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Sindicato dos professores de São Leopoldo rejeita proposta do governo e convoca assembleia geral

Por:Sul 21
24 de Abril de 2026, 18:28

Em mesa de negociação realizada nesta sexta-feira (24), a Comissão de Negociação e a Direção do Sindicato dos Professores Municipais Leopoldenses (Ceprol) decidiram rejeitar a proposta de reajuste salarial apresentada pelo governo Heliomar Franco (PL).

O executivo municipal propôs um reajuste parcelado de 3,77%, dividido em duas parcelas: 1,89% em abril e 1,88% em outubro, com a diferença retroativa a abril paga apenas em dezembro. Para o Programa de Alimentação, a administração não ofereceu reajuste. Já o plano de saúde, reivindicação histórica da categoria, sequer foi contemplado com a proposta.

Diante da rejeição da proposta, a categoria se prepara para definir os rumos da mobilização. O Ceprol mantém a Assembleia Geral para a próxima segunda-feira (27), às 18h, no Colégio São Luís (Rua Bento Gonçalves, 1375). O sindicato espera grande presença da categoria para deliberar sobre possíveis movimentos e formas de pressão por valorização salarial.

Segundo o Ceprol, os índices ficam muito aquém do necessário para a valorização da categoria. “Não atende ao que compreendemos como valorização profissional. Estamos distantes do reajuste do Piso Nacional do Magistério, fixado pelo MEC em 5,4%, e dos 7,1% de reajuste do Fundeb”, afirmou a diretoria do sindicato.

A entidade também criticou a manutenção do reajuste zero para o Vale-alimentação. “O governo propôs 0% como se a comida não fosse um dos fatores que mais pesa no bolso da classe trabalhadora”, destacou o sindicato em nota.

O Ceprol alerta que a educação municipal vive momento crítico: “As professoras estão dando conta da educação todos os dias, mesmo sem condições de trabalho para fazer a inclusão com qualidade e sofrendo diversas violências nas escolas. A educação de São Leopoldo está sob risco.”

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RS chega a 27 feminicídios em 2026 com dois casos nesta terça (7)

7 de Abril de 2026, 17:08

Duas mulheres foram vítimas de feminicídio no Rio Grande do Sul nesta terça-feira (7). O primeiro caso do dia – e 26º do estado neste ano – se deu em Novo Hamburgo, onde uma mulher de 43 anos identificada como Veridiana de Barros Alves foi encontrada morta dentro de casa, na Rua das Quaresmeiras, bairro Boa Saúde, com sinais de estrangulamento e perfuração por faca no pescoço.

O companheiro da vítima, Rudinei Vieira da Silva, de 32 anos, confessou o crime à Polícia Civil. Em depoimento, ele declarou que cometeu o feminicídio após uma briga em decorrência do uso de entorpecentes. O casal morava com um filho adolescente de Veridiana, de outro relacionamento. Ela também deixa uma filha menor de idade.

De acordo com o Delegado da Delegacia da Mulher (Deam) de Novo Hamburgo, Alexandre Quintão, Rudinei possui antecedentes por furto e roubo. No entanto, não há qualquer registro de violência doméstica contra ele.

Já o 27º caso aconteceu em Parobé, no Vale do Rio dos Sinos. Ana Beatriz Fernandes da Rocha, de 20 anos, foi assassinada a facadas, também dentro de casa. A investigação aponta o companheiro, de 32 anos, como principal suspeito. Depois do feminicídio, ele fugiu da cena do crime, mas já foi encontrado no município de Glorinha, onde foi detido.

O delegado Francisco Leitão, da Delegacia de Polícia Civil de Parobé, informa que o casal não tinha histórico de violência doméstica registrado.

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Pela vida das mulheres: atos do 8 de março ocupam ruas pelo Brasil

Por:Sul 21
8 de Março de 2026, 13:31

De Agência Brasil

O 8 de março de 2026 – o Dia Internacional da Mulher – será marcado no Brasil com atos espalhados pelas cinco regiões no país. A denúncia da violência contra as mulheres está no centro das manifestações.

As marchas das mulheres também incluem na agenda, entre outro temas, críticas ao imperialismo, tendo em vista as ações dos Estados Unidos (EUA) no mundo; a defesa da soberania; da democracia e pelo fim da escala de seis dias de trabalho por um de descanso (6×1), que atualmente está em debate no Parlamento.

A Articulação de Mulheres Brasileiras (AMB), uma das organizações por trás dos atos, afirma que estará nas ruas para denunciar a violência contra as mulheres.

“Estamos nas ruas para exigir o fim da violência contra nossos corpos e a proteção de nossas vidas. Pelo fim do feminicídio”, escreveu a AMB em manifesto.

“O capitalismo, aliado ao patriarcado e ao racismo, mantém a exploração e o sofrimento das mulheres. Mulheres no Brasil, em Gaza, em Cuba, na Venezuela e em tantos outros lugares enfrentam guerras, ameaças à soberania, avanço da extrema direita e a retirada de direitos básico”, completa o manifesto da AMB.

Em Porto Alegre o ato, na manhã deste domingo, teve início na Ponte de Pedra, na Praça dos Açorianos, e seguiu até a Praça do Aeromóvel.

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