Está pensando em investir em um smartwatch? Separamos duas ótimas opções que estão em oferta na Amazon agora mesmo — de modelos compactos e acessíveis até versões mais robustas, com GPS e vidro de safira. Confira:
Samsung Galaxy Fit3 — Display 1.6″ Grafite
O Galaxy Fit3 chegou como uma opção elegante e funcional no portfólio da Samsung. Com tela de 1,6 polegadas, o dispositivo oferece monitoramento de saúde, controle de atividades físicas e uma autonomia de bateria bastante generosa para o dia a dia. O design em grafite combina bem com diferentes estilos e o acabamento leve torna o uso contínuo muito confortável no pulso.
Huawei Watch Fit 5 Pro — GPS, ECG, NFC e Vidro de Safira
O Fit 5 Pro trouxe um conjunto de recursos impressionante para quem leva a saúde e os exercícios físicos a sério. O relógio conta com GPS integrado, monitoramento de ECG, NFC para pagamentos por aproximação e tela com brilho de até 3.000 nits — ideal para uso ao ar livre. O vidro de safira protege o display de arranhões, e a bateria aguentou até 10 dias de uso em testes. É compatível com iOS e Android, e possui certificação 5 ATM contra água. A versão laranja ainda se destaca pelo visual esportivo e moderno.
As ofertas na Amazon costumam mudar rápido, então vale acessar os links agora mesmo para garantir os produtos com os melhores preços disponíveis. Seja para monitorar a saúde, praticar esportes ou simplesmente ter mais praticidade no dia a dia, os dois modelos são escolhas sólidas e que valem a pena considerar.
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A Logitech G reuniu a imprensa brasileira na manhã desta quarta-feira (23), na Login House XP, em São Paulo, para uma apresentação em primeira mão das novidades do Logitech G PLAY 2026 — evento global da marca que reúne lançamentos de hardware, software e experiências voltadas a gamers casuais, jogadores competitivos e criadores de conteúdo. O Olhar Digital acompanhou a apresentação e testou parte dos novos equipamentos no local.
Ao todo, a Logitech G apresenta 15 novos produtos nesta edição, além de novidades de software e recursos de personalização e integração do ecossistema da marca. Para o mercado brasileiro, a companhia confirmou uma seleção de nove lançamentos, com chegada às lojas a partir de outubro, e novidades adicionais previstas para novembro e dezembro.
Um evento pensado para reforçar o peso do Brasil no mapa da marca
O Logitech G PLAY 2026 aconteceu globalmente em 23 de setembro, com transmissão pelo canal Flow Games. Sob o conceito “The Road to the Breakthrough”, a marca reforçou o compromisso de ouvir a comunidade de jogadores e de conectar hardware, software, criadores e comunidade em um único ecossistema.
Evento Logitech G PLAY 2026 – Divulgação / Olhar Digital
Durante a apresentação brasileira, executivos da Logitech G destacaram a relevância do país como mercado prioritário, já que de acordo com a Newzoo somos o terceiro maior mercado de consumo de games – com produtos passando por testes de qualidade conduzidos por jogadores profissionais e criadores de conteúdo brasileiros antes de chegarem às prateleiras, em um processo descrito como parte de um esforço conjunto com outros mercados internacionais para garantir o padrão dos lançamentos.
“O Brasil é um mercado muito importante para a Logitech G e estar próximo da comunidade é fundamental para entendermos o que os jogadores realmente buscam. Esses lançamentos mostram justamente essa preocupação em oferecer produtos para diferentes perfis, desde quem está evoluindo seu setup até quem busca o mais alto nível de performance competitiva. Nosso objetivo é trazer inovação, praticidade e tecnologia que façam sentido para o jogador brasileiro“, afirma Leandro Rocha, Gerente de Categoria de Gaming da Logitech G no Brasil.
Linha PRO ganha reforços para quem busca desempenho competitivo
A família PRO, desenvolvida em colaboração com atletas profissionais (hoje a marca trabalha com mais de 300 atletas e 44 equipes de esports ao redor do mundo), recebe três novos mouses.
O principal deles é o PRO X3 SUPERSTRIKE, que chega ao Brasil em outubro por R$ 1.299,90, nas cores preto e magenta. O modelo dá continuidade à tecnologia SUPERSTRIKE, construída sobre o sistema HITS: uma abordagem de clique que funciona de forma parecida a um teclado magnético, permitindo controlar a pressão exercida sobre o botão para acionar o comando, o que a marca descreve como o clique mais rápido da categoria atualmente no mercado. Segundo a Logitech G, foram nove meses de desenvolvimento para alcançar uma melhoria de 50% na eficiência energética do mouse, mantendo um chassi leve e equilibrado.
Completam a linha o PRO X SUPERLIGHT 2c SE e o PRO X SUPERLIGHT 2 DEX SE, ambos disponíveis nas cores preto, branco e magenta e com preço sugerido de R$ 699,90. Opções voltadas a jogadores que buscam alto desempenho em formatos mais compactos e personalizáveis.
O G502 X também ganha reforço, com duas novas opções de cor para o Brasil: preto e roxo, e branco e turquesa, por R$ 999,90.
Teclados e mousepad também recebem atualização
Na linha de teclados, o destaque é o PRO X2 RAPID, com chegada prevista para novembro por R$ 1.699,90, também nas cores preto, branco e magenta. O modelo usa switches magnéticos e a tecnologia Rapid Trigger, que permite ajustar o quanto uma tecla precisa ser liberada antes de acionar o próximo comando, recurso pensado para reduzir o tempo de resposta em jogos competitivos. A personalização pode ser feita pelo software G HUB ou diretamente no teclado, que conta com interface OLED e vem acompanhado de apoio de pulso (Palm Rest).
Já o G316 X 75 chega em outubro como opção de entrada no formato compacto 75%, nas cores preto e branco, por R$ 584,90 (R$ 496 no Pix). O lançamento dialoga com o perfil de consumo do mercado brasileiro: cerca de 80% dos teclados vendidos no país custam abaixo de R$ 500, em um mercado que ocupa a 9ª posição global em gastos com tecnologia para games. Sinal de que o público brasileiro joga bastante, mas prioriza custo-benefício na hora de montar o setup.
Completa o grupo de acessórios para setup competitivo o PRO X CONTROL, mousepad com dimensões de 400 x 460 mm, chegada prevista para novembro e preço sugerido de R$ 499,90. O produto usa tecido de malha para deslizamento omnidirecional, espuma Slimflex de 6 mm e base de alta aderência para manter a superfície estável durante o jogo.
Áudio: um microfone reformulado e um headset com foco em comunicação
Para criadores de conteúdo, streamers e podcasters, a Logitech G apresenta o Yeti 2, renovação do microfone mais conhecido da marca. O novo modelo chega ao Brasil em outubro, na cor preta, por R$ 999,90, com sensor de proximidade capaz de acompanhar a posição do usuário em três dimensões e ajustar automaticamente ganho, equalização e padrão de captação em tempo real — eliminando a necessidade de ajustes manuais constantes. O Yeti 2 também conta com redução de ruído por inteligência artificial, tela de LED colorida, integração com o G HUB, perfis de comunidade via Blue VO!CE e personalização de avatar.
Microfone Yeti 2 – Logitech G – Logitech / Divulgação
Na linha de headsets, o PRO X3 LIGHTSPEED chega em novembro por R$ 1.699,90, nas cores preto, branco e magenta. O modelo é voltado a jogadores competitivos e aposta em um microfone de 48 kHz para comunicação mais clara, além de opções avançadas de personalização de equalização para priorizar sons relevantes durante a partida.
ASTRO A50 X ganha edição especial em dezembro
Fecha o calendário do trimestre a nova edição do ASTRO A50 X, batizada de Mars Red, com chegada ao Brasil prevista para dezembro. O headset integra o ecossistema de áudio da Logitech G e é voltado a jogadores que transitam entre plataformas: a tecnologia PLAYSYNC permite alternar entre sistemas compatíveis, enquanto a conexão sem fio LIGHTSPEED garante liberdade de movimento durante o jogo. A Logitech G afirma que detalhes de disponibilidade, preço final e data exata de lançamento serão anunciados em breve.
Headset Astro A50x Mars Red – Divulgação/Logitech
O que ainda não tem data confirmada no Brasil
Nem todas as novidades apresentadas no Logitech G PLAY 2026 têm cronograma fechado para o mercado brasileiro. Segundo a marca, no caso dos novos volantes para a linha de SIM Racing, a decisão de restringir o próximo lançamento a uma versão para PC — sem variante dedicada para consoles — reduz o custo de desenvolvimento em relação a produzir versões específicas para as duas plataformas.
Outro ponto em aberto é o layout dos teclados: atualmente, todos os modelos da linha chegam ao Brasil no padrão americano (US), mas a Logitech G estuda o desenvolvimento de uma versão em ABNT para o mercado nacional, sem promessa definida.
Testado em primeira mão: linha PRO em ação no Valorant
O Olhar Digital teve acesso a uma estação de testes com a linha PRO rodando Valorant. Na prática, o mouse se destacou pelo peso reduzido, o que facilita a movimentação, mas exige uma recalibração de quem está acostumado a periféricos mais pesados — a sensibilidade pode ser ajustada nas configurações, ajuste que não foi possível testar dentro do tempo disponível na demonstração. O teclado respondeu de forma suave ao toque, com boa resposta aos comandos durante as partidas. Já o headset entregou uma separação de áudio consistente: passos ao redor do jogador ficaram identificáveis por direção, sem que os disparos soassem estridentes.
O catálogo do Xbox reúne títulos que marcaram gerações e outros que chegaram para conquistar novos fãs. Separamos três opções que estão em promoção na Amazon e merecem atenção — seja para quem quer reviver clássicos ou descobrir algo novo na biblioteca do console.
The Witcher 3: Wild Hunt – Complete Edition – Xbox 360
Considerado um dos melhores RPGs já lançados, The Witcher 3 trouxe um mundo aberto vasto e cheio de detalhes, com uma narrativa envolvente protagonizada pelo bruxo Geralt de Rívia. A Complete Edition inclui todas as expansões — Hearts of Stone e Blood and Wine —, garantindo dezenas de horas adicionais de conteúdo. Uma experiência completa para quem curte histórias ricas e combates estratégicos.
Minecraft Legends apresentou uma nova faceta do universo de blocos mais famoso dos games: um jogo de estratégia e ação em que o jogador lidera exércitos para defender o Overworld contra a invasão dos Piglins. A Edição Deluxe trouxe conteúdos exclusivos, incluindo skins e itens adicionais que expandem ainda mais a experiência. Uma boa pedida tanto para fãs da franquia quanto para quem gosta do gênero de ação-estratégia.
GTA San Andreas é um daqueles títulos que dispensam apresentação. Lançado originalmente em 2004 e adaptado para o Xbox 360, o jogo colocou os jogadores no papel de CJ em uma história de crime, lealdade e sobrevivência em um estado fictício inspirado na Califórnia dos anos 90. Mundo aberto enorme, missões variadas e uma trilha sonora icônica fazem deste título um clássico atemporal que continua valendo muito a pena.
As ofertas em jogos costumam sumir rápido, especialmente em títulos tão procurados quanto estes. Se algum deles já estava na sua lista de desejos, este é um bom momento para garantir sem deixar escapar.
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O YouTube anunciou uma série de mudanças para personalizar a experiência dos usuários, ampliar o uso de inteligência artificial (IA) e facilitar compras dentro da plataforma. As novidades foram apresentadas nesta quarta-feira (23), durante o evento Made on YouTube.
Entre os principais recursos estão os Custom Feeds, que permitirão criar abas temáticas na página inicial, e a expansão do Ask YouTube, ferramenta que usa IA para responder perguntas e ajudar usuários a encontrar informações e produtos.
Também foram anunciadas novidades para transmissões ao vivo, ferramentas de criação com IA e recursos voltados à proteção contra o uso indevido de voz e imagem.
YouTube terá feeds personalizados por interesse, rotina ou humor
Os Custom Feeds permitirão que o usuário crie e salve diferentes abas na página inicial do YouTube de acordo com seus interesses, humor ou rotina;
A ideia é permitir pedidos, como uma seleção de documentários longos para relaxar à noite, podcasts para uma viagem de 30 minutos ou novos criadores de conteúdo sobre faça você mesmo;
Os feeds serão atualizados automaticamente com novas recomendações e poderão ser acessados diretamente pela página inicial;
O YouTube afirma que o recurso será disponibilizado inicialmente para usuários dos Estados Unidos, na web, celulares e TVs, ainda neste outono do hemisfério norte. Não há previsão anunciada para a chegada ao Brasil;
Na prática, a mudança dá ao usuário mais controle sobre o tipo de conteúdo que aparece em determinados momentos, sem depender apenas do feed geral de recomendações da plataforma.
IA vai ajudar na busca por produtos
O Ask YouTube também está ganhando novas funções. A ferramenta permitirá fazer perguntas e enviar perguntas complementares em uma experiência interativa enquanto o usuário navega pela plataforma.
Uma das novidades é voltada às compras. Ao procurar avaliações de determinado produto, o YouTube poderá organizar recomendações em formatos, como tabelas comparativas, reunindo atributos e categorias de produtos de acordo com as preferências informadas pelo usuário.
Depois de escolher um vídeo, será possível continuar fazendo perguntas sobre o produto diretamente na página de exibição.
A ferramenta também poderá ser usada por comandos de voz durante a reprodução na TV, segundo o YouTube.
A proposta amplia o papel da IA dentro da plataforma: em vez de apenas localizar vídeos, o sistema passa a organizar informações encontradas no conteúdo e ajudar o usuário a comparar opções.
Amazon entra no YouTube Shopping no Brasil
O YouTube também anunciou mudanças no programa de afiliados do YouTube Shopping.
A plataforma pretende ampliar o programa para 35 países até o fim do ano. Segundo a Reuters, o Brasil e a Índia estarão entre os mercados em que criadores poderão marcar produtos da Amazon e receber comissões pelas vendas geradas por seus conteúdos.
Os produtos poderão ser indicados em vídeos longos, Shorts e transmissões ao vivo por canais elegíveis. O YouTube também informou que as ofertas exibidas para espectadores poderão ser localizadas de acordo com o país em que eles estiverem.
Proposta amplia o papel da IA dentro da plataforma – Imagem: Alex Photo Stock/Shutterstock
Lives terão dublagem automática em tempo real
As transmissões ao vivo também ganharão novas ferramentas.
O YouTube anunciou o Live auto-dubbing, sistema que pretende traduzir a fala dos criadores em tempo real durante as transmissões. O recurso começará a ser testado no início de 2027, inicialmente entre inglês e espanhol, com outros idiomas previstos posteriormente.
A empresa afirma que mais de 40% do tempo de exibição das lives vem de espectadores que estão fora do país de origem do criador.
Outra novidade é o Live Showdowns, formato que permitirá transformar transmissões com mais de um criador em uma espécie de disputa entre equipes. Chats, presentes e Super Chats poderão contribuir para a pontuação exibida em tempo real.
O YouTube também pretende ampliar o Watch With, permitindo que criadores reajam ao vivo a vídeos longos elegíveis. A expansão está prevista para começar ainda em 2026.
IA também vai ajudar quem produz vídeos
As novidades apresentadas pelo YouTube não ficaram restritas ao público. Criadores também ganharão novas ferramentas de IA.
Um assistente conversacional baseado em Gemini será integrado ao Shorts e ao aplicativo YouTube Create. A ferramenta poderá ajudar em tarefas de edição a partir de comandos de texto, incluindo cortar pausas, reorganizar trechos, sincronizar músicas e criar sugestões para os vídeos.
O YouTube Studio também receberá recursos para orientar criadores durante a produção, gerar miniaturas de acordo com o estilo de cada canal e testar até três versões diferentes de um vídeo para verificar qual delas consegue manter melhor a atenção do público.
YouTube amplia proteção contra deepfakes
A plataforma também anunciou uma expansão de suas ferramentas para combater o uso indevido da imagem de pessoas. O sistema de detecção de semelhança será levado para celulares e permitirá que criadores recebam alertas quando forem identificados conteúdos que utilizem sua imagem de maneira indevida.
O YouTube também pretende combinar a detecção de voz com a detecção facial, com o objetivo de melhorar a identificação de conteúdos que tentem reproduzir a aparência ou a voz de uma pessoa.
As mudanças fazem parte de uma estratégia mais ampla do YouTube para incorporar IA à descoberta de conteúdo, produção de vídeos, compras e transmissões ao vivo.
O PS5 tem um catálogo incrível, e aproveitar bons jogos com preços atrativos é sempre uma ótima pedida. Selecionamos três títulos que estão em destaque nas ofertas da Amazon agora — de aventuras de herói a simuladores de futebol e o lançamento mais aguardado dos últimos anos. Confira!
Marvel’s Spider-Man: Miles Morales Edição Padrão – PlayStation 5
Um dos jogos mais elogiados da geração atual, Miles Morales trouxe uma história emocionante e uma jogabilidade fluida que tirou o máximo proveito do hardware do PS5 — com carregamentos quase instantâneos, feedback háptico no controle DualSense e gráficos deslumbrantes. Quem ainda não jogou está perdendo uma das melhores experiências do console.
GTA VI chegou ao PS5 e rapidamente se tornou um dos títulos mais comentados do ano. A Rockstar Games entregou um mundo aberto gigantesco, ambientado em Vice City, com nível de detalhe e profundidade narrativa que elevaram o padrão do gênero. Se você ainda não tem em casa, essa é a hora de garantir o seu.
A mais recente edição da franquia de futebol da EA traz elencos atualizados, melhorias na física de bola e animações dos jogadores ainda mais realistas. EA Sports FC 27 mantém o padrão da série e é a pedida certa para quem curte uma partida de futebol virtual de alto nível no PS5.
As ofertas na Amazon costumam mudar rapidamente, e estoques de jogos físicos podem acabar sem aviso. Se algum título chamou sua atenção, vale acessar o link agora mesmo para garantir o seu antes que o preço suba ou o produto saia de linha.
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O Cade arquivou o processo que investigava os investimentos da Amazon na Anthropic e os acordos entre as empresas nesta quarta-feira (23). O tribunal entendeu que a participação minoritária não precisava ser comunicada previamente porque o faturamento da Anthropic no Brasil não atingiu o limite previsto em lei.
A decisão também afastou a possibilidade de gun jumping, quando uma empresa antecipa uma operação que ainda precisaria de autorização do Cade. O arquivamento, porém, não impede uma nova análise se a relação entre as empresas mudar ou gerar problemas para a concorrência.
A investigação do Cade analisou o investimento minoritário feito pela Amazon na Anthropic em 2023. – Imagem: Tada Images/Shutterstock
O que o Cade analisou
O tribunal avaliou o investimento minoritário feito pela Amazon em 2023 e os acordos de colaboração tecnológica entre as duas empresas. Os conselheiros seguiram o voto do relator José Levi Mello do Amaral Jr., que entendeu que os acordos não criaram uma parceria com estrutura própria para dividir decisões, riscos e resultados.
Entre os pontos considerados pelo Cade estavam:
inexistência de órgão de decisão ou orçamento compartilhado;
ausência de ativos, equipe ou preços administrados em conjunto;
falta de metas comerciais comuns ou responsabilidade conjunta pelos clientes;
ausência de uma operação criada em conjunto pelas duas empresas.
A Amazon afirmou que os acordos não eram exclusivos e que a parceria ajudava a estimular a inovação. Para mostrar que a Anthropic não dependia apenas da Amazon, a empresa também citou relações com outros fornecedores e investidores, como Nvidia, Microsoft, Google, Broadcom e SpaceX.
O Cade reconheceu que a cooperação entre Amazon e Anthropic aumentou e que existe uma relação cada vez mais próxima entre as empresas. Ainda assim, o tribunal não encontrou mudanças na forma como as decisões são tomadas que justificassem considerar a parceria um empreendimento conjunto.
“A Lei nº 12.529/2011 oferece instrumentos de natureza estrutural e comportamental que, observados seus respectivos pressupostos, permitem à autoridade examinar operações não capturadas pelos critérios ordinários de notificação e investigar práticas capazes de produzir efeitos anticompetitivos”, ressaltou o relator.
A Anthropic mantém relações com outros fornecedores e investidores, argumento usado pela Amazon durante a investigação. – Imagem: jackpress/Shutterstock
Decisão não impede nova investigação
O Cade poderá analisar novamente a parceria caso Amazon e Anthropic mudem a forma de atuação ou os acordos produzam efeitos que afetem a concorrência. Entre os pontos que podem motivar uma nova avaliação estão dependência tecnológica ou comercial, dificuldade para trocar de fornecedor, acesso a informações sensíveis e possíveis limitações a concorrentes.
A conselheira Camila Cabral resumiu a posição do tribunal: “Ressalto a importância de que operações dessa natureza permaneçam sob especial atenção do Cade”. O procedimento atual, porém, foi arquivado.
Se você está pensando em renovar a impressora de casa ou do escritório, este é um bom momento para pesquisar. Reunimos três opções de impressoras multifuncionais em oferta na Amazon — modelos de marcas reconhecidas, com funções como cópia, digitalização e conectividade Wi-Fi. Confira.
Impressora Multifuncional HP DeskJet Ink Advantage 2975 (AJ4Y4A)
A HP DeskJet Ink Advantage 2975 é uma multifuncional colorida compacta, ideal para uso doméstico. Ela imprime, copia e digitaliza, com conectividade sem fio que facilita o envio de documentos direto do celular ou computador. Um modelo prático para o dia a dia.
EPSON Multifuncional EcoTank L3250 — Tanque de Tinta Colorida com Wi-Fi Direct
A Epson EcoTank L3250 é uma das opções mais populares no segmento de tanque de tinta. Seu sistema de reservatório reduz significativamente o custo por página em comparação com cartuchos convencionais. Conta com Wi-Fi Direct, conexão USB e funciona em bivolt — uma combinação que atende bem tanto em casa quanto em pequenos escritórios.
Impressora Multifuncional HP Smart Tank 589 — Tanque de Tinta com Wi-Fi e Alta Economia
A HP Smart Tank 589 chegou para quem precisa de uma multifuncional com boa capacidade de impressão e custo de manutenção reduzido. Com tanque de tinta colorida, Wi-Fi, USB e funções de cópia e digitalização, ela é uma escolha sólida para quem imprime com frequência e quer gastar menos com insumos ao longo do tempo.
Os estoques dessas promoções podem mudar a qualquer momento, então vale conferir as condições agora mesmo. Clique nos links e veja os detalhes de cada modelo diretamente na Amazon antes que a oferta acabe.
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Um episódio de Super El Niño pode provocar até 451 mil mortes adicionais relacionadas ao calor extremo no mundo nos próximos meses, segundo projeção do Climate Impact Lab, ligado à Universidade de Chicago (EUA). O Brasil aparece entre os países que devem registrar o maior número de mortes, com uma estimativa de 13,3 mil óbitos adicionais entre setembro de 2026 e fevereiro de 2027.
O estudo estima que as temperaturas médias globais sobre áreas terrestres podem ficar cerca de 1,2 °C acima do normal nos próximos meses. A quantidade de dias de calor extremo também pode aumentar 44% em comparação com o que seria esperado em um ano normal.
A projeção foi elaborada a partir da relação entre temperatura e mortalidade observada em diferentes regiões do mundo. Os pesquisadores consideraram fatores, como clima local, vulnerabilidade das populações e capacidade de adaptação.
O fenômeno El Niño começou em junho de 2026 e deve continuar pelo menos até o início de 2027. No Brasil, as projeções indicam que a maior parte das mortes adicionais deve ocorrer entre dezembro de 2026 e fevereiro de 2027.
Brasil está entre os países mais afetados
O Brasil ocupa a quinta posição entre os países com maior número estimado de mortes adicionais relacionadas ao calor no período analisado;
A projeção é de 13,3 mil mortes acima do esperado. O número fica atrás das estimativas para Nigéria, Indonésia, Sudão e Índia;
Na Nigéria, são projetadas 31,4 mil mortes adicionais. A Indonésia aparece com 19,3 mil, enquanto o Sudão tem estimativa de 17,5 mil e a Índia, de 15,8 mil;
No caso brasileiro, cerca de oito mil mortes adicionais são projetadas somente entre dezembro de 2026 e fevereiro de 2027;
A estimativa não representa o número total de pessoas que morrerão durante o período. Ela corresponde às mortes adicionais relacionadas ao calor que seriam registradas em comparação com um ano considerado normal, usando como referência os períodos entre 1996 e 2025.
Sul Global concentra os maiores impactos do El Niño
Os efeitos projetados são especialmente concentrados em países do chamado Sul Global, onde temperaturas elevadas se combinam com maior vulnerabilidade e menor capacidade de adaptação.
Na região do Sahel, na África, o relatório estima 66,8 mil mortes adicionais relacionadas ao calor. Quase metade desse total estaria concentrada na Nigéria.
O Sudeste Asiático também aparece entre as regiões mais afetadas. Filipinas, Vietnã, Tailândia e Camboja podem registrar, juntos, cerca de 19,4 mil mortes adicionais.
A Indonésia, isoladamente, tem uma projeção de 19,3 mil mortes, enquanto a Índia aparece com 15,8 mil.
Segundo o Climate Impact Lab, o momento de maior impacto varia entre os países. No Brasil e na Índia, por exemplo, uma parcela significativa das mortes projetadas está concentrada entre dezembro e fevereiro.
Um “cartão-postal do futuro”
Os pesquisadores descrevem o atual El Niño como uma espécie de “cartão-postal do futuro”. A expressão faz referência à possibilidade de que temperaturas consideradas anormais atualmente se tornem comuns nas próximas décadas em razão das mudanças climáticas.
O relatório estima que as condições de calor observadas durante o fenômeno sejam semelhantes às temperaturas que modelos climáticos projetam para cerca de 20 anos à frente.
A ideia é que o El Niño esteja expondo populações a condições de calor que podem se tornar mais frequentes no futuro, antes que muitas regiões tenham conseguido se adaptar completamente.
A própria Universidade de Chicago destaca que o cálculo de mortalidade representa apenas parte dos impactos associados ao fenômeno. O El Niño também pode favorecer secas, incêndios florestais e inundações, que não estão contabilizados na estimativa de 451 mil mortes por calor.
Imagem da NASA mostra aquecimento das águas no Oceano Pacífico (mancha vermelha) – Imagem: Divulgação/NASA
Para calcular as mortes adicionais, os pesquisadores analisaram estudos que relacionam temperaturas e mortalidade em diferentes regiões do mundo. As relações foram aplicadas a 24.378 regiões, considerando características climáticas e sociais locais.
Os pesquisadores utilizaram previsões de temperatura do sistema europeu ECMWF SEAS5 e compararam os resultados com a média de mortes relacionadas à temperatura observada entre 1996 e 2025.
A análise também incorpora incertezas tanto das previsões meteorológicas quanto da relação entre temperatura e mortalidade. O estudo informa que os detalhes completos da metodologia ainda serão publicados posteriormente em uma revista científica com revisão por pares.
A Universidade de Chicago afirma que a projeção pode ajudar autoridades a identificar as regiões onde medidas emergenciais podem evitar mortes nos próximos meses.
Medidas podem reduzir o impacto do calor durante El Niño
Entre as estratégias apontadas pelos pesquisadores estão sistemas de alerta precoce para ondas de calor, mapeamento de populações vulneráveis, visitas domiciliares, criação de centros de resfriamento e medidas de proteção para trabalhadores expostos ao calor.
A lógica é direcionar os recursos para as regiões onde o aumento das temperaturas deve produzir os maiores impactos sobre a mortalidade.
“Este relatório permite que os tomadores de decisão vejam exatamente onde medidas de emergência podem ser tomadas agora para salvar dezenas de milhares de vidas nos próximos meses”, afirmou Michael Greenstone, economista da Universidade de Chicago e cofundador do Climate Impact Lab.
No Brasil, o monitoramento oficial também aponta para um El Niño de forte intensidade. Em boletim publicado em setembro, o INPE e outros órgãos federais indicaram mais de 90% de probabilidade de um El Niño muito forte entre setembro e novembro, além de 100% de probabilidade de permanência do fenômeno até pelo menos o início de 2027.
O mesmo boletim prevê, para o período, chuvas acima da média em áreas da Região Sul e chuvas abaixo da média no centro-norte do Brasil.
O avanço do nível dos oceanos está fazendo praias recuarem em várias partes do mundo. Nas Maldivas, uma equipe usa inteligência artificial, imagens de satélite e dados sobre correntes marítimas para entender a erosão e tentar recuperar áreas de areia.
O projeto da Coastal Assembly, criado a partir de um laboratório do MIT, já estendeu uma faixa de praia em cerca de 27 metros. Em outro ponto, um banco de areia com mais de 849 m³ de material foi formado em seis meses.
A praia recuperada nas Maldivas praticamente dobrou de tamanho após a instalação das estruturas submersas. – Imagem: Pakhnyushchy/Shutterstock
Como a tecnologia funciona
No Atol de Kaafu, a equipe analisou dez anos de imagens de satélite, correntes e outros dados para identificar como a erosão avançava. O estudo serviu de base para o desenho de 54 estruturas de concreto marinho, produzidas com areia e conchas trituradas, comenta o The New York Times.
As peças ficam submersas e foram dispostas em uma sequência de hexágonos. O formato reduz a força das ondas sem impedir a circulação da água. Com isso, areia e sedimentos podem se acumular na região.
O efeito já aparece na paisagem. Segundo os responsáveis pelo projeto, a praia praticamente dobrou de tamanho. Corais também cresceram nas estruturas, que passaram a ser ocupadas por peixes e outros animais marinhos.
Parte do trabalho acontece antes mesmo da instalação. A tecnologia da empresa acompanha a erosão em tempo real em quase 900 pontos costeiros. Skylar Tibbits, um dos fundadores da Coastal Assembly, conta que o processo era muito mais lento no início.
“Levávamos meses para fazer um único local. No começo, tudo era feito manualmente.”
Hoje, segundo Tibbits, a equipe consegue prever a erosão futura e desenvolver um plano para enfrentar o problema em um único dia.
O que vem pela frente
O uso de imagens de satélite e inteligência artificial ganhou força justamente quando países insulares enfrentam dificuldades para obter dados sobre suas próprias costas. Um relatório das Nações Unidas citado no projeto aponta o mapeamento e a observação por satélite como uma base importante para a adaptação às mudanças climáticas.
A Coastal Assembly deixou o MIT no fim do ano passado e passou a operar como uma empresa de benefício público. Há outras dez instalações previstas nas Maldivas, além de projetos planejados para as Bahamas, Boston Harbor e Miami.
Ainda não há resposta para uma questão fundamental: quanto tempo as praias recuperadas permanecerão estáveis? Correntes sazonais, movimentação de sedimentos e a elevação contínua do nível do mar podem alterar os resultados.
O que o projeto já fez:
A praia ampliada avançou cerca de 27 metros em direção ao oceano.
Outro projeto criou um banco de areia com mais de 849 m³ de material.
Foram instaladas 54 estruturas submersas.
A tecnologia acompanha quase 900 áreas costeiras.
Há dez novas instalações planejadas nas Maldivas.
Nas Maldivas, a tecnologia tenta trabalhar com as correntes marítimas em vez de bloquear completamente o movimento da água. – Imagem: Koapan/Shutterstock
Uma alternativa às barreiras tradicionais
Mohamed Nasheed, ex-presidente das Maldivas, acompanhou os resultados de perto e vê na iniciativa uma alternativa às soluções tradicionais usadas para conter a erosão. “Eu vi. Realmente funciona.”
Para Nasheed, grandes barreiras de concreto podem ser caras. O bombeamento e a dragagem de areia também exigem investimentos repetidos e podem afetar os ecossistemas costeiros. A aposta, portanto, está em uma intervenção que aproveite o comportamento natural da água em vez de tentar bloqueá-lo.
Essa possibilidade também chamou a atenção de Hyun Kim, consultor sênior do Global Centre for Climate Mobility, ligado às Nações Unidas. Ele considera a tecnologia uma solução concreta e afirmou que a organização trabalha para levá-la a outros países de baixa altitude.
Apesar dos resultados observados nas Maldivas, a experiência ainda está em fase de acompanhamento. A durabilidade das praias recuperadas e a possibilidade de aplicar a técnica em diferentes regiões continuam em aberto. São justamente essas respostas que vão mostrar até onde a solução pode chegar.
Se a internet travando em algum canto da casa é um problema recorrente, talvez seja hora de atualizar o roteador. Separamos três opções de roteadores Wi-Fi Mesh em oferta na Amazon para você melhorar a conectividade de vez — seja num apartamento compacto ou numa casa grande com muitos dispositivos conectados.
O kit com dois pontos Deco X10 trouxe suporte ao padrão Wi-Fi 6 (AX1500), cobrindo até 360 m² e conectando até 120 dispositivos simultaneamente. Com tecnologia Mesh com IA, o sistema ajusta automaticamente a melhor rota de sinal para cada aparelho. A instalação é feita pelo app Deco, sem complicação, e o controle parental integrado ajuda a gerenciar o acesso à internet de toda a família. Cada unidade conta com duas portas Gigabit para conexões cabeadas.
O Twibi Force AX é a aposta da Intelbras no segmento Mesh com suporte ao padrão Wi-Fi 6. Desenvolvido para eliminar as zonas sem sinal dentro de casa, ele oferece cobertura ampliada e conexão estável mesmo com vários dispositivos ativos ao mesmo tempo. O sistema permite expandir a rede adicionando mais unidades conforme a necessidade, sem perder desempenho.
O Deco M4 é uma opção consolidada no mercado para quem quer montar uma rede Mesh confiável sem abrir mão de desempenho. O kit traz suporte Dual Band com banda de 5 GHz, portas Gigabit e integração com o ecossistema Deco da TP-Link, permitindo gerenciar toda a rede pelo smartphone. É uma escolha prática para residências de médio porte que precisam de cobertura uniforme em todos os cômodos.
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Uma caverna no sudoeste da China está ajudando cientistas a reconstruir a história de um dos grupos mais misteriosos da evolução humana. Pesquisadores encontraram na caverna de Bianfu, na província de Yunnan, fósseis de denisovanos, ferramentas de pedra e milhares de ossos de animais que indicam que esses antigos humanos ocuparam o local por mais de 100 mil anos.
As descobertas foram apresentadas em dois estudos publicados na revista Nature (aqui e aqui). A caverna foi utilizada entre aproximadamente 190 mil e 70 mil anos atrás, enquanto cinco fósseishumanos identificados no local têm entre cerca de 134 mil e 167 mil anos.
Os denisovanos são uma linhagem de humanos antigos que viveu na Ásia. A existência do grupo foi inicialmente revelada por análises de DNA antigo, mas a escassez de fósseis dificulta a compreensão de sua aparência, comportamento e adaptação a diferentes ambientes.
Até agora, os pesquisadores conheciam apenas um pequeno número de restos corporais desses humanos. A descoberta em Bianfu amplia significativamente esse registro, especialmente por incluir um osso que nunca havia sido identificado em um denisovano.
Primeiro osso do antebraço
Durante escavações realizadas na caverna, os pesquisadores encontraram milhares de fragmentos ósseos. Em 2019, foram recuperados quase 1,4 mil artefatos de pedra, mais de 64 mil ossos de mamíferos e dentes humanos;
O problema era identificar quais dos fragmentos pertenciam a humanos. Para isso, a equipe combinou uma análise morfológica inicial com uma técnica chamada ZooMS, que utiliza proteínas de colágeno para identificar a espécie à qual um fragmento ósseo pertence;
A análise confirmou cinco restos humanos como denisovanos: dois fragmentos de ossos do crânio, um fragmento do rádio e dois dentes. Os pesquisadores identificaram nos cinco exemplares uma variante proteica específica associada aos denisovanos;
O fragmento do rádio é particularmente importante. Trata-se de um dos dois ossos longos do antebraço e é o primeiro rádio denisovano confirmado até hoje;
O osso apresenta uma combinação incomum de características. A região próxima ao cotovelo é grande e apresenta semelhanças com rádios de neandertais, enquanto o formato externo geral e a geometria de sua região central se aproximam mais dos humanos modernos;
Segundo os pesquisadores, essa combinação pode indicar demandas biomecânicas e adaptações comportamentais próprias dos denisovanos que viviam naquela região.
A localização geográfica da Caverna Bianfu, onde pesquisadores descobriram diversos dentes e ossos de denisovanos – Imagem: Instituto de Paleontologia de Vertebrados e Paleoantropologia da China
Uma caverna usada durante milhares de gerações
Os vestígios encontrados em Bianfu também ajudam a revelar como os denisovanos utilizavam o ambiente.
Entre os quase 1,4 mil artefatos de pedra recuperados, havia cerca de 200 ferramentas feitas de lascas, muitas produzidas com uma rocha sedimentar disponível localmente. Marcas encontradas nos ossos de animais indicam que os instrumentos eram usados para processar carcaças.
Os pesquisadores identificaram evidências de que os denisovanos caçavam, desmembravam animais e retiravam a medula dos ossos. Entre as presas estavam animais de médio e grande porte, incluindo espécies semelhantes a bovinos e cervos.
As ferramentas de pedra encontradas na caverna, porém, são diferentes de instrumentos mais sofisticados produzidos por neandertais no mesmo período. Os artefatos de Bianfu parecem ter sido fabricados de maneira rápida e eficiente, usando materiais disponíveis nas proximidades.
Ao mesmo tempo, os denisovanos também produziram ferramentas de osso, prática que já havia sido observada entre neandertais.
Quem eram os denisovanos?
Os denisovanos continuam sendo um dos grupos mais enigmáticos da evolução humana, justamente porque o registro fóssil é extremamente fragmentado.
Eles são geneticamente relacionados a neandertais e humanos modernos, e análises de DNA mostram que os três grupos chegaram a cruzar entre si no passado. Apesar disso, durante muito tempo os pesquisadores tiveram pouquíssimas evidências físicas para entender como os denisovanos eram ou como viviam.
O novo material encontrado na China ajuda a preencher uma dessas lacunas. A caverna de Bianfu é atualmente o local com o registro fóssil denisovano mais rico conhecido fora da famosa caverna de Denisova, na Sibéria.
A descoberta também amplia o conhecimento sobre a distribuição geográfica do grupo. Os restos encontrados em diferentes camadas da caverna indicam que os denisovanos estavam presentes na região durante um período de mudanças climáticas e que o ambiente do planalto de Yunnan-Guizhou oferecia condições favoráveis para sua sobrevivência.
Os pesquisadores esperam agora utilizar técnicas semelhantes de análise de proteínas para identificar outros ossos humanos entre os milhares de fragmentos encontrados em sítios arqueológicos. A expectativa é que novos fósseis ajudem a entender melhor como os denisovanos se adaptaram às mudanças ambientais e à convivência com outros grupos humanos.
Veja os destaques do Olhar Digital News desta quarta-feira (09/09).
IA cria ataque que pode hackear celulares sem nenhum clique
Pesquisadores da empresa de segurança Calif criaram, com ajuda de inteligência artificial, uma ferramenta capaz de invadir celulares sem que a vítima clique em links ou arquivos. Chamado WeWorm, o sistema foi desenvolvido em pouco mais de uma semana.
Chance de IA levar humanos a extinção supera 10%, diz especialista da Anthropic
A inteligência artificial teria mais de 10% de chance de matar todos os humanos até o fim da década. O alerta é de Evan Hubinger, líder de teste de alinhamento da Anthropic, e foi feito horas após o pesquisador Jacob Coxon anunciar sua saída da empresa e criticar a corrida por sistemas mais avançados.
NASA busca tecnologias para construir base na Lua até 2028
A NASA anunciou que vai começar a receber propostas voltadas ao desenvolvimento de tecnologias para exploração da Lua. A ideia é encontrar soluções para superar alguns dos principais obstáculos para a construção de uma futura base lunar na região do polo sul do nosso satélite natural.
iPhone Duo: Apple lança o primeiro dobrável de sua história
A espera chegou ao fim! A Apple apresentou nesta quarta-feira (09) o iPhone Duo, seu primeiro smartphone dobrável. O modelo tem tela interna de 7,6 polegadas e tela externa de 5,4 polegadas. A pré-venda do iPhone Duo no Brasil começa em 16 de outubro.
Dois hábitos bastante comuns na alimentação aparecem associados a um maior risco de diferentes tipos de câncer no sistema digestivo. Estudos recentes analisaram, de um lado, o consumo de chá e café em temperaturas muito altas e, de outro, a relação entre o consumo de carne, especialmente carne processada, e o câncer de estômago.
Os trabalhos investigam doenças diferentes e foram realizados com metodologias distintas, mas chegam a uma conclusão semelhante: determinados padrões de consumo podem estar relacionados ao desenvolvimento de tumores no sistema digestivo.
Bebidas muito quentes e câncer de esôfago
Um estudo, publicado no International Journal of Cancer, analisou a relação entre o consumo de bebidas muito quentes e o risco de câncer de esôfago. A pesquisa aponta que beber chá ou café em temperaturas muito elevadas pode estar associado a um aumento significativo desse risco.
Segundo os resultados, pessoas que consomem bebidas muito quentes podem apresentar um risco até três vezes maior de desenvolver câncer de esôfago em comparação com aquelas que não têm esse hábito.
A explicação investigada pelos pesquisadores está relacionada ao dano provocado pelo calor repetidamente sobre o tecido do esôfago. A exposição frequente a temperaturas muito altas pode causar lesões que, ao longo do tempo, podem contribuir para alterações celulares.
O ponto central do estudo, portanto, não é necessariamente a bebida consumida, mas a temperatura em que ela é ingerida.
Bebidas quentes também estariam relacionadas ao câncer de estômago – Imagem: New Africa/Shutterstock
Carne e câncer de estômago
Outro estudo, também publicado no International Journal of Cancer, examinou uma quantidade muito maior de dados para investigar possíveis relações entre o consumo de carne e o câncer de estômago;
A pesquisa encontrou associações entre o consumo de determinados tipos de carne e um risco maior de desenvolver a doença;
A relação é especialmente relevante no caso das carnes processadas, categoria que inclui produtos que passam por processos como cura, salga, defumação ou adição de conservantes;
Os pesquisadores também avaliaram outros fatores relacionados ao consumo de carne para tentar entender melhor quais padrões alimentares poderiam estar associados ao desenvolvimento do câncer de estômago.
Dois hábitos, dois tipos de câncer
Embora os estudos tratem de doenças diferentes, os resultados chamam atenção para dois hábitos presentes na rotina de muitas pessoas: beber líquidos muito quentes e consumir carnes processadas.
No primeiro caso, a preocupação está relacionada principalmente à temperatura da bebida e aos efeitos repetidos do calor sobre o esôfago. No segundo, a associação envolve principalmente determinados tipos de carne e o risco de câncer no estômago.
Os resultados, porém, não significam que uma pessoa que tome café ou chá quente, ou que consuma carne processada, necessariamente desenvolverá câncer. Estudos desse tipo identificam associações e fatores de risco, que precisam ser interpretados dentro do conjunto de evidências disponíveis.
A diferença entre os dois trabalhos também é importante: enquanto um investiga especificamente a temperatura das bebidas, o outro analisa padrões de consumo de carne e sua relação com o câncer de estômago.
A Apple apresentou nesta quarta-feira (09) o iPhone Duo, seu primeiro smartphone dobrável. O modelo tem tela interna de 7,6 polegadas e tela externa de 5,4 polegadas. Além disso, a empresa oficializou sua nova linha de iPhones: o 18 Pro e o 18 Pro Max.
Mas o que esses novos lançamentos representam, na prática, para o futuro da Apple? Esse é o assunto da coluna Olhar do Amanhã, com o doutor Álvaro Machado Dias, professor da UNIFESP, neurocientista, futurista e colunista do Olhar Digital News. Confira!
Após anos de espera e especulações, a Apple finalmente apresentou o iPhone Duo, seu primeiro smartphone dobrável. Mas qual foi a primeira impressão sobre o produto? E será que o modelo realmente vale o hype? Arthur Igreja, especialista em tecnologia e inovação, analisa.
A Suno lançou o v6, seu primeiro modelo de inteligência artificial (IA) para geração de música desenvolvido com apoio da indústria fonográfica. Segundo a empresa, a nova versão foi treinada do zero com novo conjunto de dados, diferente daquele usado nos modelos anteriores.
Jack Brody, da Suno, afirmou ao The Verge que o v6 foi “treinado do zero, com um novo conjunto de dados que não inclui os mesmos dados usados para treinar nossos modelos anteriores”.
Esse material inclui conteúdo licenciado de parceiros, como Warner Music Group, BMG e Believe, além de “dados de usuários”. No entanto, ainda não está claro se os dados utilizados no treinamento do v6 estão completamente livres de conteúdos obtidos de maneira questionável.
Três modelos diferentes
Uma das principais mudanças do v6 é que a Suno passou a oferecer três modelos diferentes: v6, v6-wild e v6-mini.
O v6-mini é o modelo disponibilizado gratuitamente para todos os usuários. Ele foi desenvolvido para criações mais rápidas e que exigem menos recursos. Em contrapartida, os resultados são mais simples e costumam apresentar mais artefatos que deixam evidente que a música foi produzida a partir de um comando para uma IA.
Já o v6-wild foi projetado para gerar resultados mais imprevisíveis. Segundo Brody, a ideia é favorecer “acidentes felizes e imperfeições naturais”. Em testes limitados, porém, a diferença entre o v6-wild e o v6 convencional foi difícil de perceber.
Suno é uma IA voltada para a criação de músicas – Imagem: Robert Way/iStock
IA ficou melhor em entender gêneros musicais
Os três modelos também apresentam uma melhora significativa na compreensão de gêneros musicais;
Testes realizados com comandos utilizados anteriormente para pedir músicas de estilos, como hyperpop e krautrock, mostram uma diferença em relação às versões antigas. Enquanto os modelos anteriores frequentemente erravam completamente o gênero solicitado, o v6 conseguiu reproduzir com maior precisão as características superficiais dos estilos pedidos;
O modelo, porém, continua enfrentando dificuldades justamente em um aspecto que a Suno tenta explorar: a reprodução de imperfeições humanas.
Suno ainda não consegue reproduzir erros musicais
Assim como acontecia com o v5, o v6 não conseguiu gerar resultados deliberadamente desafinados, fora do tom ou levemente dissonantes nos testes.
Mesmo quando recebeu comandos específicos para produzir vocais desafinados, piano tocado de maneira desajeitada ou músicas sem preocupação com tonalidade e ritmo, o modelo continuou entregando resultados musicalmente harmônicos e ritmicamente precisos.
Em um dos testes, por exemplo, o comando solicitava vocais monótonos e ausência de bateria, mas o modelo ignorou essas instruções.
O v6 ainda apresenta, por outro lado, as imperfeições artificiais características de músicas geradas por IA. Os vocais, em particular, parecem produzir mais artefatos de bordas ásperas comuns nesse tipo de modelo do que no v5.
Edição por texto e geração a partir de imagens
A Suno também introduziu mudanças na forma como os usuários podem interagir com as músicas. Agora, é possível editar partes de uma faixa usando linguagem natural em uma conversa. Alterações individuais, como modificar uma linha de guitarra ou uma única letra, não exigem necessariamente que toda a música seja gerada novamente.
O v6 também permite combinar diferentes elementos armazenados na biblioteca do usuário, reunindo resultados anteriores para criar novas músicas.
Outra novidade é que os comandos deixaram de ser limitados a descrições em texto. O Suno v6 pode criar faixas a partir de imagens, vídeos ou outros arquivos de áudio.
O Suno v6 começou a ser disponibilizado e, segundo a empresa, os modelos anteriores serão eventualmente aposentados.
A Motorola “exibiu” um novo smartphone dobrável da linha Razr em teaser, poucas horas depois da apresentação do iPhone Duo, primeiro celular dobrável da Apple. O aparelho ainda não teve nome, especificações ou data de lançamento divulgados, mas o teaser publicado pela fabricante revela uma mudança importante no formato tradicional da família.
Em vídeo compartilhado nas redes sociais, a Motorola revisita a história dos aparelhos Razr lançados ao longo dos últimos 22 anos. No final da sequência, aparece a silhueta de um novo smartphone com corpo mais robusto e formato compacto.
Diferentemente dos modelos Razr mais conhecidos, que adotam uma estrutura vertical e fecham como uma concha, o novo aparelho terá formato de livro: a tela deverá se abrir horizontalmente para formar uma superfície maior.
A Motorola não revelou outros detalhes sobre o dispositivo. A empresa também não informou o nome do modelo, quando pretende lançá-lo ou quais serão suas especificações.
Motorola muda estratégia com novo Razr
A mudança representa uma expansão da estratégia da Motorola no mercado de smartphones dobráveis. A empresa já possui modelos Razr com formato de concha e, neste ano, apresentou o Motorola Razr Fold, seu primeiro dobrável de tamanho completo e abertura lateral;
O novo teaser indica que a companhia pretende ampliar ainda mais essa família, agora com um dispositivo de formato compacto, mas que mantém a possibilidade de abrir a tela para oferecer uma área maior;
O design também acompanha uma tendência recente do segmento. Samsung e Apple apostaram em aparelhos dobráveis com proporções mais largas, enquanto outros fabricantes também vêm explorando formatos diferentes dos primeiros modelos desse tipo;
No caso da Apple, o lançamento do iPhone Duo colocou um novo concorrente de peso no mercado de dobráveis. O aparelho abre para revelar uma tela interna maior e adota justamente uma estrutura de livro, o mesmo conceito que a Motorola parece estar preparando para seu próximo Razr.
Motorola pode ter novo dobrável no estilo iPhone Duo – Imagem: Poetra.RH/Shutterstock
Por enquanto, a Motorola confirmou apenas a existência do novo produto por meio do teaser.
Vazamentos publicados nos últimos dias, porém, já apontavam para o desenvolvimento de um Razr mais largo. Imagens atribuídas a fontes anônimas sugerem um aparelho de corpo mais baixo e largo, com bordas arredondadas e possíveis mudanças no mecanismo de abertura. Essas informações ainda não foram confirmadas pela Motorola.
A expectativa agora é que a empresa revele mais informações sobre o novo Razr nas próximas semanas.
O sorteio do concurso7113 da Quina acontece na noite desta quarta-feira (9), às 21h. O prêmio desta loteria está estimado em R$ 19,8 milhões.
Os números sorteados da Quina 7113: 01 – 32 – 57 – 78 – 80.
Resultado da Quina 7113
Confira os números sorteados da Quina de hoje e descubra se o prêmio milionário acumulou ou se teve ganhadores. Em seguida, explore os últimos resultados e as informações sobre o próximo sorteio.
A Quina de hoje acumulou?
A Quina de hoje acumulou. A estimativa de prêmio do próximo concurso da Quina é de R$ 21,5 milhões.
Teve ganhador na Quina hoje?
Nenhuma aposta acertou as cinco dezenas. 82 apostas acertaram quatro números e ganharam R$ 8.259,71. 5.207 apostas acertaram três dezenas e levarão R$ 123,88. 128.106 apostas obtiveram dois acertos e receberão R$ 5,03.
Qual é o último resultado da Quina?
O resultado da Quina 7112 desta terça-feira (8) é: 24 – 27 – 54 – 61 – 66.
Quando é o próximo sorteio da Quina?
O próximo sorteio é o 7114 e ele acontece na quinta-feira, 10 de setembro de 2026.
Os dez últimos resultados dos sorteios da Quina foram:
Quina 7112 (08/09/2026): 24 – 27 – 54 – 61 – 66
Quina 7111 (06/09/2026): 13 – 15 – 44 – 47 – 79
Quina 7110 (04/09/2026): 09 – 14 – 54 – 57 – 80
Quina 7109 (03/09/2026): 27 – 30 – 61 – 66 – 70
Quina 7108 (02/09/2026): 04 – 28 – 29 – 30 – 67
Quina 7107 (01/09/2026): 33 – 36 – 49 – 61 – 71
Quina 7106 (31/08/2026): 18 – 23 – 34 – 49 – 69
Quina 7105 (30/08/2026): 02 – 33 – 41 – 48 – 78
Quina 7104 (28/08/2026): 07 – 51 – 61 – 66 – 75
Quina 7103 (27/08/2026): 20 – 25 – 26 – 59 – 68
Como resgatar o prêmio da Quina
Ao ganhar na Quina, o processo de resgate do seu prêmio é simples e se diferencia principalmente pelo valor a ser recebido. Você tem a opção de fazer o resgate em qualquer casa lotérica credenciada ou nas agências da Caixa.
Veja como funciona:
Para prêmios brutos de até R$ 2.428,79: você pode receber seu prêmio em qualquer casa lotérica credenciada ou nas agências da Caixa. Aqui, os ganhadores que apostaram online também podem resgatar o prêmio via transferência ao Mercado Pago.
Para prêmios brutos a partir de R$ 2.428,80: o pagamento é realizado somente nas agências da Caixa. Será necessário apresentar seu comprovante de identidade original com CPF e o recibo de aposta original e premiado.
Para prêmios de R$ 10.000,00 ou mais: esses valores são pagos em até dois dias úteis. O prazo começa a contar a partir da apresentação em uma Agência da Caixa.
Quais os dias de sorteio da Quina?
Os sorteios da Quina acontecem 6 vezes por semana. Eles ocorrem de segunda a sexta e no domingo.
Qual o horário do sorteio da Quina?
O sorteio ocorre de segunda a sexta, às 21h, e no domingo, às 11h. Todos no horário de Brasília.
Onde assistir ao sorteio ao vivo da Quina?
O sorteio é transmitido online pelo perfil da Caixa no YouTube e Facebook.
Como jogar na Quina?
A aposta simples consiste em marcar 5 números entre os 80 disponíveis.
Até que horas é possível apostar na Quina?
Nos sorteios de segunda a sexta, as apostas poderão ser feitas até as 20h do mesmo dia. Já nos sorteios de domingo, as apostas poderão ser feitas até as 22h do sábado.
Já a venda de bolões nos canais eletrônicos será finalizada 15 minutos antes do início de cada concurso.
Com quantos números se ganha na Quina?
O apostador leva prêmio em dinheiro se acertar a partir de 2 números (duque). Ele também ganha com 3 números (terno), 4 números (quadra) e 5 números sorteados.
Quantos números posso escolher para apostar na Quina?
No volante, seja em papel ou digital, há 80 números disponíveis. A menor aposta possível é escolher 5 números e custa R$ 3. Quanto mais números você escolher, maior será sua chance de ganhar.
A OpenAI afirma que seus agentes de inteligência artificial (IA) resolveram um dos problemas matemáticos mais importantes ainda em aberto: uma questão relacionada às equações de Navier-Stokes, que descrevem o movimento de fluidos. A possível solução pode render um prêmio de US$ 1 milhão (cerca de R$ 5,4 milhões), mas matemáticos questionam a velocidade do avanço e a forma como a empresa chegou ao resultado.
A controvérsia aumentou depois que Tristan Buckmaster, matemático da Universidade de Nova York (EUA), afirmou ter sido questionado por funcionários da OpenAI sobre seu trabalho relacionado ao mesmo problema. Segundo ele, durante uma reunião em 6 de setembro, ouviu a pergunta: “Por que você arruinaria sua carreira?”.
Buckmaster descreveu o episódio em uma declaração pública e levantou dúvidas sobre a possibilidade de a OpenAI ter se beneficiado de pesquisas que ele e Levent Alpöge, matemático da Anthropic, estavam desenvolvendo.
O que a OpenAI afirma ter descoberto
As equações de Navier-Stokes foram formuladas no início do século XIX por Claude-Louis Navier e George Gabriel Stokes. Elas são usadas para descrever como fluidos se movimentam e ajudam a explicar fenômenos que vão desde o fluxo de ar provocado por uma hélice até a circulação do sangue pelas artérias.
O grande problema matemático é determinar se essas equações sempre produzem respostas finitas ou se, em determinadas condições, podem apresentar uma singularidade, conhecida como “blowup”. Nesse cenário, uma grandeza física, como a velocidade ou a pressão de um fluido, poderia aumentar indefinidamente em determinado ponto do espaço e do tempo.
A questão faz parte dos sete Problemas do Milênio definidos pelo Clay Mathematics Institute. Cada solução correta vale um prêmio de US$ 1 milhão (cerca de R$ 5,4 milhões). Para investigar o problema, a OpenAI utilizou uma técnica chamada forcing, que consiste em aplicar uma perturbação suave e controlada ao fluido simulado.
A empresa colocou aproximadamente dez mil agentes de IA para trabalhar simultaneamente na questão. Eles permaneceram em atividade durante cerca de 88 horas. Cerca de 100 agentes começaram analisando as equações de Euler, uma versão relacionada às equações de Navier-Stokes que desconsidera a viscosidade.
Após aproximadamente 50 horas, os agentes encontraram blowups nas equações de Euler. A descoberta levou a equipe a direcionar os esforços para o problema de Navier-Stokes.
A OpenAI afirma que seus agentes produziram uma singularidade na qual um vórtice se torna progressivamente mais apertado, alongado e fino, fazendo com que o fluido, matematicamente, gire em direção ao infinito.
A prova foi submetida ao Lean, programa utilizado para verificar cada etapa de argumentos matemáticos. Segundo a OpenAI, os agentes trocaram 2,7 milhões de mensagens e produziram aproximadamente 130 bilhões de tokens.
Em uma coletiva realizada na terça-feira (8), representantes da empresa afirmaram que uma tarefa semelhante executada por um cliente teria custado US$ 15 milhões (cerca de R$ 81 milhões).
Problema foi proposto há bastante tempo – Imagem: Roman Samborskyi/Shutterstock
Matemáticos questionam como a OpenAI chegou ao resultado tão rápido
A velocidade do resultado chamou a atenção de pesquisadores porque Buckmaster e Alpöge estavam trabalhando em uma estratégia semelhante, também baseada na aplicação de forcing às equações de Euler;
A abordagem havia sido desenvolvida pelos matemáticos Diego Córdoba, do Instituto de Ciências Matemáticas de Madri, e Luis Martínez-Zoroa, da Universidade CUNEF, também na Espanha. Segundo Buckmaster, quase ninguém além deles estava trabalhando com essa linha de investigação;
Buckmaster afirmou que ele e Alpöge obtiveram resultados de blowup nas equações de Euler com forcing suave em 15 de agosto. Em 3 de setembro, disse ter recebido a informação de que a OpenAI havia tomado conhecimento do avanço dos dois pesquisadores e adotado o mesmo método;
Segundo a OpenAI, porém, seu trabalho com Navier-Stokes começou em 1º de setembro, depois que a empresa ouviu “rumores sobre outras resoluções de problemas do milênio”.
Sam Altman, CEO da OpenAI, reconheceu que a empresa havia tomado conhecimento do trabalho de Buckmaster e Alpöge antes de divulgar seu próprio resultado. “Estávamos curiosos para saber se o nosso também conseguiria”, escreveu ele. Altman afirmou ainda que as abordagens “parecem diferentes”, algo que Buckmaster contesta.
A OpenAI citou os dois matemáticos em sua declaração, reconheceu a resolução independente do problema de Euler com forcing e afirmou ter oferecido a eles a possibilidade de publicar o trabalho em conjunto.
Pesquisador questiona uso de seus dados pela OpenAI
A controvérsia também envolve o uso do Codex, assistente de programação da OpenAI. Buckmaster afirmou que utilizava a ferramenta durante sua pesquisa e colocava nela rascunhos do trabalho desenvolvido com Alpöge.
O matemático disse ter perguntado à OpenAI se as sessões do Codex poderiam ter sido acessadas ou utilizadas para treinar modelos. Segundo ele, não recebeu resposta sobre a questão do treinamento.
A OpenAI afirmou que funcionários ou agentes da empresa não tiveram acesso ao trabalho da dupla “por nenhum meio” antes de sua divulgação pública. Ao mesmo tempo, a companhia reconheceu que não poderia descartar a possibilidade de dados anonimizados derivados do uso de seus produtos terem ajudado a melhorar seus modelos.
Buckmaster também afirmou que Sébastien Bubeck, responsável pela pesquisa matemática da OpenAI, teria pressionado duas vezes para retirar Alpöge da autoria de um artigo que os dois matemáticos preparavam. Alpöge trabalha na Anthropic, concorrente da OpenAI.
Bubeck negou as acusações e classificou as alegações como “falsas e inflamatórias”. Ele afirmou que a OpenAI não utilizou os prompts ou as provas dos pesquisadores para orientar seus modelos.
Buckmaster, por sua vez, disse que não viu a prova produzida pela OpenAI e que não sabe exatamente como o modelo chegou ao resultado ou se os dados dos pesquisadores foram utilizados. Ele pediu uma investigação independente sobre a origem do trabalho da empresa.
Comunidade matemática reage
Diego Córdoba afirmou ter ficado surpreso com a rapidez com que o resultado apareceu. Outros matemáticos também demonstraram preocupação com a maneira como a descoberta foi divulgada.
Terence Tao, professor de matemática da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA), afirmou que o episódio mostra como até mesmo o rumor de que alguém está trabalhando em um grande problema pode desencadear um esforço massivo de IA para resolver a questão antes que a pesquisa original esteja concluída.
Segundo Tao, os incentivos podem fazer pesquisadores deixarem de compartilhar ideias promissoras com a comunidade científica, prejudicando uma tradição de séculos de ciência aberta.
A prova da OpenAI ainda aguarda revisão formal por pares. O Clay Mathematics Institute também não confirmou nem rejeitou oficialmente a solução apresentada pela empresa.
Um estudo liderado por um pesquisador da Unesp descobriu que determinadas interações gravitacionais podem ajudar a estabilizar as órbitas de alguns asteroides e reduzir o risco de encontros próximos com planetas. O trabalho recebeu o prêmio CELMEC IX Prize, concedido pela Sociedade Italiana de Mecânica Celeste e Astrodinâmica.
A pesquisa foi conduzida por Valerio Carruba, da Faculdade de Engenharia e Ciências (FEG) da Unesp, câmpus de Guaratinguetá (SP), e investigou os chamados asteroides co-orbitais, corpos que compartilham uma relação orbital com planetas.
Embora esses asteroides não percorram exatamente a mesma trajetória dos planetas, eles levam aproximadamente o mesmo tempo para completar uma volta ao redor do Sol. Isso acontece devido a uma ressonância gravitacional conhecida como ressonância de movimento médio 1:1.
O estudo analisou como essa ressonância pode interagir com outro fenômeno, o mecanismo von Zeipel–Lidov–Kozai (ZLK). As simulações indicaram que, em determinadas configurações, essa combinação pode contribuir para manter os asteroides afastados dos planetas e, consequentemente, reduzir a ocorrência de encontros próximos.
O trabalho, intitulado “Co-orbital asteroids of terrestrial planets affected by the von Zeipel–Lidov–Kozai mechanism”, foi publicado na revista científica Celestial Mechanics and Dynamical Astronomy.
Como funciona a “dança” dos asteroides
Os pesquisadores analisaram co-orbitais de Vênus, Terra e Marte. A ressonância 1:1 faz com que o movimento médio do asteroide permaneça sincronizado com o do planeta, enquanto o mecanismo ZLK provoca oscilações na excentricidade e na inclinação da órbita;
A excentricidade indica o quanto a trajetória se afasta de um círculo perfeito. Já a inclinação representa o quanto o plano orbital está inclinado em relação a um plano de referência;
No mecanismo ZLK, essas duas características oscilam de maneira relacionada. Quando a excentricidade aumenta, a inclinação tende a diminuir, e vice-versa.
O fenômeno também pode fazer com que um parâmetro chamado argumento do periélio deixe de circular continuamente entre 0° e 360° e passe a oscilar em torno de determinados ângulos. Essa chamada libração restringe a geometria da órbita e, em determinadas situações, pode impedir que o asteroide se aproxime demais de um planeta.
Nas simulações, os pesquisadores consideraram as perturbações provocadas por todos os planetas do Sistema Solar e pela Lua. A análise foi estendida para períodos da ordem de 100 mil anos para investigar o possível efeito estabilizador do mecanismo.
Entre os co-orbitais da Terra identificados em estados ZLK robustos, com libração em torno de 0° e 180°, não foram observados encontros próximos com o planeta durante a análise. Em uma amostra de co-orbitais que não apresentavam essa ressonância, por outro lado, esses encontros foram registrados.
Explicação gráfica do tema – Imagem: Jornal da Unesp
O estudo também destaca as dificuldades para observar esses objetos. Os planetas rochosos possuem massas menores que gigantes, como Júpiter e Netuno, e, por isso, suas regiões de estabilidade associadas à ressonância 1:1 são mais estreitas.
Além disso, alguns co-orbitais de planetas rochosos são difíceis de observar porque ficam próximos à direção do Sol no céu. No caso de Vênus, por exemplo, os asteroides podem ser observados, em média, durante apenas duas semanas a cada seis anos.
Atualmente, são conhecidos 21 co-orbitais de Vênus, 54 da Terra — além de outros 15 temporários — e 48 de Marte. Nenhum co-orbital de Mercúrio é conhecido.
Um dos objetos analisados é o asteroide 2025 TV10, identificado pelo grupo como um novo co-orbital de Vênus. Segundo Carruba, o objeto não está em um estado ZLK robusto e possui uma órbita próxima de uma região de distância mínima de intersecção orbital com a Terra, o que favorece possíveis aproximações ao longo de milhares de anos.
Apesar disso, o pesquisador afirma que o asteroide é muito pequeno e que, em caso de colisão, provavelmente seria destruído ao entrar na atmosfera.
Em Marte, a pesquisa identificou apenas um objeto em um estado ZLK robusto: o 2017 XG62. Em determinadas condições, a influência do mecanismo pode aumentar a instabilidade orbital de outros co-orbitais marcianos, mas esse objeto permanece em uma configuração que o protege de encontros próximos com outros planetas rochosos.
Pesquisa brasileira recebe reconhecimento internacional
O trabalho foi escolhido para receber o CELMEC IX Prize, que reconhece artigos originais publicados nas coleções especiais da revista Celestial Mechanics and Dynamical Astronomy. Além da pesquisa de Carruba, outras duas foram selecionadas.
Os três trabalhos premiados serão apresentados durante o nono Encontro Internacional de Mecânica Celeste (CELMEC IX), marcado para ocorrer entre 14 e 18 de setembro, em San Martino al Cimino (Itália).
O grupo MASB (Machine Learning Applied to Small Bodies), coordenado por Carruba, já havia recebido um prêmio CELMEC em 2023.
O artigo reúne pesquisadores da Unesp, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e da Universidade de Atacama (Chile).
“Essencialmente, esse é um reconhecimento internacional do trabalho pela comunidade científica. É importante por destacar que a pesquisa que fazemos no Brasil alcança projeção internacional”, afirmou Carruba.
A Xiaomi consolidou sua reputação no mercado brasileiro entregando smartphones com ótimo conjunto de hardware a preços acessíveis. Se você está de olho em um novo celular, separamos três opções da marca que estão em oferta agora mesmo na Amazon — modelos das linhas Redmi e Redmi Note, com configurações robustas para o dia a dia.
Xiaomi Redmi 15C — Midnight Black, 8GB RAM e 256GB
O Redmi 15C chega com 8 GB de RAM e 256 GB de armazenamento interno, combinação que garante multitarefas sem travamentos e espaço de sobra para fotos, apps e arquivos. O acabamento Midnight Black dá um visual sóbrio e elegante ao aparelho, que integra a linha de entrada reforçada da Xiaomi — voltada a quem quer desempenho confiável sem abrir mão do bolso.
O Redmi Note 15 trouxe um salto considerável em relação às gerações anteriores da linha, apostando em tela ampla, câmera caprichada e processador com fôlego para jogos e produtividade. Esta versão azul conta com 8 GB de RAM e 256 GB de ROM, deixando o aparelho bem equipado tanto para uso intenso quanto para quem quer um smartphone que dure anos sem reclamar.
Para quem prefere um visual mais clássico, o Redmi Note 15 na cor preta entrega exatamente o mesmo conjunto de hardware do modelo azul: 8 GB de RAM, 256 GB de armazenamento e toda a potência da linha Note. É uma boa pedida para uso profissional ou para quem simplesmente gosta de um design discreto e atemporal no dia a dia.
Ofertas como essas costumam mudar rápido na Amazon, então vale acessar os links agora mesmo para garantir as condições atuais. Confira cada modelo, compare as opções e escolha o Xiaomi que melhor encaixa no seu bolso e na sua rotina.
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Os eventos de El Niño ficaram quase 40% mais intensos nos últimos 40 anos, aponta um estudo da Universidade de Michigan. A conclusão veio da análise de corais das Ilhas Galápagos, que guardam registros das temperaturas do oceano de até mil anos atrás.
Publicado na revista Science, o trabalho indica que os El Niños recentes foram mais fortes do que qualquer outro registrado antes de aproximadamente 1850. Os pesquisadores também encontraram uma relação entre a intensidade do fenômeno e o aumento da temperatura global.
As camadas dos corais funcionam como um arquivo natural das temperaturas do oceano ao longo do tempo. – Imagem: pkphotoscom/iStock
Corais funcionam como arquivo climático
Para chegar ao resultado, a equipe analisou amostras de 13 corais das Galápagos, incluindo colônias vivas e fragmentos antigos. Conforme crescem, esses organismos formam camadas de carbonato de cálcio. Cada uma delas preserva informações sobre as condições da água naquele período.
Os cientistas examinaram a proporção de estrôncio e cálcio presente no esqueleto dos corais e também determinados isótopos de oxigênio. As duas análises permitem estimar a temperatura da água.
O resultado chamou atenção pela regularidade. Os registros anteriores aos últimos 40 ou 50 anos mostravam El Niños de intensidade relativamente menor. Já os eventos mais recentes se destacaram de forma consistente.
Não vemos um período no passado em que os El Niños tenham sido tão fortes quanto hoje.
Julia Cole, professora e chefe do Departamento de Ciências da Terra e Ambientais da Universidade de Michigan e autora principal do estudo, em nota.
O que acontece durante um El Niño?
O fenômeno surge quando as águas do Pacífico tropical ficam mais quentes que o normal. Em condições habituais, os ventos alísios deslocam a água quente da América do Sul para a região da Austrália.
Quando esses ventos perdem força, parte dessa água retorna para o leste, em direção à América do Sul. A circulação da atmosfera também muda, alterando a distribuição das chuvas.
Apesar de começar no Pacífico, o El Niño pode interferir no clima de diferentes regiões do mundo. Entre as consequências estão:
Secas;
Enchentes;
Incêndios florestais;
Perdas agrícolas e insegurança alimentar;
Danos a casas, estradas e ferrovias.
Os El Niños recentes foram mais fortes do que os registrados nos mil anos anteriores a aproximadamente 1850. – Imagem: coffeekai – iStock
Aquecimento global entra na equação
A equipe também recorreu a modelos climáticos para testar se fatores naturais poderiam explicar a mudança. As simulações consideraram registros de erupções vulcânicas e variações na atividade solar ao longo de mil anos.
Nenhuma dessas variáveis produziu uma alteração de intensidade semelhante à observada nos El Niños recentes.
Para Cole, isso reforça a hipótese de que o aquecimento global esteja contribuindo para tornar o fenômeno mais intenso.
“O El Niño é uma grande fonte de extremos climáticos e, se estiver ficando mais forte, os impactos também estarão”, disse a pesquisadora.
O atual El Niño acontece em um planeta que já está mais quente por causa do aumento dos gases de efeito estufa. A combinação pode elevar ainda mais as temperaturas e ampliar os efeitos sobre a população, a infraestrutura e os ecossistemas.
Para os pesquisadores, o resultado é mais um sinal da necessidade de conter o aquecimento global e reduzir a dependência de combustíveis fósseis.
A Motorola segue firme como uma das marcas mais populares no Brasil, e não é à toa: a linha Moto G reúne modelos que entregam boa performance, câmeras capazes e autonomia de bateria em diferentes faixas. Separamos três opções da linha que estão disponíveis na Amazon e valem a atenção de quem quer renovar o celular sem abrir mão de qualidade.
Motorola Moto g06 – 128GB, 12GB de RAM e Câmera 50MP com IA
O Moto g06 chega com tela generosa de 6,9 polegadas e bateria de 5200 mAh, ideal para quem passa o dia inteiro conectado. A câmera de 50MP conta com inteligência artificial para melhorar os registros automaticamente, e o sistema de memória combina 4GB de RAM física com mais 8GB de RAM Boost para manter o desempenho fluido. O armazenamento interno de 128GB garante espaço de sobra para apps, fotos e vídeos.
Motorola Moto g35 5G – 128GB, 12GB de RAM, NFC e Tela com Superbrilho
Quem quer dar o salto para o 5G sem gastar muito encontra no Moto g35 uma opção bem equilibrada. A tela de 6,7 polegadas com tecnologia Superbrilho facilita a leitura em ambientes externos, enquanto o NFC abre caminho para pagamentos por aproximação. A câmera de 50MP com IA e o conjunto de 4GB de RAM com 8GB de RAM Boost tornam o uso cotidiano ágil e sem travamentos. Disponível na cor verde.
Motorola Moto g56 5G – 256GB, 24GB de RAM, Câmera Sony Lytia 600 e Resistência IP68 + IP69
O Moto g56 5G é o mais robusto da seleção, com certificação militar de resistência e proteção IP68 + IP69 — ou seja, aguentou testes de imersão e jatos d’água de alta pressão. O sensor de câmera Sony Lytia 600 de 50MP representa um salto qualitativo nas fotos, especialmente em situações de baixa iluminação. Com 256GB de armazenamento e combinação de 8GB de RAM física com 16GB de RAM Boost, ele está preparado para tarefas exigentes e conectividade 5G.
Os estoques na Amazon podem variar bastante, então se algum desses modelos chamou atenção, vale conferir a disponibilidade agora mesmo. Clique no botão do produto que mais combina com o seu perfil e aproveite.
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Se você está de olho em um novo iPhone, a Amazon reúne agora uma seleção com três modelos que valem a atenção — do compacto e acessível iPhone 16e ao mais recente iPhone 17e. Confira as opções e escolha o que melhor se encaixa no seu perfil.
Apple iPhone 16e de 128 GB — Preto
O iPhone 16e trouxe o chip A16 Bionic para um segmento mais acessível da linha Apple, com 128 GB de armazenamento, câmera traseira de 48 MP com suporte a recursos de inteligência artificial e design compacto no acabamento Preto. Uma entrada sólida no ecossistema Apple para quem busca desempenho sem abrir mão do preço mais em conta.
O iPhone 15 chegou com chip A16 Bionic, câmera principal de 48 MP com zoom óptico 2x e a nova ilha dinâmica herdada da linha Pro. A versão azul de 128 GB combina um visual elegante com recursos que ainda entregam muita competitividade, especialmente para quem quer a experiência Apple sem precisar do modelo mais recente.
O iPhone 17e é o lançamento mais recente desta seleção, chegando em 2026 com 256 GB de armazenamento, chip de nova geração e recursos aprimorados de câmera e Apple Intelligence. Para quem quer o que há de mais atual na linha intermediária da Apple, este é o modelo a considerar.
As ofertas podem mudar a qualquer momento — estoques nessa faixa costumam girar rápido. Se algum desses modelos chamou sua atenção, vale acessar o link agora e garantir o seu antes que as condições se alterem.
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A Coreia do Sul pretende oferecer acesso gratuito a serviços de inteligência artificial generativa para toda a população. Segundo o The Wall Street Journal, o programa “AI for All” quer ampliar o uso da tecnologia e diminuir a dependência de ferramentas dos Estados Unidos e da China.
Os testes começam em setembro, e o lançamento completo está previsto para este ano. Três consórcios sul-coreanos vão fornecer os serviços, com suporte do governo em infraestrutura computacional e despesas de operação.
Chatbots apoiados pelo governo poderão ajudar cidadãos com consultas médicas, moradia e orientações sobre impostos. – Imagem: TierneyMJ/Shutterstock
IA para tarefas do cotidiano
A ideia é colocar os chatbots dentro de situações práticas. As ferramentas poderão se conectar a sistemas governamentais para ajudar moradores a marcar consultas médicas, procurar apartamentos e receber orientações sobre impostos.
Pequenas empresas também poderão recorrer à IA para calcular tributos e verificar se podem participar de programas de apoio do governo. Para os pais, haverá sugestões de conteúdos educacionais destinados aos filhos.
O acesso será ilimitado nos serviços apoiados pelo governo. Cada consórcio lançará seu próprio aplicativo, mas as ferramentas também serão integradas a plataformas que os sul-coreanos já usam.
Entre os participantes estão as duas maiores empresas de telecomunicações do país e a operadora do Kakao.
A relação da Coreia do Sul com a tecnologia
A iniciativa encontra terreno fértil. O MIT Technology Review descreve os sul-coreanos como entusiastas de novas tecnologias e cita desde robôs humanoides e ídolos virtuais até diferentes aplicações de inteligência artificial.
Essa disposição tem raízes na história econômica do país. Depois da Guerra da Coreia, a tecnologia esteve no centro de ciclos sucessivos de desenvolvimento, que passaram por aço, construção naval, semicondutores, banda larga e smartphones.
Hoje, Samsung e SK Hynix fornecem grande parte das memórias de alta largura de banda usadas pelo hardware da Nvidia para treinar modelos de IA.
O presidente Lee Jae-myung também estabeleceu uma meta clara: colocar a Coreia do Sul entre as três maiores potências mundiais de inteligência artificial.
A estratégia sul-coreana busca ampliar o uso de IA e diminuir a dependência de ferramentas desenvolvidas nos Estados Unidos e na China. – Imagem: vittaya pinpan / Shutterstock
Uma estratégia de bilhões
A expansão tem forte respaldo financeiro. O governo reservou cerca de 10 trilhões de won (aproximadamente R$ 37 bilhões) para gastos relacionados à IA em 2026. O montante é três vezes maior que o do ano anterior.
No “AI for All”, os três consórcios poderão receber até 512 chips Nvidia B200. O governo também ajudará nas despesas de operação, embora o custo específico do programa ainda não tenha sido divulgado.
A iniciativa também expõe uma contradição. O MIT Technology Review relata que, embora a população use IA intensamente, existe preocupação com a possibilidade de a tecnologia eliminar empregos. Sindicatos chegaram a reagir à adoção de robôs humanoides em fábricas.
A Coreia do Sul agora tenta levar essa disposição para uma escala ainda maior: colocar ferramentas de IA à disposição de praticamente todos os cidadãos, enquanto fortalece sua própria indústria e busca reduzir a dependência de modelos estrangeiros.
Se você está pensando em renovar o celular, a Samsung tem opções interessantes em promoção na Amazon agora. Reunimos três modelos da linha Galaxy — do custo-benefício ao intermediário robusto — para ajudar você a escolher o que melhor se encaixa no seu uso. Confira.
Samsung Galaxy A17 — 256GB, 8GB de RAM
A versão mais completa do Galaxy A17 traz 256 GB de armazenamento e 8 GB de RAM, o que garante mais espaço para fotos, apps e multitarefas sem travamentos. A câmera principal de 50 MP entrega boas fotos no dia a dia, a tela de 6,7 polegadas oferece uma área generosa para consumir conteúdo, e o certificado IP54 protege contra respingos e poeira — uma segurança a mais para o uso cotidiano.
Para quem não precisa de tanta memória e quer uma entrada mais acessível na linha A17, esta versão com 128 GB e 4 GB de RAM mantém os mesmos pontos fortes: câmera de 50 MP, tela ampla de 6,7 polegadas e resistência a respingos com certificação IP54. Uma boa pedida para uso moderado no cotidiano.
Samsung Galaxy A57 5G — 128GB, 8GB de RAM, câmera tripla com OIS
O Galaxy A57 5G sobe o nível com um conjunto de câmeras mais sofisticado: tripla traseira com sensor principal de 50 MP e estabilização óptica de imagem (OIS), selfie de 12 MP e gravação em HDR — ótimo para quem gosta de registrar momentos com mais qualidade. A tela Super AMOLED de 6,7 polegadas é vívida e responsiva, e o chip 5G garante conectividade rápida. O IP68 oferece resistência à imersão em água, e o aparelho ainda conta com NFC, recursos de inteligência artificial e suporte a até seis atualizações do Android — um diferencial importante para quem quer manter o celular seguro por mais tempo.
Ofertas assim costumam ter estoque limitado e as condições podem mudar a qualquer momento. Se algum dos modelos chamou sua atenção, vale acessar o link agora para conferir a disponibilidade e garantir o seu antes que acabe.
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Transformar qualquer televisor em uma smart TV nunca foi tão acessível. Reunimos três opções de dispositivos de streaming disponíveis na Amazon para quem quer acesso facilitado a Netflix, Prime Video, Disney+ e muito mais — com controle remoto por voz e tecnologias modernas de imagem e som. Confira as ofertas!
Amazon Fire TV Stick HD — o modelo mais recente
O Fire TV Stick HD mais recente da Amazon chegou com uma novidade prática: ele é alimentado diretamente pela TV, sem precisar de tomada separada. O controle remoto com Alexa permite buscar conteúdos por voz em diferentes aplicativos, e o dispositivo já inclui acesso antecipado à Alexa+, a versão aprimorada do assistente da Amazon. A configuração é simples e rápida, ideal para quem quer começar a usar sem complicação.
Fire TV Stick 4K com Dolby Vision, Dolby Atmos e Wi-Fi 6
Para quem tem uma TV 4K e quer aproveitar ao máximo a qualidade de imagem e som, o Fire TV Stick 4K é a pedida certa. Ele trouxe suporte a Dolby Vision para imagens com cores e contraste aprimorados, além de Dolby Atmos para áudio imersivo. O suporte a Wi-Fi 6 garante conexões mais estáveis e rápidas, reduzindo travamentos durante o streaming. Assim como o modelo HD, conta com Alexa+ e controle remoto por voz.
Roku Streaming Stick HD 2025 — compatível com Alexa, Siri e Google
O Roku Streaming Stick HD lançado em 2025 se destacou pela versatilidade no controle por voz: o controle remoto é compatível com Alexa, Siri e Google Assistente, funcionando com praticamente qualquer ecossistema que o usuário já tenha em casa. Indicado para TVs HD e Full HD, ele oferece acesso a dezenas de plataformas de streaming em uma interface limpa e organizada, sem assinatura obrigatória para usar o sistema.
Independentemente do modelo escolhido, qualquer um desses dispositivos é uma boa forma de modernizar a TV sem precisar trocar o aparelho. As promoções podem mudar a qualquer momento, então vale conferir os links agora e garantir o seu antes que os estoques acabem ou os preços subam.
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A Justiça dos Estados Unidos decidiu que o governo Trump agiu ilegalmente ao classificar a Anthropic como risco à cadeia de fornecimento e barrar negócios da empresa com o governo. A juíza federal Rita Lin entendeu que houve retaliação por manifestações protegidas pela Primeira Emenda.
O conflito começou depois que a Anthropic impôs limites ao uso militar de sua inteligência artificial. Segundo o The New York Times, a decisão encerra a primeira de duas ações judiciais apresentadas pela empresa contra o governo.
Um contrato de US$ 200 milhões com o Pentágono esteve no centro da disputa entre Anthropic e governo Trump. – Imagem: Chip Somodevilla e Stockinq – Shutterstock
Contrato de US$ 200 milhões está no centro da disputa
A briga ganhou força no início do ano, quando Anthropic e governo não chegaram a um acordo sobre um contrato de US$ 200 milhões (cerca de R$ 1,03 bilhão) para fornecer tecnologia de IA ao Pentágono em sistemas classificados.
A empresa queria impedir dois usos específicos: vigilância em massa de americanos e armas autônomas capazes de matar alvos sem supervisão humana.
O Pentágono discordou. Para o governo, uma empresa privada não poderia estabelecer políticas para os Estados Unidos. O secretário de Defesa, Pete Hegseth, acabou classificando a Anthropic como um risco à cadeia de fornecimento.
Essa categoria havia sido utilizada contra empresas estrangeiras consideradas ameaças à segurança nacional. Com a classificação, fornecedores e contratados das Forças Armadas ficaram impedidos de fazer negócios com a Anthropic.
Governo não convenceu a juíza
A Anthropic levou o caso à Justiça e alegou que a classificação não se aplicava à companhia. Também afirmou que a medida tinha motivação ideológica e violava seus direitos constitucionais.
Na decisão de 59 páginas, Rita Lin concluiu que o governo retaliou a empresa por atividades protegidas pela Constituição.
“O uso vazio da segurança nacional não é um cheque em branco para punir e retaliar críticos do governo”, escreveu a juíza.
Outro argumento analisado envolvia a possibilidade de a Anthropic desativar ou alterar seus modelos durante uma guerra. Lin já havia questionado a existência de evidências para essa hipótese. De acordo com o The New York Times, o governo recuou de várias de suas principais alegações sobre o assunto.
Para a juíza, a decisão de barrar a empresa tinha como objetivo transformá-la em um exemplo público por sua postura crítica.
A vitória da Anthropic não encerra a disputa: uma segunda ação judicial contra o governo Trump continua em andamento. – Imagem: PhotoGranary02/Shutterstock
Disputa ainda continua
A Anthropic apresentou duas ações em 9 de março. A primeira, na Califórnia, resultou na decisão de Lin. A segunda tramita no Tribunal de Apelações dos EUA para o Circuito do Distrito de Columbia.
O episódio também teve um novo capítulo envolvendo o modelo de IA Mythos. Em junho, o governo pediu que a Anthropic restringisse o acesso de clientes ao sistema por razões de segurança nacional. Após duas semanas de negociações, a empresa pôde restaurar o acesso à maioria dos clientes, com algumas salvaguardas.
“Saudamos a decisão do tribunal de que essa classificação de risco à cadeia de fornecimento foi ilegal”, afirmou a Anthropic.
A decisão é uma vitória para a empresa, mas não encerra a disputa. O governo Trump ainda pode recorrer, enquanto o segundo processo continua em andamento.
Se você está pensando em renovar a TV da sala ou montar um setup mais imersivo, este é um bom momento para dar uma olhada nas ofertas de televisores QLED e NEO QLED disponíveis na Amazon. Reunimos três opções com tecnologias de ponta — de telas com resolução 4K a painéis com 144Hz — para diferentes perfis e necessidades. Confira.
Samsung Vision AI TV 43″ NEO QLED ULTRA 4K QN90F
Lançada em 2025, a QN90F trouxe o painel NEO QLED com resolução Ultra 4K e recursos de inteligência artificial embarcados na plataforma Vision AI da Samsung. A TV conta com controle de brilho por mini LEDs, o que garante pretos mais profundos e contrastes precisos. Ideal para quem quer qualidade de imagem cinematográfica em 43 polegadas.
A Q5F, modelo lançado em 2025, apresentou uma proposta mais acessível dentro da linha QLED da Samsung sem abrir mão de recursos interessantes. A TV veio com suporte ao Xbox Cloud Gaming integrado, canais gratuitos por streaming, HDR e Som em Movimento Virtual — que simula áudio direcional sem necessidade de caixas externas. Uma boa escolha para quem busca custo-benefício em 43 polegadas.
A TCL C6K é uma das apostas mais robustas da marca no segmento de TVs grandes. Com 65 polegadas, painel QLED com retroiluminação Mini LED, taxa de atualização de 144Hz e suporte a HDR10+, ela atende bem tanto para maratonar séries quanto para jogar. O Google TV está presente como sistema operacional, com acesso a apps, comandos por voz e integração com dispositivos da casa inteligente. A conectividade inclui WiFi, Bluetooth e 4 entradas HDMI.
As ofertas em TVs costumam mudar com frequência, e os estoques dessas configurações são limitados. Se algum dos modelos chamou atenção, vale acessar o link e verificar a disponibilidade agora mesmo antes que as condições mudem.
Aviso: este artigo contém um ou mais links gerados a partir de um programa de afiliados. O valor não muda para você e o Olhar Digital poderá receber uma comissão. Nenhuma empresa participou da escolha para os links e não existiu aprovação prévia deste conteúdo, que segue independente como sempre foi.
Quando as águas do Oceano Pacífico tropical ficam mais quentes do que o normal, esse aquecimento altera a circulação da atmosfera e transforma o clima em todo o planeta. O fenômeno, conhecido como El Niño, influencia os padrões de chuva e temperatura, provocando desde secas severas até ondas de calor e tempestades extremas.
A Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA) confirmou o início do atual ciclo em junho, apontando uma probabilidade de 96% de que o evento alcance intensidade forte ou muito forte entre setembro e novembro. Caso esse aquecimento atinja níveis excepcionais, podemos enfrentar o chamado “Super El Niño”.
Mapa da NOAA mostra anomalias da temperatura da superfície do mar entre maio e junho de 2026. As áreas em vermelho indicam águas mais quentes que a média, sinalizando o desenvolvimento e fortalecimento do El Niño no Pacífico Equatorial. – Crédito: NOAA/PSL
Historicamente, episódios de força tão devastadora eram raros, ocorrendo em intervalos de 20 a 30 anos – como os registrados em 1997/1998 e 2015/2016. No entanto, com o avanço do aquecimento global e oceanos cada vez mais quentes, cientistas investigam se esses eventos extremos podem se tornar mais frequentes e severos.
Ana Cristina Palmeira, especialista em interação oceano-atmosfera e meteorologia marítima, é a convidada desta sexta-feira (28) do Programa Olhar Espacial. – Crédito: Arquivo pessoal
Para analisar o cenário e explicar o que nos espera nos próximos meses, o Programa Olhar Espacial desta sexta-feira (28) recebe a meteorologista Ana Cristina Palmeira. Doutora em Ciências pela Universidade de São Paulo (USP) e professora adjunta da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), ela é especialista em interação oceano-atmosfera e meteorologia marítima. A pesquisadora acumula experiência em projetos com a Petrobras, passagem pela Marinha do Brasil – incluindo participação na Operação Antártica XXXI (OPERANTAR XXXI) – e atua como conselheira no Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio de Janeiro (CREA-RJ), integrando a Câmara de Agronomia (CEAGRO) e a Comissão de Educação e Atribuição Profissional (CEAP).
Apresentado por Marcelo Zurita, presidente da Associação Paraibana de Astronomia – APA; membro da SAB – Sociedade Astronômica Brasileira; diretor técnico da Bramon e coordenador nacional do Asteroid Day Brasil, o programa é transmitido ao vivo, todas as sextas-feiras, às 21h (horário de Brasília), pelos canais oficiais do veículo no YouTube, Facebook, Instagram, X (antigo Twitter), LinkedIn e TikTok.
Veja os destaques do Olhar Digital News desta quinta-feira (13/08).
DeepSeek lança V4 Pro e muda estratégia para dominar o mercado de IA
A DeepSeek lançou oficialmente nesta quinta-feira o V4 Pro, seu novo modelo de IA. Segundo a empresa chinesa, a ferramenta conta com recursos aprimorados para agentes de inteligência artificial e pode ser usado por API, aplicativo e web. Essa é a mais nova aposta da companhia para se manter na corrida da IA.
Instagram muda logo pela 1ª vez em 10 anos
O Instagram anunciou uma renovação de sua identidade visual nesta quinta-feira. Essa é a primeira grande atualização da identidade visual da plataforma em dez anos. A última transformação havia ocorrido em 2016, quando o aplicativo abandonou o visual retrô e adotou a identidade que ficou conhecida mundialmente.
Fim de uma era? Eclipses solares totais não vão mais acontecer no futuro
Nesta quarta-feira, um eclipse solar total foi observado em partes do Ártico, Groenlândia, Islândia, Espanha e Portugal, enquanto outras regiões da Europa, África e América do Norte enxergam apenas a versão parcial desse incrível fenômeno. Mas no futuro, a Terra vai perder esses espetáculos.
Virgin Galactic identifica problemas em nave e adia retomada dos voos espaciais
A Virgin Galactic adiou para 2027 o primeiro voo comercial de sua nova nave da classe Delta. O lançamento estava previsto para o quarto trimestre deste ano, mas problemas encontrados durante a montagem do veículo mudaram os planos da empresa de voos espaciais.
Quinta-feira é dia da coluna Seu Direito Digital no Olhar Digital News. O consultor de privacidade e segurança Leandro Alvarenga repercute os principais assuntos jurídicos no setor de tecnologia e tira as dúvidas dos nossos leitores.
A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) completa oito anos nesta sexta-feira (14). Mas qual a importância dessa legislação e como ela avançou durante esse período? Confira a análise do nosso colunista.
A Apple enviou, nesta quinta-feira (13), uma nova rodada de notificações para usuários de 110 países que podem ter sido alvo de ataques com spyware, segundo informações obtidas pelo TechCrunch. A empresa afirma que já notificou clientes em mais de 150 países desde que começou a emitir esse tipo de alerta.
As notificações são destinadas a pessoas que a Apple suspeita de terem sido alvo de softwares espiões capazes de comprometer iPhones, iPads e Macs. Esse tipo de spyware é normalmente associado a operações de vigilância direcionada, incluindo ferramentas utilizadas por governos.
A empresa passou a enviar os avisos diretamente para a tela bloqueada do iPhone, facilitando o acesso às informações sobre o possível ataque e às medidas recomendadas para proteger o dispositivo.
A mensagem exibida pelo sistema diz: “A Apple detectou um ataque de spyware mercenário direcionado ao seu iPhone. Há medidas que você pode tomar agora para proteger seus dados e seu dispositivo.”
Além da notificação na tela, a Apple também envia alertas por e-mail e os apresenta quando o usuário entra em sua conta.
Receber o alerta não significa que o celular foi invadido
Um ponto importante é que a notificação não significa necessariamente que o aparelho tenha sido comprometido com sucesso:
A Apple identifica sinais que indicam que determinado usuário pode ter sido alvo de uma campanha de spyware. Mesmo que a invasão não tenha sido concluída, a empresa recomenda que a pessoa trate o aviso com seriedade e tome medidas imediatas para proteger seus dados;
Entre as recomendações está a ativação do Modo de Bloqueio (Lockdown Mode), recurso de segurança da Apple criado especificamente para dificultar ataques sofisticados e direcionados;
Segundo a companhia, até o momento, ela não registrou um caso em que um dispositivo tenha sido invadido enquanto o Modo de Bloqueio estava ativado;
A notificação também direciona o usuário para orientações sobre como procurar ajuda e proteger seus dispositivos.
Mesmo que a invasão não tenha sido concluída, a Apple recomenda que a pessoa trate o aviso com seriedade e tome medidas imediatas para proteger seus dados – Imagem: Samuel Boivin/Shutterstock
Por que a Apple envia esses avisos?
Ataques com spyware são considerados relativamente raros, mas a tecnologia de vigilância se tornou mais disseminada nos últimos anos.
Ferramentas desse tipo podem ser utilizadas para monitorar pessoas específicas sem que elas percebam e já foram associadas a operações contra jornalistas, ativistas, integrantes da sociedade civil e críticos de governos.
O pesquisador sênior John Scott-Railton, do grupo de pesquisa digital Citizen Lab, foi um dos primeiros a destacar a nova rodada de notificações da Apple. Em entrevista ao TechCrunch, ele classificou a mudança como uma “grande melhoria” na maneira como a companhia alerta possíveis vítimas.
Segundo Scott-Railton, os novos avisos facilitam que pessoas potencialmente atacadas procurem ajuda e adotem medidas para proteger seus dispositivos.
Os alertas da Apple existem desde 2021, mas a empresa vem aprimorando a maneira de comunicar os possíveis alvos.
Apple amplia alcance dos alertas
A nova rodada de notificações mostra também a dimensão global dos ataques com spyware direcionado. A Apple afirma que já enviou alertas para usuários em mais de 150 países desde o início do programa. Somente nesta quinta-feira (13), foram notificadas pessoas em 110 países.
Os ataques costumam envolver ferramentas sofisticadas de espionagem capazes de explorar vulnerabilidades em dispositivos e sistemas operacionais. Em muitos casos, o objetivo é atingir indivíduos específicos, e não realizar uma campanha indiscriminada contra milhões de aparelhos.
Um dos casos que ajudaram a chamar atenção para esse tipo de ameaça envolveu o uso de spyware contra opositores políticos na Polônia, episódio que também foi acompanhado por pesquisadores do Citizen Lab.
Para usuários que recebem uma notificação da Apple, a principal recomendação é não ignorar o aviso. Mesmo que não seja possível confirmar que o aparelho foi efetivamente invadido, a identificação de uma possível tentativa de ataque indica que o usuário pode estar diante de uma ameaça mais sofisticada do que um golpe digital comum.
Além de ativar o Modo de Bloqueio, a Apple orienta os usuários a seguir as recomendações apresentadas na própria notificação e procurar assistência especializada quando necessário.
A OpenAI, empresa responsável pelo ChatGPT, atingiu receita anualizada superior a US$ 40 bilhões (cerca de R$ 207,7 bilhões), segundo informações divulgadas pela Bloomberg nesta quinta-feira (13). O valor representa aproximadamente o dobro do ritmo de receita registrado pela companhia no fim de 2025.
O chamado run rate é uma estimativa que projeta para um período de 12 meses o ritmo atual de geração de receita da empresa. Portanto, o número não significa que a OpenAI já tenha efetivamente faturado US$ 40 bilhões no ano.
A aceleração ocorre enquanto a companhia amplia seus negócios de inteligência artificial (IA) e se prepara para uma possível abertura de capital.
Assinaturas e produtos de IA impulsionam receita
O crescimento da OpenAI estaria sendo sustentado principalmente pela forte demanda por serviços de assinatura, além de iniciativas de publicidade ainda em estágio inicial e de softwares especializados;
Entre os produtos que vêm contribuindo para o avanço estão o Codex, agente de IA voltado para programação, e aplicações empresariais do ChatGPT Work;
A expansão desses produtos representa uma tentativa da OpenAI de diversificar suas fontes de receita para além das assinaturas tradicionais do ChatGPT;
O avanço também acontece em momento de forte disputa pelo mercado corporativo de IA, especialmente com a Anthropic.
ChatGPT pertence à OpenAI – Imagem: Primakov/Shutterstock
OpenAI enfrenta concorrência da Anthropic
A rival Anthropic também vem registrando forte crescimento na adoção de suas ferramentas por empresas e teria alcançado run rate de US$ 47 bilhões (aproximadamente R$ 244,1 bilhões) em maio, segundo dados citados pela Bloomberg.
A comparação direta entre as duas empresas, porém, exige cautela. Como são companhias privadas, suas metodologias para calcular e divulgar receitas anualizadas podem ser diferentes.
Ainda assim, os números mostram a intensidade da disputa pelo mercado de IA corporativa, no qual empresas de tecnologia buscam conquistar contratos de grande porte para utilização de seus modelos e ferramentas.
Possível IPO aumenta importância da receita
O avanço da receita ocorre enquanto a OpenAI se aproxima de uma possível oferta pública inicial (IPO, na sigla em inglês). Nesse contexto, a capacidade de transformar a enorme popularidade do ChatGPT em receitas recorrentes é um dos principais indicadores para investidores interessados em avaliar o negócio.
O crescimento também mostra a expansão do mercado de produtos especializados de IA. Além dos chatbots destinados ao público geral, empresas, como a OpenAI, passaram a desenvolver ferramentas específicas para programação, produtividade e outras atividades profissionais.
Com a receita anualizada agora acima de US$ 40 bilhões, a OpenAI amplia sua escala comercial enquanto enfrenta uma competição cada vez mais acirrada por clientes corporativos e participação no mercado global de IA.
O sorteio do concurso3044 da Mega-Sena acontece na noite desta quinta-feira (13), às 21h. O prêmio desta loteria está estimado em R$ 3 milhões.
Os números sorteados da Mega-Sena 3044: 04 – 15 – 17 – 40 – 55 – 58.
Você ganhou na Mega? Confira abaixo como resgatar seu prêmio!
Resultado da Mega-Sena 3044
Confira os números sorteados da Mega-Sena de hoje e descubra se o prêmio milionário acumulou ou se teve ganhadores. Em seguida, explore os últimos resultados e as informações sobre o próximo sorteio.
A Mega-Sena de hoje acumulou?
A Mega-Sena de hoje acumulou. A estimativa de prêmio do próximo concurso da Mega-Sena é de R$ 38 milhões.
Teve ganhador na Mega-Sena hoje?
Nenhuma aposta acertou as seis dezenas. 16 apostas acertaram cinco números e ganharam R$ 61.152,83. 1.252 apostas acertaram quatro dezenas e levarão R$ 1.288,19.
Qual é o último resultado da Mega-Sena?
O resultado da Mega-Sena 3043 desta terça-feira (11) é: 10 – 11 – 16 – 37 – 42 – 53.
Quando é o próximo sorteio da Mega-Sena?
O próximo sorteio é o 3045 e ele acontece no domingo, 16 de agosto de 2026.
Ao ganhar na Mega-Sena, o processo de resgate do seu prêmio é simples e se diferencia principalmente pelo valor a ser recebido. Você tem a opção de fazer o resgate em qualquer casa lotérica credenciada ou nas agências da Caixa.
Veja como funciona:
Para prêmios brutos de até R$ 2.428,79: você pode receber seu prêmio em qualquer casa lotérica credenciada ou nas agências da Caixa. Aqui, os ganhadores que apostaram online também podem resgatar o prêmio via transferência ao Mercado Pago.
Para prêmios brutos a partir de R$ 2.428,80: o pagamento é realizado somente nas agências da Caixa. Será necessário apresentar seu comprovante de identidade original com CPF e o recibo de aposta original e premiado.
Para prêmios de R$ 10.000,00 ou mais: esses valores são pagos em até dois dias úteis. O prazo começa a contar a partir da apresentação em uma Agência da Caixa.
Quais os dias de sorteio da Mega-Sena?
Os sorteios da Mega-Sena acontecem três vezes por semana. Eles ocorrem às terças, quintas e domingos.
Qual o horário do sorteio da Mega-Sena?
O sorteio ocorre às 21h nas terças e quintas e às 11h no domingo. Todos no horário de Brasília.
Onde assistir ao sorteio ao vivo da Mega-Sena?
O sorteio é transmitido online pelo perfil da Caixa no YouTube e Facebook.
Como jogar na Mega-Sena?
A aposta simples consiste em marcar 6 números entre os 60 disponíveis.
Até que horas é possível apostar na Mega-Sena?
Nos sorteios de terça e quinta, as apostas poderão ser feitas até as 20h do mesmo dia. Já nos sorteios de domingo, as apostas poderão ser feitas até as 22h do sábado.
Já a venda de bolões nos canais eletrônicos será finalizada 15 minutos antes do início de cada concurso.
Com quantos números se ganha na Mega-Sena?
O apostador leva prêmio em dinheiro se acertar a partir de 4 números (quadra). Ele também ganha com 5 números (quina) ou 6 números (sena) sorteados.
Confira os números sorteados da Lotofácil de hoje e descubra se o prêmio milionário acumulou ou se teve ganhadores. Em seguida, explore os últimos resultados e as informações sobre o próximo sorteio.
A Lotofácil de hoje acumulou?
A Lotofácil de hoje acumulou. A estimativa de prêmio do próximo concurso da Lotofácil é de R$ 5 milhões.
Teve ganhador na Lotofácil hoje?
Nenhuma aposta acertou as 15 dezenas. 145 apostas acertaram 14 números e ganharam R$ 2.361,37. 6.559 apostas acertaram 13 dezenas e levarão R$ 35,00. 87.526 apostas obtiveram 12 acertos e receberão R$ 14,00. Por fim, 491.326 apostas tiveram 11 dezenas sorteadas e foram premiadas com R$ 7,00.
Ao ganhar na Lotofácil, o processo de resgate do seu prêmio é simples e se diferencia principalmente pelo valor a ser recebido. Você tem a opção de fazer o resgate em qualquer casa lotérica credenciada ou nas agências da Caixa.
Veja como funciona:
Para prêmios brutos de até R$ 2.428,79: você pode receber seu prêmio em qualquer casa lotérica credenciada ou nas agências da Caixa. Aqui, os ganhadores que apostaram online também podem resgatar o prêmio via transferência ao Mercado Pago.
Para prêmios brutos a partir de R$ 2.428,80: o pagamento é realizado somente nas agências da Caixa. Será necessário apresentar seu comprovante de identidade original com CPF e o recibo de aposta original e premiado.
Para prêmios de R$ 10.000,00 ou mais: esses valores são pagos em até dois dias úteis. O prazo começa a contar a partir da apresentação em uma agência da Caixa.
Quantos números posso escolher para apostar na Lotofácil?
No volante, seja em papel ou digital, há 25 números disponíveis. A menor aposta possível é escolher 15 números e custa R$ 3,50. Quanto mais números você escolher, maior será sua chance de ganhar.
Qual é a maior aposta que posso fazer na Lotofácil?
A maior aposta é de 20 números. O preço dessa aposta é de R$ 54.264,00.
Como aumentar as chances de ganhar na Lotofácil?
Para aumentar suas chances na Lotofácil, o valor da cota depende da quantidade de dezenas e cotas disponíveis. Você encontra bolão com cota a partir de R$ 6.
O sorteio do concurso7091 da Quina acontece na noite desta quinta-feira (13), às 21h. O prêmio desta loteria está estimado em R$ 4,6 milhões.
Os números sorteados da Quina 7091: 05 – 42 – 53 – 57 – 59.
Resultado da Quina 7091
Confira os números sorteados da Quina de hoje e descubra se o prêmio milionário acumulou ou se teve ganhadores. Em seguida, explore os últimos resultados e as informações sobre o próximo sorteio.
A Quina de hoje acumulou?
A Quina de hoje acumulou. A estimativa de prêmio do próximo concurso da Quina é de R$ 5,7 milhões.
Teve ganhador na Quina hoje?
Nenhuma aposta acertou as cinco dezenas. 41 apostas acertaram quatro números e ganharam R$ 9.476,71. 3.624 apostas acertaram três dezenas e levarão R$ 102,10. 82.303 apostas obtiveram dois acertos e receberão R$ 4,49.
Qual é o último resultado da Quina?
O resultado da Quina 7090 desta quarta-feira (12) é: 05 – 46 – 62 – 72 – 78.
Quando é o próximo sorteio da Quina?
O próximo sorteio é o 7092 e ele acontece na sexta-feira, 14 de agosto de 2026.
Os dez últimos resultados dos sorteios da Quina foram:
Quina 7090 (12/08/2026): 05 – 46 – 62 – 72 – 78
Quina 7089 (11/08/2026): 26 – 33 – 40 – 55 – 69
Quina 7088 (10/08/2026): 16 – 26 – 41 – 42 – 67
Quina 7087 (09/08/2026): 25 – 27 – 51 – 58 – 65
Quina 7086 (07/08/2026): 01 – 22 – 39 – 58 – 61
Quina 7085 (06/08/2026): 08 – 14 – 49 – 58 – 78
Quina 7084 (05/08/2026): 17 – 22 – 36 – 54 – 63
Quina 7083 (04/08/2026): 15 – 26 – 45 – 73 – 77
Quina 7082 (03/08/2026): 17 – 38 – 50 – 63 – 78
Quina 7081 (02/08/2026): 14 – 22 – 28 – 40 – 45
Como resgatar o prêmio da Quina
Ao ganhar na Quina, o processo de resgate do seu prêmio é simples e se diferencia principalmente pelo valor a ser recebido. Você tem a opção de fazer o resgate em qualquer casa lotérica credenciada ou nas agências da Caixa.
Veja como funciona:
Para prêmios brutos de até R$ 2.428,79: você pode receber seu prêmio em qualquer casa lotérica credenciada ou nas agências da Caixa. Aqui, os ganhadores que apostaram online também podem resgatar o prêmio via transferência ao Mercado Pago.
Para prêmios brutos a partir de R$ 2.428,80: o pagamento é realizado somente nas agências da Caixa. Será necessário apresentar seu comprovante de identidade original com CPF e o recibo de aposta original e premiado.
Para prêmios de R$ 10.000,00 ou mais: esses valores são pagos em até dois dias úteis. O prazo começa a contar a partir da apresentação em uma Agência da Caixa.
Quais os dias de sorteio da Quina?
Os sorteios da Quina acontecem 6 vezes por semana. Eles ocorrem de segunda a sexta e no domingo.
Qual o horário do sorteio da Quina?
O sorteio ocorre de segunda a sexta, às 21h, e no domingo, às 11h. Todos no horário de Brasília.
Onde assistir ao sorteio ao vivo da Quina?
O sorteio é transmitido online pelo perfil da Caixa no YouTube e Facebook.
Como jogar na Quina?
A aposta simples consiste em marcar 5 números entre os 80 disponíveis.
Até que horas é possível apostar na Quina?
Nos sorteios de segunda a sexta, as apostas poderão ser feitas até as 20h do mesmo dia. Já nos sorteios de domingo, as apostas poderão ser feitas até as 22h do sábado.
Já a venda de bolões nos canais eletrônicos será finalizada 15 minutos antes do início de cada concurso.
Com quantos números se ganha na Quina?
O apostador leva prêmio em dinheiro se acertar a partir de 2 números (duque). Ele também ganha com 3 números (terno), 4 números (quadra) e 5 números sorteados.
Quantos números posso escolher para apostar na Quina?
No volante, seja em papel ou digital, há 80 números disponíveis. A menor aposta possível é escolher 5 números e custa R$ 3. Quanto mais números você escolher, maior será sua chance de ganhar.
O WhatsApp está testando novo recurso que usa inteligência artificial (IA) diretamente no celular para identificar possíveis golpes em conversas. Chamado de Scam Alert, o sistema analisa mensagens no próprio aparelho e pode exibir um alerta caso o modelo considere que uma conversa apresenta características de uma tentativa de fraude.
A ferramenta está sendo disponibilizada inicialmente em um beta limitado e é opcional. Segundo a Meta, responsável pelo WhatsApp, o objetivo é ajudar usuários a reconhecer abordagens suspeitas antes de fornecer informações, enviar dinheiro ou realizar outras ações solicitadas pelos criminosos.
O sistema foi desenvolvido para funcionar no próprio dispositivo. Isso significa que o conteúdo das mensagens não precisa ser enviado aos servidores da Meta para que a classificação seja feita.
Como funciona o alerta de golpe
Quando o modelo identifica uma mensagem que considera provavelmente parte de uma tentativa de golpe, o WhatsApp exibe um aviso dentro da conversa;
O alerta é visível apenas para o próprio usuário e não aparece para a outra pessoa envolvida no chat;
A partir daí, o usuário pode decidir o que fazer. As opções incluem bloquear o contato, denunciar a conversa ou continuar falando com a pessoa;
Caso o alerta seja considerado um falso positivo, também é possível marcar a conversa como confiável. Nesse caso, o aviso é removido e o Scam Alert deixa de sinalizar aquela conversa novamente;
Ao marcar um chat como confiável, o usuário também pode optar por compartilhar com o WhatsApp as cinco últimas mensagens recebidas. Segundo a Meta, esse conteúdo pode ser usado para ajudar a melhorar a precisão do recurso;
O envio dessas mensagens, portanto, não acontece automaticamente.
IA funciona diretamente no celular
Uma das principais características do novo sistema é justamente o processamento local. Segundo a Meta, quando o recurso de detecção está ativado, “nenhum conteúdo de mensagem deixa o dispositivo do usuário para classificação”.
A empresa também afirma que nenhuma mensagem é enviada automaticamente para denúncia ao WhatsApp, à Meta ou a terceiros. O usuário pode ainda desativar o Scam Alert a qualquer momento.
A estratégia busca preservar a privacidade das conversas enquanto utiliza modelos de aprendizado de máquina para identificar padrões associados a golpes.
Sistema emite alerta caso considere que a conversa seja uma tentativa de fraude; cabe ao usuário aceitá-lo ou não – Imagem: Daniel Constante/Shutterstock
A preocupação da Meta está relacionada à escala do WhatsApp. A plataforma possui mais de três bilhões de usuários em todo o mundo e se tornou um dos ambientes utilizados por criminosos para abordar potenciais vítimas.
Entre os golpes estão pedidos fraudulentos de transferências bancárias e esquemas conhecidos como “pig butchering”, nos quais os criminosos constroem uma relação de confiança com a vítima antes de convencê-la a enviar dinheiro ou investir em uma oportunidade falsa.
Dados da Comissão Federal de Comércio dos Estados Unidos (FTC, na sigla em inglês) indicam que vítimas relataram US$ 425 milhões (cerca de R$ 2,3 bilhões) em perdas com golpes realizados pelo WhatsApp em 2025.
O valor corresponde a uma parcela dos mais de US$ 2,1 bilhões (aproximadamente R$ 11,5 bilhões) em perdas relatadas com golpes praticados por meio de redes sociais no mesmo ano.
Recurso amplia combate a golpes no WhatsApp
O Scam Alert é mais uma iniciativa da Meta para tentar identificar fraudes antes que elas causem prejuízo aos usuários.
No início de 2026, a empresa também lançou mecanismos de detecção de golpes relacionados a pedidos de vinculação de dispositivos no WhatsApp. Esse tipo de fraude tenta convencer a vítima a fornecer códigos ou realizar procedimentos que permitem ao criminoso conectar a própria conta a outro aparelho.
Agora, a empresa amplia a utilização de IA para analisar o conteúdo das mensagens localmente, em busca de sinais que possam indicar uma tentativa de golpe.
Por enquanto, o Scam Alert está em fase de testes e sua disponibilidade é limitada. A Meta ainda precisa avaliar o desempenho do sistema antes de ampliar o recurso para mais usuários.
Uma nova regra do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) permite que determinados veículos que deveriam ser removidos para um pátio permaneçam com seus proprietários sob “guarda monitorada”. Na prática, o carro poderá receber um dispositivo eletrônico para que seu deslocamento seja acompanhado pelas autoridades.
A medida foi estabelecida pela Resolução Contran nº 1.025/2026, publicada no fim de junho, que regulamenta procedimentos de remoção, guarda, liberação e leilão de veículos recolhidos. A norma está em vigor e substituiu a Resolução nº 623/2016.
É daí que surgiu a comparação com uma espécie de “tornozeleira eletrônica para carros”. O dispositivo, porém, não é uma punição autônoma nem significa que todo veículo sujeito à remoção poderá continuar circulando.
A autorização para a guarda monitorada é uma prerrogativa do órgão ou entidade responsável pela fiscalização e depende do cumprimento de uma série de condições.
Como funciona a guarda monitorada
De acordo com a resolução, a autoridade de trânsito poderá autorizar que o veículo permaneça sob responsabilidade de seu proprietário ou possuidor legítimo em vez de ser levado imediatamente para um local de guarda.
Para isso, o carro precisa atender a requisitos específicos.
Entre eles estão:
Oferecer condições de segurança para circulação;
Não apresentar indícios de adulteração de placa, chassi, motor ou outros sinais identificadores;
Ser retirado por um condutor devidamente habilitado;
Não possuir registro ativo de furto, roubo, apropriação indébita ou outra ocorrência criminal;
Não ter restrições judiciais;
Não estar submetido a execução extrajudicial em casos de alienação fiduciária;
Ter sido licenciado em pelo menos um dos três últimos exercícios;
Não haver descumprimento de prazo de regularização anteriormente concedido; e
Não existir nenhuma circunstância que comprometa o acompanhamento ou a fiscalização do veículo.
Mesmo quando a guarda monitorada for autorizada, as demais medidas administrativas e penalidades previstas na legislação de trânsito continuam válidas.
Dispositivo poderá monitorar o veículo
A guarda monitorada deverá ser realizada por meio de soluções tecnológicas previamente homologadas pelo órgão máximo executivo de trânsito da União. Esses sistemas deverão seguir requisitos técnicos e critérios de interoperabilidade, rastreabilidade, monitoramento e segurança da informação. A ideia é permitir que o poder público acompanhe o veículo enquanto ele permanece fora de um pátio.
O sistema também precisa possibilitar a fiscalização do cumprimento das condições impostas para a guarda monitorada. Os órgãos responsáveis pelos serviços de remoção e guarda poderão operar essas soluções, desde que elas tenham sido previamente homologadas.
Dispositivo monitora deslocamento do carro e não exime motorista de custos – Imagem: NorthSky Films/Shutterstock
E se o dispositivo for violado?
A regra é rígida nesse ponto. Se as condições da guarda monitorada forem descumpridas, inclusive por meio de remoção, inutilização ou violação do dispositivo de monitoramento, será aplicada uma restrição administrativa de circulação. Nesse caso, o veículo poderá ser removido e levado ao local de guarda indicado pelo órgão responsável.
Além disso, não será permitida uma nova guarda monitorada para o mesmo fato que originou a medida. A resolução também estabelece que o descumprimento caracteriza infração prevista no artigo 239 do Código de Trânsito Brasileiro.
Não é uma alternativa disponível para qualquer veículo
Apesar do apelido de “tornozeleira eletrônica para carros”, a novidade não cria uma opção geral para que motoristas evitem o recolhimento do veículo. A decisão depende da autoridade responsável e só pode ser tomada quando os requisitos estabelecidos pelo Contran forem atendidos.
A própria resolução determina que a adoção da guarda monitorada deve considerar critérios de eficiência administrativa, racionalização dos serviços de remoção e otimização da capacidade dos locais destinados à guarda de veículos.
Ou seja, a medida também busca reduzir a necessidade de encaminhar determinados veículos para pátios, especialmente quando for possível garantir o acompanhamento eletrônico e a regularização da situação.
Quem paga pelo serviço?
A guarda monitorada não significa que o proprietário ficará livre dos custos relacionados ao procedimento. A resolução determina que os custos dos serviços de remoção e guarda sejam suportados pelo proprietário ou interessado, conforme a legislação aplicável, inclusive nos casos de guarda monitorada. A cobrança da guarda é feita por diárias de 24 horas e possui limite máximo de seis meses.
A nova modalidade, portanto, não elimina as obrigações do proprietário. Ela cria uma alternativa para que determinados veículos permaneçam fora dos centros de custódia enquanto são submetidos a acompanhamento eletrônico.
A Resolução Contran nº 1.025/2026 já está em vigor e faz parte do conjunto de mudanças recentes nas regras brasileiras para remoção, guarda e fiscalização de veículos.
A Administração Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA, na sigla em inglês) aumentou para 95% a probabilidade de o El Niño atingir intensidade muito forte entre outubro e dezembro de 2026. A estimativa consta na atualização divulgada nesta quinta-feira (13).
No boletim anterior, publicado em 9 de julho, a agência calculava em 81% a chance de o fenômeno alcançar esse nível de intensidade no mesmo período.
Para o intervalo entre novembro de 2026 e janeiro de 2027, que engloba o fim da primavera e o início do verão no Hemisfério Sul, a NOAA estima atualmente 90% de probabilidade de um El Niño muito intenso.
A agência também calcula em 69% a chance de o episódio ficar entre os maiores El Niños registrados desde 1950, considerando as projeções atuais para as temperaturas do Oceano Pacífico.
A atualização ocorre enquanto o aquecimento das águas do Pacífico Equatorial vem se acelerando.
Pacífico aqueceu 0,6 °C em cerca de um mês
Um dos principais indicadores usados para acompanhar a evolução do El Niño é a região conhecida como Niño 3.4;
Quando a NOAA divulgou seu boletim mensal anterior, em julho, a temperatura nessa área estava 1,2 °C acima da média;
Na atualização das condições oceânicas publicada em 10 de agosto, a anomalia havia chegado a 1,8 °C acima da média;
Ou seja, em aproximadamente um mês, a temperatura da região aumentou 0,6 °C em relação à média histórica.
O valor de 1,8 °C já é considerado pela Climatempo compatível com um El Niño de forte intensidade. A NOAA, por sua vez, vinha classificando o fenômeno como um episódio em fortalecimento, sem classificá-lo oficialmente como forte no boletim mensal anterior.
A intensidade definitiva do El Niño dependerá de quanto o Pacífico Equatorial continuará aquecendo nos próximos meses e, principalmente, de como a atmosfera responderá a esse aquecimento.
Para que o fenômeno se fortaleça, não basta que o oceano fique mais quente. É necessário que o sistema formado pelo oceano e pela atmosfera passe a atuar de maneira acoplada e persistente.
Fenômeno pode impactar agricultura, rios e reservatórios, exigindo atenção ao monitoramento climático contínuo – Imagem: Suthin _Saenontad/Shutterstock
O que é o El Niño?
O El Niño é caracterizado pelo aquecimento anormal das águas do Oceano Pacífico Equatorial. Tecnicamente, o fenômeno ocorre quando a temperatura dessas águas fica 0,5 °C ou mais acima da média.
Ele faz parte do El Niño-Oscilação Sul (ENOS), ciclo natural do sistema climático que possui fases quentes, associadas ao El Niño, frias, relacionadas à La Niña, e períodos de neutralidade.
O aquecimento do Pacífico modifica a circulação da atmosfera e pode alterar os padrões de chuva e temperatura em diferentes regiões do planeta.
O fenômeno costuma ocorrer a cada dois a sete anos e tem duração média de aproximadamente 12 meses. Seus efeitos também contribuem para o aumento da temperatura média global durante os episódios de maior intensidade.
A La Niña representa a fase oposta do ciclo, marcada pelo resfriamento das mesmas águas do Pacífico e por impactos climáticos que, em diversas regiões, ocorrem em direção contrária.
No Brasil, os efeitos do El Niño variam de acordo com a região e a época do ano. Como a maior intensidade do episódio atual é esperada entre novembro e janeiro, os impactos durante a primavera e o verão ganham atenção especial.
Historicamente, o fenômeno tende a provocar:
Mais chuva no Sul, aumentando o risco de temporais, enchentes e outros eventos extremos;
Menos precipitação no Norte e em parte do Nordeste, o que pode agravar períodos de seca;
Chuvas mais irregulares no Sudeste e no Centro-Oeste;
Mudanças no comportamento das frentes frias;
Maior frequência de períodos prolongados de calor e ondas de calor.
No Sudeste e no Centro-Oeste, os efeitos são menos uniformes e podem incluir temperaturas mais elevadas e pancadas de chuva mal distribuídas.
Os efeitos do El Niño não são determinados apenas pela temperatura do oceano. A resposta da atmosfera ao aquecimento do Pacífico também é fundamental para definir a intensidade e a distribuição dos impactos.
El Niño ocorre em um planeta mais quente
Desde 2006, uma sequência de episódios de El Niño tem ocorrido em um planeta que já apresenta temperaturas mais elevadas do que no passado.
Mesmo eventos classificados como fracos ou moderados podem contribuir para o aumento do risco de extremos climáticos em um cenário de aquecimento global, incluindo secas, enchentes e ondas de calor.
Entre os principais episódios das últimas duas décadas estão:
2006–2007: El Niño fraco a moderado;
2009–2010: El Niño moderado;
2014–2016: El Niño muito forte, associado a recordes de temperatura e maior frequência de eventos extremos;
2018–2019: El Niño fraco a moderado, mais curto e com impactos mais limitados;
2023–2024: El Niño forte, um dos mais intensos já registrados e associado a novos recordes de calor.
A expectativa agora é de que o episódio de 2026 ganhe força nos próximos meses. A NOAA considera que há alta probabilidade de que ele alcance intensidade muito forte, mas a evolução dependerá da continuidade do aquecimento do Pacífico e do comportamento da atmosfera.
Ao mesmo tempo, especialistas ressaltam que o aquecimento global continua sendo o principal fator de longo prazo por trás das mudanças no clima. Com os oceanos já mais quentes do que a média histórica, episódios de El Niño podem contribuir para temperaturas ainda mais elevadas e aumentar o risco de extremos em diferentes regiões do planeta.
O governo de Donald Trump criou um programa que permitirá a empresas privadas dos Estados Unidos realizar operações cibernéticas (ciberataques) contra organizações criminosas estrangeiras, desde que atuem sob direção e supervisão federal. A medida foi formalizada em um memorando presidencial assinado na última quarta-feira (12).
A iniciativa envolve os Departamentos de Justiça e Segurança Interna e pretende ampliar a capacidade americana de combater crimes digitais como fraudes, ransomware, extorsão sexual e phishing. As empresas autorizadas poderão coletar informações e executar ações destinadas a alterar, interromper, degradar ou destruir sistemas utilizados pelos grupos-alvo.
O programa será restrito a organizações criminosas transnacionais estrangeiras que não façam parte formalmente de governos estrangeiros nem estejam totalmente subordinadas a eles. As regras operacionais ainda serão detalhadas nos próximos 60 dias, enquanto as companhias interessadas terão de passar por uma seleção rigorosa e poderão ser obrigadas a manter uma garantia de pelo menos US$ 1 milhão.
Como funcionará a participação das empresas
Casa Branca nos Estados Unidos – Imagem: Waqas_creatives/Shutterstock
A estrutura criada pela Casa Branca ficará sob responsabilidade do National Coordination Center, órgão que deverá administrar o programa e autorizar a participação de empresas privadas americanas. A supervisão será compartilhada por dois diretores executivos, um indicado pelo Departamento de Justiça e outro pelo Departamento de Segurança Interna.
Nenhuma companhia poderá agir por conta própria dentro da iniciativa. Cada operação deverá ser submetida à análise dos responsáveis pelo programa e receber autorização e orientação por escrito antes de ser executada. O memorando determina ainda que as ações sejam realizadas exclusivamente em nome do governo federal e dentro das competências legais atribuídas às autoridades americanas.
Para ingressar no programa, as empresas terão de demonstrar capacidade técnica, experiência comprovada em operações cibernéticas, segurança de suas instalações, qualificação de pessoal, confiabilidade e outros requisitos que venham a ser definidos. A intenção declarada é permitir tanto a participação de grandes companhias, capazes de oferecer maior escala, quanto de empresas menores, voltadas a tarefas especializadas.
As participantes também deverão firmar contratos com o Departamento de Justiça ou com o Departamento de Segurança Interna. Esses acordos poderão exigir uma caução ou depósito de, no mínimo, US$ 1 milhão, valor sujeito a perda caso a empresa descumpra as obrigações estabelecidas pelo governo.
O modelo prevê ainda uma ponte entre as companhias participantes e outros agentes. Empresas privadas poderão fornecer informações sobre ameaças obtidas durante suas atividades comerciais, enquanto órgãos federais, estaduais, locais, tribais e territoriais poderão indicar ameaças para que as companhias apresentem propostas de operações ao centro responsável pelo programa.
Que tipo de ação poderá ser executada?
Linhas de um código-fonte – (Reprodução: Chris Ried/Unsplash)
O memorando diferencia dois grandes grupos de atividades. As operações de vigilância cibernética terão como objetivo obter informações de sistemas e redes sem autorização dos proprietários ou além dos limites de acesso concedidos, inclusive para reunir dados que possam subsidiar ações futuras.
Já as chamadas operações de efeitos cibernéticos terão um caráter mais disruptivo. A definição adotada pelo governo inclui ações capazes de manipular, interromper, negar, degradar ou destruir sistemas de informação, redes, infraestruturas físicas ou virtuais controladas por sistemas digitais e dados armazenados nesses ambientes.
Há, porém, uma barreira expressa para determinadas ações. Os diretores responsáveis pelo programa não poderão aprovar operações classificadas como capazes de produzir resultados críticos, categoria que abrange situações com probabilidade de provocar morte ou ferimentos graves ou de atingir o patamar de uso da força ou ataque armado segundo o direito internacional.
O texto também estabelece mecanismos para situações em que uma operação saia dos limites autorizados. Caso uma empresa descubra que atingiu inadvertidamente uma pessoa nos Estados Unidos, um sistema localizado no país ou uma infraestrutura controlada por cidadão americano, deverá interromper a atividade, aplicar medidas de contenção e comunicar imediatamente o centro responsável.
As empresas também terão de informar rapidamente qualquer ameaça iminente contra infraestrutura crítica americana ou qualquer indício de que uma operação aprovada possa produzir consequências classificadas como críticas. O programa deverá, ainda, ser submetido a avaliações anuais para determinar se cada participante continuará habilitado.
O risco jurídico e geopolítico
Apesar de colocar as companhias sob o comando do governo americano, a iniciativa deixa questões importantes em aberto. Os textos que detalham a medida ainda não esclarecem como serão tratadas eventuais acusações criminais contra empresas ou funcionários em países onde estiverem localizados os computadores ou sistemas atingidos.
Especialistas ouvidos também apontaram dificuldades para determinar se um grupo criminoso possui vínculos com um governo estrangeiro. Jason Healey, pesquisador sênior de conflitos cibernéticos da Universidade Columbia, avaliou, em entrevista ao Cybersecurity Dive, que pessoas envolvidas nessas operações podem assumir um risco jurídico considerável.
Jake Williams, vice-presidente de pesquisa e desenvolvimento da Hunter Strategy, apresentou outro possível problema em entrevista ao TechCrunch. Para ele, americanos envolvidos nesse tipo de atividade no exterior poderiam ser tratados como combatentes sem uniforme.
Ben Bernstein, gerente da equipe de consultoria de segurança da Huntress, chamou atenção para uma dificuldade operacional adicional em declaração ao Cybersecurity Dive. Segundo ele, criminosos digitais frequentemente utilizam infraestrutura de terceiros que foi comprometida, o que pode fazer uma ação de retaliação atingir sistemas de empresas e instituições que nada têm a ver com o ataque original.
O governo americano já realizava operações cibernéticas contra ameaças estrangeiras antes da criação desse modelo, mas a nova política abre espaço formal para a participação de empresas privadas. O memorando afirma que o setor privado possui capacidades tecnológicas que, até agora, teriam sido pouco aproveitadas no combate a redes criminosas transnacionais.
A adoção de inteligência artificial (IA) pode acrescentar até R$ 986,7 bilhões ao Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro entre 2027 e 2030, segundo estudo realizado pelo Reglab a pedido da OpenAI, empresa responsável pelo ChatGPT.
O levantamento calcula o impacto potencial da tecnologia em 12 grandes setores da economia brasileira. O valor estimado, trazido a valores presentes e descontado pela taxa Selic de 13% ao ano, corresponde a aproximadamente 7,6% do PIB projetado para 2026, de R$ 12,9 trilhões.
De acordo com o estudo, a IA poderia gerar impacto acumulado equivalente a 2,77% do PIB ao longo dos quatro anos, com expansão média de 0,69 ponto percentual por ano na economia associada à tecnologia.
Os autores, porém, destacam que os ganhos não devem ocorrer de uma só vez. A materialização do potencial dependerá da velocidade com que empresas, trabalhadores e governos adotarem as novas ferramentas.
Indústria deve concentrar maior impacto
Entre os setores analisados, as indústrias de transformação aparecem com o maior potencial de ganho. O estudo estima um impacto de R$ 264,2 bilhões entre 2027 e 2030 para atividades que transformam matérias-primas e insumos em novos produtos.
Na sequência, estão outras atividades de serviços, com R$ 165,4 bilhões, e o comércio, com R$ 131,2 bilhões.
O levantamento divide os efeitos da IA em dois canais principais: o aumento da produtividade dos trabalhadores e a maior eficiência de máquinas, equipamentos e estruturas produtivas. No cenário analisado, 65% do impacto total viria do aumento da produtividade do trabalho, enquanto os 35% restantes seriam resultado da maior eficiência do capital.
A proporção, entretanto, varia bastante de acordo com a atividade econômica. Na agropecuária, por exemplo, 92% do impacto seria capturado por meio do capital. O setor poderia acumular R$ 48,2 bilhões em ganhos, principalmente pela incorporação de IA a máquinas, equipamentos e infraestrutura produtiva.
Já em setores com maior concentração de atividades cognitivas, o efeito sobre a produtividade dos trabalhadores seria predominante.
Nas atividades financeiras, 87% do impacto estimado estaria relacionado ao trabalho, maior percentual entre os 12 setores analisados. Bancos, seguradoras e gestoras de investimentos poderiam utilizar IA em tarefas, como revisão de documentos, avaliação de riscos, classificação de sinistros e atendimento a clientes.
No setor de informação e comunicação, que inclui desenvolvedores de software, data centers e empresas de telecomunicações, o impacto estimado chega a R$ 49,3 bilhões. Nesse caso, 97% do efeito estaria relacionado ao fator trabalho.
IA não significa necessariamente substituição de trabalhadores
O estudo também faz distinção entre a exposição de determinadas tarefas à IA e a substituição completa de profissionais;
Segundo os autores, uma ocupação pode ter diversas atividades expostas à tecnologia sem que isso signifique que a função inteira será automatizada;
No cenário central considerado pela pesquisa, de cada 100 tarefas cognitivamente expostas à IA, 23 poderiam passar pelo teste de custo-benefício para automação plena. As outras 77 seriam consideradas atividades em que a tecnologia atuaria como complemento à produtividade humana;
“Na prática, as ocupações raramente desaparecem por completo: o que a IA reorganiza é o conjunto de tarefas dentro de cada função”, afirma o estudo.
Pesquisa foi encomendada pela OpenAI – Imagem: Henry Franklin/Shutterstock
Um dos exemplos apresentados é o de um assistente administrativo. Atividades repetitivas e codificáveis, como classificação de documentos, conciliação de agendas e lançamento de dados, poderiam ser mais suscetíveis à automação.
Em contrapartida, um engenheiro de software poderia usar IA para acelerar tarefas, como correção de códigos e produção de documentação, enquanto atividades relacionadas a julgamento, coordenação e definição de projetos continuariam dependendo do profissional.
Brasil pode levar mais tempo para capturar os ganhos
Apesar do potencial estimado, a pesquisa considera que a adoção da IA no Brasil tende a ocorrer de maneira mais lenta do que em economias avançadas. Entre os fatores apontados estão a heterogeneidade entre empresas, o custo elevado do crédito, as lacunas de qualificação profissional e limitações de infraestrutura.
Pelas projeções do estudo, até 2030 terão sido realizados 66,6% dos ganhos potenciais relacionados ao aumento da produtividade dos trabalhadores e 62,4% dos ganhos associados a máquinas, equipamentos e estruturas mais produtivas.
Os R$ 986,7 bilhões, entretanto, não representam previsão de crescimento garantido. O valor corresponde a um potencial estimado, cuja concretização dependerá da velocidade de adoção da tecnologia e das condições institucionais, regulatórias e educacionais do país.
O que pode acelerar a adoção da IA
O estudo aponta uma série de medidas que poderiam ajudar o Brasil a transformar o potencial estimado em ganhos efetivos para a economia.
Entre elas, estão a requalificação profissional de trabalhadores em atividades com maior potencial de substituição, a expansão da infraestrutura digital no campo e a criação de incentivos para que empresas com menor produtividade adotem IA.
Os autores também defendem a implementação de um marco regulatório previsível, políticas de governança e dados abertos e a utilização da tecnologia nos serviços públicos.
“Assim, a materialização desses ganhos dependerá não apenas do avanço tecnológico em si, mas também da capacidade de criar condições institucionais, regulatórias e educacionais que favoreçam sua difusão ampla e produtiva”, conclui o estudo.
O Instagram anunciou nesta quinta-feira (13) uma nova identidade visual para a plataforma, dez anos após sua última grande reformulação. A atualização altera elementos como logotipo, tipografia, cores, animações e componentes gráficos.
A mudança foi apresentada por Adam Mosseri, diretor do Instagram, como parte de uma nova etapa da rede social. A proposta é preservar referências ligadas à origem criativa do aplicativo e, ao mesmo tempo, adotar uma aparência mais atual e adaptável.
A reformulação ocorre no próprio sistema visual da marca e mantém a câmera como elemento central do símbolo. A empresa afirma que a atualização pretende destacar a criatividade da comunidade e acompanhar diferentes formatos e experiências oferecidos pelo aplicativo.
Nova identidade deixa visual anterior mais simples
Instagram divulgou o processo criativo de sua nova identidade visual – (Reprodução: Instagram)
Entre as principais alterações está a forma como o nome Instagram é representado. A identidade anterior tinha características mais ornamentadas, enquanto a nova proposta utiliza uma construção tipográfica considerada mais limpa e contemporânea.
O símbolo da câmera também foi redesenhado. Apesar da atualização, a referência à fotografia permanece como um dos principais elementos associados à marca desde o início da plataforma.
A paleta de cores passou por ajustes para ampliar a sensação de dinamismo da identidade. O sistema também ganhou uma linguagem própria para movimentos e animações, além de elementos gráficos pensados para diferentes aplicações dentro do serviço.
De acordo com o Instagram, a renovação não se limita à aparência do logotipo. A mudança envolve um conjunto mais amplo de recursos visuais, incluindo tipografia, movimento, cores e outras soluções destinadas a dar unidade à marca.
A empresa relaciona a nova fase ao caráter criativo presente na história do aplicativo. A intenção declarada é recuperar aspectos artesanais associados às raízes da plataforma sem deixar de construir uma identidade compatível com sua evolução.
Dez anos depois da última grande mudança
A transformação anterior de maior impacto ocorreu em 2016. Naquele momento, o Instagram deixou para trás a representação inspirada em câmeras antigas e adotou o símbolo minimalista acompanhado pelo gradiente colorido que marcou a identidade da rede durante a década seguinte.
A plataforma foi lançada em 6 de outubro de 2010 por Kevin Systrom e pelo engenheiro de software brasileiro Mike Krieger. Nos primeiros anos, a aparência do aplicativo fazia referência direta às câmeras fotográficas antigas.
A nova reformulação, portanto, modifica novamente a apresentação visual do serviço sem romper completamente com sua origem. O símbolo de câmera continua presente, mas passa a integrar um sistema de marca mais amplo e flexível.
Um cão-robô para brincar em casa e um humanoide para receber clientes nas lojas. Essas são as novidades preparadas pela Chery, que pretende trazer ao Brasil dois equipamentos da AiMOGA Robotics: o Argos, vendido ao público, e a Mornine, criada para atuar nas concessionárias.
Os produtos ainda dependem da homologação da Anatel, mas a previsão é que cheguem ao país no último trimestre deste ano.
A Mornine conversa, caminha e apresenta recursos dos carros nas concessionárias da marca. – Imagem: Divulgação/AiMOGA Robotics
Cão-robô Argos será vendido como um “pet tecnológico”
O Argos é o equipamento que deve chamar mais atenção dos consumidores. O cão-robô foi desenvolvido para entretenimento e consegue realizar comandos como correr, sentar, deitar e dar a pata.
Um dos diferenciais do modelo é o funcionamento independente. Ao contrário de outros dispositivos conectados, ele não precisa de internet para executar suas funções.
A ideia é oferecer uma experiência de interação com um robô dentro de casa, sem a necessidade de uma estrutura adicional. O equipamento também conta com bateria própria e pode funcionar por até duas horas antes de precisar de recarga.
Entre os recursos do Argos estão:
Execução de comandos básicos;
Funcionamento sem conexão com a internet;
Uso voltado ao entretenimento;
Autonomia de até duas horas;
Estação própria para recarga.
Segundo a AiMOGA Robotics, divisão de robótica da Chery International, a empresa já entregou mais de 2 mil robôs humanoides e cães-robô, presentes em mais de 60 países.
Mornine será usada no atendimento das lojas
Enquanto o Argos chega para o público doméstico, a Mornine terá uma função comercial. A humanoide será usada como uma espécie de embaixadora da marca nas concessionárias da OMODA & JAECOO no Brasil.
Conectada a plataformas em nuvem, ela poderá conversar com clientes, apresentar recursos dos veículos, tirar dúvidas e encaminhar o atendimento para vendedores quando necessário.
O equipamento também realiza movimentos como caminhar, cumprimentar visitantes e dançar. Segundo a fabricante, a Mornine foi o primeiro robô humanoide do mundo a receber dupla certificação da União Europeia para hardware e software, seguindo exigências de segurança, cibersegurança e proteção de dados.
Chery aposta no futuro da robótica com equipamentos pensados para interação e atendimento. – Imagem: Divulgação/AiMOGA Robotics
Robótica começa a chegar ao varejo brasileiro
A chegada desses equipamentos mostra como a robótica começa a ultrapassar o ambiente de testes e demonstrações para assumir funções mais próximas do cotidiano. No Brasil, a expectativa é que o lançamento amplie o contato do público com esse tipo de tecnologia a partir do fim deste ano.
A iniciativa é da AiMOGA Robotics, braço de tecnologia da Chery International, operado no Brasil pela OMODA & JAECOO. Mantido o cronograma previsto, os novos robôs devem chegar ao mercado brasileiro no quarto trimestre deste ano.
Se você ainda usa o televisor sem um dispositivo de streaming, está na hora de mudar isso. Separamos três opções do Fire TV Stick em oferta na Amazon para quem quer transformar qualquer TV em uma smart TV — com acesso a Netflix, Prime Video, Disney+, YouTube e muito mais, tudo controlado por voz com a Alexa.
Fire TV Stick HD | Com controle remoto por voz com Alexa (inclui comandos de TV), controles de casa inteligente e streaming em HD
O Fire TV Stick HD entrega streaming em alta definição com controle remoto por voz via Alexa. Além de comandar os apps de streaming, o controle também funciona para ligar e desligar a TV e ajustar o volume. Ainda é possível acionar dispositivos de casa inteligente diretamente pelo controle, sem precisar de outro aparelho.
Fire TV Stick 4K | Streaming com Dolby Vision/Atmos e suporte a wi-fi 6 | Acesso Antecipado à Alexa+
Para quem tem uma TV 4K e quer aproveitar todo o potencial da tela, o Fire TV Stick 4K trouxe suporte a Dolby Vision e Dolby Atmos — garantindo imagem com cores mais ricas e som envolvente. O suporte a Wi-Fi 6 também foi um diferencial importante, oferecendo conexão mais estável e rápida para streaming sem travamentos. O aparelho ainda dá acesso antecipado à Alexa+.
Amazon Fire TV Stick HD (modelo mais recente), Controle Remoto por Voz com Alexa, alimentado pela TV, com configuração simples e Acesso Antecipado à Alexa+
O modelo mais recente do Fire TV Stick HD chegou com uma novidade prática: ele é alimentado diretamente pela porta USB da TV, eliminando a necessidade de tomada separada. A configuração é simples e rápida, o controle por voz com Alexa está presente, e o aparelho já inclui acesso antecipado à Alexa+ — a versão aprimorada do assistente da Amazon.
As ofertas podem mudar a qualquer momento, então vale conferir os links agora mesmo antes que os estoques se esgotem ou os preços sejam atualizados. Clique no botão do produto que mais combina com a sua TV e aproveite.
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Chegou: o Galaxy Watch Ultra 2 já está oficialmente à venda no Brasil, trazendo ainda mais potência e autonomia para o relógio inteligente mais potente da Samsung. E, para quem quer saber exatamente o que tem de diferente deste para o modelo antigo, o Olhar Digital preparou um comparativo completo entre os aparelhos. Confira:
A Samsung manteve a caixa em formato quadrado com tela redonda e a construção em titânio de 47 milímetros. As grandes diferenças entre as duas gerações do relógio estão do lado de dentro, no conforto ao usar e na autonomia.
Samsung Galaxy Ultra 2 – Imagem: Divulgação
Estrutura mais fina e bateria bem maior
O primeiro Galaxy Watch Ultra tem 12,1 mm de espessura e bateria de 590 mAh. No Watch Ultra 2, a Samsung conseguiu reduzir o corpo para 10,7 mm e, ao mesmo tempo, colocar uma bateria de 800 mAh. O relógio ficou nitidamente mais fino no pulso e ganhou um salto de quase 35% na capacidade de carga, resolvendo o ponto fraco de quem passa longos períodos longe da tomada.
Processador de cara nova
A primeira geração usa o chip Exynos W1000, produzido pela própria Samsung. No Ultra 2, a marca trocou o componente pelo Snapdragon Wear Elite, da Qualcomm. O novo processador promete navegação mais rápida pelos menus, respostas imediatas nos aplicativos e maior precisão na leitura de dados de GPS e sensores.
Tela pronta para o sol forte
A tela AMOLED passou de 1,5 polegada para 1,52 polegada graças ao aproveitamento melhor das bordas. O grande avanço está no brilho máximo, que saltou de 3.000 nits no modelo original para 5.000 nits no Ultra 2. Ficou muito mais fácil ler mapas, dados de treino e notificações sob a luz direta do sol na rua.
Samsung Galaxy Ultra 2 – Imagem: Divulgação
Recursos e armazenamento de sobra
O espaço para guardar arquivos dobrou: foi de 32 GB no primeiro Ultra para 64 GB no Ultra 2 (a memória RAM continua em 2 GB em ambos). É espaço suficiente para baixar playlists inteiras e mapas offline sem lotar a memória.
O Ultra 2 também reforçou o lado esportivo com perfil para corridas em trilha, cálculo de hidratação baseado na perda de suor e certificação própria para funcionar como computador de mergulho, mostrando profundidade e tempo de submersão na hora.
Inteligência artificial no pulso
O Watch Ultra 2 já sai de fábrica atualizado com a interface One UI 9 Watch sobre o Wear OS 7. Ele estreia a função de levantar o pulso e falar diretamente com o Google Gemini, sem precisar apertar botões ou tocar no display.
O sistema também ganhou a central “Sinais Vitais”, que cruza dados de sono, temperatura e batimentos para indicar o nível de desgaste físico do dia. Parte desses recursos de software também deve chegar ao primeiro Ultra por atualização.
Tela: Super AMOLED de 1,52 polegada (498 x 498 pixels, 5.000 nits, cristal de safira)
Bateria: 800 mAh
Memória e Armazenamento: 2 GB de RAM + 64 GB de armazenamento interno
Resistência: 10 ATM, IP69K, MIL-STD-810H, certificação de mergulho EN13319
Conectividade: Bluetooth 6.0, Wi-Fi, LTE, GPS de dupla frequência (L1+L5), NFC
Recursos e IA: Computador de mergulho automático, modo corrida em trilha, alerta de hidratação por perda de suor, central Sinais Vitais, Carga de Cardio e acionamento do Google Gemini por gesto (“Levante para Falar”)
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Se você está pensando em renovar a TV da sala, a Amazon reúne agora uma seleção de modelos OLED e QLED da Samsung que valem muito a atenção. São três opções com tecnologias de ponta — desde Full HD até 4K com inteligência artificial — para diferentes tamanhos de ambiente e perfis de uso. Confira cada uma delas.
Samsung Vision AI TV 43″ NEO QLED ULTRA 4K QN90F
Lançada em 2025, a QN90F trouxe o painel Neo QLED com resolução 4K e a plataforma Vision AI, que analisa o conteúdo em tempo real para ajustar automaticamente imagem e som. O modelo de 43 polegadas combina alto brilho, contraste profundo e processamento inteligente — ideal para quem quer desempenho premium em um tamanho mais compacto.
A Q5F, também de 2025, foi pensada para quem quer qualidade QLED com um custo mais acessível. Com resolução Full HD, suporte a HDR, Som em Movimento Virtual e integração nativa ao Xbox Cloud Gaming, ela é uma boa pedida para quartos ou ambientes secundários. O acesso a canais gratuitos já integrado ao sistema operacional é um bônus interessante para o dia a dia.
O destaque da lista é a S85F, a TV OLED 4K de 55 polegadas da linha Vision AI lançada em 2025. O painel OLED garante pretos absolutos e cores vibrantes com ângulo de visão amplo, enquanto a inteligência artificial da Samsung otimiza cada cena automaticamente. É a escolha certa para quem busca a melhor experiência de imagem possível para filmes, séries e jogos na sala de estar.
Ofertas assim na Amazon costumam mudar de condições sem aviso prévio. Se algum desses modelos chamou sua atenção, vale acessar o link agora para garantir as condições atuais e verificar a disponibilidade de estoque.
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Existe uma região do planeta onde o campo magnético da Terra apresenta menor intensidade em comparação a outras áreas. Localizada sobre parte da América do Sul e do Oceano Atlântico Sul, a chamada Anomalia Magnética do Atlântico Sul desperta o interesse dos cientistas por seus impactos na exploração espacial e por atingir diretamente o território brasileiro.
No Olhar Espacial desta sexta-feira (7), vamos entender como funciona o campo magnético terrestre, uma proteção natural que ajuda a bloquear partículas energéticas vindas do Sol. O programa também vai mostrar por que essa barreira é mais fraca nessa região e quais são as consequências para satélites, espaçonaves e missões espaciais.
A anomalia vem sendo monitorada há décadas por pesquisadores, que acompanham suas mudanças de intensidade e deslocamento ao longo do tempo. Durante a atração, será possível entender como essas alterações influenciam operações em órbita e por que agências espaciais mantêm atenção constante sobre essa área.
Crescimento da Anomalia do Atlântico Sul (AAS). – Crédito: Reprodução/Agência Espacial Europeia
No OE desta noite, você também vai descobrir como os cientistas estudam a história magnética da Terra. Análises de rochas, minerais e sedimentos preservam registros de antigas mudanças no campo magnético do planeta, permitindo reconstruir eventos ocorridos ao longo de milhões de anos.
Outro aspecto abordado será o futuro da Anomalia Magnética do Atlântico Sul e o que a ciência já descobriu sobre sua evolução. Também saberemos se essa alteração teria alguma relação com uma possível inversão dos polos magnéticos terrestres, um fenômeno natural que já aconteceu diversas vezes na história do planeta.
Doutor em Geofísica explica a Anomalia do Atlântico Sul
Para explorar o que existe por trás dessa anomalia e como ela é estudada pelos cientistas, o programa entrevista Gelvam André Hartmann, docente do Departamento de Geologia e Recursos Naturais do Instituto de Geociências da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Graduado em Física, com mestrado e doutorado em Geofísica pela Universidade de São Paulo (USP), ele realizou estágio de doutorado no Institut de Physique du Globe de Paris e pós-doutorados na USP e no Observatório Nacional.
Gelvam André Hartmann é o convidado desta sexta-feira (7) do Programa Olhar Espacial – Crédito: Arquivo pessoal
Hartmann desenvolve pesquisas nas áreas de geomagnetismo, paleomagnetismo, arqueomagnetismo e magnetismo ambiental. O pesquisador também coordena projetos financiados por instituições como a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP), o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), em colaboração com cientistas do Brasil e do exterior.
Apresentado por Marcelo Zurita, presidente da Associação Paraibana de Astronomia – APA; membro da SAB – Sociedade Astronômica Brasileira; diretor técnico da Bramon e coordenador nacional do Asteroid Day Brasil, o programa é transmitido ao vivo, todas às sextas-feiras, às 21h (horário de Brasília), pelos canais oficiais do veículo no YouTube, Facebook, Instagram, X (antigo Twitter), LinkedIn e TikTok.
Depois de seis anos sem conseguir movimentar o corpo do pescoço para baixo, Dong Hui voltou a segurar uma caneta e escrever o próprio nome. O resultado veio após o uso de um implante cerebral chamado NEO.
O caso, publicado em artigo do The Conversation, mostra como interfaces cérebro-computador começam a deixar os centros de pesquisa e ganhar espaço na medicina para auxiliar pessoas com lesões no sistema nervoso.
Da pesquisa aos hospitais: interfaces cérebro-computador começam a mudar o tratamento de lesões no sistema nervoso. Imagem: Legally Cute / Shutterstock
Implante cria nova ponte entre cérebro e movimentos
Dong Hui sofreu uma lesão medular aos 33 anos que interrompeu a comunicação entre o cérebro e o restante do corpo. Os comandos para movimentar as mãos continuavam sendo enviados, mas não conseguiam chegar aos músculos.
Após uma cirurgia para receber o NEO e onze meses de reabilitação, ele conseguiu realizar novamente uma tarefa simples, mas simbólica: escrever. Primeiro registrou seu nome e depois acrescentou a palavra “Obrigado”.
Segundo Kemel A. Ghotme, neurocirurgião pediatra e professor de neurociência translacional da Universidade de La Sabana, na Colômbia, “o extraordinário não foi apenas o fato de ele ter voltado a escrever, mas a maneira como conseguiu fazer isso.“
Desenvolvido pela empresa chinesa Neuracle Technology em parceria com pesquisadores da Universidade de Tsinghua, em Pequim, o implante registra a atividade do córtex motor. A inteligência artificial analisa esses sinais e aprende a interpretar as intenções de movimento do usuário.
Como funciona a tecnologia NEO
As interfaces cérebro-computador funcionam como uma alternativa para contornar falhas na comunicação entre cérebro e corpo. O sistema capta diretamente os sinais cerebrais e os transforma em comandos para equipamentos externos.
No caso de Dong Hui, esses comandos ajudaram a controlar uma luva robótica durante a reabilitação. A ideia dos pesquisadores, porém, vai além: combinar sinais do cérebro com estímulos sensoriais para estimular a capacidade do sistema nervoso de se reorganizar.
Entre os principais diferenciais do NEO estão:
Captura da atividade cerebral na superfície da dura-máter.
Menor invasividade em comparação com implantes inseridos no tecido cerebral.
Uso de inteligência artificial para interpretar comandos motores.
Aprovação para uso clínico em pessoas com tetraplegia que atendam aos critérios estabelecidos.
A tecnologia não busca apenas mover máquinas: ela tenta recuperar conexões perdidas entre cérebro e corpo. Imagem: Magic mine / Shutterstock
Tecnologia chega mais perto dos hospitais
O principal marco do NEO é que uma interface cérebro-computador invasiva deixou de ser apenas uma experiência científica e passou a ser reconhecida como dispositivo médico comercial.
Estamos diante de uma das mais profundas reviravoltas conceituais da medicina contemporânea.
Kemel A. Ghotme, neurocirurgião pediatra e professor de neurociência translacional da Universidade de La Sabana, em artigo no The Conversation.
Apesar do avanço, a tecnologia também levanta novas perguntas: quem terá controle sobre os dados cerebrais? Como proteger essas informações? E como garantir que esse tipo de tratamento esteja disponível para quem precisa?
A história de Dong Hui mostra que o impacto dessas soluções vai além dos laboratórios. Para uma pessoa que perdeu movimentos básicos, recuperar a capacidade de escrever uma palavra pode representar uma mudança enorme na relação com o mundo.
Se você está pensando em dar um upgrade na experiência de entretenimento em casa, esse é um bom momento para dar uma olhada nas opções de Smart TVs 4K disponíveis na Amazon. Reunimos três modelos de marcas conhecidas — LG, Semp e Samsung — com tecnologias que fazem diferença no dia a dia. Confira.
Smart TV 43″ LG 43AU801C0SA 4K
A LG 43AU801C0SA é uma TV de 43 polegadas com resolução 4K e o sistema webOS, conhecido pela interface intuitiva e vasta biblioteca de aplicativos. O painel conta com tecnologia de processamento de imagem da LG e suporte a HDR, entregando cores mais ricas e contraste aprimorado em conteúdos compatíveis. Boa pedida para quem busca uma marca consolidada no segmento.
A Semp 43S62 roda o Google TV, plataforma que centraliza conteúdos de diferentes serviços de streaming em uma só tela e integra nativamente o Google Assistente. O modelo traz suporte a HDR10+, Dolby Audio, conectividade Wi-Fi e Bluetooth, além de três entradas HDMI. Uma opção completa para quem quer praticidade no acesso ao conteúdo digital sem abrir mão de qualidade de imagem e som.
Lançada em 2025, a Samsung Crystal UHD U8600F chegou com o processador Crystal 4K, que aprimora automaticamente a qualidade de imagens em resoluções mais baixas para o padrão 4K. O modelo trouxe o Tizen OS com interface renovada, suporte a HDR e integração com assistentes de voz. Para quem é do ecossistema Samsung ou simplesmente aprecia o acabamento e a usabilidade que a marca entrega, é uma escolha consistente.
Os estoques em promoção costumam variar bastante na Amazon, então vale acessar os links agora para conferir a disponibilidade de cada modelo. Se alguma dessas TVs estiver no seu radar há um tempo, pode ser o momento certo de fechar a compra.
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As fases da Lua no mês de agosto de 2026 começaram no dia 5 com a chegada da Lua Minguante, às 23h22 (horário de Brasília). Depois disso, dia 12, é a vez da Lua Nova, que chega às 14h37. A Lua Crescente surge às 23h46 do dia 19. Por fim, vem a Lua Cheia, dia 28, à 1h19.
Lunação: a cada 29,5 dias (em média), a Lua inicia um ciclo lunar, que começa na fase nova e se encerra na minguante. – Crédito: Elena11 – Shutterstock
Uma lunação ou ciclo lunar, como é chamado o intervalo de tempo entre luas novas, é sutilmente variável, com média de duração de 29,5 dias. Durante esse período, ela passa pelas quatro fases principais (nova, crescente, cheia e minguante), e cada uma se prolonga por aproximadamente sete dias.
Também existem as “interfases”: quarto crescente e crescente gibosa (entre as fases nova e cheia) e minguante gibosa e quarto minguante (entre a cheia e a minguante).
Nova, Crescente, Cheia e Minguante são as quatro fases principais da Lua. – Crédito: Allexxandar – Shutterstock
Entenda cada fase da Lua
Lua Nova
Na Lua Nova, o satélite se posiciona entre a Terra e o Sol. Isso faz com que o lado iluminado da Lua fique voltado para o Sol, enquanto o lado escuro fica voltado para nós. Por esse motivo, a Lua não é visível no céu noturno. Essa fase marca o início de um novo ciclo lunar e está relacionada ao recomeço e a novas possibilidades.
Lua Crescente
Depois da Lua Nova, surge a fase Crescente. Aos poucos, uma pequena faixa iluminada começa a aparecer no céu, aumentando noite após noite. No início, vemos apenas um fino arco de luz, mas com o passar dos dias a parte iluminada cresce até que metade da Lua esteja visível, momento chamado de Quarto Crescente. Essa fase simboliza crescimento, desenvolvimento e a construção de novos caminhos.
Lua Cheia
Na Lua Cheia, a Terra se encontra entre o Sol e a Lua. Isso permite que o lado lunar voltado para nós receba luz por completo, tornando-se totalmente visível e brilhante no céu. É o período de maior intensidade luminosa, quando a Lua nasce no horizonte exatamente no momento em que o Sol se põe. A Lua Cheia é associada à plenitude, ao auge de processos e à energia em seu ponto máximo.
Lua Minguante
Após a Lua Cheia, a luz da Lua começa a diminuir gradualmente. A cada noite, vemos menos da sua superfície iluminada. Quando apenas metade dela está visível, ocorre o Quarto Minguante, fase oposta ao Quarto Crescente. A Lua continua a perder luminosidade até chegar novamente à Lua Nova, reiniciando o ciclo. A fase Minguante simboliza reflexão, encerramento e preparação para novos começos.
Confira aqui, no Olhar Digital, onde assistir, ao vivo, às partidas de hoje, 7 de agosto de 2026. Veja, a seguir, os horários dos jogos de hoje, com atenção especial para as partidas do Brasileirão Série B e do Feminino.
Confira, a seguir, os jogos desta sexta-feira (7) (horário de Brasília):
Onde assistir aos jogos de hoje e horários das partidas (07/08/26)
Brasileirão Série B 2026
Operário/PR x São Bernardo — 19h30 — ESPN e Disney+
Ceará x Ponte Preta — 20h30 — Disney+
Brasileirão Feminino 2026
Botafogo x Fluminense — 21h30 — sportv
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Quem joga hoje pelo Brasileirão?
Hoje, temos partidas pela Série B e pelo Feminino:
Brasileirão Série B 2026
Operário/PR x São Bernardo — 19h30 — ESPN e Disney+
Futebol ao vivo: conheça aplicativos para assistir aos jogos pelo celular
Futebol é uma paixão nacional. Por isso, nada mais natural do que ver a internet popularizando o acesso aos campeonatos nacionais e internacionais no Brasil. Com as mudanças da tecnologia, ficou bastante fácil assistir a jogos de futebol ao vivo e online no seu celular.
Filmes e séries, por exemplo, já podem ser assistidos a qualquer hora e em qualquer lugar, graças aos serviços de streaming. Mas não são apenas essas produções que podem se beneficiar das ferramentas modernas: os esportes também. Assim, já é bastante fácil assistir a jogos de futebol ao vivo e online, seja do seu celular ou do computador.
O Olhar Digital preparou um artigo especial ensinando como fazer para acompanhar os principais campeonatos de futebol — nacionais e internacionais, de clubes ou seleções — diretamente do celular ou computador via streaming ao vivo!
O ciclone-bomba continua influenciando o tempo no Sul do Brasil nesta sexta-feira (7) e no sábado (8). O Inmet alerta para tempestades, possibilidade de granizo e rajadas de vento em diferentes áreas da região.
Depois da passagem do sistema, o cenário muda rapidamente. O frio ganha força no Rio Grande do Sul, aumenta o risco de geada e derruba as temperaturas. Em boa parte do interior do país, a baixa umidade do ar segue como principal preocupação.
Temporais continuam entre Paraná e Santa Catarina
A previsão do Inmet indica que o ciclone extratropical em rápida intensificação ainda influencia o Sul do país e também provoca instabilidade no sul de Mato Grosso do Sul e em áreas de São Paulo.
O período mais crítico continua concentrado no Paraná e em Santa Catarina. Nessas áreas, são esperadas chuvas fortes, trovoadas, ventos intensos e possibilidade de granizo ao longo da sexta-feira.
Já o Rio Grande do Sul começa a apresentar melhora gradual nas condições do tempo. A chuva perde força e abre espaço para o avanço de uma intensa massa de ar frio.
Os principais destaques da previsão são:
Tempestades com trovoadas entre Paraná e Santa Catarina.
Possibilidade de granizo em áreas dos dois estados.
Rajadas de vento associadas ao ciclone extratropical.
Frio intenso e formação de geada no Rio Grande do Sul.
Baixa umidade em áreas do Centro-Oeste, Sudeste e Matopiba.
Frio muda o cenário no Rio Grande do Sul
Se de um lado o Paraná e Santa Catarina ainda convivem com a instabilidade, do outro o Rio Grande do Sul terá um fim de semana marcado pelo frio.
No sábado (8), o tempo firme favorece uma queda acentuada das temperaturas, especialmente no centro-sul do estado, onde os termômetros podem ficar próximos de 0°C. Nessas áreas, também há condições favoráveis para a formação de geada.
Em Porto Alegre, a mínima prevista é de 5°C, enquanto a máxima não deve passar de 15°C.
Enquanto o Sul enfrenta temporais e frio, parte do interior do Brasil continua sofrendo com a baixa umidade. – Imagem: Liubomyr Vorona / iStock
Tempo seco continua predominando no interior
Fora das áreas afetadas pelo ciclone, o panorama muda pouco. Grande parte do Centro-Oeste, do Sudeste e da região do Matopiba continua com baixos índices de umidade relativa do ar, mantendo os avisos emitidos pelo Inmet.
A chuva permanece concentrada principalmente sobre o oeste da Amazônia e em trechos do litoral do Nordeste. Nas demais áreas do interior, predomina o tempo estável.
A Motorola segue como uma das marcas mais procuradas quando o assunto é custo-benefício em smartphones. Reunimos três ofertas da linha Moto g que valem atenção — desde modelos de entrada reforçados até opções com 5G e NFC para quem quer conectividade completa sem pagar caro. Confira.
Motorola Moto g06 — 128GB, 12GB de memória (com RAM Boost) e câmera de 50MP com IA
O Moto g06 chegou para quem quer um smartphone completo sem gastar muito. O aparelho conta com tela de 6,9 polegadas, câmera principal de 50MP com inteligência artificial e bateria robusta de 5.200 mAh — que garante autonomia para o dia todo sem sustos. A memória total de 12GB (4GB físicos + 8GB de RAM Boost) deixa o desempenho fluido para o uso cotidiano. Disponível na cor Azul Marinho.
Motorola Moto g35 5G — 256GB, 12GB de memória, NFC e tela com Superbrilho
Versão mais completa do Moto g35, este modelo trouxe 256GB de armazenamento interno, conectividade 5G e suporte a NFC — ideal para pagamentos por aproximação. A tela de 6,7 polegadas com tecnologia Superbrilho garante boa visibilidade mesmo sob sol forte. A câmera de 50MP com IA e os 12GB de memória total (com RAM Boost) completam um conjunto bastante equilibrado para quem busca mais espaço e conectividade. Acabamento em Cinza Vegan Leather.
Motorola Moto g35 5G — 128GB, 12GB de memória, NFC e tela com Superbrilho
Mesma base do Moto g35 5G com 128GB de armazenamento — uma opção mais acessível dentro da linha, sem abrir mão do 5G, NFC, câmera de 50MP com inteligência artificial e da tela de 6,7 polegadas com Superbrilho. Os 12GB de memória total (RAM Boost incluído) mantêm o desempenho ágil no dia a dia. Disponível na cor Verde, para quem quer algo diferente na palm da mão.
Os estoques dessas ofertas podem mudar a qualquer momento, então vale acessar os links agora para garantir o melhor preço disponível. Se você estava de olho em um smartphone Motorola, esta é uma boa janela para aproveitar.
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Se você está pensando em renovar o smartphone, os iPhones da Apple continuam sendo uma das escolhas mais sólidas do mercado. Reunimos três modelos em oferta na Amazon para facilitar sua decisão — do mais acessível ao mais recente. Confira:
Apple iPhone 16e de 128 GB — Preto
O iPhone 16e chegou como a porta de entrada mais moderna da linha atual da Apple. Ele trouxe o chip A16 Bionic, suporte ao Apple Intelligence e câmera traseira de 48 MP — tudo isso com um preço mais acessível dentro do ecossistema iOS. Uma boa pedida para quem quer estrear na família 16 sem gastar tanto.
O iPhone 16 padrão trouxe o chip A18, botão de ação configurável, botão de controle de câmera e suporte completo ao Apple Intelligence. Com 128 GB de armazenamento, atende bem ao uso cotidiano — streaming, fotos, redes sociais e muito mais — com a fluidez que o iOS proporciona.
O iPhone 15 foi lançado com conector USB-C — uma virada histórica na linha — além do chip A16 Bionic e câmera principal de 48 MP com modo retrato aprimorado. Hoje aparece com preços mais competitivos, sendo uma alternativa interessante para quem busca desempenho de qualidade sem pagar pelo modelo mais atual.
Os preços e a disponibilidade de estoque podem mudar a qualquer momento. Se algum desses modelos chamou sua atenção, vale garantir antes que a oferta saia do ar.
Aviso: este artigo contém um ou mais links gerados a partir de um programa de afiliados. O valor não muda para você e o Olhar Digital poderá receber uma comissão. Nenhuma empresa participou da escolha para os links e não existiu aprovação prévia deste conteúdo, que segue independente como sempre foi.
Se você está pensando em trocar de celular, a Samsung tem opções interessantes disponíveis agora na Amazon. Reunimos três ofertas da linha Galaxy — entre elas modelos com 5G, câmeras triplas e boa memória RAM — para você comparar e escolher o que melhor se encaixa no seu bolso e nas suas necessidades.
O Galaxy A36 trouxe conectividade 5G, tela de 6,7 polegadas e câmera tripla na traseira, além de 8GB de RAM e 256GB de armazenamento — uma combinação bastante completa para quem busca desempenho sem ir ao topo de linha. A selfie de 12MP também agrada quem gosta de registrar o dia a dia.
O Galaxy A17 na versão de 128GB e 4GB de RAM é uma boa pedida para quem quer uma tela grande de 6,7 polegadas, câmera de 50MP e resistência a respingos e poeira com certificação IP54 — tudo isso com um preço mais acessível dentro da linha.
Para quem precisa de mais fôlego no armazenamento e na memória, o Galaxy A17 também está disponível na versão com 256GB e 8GB de RAM. Mantém os mesmos diferenciais do irmão menor — câmera de 50MP, tela de 6,7″ e IP54 — mas com espaço de sobra para apps, fotos e vídeos.
Os estoques em promoção costumam variar bastante, então vale conferir os preços agora mesmo antes que as condições mudem. Clique nos botões acima para ver cada oferta na Amazon e garantir o seu.
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Se você quer transformar qualquer televisão em uma smart TV ou melhorar a experiência de streaming que já tem, a Amazon oferece uma seleção de dispositivos Fire TV com ótimos preços. Reunimos três opções em promoção para diferentes perfis e necessidades — confira abaixo.
Amazon Fire TV Stick HD (modelo mais recente) — com Alexa+ e alimentado pela TV
O modelo mais recente do Fire TV Stick HD chegou com uma novidade interessante: ele é alimentado diretamente pela TV via USB, eliminando a necessidade de tomada separada. O controle remoto por voz com Alexa facilita a navegação, e o dispositivo oferece Acesso Antecipado à Alexa+, a versão aprimorada do assistente da Amazon. Uma boa pedida para quem quer praticidade na configuração.
Fire TV Stick HD — controles de casa inteligente e streaming em HD
Esta versão do Fire TV Stick HD trouxe um controle remoto mais completo, com comandos de TV integrados — o que permite controlar volume, entrada e energia sem precisar de outro controle. Ele também oferece funções de casa inteligente diretamente pelo controle. Ideal para quem quer centralizar o entretenimento e a automação residencial em um único dispositivo.
Fire TV Stick 4K — Dolby Vision, Dolby Atmos e suporte a wi-fi 6
Para quem tem uma TV 4K e quer aproveitar ao máximo a qualidade de imagem e som, o Fire TV Stick 4K é a escolha certa. Ele trouxe suporte a Dolby Vision e Dolby Atmos, garantindo imagens com HDR avançado e áudio imersivo em serviços compatíveis. O suporte a wi-fi 6 também representa um ganho real em estabilidade e velocidade de conexão. Conta ainda com Acesso Antecipado à Alexa+.
As ofertas podem mudar a qualquer momento, então vale acessar agora mesmo para garantir o melhor preço. Se você ainda usa a smart TV de fábrica ou um dispositivo mais antigo, essa é uma boa oportunidade para atualizar a experiência de streaming sem gastar muito.
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Se você está de olho em uma TV com qualidade de imagem de alto nível, este é o momento certo para agir. Reunimos três ofertas de TVs Samsung com tecnologia Neo QLED e QLED que estão disponíveis na Amazon com condições interessantes. Confira cada modelo e veja qual se encaixa melhor no seu setup.
Samsung Vision AI TV 43″ NEO QLED ULTRA 4K QN90F 2025
Lançada em 2025, a QN90F de 43 polegadas trouxe o painel Neo QLED com resolução 4K e inteligência artificial embarcada para aprimorar automaticamente a qualidade de imagem e som. Um modelo compacto que não abre mão de recursos premium, ideal para quartos ou ambientes menores que merecem um visual cinematográfico.
Samsung Vision AI TV 55″ NEO QLED ULTRA 4K QN70F 2025
A QN70F de 55 polegadas foi a opção da Samsung para quem queria uma tela maior sem abrir mão da tecnologia Neo QLED 4K e dos recursos de IA Vision AI. Com tamanho ideal para salas de estar, ela entregou brilho elevado, cores precisas e processamento de imagem inteligente para filmes, séries e jogos.
A Q5F de 43 polegadas chegou em 2025 como a entrada da linha QLED da Samsung, oferecendo resolução Full HD com suporte a HDR, som em movimento virtual e integração com o Xbox Cloud Gaming — perfeita para quem gosta de jogar sem precisar de um console físico. Ainda conta com canais gratuitos integrados, ampliando o catálogo de conteúdo sem custo adicional.
Os preços em produtos de tecnologia costumam oscilar bastante, então vale acessar as páginas agora para garantir a oferta antes que os valores mudem. Clique no botão do modelo que mais chamou sua atenção e confira as condições atualizadas diretamente na Amazon.
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Se você está pensando em trocar a televisão, este é um bom momento para pesquisar. Reunimos três ofertas de Smart TVs 4K disponíveis agora na Amazon, com modelos de marcas conhecidas e tecnologias que fazem diferença no dia a dia. Confira as opções abaixo.
Smart TV 43″ LG 43AU801C0SA 4K
A LG traz neste modelo de 43 polegadas resolução 4K UHD com processamento de imagem que melhora o conteúdo em tempo real. O sistema webOS permite acesso fácil a plataformas de streaming, e o design compacto se encaixa bem em ambientes menores sem abrir mão da qualidade de imagem.
A SEMP apostou no Google TV como sistema operacional neste modelo, o que garante integração nativa com Google Assistente e controle por voz. O Googlecast está integrado para espelhar conteúdo do celular com facilidade, e o Dolby Audio cuida da qualidade sonora. O design sem bordas dá um visual mais moderno ao conjunto.
Lançada em 2025, a Samsung Crystal UHD U8600F trouxe processamento 4K com tecnologia Crystal Display, que promete cores mais vivas e contraste aprimorado. O sistema Tizen está presente, com interface organizada e acesso rápido aos principais serviços de streaming. Um modelo sólido para quem busca a confiabilidade da marca coreana.
Os estoques nessas condições costumam variar bastante, então vale conferir os preços agora e garantir o modelo que mais combina com a sua necessidade antes que as condições mudem.
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Confira aqui, no Olhar Digital, onde assistir, ao vivo, às partidas de hoje, 11 de julho de 2026. Veja, a seguir, os horários dos jogos de hoje, com atenção especial para as partidas da Copa do Mundo e dos amistosos.
Confira, a seguir, os jogos deste sábado (11) (horário de Brasília):
Onde assistir aos jogos de hoje e horários das partidas (11/07/26)
Futebol ao vivo: conheça aplicativos para assistir aos jogos pelo celular
Futebol é uma paixão nacional. Por isso, nada mais natural do que ver a internet popularizando o acesso aos campeonatos nacionais e internacionais no Brasil. Com as mudanças da tecnologia, ficou bastante fácil assistir a jogos de futebol ao vivo e online no seu celular.
Filmes e séries, por exemplo, já podem ser assistidos a qualquer hora e em qualquer lugar, graças aos serviços de streaming. Mas não são apenas essas produções que podem se beneficiar das ferramentas modernas: os esportes também. Assim, já é bastante fácil assistir a jogos de futebol ao vivo e online, seja do seu celular ou do computador.
O Olhar Digital preparou um artigo especial ensinando como fazer para acompanhar os principais campeonatos de futebol — nacionais e internacionais, de clubes ou seleções — diretamente do celular ou computador via streaming ao vivo!
As fases da Lua no mês de julho de 2026 começaram dia 7 com a chegada da Lua Minguante, às 16h30 (horário de Brasília). Depois disso, dia 14, é a vez da Lua Nova, que chega às 06h45. A Lua Crescente surge às 08h05 do dia 21. Por fim, vem a Lua Cheia, dia 29, às 11h37.
Lunação: a cada 29,5 dias (em média), a Lua inicia um ciclo lunar, que começa na fase nova e se encerra na minguante. – Crédito: Elena11 – Shutterstock
Uma lunação ou ciclo lunar, como é chamado o intervalo de tempo entre luas novas, é sutilmente variável, com média de duração de 29,5 dias. Durante esse período, ela passa pelas quatro fases principais (nova, crescente, cheia e minguante), e cada uma se prolonga por aproximadamente sete dias.
Também existem as “interfases”: quarto crescente e crescente gibosa (entre as fases nova e cheia) e minguante gibosa e quarto minguante (entre a cheia e a minguante).
Nova, Crescente, Cheia e Minguante são as quatro fases principais da Lua. – Crédito: Allexxandar – Shutterstock
Entenda cada fase da Lua
Lua Nova
Na Lua Nova, o satélite se posiciona entre a Terra e o Sol. Isso faz com que o lado iluminado da Lua fique voltado para o Sol, enquanto o lado escuro fica voltado para nós. Por esse motivo, a Lua não é visível no céu noturno. Essa fase marca o início de um novo ciclo lunar e está relacionada ao recomeço e a novas possibilidades.
Lua Crescente
Depois da Lua Nova, surge a fase Crescente. Aos poucos, uma pequena faixa iluminada começa a aparecer no céu, aumentando noite após noite. No início, vemos apenas um fino arco de luz, mas com o passar dos dias a parte iluminada cresce até que metade da Lua esteja visível, momento chamado de Quarto Crescente. Essa fase simboliza crescimento, desenvolvimento e a construção de novos caminhos.
Lua Cheia
Na Lua Cheia, a Terra se encontra entre o Sol e a Lua. Isso permite que o lado lunar voltado para nós receba luz por completo, tornando-se totalmente visível e brilhante no céu. É o período de maior intensidade luminosa, quando a Lua nasce no horizonte exatamente no momento em que o Sol se põe. A Lua Cheia é associada à plenitude, ao auge de processos e à energia em seu ponto máximo.
Lua Minguante
Após a Lua Cheia, a luz da Lua começa a diminuir gradualmente. A cada noite, vemos menos da sua superfície iluminada. Quando apenas metade dela está visível, ocorre o Quarto Minguante, fase oposta ao Quarto Crescente. A Lua continua a perder luminosidade até chegar novamente à Lua Nova, reiniciando o ciclo. A fase Minguante simboliza reflexão, encerramento e preparação para novos começos.
Robôs já conseguem interpretar o ambiente com alta precisão por meio de câmeras e outros sensores visuais, mas ainda enfrentam dificuldades quando o assunto é reproduzir o sentido do tato humano. Um estudo publicado na revista Science Advances apresenta uma alternativa para esse desafio ao desenvolver um material macio que muda de cor quando é pressionado, permitindo que máquinas detectem toques em tempo real sem depender de processamento complexo.
A pesquisa foi liderada por Giacomo Sasso, pesquisador de pós-doutorado da Queen Mary University of London (QMUL). Segundo os autores, a tecnologia transforma diretamente a pressão aplicada sobre o material em um padrão de cores, possibilitando leituras detalhadas e rápidas. A proposta pode abrir caminho para aplicações em cirurgias, próteses e processos de manufatura de precisão, nos quais pequenas variações de força fazem diferença.
Comparação entre sensores táteis convencionais e a nova tecnologia mecanochromática, além de um protótipo integrado a um dedo robótico capaz de registrar a pressão por meio da mudança de cor – Imagem: Giacomo Sasso et al./Science Advances
Material transforma pressão em cores para dar tato aos robôs
O funcionamento da tecnologia não depende de pigmentos ou tintas. A mudança de cor ocorre graças à própria estrutura microscópica do material, fenômeno conhecido na física como cor estrutural.
No interior da folha existem camadas organizadas em padrões menores do que a espessura de um fio de cabelo. Essas estruturas refletem determinados comprimentos de onda da luz. Quando uma pressão é aplicada, as camadas se aproximam, alterando a cor refletida naquele ponto.
Essa característica permite que a pressão exercida sobre a superfície seja visualizada imediatamente, sem a necessidade de reconstruções feitas por softwares, etapa normalmente responsável pelo atraso em sensores convencionais.
Câmera comum registra o mapa de pressão
Para interpretar o toque, os pesquisadores utilizaram apenas uma câmera USB de baixo custo, posicionada abaixo do material. O sistema foi desenvolvido para permitir que robôs interpretem o tato de forma rápida e detalhada. Ela registra continuamente as mudanças de cor e cria um mapa de pressão em tempo real.
Nos testes, o sistema foi capaz de reproduzir detalhes muito finos, como o relevo gravado em uma moeda. Em outro experimento, a superfície registrou com nitidez as cristas de uma impressão digital, um nível de detalhamento que, segundo os pesquisadores, sensores anteriores não conseguiam alcançar.
Pesquisadores mostram a estrutura do sensor, o princípio de funcionamento e exemplos de mapas de pressão obtidos a partir do contato com um dedo, uma moeda e uma folha – Imagem: Giacomo Sasso et al./Science Advances
“Não estamos apenas detectando o toque; estamos visualizando sua dinâmica”, afirmou Sasso ao Earth.com. Em tradução livre, ele explicou que a tecnologia não apenas detecta o toque, mas também permite visualizar sua dinâmica conforme ela acontece.
Proposta elimina uma etapa de processamento
Tradicionalmente, sistemas de tato baseados em visão registram a deformação de um gel macio e utilizam algoritmos para reconstruir o formato e a intensidade do contato. Esse processo exige maior capacidade computacional e pode aumentar o tempo de resposta.
Na nova abordagem, a própria superfície já fornece a informação necessária por meio das cores. Assim, não é preciso reconstruir os dados posteriormente, o que pode tornar o tato dos robôs mais rápido e eficiente.
Segundo Sasso, essa estratégia aproxima o conceito de inteligência embarcada, no qual a capacidade de detecção passa a fazer parte do próprio material, simplificando o funcionamento do sistema.
Tecnologia pode beneficiar robôs, próteses e cirurgias
Os pesquisadores apontam que uma das aplicações mais promissoras está em garras robóticas utilizadas para manipular objetos pequenos e delicados. O sensor poderia indicar imediatamente quando a força aplicada estivesse próxima do limite capaz de danificar um componente.
Na medicina, o material também pode contribuir para tornar próteses mais sensíveis ao toque e fornecer informações adicionais para instrumentos cirúrgicos. Os autores citam que diferenças sutis de rigidez entre tecidos saudáveis e um possível tumor poderiam ser convertidas em mudanças visíveis de cor durante um procedimento.
Apesar dos resultados, Sasso destaca que a tecnologia ainda está em fase inicial. “Claro, ainda se trata de um protótipo, portanto há muito trabalho de engenharia a ser feito antes que possamos pensar em uma aplicação comercial ou clínica”, afirmou ao Earth.com. Segundo ele, ainda será necessário desenvolver soluções de engenharia antes que o material possa chegar ao mercado ou ser utilizado em ambientes clínicos.
O e-commerce que conhecemos foi desenhado para um consumidor paciente. Alguém disposto a buscar, comparar, abrir abas, ler avaliações, abandonar carrinhos, receber anúncios e voltar dias depois. Esse consumidor ainda existe, mas sua centralidade começa a ruir. A nova fronteira do varejo digital não será definida apenas por quem atrai mais visitantes, compra mais mídia ou reduz mais atrito no checkout. Será definida por quem consegue ser escolhido por agentes de inteligência artificial capazes de interpretar intenção, comparar alternativas e executar partes cada vez maiores da compra.
A mudança parece sutil porque surge dentro de interfaces familiares. O usuário pergunta, recebe opções, confirma uma compra. Mas, por baixo da superfície, o comércio deixa de ser uma sequência de cliques humanos e passa a operar como uma rede de decisões mediadas por sistemas. Em setembro de 2025, a OpenAI anunciou o Instant Checkout no ChatGPT. Começou com vendedores da Etsy nos Estados Unidos e previu integração com mais de um milhão de lojistas da Shopify. Também informou que mais de 700 milhões de pessoas usam o ChatGPT semanalmente. O dado importante vai além do volume de usuários e alcança o deslocamento. A conversa, antes restrita à descoberta, entra no território da transação.
A diferença entre chatbot e agente, portanto, é menos estética do que executiva. O chatbot responde. O agente persegue um objetivo. Ele pode buscar, comparar, priorizar, acionar ferramentas, registrar preferências, reduzir opções e encaminhar uma decisão. No e-commerce, isso muda a natureza da competição. A marca não fala mais apenas com uma pessoa sujeita a impulso, status, layout e repetição publicitária. Ela passa a ser avaliada por um intermediário que tende a decompor a oferta em preço, prazo, disponibilidade, reputação, avaliações, política de devolução e adequação ao pedido.
É por isso que a inteligência artificial no varejo não deve ser tratada como uma camada de atendimento. Segundo a McKinsey, 88% dos respondentes em sua pesquisa global disseram que suas organizações já usam IA regularmente em pelo menos uma função. Há adoção suficiente para criar pressão competitiva, mas maturidade insuficiente para transformar processos. A empresa que confunde uso pontual com capacidade instalada pode se sentir moderna enquanto permanece operacionalmente lenta.
No varejo, essa distância entre entusiasmo e execução fica ainda mais crítica. A Salesforce, em levantamento com 8.350 consumidores e 1.700 decisores do varejo em 21 países, afirma que 75% dos varejistas consideram agentes de IA essenciais para competir dentro de um ano. Diz também que 39% dos consumidores e 54% da geração Z já usam IA para descoberta de produtos, e que 63% da geração Z demonstra interesse em agentes comprando itens em seu nome. Aponta uma mudança comportamental difícil de ignorar, pois parte relevante dos consumidores já aceita a IA como filtro de compra.
Agentes podem resolver dúvidas complexas, acompanhar pedidos, processar devoluções, sugerir combinações de produtos, ajustar ofertas, identificar rupturas de estoque, monitorar concorrentes e acionar fluxos logísticos. Mas o impacto mais profundo é menos visível, pois eles comprimem a jornada. Se o consumidor delega comparação e triagem, desaparecem etapas em que marcas e varejistas costumavam influenciar a escolha. Menos navegação significa menor exposição a banners, a vitrines percorridas, a pageviews e a oportunidades de persuasão. Para o retail media, a pergunta incômoda é simples. O que acontece com um modelo baseado em atenção quando a atenção é substituída por delegação?
A objeção séria é que agentes ainda erram, dependem de permissões, enfrentam barreiras de integração e podem gerar riscos de privacidade, fraude, discriminação, manipulação ou opacidade. Essa objeção procede. O erro está em concluir que, por serem imperfeitos, eles permanecerão periféricos. Toda infraestrutura estratégica começa limitada, cara, incompleta e sujeita a governança. O que separa líderes de retardatários não é a ausência de cautela; é a capacidade de transformar cautela em método, com métricas, responsáveis, limites, auditoria e integração real aos sistemas do negócio.
Agentes de IA não devem ser avaliados apenas como redução de custo. O ganho real está em redesenhar a decisão comercial. A próxima vantagem competitiva virá da capacidade de tornar dados, processos, pagamentos, atendimento, catálogo e governança legíveis para agentes. A loja que não puder ser compreendida por eles será invisível em parte crescente da decisão. A marca que depender apenas de seduzir olhos humanos descobrirá que a nova vitrine talvez não tenha tela, banner ou corredor. Terá critérios.
O varejo digital foi construído para disputar atenção. O comércio agêntico será elaborado para disputar confiança, contexto e execução. A questão não é se agentes de IA substituirão o consumidor. O consumidor continuará decidindo o que importa, mas delegará cada vez mais o trabalho de chegar até lá. E, quando a delegação virar hábito, a empresa que ainda estiver otimizando apenas cliques perceberá tarde demais que perdeu o momento decisivo da compra. Não o pagamento, o anúncio ou a visita ao site. Mas sim o instante crucial em que uma máquina escolheu quais marcas mereciam ser vistas.
Se você está de olho em uma TV de alto nível, este é um bom momento para agir. A Samsung trouxe, em 2025, a linha Vision AI com tecnologia Neo QLED Ultra 4K — e três modelos estão disponíveis com boas condições na Amazon. Confira as ofertas abaixo.
Samsung Vision AI TV 55″ NEO QLED ULTRA 4K QN70F 2025
A QN70F de 55 polegadas chegou com inteligência artificial integrada para otimizar imagem e som automaticamente. O painel Neo QLED Ultra 4K oferece alto brilho, cores precisas e redução de reflexos, ideal para ambientes iluminados. Uma escolha equilibrada entre tamanho e desempenho.
Samsung Vision AI TV 43″ NEO QLED ULTRA 4K QN90F 2025
Para quem prefere um tamanho mais compacto sem abrir mão de qualidade, a QN90F de 43 polegadas foi lançada como uma das opções mais completas da linha. Ela trouxe processador com IA, suporte a múltiplos formatos HDR e design slim que se adapta bem a diferentes espaços.
Samsung Vision AI TV 65″ NEO QLED ULTRA 4K QN70F 2025
A versão de 65 polegadas da QN70F foi lançada para quem quer uma experiência cinematográfica em casa. O tamanho generoso se combina com o processamento Neo QLED e os recursos de IA da linha Vision para entregar imagens detalhadas em qualquer tipo de conteúdo, do esporte ao streaming em 4K.
Os estoques dessas TVs costumam variar bastante na Amazon, e os preços podem mudar a qualquer momento. Se algum modelo chamou sua atenção, vale acessar a oferta agora para garantir a disponibilidade.
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Quer melhorar a experiência de entretenimento em casa sem gastar uma fortuna? A Amazon está com uma seleção de Smart TVs 4K com ótimos preços, reunindo modelos de marcas como Hisense, LG e Samsung. Confira as três opções que separamos e aproveite antes que as ofertas acabem.
Hisense Smart TV UHD 4K QLED 43″ 43Q6Q
A Hisense 43Q6Q traz painel QLED com resolução 4K, suporte a HDR10+ e áudio Dolby Atmos para uma experiência imersiva. Conta ainda com Sports Mode, Game Mode Plus e compatibilidade com a Alexa, facilitando o controle por voz no dia a dia.
A LG 43AU801C0SA entrega resolução 4K com processamento de imagem confiável, conectividade completa e o webOS como sistema operacional — plataforma conhecida pela interface fluida e fácil acesso aos principais aplicativos de streaming.
A Samsung U8600F foi lançada em 2025 e trouxe o painel Crystal UHD com 4K, processador Crystal 4K e o Tizen OS, que oferece ampla compatibilidade com serviços de streaming e assistentes de voz. Um modelo sólido para quem busca a confiabilidade da Samsung.
Os estoques nessas condições podem se esgotar rapidamente. Se algum desses modelos chamou sua atenção, vale conferir o preço agora mesmo e garantir o seu antes que a oferta suma.
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A Toyota anunciou a chegada do bZ4x ao Brasil, seu primeiro SUV 100% elétrico no país. O modelo marca a entrada da marca nesse segmento e desembarca em edição bastante limitada, com apenas 99 unidades disponíveis.
A novidade, segundo o G1, chega em um momento de crescimento gradual dos veículos elétricos no mercado brasileiro. O SUV combina desempenho elevado, pacote tecnológico completo e representa a estreia da fabricante japonesa em uma categoria ainda em consolidação no país.
Com autonomia de até 361 km (Inmetro), o bZ4x aposta em uso urbano e viagens curtas no dia a dia. – Imagem: Divulgação/Toyota
O primeiro elétrico da Toyota no Brasil
O bZ4x passa a ser o primeiro modelo totalmente elétrico da Toyota vendido oficialmente no Brasil. Ele será oferecido em versão única, topo de linha, com preço sugerido de R$ 419.990.
No caso deste lançamento, a estratégia da marca é posicionar o SUV como um produto mais sofisticado dentro da linha, mirando consumidores que buscam desempenho elevado aliado a tecnologia embarcada e propulsão totalmente elétrica.
Debaixo da carroceria, o modelo traz dois motores elétricos — um em cada eixo — que garantem tração integral. O conjunto entrega 343 cavalos de potência e torque de 34,2 kgfm, números que colocam o SUV em um patamar de desempenho pouco comum na categoria.
A aceleração de 0 a 100 km/h acontece em cerca de 5,5 segundos, reforçando o perfil mais esportivo do modelo dentro da linha da marca.
Entre os principais destaques técnicos estão:
potência combinada de 343 cavalos
tração integral com dois motores elétricos
aceleração de 0 a 100 km/h em 5,5 segundos
bateria de 73,1 kWh
autonomia de até 361 km (Inmetro)
recarga rápida de até 150 kW
Interior do SUV conta com tela de 14 polegadas e integração com Apple CarPlay e Android Auto. – Imagem: Divulgação/Toyota
Autonomia, tecnologia e equipamentos
A bateria de 73,1 kWh garante autonomia de até 361 km, segundo o Inmetro. O número não é o mais alto da categoria, mas atende a uma proposta mais voltada ao uso urbano e deslocamentos de curta e média distância.
O sistema também suporta recarga rápida de até 150 kW em corrente contínua, o que reduz o tempo de carregamento em estações compatíveis. Em carregadores de corrente alternada, o modelo aceita diferentes níveis de potência, ampliando a flexibilidade de uso no dia a dia.
Por dentro, o SUV aposta em um pacote tecnológico mais moderno. O painel central traz uma tela de 14 polegadas para o sistema multimídia, com integração ao Apple CarPlay e Android Auto.
No conjunto de assistências ao motorista, o modelo inclui recursos já comuns em veículos de categorias superiores, como:
frenagem automática de emergência
piloto automático adaptativo
assistente de permanência em faixa
câmera 360 graus
Chegada do bZ4x marca a entrada da Toyota no segmento de elétricos no Brasil. Serão apenas 99 unidades disponíveis. – Imagem: Divulgação/Toyota
Design, espaço e chegada ao mercado brasileiro
O visual do bZ4x segue a nova identidade dos elétricos da Toyota, com linhas mais retas, faróis em LED mais estreitos e uma traseira marcada por uma barra de luz contínua. O conjunto reforça uma proposta mais futurista dentro do portfólio da marca.
Em dimensões, o SUV tem 4,69 metros de comprimento e entre-eixos de 2,85 metros. O porta-malas de 452 litros o coloca em posição competitiva dentro da categoria de SUVs médios.
O lançamento no Brasil acontece de forma bastante limitada, com apenas 99 unidades nesta primeira leva. A estratégia reforça o caráter de estreia da Toyota no segmento elétrico no país.
Com isso, o bZ4x marca a entrada da marca em um novo território no mercado brasileiro, em um momento em que a eletrificação ainda avança de forma gradual, mas com tendência de crescimento nos próximos anos.
Para quem quer aumentar a produtividade: o Olhar Digital encontrou um notebook potente da Acer saindo por um preço especial no Mercado Livre. Confira mais sobre o dispositivo abaixo e aproveite a promoção para comprar com desconto:
O Acer Aspire A16-71MT-75Z5 traz uma tela touchscreen de 16 polegadas e vem com o Windows 11 de fábrica. O notebook vem equipado com o processador Intel Core Ultra 7, 16 GB de memória RAM e 512 GB de SSD.
O modelo conta com uma tecla dedicada para acessar o assistente Copilot direto pelo teclado. As funcionalidades de inteligência artificial do produto incluem o cancelamento de ruído para o microfone e o enquadramento automático da webcam durante chamadas de vídeo.
As conexões sem fio usam o Wi-Fi 6E e o Bluetooth 5.3. A bateria do aparelho possui capacidade de 50 Wh com suporte a carregamento rápido via USB-C, e as laterais do notebook trazem saídas HDMI 2.1, portas USB-A e leitor de cartões SD.
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As bolsas globais começaram a terça-feira em queda forte, mas o movimento ganhou velocidade de verdade ao longo do dia. O que era um recuo mais contido na Ásia acabou se transformando em uma onda de vendas que atravessou Europa e Estados Unidos, com a tecnologia no centro da pressão.
O clima já era de cautela logo cedo, mas a leitura piorou conforme os mercados foram abrindo. Investidores foram reduzindo exposição a ações ligadas à inteligência artificial e semicondutores, e isso ajudou a amplificar o movimento.
Tecnologia amplia perdas na Europa, com destaque para o setor de chips e semicondutores sob forte pressão. – Koupei Studio/Shutterstock
Ásia abre o dia com queda pesada
Na Ásia, o tom já veio negativo desde a abertura. O índice sul-coreano Kospi caiu cerca de 10% no pregão, um movimento que rapidamente chamou atenção pela intensidade, comentou a CNBC.
SK Hynix e Samsung foram os principais destaques da queda, com perdas que chegaram a ultrapassar 12% em alguns momentos. No mercado, a leitura foi de fuga mais ampla de risco, não apenas um ajuste pontual.
Europa entra no movimento e amplia o pessimismo
Quando a Europa começou a negociar, o cenário não melhorou. O Stoxx 600 recuou perto de 1%, mas o impacto foi bem mais forte dentro do setor de tecnologia.
A sensação entre operadores era de que o movimento já vinha “contaminado” pela Ásia, e isso apareceu com mais força em ações ligadas a chips e semicondutores.
Nesse trecho do dia, o mercado já trabalhava com um ambiente mais defensivo:
tecnologia caiu com mais intensidade na Europa e na Ásia
semicondutores continuaram liderando as perdas
índice europeu do setor ficou abaixo do mercado geral
futuros do Nasdaq já apontavam nova pressão em Nova York
ações ligadas à IA passaram a oscilar com mais força
SK Hynix e Samsung puxam tombo de até 12% no Kospi, em um dos piores pregões recentes da Ásia. – Imagem: BINK0NTAN/Shutterstock
Nova York entra no jogo e piora o sentimento
Nos Estados Unidos, a virada ficou mais clara ainda antes da abertura oficial. Os futuros do Nasdaq 100 chegaram a cair 2,7%, reforçando que o movimento não era isolado.
No pré-mercado, o setor de chips voltou a ser o ponto mais sensível. Intel, Micron e AMD registraram quedas fortes logo cedo. A Nvidia, que costuma funcionar como termômetro da inteligência artificial, também abriu em baixa.
Entre cautela e leitura de correção
Apesar do tom negativo, nem todo mundo no mercado vê o movimento como algo mais grave. Em entrevista à CNBC, o CEO da Strategy Asset Managers, Tom Hulick, disse não enxergar risco de colapso imediato, destacando que ainda há liquidez no sistema e suporte vindo dos lucros das empresas.
Já em outra leitura, mais otimista, o analista Dan Ives, da Wedbush, afirmou que quedas desse tipo podem abrir oportunidades. Para ele, a chamada “Revolução da IA” ainda está no começo do ciclo.
Futuros do Nasdaq 100 caem 2,7% antes da abertura em Nova York, indicando mais um dia negativo em Wall Street. Imagem: Immersion Imagery / Shutterstock.com
IA continua sendo o centro da atenção
Mesmo com o dia bastante volátil, o pano de fundo segue praticamente o mesmo: a inteligência artificial continua sendo o principal motor do mercado — e também seu ponto mais sensível.
O comportamento desta terça deixa uma sensação clara no mercado: não é só sobre queda ou alta, mas sobre como o setor de tecnologia passou a reagir de forma muito mais intensa a qualquer mudança de humor.
No fim do pregão, o mercado fechou com um recado simples, mas importante — a tecnologia ainda lidera o jogo, mas também é onde as oscilações ficam mais fortes quando o cenário vira.
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Na parte de saúde, o relógio monitora os batimentos cardíacos, o nível de oxigênio no sangue, o estresse e as fases do sono. Ele também acompanha a temperatura na pele para registrar o ciclo menstrual e ajudar a prever o período fértil.
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A Organização das Nações Unidas (ONU) fez um alerta direto às grandes empresas de inteligência artificial: chegou a hora de abrir a conta e mostrar quanto essa tecnologia realmente custa ao planeta. O recado foi dado durante a Climate Action Week, em Londres.
Segundo a Reuters, o secretário-geral da ONU, António Guterres, voltou a cobrar transparência sobre o impacto ambiental dos data centers que sustentam sistemas de IA.
Data centers de IA consomem grandes volumes de energia e água, segundo alerta feito pela ONU em Londres. – Imagem: Junayed graphics/Shutterstock
O custo invisível da IA
A discussão não é exatamente nova, mas ganhou outro peso com a velocidade da inteligência artificial. Por trás dos modelos que viraram parte do dia a dia, existe uma infraestrutura enorme — e cara — de data centers que funcionam sem parar.
Guterres defende que as empresas divulguem, de forma clara, quanto emitem de carbono, quanta água consomem e quanto solo ocupam. E fez um alerta direto: até 2030, esses sistemas podem consumir mais energia do que todos os países do mundo, exceto cinco. Também podem demandar água suficiente para abastecer cerca de 1,3 bilhão de pessoas na África Subsaariana por um ano.
“Se a IA deve ajudar a construir um futuro melhor, ela precisa ser honesta sobre o que nos custa hoje”, disse António Guterres.
Data centers, energia e uma conta que cresce rápido
Os data centers são o coração da inteligência artificial moderna. E, para funcionar, eles não param nunca. Isso significa consumo constante de energia e sistemas intensos de refrigeração — que também exigem muita água.
Na tentativa de sustentar esse crescimento, empresas vêm combinando diferentes fontes de energia, incluindo gás natural e até nuclear, ao mesmo tempo em que anunciam metas de neutralização de carbono. Mas, para a ONU, isso ainda não é suficiente.
A organização quer acelerar a mudança para fontes renováveis e defende que toda essa infraestrutura seja alimentada por energia limpa até 2030.
E aqui o cenário fica mais claro quando se observa o conjunto:
consumo de energia segue crescendo com a expansão da IA
sistemas de refrigeração aumentam a demanda por água
a infraestrutura digital se espalha em ritmo acelerado pelo mundo
metas de energia renovável ainda estão distantes da prática
falta clareza sobre o impacto ambiental real das operações
Data centers funcionam sem parar e ampliam consumo de energia, segundo alerta da Organização das Nações Unidas. – Imagem: KM Stock/Shutterstock
O metano entra de novo na conversa
No meio desse debate sobre IA, Guterres puxou outro tema que costuma ficar em segundo plano: o metano. Ele pediu mais ação do setor de petróleo e gás para cortar emissões desse gás, que é altamente poluente e tem papel importante no aquecimento global.
O pedido é direto: reduzir vazamentos, acabar com a queima rotineira de gás e adotar padrões científicos mais rígidos. E ele foi além — disse que o mundo ainda não está na rota certa para cumprir suas metas climáticas.
Antes da COP31, uma cobrança global
A ONU também já olha para a próxima grande reunião do clima. Antes da COP31, marcada para a Turquia, Guterres vai reunir líderes mundiais em setembro para tentar acelerar compromissos.
A ideia é empurrar uma transição energética mais organizada, menos dependente de combustíveis fósseis. Mas, no fim das contas, o recado principal não muda: a inteligência artificial pode até estar moldando o futuro, mas o impacto ambiental que ela deixa no presente não dá mais para ficar fora da conta.
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O Galaxy S26+ 5G traz 512 GB de espaço interno, 12 GB de RAM e conexão com a rede 5G. O modelo vem com uma tela de 6,7 polegadas de 120 Hz e traz uma bateria de 4.900 mAh que aceita carregamento rápido de 45W.
Na parte de trás ficam as três câmeras de 50 MP, 12 MP e 10 MP, que gravam em 8K e contam com zoom óptico de 3 vezes. A câmera frontal tem 12 MP e também faz filmagens com resolução 4K.
O sistema vem com o pacote Galaxy AI integrado aos recursos do aparelho. Essa tecnologia traduz chamadas de voz na hora, transforma áudios gravados em texto escrito, remove objetos de fotos e faz pesquisas no Google ao circular um item na tela.
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A consultora de RH venceu uma ação em um tribunal inglês com apoio de um sistema de advocacia baseado em IA. O caso, envolvendo uma dívida de £ 7.000 (cerca de R$ 44.000), acabou chamando atenção não só pelo valor, mas pela forma como tecnologia e prática jurídica tradicional se misturaram.
Mais do que uma disputa financeira, o episódio mostra como ferramentas de IA começam a aparecer em cobranças mais simples — embora ainda dependam de atuação humana para chegar ao fim.
Tecnologia jurídica entra em cena e ajuda a preparar ação antes da audiência no tribunal. – Imagem: DJSPIDA FOTO/Shutterstock
Quando a IA entrou na disputa
Segundo o The Guardian, a consultora de RH Tamires Camal Taquidir recorreu à Garfield AI para tentar recuperar uma dívida de £ 7.000 (cerca de R$ 44.000), pagando aproximadamente £ 400 (cerca de R$ 2.500) pelo serviço. A ferramenta ajudou desde o começo, organizando notificações, preparando documentos e até respondendo aos argumentos apresentados pela outra parte.
Na prática, o sistema assumiu boa parte da preparação do caso antes da audiência. Tamires explicou a decisão de usar a tecnologia de forma simples.
Eu tinha valores a receber por um trabalho realizado, mas sentia que o processo de recuperação poderia ser excessivamente estressante, caro e demorado. A Garfield tornou possível dar continuidade à cobrança.
Tamires Camal Taquidir, consultora de RH, ao The Guardian.
Um caso pequeno que virou referência
O cofundador da Garfield, Philip Young, descreveu o resultado como um avanço no acesso à justiça, principalmente para quem desiste de cobrar dívidas menores por causa do custo do processo. A empresa é autorizada pela Solicitors Regulation Authority e atua em casos de até £ 10.000 (cerca de R$ 63.000).
Escritório com inteligência artificial atuou na cobrança de dívida e ajudou a estruturar o processo antes da audiência. – Imagem criada por inteligência artificial (ChatGPT / Olhar Digital)
Onde a IA para e o humano assume
Mesmo com a automação de várias etapas, a presença humana ainda foi determinante. O advogado Dominic Li, que atuou na audiência, afirmou que a IA ajudou a estruturar o caso, mas não substitui o julgamento no tribunal.
“A atuação em audiência continuou sendo essencial e um exercício fundamentalmente humano”, disse.
Em outras palavras, a tecnologia organiza e acelera, mas a decisão continua nas mãos de pessoas.
Um cenário que ainda está se formando
O caso surge em meio a discussões mais amplas sobre o uso de inteligência artificial no setor jurídico, especialmente após episódios recentes de erros envolvendo ferramentas automatizadas.
IA organizou documentos e estratégias do processo
dívida era de £ 7.000 (cerca de R$ 44.000)
serviço custou cerca de £ 400 (cerca de R$ 2.500)
resultado reforça uso combinado de IA e advogados humanos
No fim, o caso não muda sozinho o sistema jurídico britânico, mas deixa claro como esse tipo de tecnologia começa a ocupar espaço em disputas menores — aquelas que, muitas vezes, nem chegavam ao tribunal.
Confira aqui, no Olhar Digital, onde assistir, ao vivo, às partidas de hoje, 23 de junho de 2026. Veja, a seguir, os horários dos jogos de hoje, com atenção especial para as partidas da Copa do Mundo.
Confira, a seguir, os jogos desta terça-feira (23) (horário de Brasília):
Onde assistir aos jogos de hoje e horários das partidas (23/06/26)
Copa do Mundo 2026
Portugal x Uzbequistão — 14h00 — CazéTV
Inglaterra x Gana — 17h00 — CazéTV, TV Globo, ge tv, sportv, N Sports e SBT
Panamá x Croácia — 20h00 — CazéTV
Colômbia x RD Congo — 23h00 — CazéTV, TV Globo e sportv
Campeonato Brasileiro Série B
América-MG x Criciúma — 20h00 — ESPN 4 e Disney+
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Quais são os jogos que vão passar na Globo nesta terça-feira (23)?
A seguir, o Olhar Digital traz os jogos que serão transmitidos pela Globo, em cada região do Brasil, nesta terça (23) (horário de Brasília):
Copa do Mundo 2026
Inglaterra x Gana — 17h00 — TV Globo para todo o Brasil
Colômbia x RD Congo — 23h00 — TV Globo para todo o Brasil
Futebol ao vivo: conheça aplicativos para assistir aos jogos pelo celular
Futebol é uma paixão nacional. Por isso, nada mais natural do que ver a internet popularizando o acesso aos campeonatos nacionais e internacionais no Brasil. Com as mudanças da tecnologia, ficou bastante fácil assistir a jogos de futebol ao vivo e online no seu celular.
Filmes e séries, por exemplo, já podem ser assistidos a qualquer hora e em qualquer lugar, graças aos serviços de streaming. Mas não são apenas essas produções que podem se beneficiar das ferramentas modernas: os esportes também. Assim, já é bastante fácil assistir a jogos de futebol ao vivo e online, seja do seu celular ou do computador.
O Olhar Digital preparou um artigo especial ensinando como fazer para acompanhar os principais campeonatos de futebol — nacionais e internacionais, de clubes ou seleções — diretamente do celular ou computador via streaming ao vivo!
Casey Harrell tem 47 anos e convive com uma forma avançada de esclerose lateral amiotrófica (ELA). A doença reduziu drasticamente seus movimentos e tornou sua fala difícil de compreender. Mesmo assim, uma neuroprótese experimental vem mudando sua rotina há quase dois anos. Segundo a Science Alert, desde que passou a utilizá-la, ele já expressou mais de 183 mil frases e cerca de 2 milhões de palavras.
A voz digital que verbaliza seus pensamentos foi desenvolvida para soar parecida com a voz que ele tinha antes da ELA. “É muito especial ter a capacidade de olhar nos olhos da minha esposa quando ela ouve minha voz”, disse Harrell por meio do dispositivo, “e isso evoca uma doce memória e me permite explicar para minha filha, que não se lembra de nada de quando eu ainda falava com ela, como eu costumava soar.”
O sistema alcança cerca de 92% de precisão ao converter sinais cerebrais em comunicação. Imagem criada por inteligência artificial (ChatGPT / Olhar Digital)
Como o cérebro virou uma ferramenta de comunicação
O dispositivo exige uma cirurgia para a implantação de conjuntos de eletrodos em uma região específica do cérebro. Mesmo sem mover a boca, o usuário tenta falar e os sensores registram essa atividade cerebral. Em seguida, um decodificador externo transforma os sinais em texto exibido em tempo real na tela do computador.
Harrell navega pela interface usando apenas o olhar. Seu foco é representado por um cursor circular branco, e ele pode “clicar” com o pensamento. O equipamento fica montado em um carrinho móvel e o acompanha ao longo do dia, após ser conectado pela manhã com a ajuda de um cuidador.
Com a ferramenta, ele envia e-mails e mensagens de forma independente, navega na internet e mantém um emprego em tempo integral. O programa também inclui um “modo privacidade”: quando ativado, nenhum dado é salvo nem utilizado para treinar os modelos de decodificação de fala.
Para Harrell, o avanço vai além dos recursos tecnológicos. A ferramenta permitiu que ele recuperasse uma forma mais natural de participar de conversas e manter contato com as pessoas ao seu redor.
Com ajuda da interface cérebro-computador, Casey voltou a participar de conversas do dia a dia. Imagem: Divulgação/Universidade da Califórnia – Imagem: Divulgação/Universidade da Califórnia
Mais de 400 dias usando a tecnologia
Harrell reuniu o maior conjunto de registros cerebrais do estudo até o momento. Durante mais de 400 dias, ele praticou o uso do dispositivo. Sua velocidade média de comunicação é de cerca de 56 palavras por minuto — um desempenho superior ao registrado quando começou a utilizar a interface, em 2023.
“Casey pode usar o sistema para comunicar seus próprios pensamentos, não apenas quando estamos presentes em um ambiente controlado, mas sempre que ele quiser”, afirmou Nicholas Card, pesquisador de pós-doutorado do Laboratório de Neuropróteses da UC Davis. “Às vezes, ele faz isso por mais de 12 horas seguidas.”
De acordo com os resultados divulgados pelos pesquisadores, o programa apresenta precisão de 92% — ou, pelo menos, é considerado “majoritariamente correto” nessa proporção, segundo o próprio Harrell.
Um cursor controlado pelo olhar e cliques feitos com o pensamento: a rotina de Casey mudou completamente. Imagem: Divulgação/Universidade da Califórnia – Imagem: Divulgação/Universidade da Califórnia
O que os cientistas esperam daqui para frente
Harrell participa do estudo clínico piloto BrainGate 2, conduzido nos Estados Unidos. O ensaio, ainda em andamento, foi desenvolvido para investigar a segurança e a viabilidade de uma interface cérebro-computador em pessoas com paraplegia que apresentam comprometimento severo da fala ou que não conseguem usar as mãos. A pesquisa conta atualmente com outros 26 participantes.
A iniciativa nasceu na Universidade da Califórnia, Davis (UCD), em colaboração com pesquisadores da Universidade Brown e do Mass General Brigham Neuroscience Institute. No início, Harrell só conseguia utilizar o dispositivo com o suporte dos pesquisadores. Após uma série de ajustes, passou a operá-lo de forma praticamente independente em casa.
“Por anos, as interfaces cérebro-computador foram dispositivos de prova de conceito que viviam em laboratórios de pesquisa altamente controlados”, disse David Brandman, neurocirurgião, co-investigador principal e coautor sênior do estudo pela UCD. “Este trabalho mostra que podemos ter cruzado um limiar ao capacitar uma pessoa com paralisia a falar por conta própria.”
Os próximos resultados do BrainGate 2 devem ajudar os pesquisadores a entender até onde essa abordagem pode chegar e como ela poderá beneficiar futuros usuários com limitações severas de fala e movimento.
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O teclado mecânico HyperX Alloy Origins Core vem no padrão brasileiro (ABNT2), usa chaves do tipo vermelhas (Red) e tem luzes coloridas (RGB) em cada tecla. O modelo grava até três perfis de configuração direto na memória, tem cabo USB-C que sai do aparelho e traz a tecnologia anti-ghosting para reconhecer o clique de várias teclas ao mesmo tempo.
O Redragon Fizz Rainbow tem formato compacto (60% do tamanho de um teclado comum) e usa chaves do tipo marrom. O dispositivo conta com luzes coloridas fixas em linha com efeitos de movimento, aceita a troca das chaves sem precisar de solda (hot-swap) e vem com cabo USB-C.
O Akko x Monsgeek Fun60 Pro SP usa chaves magnéticas e tem uma taxa de resposta rápida de 8000 Hz. Esse modelo também tem tamanho reduzido de 60%, permite mudar a altura em que a tecla aciona o comando, traz o recurso Rapid Trigger para respostas imediatas ao soltar o botão e vem com luzes coloridas (RGB).
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O Supremo Tribunal Federal (STF) retoma nesta quarta-feira (17) uma análise que pode alterar a forma como grandes empresas digitais respondem por conteúdos publicados na internet. Entre os recursos analisados estão questionamentos apresentados por Facebook e Google.
Na prática, explica o G1, a decisão poderá influenciar a maneira como plataformas digitais lidam com conteúdos publicados por usuários e servir de referência para futuras decisões da Justiça em todo o país.
O julgamento pode redefinir como plataformas digitais respondem por conteúdos publicados por usuários. Imagem: Koshiro K/Shutterstock – Imagem: Koshiro K/Shutterstock
O que está em jogo para as Big Techs no julgamento
No centro do julgamento está o entendimento do STF sobre o artigo 19 do Marco Civil da Internet, que estabelece em quais situações as companhias podem responder por danos relacionados a publicações feitas por usuários.
No ano passado, a Corte concluiu que a regra não oferecia proteção suficiente aos direitos fundamentais e definiu que sua interpretação deveria ser ampliada. Com isso, os provedores passaram a ficar sujeitos à responsabilização civil em um número maior de situações.
É justamente nesse ponto que entra a próxima etapa da análise. O ministro Dias Toffoli, relator do caso, deve apresentar a tese que reunirá as regras gerais a serem seguidas pelas empresas.
O julgamento é acompanhado de perto pelas grandes plataformas porque a decisão poderá redefinir a forma como elas respondem a disputas envolvendo conteúdos publicados por terceiros.
O julgamento é acompanhado de perto pelas big techs por seu potencial impacto no setor digital. Imagem: N Universe/Shutterstock – Imagem: N Universe/Shutterstock
Prazo de adaptação e dever de cuidado
Na última semana, o STF formou maioria para estabelecer um prazo de 60 dias para que as empresas implementem as medidas determinadas pela Corte.
Entre as exigências está o chamado dever de cuidado, um conjunto de ações voltadas à redução de riscos e ao combate de conteúdos ilícitos.
As medidas incluem:
Ações para reduzir violações de direitos fundamentais;
Canais específicos para pedidos de retirada de conteúdo;
Mecanismos de combate a práticas ilícitas.
O voto de Toffoli também mantém obrigações relacionadas a casos considerados mais graves, como crimes antidemocráticos, terrorismo, incitação ao racismo e induzimento ao suicídio. Além disso, prevê punições em situações de falha sistêmica dos serviços.
O artigo 19 do Marco Civil da Internet voltou ao centro de uma das discussões mais importantes sobre tecnologia no Brasil. Imagem: Tashatuvango / iStock
Divergências e possíveis impactos
Mas nem todos os ministros concordam sobre quando as novas regras devem começar a valer.
Toffoli defendeu um critério ligado à conclusão da análise. Já o ministro Flávio Dino argumentou que a aplicação deveria ocorrer de forma imediata.
Quanto mais protelar, mais a tecnologia será outra e o julgamento cairá em espécie de desuso.
Flávio Dino, Ministro do Supremo Tribunal Federal, durante julgamento.
Há ainda uma discussão importante sobre os chamados provedores neutros, ou seja, serviços que exercem pouca ou nenhuma interferência na circulação de conteúdos.
O debate busca definir se essas plataformas continuariam dependendo de decisão judicial específica para eventual responsabilização. Durante as discussões, a Wikipedia foi citada como exemplo de serviço que não impulsiona conteúdos.
Quando o julgamento for concluído, a decisão deverá ser seguida por juízes e tribunais de todo o Brasil. As determinações permanecerão válidas até que o Congresso Nacional aprove uma legislação específica para tratar dos deveres dos provedores digitais e da proteção dos usuários na internet.
Independentemente do resultado final, a decisão deve ter efeitos duradouros sobre a atuação das plataformas digitais no Brasil e sobre a forma como disputas envolvendo conteúdo online serão analisadas pela Justiça.
Hoje, 17 de junho de 2026, a Lua está na fase Nova e 11% visível. Confira o calendário completo de fases da Lua em junho. As informações sobre as fases da Lua do mês de junho são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Lua hoje: confira as próximas fases
As fases da Lua no mês de junho de 2026 começaram no dia 8 com a chegada da Lua Minguante. A mudança ocorreu às 07h03 (horário de Brasília).
A Lua Nova deste domingo chegou às 23h56. A Lua Crescente surge às 18h55 do dia 21 do mês. As fases da Lua do mês de junho de 2026 contam ainda com a Lua Cheia, no dia 29, às 20h58.
Lunação: a cada 29,5 dias (em média), a Lua inicia um ciclo lunar, que começa na fase nova e se encerra na minguante. Imagem: Elena11 – Shutterstock
Uma lunação ou ciclo lunar, como é chamado o intervalo de tempo entre luas novas, é sutilmente variável, com média de duração de 29,5 dias. Durante esse período, ela passa pelas quatro fases principais (nova, crescente, cheia e minguante), e cada uma se prolonga por aproximadamente sete dias.
Também existem as “interfases”: quarto crescente e crescente gibosa (entre as fases nova e cheia) e minguante gibosa e quarto minguante (entre a cheia e a minguante).
Nova, Crescente, Cheia e Minguante são as quatro fases principais da Lua. – Crédito: Allexxandar – Shutterstock
Entenda cada fase da Lua
Lua Nova
Na Lua Nova, o satélite se posiciona entre a Terra e o Sol. Isso faz com que o lado iluminado da Lua fique voltado para o Sol, enquanto o lado escuro fica voltado para nós. Por esse motivo, a Lua não é visível no céu noturno. Essa fase marca o início de um novo ciclo lunar e está relacionada ao recomeço e a novas possibilidades.
Lua Crescente
Depois da Lua Nova, surge a fase Crescente. Aos poucos, uma pequena faixa iluminada começa a aparecer no céu, aumentando noite após noite. No início, vemos apenas um fino arco de luz, mas com o passar dos dias a parte iluminada cresce até que metade da Lua esteja visível, momento chamado de Quarto Crescente. Essa fase simboliza crescimento, desenvolvimento e a construção de novos caminhos.
Lua Cheia
Na Lua Cheia, a Terra se encontra entre o Sol e a Lua. Isso permite que o lado lunar voltado para nós receba luz por completo, tornando-se totalmente visível e brilhante no céu. É o período de maior intensidade luminosa, quando a Lua nasce no horizonte exatamente no momento em que o Sol se põe. A Lua Cheia é associada à plenitude, ao auge de processos e à energia em seu ponto máximo.
Lua Minguante
Após a Lua Cheia, a luz da Lua começa a diminuir gradualmente. A cada noite, vemos menos da sua superfície iluminada. Quando apenas metade dela está visível, ocorre o Quarto Minguante, fase oposta ao Quarto Crescente. A Lua continua a perder luminosidade até chegar novamente à Lua Nova, reiniciando o ciclo. A fase Minguante simboliza reflexão, encerramento e preparação para novos começos.
Confira aqui, no Olhar Digital, onde assistir, ao vivo, às partidas de hoje, 17 de junho de 2026. Veja, a seguir, os horários dos jogos de hoje, com atenção especial para as partidas da Copa do Mundo.
Confira, a seguir, os jogos desta quarta-feira (17) (horário de Brasília):
Onde assistir aos jogos de hoje e horários das partidas (17/06/26)
Copa do Mundo 2026
Áustria x Jordânia — 1h — TV Globo, sportv e CazéTV
Quais são os jogos que vão passar na Globo nesta quarta-feira (17)?
A seguir, o Olhar Digital traz os jogos que serão transmitidos pela Globo, em cada região do Brasil, nesta quarta-feira (17) (horário de Brasília):
Copa do Mundo 2026
Áustria x Jordânia — 1h — TV Globo para todo o Brasil
Inglaterra x Croácia — 17h — TV Globo para todo o Brasil
Uzbequistão x Colômbia — 23h — TV Globo para todo o Brasil
Futebol ao vivo: conheça aplicativos para assistir aos jogos pelo celular
Futebol é uma paixão nacional. Por isso, nada mais natural do que ver a internet popularizando o acesso aos campeonatos nacionais e internacionais no Brasil. Com as mudanças da tecnologia, ficou bastante fácil assistir a jogos de futebol ao vivo e online no seu celular.
Filmes e séries, por exemplo, já podem ser assistidos a qualquer hora e em qualquer lugar, graças aos serviços de streaming. Mas não são apenas essas produções que podem se beneficiar das ferramentas modernas: os esportes também. Assim, já é bastante fácil assistir a jogos de futebol ao vivo e online, seja do seu celular ou do computador.
O Olhar Digital preparou um artigo especial ensinando como fazer para acompanhar os principais campeonatos de futebol — nacionais e internacionais, de clubes ou seleções — diretamente do celular ou computador via streaming ao vivo!
Atenção: a matéria a seguir inclui uma discussão sobre suicídio. Se você ou alguém que você conhece precisar de ajuda, procure ajuda especializada. O Centro de Valorização da Vida (CVV) funciona 24h por dia pelo telefone 188. Também é possível conversar por chat ou e-mail.
O que começou dentro de uma casa virou um processo judicial contra duas das maiores redes sociais do mundo. Uma mãe italiana acusa a Meta e o TikTok de falhas na proteção de menores após a morte da filha de 12 anos.
Segundo a família, a adolescente foi exposta a conteúdos de automutilação e depressão nas plataformas antes de tirar a própria vida.
Segundo a família, conteúdos depressivos passaram a dominar o que a adolescente via online em poucos meses. Imagem: Marina Demidiuk/iStock – Imagem: Marina Demidiuk/iStock
Um caso que expôs o lado mais sensível das redes sociais
A história de Rossella Ugues ganhou repercussão depois que os pais perceberam, tarde demais, como o comportamento da filha mudou em poucos meses. Aos poucos, ela passou a consumir conteúdos cada vez mais ligados à tristeza e à automutilação, impulsionados por algoritmos de recomendação.
Na avaliação da mãe, Irene Roggero Ugues, o processo foi silencioso e difícil de enxergar no dia a dia. Em entrevista, ela descreveu a sensação com uma frase forte: “Em algum momento, pareceu ganhar vida própria, crescendo até sufocar o lado alegre e sociável dela — a parte mais brilhante”, disse.
A ação aberta na Itália sustenta que as plataformas não teriam oferecido proteção suficiente a usuários menores, permitindo a exposição a conteúdos considerados de risco.
Meta e TikTok negam responsabilidade direta e destacam medidas de segurança voltadas a adolescentes. Crédito: Tada Images / Shutterstock – Crédito: Tada Images / Shutterstock
Algoritmos, ciclos e o ponto mais delicado da discussão
A acusação central envolve o funcionamento dos sistemas de recomendação. Segundo o processo, esses mecanismos identificam interesses e passam a reforçar conteúdos semelhantes, inclusive sensíveis. O problema, apontam as famílias, é que isso pode criar um ciclo contínuo de exposição.
No meio desse debate, surgem pontos levantados pelos autores da ação:
Reforço constante de conteúdos sensíveis
Proteção considerada insuficiente para menores
Dificuldade prática de supervisão parental
Possível padrão de uso semelhante à dependência
Exposição prolongada sem interrupção eficaz
As empresas envolvidas, Meta e TikTok, negam responsabilidade direta e afirmam que mantêm sistemas de segurança, filtros de conteúdo e ferramentas específicas para adolescentes.
Quando a rotina familiar não acompanha o ritmo das redes sociais
Um dos trechos mais repetidos por famílias envolvidas no debate é simples: o controle não dá conta. Mesmo com regras em casa, muitos pais relatam que os adolescentes conseguem contornar restrições com facilidade.
“Monitorar o uso das redes sociais é um trabalho em tempo integral”, afirmou uma representante de famílias numerosas na Itália. Segundo ela, na prática, a supervisão constante é quase impossível.
E há um ponto que aparece com frequência nesses relatos: a mudança de comportamento costuma ser gradual, quase imperceptível no começo, o que dificulta ainda mais a intervenção.
A história ganhou repercussão internacional e ampliou a pressão por regras mais rígidas para menores online. Imagem: Garun.Prdt/Shutterstock – (Imagem: Garun.Prdt/Shutterstock)
Entre ciência, cautela e interpretações diferentes
Pesquisas citadas no processo apontam que mecanismos como curtidas, notificações e recomendações podem ativar sistemas de recompensa no cérebro, especialmente em adolescentes. Por isso, parte dos especialistas fala em padrões semelhantes aos de dependência.
Mas o tema não é fechado. Outros especialistas alertam que é preciso cautela ao tirar conclusões diretas. Para eles, reduzir o problema apenas às plataformas pode simplificar demais uma questão mais ampla, que envolve também convivência, diálogo e acompanhamento familiar.
Um debate que ainda está longe do fim
O processo na Itália segue em andamento e pode influenciar discussões mais amplas sobre a responsabilidade de plataformas digitais no uso por menores. Meta e TikTok negam as acusações e dizem investir continuamente em segurança e proteção de jovens usuários.
No fim, o caso vai além de um tribunal. Ele pressiona uma pergunta que ainda não tem resposta definitiva: até onde vai o impacto das redes sociais na vida de crianças e adolescentes — e quem deve responder por isso?
Muito antes dos foguetes e da corrida espacial, o escritor francês Júlio Verne já imaginava uma viagem tripulada à Lua. Publicado em 1865, o romance “Da Terra à Lua” e sua continuação, “Ao Redor da Lua“, apresentam elementos que lembram muito a missão Artemis 2, realizada pela NASA em 2026. As semelhanças vão desde o local de lançamento até a trajetória ao redor da Lua e o retorno ao oceano Pacífico.
Para quem tem pressa:
Mais de 150 anos antes da Artemis 2, Júlio Verne já imaginava uma missão tripulada à Lua com lançamento a partir da Flórida, viagem ao redor do satélite e retorno à Terra;
Os romances “Da Terra à Lua” e “Ao Redor da Lua” apresentam semelhanças com a missão da NASA, incluindo a observação da Lua durante o trajeto e a realização de correções de trajetória;
Embora algumas previsões não tenham se concretizado, como o lançamento por um gigantesco canhão, as obras demonstram um amplo conhecimento científico.
As “coincidências” são fundamentadas
Ilustração do lado oculto da Lua no romance de Júlio Verne ao lado da imagem real capturada pela Artemis 2 – Imagem: Émile-Antoine Bayard e Alphonse de Neuville / NASA – Montagem: Olhar Digital
Considerado um dos pais da ficção científica,Júlio Verne construiu sua obra a partir da combinação entre imaginação e conhecimento científico. Conhecido por realizar grandes pesquisas antes de escrever seus romances, o escritor buscava compreender a ciência de sua época e adicioná-la em suas narrativas. Por isso, muitas das escolhas presentes em “Da Terra à Lua” e “Ao Redor da Lua” não foram feitas de forma aleatória.
O primeiro exemplo é o local de lançamento da missão. Verne escolheu a Flórida como ponto de lançamento para a viagem à Lua de seus personagens; essa escolha se deu pelo reconhecimento das vantagens que regiões próximas à linha do Equador oferecem para esse tipo de lançamento. Atualmente, o estado norte-americano abriga o Centro Espacial Kennedy da NASA e é a principal base de lançamento das missões espaciais dos Estados Unidos, incluindo o programa Artemis.
As semelhanças também aparecem na missão imaginada pelo autor. Em vez de pousar na Lua, a nave que carrega os personagens Barbicane, Nicholl e Ardanrealiza uma viagem ao redor do satélite natural antes de retornar à Terra. A Artemis 2 seguiu uma proposta semelhante, levando astronautas em uma missão de sobrevoo e observação lunar.
Ilustração dos personagens, Barbicane, Nicholl e Ardan, de Júlio Verne observando a “janela” da cápsula no espaço e ao lado uma astronauta observando a Terra pela cápsula da Artemis 2 – Imagem: Émile-Antoine Bayard e Alphonse de Neuville / NASA – Montagem: Olhar Digital
Os romances de Verne também descrevem os tripulantes observando a Lua durante a viagem e anotando suas observações. Mesmo sem poder capturar imagens do satélite natural, como feito pela Artemis 2, a ideia de estudar e documentar o ambiente lunar mostrava um caminho a ser seguido mais de 100 anos depois.
Ao longo da narrativa, os viajantes ainda precisam realizar ajustes para manter o caminho planejado. Atualmente, essas correções de trajetória são parte fundamental de qualquer missão espacial.
O local de pouso também aparece como uma semelhança à missão Artemis 2. Júlio Verne descreve a cápsula de seu romance pousando no Oceano Pacífico, assim como também aconteceu com a espaçonave da mais recente viagem à Lua.
Nem todas as previsões, porém, se mostraram corretas. Verne imaginou que a nave seria lançada por um gigantesco canhão chamado “Columbiad“, solução que seria inviável para transportar seres humanos. Ainda assim, o nível de conhecimento científico presente nas obras impressiona por ter sido desenvolvido décadas antes do surgimento de quaisquer foguetes e da própria corrida espacial.
Esses paralelos ajudam a explicar por que as obras de Verne continuam sendo frequentemente citadas quando se discute a história da exploração espacial. Mais do que “prever” tecnologias, o autor demonstrou uma capacidade de aplicar princípios científicos para imaginar cenários que, em muitos aspectos, se aproximariam das futuras missões à Lua.
Os principais executivos de empresas de inteligência artificial estão chegando à conferência do G7 que acontece nesta quarta-feira (17) em Evian, na França.
Sam Altman, da OpenAI, Dario Amodei, da Anthropic, e Demis Hassabis, do Google DeepMind, integram o grupo de líderes do setor de tecnologia convidados para um almoço na cúpula.
Também confirmados para o encontro estão Arthur Mensch, da francesa Mistral, Aidan Gomez, da canadense Cohere, Uljan Sharka, da italiana Domyn, Victor Riparbelli, da britânica Synthesia, e Robin Rombach, da alemã Black Forest Labs.
Marc Benioff, da Salesforce, Alex Wang, da Meta, os fundadores da indiana Sarvam e da japonesa Sakana completam a lista de possíveis participantes.
Lembrando que o G7 reúne os EUA, Reino Unido, Canadá, França, Alemanha, Itália e Japão. A União Europeia participa ativamente dos trabalhos do G7.
O presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, também viajou.
O que está na pauta
Riscos da IA, infraestrutura e soberania tecnológica estão entre os temas previstos para as discussões. A proteção de crianças na internet também faz parte da agenda, segundo informações divulgadas pelo governo francês em coletiva de imprensa na semana passada.
A OpenAI declarou à CNBC, no início de junho, que esperava que as empresas de tecnologia saíssem da cúpula com um conjunto de “compromissos voluntários”.
Esses compromissos devem envolver segurança para jovens, riscos de fronteira em segurança cibernética e biossegurança. A ideia é que eles se tornem um padrão global de fato.
É o que disse à CNBC Jessica Brandt, pesquisadora sênior de tecnologia e segurança nacional no Council on Foreign Relations – que pode ser traduzido como Conselho de Relações Exteriores -, um think tank americano voltado a política externa e relações internacionais.
Influência geopolítica em debate
Segundo Brandt, “isso mostra que, para assumir compromissos críveis sobre IA, os chefes de Estado agora precisam da cooperação, senão do aval, de um punhado de executivos do setor privado que estão de fato construindo a tecnologia. Estamos vendo uma mudança em quem tem assento à mesa e um sinal de onde o poder está”.
O pano de fundo do encontro inclui tensões entre a Anthropic e o governo dos Estados Unidos. A empresa segue em negociações com a administração Trump após Washington impor controles de exportação sobre os modelos Fable 5 e Mythos 5 da companhia, por razões de segurança nacional.
O lançamento recente de modelos de IA com capacidades cibernéticas avançadas — incluindo o Mythos, da Anthropic, e o GPT-5.5 Cyber, da OpenAI — gerou preocupações de empresas e governos em relação a vulnerabilidades de segurança digital.
Cameron Kerry, pesquisador visitante da Brookings Institution, disse à CNBC que o lançamento do Mythos marcou um “ponto de inflexão” no desenvolvimento da IA e levou a administração Trump a considerar a regulação da tecnologia.
Para Emerson Brooking, pesquisador sênior do Atlantic Council, os controles de exportação americanos sobre os modelos da Anthropic “mudaram tudo”.
“Vários países do G7 já haviam mencionado a necessidade de investimento em IA soberana, mas sempre havia a suposição de que isso ocorreria junto com o acesso à infraestrutura tecnológica dos EUA”, disse ele à CNBC. “Agora os EUA sinalizaram disposição para cortar o acesso do G7 e até de aliados de tratado a certas capacidades de IA” – completou.
Os laboratórios de ponta parecem interessados em moldar esses debates antes que existam regras determinadas e vinculantes.
Nesta quarta-feira (17), Uzbequistão e Colômbia se enfrentam em jogo válido pela primeira rodada do Grupo K da Copa do Mundo 2026. A bola rola às 23h (horário de Brasília) no Estádio da Cidade do México.
Como chegam Uzbequistão e Colômbia para a Copa do Mundo?
A Colômbia chega à Copa do Mundo embalada por duas vitórias consecutivas na preparação. Os colombianos integram o Grupo K, ao lado de Portugal, DR Congo e Uzbequistão, e apostam no talento de Luis Díaz e James Rodríguez para conquistar bons resultados.
A seleção do Uzbequistão disputa pela primeira vez a fase de grupos da Copa do Mundo e chega após uma preparação de resultados variados. A equipe sofreu derrotas para a seleção da Holanda e para a seleção do Canadá fora de casa, mas também conquistou bons resultados como mandante.
A OpenAI registrou um gasto de US$ 3,7 bilhões no primeiro trimestre de 2026, segundo reportagem do The Information. O portal credita documentos que a empresa compartilhou com acionistas.
O valor representa mais da metade da receita da startup, estimada em US$ 5,7 bilhões.
Lembrando que, no começo de junho, a OpenAI protocolou de forma confidencial um pedido de IPO nos Estados Unidos. A abertura de capital na bolsa de valores pode ocorrer já em setembro.
A expectativa é de que a desenvolvedora do ChatGPT seja avaliada em até US$ 1 trilhão.
ChatGPT ainda lidera em usuários, mas já sente a pressão dos concorrentes no mercado global de IA. Imagem: Primakov / Shutterstock – Imagem: Primakov / Shutterstock
Domínio do ChatGPT encolhe e concorrentes ganham força no mercado de IA
Pela primeira vez desde seu lançamento, o ChatGPT perdeu a marca de 50% de participação no mercado global de assistentes de IA. O movimento reflete o avanço de concorrentes que vêm atraindo cada vez mais usuários, segundo o relatório State of AI 2026, da Sensor Tower.
Embora siga na liderança, o chatbot da OpenAI viu sua fatia de mercado cair para 46,4% em maio. Enquanto isso, Gemini e Claude ganharam espaço em um setor que continua crescendo rapidamente.
Até janeiro de 2026, o ChatGPT concentrava mais da metade do mercado de assistentes de IA. No fim de maio, sua participação havia recuado para 46,4%. O Gemini, do Google, alcançou 27,7%, enquanto o Claude, da Anthropic, chegou a 10,3%.
Apesar da queda relativa, o ChatGPT continua sendo o assistente de IA mais utilizado do mundo, com mais de 1,1 bilhão de usuários mensais. O Gemini aparece em segundo lugar, com 662 milhões, seguido pelo Claude, com 245 milhões.
O relatório também destaca que os usuários estão mais dispostos a experimentar diferentes plataformas. Um dos fatores observados foi o aumento das desinstalações após o anúncio do acordo entre a OpenAI e o Departamento de Defesa dos Estados Unidos. O episódio sugere que muitos usuários levam em consideração não apenas os recursos oferecidos, mas também as decisões tomadas pelas empresas responsáveis pelas ferramentas.
Enquanto o crescimento do Gemini está ligado à integração com o ecossistema do Google, o Claude ganhou destaque em tarefas de produtividade e vem se aproximando dos índices de retenção do ChatGPT.
Desde que a missão Artemis 2 retornou à Terra após completar sua histórica viagem ao redor da Lua, os cientistas da NASA iniciaram uma nova fase de pesquisas e análises baseadas nos dados coletados durante o voo.
O pouso seguro no Oceano Pacífico, em 10 de abril, marcou o encerramento bem-sucedido da missão, mas não significou o fim do trabalho científico. As pesquisas continuaram em laboratórios e centros de pesquisa da agência.
Pouso da missão Artemis 2, após o primeiro voo tripulado à Lua em mais de meio século – Crédito: NASA
NASA analisa dados de saúde e desempenho da tripulação após o voo
As informações obtidas durante a missão estão sendo usadas para compreender como o corpo humano reage a viagens espaciais de longa duração. O objetivo é aprimorar o preparo de futuras missões à Lua e a Marte, além de apoiar planos de presença humana contínua na superfície lunar, com maior segurança e eficiência em ambientes extremos.
Logo após o retorno, os astronautas Reid Wiseman, Victor Glover, Christina Koch e Jeremy Hansen passaram por uma série de avaliações médicas e físicas. Os exames foram realizados rapidamente para registrar os efeitos imediatos da transição entre a microgravidade e a gravidade terrestre, fase considerada essencial para entender a adaptação do organismo.
Esses dados ajudam os pesquisadores a estimar o tempo necessário para que astronautas recuperem plenamente suas funções físicas após o retorno de uma missão. Esse conhecimento será fundamental para futuras operações na Lua ou em Marte, onde não haverá equipes de apoio disponíveis para assistência imediata.
Um dos primeiros conjuntos de testes integrou o programa Medidas Padrão de Voo Espacial da Artemis 2. Nele, os astronautas realizaram exames de pressão arterial, frequência cardíaca, visão e coordenação motora. O objetivo é criar uma base de referência para comparações em futuras missões tripuladas.
Além dos exames clínicos, os tripulantes participaram de um circuito físico com atividades que simulam situações operacionais. Entre elas estavam levantar e deitar, subir escadas e manipular uma escada de corda, exercícios que ajudam a avaliar a recuperação funcional do corpo após o voo espacial.
Astronautas da missão Artemis 2 em entrevista após retornarem à Terra – Crédito: NASA
Astronautas seguiram para exames quando pousaram na Terra
Após o retorno ao Centro Espacial Johnson, em Houston, os astronautas seguiram com avaliações mais detalhadas. Os testes incluíram análise de equilíbrio, reflexos e controle motor, fundamentais para compreender como o sistema neuromotor reage ao retorno à gravidade terrestre.
Nos dias seguintes, a equipe realizou experimentos com trajes espaciais adaptados para simular a gravidade lunar, que corresponde a cerca de um sexto da gravidade da Terra. Esses testes permitem observar como o corpo humano se comporta em condições semelhantes às futuras missões de exploração.
Outra frente importante de pesquisa envolve o sistema imunológico. Amostras de sangue e saliva coletadas antes, durante e depois da missão estão sendo comparadas para identificar alterações biológicas provocadas pela exposição ao ambiente espacial.
Entre os principais pontos estudados está a possível reativação de vírus latentes no organismo humano. Pesquisas anteriores sugerem que o espaço pode influenciar o sistema imunológico, e a Artemis 2 fornece dados mais completos para aprofundar essa análise.
Parte da tripulação também realizou testes cognitivos após o retorno, avaliando memória, atenção e capacidade de decisão. Em paralelo, os astronautas participaram de uma simulação de acoplamento manual de espaçonave, usada para medir precisão e controle motor sob condições controladas.
Esses experimentos fazem parte do estudo “Riscos da Radiação para Astronautas e da Saúde e Desempenho da Tripulação” (ARCHeR), que investiga como os riscos do ambiente espacial afetam o desempenho humano. Os dados coletados são combinados com informações registradas por dispositivos utilizados pelos astronautas durante toda a missão.
A coleta inicial de dados foi concluída cerca de 45 dias após o pouso da cápsula Orion. Mesmo assim, o acompanhamento médico continuará por muitos anos, permitindo que os pesquisadores construam um histórico detalhado dos efeitos de longo prazo das viagens espaciais.
Depois de processadas e anonimizadas, as informações serão disponibilizadas à comunidade científica por meio do Arquivo de Dados de Ciências da Vida da NASA. Isso permitirá que pesquisadores do mundo todo utilizem os dados em novos estudos e desenvolvam tecnologias para futuras missões.
Chips biológicos simularam tecidos humanos no espaço com a Artemis 2
Além dos estudos com astronautas, a missão também envolveu o projeto “Avaliação Avançada de Tecidos e Respostas em Ambientes de Gravidade” (AVATAR), que utiliza chips biológicos capazes de simular tecidos humanos em escala reduzida. Esses dispositivos continham células da medula óssea de cada integrante da tripulação.
Os chips viajaram ao redor da Lua dentro da cápsula Orion, expostos às mesmas condições de microgravidade e radiação do espaço profundo. Agora, estão sendo analisados em laboratório para identificar alterações celulares e moleculares provocadas pelo ambiente espacial.
Um cientista manuseia chips de órgãos do programa AVATAR após sua jornada ao redor da Lua a bordo da nave Orion, com a missão Artemis 2. Os chips contêm células de cada astronauta e estão sendo preparados para uma análise detalhada. – Crédito: NASA
Os pesquisadores comparam os chips que estiveram no espaço com amostras de controle mantidas na Terra. Para isso, utilizam técnicas avançadas de genética, como o sequenciamento de RNA de célula única, que permite analisar o comportamento individual das células.
O objetivo é entender como diferentes organismos respondem de forma única às condições extremas do espaço. No futuro, isso poderá permitir o desenvolvimento de modelos biológicos personalizados para cada astronauta.
Esses modelos poderão apoiar a criação de tratamentos médicos sob medida, aumentando a segurança de tripulações em missões de longa duração. A tecnologia também pode ser aplicada no planejamento de futuras expedições à Lua e a Marte.
NASA vai revelar imagens inéditas da Lua
Enquanto isso, outra parte da missão analisa os dados coletados durante a passagem da Orion pela Lua. Em 6 de abril, os astronautas passaram quase sete horas observando a superfície lunar durante a maior aproximação da nave.
As observações seguiram um plano detalhado e incluíram registros em imagem, vídeo e áudio de crateras, falhas geológicas e variações de iluminação na superfície lunar. Também foram documentados possíveis impactos luminosos observados durante o período.
Uma das mais de 12 mil imagens da missão Artemis 2 já disponibilizadas pela NASA em acervo público: registro feito por uma câmera externa da cápsula Orion mostra parte da espaçonave e a Lua. – Imagem: NASA
Esses dados estão sendo analisados para a produção de relatórios científicos que serão divulgados ainda este ano. Os documentos também explicarão como as observações foram planejadas e executadas.
Em comunicado, a NASA revelou que pretende divulgar mais de 100 gravações de áudio e cerca de 11.500 imagens e vídeos inéditos da Terra e da Lua. Todo o material será integrado ao Sistema de Dados Planetários da agência.
Antes da publicação, os arquivos estão sendo padronizados para garantir acesso amplo e duradouro. A medida permitirá que pesquisadores, estudantes e o público utilizem essas informações em estudos e consultas futuras.
O céu noturno revela uma paleta de cores surpreendente nas estrelas, que variam do azul intenso ao vermelho suave. Observadores atentos conseguem identificar essas nuances mesmo sem telescópios, dependendo do brilho de cada estrela. Estrelas como Vega e Spica destacam-se em tons azulados, enquanto Arcturus e Antares aparecem mais alaranjadas ou avermelhadas.
A origem dessas cores está na temperatura de cada astro e na forma como a luz é percebida pelos olhos humanos. Estrelas mais quentes irradiam tons mais frios, e as mais frias emitem tons mais quentes, enquanto a sensibilidade da visão em baixa luminosidade pode alterar a percepção real.
Como a cor das estrelas se forma?
A cerca de 28.000 anos-luz de distância, o aglomerado globular M80 abriga centenas de milhares de estrelas unidas pela gravidade. Ambientes densos como este podem impulsionar o crescimento de buracos negros por meio de fusões sucessivas – Crédito: NASA, ESA, STScI e A. Sarajedini (Universidade da Flórida)
No site Space, uma análise aponta que a cor de uma estrela está diretamente associada à temperatura de sua superfície. Estrelas mais quentes tendem a emitir luz em tons azulados, enquanto estrelas mais frias aparecem em tons alaranjados ou avermelhados.
Esse comportamento decorre da forma como os corpos celestes emitem radiação térmica. A distribuição dessa radiação determina o comprimento de onda predominante da luz visível.
Nesse contexto, a explicação menciona a Lei de Wien, que descreve como o aumento de temperatura desloca a emissão máxima de energia para comprimentos de onda menores, mais próximos do azul.
Também é citada a Lei de Stefan-Boltzmann, que indica o crescimento acentuado da energia emitida conforme a temperatura aumenta.
Percepção humana e contraste no céu
(Imagem: KinoMasterskaya / Shutterstock.com)
O texto destaca que a percepção das cores estelares não depende apenas da física, mas também da fisiologia da visão humana. Em condições de pouca luz, a visão perde sensibilidade às cores, o que faz com que estrelas menos brilhantes pareçam brancas.
Já estrelas mais luminosas permitem a ativação dos cones da retina, responsáveis pela distinção de cores, tornando possível identificar tonalidades como azul, branco ou vermelho.
Outro ponto observado é o uso do contraste visual para perceber melhor as diferenças. A comparação entre estrelas com cores distintas facilita a identificação dessas variações no céu.
Relação entre exemplos observados
O material também descreve exemplos de estrelas com cores contrastantes usadas para observação a olho nu. Altair aparece como referência de tom mais claro, enquanto outras como Antares são associadas a tonalidades mais avermelhadas.
Essas diferenças são explicadas pela variação de temperatura entre os astros e pela forma como cada um emite energia em diferentes comprimentos de onda.
Neste domingo (14), Costa do Marfim e Equador estreiam na fase de grupos da Copa do Mundo 2026. A bola rola às 20h (horário de Brasília) no Estádio da Filadélfia, nos Estados Unidos.
Como vem Costa do Marfim e Equador para a Copa do Mundo
Ambas seleções vão em busca de sua primeira Copa do Mundo.
A Costa do Marfim venceu os três amistosos que disputou este ano: 4×0 contra a Coreia do Sul, 1×0 contra a Escócia e 2×1 contra a França.
Do outro lado, o Equador disputou quatro, com duas vitórias (2×1 contra a Arábia Saudita e 3×0 contra a Guatemala) e dois empates (1×1 contra o Marrocos e contra a Holanda).
As equipes fazem parte do Grupo E, que ainda conta com Alemanha e Curaçao.
Neste domingo (14), Holanda e Japão estreiam na fase de grupos da Copa do Mundo 2026. A bola rola às 17h (horário de Brasília) no Estádio de Dallas, no estado do Texas, nos Estados Unidos.
O duelo entre Holanda e Japão será transmitido na Globo e SBT (TV aberta), no SporTV e NSports (canais fechados), e na ge TV e CazéTV (canais do YouTube).
Prováveis escalações
Holanda: Verbruggen; Dumfries, Van Hecke, Van Dijk e Van de Ven; Gravenberch e Frenkie de Jong; Rijnders, Gakpo e Summerville; Memphis Depay.
Técnico: Ronald Koeman.
Japão: Zion Suzuki; Takehiro Tomiyasu, Maya Yoshida e Ko Itakura; Ritsu Doan, Wataru Endo, Tanaka, Keito Nakamura, Takefusa Kubo e Junya Ito; Ayase Ueda.
Técnico: Hajime Moriyasu.
As escalações confirmadas são divulgadas cerca de uma hora antes do jogo.
Ambas seleções vão em busca de sua primeira Copa do Mundo.
Nos quatro amistosos que disputou antes do mundial, a Holanda venceu dois (contra Noruega e Uzbequistão, ambos por 2×1), empatou contra o Equador (1×1) e perdeu para a Argélia.
Do outro lado, o Japão disputou três amistosos este ano – e venceu os três (contra Escócia, Inglaterra e Islândia, todos por 1×0).
As equipes fazem parte do Grupo F, que ainda conta com Suécia e Tunísia.
Neste domingo (14), Alemanha e Curaçao estreiam na fase de grupos da Copa do Mundo 2026. A bola rola às 14h (horário de Brasília) no Estádio de Houston, no estado do Texas, nos Estados Unidos.
A Alemanha tem quatro Copas do Mundo (apenas uma a menos do que o Brasil), mas tenta reverter as decepções recentes. Isso porque a seleção venceu a edição de 2014 em solo brasileiro, mas sequer passou das fases de grupos em 2018 e 2022. Os alemães vêm de vitória nos quatro amistosos que disputaram antes do início do mundial.
Do outro lado, Curaçao disputa sua primeira Copa do Mundo na história. A seleção da ilha caribenha vem de vitória por 4×0 contra Aruba, também em amistoso.
As equipes fazem parte do Grupo E, que ainda conta com Equador e Costa do Marfim.
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Um policial do condado de Derbyshire, no Reino Unido, passou a ser alvo de investigação criminal após suspeitas de ter recorrido a sistemas de inteligência artificial para produzir material utilizado como evidência em diferentes processos judiciais. O caso envolve a apuração de possível adulteração do curso da justiça e foi tornado público recentemente pelo The Guardian.
De acordo com autoridades locais, o agente em questão já foi retirado de funções operacionais enquanto o procedimento investigativo segue em fase inicial. A apuração ocorre em cooperação com o Crown Prosecution Service, órgão responsável pela persecução penal no país.
Segundo a polícia de Derbyshire, ainda não houve prisões relacionadas ao caso e detalhes sobre a identidade do servidor ou a natureza exata das supostas condutas não foram divulgados.
Entenda os desdobramentos da investigação
(Imagem: NorthSky Films / Shutterstock.com)
A corporação policial de Derbyshire confirmou que instaurou investigação criminal após a suspeita de que um de seus integrantes teria utilizado ferramentas de inteligência artificial na elaboração de material probatório em múltiplas ocorrências. O enquadramento inicial da apuração aponta para a hipótese de interferência indevida em procedimentos judiciais.
Conforme comunicado pela força policial, o servidor foi afastado de atividades de linha de frente enquanto as diligências prosseguem. A instituição também informou que mantém articulação com o Crown Prosecution Service para avaliar eventuais impactos em casos já em andamento.
Kuzma/iStock
O episódio ocorre em meio a alertas emitidos por órgãos de coordenação policial no Reino Unido sobre o uso de inteligência artificial em atividades judiciais. O responsável pelo centro de IA do National Police Chiefs’ Council afirmou que algumas forças foram orientadas a interromper o uso de sistemas automatizados na redação de declarações e documentos utilizados em tribunais, sob dúvida quanto à confiabilidade dessas ferramentas.
Em paralelo, a polícia metropolitana de Londres também conduz apurações internas envolvendo o emprego de tecnologia baseada em dados para monitoramento de servidores. Segundo informações oficiais, o sistema teria sido utilizado para identificar possíveis irregularidades funcionais e condutas criminosas, o que resultou em detenções de agentes sob suspeitas graves, incluindo abuso de autoridade e fraude.
A reportagem do The Guardian não especificou em quais crimes o policial teria falsificado evidências ou mesmo o sistema de inteligência artificial utilizado.
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Astrônomos identificaram um quasar distante — ou núcleo ativo de uma galáxia — alimentado por um buraco negro supermassivo que lança ventos em uma velocidade recorde de 30% da velocidade da luz, o equivalente a cerca de 323 milhões km/h. Segundo os pesquisadores, trata-se do vento de buraco negro mais rápido já observado especificamente em comprimentos de onda ultravioleta.
O objeto, chamado J2318, abriga um buraco negro com massa estimada em 1,7 bilhão de vezes a massa do Sol e está localizado a cerca de três bilhões de anos-luz da Terra. Embora essa seja uma massa considerada bastante típica para um buraco negro supermassivo, a velocidade dos ventos observados está longe de ser comum, afirmou Patrick Hall, pesquisador da Universidade de York (Canadá) e integrante da equipe.
“Em termos de velocidade, o vento deste quasar poderia ser chamado de um furacão categoria 79”, disse Lucas Seaton, líder do estudo e pesquisador da Universidade de York, em comunicado. “Cada categoria de furacão é cerca de 20% mais rápida do que a categoria abaixo. Chamar isso de categoria 79 dá uma ideia de quão rápido ele é, mas, é claro, esse vento é diferente de tudo o que existe na Terra.”
A origem desses ventos está no comportamento dos quasares. As galáxias grandes são consideradas lar de um buraco negro supermassivo em seus centros, com massas de milhões ou até bilhões de vezes a do Sol.
Mas nem todos esses gigantes cósmicos alimentam quasares ou emitem ventos tão potentes. Os quasares surgem quando esses buracos negros centrais são cercados por enormes quantidades de gás e poeira, chamadas de discos de acreção, que os alimentam gradualmente.
Representação artística de um quasar: o ponto preto no centro representa o buraco negro supermassivo no núcleo do quasar; a espiral vermelha e amarela que o circunda mostra o disco de gás quente caindo no buraco negro; parte desse gás é ejetada como o vento do quasar, representado em azul claro; o tamanho do disco mostrado é comparável ao tamanho do nosso Sistema Solar – Imagem: NASA/CXC/M. Weiss, Nahks Tr'Ehnl, Nurten Filiz Ak
“Ventos” de buraco negro?
Como essas massas colossais geram forças gravitacionais intensas, os discos de acreção também sofrem fortes forças de maré, que produzem atrito e fazem o sistema brilhar intensamente em todo o espectro eletromagnético. Essa radiação também empurra matéria para longe dos discos, sob a forma de intensos “ventos” de buraco negro.
“Nos quasares, muitas vezes vemos ventos de gás empurrados para longe do buraco negro pela luz do quasar”, disse Seaton. “O vento em J2318 pode ser visto em comprimentos de onda ultravioleta, com velocidades de até 30% da velocidade da luz. Ventos ainda mais rápidos podem ser vistos em comprimentos de onda de raios X, mas J2318 é o mais rápido já descoberto em comprimentos de onda ultravioleta”;
A principal diferença em relação aos ventos terrestres está no fato de que os ventos de buracos negros são impulsionados pela radiação, por partículas de luz chamadas fótons que colidem com os átomos, e não pela pressão do ar.
“Os quasares emitem tantos fótons que esses pequenos impulsos se somam e geram velocidades extremas”, disse Seaton. “O problema é que os fótons também podem remover todos os elétrons dos átomos, tornando-os invisíveis. Como empurrar o gás até as velocidades que vemos enquanto mantemos intactos os íons de carbono e silício que observamos… é um verdadeiro quebra-cabeça!”
Para tentar resolver essa questão, a equipe recorreu a dados observacionais do SDSS-IV Time-Domain Spectroscopic Survey e do SDSS-V Black Hole Mapper, ambos parte do Sloan Digital Sky Survey (SDSS).
Seaton explicou que o sistema funciona como um prisma: “Assim como um arco-íris espalha a luz do Sol em diferentes comprimentos de onda, cores, o SDSS espalha a luz de certas estrelas, galáxias e quasares no que chamamos de seus espectros. A partir desses espectros, com prática, os estudantes aprendem a identificar quasares incomuns.”
Esses espectros detalhados de J2318 revelaram os ventos em alta velocidade do quasar no ultravioleta. O estudo de ventos de buracos negros como esse é considerado importante para entender como as galáxias evoluem, já que esses ventos são a forma como buracos negros supermassivos trocam energia com suas galáxias hospedeiras. Em especial, essa energia pode expulsar gás e poeira, matéria-prima para a formação de estrelas, sufocando o nascimento estelar nas galáxias.
“Esses fluxos extremos carregam quantidades incríveis de energia que podem afetar as galáxias ao redor. Eles funcionam como uma espécie de elo perdido: o feedback elusivo entre a região central ativa de uma galáxia e o restante da galáxia”, disse Paola Rodríguez Hidalgo, professora associada da Universidade de Washington em Bothell.
“Embora esse processo tenha sido incluído em simulações de formação de galáxias por décadas, ainda há muito trabalho a ser feito para entendê-lo por meio de observações e garantir que as simulações o tratem corretamente.”
A equipe e outros astrônomos devem continuar buscando ventos de buracos negros de alta velocidade na radiação ultravioleta, mas não estão confiantes de que encontrarão algo tão rápido quanto o de J2318.
“Não será fácil encontrar um outflow ultravioleta mais rápido do que o de J2318, mas estamos continuando essa busca do Universo próximo até os confins mais distantes do Universo que podemos ver”, concluiu Flores.
Veja os destaques do Olhar Digital News desta terça-feira:
STF volta a julgar regras para responsabilização das redes sociais
O Supremo Tribunal Federal deve julgar nesta quarta-feira os recursos apresentados por big techs como Google e Meta contra a decisão que ampliou a responsabilidade das redes sociais sobre os conteúdos publicados por usuários. Pautada pelo presidente da Corte, ministro Edson Fachin, a análise marca a primeira oportunidade para o STF esclarecer pontos cruciais da tese que alterou a interpretação do Marco Civil da Internet.
EUA acusam BYD e outras empresas tech chinesas de colaborar com militares na China
O Departamento de Guerra dos Estados Unidos atualizou sua lista de empresas que supostamente colaboram com militares chineses. A nova versão incorpora nomes importantes do setor de tecnologia, como Baidu, BYD e Alibaba, além da fabricante de robôs Unitree.
China acelera corrida da IA com investimento trilionário em data centers
O governo da China prepara um plano de investimentos de cerca de 2 trilhões de yuans, equivalente a cerca de R$ 1,6 trilhão, para construir data centers de inteligência artificial em todo o país ao longo dos próximos cinco anos. A iniciativa visa fortalecer a indústria de IA chinesa e reduzir a distância em relação aos Estados Unidos na corrida tecnológica.
Cientistas atualizam regras para contato alienígena
A Academia Internacional de Astronáutica atualizou seus protocolos pós-detecção, um conjunto de regras que define o que deve ser feito depois de um possível sinal de vida extraterrestre. As novas diretrizes são uma atualização das regras publicadas em 2010 e reforçam uma postura de cautela: qualquer sinal suspeito precisa ser tratado como hipótese, não como descoberta.
Artemis 3: NASA revela os quatro astronautas da próxima missão à Lua
O lançamento da Artemis 3 está previsto apenas para 2027. Mas a tripulação que participará da próxima missão à Lua foi anunciada nesta terça-feira.
O Olhar Digital News vai ao ar de segunda a sexta-feira nas nossas redes sociais!
A Anthropic lançou hoje o Claude Fable 5, seu modelo de inteligência artificial mais avançado disponível ao público geral. Segundo comunicado oficial, ele supera qualquer versão anterior da empresa.
A desenvolvedora também liberou o Claude Mythos 5 para um grupo restrito. Quais são os principais destaques dessas novas ferramentas? E quais os riscos?
Este é o tema da coluna Fala AI desta semana, com Roberto Pena Spinelli, físico pela USP, com especialidade em Machine Learning por Stanford e pesquisador na área de Inteligência Artificial.
A SpaceX está planejando lançar demonstrações iniciais de infraestrutura de computação de inteligência artificial (IA) baseada no espaço até o final de 2027, antecipando o cronograma de “início de 2028” divulgado no seu prospecto de IPO, de acordo com duas pessoas que participaram em apresentações para investidores ouvidas pela Reuters.
Projeto central para crescimento futuro
O esforço de computação orbital é fundamental para a estratégia de crescimento de longo prazo da SpaceX perante os investidores;
A empresa afirma nos seus documentos de IPO ser “a única empresa com um caminho comercialmente viável para construir computação de IA orbital em larga escala“;
A SpaceX solicitou autorização aos reguladores para lançar até um milhão de satélites de centros de dados espaciais;
Durante duas apresentações para investidores antes do IPO, ambas com a presença da Presidente Gwynne Shotwell e do Diretor Financeiro Bret Johnsen, os executivos da SpaceX delinearam um roteiro para começar a demonstrar capacidades de computação orbital em 2027.
Shotwell e Johnsen, que têm estado em reuniões com grandes bancos de investimento para promover uma captação de fundos de US$ 75 bilhões (R$ 389,4 bilhões) no IPO da empresa, com uma avaliação-alvo de US$ 1,7 trilhão (R$ 9 trilhões), descreveram as implementações iniciais como sistemas demonstrativos destinados a validar a tecnologia antes de qualquer implementação comercial mais ampla.
Desafios com o foguetão Starship
O Starship, o foguetão totalmente reutilizável que sustenta os planos da empresa para computação orbital, continua anos atrasado em relação aos objetivos originais do CEO, Elon Musk, e ainda não demonstrou a reutilização rápida necessária para tornar a implementação em larga escala economicamente viável.
Michael Monaghan, sócio e gestor de carteira da Founder ETFs, comentou à Reuters que “os centros de dados orbitais, embora sejam um problema difícil, têm alguns limites, o que me dá maior confiança de que os cronogramas estabelecidos serão cumpridos”.
SpaceX promete maior IPO da história – Imagem: FellowNeko/Shutterstock
Num vídeo divulgado na segunda-feira (8), Musk afirmou que construir centros de dados de IA orbitais não é um desafio de engenharia difícil, pois grande parte da tecnologia necessária já existe na atual rede de satélites Starlink.
A primeira versão do satélite de IA provavelmente usará chips da Nvidia, e a potência informática da nave espacial seria equivalente à de um rack Nvidia GB300, disse o CEO.
Detalhes do IPO da SpaceX
As ações da SpaceX estão programadas para começar a ser negociadas na Nasdaq na sexta-feira (12) com o símbolo SPCX, com o preço do IPO definido em US$ 135 (R$ 700,96) por ação. Esta será a maior oferta pública inicial do mundo, destronando a petrolífera Saudi Aramco.
O sorteio do concurso7046 da Quina aconteceu na noite de terça-feira (9), às 21h. O prêmio desta loteria estava estimado em R$ 8,6 milhões.
Os números sorteados da Quina 7046 foram: 02 – 12 – 37 – 68 – 76.
Resultado da Quina 7046
Confira os números sorteados da Quina de hoje e descubra se o prêmio milionário acumulou ou se teve ganhadores. Em seguida, explore os últimos resultados e as informações sobre o próximo sorteio.
A Quina de hoje acumulou?
A Quina de hoje acumulou. A estimativa de prêmio do próximo concurso da Quina é de R$ 10 milhões.
Teve ganhador na Quina hoje?
Nenhuma aposta acertou as cinco dezenas. 40 apostas acertaram quatro números e ganharam R$ 13.162,76. 3.493 apostas acertaram três dezenas e levarão R$ 143,55. 98.929 apostas obtiveram dois acertos e receberão R$ 5,06.
Qual é o último resultado da Quina?
O resultado da Quina 7045 desta segunda-feira (8) é: 12 – 13 – 17 – 54 -71.
Quando é o próximo sorteio da Quina?
O próximo sorteio é o 7047 e ele acontece na quarta-feira, 10 de junho de 2026.
Os dez últimos resultados dos sorteios da Quina foram:
Quina 7045 (08/06/2026): 12 – 13 – 17 – 54 -71
Quina 7044 (06/06/2026): 02 – 05 – 30 – 54 – 73
Quina 7043 (05/06/2026): 10 – 20 – 21 – 29 – 46
Quina 7042 (03/06/2026): 10 – 13 – 25 – 36 – 60
Quina 7041 (02/06/2026): 25 – 28 – 49 – 56 – 75
Quina 7040 (01/06/2026): 05 – 23 – 52 – 56 – 67
Quina 7039 (30/05/2026): 12 – 15 – 16 – 67 – 80
Quina 7038 (29/05/2026): 02 – 31 – 39 – 64 – 73
Quina 7037 (28/05/2026): 09 – 26 – 42 – 55 – 66
Quina 7036 (27/05/2026): 15 – 42 – 63 – 66 – 77
Como resgatar o prêmio da Quina
Ao ganhar na Quina, o processo de resgate do seu prêmio é simples e se diferencia principalmente pelo valor a ser recebido. Você tem a opção de fazer o resgate em qualquer casa lotérica credenciada ou nas agências da Caixa.
Veja como funciona:
Para prêmios brutos de até R$ 2.428,79: você pode receber seu prêmio em qualquer casa lotérica credenciada ou nas agências da Caixa. Aqui, os ganhadores que apostaram online também podem resgatar o prêmio via transferência ao Mercado Pago.
Para prêmios brutos a partir de R$ 2.428,80: o pagamento é realizado somente nas agências da Caixa. Será necessário apresentar seu comprovante de identidade original com CPF e o recibo de aposta original e premiado.
Para prêmios de R$ 10.000,00 ou mais: esses valores são pagos em até dois dias úteis. O prazo começa a contar a partir da apresentação em uma Agência da Caixa.
Quais os dias de sorteio da Quina?
Os sorteios da Quina acontecem 6 vezes por semana. Eles ocorrem de segunda a sábado.
Qual o horário do sorteio da Quina?
O sorteio ocorre às 21h (horário de Brasília).
Onde assistir ao sorteio ao vivo da Quina?
O sorteio é transmitido pela RedeTV! online e também na TV e pelo perfil da Caixa no YouTube e Facebook.
Como jogar na Quina?
A aposta simples consiste em marcar 5 números entre os 80 disponíveis.
Até que horas é possível apostar na Quina?
As apostas poderão ser feitas até as 20h do mesmo dia do sorteio.
Com quantos números se ganha na Quina?
O apostador leva prêmio em dinheiro se acerta a partir de 2 números (duque). Ele também ganha com 3 números (terno), 4 números (quadra) e 5 números sorteados.
Quantos números posso escolher para apostar na Quina?
No volante, seja em papel ou digital, há 80 números disponíveis. A menor aposta possível é escolher 5 números e custa R$ 3. Quanto mais números você escolher, maior será sua chance de ganhar.
Blake Smith, Game Designer, e Edward Zhao, Senior Game Product Manager, apresentaram o novo personagem de League of Legends. Corvin Locke, o Exorcista das Cinzas, é o 173º campeão do jogo, com seu lançamento previsto para dia 24 de junho, no patch 26.13. Abaixo, confira o que foi revelado nessa mesa-redonda com os desenvolvedores da Riot sobre o personagem.
Concepção do Personagem
Arte conceitual de Locke, fora e dentro do jogo – Imagem: Reprodução / Riot Games
Os desenvolvedores não esconderam a inspiração em personagens como Dante e Vergil, de Devil May Cry, trazendo um personagem mais legal e estiloso. É uma concepção que, de acordo com eles, combina muito bem com jogadores de assassinos da mid-lane.
A história de Corvin Locke traz um personagem versado em rituais proibidos, que veio de uma linhagem de ocultistas de Demacia. Uma vida que fez o personagem perceber as mentiras e hipocrisia das pessoas, aprendendo que os demônios não são a causa da escuridão da humanidade, mas a consequência.
O caixão de Corvin Locke, onde ele carrega suas ferramentas, sendo muito importante para sua silhueta, principalmente para diferenciar de outros personagens nos arbustos – Imagem: Reprodução / Riot Games
Apesar dessa história mais sombria, os desenvolvedores procuram trazê-lo como um personagem com muito estilo, e sem ser um personagem muito preto no branco. Ele foi pensado para ter tanto um lado sério quanto descontraído.
Habilidades de Locke
A arte conceitual dos movimentos de Locke, inspirada em seu conceito arcano – Imagem: Reprodução / Riot Games
Passiva – Estacas de Prata: Locke prega a alma de seus inimigos com seus ataques básicos, causando dano mágico baseado na Vida faltante do inimigo.
Q – Pregos Ritualísticos: Locke prepara um conjunto de 3 Pregos Anímicos para jogar à frente, causando dano mágico e marcando seus inimigos. Cada prego causa lentidão baseada em stacks, enquanto atacá-los causa dano mágico para cada stack, enquanto cada prego não gasto recupera parte da Mana e do cooldown da habilidade.
W – Ignição da Alma: Ele libera seus próprios selos, ganhando velocidade de movimento que vai decaindo com o tempo. Com seu efeito ativo, ele sofre uma porcentagem de dano verdadeiro por segundo, mas recupera parte do dano sofrido e um adicional baseado na vida perdida e tempo passado. É possível ativar novamente a habilidade para terminá-la antes.
E – Perseguição das Cinzas: Locke se teletransporta para o local alvo, causando dano mágico na área em volta. Depois, o seu próximo ataque é uma investida que causa dano mágico no alvo e em todos os inimigos no caminho, enquanto cada ataque consome pregos de alma. O cooldown é resetado se ele causar um abate.
R – Purgatório: Ele saca um artefato de seu caixão e o arremessa no local alvo, atirando pregos acorrentados que causam dano mágico e lentidão na área. Caso campeões sejam acertados e sua Vida baixe a um certo limiar, ele é executado automaticamente e a habilidade afeta novamente outros campeões próximos. No fim da habilidade, caso um campeão tenha sido executado, o artefato vai permanecer no chão, e pegá-lo aumenta o limiar para execução e reduz o cooldown dessa ultimate.
Saiba que essas informações e mecânicas apresentadas ainda estão em desenvolvimento, estando sujeitas a alterações até o lançamento do personagem.
Expectativas e objetivos dos desenvolvedores
Arte da segunda skin de Locke, High Noon Locke, que teve um processo muito divertido para os designers – Imagem: Reprodução / Riot Games
Corvin Locke foi desenhado para ser um assassino de AP para a mid-lane, focado em mobilidade, burst damage e abates sucessivos em área. A sua gameplay vai girar em torno de emboscar seus inimigos para abatê-los, stackando seu Q (Ritual Nails) antes de executá-los com sua ultimate.
A sua jogabilidade e o seu design foram pensados para preencher o espaço vago de assassinos AP na mid-lane. De acordo com os devs, Locke vai ser uma grande ajuda para suprir essa lacuna entre os jogadores de personagens assassinos no League of Legends.
Confira os números sorteados da Lotofácil de hoje e descubra se o prêmio milionário acumulou ou se teve ganhadores. Em seguida, explore os últimos resultados e as informações sobre o próximo sorteio.
A Lotofácil de hoje acumulou?
A Lotofácil de hoje não acumulou. A estimativa de prêmio do próximo concurso da Lotofácil é de R$ 2 milhões.
Teve ganhador na Lotofácil hoje?
Cinco apostas acertaram as 15 dezenas e vão levar para casa R$ 341.029,77, sendo:
Uma aposta de Senador Canedo (GO);
Uma aposta de Luisburgo (MG);
Uma aposta de Rondonópolis (MT);
Uma aposta de Curitiba (PR);
Uma aposta de Ibiúna (SP).
687 apostas acertaram 14 números e ganharam R$ 743,46. 18.424 apostas acertaram 13 dezenas e levarão R$ 35,00. 115.840 apostas obtiveram 12 acertos e receberão R$ 14,00. Por fim, 524.196 apostas tiveram 11 dezenas sorteadas e foram premiadas com R$ 7,00.
Ao ganhar na Lotofácil, o processo de resgate do seu prêmio é simples e se diferencia principalmente pelo valor a ser recebido. Você tem a opção de fazer o resgate em qualquer casa lotérica credenciada ou nas agências da Caixa.
Veja como funciona:
Para prêmios brutos de até R$ 2.428,79: você pode receber seu prêmio em qualquer casa lotérica credenciada ou nas agências da Caixa. Aqui, os ganhadores que apostaram online também podem resgatar o prêmio via transferência ao Mercado Pago.
Para prêmios brutos a partir de R$ 2.428,80: o pagamento é realizado somente nas agências da Caixa. Será necessário apresentar seu comprovante de identidade original com CPF e o recibo de aposta original e premiado.
Para prêmios de R$ 10.000,00 ou mais: esses valores são pagos em até dois dias úteis. O prazo começa a contar a partir da apresentação em uma Agência da Caixa.
Quantos números posso escolher para apostar na Lotofácil?
No volante, seja em papel ou digital, há 25 números disponíveis. A menor aposta possível é escolher 15 números e custa R$ 3,50. Quanto mais números você escolher, maior será sua chance de ganhar.
Qual é a maior aposta que posso fazer na Lotofácil?
A maior aposta é de 20 números. O preço dessa aposta é de R$ 54.264,00.
Como aumentar as chances de ganhar na Lotofácil?
Para aumentar suas chances na Lotofácil, o valor da cota depende da quantidade de dezenas e cotas disponíveis. Você encontra bolão com cota a partir de R$ 4,50.