeado entre os pontos e o modem principal. E também, potencialmente, ao uso da fibra invisível/FTTR para servir como cabeamento entre os pontos.

Switch de fibra FTTR da Askey
Askey RTF8230 é o ponto principal para fibra FTTR da Vivo (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

A fabricação ficará por conta da MitraStar na China ou da Flex (antiga Flextronics), em Manaus. Não temos informação de valores, mas, para fins de comparação, o modelo Wi-Fi 6 é vendido hoje pela operadora por R$ 426,55 à vista em sua loja online, com instalação e troca de modem (se necessária) gratuitas.

O equipamento FTTR também já está à venda: R$ 585,20 à vista pelo ponto principal, R$ 324,90 pelo ponto remoto e R$ 486,40 pelo rolo com 60 metros da fibra ultrafina, ou o kit completo por R$ 1.463 em uma loja da operadora, mais R$ 530 pela instalação.

Vivo prepara repetidor com Wi-Fi 7 para seus clientes

Vivo Fibra (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Askey RTF8316VW, utilizado nas instalações XGS-PON da Vivo (imagem: Gabriel Ramos)

Repetidor Wi-Fi 7 da Vivo (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Askey RTF8230 possui quatro portas para fibra FTTR (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Vivo libera cancelamento sem multa após mudar regra do Wi-Fi

10 de Fevereiro de 2026, 10:46
Modem Vivo fibra sobre um rack, próximo de uma televisão, livro, Echo Pop e baby Yoda.
Modem da Vivo vai cortar Wi-FI de inadimplentes (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Resumo
  • A Vivo permitirá que clientes insatisfeitos com o Wi-Fi Bônus cancelem o serviço sem multa, após atender a Anatel.
  • A mudança nos planos de fibra óptica começou em fevereiro e inclui o corte do Wi-Fi para clientes inadimplentes.
  • Clientes têm 90 dias para cancelar sem multa, mas a Vivo não esclareceu o impacto para quem usa roteadores próprios.

A Vivo atendeu a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e vai permitir que clientes insatisfeitos com a recente mudança nos planos de fibra óptica cancelem o serviço sem pagar multa. Conforme revelado com exclusividade pelo Tecnoblog, a operadora decidiu adotar o conceito de Wi-Fi Bônus. Isso significa que o roteador libera a rede sem fio de quem está adimplente e corta o sinal de quem atrasa a fatura.

Essa mudança começou a valer em fevereiro. Todos os contratos do Vivo Fibra estão sendo reajustados para incluir as novas condições, após rodadas de conversas com a agência reguladora, segundo pessoas com conhecimento do assunto.

Sem multa nem fidelização

Para chegar a este resultado, a Vivo entregou um Plano de Conformidade que prevê o abono da multa para os consumidores que desejem deixar a prestadora. Ela deve fazer uma comunicação massiva destacando as novas ofertas e explicando que “não haverá cobrança de multa em caso de rescisão ou alteração do plano quanto à taxa de adesão”.

É praxe do setor fechar contratos com fidelidade de 12 meses. Com a alteração, os clientes têm prazo de 90 dias para exercer esse direito, caso queiram, ainda de acordo com a documentação remetida à Anatel.

Plano de Conformidade retira multa de fidelização (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Algumas perguntas sobre o assunto continuam sem resposta. A Vivo ainda não explicou, por exemplo, o que acontecerá com os consumidores que utilizam o próprio roteador para acesso à internet.

Será que o Wi-Fi Bônus vira moda?

Por enquanto, somente a Vivo adotou o mecanismo de Wi-Fi Bônus como forma de incentivar o pagamento das faturas em dia. Antes disso, a operadora causou polêmica ao tentar considerar 99% da velocidade contratada como bônus, também conforme revelado em primeira mão pelo Tecnoblog. A postura da empresa de origem espanhola causou revolta na Anatel.

Nos bastidores do setor, comenta-se que outras empresas começaram a ensaiar a adoção da velocidade bônus, com o objetivo de repetir os passos da Vivo e dificultar a vida dos consumidores inadimplentes.

Agora, resta a dúvida se o Wi-Fi Bônus, que foi adotado com o aval da agência reguladora, será replicado por outros provedores de acesso. Os sites da Claro e da TIM por ora não trazem qualquer menção a isso, o que significa que o Wi-Fi no roteador fornecido pela empresa é tratado como parte fundamental do serviço, não como um benefício para os bons pagadores.

O Wi-Fi será desativado 20 dias após o vencimento da fatura. Já o serviço como um todo poderá ser suspenso após um atraso de 50 dias.

Vivo libera cancelamento sem multa após mudar regra do Wi-Fi

Roteador Vivo Fibra Wi-Fi 6 (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Plano de Conformidade retira multa de fidelização (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Vivo vai cortar o Wi-Fi de clientes que atrasarem o pagamento

2 de Fevereiro de 2026, 13:14
Wi-Fi passa a ser tratado como bônus no contrato do Vivo Fibra (ilustração: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Resumo
  • A Vivo cortará o Wi-Fi de clientes inadimplentes do Vivo Fibra a partir de fevereiro, mantendo a conexão cabeada ativa.
  • A suspensão do Wi-Fi ocorrerá após 15 dias de inadimplência, conforme o Regulamento Geral de Direitos do Consumidor da Anatel.
  • A Vivo tentará impor regras mais rígidas para inadimplentes, tratando o Wi-Fi como um bônus para clientes com pagamentos em dia.

A Vivo vai cortar o Wi-Fi dos clientes do Vivo Fibra, serviço de internet por fibra óptica, a partir de fevereiro. A operadora começou a comunicar a base de clientes sobre a mudança. O Tecnoblog apurou que os planos atuais – tecnicamente chamados de “ofertas” – passam a ser migrados para as novas condições a partir de hoje (02/02).

Na prática, isso significa que o consumidor do Vivo Fibra que deixar de pagar o serviço ficará sem a internet sem fio. O documento que formaliza todas as condições de contratação, chamado de etiqueta padrão, informa que “seu plano conta com bônus de Wi-Fi, concedido enquanto sua fatura estiver em dia”.

Etiqueta padrão do Vivo Fibra informa sobre Wi-Fi como bônus por adimplência (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Como o cliente será notificado?

A Vivo se comprometeu a notificar o cliente em caso de inadimplência. O documento dá a entender que a conexão por rede cabeada continuará funcionando normalmente, então o consumidor ainda poderá plugar o notebook no cabo Ethernet caso queira utilizar a internet. Nós estamos em contato com a equipe de comunicação da Vivo para esclarecer melhor este ponto.

O corte de Wi-Fi não será imediato. A prestadora terá que esperar pelo menos 15 dias, conforme determina o novo Regulamento Geral de Direitos do Consumidor (RGC), regramento da Anatel que foi atualizado em setembro de 2025. Ainda não se sabe se o roteador da prestadora passará a dar algum tipo de aviso quando estiver nessa situação de conexão Wi-Fi remotamente desativada por falta de pagamento.

Ainda de acordo com a etiqueta padrão, o serviço poderá ser totalmente suspenso caso o consumidor não realize o pagamento dos débitos pendentes.

Modem Vivo fibra sobre um rack, próximo de uma televisão, livro, Echo Pop e baby Yoda.
Roteador Vivo Fibra com Wi-Fi 6 (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Crise da velocidade bônus

Esta é a segunda tentativa da Vivo, a maior prestadora de telecomunicações do país, em impor regras mais duras para os inadimplentes. O Tecnoblog revelou em primeira mão, ainda em setembro de 2025, que a Vivo havia modificado o contrato do Vivo Fibra para que a velocidade contratada fosse constituída majoritariamente de um bônus.

Ou seja, o plano de 500 MB/s era oficialmente composto por 0,16 Mb/s de velocidade garantida e 499,83 Mb/s de bônus de download. Na prática, seria impossível usar a rede. O Tecnoblog apurou que a mudança pegou mal na Anatel, que enquadrou a Vivo e exigiu mudanças na postura da operadora.

Repare a ironia: o símbolo de Wi-FI está ao lado do nome do plano, mas nos detalhes consta “bônus Wi-Fi mediante adimplência” (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Fontes ligadas ao setor de telecomunicações acreditam que, desta vez, a Vivo está agindo conforme um entendimento construído com o órgão regulador. Ela deverá dar transparência sobre o fato de que o Wi-Fi passa a ser tratado como um adicional do plano de banda larga destinado aos bons pagadores.

Vivo vai cortar o Wi-Fi de clientes que atrasarem o pagamento

Vivo tem prazo de 30 dias para fazer adequações (ilustração: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Etiqueta padrão do Vivo Fibra informa sobre Wi-Fi como bônus por adimplência (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Roteador Vivo Fibra Wi-Fi 6 (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Repare a ironia: o símbolo de Wi-FI está ao lado do nome do plano, mas nos detalhes consta “bônus Wi-Fi mediante adimplência” (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Uma gigante chinesa dominou o país mais populoso do mundo

21 de Janeiro de 2026, 14:55
Smartphone de bordas retas em tom roxo metálico apoiado sobre uma mesa branca, conectado a um cabo de carregamento branco. Na tela, com fundo roxo e gráfico circular azul, aparece o horário "10:20" e a data "24 March Thursday", além do indicador de bateria com "50% charging". Ao fundo, há dois cadernos marrons empilhados e uma caneca branca vazia. A iluminação é suave, vinda da direita da imagem.
Smartphones da Vivo (Jovi) se destacaram na Índia (imagem: divulgação)
Resumo
  • A Vivo Mobile (Jovi) liderou o mercado de celulares na Índia em 2025 com 21% de participação, vendendo 32,1 milhões de aparelhos.
  • Samsung ficou em segundo lugar, com 15% de participação, mas teve uma queda de 11% nas vendas.
  • Apple cresceu 28% em 2025, alcançando 10% de participação, mas permaneceu na quinta posição.

Quem encerrou 2025 como líder absoluta de vendas de celulares na Índia, país mais populoso do mundo, foi novamente uma fabricante chinesa. Dados de mercado indicam que a Vivo Mobile Communication (que atende pelo nome Jovi no Brasil) manteve a primeira colocação no maior mercado de smartphones do planeta, superando Samsung, Xiaomi e Apple.

Segundo relatório anual da consultoria Omdia, a empresa teve participação de 21%:

  1. Vivo Mobile (Jovi) – 21%
  2. Samsung – 15%
  3. Oppo – 13%
  4. Xiaomi – 13%
  5. Apple – 10%
  6. Outros – 29%
Gráfico de linhas da Omdia mostrando a evolução da participação de mercado de smartphones na Índia do 1º trimestre de 2022 ao 4º trimestre de 2025. O gráfico destaca a ascensão contínua da vivo (linha azul clara), que termina 2025 isolada na liderança com quase 25% de participação. A Apple (linha cinza) mostra um crescimento consistente a longo prazo, enquanto Xiaomi (laranja) e Samsung (azul escuro) apresentam trajetórias de declínio no período mais recente.
Xiaomi despencou para a quarta posição após iniciar o ano na liderança (imagem: reprodução/Omdia)

Os dados do ano passado mostram que fabricantes chinesas seguem dominando o mercado indiano de smartphones. Somadas, Vivo, Oppo (ambas são antigas subsidiárias do grupo BBK) e Xiaomi responderam por quase metade das vendas, enquanto outras marcas mantiveram participação mais limitada.

Como pontua o site especializado Phone Arena, a Samsung tem mais dificuldade em chamar a atenção dos consumidores indianos, que estariam substituindo os intermediários da série A por aparelhos como o Vivo Y19s, à venda no Brasil por cerca de R$ 999.

Por aqui, aliás, vale reforçar que a Vivo Mobile chegou oficialmente no país em 2025, sob a marca Jovi, com foco em smartphones intermediários e premium, ampliando a presença da fabricante chinesa na América Latina. A Jovi parece estar preparando smartphones com baterias parrudas, conforme adiantamos aqui no Tecnoblog.

Vivo Mobile amplia liderança

Tabela de dados da Omdia comparando os envios de smartphones na Índia entre 2024 e 2025. A vivo lidera o mercado em 2025 com 32,1 milhões de envios e 21% de participação, apresentando um crescimento anual de 19%. A Apple registrou o maior crescimento anual do grupo, com 28%. Em contrapartida, Samsung e Xiaomi tiveram quedas de 11% e 26%, respectivamente. O mercado total na Índia fechou 2025 com 154,2 milhões de unidades, uma leve queda de 1% em relação ao ano anterior.
Vivo (Jovi) terminou o ano com 32 milhões de celulares enviados (imagem: reprodução/Omdia)

Ao todo, foram 154,2 milhões de celulares vendidos no ano, sendo 32,1 milhões de aparelhos da Vivo Mobile, consolidando a liderança. Ela apresentou crescimento anual de 19%, indo contra o encolhimento de 1% no mercado indiano em relação a 2024.

Quem não conseguiu fugir da retração foram a Samsung e a Xiaomi. A sul-coreana manteve o segundo lugar, mas registrou queda de 11% nas vendas, enquanto a chinesa teve retração de 26%, a maior retração entre as principais marcas.

Apple cresce, mas segue fora do topo

Fechando o top 5, a Apple teve um dos crescimentos mais expressivos em 2025. De acordo com a Omdia, a empresa registrou aumento de 28%, alcançando 15,1 milhões de unidades e 10% de participação de mercado.

Mesmo com o avanço, a Apple permaneceu na quinta colocação do ranking anual.

Uma gigante chinesa dominou o país mais populoso do mundo

(imagem: divulgação)

(imagem: reprodução/Omdia)

É fake: telefone fixo da Vivo continua funcionando após 31 de dezembro

31 de Dezembro de 2025, 10:45
Pessoa segura um telefone celular antigo com antena e teclado físico num fundo desfocado em tons de lilás. A tela do aparelho exibe a palavra "vivo" em letras minúsculas. O telefone tem botões numéricos, teclas de função em verde e vermelho e um botão direcional central. A imagem foi criada por inteligência artificial.
Vivo prevê investimentos de R$ 4,5 bilhões (imagem via IA: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Resumo
  • O telefone fixo da Vivo continuará funcionando após 31 de dezembro de 2025, apesar dos boatos.
  • A Vivo migra do regime de concessão para o modelo de autorização, eliminando certas obrigações e investindo R$ 4,5 bilhões em infraestrutura.
  • A infraestrutura de cobre será desativada gradualmente, mas o serviço de voz fixa continuará em regiões sem concorrência até, pelo menos, 2028.

Diversas páginas no Instagram dedicaram as últimas semanas a noticiar falsamente que o telefone fixo da Vivo acaba neste dia 31 de dezembro. De acordo com os boatos, a empresa focaria apenas em telefonia móvel e banda larga por fibra óptica a partir de 2026. Tudo não passa, porém, de um grande mal-entendido sobre as novas regras do setor.

Na verdade, a Vivo (assim como outras prestadoras de telefonia) está passando por uma mudança do ponto de vista regulatório. Em 11 de abril de 2025, a operadora e a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) assinaram um acordo oficializando a migração do regime de concessão para o modelo de autorização. A medida impacta diretamente o Serviço Telefônico Fixo Comutado (STFC) no estado de São Paulo.

Como será o regime de autorização?

Na prática, a mudança significa maior flexibilidade no fornecimento de um serviço que tem caído em desuso. O modelo de autorização remove obrigações pesadas que existiam desde a privatização, em 1998. A migração extingue a necessidade de manter e expandir a infraestrutura de orelhões (Telefones de Uso Público) e a obrigação de universalização, que exigia a instalação de linhas fixas em qualquer localidade, independentemente da viabilidade econômica ou demanda.

Por outro lado, a Vivo assumiu compromissos bilionários para efetivar essa transição. A empresa deverá investir cerca de R$ 4,5 bilhões em obrigações de interesse público. Esse montante será destinado à construção de redes de transporte de alta capacidade (backbone) em regiões desatendidas, além da expansão da cobertura móvel com tecnologia 4G ou superior em rodovias e localidades sem conectividade.

Imagem com fundo claro contendo uma apresentação de resultados da empresa Vivo. No topo, em letras grandes e roxas, lê-se: "A migração para o regime de autorização já está concluída, e os benefícios começam a ser capturados". Abaixo, há seis blocos com informações. O primeiro bloco à esquerda detalha que, em 11 de abril de 2025, Vivo e ANATEL oficializaram a migração para o modelo de autorização para telefonia fixa no estado de São Paulo. O segundo bloco mostra o benefício financeiro com "Cobre", com valor aproximado de "Rbi". O terceiro bloco indica o benefício com "Imóveis", com valor aproximado de "R,5bi". O quarto bloco, intitulado "Próximos Passos", menciona migração tecnológica e investimentos em expansão. O quinto bloco trata de "Economias Recorrentes", com destaque para redução de custos operacionais. O sexto bloco, no canto inferior direito, mostra um gráfico com curva ascendente e o título "Linha do Tempo de Captura dos Benefícios", indicando aceleração dos ganhos até 2028. No canto inferior direito, há a logomarca da Telefônica Vivo.
Slide detalha fim de regime de concessão na Vivo (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Ainda durante a apresentação dos resultados financeiros do primeiro trimestre, a companhia detalhou os próximos passos da mudança em São Paulo:

  • Migração de clientes de voz fixa da rede de cobre para tecnologias modernas, permitindo uma melhoria na qualidade do serviço e a liberação de ativos imobiliários e de infraestrutura.
  • Investimento em projetos nos próximos cinco a dez anos, focados na expansão da cobertura móvel e rede de fibra.
  • Manutenção do serviço de voz fixa em lugares onde a empresa é a operadora de “último recurso” até, pelo menos, 2028.

Qual o impacto para o consumidor final?

Apesar de pouca coisa mudar neste último dia de 2025, é importante notar que a Vivo poderá, no futuro, desligar o serviço de telefonia fixa nas localidades em que houver concorrência ampla. O compromisso assinado com a Anatel prevê a manutenção deste serviço somente nas regiões em que há apenas a Vivo, sem nenhuma outra opção de telefonia cabeada ou competitividade local.

Para o usuário residencial comum, o telefone fixo continua funcionando normalmente via fibra óptica ou rede móvel (WLL), mas a infraestrutura baseada nos antigos fios de cobre será progressivamente desativada. O objetivo é converter o custo de manutenção de uma rede obsoleta em investimentos para o 5G e fibra.

É fake: telefone fixo da Vivo continua funcionando após 31 de dezembro

Vivo prevê investimentos de R$ 4,5 bilhões (imagem via IA: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Slide detalha fim de regime de concessão na Vivo (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Operadoras reforçam rede na virada e WhatsApp prevê 100 bilhões de mensagens

31 de Dezembro de 2025, 09:54
Show de fogos de artifício multicoloridos no céu noturno, com destaque para os números "2026" em letras luminosas centralizadas sobre os fogos. A cena ocorre à beira-mar, com silhuetas de várias pessoas de costas observando e algumas segurando celulares erguidos para registrar o momento. Refrações das luzes dos fogos aparecem na superfície da água. Ao fundo, luzes de cidade costeira são visíveis na linha do horizonte à direita.
Operadoras reforçaram rede para virada (imagem via IA: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Resumo
  • O WhatsApp prevê 100 bilhões de mensagens trocadas na virada de 2026.
  • Claro, Vivo e TIM reforçaram redes 5G para atender à demanda de Ano Novo.
  • WhatsApp introduziu efeitos de fogos e confetes para chamadas de vídeo e notas de vídeo.

As operadoras brasileiras reforçaram a infraestrutura de rede para garantir a conectividade durante a virada de ano (31/12). A movimentação busca suportar o pico de tráfego de dados esperado para as festividades, especialmente em aplicativos de mensageria. O WhatsApp, principal serviço do gênero no Brasil, prevê que 100 bilhões de mensagens serão trocadas globalmente no réveillon, além de aproximadamente 2 bilhões de chamadas de voz e vídeo.

As prestadoras de telefonia confirmaram ao Tecnoblog que o monitoramento será intensificado para evitar instabilidades. O período é conhecido pelo alto volume de transmissões ao vivo e postagens em redes sociais, o que exige uma coordenação técnica específica para suportar a densidade de usuários em pontos turísticos.

Quais operadoras reforçaram o sinal para o Ano Novo?

Ilustração mostra o logotipo das marcas Claro, Vivo e TIM lado a lado. Na parte inferior direita, o logitpo do "tecnoblog" é visível.
Claro, TIM e Vivo manterão equipes de prontidão durante a virada (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A Claro foi a prestadora que melhor detalhou a operação de fim de ano ao TB. A empresa explicou que houve adição de capacidade de rede em regiões turísticas de capitais como Rio de Janeiro, São Paulo, Recife, Florianópolis e Salvador. A operadora também destacou que a expansão do 5G ao longo de 2025 deve auxiliar na conectividade dos usuários, oferecendo maior largura de banda para quem estiver em áreas cobertas pela nova tecnologia.

Já a Vivo e a TIM informaram que manterão equipes de plantão para garantir a estabilidade e a disponibilidade dos serviços. Ambas as empresas admitem que o réveillon é marcado por uma intensificação drástica no uso da rede. O monitoramento será contínuo a partir de seus centros de operações, permitindo intervenções técnicas rápidas caso ocorra congestionamento em células específicas de sinal móvel.

As novidades do WhatsApp para a virada

Montagem com três imagens promocionais do WhatsApp sobre recursos de Ano Novo. À esquerda, um pacote de figurinhas com personagens desenhados em estilo cartoon usando chapéus festivos, com balões coloridos e estrelas. Ao centro, uma chamada de vídeo com quatro pessoas sorrindo, sobreposta por efeitos de fogos de artifício e interface com ícones de filtros e efeitos. À direita, uma postagem de status com um grupo de cinco pessoas celebrando, sobreposta por um adesivo animado com o número "2026" em verde e cinza. Logomarca do WhatsApp no canto inferior esquerdo.
WhatsApp liberou pacote de figurinhas e mais funções para o momento da virada (imagem: divulgação)

Além das estimativas de tráfego, o WhatsApp destacou recursos desenhados para a celebração. Entre as funções estão os efeitos de fogos de artifício e confetes para as chamadas de vídeo, além das notas de vídeo, que permitem registrar a contagem regressiva de forma rápida. O aplicativo reforçou que todas as comunicações, incluindo as 2 bilhões de chamadas previstas, contam com criptografia de ponta a ponta.

Para a organização de eventos, o serviço de mensagens enfatizou o uso de enquetes e a criação de eventos dentro dos chats, ferramentas que facilitam a confirmação de presença em festas. O pacote de figurinhas de 2026 e as reações animadas com confete também estarão disponíveis para os usuários até o dia dois de janeiro.

Operadoras reforçam rede na virada e WhatsApp prevê 100 bilhões de mensagens

Operadoras reforçaram rede para virada (imagem via IA: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Claro, TIM e Vivo são as maiores operadoras de telefonia do país (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

WhatsApp liberou pacote de figurinhas e mais funções para o momento da virada (imagem: divulgação)

Android ganha transferência fácil de eSIM da Vivo

17 de Dezembro de 2025, 18:02
Celular com logo da Vivo
Vivo lança recurso para facilitar gestão de eSIM do Google (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)
Resumo
  • A Vivo lançou uma ferramenta que permite transferir eSIMs em dispositivos Android sem QR codes ou atendimento ao cliente, desenvolvida com o Google.
  • A funcionalidade permite converter chips físicos em eSIMs em dispositivos Android, inicialmente disponível para modelos Motorola com Android 14 ou superior.
  • A Vivo é a primeira operadora na América Latina a integrar essa funcionalidade de transferência nativa do Google.

A Vivo anunciou nesta quarta-feira (17) um novo recurso que simplifica a gestão de chips virtuais (eSIM) em smartphones Android. Desenvolvida em parceria com o Google, a funcionalidade permite que os clientes da operadora transfiram um eSIM de um aparelho antigo para um novo sem a necessidade de escanear novos QR codes ou buscar o atendimento ao cliente.

A Vivo é a primeira operadora da América Latina a integrar a nova funcionalidade nativa de transferência do Google. Até então, a troca de aparelho para quem usava eSIM envolvia, muitas vezes, o deslocamento até uma loja física para a compra de um novo voucher de ativação.

Com a atualização, o processo passa a ser realizado diretamente nas configurações do dispositivo. A ferramenta permite também a conversão do chip físico tradicional para o formato digital eSIM no mesmo aparelho.

Em dispositivos da Apple, a Vivo e as concorrentes Claro e TIM já fazem instalação ou transferência de eSIM de forma rápida pelo sistema iOS.

Como funciona a transferência?

Ilustração de um celular segurado com a mão direita. Na tela, é exibida uma imagem em formato de chip de celular (retângulo com um chanfro) grafado com "eSIM"
eSIM da Vivo pode ser configurado diretamente pelo sistema (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A ferramenta utiliza os protocolos de segurança do Android para autenticar a propriedade da linha. Para realizar a transferência, é necessário ter o aparelho antigo em mãos para autorizar a operação.

O processo deve ser iniciado no celular novo, conectado a uma rede Wi-Fi, e seguir os seguintes passos, de acordo com o Google:

  1. Durante a configuração inicial do novo Android, escolha a opção de configurar usando o aparelho anterior
  2. Faça o pareamento dos dispositivos lendo o QR code exibido na tela
  3. Autentique a operação usando a senha ou biometria do celular antigo
  4. O sistema oferecerá a transferência da linha imediatamente

Caso o usuário decida fazer isso depois da configuração inicial, o caminho é pelas configurações do sistema:

  1. Acesse Configurar > Rede e Internet
  2. Toque em Chips e Rede Móvel
  3. Selecione Baixar novo chip
  4. Escolha Transferir um chip de outro dispositivo e siga as instruções

Conversão de chip físico

Para quem ainda utiliza o cartão SIM tradicional e deseja migrar para o digital sem trocar de operadora ou plano, a Vivo liberou a conversão via software. Inicialmente, o recurso para transformar o chip físico em eSIM no mesmo dispositivo está disponível para modelos Motorola rodando Android 14 ou superior.

Nesse caso, o usuário deve acessar as configurações de “Rede e Internet”, selecionar o número do chip físico ativo e clicar na opção “Converter para eSIM”. Após a conclusão do processo, o cartão físico é desativado e pode ser removido da bandeja do aparelho.

Android ganha transferência fácil de eSIM da Vivo

Vivo tem promoções na Black Friday em planos móveis (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

eSIM (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

5G passa de 20% das linhas móveis no Brasil

1 de Dezembro de 2025, 10:43
Ilustração mostra o número "5" e a letra "G" ao centro, em fonte de cor branca. Ao fundo, roxo e azul, está pontos de conexão brancos. Na parte inferior direita, o logotipo do "tecnoblog".
Base de usuários cresceu 50% nos últimos 12 meses (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O 5G representa 20,4% dos acessos móveis no Brasil, com 55,1 milhões de linhas ativas, segundo dados da Anatel.
  • Vivo lidera com 22,1 milhões de clientes 5G e 6 milhões de novos clientes em 2025, seguida por Claro (5,8 milhões) e TIM (3,1 milhões).
  • Segundo a Teleco, o crescimento do 5G ainda é mais lento que o do 4G no mesmo período de lançamento.

A Anatel divulgou o balanço mensal dos serviços de telecomunicações referente a outubro de 2025, indicando que a tecnologia 5G superou a marca de 20% de participação no mercado brasileiro. Conforme os dados validados pela agência junto às prestadoras, o país encerrou o mês com mais de 55,1 milhões de linhas ativas na nova tecnologia, representando 20,4% do total de acessos móveis no país.

Ao desconsiderar os acessos máquina a máquina (M2M) — utilizados para automação e Internet das Coisas (IoT), como máquinas de cartão de crédito —, a penetração do 5G é maior, alcançando 25,4% das linhas. O crescimento da base, por sua vez, foi de 50% nos últimos 12 meses, com 18,3 milhões de novos acessos no período.

No cenário competitivo entre as grandes operadoras, a Vivo consolidou sua liderança no segmento. A empresa, que assumiu o topo do ranking em junho de 2024, registrou 22,1 milhões de celulares 5G em outubro de 2025. A operadora também liderou em adições líquidas no acumulado do ano, com 6 milhões de novos clientes na tecnologia, seguida pela Claro (5,8 milhões) e pela TIM (3,1 milhões).

Crescimento do 5G é mais lento que o do 4G

Imagem mostra duas torres de telefonia. Na parte inferior direita, o logotipo do "tecnoblog" é visível.
Custo dos smartphones ainda impacta migração de usuários (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Apesar dos números indicarem expansão, a curva de adoção do 5G no Brasil ocorre em um ritmo mais lento do que o registrado pelo 4G no mesmo intervalo de tempo. Segundo a Teleco, empresa especializada em telecomunicações, a principal razão é o preço dos smartphones compatíveis com a tecnologia.

Enquanto o 4G se beneficiou de uma queda nos valores dos aparelhos no ciclo inicial, o 5G ainda enfrenta barreiras de entrada para o consumidor de baixa renda. Além disso, a média mensal de adições líquidas de celulares 5G ao longo de 2025, fixada em 1,5 milhão, apresentou uma leve redução em comparação à média de 2024, que foi de 1,6 milhão por mês.

Essa desaceleração confirma a dificuldade de manter o ritmo de crescimento sem a democratização do acesso aos dispositivos.

Disponibilidade de rede

Outro fator relevante para a consolidação da tecnologia ainda é a infraestrutura. Dados da OpenSignal indicam que, em janeiro de 2025, a proporção de tempo que um usuário permanecia conectado ao 5G era de apenas 13%.

Para que a cobertura e a disponibilidade aumentem, especialistas do setor apontam a necessidade de liberar e utilizar frequências mais baixas, como as faixas de 600 MHz e 700 MHz, que possuem maior alcance de propagação de sinal, facilitando a cobertura em áreas internas e periféricas.

Mantidas as tendências atuais observadas até outubro, a Teleco projeta que o Brasil deve encerrar o ano de 2025 com cerca de 59 a 60 milhões de celulares 5G. Para o fim de 2026, a estimativa é que a base alcance a marca de 80 milhões de acessos.

Com informações da Anatel

5G passa de 20% das linhas móveis no Brasil

5G poderá ser ativado em mais cidades (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

5G dobrou de tamanho no Brasil em 2024 (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Anatel enquadra Vivo e dá 30 dias para mudanças na banda larga

19 de Novembro de 2025, 12:21
Vivo tem prazo de 30 dias para fazer adequações (ilustração: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Resumo
  • A Anatel notificou a Vivo para regularizar ofertas de banda larga em 30 dias devido a práticas enganosas, como a inclusão de bônus que não garantem a velocidade anunciada.
  • A Vivo deve notificar clientes sobre a velocidade real contratada e proibir multas de fidelização em casos de rescisão de contrato.
  • A Anatel exige um relatório da Vivo em 5 dias detalhando assinantes afetados e valores de velocidade real, sob risco de sanções.

A Anatel notificou a Vivo nesta quarta-feira (19/11), exigindo a regularização de ofertas de banda larga fixa num prazo de 30 dias. A fiscalização da agência identificou problemas de transparência e apontou que as atuais estratégias de marketing e contratos podem induzir o consumidor ao erro. Conforme revelado pelo Tecnoblog em primeira mão, ainda em setembro, os novos planos de fibra ótica são compostos majoritariamente por bônus.

Por exemplo, a Anatel cita o plano Vivo Fibra 600 Mega. Nele, a velocidade formalmente contratada é de somente 0,172 Mb/s — menos de 1% do total anunciado. O restante (599,828 Mb/s) é classificado como “gratificação promocional”.

Essa prática permite à operadora retirar o bônus em caso de inadimplência. Para a Anatel, isso configura suspensão parcial indevida. A regulamentação exige notificação prévia e um prazo mínimo de 15 dias de atraso no pagamento antes de qualquer corte.

Trecho do Despacho Decisório nº 74/2025 (imagem: reprodução)
Trecho do Despacho Decisório nº 74/2025 (imagem: reprodução)

A medida, oficializada no Despacho Decisório nº 74/2025, impõe um prazo de 30 dias para a empresa adequar suas práticas ao novo Regulamento Geral de Direitos do Consumidor de Serviços de Telecomunicações (RGC), vigente desde 1º de setembro de 2025.

Resposta da Vivo

A Vivo declarou ao Tecnoblog que está avaliando a manifestação da Anatel e que as ofertas estão “estruturadas em estrita observância à legislação vigente, incluindo o Código de Defesa do Consumidor e os regulamentos da Anatel”. Também disse que atua para garantir a clareza das informações apresentadas aos consumidores.

Suspeita de fidelização oculta

Outra irregularidade apontada é a “adesão bonificada”. A operadora instituiu um modelo em que a taxa de instalação é parcelada em 12 vezes, mas o consumidor recebe isenção das parcelas enquanto mantiver o contrato ativo. Caso o cliente cancele o serviço antes desse período, a cobrança das parcelas restantes é ativada.

A Anatel entende que esse mecanismo atua como uma fidelização oculta, contornando as regras que exigem clareza nas cláusulas de permanência mínima.

Quais são as obrigações da Vivo?

Cabo Ethernet de internet (Imagem: mike gieson / FreeImages)
Decisão obriga empresa a reformular contratos e regras para cancelamento (imagem: Mike Gieson/FreeImages)

A determinação da Anatel impõe ações corretivas imediatas e retroativas aos contratos firmados sob essas condições. A Vivo fica proibida de somar bônus temporários ou condicionados à velocidade principal em seus anúncios e contratos. A velocidade real (em Mb/s ou Gb/s) deve ter destaque superior a qualquer gratificação promocional em todos os materiais publicitários.

A operadora deverá realizar uma notificação individual aos consumidores que contrataram planos de banda larga fixa a partir de 1º de setembro. Ela deve informar a velocidade real contratada e qual percentual corresponde ao bônus de adimplência. Além disso, a Anatel determinou a proibição de cobrança de multas de fidelização ou taxas referentes à “adesão bonificada” caso esses clientes optem pela rescisão do contrato ou migração para nova oferta.

A Anatel ainda determinou que a retirada do bônus de velocidade não pode mais ser imediata em caso de inadimplência. A operadora deve respeitar a norma de suspensão, garantindo a manutenção das condições de oferta durante os prazos legais de notificação de débito.

Próximos passos

A ação faz parte de um esforço da Anatel para garantir a eficácia do novo RGC, focado na transparência e na segurança das relações de consumo no setor de telecomunicações. A agência classificou a postura da Vivo como de “baixa responsividade” frente às solicitações anteriores para correção dessas distorções, o que motivou a expedição do Despacho Decisório.

Além do prazo de 30 dias para a reformulação das ofertas e comunicação aos clientes, a Anatel requisitou que a Vivo apresente, em até 5 dias, um relatório detalhado contendo a quantidade de assinantes que aderiram às ofertas citadas. O documento deve listar os códigos de identificação das ofertas, os valores de velocidade real (sem bônus) e os montantes cobrados a título de adesão.

O não cumprimento das determinações nos prazos estipulados pode resultar em sanções administrativas e multas.

Anatel enquadra Vivo e dá 30 dias para mudanças na banda larga

Vivo tem prazo de 30 dias para fazer adequações (ilustração: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Trecho do Despacho Decisório nº 74/2025 (imagem: reprodução)

Cabo Ethernet de internet (Imagem: mike gieson / FreeImages)

Vivo parcela smartphone em 21 vezes e anuncia plano Easy Lite 21

12 de Novembro de 2025, 13:44
Vários celulares pretos estão dispostos em um padrão diagonal sobre um fundo roxo. Cada tela exibe o logo da operadora de telefonia "Vivo". As telas dos smartphones também mostram um fundo roxo com um padrão de ondas ou arcos mais claros, criando uma sensação de profundidade e brilho. Na parte inferior direita, está o logotipo do "tecnoblog" em fonte de cor branca.
Vivo aposta em planos mais longos com parcelamento no cartão (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • A Vivo lançou o plano Easy Lite 21, permitindo parcelar smartphones em 21 vezes com planos de telefonia.
  • Os pacotes começam em R$ 65 mensais para os modelos mais baratos de Samsung e Motorola.
  • Estão disponíveis 13 modelos de smartphones de Apple, Samsung e Motorola. Exemplos incluem Samsung Galaxy A06 5G e Apple iPhone 15.

A Vivo lançou nesta quarta-feira (12/11) o pacote Easy Lite 21, que inclui um smartphone parcelado em 21 prestações e 21 meses de um dos planos Easy Lite.

Quanto custa o Vivo Easy Lite 21?

A operadora dá quatro opções de planos, que podem ser “casados” com aparelhos de Apple, Samsung e Motorola, em diversas faixas de preço. Estes são os preços iniciais, combinados com os aparelhos mais baratos disponíveis.

FranquiaAssinatura por 21 mesesTotal
20 GBR$ 65R$ 1.365
25 GBR$ 75R$ 1.575
35 GBR$ 95R$ 1.995
50 GBR$ 120R$ 2.520

Vale lembrar que estes são os planos atuais do Vivo Easy Lite:

Franquia mensalAssinatura anualAssinatura mensal
20 GBR$ 30 por mês / R$ 360 por anoR$ 45
25 GBR$ 40 por mês / R$ 480 por anoR$ 55

Quais são os celulares disponíveis?

Inicialmente, há 13 aparelhos disponíveis de Apple, Samsung e Motorola, indo de modelos básicos a intermediários premium. Nada de iPhone 17 ou 16, Galaxy S25, Edge 60 Ultra ou Razr 60.

Aqui estão alguns exemplos de aparelhos disponíveis no plano Vivo Easy Lite 21 de 20 GB:

AparelhoAssinatura por 21 mesesTotal com o plano
Samsung Galaxy A06 5G 128 GBR$ 65R$ 1.365
Motorola Moto G86 5G 256 GBR$ 105R$ 2.205
Samsung Galaxy S25 FE 256 GBR$ 170R$ 3.570
Apple iPhone 15 256 GBR$ 250R$ 5.250

Vale a pena?

Para chegar a essa conclusão, é preciso subtrair o valor do plano de 20 GB vendido separadamente. A R$ 30 mensais, isso dá R$ 630 em 21 meses. Assim, é possível descobrir o quanto você está pagando pelo aparelho em si.

Para efeito de comparação, checamos por quanto é possível encontrar cada smartphone no varejo.

AparelhoTotal, descontando o planoPreço à vista no varejo
Samsung Galaxy A06 128 GBR$ 735R$ 749
Motorola Moto G86 5G 256 GBR$ 1.575R$ 1.589
Samsung Galaxy S25 FE 256 GBR$ 2.940R$ 3.899
Apple iPhone 15 256 GBR$ 4.620R$ 4.694

São preços competitivos, em linha com o varejo (ou até vantajosos, como no caso do Galaxy S25 FE). Por um lado, há a vantagem de poder parcelar em 21 vezes; por outro, é preciso levar um plano de telefonia com duração de 21 meses no mesmo pacote.

Vivo tem outros planos Lite com parcelamento no cartão

O Easy Lite 21 faz parte de uma tendência recente da operadora. O Easy Lite, de telefonia móvel, pode ser contratado mensalmente, mas oferece uma opção anual mais barata, parcelada em 12 meses. Já o Fibra Lite, para internet doméstica, tem apenas um plano anual, com esse mesmo esquema de pagamento.

Em última análise, é um novo formato de fidelização: em vez de depender de multas e contratos, a empresa “passa” o valor total no cartão do cliente e faz um parcelamento mensal durante aquele período. Se ele quiser cancelar antes da hora, o valor restante é cobrado.

Vivo parcela smartphone em 21 vezes e anuncia plano Easy Lite 21

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Pacotes começam em R$ 65 mensais para modelos mais baratos de Samsung e Motorola. Pagamento só pode ser feito no cartão de crédito.

Vivo confirma negociações com Desktop (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Vem aí o FTTR da Vivo? Produto misterioso surge no Brasil

11 de Novembro de 2025, 12:58
Vivo atualmente leva fibra até a casa do cliente (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Resumo
  • A Vivo está desenvolvendo o Fiber to the Room (FTTR), permitindo que a fibra ótica chegue diretamente a cada cômodo da casa.
  • O kit FTTR da Vivo inclui um equipamento inicial e 60 metros de fibra por R$ 512, mas ainda não está disponível para compra.
  • Outras empresas no Brasil, como a Nio e a Vero, já oferecem FTTR com equipamentos de fabricantes como Huawei e ZTE.

Nem toda fibra ótica é igual. Nas cidades brasileiras, o mais comum é o Fiber to the Home, em que o cabo da fibra chega a um modem (tecnicamente, um ONT/ONU) na residência, que distribui o sinal. A Vivo parece estar trabalhando na evolução desta tecnologia: a fibra que chega diretamente em cada cômodo da casa.

Um kit compatível com o Fiber to the Room (FTTR) surgiu no site oficial da companhia. Por R$ 512, o cliente levaria para casa o primeiro equipamento para receber a fibra e um rolo de 60 metros de fibra. Poderia ainda adquirir itens adicionais para reforçar a cobertura.

Screenshot do kit de fibra óptica FTTR na loja online da Vivo
Kit FTTR da Vivo na loja online (imagem: Yuri de Oliveira)

O FTTR é particularmente interessante em residências maiores, onde é mais desafiador manter o sinal de Wi-Fi estável – mesmo com uso de repetidores e aparelhos similares, além de ser mais discreto que o uso de cabos categoria 5e ou 6, tradicionalmente utilizados para redes Ethernet, já que a fibra utilizada é fina e pode ser facilmente ocultada em rodapés e outros cantos.

O Grupo Telefônica já atua com a promoção do FTTR na Europa. Por lá, ele oferece o produto com equipamentos da taiwanesa Askey, subsidiária da Asus, cobrando 10 euros mensais (R$ 61, em conversão direta) e 120 euros pela instalação (R$ 734).

Fibra óptica ultra-fina da Movistar (imagem: reprodução)
Escrivaninha contendo modem de fibra óptica e equipamento para fibra FTTR, com legenda em espanhol
HGU/ONT/ONU da Movistar e equipamento FTTR (imagem: divulgação)

Dispositivos da fabricante compatíveis com FTTR estão homologados na Anatel e também podem ser usados a qualquer momento no Brasil, e aparentam serem os mesmos utilizados na matriz espanhola. Um deles possui 4 portas para fibra FTTR e uma porta Ethernet, o outro possui apenas uma porta para a fibra e duas portas Ethernet.

Switch de fibra FTTR da Askey
Askey RTF8230 possui quatro portas para fibra FTTR (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Ainda não sabemos quando o FTTR será de fato comercializado por aqui. A Vivo disse com exclusividade ao Tecnoblog que ainda não tem confirmação de preços e prazos. No momento não é possível concluir a compra do kit. A companhia ainda reforçou que “busca de forma contínua” desenvolver novos produtos e soluções para os clientes”

No Brasil, outras empresas já contam com essa tecnologia. A Nio (antiga Oi Fibra) foi a pioneira, oferecendo a tecnologia com equipamentos da Huawei, assim como a Giga+, do grupo Alloha. A Vero (que adquiriu a Americanet) também oferece, utilizando equipamentos da ZTE/Multi Pro.

Vem aí o FTTR da Vivo? Produto misterioso surge no Brasil

Roteador Vivo Fibra Wi-Fi 6 (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Kit FTTR da Vivo na loja online (imagem: Yuri de Oliveira)

Askey RTF8230 possui quatro portas para fibra FTTR (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Cade decide: Vivo e Tim podem expandir acordo sobre rede de telefonia

22 de Outubro de 2025, 19:47
Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica)
Cade exige que empresas sigam determinadas obrigações (imagem: reprodução)
Resumo
  • O Cade aprovou a expansão do acordo entre Vivo e Tim para o compartilhamento de redes 2G, 3G e 4G, com a condição de um Acordo de Controle de Concentrações (ACC) para mitigar riscos à concorrência.
  • O acordo impõe limitações no escopo geográfico e obrigações de transparência, incluindo a publicação de municípios envolvidos e a manutenção dos padrões de cobertura e qualidade.
  • A decisão enfrentou oposição de concorrentes, que alegaram riscos de concentração de mercado e acesso a informações sensíveis.

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou a expansão do acordo da Vivo (Telefônica) e da Tim para o compartilhamento de redes de telefonia móvel, o chamado RAN sharing. A decisão, tomada nesta quarta-feira (22/10), permite aprofundar a cooperação entre as empresas nas tecnologias 2G, 3G e 4G.

A operação consiste em aditivos a contratos que as duas operadoras já mantinham desde 2019. O objetivo do novo acordo é ampliar o escopo geográfico do compartilhamento, corrigindo incompatibilidades técnicas da implementação original e incluindo novos municípios.

A análise contou com forte oposição de associações empresariais. Segundo o relatório, a Associação Neo, que foi aceita pelo Cade como “terceira interessada” no caso, argumentou que a ampliação desincentiva a inovação e forma um “clube” que pode fechar o mercado para as pequenas prestadoras.

Já a Associação Brasileira de Infraestrutura para Telecomunicações (Abrintel), que teve seu pedido de habilitação negado por questões processuais, seguiu linha parecida. Ela alertou para o “fortalecimento do tripólio TIM, Telefônica e Claro” e afirmou que o acordo promove “risco de acesso a informações concorrencialmente sensíveis em razão da arquitetura intrusiva do acordo”.

Por fim, o Cade condicionou o negócio à assinatura de um Acordo de Controle de Concentrações (ACC), que serve para mitigar riscos à concorrência.

Quais foram as condições?

Celular com logo da Vivo
Vivo e Tim agora podem expandir compartilhamento de infraestrutura de rede (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

Durante a análise, a superintendência do Cade identificou que a proposta original era muito abrangente e carecia de detalhes, o que poderia gerar “preocupações concorrenciais”. Após negociações conduzidas pelo conselheiro-relator Diogo Thomson, as empresas aceitaram as condições do ACC.

O acordo negociado impõe duas obrigações principais. A primeira é uma redução direta no escopo geográfico da operação, limitando o número de municípios que farão parte da expansão.

Além disso, o Cade impôs uma série de obrigações de transparência. As operadoras terão de:

  • Publicar a lista completa de municípios envolvidos no compartilhamento
  • Garantir a manutenção dos padrões atuais de cobertura e qualidade de serviço, proibindo qualquer piora
  • Submeter-se ao monitoramento contínuo pelo Cade, que poderá solicitar auxílio técnico da Anatel

Em seu voto, Thomson destacou que a complexidade da operação exigiu uma atuação coordenada com a Anatel. Segundo ele, a solução encontrada foi “proporcional e tecnicamente ancorada”.

“Com esse arranjo, adota-se uma solução […]: aprova-se o que é pró-competitivo, restringe-se o que é nocivo e condiciona-se a execução ao cumprimento de garantias objetivas e controles comportamentais sólidos”, afirmou Thomson. A decisão do tribunal foi unânime.

Vivo possui acordo com duas concorrentes

Ilustração mostra o logotipo das marcas Claro, Vivo e TIM lado a lado. Na parte inferior direita, o logitpo do "tecnoblog" é visível.
Claro, TIM e Vivo são as maiores operadoras de telefonia do país (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O RAN sharing é uma estratégia comum entre as operadoras para otimizar os custos, mas é sempre acompanhada de perto pelos órgãos reguladores. A própria Vivo já possui um acordo de compartilhamento de rede com a Claro, aprovado pelo Cade em 2021.

Ao mesmo tempo, a estratégia é criticada por operadoras menores — vale lembrar que Tim, Vivo e Claro dominam 95% do mercado no Brasil, segundo a Anatel. À época da aprovação do acordo entre Vivo e Claro, a Algar chegou a recorrer, alegando que negócios do tipo aumentam o risco de concentração de poder entre as gigantes do setor.

Cade decide: Vivo e Tim podem expandir acordo sobre rede de telefonia

Vivo tem promoções na Black Friday em planos móveis (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

Claro, TIM e Vivo são as maiores operadoras de telefonia do país (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Spotify agora permite seguir locais e ver próximos shows

20 de Outubro de 2025, 11:43
Imagem ilustrativa com pessoa usando fones de ouvido e segurando um celular. Ao fundo, logos do Spotify em diferentes tamanhos
Spotify permite salvar locais de shows para conferir próximos eventos (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Spotify agora permite seguir casas de show e espaços de eventos favoritos.
  • Usuários podem ver calendários, obter informações e comprar ingressos via parcerias como Live Nation e Ticketmaster.
  • O Feed de Eventos ao Vivo também foi atualizado e agora exibe diariamente recomendações personalizadas por música e localização.

O Spotify anunciou nesta segunda-feira (20/10) uma expansão para seu recurso de eventos, permitindo agora que os usuários sigam as casas de show e espaço favoritos diretamente pelo app. Os locais seguidos passam a aparecer na Biblioteca, junto às playlists e podcasts.

A novidade, disponível para todos os usuários (gratuitos e Premium), deve facilitar a descoberta de apresentações ao vivo e manter o público informado sobre a agenda de shows de cada local. Para isso, ao acessar a página de um local, é possível visualizar o calendário completo de eventos, obter informações sobre os shows programados e comprar ingressos.

Como funciona o novo recurso?

GIF demonstrando como funciona a ferramenta de locais
Spotify sugerirá locais próximos com shows de interesse do usuário (imagem: reprodução/Spotify)

Ao seguir um local, o usuário passa a ter um acesso rápido à programação. O Spotify afirma que mais de 20 mil locais ao redor do mundo já estão listados, desde grandes arenas até clubes independentes. A plataforma também permitirá filtrar os próximos shows por gênero musical, ajudando o usuário a encontrar eventos que combinem com o gosto do usuário.

Para salvar um local, caso ele esteja entre os listados pela plataforma, basta clicar no endereço na página de um show em Eventos ao Vivo e ativar o botão “Seguir”. Após isso, estará disponível na biblioteca. A página de eventos agora também mostra uma seção de “Locais que você talvez curta”, considerando a sua localização.

Se houver interesse por um show, a plataforma disponibiliza o link do parceiro oficial de venda de ingressos para finalizar a compra. Como lembra o TechCrunch, o Spotify chegou a testar a venda própria de ingressos em 2022, mas o projeto não avançou. Atualmente, a empresa mantém parcerias com grandes bilheterias, como Live Nation e Ticketmaster.

Atualização nos Eventos ao Vivo

Imagem mostra três cards com endereços, que serão exibidos dentro do app do Spotify
Recurso está disponível para usuários dos planos Premium e gratuito (imagem: reprodução/Spotify)

Além da novidade sobre os locais, a plataforma aprimorou o feed de Eventos ao Vivo. Antes atualizado semanalmente, ele agora passa a ter atualizações diárias, com recomendações mais personalizadas com base nos artistas que o usuário ouve, gênero preferido e localização.

Segundo a empresa, isso garantirá que os usuários tenham acesso às informações mais recentes, desde pequenos shows no fim de semana até turnês globais recém-anunciadas.

A ideia é complementar a playlist “Shows perto de você”, lançada em março e que, segundo o Spotify, já foi usada por mais de 3 milhões de pessoas para descobrir eventos.

Spotify agora permite seguir locais e ver próximos shows

Spotify (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

(imagem: reprodução/Spotify)

(imagem: reprodução/Spotify)

Vivo lança Proteção Rua, serviço que bloqueia apps se celular for roubado

17 de Outubro de 2025, 12:59
Mulher sentada com celular na mão, em destaque. Na tela aparece a marca da Vivo.
Vivo lança Proteção Rua, serviço que bloqueia apps se celular for roubado (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Serviço Proteção Rua bloqueia apps fora de zonas de segurança definidas pelo usuário em um raio de 1 km; novidade custa R$ 5 mensais e está disponível para iPhone e Android;
  • Proteção Rua está disponível para clientes Vivo Pós e Vivo Controle; a contratação é feita pelo aplicativo da Vivo na área Modo Seguro;
  • Usuário pode definir uma senha de ameaça; quando usada, o Proteção Rua notifica um contato de confiança via SMS e chamada de voz.

O Proteção Rua é o mais novo serviço de segurança da Vivo. A novidade permite que o usuário defina localizações geográficas para uso de aplicativos selecionados. Quando o celular sai dessas áreas, o que pode acontecer em caso de roubo, furto ou perda, os apps escolhidos são bloqueados automaticamente. Trata-se de um recurso pago, que custa R$ 5 por mês.

A operadora explica que o Proteção Rua surge como parte dos recursos do Modo Seguro, que já permitem que o smartphone seja bloqueado ou tenha seus dados apagados remotamente em caso de perda ou roubo do aparelho.

Como funciona o serviço Proteção Rua da Vivo?

No momento, o Proteção Rua está disponível apenas para clientes de planos Vivo Pós e Vivo Controle. A contratação do serviço pode ser feita por meio do aplicativo da operadora, dentro da área Modo Seguro. Nóps perguntamos à empresa se havia planos de lançar para o Vivo Easy e o pré-pago, mas não tivemos retorno.

O recurso está disponível para iPhone (a partir do iOS 16) e para Android (a partir da versão 8). Relembrando, o preço é de R$ 5 mensais.

Depois de ativado, o Proteção Rua permite que o usuário defina até 20 locais como zonas de segurança. Cada local definido tem um raio de 1 km e pode ser selecionado via mapa ou inserção de endereços específicos.

Quando o aparelho está fora desses locais, os aplicativos selecionados previamente pelo usuário ficam bloqueados, só podendo ser liberados com a inserção da senha do Modo Seguro.

Ativando o Proteção Rua no app da Vivo
Ativando o Proteção Rua no app da Vivo (capturas de tela: Thássius Veloso/Tecnoblog)

A Vivo não deixa claro quais mecanismos do smartphones são usados para realizar este tipo de controle de aplicativos. Ela nos disse que não se trata de Mobile Device Management (MDM) no caso do iPhone, mas sem entrar em detalhes.

Um detalhe interessante é que o usuário também pode definir uma senha de ameaça, para ser repassada quando um criminoso exige a combinação de desbloqueio, por exemplo.

Quando a senha de ameaça é informada, o Proteção Rua envia uma notificação por SMS e faz uma chamada de voz a um contato definido pelo usuário como pessoa de confiança. A mensagem e a chamada informam que o usuário está em situação de emergência e passam a sua localização geográfica mais recente.

Vivo lança Proteção Rua, serviço que bloqueia apps se celular for roubado

Vivo aparece entre as maiores operadoras de telecomunicações do país (Ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Vivo libera IA premium da Perplexity para mais clientes

13 de Outubro de 2025, 17:40
Imagem mostra o logo e o nome "perplexity" exibidos em azul esverdeado escuro sobre um fundo branco sutilmente texturizado com um padrão de pequenos losangos em cinza claro.
IA da Perplexity faz buscas na web e entrega informações de modo amigável ao usuário (imagem: divulgação)
Resumo
  • A Vivo oferece o plano Pro da Perplexity para clientes pré-pagos e do Vivo Easy Lite, com até 12 meses de gratuidade.
  • A Telefónica, dona da Vivo, investiu na Perplexity em outubro de 2024, junto com Nvidia, Databricks e Jeff Bezos.
  • O plano Pro da Perplexity inclui buscas ilimitadas, geração de imagens, uploads ilimitados e suporte exclusivo.

A Vivo passou a oferecer o plano Pro da Perplexity para clientes do plano pré-pago e do Vivo Easy Lite. No primeiro caso, ao recarregar R$ 30 pelos canais da operadora, o consumidor ganha seis meses de acesso. Já no segundo, assinantes recebem 12 meses de gratuidade no plano. A operadora enviará um código para se cadastrar no site da ferramenta.

O anúncio marca uma expansão na parceria entre a Vivo e a Perplexity. Em novembro de 2024, a operadora deu um ano grátis do plano Pro da inteligência artificial a clientes elegíveis ao programa Vivo Valoriza, como pós, controle, Total e pacotes de TV e fibra.

Celular com logo da Vivo
Perplexity tem dona da Vivo entre suas investidoras (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Vale lembrar que a Telefónica, empresa espanhola dona da Vivo, se tornou uma das investidoras da startup em outubro de 2024, por meio de seu fundo de venture capital Wayra, entrando para uma lista que também inclui Nvidia, Databricks e Jeff Bezos.

O que é a Perplexity e qual o diferencial do plano Pro?

A Perplexity se apresenta como um mecanismo de respostas baseado em inteligência artificial. Na prática, isso significa que o chatbot realiza buscas na internet e organiza os resultados de forma amigável, destacando as fontes consultadas.

A versão Pro traz recursos extras:

  • Buscas Pro ilimitadas, capazes de pedidos mais complexos.
  • 50 prompts mensais do Labs, capazes de criar relatórios, planilhas e aplicativos web básicos.
  • Opção para escolher entre vários modelos de IA, incluindo GPT-5, Claude 4.0 Sonnet, Sonar Large, Gemini 2.5 Pro, Grok 4, o3 e Claude Sonnet 4.0 Thinking.
  • Geração de imagens.
  • Uploads e análises de arquivos ilimitados.
  • Canais de suporte exclusivos, como Discord.
  • US$ 5 mensais em créditos do Sonar para usar a API.
  • Até 100 arquivos por espaço de trabalho.

Perplexity Pro tem mais promoções

A Vivo não é a única empresa a oferecer um período promocional de acesso ao plano Pro da Perplexity.

Além disso, a concorrência também tem suas parcerias com IA: na Claro, o ChatGPT não desconta da franquia de internet, e clientes do plano Multi recebem quatro meses grátis do ChatGPT Plus.

Vivo libera IA premium da Perplexity para mais clientes

Perplexity fecha com Paypal (imagem: divulgação)

Vivo divulga resultados financeiros do 3º trimestre de 2024 (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

Veja a operadora mais rápida e a mais confiável do país

10 de Outubro de 2025, 10:30
Ilustração sobre conexão ADSL
Análise mostra que nenhuma operadora lidera em todos os quesitos (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O relatório da Opensignal destaca a Vivo como a operadora mais rápida, com velocidade de download de 114,8 Mb/s e upload de 67,2 Mb/s.
  • A Nio é considerada a mais confiável, liderando na categoria de confiabilidade com pontuação de 547.
  • A pesquisa baseia-se em bilhões de medições de dispositivos dos usuários em todo o Brasil.

Um novo relatório revela as operadoras de banda larga fixa que merecem destaque no Brasil. O relatório, que foi elaborado pela consultoria Opensignal e consolidado em outubro, coloca a Vivo como melhor prestadora quando o assunto é velocidade de conexão. Já a Nio, antiga Oi Fibra, lidera na confiabilidade de rede.

O documento é baseado na coleta de bilhões de medições diretamente dos dispositivos dos usuários em todo território nacional. Segundo a Opensignal, o levantamento revela o desempenho das redes em atividades cotidianas, refletindo a qualidade da conexão em todo o trajeto, desde o servidor de conteúdo até o dispositivo final, independentemente do plano contratado.

A mais rápida

O relatório faz distinção entre as operadoras líderes em diferentes aspectos da experiência de banda larga. A Vivo obteve a pontuação mais alta em categorias como Velocidade de Download, em que obteve 114,8 Mb/s, contra 96,5 Mb/s da Claro e 95,6 Mb/s da Nio. Ela também fez bonito na Velocidade de Upload, com 67,2 Mb/s de média. Essas métricas são fundamentais para atividades como streaming de vídeo em alta definição, download de arquivos grandes e carregamento de páginas da web.

A Vivo anotou ainda uma boa experiência em vídeo, o que sugere um desempenho superior de sua infraestrutura para transferir grandes volumes de dados de forma eficiente.

Vivo domina em velocidade e Nio, que absorveu clientes da Oi, vence em estabilidade (imagem: reprodução/OpenSignal)

A mais confiável

Por outro lado, a Nio conquistou a primeira posição na categoria de “Confiabilidade”. Esta é uma nova métrica introduzida pela Opensignal para avaliar a consistência e a estabilidade da conexão de banda larga. O indicador de confiabilidade mede a frequência com que a rede dos usuários é suficiente para suportar as aplicações mais comuns e exigentes, como streaming de vídeo em HD, videoconferências em grupo e jogos online.

Uma pontuação elevada nesta categoria indica que os usuários da operadora enfrentam menos interrupções, menor latência e uma experiência de conexão mais estável e previsível no dia a dia. Este resultado posiciona a Nio como a fornecedora com a rede mais consistente para uma gama variada de usos, segundo os dados coletados.

Cabe ressaltar que, apesar da liderança, a pontuação da Nio (547, numa escala que vai de 0 a 1.000) foi pouco superior à vista na Vivo (541) e na Claro (535). A TIM aparece um pouco mais atrás (507).

Veja a operadora mais rápida e a mais confiável do país

Saiba como funciona a tecnologia ADSL para internet banda larga por meio de linhas telefônicas (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Operadora brasileira leva prêmio de 5G mais rápido do mundo

1 de Outubro de 2025, 17:43
Imagem mostra um "5G" escrito ao centro, em fonte de cor branca. Na parte inferior direita, o logotipo do "tecnoblog". O fundo da imagem é roxo e azul.
5G comercial foi implementado no Brasil em julho de 2022 (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Vivo lidera mundialmente em velocidade média de download no 5G em países de grande porte, segundo a Opensignal.
  • Claro e TIM aparecem em segundo e terceiro lugar entre operadoras em velocidade do 5G.
  • Nos EUA, a T-Mobile lidera em cobertura de sinal, enquanto no Japão a AU é destaque em qualidade 5G para jogos.

A Opensignal, empresa de métricas de redes móveis, divulgou nesta quarta-feira (01/10) os vencedores do 5G Global Awards 2025, seu ranking anual de desempenho. O estudo coloca a Vivo na liderança mundial em velocidade média de download no 5G, com 362,1 Mb/s — a maior do planeta entre operadoras que atuam em países de grande porte.

Segundo a Opensignal, o resultado foi obtido a partir de bilhões de medições coletadas diretamente nos smartphones dos usuários, entre 1º de janeiro e 28 de junho de 2025. A análise reflete a experiência real de uso, não apenas dados laboratoriais.

Brasil domina o pódio mundial do 5G

Imagem mostra um gráfico com as velocidades de download de 5G. A Vivo lidera, seguida por Claro e Tim. Na parte superior direita, está o logo da Opensignal.
Claro e TIM aparecem em 2º e 3º lugar no ranking (imagem: reprodução/Opensignal Limited)

Além da Vivo, Claro e TIM também aparecem com destaque, ocupando o segundo e o terceiro lugares, respectivamente. Isso significa que, entre os mercados de grandes áreas terrestres, as três operadoras de 5G mais rápidas do mundo são brasileiras.

Em mercados menores, a sul-coreana KT ficou com a primeira colocação, registrando média de 470,7 Mb/s. Operadoras do Catar, Guatemala e Singapura também se destacam entre os líderes globais de desempenho em 5G na categoria.

A premiação também reconheceu outras categorias: a T-Mobile, nos EUA, ficou em primeiro lugar em cobertura 5G entre países de grande território, enquanto a AU, do Japão, lidera na qualidade do sinal para jogos. Os resultados estão detalhados no site da Opensignal.

Operadora brasileira leva prêmio de 5G mais rápido do mundo

5G poderá ser ativado em mais cidades (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

(reprodução/Opensignal Limited)
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