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Zuckerberg deseja criar app de apostas e entrar no mercado de previsões

24 de Junho de 2026, 13:26
Arte com a logomarca da Meta ao centro e o rosto de Mark Zuckerberg abaixo. Na parte inferior direita está a logomarca do Tecnoblog.
Mark Zuckerberg é fundador e CEO da Meta (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Meta está desenvolvendo um aplicativo chamado Arena para entrar no mercado de previsões.
  • O aplicativo, encomendado por Mark Zuckerberg, permitirá que usuários apostem no resultado de eventos reais, como eleições e jogos esportivos.
  • O projeto é similar ao que já existe com a plataforma Polymarket, mas, inicialmente, não usaria dinheiro real e funcionaria com um sistema de pontos.
  • Mercados de previsão são proibidos no Brasil.

A Meta estaria desenvolvendo um aplicativo próprio, chamado Arena, para entrar no mercado de previsões. O segmento permite que usuários apostem no resultado de eventos reais, como eleições, decisões políticas, jogos esportivos e outros indicadores econômicos.

Segundo o jornal New York Times, o app, encomendado diretamente por Mark Zuckerberg, deve ser separado das redes sociais da empresa, como Facebook, Instagram e WhatsApp, mas a Meta pretende usar as plataformas para atrair usuários ao novo produto.

A ideia colocaria a companhia em um setor que cresceu rapidamente nos últimos anos, impulsionado por plataformas como Polymarket e Kalshi. Em 2025, as duas plataformas movimentaram juntas cerca de US$ 50 bilhões (cerca de R$ 261 bilhões) em negociações online, ultrapassando US$ 130 bilhões (R$ 680 bilhões) em 2026 — e fez da brasileira Luana Lara a mulher mais jovem a se tornar bilionária no mundo.

Não é a primeira vez que a Meta tenta algo parecido. Em 2020, a empresa lançou um app de previsões, chamado Forecast, que acabou sendo encerrado em 2022. Mas com o crescimento do setor o interesse parece ter voltado.

Como funcionaria o novo app de previsões da Meta?

Foto de smartphone na mão de homem usando um aplicativo de apostas (bets)
Sistema não deve utilizar dinheiro real inicialmente (foto: Areli Alvarez/Qualcomm Institute at UC San Diego)

De acordo com funcionários ouvidos pelo jornal, o Arena deve começar com um sistema de pontos, inicialmente sem uso de dinheiro real. Como em um jogo, os usuários fariam previsões e acompanhariam os resultados dentro do próprio aplicativo.

Entretanto, a Meta não teria descartado a possibilidade de permitir apostas com dinheiro no futuro, como fazem as principais empresas concorrentes do setor.

A possível entrada da big tech no mercado gerou críticas nas redes sociais, inclusive de dentro do parlamento estadunidense. Segundo o jornal, o senador democrata Richard Blumenthal acusou a empresa de tentar lucrar com comportamentos viciantes.

Mercados de previsão preocupam autoridades

O avanço dos mercados de previsão também aumentou a preocupação de reguladores e parlamentares nos Estados Unidos.

Um caso recente citado pelo New York Times envolve um membro das Forças Especiais dos EUA, acusado por promotores federais de Nova York de usar informações confidenciais do governo para apostar na Polymarket. Segundo a acusação, ele teria lucrado mais de US$ 400 mil ao prever uma operação secreta para capturar o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro.

No Brasil, apesar de, para o usuário final, funcionar de forma semelhante às bets esportivas regulamentadas, esse tipo de mercado de previsão não tem autorização para operar. Em abril, o governo bloqueou 27 plataformas de previsão, incluindo as gigantes Polymarket e Kalshi. Segundo o G1, a avaliação foi de que as plataformas “podem se aproximar de instrumentos financeiros não autorizados” por aqui.

Zuckerberg deseja criar app de apostas e entrar no mercado de previsões

Mark Zuckerberg é fundador e CEO da Meta (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Segundo o governo, metade das apostas são feitas em sites ilegais (foto: Areli Alvarez/Qualcomm Institute at UC San Diego)

Instagram fora do ar: app sofre pane nesta terça (23)

23 de Junho de 2026, 19:07
Instagram fora do ar
Instagram fora do ar (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)
Resumo
  • Instagram está fora do ar para alguns usuários.
  • O problema afeta o feed e os stories.
  • Mais de 9 mil pessoas relataram problemas no site DownDetector.

O Instagram está fora do ar para parte dos usuários na noite desta terça-feira (23). O problema afeta tanto o feed quanto os stories. Com isso, os usuários não conseguem visualizar diversos conteúdos na rede, que figura entre as mais populares do conglomerado Meta.

Por enquanto não é possível saber a extensão da falha nem seu motivo.

O monitoramento do site DownDetector registrou uma disparada nas reclamações: mais de 9 mil pessoas já se queixaram do Instagram nos últimos minutos. A curva entrou em trajetória de queda por volta das 15h. No entanto, experiências anteriores sobre apps fora do ar nos ensinaram que às vezes a normalização demora e pode ocorrer de forma gradual.

O Instagram está entre os apps mais utilizados do país: ele é o segundo mais presente na tela inicial do celular, atrás apenas do WhatsApp, segundo um levantamento Mobile Time/Opinion Box.

Instagram fora do ar: app sofre pane nesta terça (23)

Instagram fora do ar (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

“Inevitável”: Cook diz que Apple vai aumentar preços dos produtos

18 de Junho de 2026, 07:24
Tim Cook durante a WWDC22 no Apple Park
Tim Cook garante que aumento de preços em produtos da Apple é “inevitável” (Imagem: Divulgação / Apple)
Resumo
  • O CEO da Apple, Tim Cook, afirmou que a empresa os preços dos seus produtos devido à escassez de memória RAM no
  • A crise dos chips de memória RAM é causada pelo fornecimento menor significativos de preço por parte dos principais fornecedores, Samsung, SK Hynix e Micron.
  • O aumento de preços deve afetar a próxima linha de iPhones, com uma estimativa de US$ 200 de aumento no iPhone 18 Pro, tornando-o US$ 1.299.

Nem a Apple escapa: a escassez de memórias RAM no mercado de tecnologia vai afetar os preços dos produtos da maçã. A confirmação foi dada pelo próprio CEO, Tim Cook, nesta quarta-feira (17/06). A má notícia vem em meio a rumores recentes que apontavam para uma manutenção nos preços praticados hoje na próxima linha de iPhones.

Ainda não há informações sobre quando a alta de preços deve chegar, mas algumas mudanças já começaram a acontecer. Entre elas estão a retirada das versões de 256 GB do Mac Studio – que já havia ficado mais cara – e do Mac Mini, agora disponíveis apenas a partir dos 512 GB.

Na entrevista para o Wall Street Journal, Cook afirmou que o aumento é “inevitável”, mesmo com os esforços da empresa para conter os valores mais altos praticados no mercado pelos chips de RAM. Analistas já haviam apontado que a maçã tentaria driblar os custos mais altos barateando componentes como telas e câmeras, mas o CEO afirma que a situação está insustentável.

Crise de memória RAM chega à Apple

iPhone 17 Pro Max (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Novo iPhone 18 Pro não deve escapar da alta de preços: aumento deve ser de US$ 200 (R$ 1 mil(foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Muitos rumores apontavam para uma contenção no aumento dos preços por parte da Apple, principalmente envolvendo o vindouro iPhone 18. Um relatório da KB Security, fundo de investimento sul-coreano, indicou ainda o aumento de memória RAM no modelo base da linha, que pode chegar com 12 GB para dar conta das novidades da Siri, inteligência artificial da Maçã. A mudança viria sem alteração nos preços, o que fica incerto com a declaração de Cook na entrevista ao WSJ.

O CEO da Apple reforçou que o motivo desses aumentos é, justamente, a crise dos chips de memória RAM. Segundo ele, além do fornecimento menor “os caras da memória” praticam aumentos significativos de preço. Esses “caras”, no caso, seriam os três principais players do mercado de DRAM: Samsung, SK Hynix e Micron. 

O cenário atual de fato é favorável para as três empresas, com um aumento de 85,5% nas vendas de componentes em relação ao último trimestre financeiro. Essa alteração está diretamente relacionada ao boom das IAs generativas, já que há uma grande demanda de memória para datacenters de inteligência artificial. A questão é a produção de chips para produtos voltados ao consumidor final, que ficou em segundo plano.

Alta nos preços deve afetar iPhone 18

Depois de rumores favoráveis a uma manutenção dos preços praticados pela Apple nos novos iPhones, a realidade deve ser outra. Ainda não há uma confirmação de quando ou como os aumentos vão acontecer, mas o Wall Stret Journal trouxe uma estimativa de US$ 200 de aumento no iPhone 18 Pro, algo em torno de R$ 1.000. Segundo o jornal, o celular deve custar US$ 1.299 no lançamento, acima dos US$ 1.099 cobrados pela Maçã no iPhone 17 Pro.

“Inevitável”: Cook diz que Apple vai aumentar preços dos produtos

Tim Cook durante a WWDC22 no Apple Park (Imagem: Divulgação / Apple)

iPhone 17 Pro Max (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Celulares vão ficar ainda mais caros, alerta CEO da Nothing

15 de Junho de 2026, 10:49
Uma foto em close-up de Carl Pei, empresário e co-fundador da Nothing, contra um fundo preto desfocado. Ele é um homem asiático jovem, com cabelo escuro curto e um corte militar. Carl veste uma camisa branca por baixo de uma jaqueta bege ou verde-oliva. Um microfone de lapela branco é visível em sua gola direita. Ele olha levemente para a direita e parece estar falando ou ouvindo atentamente, com uma expressão pensativa e um leve sorriso. 
Carl Pei é CEO da Nothing e cofundador da OnePlus (foto: Wikimedia Commons/TechCrunch)
Resumo
  • Segundo o CEO da Nothing, Carl Pei, os preços dos smartphones continuarão em alta e as promoções de fim de ano não serão tão boas.
  • Isso porque o custo da memória RAM quadruplicou, o que impacta diretamente o preço dos smartphones.
  • Novos aparelhos com Android têm chegado ao varejo internacional custando até US$ 100 a mais do que os modelos equivalentes da geração anterior.

As promoções de fim de ano podem não ser tão boas. Segundo o CEO e cofundador da marca Nothing, Carl Pei, os preços dos smartphones estão subindo e continuarão em alta até o ano que vem. A principal vilã desse reajuste é ela: a memória RAM, componente que enfrenta escassez devido à altíssima demanda do setor de inteligência artificial.

Essa alta acelerada nos custos de fabricação mudou drasticamente a estrutura de preços dos dispositivos móveis. Hoje, a memória RAM acabou assumindo o posto de componente mais caro dentro de um celular, ultrapassando peças como a tela e o próprio processador.

Imagem mostra quatro modelos do celular Nothing Phone 4a, todos exibindo a parte traseira e sensores de câmera
O novo Nothing Phone 4a sofreu com a disparada de preços (imagem: divulgação)

Para ilustrar a situação, o executivo usou como exemplo o Nothing Phone (4a), novo smartphone intermediário da empresa focado em custo-benefício — modelo que, inclusive, já foi homologado para venda no Brasil. Segundo Pei, o custo dos componentes de memória dobrou entre a fase de planejamento do aparelho e sua chegada ao mercado.

O pior cenário, no entanto, veio depois: desde que o celular chegou às prateleiras, o preço do componente dobrou novamente. Na prática, o custo da RAM quadruplicou, representando agora mais de 50% de todo o gasto com o hardware do dispositivo.

Descontos mais modestos

Ilustração mostra moedas, um celular e um notebook, em um gráfico de seta indicando aumento. Na parte inferior direita, o logotipo do "tecnoblog" é visível.
“Melhor hora para trocar de smartphone foi ontem”, afirma executivo (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Diante desse cenário, muitos consumidores podem preferir esperar pelas promoções do varejo. Mas a expectativa é que datas importantes, como a Black Friday, ofereçam descontos mais modestos do que o habitual. Segundo o executivo, os preços de fábrica dos smartphones estão subindo em um ritmo que as varejistas dificilmente conseguirão compensar com promoções agressivas. “A temporada de promoções deste ano não terá os descontos que as pessoas estão acostumadas”, alertou Pei.

Os efeitos dessa crise já são visíveis. O executivo afirma que, desde fevereiro de 2026, novos aparelhos com Android têm chegado ao varejo internacional custando até US$ 100 a mais do que os modelos equivalentes da geração anterior (um reajuste de cerca de R$ 500 em conversão direta).

Vazamentos de especificações do futuro Google Pixel 11 indicam que até a gigante das buscas precisou rever suas estratégias para equilibrar a quantidade de RAM oferecida e os custos finais de produção. Marcas com grande volume de vendas globais, como Xiaomi e TCL, também lidam com margens apertadas e repasses ao consumidor final.

Impacto no Brasil

No mercado brasileiro, a situação acompanha a tendência global. A Samsung, uma das líderes de vendas no país, já havia sinalizado que os eletrônicos poderiam ficar até 20% mais caros por aqui devido a essa pressão nos custos.

“Se você estava esperando para atualizar seu aparelho, a melhor hora foi ontem. A segunda melhor hora é agora”, afirmou Pei.

Celulares vão ficar ainda mais caros, alerta CEO da Nothing

Carl Pei, CEO da Nothing e cofundador da OnePlus (foto: Wikimedia Commons/TechCrunch)

Nothing Phone 4a (imagem: divulgação)

Aumento de preço da memória RAM (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Instagram, WhatsApp e Facebook fora do ar? Usuários relatam falhas nesta sexta (12)

12 de Junho de 2026, 11:12
Ilustração mostrando o logotipo do Instagram trêmulo
Instagram não está enviando mensagens (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Instagram fora do ar: pane afeta feed, Stories e envio de mensagens.
  • WhatsApp fora do ar: problema impede que o WhatsApp Web abra no computador.
  • Facebook fora do ar: usuários foram deslogados da rede social.
  • Pane ocorre desde por volta das 10h58 desta sexta-feira (12/06).

O Instagram ficou fora do ar hoje, bem como o WhatsApp e o Facebook. Os serviços da Meta ficaram instáveis na manhã desta sexta-feira (12/06), impactando usuários do mundo inteiro desde, pelo menos, 10h58. A pane foi generalizada, afetando tanto os sites das plataforma quantos os aplicativos para Android e iPhone. Ainda não se sabe o motivo da queda.

Às 12h41, o diretor de comunicações Andy Stone publicou no X que os serviços da Meta estão voltando, mas não esclareceu a causa da falha. Ele informou que pode levar um tempo para que tudo opere normalmente.

Internautas reclamam que o feed do Instagram não atualiza, os Stories não carregam de forma alguma e as mensagens não são enviadas aos amigos. Já no Facebook, o erro principal faz com que contas apareçam deslogadas repentinamente, impedindo o login dos usuários, além de exibir mensagens de falha no carregamento do site.

O WhatsApp Web também não carrega direito. Por outro lado, os nossos testes indicam que as versões do WhatsApp no celular e no desktop seguem funcionando.

Ilustração com logos do Facebook, Instagram e WhatsApp mostrando instabilidade nos serviços da Meta, com pico de falhas
Serviços da Meta sofrem apagão nesta sexta (imagem: Tecnoblog)

As reclamações se acumularam no serviço DownDetector, que monitora plataformas e produtos digitais. Nas redes sociais vizinhas, como o X, o assunto rapidamente se tornou um dos mais comentados, com usuários divididos entre a irritação pela queda das ferramentas de trabalho e memes sobre o apagão ocorrer em pleno Dia dos Namorados.

Achei que era só o meu Instagram e Facebook que estavam assim https://t.co/nVDQxhmrMs

— Gatinha solitária (@LunardiMili) June 12, 2026

meu instagram caindo e eu vindo pro twitter confirmar pic.twitter.com/kKnZUYvgSu

— Fernando Oliveira (@Yaegerfer) June 12, 2026

@Meta pic.twitter.com/LsqrsvSVuq

— Telegram Messenger (@telegram) June 12, 2026

Instagram, WhatsApp e Facebook fora do ar? Usuários relatam falhas nesta sexta (12)

Instagram fora do ar (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

Serviços da Meta sofrem apagão nesta sexta (imagem: Tecnoblog)

Meta agora cobra alvará judicial de perfis que mostram rotina de crianças

11 de Junho de 2026, 14:48
Ilustração mostra o ícone da Meta em uma caixa e os ícones do Instagram e Facebook dentro dela
Usuários começaram a receber aviso da Meta para apresentação de alvará (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Meta começou a cobrar um alvará judicial de criadores que publicam conteúdo monetizado com crianças e adolescentes.
  • Contas com menores como protagonistas terão 20 dias para apresentar autorização judicial.
  • A medida faz parte de um acordo da plataforma com o Ministério Público do Trabalho para regularizar o uso da imagem dos menores.

Criadores de conteúdo no Instagram, Facebook e Threads começaram a receber notificações da Meta para apresentar um aval da Justiça caso as contas envolvam a participação frequente de crianças ou adolescentes em publicações monetizadas.

A medida busca regularizar casos em que a imagem ou a rotina de menores é usada em conteúdos monetizados ou impulsionados nas redes sociais. A ação faz parte de um acordo firmado pela empresa com o Ministério Público do Trabalho (MPT) em 18/03.

O aviso está sendo enviado diretamente aos criadores. No texto, a Meta afirma que o alvará é necessário “sempre que um menor de 18 anos aparecer em conteúdo monetizado ou de marca”, independentemente se o menor for filho ou até mesmo a própria pessoa.

Em comunicado, a coordenadora nacional de Combate ao Trabalho Infantil e de Promoção a Defesa dos Direitos de Crianças e Adolescentes do MPT, Fernanda Brito Pereira, afirma que “cada criança ou adolescente deve ter o seu próprio alvará”.

O acordo atende às regras do Estatuto Digital da Criança e do Adolescente (ECA Digital), publicado após discussões sobre a adultização desse público na internet. Serviu, também, para encerrar uma ação iniciada pelo Tribunal de Justiça do Trabalho da 2ª Região contra a empresa, em agosto de 2025, segundo o portal Núcleo.

Quem pode receber a notificação?

Criança usando smartphone, deitando sobre um piso de madeira
Conteúdos monetizados com crianças podem se enquadrar em trabalho infantil (imagem: reprodução/Pxfuel)

Segundo o MPT, a Meta deverá identificar proativamente perfis que possam configurar trabalho infantil artístico sem autorização judicial, considerando critérios como:

  • contas em que crianças ou adolescentes aparecem como protagonistas do conteúdo;
  • perfis com grande alcance, a partir de 29 mil seguidores;
  • contas com atividade recente nas plataformas.

Após a notificação, os responsáveis pelo perfil terão 20 dias para apresentar o alvará judicial. Se o documento não for enviado no prazo, a Meta deverá bloquear a conta no Brasil em até 10 dais.

Além da identificação feita pela própria plataforma, o MPT e o MP/SP também poderão indicar perfis suspeitos para análise. Já a empresa pode ser multada e R$ 100 mil por criança caso não efetive o bloqueio de conta irregular.

Como pedir o alvará?

O alvará deve ser solicitado pelos pais ou responsáveis legais à Vara da Infância e Juventude e, em cidades sem vara especializada, o pedido deve ser encaminhado a um juiz da Justiça estadual.

Na análise, o Judiciário avalia se a atividade digital compromete direitos e obrigações da criança ou do adolescente.

Entre os pontos observados estão a compatibilidade dos horários de gravação com a frequência escolar, a proibição de trabalho noturno e a garantia de que o conteúdo não prejudique o desenvolvimento físico, psicológico, moral ou social do menor. Depois da expedição do alvará, o MPT fica responsável por acompanhar a atividade.

Meta agora cobra alvará judicial de perfis que mostram rotina de crianças

(Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

Criança usando smartphone (Imagem: Pxfuel)

Como desativar a localização no Instagram? Saiba ocultar onde você está

11 de Junho de 2026, 12:56
Desativar a localização no Instagram aumenta sua privacidade na rede social
Desativar a localização no Instagram aumenta sua privacidade na rede social (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O Instagram usa a localização do seu celular em alguns recursos da rede social, como em figurinhas, publicações ou no uso do Mapa, que exibe sua localização em tempo real para seus amigos.

Contudo, você pode tirar essa permissão no app da Meta para garantir mais privacidade durante o uso do Instagram.

Basta acessar as configurações de sua conta, o menu de permissões do dispositivo e alterar o acesso à localização nas opções do aplicativo, tanto no Android quanto no iPhone.

A seguir, veja como desativar sua localização em tempo real na rede social e tire suas dúvidas sobre o processo.

Como desativar sua localização no Instagram pelo Android

1. Acesse as permissões do dispositivo nas configurações do Instagram

Abra seu Instagram e toque no menu localizado no canto superior direito para acessar as configurações. Em seguida, role a tela até “Permissões do dispositivo“.

Tela do Instagram no Android mostrando “Permissões do dispositivo” nas configurações e o passo para desativar a localização
Acessando as permissões no app do Instagram (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

2. Abra os “Serviços de localização” para alterar as permissões do app

Selecione a opção “Serviços de localização” e toque no menu “Atualizar configurações do dispositivo“. Você será redirecionado aos ajustes do Android.

Telas mostrando como desativar as permissões de localização no Android: selecione Serviços de localização e atualize configurações
Abra as configurações do Android para mudar as permissões do app (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

3. Acesse o menu de permissões do aplicativo

Confirme sua escolha para abrir os ajustes do Android, procure por um menu chamado “Permissões” e toque para abrir. Esse passo pode variar de acordo com o modelo do seu celular.

Passo para atualizar permissões do Instagram e gerenciar acesso à localização nas configurações do Android
Selecione o menu de permissões no Android (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

3. Desative o acesso à localização pelo Instagram no Android

Acesse a opção “Localização” e selecione “Não permitir” para desativar sua localização no Instagram.

Tela de permissões do Instagram no Android e iPhone com a opção de Localização selecionada como “Não permitir”/desativada
Bloqueie o acesso do Instagram à sua localização (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

Como desativar sua localização no Instagram pelo iPhone

1. Acesse as permissões do dispositivo no aplicativo do Instagram

Acesse seu perfil no Instagram e abra as configurações pelo menu do canto superior direito. Vá em “Permissões do dispositivo” para ocultar sua localização na rede social.

Tela do Instagram no Android mostrando Configurações de atividade > Permissões do dispositivo, com seta destacando “Permissões do dispositivo”
Acessando as configurações do Instagram no iPhone (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

2. Vá até “Serviços de localização” no iPhone

Escolha “Serviços de localização” e toque no botão posicionado na parte debaixo da sua tela. O Instagram te levará para a página de ajustes do aplicativo no iOS.

Tela de permissões do dispositivo no Android e serviços de localização no iPhone, com seta para desativar o acesso à localização no Instagram
Vá até as configurações do aplicativo no seu smartphone (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

3. Selecione a opção “Localização” para alterar as permissões

Confirme sua escolha e toque em “Localização“, assim que a nova página for exibida.

Tela de configurações do iPhone e do Android para desativar a localização no Instagram, com opção “Localização” selecionada
Acesse o menu “Localização” para negar a permissão ao Instagram (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

4. Mude a permissão para “Nunca” e confira as alterações no Instagram

Defina a permissão de localização do Instagram para “Nunca“. Dessa forma, a rede social não conseguirá mais ter acesso à sua localização em tempo real.

Telas do Android mostrando as permissões de localização no Instagram e onde tocar para desativar o acesso
Desative a sua localização no Instagram pelo iPhone (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

O que acontece ao desativar a localização do Instagram?

Desativar a localização do Instagram afeta os seguintes recursos da rede social:

  • Mapa do Instagram: o recurso de Mapa da rede social usa sua localização para mostrar onde você está para seus amigos. A rede social, inclusive, admitiu o erro na disponibilização e desativou a ferramenta após reclamações de usuários. Desativar essa permissão protege sua conta do Instagram, caso o recurso volte;
  • Localização em publicações: o Instagram deixa de sugerir automaticamente o local onde você tirou a foto. No entanto, você ainda pode marcar localizações em posts do Feed e Stories normalmente, desde que faça a busca e a seleção do lugar de forma manual;
  • Compartilhamento de localização: desativar a permissão de localização do Instagram evita que outras pessoas saibam onde você está, caso tenha compartilhado seu local com alguém nas DMs;
  • Anúncios personalizados: o Instagram usa sua localização aproximada para exibir anúncios e sugestões personalizadas. Ou seja, desativar a localização da rede social pode afetar sua experiência, já que a rede social passará a usar apenas o seu endereço de IP para estimar sua cidade ou região, exibindo propagandas um pouco mais gerais, mas ainda relevantes para o seu país ou estado.

Posso reativar as permissões de localização do Instagram?

Sim. Basta acessar permissões do dispositivo nas configurações do seu perfil do Instagram. Ao selecionar a opção “Serviços de localização”, toque no botão azul, posicionado na parte inferior da tela para ser redirecionado às configurações do seu celular.

A partir daí, autorize o Instagram a acessar sua localização selecionando uma das opções: sempre, somente enquanto estiver usando o aplicativo, ou para que o Instagram peça sua permissão sempre que você quiser usar.

O recurso pode ser útil caso queira colocar sua localização exata em publicações do Feed ou Stories, por exemplo.

Como desativar a localização no Instagram? Saiba ocultar onde você está

Segurança no Instagram (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Instagram admite que errou e desativa mapa de amigos do Brasil

11 de Junho de 2026, 12:53
Ilustração traz a imagem de um celular ao centro com o símbolo do Instagram e dois ícones de usuários do Instagram ao lado
Instagram removeu acesso ao Mapa do Instagram no Brasil (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Instagram admitiu que disponibilizou acidentalmente o mapa de amigos para usuários no Brasil.
  • A funcionalidade mostra a posição exata dos usuários, inclusive locais de postagem de stories.
  • O recurso foi lançado nos EUA no ano passado, mas foi alvo de críticas relacionadas a privacidade e segurança.

Em menos de 24 horas, o Instagram introduziu e logo removeu o acesso ao mapa do Instagram para os usuários brasileiros do app. A função permite que seguidores mútuos mostrem, em um mapa, a posição exata em que estão, incluindo locais de postagem de stories.

O mapa foi disponibilizado nos Estados Unidos no meio do ano passado e apareceu pela primeira vez no Brasil nesta quarta-feira (10/06), mas tudo não passou de um engano, segundo a Meta. Em comunicado ao Tecnoblog, a empresa afirma que o recurso foi “disponibilizado acidentalmente” e que estão “trabalhando para corrigir isso”.

Apesar disso, o Instagram disponibilizou a novidade completamente funcional por aqui. Ao abrir o app, os usuários se deparavam com um pop-up dizendo “Apresentamos o mapa do Instagram”, que já direcionava para a nova seção.

Hoje, entretanto, a funcionalidade já não aparecia entre as notas, na seção das DMs, e a configuração “Story, live e localização”, em que era possível habilitar ou desabilitar a novidade, voltou a chamar-se apenas “Ocultar story e live”.

A dúvida sobre como desativar a localização já aparece entre os temas mais pesquisados da internet.

Captura de tela mostra a função mapa do Instagram
Pop-up apresentava chada do Mapa do Instagram no Brasil (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O que é o mapa do Instagram?

O Instagram lançou o mapa de compartilhamento de localização em tempo real nos Estados Unidos em agosto de 2025, repetindo uma função de 2017 no Snapchat.

O mapa fica disponível na caixa de mensagens (DMs) e exibe avatares dos amigos com a localização aproximada. Posts e stories que marcam uma localização também aparecem na seção, repetindo outra funcionalidade anterior do próprio Instagram. Naquela versão, o app centralizava, também em um mapa, apenas posts que mencionavam um mesmo local.

A plataforma permite escolher quem pode ver a localização, entre todos os seguidores mútuos, seguidores na lista de Amigos Próximos ou uma lista personalizada de pessoas. Entretanto, quem não quer compartilhar a localização em tempo real, pode manter a função desativada — ela vem assim por padrão.

Brasileiros repetiram revolta do lançamento nos EUA

Desde o lançamento inicial, a funcionalidade virou alvo de polêmicas instantaneamente. Nas redes sociais, usuários do Instagram, incluindo famosos, criticaram a introdução, citando riscos à privacidade e segurança.

No Brasil, não foi diferente. Desde que o pop-up começou a aparecer para os usuários, iniciou-se uma enxurrada de publicações que indicavam a amigos que não ativassem a função.

Na rede social X, críticas apontavam como a funcionalidade poderia facilitar casos de stalking e gerou uma procuração para o Ministério Público Federal, mencionando riscos a mulheres, crianças e idosos. Naquele momento, no entanto, a Meta já havia removido o mapa do Brasil.

Instagram admite que errou e desativa mapa de amigos do Brasil

(Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Pop-up apresentava chada do Mapa do Instagram no Brasil (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Instagram libera ajustes do algoritmo direto no feed

11 de Junho de 2026, 10:10
Logotipo do Instagram. Na parte inferior direita, o logotipo do "tecnoblog" é visível.
Instagram agora permite intervenção direta do usuário (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Instagram agora permite que usuários ajustem manualmente os tópicos associados ao perfil.
  • A ferramenta possibilita que os usuários removam ou adicionem interesses, adaptando o algoritmo do que é exibido no feed.
  • A função visa dar aos usuários mais controle sobre os posts exibidos.

O Instagram finalmente passará a permitir que o usuário tenha mais controle sobre os posts que vê no feed principal através da ferramenta “Seu Algoritmo”. A função oferece informações sobre quais tópicos a rede social associou ao perfil das pessoas e possibilita o ajuste manual.

Dessa forma, o Instagram deixa de depender apenas de sinais indiretos, como curtidas, tempo de visualização e compartilhamentos, e passa a permitir uma intervenção direta do usuário. A novidade chegou primeiro ao Reels, nos Estados Unidos, em 2025. Não há confirmação de quando a ferramenta será introduzida no Brasil.

Mosseri reconhece perda de controle no feed

Imagem exibe prints de telas do Instagram
Instagram perdeu a mão no feed, segundo Mosseri (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O chefe da rede social, Adam Mosseri, reconheceu, em publicação no Threads, que as plataformas reduziram a autonomia dos usuários ao longo dos últimos anos. Segundo ele, os feeds passaram a ser dominados por publicações de contas que as pessoas nunca escolheram seguir.

Ele menciona que o Instagram passou a trazer recomendações ao fim do feed em 2020 e passaram a ser misturadas à página inicial no ano seguinte. “Um feed onde apenas um em cada cinquenta amigos publica um momento perfeito não é interessante, e as recomendações algorítmicas preencheram essa lacuna”, afirmou.

Na avaliação de Mosseri, a mudança — que ocorreu durante um movimento geral das redes em direção ao modelo do TikTok — foi uma faca de dois gumes.

Adam Mosseri, diretor do Instagram (imagem: divulgação/Meta)
Adam Mosseri é diretor do Instagram (imagem: divulgação/Meta)

O custo que nós, como indústria, não levamos em consideração adequadamente é o impacto que isso teve na autonomia das pessoas. […] quem você segue costumava ser uma ferramenta importante para moldar sua própria experiência, e, à medida que as recomendações dominaram o feed principal, essa ferramenta silenciosamente deixou de funcionar.

Adam Mosseri, chefe do Instagram

Como funciona o Seu Algoritmo?

Capturas de tela do Instagram mostrando ajustes de tópicos no Reels em “Seu Algoritmo” para controlar temas exibidos
Ajustes de tópicos no Reels (imagem: reprodução/TechCrunch)

No anúncio, Mosseri não trouxe novidades sobre o funcionamento da ferramenta, mas ela deve seguir o mesmo estilo do Seu Algoritmo para o Reels. Nele, o Instagram exibe os temas que acredita serem relevantes para o usuário, com base nos conteúdos consumidos. A partir dessa lista, é possível remover assuntos indesejados ou adicionar novos interesses.

A ideia é tornar visível uma parte do funcionamento do algoritmo, permitindo que o usuário corrija ou complemente as interpretações dele em vez de apenas inferir gostos a partir do comportamento.

Até o momento, a única forma de influenciar o algoritmo era sinalizando não haver interesse naquele tipo de conteúdo, restringindo perfis ou, mais extremo, denunciando publicações. Tudo isso, entretanto, tem que ser feito individualmente, em cada post.

Instagram quer ampliar controle

Por enquanto, o ajuste funciona por tópicos, mas o Instagram já trabalha para ampliar esse controle. A plataforma quer permitir que o usuário dê comandos mais específicos, incluindo preferências relacionadas a perfis, formatos de mídia e diferentes estilos de conteúdo — talvez algo próximo ao que fez o Spotify, recentemente.

Segundo Mosseri, a IA poderá, no longo prazo, personalizar a própria experiência do usuário dentro do aplicativo, adaptando recursos e interfaces de acordo com cada pessoa.

O executivo ponderou que esse nível de personalização pode reduzir experiências compartilhadas dentro das redes sociais. Ainda assim, defendeu que a busca por conexão e vivências em comum continuará influenciando o desenvolvimento dos produtos.

Instagram libera ajustes do algoritmo direto no feed

Instagram (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Instagram (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Adam Mosseri, diretor do Instagram (imagem: divulgação/Meta)

Ajustes de tópicos no Instagram (imagem: reprodução/TechCrunch)

Samsung pode comemorar: vendas de DRAM crescem 85,8% no mundo

10 de Junho de 2026, 19:00
Datacenter da Vrio possui receptores de TV
Alta demanda de memória DRAM para datacenters de IA aumenta faturamento de fabricantes (Imagem: Lucas Braga/Tecnoblog)
Resumo
  • Vendas de DRAM aumentam 85,8% em 2026 devido à demanda de datacenters de IA; Samsung lidera o mercado.
  • A Samsung registra aumento de 95,4% nas vendas, atingindo US$ 37,4 bilhões, e detém 36,5% do mercado de DRAM.
  • Concorrentes da Samsung, como SK Hynix e Micron, registram queda, com 28,8% e 22,4% de participação no mercado, respectivamente.

O mercado de memórias RAM sofreu uma mudança no último ano, com um aumento significativo da demanda de componentes para datacenters de IA. Com isso, não só os preços de chips subiram, como também as vendas de DRAM.

Chips do tipo são essenciais para os servidores que hospedam serviços de inteligência artificial, e fabricantes do segmento veem um aumento de 85,8% em relação ao último trimestre financeiro de 2025 (Q4). A Samsung, que está entre as três empresas que mais lucram nesse mercado, praticamente dobrou suas vendas, superando o período anterior em 95,4% e faturando US$ 37,4 bilhões, aproximadamente R$ 187 bi na cotação atual.

Em contrapartida, suas principais concorrentes fecharam o Q1 de 2026 em queda. Segundo o site SamMobile, a Samsung agora tem uma participação de 36,5% no mercado de memórias DRAM, enquanto SK Hynix e Micron fecharam o período com 28,8% e 22,4%, respectivamente.

Alta demanda para uns, escassez de chips para outros

GoPro Hero 12 Black (Imagem: Felipe Freitas/Tecnoblog)
GoPro é uma das empresas afetadas pela crise de memória RAM (Imagem: Felipe Freitas/Tecnoblog)

O crescimento do mercado de inteligência artificial levou a uma alta na demanda por chips DRAM, mas desviou o foco dos investimentos em componentes de hardware num geral. As memórias para eletrônicos pessoais, como câmeras, celulares e notebooks, perderam espaço e grandes empresas de tecnologia vêm tendo problemas para precificar e até produzir novas unidades.

Recentemente, a GoPro revelou dificuldades para pagar empréstimos após uma queda no faturamento, situação relacionada aos preços mais altos dos chips. A própria Samsung, que lucra com a fabricação de DRAM, aponta que a escassez de memória RAM para seus produtos mobile deve significar um aumento nos valores praticados.

O mercado de videogames também foi afetado, com preços mais altos no Steam Deck OLED, da Valve, e também no Nintendo Switch 2. A Sony foi mais uma a apontar a atual crise como um problema, mas no desenvolvimento do vindouro PlayStation 6 (PS6). Antes, a gigante japonesa já havia suspendido a venda de cartões de memória devido à situação. Além dos chips em si, a alta nos preços também afeta o mercado de SSDs, como noticiou o The Verge.

Samsung pode comemorar: vendas de DRAM crescem 85,8% no mundo

Datacenter da Vrio possui receptores de TV (Imagem: Lucas Braga/Tecnoblog)

GoPro Hero 12 Black (Imagem: Felipe Freitas/Tecnoblog)

Instagram agora permite reorganizar fotos na grade do perfil

9 de Junho de 2026, 11:23
Publicações no feed do Instagram
Instagram permite reorganizar grade de posts (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Instagram lançou um recurso para reorganizar fotos na grade do perfil.
  • A nova ferramenta permite que usuários movam publicações para criar sequências visuais personalizadas.
  • O aplicativo também testa publicações que aparecem apenas no perfil, sem notificar o feed de seguidores.

O Instagram começou a liberar, nesta segunda-feira (08/06), um recurso que permite reorganizar a ordem das publicações na grade do perfil. Com a novidade, quem gosta de um feed personalizado, com sequências específicas de posts, ganha uma mão na roda.

A mudança atende a um pedido antigo da comunidade. Até agora, o máximo de personalização da grade era o destaque de posts no topo do perfil, pela ferramenta de fixar publicações. Com o novo recurso, é possível movê-las e montar a grade de forma mais livre.

De acordo com a plataforma, a novidade permite que usuários valorizem trabalhos, organizem uma sequência visual ou deixem o perfil com uma estética mais alinhada ao próprio gosto. O Instagram também começou a testar uma opção para publicar diretamente no perfil sem que o post seja distribuído no feed principal dos seguidores.

As mudanças de personalização chegam logo após a oficialização da assinatura opcional lançada pela Meta, o Instagram Plus, que oferece mais recursos de controle visual. Entre elas: personalização do ícone do aplicativo, mudança da fonte da bio, ampliação do limite de posts fixados e mais configurações para os stories.

Como reorganizar a grade?

A ferramenta aparece no menu de opções de cada publicação. Para mudar a posição de um post, é preciso abrir a foto ou vídeo no perfil — ou simplesmente tocar e segurar — e selecionar “Editar grade” no menu.

capturas de tela demonstrando opção de editar grade
Opção aparece no menu dos posts (imagem: reprodução/Instagram)

Depois disso, o Instagram abre uma interface de edição em que basta tocar, arrastar e soltar os posts na nova posição. A grade pode ser reorganizada quantas vezes o usuário quiser.

Em um post, o chefe do Instagram, Adam Mosseri, afirmou que a ideia é permitir que as pessoas criem layouts mais agradáveis visualmente ou destaquem conteúdos específicos. A mudança também reduz a pressão de publicar algo sabendo que aquela imagem ficará obrigatoriamente no topo do perfil.

Post que não aparece no feed

Outra novidade em teste é a possibilidade de publicar conteúdo no perfil sem enviá-lo para o feed dos seguidores. A função pode ser útil para quem quer organizar o perfil, criar portfólio, montar uma sequência visual ou publicar algo de forma mais discreta.

De acordo com o TechCrunch, os usuários também poderão integrar o Spotify às Notas, que aparecem na seção de mensagens, e criadores recebem a iniciativa Drafts, para parcerias e consultoria para impulsionar produções originais.

Instagram agora permite reorganizar fotos na grade do perfil

Instagram (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Instagram Plus chega ao Brasil trazendo recursos extras; saiba o preço

4 de Junho de 2026, 13:00
Logotipo do Instagram
Instagram Plus tem ferramentas e personalizações (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O Instagram Plus foi lançado no Brasil a um preço mensal de R$ 10.
  • A assinatura oferece recursos adicionais como story em destaque e prévias de stories.
  • O Instagram continua gratuito, apesar da opção premium.

A Meta anunciou o lançamento global do Instagram Plus. No Brasil, o serviço vai custar R$ 10 por mês. O pacote inclui ferramentas adicionais e é opcional — a rede social continua sendo gratuita.

Entre os recursos extras, estão mais opções ao publicar stories, informações adicionais sobre quem vê as publicações e personalizações para ícone e fonte.

Quais são os recursos do Instagram Plus?

Imagem digital com fundo azul exibindo três telas de smartphones lado a lado. A primeira tela mostra a edição da biografia do perfil com um teclado virtual ativo na metade inferior e um campo de texto estilizado no topo. A segunda tela exibe a aba de visualizadores de um story, destacando um ícone redondo de relógio em zoom no lado direito, logo acima de uma lista de usuários com avatares e nomes. A terceira tela exibe o menu de compartilhamento de um story, apresentando opções de envio em formato de lista, incluindo "Your story", "Close Friends" e uma lista personalizada chamada "Squad", além de botões para criar novas listas.
Fontes personalizadas, tempo extra para stories e listas de audiência adicionais estão entre os recursos do Instagram Plus (imagem: divulgação)

A Meta divulgou uma lista com todos os recursos da assinatura premium da rede social:

  • Story em destaque, para que ele apareça com prioridade para seus amigos.
  • Super likes com animações.
  • Múltiplas audiências de stories, que permitem criar diferentes listas semelhantes aos Amigos Próximos.
  • Story estendido, com duração de 48 horas.
  • Prévia de story, que permite acessar publicações sem aparecer na lista de quem visualizou.
  • Insights de rewatches de stories, com número de quantas vezes seus stories foram reassistidos.
  • Busca na lista de visualizações.
  • Ícone personalizado do app.
  • Fonte personalizada na bio.
  • Pins no perfil, com possibilidade de fixar até seis publicações.
  • Publique direto no perfil, sem aparecer no feed dos amigos.

Facebook Plus e WhatsApp Plus vêm aí

Captura de tela de interface mobile com fundo escuro e bordas verdes. No topo, o texto "Experimente o WhatsApp Plus grátis por um mês. Dê um upgrade na sua experiência de mensagens. R,00/mês • O preço pode incluir impostos". Abaixo, uma lista de opções com ícones brancos e setas para a direita: "Envie figurinhas exclusivas", "Escolha um ícone personalizado para o app", "Altere o tema do seu app", "Receba toques exclusivos", "Atualize suas listas de conversas" e "Fixe mais conversas".
WhatsApp Plus já apareceu para alguns usuários brasileiros (imagem: reprodução)

A Meta também avisou que novas assinaturas premium para seus produtos estão a caminho: o Facebook Plus e o WhatsApp Plus devem chegar em breve. As assinaturas foram anunciadas no dia 27 de maio, com disponibilidade inicial limitada.

O WhatsApp Plus, que inclui figurinhas exclusivas e número ampliado de conversas fixadas, já começou a ser oferecido a alguns usuários no Brasil, com preço mensal de R$ 7. Já o Facebook Plus, que deve ter recursos semelhantes ao Instagram Plus, ainda não apareceu para os brasileiros.

Além deles, a Meta prepara pacotes chamados Meta One, sendo dois deles com limites de uso maiores para a Meta AI e outros dois com ferramentas avançadas para criadores de conteúdo.

Instagram Plus chega ao Brasil trazendo recursos extras; saiba o preço

Instagram (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Fontes personalizadas, tempo extra para stories e listas de audiência adicionais estão entre os recursos do Instagram Plus (imagem: divulgação)

WhatsApp Plus já apareceu para alguns usuários brasileiros (imagem: reprodução)

Motorola Signature chega a 47% de desconto com cupons combinados em oferta

3 de Junho de 2026, 15:20

Prós
  • Chip Qualcomm e até 24 GB de RAM
  • Todas as câmeras de 50 MP
  • Tela com taxa de 165 Hz
  • Sete anos de updates do Android
Contras
  • Chip Snapdragon não é versão Elite
  • Edge 60 Pro tem mais bateria
PIX Cupom
R$ 3.000 OFF E SMART350 R$ 4.748,79  Amazon
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O Motorola Signature está saindo por apenas R$ 4.748,79 no Pix ao combinar os cupons SMART350 e R$ 3.000 OFF na página do produto na Amazon. A oferta representa um desconto de 47% sobre o preço original de R$ 8.999. E o celular da Motorola é o mais avançado da marca atualmente.

O Motorola Signature oferece processador da Qualcomm, RAM de até 24 GB e e quatro câmeras de 50 megapixels.

Motorola Signature tem RAM de 24 GB e 4 câmeras de 50 MP

O processador Snapdragon 8 Gen 5 de três nanômetros roda tarefas pesadas sem travamentos. Já a memória RAM de 12 GB permite expansão para até 24 GB via RAM Boost e gerencia vários aplicativos abertos simultaneamente. Essa combinação de hardware é capaz de processar jogos complexos com configurações avançadas.

O Motorola Signature ainda conta com quatro câmeras traseiras, todas com resolução de 50 megapixels para permitir versatilidade e qualidade superior na edição e impressão de imagens e vídeos. Os sensores são divididos em principal, periscópica com zoom óptico até 3x, ultrawide com ângulo de 122º e frontal que filma em 4K a 60 fps.

O painel AMOLED de 6,8 polegadas apresenta taxa de atualização de 165 Hz e pico de brilho de 6.200 nits, entregando imagens extremamente fluidas e brilhantes. O componente exibe um bilhão de cores com suporte a Dolby Vision e HDR10+. E a proteção Corning Gorilla Glass Victus 2 garante resistência contra quedas e arranhões no vidro.

Motorola Signature
Chegou o novo desafiante (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

A bateria de 5.200 mAh suporta carregamento de até 90 W com fio e entrega autonomia para até cerca de 17 horas de uso segundo os testes do Tecnoblog. O design é ultrafino e se destaca pelo acabamento em material sintético que imita couro na traseira, e entrega resistência contra água e poeira (IP68 e IP69) e condições extremas (MIL-STD-810H).

Lembrando que o celular da Motorola está 47% mais barato nessa promoção da Amazon. Com isso, o Motorola Signature de 512 GB sai por apenas R$ 4.748,79 no Pix ao combinar os cupons SMART350 e R$ 3.000 OFF na página.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Motorola Signature chega a 47% de desconto com cupons combinados em oferta

💾

Motorola Signature tem RAM de até 24 GB, tela brilhante de 165 Hz e quatro câmeras de 50 MP; celular premium da Motorola cai 47% com oferta

Chegou o novo desafiante (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Como colocar senha no Instagram para proteger suas DMs

3 de Junho de 2026, 10:43
Tela de bloqueio do app Instagram no iPhone
Você pode bloquear o Instagram com senha ou biometria para evitar que alguém com seu celular veja suas DMs (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Você pode colocar senha no Instagram em celulares Samsung ou Motorola ao adicionar o aplicativo da rede social à Pasta Segura.

Em smartphones Xiaomi, o bloqueio do Instagram com senha é feito nas configurações de apps do sistema operacional. Já em iPhones, você precisará ativar o recurso “Exigir Face ID” no app do Instagram.

Não há como proteger somente as Direct Messages (DMs). Por isso, a saída é adicionar senha ou biometria ao aplicativo completo do Instagram.

A seguir, saiba como colocar senha no Instagram em celulares Samsung, iPhone, Xiaomi ou Motorola.

Índice

Como colocar senha no Instagram pelo celular Samsung

Atenção

O passo a passo abaixo mostra como proteger o Instagram com senha em uma Pasta Segura já criada. Caso precise de ajude, acesse nosso artigo sobre como acessar, criar ou desativar a Pasta Segura no smartphone Samsung.

1. Acesse as configurações de segurança e privacidade

No celular Samsung, acesse “Configurações”. Em seguida, entre na seção “Segurança e privacidade”.

Acessando as configurações de segurança e privacidade da Samsung
Acessando as configurações de segurança e privacidade da Samsung (Imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

2. Entre nas opções extras de segurança e vá em “Pasta Segura”

Na tela “Segurança e privacidade”, selecione a opção “Mais configurações de segurança”. Depois, escolha “Pasta Segura”.

Obs.: caso seja seu primeiro acesso, você terá de configurar a Pasta Segura e escolher o tipo de bloqueio (PIN, senha, padrão ou biometria).

Entrando na Pasta Segura da Samsung
Entrando na Pasta Segura da Samsung (Imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

3. Adicione o app do Instagram à Pasta Segura da Samsung

Toque no símbolo “+”, selecione o app do Instagram, e vá em “Adicionar” para proteger o Instagram com senha ou biometria dentro da Pasta Segura.

Adicionando o Instagram à Pasta Segura da Samsung
Adicionando o Instagram à Pasta Segura da Samsung (Imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Como colocar senha no Instagram pelo iPhone

Atenção

O tutorial abaixo é válido para iPhones com iOS 18 ou versões posteriores. Caso esteja usando uma versão do iOS mais antiga, vale atualizar o sistema ou usar a automação via Atalhos, mencionada em nosso artigo para colocar senha em apps de iPhone.

1. Toque e segure o ícone do Instagram e selecione “Exigir Face ID”

Na tela inicial do seu iPhone, toque e segure no ícone do Instagram e selecione a opção “Exigir Face ID”.

Ativando o recurso Exigir Face ID no app do Instagram
Ativando o recurso Exigir Face ID no app do Instagram (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

2. Confirme sua identidade e escolha “Exigir Face ID” no pop-up

Confirme sua identidade para prosseguir, e selecione “Exigir Face ID” no pop-up que abrir para colocar biometria no Instagram.

Protegendo o Instagram com biometria ou senha no iPhone
Protegendo o Instagram com biometria ou senha no iPhone (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Como colocar senha no Instagram pelo celular Xiaomi

1. Acesse as configurações do celular e entre em “Apps”

Acesse as configurações do celular Xiaomi. Depois, role a tela e entre na seção “Apps”.

Acessando as configurações do celular Xiaomi
Acessando as configurações do celular Xiaomi (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

2. Vá em “Bloqueio de apps” e marque a chave do Instagram

Acesse a guia “Bloqueio de apps”, e ative a chave localizada ao lado do app do Instagram para botar senha no Instagram.

Bloqueando o app do Instagram com senha no celular Xiaomi
Bloqueando o app do Instagram com senha no celular Xiaomi (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Como colocar senha no Instagram pelo celular Motorola

1. Abra o app “Moto Secure” e selecione “Pasta segura”

Em seu celular Motorola, abra o aplicativo “Moto Secure”. Em seguida, acesse “Pasta Segura”, localizada dentro da seção “Segurança de dados”.

Acessando a Pasta Segura do Moto Secure
Acessando a Pasta Segura do Moto Secure (Imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

2. Configure sua Pasta Segura no celular Motorola

Toque em “Continuar” e escolha o tipo de bloqueio, caso esteja acessando a Pasta Segura pela primeira vez. Se já tiver configurado a Pasta Segura anteriormente, basta pular para o próximo passo.

Configurando o tipo de bloqueio da Pasta Segura
Configurando o tipo de bloqueio da Pasta Segura (Imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

3. Vá em “Adicionar apps” e marque o app do Instagram

Toque no símbolo “+” (localizado no canto inferior direito) e selecione “Adicionar apps”. Na tela seguinte, marque o app do Instagram e toque no ícone de “check” para finalizar o processo.

Adicionando o app do Instagram à Pasta Segura do Moto Secure
Adicionando o app do Instagram à Pasta Segura do Moto Secure (Imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Como acessar o app do Instagram protegido com senha

No iPhone e em celulares Xiaomi, você poderá acessar o Instagram protegido com senha ou biometria bastando abrir o aplicativo da rede social, que se mantém localizado na página inicial ou gaveta de apps.

Já em celulares Samsung ou Motorola, será necessário iniciar o app do Instagram pela Pasta Segura para fazer o desbloqueio com senha.

Também consigo colocar senha no Instagram pelo PC?

Sim. Pelo computador, você pode colocar senha no Instagram para ninguém mexer por meios de extensões de navegador, como o Bloquear site para Google Chrome.

A ferramenta em questão permite que você configure uma senha para desbloquear a URL do Instagram ou qualquer outro site adicionado à lista de bloqueio.

Posso usar apps de terceiros para bloquear o Instagram com senha?

Sim. Você pode bloquear aplicativos no Android com AppLock ou com serviços como LOCKit, que funcionam com o Instagram e outras ferramentas.

Mas vale destacar que aplicativos para colocar senha em apps, jogos e pastas são restritos a celulares Android, já que o iPhone não permite que serviços de terceiros façam alterações no dispositivo — como bloquear apps, por exemplo.

Posso colocar senha nas conversas do Instagram?

Não. O Instagram ainda não oferece uma funcionalidade para proteger as DMs com senha. Por conta disso, bloquear o aplicativo da rede social com senha ou biometria é a única forma de adicionar uma camada extra de proteção às suas mensagens.

Consigo proteger as DMs do Instagram com criptografia?

Não. No passado, o Instagram oferecia criptografia de ponta a ponta nas conversas como recurso opcional. Contudo, a rede social descontinuou a função em maio de 2026, sob alegações de que poucos usuários utilizavam o recurso.

É possível tirar a senha de bloqueio do Instagram?

Sim, mas os processos variam porque cada marca de celular utiliza um processo diferente. Confira abaixo como tirar a senha para o Instagram em diferentes smartphones.

  • Celulares Samsung: entre na Pasta Segura da Samsung, toque e segure no ícone do app do Instagram, e escolha “Desinstalar”.
  • iPhones: vá para a página inicial do iPhone, toque e segure no ícone de aplicativo do Instagram, selecione “Não Exigir Face ID” e confirme sua identidade.
  • Celulares Xiaomi: entre em “Configurações”, vá em “Apps”, abra a guia “Bloqueio de apps”, e desmarque a chave ao lado do aplicativo do Instagram.
  • Celulares Motorola: abra a Pasta Segura do Motorola, toque e segure no ícone do Instagram, e escolha “Remover app”.

Como colocar senha no Instagram para proteger suas DMs

(Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Acessando as configurações de segurança e privacidade da Samsung (Imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Entrando na Pasta Segura da Samsung (Imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Adicionando o Instagram à Pasta Segura da Samsung (Imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Ativando o recurso Exigir Face ID no app do Instagram (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Protegendo o Instagram com biometria ou senha no iPhone (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Acessando as configurações do celular Xiaomi (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Bloqueando o app do Instagram com senha no celular Xiaomi (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Acessando a Pasta Segura do Moto Secure (Imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Configurando o tipo de bloqueio da Pasta Segura (Imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Adicionando o app do Instagram à Pasta Segura do Moto Secure (Imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

IA da Meta ajudou golpistas a roubarem perfis

2 de Junho de 2026, 10:42
Arte com a logomarca da Meta ao centro e o rosto de Mark Zuckerberg abaixo. Na parte inferior direita está a logomarca do Tecnoblog.
IA de suporte forneceu códigos de verificação e alterou e-mails para golpistas (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Hackers aproveitaram uma falha de segurança do chatbot de suporte com IA da Meta e conseguiram invadir contas no Instagram. 
  • Criminosos usaram o assistente de suporte para alterar o e-mail cadastrado e receberam códigos de verificação para redefinir senhas dos perfis.
  • A Meta informou que corrigiu a falha que permitia esse acesso, mas nega que seus sistemas tenham sido invadidos. 

Hackers conseguiram invadir contas no Instagram após manipular o assistente de suporte com inteligência artificial da Meta. Os ataques foram registrados ao menos desde o último fim de semana e atingiram perfis comerciais e contas de figuras públicas, com grande número de seguidores.

Segundo relatos nas redes sociais, os criminosos exploravam uma falha no chatbot de suporte para alterar o e-mail cadastrado nas contas das vítimas. Depois disso, conseguiam receber códigos de verificação, redefinir senhas e assumir o controle dos perfis, mesmo em casos protegidos por autenticação de dois fatores.

Os invasores miraram principalmente contas raras — aquelas em que o usuário conseguiu registrar um termo popular ou apenas o primeiro nome — e perfis oficiais. As contas invadidas estariam sendo vendidas através do Telegram.

A Meta alega ter corrigido uma falha que permitia a terceiros solicitar e-mails de redefinição de senha, mas nega que seus sistemas tenham sido invadidos. Em resposta a uma publicação na rede social X, o porta-voz da empresa, Andy Stone, também negou que perfis de autoridades mundiais tenham sido afetados.

Para analistas de segurança do site The Cybersec Guru, porém, a invasão direta dos bancos de dados nunca foi o ponto, já que os perfis foram sequestrados por uma falha no fluxo de suporte.

Como aconteceu?

De acordo com vídeos e capturas de tela compartilhados em grupos de segurança no Telegram, os golpistas começavam usando uma VPN ou proxy residencial para simular uma localização próxima à do alvo. Em seguida, abriam um chat com assistente de suporte da Meta AI e pediam a troca do e-mail vinculado ao perfil.

O invasor dizia o nome de usuário da vítima, informava um novo endereço de e-mail controlado por ele e prometia enviar o código de confirmação. Segundo os relatos, o assistente aceitava o pedido até mesmo sem uma checagem paralela com o verdadeiro dono da conta.

🚨 Instagram had an exploit that allowed you to use Meta AI to reset passwords to accounts with no MFA on them. The exploit was patched a short time ago.pic.twitter.com/PEUwLvmllj

— Dark Web Informer (@DarkWebInformer) June 1, 2026

O código de oito dígitos era enviado ao e-mail do invasor e, depois de ser inserido no chat, o sistema liberava a redefinição da senha. Nota-se, aliás, que o caso sequer pode ser considerado uma injeção de prompt, já que os hackers não precisavam fazer com que a IA contrariasse barreiras de segurança — elas, aparentemente, nem existiam.

Os posts também indicam que, em alguns casos, o sistema de verificação de identidade acionava uma checagem biométrica. Nessas situações, os criminosos teriam usado vídeos gerados por IA com base em fotos das vítimas.

Risco de autonomia à IA

Uma ilustração digital de um perfil de cabeça humana, formada por linhas e pontos luminosos azuis que simulam uma rede neural ou mapeamento digital. Ao lado direito, em letras brancas, a sigla "AI" (Inteligência Artificial). O fundo é escuro com leves pontos de luz. No canto inferior direito, o logo "tecnoblog".
Meta apostou na IA para solucionar problemas diretamente com usuários (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

De acordo com o site 404 Media, a falha ocorre poucos meses após a Meta expandir o suporte com IA para contas do Facebook e Instagram.

A Meta apresentou o chatbot como uma forma de agilizar processos de recuperação e reforçar a segurança, após ser alvo frequente de críticas pelo suporte limitado em casos de invasão e perda de contas, em que muitas vezes não há sequer a possibilidade de falar com um atendente humano.

O problema, no entanto, é que conceder tantas permissões a um sistema automatizado faz com que qualquer falha de validação tenha potencial para causar danos significativos. Como lembra o Cybersec Guru, o Projeto Aberto de Segurança em Aplicações Web (OWASP) recomenda desde 2023 que sistemas de IA não executem ações sensíveis sem supervisão ou validação humana.

IA da Meta ajudou golpistas a roubarem perfis

Mark Zuckerberg é fundador e CEO da Meta (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Cloudflare declara guerra a bots de IA (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Steam Deck OLED ficou até US$ 300 mais caro

28 de Maio de 2026, 10:32
Pessoa jogando no Steam Deck na rua, ilustrando o aumento de preço do Steam Deck OLED
Steam Deck ficou mais caro (imagem: divulgação)
Resumo
  • Steam Deck OLED da Valve teve um aumento de preço devido à escassez de memórias RAM.
  • A versão de entrada passou de US$ 549 para US$ 749 e a versão de 1 TB subiu para US$ 949.
  • Apesar de não ser vendido oficialmente no Brasil, o reajuste deve impactar consumidores que recorrem ao mercado cinza e à importação.

A Valve fez um reajuste salgado nos preços do Steam Deck OLED, com aumento de, pelo menos, US$ 200 (aproximadamente R$ 1.014, em conversão direta) na versão base. A opção mais robusta, com 1 TB de armazenamento, agora custa US$ 949 (R$ 4.814) — valor US$ 300 mais caro que os US$ 649 cobrados anteriormente.

O aumento afeta apenas a linha OLED, que voltou a aparecer em estoque no site do Steam. A versão com tela LCD segue fora de catálogo. Segundo a Valve, o motivo do aumento é a atual crise dos chips de memória RAM, que tem levado a uma série de movimentações no mercado.

O uso massivo dessas memórias em data centers de IA seria a principal causa dessa crise. Além de reajustes no Nintendo Switch 2 e até em celulares da Samsung, a escassez também afetou a produção de cartões de memória da Sony e o desenvolvimento do vindouro PlayStation 6.

Os novos preços ficaram assim:

  • Steam Deck OLED 512 GB: US$ 789 (antes custava US$ 549)
  • Steam Deck OLED 1 TB: US$ 949 (antes custava US$ 649)

Consumidor brasileiro também deve ser afetado

O Steam Deck e outros produtos da Valve não são vendidos oficialmente no Brasil, sendo necessário buscar opções de importação por aqui. No entanto, com o reajuste, o preço deve subir mesmo para quem recorre ao mercado cinza.

Com a expectativa de importação, o consumidor brasileiro pode considerar ao menos cerca de R$ 1 mil de diferença quando for comprar uma das duas opções oferecidas oficialmente pela Valve. Atualmente,  a versão com 512 GB sai por ao menos R$ 6.299 no e-commerce nacional. Já o Steam Deck OLED com 1 TB aparece em ofertas de R$ 6.749 e R$ 6.999, a depender do site.

Um ponto importante a se considerar nesses casos é que muitas lojas já têm o Steam Deck OLED em estoque, ou seja, importaram o produto antes do reajuste. É esperado que os efeitos do aumento não sejam imediatos para importação, mas acabam sendo inevitáveis.

Ilustração de uma plataforma de games no Steam Deck
Preços podem demorar a subir, mas reajuste deve ocorrer na importação (imagem: Kadyn Pierce/Unsplash)

Steam Deck OLED substituiu a versão LCD

Como lembra o The Verge, o modelo mais básico do Steam Deck, com tela LCD e armazenamento que começa em 64 GB, não aparece mais à venda oficialmente pela Valve. Isso significa que as opções disponíveis no varejo só terão reajustes condicionados pelo mercado, e não necessariamente pelo aumento da fabricante.

Aqui no Brasil, ainda é possível encontrar a opção mais simples do portátil sendo vendida no e-commerce e em sites de importação, com preços que partem dos R$ 4.750 com 256 GB. Outra opção é considerar produtos de segunda mão. Hoje é possível encontrar a versão com tela LCD e 1 TB de armazenamento saindo a R$ 3.690 em sites de compra e venda de usados.

O modelo LCD tem uma tela menor, de 7 polegadas e pode chegar a até 400 nits de brilho, rodando a 60 Hz. Já a versão OLED tem uma tela de 7,4 polegadas, com até 1.000 nits de brilho e 90 Hz. Ambos trazem processamento via APU AMD Ryzen.

Steam Deck OLED ficou até US$ 300 mais caro

(Imagem: Kadyn Pierce/Unsplash)

Facebook, Instagram, WhatsApp e Meta AI terão planos pagos com recursos extras

27 de Maio de 2026, 17:47
Ilustração com os ícones de WhatsApp, Instagram e Facebook inseridos numa caixa com a marca da Meta
Meta é dona de WhatsApp, Instagram e Facebook (ilustra: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • A Meta lançará planos pagos para Facebook, Instagram e WhatsApp.
  • Os preços nos EUA são de US$ 3,99/mês para Facebook Plus e Instagram Plus, e US$ 2,99/mês para WhatsApp Plus.
  • No Brasil, a assinatura do WhatsApp custará R$ 7/mês.

A Meta oficializou, nesta quarta-feira (27/05), que Facebook, Instagram e WhatsApp terão assinaturas pagas opcionais, que darão acesso a recursos adicionais. A companhia também vai testar novos planos para negócios e criadores, bem como para usuários da Meta AI.

Nos Estados Unidos, o Facebook Plus e o Instagram Plus custarão US$ 3,99 por mês (aproximadamente R$ 20 em conversão direta), e o WhatsApp Plus sairá por US$ 2,99 por mês (aproximadamente R$ 15).

Já faz algum tempo que circulam rumores sobre a chegada de opções pagas aos aplicativos da Meta. Até agora, só tínhamos visto oficialmente o WhatsApp Plus, que começou a ser liberado no Brasil nas últimas semanas. Ele traz mais alternativas de personalização e maior número de chats fixados, entre outras ferramentas adicionais.

Já sabemos que, no Brasil, a assinatura do WhatsApp terá mensalidade de R$ 7, o que é menos que a conversão direta do dólar para o real. Portanto, dá para esperar que os preços para as duas outras redes fiquem um pouco acima disso, mas sem chegar aos R$ 20 mensais.

Como serão o Facebook Plus e o Instagram Plus?

Logotipo do Instagram
Instagram terá recursos extras principalmente para stories (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

De acordo com informações compartilhadas pela Meta com o TechCrunch, o Instagram Plus terá os seguintes recursos:

  • Ver o número de pessoas que assistiram ao seu story mais de uma vez.
  • Criar listas ilimitadas para stories (além dos amigos próximos).
  • Destacar um story por semana para obter visualizações adicionais.
  • Estender a duração de um story para além de 24 horas.
  • Acessar um preview de um story sem aparecer na lista de usuários que visualizaram a publicação.
  • Pesquisar na lista de pessoas que visualizaram um story.
  • Publicar diretamente no perfil e nos destaques sem aparecer no feed dos seguidores.
  • Enviar reações animadas exclusivas.
  • Ter acesso a ícones personalizados e fontes customizáveis para bio.
  • Fixar mais publicações no perfil.

O Facebook Plus deve ter recursos semelhantes — a empresa não especificou quais seriam eles.

Vale dizer que os pacotes Plus não dão acesso ao selo de verificação — a assinatura Meta Verified continua sendo vendida à parte.

Quais serão as outras assinaturas da Meta?

Ilustração com logo da Meta ao centro. Ao fundo, a imagem de duas mãos com os dedos indicadores se tocando. Na parte inferior direita, está o logo do Tecnoblog.
Meta AI seguirá modelo de negócios de ChatGPT, Claude e mais chatbots (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A Meta terá, além disso, quatro assinaturas Meta One: Plus, Premium, Essential e Advanced. Apesar de estarem sob um mesmo guarda-chuva, há diferenças entre elas: Plus e Premium trazem recursos extras para a Meta AI, enquanto Essential e Advanced são voltadas a criadores de conteúdo.

No exterior, estes são os preços:

  • Meta One Plus: US$ 7,99
  • Meta One Premium: US$ 19,99
  • Meta One Essential: US$ 14,99
  • Meta One Advanced: US$ 49,99

Os planos Plus e Premium terão acesso a recursos de raciocínio da Meta AI, bem como mais capacidade para gerar imagens e vídeos. A diferença entre os dois está nos limites de uso: o plano mais caro oferece mais capacidade.

O Meta One Essential tem:

  • Selo de verificado.
  • Proteção contra falsificação de identidade.
  • Lista de links para outras redes sociais ou sites do usuário.

O Meta One Advanced tem tudo do Essential, mais:

  • Destaque no feed do Facebook.
  • Posicionamento mais alto nos resultados da busca do Facebook e do Instagram.
  • Botão “Seguir” em destaque nos reels.
  • Envio automático de convites para seguir a usuários que interagirem com o conteúdo.

Os planos da Meta AI começarão a ser testados em junho em Singapura, Guatemala e Bolívia. Já os pacotes para criadores serão liberados em caráter experimental a partir da semana que vem na Arábia Saudita, Marrocos, Tailândia e Bangladesh.

Com informações do TechCrunch

Facebook, Instagram, WhatsApp e Meta AI terão planos pagos com recursos extras

Meta é dona de WhatsApp, Instagram e Facebook (Ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Instagram (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

Meta (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Motorola Edge 70 Pro já fica R$ 900 mais barato com cupom no Magalu

22 de Maio de 2026, 17:36

Prós
  • 4 câmeras de 50 MP
  • Bateria de 6.500 mAh
  • Tela atinge 5.200 nits
Contras
  • Inferior ao Motorola Signature
PIX Cupom
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O Motorola Edge 70 Pro de 256 GB está saindo por apenas R$ 3.599,10 no Pix com o cupom MOTO500 no Magazine Luiza. Essa oferta representa um desconto de R$ 900 em relação ao preço original do smartphone, lançado ainda esse mês por R$ 4.499. Considerando que esse é um celular fica entre o Edge 70 e o Motorola Signature, a promoção já chama a atenção.

Motorola Edge 70 Pro tem 4 câmeras de 50 MP e bateria de 6.500 mAh

Câmeras do Edge 70 Pro
Conjunto traseiro tem três câmeras de 50 megapixels (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

O Motorola Edge 70 Pro traz três câmeras traseiras uma frontal de 50 megapixels. A lente principal captura imagens nítidas por meio de estabilização óptica, a teleobjetiva realiza zoom óptico de 3,5x em aproximações detalhadas, e a ultrawide captura cenários amplos. Todo o conjunto, incluindo a câmera de selfies, recebe validação de cores Pantone e filma em 4K.

Outro destaque do celular da Motorola é a bateria grande, que conta com 6.500 mAh de capacidade e, segundo a fabricante, suporta até 49 horas de uso. Ainda segundo a marca, apenas nove minutos conectados à tomada com o carregador de 90 W já oferecem horas de bateria para o smartphone, aprimorando sua experiência em praticidade.

Em relação ao desempenho, o chip Mediatek Dimensity 8500 Extreme processa dados com oito núcleos velozes. O circuito integrado opera em conjunto com a memória RAM veloz de 12 GB, que pode ser ampliada até 24 GB via RAM Boost. Essa configuração executa jogos e aplicativos pesados sem travamentos mecânicos.

Tela do Motorola Edge 70 Pro
Motorola Edge 70 Pro (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

O display AMOLED de 6,78 polegadas exibe um bilhão de cores vivas. A taxa de atualização alcança 144 Hz para movimentações fluidas em animações complexas. A tela atinge a marca impressionante de 5.200 nits, garantindo visualização brilhante de conteúdos sob qualquer luminosidade. E o vidro Gorilla Glass 7i protege toda a região frontal.

O sistema operacional Android 16 promete três anos de atualização, o que pode ser um ponto negativo a longo prazo. Contudo, em relação à durabilidade, vale destacar que o celular conta com certificação IP69 de resistência contra água e poeira e, segundo a Motorola, suporta temperaturas extremas (entre -20ºC e 60ºc) e índice de até 95% de umidade.

Lembrando, por fim, que o Motorola Edge 70 Pro de 256 GB está saindo por apenas R$ 3.599,10 no Pix com o cupom MOTO500 no Magalu.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Motorola Edge 70 Pro já fica R$ 900 mais barato com cupom no Magalu

Conjunto traseiro tem três câmeras de 50 megapixels (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Motorola Edge 70 Pro (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

iPhone 17 (256 GB) sai 31% mais barato com cupom em oferta na Amazon

20 de Maio de 2026, 17:29
R$ 7.999,0031% OFF

Prós
  • Tela ProMotion com 120 Hz
  • Câmeras wide e ultrawide de 48 MP
  • Wi-Fi 7 e Bluetooth 6.0
  • Chip Apple A19 de 3 nanômetros
Contras
  • Não tem câmera teleobjetiva
PIX Cupom
R$ 250 OFF NA PáGINA R$ 5.558,35  Amazon
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O iPhone 17 de 256 GB está saindo por apenas R$ 5.558,35 no Pix aplicando o cupom de R$ 250 OFF na página na Amazon. A oferta representa um desconto de 31% sobre o valor original de R$ 7.999. E o celular da Apple se destaca pelo desempenho com chip A19 e RAM de 8 GB, e pelo conjunto fotográfico com duas câmeras de 48 megapixels.

iPhone 17 tem RAM de 8 GB e duas câmeras de 48 MP

O processador Apple A19, construído com litografia de 3 nm, oferece alta capacidade de processamento com seus seis núcleos de CPU. Esse chip trabalha em conjunto com 8 GB de RAM para gerenciar processos em segundo plano sem travamentos. Essa combinação garante máxima fluidez na execução de aplicativos pesados e jogos complexos.

O conjunto traseiro duplo traz sensor principal e lente ultrawide, ambos com 48 megapixels. O sistema suporta gravação de vídeo em resolução 4K a 60 quadros por segundo com áudio espacial. Enquanto isso, a câmera frontal de 18 megapixels possui foco automático por detecção de fase.

iPhone 17 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
iPhone 17 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

A tela Super Retina XDR OLED possui 6,3 polegadas e opera com taxa de atualização de 120 Hz. Esse painel exibe cores vibrantes com suporte a Dolby Vision e HDR10. O pico de brilho atinge 3.000 nits sob condições de forte iluminação externa. E a proteção Ceramic Shield 2 e o revestimento antirreflexo minimizam riscos e distrações visuais.

A bateria conta com capacidade de 3.692 mAh e promete até 30 horas de reprodução do vídeo segundo a fabricante. E suporta carregamento rápido de até 50 W, otimizando a praticidade no uso. Na conectividade, o celular da Apple conta com  conexões 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 6.0, Ultra Wideband (UWB) e NFC.

Lembrando que o iPhone 17 (256 GB) está saindo por apenas R$ 5.558,35 no Pix aplicando o cupom de R$ 250 OFF na página do smartphone na Amazon. E a oferta reduz 31% do preço original, sendo uma ótima opção de compra atualmente.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

iPhone 17 (256 GB) sai 31% mais barato com cupom em oferta na Amazon

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iPhone 17 tem processador Apple A19, RAM de 8 GB e duas câmeras de 48 MP; celular da Apple recebe desconto de 31% em promoção

iPhone 17 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Realme 16 chega ao Brasil com baterias grandes; veja os preços

20 de Maio de 2026, 17:21
Dois smartphones cinza escuro virados para baixo, em uma bandeja de vime
Dois modelos da Realme 16 Séries estão disponíveis no Brasil (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Resumo
  • A Realme iniciou as vendas da 16 Series no Brasil, com o Realme 16 por R$ 2.999 e o Realme 16 Pro Plus por R$ 4.499.
  • O Realme 16 tem bateria de 6.550 mAh, tela AMOLED de 6,57 polegadas, 12 GB de RAM e câmera traseira de 50 megapixels.
  • O Realme 16 Pro Plus tem bateria de 7.000 mAh, tela AMOLED de 6,8 polegadas, chip Snapdragon 7 Gen 4, 12 GB de RAM e câmera tripla com sensor de 200 megapixels.

A Realme iniciou nesta quarta-feira (20/05) as vendas dos aparelhos da 16 Series no Brasil. O Realme 16 tem preço sugerido de R$ 2.999, e o Realme 16 Pro Plus sai por R$ 4.499. Até o dia 31 de maio, a loja oficial da marca no Mercado Livre dá um cupom de R$ 500 de desconto na compra dos aparelhos.

Apresentados no exterior em janeiro de 2026, os aparelhos se destacam por baterias grandes: o Realme 16 tem 6.550 mAh de capacidade, enquanto o Realme 16 Pro Plus tem 7.000 mAh. Entre outras características importantes, estão as telas AMOLED e 12 GB de RAM.

Quais são os destaques do Realme 16?

O Realme 16, como dito, tem bateria de silício-carbono de 6.550 mAh e suporte a carregamento rápido de 45 W. O aparelho conta com tela AMOLED de 6,57 polegadas, 120 Hz de taxa de atualização e pico de brilho de 4.200 nits.

Em desempenho, o modelo traz um chip MediaTek Dimensity 6400 Turbo, com CPU de 2,5 GHz. A versão vendida no Brasil tem 12 GB de RAM e 256 GB de armazenamento.

Celular cinza escuro na mão
Realme 16 tem câmeras mais simples (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Celular na mão, mostrando a tela inicial do Android
Câmera frontal do Realme 16 tem 50 megapixels (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

A câmera traseira tem sensor Sony IMX852, de 50 megapixels. Ela trabalha praticamente sozinha: a câmera secundária é monocromática e tem apenas 2 megapixels, sendo usada para ajudar no modo retrato. Um detalhe interessante é a presença de um espelho para selfies. Do lado oposto, a câmera frontal também tem 50 megapixels.

O Realme 16 está com preço promocional de R$ 2.499 no Mercado Livre até o dia 31 de maio.

Quais são os destaques do Realme 16 Pro Plus?

Celular cinza escuro na mão
Câmera tripla é o destaque do Realme 16 Pro Plus (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

O Realme 16 Pro Plus tem características que o aproximam de um segmento mais premium. O modelo usa chip Snapdragon 7 Gen 4, com CPU de até 2,8 GHz. Ainda no setor de desempenho, temos 12 GB de RAM e 512 GB de armazenamento.

O conjunto de câmeras é triplo, bem mais completo que o modelo básico: a principal tem 200 megapixels; a ultrawide, 8 megapixels; e a teleobjetiva de 50 megapixels com zoom óptico de 3,5x. O aparelho conta ainda com uma câmera frontal de 50 megapixels.

Celular na mão, mostrando a tela inicial do Android
Tela do Realme 16 Pro Plus tem bordas curvas (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

A tela da versão Pro Plus é maior, com 6,8 polegadas, tecnologia AMOLED, 144 Hz de atualização e pico de brilho de 6.500 nits. A bateria é outro componente que supera o modelo básico: com tecnologia de silício-carbono, ela tem 7.000 mAh de capacidade e suporta carregamento rápido de até 80 Hz.

O Realme 16 está com preço promocional de R$ 3.999 no Mercado Livre até o dia 31 de maio.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Realme 16 chega ao Brasil com baterias grandes; veja os preços

Dois modelos da Realme 16 Séries estão disponíveis no Brasil (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Realme 16 tem câmeras mais simples (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Câmera frontal do Realme 16 tem 50 megapixels (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Câmera tripla é o destaque do Realme 16 Pro Plus (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Tela do Realme 16 Pro Plus tem bordas curvas (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

IA faz fabricantes de memória acumularem dívidas bilionárias

20 de Maio de 2026, 15:30
Pegar empréstimo para estocar chips virou estratégia das fabricantes (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Adata, Apacer e TeamGroup levantaram mais de R$ 4,4 bilhões em crédito para garantir estoques de chips DRAM e NAND.
  • A estratégia tenta garantir insumos para fugir do possível aumento de preços, já que elas não fabricam os chips do zero, como a Samsung.
  • O boom de IA levou os preços de DRAM e memórias flash NAND ao teto, com alta de 95% e 60%, respectivamente.

A febre da inteligência artificial começou a cobrar a conta das marcas que abastecem o varejo. Neste mês, a Adata, TeamGroup e Apacer, fabricantes de módulos de memória RAM e armazenamento, tiveram que levantar quase US$ 880 milhões (mais de R$ 4,4 bilhões) por meio de títulos, empréstimos e ofertas de ações.

Toda essa movimentação tem um objetivo: garantir estoques de chips DRAM e NAND antes que os custos disparem ainda mais no mercado global.

Por que a IA está encarecendo a memória?

Diversos pentes de memória RAM
Data centers de IA estão devorando produção global de chips (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

O mercado global de semicondutores passou por uma mudança drástica de prioridades. Gigantes que dominam a produção, como Samsung, SK Hynix e Micron, estão direcionando suas linhas de produção para memórias do tipo HBM (High Bandwidth Memory) e DRAM para servidores.

Esses componentes são o coração dos data centers que sustentam infraestruturas de IA e computação em nuvem — e, o mais importante, entregam margens de lucro muito maiores.

Porém, marcas como Adata e TeamGroup não fabricam os chips do zero, ao contrário da Samsung. Elas compram os componentes prontos para montar os produtos que chegam às lojas, como kits de memória DDR5 e SSDs NVMe. Sem poder de barganha para disputar com os servidores de IA, comprar insumos de forma agressiva virou a única saída dessas empresas para evitar o desabastecimento.

Todo esse direcionamento de produção para memórias HBM deixou as linhas de montagem voltadas para o consumidor final operando no limite, com preços da DRAM saltando entre 90% e 95% em comparação com o trimestre anterior. Para o segundo trimestre, a previsão é de uma nova escalada de até 63%.

As memórias flash NAND, usadas em SSDs, seguiram o mesmo ritmo, registrando uma alta acumulada de quase 60% nos primeiros três meses do ano.

Empresas não estão em crise

O ponto mais curioso é que a busca por crédito não reflete uma crise financeira nessas empresas. Na realidade, o setor vive um momento de faturamento recorde. Segundo o jornal Commercial Times, a Adata encerrou o primeiro trimestre de 2026 com faturamento na casa dos US$ 826,5 milhões (R$ 4,1 milhões) — mais que o dobro do registrado no mesmo período do ano anterior.

Outras marcas tradicionais, como Transcend e Innodisk, faturaram nos primeiros quatro meses deste ano mais do que ganharam em todo o ano passado.

Ainda assim, o custo para comprar matéria-prima inflou de tal maneira que o fluxo de caixa não deu conta sozinho. A própria Adata precisou garantir quase US$ 380 milhões (R$ 1,9 bilhão) em empréstimos bancários para sustentar as compras. TeamGroup e Apacer seguiram exatamente a mesma cartilha para inflar suas reservas.

De acordo com o TechSpot, queimar caixa para estocar componentes agora virou uma estratégia de sobrevivência a longo prazo, já que novas fábricas capazes de aliviar a escassez e reequilibrar o fornecimento só devem entrar em operação a partir de 2027. Até lá, o consumidor final continuará sentindo no bolso o impacto do boom da IA.

IA faz fabricantes de memória acumularem dívidas bilionárias

Aumento de preço da memória RAM (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Memórias RAM (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

O que é o Instants do Instagram? Veja como funciona o recurso de fotos instantâneas

19 de Maio de 2026, 16:41
Instants do Instagram
Instants no Instagram está disponível via DM do Instagram ou app próprio (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Instants é um recurso do Instagram voltado para o compartilhamento de fotos instantâneas a amigos e pessoas próximas.

O funcionamento do Instants se baseia na postagem e visualização de fotos, que ficam disponíveis por até 24 horas. As publicações operam no modelo de visualização única, e somem para o usuário assim que ele abre o conteúdo.

Você pode usar o Instants via DMs do Instagram (somente em dispositivos móveis Android ou iOS) ou pelo aplicativo próprio do Instants, disponível no Google Play e App Store.

A seguir, entenda melhor o que é o Instants do Instagram, e confira os recursos e limitações dessa funcionalidade.

O que é Instants do Instagram?

Instants ou Instagram Instants é um recurso do Instagram para compartilhamento temporário de fotos instantâneas a pessoas próximas, sob o modelo de visualização única.

Para que serve o Instagram Instants?

O Instants do Instagram tem a função de facilitar o compartilhamento de fotos do dia a dia para amigos ou amigos próximos na plataforma.

O recurso inspira usuários do Instagram a postar capturas cotidianas, no estilo “a vida como ela é”. Por conta disso, as publicações ficam disponíveis por apenas 24 horas, só podem ser visualizadas uma única vez por cada usuário, não exibem lista de visualizadores e não têm suporte para filtros ou edição.

Como funciona o Instants do Instagram

O Instants é um recurso similar a um story do Instagram, mas que aceita somente fotos. E seu funcionamento é simples, baseado em duas ações: postar e visualizar publicações de amigos.

Ao tirar uma foto com o Instants, você poderá escolher se vai compartilhar o post com amigos (seguidores que você também segue) ou com uma lista de amigos próximos.

Seu post ficará disponível por 24 horas e só poderá ser visualizado uma única vez por cada usuário do Instagram elegível. Depois de expiradas, suas publicações serão salvas em seu perfil.

Capturas de telas do Instants
Instants só suporta fotos tiradas na hora (Imagem: Reprodução/Instagram)

Você também poderá visualizar Instants de amigos ao abrir o recurso. Ao abrir um post, você poderá adicionar reações ou comentários — que serão enviados de forma privada na DM do autor da publicação.

Os Instants de terceiros ficarão organizados em uma espécie de fila, bastando tocar no post para ver o próximo Instants. Mas tenha em mente que publicações abertas não poderão ser vistas novamente.

Em quais plataformas o Instants está disponível?

O Instants só está disponível para dispositivos móveis (Android ou iOS). O recurso pode ser acessado diretamente pelas DMs do Instagram ou pelo aplicativo móvel próprio, que pode ser instalado via Google Play ou App Store.

Preciso de uma conta do Instagram para usar o Instants?

Sim. O Instants só está disponível para quem tem uma conta no Instagram, já que o recurso é integrado à rede social da Meta.

Quem pode ver meus Instants?

O Instants pode ser compartilhado a apenas dois grupos de usuários do Instagram:

  • Amigos: seguidores seus que você também segue;
  • Amigos próximos: usuários do Instagram que foram incluídos na sua lista de Amigos Próximos.
Grupos de compartilhamento de um Instants
Grupos de compartilhamento de um Instants (Imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

É possível saber quem viu meus Instants?

Não. As publicações no Instagram Instants não têm lista de visualizadores. Isso significa que você não vai saber quem visualizou seu Instants, assim como terceiros não conseguem saber que você viu o post deles.

Contudo, o autor do post consegue ver quem reagiu ao post. Além disso, comentários feitos em um Instants são enviados na DM da pessoa que fez a publicação.

Em outras palavras: você não vai conseguir saber se todo mundo viu o seu Instants, mas terá certeza de que as pessoas que reagiram ou comentaram certamente visualizaram a publicação.

Quanto tempo dura um Instants?

Um Instants fica disponível para visualização por até 24 horas, a partir do momento de sua publicação. Mas como as publicações são de visualização única, ela vai sumir para o usuário logo após ele abrir e ver o conteúdo postado.

É possível tirar print no Instants do Instagram?

Não. O Instagram desabilitou a captura de tela em posts no Instants. E a plataforma não notifica se alguém tentar tirar um print da sua publicação, já que a ação não poderá ser concluída.

Consigo ver um Instants mais de uma vez?

Sim, mas apenas dos seus próprios Instants. Você pode visualizar todos os seus Instants na guia “Seus instants”.

No entanto, não é possível visualizar Instants de terceiros mais de uma vez pela mesma conta, já que os posts são de visualização única. A única alternativa para isso é entrar com uma conta secundária do Instagram (que segue e é seguida pelo autor do post) e abrir a publicação.

Tem como apagar um Instants do Instagram?

Sim. Caso esteja usando o Instants pela DM do Instagram, você pode cancelar um post logo após a captura ao tocar na opção “Desfazer”, localizada na parte inferior da tela.

Já se estiver pelo app do Instants, você pode apagar um Instants publicado ao tocar no ícone de widget (localizado no canto superior direito), tocar e segurar na publicação desejada, e selecionar “Excluir instant”.

Como usar o Instants do Instagram

Primeiramente, você precisará de uma conta do Instagram para usar o Instants. Com a conta em mãos, basta entrar na DM do Instagram e tocar nos ícones de fotos (localizados na parte inferior à direita da tela) ou baixar o aplicativo do Instants.

Feito isso, você poderá visualizar Instants de pessoas que você segue e que te seguem de volta ou de usuários que te adicionaram à lista de melhores amigos.

Será possível adicionar uma reação ao post ou comentar na publicação — ações que “deduram” a sua visualização. Uma vez que o post é aberto, ele some para você. E você pode tocar novamente nele para ver outras publicações.

Instagram Instants
Você pode usar o Instants para postar ou visualizar fotos instantâneas temporárias (Imagem: Reprodução/Instagram)

Caso queira postar um Instants, basta tocar no ícone de câmera que fica no canto superior direito da tela. Você então terá de tirar uma foto na hora, apenas adicionando uma legenda e escolhendo entre a câmera frontal ou traseira.

Seus posts ficarão visíveis por até 24 horas, mas eles permanecem nos itens arquivados do Instagram por um ano a partir da data da publicação.

Posso postar vídeos no Instants?

Não. O Instants é um recurso exclusivo para compartilhamento de fotos instantâneas — tiradas “na hora” —, sem suporte para vídeos ou músicas.

Consigo adicionar filtros ao post no Instants?

Não. O Instagram Instants não oferece filtros ou edições para as publicações, já que o propósito do recurso é justamente compartilhar capturas reais do dia a dia.

E também não dá para carregar fotos já editadas para o Instants: a captura é feita no momento, sem opção de subir uma mídia da galeria.

Onde ficam os Instants do Instagram?

Instants de terceiros ficam localizados nas DMs do Instagram (na parte inferior da tela) ou na seção de post de amigos dentro do app próprio do Instants, situado no canto superior da tela.

Acessando o Instants via DM do Instagram
Acessando o Instants via DM do Instagram (Imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Já os seus Instants (incluindo os expirados) podem ser acessados pelo ícone de widget no canto superior superior do app Instants ou nas DMs do Instagram. E vale mencionar que posts já expirados também permanecem por até um ano nos itens arquivados do Instagram.

Acessando seus Instants publicados
Acessando seus Instants publicados (Imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Por que não consigo usar o Instants do Instagram?

Há casos em que você pode não conseguir usar o Instants corretamente. E dentre os principais motivos que impedem a operação do recurso, estão:

  • Lançamento gradual: o Instants está sendo lançado aos poucos, e pode levar um tempo até que o recurso chegue para todos os usuários do Instagram.
  • App desatualizado: apps do Instagram desatualizados talvez precisem concluir o update para receber o recurso.
  • Falta de permissões: você não vai conseguir compartilhar fotos se não permitir que o Instants tenha acesso à câmera do dispositivo.
  • Obrigatoriedade de conta no Instagram: é preciso ter uma conta no Instagram para usar o Instants.
  • Recurso restrito a dispositivos móveis: o Instants só está disponível em dispositivos móveis (Android ou iOS), e não pode ser usado via computador.
  • Requisitos de conexões: você só vai conseguir visualizar Instants de pessoas que você segue e que te seguem de volta ou que te incluíram na lista de Amigos Próximos no Instagram.
  • Baixa atividade de terceiros: se nenhum de seus amigos publicar um Instant, você não terá conteúdos do tipo para visualizar.

Posso denunciar Instants do Instagram?

Sim. Você pode denunciar Instants que não seguem os Padrões da Comunidade do Instagram, ao tocar no menu de três pontos ao lado do autor do post, e selecionar a opção “Denunciar”.

Tem como desativar o Instants do Instagram?

Sim. Você pode desativar o Instants para ocultá-lo da sua DM do Instagram, bastando entrar no menu de três linhas do Instagram, acessar a opção “Preferências de conteúdo” e desmarcar a chave “Ocultar instants na caixa de entrada”.

Posso silenciar o Instants?

Sim. Pelo Instagram, você consegue desativar as notificações do Instants ao entrar no menu de três linhas, abrir a guia “Notificações”, selecionar “Instants” e escolher a opção “Desativado” tanto em “Instants” quanto em “Reações com emojis”.

Se preferir, você pode fazer o mesmo processo pelo app próprio do Instants: toque no seu ícone de perfil (localizado no canto superior esquerdo), vá no ícone de engrenagem, entre em “Notificações”, e selecione “Desativado” nas seções “Instants” e “Reações com emojis”.

Qual é a diferença entre Instants e Stories do Instagram?

Instants é um recurso do Instagram para compartilhamento de fotos instantâneas, restrito a amigos ou amigos próximos, e com direito a aplicativo próprio. As capturas compartilhadas ficam disponíveis por até 24 horas, e só podem ser visualizadas uma vez por usuário.

Os Stories do Instagram também são publicações temporárias que duram apenas 24 horas, mas não são restritos a visualização única e podem ser compartilhadas para todos os usuários do Instagram ou apenas para pessoas específicas. Esse tipo de publicação suporta vídeos, GIFs e figurinhas e ainda pode carregar mídias da galeria.

O que é o Instants do Instagram? Veja como funciona o recurso de fotos instantâneas

(Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

(Imagem: Reprodução/Instagram)

Grupos de compartilhamento de um Instants (Imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Você pode usar o Instants para postar ou visualizar fotos instantâneas temporárias (Imagem: Reprodução/Instagram)

Acessando o Instants via DM do Instagram (Imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Acessando seus Instants publicados (Imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Como silenciar as notificações de Instants do Instagram

19 de Maio de 2026, 15:00
Tela que mostra a página de configurações do Instants do Instagram, com o Tecnoblog ao fundo
É possível gerenciar as notificações de Instants do Instagram (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

O Instagram permite que o usuário silencie as notificações de novos posts do Instants, caso queira deixar de receber avisos sobre publicações de amigos. Além disso, é possível desativar apenas os alertas de reações em suas fotos publicadas com o recurso da rede social.

Você pode desativar as notificações do Instants de duas formas: acessando as configurações de sua conta do Instagram ou pelo aplicativo próprio do Instants criado pela Meta. Os dois métodos são iguais no Android e no iPhone.

Veja, a seguir, detalhes de como silenciar as notificações de posts ou reações de amigos aos seus Instants e tire suas dúvidas.

Como silenciar as notificações de Instants pelo Instagram

1. Acesse as configurações do Instagram

Acesse seu perfil do Instagram e toque no menu localizado no canto superior direito da tela para abrir as opções de sua conta.

Acessando as configurações de sua conta do Instagram pelo menu do canto superior direito da tela
Acessando as configurações de sua conta do Instagram (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

2. Abra o menu de notificações para silenciar os Instants do Instagram

As acessar as configurações da sua conta, toque em “Notificações” para gerenciar os alertas recebidos por você no aplicativo da rede social.

Selecione o menu "Notificações" para gerenciar alertas do Instagram
Selecione o menu “Notificações” para gerenciar alertas do Instagram (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

3. Selecione “Instants” e desative as notificações de posts ou reações

Role a tela até encontrar a opção “Instants“. Toque para acessar as configurações de alertas e selecione “Desativado“. Você pode silenciar as notificações de posts ou reações do Instants separadamente.

Silencie as notificações de novos Instants ou de reações em seus posts no Instagram (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)
Silencie as notificações de novos Instants ou de reações em seus posts no Instagram (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

Assim como nas configurações do seu perfil do Instagram, você também pode silenciar as notificações do Instants pelo app próprio criado pela Meta.

Como silenciar as notificações de Instants do Instagram pelo app próprio

1. Abra o aplicativo do Instants

Abra o app do Instants do Instagram. O aplicativo próprio da ferramenta está disponível para Android e iPhone, e basta fazer login com sua conta da rede social para usá-lo.

Abra o app do Instants e faça login com sua conta do Instagram
Abra o app do Instants e faça login com sua conta do Instagram (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

2. Acesse seu perfil do Instagram no app do Instants

Após fazer o login, toque na sua foto localizada no canto superior esquerdo para abrir as configurações da sua conta do Instants.

Acesse seu perfil no Instants tocando na sua foto
Acesse seu perfil no Instants tocando na sua foto (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

3. Selecione a opção “Notificações” para silenciar alertas sobre posts ou reações

Toque no menu “Notificações” para gerenciar os alertas de novos posts ou de reações em suas publicações no Instants do Instagram. A rede social permite que você desative apenas uma das opções, ou as duas, caso prefira.

Acessando o menu de notificações e desativando os alertas do Instants
Acessando o menu de notificações e desativando os alertas do Instants (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

O que acontece ao silenciar as notificações de Instants no Instagram?

Ao desativar as notificações de Instants, você deixa de receber alertas sobre novas publicações de amigos na rede social. Esse recurso pode ser interessante para usuários que não usam a ferramenta e não querem ser perturbados pelos alertas constantes de novos posts.

Já ao silenciar as notificações de reações em seus posts, você continuará recebendo alertas de novas fotos publicadas por seus amigos, mas não receberá notificações quando algum deles reagir a uma publicação sua.

Preciso baixar o app do Instants do Instagram para silenciar as notificações?

Não. Caso não use o aplicativo do Instants para tirar fotos, você pode apenas silenciar as notificações de posts ou de reações pelas configurações do Instagram. O download do aplicativo para usar a ferramenta de fotos instantâneas é opcional.

Dá para silenciar as notificações de Instants pela DM do Instagram?

Não. Você precisa desativar as notificações do Instants do Instagram pelas configurações do seu perfil na rede social, ou no app próprio do recurso de fotos.

A ferramenta só está disponível para uso nas DMs do Instagram, permitindo que você publique novas fotos no Instants, ou apague as mídias registradas com o recurso.

Como silenciar as notificações de Instants do Instagram

Instagram lança Instants, recurso para compartilhar fotos sem edição

13 de Maio de 2026, 15:07
Capturas de tela do Instants
Nova funcionalidade foca em fotos reais e espontâneas (imagem: reprodução/Meta)
Resumo
  • Instagram lançou o Instants, um recurso para compartilhar fotos sem filtro ou edição.
  • A nova ferramenta, disponível globalmente dentro do app do Instagram, não permite edição das fotos antes de compartilhá-las.
  • Diferente dos Stories, os Instants desaparecem após a visualização, mas compartilham as mesmas configurações de segurança do Instagram.

Após poucas semanas de testes restritos na Europa, o Instagram começou a liberar oficialmente, nesta quarta-feira (13/05), o Instants, novo recurso de compartilhamento de fotos voltado a registros mais rápidos e sem filtro. A proposta é a espontaneidade: o usuário pode tirar uma foto na hora e enviá-la para a seção de Amigos Próximos ou seguidores mútuos, sem retoques ou edição.

A novidade, que bebe da mesma fonte que o BeReal, passa a ficar disponível globalmente como uma seção dentro do próprio aplicativo do Instagram. Em alguns países, a Meta também liberou o Instants como um app independente.

Esse app fez parte dos testes da Meta em mercados como Espanha e Itália, em abril. Naquele momento, a empresa ainda parecia avaliar o melhor formato para o produto. Agora, com a integração ao Instagram, a maior parte dos usuários não vai precisar baixar outro app no celular.

“Você não pode editar seus Instants antes de compartilhá-los, permitindo que você compartilhe momentos autênticos enquanto eles acontecem”, diz a empresa em comunicado.

Como funciona o Instants?

GIF apresentando localização do Instants na seção de mensagens
Instants aparece como um card no canto direito das DMs no Instagram (gif: reprodução/Instagram)

No Instagram, o acesso ao Instants ocorre pela caixa de entrada de mensagens. Para usar, o usuário deve tocar no ícone de “pilha de fotos” no canto inferior direito da DM e capturar a imagem diretamente pela câmera.

O formato tem algumas limitações intencionais, como não poder enviar imagens da galeria e nem editar o conteúdo capturado com filtros. As fotos, diferente dos Stories, desaparecem para as pessoas após a visualização e não ficam acessíveis após 24 horas.

A empresa, no entanto, não quer que os momentos sejam esquecíveis: o sistema deve criar automaticamente um resumo com os compartilhamentos do período.

Quem recebe um instant pode reagir com emoji, responder por texto ou enviar outro registro de volta, mantendo a conversa dentro do mesmo fluxo.

Instants chega com configurações de segurança

O Instants já chega conectado às ferramentas de segurança existentes no Instagram, como bloqueio e restrição de contas. No caso de adolescentes, a função é integrada à Central da Família e às Contas de Adolescente.

Segundo a Meta, as proteções incluem:

  • Limite de tempo: o uso do Instants entra na contagem diária definida pelos pais para o Instagram;
  • Modo Noturno: notificações ficam silenciadas por padrão entre 22h e 7h para menores de idade;
  • Aviso aos responsáveis: se o adolescente baixar o app independente do Instants, os pais supervisores recebem uma notificação.

Instagram lança Instants, recurso para compartilhar fotos sem edição

(imagem: reprodução/Meta)

Android 17 terá recurso para combater vício em redes sociais

13 de Maio de 2026, 11:06
Arte mostra a cabeça do mascote do Android, um robô verde, em um fundo verde-escuro. Na parte inferior direita, está o logotipo do Tecnoblog.
Novo função do Android 17 quer frear a rolagem infinita nas redes sociais (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Android 17 terá um recurso para ajudar a combater o vício em redes sociais.
  • O Pause Point vai exigir uma espera de 10 segundos antes de abrir aplicativos considerados “viciantes”, como Instagram e TikTok.
  • Durante a espera, o Android deve sugerir atividades mais construtivas e permitir visualizar fotos pessoais.

O Google revelou um novo recurso que chegará nativamente com o Android 17 para ajudar a combater o doomscrolling — hábito de ficar rolando a tela do celular de forma viciosa. Chamada Pause Point, a função cria uma trava de segurança: em vez de só alertar o usuário sobre o tempo excessivo de uso, agora o sistema exige uma espera obrigatória antes de abrir apps classificados como distrações.

A novidade deve congelar a inicialização de um app por 10 segundos, caso ele seja marcado pelo usuário como “viciante”. A tela, no entanto, não ficará apagada durante esse intervalo: o Android vai aproveitar esse tempo para sugerir atividades mais construtivas.

O recurso vai exibir desde atalhos para um exercício rápido de respiração até recomendações de aplicativos úteis instalados no celular. Há ainda a opção de visualizar um carrossel com fotos pessoais, funcionando como um estímulo visual para o usuário sair um pouco da tela.

Aplicativos de terceiros focados em controle de tempo, como Finch ou Focus Friend, já têm seu público fiel. O grande trunfo do Pause Point, no entanto, é rodar de forma nativa, o que deve tornar a trava mais difícil de ser ignorada.

Recurso nativo deve ajudar mais o usuário

Recurso aproveita o intervalo obrigatório para sugerir um respiro (imagem: reprodução/Google)

A principal diferença está no momento em que a intervenção acontece. Os limites de tempo tradicionais do Android, lançados em 2018, costumam falhar porque dependem da força de vontade do usuário. A pessoa estoura a cota de uso, recebe um alerta na tela e, na maioria das vezes, o ignora para continuar navegando.

O 9to5Google destaca que, ao bloquear a abertura do aplicativo logo no primeiro toque, a nova função corta a descarga imediata de dopamina gerada pelo carregamento do feed. O usuário é forçado a parar e decidir se realmente quer gastar tempo naquela plataforma ou se o clique foi apenas um movimento no “piloto automático”.

Se, após os 10 segundos, a pessoa confirmar que deseja abrir a rede social, o Android permite até configurar um cronômetro para aquela sessão específica.

Vale mencionar que, para desativar completamente o recurso, será necessário reiniciar o smartphone — uma camada extra criada para dificultar o desligamento da função por impulso. A versão estável do Android 17, que incluirá a novidade, está prevista para junho.

Resposta contra os algoritmos

A aplicação dessa ferramenta mais agressiva não acontece por acaso. O Google apresentou o Pause Point no momento em que governos do mundo todo elaboram planos para restringir ou até proibir o uso de redes sociais por menores de idade.

Ao integrar essa barreira de uso ao sistema móvel mais popular do mundo, o Google se posiciona como parte da solução. O diretor de operações de produto da divisão de Plataformas e Ecossistemas do Google, Dieter Bohn, pontuou durante coletiva de imprensa que a empresa reconhece o problema.

“O Android está mais poderoso do que nunca, mas também queremos oferecer as ferramentas para você se desconectar quando precisar”, afirmou. “Acho que todos nós já pegamos o celular, abrimos algum aplicativo e ficamos no piloto automático, e uma hora se passou.”

O Google já confirmou que mais recursos focados em combater o tempo de tela abusivo serão lançados nos próximos meses.

Android 17 terá recurso para combater vício em redes sociais

Ferramenta do Google permite que devs testem apps em celulares de forma remota (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Android 17 vai melhorar qualidade de postagens no Instagram

12 de Maio de 2026, 14:02
Função Ultra HDR no Instagram para Android 17
Função Ultra HDR no Instagram para Android 17 (imagem: reprodução/Google)
Resumo
  • Google anunciou novos recursos para o Android 17 voltados à criação de conteúdo;
  • novidades incluem parceria com a Meta para melhorar publicação de fotos e vídeos no Instagram, a exemplo do modo Ultra HDR, que garante cores mais realistas nas postagens;
  • outra novidade é um recurso nativo para gravação de vídeos de reação.

O Android 17 está vindo aí e, como toda nova versão, promete uma série de novos recursos. Alguns deles, mostrados pelo Google no evento The Android Show: I/O Edition 2026, foram desenvolvidos para apoiar criadores de conteúdo: eles tornam o sistema mais amigável ao Instagram e facilitam a criação de vídeos de reações, por exemplo.

Comecemos pela função Screen Reactions (Reações de Tela). A ideia é facilitar a criação de vídeos de… reações. Estamos falando de vídeos em que a imagem da pessoa aparece em miniatura no canto inferior da tela enquanto o conteúdo principal é assistido por ela.

Para tanto, a nova funcionalidade consegue gravar o conteúdo que aparece na tela ao mesmo tempo em que a câmera frontal captura a imagem da pessoa, sem que seja necessário usar aplicativos de terceiros para sobrepor um conteúdo ao outro.

O vídeo resultante pode, então, ser publicado rapidamente nas redes sociais. Falando nisso…

Android 17 promete melhorar o conteúdo enviado ao Instagram

O que deve fazer diferença para a maioria dos usuários é a parceria que o Google fechou com a Meta. Por meio dela, ambas as companhias prometem facilitar a publicação de conteúdo no Instagram. E o mais importante: melhorar a qualidade de imagem desse conteúdo.

De acordo com o Google, isso será proporcionado por meio de recursos como:

  • Ultra HDR: permite que o conteúdo gerado no celular tenha cores mais vibrantes e realistas;
  • Estabilização de vídeo: ajuda a diminuir o tremor de vídeos feitos quando o usuário caminha, dança ou, como o próprio Google brinca, “está sob o efeito de muita cafeína”;
  • Night Shift: otimiza a captura de fotos durante a noite ou em ambientes com luminosidade reduzida.
Função Screen do Android 17
Função Screen do Android 17 (imagem: reprodução/Google)

Repare que nada disso faz sentido se, durante o processamento do conteúdo no Instagram, houver redução da qualidade de imagem, certo? Pois bem, o Google garante que os processos de captura e upload foram otimizados para que o conteúdo continue nítido quando a publicação for feita.

Tem mais uma novidade para usuários da rede social da Meta: o Instagram Edits, aquele aplicativo criado para ser uma alternativa ao CapCut, contará com IA para aprimorar a resolução de fotos e imagens, bem como para facilitar a separação de faixas de áudio. Esses recursos serão exclusivos da versão do app para Android.

Será que tudo isso será suficiente para o Google acabar com a fama de que só o iPhone presta para conteúdo no Instagram? Talvez. Mas há um ponto de atenção aqui: o Google diz que a sua parceria com a Meta promete “trazer o melhor do Instagram para nossos dispositivos Android mais avançados“.

Modo de estabilização de vídeo no Instagram para Android 17
Modo de estabilização de vídeo no Instagram para Android 17 (imagem: reprodução/Google)

Outras novidades para “creators”

Entre as demais novidades para criadores de conteúdo está a chegada do Adobe Premiere ao Android para os próximos meses, embora o aplicativo não deva se limitar à versão 17 do sistema. “Com o Premiere, você terá acesso a modelos e efeitos exclusivos para criar e publicar YouTube Shorts”, afirma o Google.

Já para quem foca na criação de vídeos profissionais, o Google promete, também, ampliar o acesso ao codec Advanced Professional Video (APV), que é próprio para filmagens a partir de dispositivos móveis.

Desenvolvido em parceria com a Samsung, o APV já está disponível no Galaxy S26 Ultra e no Vivo X300 Ultra. A expansão permitirá o seu uso em outros dispositivos, mais precisamente, naqueles equipados com chips Snapdragon 8 Elite a serem lançados ainda em 2026.

A versão final do Android 17 está prevista para junho.

Android 17 vai melhorar qualidade de postagens no Instagram

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Além de melhorar experiência do usuário com o Instagram, Android 17 também promete facilitar gravação de vídeos de reação.

Função Ultra HDR no Instagram para Android 17 (imagem: reprodução/Google)

Instagram e Facebook perdem 20 milhões de usuários ativos

1 de Maio de 2026, 13:31
Ilustração com os ícones de WhatsApp, Instagram e Facebook inseridos numa caixa com a marca da Meta
Instagram e Facebook perdem 20 milhões de usuários ativos (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Instagram, Facebook e WhatsApp, plataformas da Meta, perderam 20 milhões de usuários ativos diários no primeiro trimestre do ano;
  • Meta informou que queda foi impulsionada por interrupções na internet no Irã e restrições de acesso ao WhatsApp na Rússia;
  • porém, existe a desconfiança de que o problema também seja causado por uma “fadiga” dos usuários com relação ao uso de redes sociais.

Enquanto acompanhavam a teleconferência da Meta sobre resultados financeiros realizada na quarta-feira (29/04), alguns investidores podem ter levantado a sobrancelha para um “pequeno grande” detalhe: plataformas como Facebook e Instagram perderam 20 milhões de usuários ativos no último trimestre.

A informação se refere a algo que a Meta chama de “usuários ativos diários da família”, em tradução livre. Aqui, “usuários ativos diários” são aqueles que acessam algum serviço da Meta pelo menos uma vez ao dia, obviamente. Já “família” é como a companhia se refere ao conjunto de suas principais plataformas: Facebook, Facebook Messenger, Instagram e WhatsApp.

Os dados em questão dizem respeito ao primeiro trimestre de 2026. Na comparação com o mesmo período do ano anterior, houve um aumento de 4% no número de usuários diários. A perda de 20 milhões de usuários ocorre em relação ao último trimestre de 2025.

Por que a Meta teve um declínio no número de usuários?

De acordo com a própria Meta, a queda no número de usuários diários “foi impulsionada por interrupções na internet no Irã, bem como por restrições de acesso ao WhatsApp na Rússia“.

Pode ser verdade, afinal, a Meta fechou março com 3,56 bilhões de usuários ativos diários, o que indica que a diminuição de 20 milhões de usuários nesse parâmetro é pequena.

Pequena, mas não desprezível. Como a Meta não detalhou quanto cada uma de suas plataformas perdeu (ou ganhou) em número de usuários diários, existe a desconfiança de que a companhia esteja escondendo algo.

É possível que o problema tenha relação com uma certa “fadiga” referente aos serviços da Meta. Nesse sentido, a própria companhia já reconheceu que os usuários tendem a postar menos no Instagram com o passar do tempo, só para dar um exemplo.

Ilustração do Instagram mostra o link de atalho do Threads
Usuários tendem a postar menos no Instagram com o passar do tempo (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Esse comportamento pode ter diversas causas, entre elas, a percepção de excesso de anúncios na plataforma ou recomendações de conteúdo alheio que acabam fazendo usuários terem as suas publicações aparecendo menos para pessoas próximas.

Levemos em conta, também, uma possível “fadiga” com relação ao uso de redes sociais como forma de prevenir ou reduzir problemas de saúde mental. Eu, por exemplo, acesso cada vez menos redes sociais para combater o excesso de informação e diminuir o tempo de tela. Muita gente tem feito o mesmo.

A Meta tem algum plano para enfrentar o problema?

Ao que tudo indica, tem. O Engadget relata que a Meta pretende ajustar os algoritmos do Instagram para que fotos, carrosséis e Reels originais (gerados pelo próprio usuário, e não oriundos de outras fontes) apareçam com prioridade nas recomendações de conteúdo.

A Meta não comenta, mas pode ser que essa e outras mudanças sejam uma tentativa da companhia de evitar um declínio expressivo no número de usuários do Instagram e das demais plataformas da companhia.

Com informações de The Verge

Instagram e Facebook perdem 20 milhões de usuários ativos

Meta é dona de WhatsApp, Instagram e Facebook (Ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Saiba como remover o selo do Threads no seu perfil do Instagram em poucos passos (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Tinder terá polêmica verificação por íris para combater perfis de IA

26 de Abril de 2026, 00:06
Imagem mostra uma mão segurando um iPhone, com a tela exibindo o logo do Tinder
Tinder ganha nova camada de segurança, mas serviço é proibido no Brasil (imagem: Unsplash/Good Faces Agency)
Resumo
  • Tinder anuncia reconhecimento de íris para combater perfis falsos com IA.
  • O reconhecimento de íris ocorre via World ID, parceria com a Tools for Humanity, empresa cofundada por Sam Altman, CEO da Open AI.
  • A novidade foi testada no Japão e chega em outras partes do mundo em breve, com bônus e selo de verificação para usuários que fizerem a checagem.
  • No Brasil, o World ID foi proibido em janeiro de 2025 pela Autoridade Nacional de Proteção de Dados.

O Tinder anunciou uma nova ferramenta para combater casos de catfish utilizando inteligência artificial na plataforma: o reconhecimento de íris via World ID. A novidade fica disponível a partir do serviço World graças a uma parceria com a Tools for Humanity, empresa cofundada por Sam Altman, CEO da Open AI.

Nos países em que estará disponível, o reconhecimento de íris do Tinder será no próprio app, com direito a bônus para usados os usuários que fizerem a checagem. Eles ganharão selo de verificado. Não há informações sobre banimento de contas sem essa confirmação.

O recurso foi testado no Japão e chega em outras partes do mundo “em breve”. Essa tecnologia, vale lembrar, está proibida no Brasil, após decisão da ANPD. Ou seja: nada de World ID no Tinder BR, pelo menos por enquanto.

Dispositivo da World faz a captura e converte tosto da pessoa num hash único (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Dispositivo da World é uma das opções para criar World ID, disponível também via app (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

IA em golpes de namoro

O reconhecimento de íris é um “passo natural” da plataforma, de acordo com o Match Group, dono do Tinder. Vale lembrar que o app de namoro já exige um vídeo de verificação de humanidade para seus usuários, e o World ID vem como uma camada extra de combate a golpes.

Segundo a Comissão Federal de Comércio dos Estados Unidos, usuários de apps de namoro perderam US$ 1 bilhões em fraudes somente em 2025, o que dá cerca de R$ 5 bilhões. Além disso, trazendo para a realidade brasileira, a Meta processou duas empresas e duas pessoas por produzirem deepfakes do médico Drauzio Varella para vender medicamentos falsos na internet.

Ilustração de deepfake
Deepfakes com IA levam empresas a buscarem novas soluções de segurança (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Segundo a BBC, uma usuária do Tinder no Reino Unido afirmou que 30% das contas visualizadas ao navegar pelo app são de bots, com descrições, melhorias e até mesmo chat com IA. Um levantamento da Norton divulgado em janeiro também reforça esse relato, apontando que mais da metade dos usuários de aplicativos de namoro nos EUA já se encontraram em situações do tipo.

Por que o World ID foi proibido no Brasil?

No Brasil, o serviço que oferece a criação da World ID não está disponível desde o início de 2025, por decisão da ANPD. Isso porque a proposta do então Worldcoin era oferecer dinheiro aos participantes do projeto que fizessem a leitura de íris. A Coordenação-Geral de Fiscalização CGF) da autarquia federal entendeu que essa oferta “interfere na livre manifestação da vontade do indivíduo” e pode influenciar pessoas em posição de vulnerabilidade.

Por aqui, continua valendo o Face Check, verificação facial anunciada em dezembro de 2025. A ferramenta funciona de forma semelhante ao reconhecimento feito em apps de banco, e promete reforçar a segurança contra perfis falsos, deepfakes e entrada de menores de idade.

Tinder terá polêmica verificação por íris para combater perfis de IA

(imagem: Unsplash/Good Faces Agency)

Dispositivo da World faz a captura e converte tosto da pessoa num hash único (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Instagram testa Instants, novo aplicativo de fotos efêmeras

24 de Abril de 2026, 12:10
Ilustração mostra um exemplo de como repostar o story de um amigo no Instagram
Instants tenta ser um app de stories efêmeros e realistas (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Instagram testa um novo aplicativo independente chamado Instants.
  • O Instants abre direto na câmera e limita a edição a texto em imagens e vídeos, sem filtros e recursos avançados do Instagram principal.
  • O app está sendo testado em regiões da Europa, tanto para Android quanto para iPhone, mas ainda sem previsão de expansão para outras regiões.

O Instagram iniciou os testes de um novo aplicativo independente, chamado Instants, voltado ao compartilhamento de fotos e vídeos que desaparecem após 24 horas. A ferramenta está sendo lançada de forma limitada em países como Itália e Espanha, tanto para Android quanto para iPhone.

Nos testes iniciais, os usuários podem enviar conteúdos que ficam disponíveis por até um dia, mas que podem ser visualizados apenas uma única vez dentro desse período. Se parece um dejavú para você, é porque esse conceito já teve dias de fama em rivais como Snapchat e BeReal — febre entre os jovens por algum tempo.

De acordo com apuração do Business Insider, a Meta está experimentando diferentes versões do Instants antes de decidir por uma expansão mais ampla. Segundo porta-vozes da empresa ouvidos pelo veículo, a proposta é criar um ambiente de “baixa pressão”, voltado a interações mais espontâneas entre amigos.

Foco na espontaneidade

Capturas de tela do Instants
Instants permite o compartilhamento instantâneo de imagens com pouca edição (imagem: reprodução/Meta)

A proposta do app é reduzir o nível de produção das postagens. Isso aparece já na experiência de uso: o Instants abre diretamente na câmera, incentivando o registro do momento.

As ferramentas de edição também são limitadas de forma intencional. O usuário pode adicionar apenas texto às imagens e vídeos, sem acesso aos filtros mais elaborados e recursos de edição disponíveis no Instagram principal.

O slogan do app, “vida real, rápido” (real life, real quick), reforça essa proposta de capturar e compartilhar momentos do cotidiano sem preocupação estética.

Os conteúdos podem ser enviados para seguidores mútuos ou para a lista de “Amigos Próximos”. Segundo o 9to5Google, a experiência é uma evolução do recurso “Shots”, que antes ficava integrado às mensagens do Instagram e agora ganha um aplicativo próprio.

O uso “low profile” de redes sociais cresceu entre adolescentes nos últimos anos, o que levanta discussões frequentes sobre o impacto das plataformas na comunicação e autoestima desse público. Um levantamento da própria Meta, entre 2023 e 2024, identificou a insatisfação entre adolescentes com o próprio corpo após visualizar postagens no Instagram.

Integração com o ecossistema Meta

Apesar de funcionar como um app separado, o Instants continua vinculado à conta do Instagram, assim como ocorre com o Threads. Todo o conteúdo compartilhado ou recebido também pode ser acessado dentro da plataforma pricnipal, o que mantém a integração com o ecossistema da Meta.

Por enquanto, o Instants segue em fase de testes, sem previsão de lançamento em mercados como Brasil e Estados Unidos, nem confirmação de versão para desktop.

Instagram testa Instants, novo aplicativo de fotos efêmeras

(imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

(imagem: reprodução/Meta)

Preço da memória já subiu 30% no Brasil, dizem empresários

23 de Abril de 2026, 17:47
Ilustração que mostra um celular e um notebook ao lado de uma moeda para representar um aumento de preços desses produtos
Encarecimento da memória afeta quase metade da indústria brasileira (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O preço da memória subiu 30% no Brasil, com reajustes de até 100% na cadeia de fornecimento.
  • 47% das empresas eletroeletrônicas relatam aumento nos custos de componentes e matérias-primas.
  • A demanda acelerada por data centers de inteligência artificial causou desequilíbrio no mercado e deve persistir até 2028.

A alta no preço das memórias já é percebida pelo consumidor brasileiro, mas agora aparece com mais clareza nos dados do setor. Segundo a Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), os reajustes podem chegar a 100% ao longo da cadeia de fornecimento, e cerca de 30% já é repassado no preço final de notebooks, celulares e TVs.

De acordo com a entidade, 47% das empresas eletroeletrônicas relatam aumento nos custos de componentes e matérias-primas – o terceiro avanço consecutivo desde novembro, quando o índice era de 23%. 

Vale lembrar que os dados se referem ao repasse médio no preço final de produtos acabados. No mercado de componentes avulsos, como módulos de memória RAM e SSDs, o cenário é de volatilidade extrema e os preços, em muitos casos, dobraram ou triplicaram.

Em nota, a Abinee avalia que a situação atual é mais grave do que a observada durante a pandemia. Desta vez, a pressão vem da demanda acelerada por data centers de inteligência artificial, que tem redirecionado a produção de semicondutores e limitado a oferta para o mercado tradicional.

A expectativa é de que o desequilíbrio persista até 2028, projeção que vem sendo repetida por analistas e pela própria indústria há algum tempo. Além das memórias, outros insumos também encareceram, como cobre, alumínio, ouro, prata e plásticos, estes últimos puxados pela alta do petróleo em meio às guerras e tensões geopolíticas.

A escassez ainda não é generalizada, mas já há sinais de deterioração no mercado: 13% das empresas que dependem de semicondutores relatam dificuldades de abastecimento — 5 pontos percentuais a mais do que os 8% observados na pesquisa anterior.

Preço da memória já subiu 30% no Brasil, dizem empresários

Aumento de preço da memória RAM (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Motorola Edge 60 (512 GB) sai 46% mais barato com cupom na Amazon

21 de Abril de 2026, 16:21

Oferta encerrada 🙁
Avise-me por e-mail
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O Motorola Edge 60 de 512 GB está em promoção por R$ 1.899 no Pix com cupom FERIADO na Amazon, valor que representa um desconto de 46% quando comparado ao valor de lançamento de R$ 3.499.

Este celular intermediário conta com tela POLED com taxa de 120 Hz e brilho forte, câmeras de 50 MP e 12 GB de RAM expansível até 24 GB.

Motorola Edge 60 tem tela POLED de 120 Hz e até 24 GB de RAM

O Motorola Edge 60 é um celular intermediário equipado com uma interessante tela POLED de 6,7 polegadas, com taxa de atualização de 120 Hz e brilho de até 4.500 nits, que entrega cores fiéis, fluidez na rolagem e visibilidade sob luz forte. O vidro Gorilla Glass 7i reveste o display e protege-o contra riscos e arranhões.

O chip MediaTek Dimensity 7300 de 4 nanômetros e os 12 GB de RAM expansíveis até 24 GB via recurso RAM Boost oferecem desempenho adequado em multitarefa e na execução de apps e games exigentes. Os 512 GB de armazenamento disponibilizam espaço interno de sobra para guardar vídeos, fotos e arquivos.

Sobre durabilidade, o corpo de plástico do celular conta com o reforço das certificações IP68/IP69 e militar MIL-STD-810H. Juntas, garantem resistência contra poeira, jatos d’água de alta pressão e mergulhos acidentais de até 1,5 m em água doce por no máximo 30 minutos, além de proteção em outras situações extremas.

A imagem mostra a parte traseira do Motorola Edge 60, com foco na área das câmeras. O dispositivo possui um módulo de câmeras quadrado, com três lentes circulares e um flash LED. O aparelho é de cor azul escuro e está sendo segurado com uma mão. Ao fundo, é possível ver um suporte transparente com outros aparelhos.
Motorola Edge 60 tem câmeras wide e ultrawide de 50 MP e telefoto de 10 MP (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

O Motorola Edge 60 chama a atenção também para suas câmeras, quase todas de 50 MP. A frontal capta selfies em alta resolução, enquanto a wide e a ultrawide na traseira capturam cenas com grande campo de visão e maior enquadramento; a telefoto com zoom óptico de 3x voltada a aproximações possui um sensor de 10 MP.

Este celular conversa com redes 5G, Wi-Fi 6Bluetooth 5.4 e NFC para ações por aproximação. Sua bateria de 5.200 mAh suporta carregamento ultrarrápido de 68 W via USB-C e é capaz de injetar uma carga que dura um dia inteiro de uso em apenas 8 minutos, segundo a fabricante.

O Motorola Edge 60 (512 GB) foi atualizado para o Android 16 e é elegível a apenas mais duas atualizações do sistema operacional, parando no Android 18. O celular intermediário está saindo por R$ 1.899 no Pix com cupom FERIADO na Amazon, um abatimento de 46% sobre o preço original.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Motorola Edge 60 (512 GB) sai 46% mais barato com cupom na Amazon

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Motorola Edge 60 (512 GB) tem tela POLED de 120 Hz, câmeras de 50 MP e RAM expansível até 24 GB; celular recebe desconto de 46% sobre preço original no Pix com cupom

Escassez de chips de memória pode durar mais que o esperado

20 de Abril de 2026, 11:46
Diversos pentes de memória RAM
Foco das fabricantes em IA já afeta PCs e smartphones (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)
Resumo
  • A escassez global de chips de memória não deve ter um alívio antes de 2028, segundo informações do jornal japonês Nikkei Asia.
  • As fabricantes em memórias de alta largura de banda (HBM) tem focado no mercado de data centers de IA e baixa expansão de memórias de uso geral (DRAM).
  • Samsung, SK Hynix e Micron controlam 90% desse mercado, mas devem conseguir suprir 60% da demanda global somente até o fim de 2027.

Se você pretende fazer um upgrade no PC ou trocar de smartphone, é bom preparar o bolso. A escassez global de chips de memória pode continuar assombrando o mercado de eletrônicos nos próximos anos: novas informações do jornal Nikkei Asia indicam que o cenário não deve ter um alívio antes de 2028. O motivo já sabemos: o boom da inteligência artificial.

Com o desabastecimento batendo à porta desde o fim do ano passado, as gigantes dos semicondutores redirecionaram suas fábricas para surfar na onda da IA, deixando a produção de componentes para aparelhos de consumo em segundo plano. É essa conta que está chegando ao bolso do consumidor.

Entre janeiro e março de 2026, os preços da memória deram um salto assustador de cerca de 90% em comparação ao trimestre anterior.

Quando a produção vai dar conta do recado?

Hoje, a matemática não fecha. As líderes do setor preferiram focar as atenções nas memórias de alta largura de banda (HBM), que são o motor dos data centers de IA, e pisaram no freio da expansão da produção das memórias de uso geral (DRAM). O detalhe é que Samsung, SK Hynix e Micron Technology dominam 90% do mercado global de DRAM e são, basicamente, as únicas que fabricam chips HBM em larga escala.

Segundo o jornal japonês, o ritmo de expansão atual desse trio só será capaz de suprir 60% da demanda global até o final de 2027. A Counterpoint Research, empresa de pesquisas de consumo, estima que o mercado precisaria crescer 12% ao ano na produção para normalizar as coisas, mas os planos atuais preveem uma expansão tímida de 7,5%. O diretor de pesquisa da consultoria, MS Hwang, afirmou que um alívio não deve chegar antes de 2028.

O presidente do Grupo SK, Chey Tae-won, foi além e jogou um balde de água fria nas expectativas, alertando que os gargalos de fornecimento podem se arrastar até 2030.

imagem do interior do gabinete de computador exibindo a placa-mãe, cooler e pentes de memória RAM
Mercado de hardware deve normalizar só a partir de 2028 (imagem: Erik G/Pexels)

Impacto é global

Esse cenário atinge em cheio os custos de fabricação dos eletrônicos que chegam às prateleiras. A consultoria IDC já prevê um tombo de 13% nas vendas globais de smartphones em 2026, justamente porque a margem de lucro das empresas despencou. Para se ter uma ideia, a memória representa hoje cerca de 20% do custo de um celular de entrada, mas essa fatia deve dobrar, encostando nos 40% até o meio deste ano.

Aqui no Brasil, o sinal de alerta já está aceso. Em conversa com o Tecnoblog, o vice-presidente sênior da Samsung no país, Gustavo Assunção, avisou que os eletrônicos devem ficar até 20% mais caros este ano. A indústria até tentou segurar e absorver os impactos iniciais, mas o salto nos custos da memória RAM tornou o repasse para o consumidor inevitável. O problema também afeta fabricantes como Dell e Lenovo, que já confirmaram que os notebooks vão encarecer globalmente.

A crise força o mercado a tomar decisões drásticas. A Micron, por exemplo, tirou do mercado a icônica marca Crucial após quase 30 anos. Enquanto isso, a japonesa Kioxia (fabricante de memórias flash NAND) condiciona novos investimentos ao crescimento real do setor. Até o futuro PlayStation 6 vem sofrendo com essas dores de cabeça.

Escassez de chips de memória pode durar mais que o esperado

Memórias RAM (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

WhatsApp finalmente começa a liberar criação de nome de usuário

8 de Abril de 2026, 12:38
Imagem mostra a tela de um celular mostrando uma conversa no WhatsApp. A parte superior da tela exibe o nome "João", a informação "visto por último hoje às 05:55", ícones de videochamada e chamada de voz, além de indicadores de sinal e bateria. A interface do WhatsApp é verde e branca. O fundo da imagem é verde claro e, na parte inferior direita, está o logotipo do "Tecnoblog".
WhatsApp finalmente começa a liberar criação de nome de usuário (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • WhatsApp começou a liberar criação de nome de usuário no Android e no iOS;
  • no momento, liberação alcança um grupo muito restrito de usuários;
  • nas contas já beneficiadas, o nome de usuário pode ser ativado em Configurações -> perfil; é preciso seguir algumas regras para criar o nome.

Ainda que de maneira tímida, o WhatsApp finalmente começou a liberar a função que permite que contas no serviço sejam baseadas em um nome de usuário (username), fazendo o compartilhamento do número de telefone deixar de ser obrigatório.

Há várias vantagens nessa abordagem. Um exemplo: você poderá se comunicar com outros usuários ou empresas (contas comerciais) sem ter que divulgar o seu número de telefone. Outro: se esse número mudar, ficará mais fácil preservar a sua conta durante a atualização dessa informação.

Serviços rivais como Telegram e Signal suportam esse recurso há bastante tempo. No WhatsApp, a ideia do nome de usuário começou a ganhar forma em 2025.

O progresso da proposta tem sido lento, mas eis que o WABetaInfo descobriu que, nesta semana, o mensageiro começou a permitir que nomes de usuários sejam escolhidos e ativados, tanto no Android quanto no iOS.

A parte negativa é que, no momento, essa liberação envolve um número muito restrito de usuários. Mais contas serão contempladas com a novidade no decorrer das próximas semanas, mas a Meta não informou um prazo para que todos os usuários do WhatsApp tenham acesso ao recurso. Então, continua sendo necessário ter paciência.

Como saber se já posso criar um nome de usuário no WhatsApp?

Em primeiro lugar, certifique-se de usar a versão mais recente do WhatsApp para Android ou iPhone. Em seguida, abra o aplicativo, vá em Configurações e acesse o seu perfil. Se a sua conta já tiver sido beneficiada, você verá uma opção para criar um nome de usuário (não é o campo “Nome” do seu perfil).

Criação de nome de usuário no WhatsApp
Criação de nome de usuário no WhatsApp (imagem: reprodução/WABetaInfo)

Cada nome escolhido é exclusivo, ou seja, outro usuário não poderá usar uma denominação igual. Se o nome de usuário já estiver sendo usado em seu Facebook ou Instagram, você terá que seguir um procedimento para comprovar que é dono dessas contas para a liberação do username no WhatsApp ser feita.

Além disso, é preciso seguir algumas regras para definir o nome de usuário no WhatsApp. Por exemplo: o nome deve conter pelo menos uma letra, não terminar como um domínio (como “.com”) e ter entre três e 30 caracteres.

Ah, o nome de usuário não é obrigatório, pelo menos nesta fase inicial. Então, se você quiser continuar usando o seu número de celular como identificação principal no WhatsApp, poderá fazê-lo sem nenhuma restrição.

WhatsApp finalmente começa a liberar criação de nome de usuário

WhatsApp (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Criação de nome de usuário no WhatsApp (imagem: reprodução/WABetaInfo)

Meta demite funcionário acusado de baixar 30 mil fotos privadas no Facebook

7 de Abril de 2026, 17:48
Logo da Meta no Menlo Park, Califórnia
Funcionário da Meta, que já foi demitido pela empresa, teve acesso indevido a cerca de 30 mil imagens no Facebook (foto: Lucas Lima/Tecnoblog)
Resumo
  • Ex-funcionário da Meta no Reino Unido baixou cerca de 30 mil fotos privadas de usuários do Facebook;
  • A Meta afirmou que detectou o caso internamente, notificou a polícia de Londres, demitiu o funcionário e avisou aos usuários afetados;
  • A investigação aponta que o homem criou um software para burlar a segurança da plataforma, foi preso em novembro de 2025 e responde em liberdade após fiança.

Um funcionário da Meta no Reino Unido é acusado de baixar milhares de fotos de usuários do Facebook. Segundo a empresa, o homem foi demitido assim que o caso foi notificado e está sendo investigado pela unidade de crimes cibernéticos da Polícia Metropolitana de Londres.

De acordo com o material compartilhado pela agência PA Media, foram aproximadamente 30 mil imagens privadas de usuários da principal rede social da Meta. O caso foi repercutido pelo jornal britânico The Guardian.

A principal linha de investigação aponta que o ex-funcionário da empresa, que tem cerca de 30 anos de idade, desenvolveu um software capaz de driblar os mecanismos de segurança da plataforma e acessar essas imagens.

É possível recuperar fotos deletadas do Facebook (Imagem: Austin Diesel / Unsplash)
Imagens privadas foram acessadas pelo agora ex-funcionário por meio de software que driblou sistema de segurança (Imagem: Austin Diesel/Unsplash)

De acordo com a Meta, as contas afetadas já foram notificadas de que o download ocorrei e de que os sistemas de segurança foram atualizados para reforçar o bloqueio a futuros acessos indevidos. Além disso, a Meta afirma que a situação toda foi identificada internamente há cerca de um ano e prontamente levada à polícia.

Segundo a BBC, o homem chegou a ser preso em novembro de 2025, mas responde pelo crime em liberdade após pagamento de fiança. Enquanto o caso está em andamento, ele precisa avisar à Polícia Metropolitana de Londres caso tenha intenção de fazer qualquer viagem internacional.

Casos recentes da Meta na Justiça

Essa não é a primeira vez que a Meta esbarra no problema da falta de segurança para os dados de clientes. Em 2024, por exemplo, a Comissão de Proteção de Dados da Irlanda (DPC) processou a empresa em 91 milhões de euros (pouco mais de R$ 540 milhões) por guardar senhas utilizadas em suas redes sociais sem nenhum tipo de criptografia.

Já em 2022, a mesma DPC cobrou 265 milhões de euros (mais de R$ 1,5 bilhão) da Meta por conta de um vazamento com milhares de informações pessoais de usuários no Facebook.

Meta demite funcionário acusado de baixar 30 mil fotos privadas no Facebook

Logo da Meta no Menlo Park, Califórnia (Imagem: Lucas Lima/Tecnoblog)

É possível recuperar fotos deletadas do Facebook (Imagem: Austin Diesel / Unsplash)

YouTube e Meta são condenadas a pagar US$ 6 milhões por design viciante

26 de Março de 2026, 16:45
Mão segurando um celular que exibe o YouTube, com um fundo de cor vermelha. Na parte inferior direita, está o logotipo do "tecnoblog".
Júri decidiu que empresas foram negligentes no desenvolvimento dos apps (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • YouTube e Meta foram condenados a pagar US$ 6 milhões (R$ 31,4 milhões) por design viciante de suas plataformas.
  • A Meta pagará 70% e o YouTube 30% do valor total.
  • O processo foi movido por uma jovem que alegou vício nos apps desde a infância, o que teria causado problemas de saúde mental.

Um júri de Los Angeles (EUA) decidiu que o YouTube e a Meta, dona do Facebook e Instagram, foram negligentes ao não alertar usuários sobre os riscos de vício em suas plataformas e classificou os aplicativos como produtos defeituosos.

O processo foi movido por uma jovem de 20 anos, que alegou ter se tornado viciada nos apps quando ainda era criança. O veredito condenou as empresas a pagar US$ 6 milhões (cerca de R$ 31,4 milhões) à autora da ação — sendo US$ 3 milhões em danos compensatórios e outros US$ 3 milhões em danos punitivos. Do total, a Meta pagará 70% e o YouTube, 30%.

O TikTok e o Snap, que chegaram a fazer parte desta mesma ação inicial, fecharam acordos antes do início do julgamento, mas continuam envolvidos em outras disputas legais semelhantes.

Tanto a Meta quanto o Google declararam que irão recorrer da condenação. As empresas negam que a arquitetura de seus aplicativos seja a causa raiz dos complexos problemas de saúde mental enfrentados pela juventude.

Acusação contornou isenção de culpa das redes

Criança no celular
Acusação focou no projeto dos apps para evitar lei federal (imagem: Unsplash/Bruce Mars)

O resultado validou a abordagem dos advogados da autora, que focou no projeto dos serviços, em vez do conteúdo exibido nas plataformas. O júri concluiu que os aplicativos da Meta, incluindo o Instagram, e o YouTube foram deliberadamente construídos para ser viciantes. A decisão também diz que os executivos das companhias sabiam disso e falharam em proteger os usuários mais jovens.

De acordo com a rede estadunidense NPR, o objetivo da acusação era contornar uma lei federal que isenta as plataformas pelo conteúdo postado por terceiros, a Seção 230 do Communications Decency Act de 1996, legislação similar ao Marco Civil da Internet no Brasil.

A acusação argumentou que recursos como rolagem infinita, reprodução automática, notificações constantes e filtros de beleza transformaram os aplicativos em um “cassino digital”, mesmas características observadas pelo ECA Digital por aqui.

A tese se baseou na história da autora do processo, que começou a usar o YouTube aos 6 anos e o Instagram aos 11. Segundo ela, o tempo de uso a fez desenvolver depressão, dismorfia corporal e pensamentos suicidas devido ao uso compulsivo.

Decisão deve criar precedente

Mark Zuckerberg
Mark Zuckerberg é CEO da Meta (imagem: reprodução)

Segundo a NPR, a decisão deve guiar os vereditos de outras 2 mil ações judiciais semelhantes contra as plataformas no estado da Califórnia. Além disso, essa tese pode impactar processos contra gigantes da IA, como Google e OpenAI, por danos psicológicos e casos de suicídio. Episódios do tipo ganharam bastante atenção desde a morte de Adam Raine, em 2025.

“O veredito de hoje é um referendo — de um júri para toda uma indústria — de que a responsabilização chegou”, afirmou Joseph VanZandt, co-líder dos advogados que representam as famílias afetadas, em declaração à CNBC.

A responsabilização deve acrescentar mais um prejuízo aos cofres da Meta, que, apenas um dia antes, sofreu outro revés na Justiça. Um júri no Novo México condenou a rede social a pagar US$ 375 milhões (R$ 1,9 bilhão) por enganar os consumidores sobre a segurança. Segundo o processo, as empresas falharam em proteger os jovens contra a ação de predadores sexuais e redes de pedofilia.

YouTube e Meta são condenadas a pagar US$ 6 milhões por design viciante

YouTube no celular (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Asus Vivobook S14 com Intel Core Ultra tem mais de R$ 1 mil OFF em promoção

25 de Março de 2026, 18:30

Prós
  • Processador Intel Core Ultra 5 e 16 GB de RAM
  • Recursos de IA, incluindo o Copilot
  • Webcam Full HD com infravermelho para biometria
Contras
  • Painel Full HD de apenas 60 Hz
PIX Cupom
R$ 50 OFF NA PáGINA R$ 4.182,11  Mercado Livre
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O Asus Vivobook S14 com Intel Core Ultra 5 está saindo por apenas R$ 4.182,11 no Pix aplicando o cupom de R$ 50 OFF que aparece na página no Mercado Livre. A oferta representa um desconto de mais de mil reais em relação ao preço original de R$ 5.299, e o notebook da Asus se destaca pelo alto desempenho.

Asus Vivobook S14 tem Intel Core Ultra 5 e RAM de 16 GB

imagem do notebook Asus Vivobook S14
Asus Vivobook S14 (imagem: Divulgação/Asus)

O processador Intel Core Ultra 5 e os 16 GB de RAM DDR5 garantem performance ágil para multitarefas. A unidade de processamento neural integrada otimiza tarefas de inteligência artificial de forma nativa e eficiente. Esta configuração de hardware suporta softwares pesados e evita travamentos durante o uso profissional.

A tela de 14 polegadas WUXGA e o áudio com cancelamento de ruído IA elevam a imersão em vídeos e jogos. O painel antirreflexo com proporção 16:10 amplia o campo de visão vertical, enquanto os alto-falantes integrados entregam som limpo. Essa combinação garante uma experiência com fidelidade visual e sonora.

A bateria de 70 Wh garante autonomia para longas jornadas de trabalho sem tomadas. O teclado chiclet retroiluminado oferece digitação confortável e precisa em qualquer ambiente. E a tecla dedicada ao Copilot facilita o acesso rápido a recursos de IA, unindo praticidade e ergonomia para o usuário.

imagem do notebook Asus Vivobook S14
Asus Vivobook S14 (imagem: Divulgação/Asus)

O Asus Vivobook S14 (por R$ 4.182,11 no Pix) oferece conectividade versátil com duas portas USB-C compatíveis com recarga e vídeo. O notebook ainda dispõe de saídas USB 3.2 Tipo-A e HDMI 1.4 para periféricos ou monitores externos.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Asus Vivobook S14 com Intel Core Ultra tem mais de R$ 1 mil OFF em promoção

(imagem: Divulgação/Asus)

(imagem: Divulgação/Asus)

Poco X7 Pro 5G (512 GB) sai 49% mais barato com cupom no Magalu

23 de Março de 2026, 18:43
R$ 5.199,0049% OFF

Prós
  • Alto poder de processamento (MediaTek Dimensity 8400 Ultra)
  • Bateria de 6.000 mAh
  • Carregamento rápido de até 90 W
  • Até 24 GB de RAM
  • Resistência à água e poeira
Contras
  • Câmera frontal não filma em 4K
  • Interface vem com muitos apps pré-instalados
  • Traseira em plástico
PIX Cupom
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O Poco X7 Pro 5G de 512 GB está saindo por apenas R$ 2.631,59 com o cupom PEGA100 no Magalu. O desconto representa quase metade do preço do smartphone da Xiaomi, lançado por R$ 5.199 no Brasil. A ficha técnica concorre com a de outros celulares da categoria intermediário premium, e se destaca pelo desempenho e bateria.

Poco X7 Pro tem RAM de até 24 GB e bateria de 6.000 mAh

Xiaomi Poco X7 Pro (imagem: Divulgação)
Xiaomi Poco X7 Pro (imagem: Divulgação)

O Poco X7 Pro 5G é equipado com processador Dimensity 8400 Ultra de 4 nanômetros e RAM nativa de 12 GB, suportando ainda uma expansão para até 24 GB via RAM Virtual. A título de comparação, o conjunto oferece desempenho superior ao do Samsung Galaxy A56, que roda jogos exigentes na qualidade máxima sem engasgos.

Outro destaque é a grande capacidade da bateria, que com 6.000 mAh deve entregar 20 horas de reprodução de vídeos, segundo a Poco. Além disso, o smartphone ainda vem com carregador de 90 Watts na caixa, garantindo um carregamento rápido e maior praticidade para o usuário.

A tela é outro fator em que o Poco X7 Pro se sai melhor que o concorrente mais próximo Galaxy A56, graças à resolução 1.220 x 2.712 pixels. Demais especificações do display são bastante semelhantes, incluindo tecnologia AMOLED, taxa de atualização de 120 Hz e brilho de até 3.200 nits para boa visualização sob qualquer luz.

Xiaomi Poco X7 Pro (imagem: Divulgação)
Xiaomi Poco X7 Pro (imagem: Divulgação)

Contudo, o jogo de câmeras é um pouco mais simples, trazendo apenas dois sensores na traseira: um principal de 50 MP e uma ultrawide de 8 MP. Para selfies, o sensor é de 20 MP. E a promessa de atualizações do sistema operacional pela Xiaomi também é mais curta, com o celular se limitando até o Android 18.

Vale notar ainda que o Poco X7 Pro não é o modelo mais recente da linha, porém, apesar de já ter sido analisado pelo Tecnoblog, o Poco X8 Pro ainda não foi oficialmente lançado no Brasil. Lembrando que para chegar ao valor de R$ 2.631,59 no Pix pelo Poco X7 Pro, é necessário aplicar o cupom PEGA100 no Magazine Luiza.

Confira o nosso review do Poco X8 Pro

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Poco X7 Pro 5G (512 GB) sai 49% mais barato com cupom no Magalu

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Poco X7 Pro 5G tem RAM expansível até 24 GB e bateria grande de 6.000 mAh; celular da Xiaomi tem redução de quase metade do preço em oferta

Xiaomi Poco X7 Pro (imagem: Divulgação)

Virou TikTok? Instagram muda interface e coloca feed de reels na home

20 de Março de 2026, 18:32
Uma montagem de duas capturas de tela de um iPhone em modo escuro e claro, divididas verticalmente por uma linha branca. Na metade esquerda, uma captura de tela da interface principal do Instagram em modo claro, exibindo a barra superior com o logotipo "Instagram", ícones e histórias de usuários. Uma janela pop-up branca está sobreposta ao feed, com a ilustração de um smartphone rosa com uma estrela dentro e texto em português que começa com "Este é o acesso antecipado" e inclui um botão azul "Ver as novidades". Na metade direita, uma captura de tela em modo escuro mostra uma tela de "Acesso antecipado" para o Instagram. No topo, uma marcação rosa e roxa "Acesso antecipado" e uma foto do perfil do usuário "mobilon", com um código QR e código de barras. Abaixo, o texto "Você está participando!" e "Reinicie o Instagram para explorar a nova experiência.", seguido de um botão branco "Reiniciar".
Instagram está liberando nova home gradualmente (imagem: Thiago Mobilon/Tecnoblog)
Resumo
  • O Instagram está testando uma nova interface com o feed de reels como página inicial, acessível por convite para alguns usuários do iOS.
  • A nova página inicial exibe vídeos curtos, fotos e carrosséis em tela cheia, com conteúdo baseado em recomendações do algoritmo.
  • A barra inferior agora inclui a seção “Seus feeds”, com opções como “Seguindo” e “Amigos”, permitindo uma experiência sem recomendações do algoritmo.

O Instagram está liberando acesso antecipado a uma nova interface. A principal mudança é que o feed de reels se torna a página inicial nessa nova configuração. O experimento apareceu para alguns usuários e parece estar restrito ao iOS por enquanto — não vimos imagens da novidade no Android até o momento.

O convite para o novo feed aparece como um ícone de crachá no topo da tela, à direita, ao lado das notificações. Ao tocar nele, o usuário pode optar por, nas palavras da Meta, “uma página inicial mais divertida”, com interesses e pessoas favoritas.

Como é a nova página inicial do Instagram?

Duas capturas de tela verticais da interface do Instagram em modo de tela cheia. A imagem à esquerda exibe a visualização de um Reel, com os ícones de interação (curtir, comentar, compartilhar) e informações da conta alinhados verticalmente na lateral direita e na parte inferior. A imagem à direita mostra uma postagem de feed padrão, com o conteúdo da imagem ocupando a maior parte da tela e a legenda e ícones de interação localizados abaixo dela. Ambas mantêm a barra de navegação inferior padrão.
Fotos, carrosséis e vídeos aparecem em tela cheia na nova home (imagem: Thiago Mobilon/Tecnoblog)

A página inicial traz um feed de reels muito parecido com o atual, com rolagem vertical infinita e botões para curtir, comentar, republicar e compartilhar. Além de vídeos curtos, ele exibe fotos e carrosséis, tudo em tela cheia. O conteúdo é baseado em recomendações do algoritmo. Resumindo, é bem parecido com o TikTok.

Os stories continuam na página inicial, com comportamento semelhante ao atual. Ao rolar os reels para cima, os stories ficam escondidos. Para vê-los novamente, é necessário rolar no sentido contrário até chegar no topo ou tocar no ícone da casinha na barra inferior.

Feeds lembram Instagram de antigamente

Duas capturas de tela verticais da interface do Instagram. A imagem à esquerda mostra o topo de uma página com um menu horizontal de filtros em formato de botões ovais ("Seguindo", "Amigos", etc.) e um ícone de "+". Abaixo, uma postagem de feed padrão. A imagem à direita mostra a mesma tela, mas sobreposta por uma janela modal inferior com bordas arredondadas, listando as opções de filtros com ícones à esquerda e botões de "Adicionar" à direita.
Feeds atuais vão para outra parte do app e usarão menos recomendações do algoritmo (imagem: Lucas Lima/Tecnoblog)

Por falar em barra inferior, ela ganhou um ícone para outra seção do app, chamada “Seus feeds”. Dá para dizer que é a experiência tradicional do Instagram, sem conteúdo em tela cheia e com mais espaço para legendas e comentários.

A principal mudança é que agora há diversas opções de feeds, como “Seguindo”, “Amigos”, “Mais recentes”, “Somente posts” e “Sugestões”. O usuário pode adicionar ou remover os que deseja.

Dá para notar que há uma ênfase nas opções sem recomendações do algoritmo, o que sugere que a ideia é tornar esse espaço um lugar para quem sente falta de uma experiência mais parecida com a do Instagram de uma década atrás.

Instagram está fazendo mais testes

Vale dizer que esse acesso antecipado não é o único que o Instagram está liberando. Um de nossos colegas aqui no Tecnoblog recebeu um convite parecido, mas a atualização trouxe apenas um visual adaptado ao Liquid Glass da Apple.

Barra inferior da interface do Instagram com laterais arredondadas, botões sem divisão e um seletor mais escuro
Instagram também está testando Liquid Glass (imagem: João Vitor Cruz/Tecnoblog)

Já outro colega também visualizou o crachá para a nova home, mas foi colocado em uma fila de espera. O acesso é antecipado, mas nem tanto.

Você está na lista de espera para o acesso antecipado
Acesso antecipado já tem lista de espera (imagem: Caio Hansen/Tecnoblog)

Virou TikTok? Instagram muda interface e coloca feed de reels na home

Fotos, carrosséis e vídeos aparecem em tela cheia na nova home (imagem: Thiago Mobilon/Tecnoblog)

Feeds atuais vão para outra parte do app e usarão menos recomendações do algoritmo (imagem: Lucas Lima/Tecnoblog)

Instagram também está testando Liquid Glass (imagem: João Vitor Cruz/Tecnoblog)

Instagram e TikTok afetam mais a saúde mental que o WhatsApp, diz estudo

20 de Março de 2026, 10:07
Ilustração de redes sociais
Estudo indica que impacto varia por região e cultura (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Um estudo do World Happiness Report indica que Instagram e TikTok têm impacto mais negativo na saúde mental do que o WhatsApp.
  • Segundo a pesquisa, a América Latina é exceção e o uso de aplicativos de mensagens está associado a maior satisfação com a vida.
  • Levantamento também sugere que uso moderado das redes é mais positivo.

Plataformas baseadas em feeds controlados por algoritmos — como Instagram e TikTok — podem ser mais prejudiciais à saúde mental do que apps focados em conversas diretas, como WhatsApp, e em socialização, como o Facebook.

A conclusão é da edição de 2026 do World Happiness Report, relatório anual que indica os países “mais felizes” do mundo, desenvolvido na Universidade de Oxford em parceria com a empresa de análise Gallup e a rede de soluções de desenvolvimento sustentável da ONU.

O levantamento aponta que o uso excessivo de redes sociais torna os jovens mais infelizes globalmente, com impacto mais severo em países de língua inglesa e na Europa Ocidental. Ao analisar diferentes regiões, porém, os pesquisadores perceberam que o impacto na saúde mental depende do formato da plataforma e de fatores culturais.

América Latina é exceção

Essa diferença fica clara nos dados de 17 países da América Latina. Na região, o uso frequente de aplicativos de mensagens está diretamente associado a maior satisfação com a vida. Já navegar por plataformas dominadas por influenciadores levou a índices mais baixos de felicidade e a problemas de saúde mental.

O relatório classifica esse contraste como uma “Exceção Latino-Americana” e traça uma divisão entre dois tipos de plataforma:

  • Plataformas de Conexão Social (SC): focadas na comunicação direta e no fortalecimento de laços existentes, como WhatsApp e Facebook. O uso frequente está associado a afetos positivos e bem-estar.
  • Plataformas de Conteúdo Algorítmico (AC): baseadas no consumo passivo de feeds curados por algoritmos, como Instagram, TikTok e X. Estão ligadas a maiores níveis de ansiedade e impacto negativo na saúde mental.

Os autores atribuem isso ao papel central do convívio social e familiar na cultura da região. Por aqui, as redes sociais tendem a funcionar como suporte para reforçar laços que já são fortes — o que ajuda a explicar por que os aplicativos de mensagem não “puxam” a felicidade para baixo da mesma forma que ocorre no hemisfério norte.

Banimentos generalizados

Garoto usando um notebook
ECA Digital limitou acesso de crianças e adolescentes às redes (imagem ilustrativa: Thomas Park/Unsplash)

Os resultados chegam em um momento em que vários governos no mundo, incluindo o Brasil, debatem restrições de acesso de menores às plataformas. Em declaração ao The Guardian, o diretor do Wellbeing Research Centre, Jan-Emmanuel De Neve, defendeu que os dados apontam para uma necessidade de repensar o formato das redes, não necessariamente bani-las.

“Isso sugere que precisamos colocar o ‘social’ de volta nas mídias sociais, e incentivar tanto os provedores dessas plataformas quanto os usuários a alavancar essas ferramentas para fins sociais e para se conectar com pessoas reais”, afirmou.

O pesquisador também destacou que o estudo encontrou maiores índices de satisfação entre jovens que usam as redes por menos de uma hora diária, em comparação com aqueles sem acesso nenhum. Um exemplo para De Neve é a aplicação da lei australiana, que bane redes sociais para menores de 16 anos, mas mantém aplicativos de mensagens.

Instagram e TikTok afetam mais a saúde mental que o WhatsApp, diz estudo

ECA Digital entra em vigor para proteger menores na internet (imagem ilustrativa: Thomas Park/Unsplash)

Google nega impacto da IA no tráfego de notícias no Brasil

19 de Março de 2026, 18:01
Imagem mostra manchetes do Google Notícias em um iPhone
Imprensa brasileira pede maior regulação do uso de notícias pelo Google (foto: André Fogaça/Tecnoblog)
Resumo
  • Em resposta ao Cade, o Google negou que os AI Overviews impactem negativamente o tráfego de notícias no Brasil.
  • Big tech atribui queda de audiência dos veículos à migração dos usuários para consumo de vídeos curtos em redes sociais como TikTok e Instagram.
  • O inquérito do Cade investiga se o Google abusa de sua posição dominante ao usar conteúdo de veículos de imprensa para treinar sua IA.

O Google enviou ao Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) sua resposta oficial às acusações de que os resumos gerados por inteligência artificial — os AI Overviews — estariam canibalizando o tráfego de portais de notícias no Brasil. No arquivo, protocolado na segunda-feira (16/03), a empresa nega que a ferramenta cause danos ao jornalismo e pede o arquivamento do inquérito.

No documento, visualizado pelo Tecnoblog, a empresa justifica que a queda de audiência relatada pela imprensa, e o subsequente impacto nas receitas de publicidade, ocorre pela migração do público para vídeos curtos e feeds de redes sociais. Segundo ela, a crise de tráfego seria uma consequência natural da mudança nos hábitos de consumo da internet, não dos resumos de IA.

Sobre o que é o processo?

O inquérito do Cade apura se o Google abusa da posição dominante ao usar conteúdo de veículos de imprensa para treinar e alimentar sua IA generativa. Associações do setor alegam que o AI Overview retém o usuário no próprio buscador ao entregar respostas prontas, reduzindo os cliques para os sites de origem.

A investigação se arrasta desde 2019, quando o problema observado pelas empresas de mídia ainda era o impacto da indexação de conteúdo no Google News na monetização dos veículos. O Cade arquivou o inquérito em 2024 e reabriu o caso há cerca de um ano, mas ainda não seguiu com uma investigação formal.

Homem sobre palco
Inquérito evoluiu para críticas aos Resumos de IA (imagem: reprodução/Google)

Em geral, as empresas cobram que o Google pague pelo uso de conteúdo produzido pelos jornais, argumentando que o buscador lucra com Google Search, Google News e AI Overviews sem dividir as receitas. Anteriormente, o Instituto de Defesa de Consumidores (Idec) também exigiu que o Google desative os Resumos de IA por padrão.

De acordo com o Google, porém, já existem mecanismos para que os veículos controlem como seu conteúdo aparece nos resultados. A big tech cita o uso de meta tags como “no-snippet” como uma forma de opt-out. O argumento contrasta com a postura que o Google adotou no Reino Unido nesta mesma semana, onde prometeu criar uma ferramenta de exclusão específica para a IA.

O que o Google responde?

No documento, a empresa afirma que as acusações “não são corroboradas pela cronologia, por comparações entre mercados ou por evidências experimentais controladas” e que a perda de receita dos veículos tem outras raízes.

Segundo o Google, o consumo de notícias migrou para ambientes de vídeos curtos e rolagem infinita, como TikTok, Instagram e YouTube. A gigante de tecnologia argumenta que, nessas redes sociais, o usuário frequentemente consome a narrativa jornalística completa no próprio feed, sem precisar clicar no link para acessar o site original do jornal.

Resumos de IA trazem trechos de matérias diretamente no Google (imagem: reprodução)

Por conta desse novo hábito, o Google defende que métricas antigas — baseadas exclusivamente em visitas às páginas web — não refletem mais o tamanho real da audiência ou o sucesso financeiro de um veículo, oferecendo uma visão distorcida do mercado.

Em diversos momentos, a companhia cita casos de empresas de mídia brasileiras, como o portal Metrópoles e o hub Terra, que teriam contornado o problema com adaptações aos novos modos de consumo.

Google evita falar sobre remuneração

Quanto à pressão dos veículos por uma compensação financeira obrigatória, o Google evitou reabrir a discussão, apoiando-se na sua manifestação anterior enviada ao Cade em novembro de 2025.

Na ocasião, a empresa já havia rejeitado a ideia de remuneração compulsória aos moldes da Austrália e do Canadá. Ela argumenta que a relação com a imprensa já é mutuamente benéfica, pois o buscador entrega valor ao direcionar tráfego gratuito para as páginas monetizarem.

A empresa também não enfrentou as denúncias sobre a qualidade do conteúdo entregue pela IA. No passado, o jornal Aos Fatos colaborou com a consulta pública demonstrando situações de alucinações no algoritmo e questionando a reprodução de material publicitário como jornalístico. As afirmações não tiveram resposta.

Google nega impacto da IA no tráfego de notícias no Brasil

Google Notícias ganha área destacada contra fake news (Imagem: André Fogaça/Tecnoblog)

Google anuncia AI Overviews durante I/O 2024 (Imagem: Reprodução/Google)

Motorola Edge 60 Pro (256 GB) sai ainda barato com 39% OFF e menor preço em meses

18 de Março de 2026, 14:45

Oferta encerrada 🙁
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O Motorola Edge 60 Pro 5G de 256 GB, que já estava em promoção essa semana, acaba de ficar ainda mais barato. Com o novo cupom MAGALU200, o celular da Motorola sai por apenas R$ 2.249 no Pix no Magalu. A oferta, que é a melhor desde o início de janeiro, representa menos da metade do preço original de R$ 4.999.

Já a ficha técnica do smartphone se destaca pela bateria grande de 6.000 mAh e pela RAM expansível até 26 GB.

Edge 60 Pro promete autonomia de bateria de até 45 horas

Edge 60 Pro visto de frente, com tela pOLED de 6,7 polegadas e bordas curvas
Motorola Edge 60 Pro (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

O Motorola Edge 60 Pro traz bateria com impressionantes 6.000 mAh de capacidade. Esse número é bastante acima de outros celulares intermediários e topo de linha, que costumam ficar entre 4.000 mAh e 5.000 mAh de capacidade. E como tamanho não é documento, a Motorola ainda promete até 45 horas de uso, e um carregador de 90 W na caixa.

Além disso, o smartphone é equipado com um processador Mediatek Dimensity 8350 Extreme e uma RAM que traz originalmente 12 GB de memória. Essas configurações já tendem a ser suficientes para uma multitarefa satisfatória, mas é possível ainda fazer uma espécie de upgrade subindo a RAM para até 24 GB via tecnologia de RAM virtual.

As câmeras também são destaque. O Motorola Edge 60 Pro traz conjunto fotográfico triplo na traseira, com um sensor principal de 50 megapixels, ultrawide para fotos amplas também de 50 MP e uma telefoto de 10 MP para fotos com zoom. Além de uma lente para selfies com 50 MP, que é outro diferencial em relação a demais celulares da categoria.

Tela do Edge 60 Pro com configurações do botão dedicado da Moto AI
Motorola Edge 60 Pro (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Por fim, por pertencer à linha Edge, segundo a política de atualizações da Motorola, o celular será atualizado até o Android 18. A resistência contra água e poeira é assegurada pela certificação IP69. E não custa lembrar, o Motorola Edge 60 cai para R$ 2.249 no Pix hoje aplicando o cupom MAGALU200 no Magazine Luiza.

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Motorola Edge 60 Pro (256 GB) sai ainda barato com 39% OFF e menor preço em meses

Motorola Edge 60 Pro (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Motorola Edge 60 Pro (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Moto G86 5G (256 GB) cai 45% para menor preço histórico com cupom no Magalu

17 de Março de 2026, 15:54
R$ 2.499,0045% OFF

Prós
  • Tela POLED com brilho potente de 4.500 nits
  • Bateria de 5.200 mAh
  • Certificações IP68, IP69 e militar MIL-STD-810H
  • Permite expansão de armazenamento por cartão microSD
  • Câmera de 50 MP com Moto AI
Contras
  • Atualização de sistema somente até o Android 17
  • Corpo em plástico pode não suportar a quedas
  • Câmera ultrawide básica
PIX Cupom
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O Moto G86 5G de 256 GB está saindo por apenas R$ 1.379 no Pix com o cupom MAGALU100 no Magazine Luiza. A oferta representa um desconto de 45% em relação ao preço de lançamento de R$ 2.499 é a melhor já registrada pelo celular da Motorola com RAM expansível até 16 GB e bateria de 5.200 mAh.

Moto G86 tem RAM de até 16 GB e bateria grande

imagem do moto G86
Moto G86 (imagem: divulgação)

O Moto G86 traz 8 GB de memória RAM nativa para multitarefa eficiente no dia a dia. Este hardware permite expansão até 16 GB através do recurso RAM Boost da Motorola. E ainda conta com o processador Mediatek Dimensity 7300, que garante velocidade na execução de aplicativos pesados e jogos.

Já a bateria oferece 5.200 mAh de capacidade, possibilitando até 41 horas de uso ativo ouvindo músicas, participando de videochamadas e assistindo séries, segundo a Motorola. O carregador incluso na caixa ainda é um TurboPower de 33 Watts, que de acordo com a fabricante entrega energia para um dia inteiro com apenas 30 minutos na tomada.

O celular custo-benefício da Motorola ainda traz tela POLED de 6,67 polegadas entrega cores vibrantes com suporte para um bilhão de tonalidades. O painel opera com taxa de atualização de 120 Hz para garantir transições suaves na interface. E a Motorola implementou brilho máximo de 4500 nits, facilitando a leitura em locais abertos.

Pessoa segurando Moto G86 na horizontal e jogando
Moto G86 (imagem: Divulgação)

O conjunto fotográfico traz sensor principal de 50 megapixels com estabilização óptica (OIS) para fotos nítidas. Uma ultrawide de 8 megapixels captura ângulos abertos e também realiza registros macro detalhados. E a câmera frontal de 32 megapixels garante selfies de alta qualidade.

Por fim, o Moto G86 5G de 256 GB, que sai por apenas R$ 1.379 no Pix com o cupom MAGALU100, conta com certificações IP68 e IP69 contra água e poeira, e promete ser atualizado até o Android 17.

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Moto G86 5G (256 GB) cai 45% para menor preço histórico com cupom no Magalu

(imagem: divulgação)

Moto G86 (imagem: Divulgação)

Motorola Razr 60 (256 GB) tem redução de 42% no preço no Magalu

16 de Março de 2026, 15:54

Prós
  • Dobradiça resistente feita de titânio
  • Tela interna de 6,9″ com 120 Hz e brilho máximo de 3.000 nits
  • 12 GB de RAM + 12 GB de RAM Boost
  • Câmeras com suporte do Moto AI
Contras
  • Sistema de armazenamento UFS 2.2
  • Atualizações apenas até o 18
  • Sem lente teleobjetiva
PIX
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O Motorola Razr 60 de 256 GB está saindo por apenas R$ 3.199,20 no Pix no Magazine Luiza. A promoção oferece um desconto de 42% sobre o preço original de R$ 5.499. E o celular da Motorola se destaca pelo corpo dobrável com tela POLED de 6,9 polegadas e proteção IP48 contra água e poeira.

Motorola Razr 60 tem tela dobrável de 6,9″ e resistência IP48

Tela do Razr 60, com destaque para o ícone da Moto AI na lateral
Tela do Motorola Razr 60 (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

A tela dobrável do Motorola Razr 60 utiliza painel do tipo POLED com 6,9 polegadas e 3.000 nits de brilho. Essa tecnologia garante cores vibrantes e fluidez total com 120 Hz de taxa de atualização. Na parte externa, o display de 3,6 polegadas permite controlar músicas e ler notificações sem abrir o aparelho.

Ambos os vidros possuem proteção contra riscos e quedas acidentais. Já a certificação IP48 assegura proteção contra partículas sólidas e imersão em água por 30 minutos. A estrutura ainda combina alumínio série 6000 e dobradiça de aço inoxidável para garantir durabilidade.

A bateria de 4.500 mAh conta com suporte para carregamento de 30 Watts. E o sistema de câmeras traz sensor principal de 50 megapixels com estabilização óptica para fotos nítidas. Uma lente ultrawide de 13 megapixels captura ângulos abertos e macros detalhadas. E o conjunto permite gravações em 4K.

Dois smartphones dobráveis Razr 60 lado a lado, abertos no formato tenda, apoiados sobre uma mesa. Um é cinza, outro é azul.
Motorola Razr 60 (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Por fim, o chipset Mediatek Dimensity 7400X de 4 nanômetros oferece alta velocidade para games e produtividade. O sistema conta com 12 GB de memória RAM nativa para multitarefa eficiente. E através do recurso de expansão virtual, o usuário amplia essa capacidade para até 24 GB, aumentando a fluidez do smartphone.

Lembrando que, na oferta de hoje, o Motorola Razr 60 com estas configurações sai por apenas R$ 3.199,20 no Pix no Magalu, sendo uma opção de celular dobrável bastante acessível.

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Motorola Razr 60 (256 GB) tem redução de 42% no preço no Magalu

(foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

(foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Motorola Edge 60 Pro (256 GB) tem 35% de desconto com cupom no Magalu

16 de Março de 2026, 15:04

Prós
  • 12 GB de memória RAM + 12 GB por
  • Tela POLED de 6,7″ com taxa de 120 Hz e brilho de 4.500 nits
  • Câmeras com resolução de 50 megapixels
  • Bateria de 6.000 mAh com carregamento de 90 W
  • Certificação IP68, IP69 e militar MIL-STD-810H
Contras
  • Recebe atualizações apenas por mais dois anos
PIX Cupom
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O Motorola Edge 60 Pro de 256 GB está saindo por apenas R$ 2.590 no Pix com o cupom LU150 no Magazine Luiza. A promoção representa um desconto de 35% sobre o preço de lançamento do celular da Motorola (R$ 3.999) com RAM expansível de até 24 GB e câmera frontal de 50 MP.

Motorola Edge 60 Pro tem RAM de até 24 GB e 50 MP para selfies

Edge 60 Pro visto de frente, com tela pOLED de 6,7 polegadas e bordas curvas
Motorola Edge 60 Pro (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

O Motorola Edge 60 Pro entrega performance fluida com o chipset Mediatek Dimensity 8350 Extreme. O processador ainda trabalha com o recurso de expansão da memória RAM de 12 GB para até 24 GB. A configuração elimina travamentos em jogos pesados e garante agilidade extrema no multitarefa.

A câmera de selfies de 50 megapixels garante autorretratos com nitidez extrema e riqueza de detalhes. Este sensor frontal grava vídeos em resolução 4K para vlogs de alta qualidade. Na traseira, o sensor principal de 50 MP captura fotos claras, enquanto o telefoto com zoom óptico de 3x aproxima objetos distantes.

Outro destaque do Motorola Edge 60 Pro é a bateria de 6.000 mAh. Segundo a Motorola, o smartphone é capaz de aguentar até 45 horas de uso longe das tomadas, e apenas 6 minutos conectado ao carregador de 90 Watts deverão ser suficientes para um dia inteiro de autonomia.

Tela do Edge 60 Pro com recursos da Moto AI
Motorola Edge 60 Pro (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Ademais, o smartphone ainda traz uma tela POLED de 6,7 polegadas com brilho forte de até 4.500 nits e taxa de atualização de 120 Hz. Estas configurações devem garantir excelente visibilidade sob qualquer iluminação e uma experiência fluida entre aplicativos.

Por fim, a fabricante ainda promete atualizações até o Android 18 e oferece certificações de resistência IP68, IP69 e militar MIL-STD-810H. Sendo assim, pelos R$ 2.590 no pix com cupom LU150, o Motorola Edge 60 Pro de 256 GB pode ser uma ótima opção de celular custo-benefício.

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Motorola Edge 60 Pro (256 GB) tem 35% de desconto com cupom no Magalu

Motorola Edge 60 Pro (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Motorola Edge 60 Pro (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Escassez faz marca lançar kit de memória RAM com módulo fictício

13 de Março de 2026, 11:10
Kit com RAM verdadeira e módulo fictício
Kit com RAM verdadeira e módulo fictício (imagem: reprodução/V-Color)
Resumo
  • V-Color lançou kits de memória RAM “1+1” com um módulo DDR5 verdadeiro e um módulo fictício;
  • kits incluem modelos DDR5-6400 de 16 GB (Manta DDR5 XSky) e DDR5 de 24 GB (Manta DDR5 XFinity) com módulos falsos que preservam a iluminação LED;
  • Corsair já explorou ideia dos módulos fictícios, mas V-Color parece estar mais engajada nessa proposta.

Está faltando memória RAM no mercado e isso faz os preços desses componentes dispararem. Aparentemente, esse cenário levou a V-Color a apelar para uma solução que leva o conceito de “gambiarra” a sério: vender um kit “1+1”, que traz um módulo DDR5 verdadeiro e outro falso.

São dois kits, na verdade, ambos focados em computadores com chip AMD Ryzen. Um traz um módulo DDR5-6400 com 16 GB de capacidade (Manta DDR5 XSky). O outro conta com um módulo de 24 GB (Manta DDR5 XFinity). Ambos são acompanhados de um “módulo de preenchimento”, ou seja, de uma memória RAM falsa com visual similar ao módulo verdadeiro e que preserva a iluminação LED.

Mais do que proporcionar o efeito psicológico de parecer comprar um par de memórias, o kit tem um apelo estético: não deixar slots vazios na placa-mãe de um PC gamer que, como tal, causariam a impressão de estar faltando algo ali.

Nesse sentido, a V-Color declarou:

O objetivo desta solução 1+1 de DDR5 é oferecer aos jogadores uma maneira mais flexível e acessível de começar sua configuração com DDR5 sem sacrificar a aparência ou o potencial de atualização futura [de seu PC].

Abordagem "1+3", com um módulo verdadeiro e três fictícios
Abordagem “1+3”, com um módulo verdadeiro e três fictícios (imagem: reprodução/V-Color)

Módulos de RAM fictícios não são inéditos

A Corsair já explorou a ideia com seus kits de iluminação de memória RAM que, na realidade, consistem em módulos falsos para preencher slots vazios.

Curiosamente, esse “produto” fez a Corsair divulgar um tutorial que ensina a diferenciar módulos fictícios dos verdadeiros. Isso porque, diante da atual crise de memória RAM, alguns lojistas estão vendendo, em marketplaces, kits de iluminação como se fossem módulos verdadeiros.

Se a V-Color não é a primeira empresa a explorar a ideia, pelo menos parece ser a mais engajada nessa proposta. Além dos kits “1+1”, a marca também sugeriu uma abordagem “1+3”, com uma memória RAM verdadeira e três módulos de preenchimento.

Bom, não dá para recriminar. Diz o ditado popular que “enquanto uns choram, outros vendem lenços”. Eu só espero que a indústria como um todo não resolva vender lenços.

Escassez faz marca lançar kit de memória RAM com módulo fictício

Kit com RAM verdadeira e módulo fictício (imagem: reprodução/V-Color)

Abordagem "1+3", com um módulo verdadeiro e três fictícios (imagem: reprodução/V-Color)

Motorola Edge 60 (512 GB) tem 55% OFF frente ao Edge 70 na Semana do Consumidor

10 de Março de 2026, 12:30

Prós
  • Armazenamento de 512 GB e expansível até 24 GB
  • Trio de câmeras de 50 MP (wide, ultrawide e frontal)
  • Tela POLED com taxa de 120 Hz e brilho de até 4.500 nits
  • Certificação IP68, IP69 e resistência militar MIL-STD-810H
Contras
  • Somente dois anos de atualizações restantes
  • Não é compatível com carregamento sem fio
  • Estrutura em plástico
PIX
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O Motorola Edge 60 de 512 GB está em oferta na Semana do Consumidor por R$ 1.999 no Pix na Amazon. O valor representa um desconto de 43% sobre o preço de lançamento e uma economia ainda maior de 55% em relação ao novo Edge 70 com preço sugerido de R$ 4.499.

O celular traz a mesma tela POLED e os 12 GB de RAM presentes no modelo mais recente, além de câmeras wide, ultrawide e frontal de 50 MP iguais em ambos os celulares.

Morotola Edge 60 tem tela igual e mais bateria do que Edge 70

O Motorola Edge 60 possui o mesmo painel POLED de 6,7 polegadas com taxa de atualização de 120 Hz e brilho de até 4.500 nits presente no recém-anunciado Motorola Edge 70. Essa configuração entrega cores vivas, fluidez na rolagem e visibilidade clara mesmo sob luz forte. O vidro Gorilla Glass 7i com proteção contra arranhões e pancadas se faz presente me ambos.

O hardware interno do Motorola Edge 60 traz o chip MediaTek Dimensity 7300 contra o moderno Qualcomm Snapdragon 7 Gen 4 do Edge 70, ambos de 4 nanômetros e suportados por 12 GB de RAM que podem ser expandidos até 24 GB com o recurso RAM Boost. O kit oferece alta performance em multitarefa, apps e games pesados.

A bateria dos dois celulares, segundo a Motorola, injeta uma carga para o dia inteiro em apenas 8 minutos graças ao carregamento rápido de 68 W, mas a capacidade muda: 5.200 mAh no Edge 60, e 4.800 mAh no Edge 70. Na conectividade, ambos são compatíveis com 5G, Bluetooth 5.4NFC, com o Edge 60 suportando Wi-Fi 6 e o Edge 70 Wi-Fi 6E.

A imagem mostra a parte traseira do Motorola Edge 60, com foco na área das câmeras. O dispositivo possui um módulo de câmeras quadrado, com três lentes circulares e um flash LED. O aparelho é de cor azul escuro e está sendo segurado com uma mão. Ao fundo, é possível ver um suporte transparente com outros aparelhos.
Câmeras wide e ultrawide de 50 MP são as mesmas no Motorola Edge 60 e Edge 70 (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

As câmeras do Motorola Edge 60 incluem uma wide com OIS e uma ultrawide, ambas com 50 MP e iguais às do Motorola Edge 70, mas o celular mais novo não possui a telefoto de 10 MP com zoom óptico de 3x do antecessor. A frontal também de 50 MP também é a mesma em ambos modelos.

O modelo de 2025 possui corpo em plástico contra o frame de alumínio de seu sucessor, mas ambos contam com certificações IP68, IP69 e militar MIL-STD-810H. As proteções reunidas oferecem resistência contra poeira, jatos d’água de alta pressão, mergulhos acidentais de até 1,5 m em água doce por no máximo 30 minutos, além de outras situações extremas.

O modelo de 2025 foi atualizado para o Android 16, enquanto o mais moderno já o roda ao sair da caixa. Os dois celulares devem receber mais duas e quatro atualizações do sistema operacional, respectivamente.

Motorola Edge 60 (imagem: Divulgação/Motorola)
Motorola Edge 60 possui certificações IP68, IP69 e militar MIL-STD-810H (imagem: Divulgação/Motorola)

O Motorola Edge 60 (512 GB) sai por R$ 1.999 no Pix na Amazon durante a Semana do Consumidor, um abatimento de 43% em comparação ao valor original e de 55% frente ao novo Motorola Edge 70, sendo ainda uma boa opção de celular acessível e com bastante espaço.

Quando é o Dia do Consumidor 2026?

O Dia Mundial do Consumidor será comemorado em 15 de março, com as lojas digitais oferecendo ofertas e condições especiais do início do mês até o fim de março. Não deixe de acompanhar a cobertura do Achados do TB e aproveite todas as melhores promoções.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Motorola Edge 60 (512 GB) tem 55% OFF frente ao Edge 70 na Semana do Consumidor

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Motorola Edge 60 tem RAM expansível até 24 GB e câmeras de 50 MP; celular recebe 43% de desconto sobre o preço original na Semana do Consumidor

Galaxy A37 passa na Anatel e já pode chegar ao Brasil

9 de Março de 2026, 10:05
Galaxy A37 já está homologado pela Anatel (arte: Vítor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Galaxy A37 foi homologado pela Anatel com código de modelo SM-A376B/DS.
  • O celular deve manter conectividade 5G, Wi-Fi 6, Bluetooth e NFC, além da bateria de 5.000 mAh.
  • O aparelho trará processador Exynos 1480 e GPU Xclipse 530, e poderá ser produzido na Coreia do Sul, Vietnã ou Brasil.

A Samsung continua preparando o terreno para renovar sua popular linha Galaxy A no Brasil: depois do A57, o Galaxy A37 foi homologado pela Anatel. O novo smartphone foi aprovado na última quinta-feira (05/03), com código de modelo SM-A376B/DS, segundo a documentação visualizada pelo Tecnoblog.

Ao contrário do irmão maior, a certificação não revela nenhuma grande novidade: o celular deve manter a conectividade 5G, Wi-Fi 6, Bluetooth e NFC, como o antecessor.

Certificado de homologação do Galaxy A37 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

A bateria também não muda: são 5.000 mAh típicos, com o mesmo componente utilizado no A36, A56 e no vindouro A57 (EB-BA566ASY). Para recarregar a bateria, o A37 virá com o mesmo carregador que acompanhará o A57: o EP-TA200 de 15 W.

A principal mudança deve ficar no processador: sai o Snapdragon 6 Gen 3 da Qualcomm e entra o Exynos 1480 da própria Samsung, que estreou em 2024 no Galaxy A55.

Mão segurando carregador de celular sobre fundo abstrato
Carregador EP-TA200 de 15 W da Samsung (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

O novo chip deve trazer um aumento de performance de CPU de cerca de 20% em relação ao A36, um aumento significativo. A GPU passa a ser a Xclipse 530, desenvolvida com tecnologia da AMD.

A quantidade de RAM não é revelada pela documentação, mas, considerando a crise atual, não há motivos para a Samsung alterar a quantidade para cima: o A36 é vendido hoje no Brasil em opções de 6 GB (com 128 GB de armazenamento) e 8 GB de RAM (com 256 GB de memória interna).

Também similar ao irmão maior, o A37 poderá ser produzido na Coreia do Sul, Vietnã ou no Brasil (em Manaus e Campinas). Ele deve chegar em quatro cores: awesome charcoal (cinza/preto), awesome graygreen (cinza esverdeado), awesome lavender (violeta) e awesome white (branco).

Mão segurando celular
Galaxy A55 inaugurou o SoC Exynos 1480 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Quando estará disponível?

Ainda não temos informações sobre a data de lançamento e preços. Para comparação, o Galaxy A36 chegou ao Brasil por R$ 2.699 na versão de 6 GB de RAM e 128 GB de armazenamento.

Hoje, é possível encontrar o modelo no varejo por preços em torno dos R$ 1.500 ou menos em promoções.

Galaxy A37 passa na Anatel e já pode chegar ao Brasil

Galaxy A37 já está homologado pela Anatel (arte: Vítor Pádua/Tecnoblog)

Certificado de homologação do Galaxy A37 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Carregador EP-TA200 de 15 W da Samsung (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog

Galaxy A55 tira fotos de até 50 megapixels (Foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Mês do Consumidor: Galaxy Tab S10 Lite fica 25% mais barato com cupom

6 de Março de 2026, 18:45

Oferta encerrada 🙁
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Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O Galaxy Tab S10 Lite de 128 GB está saindo por apenas R$ 2.069 no Pix com o cupom INFO200 na Amazon. A oferta representa um desconto de 25% sobre o preço original do tablet (R$ 2.799), e faz parte da campanha para o Dia do Consumidor deste ano.

O tablet da Samsung tem RAM de 6 GB, tela grande de 10,9 polegadas com conexão com a S Pen e conta com recursos inteligentes do Galaxy AI.

Galaxy Tab S10 Lite tem tela de 10,9″ com S Pen

Imagem do Samsung Galaxy Tab S10 Lite
Galaxy Tab S10 Lite (imagem: Divulgação/Samsung)

A tela de 10,9 polegadas oferece espaço amplo para a leitura de PDFs e edição de documentos. A taxa de atualização de 90Hz proporciona uma navegação fluida entre abas de pesquisa e aplicativos de anotações. E o suporte à caneta Stylus transforma o display em um caderno digital preciso, otimizando a rotina de quem estuda ou trabalha remotamente.

O processador Exynos 1380 e os 6 GB de RAM garantem agilidade na execução de aplicativos educacionais e profissionais. A combinação técnica permite alternar entre videoaulas e editores de texto sem travamentos no sistema Android 15. E o hardware suporta multitarefa estável no tablet.

Por fim, o dispositivo da Samsung ainda conta com recursos de IA do Galaxy AI integrados, incluindo Assistente de Texto, Assistente de Notas, Assistente Matemático e Circule Para Pesquisar do Google. Essas funcionalidades podem ser ótimas aliadas na hora de estudar ou trabalhar com o Galaxy Tab S10 Lite (por R$ 2.069 no Pix com cupom INFO200).

imagem do galaxy tab s10 lite
Galaxy Tab S10 Lite (imagem: Divulgação/Samsung)

Que dia é o Dia do Consumidor 2026?

O Dia do Consumidor 2026 será em 15 de março, mesma data em que acontece todos os anos, sendo que desta vez ele cai em um sábado. Mas quem não pretende perder a sexta-feira da virada e muito menos o descanso do sábado pode acompanhar as ofertas antecipadas no Achados do TB, e economizar sem passar sufoco.

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Mês do Consumidor: Galaxy Tab S10 Lite fica 25% mais barato com cupom

(imagem: Divulgação/Samsung)

Instagram não vai mais exigir senha para alternar entre perfis da mesma Central de Contas

6 de Março de 2026, 12:00
Como proteger o Instagram
Instagram permitirá acesso às contas da mesma Central sem exigir senha (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Meta começou a notificar usuários de que perfis do Instagram vinculados à mesma Central de Contas poderão acessar uns aos outros.
  • Usuários poderão revisar permissões nas configurações da Central de Contas, mas desvincular um perfil também remove outras integrações.
  • A mudança elimina a exigência de senha ao alternar entre contas conectadas.

A Meta começou a notificar usuários de que todas as contas do Instagram vinculadas à mesma Central de Contas poderão acessar umas às outras por padrão. A mudança determina que qualquer perfil conectado ao painel poderá entrar nos demais sem precisar inserir uma senha, encerrando a restrição da antiga função “Logins com contas”.

Com a atualização, a empresa avisa que algumas contas poderão ser movidas automaticamente para centrais separadas caso uma nova permissão de acesso irrestrito não seja habilitada pelo dono. A medida deve facilitar no dia a dia, mas remove uma barreira importante de segurança.

O que são as Centrais de Contas?

Lançada pela Meta no final de 2020, a Central de Contas é um painel desenvolvido para unificar o gerenciamento de perfis do Facebook, Instagram, Messenger e, mais recentemente, do WhatsApp. O espaço centraliza dados pessoais, preferências de anúncios e configurações de segurança em um único menu.

A principal vantagem de manter os perfis vinculados na mesma central é o acesso às chamadas “experiências conectadas”, que incluem compartilhamento automático de publicações e Stories do Instagram em outras contas na rede social ou para o Facebook, sincronização de informações de pagamentos e compras. Através dela, também é possível definir uma mesma foto de perfil, nome de usuário e avatar entre as redes.

Com a alteração, as contas do Instagram também integram o mesmo login. Entretanto, isso remove, inclusive, uma barreira de acesso, o que pode facilitar a invasão de várias contas caso apenas uma seja comprometida.

Ao desvincular uma conta da Central de Contas para escapar da nova obrigatoriedade de login cruzado, porém, o usuário perde o acesso às outras integrações.

Captura de tela de um pop-up no Instagram com uma mensagem de permissão para login automático entre contas
Pop-up começa a aparecer para usuários permitirem rapidamente nova política (imagem: Felipe Faustino/Tecnoblog)

Como gerenciar o acesso na Central de Contas

A notificação disparada pelo aplicativo exibe um pop-up perguntando se o usuário deseja que suas contas secundárias possam acessar a conta principal. Conforme a documentação de suporte da Meta, é possível revisar e alterar as permissões manualmente nas configurações antes que a mudança entre em vigor.

Para verificar quem tem acesso a qual perfil:

  1. Acesse o seu perfil e toque no botão de menu, no canto superior direito;
  2. Selecione Central de Contas;
  3. Na seção “Experiências conectadas”, toque em “Fazer login com contas”.

Para remover o acesso automático a alguma conta:

  1. Na Central de Contas, clique em “Gerenciar contas”;
  2. Selecione “Gerenciar” na conta que você deseja remover;
  3. Clique em “Sair desta Central de Contas”.

A Meta ressalta que as contas só podem compartilhar o login rápido se estiverem na mesma Central. Caso o usuário remova uma conta para desabilitar o acesso, a empresa avisa que pode ser necessário criar ou inserir uma senha para entrar nesse perfil, como costumava ocorrer.

Instagram não vai mais exigir senha para alternar entre perfis da mesma Central de Contas

Segurança no Instagram (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

(imagem: Felipe Faustino/Tecnoblog)

Galaxy Tab S10 Lite (256 GB) tem 30% OFF em oferta exclusiva Amazon Prime no 3.3

3 de Março de 2026, 17:08

Prós
  • Possibilidade de expansão via cartão
  • Capa e caneta inclusas
  • Bateria de 8.000 mAh
  • Mais seis anos de atualizações do Android
Contras
  • Câmeras inferiores ao Galaxy Tab S10 FE
  • Carregador na caixa de apenas 15 W
PIX Exclusivo Amazon Prime
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O Galaxy Tab S10 Lite de 256 GB está saindo por apenas R$ 2.249 no Pix em promoção apenas para assinantes Amazon Prime. O desconto de 30% em relação ao lançamento (por R$ 3.199) faz parte da campanha 3.3 da varejista, que segue a tradição de trazer ofertas especiais na data dupla de cada mês.

Já o tablet da Samsung se destaca pela tela grande de 10,9 polegadas que acompanha caneta S Pen e pela presenta de recursos do Galaxy AI, como para escrita e realização de cálculos matemáticos.

Galaxy Tab S10 Lite traz tela de 10,9″ e Galaxy AI

Imagem do Samsung Galaxy Tab S10 Lite
Galaxy Tab S10 Lite (imagem: Divulgação/Samsung)

Em relação à tela, os 10,9 polegadas do painel LCD já oferecem um bom tamanho quando comparado a outros tablets do mercado, como o Galaxy Tab S10 FE e o iPad Air de 11″. Além disso, o Galaxy Tab S10 Lite ainda acompanha caneta S Pen e capa protetora, que auxiliam tanto na proteção quanto na usabilidade.

A caneta S Pen, inclusive, pode ser uma aliada a mais junto à funcionalidade de assistente de desenho com inteligência artificial do Galaxy AI da Samsung. Outros recursos de IA disponíveis no tablet incluem assistente de anotações e para cálculos matemáticos, ambas funções que tornam esse tablet especialmente interessante para estudos.

Para participação em videoaulas e videochamadas, o Galaxy Tab S10 Lite conta com uma lente wide de 5 megapixels, que acompanha a traseira de 8 megapixels. Ambas as câmeras, apesar de não serem destaques de fotografia, devem oferecer qualidade suficiente para usos básicos como registro de documentos e participação em reuniões.

imagem do galaxy tab s10 lite
Samsung Galaxy Tab S10 Lite (imagem: Divulgação/Samsung)

O mesmo pode ser dito sobre o desempenho. O processador é um Exynos 1380 e a RAM tem 8 GB, consequentemente, o tablet deve lidar bem com multitarefa, sendo capaz de abrir várias abas e aplicativos, mesmo que não atenda usos mais exigentes como jogos pesados, por exemplo.

Lembrando que, na oferta do 3.3 da Amazon, o Galaxy Tab S10 Lite na versão Wi-Fi de 256 GB sai por apenas R$ 2.249 no Pix. Mas o desconto é exclusivo para assinantes Amazon Prime.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Galaxy Tab S10 Lite (256 GB) tem 30% OFF em oferta exclusiva Amazon Prime no 3.3

(imagem: Divulgação/Samsung)

Samsung Galaxy Tab S10 Lite (imagem: Divulgação/Samsung)

Notebooks baratos vão sumir até 2028, prevê consultoria

3 de Março de 2026, 10:34
Mercado de celulares de entrada também será atingido (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • A crise dos chips aumentará os preços das memórias RAM e SSDs, impactando PCs e smartphones até 2028.
  • Notebooks baratos desaparecerão do mercado em até dois anos devido ao aumento dos custos de produção.
  • A demanda dos data centers de IA por memória afetará a disponibilidade de celulares e consoles, atrasando lançamentos.

O segmento de PCs de entrada deve desaparecer do mercado em até dois anos. A previsão drástica é de um novo relatório da consultoria Gartner, que detalha como o boom dos preços de memória em nível global afetará toda a cadeia de produção. Segundo a análise, esse fenômeno reduzirá as remessas globais de computadores em 10,4% e de smartphones em 8,4% já ao longo de 2026.

O que está causando essa crise?

A resposta direta está na estimativa de um aumento de 130% nos preços de memória DRAM e armazenamento SSD ainda este ano. Esse salto astronômico resultará num reajuste inevitável aos consumidores, encarecendo a fabricação de PCs em 17% e de smartphones em 13%, na comparação com 2025.

Toda a indústria tecnológica já se prepara para o que algumas publicações estão chamando de RAMmageddon, impulsionado por uma escassez severa na produção e a fome insaciável dos data centers de inteligência artificial por mais memória.

Historicamente, a memória de um PC representava cerca de 16% do custo total da lista de materiais. Com a crise atual, esse número atingirá 23%. O analista da Gartner Ranjit Atwal explica que essa margem elimina a capacidade das fabricantes e dos fornecedores de absorverem os custos. Como as máquinas de entrada já possuem uma margem de lucro extremamente baixa, produzi-las se tornará um negócio financeiramente inviável.

O resultado? O fim do segmento de computadores baratos e a maior contração nas remessas de dispositivos em mais de uma década.

Fim do notebook “baratinho” no Brasil

imagem de uma mulher segurando um cartão de crédito na frente de um notebook
Comprar um notebook no Brasil exigirá um investimento maior (imagem: Rupixen/Unsplash)

Trazendo essa realidade para o mercado brasileiro, o cenário acende um alerta para o varejo e para o consumidor. Atualmente, é possível encontrar notebooks básicos de entrada no país — geralmente equipados com processadores modestos, 8 GB de RAM e algum SSD — abaixo dos R$ 2 mil.

Se aplicarmos o repasse projetado de 17%, esse equipamento subiria mais de R$ 300. Contudo, no Brasil o cenário é mais complicado. O repasse gringo é focado apenas no custo de fabricação. Por aqui, entram na conta a flutuação do dólar e o efeito cascata dos impostos.

Vale lembrar que, no final de fevereiro, o governo federal chegou a propor o aumento da tarifa de importação de notebooks e smartphones de 16% para 20%. O governo recuou após pressão popular, mas, como os impostos são cobrados sobre o valor do produto importado, uma máquina cuja base já é mais cara em dólar gerará um tributo final maior em reais. Somando a isso a margem de lucro das varejistas, o salto no preço final de prateleira será relevante. Na prática, a barreira financeira para comprar um computador novo deve subir.

Além da alta nos preços, a consultoria aponta para o desinteresse comercial. Em vez de produzir e vender um notebook básico encarecido, as marcas preferem direcionar as memórias escassas para laptops premium, onde as margens de lucro justificam o investimento.

Celulares e consoles também vão sofrer

A demanda dos data centers de IA por chips e memórias também causará um tombo nas vendas de celulares. A Gartner alerta que os usuários de smartphones básicos serão os mais afetados, precisando recorrer cada vez mais a aparelhos de segunda mão.

O setor de games também começa a sentir o baque. A Valve relatou que o Steam Deck tem ficado indisponível com frequência, alertando que o problema se tornará rotineiro devido à falta de componentes. Já a nova geração de consoles pode demorar mais para chegar. Informações divulgadas pela Bloomberg indicam que a Sony avalia adiar o lançamento do PlayStation 6 para 2028 ou 2029. Lançar o hardware nos próximos dois anos significaria esbarrar na escassez de peças ou ter que anunciar um preço final inviável para os compradores.

Notebooks baratos vão sumir até 2028, prevê consultoria

Aumento de preço da memória RAM (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

(imagem: Rupixen/Unsplash)

3.3: iPhone 16e (512 GB) tem menor preço histórico com anúncio do iPhone 17e

3 de Março de 2026, 10:28
R$ 8.099,0052% OFF

Oferta encerrada 🙁
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O iPhone 16e de 512 GB está em promoção por R$ 3.899 no Pix no 3.3 do Magazine Luiza, com um desconto de 52% em comparação ao preço original de R$ 8.099 e de 47% frente ao recém-lançado iPhone 17e.

O celular baratinho da Apple lançado em 2025 possui muitas similaridades em relação ao seu sucessor, especialmente na tela, memória RAM e câmeras, praticamente iguais nos dois modelos.

iPhone 16e conta com RAM e câmeras iguais às do iPhone 17e

O iPhone 16e possui vários elementos em paridade com o novo iPhone 17e, como as câmeras. A wide principal de 48 MP com OIS e a frontal de 12 MP com o recurso Center Stage, que mantém o usuário enquadrado no centro da tela durante selfies, são idênticas nos dois celulares e gravam vídeos em 4K a 60 fps.

A memória RAM de 8 GB também é a mesma entre os modelos, mas o processador muda: enquanto o iPhone 16e possui um Apple A18, o iPhone 17e traz o mais moderno A19, embora ambos sejam de 3 nanômetros e suportem multitarefa, apps e games pesados.

A proteção é igualmente similar, ambos possuem corpos de alumínio que contam com certificação IP68, protegendo contra poeira e mergulhos acidentais de até 6 m em água doce por no máximo 30 minutos.

Fotografia colorida mostra um iPhone 16e sendo segurado em uma mão. Ele está com a câmera frontal aberta.
Tela do iPhone 16e é quase igual à do iPhone 17e, só muda o revestimento (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O painel Super Retina XDR OLED de 6,1″ com brilho de 1.200 nits e suporte a HDR10 também é o mesmo no iPhone 16e e no iPhone 17e, mas o revestimento protetivo muda: o modelo de 2025 conta com Ceramic Shield resistente a arranhões, já o de 2026 possui o sucessor Ceramic Shield 2 e revestimento antirreflexo.

A conectividade dos dois celulares também é igual, há compatibilidade com redes 5G, Wi-Fi 6Bluetooth 5.3 e NFC para pagamentos por aproximação. Ambos possuem baterias de 4.005 mAh que habilitam carga rápida de 0 a 50% em apenas 30 minutos via cabo USB-C, mas a do iPhone 17e suporta MagSafe.

O iPhone 16e traz compatibilidade com o iOS 26, enquanto o iPhone 17e já roda o sistema ao sair da caixa. Os celulares terão respectivamente ao menos mais cinco e seis atualizações do sistema operacional.

Imagem mostra um iPhone 16e sendo segurado em uma mão. A parte traseira está para cima.
Câmera wide de 48 MP é a mesma no iPhone 16e e no iPhone 17e (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O iPhone 16e (512 GB) sai por R$ 3.899 no Pix na promoção de 3.3 no Magazine Luiza, com um desconto de 52% sobre o valor de lançamento e de 47% em comparação ao iPhone 17e.

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3.3: iPhone 16e (512 GB) tem menor preço histórico com anúncio do iPhone 17e

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iPhone 16e (512 GB) possui câmeras, RAM e tela iguais às do iPhone 17e; celular da Apple sai 47% mais em conta no Pix em comparação a seu sucessor

Instagram passa a alertar pais sobre buscas sobre suicídio feitas por adolescentes

26 de Fevereiro de 2026, 18:01
Como proteger o Instagram
Instagram anuncia alertas para pais sobre buscas sensíveis feitas por adolescentes (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O Instagram anunciou nesta quinta-feira (26/02) que começará a notificar responsáveis sempre que adolescentes, sob ferramentas de supervisão, fizerem repetidas buscas por termos relacionados a suicídio ou automutilação em um curto intervalo de tempo. A medida amplia os recursos de proteção para contas de jovens e busca envolver pais em situações consideradas sensíveis.

O lançamento ocorre enquanto a Meta, controladora da rede social, enfrenta questionamentos judiciais e regulatórios sobre o impacto de seus produtos na saúde mental de usuários menores de idade. A empresa afirma que o objetivo não é vigiar comportamentos isolados, mas sinalizar possíveis pedidos de ajuda.

Como funcionam os novos alertas do Instagram

A partir das próximas semanas, pais e responsáveis que utilizam o sistema de supervisão parental receberão alertas caso seus filhos tentem, de forma recorrente, pesquisar expressões que promovam suicídio ou automutilação, indiquem intenção de se ferir ou mencionem diretamente termos como “suicídio” e “automutilação”.

As notificações poderão chegar por e-mail, mensagem de texto, WhatsApp ou dentro do próprio aplicativo, dependendo dos dados cadastrados. Ao abrir o aviso, os responsáveis verão uma mensagem explicativa e terão acesso a materiais produzidos por especialistas, com orientações para abordar conversas delicadas com adolescentes.

Segundo a plataforma, buscas desse tipo já são bloqueadas e substituídas por links para serviços de apoio e linhas de ajuda. Os alertas entram em cena apenas quando há insistência, justamente para evitar comunicações excessivas que possam perder relevância.

Alerta avisa responsáveis sobre buscas sensíveis feitas por adolescentes.
Alerta avisa responsáveis sobre buscas sensíveis feitas por adolescentes (imagem: divulgação/Instagram)

O alerta invade a privacidade dos jovens?

A empresa afirma ter buscado um equilíbrio entre cautela e respeito à privacidade. Para definir o limite que dispara o aviso, analisou padrões de busca e consultou um grupo independente de especialistas em suicídio e automutilação. Ainda assim, reconhece que alguns alertas podem ocorrer mesmo sem risco imediato.

Para o pesquisador Dr. Sameer Hinduja, do Cyberbullying Research Center, quando “um jovem pesquisa sobre suicídio ou automutilação, capacitar um pai a intervir pode ser extremamente importante. O fato de a Meta ter incorporado isso agora é um passo significativo e representa o tipo de mudança que os especialistas em segurança infantil vêm defendendo”.

Na mesma linha, Vicki Shotbolt, CEO da Parent Zone, avalia: “É vital que os pais tenham as informações necessárias para apoiar seus filhos adolescentes. Este é um passo muito importante que deve ajudar a dar aos pais mais tranquilidade – se o adolescente estiver ativamente procurando por esse tipo de conteúdo prejudicial no Instagram, eles saberão disso.”

Inicialmente, os alertas serão ativados nos Estados Unidos, Reino Unido, Austrália e Canadá, com expansão gradual para outros países. O Instagram também planeja aplicar lógica semelhante a interações com inteligência artificial, avisando responsáveis caso adolescentes tentem conversar com sistemas de IA sobre suicídio ou automutilação.

Com informações do TechCrunch, CNBC e Meta

Instagram passa a alertar pais sobre buscas sobre suicídio feitas por adolescentes

Segurança no Instagram (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Perfis da Oppo e Huawei no Brasil sofrem ataque

23 de Fevereiro de 2026, 02:25
Invasão ao perfil da Oppo na madrugada de segunda-feira (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Resumo

Na calada da noite, os perfis oficiais da Oppo e da Huawei passaram a exibir postagens de um suposto grupo hacker implorando por visualizações. A atividade maliciosa impactou os perfis no Instagram com milhares de seguidores. Ainda não se sabe exatamente a motivação dos hackers.

O perfil da Oppo é o mais impactado. Com 242 mil seguidores, ele registra quatro posts seguidos repetindo a mesma imagem de fundo preto e texto em letras brancas. Em um deles, a legenda diz que foi “acessado pelo biglongs e pelo mano ottoni”. Ainda utiliza a hashtag “atos burros e suas consequências”.

No caso da Huawei, a ação maliciosa foi rapidamente contida. O Tecnoblog só encontrou uma postagem no perfil de 163 mil seguidores, que foi retirada do ar em questão de minutos.

Equipe da Huawei rapidamente apagou postagem hacker (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Este tipo de atividade é classificado como account take over (TAO) no circuito de cibersegurança, pois indica que o perfil foi tomado à força — por alguma brecha de segurança ou porque os criminosos conseguiram acesso ao login e senha.

Chega a ser curioso que um mesmo responsável tenha atacado duas fabricantes de celulares nesta segunda-feira (23). Nós até checamos, mas não encontramos indícios de atividade hacker nos perfis da Apple, Samsung, Realme e Xiaomi no Instagram.

Perfis da Oppo e Huawei no Brasil sofrem ataque

Equipe da Huawei rapidamente apagou postagem hacker (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Motorola Razr 60 (256 GB) tem 44% OFF com cupom em promoção

13 de Fevereiro de 2026, 11:35

Prós
  • Dobradiça resistente feita de titânio
  • Tela interna de 6,9″ com 120 Hz e brilho máximo de 3.000 nits
  • 12 GB de RAM + 12 GB de RAM Boost
  • Câmeras com suporte do Moto AI
Contras
  • Sistema de armazenamento UFS 2.2
  • Atualizações apenas até o Android 18
  • Sem lente teleobjetiva
PIX Cupom
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O Motorola Razr 60 de 256 GB está em promoção por R$ 3.067 no Pix com cupom 15AGORA no Mercado Livre, um desconto de 44% sobre o preço de lançamento de R$ 5.499. O celular dobrável possui tela POLED de 6,9 polegadas, câmera principal de 50 MP e 12 GB de RAM expansível até 24 GB como destaques.

Motorola Razr 60 tem 12 GB de RAM e tela POLED

Dois smartphones dobráveis Razr 60 lado a lado, abertos no formato tenda, apoiados sobre uma mesa. Um é cinza, outro é azul.
Corpo de alumínio do Motorola Razr 60 é reforçado com dobradiças de titânio (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

O Motorola Razr 60 vem equipado com um processador MediaTek Dimensity 7400X e 12 GB de RAM, que pode ser expandida para 24 GB com o recurso RAM Boost, garantindo alta performance em apps e games. Os 256 GB de armazenamento oferecem espaço adequado para documentos, vídeos e fotos.

O corpo em alumínio do celular possui dobradiças de titânio reforçado, que asseguram a durabilidade no movimento de abrir e fechar. A certificação IP48 oferece resistência contra mergulhos de até 1,5 m em água doce por no máximo 30 minutos.

A tela interna flexível é um painel POLED de 6,9 polegadas que oferece cores vivas, resolução Full HD+ e taxa de atualização de 120 Hz garantindo excelente fluidez para navegação. O display externo também POLED de 3,6″ pode ser voltado para ações rápidas como controlar apps de música e responder mensagens.

Tela do Razr 60, com destaque para o ícone da Moto AI na lateral
Razr 60 possui inteligência artificial do Moto AI (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

O conjunto de câmeras principal do Motorola Razr 60 é composto de uma wide de 50 MP com estabilizador óptico de imagem (OIS) e uma ultrawide de 13 MP, enquanto a frontal de 32 MP tem resolução de sobra para captar selfies com qualidade. Todas gravam vídeos em 4K a 30 fps.

Sobre conectividade, o celular é compatível com redes Wi-Fi 6EBluetooth 5.4 e NFC. A bateria de 4.500 mAh suporta carregamento rápido de 30 W e resiste a 12 horas de uso com uma carga de apenas 15 minutos, segundo a fabricante.

O Motorola Razr 60 (256 GB) roda Android 15 e é elegível a três atualizações do sistema operacional. Ele está em oferta por R$ 3.067 no Pix com cupom 15AGORA no Mercado Livre, um desconto de 44% em comparação ao valor original.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Motorola Razr 60 (256 GB) tem 44% OFF com cupom em promoção

Rússia bloqueia WhatsApp e Telegram; só o app oficial funciona

12 de Fevereiro de 2026, 11:10
WhatsApp pago vs Telegram Premium; o que tem em cada assinatura? (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Rússia bloqueia WhatsApp e Telegram oficialmente (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O governo da Rússia bloqueou WhatsApp, Telegram, Facebook e Instagram, afetando milhões de usuários no país.
  • O aplicativo estatal Max substitui os mensageiros bloqueados, mas não oferece criptografia de ponta a ponta, permitindo vigilância governamental.
  • A medida gerou reações negativas, inclusive entre apoiadores do Kremlin, devido à dependência do Telegram para comunicação militar.

O governo da Rússia bloqueou o acesso ao WhatsApp e ao Telegram no país, ampliando uma estratégia de restrição a plataformas estrangeiras de comunicação. A medida também atinge Facebook e Instagram, oferecendo como alternativa o aplicativo estatal conhecido como Max, descrito por autoridades como um “mensageiro nacional”.

Há meses, o governo russo vem endurecendo as regras contra mensageiros de outros países. No entanto, o bloqueio ocorreu de forma abrupta e afetou milhões de usuários. Segundo o Financial Times, russos foram impedidos de acessar o WhatsApp na tarde dessa quarta-feira (11/02), após meses de pressão. Até então, o aplicativo da Meta somava ao menos 100 milhões de usuários no país.

A ação só foi possível porque a Rússia centralizou o tráfego de internet dentro de seu território, roteando conexões por servidores controlados pelo Estado. Isso permite ao regulador local, o Roskomnadzor, remover serviços inteiros do que equivale a um diretório nacional da internet, tornando-os inacessíveis para a população.

Por que o governo russo bloqueou os mensageiros?

A justificativa oficial gira em torno de soberania digital e segurança nacional. Contudo, o Financial Times menciona que o “mensageiro oficial” do governo foi criado para fins de vigilância. Diferentemente do WhatsApp e do Telegram, que usam criptografia de ponta a ponta, o Max não oferece esse tipo de proteção.

O 9to5Mac afirma que todas as mensagens trocadas no aplicativo estatal podem ser lidas pelas autoridades. O projeto é descrito como um clone do WeChat, plataforma chinesa conhecida pela forte integração com sistemas de monitoramento governamental.

Além dos mensageiros, a Rússia também bloqueou Facebook e Instagram e classificou a Meta como “uma organização extremista”, o que reforça o afastamento de serviços ocidentais. A restrição ao Telegram vinha sendo implementada gradualmente nas últimas semanas, até que o acesso foi praticamente inviabilizado.

Vladimir Putin, presidente da Rússia (Imagem: Divulgação/Kremlin de Moscou)
Governo de Putin impediu acesso a WhatsApp e Telegram (foto: reprodução/Kremlin de Moscou)

Bloqueio afeta até apoiadores do Kremlin

A decisão, no entanto, provocou reações inesperadas dentro do próprio país. O Telegram é amplamente utilizado por militares russos envolvidos na guerra na Ucrânia, tanto para comunicação pessoal quanto para alertas sobre ataques de drones e mísseis.

Relatos indicam que até apoiadores do presidente Vladimir Putin demonstraram irritação com o bloqueio, justamente por dependerem do aplicativo para informações rápidas e comunicação em áreas sensíveis.

Rússia bloqueia WhatsApp e Telegram; só o app oficial funciona

WhatsApp pago vs Telegram Premium; o que tem em cada assinatura? (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Vladimir Putin, presidente da Rússia (Imagem: Divulgação/Kremlin de Moscou)

Motorola Edge 60 Neo (256 GB) tem 47% OFF na melhor oferta em meses

11 de Fevereiro de 2026, 15:49

Prós
  • RAM de 12 GB com RAM Boost para até 24 GB
  • Possui câmera teleobjetiva com zoom óptico de 3x
  • Tela POLED com taxa de atualização de 120 Hz
  • Suporte a carregamento sem fio
  • Certificações IP68, IP69 e militar MIL-STD-810H
Contras
  • Display menor comparado aos outros celulares da linha Edge 60
PIX Cupom
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O Motorola Edge 60 Neo de 256 GB está saindo por apenas R$ 1.871 no Pix com o cupom 15AGORA no Mercado Livre. O desconto de 47% em relação ao lançamento (R$ 3.499) é o melhor que encontramos desde a Cyber Monday 2026, logo após a Black Friday.

E o celular da Motorola se destaca pela RAM de 12 GB e conjunto de câmeras com traseira principal de 50 MP e frontal de 32 MP.

Motorola Edge 60 Neo tem RAM de 12 GB

Smartphone Motorola vermelho em destaque, exibindo três câmeras traseiras e o logotipo da marca no centro. O aparelho é segurado por uma pessoa encostada em um corrimão de madeira, com roupa clara e detalhes escuros.
Modelo é um pouco menor que os outros da linha Edge 60 (imagem: divulgação)

O processador Mediatek Dimensity 7400 conta com tecnologia de 4 nanômetros para otimização do consumo energético. E com memória RAM de 12 GB expansível até 24 GB via RAM Boost (RAM Virtual da Motorola) para garantir maior fluidez na multitarefa. Juntas, essas configurações devem trazer bom desempenho para o celular custo-benefício.

Já o conjunto fotográfico se destaca, em primeiro lugar, pela câmera principal Sony Lytia 700C de 50 megapixels, que utiliza estabilização óptica para registrar imagens nítidas. E, em segundo lugar, pela frontal de 32 MP, que traz resolução acima da média para selfies, e filma em 4K. A traseira traz outras duas lentes: telefoto de 10 MP e ultrawide de 13 MP.

Ademais, a tela de 6,36 polegadas conta com tecnologia POLED, que entrega cores vívidas e pretos profundos. E taxa de atualização de 120 Hz para garantir transições fluidas de imagem, além de brilho forte de até 3.000 nits para oferecer boa visibilidade mesmo sob luz solar intensa.

imagem do motorola edge 60 neo
Motorola Edge 60 Neo (imagem: Divulgação/Motorola)

O smartphone ainda traz construção com vidro Gorilla Glass 7i para proteger a região frontal contra riscos, e proteção IP68/IP69 contra água e poeira. Já na conectividade, se destacam o suporte para Wi-Fi 6E e a tecnologia NFC para pagamentos por aproximação

Por fim, o Motorola Edge 60 Neo 5G de 256 GB traz bateria de 5.000 mAh com carregamento rápido de até 68 W. Lembrando que, ao aplicar o cupom AGORA15, seu preço cai para apenas R$ 1.871 no Pix no Mercado Livre.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Motorola Edge 60 Neo (256 GB) tem 47% OFF na melhor oferta em meses

Modelo é um pouco menor que os outros da linha Edge 60 (imagem: divulgação)

(imagem: Divulgação/Motorola)

Co-CEO da SMIC diz que mercado de RAM está em “pânico”

11 de Fevereiro de 2026, 14:34
Imagem mostra um homem de terno falando em um púlpito com microfone
Zhao Haijun é co-CEO da SMIC (imagem: reprodução)
Resumo
  • O co-CEO da SMIC, Zhao Haijun, afirma que a indústria de semicondutores está em pânico devido à escassez de chips de memória.
  • Os preços de memória RAM subiram até 90% no início de 2026, segundo a Counterpoint Research.
  • A demanda por IA está canibalizando a oferta de componentes, afetando dispositivos como smartphones, enquanto a produção de DRAM para servidores não acompanha a demanda.

A indústria global de semicondutores entrou oficialmente em modo de crise. O co-CEO da Semiconductor Manufacturing International Corp. (SMIC), Zhao Haijun, afirma que o setor vive um estado de “pânico” provocado pela escassez severa de chips de memória.

Durante a última conferência de resultados, realizada em Hong Kong, o executivo explicou que a voracidade do setor de inteligência artificial por hardware está canibalizando a oferta de componentes para outras áreas. A SMIC, vale lembrar, é a maior fabricante de chips sob encomenda da China.

Segundo o executivo, o boom da IA comprimiu a disponibilidade de memórias para dispositivos populares, como smartphones de entrada e intermediários. O cenário atual, relatado pelo The Wall Street Journal, é agravado por um comportamento defensivo das empresas: temendo o desabastecimento, fabricantes estão inflacionando seus pedidos para tentar garantir estoques, gerando uma falsa percepção de demanda ainda maior.

Indústria mudou a prioridade

Imagem mostra um chip da SMIC
Preço das memórias RAM subiu quase 90% em menos de um ano (imagem: reprodução/SMIC)

A crise de abastecimento é um reflexo da mudança de prioridades das “Três Gigantes” da memória: Samsung, SK Hynix e Micron. Juntas, elas controlam mais de 90% do mercado global.

Dados da consultoria Counterpoint Research revelam que os preços da memória RAM dispararam entre 80% e 90% neste início de 2026, em comparação com o final do ano passado.

O aumento foi puxado pela memória DRAM usada em servidores, indispensáveis para treinar e rodar grandes modelos de linguagem. Como a produção dessas empresas não conseguiu escalar na mesma velocidade da demanda por IA, o fornecimento para o mercado de PCs e smartphones acabou ficando em segundo plano.

A SMIC já reportou uma queda nas encomendas vindas de fabricantes de celulares de gama média e baixa, os mais sensíveis a flutuações de custo.

Quando a oferta de memória RAM deve melhorar?

Pente de memória RAM
Escassez de DRAM afeta smartphones de entrada e intermediários (imagem: Liam Briese/Unsplash)

A boa notícia é que há uma perspectiva de alívio no horizonte para o consumidor comum. A má é que ela não será imediata: a previsão da SMIC é que novas remessas de chips de memória RAM convencional cheguem primeiro aos fabricantes de eletrônicos de consumo, podendo equilibrar os estoques globais até o terceiro trimestre de 2026.

A empresa está orientando clientes a não serem tão pessimistas e a evitarem cortes drásticos em outros componentes. O risco, segundo Zhao, é que a memória volte ao mercado em nove meses e as empresas não tenham outros chips necessários para completar a montagem de seus produtos.

Apesar da turbulência no mercado de memórias, a SMIC vive um momento de expansão financeira. A companhia reportou uma receita recorde de US$ 9,32 bilhões em 2025 (cerca de R$ 48 bilhões), um crescimento de 12,8% em relação ao ano anterior. O lucro líquido também subiu 38,9%, atingindo US$ 685 milhões.

Esse desempenho é sustentado por um movimento de reestruturação da indústria na China, focado na localização da cadeia de suprimentos. Segundo a Nikkei Asia, desenvolvedores chineses de chips estão migrando em massa suas linhas de produção do exterior para fábricas locais.

Co-CEO da SMIC diz que mercado de RAM está em “pânico”

Pente de memória RAM (Imagem: Liam Briese/Unsplash)

Motorola Edge 60 (512 GB) tem 40% OFF com cupom de R$ 150 de desconto

11 de Fevereiro de 2026, 12:55

Prós
  • Armazenamento de 512 GB e RAM expansível até 24 GB
  • Trio de câmeras de 50 MP (wide, ultrawide e frontal)
  • Tela POLED com taxa de 120 Hz e brilho de até 4.500 nits
  • Certificação IP68, IP69 e resistência militar MIL-STD-810H
Contras
  • Somente dois anos de atualizações restantes
  • Não é compatível com carregamento sem fio
  • Estrutura em plástico
PIX Cupom
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O Motorola Edge 60 (512 GB) está saindo por R$ 2.099 no Pix com o cupom 15AGORA no Mercado Livre, um desconto de 40% sobre o preço de lançamento de R$ 3.499.

Este celular é equipado com uma bateria ampla de 5.200 mAh, 12 GB de RAM expansível até 24 GB e uma interessante câmera frontal de 50 MP.

Motorola Edge 60 traz câmera frontal de 50 MP e 12 GB de RAM

Um dos elementos mais chamativos do Motorola Edge 60 é sua câmera frontal, que com incomuns 50 MP promete captar selfies em alta qualidade, além de gravar vídeos em 4K a 30 fps e em Full HD a 120 fps.

O desempenho é garantido pelo processador Dimensity 7300 da MediaTek e 12 GB de RAM, que pode ser expandida até 24 GB graças ao recurso RAM Boost, para uma melhor performance em multitarefa e execução de apps.

A tela é um painel POLED com taxa de atualização de 120 Hz, resolução de 2.712 x 1.220 pixels e brilho de até 4.500 nits. Essa configuração oferece cores vivas, brilho intenso e fluidez no uso.

A imagem mostra a parte traseira do Motorola Edge 60, com foco na área das câmeras. O dispositivo possui um módulo de câmeras quadrado, com três lentes circulares e um flash LED. O aparelho é de cor azul escuro e está sendo segurado com uma mão. Ao fundo, é possível ver um suporte transparente com outros aparelhos.
Kit de câmeras traseiro do Motorola Edge 60 inclui wide de 50 MP (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

O kit principal de câmeras do Motorola Edge 60 é composto por uma wide de 50 MP com estabilizador óptico de imagem (OIS), uma telefoto de 10 MP com zoom óptico de 3x e uma ultrawide de 50 MP. O trio capta fotos nítidas e gravam vídeos em 4K.

O smartphone é compatível com redes 5G, Wi-Fi 6, Bluetooth 5.4 e NFC para pagamentos por aproximação. A bateria de 5.200 mAh suporta carregamento rápido de 68 W, e segundo a Motorola, ela injeta uma carga para uso diário em apenas 8 minutos.

O Motorola Edge 60 (512 GB) já roda o Android 16 e com isso deve receber apenas mais duas atualizações principais de sistema operacional. Você pode adquiri-lo em oferta por R$ 2.099 no Pix com o cupom 15AGORA no Mercado Livre, um abatimento de 40% sobre o valor original.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Motorola Edge 60 (512 GB) tem 40% OFF com cupom de R$ 150 de desconto

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Motorola Edge 60 tem câmera frontal de 50 MP e RAM expansível até 24 GB; celular recebe 40% de desconto sobre o preço original

Telegram reformula interface do Android para ser mais responsiva; veja o que muda

10 de Fevereiro de 2026, 10:32
Imagem mostra um smartphone Android com o app Telegram aberto. O celular é segurado em uma mão. Na parte inferior direita, o logotipo do "tecnoblog" é visível.
Telegram afirma ser a maior atualização de interface do app já feita no Android (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Telegram lançou uma grande atualização de interface, com foco em mudanças no Android.
  • Agora há uma maior padronização visual, com o app para Android adotando um estilo visual Liquid Glass, similar ao iPhone.
  • A atualização também introduziu ferramentas de gestão de comunidades e a “Fabricação de Presentes” para monetização.

O Telegram lançou ontem (09/02) uma grande atualização que reformula a experiência de uso do app em dispositivos móveis. Segundo a plataforma, esse é o maior update de interface já feito no Android, mas o pacote também traz melhorias pontuais para os iPhones e iPads.

O movimento busca unificar a identidade visual do mensageiro em diferentes sistemas, com a versão para Android adotando o design Liquid Glass do iOS. Além das mudanças visuais, o update traz novidades para presentes virtuais e novas regras para a sucessão de administradores em grupos e canais.

A nova versão já está sendo distribuída para todos os usuários.

Maior atualização no Android

A versão para Android recebeu o que a equipe de desenvolvimento classifica como a “maior atualização de interface da história” do aplicativo. A mudança mais evidente é a substituição do antigo menu lateral por uma nova barra de navegação inferior com quatro abas fixas — Conversas, Contatos, Configurações e Perfil. A novidade permite alternar entre as funções principais com apenas um toque.

Segundo a empresa, o código da interface foi totalmente reconstruído para maximizar a eficiência. O aplicativo agora adota de forma integral a estética Liquid Glass, estilo visual com transparências e efeitos de desfoque que antes eram predominantes na versão para iOS.

Gif animado mostra novidades na interface do Telegram para Android
Nova barra inferior centraliza navegação no Android (imagem: reprodução/Telegram)

Para reduzir o impacto dessas animações no hardware, o Telegram incluiu controles de efeitos nas configurações de Economia de Energia, permitindo que o usuário limite as transições visuais para preservar a bateria.

Embora o Android tenha recebido mais mudanças, o iOS não passou despercebido. A atualização refinou o visualizador de mídias e os painéis de pré-visualização de stickers. Já os usuários de iPad ganharam suporte ao atalho Command + Enter em teclados físicos.

Gestão de comunidades

Além da estética, a atualização soluciona um problema em comunidades: a sucessão de comando. Caso o proprietário de um grupo abandone o chat sem nomear um sucessor, a titularidade será transferida automaticamente para um dos administradores ativos após o período de uma semana.

O sistema também permite que a transferência de propriedade seja feita de forma manual e instantânea, garantindo a continuidade da gestão sem a necessidade de o antigo dono sair da conversa.

Imagem mostra um pop-up na tela de um celular Android com novidades de gestão de grupos no Telegram para Android
Grupos agora terão sucessão automática de administradores (imagem: reprodução/Telegram)

No campo da monetização, o mensageiro introduziu a “Fabricação de Presentes”. O sistema permite que usuários combinem até quatro presentes colecionáveis que seguem uma escala de raridade que vai do Incomum ao Lendário. Esses ativos podem ser negociados no marketplace de presentes da plataforma.

A API de Bots também melhorou e agora permite aos desenvolvedores personalizar a estética dos botões com cores e emojis para tornar a navegação em sistemas automatizados mais intuitiva.

Telegram em queda no Brasil

Apesar das novidades, o Telegram enfrenta um cenário de retração no país. Segundo a pesquisa Panorama Mobile Time/Opinion Box, a penetração do app nos smartphones brasileiros caiu de 63% para 57% em um intervalo de doze meses. O auge da plataforma foi em 2023, quando atingiu 65% dos aparelhos.

Em comparação, o WhatsApp detém quase 99% de presença nos dispositivos e possui mais de 169 milhões de usuários ativos, segundo a agência TheZarc. Enquanto o rival foca em comunicação cotidiana e transações comerciais, o Telegram atrai usuários por sua capacidade de suportar grupos de até 200 mil membros e pela robustez de sua API de bots.

Globalmente, no entanto, o mensageiro superou a marca de 1 bilhão de usuários ativos mensais em 2025, impulsionado por mercados na Ásia e no Leste Europeu.

Telegram reformula interface do Android para ser mais responsiva; veja o que muda

Telegram (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Galaxy Book 4 tem oferta em até 10x com 28% OFF no Mercado Livre

5 de Fevereiro de 2026, 17:32

Prós
  • Design leve e fino (1,55 Kg) não peca em conectividade
  • Processador Intel Core i3 e 8 GB de RAM
  • Armazenamento SSD de 256 GB
  • Tela LED de 15,6 polegadas com resolução Full HD
  • Alto-falantes estéreo com Dolby Atmos
Contras
  • Placa de vídeo integrada Intel Iris Xe
Cupom Parcelado
R$ 100 OFF NA PáGINA R$ 3.376,90  Mercado Livre
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O Galaxy Book 4está saindo por apenas R$ 3.376,90 em até 10x sem juros aplicando o cupom de 10% OFF que aparece na página do produto no Mercado Livre. A oferta representa um desconto de 28% em relação ao lançamento (R$ 4.699) do notebook leve e básico da Samsung. Vale a pena conferir para esta volta às aulas.

Galaxy Book 4 é notebook leve da Samsung

imagem de uma mulher mexendo em um notebook Samsung Galaxy Book 4
Galaxy Book 4 (imagem: Divulgação)

O primeiro destaque do Galaxy Book 4 é o design que, além de elegante, entrega praticidade. Em especial por conta da portabilidade, já que o modelo pesa apenas cerca de um quilo e meio, podendo ser carregado tranquilamente na mochila ou pasta para trabalho ou estudos pelo notebook.

Ainda nesse sentido, o corpo, apesar de fino, abriga uma porta HDMI, duas USB-A, duas USB-C, uma ethernet, um conector de áudio e uma para microSD. Além de uma trava Kensington, que permite prender o notebook à mesa de trabalho, por exemplo, ajudando a impedir eventuais furtos.

Já a ficha técnica entrega características de entrada que devem ser suficientes para uso básico, como acesso à internet e reprodução de conteúdos. O processador é um Intel Core i3 de 13ª geração, a RAM é de 8 GB e o armazenamento é do tipo SSD com 256 GB. Já o sistema operacional é Windows 11, já conhecido pela maioria dos usuários.

Galaxy Book 4 (imagem: Divulgação)
Galaxy Book 4 (imagem: Divulgação)

Falando nele, inclusive, o Galaxy Book pode ser uma opção de notebook bastante prática para quem já é dono de um celular ou tablet da Samsung, graças à melhor integração entre a linha Galaxy. Ademais, para reprodução de conteúdo, o notebook da Samsung conta com uma tela Full HD de 15,6 polegadas e sistema de áudio com suporte a Dolby Atmos.

Lembrando que, em oferta no Mercado Livre, o preço do Galaxy Book 4 no modelo NP750XGJ-KG5BR sai por apenas R$ 3.376,90 em até 10x sem juros aplicando o cupom de 10% OFF que aparece na página do produto.

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Galaxy Book 4 tem oferta em até 10x com 28% OFF no Mercado Livre

Galaxy Book 4 (imagem: Divulgação)

Vai acabar: Galaxy Z Flip 7 FE tem 53% OFF com cupom no Mercado Livre

4 de Fevereiro de 2026, 16:03

Prós
  • Construção reforçada com Gorilla Glass Victus 2
  • Tela interna Dinâmico e taxa de 120 Hz
  • Mesmo conjunto de câmeras do Flip 7, com principal de 50 MP e OIS
  • Sete anos de atualizações Android
Contras
  • Sem possibilidade de expansão via cartão microSD
  • Painel externo com taxa de atualização de 60 Hz
  • Processador inferior ao Z Flip 7
PIX
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O Galaxy Z Flip 7 FE de 128 GB está saindo por apenas R$ 3.149 no Pix no Mercado Livre. A oferta é válida aplicando o cupom de 10% OFF em SSG que aparece na página, mas é bom ser rápido porque o cupom já está acabando. Em relação ao preço de lançamento de R$ 6.699, o desconto é de 53%.

Na ficha técnica, o celular dobrável da Samsung se destaca pelas telas AMOLED e pelo alto desempenho.

Galaxy Z Flip 7 FE tem AMOLED dobrável de 6,7″

Internamente, o Galaxy Z Flip 7 FE vem com uma tela dobrável de 6,7 polegadas com tecnologia Dynamic AMOLED, taxa de atualização de 120 Hz e brilho forte de 2.600 nits. Essas configurações entregam uma experiência fluida na reprodução de conteúdos no display. Já a tela externa Super AMOLED de 3,4 polegadas oferece praticidade para controles rápidos.

O chassi em alumínio reforçado confere rigidez estrutural ao corpo dobrável. A traseira utiliza vidro Gorilla Glass Victus 2 para evitar riscos profundos. E o smartphone da Samsung conta com proteção IP54 contra água e poeira, oferecendo maior resistência e durabilidade. Também com esse foco, a promessa é de 7 anos de atualizações do Android.

Já em relação ao desempenho, o Z Flip 7 FE é equipado com uma RAM de 8 GB e processador Samsung Exynos 2400. Essa combinação gerencia múltiplos aplicativos abertos sem apresentar lentidão ou travamentos. E a arquitetura de dez núcleos otimiza o gasto energético durante o uso de ferramentas pesadas.

Samsung Galaxy Z Flip 7 FE fechado
Samsung Galaxy Z Flip 7 FE fechado (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Nas câmeras, o conjunto traseiro duplo possui um sensor principal de 50 megapixels com estabilização óptica (OIS). Essa tecnologia compensa movimentos involuntários para entregar fotos nítidas e vídeos em 4K estáveis. A lente ultrawide, por sua vez, tem 12 megapixels e captura ângulos amplos de 123º.

Por fim, o Galaxy Z Flip 7 FE de 128 GB que sai por R$ 3.149 no Pix com cupom de 10% OFF na página do Mercado Livre traz bateria de 4.000 mAh compatível com carregamento rápido de até 25 W, além de 15 W sem fio e 4,5 W reverso.

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Vai acabar: Galaxy Z Flip 7 FE tem 53% OFF com cupom no Mercado Livre

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Samsung Galaxy Z Flip 7 FE de 128 GB tem RAM de 8 GB, tela AMOLED dobrável de 6,7 polegadas e promessa de 7 anos de Android; oferta no Mercado Livre baixa preço em 53%

Samsung Galaxy Z Flip 7 FE fechado (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Samsung derrota rivais e se torna maior fabricante de chips de memória do planeta

29 de Janeiro de 2026, 18:29
Imagem mostra a palavra "SAMSUNG" sendo exibida no centro, em letras brancas e maiúsculas. O fundo, em tom azul escuro, mostra elementos desfocados que sugerem um ambiente de escritório. Na parte inferior direita, o logotipo do "Tecnoblog" é visível.
Samsung lidera mercado de chips de memória (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • A Samsung se tornou a maior fabricante de chips de memória, com receita de US$ 26 bilhões no 4º trimestre de 2025, superando a SK Hynix.
  • O aumento na receita da Samsung foi impulsionado por vendas de chips HBM e DRAM para servidores, além de um aumento nos preços do mercado de DRAM convencional.
  • A alta demanda por memórias HBM, impulsionada pela implementação da IA, está elevando os preços e pode encarecer dispositivos eletrônicos, especialmente smartphones.

A Samsung voltou ao topo do mercado de chips de memória no último trimestre de 2025. A empresa registrou receita de US$ 26 bilhões no período (cerca de R$ 135 bilhões), segundo a Counterpoint Research, e ultrapassou a rival sul-coreana SK Hynix no ranking mundial de fornecedores.

A SK Hynix vinha com vantagem inicial sobre a Samsung, especialmente no segmento de memórias de alta largura de banda (HBM), um dos mais lucrativos do setor. Ainda assim, a empresa manteve desempenho forte e estabeleceu um recorde da indústria, com margem de lucro operacional de 58%.

O que explica a virada da Samsung?

O desempenho da Samsung foi puxado pela venda de produtos de maior valor agregado. Os chips HBM e as memórias DRAM para servidores lideraram o crescimento da receita no trimestre.

A companhia também atua no mercado de DRAM convencional, onde o aumento de preços ao longo do ano contribuiu para elevar os números. A alta nos valores reflete um movimento mais amplo do setor, impulsionado pela demanda crescente por componentes de memória.

Preços devem continuar subindo

As margens de lucro das fabricantes de chips de memória, incluindo a Samsung, têm previsão de alta neste ano. A alta procura por memórias HBM segue acelerada, em especial devido à implementação da IA, o que tem gerado restrições de fornecimento em toda a cadeia produtiva e pressionado os preços para cima.

Para o consumidor, isso significa dispositivos eletrônicos mais caros. O impacto deve ser sentido principalmente nos smartphones, onde a memória RAM e o armazenamento interno representam uma fatia considerável do custo de produção.

A alta nos preços já chegou ao varejo de forma concreta. Nos Estados Unidos, lojas da rede Costco passaram a remover módulos de RAM de computadores expostos nas prateleiras para evitar furtos. Os componentes são guardados separadamente e só são instalados quando o cliente finaliza a compra.

PCs em loja da Costco sem módulos de RAM
PCs em loja da Costco sem módulos de RAM (imagem: Reddit/accent2012)

A medida drástica reflete o momento do mercado. Com módulos de memória valendo mais, casos de furto desses componentes se tornaram mais frequentes. Algumas unidades da rede também removem placas de vídeo dos PCs de mostruário, prática que começou durante a escassez de chips em 2020.

A tendência é que os fabricantes de eletrônicos repassem os aumentos para os preços finais, especialmente em modelos com mais memória. Aparelhos já ficaram mais caros nos últimos meses, e a expectativa é que essa pressão continue ao longo do ano.

Samsung derrota rivais e se torna maior fabricante de chips de memória do planeta

Samsung (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

PCs em loja da Costco sem módulos de RAM (imagem: Reddit/accent2012)

Projeto verão: este sensor bloqueia redes sociais até que você faça exercícios

28 de Janeiro de 2026, 15:32
Sensor Pavl-off preto circular sobre tapete de yoga verde entre dois halteres laranjas de 8 libras
Dispositivo Pavl-off detecta movimento e libera apps após treino (imagem: reprodução/Kickstarter)
Resumo
  • O Pavl-off bloqueia redes sociais até que o usuário complete exercícios físicos. Funciona apenas com iOS e não cobra mensalidade.
  • O dispositivo se conecta ao iPhone via Bluetooth, detecta movimento e libera aplicativos quando a meta de exercício é atingida. A bateria dura um mês e recarrega via USB-C.
  • O sensor utiliza módulo ESP32 com certificações FCC, CE e IC. A campanha no Kickstarter arrecadou US$ 1.400, superando a meta inicial de US$ 100.

Um novo sensor de movimentos vem dando o que falar no Kickstarter por basicamente obrigar o usuário a fazer exercícios antes de liberar o uso das redes sociais. Chamado de Pavl-off, ele foi criado pelo engenheiro Bar Smith, utiliza ímãs para se prender aos halteres e se conecta ao iPhone via Bluetooth.

O projeto já arrecadou US$ 1.400 (cerca de R$ 7.290) com 29 apoiadores, superando a modesta meta inicial de US$ 100 (R$ 520). A campanha termina em 13 de fevereiro, com entrega estimada para abril de 2026. Cada unidade custa US$ 35 (R$ 182) e pode ser enviada para qualquer país.

Como o dispositivo funciona?

Após instalar o aplicativo na App Store, o usuário escolhe quais redes sociais quer bloquear e define por quanto tempo precisa se exercitar. O sensor detecta o movimento durante o treino e destrava os apps quando a meta é cumprida. À meia-noite, os aplicativos são bloqueados novamente até que o exercício do dia seguinte seja realizado.

O dispositivo não tem botões e se conecta automaticamente ao iPhone quando o usuário começa a se movimentar. A bateria recarregável dura aproximadamente um mês e usa cabo USB-C para recarregar. Smith desenvolveu o produto inicialmente para uso próprio.

Limitações e certificações

O Pavl-off funciona apenas com iOS. Smith explica que bloquear aplicativos exige integração profunda com o sistema operacional, algo que ele conseguiu implementar somente na plataforma da Apple até agora. Não há menção a planos para uma versão de Android.

O sensor utiliza módulo ESP32 com certificações FCC, CE e IC. A bateria de 500 mAh segue os padrões UN38.3 e permite envio internacional sem taxas extras, pois se enquadra na categoria Section II (UN3481) de transporte.

Ao contrário do que outras marcas de bem-estar têm feito, não há qualquer mensalidade. A fabricação será feita por impressão 3D em pequenas quantidades ou moldagem por injeção se houver demanda maior.

Projeto verão: este sensor bloqueia redes sociais até que você faça exercícios

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Criado por um engenheiro de Seattle, o dispositivo Pavl-off utiliza ímãs e conexão Bluetooth para condicionar o uso do celular à prática de atividades físicas.

O sensor Pavl-off entre halteres de 8 lb em um tapete de exercícios. Dispositivo detecta movimento e libera apps após treino. (Imagem: Kickstarter/Reprodução)

iPhone mais caro? Apple vai pagar até o dobro por chips de memória

28 de Janeiro de 2026, 13:41
Mão segurando iPhone 17 azul-névoa, com mesa em madeira como fundo
iPhone 17 foi lançado em setembro de 2025 (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Resumo
  • A Samsung e a SK Hynix aumentaram os preços dos chips de RAM LPDDR para a Apple em até 100%.
  • O aumento nos preços ocorre devido à alta demanda e investimentos em data centers para IA, resultando em escassez de DRAM.
  • A Apple pode enfrentar custos mais altos e dificuldades para negociar preços, impactando o preço dos iPhones.

A Samsung Electronics e a SK Hynix decidiram subir os preços cobrados da Apple por chips de RAM do tipo LPDDR, utilizados em iPhones. A companhia dos Estados Unidos terá que pagar até o dobro dos preços do ano passado a seus fornecedores.

As informações são da sucursal sul-coreana do site ZDNet e foram publicadas na terça-feira (27/01). De acordo com fontes consultadas pela reportagem, a Samsung propôs preços com aumento de mais de 80%, enquanto a SK Hynix quer cobrar cerca de 100% a mais pela LPDDR.

O iPhone vai ficar mais caro?

Imagem mostra um iPhone 16e branco sendo segurado em uma mão. Ele está com a tela desbloqueada, exibindo os aplicativos.
iPhone 16e é a versão de baixo custo da família (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O primeiro pensamento que ocorre ao saber que a Apple vai gastar mais para comprar RAM para os iPhones é que o preço dos aparelhos vai aumentar. Sim, isso pode acontecer.

De acordo com uma fonte da indústria de semicondutores consultada pela ZDNet, a Apple geralmente fecha contratos para o ano todo, mas, devido à volatilidade do mercado, as fornecedoras estariam fechando acordos mais curtos, de seis meses.

Isso significa que elas podem cobrar ainda mais ao negociar os preços para o segundo semestre de 2026, quando o iPhone 18 será lançado.

A Apple é um dos principais clientes das empresas de semicondutores. Com isso, ela conseguia negociar preços mais baixos. No entanto, nas atuais condições do mercado, a companhia poderá não ter escolha a não ser aceitar os preços impostos pelos fornecedores. As fontes da indústria dizem, inclusive, que isso servirá para reduzir o desequilíbrio entre a companhia da maçã e as fabricantes de chips.

Por que a memória está tão cara?

Os chips de memória estão caros por causa dos investimentos trilionários em data centers para inteligência artificial. Essas estruturas precisam de grandes quantidades de RAM para servidores. Houve, portanto, um aumento na demanda.

Além disso, grande parte do processamento de IA é feito por GPUs, que são equipadas com chips de memória de alta largura de banda (HBM). As fabricantes passaram, então, a priorizar esse tipo de componente, que oferece margens de lucro maiores. Esse é o segundo ponto: uma redução na oferta de DRAM.

A indústria de semicondutores vem de um período de grande volume de produção, preços baixos e grandes prejuízos. Por isso, as companhias não estão dispostas a investir no aumento da capacidade de fabricação — até porque uma instalação desse tipo demora anos para ficar pronta. É melhor esperar para ver e cobrar caro para lucrar.

O resultado prático desse cenário é que provavelmente teremos celulares e computadores mais caros em 2026. Eles também deverão ter limitações nas quantidades de RAM e armazenamento.

Com informações do ZDNet e do SamMobile

iPhone mais caro? Apple vai pagar até o dobro por chips de memória

O iPhone 17 pesa 177 gramas (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

iPhone 16e reaproveita design do iPhone 14 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

WhatsApp pago? Meta quer cobrar por algumas funções

27 de Janeiro de 2026, 10:26
Ilustração com os ícones de WhatsApp, Instagram e Facebook inseridos numa caixa com a marca da Meta
WhatsApp pago? Meta quer cobrar por algumas funções (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Meta planeja lançar planos de assinatura (pagos) para WhatsApp, Facebook e Instagram, mantendo os recursos principais gratuitos;
  • Recursos pagos incluirão funções de inteligência artificial, como geração de vídeos via Vibes e agentes de IA da Manus;
  • WhatsApp pode ainda ter versão paga sem anúncios por 4 euros mensais.

Um dos serviços de mensagens instantâneas mais populares do mundo deve ganhar uma modalidade paga nos próximos meses. A Meta revelou que está se preparando para testar planos de assinatura no WhatsApp. Novos recursos pagos também devem chegar ao Facebook e ao Instagram.

Em todos esses serviços, os recursos principais continuarão gratuitos. Apenas funções extras ou complementares farão parte dos planos pagos. Isso significa que WhatsApp, Facebook e Instagram não se tornarão obrigatoriamente pagos, mas oferecerão recursos premium a quem estiver disposto a pagar por eles.

Pagar quanto? Bom, estimativas de preços ainda não foram dadas pela Meta.

Quais serão os recursos pagos do WhatsApp?

Talvez nem a própria Meta saiba ao certo. A companhia informou ao TechCrunch que testará recursos pagos nos mencionados serviços, mas deu poucos detalhes sobre eles.

Sabe-se, contudo, que recursos de inteligência artificial deverão fazer parte do pacote. Nesse sentido, a Meta considera oferecer uma opção de geração de vídeos via Vibes, ferramenta anunciada em 2025 que usa IA para produzir filmes curtos. Esse recurso deverá ser interessante principalmente para quem gosta de publicar Reels no Instagram ou vídeos nos Status do WhatsApp.

Ainda no campo da inteligência artificial, está nos planos colocar entre os recursos pagos os agentes de IA da Manus, startup adquirida pela Meta no fim de 2025 por cerca de US$ 2 bilhões.

Tratando especificamente do WhatsApp, o WABetaInfo reportou recentemente que o mensageiro poderá ter uma versão paga que não exibe anúncios publicitários.

Plano pago no WhatsApp que não exibe anúncios
Plano pago no WhatsApp que não exibe anúncios, recurso ainda não oficial (imagem: reprodução/WABetaInfo)

Neste ponto, convém destacar que alguns usuários já se deparam com anúncios nos Status do WhatsApp ou sob a forma de canais promovidos na área Atualizações do serviço.

O WABetaInfo divulgou capturas de tela que mostram a ativação do recurso que inibe anúncios no WhatsApp mediante o pagamento de 4 euros (R$ 25, na conversão direta) por mês. Isso sugere que essa opção, quando for lançada, será oferecida à parte em relação aos planos pagos que terão funções de IA.

De igual forma, o Meta Verified, que adiciona selo de verificação e recursos para criadores de conteúdo ou organizações nos serviços da companhia, deverá continuar sendo oferecido como uma assinatura mensal à parte.

É claro que tudo isso pode mudar quando a Meta lançar os tais planos pagos. Fiquemos de olho.

WhatsApp pago? Meta quer cobrar por algumas funções

Meta é dona de WhatsApp, Instagram e Facebook (Ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Plano pago no WhatsApp que não exibe anúncios, recurso ainda não oficial (imagem: reprodução/WABetaInfo)

Como ocultar sua lista de seguidores e “seguindo” no Instagram

26 de Janeiro de 2026, 10:00
ilustração do Instagram mostram a página do Tecnoblog
Conheça os truques para ocultar a lista de seguidores e seguindo (imagem: Lupa Charleaux)

O Instagram não oferece um recurso nativo para ocultar a lista de seguidores e “seguindo”, mas existem alguns truques para restringir o acesso de estranhos aos seus dados. Uma das opções é transformar o perfil em uma conta privada para que apenas seguidores aprovados vejam suas informações.

Outra estratégia para esconder os seguidores do Instagram é remover usuários específicos da conta privada ou, em casos mais drásticos, utilizar o bloqueio direito. Essas medidas garantem que perfis indesejados não vejam quem você acompanha e interage na rede social.

A seguir, entenda como funcionam os truques para ocultar seguidores e seguindo no Instagram.

1. Deixe seu Instagram privado

Ao privar a conta do Instagram, a rede social oculta a lista de seguidores e “seguindo” para usuários externos. Essa restrição impede que estranhos monitorem suas conexões, preservando sua privacidade e aumentando a segurança digital.

Para deixar o Instagram privado, é necessário ir ao menu “Configurações e privacidade” e abrir a opção “Privacidade da conta”. Em seguida, basta acionar a chave “Conta privada” para impedir que outras pessoas vejam seu perfil e ocultar os seguidores e seguindo.

Print do Instagram mostrando como tornar a conta privada
Tornar a conta do Instagram privada é um dos meios de limitar quem vê a lista de seguidores e “seguindo” (imagem: Lupa Charleaux)

2. Remova o seguidor da sua conta do Instagram

Quando você remove um seguidor do Instagram em uma conta privada, você revoga o acesso dessa pessoa às suas postagens e Stories permanentemente. Essa ação também oculta suas atividades e lista de contatos apenas para o usuário específico excluído.

Para remover um seguidor do Instagram, abra seu perfil e toque em “Seguidores”. Após localizar o usuário, toque no botão “Remover” ou “X” para excluí-lo da lista e depois confirme a ação.

Importante: essa estratégia só funciona completamente se seu perfil estiver definido como privado nas opções de privacidade do Instagram. Em contas públicas, qualquer pessoa ainda poderá visualizar quem você segue, independentemente de estar ou não na sua lista.

Print do Instagram mostrando como remover um seguidor
A conta privada do Instagran permite remover os usuários que você não deseja compartilhar as atividades (imagem: Lupa Charleaux)

3. Bloqueie um seguidor do Instagram

O bloqueio de um seguidor do Instagram impede totalmente que ele visualize suas listas de seguidores e seguindo. Essa medida drástica é definitiva, removendo qualquer acesso da pessoa bloqueada ao seu perfil, publicações ou interações anteriores.

Para bloquear uma pessoa no Instagram, acesse o perfil dela e toque no ícone de três pontos no canto superior direito da tela. Selecione “Bloquear”, escolha se deseja restringir contas vinculadas e confirme a ação para aplicar a restrição imediatamente.

Print do Instagram mostrando como bloquear um usuário
É possível bloquear um usuário pelo perfil dele no Instagram (imagem: Lupa Charleaux)

Por que não consigo ocultar meus seguidores no Instagram?

O Instagram não tem um recurso nativo para esconder seguidores, vinculando essa privacidade ao status da conta. A lista é acessível a qualquer usuário em perfis públicos, enquanto apenas seguidores aprovados podem visualizá-la em contas privadas.

Como não há controles para ocultar as informações de usuários específicos, ativar a conta privada é um dos meios de limitar quem vê suas conexões. Assim, dá para impedir que uma pessoa veja a lista removendo-a dos seguidores ou bloqueando-a individualmente.

Posso esconder minha lista de seguidores de todas as pessoas do Instagram?

Não, o Instagram não permite ocultar nativamente sua lista de seguidores para todos os usuários da rede social. Mesmo em contas privadas, os seguidores aprovados sempre manterão a visibilidade total da lista, sendo impossível restringir o acesso de forma geral.

Tem como ocultar a lista de seguidores sem deixar o Instagram privado?

Não é possível ocultar a lista de seguidores no Instagram sem tornar a conta privada, pois essa visibilidade está vinculada ao status da conta. Caso queira restringir usuários sem fechar o perfil, a única alternativa é bloqueá-los manualmente.

Como ocultar sua lista de seguidores e “seguindo” no Instagram

Conheça os truques para ocultar a lista de seguidores e seguindo (imagem: Lupa Charleaux)

Tornar a conta do Instagram privada é um dos meios de limitar quem vê a lista de seguidores e "seguindo" (imagem: Lupa Charleaux)

A conta privada do Instagran permite remover os usuários que você não deseja compartilhar as atividades (imagem: Lupa Charleaux)

É possível bloquear um usuário pelo perfil dele no Instagram (imagem: Lupa Charleaux)

Como excluir uma conta do Telegram

23 de Janeiro de 2026, 14:35
Imagem mostra celular exibindo a tela de exclusão da conta do Telegram
Veja o passo a passo para excluir uma conta do Telegram via link, Android ou iPhone (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

O Telegram oferece diferentes formas de apagar a conta do mensageiro. O método mais rápido é usar o portal oficial no navegador, inserindo o número do telefone e o código recebido no aplicativo para deletar a conta pelo link imediatamente.

No Android, a exclusão ocorre via autodestruição, onde a pessoa define um período de inatividade nas configurações de segurança para o perfil expirar. Já no iPhone (iOS), o sistema permite escolher entre o cronômetro de inatividade ou a exclusão instantânea.

É essencial saber que apagar a conta do Telegram é uma ação que exclui permanentemente todas as mensagens, grupos e contatos salvos na nuvem da plataforma. Por ser um processo irreversível, certifique-se de salvar arquivos importantes antes de confirmar a limpeza total dos dados e privacidade.

A seguir, veja o passo a passo para apagar a conta do Telegram pelo link, Android ou iPhone.

Índice

Como excluir a conta do Telegram pelo link

1. Acesse a página de exclusão de conta do Telegram

Abra o navegador de internet no computador ou celular e acesse my.telegram.org/auth. Essa é a página oficial do Telegram para a exclusão da conta ou gerenciamento do aplicativo.

Acessando a página oficial de exclusão do Telegram
Acessando a página oficial de exclusão do Telegram (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

2. Informe o número do telefone do Telegram

No campo “Your Phone Number”, digite o número do telefone vinculado a conta do Telegram usando o formato internacional completo (ex: +55 11 99999-9999). Então, clique em “Next” para avançar.

Informando o número de telefone vinculado a conta do Telegram
Informando o número de telefone vinculado a conta do Telegram (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

3. Insira o código de verificação do Telegram

No campo “Confirmation code”, insira o código de verificação enviado no aplicativo do Telegram no celular. Depois, clique em “Sign In”.

Inserindo o código de confirmação
Inserindo o código de confirmação (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

4. Selecione “Delete Account”

Na próxima tela, clique em “Delete account” para ver a opção para a exclusão definitiva da conta do Telegram.

Abrindo a opção "Delete account"
Abrindo a opção “Delete account” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

5. Confirme a exclusão da conta

Se desejar, preencha o campo “Why are you leaving?” informando o motivo pelo qual você está encerrando a conta do Telegram. Em seguida, clique em “Delete My Account” para confirmar a ação.

Confirmando a exclusão da conta do Telegram
Confirmando a exclusão da conta do Telegram (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Como apagar a conta do Telegram pelo Android

1. Acesse as configurações do Telegram

Abra o aplicativo do Telegram no celular Android e toque no ícone de três riscos, no canto superior esquerdo da tela. Em seguida, selecione a opção “Configurações” para avançar.

Acessando as configurações do Telegram no Android
Acessando as configurações do Telegram no Android (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

2. Abra o menu “Privacidade e Segurança”

Na seção “Configurações”, toque em “Privacidade e Segurança” para ver mais opções.

Abrindo o menu "Privacidade e Segurança"
Abrindo o menu “Privacidade e Segurança” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

3. Toque em “Apagar minha conta” do Telegram

Desça a tela até encontrar a seção “Apagar minha conta” e toque na opção “Se inativa por”.

Selecionando a opção "Se inativa por"
Selecionando a opção “Se inativa por” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

4. Defina o período para a autodestruição da conta

Selecione o período de inatividade para a autodestruição da conta. Ao ativar essa opção, o perfil será excluído, incluindo mensagens e contatos, após a data selecionada.

Importante: após definir o cronômetro para a autodestruição, você não poderá mais abrir o app ou acessar o Telegram. Caso contrário, a contagem será reiniciada.

Definindo o tempo para a autodestruição da conta do Telegram
Definindo o tempo para a autodestruição da conta do Telegram (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Como apagar a conta do Telegram pelo iPhone (iOS)

1. Abra as configurações do Telegram no iPhone

Abra o aplicativo do Telegram no iPhone e toque em “Configurações”, ícone de engrenagem na parte inferior da tela.

Abrindo as configurações do Telegram no iPhone
Abrindo as configurações do Telegram no iPhone (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

2. Acesse o menu “Privacidade e Segurança”

Desça a página de configurações até encontrar a opção “Privacidade e Segurança” e toque nela para ver mais recursos.

Acessando o menu "Privacidade e segurança"
Acessando o menu “Privacidade e segurança” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

3. Toque em “Se Inativo por”

Role a tela até encontrar a seção “Apagar minha conta automaticamente”. Então, toque em “Se Inativo por” para ver as opções para excluir o Telegram.

Abrindo a opção "Se inativo por"
Abrindo a opção “Se inativo por” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

4. Escolha o método “Autodestruição” ou “Apagar Conta Agora”

Defina o método para excluir sua conta no Telegram:

  • Autodestruição: escolha o período de 1 mês a 24 meses para a conta ser excluída se não houver inatividade. Dessa forma, o perfil, mensagens e contatos serão automaticamente deletados após o prazo estabelecido;
  • “Apagar Conta Agora”: seguir com o procedimento para excluir a conta imediatamente.

Importante: caso escolha o método de autodestruição, basta selecionar o tempo de inatividade, fechar o app e não acessar mais o Telegram no celular ou computador. Se optar por “Apagar Conta Agora”, continue o guia para ver os próximos passos.

Escolhendo o tempo para autodestruição ou a exclusão imediata da conta do Telegram
Escolhendo o tempo para autodestruição ou a exclusão imediata da conta do Telegram (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

5. Toque em “Apagar Minha Conta”

Desça a tela “Alternativas” até o final e toque no botão “Apagar Minha Conta” para iniciar o processo de exclusão imediata do perfil no mensageiro.

Selecionando a opção "Apagar Minha Conta"
Selecionando a opção “Apagar Minha Conta” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

6. Continue o processo de exclusão da conta

Nas próximas telas, toque em “Continuar” para avançar no processo para deletar a conta do Telegram.

Avançando no processo de excluir conta do Telegram
Avançando no processo de excluir conta do Telegram (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

7. Informe o número do telefone do Telegram

Insira o número cadastrado no Telegram, incluindo o DDD, e toque em “Continuar” para avançar.

Informando o telefone vinculado a conta do Telegram
Informando o telefone vinculado a conta do Telegram (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

8. Confirme a exclusão do Telegram

Na janela pop-up, toque no botão “Apagar Minha Conta” para confirmar a ação. Então, todas as mensagens, contatos e mídias serão excluídas imediatamente.

Confirmando a exclusão da conta do Telegram
Confirmando a exclusão da conta do Telegram (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Em vídeo: como excluir a conta do Telegram 📺

O que acontece ao excluir uma conta do Telegram?

Estas são as ações que ocorrem ao excluir uma conta do Telegram:

  • Exclusão permanente de dados: todas as mensagens, mídias e contatos são apagados permanentemente dos servidores. Não há suporte para recuperação de arquivos ou do histórico após a confirmação;
  • Anonimização do perfil: o nome, foto e username da pessoa desaparecem para todos os contatos. As conversas antigas exibirão apenas o nome “Conta Deletada” e ninguém poderá enviar novas mensagens;
  • Desligamento de comunidade: a pessoa é removida instantaneamente de todos os grupos e canais privados. Os membros restantes verão a sinalização de que o perfil deixou de existir na lista de participantes;
  • Abandono de conteúdos autorais: canais ou grupos criados pelo usuário inativo continuam ativos, mas ficam sem um proprietário definido. Caso a pessoa seja o único administrador, um novo membro pode assumir o controle total;
  • Restrição de reentrada: o Telegram pode impôr um intervalo de alguns dias antes de permitir o uso do mesmo número para um novo registro. Ao retornar, a conta será tratada como um novo perfil, sem qualquer dado anterior.

Por que não consigo excluir a conta do Telegram?

Existem alguns pontos que podem impedir a exclusão da conta Telegram. Os mais comuns são:

  • Uso incorreto do código de confirmação: o código de exclusão é enviado exclusivamente pelo chat interno do Telegram, e não por SMS. Também verifique se está digitando a combinação exata respeitando letras maiúsculas e minúsculas;
  • Formatação do número de telefone: o sistema exige o formato internacional completo (ex: +55 11 99999-9999) para solicitar a exclusão. A ausência do sinal de “+” ou do código do país impede o reconhecimento da conta pelo servidor;
  • Bloqueios de segurança temporários: tentativas excessivas de login ou solicitações repetidas de exclusão podem gerar bloqueios. Nesses casos, o sistema suspende ações críticas por 24 ou 48 horas por questões de segurança;
  • Interferência de rede ou VPN: ferramentas de VPN ou firewalls podem bloquear o acesso à página oficial de desativação. Tente realizar o procedimento por meio de uma conexão de rede estável e sem filtros;
  • Redefinição do timer de autodestruição: se a conta está programada para ser excluída por inatividade, cada novo login reinicia o cronômetro e interrompe o processo de encerramento automático;
  • Restrições por violações de termos: contas denunciadas ou limitadas por spam podem ter funções de gerenciamento restritas. Nessas situações, a exclusão manual pode ser bloqueada até que a análise do suporte seja concluída.

Por que o código do Telegram não chega ao excluir a conta?

Alguns cenários podem impedir que o código do Telegram seja enviado para o usuário. Por exemplo:

  • Entrega no chat interno: o código é enviado como uma mensagem no próprio app do Telegram em vez de SMS, fazendo muitos usuários esperarem por um canal de entrega errado;
  • Formatação do DDI e DDD: o sistema exige o uso do prefixo internacional – +55 para o Brasil – e o código de área. Sem o sinal de “+” ou com dígitos extras, o servidor descarta a solicitação;
  • Bloqueio por excesso de tentativas: muitas tentativas geram um bloqueio temporário por segurança. Nesses casos, o sistema para de enviar códigos por até 48 horas para evitar invasões;
  • Sessões inativas ou instáveis: se você não estiver logado em nenhum dispositivo ou houver interferências de VPNs e filtros de rede, a notificação interna pode ser bloqueada ou não aparecer.

Quanto tempo demora para excluir a conta do Telegram?

O tempo para excluir uma conta do Telegram depende do método escolhido:

  • Exclusão imediata (via navegador e iOS): ocorre instantaneamente após a confirmação no portal de desativação ou nos ajustes do app para iPhone. Todos os dados são apagados na hora, mas o sistema pode bloquear a criação de uma nova conta com o mesmo número por alguns dias;
  • Autodestruição programada (configurações do app): a conta é deletada automaticamente após um período de inatividade que varia entre 1 mês a 24 meses. O cronômetro é reiniciado sempre que a pessoa abre o app, exigindo ausência total para que o processo se complete.

É possível recuperar uma conta do Telegram excluída?

A exclusão de uma conta do Telegram é irreversível, pois o processo de encerramento ocorre imediatamente nos servidores. Não existe suporte oficial ou ferramentas de terceiros que recuperem os dados após a confirmação definitiva da exclusão.

Caso a conta seja deletada por inatividade (autodestruição), basta realizar um novo cadastro, mas as conversas antigas não estarão disponíveis. Se o usuário foi banido do Telegram por engano, a única alternativa é conectar o suporte para solicitar uma revisão.

Se eu excluir o Telegram, posso criar outra conta com o mesmo número?

Sim, dá para criar outra conta do Telegram com o mesmo número após a exclusão definitiva do perfil anterior. Contudo, o sistema pode exigir um intervalo de dias de espera por questões de segurança.

Para voltar a usar o mensageiro, basta reinstalar o aplicativo e realizar a verificação padrão via SMS. No entanto, a conta será totalmente nova, sem histórico de mensagens, grupos ou contatos salvos anteriormente.

Como excluir uma conta do Telegram

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Excluir a conta do Telegram é uma forma de remover todas as mensagens, mídias e contatos do usuário dos servidores do mensageiro, encerrando o vínculo com a plataforma

Veja o passo a passo para excluir uma conta do Telegram via link, Android ou iPhone (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Acessando a página oficial de exclusão do Telegram (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Informando o número de telefone vinculado a conta do Telegram (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Inserindo o código de confirmação (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Abrindo a opção "Delete account" (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Confirmando a exclusão da conta do Telegram (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Acessando as configurações do Telegram no Android (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Abrindo o menu "Privacidade e Segurança" (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Selecionando a opção "Se inativa por" (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Definindo o tempo para a autodestruição da conta do Telegram (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Abrindo as configurações do Telegram no iPhone (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Acessando o menu "Privacidade e segurança" (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Abrindo a opção "Se inativo por" (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Escolhendo o tempo para autodestruição ou a exclusão imediata da conta do Telegram (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Selecionando a opção "Apagar Minha Conta" (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Avançando no processo de excluir conta do Telegram (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Informando o telefone vinculado a conta do Telegram (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Confirmando a exclusão da conta do Telegram (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Óculos smart viram instrumento de provocação nas redes

22 de Janeiro de 2026, 16:18
Imagem mostra várias capturas de tela de vídeos virais feitos com smart glasses
Óculos inteligentes viram ferramenta de provocações nas redes sociais (imagem: reprodução)
Resumo
  • Óculos inteligentes, como o Ray-Ban Meta, são usados para gravar conteúdos sem consentimento, que viralizam no TikTok e Instagram.
  • As imagens mostram pegadinhas, abordagens forçadas e situações de desconforto em locais públicos.
  • Nos EUA, onde os vídeos virais foram registrados, esse tipo de gravação em espaços públicos é permitida, limitando a responsabilização legal.

Vídeos de provocações e interações constrangedoras gravados sem o conhecimento de terceiros começaram a repercutir nas redes sociais. As imagens são captadas por câmeras embutidas em óculos inteligentes e circulam sobretudo no Instagram e no TikTok, onde acumulam milhões de visualizações.

O tema ganhou força meses após o lançamento da segunda geração dos Ray-Ban Meta. O dispositivo chegou ao Brasil em setembro, por R$ 3.299, com a proposta de ampliar a experiência digital no dia a dia.

Conteúdo viral sem consentimento

De acordo com o levantamento da Mashable, criadores de conteúdo têm explorado a capacidade de gravação quase imperceptível dos smart glasses para produzir vídeos de “pegadinhas”, abordagens forçadas e situações de desconforto em locais públicos.

Parte desses conteúdos envolve assédio a mulheres, provocações a trabalhadores do setor de serviços e até encenações ofensivas, com criadores fingindo pertencer a grupos vulneráveis apenas para provocar reações.

A lógica é simples: ir a um espaço público e gerar uma situação propositalmente estranha para capturar reações espontâneas. O problema é que o consentimento não faz parte da equação. Muitas das pessoas gravadas só descobrem que participaram de um vídeo após ele já ter alcançado milhares de visualizações.

Há também casos mais graves, com perfis que registram imagens com conotação sexual ou exploratória, frequentemente direcionadas a mulheres, e que depois monetizam o material em outras plataformas. A Meta informou que desativou algumas dessas contas por violação de políticas internas.

Legislação brasileira é mais rigorosa

Nos Estados Unidos, onde os virais foram registrados, a legislação permite esse tipo de gravação em espaços públicos. Isso limita as possibilidades de responsabilização legal, mesmo quando o conteúdo gera constrangimento ou exploração.

Já no Brasil, a legislação sobre o tema é mais rigorosa. Conforme o artigo 20 do Código Civil, a exposição da imagem de uma pessoa sem autorização é proibida, especialmente se ela for utilizada para fins comerciais ou se atingir a “honra e a boa fama” da pessoa. Aqui, esse tipo de conduta pode gerar um processo por danos morais.

Entenda como funciona o Meta Ray-Ban Display

Óculos smart viram instrumento de provocação nas redes

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Conteúdos gravados sem consentimento com smart glasses, como o Ray-Ban Meta, viralizam no TikTok e Instagram. Imagens acumulam milhões de visualizações.

Galaxy Tab S11 tem 23% OFF em até 10x sem juros em oferta no Mercado Livre

22 de Janeiro de 2026, 10:35

Prós
  • Tela AMOLED de 11″ com taxa de 120 Hz e HDR10+
  • Chip Dimensity 9400+ e 12 GB de RAM
  • Corpo fino e resistência IP68
  • Inclui caneta S Pen redesenhada
  • Atualizações Android até 2032
Contras
  • Não vem com carregador, apenas cabo USB-C
  • Sem suporte a NFC
Parcelado
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Que tal começar 2026 com um tablet novinho? Pois saiba que o Samsung Galaxy Tab 11 está saindo por R$ 5.399 no Mercado Livre, um desconto de 23% sobre o preço de lançamento. Para completar, o produto pode ser parcelado em até dez vezes sem juros.

Aqui, estamos falando da versão que traz 256 GB de armazenamento interno, 12 GB de memória RAM e conectividade Wi-Fi, que foi lançada no Brasil por R$ 6.999. O valor promocional de R$ 5.393 pode ser alcançado aplicando o cupom de 5% de desconto das Casas Bahia — a loja tem uma página oficial no Mercado Livre, o cupom aparece por lá.

Mas o que o Galaxy Tab 11 tem de especial?

O principal atributo do Samsung Galaxy Tab 11 é a sua tela de 11 polegadas com tecnologia AMOLED Dinâmico 2X. O componente oferece ainda nível médio de brilho de 1.000 nits com pico de 1.600 nits, além de uma taxa de atualização de 120 Hz que dá mais fluidez para jogos.

Na traseira, nos deparamos com uma câmera de 13 megapixels (há outra de 12 megapixels na frente), e com um acabamento sóbrio e robusto. Sobre este último aspecto, convém destacar que o tablet tem estrutura em Armor Aluminio e certificado IP68 para maior resistência contra água e poeira.

Galaxy Tab S11
Galaxy Tab S11 (imagem: divulgação/Samsung)

Internamente, o Galaxy Tab 11 se destaca por trabalhar com o Mediatek Dimensity 9400+, chip octa-core habilitado para executar tarefas de inteligência artificial. Já a bateria tem 8.400 mAh, capacidade que permite até 18 horas de reprodução de vídeo com uma carga completa, para você ter ideia.

Por sua vez, o sistema operacional é o Android 16, que oferece até sete anos de atualização de versão.

Vale destacar também que o tablet da Samsung é acompanhado da caneta S Pen e de uma capa com teclado embutido que transforma o dispositivo em notebook.

Com base em tudo isso, levar o Galaxy Tab 11 de 256 GB por R$ 5.399 no Mercado Livre é uma oportunidade e tanto. Aproveite!

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Galaxy Tab S11 tem 23% OFF em até 10x sem juros em oferta no Mercado Livre

Galaxy Tab S11 (imagem: Divulgação)

Motorola Edge 60 Fusion (256 GB) tem mais de 40% OFF em oferta com cupom

20 de Janeiro de 2026, 16:22

Prós
  • Câmera principal Sony Litia 700C de 50 MP
  • Bateria de 5.200 mAh com bastante autonomia
  • Primeiro smartphone com Moto AI desde o lançamento
  • Certificações IP68 e IP69
Contras
  • Apenas três anos de atualizações
PIX Cupom
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O Motorola Edge 60 Fusion de 256 GB está saindo por apenas R$ 1.747,40 no Pix com o cupom CUPOMPRAVC no Mercado Livre. A oferta representa um desconto de 42% em relação ao lançamento (R$ 2.999) do celular custo-benefício da Motorola. Na ficha técnica, se destacam a RAM de 8 GB e a tela POLED de 120 Hz.

Motorola Edge 60 Fusion é celular custo-benefício com RAM de 8 GB

Pessoa segurando um smartphone Motorola Edge 60 Fusion enquanto assiste a um filme romântico.
Tela de 6,7 polegadas tem fidelidade de cores certificada pela Pantone (imagem: divulgação)

O desempenho do Motorola Edge 60 Fusion é sustentado por 8 GB de RAM e pelo chip MediaTek Dimensity 7300 em 4 nm, que mantém estabilidade em multitarefa, apps pesados e jogos populares. Essa combinação garante fluidez no uso diário e posiciona o smartphone com custo-benefício elevado dentro da faixa intermediária.

Já a tela usa painel POLED de 6,67 polegadas com resolução de 1.220 x 2.12 pixels e taxa de atualização de 120 Hz, o que garante imagens nítidas e rolagem suave. O brilho de até 1.500 nits em HBM facilita a leitura sob luz intensa, enquanto o suporte a HDR10+ melhora contraste e fidelidade de cores em vídeos e jogos.

A construção combina vidro Gorilla Glass 7i na frente e traseira em polímero de silicone, com certificações IP68/IP69 contra água e poeira. O Android 15 está presente de fábrica, com promessa de até 3 atualizações principais do sistema, estendendo a vida útil do software.

Traseira rosa do Edge 60 Fusion
Motorola Edge 60 Fusion (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

O conjunto de câmeras traz sensor principal de 50 MP com OIS, ultrawide de 13 MP com foco automático e câmera frontal de 32 MP. E a bateria de 5.200 mAh se destaca pelo carregamento rápido de até 68 W. Com isso, você poderá carregar o celular rapidamente para passar o dia longe das tomadas e registrar fotos e vídeos nas férias.

Por fim, o Motorola Edge 60 Fusion conta com conectividade 5G, Bluetooth 5.4 e armazenamento de 256 GB com possibilidade de expansão via cartão microSD no modelo em oferta, que sai por apenas R$ 1.747 no Pix no Mercado Livre aplicando o cupom CUPOMPRAVC.

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Motorola Edge 60 Fusion (256 GB) tem mais de 40% OFF em oferta com cupom

Motorola Edge 60 Fusion (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Data centers de IA vão consumir 70% dos chips de memória

19 de Janeiro de 2026, 10:52
Diversos pentes de memória RAM
Data centers de IA vão consumir 70% dos chips de memória (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)
Resumo
  • Data centers de IA devem demandar 70% dos chips de memória produzidos em 2026, gerando escassez;
  • Problema da escassez afeta memórias RAM, SSDs e até discos rígidos, impactando produção de eletrônicos e elevando custos;
  • Micron prevê que crise no mercado de memórias durará até 2028.

A demanda por memórias realmente está maior do que a oferta, cenário que resulta em dificuldade de aquisição desse tipo de componente e, principalmente, em preços elevados. Alimentando essa situação de escassez estão as aplicações de IA, que exigirão até 70% da produção de chips de memória em 2026.

É o que aponta o Wall Street Journal. Trata-se de uma estimativa que preocupa, mas, a essa altura, já não surpreende: o número de aplicações de inteligência artificial cresce em um ritmo tão acelerado que as empresas do setor estão investindo cada vez mais na construção de data centers para executá-las.

O efeito disso é a escassez não só de memórias RAM, mas também de chips de SSDs e até de discos rígidos.

Mas, sim, a situação é mais crítica no segmento de memória RAM. Esse tipo de componente não equipa somente computadores e celulares. TVs, dispositivos vestíveis, alto-falantes inteligentes e sistemas automotivos, por exemplo, também demandam esse tipo de componente. Logo, todo o setor de eletroeletrônicos pode ser impactado por preços mais altos.

Não é só uma questão de repassar os custos com memórias RAM para os consumidores. A escassez de chips também atrasa a produção de equipamentos eletrônicos, aumentando o risco de determinados produtos também ficarem escassos nas prateleiras. Quando isso acontece, não raramente, esses produtos ficam mais caros.

Tem mais. É comum que equipamentos eletrônicos utilizem tecnologias de memória mais antigas, que tendem a ser mais baratas. O problema é que os fabricantes priorizam a produção de memórias mais modernas, como DDR5 e HBM, que oferecem margens de lucro maiores, movimento que também contribui para a crise.

Novamente, não há surpresa aqui: aplicações de IA demandam tanto desempenho que a infraestrutura destinada a elas requer justamente tecnologias de memória RAM mais sofisticadas.

Ilustração que mostra um celular e um notebook ao lado de uma moeda para representar um aumento de preços desses produtos
Escassez de memória deve aumentar preços de eletrônicos (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O Wall Street Journal não exagera, portanto, ao sinalizar que estamos diante de um cenário cuja gravidade pode ser comparada aos atrasos de produção no período da pandemia de covid-19.

Consequência: o mercado viu os preços de memórias dispararem 50% somente no último trimestre do ano passado. O setor de semicondutores fechou 2025 com lucro recorde. A Counterpoint Research estima que haverá um aumento adicional entre 40% e 50% nos preços até o fim do primeiro trimestre de 2026.

Micron prevê que crise da memória durará até 2028

Três companhias respondem por mais de 90% da produção atual de chips de memória RAM: SK Hynix, Samsung e Micron. Esta última revelou, recentemente, que os preços das memórias não devem melhorar antes de 2028.

A solução para o problema passa pelo aumento de produção. Para tanto, Micron e outras empresas do setor estão investindo em novas fábricas de memórias. Mas aí vem um novo problema: leva tempo para essas unidades serem construídas e entrarem em operação.

Data centers de IA vão consumir 70% dos chips de memória

Memórias RAM (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Aumento de preço da memória RAM (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Galaxy S24 FE tem oferta com 50% OFF por até 12x sem juros no AliExpress

15 de Janeiro de 2026, 13:39

Oferta encerrada 🙁
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O Galaxy S24 FE de 128 GB está saindo por apenas R$ 2.165,20 com cupom AEBR8 em até 12x sem juros no AliExpress. A oferta representa um desconto de 50% em relação ao preço de lançamento do celular (R$ 4.299). E a ficha técnica traz como destaque a RAM de 8 GB e o jogo de câmeras avançado.

Galaxy S24 FE traz bom desempenho e câmera de 50 MP

Galaxy S24 FE e sua caixa
Samsung comercializa Galaxy S24 FE em versões de 256 GB e 512GB (Imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

O desempenho é sustentado pelo processador Exynos 2400e de 4 nm com CPU de dez núcleos e GPU Xclipse 940. O conjunto mantém fluidez em multitarefa, jogos com gráficos avançados e gravação de vídeo em alta resolução. A memória RAM de 8 GB garante estabilidade em aplicativos pesados e alternância contínua entre tarefas.

Já o conjunto de câmeras inclui sensor principal de 50 MP com estabilização óptica, lente teleobjetiva de 8 MP com zoom óptico de 3× e câmera ultrawide de 12 MP com ângulo de 123°. O sistema grava vídeos em até 8K a 30 fps e oferece HDR, foco automático por detecção de fase e estabilização em fotos e vídeos.

A tela é outro destaque, com painel Dynamic AMOLED 2X de 6,7 polegadas com resolução de 1.080 × 2.340 pixels e taxa de atualização de 120 Hz. O brilho máximo atinge 1.900 nits, favorecendo a visualização em ambientes externos. A proteção Gorilla Glass Victus+ e a densidade de 385 ppi mantêm nitidez e resistência no uso diário.

Celular Galaxy S24 FE apoiado sobre caixa
Galaxy S24 FE versão 256GB / (Imagem: Tecnoblog)

A bateria possui capacidade de 4.700 mAh e suporta recarga com fio de 25 W, carregamento sem fio de 15 W e compartilhamento de energia. A construção inclui vidro Gorilla Glass Victus+ e moldura de alumínio. A certificação IP68 assegura resistência contra poeira e submersão em água por até 30 minutos a 1,5 metro.

Por fim, o Galaxy S24 FE (128 GB) por R$ 2.165 em até 12x com o cupom AEBR8 promete ser atualizado até o Android 21. Esse é um ponto positivo se tratando de um celular lançado no final de 2024, garantindo mais tempo de uso apesar da chegada da nova linha Galaxy S26 esse ano e a presença da linha Galaxy S25 no mercado.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Galaxy S24 FE tem oferta com 50% OFF por até 12x sem juros no AliExpress

Samsung comercializa Galaxy S24 FE em versões de 256 GB e 512GB (Imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Galaxy S24 FE versão 256GB / (Imagem: Tecnoblog)

Últimas horas: Galaxy A36 5G (256 GB) tem 49% OFF com cupom no Mercado Livre

9 de Janeiro de 2026, 19:01

Oferta encerrada 🙁
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O Galaxy A36 de 256 GB está saindo por apenas R$ 1.519 no Pix com o cupom AGORAOUNUNCA no Mercado Livre. A oferta representa um desconto de 49% em relação ao lançamento por R$ 2.999 no ano passado. E o celular da Samsung se destaca pelo custo-benefício, com tela AMOLED de 120 Hz e RAM de 8 GB.

Galaxy A36 tem RAM de 8 GB e tela de 120 Hz

Galaxy A36 foi anunciado em três cores: preto, lavanda e branco (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Galaxy A36 foi anunciado em três cores: preto, lavanda e branco (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O celular oferece ótimo custo-benefício ao combinar tela AMOLED de 6,7 polegadas com 120 Hz, desempenho estável do processador e da RAM, longa autonomia de bateria e política de atualizações de Android por seis versões, garantindo fluidez e suporte de software por vários anos.

O smartphone da Samsung usa o Snapdragon 6 Gen 3 com 8 GB de RAM para rodar aplicativos pesados, multitarefa e jogos populares com fluidez. Com isso, ele deve ser capaz de manter uma resposta rápida na interface e transições suaves, sem engasgos perceptíveis em tarefas diárias e consumo eficiente de energia.

A tela do A36 5G é uma Super AMOLED de 6,7″ com taxa de atualização 120 Hz, resolução 1.080 × 2.340 e brilho alto de até 1.900 nits, o que resulta em cores vibrantes, contraste profundo e rolagem suave, melhorando visualização ao ar livre e responsividade em jogos e vídeos, sem comprometer a autonomia.

Galaxy A36 foi anunciado em três cores: preto, lavanda e branco (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Galaxy A36 foi anunciado em três cores: preto, lavanda e branco (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

A bateria tem 5.000 mAh e suporta carga de 45 W, o que garante autonomia prolongada em uso misto e permite recuperar mais da metade da carga rapidamente. Já as câmeras incluem sensor principal com 50 MP e OIS, ultrawide e macro, além de selfie de 12 MP, para fotos versáteis.

A construção do Galaxy A36 5G (por R$ 1.519 no Pix com o cupom AGORAOUNUNCA no Mercado Livre) combina vidro com proteção IP67, que garante resistência à água e poeira em uso cotidiano. Na conectividade, o smartphone oferece 5G, Wi-Fi 6, Bluetooth 5.4 e NFC.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Últimas horas: Galaxy A36 5G (256 GB) tem 49% OFF com cupom no Mercado Livre

Galaxy A36 foi anunciado em três cores: preto, lavanda e branco (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Galaxy A36 foi anunciado em três cores: preto, lavanda e branco (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Bug no Instagram gerou alertas de senha alterada

9 de Janeiro de 2026, 16:40
Ilustração mostrando o logotipo do Instagram trêmulo
Instagram enviou mensagem de alteração de senha para os usuários (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Usuários do Instagram receberam e-mails de recuperação ou alteração de senha sem solicitação.
  • Meta confirmou que uma falha permitiu que terceiros solicitassem e-mails de redefinição de senha.
  • A plataforma também afirma que não houve violação dos seus sistemas e que as contas permanecem seguras.

A Meta confirmou ao Tecnoblog que uma falha permitiu o envio de e-mails de redefinição de senha para usuários do Instagram. Nas redes sociais, perfis relataram o recebimento de mensagens de recuperação ou alteração de senha sem terem solicitado.

Segundo a Meta, as “pessoas podem ignorar esses e-mails”. As queixas se acumularam no X/Twitter, indicando que o problema afetou diferentes tipos de contas, com as buscas por “security@mail.instagram.com” crescendo mais de 900% no Google Trends.

Aqui no Tecnoblog, também recebemos e-mails do mesmo tipo, enviadas por canais oficiais da plataforma. O Instagram afirma que não houve violação dos sistemas e que as contas “permanecem seguras”.

Captura de tela exibe um email do Instagram sobre alteração de senha.
Mensagem afirma que a senha da conta foi alterada (imagem: Caio Hansen/Tecnoblog)

Atualização em 12/01

A Meta respondeu nossa solicitação e confirmou a falha.

“Corrigimos um problema que permitia que terceiros solicitassem e-mails de redefinição de senha para alguns usuários do Instagram. Queremos tranquilizar a todos de que não houve violação em nossos sistemas e as contas do Instagram permanecem seguras. As pessoas podem ignorar esses e-mails e pedimos desculpas por qualquer confusão que isso possa ter causado.”

– Porta-voz da Meta

Captura de tela exibe um post no X/Twitter relatam o recebimento de email do Instagram sobre alteraçãod e senha.
E-mails chegaram a diferentes tipos de contas (imagem: Bruno Andrade/Tecnoblog)
Captura de tela exibe um post no X/Twitter relatam o recebimento de email do Instagram sobre alteraçãod e senha.
Relatos se espalham no X (imagem: Bruno Andrade/Tecnoblog)
Captura de tela exibe um post no X/Twitter relatam o recebimento de email do Instagram sobre alteraçãod e senha.
Quantidade de mensagens indicou falha interna (imagem: Bruno Andrade/Tecnoblog)

Bug no Instagram gerou alertas de senha alterada

Instagram fora do ar (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

Escassez de memória RAM leva fabricantes a lucros recordes

9 de Janeiro de 2026, 15:06
Preço de kits DDR5 de 32 GB saltou para mais de R$ 3.200 no Brasil (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • A escassez de RAM impulsionou lucros recordes para as principais fabricantes de memória no mundo.
  • No Brasil, o preço de kits de 32 GB de memória RAM aumentou até 270% em menos de seis meses, devido à alta demanda de IA e custos de importação.
  • A previsão é que o preço médio da memória RAM suba até 33% em 2026, com a escassez persistindo.

O mercado global de semicondutores fechou 2025 com o preço nas alturas. A pressão veio da oferta restrita de componentes e, sobretudo, da escassez de RAM impulsionada pela demanda da indústria de IA. As principais fabricantes de memória, porém, comemoram: os resultados financeiros das empresas superam marcas históricas.

A Samsung Electronics, líder mundial no segmento, divulgou um lucro operacional estimado entre 19,9 e 20,1 trilhões de won coreanos (aproximadamente R$ 74,3 bilhões) para o quarto trimestre de 2025.

O salto é significativo quando comparado ao mesmo período de 2024, momento em que a empresa registrou 6,4 trilhões de won (R$ 24 bilhões). O resultado foi tão positivo que a Samsung ofereceu aos funcionários, como bônus de desempenho, cerca de 43% e 48% dos salários anuais.

A tendência de valorização não se restringe à Samsung. A SK Hynix reportou seu “melhor desempenho trimestral de todos os tempos” no terceiro trimestre de 2025. Com lucro operacional de 11,3 trilhões de won (cerca de R$ 41,8 bilhões), a fabricante atribuiu o sucesso ao aumento nos investimentos em infraestrutura de IA.

Já a Micron, que recentemente optou por deixar de vender memórias diretamente para o consumidor final para focar no fornecimento a outras empresas (B2B), está colhendo frutos da crise. O lucro líquido da companhia subiu de US$ 1,8 bilhão (R$ 10 bilhões) no início de 2025 para US$ 5,2 bilhões (R$ 28,1 bilhões) — o maior fluxo de caixa livre da história da empresa, segundo o CEO Sanjay Mehrotra.

Por que os preços da memória RAM subiram tanto?

Diversos pentes de memória RAM
Fábricas priorizam atender demanda de servidores de IA (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

No varejo brasileiro, a leitura desses relatórios financeiros bilionários é acompanhada por um choque de realidade. Enquanto no mercado internacional o preço de um kit de 32 GB de DDR5-6000 subiu para cerca de US$ 340 (R$ 1.825) em janeiro de 2026, o impacto por aqui foi multiplicado pelo câmbio e taxas de importação.

Em agosto de 2025, um kit de entrada de 32 GB DDR5 podia ser encontrado em lojas nacionais por aproximadamente R$ 850. Atualmente, o mesmo produto não sai por menos de R$ 3.200 em grandes varejistas — mais de 270% de alta em menos de seis meses.

Essa escalada de preços tem duas causas principais, ambas ligadas à IA generativa. A primeira são projetos colossais como o Stargate, da OpenAI, que demandam volumes massivos de DRAM para servidores. Segundo analistas, essa demanda pode consumir até 40% da produção mundial, deixando o mercado de PCs domésticos com o que resta de estoque.

A segunda causa é técnica. A fabricação de Memória de Alta Largura de Banda (HBM), essencial para as GPUs da Nvidia usadas em data centers, ocupa cerca de três vezes mais espaço em um wafer de silício do que a mesma quantidade de memória DDR5 comum. Como as fabricantes estão priorizando a HBM devido às margens de lucro superiores, a oferta de memórias para consumidores finais foi drasticamente reduzida.

Panorama para 2026

Analistas do Bank of America indicam que o alívio não deve chegar tão cedo. A previsão é que o preço médio de memória RAM suba até 33% ao longo de 2026.

Contudo, o setor permanece atento ao boom da IA. Caso a demanda por serviços de inteligência artificial apresente uma desaceleração, as fabricantes podem enfrentar um novo ciclo de excesso de oferta, similar ao ocorrido em 2023.

Por ora, as empresas trabalham com a expectativa de que a escassez persistirá além de 2026, mantendo os preços — e lucros — em patamares elevados.

Escassez de memória RAM leva fabricantes a lucros recordes

Aumento de preço da memória RAM (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Memórias RAM (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

O que é Meta Platforms? Conheça a dona do Facebook, Instagram e WhatsApp

6 de Janeiro de 2026, 14:31
Ilustração com logo da Meta ao centro. Ao fundo, a imagem de duas mãos com os dedos indicadores se tocando. Na parte inferior direita, está o logo do Tecnoblog.
A Meta Platforms investe em tecnologias de realidade virtual e inteligência artificial, além das redes sociais (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A Meta Platforms é a empresa-mãe que controla um ecossistema de tecnologia social, realidade virtual e inteligência artificial. Ela é o nome corporativo do antigo Facebook Inc., adotado oficialmente em outubro de 2021.

O rebranding ocorreu para refletir o novo foco da companhia no metaverso e em tecnologias imersivas. Além disso, a mudança buscou distanciar a marca de associações negativas e escândalos passados do Facebook.

Atualmente, a Meta Platforms atua como uma holding que gerencia produtos globais como o Facebook, Instagram, WhatsApp, Messenger e Threads. A organização também investe em hardware de realidade virtual através da divisão Reality Labs.

A seguir, saiba a origem do nome Meta e como a empresa mudou de denominação jurídica. Também saiba quais são os produtos e redes sociais que estão sob o guarda-chuva da big tech liderada por Mark Zuckerberg.

O que é Meta Platforms?

A Meta Platforms é a empresa controladora de serviços como Facebook, Instagram e WhatsApp, focada em conectar bilhões de usuários globalmente. A companhia também investe no desenvolvimento de tecnologias imersivas por meio da divisão Reality Labs, visando consolidar a visão estratégica do metaverso.

O que significa Meta?

O nome “Meta” deriva do grego “além” e indica algo autorreferencial, como o conceito de metadados na ciência. Para a empresa, o nome simboliza a transição das redes sociais tradicionais para um ecossistema digital interconectado que integra realidades virtuais e aumentadas.

Segundo Mark Zuckerberg, o nome reflete o foco estratégico na construção do metaverso e de tecnologias imersivas. Sob este novo guarda-chuva, a marca busca liderar futuras interações digitais e o avanço da inteligência artificial.

Ilustração com os ícones de WhatsApp, Instagram e Facebook inseridos numa caixa com a marca da Meta
Meta é dona de WhatsApp, Instagram e Facebook (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Meta e Facebook são a mesma coisa?

Sim, a Meta Platforms é a nova denominação jurídica do Facebook Inc., tratando-se da mesma entidade após um processo de rebranding em 2021. Essa alteração foi exclusivamente nominal e identitária, sem afetar as operações, liderança executiva ou propriedade da empresa.

Quando o Facebook mudou de nome para Meta?

O Facebook Inc. alterou o nome corporativo para Meta Platforms em 28 de outubro de 2021, durante o evento Facebook Connect. A mudança, anunciada por Mark Zuckerberg, visava priorizar o desenvolvimento do metaverso e tecnologias de realidade virtual.

Mark Zuckerberg, cofundador e CEO da Meta
Mark Zuckerberg, cofundador e CEO da Meta, anunciou a mudança do nome em outubro de 2021 (imagem: Reprodução/Meta)

Por que o Facebook virou Meta?

A mudança para Meta reflete a evolução na história do Facebook, redirecionando o foco para a construção do metaverso. Essa estratégia busca liderar a criação de ambientes virtuais imersivos, transcendendo o modelo limitado das redes sociais e aplicativos de mensagens.

O rebranding também serviu para desvincular a imagem corporativa de crises reputacionais e escândalos sobre a privacidade de dados dos usuários. Ao adotar uma nova identidade, a empresa buscou se distanciar das associações negativas ligadas especificamente ao nome Facebook.

Embora a rede social Facebook continue existindo, a mudança destaca o objetivo da marca em criar ecossistemas digitais imersivos para o futuro. A Meta agora se posiciona como uma companhia de tecnologia social focada em novas formas de conexão humana.

Meta
A alteração do nome do Facebook para Meta representa o objetivo da big tech em liderar o metaverso (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O que a Meta Platforms faz?

As empresas da Meta Platforms usam tecnologias para conectar pessoas por meio de redes sociais, publicidade digital e o desenvolvimento do metaverso. Os principais produtos e redes sociais da Meta são:

  • Facebook: principal rede social com bilhões de usuários mensais, focada na construção de comunidades, compartilhamento de atualizações, gestão de eventos e conexões entre grupos de interesse;
  • Messenger: ferramenta de comunicação integrada ao Facebook que permite mensagens de texto, chamadas em grupo e interações automatizadas com empresas;
  • Instagram: plataforma visual para compartilhamento de fotos e vídeos curtos, como Stories e Reels, conectando usuários a criadores de conteúdo e marcas globais;
  • Threads: rede social focada em conversas públicas baseadas em texto e atualizações em tempo real, integrado diretamente ao ecossistema e base de usuários do Instagram;
  • WhatsApp: serviço de mensagens instantâneas com criptografia de ponta a ponta, oferecendo chamadas de voz, vídeo e soluções corporativas como pagamentos e catálogos;
  • Meta AI: assistente de inteligência artificial generativa integrada aos aplicativos da empresa para criação de conteúdo, busca de informações e automação de tarefas;
  • Horizon Worlds: plataforma social de realidade virtual onde os usuários podem explorar, jogar e participar de eventos usando avatares em um ambiente digital;
  • Meta Quest: dispositivos de realidade virtual e mista que lideram a expansão do metaverso por meio de jogos, treinamentos e ambientes de trabalho colaborativo;
  • Ray-Ban Meta: óculos inteligentes que combinam designs clássicos com câmeras e IA para captura de mídia, chamadas e transmissões ao vivo com as mãos livres.
Símbolo da Meta AI ao lado dos logotipos do WhatsApp, Facebook e Instagram
Meta AI funciona no WhatsApp, Messenger, Instagram e Facebook (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Quem é o dono da Meta?

A propriedade da Meta é dividida entre investidores institucionais e individuais, mas o empresário Mark Zuckerberg detém cerca de 13% das ações totais. Ele concentra sozinho mais de 60% do poder de voto por conta de ações de Classe B, garantindo o controle absoluto da empresa dona do Facebook.

Embora grandes grupos como Vanguard e BlackRock possuam a maioria do capital financeiro, a influência estratégica final permanece com Zuckerberg. Essa estrutura de votação assegura que o fundador mantenha a palavra final sobre todas as decisões e diretrizes da companhia.

Qual é o valor de mercado da Meta?

O valor de mercado da Meta é de aproximadamente US$ 1,66 trilhões, segundo dados da Companies Market Cap em janeiro de 2026. Isso coloca a marca na sétima posição entre as mais valiosas do mundo.

Arte com a logomarca da Meta à esquerda e o rosto de Mark Zuckerberg à direita. Na parte inferior direita está a logomarca do Tecnoblog.
Mark Zuckerberg possui controle absoluto sobre a Meta (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Qual é a diferença entre Meta e Facebook?

Meta Platforms é a empresa-mãe que controla um ecossistema focado no metaverso, inteligência artificial e redes sociais. Atua como a entidade jurídica que detém subsidiárias, como o Facebook, Instagram, WhatsApp e Reality Labs.

Facebook Inc. era o antigo nome corporativo da Meta, usado entre 2005 e 2021, quando a marca priorizava apenas a rede social homônima. Atualmente, o termo “Facebook” refere-se exclusivamente ao aplicativo, deixando de representar a estrutura administrativa global.

Qual é a diferença entre Meta e a rede social Facebook?

A Meta Platforms é a holding que gerencia um ecossistema de tecnologia, incluindo hardware de realidade virtual, inteligência artificial e aplicativos globais. Ela atua como a entidade jurídica que sustenta o desenvolvimento de inovações para o futuro da conectividade digital.

O Facebook é uma plataforma de rede social voltada à interação entre usuários por meios de perfis, grupos e compartilhamento de mídia. O aplicativo funciona como um produto individual do grupo Meta, sendo apenas um dos diversos serviços oferecidos pela holding.

O que é Meta Platforms? Conheça a dona do Facebook, Instagram e WhatsApp

Meta (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Meta é dona de WhatsApp, Instagram e Facebook (Ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Mark Zuckerberg, cofundador e CEO da Meta (Imagem: Reprodução/Meta)

Meta (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Meta AI funciona no WhatsApp, Messenger, Instagram e Facebook (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Mark Zuckerberg é fundador e CEO da Meta (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Preços de smartphones e PCs podem subir até 8% em 2026 por crise da RAM

31 de Dezembro de 2025, 11:11
Ilustração mostra moedas, um celular e um notebook, em um gráfico de seta indicando aumento. Na parte inferior direita, o logotipo do "tecnoblog" é visível.
Memória representa até 20% do custo de um smartphone (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Smartphones e PCs devem ficar até 8% mais caros em 2026 devido à crise da RAM, com queda nas vendas de até 5,2% e 8,9%, respectivamente, segundo a IDC.
  • A crise é causada pela construção de data centers de IA, levando a um aumento nos preços de RAM e armazenamento, afetando fabricantes de diferentes maneiras.
  • O mercado de PCs enfrenta desafios adicionais, como o fim do ciclo do Windows 10 e a demanda por AI PCs, com a crise prevista para durar até 2027.

Smartphones e computadores podem ficar, em média, até 8% mais caros em 2026. Enquanto isso, as duas categorias de produtos devem passar por queda nas vendas: o mercado de smartphones pode retrair até 5,2%, e o de computadores, 8,9%. O motivo é a crise da RAM, causada pela construção acelerada de data centers para inteligência artificial.

Esses dados são da consultoria IDC e foram divulgados na terça-feira (30/12), em uma atualização do relatório divulgado em novembro de 2025. Os números citados se referem ao cenário mais pessimista para o ano que vem. A previsão mais otimista ainda vê possibilidade de altas de 3% e 4% nos preços de smartphones e PCs, respectivamente.

Mesmo assim, a contração é praticamente uma certeza: nas projeções mais moderadas, a queda de vendas de smartphones é de 2,9%, e a de PCs, 4,9%.

Como a crise da RAM impacta os smartphones?

A IDC avalia que o preço médio de venda pode subir entre 3% e 5%, em um cenário moderado, e entre 6% e 8%, em um cenário pessimista.

Os preços altos de RAM e armazenamento devem ter impactos variados em diferentes fabricantes. Marcas chinesas, que trabalham com margens de lucro menores, podem ser obrigadas a repassar os custos para clientes.

Traseira do Xiaomi 17 Pro
Marcas chinesas, como a Xiaomi, trabalham com margens menores (imagem: divulgação/Xiaomi)

Já empresas mais voltadas ao mercado premium, como Apple e Samsung, têm mais reservas para atravessar a crise. Mesmo assim, os aparelhos de topo de linha de 2026 não devem trazer mais RAM do que a geração passada.

Qual será o cenário para os PCs?

A consultoria aponta que o mercado de computadores pessoais passa por uma “tempestade perfeita”, já que a crise será agravada por outros fatores. Além da falta e dos altos preços da RAM, o setor vive o fim do ciclo de vida do Windows 10 e o discurso de marketing em torno dos AI PCs, com recursos de inteligência artificial generativa.

A combinação entre demanda aquecida e custos mais altos deve levar a produtos mais caros. O cenário moderado é de uma alta de 4% a 6% no preço médio de venda, enquanto a projeção pessimista é de alta de 6% a 8%.

Notebook Dell prateado sobre mesa branca
Dell já considera aumentar preços (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

A IDC também prevê que grandes marcas devem aumentar seu market share ao longo do ano, já que dispõem de maior capacidade de negociação com fornecedores e estoques maiores de componentes.

Outra questão envolve os AI PCs — a IDC usa a classificação para qualquer computador com uma NPU. Essas máquinas precisam de mais RAM para rodar modelos de IA localmente, sem depender da nuvem. Com os problemas de preços e fornecimento, a oferta de computadores com mais de 16 GB de RAM deve passar por sérias restrições.

Crise deve durar até 2027

A IDC afirma também que a crise de RAM e armazenamento provavelmente chegará a 2027. O ritmo acelerado de construção de data centers fez fabricantes concentrarem a produção nas memórias de alta largura de banda, deixando de lado componentes usados em eletrônicos de consumo.

O documento reforça o que outras consultorias e empresas já vêm dizendo há algum tempo. A Samsung, por exemplo, prevê smartphones até 20% mais caros no Brasil em 2026. Dell e Lenovo, por sua vez, reajustaram contratos no mundo todo.

Já a fabricante de memórias Micron considera que a crise não será resolvida tão cedo, uma vez que a indústria não está disposta a se arriscar para aumentar a capacidade de produção. A consultoria TrendForce, por sua vez, diz que os eletrônicos devem ter especificações técnicas piores no ano que vem.

Preços de smartphones e PCs podem subir até 8% em 2026 por crise da RAM

Aumento de preço da memória RAM (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Modelos Xiaomi 17 Pro e Pro Max têm visor traseiro (imagem: divulgação/Xiaomi)

Novo notebook da linha Dell Premium (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

É fake: telefone fixo da Vivo continua funcionando após 31 de dezembro

31 de Dezembro de 2025, 10:45
Pessoa segura um telefone celular antigo com antena e teclado físico num fundo desfocado em tons de lilás. A tela do aparelho exibe a palavra "vivo" em letras minúsculas. O telefone tem botões numéricos, teclas de função em verde e vermelho e um botão direcional central. A imagem foi criada por inteligência artificial.
Vivo prevê investimentos de R$ 4,5 bilhões (imagem via IA: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Resumo
  • O telefone fixo da Vivo continuará funcionando após 31 de dezembro de 2025, apesar dos boatos.
  • A Vivo migra do regime de concessão para o modelo de autorização, eliminando certas obrigações e investindo R$ 4,5 bilhões em infraestrutura.
  • A infraestrutura de cobre será desativada gradualmente, mas o serviço de voz fixa continuará em regiões sem concorrência até, pelo menos, 2028.

Diversas páginas no Instagram dedicaram as últimas semanas a noticiar falsamente que o telefone fixo da Vivo acaba neste dia 31 de dezembro. De acordo com os boatos, a empresa focaria apenas em telefonia móvel e banda larga por fibra óptica a partir de 2026. Tudo não passa, porém, de um grande mal-entendido sobre as novas regras do setor.

Na verdade, a Vivo (assim como outras prestadoras de telefonia) está passando por uma mudança do ponto de vista regulatório. Em 11 de abril de 2025, a operadora e a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) assinaram um acordo oficializando a migração do regime de concessão para o modelo de autorização. A medida impacta diretamente o Serviço Telefônico Fixo Comutado (STFC) no estado de São Paulo.

Como será o regime de autorização?

Na prática, a mudança significa maior flexibilidade no fornecimento de um serviço que tem caído em desuso. O modelo de autorização remove obrigações pesadas que existiam desde a privatização, em 1998. A migração extingue a necessidade de manter e expandir a infraestrutura de orelhões (Telefones de Uso Público) e a obrigação de universalização, que exigia a instalação de linhas fixas em qualquer localidade, independentemente da viabilidade econômica ou demanda.

Por outro lado, a Vivo assumiu compromissos bilionários para efetivar essa transição. A empresa deverá investir cerca de R$ 4,5 bilhões em obrigações de interesse público. Esse montante será destinado à construção de redes de transporte de alta capacidade (backbone) em regiões desatendidas, além da expansão da cobertura móvel com tecnologia 4G ou superior em rodovias e localidades sem conectividade.

Imagem com fundo claro contendo uma apresentação de resultados da empresa Vivo. No topo, em letras grandes e roxas, lê-se: "A migração para o regime de autorização já está concluída, e os benefícios começam a ser capturados". Abaixo, há seis blocos com informações. O primeiro bloco à esquerda detalha que, em 11 de abril de 2025, Vivo e ANATEL oficializaram a migração para o modelo de autorização para telefonia fixa no estado de São Paulo. O segundo bloco mostra o benefício financeiro com "Cobre", com valor aproximado de "Rbi". O terceiro bloco indica o benefício com "Imóveis", com valor aproximado de "R,5bi". O quarto bloco, intitulado "Próximos Passos", menciona migração tecnológica e investimentos em expansão. O quinto bloco trata de "Economias Recorrentes", com destaque para redução de custos operacionais. O sexto bloco, no canto inferior direito, mostra um gráfico com curva ascendente e o título "Linha do Tempo de Captura dos Benefícios", indicando aceleração dos ganhos até 2028. No canto inferior direito, há a logomarca da Telefônica Vivo.
Slide detalha fim de regime de concessão na Vivo (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Ainda durante a apresentação dos resultados financeiros do primeiro trimestre, a companhia detalhou os próximos passos da mudança em São Paulo:

  • Migração de clientes de voz fixa da rede de cobre para tecnologias modernas, permitindo uma melhoria na qualidade do serviço e a liberação de ativos imobiliários e de infraestrutura.
  • Investimento em projetos nos próximos cinco a dez anos, focados na expansão da cobertura móvel e rede de fibra.
  • Manutenção do serviço de voz fixa em lugares onde a empresa é a operadora de “último recurso” até, pelo menos, 2028.

Qual o impacto para o consumidor final?

Apesar de pouca coisa mudar neste último dia de 2025, é importante notar que a Vivo poderá, no futuro, desligar o serviço de telefonia fixa nas localidades em que houver concorrência ampla. O compromisso assinado com a Anatel prevê a manutenção deste serviço somente nas regiões em que há apenas a Vivo, sem nenhuma outra opção de telefonia cabeada ou competitividade local.

Para o usuário residencial comum, o telefone fixo continua funcionando normalmente via fibra óptica ou rede móvel (WLL), mas a infraestrutura baseada nos antigos fios de cobre será progressivamente desativada. O objetivo é converter o custo de manutenção de uma rede obsoleta em investimentos para o 5G e fibra.

É fake: telefone fixo da Vivo continua funcionando após 31 de dezembro

Vivo prevê investimentos de R$ 4,5 bilhões (imagem via IA: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Slide detalha fim de regime de concessão na Vivo (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Meta compra startup de IA Manus por mais de US$ 2 bilhões

30 de Dezembro de 2025, 11:24
Imagem com fundo preto mostra os logos da Manus AI e da Meta
Meta adiciona Manus ao portfólio (imagem: divulgação)
Resumo
  • Meta adquiriu a startup de IA Manus por mais de US$ 2 bilhões para integrar agentes autônomos em seus produtos.
  • A Manus encerrará operações na China e mudará sua estrutura societária para evitar entraves regulatórios.
  • Há alguns meses, a dona do Facebook também adquiriu 49% da Scale AI.

A Meta, controladora do Facebook, Instagram e WhatsApp, anunciou nessa segunda-feira (29/12) a aquisição da startup de IA Manus. O movimento tem como objetivo evoluir as capacidades do assistente Meta AI e incorporar a tecnologia de agentes de IA — projetados para executar tarefas de forma autônoma — à estrutura de produtos da big tech.

A transação é avaliada em mais de US$ 2 bilhões (cerca de R$ 11 bilhões), segundo fontes ouvidas pelo The Wall Street Journal. Em comunicado oficial, a empresa de Mark Zuckerberg informou que a equipe da startup se juntará ao time de IA da Meta para expandir as capacidades dos agentes, tanto para consumidores finais quanto para clientes empresariais.

A Manus ganhou destaque no mercado global ao desenvolver soluções capazes de realizar fluxos de trabalho completos sem supervisão humana constante. Desde o lançamento de seu primeiro agente no início deste ano, a plataforma afirma ter processado mais de 147 trilhões de tokens e gerado mais de 80 milhões de computadores virtuais.

Para viabilizar o acordo e evitar entraves regulatórios, a estrutura societária da empresa passará por mudanças profundas. À imprensa norte-americana, a Meta afirma que “não haverá mais participação acionária chinesa na Manus AI” após a transação.

A startup também deve encerrar suas operações e serviços na China, rompendo formalmente com o mercado onde construiu parte de sua base tecnológica para se integrar ao ecossistema dos Estados Unidos.

Operação da Manus continua

Logo da Manus AI
Manus deve continuar operando de forma independente, por enquanto (imagem: reprodução/Manus)

Apesar da mudança de controle, a Manus garantiu que seus serviços atuais não serão interrompidos. Em uma postagem no blog oficial da empresa, o CEO Xiao Hong assegura aos clientes que a startup continuará a vender e operar o serviço de assinatura pelos canais existentes.

“Juntar-se à Meta nos permite construir sobre uma base mais forte e sustentável sem mudar como a Manus funciona”, afirmou o executivo. A Manus manterá suas operações baseadas em Singapura. Segundo Xiao, o acordo é uma validação do pioneirismo da empresa no campo dos Agentes de IA Geral e uma oportunidade de escalar a tecnologia para os bilhões de usuários.

Mais um investimento da Meta em IA

A compra da Manus se soma aos reforços de IA pela Meta. Após dificuldades para acelerar o lançamento de novos modelos no início do ano, Mark Zuckerberg passou a priorizar a contratação de pesquisadores e executivos experientes, com pacotes de remuneração elevados, em uma tentativa de acelerar o desenvolvimento interno da área.

Meses atrás, a Meta adquiriu uma participação de 49% na Scale AI. Como parte do acordo, o fundador da startup, Alexandr Wang, assumiu o cargo de Chefe Executivo de IA da companhia.

Meta compra startup de IA Manus por mais de US$ 2 bilhões

Meta compra Manus AI (imagem: divulgação)

(imagem: reprodução/Manus)

76% dos anúncios sobre saúde na Meta são golpe, mostra estudo

22 de Dezembro de 2025, 14:12
Exemplos de publicidades falsas (imagem: reprodução/Globo)
Exemplos de publicidades falsas (imagem: reprodução/Globo)
Resumo

Um estudo da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) acende um alerta sobre o volume de anúncios enganosos relacionados à saúde que circulam no Instagram e no Facebook. A pesquisa analisou quase 170 mil peças publicitárias veiculadas nas plataformas da Meta e concluiu que mais de 76% continham algum tipo de irregularidade ou fraude. O resultado foi apresentado ontem (21) no Fantástico, da Globo.

Dentro desse universo, os pesquisadores avaliaram individualmente pouco mais de 6 mil anúncios e identificaram que cerca de 5 mil eram golpes diretamente ligados à área da saúde. As mensagens seguem um padrão recorrente: promessas de cura rápida, resultados garantidos e tratamentos supostamente milagrosos, muitas vezes associados a doenças graves ou condições crônicas.

Como funcionam os golpes mais comuns

Capa Instagram Facebook
Estudo indica que grande parte dos anúncios no Facebook e no Instagram é golpe (Imagem: Vitor Padua/Tecnoblog)

De acordo com o estudo, os anúncios fraudulentos se concentram em temas como câncer, diabetes, emagrecimento e disfunção erétil. Em aproximadamente 85% dos casos, basta um clique para que o usuário seja direcionado ao WhatsApp, onde os golpistas passam a pressionar a vítima para concluir a compra do suposto tratamento.

Para aumentar a credibilidade, os criminosos utilizam imagens e vídeos de figuras públicas conhecidas. O médico Drauzio Varella é o nome mais recorrente. Em alguns casos, os conteúdos vão além de imagens estáticas e utilizam vídeos manipulados com inteligência artificial para imitar a voz do médico e vender medicamentos sem registro.

Outros nomes populares também aparecem com frequência, como os de Susana Vieira, Simone Mendes e até do ex-presidente da Anvisa, Antônio Barra Torres. Médicos ouvidos pelos pesquisadores alertam que, além do prejuízo financeiro, esse tipo de fraude pode levar pacientes a abandonar tratamentos adequados, colocando a saúde e a vida em risco.

Ilustração de uma mão segurando um smartphone. A tela exibe uma chamada recebida, com a identificação de golpe. Na parte inferior direita, o logo do "Tecnoblog" é visível.
Criminosos utilizam vídeos manipulados com inteligência artificial para imitar voz (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Por que esses anúncios continuam no ar?

Um dos pontos mais críticos apontados pelo estudo é a duração dessas campanhas fraudulentas. Alguns anúncios permanecem ativos por mais de dois anos e, quando são removidos, outros muito semelhantes rapidamente surgem em seu lugar, explorando brechas nos sistemas de moderação.

Em nota ao Fantástico, a Meta afirmou que os golpes têm se tornado mais sofisticados e que os esforços para combatê-los foram intensificados. A empresa disse estar testando tecnologias como reconhecimento facial, além de aplicar políticas específicas e ferramentas de segurança para tentar reduzir esse tipo de prática nas plataformas.

Drauzio Varella, que move processos contra a empresa, reforça o alerta aos usuários: “O Código de Ética Médica proíbe que médicos façam propaganda de medicamentos”. O médico ainda é direto ao orientar o público: “Toda vez que você vir meu nome ligado a um medicamento, é mentira. Cai fora, porque isso é golpe”.

76% dos anúncios sobre saúde na Meta são golpe, mostra estudo

(Imagem: Vitor Padua/Tecnoblog)

Criminosos criaram rede de celular para enviar SMSs golpistas (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Escassez de RAM vai perdurar além de 2026, diz Micron

22 de Dezembro de 2025, 11:51
Diversos pentes de memória RAM
Não é possível aumentar a produção no mesmo ritmo da demanda (foto: Everton Favretto/Tecnoblog)
Resumo
  • A escassez de RAM e armazenamento persistirá além de 2026 devido à alta demanda por data centers de IA, segundo o CEO da Micron, Sanjay Mehrotra.
  • A Micron, Samsung e SK Hynix alertam para a dificuldade em expandir rapidamente a produção, resultando em aumento de preços de DRAM e NAND.
  • A escassez impacta eletrônicos, com Dell, Lenovo e Samsung prevendo aumento de preços, e a TrendForce prevendo redução de memória em dispositivos até 2026.

Sanjay Mehrotra, CEO da Micron, disse que o desequilíbrio entre a oferta e a demanda de memória provavelmente vai durar anos e não apenas meses, devido a uma procura cada vez maior da indústria de inteligência artificial.

A Micron é uma das principais fabricantes desse setor, produzindo RAM, memórias flash e SSDs. Ela não é a única a alertar que os produtos continuarão em falta: Samsung e SK Hynix também fizeram sinalizações no mesmo sentido.

Por que está faltando memória RAM?

Em uma chamada com investidores, Mehrotra disse que a construção acelerada de data centers de IA fez as fabricantes revisarem para cima as previsões de demanda. A questão é que a produção não consegue acompanhar o ritmo.

“Nos últimos meses, os planos de construção de data centers de IA dos nossos clientes levaram a um aumento acentuado nas previsões de demanda por memória e armazenamento”, explicou o executivo. “Acreditamos que a oferta agregada da indústria permanecerá substancialmente abaixo da demanda em um futuro próximo.”

“Juntos, esses fatores de demanda e oferta estão levando a condições apertadas no fornecimento de DRAM e NAND, e nossa previsão é de que essa dificuldade persista além de 2026”, avalia. “Apesar dos esforços significativos, estamos desapontados por não atender nossos consumidores em todos os segmentos.”

Preço da memória RAM deve encarecer smartphones e PCs em 2026 (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Como nota o site Dexerto, expandir a produção não é tão simples, já que construir uma fábrica e colocá-la em atividade demora muito tempo.

Além disso, existem dúvidas sobre o futuro: se a procura cair, o que fazer com as instalações ociosas? Algumas empresas já admitem que sua prioridade é a margem de lucro a longo prazo, rejeitando a ideia de expandir a produção de modo agressivo e arcar com possíveis prejuízos.

Escassez impacta diversos setores

A alta demanda por memória e armazenamento vem causando mudanças significativas na indústria de eletrônicos de diversas categorias. No varejo, a própria Micron tirou do mercado a marca Crucial, voltada a consumidores finais. A justificativa é concentrar recursos nos grandes clientes corporativos e seus data centers.

Empresa cita crescimento da IA como motivo para encerrar divisão de consumo (imagem: divulgação/Micron Technology)

Em abril de 2025, meses antes da crise tomar contornos mais dramáticos, a empresa também tomou a decisão de subir os preços de DRAM e flash NAND.

Com componentes mais caros, computadores e celulares sofrerão as consequências. Segundo fontes da indústria, Dell e Lenovo já começaram a avisar seus clientes sobre o aumento de preços. A Samsung segue a mesma trajetória e já avisou que os aumentos no Brasil podem chegar a 20%.

A consultoria TrendForce também prevê que os eletrônicos ficarão mais fracos em 2026. Com memórias mais caras, as marcas devem reduzir a quantidade em notebooks e smartphones, visando segurar os preços e não afugentar os consumidores.

Mesmo assim, medidas do tipo devem apenas reduzir os danos. A empresa de pesquisas Counterpoint prevê que o mercado de celulares encolherá 2,1% em 2026.

O grande problema está no segmento de entrada, aquele com preços abaixo de US$ 200. Como a margem de lucro é menor nessa categoria, qualquer variação nos custos tem grande impacto. Para as empresas, as opções devem ser aumentar o preço final, correndo o risco de afastar consumidores, ou reduzir a produção.

Com informações do Dexerto

Escassez de RAM vai perdurar além de 2026, diz Micron

Memórias RAM (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Aumento de preço da memória RAM (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Instagram limita número de hashtags em posts

19 de Dezembro de 2025, 16:21
Logotipo do Instagram
Instagram limitou a quantidade de tags nas publicações (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Instagram limitou o número de hashtags em posts para cinco, visando melhorar a qualidade das recomendações.
  • A plataforma quer que os usuários utilizem hashtags mais específicas, evitando confundir o algoritmo e prejudicar a distribuição do conteúdo.
  • O recurso “Seu algoritmo” vai permitir que usuários controlem os tópicos que desejam ver mais ou menos nos Reels.

O Instagram anunciou nesta quinta-feira (18/12) que passará a impor um limite oficial no número de hashtags que podem ser inseridas em postagens e Reels. Segundo a empresa, controlada pela Meta, a nova regra visa combater o uso indiscriminado da ferramenta e melhorar a qualidade das recomendações aos usuários.

A partir de agora, a recomendação é focar em apenas cinco hashtags por publicação para melhorar a eficácia e performance do conteúdo em vez de lotar a legenda com dezenas de termos genéricos.

Em comunicado, a rede social explicou que o excesso de marcadores, como “#explorar”, “#reels” ou “#viral”, não ajuda o post a aparecer mais no feed. Pelo contrário: a prática pode confundir o algoritmo sobre o real tema do vídeo ou foto, prejudicando sua distribuição para o público correto.

Fim do excesso de tags

Desde 2011, quando o recurso foi introduzido, as hashtags eram vistas como o principal motor de crescimento orgânico na rede, permitindo até 30 marcações por post. Criadores de conteúdo e profissionais de marketing digital desenvolvem diversas estratégias aproveitando esse limite máximo para pescar audiência.

No entanto, a eficácia dessa tática vem sendo questionada pela própria chefia da empresa. Adam Mosseri, head do Instagram, já declarou publicamente que as hashtags “não funcionam” mais como ferramenta de alcance massivo.

A mudança também visa limpar a poluição visual e o spam na plataforma. Ao limitar a quantidade, o Instagram espera que os usuários parem de tentar “burlar” o sistema de recomendação com palavras-chave irrelevantes. Com isso, espera-se que os usuários foquem na qualidade do material e na descrição correta para atrair comunidades específicas, como a de beleza ou tecnologia, citadas como exemplo pela empresa.

Consumidores também ganharam controle

Ícone do Reels do Instagram com notas musicais ao fundo
IA no Reels ajuda a entender entrega d e conteúdo (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Enquanto aperta o cerco contra o spam de hashtags dos criadores, o Instagram também revelou um novo recurso chamado “Seu algoritmo”. A ferramenta exibe uma lista de tópicos que a IA identificou como interesses recentes nos Reels.

O usuário pode visualizar categorias e decidir ativamente se quer ver “Mais” ou “Menos” daquele assunto específico. A funcionalidade de controle de algoritmo começou a ser liberada para usuários nos Estados Unidos e deve chegar globalmente de forma gradual.

Instagram limita número de hashtags em posts

Instagram (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

(Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Instagram manda notificações de stories até de quem você não segue

18 de Dezembro de 2025, 15:12
Logotipo do Instagram
Instagram ainda não se manifestou oficialmente sobre o episódio (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Alguns usuários do Instagram relatam estar recebendo inúmeras notificações de novos stories. Em alguns casos, as publicações são de contas que a pessoa nem sequer segue. O comportamento incomum do aplicativo começou nesta quinta-feira (18/12).

As reclamações estão em diversas redes sociais, como o X (antigo Twitter) e o Reddit, e vêm de diversas partes do mundo. Nos prints compartilhados pelos usuários, dá para ver que tanto a versão do app para Android quanto a para iOS foram afetados.

Instagram envia notificação de novos stories (imagem: reprodução/Diego Rodrigues)
Instagram envia notificação de novos stories (imagem: reprodução/Diego Rodrigues)
Versão do Instagram para Android avisa sobre novos stories (imagem: reprodução/Michael Fisher)
Versão do Instagram para Android avisa sobre novos stories (imagem: reprodução/Michael Fisher)

O Tecnoblog procurou a assessoria de imprensa da Meta, que enviou a seguinte declaração:

“Estamos cientes de que algumas pessoas estavam enfrentando problemas com as notificações do Instagram Stories. Isso já foi resolvido e pedimos desculpas pelo inconveniente.”

Caso você ainda esteja passando por essa situação, uma solução é desativar as notificações do Instagram diretamente nas configurações de sistema do Android ou do iOS — assim, ele perde a permissão para enviar esse tipo de aviso. Outro jeito é desinstalar o aplicativo e esperar até que a rede volte ao normal antes de instalá-lo novamente.

Instagram manda notificações de stories até de quem você não segue

Instagram (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

Instagram envia notificação de novos stories (imagem: reprodução/Diego Rodrigues)

Motorola Edge 60 Pro (512 GB) tem 44% OFF na Amazon às vésperas do Natal

18 de Dezembro de 2025, 09:24
R$ 4.999,0044% OFF

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O Motorola Edge 60 Pro de 512 GB está saindo por apenas R$ 2.788 no Pix na Amazon. A oferta representa um desconto de 44% sobre o preço de lançamento (R$ 4.999). E o celular da Motorola se destaca pela ficha técnica com RAM de 12 GB a tela POLED brilhante.

Edge 60 Pro tem POLED de 120 Hz e RAM de 12 GB expansível

Tela do Edge 60 Pro com configurações do botão dedicado da Moto AI
Motorola Edge 60 Pro (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

A tela POLED de 6,7 polegadas com taxa de atualização de 120 Hz garante fluidez em animações e leitura. O pico de brilho chega a 4.500 nits, entregando excelente visibilidade mesmo sob luz intensa. E o painel é compatível com HDR10+, além de cobrir a parte frontal com 92% de aproveitamento.

O chip Dimensity 8350 Extreme entrega desempenho próximo de topos de linha. Especialmente quando combinado à RAM de 12 GB, que ainda pode ser expandida até 24 GB via RAM Virtual. Isso permite rodar jogos pesados e multitarefa com fluidez. O armazenamento de 512 GB usa padrão UFS 4.0 para maior velocidade.

O conjunto de câmeras traseiras inclui sensor principal de 50 MP com estabilização óptica, teleobjetiva com zoom óptico de 3x e uma ultrawide também de 50 MP. A câmera frontal tem 50 MP e grava em 4K. O áudio é estéreo com Dolby Atmos e certificação Hi-Res.

Traseira roxa do Edge 60 Pro, com destaque na câmera tripla, organizada em um quadrado
Motorola Edge 60 Pro (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

A bateria de 6.000 mAh deve entregar autonomia para longas horas de uso, além de ser compatível com carregamento sem fio e modo reverso com fio. Por fim, o Motorola Edge 60 Pro de 512 GB por R$ 2.788 na Amazon traz certificações IP68 e IP69 combinadas, junto ao padrão militar MIL-STD-810H, para resistir a água e poeira.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Motorola Edge 60 Pro (512 GB) tem 44% OFF na Amazon às vésperas do Natal

Motorola Edge 60 Pro (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Motorola Edge 60 Pro (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Escassez de chips: celulares e notebooks devem ficar mais fracos em 2026

16 de Dezembro de 2025, 14:45
Preço da memória RAM deve encarecer smartphones e PCs em 2026 (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O custo dos chips de memória (DRAM e NAND) deve continuar subindo em 2026, forçando fabricantes a aumentar preços e reduzir especificações de celulares e notebooks.
  • Smartphones intermediários podem perder versões com 12 GB de RAM, enquanto modelos de entrada podem retornar ao padrão de 4 GB de RAM.
  • Notebooks devem manter configurações de 8 GB a 16 GB de RAM devido a requisitos de sistemas operacionais, resultando em aumento de preços.

Além da alta nos preços, o mercado de eletrônicos de consumo deve enfrentar especificações técnicas estagnadas ou até mais fracas que as atuais a partir do próximo ano. Um novo relatório da consultoria TrendForce projeta que o custo dos chips de memória (DRAM e NAND) continuará subindo drasticamente no primeiro semestre de 2026.

O aumento dos materiais já está forçando marcas globais a reverem suas estratégias de lançamento para não perderem margem de lucro. Segundo a análise da consultoria, a indústria deve responder a essa pressão em duas frentes: aumento do preço nas lojas e a redução das especificações de hardware.

A previsão é de que o crescimento nas remessas de dispositivos seja revisado para baixo, já que os recursos de produção estão sendo desviados prioritariamente para atender à demanda insaciável por servidores de inteligência artificial.

Na internet, o fenômeno de encarecimento e escassez de componentes já vem sendo batizado de “RAMagedom”, refletindo o temor de que a montagem de novos computadores ou a compra de smartphones se torne proibitiva, lembrando momentos da crise pós-pandemia.

Smartphones devem ficar mais caros e piores

O impacto mais visível para o consumidor deve ocorrer com os smartphones básicos e intermediários. O relatório indica que a tendência de aumento de memória RAM, que vinha acelerada nos últimos anos, deve frear bruscamente.

Tabela da TrendForce demonstrando o que deve ocorrer com smartphones e notebooks a partir de 2026
Especificações devem mudar em 2026 (imagem: reprodução/TrendForce)

Para o segmento intermediário, a TrendForce aponta que as versões com 12 GB de RAM devem desaparecer gradualmente, tornando-se raras ou exclusivas de modelos premium. Já nos aparelhos de entrada, a pressão de custos pode forçar as fabricantes a voltarem ao padrão de 4 GB de RAM, revertendo o avanço que vinha ocorrendo nos últimos anos.

Smartphones como Galaxy A16 5G e Poco C75, que podem ser encontrados por menos de R$ 1.700, já apareciam em configurações com mais de 6 GB de RAM.

No Brasil, a Samsung prevê uma alta entre 10% e 20% nos preços dos smartphones de linhas básicas e intermediárias. A estimativa foi divulgada pelo vice-presidente sênior, Gustavo Assunção, ao Tecnoblog com exclusividade.

Mesmo no segmento topo de linha, a transição para o padrão de 16 GB de RAM deve desacelerar. A consultoria observa que a memória está ocupando uma fatia cada vez maior do custo total de produção, afetando até mesmo gigantes com margens de lucro robustas, como a Apple.

Chinesas devem sentir maior impacto

Traseira do Xiaomi 17 Pro
Marcas chinesas podem sentir mais com revisão de preços (imagem: divulgação/Xiaomi)

A consultoria Counterpoint Research também revisou suas projeções para baixo e agora estima que as remessas globais de smartphones encolherão 2,1% em 2026. Com a memória mais cara, o preço final deve aumentar e a demanda cairá.

O relatório destaca que o segmento de entrada será o mais severamente atingido. Marcas chinesas que operam com margens de lucro apertadas, como Honor, Oppo e Vivo Mobile (Jovi no Brasil), devem sentir a maior diferença em seus volumes de venda em comparação com as estimativas anteriores.

A consultoria alerta que a dificuldade em manter preços competitivos nesses modelos básicos pode frear a renovação de celulares em mercados emergentes.

E quanto aos notebooks e PCs?

imagem de um homem usando um programa de edição no notebook Samsung Galaxy Book 4
Notebooks e PCs encarecerão (imagem: Divulgação)

O cenário também é alarmante para quem planeja montar ou comprar PCs e notebooks. De acordo com a análise da TrendForce, não é viável reduzir drasticamente a memória RAM dos laptops devido às exigências mínimas dos sistemas operacionais modernos e softwares de produtividade.

O Windows 11 exige requisitos de hardware que tornam máquinas com menos de 8 GB praticamente obsoletas para uso fluido. Por isso, as configurações de 8 GB a 16 GB devem se manter como o padrão. Sem poder cortar custos reduzindo o hardware, as fabricantes terão que aumentar o preço final dos laptops nas prateleiras.

Segundo o portal Tom’s Hardware, o gerente de negócios da Kingston, afirmou que os consumidores não devem esperar até o ano que vem. Os preços dos componentes NAND (usados em SSDs) aumentaram 246% desde o primeiro trimestre de 2025, segundo o executivo.

Como os chips de memória representam cerca de 90% do custo de fabricação de um SSD, o repasse ao varejo é inevitável e deve continuar ao longo de todo o ano de 2026. Ao menos Dell, Lenovo, HP, LG e Samsung já anunciaram revisão nos preços entre esse mês e o começo de janeiro.

Escassez de chips: celulares e notebooks devem ficar mais fracos em 2026

Aumento de preço da memória RAM (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

(imagem: reprodução/TrendForce)

Modelos Xiaomi 17 Pro e Pro Max têm visor traseiro (imagem: divulgação/Xiaomi)

(imagem: Divulgação)

Motorola Edge 60 Pro (256 GB) fica 42% mais barato às vésperas do Natal

15 de Dezembro de 2025, 18:00

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O Motorola Edge 60 Pro de 256 GB está saindo por apenas R$ 2.330 no Pix aplicando o cupom de 5% OFF que aparece na página do produto no Mercado Livre. O celular está com desconto de 42% em relação ao lançamento (por R$ 3.999), e a RAM de 12 GB está entre os principais destaques.

Motorola Edge 60 Pro tem RAM de 12 GB e tela POLED

Tela do Edge 60 Pro com recursos da Moto AI
Motorola Edge 60 Pro (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

O desempenho fica por conta do chip Dimensity 8350 Extreme com oito núcleos, clock de até 3,35 GHz e processo de 4 nm. A memória RAM de 12 GB e o armazenamento UFS 4.0 de 256 GB ajudam a manter a fluidez do sistema Android 15, que deve receber três atualizações principais.

A tela POLED com 6,7 polegadas e brilho de 4.500 nits no pico é mais um dos maiores destaques do Edge 60 Pro. O painel traz taxa de atualização de 120 Hz, suporte ao HDR10+ e escurecimento por PWM a 720 Hz, o que melhora o conforto visual.

O conjunto de câmeras inclui sensor principal de 50 MP com estabilização óptica, lente telefoto com zoom óptico de 3x e câmera ultrawide de 50 MP. A câmera frontal também tem 50 MP e grava em 4K. Os alto-falantes com Dolby Atmos e áudio Hi-Res melhoram a experiência multimídia.

Traseira roxa do Edge 60 Pro, com destaque na câmera tripla, organizada em um quadrado
Motorola Edge 60 Pro (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

A bateria de 6.000 mAh deve entregar boa autonomia e é compatível com carregamento rápido de 90 Watts ou sem fio de 15 W. Lembrando que o Motorola Edge 60 Pro de 256 GB sai por R$ 2.330 no Pix aplicando cupom que aparece na página em oferta do Mercado Livre.

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Motorola Edge 60 Pro (256 GB) fica 42% mais barato às vésperas do Natal

Motorola Edge 60 Pro (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Motorola Edge 60 Pro (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

O que é Telegram? Saiba para que serve e como funciona a rede social

15 de Dezembro de 2025, 17:20
Telegram
Conheça a historia do Telegram e os principais recursos da plataforma de mensagens (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O Telegram é uma rede social e aplicativo de mensagens que prioriza a velocidade e a segurança, sendo concorrente direto do WhatsApp da Meta. Ele se diferencia por oferecer armazenamento em nuvem ilimitado e ser multiplataforma.

Com origem russa, o app foi fundado pelos irmãos Pavel e Nikolai Durav em 2013. Embora tenha sido desenvolvido pelos empresários russos, o Telegram é uma organização descentralizada e sem fins lucrativos.

Os recursos do Telegram incluem chats individuais e em grupo, chamadas de voz e vídeo, e a criação de canais para transmissão de conteúdo público. O aplicativo também oferece bots personalizáveis, criptografia para bate-papo individuais e permite o envio de arquivos de qualquer tipo e tamanho.

A seguir, conheça mais sobre o Telegram, sua origem, funcionamento e principais funções. Também conheça as vantagens e desvantagens do popular aplicativo de mensagens.

O que é Telegram?

O Telegram é um aplicativo de mensagens instantâneas baseado em nuvem, permitindo a sincronização multiplataforma em diversos dispositivos. Atuando também como plataforma social, permite criar grupos, canais públicos e chats privados, oferecendo armazenamento ilimitado de mídia e dados para os usuários.

O que significa Telegram?

O nome “Telegram” deriva das palavras gregas “tele”, que significa “distante”, e “gramma”, que significa “algo escrito” ou “carta”. O nome foi historicamente aplicado aos telegramas, mensagens escritas e enviadas por sinais elétricos do telégrafo, significando literalmente “escrita distante” e sendo estendido à plataforma digital moderna.

Telegram na Play Store (Imagem: Ana Marques/Tecnoblog)
Telegram está disponível para celulares Android, iPhone, além de versões desktop para Windows, macOS e navegadores (imagem: Ana Marques/Tecnoblog)

Para que serve o Telegram?

O Telegram possibilita a comunicação privada e pública, desde conversas pessoais e grupos até canais com audiências ilimitadas. Ele prioriza a segurança e a privacidade, oferecendo envio de mensagens, mídias, arquivos de grande porte com criptografia, além de sincronização em nuvem.

Seu objetivo é fornecer uma plataforma robusta para interação e colaboração entre amigos, empresas e grandes comunidades. Acessível em múltiplos dispositivos, ele possui recursos como armazenamento na nuvem ilimitado, chamadas de voz e vídeo, e a criação de bots para automação.

Quando foi criado o Telegram?

O Telegram foi concebido pelos irmãos russos Pavel e Nikolai Durov, sendo criado e lançado em 2013. A ideia surgiu do desejo de desenvolver um serviço de mensagens focado em segurança e velocidade, buscando privacidade diante da crescente vigilância governamental da Rússia que enfrentaram ao administrar a rede social VKontakte.

O lançamento inicial do Telegram ocorreu em 14 de agosto de 2013 para iOS, seguido pela versão para Android em outubro do mesmo ano. Desde o início, o aplicativo se destacou pela criptografia de ponta a ponta e a infraestrutura descentralizada para garantir a privacidade dos dados dos usuários.

imagem do empresário russo Pavel Durov, criador do Telegram
Empresário russo Pavel Durov, criador do Telegram (imagem: TechCrunch/WikiMedia)

Quem criou o Telegram?

O Telegram foi fundado pelos empresários russos Pavel Durov, que atua como CEO e figura pública, e Nikolai Durov, responsável por desenvolver o protocolo de criptografia MTProto e a tecnologia central focada em velocidade e segurança da plataforma.

O Telegram é de qual país?

O Telegram tem sua origem na Rússia, mas a empresa adota uma estrutura descentralizada e opera globalmente. A mudança foi motivada pela busca por independência e liberdade após pressão do governo russo.

Atualmente, o Telegram tem sede principal registrado nas Ilhas Virgens Britânicas e mantém o centro de operações em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos. Essa estrutura atual garante que o ele possa oferecer uma plataforma segura, privada e livre de interferência estatal.

Aplicativo do Telegram (Imagem: André Fogaça/Tecnoblog)
Apesar da origem na Russia, o Telegram opera globalmente (imagem: André Fogaça/Tecnoblog)

Como funciona o Telegram?

O Telegram opera com uma arquitetura de armazenamento baseado em nuvem, mantendo mensagens e mídias em data centers distribuídos globalmente e não apenas nos dispositivos. Essa configuração permite que os dados permaneçam acessíveis e seguros em qualquer lugar, mesmo com falhas em uma localização específica.

Para otimizar o acesso, o sistema usa uma Rede de Distribuição de Conteúdo (CDN) com servidores locais para armazenar cópias de arquivos, acelerando a recuperação de dados. Quando um arquivo é solicitado, o sistema reconstrói rapidamente a partir de partes menores localizadas em diferentes data centers, garantindo velocidade e eficiência.

Em termos de segurança, o Telegram oferece criptografia de ponta a ponta nos “chats secretos”, assegurando que somente os participantes leiam o conteúdo. Nos chats comuns, ele adota a Transport Layer Security (TLS), que criptografa a comunicação no trânsito entre o dispositivo e os servidores.

A infraestrutura desse tipo de rede social é projetada para alta escalabilidade e balanceamento de carga, distribuindo eficientemente as requisições entre servidores. Isso possibilita o suporte a um volume massivo de usuários e dados, garantindo um serviço de mensagens rápido e consistentemente confiável.

Telegram no Android (Imagem: Ana Marques/Tecnoblog)
Os conteúdos do Telegram ficam salvos em servidores na nuvem, facilitando o acesso em qualquer dispositivo (imagem: Ana Marques/Tecnoblog)

Quais são as funções do Telegram?

O Telegram oferece uma ampla gama de recursos para os usuários. Os principais são:

  • Conversas
  • Canais de transmissão
  • Chamadas de vídeo e voz
  • Bots dinâmicos
  • Armazenamento em nuvem e arquivos grandes
  • Pagamentos integrados
  • Privacidade e segurança
  • Ferramentas de organização e personalização
  • Telegram Premium

1. Conversas

Permite chats individuais e em grupos para troca de textos, mídias e documentos, oferecendo criptografia de ponta a ponta (E2EE) somente nos Chats Secretos para máxima privacidade.

2. Canais de transmissão

Canais que possibilitam o envio de mensagens para uma audiência ilimitada. Eles funcionam como um broadcast onde somente os administradores publicam conteúdos, mas com opção de comentários abertos.

3. Chamadas de vídeo e voz

Oferece chamadas de voz e vídeo criptografadas pela internet, sendo uma alternativa robusta e privada às ligações convencionais ou a outras plataformas de videoconferência.

4. Bots dinâmicos

Como uma interface de programação de aplicativos (API) aberta, é possível criar bots para automatizar tarefas diversas, desde suporte ao cliente em comércios eletrônicos até a criação de jogos interativos diretamente pelo aplicativo.

imagem de um celular exibindo um bot do Telegram
Os bots são um importante diferencial do Telegram (imagem: Iana Codes/Unsplash)

5. Armazenamento em nuvem e arquivos grandes

Permite a transferência de arquivos de até 2 GB, um limite superior à concorrência, e funciona como um serviço de armazenamento em nuvem gratuito para backup de todas as mídias e documentos.

6. Pagamentos integrados

Possibilita que empresas e pequenos empreendedores configurem lojas virtuais e processem transações e pagamentos diretamente no próprio aplicativo de mensagens.

7. Privacidade e segurança

Prioriza o uso de nomes de usuários em vez do número do telefone para manter a privacidade, e reforça a segurança com a verificação em duas etapas para proteger a conta.

8. Ferramentas de organização e personalização

Permite aos usuários otimizar a usabilidade organizando chats em pastas e personalizando a interface com temas, além de fixar mensagens cruciais no topo da lista.

9. Telegram Premium

Pacote de recursos exclusivos obtidos por meio de uma assinatura paga, incluindo limetes dobrados de canais, pastas, uploads e download de arquivos. Também permite o uso ilimitado das ferramentas de transcrição de mensagens de voz em texto e tradução em tempo real de chats e canais.

Telegram Premium é oficialmente lançado (Imagem: Bruno Gall De Blasi/Tecnoblog)
Telegram Premium oferece recursos extras para os usuários do mensageiro (Imagem: Bruno Gall De Blasi/Tecnoblog)

Quais são as vantagens do Telegram?

Estes são os pontos fortes do Telegram?

  • Sincronização na nuvem ilimitada: armazena todo o histórico de mensagens e mídias em uma nuvem segura e acessível, garantindo acesso imediato em qualquer dispositivo, mesmo que o celular principal esteja offline;
  • Capacidade de grupos e canais elevada: suporta a criação de supergrupos com até 200 mil membros e canais públicos ou privados com um número ilimitado de inscritos para transmissões em massa;
  • Compartilhamento de arquivos de grande porte: facilita o envio de qualquer tipo de arquivo, como documentos e vídeos, suportando um tamanho máximo de até 2 GB por item, sem compressão ou perda de qualidade;
  • Recursos de privacidade e segurança: oferece “chats secretos” com criptografia de ponta a ponta (E2EE), recurso de autodestruição de mensagens e proteção adicional com verificação em duas etapas (2FA);
  • Funcionalidades de bots e automação: possui uma API aberta para desenvolver bots customizados que podem automatizar tarefas, criar jogos interativos ou fornecer serviços completos como atendimento de e-commerce.

Quais são as desvantagens do Telegram?

Estes são os pontos fracos do Telegram:

  • Ausência de criptografia de ponta a ponta (E2EE) por padrão: apenas os “Chats secretos” oferecem criptografia completa. As conversas comuns usam criptografia cliente-servidor, tornando-as potencialmente mais vulneráveis a interceptações;
  • Preocupações com privacidade e armazenamento de dados na nuvem: o app armazena histórico de chats e metadados em seus servidores, o que, apesar de ser conveniente, levanta questões sobre a segurança dos dados na nuvem;
  • Código do lado do servidor fechado e protocolo próprio (MTProto): o código do servidor não é aberto para auditoria de segurança externa, e o seu protocolo de criptografia MTProto não é tão amplamente testado e validado quanto padrões mais consolidados;
  • Moderação de conteúdo deficiente e facilidade para conteúdo nocivo: a pouca moderação permite a proliferação de canais e grupos que hospedem facilmente material ilegal, golpes, conteúdo extremista e grande volume de desinformação;
  • Associação com atividades ilegais e riscos de reputação: a reputação do app é prejudicada pela grande atração de hackers e criminosos para atividades ilícitas e golpes, criando preocupações de segurança para o usuário médio.
Ilustração de recuperação de conta do Telegram
O Telegram oferece diversos recursos de segurança, mas peca na moderação de conteúdo mais branda (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Qual é a diferença entre Telegram e WhatsApp?

O Telegram é uma plataforma focada em recursos avançados para comunidades, permitindo grupos massivos, canais de transmissão e o compartilhamento de arquivos de até 2 GB. Sua criptografia padrão é baseada em nuvem, garantindo a sincronização instantânea e o acesso completo em múltiplos dispositivos sem o telefone principal estar online.

O WhatsApp é um mensageiro da Meta que prioriza a facilidade de uso e a segurança em comunicações privadas por meio da criptografia de ponta a ponta em todas as conversas. Ideal para interação pessoal diária, mas possui limitações em grupos e dependência inicial do telefone para acesso em outros dispositivos.

Qual é a diferença entre Telegram e Facebook Messenger?

O Telegram é um serviço de mensagens independente focado em privacidade, recursos avançados de nuvem e grandes capacidades de grupo, como canais e bots. Ele oferece sincronização em nuvem multi-dispositivos e usa criptografia de ponta a ponta somente em “Chats Secretos”, não por padrão.

O Facebook Messenger é a plataforma de mensagens da Meta, integrada com o ecossistema do Facebook e priorizando a conexão social. Sua criptografia de ponta a ponta está disponível por padrão em todas as conversas, mas o app realiza uma ampla coleta de dados para a empresa controladora.

O Telegram é seguro?

O Telegram é moderadamente seguro para uso geral, oferecendo criptografia de ponta a ponta (E2EE) nos Chats Secretos e recursos essenciais como autenticação de dois fatores (2FA). A sua segurança é forte, mas não é ativada por padrão na sua configuração mais alta.

O maior risco reside nos chats individuais ou em grupo em nuvem, que usa apenas criptografia cliente-servidor, o que significa que o Telegram tem acesso teórico aos dados armazenados. A criptografia total só é aplicada nos “Chats Secretos”, que precisam ser ativados manualmente para proteger conversas sensíveis.

Para maior segurança, o usuário deve habilitar o 2FA, usar sempre os “Chats Secretos” para comunicações privadas e limitar quem pode encontrá-lo nas configurações de privacidade. Também é necessário cuidado pessoal contra golpes e phishing, devido à política de moderação mais branda da plataforma.

O que é Telegram? Saiba para que serve e como funciona a rede social

Telegram (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Empresário russo Pavel Durov, criador do Telegram (imagem: TechCrunch/WikiMedia)

Aplicativo do Telegram (Imagem: André Fogaça/Tecnoblog)

(imagem: Iana Codes/Unsplash)

Telegram Premium é oficialmente lançado (Imagem: Bruno Gall De Blasi/Tecnoblog)

Você pode recuperar a conta do Telegram se tiver outra sessão aberta ou se recuperar o número de telefone (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O que é TikTok? Saiba quem criou e quando a rede social chinesa foi lançada

12 de Dezembro de 2025, 17:37
TikTok
TikTok se tornou um fenômeno cultural ao focar no compartilhamento de vídeos curtos na vertical (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O TikTok é uma rede social chinesa focada no compartilhamento de vídeos curtos em formato vertical. O aplicativo permite que o usuário crie, edite e assista a clipes dinâmicos sobre diversos assuntos, geralmente com foco em entretenimento e criatividade.

Lançado na China pela ByteDance com o nome original de Douyin em 2016, a plataforma foi relançada globalmente como TikTok em 2017. Ele teve um amplo crescimento em pouco tempo, tornando-se um fenômeno cultural e um dos apps mais baixados do mundo.

O grande diferencial do TikTok está no algoritmo, que aprende rapidamente os interesses do usuário e entrega conteúdo personalizado na aba “Para Você”. A entrega é baseada no comportamento de visualizações e interações, e não somente nas contas que a pessoa segue.

A seguir, conheça mais sobre o TikTok, sua origem, como funciona e principais características. Também descubra as vantagens e desvantagens da rede social focada em vídeos curtos.

O que é TikTok?

O TikTok é uma rede social chinesa onde os usuários criam, compartilham e assistem a vídeos curtos. Impulsionado por um algoritmo que oferece conteúdo personalizado com base no interesse do usuário, ele se tornou uma plataforma de entretenimento, tendências, aprendizado e marketing.

Quem é o dono do TikTok?

O TikTok pertence à ByteDance, empresa de tecnologia chinesa co-fundada por Zhang Yiming. Contudo, a estrutura acionária é majoritariamente global, com cerca de 60% detidos por grandes investidores institucionais internacionais, como Sequoia Capital, BlackRock e General Atlantic.

O controle restante está dividido entre fundadores/funcionários (20%) e investidores chineses (20%). A ameaça de um banimento ou venda forçada nos EUA, devido a preocupações de segurança nacional, busca justamente forçar uma transferência de controle para uma entidade primariamente americana.

App do TikTok (Imagem: Cottonbro/Pexels)
A chinesa ByteDance é a dona do TikTok, embora a empresa tenha uma estrutura acionária global (imagem: Cottonbro/Pexels)

Quando o TikTok foi criado?

A ByteDance criou o TikTok em setembro de 2016, inicialmente lançado com o nome de Douyin e focado exclusivamente no mercado chinês. A versão chinesa demonstrou grande sucesso, superando a marca de 100 milhões de usuários ativos em apenas um ano.

A expansão global começou em setembro de 2017, quando a ByteDance introduziu o aplicativo sob o nome TikTok para o público internacional. Um movimento crucial para o crescimento foi a aquisição do app de lip sync Musical.ly em novembro do mesmo ano.

A consolidação definitiva da presença mundial do TikTok ocorreu em agosto de 2018, com a fusão completa de suas operações com as do Musical.ly. O rápido crescimento e aceitação global foram impulsionados pelo algoritmo de recomendação e a interface de usuário intuitiva.

A plataforma atingiu um pico de popularidade global e se tornou um fenômeno cultural durante o período da pandemia de COVID-19 em 2020. Esse aumento exponencial de engajamento solidificou o TikTok como uma das principais e mais influentes redes sociais em todo mundo.

Quando o TikTok chegou no Brasil?

O TikTok chegou oficialmente ao Brasil em 2018, após a fusão global do app original com o Musical.ly no ano anterior. A estratégia inicial de lançamento focou em convidar criadores de conteúdo locais para a plataforma, demonstrando o potencial de engajamento do aplicativo.

O crescimento do TikTok no Brasil ganhou escala a partir de 2020, impulsionado pelo aumento do uso de mídias sociais durante a pandemia de COVID-19. Assim como ocorreu no mundo, ele se solidificou como uma das principais redes sociais do Brasil.

Perfil oficial do TikTok (Imagem: Pexels)
O TikTok teve um lançamento global em 2017, chegando oficialmente ao Brasil em 2018 (Imagem: Pexels)

Para que serve o TikTok?

O Tik Tok serve como uma rede social de vídeos curtos focada em entretenimento, expressão criativa e descoberta, impulsionando conteúdo personalizado por meio do feed “Para Você”. Seu uso se estende ao ser um catalisador de tendências virais, aprendizado rápido e ferramenta robusta para marketing e engajamento de marca.

Como funciona o TikTok?

O TikTok é um tipo de rede social de vídeos curtos, operando por meio de um algoritmo de recomendação que personaliza o feed “Para Você”. Ele exibe o conteúdo com base em métricas de interação, como curtidas e tempo de visualização, visando o máximo de engajamento do usuário.

O algoritmo inicialmente testa novos vídeos com um pequeno grupo de usuários e, se houver bom desempenho, impulsiona-os para audiências maiores. Essa mecânica permite que criadores desconhecidos alcancem viralidade rapidamente, o que difere do funcionamento do Instagram em seu começo, que focava mais nas conexões entre amigos.

Essencialmente, o TikTok é uma plataforma de hospedagem e compartilhamento de mídia que se transformou em uma vasta comunidade global. Nela, influenciadores, marcas e usuários comuns interagem, criando tendências e exploram a liberdade criativa em diversos formatos de conteúdo.

Embora o foco primário sejam os vídeos, a plataforma suporta funções adicionais como chats, compartilhamento de mídia e compras no aplicativo. O feed principal é um fluxo contínuo onde os usuários podem facilmente deslizar para o próximo conteúdo ou engajar com vídeos de seu interesse.

Imagem do feed do TikTok no navegador de PC
O feed do TikTok é alimentado por um algoritmo que seleciona conteúdos baseados nas interações do usuário (imagem: Divulgação/TikTok)

Quais são as características do TikTok?

Estes são alguns dos recursos disponíveis no TikTok:

  • Gravação de vídeo: permite registrar vídeos em segmentos curtos ou um clipe único diretamente no aplicativo, tornando a criação de conteúdos dinâmicos e fluídos muito simples;
  • Edição de vídeo: oferece um conjunto de ferramentas nativas para ajustar a duração, cortar, juntar e aplicar loops, permitindo um aprimoramento rápido e eficiente do conteúdo gravado;
  • Filtros e efeitos: apresenta uma variedade de filtros, incluindo os de embelezamento, e efeitos de realidade aumentada interativos para personalizar e adicionar criatividade aos vídeos;
  • Sons e voice-overs: disponibiliza uma extensa biblioteca de músicas e efeitos sonoros, além da função de narração (voice-over) para complementar a trilha sonora dos vídeos;
  • Live streaming (Transmissão ao vivo): permite que os usuários transmitam vídeos em tempo real, estabelecendo uma conexão instantânea e possibilitando a interação direta com os seguidores;
  • Duet (Dueto): recurso que incentiva a cocriação, permitindo a gravação de um novo vídeo exibido lado a lado com o conteúdo original de outro usuário;
  • Stitch (costura): funcionalidade que possibilita incluir trechos de um vídeo de terceiros na gravação do próprio usuário, oferecendo contexto único e uma resposta criativa ao conteúdo original;
  • Resposta em vídeo: oferece a opção de criar um vídeo como resposta direta a um comentário recebido, promovendo interações mais engajadoras e visuais que o texto simples;
  • Hashtag challenges (desafios de hashtag): estratégia que incentiva a participação e viralidade, encorajando os usuários a criarem conteúdo seguindo uma premissa ou tarefa definida por uma hashtag popular;
  • Text-only posts (Posts somente de texto): apesar de ser uma plataforma de vídeo, esta função permite o compartilhamento de ideais, opiniões e discussões breves no formato tradicional de texto de rede social.
Foto mostra tela do TikTok para a criação de dueto
Dueto é um dos formatos de conteúdo que podem ser criados no TikTok (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Quais são as vantagens do TikTok?

Estes são os pontos fortes do TikTok:

  • Entretenimento rápido e diversificado: proporciona um fluxo constante de vídeos curtos, envolventes e de alta frequência, ideal para o consumo rápido de conteúdo;
  • Alcance massivo e potencial viralidade: o algoritmo é eficiente em impulsionar o conteúdo rapidamente para públicos amplos, permitindo que qualquer vídeo ganhe destaque entre os usuários;
  • Expressão criativa e desenvolvimento de comunidades: é um espaço que encoraja a diversidade de vozes, permitindo que usuários e criadores se expressem e encontrem comunidades em torno de interesses específicos;
  • Autenticidade e conexão genuína: a plataforma de entretenimento valoriza a criação de conteúdo mais espontâneo e relacionável, facilitando que indivíduos, criadores e marcas construam relacionamentos autênticos;
  • Ferramentas de produção de conteúdo acessíveis: oferece uma ampla gama de recursos, filtros e bibliotecas de áudio, democratizando a produção de vídeo de alta qualidade para todos os usuários.

Quais são as desvantagens do TikTok?

Estes são os pontos fracos do TikTok:

  • Preocupações com privacidade e segurança de dados: a coleta extensa de informações do usuário levanta sérias questões sobre como esses dados são usados e o risco de serem comprometidos em violações de segurança;
  • Alto potencial de vício e desperdício de tempo: um estudo da Universidade de Catania, na Italia, cita que o algoritmo de recomendação é extremamente eficaz em prender a atenção, o que frequentemente resulta em uso excessivo, distração e queda na produtividade diária e na capacidade de foco;
  • Exposição a conteúdo inapropriado ou ofensivo: uma investigação da Global Witness constatou que os usuários, incluindo os mais jovens, podem encontrar com facilidade vídeos que contenham temas maduros ou linguagens inadequadas;
  • Impactos negativos na saúde mental e autoestima: pesquisadores do Centro de Saúde da Universidade de Connecticut observaram que o ambiente de comparação social contínua, juntamente com o consumo viciante, pode desencadear ansiedade, depressão e insatisfação com a própria imagem corporal.
imagem de uma pessoa vendo um perfil do TikTok
TikTok pode ser uma ótima plataforma de entretenimento, mas exige atenção em relação ao uso (imagem: Swello/Unsplash)

Qual é a diferença entre TikTok e Reels do Instagram?

O TikTok é uma plataforma independente focada em vídeos curtos, destacando-se por seu conteúdo autêntico, espontâneo e impulsionado por tendências. Seu algoritmo prioriza a descoberta e o interesse do usuário, expondo criadores a novas audiências rapidamente.

O Reels do Instagram é um recurso de vídeo curto integrado ao Instagram, permitindo criar e compartilhar conteúdo que tende a ser mais visualmente atrativo. Ele é projetado para equilibrar a descoberta com a rede social existente do usuário, visando tanto o crescimento da comunidade quanto o engajamento na plataforma.

Qual é a diferença entre TikTok e YouTube Shorts?

O TikTok é um aplicativo autônomo focado exclusivamente em vídeos curtos. Sua principal força reside em um algoritmo personalizado, impulsionando a descoberta de conteúdo viral e tendências culturais por meio de uma experiência de scroll infinito.

O YouTube Shorts é um recurso de vídeo curto em formato vertical integrado ao Youtube, aproveitando a ampla base de criadores e usuários globais. Ele atua como uma porta de entrada para o conteúdo de formato longo e se beneficia da poderosa infraestrutura de pesquisa e monetização da plataforma principal.

Como descobrir novos desafios no TikTok (Imagem: Aaron Weiss/Unsplash)
O TikTok é uma plataforma independente, diferente do Reels do Instagram e do YouTube Shorts (Imagem: Aaron Weiss/Unsplash)

O TikTok é seguro?

Sim, o TikTok é seguro, desde que o usuário priorize a segurança digital. A plataforma possui riscos comuns a outras redes sociais, como golpes online e a possibilidade de exposição a conteúdo inapropriado ou cyberbullying.

Criminosos usam o ambiente para aplicar fraudes de investimento, esquema de ganho de seguidores e ataques de phishing via mensagens diretas. O algoritmo também pode expor usuários, especialmente jovens, a desafios perigosos e materiais inadequados.

Para se proteger, é crucial reforçar as configurações de privacidade, habilitar a autenticação de dois fatores (2FA) e ser cético com estranhos. O uso de recursos de controle parental é vital para oferecer proteção adicional aos menores de idade.

O TikTok rouba dados pessoais dos usuários?

O TikTok não “rouba” dados no sentido ilegal, pois a coleta ocorre mediante ao consentimento explícito dos usuários por meio da aceitação dos termos de serviço e da política de privacidade. No entanto, ele coleta uma enorme quantidade de dados pessoais e comportamentais.

Essa coleta massiva de dados, juntamente com os laços da ByteDance com a China, gerou preocupações com a privacidade e desafios legais. Basicamente, os usuários autorizam a coleta, mas o grande volume e as conexões da empresa-mãe levantam algumas questões.

Quais dados pessoais o TikTok tem acesso?

O TikTok coleta uma ampla variedade de dados para personalizar o conteúdo, fornecer serviços e exibir anúncios direcionados. Por exemplo:

  • Informações de contato e perfil: nome, nome de usuário, e-mail, telefone e data de nascimento usados para criar e gerenciar o perfil do usuário na plataforma;
  • Conteúdo gerado e interações: vídeos, comentários, mensagens e fotos que o usuário cria e compartilha, incluindo metadados como hora e local de criação e as interações diretas com esse conteúdo;
  • Dados comportamentais: detalhes sobre a atividade do usuário, como vídeos assistidos, o tempo de visualização, itens curtidos, compartilhados, contas seguidas e histórico de pesquisa dentro do app;
  • Informações do dispositivo: modelo do aparelho, sistema operacional, endereço IP, localização (via IP ou GPS com permissão) e padrões de digitação do usuário;
  • Dados biométricos: coleta de impressões faciais e vocais a partir do conteúdo para funcionalidades como filtros e moderação, em estrita conformidade com a legislação local e mediante consentimento;
  • Dados de parceiros e terceiros: informações recebidas de anunciantes, parceiros de negócios e outras plataformas, especialmente se o usuário usar o TikTok para login ou vincular outras contas.

Após a aprovação do usuário para a coleta dos dados, é possível ajustar configurações de privacidade e limitar permissões no app para minimizar a exposição. Já a medida mais drástica é desativar o TikTok permanentemente, removendo os dados dos servidores após um período de inatividade.

Tem como ganhar dinheiro com o TikTok?

Sim, é possível ganhar dinheiro com o TikTok usando diferentes estratégias de monetização, como o Fundo de Criadores ou o Programa de Recompensas. Entretanto, o sucesso depende da consistência nas postagens e um público engajado para otimizar os lucros.

As receitas diretas vêm da conversão de presentes virtuais recebidos durante as transmissões ao vivo em dinheiro. O TikTok Shop expande a monetização, permitindo a venda de produtos próprios ou o lucro por comissão como afiliado.

Parcerias com marcas e a criação de conteúdo patrocinado (publi posts) representam uma fonte externa de grande potencial de renda. Para maximizar os ganhos, o ideal é combinar todas as estratégias, incluindo anúncios ou venda de serviços.

O que é TikTok? Saiba quem criou e quando a rede social chinesa foi lançada

TikTok (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Perfil oficial do TikTok (Imagem: Pexels)

(imagem: Divulgação/TikTok)

Saiba as diferentes formas de criar um dueto para o TikTok (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

(imagem: Swello/Unsplash)

Eletrônicos devem ficar até 20% mais caros no Brasil, prevê Samsung

11 de Dezembro de 2025, 10:44
Escassez de chips de memória vai impactar o Brasil (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Os preços de celulares e notebooks no Brasil podem aumentar até 20% em 2026 devido à escassez de chips de memória.
  • A escassez é causada pela redução na produção de chips DDR4, com foco em chips HBM para data centers de inteligência artificial.
  • O aumento de custo da memória RAM pode variar entre 20% e 40%, impactando principalmente modelos básicos e intermediários.

Prepare o bolso: os eletrônicos devem ficar mais caros no mercado brasileiro a partir do primeiro trimestre de 2026. O aumento em celulares e notebooks pode chegar a 20%, de acordo com Gustavo Assunção, vice-presidente sênior da Samsung no Brasil. Ele falou ao Tecnoblog com exclusividade sobre o assunto, que está tirando o sono de quem precisa trocar de dispositivo.

O motivo é simples: a escassez de chips de memória. Hoje, gigantes industriais deste setor estão reduzindo a produção dos chips de memória RAM – em especial a DDR4, usada em vários eletrônicos – para focar em chips de alta largura de banda (HBM) – usados em data centers de inteligência artificial.

Há duas semanas, a empresa americana Micron Technology ganhou as manchetes ao avisar que a marca Crucial de memória RAM seria encerrada depois de quase 30 anos. Ela é uma das três grandes fabricantes globais deste insumo – junto com a SK Hynix e a Samsung.

Indústria absorveu os custos

Homem de pé discursa com microfone na mão
Gustavo Assunção é vice-presidente sênior da Samsung (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Segundo o representante da Samsung, o custo da memória RAM no planeta vem aumentando desde setembro e deve bater “dois dígitos generosos” em 2026. Seria algo entre 20% e 40%, a depender da negociação. Tendo em vista a importância deste item para a confecção de um smartphone, o preço do produto final deve subir entre 10% e 20%.

Gustavo afirma ainda que o setor tem “segurado“ e absorvido os custos crescentes nos últimos meses. A partir de janeiro, porém, será possível notar os primeiros reajustes. O VP da Samsung acredita que eles virão de forma gradual, mas serão percebidos pelos consumidores brasileiros.

Apesar de falar em nome de uma empresa do setor, Assunção acredita que o impacto será sentido por todo o mercado. Ele não está sozinho nesta percepção: nas últimas semanas, as fabricantes Dell e Lenovo avisaram que os laptops passarão por aumento em escala global.

O tema também está no radar da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee). O diretor de Informática, Mauricio Helfer, reconheceu que este será potencialmente o “maior desafio” do próximo ano, numa entrevista coletiva da qual participamos.

Onde haverá maior impacto?

Micron anunciou no fim de 2025 que abandonaria mercado de memória RAM (imagem: divulgação)

Marcas menores de telefones já enfrentam uma dificuldade crescente para obtenção de componentes devido ao tímido suprimento de memória, conforme indicou um relatório da consultoria TrendForce divulgado em novembro. Isso pode levar a uma consolidação da indústria, com expansão de empresas de grande porte.

No caso dos telefones, modelos básicos e intermediários devem ser os mais afetados. Ao contrário do que poderíamos imaginar, smartphones topo de linha, como o atual S25 e o futuro S26, devem flutuar pouco, já que usam memória RAM do tipo DDR5, cujo abastecimento global está sob controle.

Quando pergunto se é uma decisão de negócios, Gustavo assente e explica que há uma limitação na capacidade de produção de semicondutores. Seria possível simplesmente produzir mais chips? Ele diz que não, já que a instalação de uma planta dedicada aos componentes HBM pode levar anos.

Eletrônicos devem ficar até 20% mais caros no Brasil, prevê Samsung

Aumento de preço da memória RAM (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Gustavo Assunção é vice-presidente sênior da Samsung (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Instagram usa IA para reescrever conteúdo e exibi-lo no Google

10 de Dezembro de 2025, 14:03
Logotipo do Instagram
Metadados do Instagram incluem textos e descrições que não estavam na postagem original (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Instagram usa IA para criar títulos de posts para indexação em buscas, gerando críticas de criadores de conteúdo.
  • Google afirma não gerar títulos; Meta confirma uso de IA, mas reconhece imprecisões.
  • Especialistas em SEO identificam que títulos são criados para ranqueamento e não são exibidos a visitantes comuns.

Depois do Google, agora é a vez do Instagram ser questionado por usar inteligência artificial para reescrever conteúdo jornalístico de forma questionável. A plataforma está produzindo textos próprios, baseados nas postagens de pessoas e empresas, para a indexação em buscadores.

A prática foi relatada pelo jornalista Emanuel Maiberg, do portal 404 Media, depois de notar que um vídeo de um coelho comendo uma banana sem legenda e sem comentário foi exibido no Google com o título: “Conheça o coelho que adora comer bananas, um lanche nutritivo para o seu pet”. Em outro caso, um post também sem descrição apareceu no buscador com uma chamada completamente inventada sobre uma “aventura à beira-mar”.

Instagram está gerando manchetes com IA
Instagram está gerando manchetes com IA (imagem: reprodução/Google)

O que está acontecendo?

Casos como esses se multiplicaram. Uma cosplayer, que preferiu não se identificar, publicou um vídeo com diferentes fantasias — conteúdo neutro, sem texto. No Google, contudo, o post ganhou uma manchete sobre “locais reais para fazer cosplay em Seattle”, criada sem qualquer participação da autora.

O Google afirmou que não está gerando esses títulos e que apenas exibe os metadados publicados pela Meta. Por sua vez, a empresa confirmou o uso recente de IA para produzir títulos voltados a resultados de busca, justificando que a medida ajudaria usuários a “entender melhor o conteúdo”. A empresa reconheceu, porém, que essas gerações “nem sempre são precisas”.

Nos bastidores, especialistas em SEO identificaram que esses textos aparecem dentro das tags <title> exclusivamente quando rastreadores acessam as páginas. Eles não são exibidos aos visitantes comuns, o que reforça a tese de que o Instagram está criando títulos e descrições voltadas apenas ao ranqueamento.

Por que isso preocupa usuários e criadores?

Para quem publica, a reação tem sido majoritariamente negativa. “Eu detesto isso. Se eu publico conteúdo, quero ser quem o contextualiza, não terceiros. É especialmente ruim porque eles usam o estilo mais sensacionalista de títulos, o que é totalmente contrário à minha postura nas redes sociais ”, disse VanderMeer em um email à 404 Media.

Há ainda o risco de manchetes imprecisas moldarem percepções erradas sobre pessoas ou conteúdos, especialmente quando o público lê apenas chamadas superficiais nos resultados de busca.

Enquanto isso, o Instagram segue expandindo ferramentas de IA — como o novo recurso “Seu algoritmo” para personalizar Reels —, reforçando o quanto o feed das plataformas está cada vez menos controlado pelo usuário e mais guiado por sistemas automáticos que nem sempre são transparentes.

Instagram usa IA para reescrever conteúdo e exibi-lo no Google

Instagram (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Facebook ajusta app e fica mais parecido com Instagram

9 de Dezembro de 2025, 17:53
Facebook promove ajustes de interface em seus apps móveis
Facebook promove ajustes de interface em seus apps móveis (imagem: reprodução/Meta)
Resumo
  • Facebook adota dinâmica semelhante à do Instagram, aparentemente para atrair público jovem;

  • Feed recebe grade padronizada para múltiplas fotos e facilita curtidas, por exemplo;

  • Recursos de navegação, buscas e criação de conteúdo também foram ajustados.

Não se deixe enganar: o Facebook continua sendo uma rede social de amplo alcance, em escala global. É por isso que a Meta decidiu mudar alguns aspectos da interface do aplicativos móveis do serviço. O objetivo é facilitar a criação, a descoberta e o compartilhamento de conteúdo.

Na primeira olhada, as mudanças são sutis, mas podem tornar a rede social mais atraente para o público jovem. Nesse sentido, o Verge destaca que o Facebook ficou com uma dinâmica de uso que remete ao Instagram. Se as alterações visam conquistar a chamada geração Z (nascidos entre o final dos anos 1990 e os anos 2010), faz sentido que a intenção tenha sido essa.

O principal ajuste está no Feed. Agora, ao publicar mais de uma foto no Facebook, o usuário verá que elas são organizadas em uma grade que segue um formato padronizado e uniforme. Se o usuário tocar em uma foto, ela ficará em tela cheia; se tocar duas vezes seguidas na imagem, ela será curtida.

Essa abordagem, que lembra justamente a dinâmica de uso do Instagram, está disponível há algum tempo para grande parte dos usuários, mas agora está sendo liberada em todas as contas de modo oficial.

Fotos organizadas em grade padronizada no Facebook
Fotos organizadas em grade padronizada no Facebook (imagem: reprodução/Meta)

O que mais há de novo na interface do Facebook?

O Facebook também começará a dar destaque aos recursos mais usados pelo usuário no serviço, como Reels, Marketplace e página de perfil, na barra de abas.

Além disso, os resultados de pesquisas serão exibidos em um layout de grade mais bem organizado e que dá acesso a todos os tipos de conteúdo suportados pelo serviço.

Resultados de buscas em grade no Facebook
Resultados de buscas em grade no Facebook (imagem: reprodução/Meta)

Para estimular a criação de conteúdo, o Facebook dará acesso mais fácil a recursos muito usados na publicação de stories ou de postagens convencionais, a exemplo das funções para acréscimo de música de fundo e de marcação de amigos.

Outros ajustes incluem:

  • mais praticidade para inserir comentários em grupos, Reels e Feed, o que envolve simplificar respostas, selos de destaque e ferramentas de fixação para facilitar o acompanhamento de conversas;
  • novos controles para administradores de grupos gerenciarem conversas;
  • mais facilidade para encontrar pessoas com interesses semelhantes aos seus na rede social.

Essas mudanças já começaram a ser liberadas nas versões móveis do Facebook. A plataforma promete mais novidades em 2026.

Facebook ajusta app e fica mais parecido com Instagram

Facebook promove ajustes de interface em seus apps móveis (imagem: reprodução/Meta)

TikTok ganha coleções e feeds compartilhados com amigos

8 de Dezembro de 2025, 18:06
TikTok
TikTok diz que objetivo é ajudar na organização (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O TikTok lançou Coleções Compartilhadas e Feeds Compartilhados para organizar e compartilhar conteúdo com amigos.
  • As Coleções Compartilhadas permitem que usuários salvem vídeos em pastas acessíveis para ambos.
  • Os Feeds Compartilhados recomendam até 15 vídeos diários baseados em preferências mútuas e serão liberados gradualmente.

O TikTok anunciou dois novos recursos nesta segunda-feira (08/12): Coleções Compartilhadas e Feeds Compartilhados. Como os nomes indicam, a ideia é dividir o conteúdo da rede com amigos e familiares, seja salvando publicações ou navegando pelo feed.

As novidades, porém, não são inéditas. O Instagram já oferece o Blend, que cria um feed baseado em interesses mútuos, e também permite compartilhar com amigos as pastas de itens salvos.

Como funcionam as Coleções Compartilhadas do TikTok?

Vamos começar pelas Coleções Compartilhadas (ou Shared Collections, em inglês). O TikTok já oferece um recurso para salvar publicações e organizá-las em diferentes pastas — pense em coisas como recomendações de restaurantes, dicas de viagens, receitas e por aí vai.

Montagem com três capturas de tela de iPhone mostrando o recurso de coleções do TikTok. À esquerda, tela “Create new collection” com o nome “Fluffy Cats”, opções “Share with a friend” e botão “Save”. No centro, conversa direta onde aparece “shared a shared collection ‘Fluffy Cats’” e a mensagem “looks cute!”. À direita, grade de vídeos da coleção “Fluffy Cats”, com fotos e vídeos de gatos.
Coleções Compartilhadas podem ajudar a organizar interesses (imagem: divulgação)

Agora, com as Coleções Compartilhadas, o usuário poderá dividir uma pasta com um contato para que os dois salvem vídeos nela, deixando o conteúdo acessível para ambos.

A ferramenta já foi ativada globalmente para usuários com mais de 16 anos. Ela funciona apenas se as duas pessoas se seguirem.

“Seja conteúdo de seus criadores favoritos, inspiração para um projeto de decoração ou um novo hobby que estejam aprendendo juntos, as Coleções Compartilhadas facilitam a organização enquanto as pessoas descobrem e salvam vídeos no TikTok”, diz a rede social em seu blog.

Feeds Compartilhados reúnem preferências em comum

Além disso, o TikTok anunciou os Feeds Compartilhados. Eles trarão conteúdo recomendado de acordo com as preferências dos dois usuários, levando em consideração o que curtem, veem e comentam. Vale notar que esse feed não é infinito: serão apenas 15 vídeos por dia.

Montagem com quatro telas de iPhone mostrando o recurso “Shared feed” do TikTok. À esquerda, conversa em DM com um vídeo de cachorro e aviso “Shared feed”. Na segunda tela, convite com o texto “Invites bbk to start a shared feed” e botão “Send invite”. Na terceira, vídeo de duas mulheres no parque com a mensagem “You both like this!”. À direita, tela com o título “Shared feed”, o selo “Certified BFFs!” e estatísticas de interações.
Feed Compartilhado terá número limitado de vídeos (imagem: divulgação)

Para criar um Feed Compartilhado, o usuário terá que mandar um convite para a outra pessoa. Uma vez aceito, será possível ver o conteúdo e conversar sobre ele nas DMs. O TikTok também vai mostrar quais vídeos as duas pessoas curtiram.

De acordo com a empresa, os Feeds Compartilhados serão liberados gradualmente em todo o mundo durante os próximos meses.

Com informações do TikTok e do TechCrunch

TikTok ganha coleções e feeds compartilhados com amigos

TikTok (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Dell e Lenovo preparam aumento de preços devido à alta da memória RAM; veja datas

5 de Dezembro de 2025, 16:47
Ilustração de uma mão segurando dois pentes de memória RAM. Na parte inferior direita, o logotipo do "tecnoblog" é visível.
Aumento nos valores da cadeia de produção devem impactar preços a partir deste mês (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Dell e Lenovo devem aumentar os preços devido à escassez de componentes e alta demanda de memórias RAM por servidores de IA.
  • HP, LG e Samsung também revisarão preços de tablets e PCs com IA devido ao impacto nos custos de memória.
  • Dell prevê aumento de 15% a 20% nos preços a partir de dezembro, enquanto Lenovo deve ajustar preços em 1º de janeiro de 2026.

Grandes fabricantes de computadores estão se preparando para elevar os preços dos produtos devido ao aumento nos custos de componentes de memória. Os primeiros reajustes já devem impactar o mercado entre o final deste ano e o início de 2026.

Segundo fontes da indústria, ouvidas pelo portal especializado em pesquisa de mercado Trend Force, Dell e Lenovo já começaram a notificar clientes sobre as mudanças.

O aumento de preços é atribuído à escassez de suprimentos e à demanda por servidores de inteligência artificial, que consomem grandes quantidades de memória DRAM de alto desempenho.

Com a prioridade das fabricantes de chips voltada para o setor, o segmento de PCs convencionais e notebooks enfrenta um “aperto” no fornecimento e, consequentemente, custos mais altos. O valor de componentes, como memórias DDR5, saltou cerca de 70% em relação ao ano passado.

Quando os aumentos na Dell e Lenovo chegam?

Ilustração com o logo da Dell ao centro, cercada por dois computadores da fabricante. Na parte inferior direita, o logotipo do "tecnoblog".
Dell pode subir valores já em dezembro (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

De acordo com as fontes, a Dell emitiu um alerta de aumento de preços e a expectativa é que os valores subam entre 15% e 20%, com a possibilidade das novas tabelas entrarem em vigor já neste mês.

O movimento corrobora declarações recentes de executivos da empresa. Em novembro, o COO da Dell, Jeff Clarke, afirmou à Bloomberg que “nunca viu os custos de chips de memória subirem tão rápido”, destacando que as despesas estavam escalando em todas as linhas de produtos da marca.

Foto de um PC ThinkStation P348 preto
Lenovo mudará preços a partir da virada do ano (foto: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

A Lenovo, por sua vez, adotou um cronograma ligeiramente diferente, mas com o mesmo objetivo. A fabricante chinesa começou a informar seus parceiros comerciais que todas as cotações e preços atuais expirarão em 1º de janeiro de 2026.

Em comunicado, obtido pelos analistas através de fontes do setor, a empresa citou dois fatores principais para a decisão: a intensificação da escassez de memória e a rápida integração de tecnologias de IA, que exigem hardware mais robusto.

A recomendação da Lenovo aos clientes é antecipar os pedidos para garantir os valores atuais e evitar custos adicionais no próximo ano.

PCs com IA devem sofrer grande reajuste

Imagem de divulgação mostra recursos de um PC com IA da Microsoft
PCs com IA serão particularmente afetados (imagem: divulgação/Microsoft)

Os preços elevados do componente devem impactar mais empresas, como HP, LG e Samsung. As três companhias também já estariam revisando os preços dos produtos para o próximo ano, incluindo tablets e PCs com IA.

Esses dispositivos focados em IA, relembra o jornal sul-coreano Chosun, devem ser ainda mais afetados pelos preços das memórias. Isso porque a configuração mínima de RAM de PCs focados em inteligência artificial é 16 GB e prioriza-se o uso de SSDs de alto desempenho.

O efeito cascata é tanto que prejudicará até mesmo fornecedoras de processadores, como Intel, AMD e Qualcomm. As empresas pretendiam expandir o fornecimento de CPUs para AI PCs, mas devem desacelerar a produção de chips com a queda na quantidade de produtos.

Dell e Lenovo preparam aumento de preços devido à alta da memória RAM; veja datas

Saiba como o dual channel ou single channel influenciam no desempenho de um computador (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Dell (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

ThinkStation P348 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

IA do Windows 11 lê o conteúdo na tela do computador (imagem: divulgação/Microsoft)

Meta centraliza suporte para Facebook e Instagram com novo assistente de IA

5 de Dezembro de 2025, 11:16
Arte com a logomarca da Meta ao centro e o rosto de Mark Zuckerberg abaixo. Na parte inferior direita está a logomarca do Tecnoblog.
Empresa de Mark Zuckerberg afirma que uso de IA reduziu invasões de contas em 30% (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Meta lançou uma central de suporte unificada para Facebook e Instagram, que agrupa opções de segurança e recuperação de contas.
  • Empresa introduziu um assistente de suporte baseado em IA, ainda em teste, que promete reduzir invasões de contas em 30%.
  • A companhia tenta contornar críticas de que as reestruturações constantes geram confusão nos usuários.

A Meta anunciou ontem (04/12) uma nova central de suporte unificada para usuários do Facebook e Instagram. A ferramenta, já disponível nos aplicativos para iPhone e Android, agrupa no mesmo local as opções para relatar problemas técnicos, recuperar contas perdidas e gerenciar configurações de segurança.

A novidade também traz um novo assistente de suporte baseado em inteligência artificial. O recurso, ainda em testes, deve oferecer auxílio personalizado em tarefas como a recuperação de acesso, gerenciamento de perfis e atualização de configurações.

Nesta etapa inicial, o chat com IA está disponível apenas para usuários do Facebook, mas a Meta planeja expandir a funcionalidade para outros apps da plataforma.

Promessa é de mais segurança

Meta disponibilizou uma nova central de suporte unificada (gif: reprodução/Meta)

A empresa promete que a centralização tornará os processos mais ágeis e com métodos de verificação descomplicados. Uma das novidades é a opção de gravar um vídeo selfie para verificar a identidade do usuário, em um sistema melhorado de reconhecimento de dispositivos confiáveis.

Segundo o comunicado oficial, o uso da IA tem sido fundamental para a proteção preventiva dos usuários, resultando em uma queda de mais de 30% nas invasões de contas globalmente no último ano. Os sistemas podem identificar e bloquear ameaças como phishing, logins suspeitos e comprometimento de senhas antes que danos maiores ocorram.

Além da prevenção, a companhia acrescenta que a IA tem auxiliado na redução de desativações acidentais de perfis, acelerando o processo de correção quando erros acontecem.

A Meta afirma que o sistema deve conectar os usuários de forma mais eficiente a ferramentas de proteção adicionais, como a verificação de segurança reformulada, a configuração de autenticação de dois fatores (2FA) e o uso de chaves de acesso (passkeys).

Promessa é de menos burocracia para quem perdeu o acesso à conta (imagem: reprodução/Meta)

Histórico de problemas

Como lembra o TechCrunch, esse cenário descrito pela empresa contraria alguns relatos de usuários: há um volume significativo de reclamações sobre a perda de acesso de contas pessoais e Páginas do Facebook devido a falhas nos sistemas automatizados. A situação motivou a criação de fóruns online para auxiliar pessoas que estão processando a Meta para recuperar seus perfis.

Uma das críticas é que a reestruturação constante dos menus e das áreas de ajuda, embora justificada pela empresa como uma melhoria, acaba gerando confusão, dificultando que o usuário encontre as ferramentas necessárias.

A Meta defende que a nova central resolverá parte desses atritos ao oferecer uma experiência mais direta. Novas ferramentas de recuperação devem ser lançadas em 2026.

Meta centraliza suporte para Facebook e Instagram com novo assistente de IA

Mark Zuckerberg é fundador e CEO da Meta (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Meta planeja cortar 30% do orçamento do metaverso

4 de Dezembro de 2025, 17:02
Imagem mostra um homem com um óculos de realidade virtual. A arte é em tom azul, com detalhes futuristas
Metaverso e realidade virtual devem ter menos investimento na Meta (imagem: kai Stachowiak/Public Domain Pictures)
Resumo
  • Meta planeja cortar 30% do orçamento do metaverso, impactando as divisões de headsets Quest e Horizon Worlds.
  • De acordo com a agência Bloomberg, o motivo alegado pela empresa é a falta de concorrência no setor.
  • A companhia de Mark Zuckerberg também tem redirecionado o foco para a IA, priorizando modelos de linguagem e hardwares integrados.

A Meta, controladora do Facebook e Instagram, pode reduzir os investimentos destinados ao metaverso. Segundo a Bloomberg, a companhia de Mark Zuckerberg deve aplicar um corte de até 30% no orçamento do grupo responsável pelas tecnologias no planejamento de 2026.

O ajuste de rumo sinalizaria uma provável mudança de prioridade na gestão de recursos da big tech. Importante notar que a aposta no metaverso motivou, inclusive, a mudança de nome da companhia em 2021, que até então carregava o nome da principal rede social, Facebook.

Internamente, a justificativa para o recuo, segundo a agência, baseia-se na leitura de que o mercado não evoluiu conforme as projeções.

Plataformas do metaverso na mira de Zuckerberg

Meta Quest 3S sendo segurado em uma mão. Na parte inferior direita, a marca d'água do "tecnoblog" é visível.
Meta Quest 3S foi lançado em 2024 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

A medida deve impactar diretamente o desenvolvimento da plataforma de mundos virtuais Meta Horizon Worlds e a unidade de realidade virtual responsável pelos headsets Quest. Essas divisões concentram a maior parte dos gastos do setor.

A proposta de redução, discutida em reuniões de executivos no mês passado, supera consideravelmente o corte padrão de 10% solicitado por Zuckerberg para outros departamento da empresa, diz a Bloomberg. Com isso, espera-se uma nova rodada de demissões já em janeiro.

Tudo isso porque a companhia avaliou que o nível de concorrência sobre a tecnologia não atingiu o esperado. Diante da falta de rivais de peso disputando o espaço, a Meta teria optado por frear os gastos. Falamos sobre o (in)sucesso da tecnologia no Tecnocast 309 – Óculos, headsets e o futuro que ainda não chegou.

Divisão acumulou perdas

A divisão Reality Labs, que abriga os projetos de realidade virtual (VR) e aumentada (AR), tem sido considerada uma fonte de drenagem financeira para a Meta. Desde o início de 2021, o setor acumulou perdas superiores a US$ 70 bilhões (cerca de R$ 371 milhões), gerando críticas constantes de investidores e analistas que viam pouco retorno.

O trauma com o setor é tanto que o mercado enxergou a notícia com bons olhos. As ações da Meta registraram uma alta de 5,5% nas negociações pré-mercado em Nova York após a divulgação do relatório da Bloomberg.

Foco da Meta é em IA

Arte com o rosto de Mark Zuckerberg à esquerda, em arte de cor rosa, e outra foto de Zuckerberg à direita, em arte de cor azul. Na parte inferior direita está a logomarca do Tecnoblog.
Mark Zuckerberg tem focado no Llama e no Meta AI, soluções de IA da empresa (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Enquanto o metaverso perde tração no orçamento, a Meta redireciona o foco para a IA. Zuckerberg já quase não menciona o metaverso e tem priorizado o desenvolvimento de modelos de linguagem, como o Llama, e hardwares integrados, como os óculos inteligentes Ray-Ban Meta.

A companhia também investe pesado em alcançar a superinteligência. O laboratório especializado no avanço da tecnologia mirou cérebros da concorrência, oferecendo salários altíssimos para ex-funcionários de IA de empresas como OpenAI e Google. O projeto, no entanto, já sofreu baixas e passou por reformulação.

Meta planeja cortar 30% do orçamento do metaverso

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Medida deve impactar divisão responsável pelos headsets de realidade virtual Quest e pela plataforma Horizon Worlds. Motivo seria a falta de concorrência no setor.

Meta Quest 3S custa US$ 299 nos Estados Unidos (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Mark Zuckerberg é fundador e CEO da Meta (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Liquida de Natal: Galaxy A56 tem 48% OFF na melhor oferta do ano

3 de Dezembro de 2025, 17:48

Prós
  • Desempenho garantido com Exynos 1580
  • Câmeras 4K e de alta qualidade.
  • Tela Super AMOLED com 120Hz e HDR10+
  • Promessa de atualizações até o Android 21
Contras
  • Sem slot para cartão de memória
  • Carregador na caixa é de apenas 15 W
  • Fotos com zoom perdem a qualidade
PIX Cupom
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O Galaxy A56 de 128 GB está saindo por apenas R$ 1.569 no Pix com o cupom CELULAR150 na Magazine Luiza. A oferta representa desconto de 48% sobre o lançamento do celular (R$ 2.999) da Samsung, que se destaca pelo desempenho com a RAM de 8 GB e pela tela AMOLED de 6,7 polegadas.

Galaxy A56 tem RAM de 8 GB e AMOLED de 6,7″

O A56 é equipado com o processador Exynos 1580, aliado a até 8 GB de RAM, garantindo uma performance sólida para multitarefas e até em jogos. Durante os testes do Tecnoblog, o celular custo-benefício rodou sem engasgos jogos como Call of Duty, além de tarefas de inteligência artificial do Galaxy AI.

A tela de 6,7 polegadas com tecnologia Super AMOLED apresenta brilho máximo de 1.900 nits, taxa de atualização de 120 Hz e suporte a HDR10+. As imagens exibem contraste intenso e cores vibrantes, além de nitidez satisfatória. O painel entrega rolagem fluida e visibilidade adequada sob luz forte.

O conjunto de três câmeras do smartphone da Samsung capta imagens detalhadas com sensor principal de 50 MP e estabilização óptica (OIS). A lente ultrawide de 12 MP amplia o campo de visão. Enquanto a lente macro de 5 MP permite aproximações. Vídeos gravam em 4K a 30 fps. Selfies usam sensor de 12 MP com HDR.

Imagem mostra mão segurando Samsung Galaxy A56 na cor, com a parte de traz à mostra. Traseira cinza exibe módulo preto com câmera tripla.
Câmeras do Samsung Galaxy A56 (foto: Ana Marques / Tecnoblog)

O Galaxy A56 (128 GB) por R$ 1.569 no Pix com o cupom CELULAR150 na Magalu ainda é equipado com Android 15 de fábrica e promete pelo menos seis anos de atualizações do sistema operacional. Além de oferecer conectividade 5G, Wi‑Fi dual‑band, Bluetooth 5.3 e NFC.

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Liquida de Natal: Galaxy A56 tem 48% OFF na melhor oferta do ano

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Galaxy A56 é celular custo-benefício da Samsung com RAM de 8 GB e tela AMOLED; cupom na Magalu traz menor preço histórico

Câmeras do Samsung Galaxy A56 (foto: Ana Marques / Tecnoblog)

Galaxy S24 Plus (256 GB) com RAM de 12 GB tem 55% OFF no Mercado Livre

2 de Dezembro de 2025, 16:36
R$ 6.999,0055% OFF

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O Galaxy S24 Plus de 256 GB está saindo por apenas R$ 3.134 no Pix no Mercado Livre. Na oferta, o desconto é de 55% em relação ao preço de lançamento (R$ 6.999). O celular da Samsung é equipado com RAM de 12 GB, conjunto de câmeras versátil e tela AMOLED com taxa de atualização de 120 Hz.

Galaxy S24 Plus tem RAM de 12 GB e câmera tripla

Mão segurando smartphone, mostrando a parte traseira
Galaxy S24 Plus tem três câmeras traseiras, como seu antecessor (Foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O Galaxy S24 Plus é impulsionado pelo processador Exynos 2400, que oferece desempenho robusto em multitarefas e jogos pesados. Com 12 GB de RAM, o dispositivo garante fluidez e rapidez nas operações mais exigentes. Essa combinação proporciona uma experiência de uso sem atrasos.

O conjunto de câmeras é de alta qualidade, incluindo uma principal de 50 MP, uma telefoto de 10 MP com zoom óptico de 3x e uma ultrawide de 12 MP. As câmeras oferecem excelente desempenho em diversas condições de luz, com gravação em 8K e recursos avançados como HDR10+ e Super Steady para vídeos estáveis.

A tela Dynamic LTPO AMOLED 2X de 6,7 polegadas oferece brilho máximo de 2.600 nits. Resolução de 1.440 x 3.120 pixels e taxa de atualização de 120 Hz garantem nitidez e fluidez. Compatibilidade com HDR10+ realça cores e contraste em vídeos e fotos.

Três smartphones em suportes de acrílico sobre uma mesa com vasos e plantas decorativas
Linha Galaxy S24 tem várias opções de cores (Foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Ademais, o celular da Samsung promete receber atualizações do Android até 2031, e conta com certificação IP68 contra água e poeira. Lembrando que, em oferta, o Galaxy S24 Plus de 256 GB sai por apenas R$ 3.134 no Pix no Mercado Livre.

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Galaxy S24 Plus (256 GB) com RAM de 12 GB tem 55% OFF no Mercado Livre

Galaxy S24 Plus tem três câmeras traseiras, como seu antecessor (Foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Linha Galaxy S24 tem várias opções de cores (Foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Só hoje: Motorola Edge 60 (512 GB) com 43% OFF em até 12x sem juros

2 de Dezembro de 2025, 11:12
R$ 3.499,0043% OFF

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O Motorola Edge 60 de 512 GB está saindo por apenas R$ 1.999 em até 12x sem juros. Segundo a Amazon, a oferta é relâmpago e deve acabar ainda hoje. E o preço em promoção representa um desconto de 43% sobre o lançamento (R$ 3.499) do celular da Motorola com RAM de 12 GB e resistência a água e poeira.

Motorola Edge 60 é potente e resistente

A imagem mostra o Motorola Edge 60 sendo segurado com uma mão. A tela do dispositivo está visível, exibindo a hora 11:42, com um fundo em tons de azul e roxo. O sistema operacional parece estar com a interface personalizada da Motorola. No fundo, há um logo da Motorola em um suporte de exposição.
Motorola Edge 60 usa chip Mediatek Dimensity 7300 (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

O Edge 60 é um smartphone que se destaca por sua performance e resistência. Equipado com o processador Mediatek Dimensity 7300 de 4 nm, oferece uma experiência de uso fluida, ideal para multitarefas e jogos exigentes. Enquanto os 12 GB de RAM garantem velocidade e agilidade em tarefas diárias.

Outro grande destaque é o design robusto, que conta com certificação IP68/IP69, tornando o dispositivo resistente à água e poeira. Ele pode ser imerso a até 1,5 metros de profundidade por até 30 minutos, oferecendo maior durabilidade em condições adversas.

A tela POLED de 6,67 polegadas tem resolução de 1.220 x 2.712 pixels e suporte a HDR10+, garantindo imagens nítidas, vibrantes e com excelente contraste. Além disso, a taxa de atualização de 120 Hz proporciona uma experiência visual suave, seja ao navegar na interface ou ao assistir a vídeos.

A imagem mostra a parte traseira do Motorola Edge 60, com foco na área das câmeras. O dispositivo possui um módulo de câmeras quadrado, com três lentes circulares e um flash LED. O aparelho é de cor azul escuro e está sendo segurado com uma mão. Ao fundo, é possível ver um suporte transparente com outros aparelhos.
Motorola Edge 60 usa as mesmas câmeras do modelo Pro (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

A câmera principal do celular custo-benefício é composta por três sensores, incluindo uma lente 50 MP, ideal para capturar fotos detalhadas e vídeos em 4K. A telefoto de 10 MP com zoom óptico de 3x permite fotos com maior proximidade sem perda de qualidade. E a ultrawide de 50 MP é perfeita para capturar paisagens amplas e fotos em grupo.

Ademais, o Motorola Edge 60 de 512 GB (por apenas R$ 1.999 em até 12x sem juros no cartão) conta com uma bateria de 5.200 mAh com suporte a carregamento rápido de 68 W. E, por fim, promete ser atualizado até o Android 18.

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Só hoje: Motorola Edge 60 (512 GB) com 43% OFF em até 12x sem juros

Motorola Edge 60 usa chip Mediatek Dimensity 7300 (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Motorola Edge 60 usa as mesmas câmeras do modelo Pro (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

iPhone 16e (256 GB) tem 40% de desconto em oferta no Mercado Livre

2 de Dezembro de 2025, 10:53

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O iPhone 16e de 256 GB está saindo por apenas R$ 3.929 no Pix no Mercado Livre. A promoção representa um desconto de 40% sobre o preço de lançamento do celular da Apple (R$ 6.599), que se destaca pelo chip A18 na ficha técnica. O iPhone está entre os modelos mais acessíveis da marca da maçã atualmente.

iPhone 16e é celular custo-benefício da Apple

O iPhone 16e é equipado com o processador Apple A18 de 3 nm, combinado com 8 GB de RAM, proporcionando desempenho excepcional para multitarefas, jogos e aplicativos pesados. O chip garante rapidez nas execuções, enquanto a memória RAM assegura fluidez e eficiência, mesmo em tarefas exigentes.

A versão mais básica do iPhone 16 traz câmera principal de 48 MP com estabilização óptica e abertura f/1.6, capturando fotos detalhadas e vídeos em 4K com Dolby Vision HDR. A câmera frontal de 12 MP grava em 4K e suporta HDR, ideal para selfies definidas e chamadas de vídeo com ótima nitidez.

A tela Super Retina XDR OLED de 6,1 polegadas do iPhone exibe imagens com alta nitidez. Com brilho de 800 nits e pico de 1.200 nits, ela garante visibilidade em ambientes iluminados. Suporte a HDR10 e densidade de cerca de 460 ppi tornam vídeos e fotos vibrantes e detalhados.

Fotografia colorida mostra um iPhone 16e sendo segurado em uma mão. Ele está com a câmera frontal aberta.
iPhone 16e já começou a ser comercializado no Brasil (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O corpo do iPhone 16e (R$ 3.929) combina vidro frontal com traseira e estrutura em alumínio, com resistência IP68 contra água e poeira. E traz bateria de 4.005 mAh e conectividades 5G, Wi‑Fi dual‑band, Bluetooth 5.3 e USB‑C. Com tudo isso, quem busca um celular Apple mais acessível e moderno, pode preferir o iPhone 16e ao iPhone 15, por exemplo.

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iPhone 16e (256 GB) tem 40% de desconto em oferta no Mercado Livre

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iPhone 16e (256 GB) tem chip A18 e RAM de 8 GB, além de câmera de 48 MP com OIS; celular custo-benefício da Apple está em promoção no Mercado Livre

iPhone 16e já começou a ser comercializado no Brasil (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
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