The Chinese App That Puts Instagram to Shame
A TCL 4K C7K de 65″ está saindo por R$ 4.989 no Pix com cupom TVCASASBAHIA no marketplace das Casas Bahia no Mercado Livre, um desconto de 33% sobre o preço de lançamento de R$ 7.499.
Esta Smart TV possui painel Mini LED que promete entregar alta definição de cores e preto perfeito, taxa de atualização de 144 Hz ideal para gamers, e recursos de IA para ajuste fino de imagem e som.

Um dos destaques da C7K é seu painel QLED de 65 polegadas com tecnologia Mini LED, que apresenta uma qualidade de imagem de alta qualidade, incluindo reprodução fiel de cores, melhor contraste com local dimming e preto perfeito. Além de apresentar menos riscos em relação ao OLED, como menor chance de burn-in.
Além de oferecer suporte a HDR10+ e HLG, a TV possui diversos recursos baseados em Inteligência Artificial, fornecidos pelo chip AIPQ PRO. Ajustes finos otimizam as cores, contraste, brilho, movimento (para reduzir rastros na tela) e cenas (que otimizam a experiência conforme o conteúdo)
Para os gamers, o televisor oferece duas portas HDMI 2.1 que suportam 4K a uma taxa de atualização de 144 Hz, considerada o mínimo necessário para jogos competitivos no PC. Além disso, o aparelho suporta AMD FreeSync Premium Pro, para reduzir o efeito de “quebra” de quadros.

A C7K roda Google TV, que oferece vários serviços de streaming como Netflix, HBO Max, Paramount+, Apple TV, Crunchyroll, Amazon Prime Video, Spotify e outros. Ela também suporta jogos na nuvem através do Xbox Game Pass e Nvidia GeForce Now, bastando parear um controle Bluetooth.
Ainda sobre a plataforma do Google, o televisor oferece suporte de IA por meio do recurso “Ei, Google”, com comandos de voz captados por microfones na TV e no controle remoto. Assim, é possível consultar resultados de jogos da Copa do Mundo FIFA 2026 e controlar aparelhos inteligentes pela casa.
A Smart TV TCL 4K C7K de 65″ está em oferta por R$ 4.989 no Pix com cupom TVCASASBAHIA no marketplace das Casas Bahia no Mercado Livre, um abatimento de 33% frente ao valor original.
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Smart TV TCL C7K de 65 polegadas alcança 33% OFF com cupom no Mercado Livre

Funcionários da Amazon estão automatizando tarefas não essenciais de seu trabalho para elevar os indicadores de uso de inteligência artificial e cumprir as metas semanais de adoção da tecnologia. A técnica de gastar tokens de IA desnecessariamente ganhou até apelido: “tokenmaxxing”.
As informações são do Financial Times, que falou com três pessoas familiarizadas com o assunto. De acordo com a publicação, a Amazon implementou uma ferramenta chamada MeshClaw, que permite criar agentes de IA e conectá-los aos softwares da companhia. Assim, eles poderiam executar tarefas de maneira automática.
Não foi só isso: a companhia também colocou metas semanais de uso de IA para mais de 80% dos seus desenvolvedores, acompanhando o uso de tokens de cada um deles.

Segundo a reportagem, a Amazon divulgava as estatísticas de uso de IA pelos times para todos os funcionários, mas passou a limitar as informações apenas para os próprios funcionários e para os chefes.
Os líderes estariam sendo desencorajados a usar o uso de tokens como métrica de desempenho. A empresa também teria dito aos empregados que as estatísticas não seriam usadas em avaliações. Os trabalhadores, porém, não parecem ter confiado muito.
“Quando eles monitoram o uso, criam incentivos distorcidos, e algumas pessoas são muito competitivas”, disse um dos funcionários ouvidos pelo Financial Times em condição de anonimato.
“Há muita pressão para usar essas ferramentas. Algumas pessoas estão usando o MeshClaw apenas para maximizar a contagem de tokens”, afirmou outro trabalhador.
Procurada pelo Financial Times, a Amazon afirmou que a ferramenta permite automatizar tarefas diárias repetitivas e é um exemplo de empoderamento de equipes através da adoção de IA.
Como nota a publicação, empresas do Vale do Silício estão cobrando que seus empregados usem IA como forma de justificar os investimentos em infraestrutura e mostrar métricas de adoção das ferramentas.
Jensen Huang, CEO da Nvidia, declarou recentemente que ficaria alarmado se um engenheiro que ganha US$ 500 mil por ano não estivesse gastando US$ 250 mil por ano em tokens. Ele não é a pessoa mais isenta para falar disso, já que, quanto maior a demanda por IA, mais a Nvidia vende GPUs.
Isso, porém, pode representar custos altos sem retorno — e algumas companhias já perceberam que só cobrar o uso de IA não resolve. A Zapier, por exemplo, monitora o gasto de tokens para encontrar padrões e discrepâncias: quem usa muito pode estar recorrendo à IA de forma ineficiente ou ter descoberto novas formas de fazer seu trabalho.
Com informações do Financial Times e do Tom’s Hardware
Funcionários da Amazon fazem “tokenmaxxing” para driblar meta de uso de IA




Uma pesquisa feita pela Kaspersky descobriu que 48% das senhas já vazadas na internet podem ser descobertas por hackers em menos de um minuto. Além disso, a empresa de cibersegurança revelou outro dado que chama atenção: considerando um tempo maior para descobrir o código, de até uma hora, 60% das senhas usadas no mundo podem ser acessadas.
Segundo a análise, essa facilidade estaria relacionada à capacidade de processamento das placas de vídeo atuais, utilizadas por hackers para acelerar a quebra e decodificação de senhas.
Os resultados acendem um alerta importante de cibersegurança e reforçam a máxima: não dá mais para confiar apenas nas palavras-chave como recurso máximo de proteção para seus dados.
Para chegar nesses números, a Kaspersky analisou 231 milhões de códigos entre 2023 e 2026, e apenas 23% delas se mostraram seguras o suficiente, ou seja, dariam aos hackers um ano inteiro de trabalho para serem descobertas.
O estudo atribui esse aumento na vulnerabilidade ao avanço das placas de vídeo usadas nos testes. Na edição anterior, publicada em 2024, a análise utilizava a GeForce RTX 4090, da Nvidia. Agora, os pesquisadores adotaram a RTX 5090, cuja capacidade de quebrar o algoritmo MD5 cresceu 34%, atingindo 220 bilhões de hashes por segundo.

Vale explicar que hash, no caso, é uma função matemática que transforma a sequência de carácteres formada pela sua senha em um novo padrão codificado. E, conforme explica um artigo da Avast, MD5 é o algoritmo que gera esses hashes no processo de criptografia. Ou seja: o processo reverso de leitura e compreensão dessas funções para chegar à sequência original ficou bem mais rápida com a placa mais recente.
Pode parecer algo simples de “resolver”: nem todo hacker teria acesso a uma GPU top de linha como essa, que sai a, pelo menos, R$ 21.999 no e-commerce nacional. Ainda assim, a Kaspersky reforça a facilidade com que se pode ter acesso a esse poder de processamento por meio de serviços na nuvem, com aluguel bem mais barato por um tempo curto de uso.
Na prática, isso reduz a barreira para ataques automatizados. Se menos de um minuto já seria suficiente para quebrar quase metade das senhas analisadas — e uma hora bastaria para atingir 60% delas —, não seria necessário investir diretamente em uma placa topo de linha para quebrar as senhas.
Outro ponto levantado foi o esforço feito durante um ataque: ao conseguir decodificar uma senha, alguns padrões utilizados pelo algoritmo MD5 podem se repetir em muitas outras, facilitando a vida do hacker que faz essas tentativas com um grande número de contas como alvo e até justificando o uso de um processamento tão poderoso de uma vez só.
Além do alerta em si, a Kaspersky explica quais fatores contribuem para a vulnerabilidade das senhas. Sequências criadas por humanos, por exemplo, são mais previsíveis e até mesmo aquelas feitas por meio de uma inteligência artificial generativa podem ser descobertas mais facilmente, já que é possível identificar traços humanos no processo criativo.

O fator mais determinante para dificultar a quebra na hora de decodificar foi o tamanho das senhas. Segundo a Kaspersky, 24 horas são suficientes para decifrar praticamente todas as sequências de oito caracteres, por exemplo.
Para reforçar a segurança das senhas, o estudo sugere:
Esse último fator é, inclusive, determinante para uma segurança maior, chamado na pesquisa de “higiene digital”.
A principal dica, no entanto, é ativar recursos de autenticação em dois fatores, de preferência utilizando um aplicativo de autenticação como Google Authenticator, Authy e Yandex ID.
Apesar da possibilidade de fazer isso por códigos enviados via e-mail ou SMS, por exemplo, a dica é recorrer a esses apps, que geram sequências aleatórias e podem ficar disponíveis em todos os seus dispositivos.
Metade das senhas pode ser hackeada em 1 minuto, diz estudo



O sorteio do concurso 7014 da Quina aconteceu na noite de quinta-feira (30), às 21h. O prêmio desta loteria estava estimado em R$ 4,5 milhões.
Os números sorteados da Quina 7014 foram: 11 – 16 – 23 – 42 – 74.
Confira os números sorteados da Quina de hoje e descubra se o prêmio milionário acumulou ou se teve ganhadores. Em seguida, explore os últimos resultados e as informações sobre o próximo sorteio.
A Quina de hoje não acumulou. A estimativa de prêmio do próximo concurso da Quina é de R$ 6 milhões.
Uma aposta de Osasco (SP) acertou as cinco dezenas e vai levar para casa R$ 4.565.710,48. 74 apostas acertaram quatro números e ganharam R$ 5.499,90. 4.202 apostas acertaram três dezenas e levarão R$ 92,24. 88.420 apostas obtiveram dois acertos e receberão R$ 4,38.
O resultado da Quina 7013 desta quarta-feira (29) é: 12 – 36 – 37 – 53 – 80.
O próximo sorteio é o 7015 e ele acontece no sábado, 2 de maio de 2026.
Leia mais:
Os dez últimos resultados dos sorteios da Quina foram:
Ao ganhar na Quina, o processo de resgate do seu prêmio é simples e se diferencia principalmente pelo valor a ser recebido. Você tem a opção de fazer o resgate em qualquer casa lotérica credenciada ou nas agências da Caixa.
Veja como funciona:
Quais os dias de sorteio da Quina?
Os sorteios da Quina acontecem 6 vezes por semana. Eles ocorrem de segunda a sábado.
Qual o horário do sorteio da Quina?
O sorteio ocorre às 21h (horário de Brasília).
Onde assistir ao sorteio ao vivo da Quina?
O sorteio é transmitido pela RedeTV! online e também na TV e pelo perfil da Caixa no YouTube e Facebook.
Como jogar na Quina?
A aposta simples consiste em marcar 5 números entre os 80 disponíveis.
Até que horas é possível apostar na Quina?
As apostas poderão ser feitas até as 20h do mesmo dia do sorteio.
Com quantos números se ganha na Quina?
O apostador leva prêmio em dinheiro se acerta a partir de 2 números (duque). Ele também ganha com 3 números (terno), 4 números (quadra) e 5 números sorteados.
Quantos números posso escolher para apostar na Quina?
No volante, seja em papel ou digital, há 80 números disponíveis. A menor aposta possível é escolher 5 números e custa R$ 3. Quanto mais números você escolher, maior será sua chance de ganhar.
O post Resultado da Quina de hoje: veja números e ganhadores do concurso 7014 (quinta, 30/04) apareceu primeiro em Olhar Digital.
O sorteio do concurso 3674 da Lotofácil aconteceu na noite desta quinta-feira (30), às 21h. O prêmio desta loteria estava estimado em R$ 2 milhões.
Os números sorteados da Lotofácil 3674 foram: 02 – 06 – 07 – 08 – 09 – 10 – 15 – 17 – 19 – 20 – 21 – 22 – 23 – 24 – 25.
Confira os números sorteados da Lotofácil de hoje e descubra se o prêmio milionário acumulou ou se teve ganhadores. Em seguida, explore os últimos resultados e as informações sobre o próximo sorteio.
A Lotofácil de hoje acumulou. A estimativa de prêmio do próximo concurso da Lotofácil é de R$ 5 milhões.
Nenhuma aposta acertou as 15 dezenas. 182 apostas acertaram 14 números e ganharam R$ 2.357,91. 7.132 apostas acertaram 13 dezenas e levarão R$ 35,00. 84.004 apostas obtiveram 12 acertos e receberão R$ 14,00. Por fim, 513.738 apostas tiveram 11 dezenas sorteadas e foram premiadas com R$ 7,00.
O resultado da Lotofácil 3673 desta quarta-feira (29) é: 01 – 03 – 04 – 08 – 10 – 11 – 12 – 15 – 16 – 18 – 19 – 20 – 21 – 22 – 25.
O próximo sorteio é o 3675 e ele acontece no sábado, 2 de maio de 2026.
Leia mais:
Os dez últimos resultados dos sorteios da Lotofácil foram:
Ao ganhar na Lotofácil, o processo de resgate do seu prêmio é simples e se diferencia principalmente pelo valor a ser recebido. Você tem a opção de fazer o resgate em qualquer casa lotérica credenciada ou nas agências da Caixa.
Veja como funciona:
Quantos números posso escolher para apostar na Lotofácil?
No volante, seja em papel ou digital, há 25 números disponíveis. A menor aposta possível é escolher 15 números e custa R$ 3,50. Quanto mais números você escolher, maior será sua chance de ganhar.
Qual é a maior aposta que posso fazer na Lotofácil?
A maior aposta é de 20 números. O preço dessa aposta é de R$ 54.264,00.
Como aumentar as chances de ganhar na Lotofácil?
Para aumentar suas chances na Lotofácil, o valor da cota depende da quantidade de dezenas e cotas disponíveis. Você encontra bolão com cota a partir de R$ 4,50.
O post Resultado da Lotofácil de hoje: veja números e ganhadores do concurso 3674 (quinta, 30/04) apareceu primeiro em Olhar Digital.

A Comissão Europeia afirma que a Meta está violando as regras da Lei de Serviços Digitais (DSA) do bloco europeu. O motivo? A falha da controladora do Facebook e Instagram em impedir que crianças com menos de 13 anos utilizem suas redes sociais.
Uma decisão preliminar foi divulgada nesta terça-feira (28/04) e surge após uma investigação de quase dois anos, concluindo que as medidas de proteção da gigante da tecnologia são ineficazes. A denúncia foca na facilidade com que o sistema de idade da empresa é burlado.
Na prática, um menor de idade consegue criar um perfil apenas fornecendo uma data de nascimento falsa na tela de cadastro. Ao informarem que têm 13 anos ou mais — a idade mínima estipulada nos termos da Meta —, crianças entram na plataforma sem esbarrar em nenhum mecanismo de verificação real de identidade.
Além dessa brecha, as ferramentas internas para denunciar usuários menores de idade foram classificadas pelo bloco europeu como difíceis de usar. A Comissão constatou que, mesmo quando uma denúncia é feita corretamente, falta acompanhamento por parte da equipe de moderação para investigar e banir a conta irregular.
A líder de política tecnológica da UE, Henna Virkkunen, reforçou a gravidade da situação. “Nossas descobertas preliminares mostram que o Instagram e o Facebook estão fazendo muito pouco para impedir que crianças acessem seus serviços”, destacou a autoridade em comunicado.
A resposta envolve os danos causados pela exposição a um ambiente feito para o público adulto. O acesso descontrolado deixa as crianças mais vulneráveis a perigos da internet, como cyberbullying, aliciamento virtual e consumo de experiências inadequadas para a idade.
O órgão afirma ainda que a Meta ignorou um grande volume de evidências que provam o quão vulneráveis as crianças são a esses serviços digitais. Estatísticas oficiais das autoridades europeias sugerem que entre 10% e 12% dos menores de 13 anos no continente já navegam pelo Facebook ou Instagram.
O impacto desse uso contínuo também motivou uma segunda investigação da Comissão Europeia, que ainda está em andamento. Essa apuração investiga os efeitos dos algoritmos, analisando se o modelo de recomendação de conteúdos também está causando danos à saúde física e gerando vícios comportamentais no público jovem.

A exigência principal é que o Facebook e o Instagram atualizem urgentemente suas ferramentas de verificação de idade. Se a Meta não resolver essas falhas e for penalizada, o rombo financeiro pode ser grande.
A legislação da UE permite aplicar multas de até 6% do faturamento anual global da empresa condenada. Como a companhia declarou uma receita de US$ 201 bilhões para o ano fiscal de 2025, a multa máxima aplicável bateria a marca de US$ 12 bilhões (mais de R$ 60 bilhões na cotação atual).
Procurada pelo jornal The Guardian, a Meta negou as irregularidades. Um porta-voz afirmou que a empresa discorda das conclusões da comissão e que investe constantemente em tecnologias para derrubar perfis irregulares.
“Deixamos claro que o Instagram e o Facebook são destinados a pessoas com 13 anos ou mais e temos medidas em vigor para detectar e remover contas de menores”, argumentou. O representante ainda classificou a verificação de idade online como um “desafio para toda a indústria” e avisou que novas ferramentas de segurança serão anunciadas na próxima semana.
Vale mencionar que a pressão sobre a Meta reflete uma tendência no continente europeu. A Espanha lidera um movimento para proibir o acesso de menores de 16 anos, enquanto o parlamento francês aprovou medidas semelhantes para menores de 15 anos. O Reino Unido também confirmou que estuda impor limites para usuários abaixo dos 16 anos.
Meta falha em manter crianças longe das redes, decide UE




O mercado de tecnologia vive um dilema em 2026. De um lado, grandes empresas justificam demissões em massa pela busca de eficiência. De outro, gastam bilhões em inteligência artificial. Na ponta do lápis, no entanto, a conta não fecha: manter sistemas de IA rodando está mais caro do que pagar salários.
Dessa vez, o alerta vem da Nvidia, justamente a fornecedora que mais lucra com esse setor. Em entrevista ao site Axios, o vice-presidente de deep learning aplicado, Bryan Catanzaro, foi direto: para a sua equipe, “o custo da computação é muito maior do que o custo dos funcionários”.
A realidade começa a tensionar o discurso recente de substituição de humanos por agentes automatizados como solução de custo, já que o movimento não tem se traduzido em alívio imediato no caixa. Só na última semana, a Meta confirmou o corte de milhares de profissionais, enquanto a Microsoft abriu seu maior programa de demissão voluntária.
Segundo a plataforma Layoffs.fyi, o setor já acumula mais de 92 mil demissões no início de 2026, um ritmo que se aproxima perigosamente dos 120 mil desligamentos de todo o ano passado.

No curto prazo, não. Para a maioria das funções operacionais, a automação não se traduz em economia real. Um estudo do MIT de 2024 já antecipava isso: ao avaliar o custo-benefício, pesquisadores concluíram que a IA só era financeiramente viável em 23% dos cargos. Para os 77% restantes, manter um profissional de carne e osso executando a mesma tarefa continuava mais barato.
Apesar dessa falta de viabilidade, as corporações continuam com o pé no acelerador. A empresa de serviços financeiros Morgan Stanley projeta que os gastos de capital com infraestrutura de IA baterão US$ 740 bilhões (cerca de R$ 3,7 trilhões, em conversão direta) neste ano — um salto de 69% ante 2025.
Esse volume força empresas a refazerem as contas às pressas. O diretor de tecnologia da Uber, Praveen Neppalli Naga, admitiu ao The Information ter estourado o orçamento da área apenas adotando o Claude Code, ferramenta de programação da Anthropic.
Para o longo prazo, é esperado um cenário ainda mais caro e sem melhorias de eficiência. A consultoria McKinsey projeta gastos globais com IA alcançando US$ 5,2 trilhões até 2030, impulsionados pela manutenção de data centers e equipamentos de TI. Em um ritmo de adoção agressivo, essa fatura pode chegar a US$ 7,9 trilhões.
A boa notícia é que o peso computacional deve cair. Segundo a consultoria Gartner, o custo de inferência — quando o modelo analisa os dados para gerar respostas — despencará mais de 90% nos próximos quatro anos para LLMs de 1 trilhão de parâmetros, graças a otimizações em software e hardware.
Até que os preços caiam e os sistemas operem de forma previsível, a tendência é que a IA deixe de ser vendida como solução mágica para cortar despesas trabalhistas, assumindo o seu papel real: uma ferramenta de apoio poderosa, mas que ainda custa caro.
IA custa mais caro do que manter funcionários, diz executivo da Nvidia




Uma equipe de pesquisadores do Instituto de Pesquisa de Metais da Academia Chinesa de Ciências (CAS) desenvolveu uma bateria de fluxo à base de ferro que pode solucionar o maior gargalo da transição energética: o alto custo do armazenamento de eletricidade em larga escala.
O estudo, publicado este mês na revista científica Advanced Energy Materials, apresenta uma inovação capaz de suportar 6 mil ciclos de carga — uma durabilidade de 16 anos em operação diária.
No entanto, vale lembrar que essas baterias não foram projetadas para dispositivos portáteis: elas dependem de tanques de eletrólitos, bombas e tubulações para funcionar. Trata-se de uma solução de infraestrutura pesada, voltada para o armazenamento em escala industrial.
A urgência dessa inovação está na dinâmica do mercado. Hoje, quem dita as regras quando o assunto é armazenamento de energia é o lítio, mas a sua cadeia de suprimentos é complexa e muito cara. Um levantamento repercutido pelo jornal South China Morning Post destaca que o lítio chega a ser negociado por um valor 80 vezes maior que o do ferro na indústria de base.
Essa diferença de preço transforma o material abundante na Terra em uma alternativa mais viável para criar instalações capazes de estabilizar as redes elétricas das grandes cidades, por exemplo, garantindo o fornecimento ininterrupto de energia.
Diferente das baterias de íon-lítio dos celulares, as de fluxo de ferro armazenam energia em tanques de líquidos. Historicamente, os modelos à base de ferro esbarravam em uma falha técnica no polo negativo do equipamento: durante o uso, os materiais ativos têm a tendência de vazar. Esse processo, conhecido no jargão técnico como crossover, inviabiliza sua comercialização.
Para resolver o obstáculo do vazamento, os cientistas do CAS desenvolveram um complexo de ferro que funciona como um escudo de dupla camada em nível molecular. Segundo as informações divulgadas pelo portal Interesting Engineering, a molécula usa sua estrutura física — que é mais rígida e volumosa — para proteger o núcleo de ferro. Ao mesmo tempo, esse complexo possui uma forte carga negativa que gera um campo de força, repelindo as partículas que tentam “fugir” de forma indevida.

A combinação desses mecanismos barra a liberação do material. Além disso, a nova tecnologia adota uma química de base alcalina que impede a formação de dendritos, minúsculos cristais que costumam causar curtos-circuitos e destruir módulos precocemente.
Durante todo o período simulado, a bateria operou sem qualquer perda na capacidade de armazenamento. Mesmo quando os pesquisadores exigiram altas potências de saída, o protótipo reteve 78,5% da sua eficiência energética original.
Há uma corrida internacional para encontrar alternativas ao lítio. Como as instalações de rede elétrica não sofrem restrições de peso ou espaço físico — ao contrário de carros elétricos ou dispositivos móveis —, as baterias de fluxo despontam como sucessoras mais baratas no setor.
Nos Estados Unidos, o mercado já apresenta movimentações parecidas. A ESS Tech Inc., empresa com sede no Oregon, iniciou a instalação de medidores de fluxo de ferro em infraestruturas privadas, fornecendo suporte de energia para data centers de gigantes da tecnologia como o Google.
Com resultados científicos, o próximo desafio será provar a escalabilidade do projeto, tirando a promessa dos laboratórios e integrando a tecnologia às redes elétricas.
China desenvolve bateria barata que pode durar 16 anos


A Comissão Europeia subiu o tom contra o Google nesta semana após uma investigação iniciada em janeiro. O órgão regulador concluiu que a gigante de buscas favorece indevidamente o Gemini dentro do Android, violando a Lei de Mercados Digitais (DMA).
Agora, a União Europeia quer que a empresa abra as portas do sistema até julho deste ano, para que IAs de terceiros, como o ChatGPT e o Grok, tenham o mesmo nível de integração que a ferramenta nativa.
Como lembra o portal ArsTechnica, embora seja possível instalar qualquer chatbot no celular, apenas o Gemini consegue conversar profundamente com o sistema. Para a UE, essa exclusividade precisa acabar nos próximos meses. O Google, por outro lado, afirma que a exigência pode comprometer a privacidade dos usuários.
Vale citar que, no Brasil, um processo similar se desenrola na Justiça, mas envolve a Meta e IAs de terceiros no WhatsApp.

Ao ligar um aparelho com Android hoje, o Gemini já está lá, integrado ao sistema. A Comissão Europeia critica exatamente essa falta de recursos para serviços de terceiros. Para os reguladores, o Google atua como um porteiro que reserva as melhores funções para si.
A vice-presidente da Comissão para a Soberania Tecnológica, Henna Virkkunen, explicou a visão do bloco em comunicado: “À medida que navegamos pelo cenário da IA em rápida evolução, fica claro que a interoperabilidade é fundamental. Essas medidas abrirão os dispositivos Android para uma gama mais ampla de serviços, para que os usuários tenham a liberdade de escolher o que melhor atenda às suas necessidades”.
Na prática, a UE quer que, se o usuário preferir o ChatGPT, ele possa ser acionado por botões físicos ou palavras-chave de sistema da mesma forma que o Gemini. As mudanças propostas pelos reguladores são técnicas e mexem no motor do Android.
Os principais pontos são:
A reação do Google foi imediata. A conselheira sênior de concorrência da empresa, Claire Kelly, afirmou que a medida eliminaria a autonomia dos fabricantes em personalizar serviços. Segundo Kelly, dar acesso a hardware sensível e permissões profundas de sistema “aumentaria os custos e comprometeria proteções essenciais de privacidade e segurança”.
O Google é um velho conhecido dos reguladores europeus. Por causa da DMA, a empresa já teve que implementar telas de escolha de navegador e limitar o compartilhamento de dados entre seus próprios serviços (como Maps e YouTube). Agora, a IA é o tema da vez.
O cronograma é apertado: a Comissão Europeia prevê uma decisão final para 27 de julho de 2026. Se o Google bater o pé e não cumprir as exigências, o prejuízo pode ser grande: a Lei de Mercados Digitais prevê multas de até 10% da receita global anual da companhia.
União Europeia quer mudanças no Android



O sorteio do concurso 3671 da Lotofácil aconteceu na noite desta segunda-feira (27), às 21h. O prêmio desta loteria estava estimado em R$ 2 milhões.
Os números sorteados da Lotofácil 3671 foram: 01 – 03 – 04 – 05 – 06 – 07 – 09 – 10 – 12 – 13 – 15 – 16 – 17 – 18 – 21.
Confira os números sorteados da Lotofácil de hoje e descubra se o prêmio milionário acumulou ou se teve ganhadores. Em seguida, explore os últimos resultados e as informações sobre o próximo sorteio.
A Lotofácil de hoje acumulou. A estimativa de prêmio do próximo concurso da Lotofácil é de R$ 5 milhões.
Nenhuma aposta acertou as 15 dezenas. 218 apostas acertaram 14 números e ganharam R$ 2.245,17. 7.877 apostas acertaram 13 dezenas e levarão R$ 35,00. 96.714 apostas obtiveram 12 acertos e receberão R$ 14,00. Por fim, 529.950 apostas tiveram 11 dezenas sorteadas e foram premiadas com R$ 7,00.
O resultado da Lotofácil 3670 deste sábado (25) é: 01 – 02 – 03 – 05 – 06 – 10 – 11 – 14 – 15 – 17 – 18 – 19 – 21 – 23 – 24.
O próximo sorteio é o 3670 e ele acontece no sábado, 25 de abril de 2026.
Leia mais:
Os dez últimos resultados dos sorteios da Lotofácil foram:
Ao ganhar na Lotofácil, o processo de resgate do seu prêmio é simples e se diferencia principalmente pelo valor a ser recebido. Você tem a opção de fazer o resgate em qualquer casa lotérica credenciada ou nas agências da Caixa.
Veja como funciona:
Quantos números posso escolher para apostar na Lotofácil?
No volante, seja em papel ou digital, há 25 números disponíveis. A menor aposta possível é escolher 15 números e custa R$ 3,50. Quanto mais números você escolher, maior será sua chance de ganhar.
Qual é a maior aposta que posso fazer na Lotofácil?
A maior aposta é de 20 números. O preço dessa aposta é de R$ 54.264,00.
Como aumentar as chances de ganhar na Lotofácil?
Para aumentar suas chances na Lotofácil, o valor da cota depende da quantidade de dezenas e cotas disponíveis. Você encontra bolão com cota a partir de R$ 4,50.
O post Resultado da Lotofácil de hoje: veja números e ganhadores do concurso 3671 (segunda, 27/04) apareceu primeiro em Olhar Digital.
O sorteio do concurso 7011 da Quina aconteceu na noite de segunda-feira (27), às 21h. O prêmio desta loteria estava estimado em R$ 2 milhões.
Os números sorteados da Quina 7011 foram: 09 – 24 – 31 – 45 – 55.
Confira os números sorteados da Quina de hoje e descubra se o prêmio milionário acumulou ou se teve ganhadores. Em seguida, explore os últimos resultados e as informações sobre o próximo sorteio.
A Quina de hoje acumulou. A estimativa de prêmio do próximo concurso da Quina é de R$ 3 milhões.
Nenhuma aposta acertou as cinco dezenas. 49 apostas acertaram quatro números e ganharam R$ 6.308,18. 2.971 apostas acertaram três dezenas e levarão R$ 99,08. 70.743 apostas obtiveram dois acertos e receberão R$ 4,16.
O resultado da Quina 7010 deste sábado (25) é: 05 – 31 – 32 – 35 – 47.
O próximo sorteio é o 7012 e ele acontece na terça-feira, 28 de abril de 2026.
Leia mais:
Os dez últimos resultados dos sorteios da Quina foram:
Ao ganhar na Quina, o processo de resgate do seu prêmio é simples e se diferencia principalmente pelo valor a ser recebido. Você tem a opção de fazer o resgate em qualquer casa lotérica credenciada ou nas agências da Caixa.
Veja como funciona:
Quais os dias de sorteio da Quina?
Os sorteios da Quina acontecem 6 vezes por semana. Eles ocorrem de segunda a sábado.
Qual o horário do sorteio da Quina?
O sorteio ocorre às 21h (horário de Brasília).
Onde assistir ao sorteio ao vivo da Quina?
O sorteio é transmitido pela RedeTV! online e também na TV e pelo perfil da Caixa no YouTube e Facebook.
Como jogar na Quina?
A aposta simples consiste em marcar 5 números entre os 80 disponíveis.
Até que horas é possível apostar na Quina?
As apostas poderão ser feitas até as 20h do mesmo dia do sorteio.
Com quantos números se ganha na Quina?
O apostador leva prêmio em dinheiro se acerta a partir de 2 números (duque). Ele também ganha com 3 números (terno), 4 números (quadra) e 5 números sorteados.
Quantos números posso escolher para apostar na Quina?
No volante, seja em papel ou digital, há 80 números disponíveis. A menor aposta possível é escolher 5 números e custa R$ 3. Quanto mais números você escolher, maior será sua chance de ganhar.
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O Parque Arqueológico de Pompeia revelou uma reconstrução digital inédita que dá rosto a uma das vítimas da catastrófica erupção do ano 79 d.C. A imagem, gerada por meio de ferramentas de inteligência artificial, mostra um homem adulto tentando se proteger da chuva de pedras vulcânicas, segurando um grande almofariz (uma espécie de tigela pesada) de terracota sobre a cabeça.
O projeto é um protótipo experimental desenvolvido em colaboração com o Laboratório de Herança Cultural Digital da Universidade de Pádua. Para chegar ao resultado, os pesquisadores combinaram softwares de IA com técnicas avançadas de fotoritocagem, baseando-se estritamente em dados arqueológicos coletados em escavações recentes, conforme detalhado pelo perfil do Parque Arqueológico de Pompeia no Instagram.
Gabriel Zuchtriegel, diretor do parque, afirmou à Reuters que o uso ético da IA pode renovar os estudos clássicos, ilustrando o mundo antigo de forma mais imersiva e acessível ao público geral.
Os restos mortais que serviram de base para a imagem foram encontrados na necrópole de Porta Stabia, nos arredores das muralhas da cidade. A análise dos arqueólogos indica que:
Essa postura de defesa com objetos domésticos coincide com os relatos históricos de Plínio, o Jovem, que descreveu sobreviventes amarrando travesseiros à cabeça para se protegerem da queda de detritos, cita o perfil no Instagram.
Soterrada sob metros de cinzas e preservada por séculos, Pompeia é hoje um dos sítios arqueológicos mais importantes do mundo. De acordo com estatísticas citadas pela Reuters, o local recebeu 4,3 milhões de visitantes em 2024, consolidando-se como um dos principais destinos turísticos da Itália.
O uso da IA marca uma nova era para o sítio, permitindo que as descobertas científicas não fiquem restritas a relatórios técnicos, mas ganhem uma face humana que conecta o presente ao passado romano de forma visualmente impactante.
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Pescadores do barco Timothy Michael tiveram uma sorte estatisticamente improvável no dia 16 de abril. Ao lançar as redes na costa de Cape Cod, em Massachusetts, capturaram uma lagosta com coloração bilateral dividida — um fenômeno tão raro que ocorre em apenas 1 a cada 50 milhões desses crustáceos. O animal, que pesa mais de 1,3 quilo, foi doado ao Woods Hole Science Aquarium.
A equipe do aquário percebeu imediatamente a singularidade do espécime. Julia Studley, bióloga da instituição, conta que os preparativos para receber a lagosta da Wellfleet Shellfish Company começaram sem demora. O crustáceo chama atenção por apresentar uma linha exata separando duas colorações distintas — um fenômeno que os frequentadores das redes sociais já apelidaram de “algodão-doce” (cotton candy) devido aos tons pastel.
A explicação para essa divisão está na origem do animal. Segundo Studley, a colorização dupla ocorre quando dois ovos fertilizados, ainda não liberados pela fêmea, se fundem e um acaba absorvendo o outro. O resultado é uma lagosta que carrega dois conjuntos de informações genéticas — e, portanto, duas instruções de pigmentação diferentes, uma para cada lado da carapaça.
O fenômeno está ligado à forma como a lagosta processa a astaxantina, o pigmento que dá cor ao crustáceo. Dependendo de como as camadas desse pigmento se combinam, o animal pode exibir tons que vão do vermelho ao azul, passando por amarelo, roxo e marrom. No caso da lagosta bicolor, cada metade do corpo seguiu um desses “manuais de instruções”.
Em alguns casos, essa anomalia genética pode resultar em ginandromorfismo — quando o organismo é metade macho, metade fêmea. O fenômeno já foi documentado em aves (como o bem-te-vi-verde da Colômbia), abelhas, borboletas, aranhas e bichos-pau.
Lagostas com variações extremas de cor são objetos de fascínio para biólogos e para o público. As estatísticas ajudam a dimensionar o achado:
Dan Brandt, diretor de operações da Wellfleet Shellfish Company, observa que crustáceos com coloração incomum geralmente não sobrevivem muito tempo na natureza. A falta de camuflagem adequada os torna presas fáceis. “O fato desta ter alcançado mais de três libras [1,3 kg] significa que ela passou por muita coisa”, disse Brandt.
A lagosta ficará sob cuidados da equipe do aquário enquanto o Woods Hole Science Aquarium passa por uma grande reforma. Quando reabrir, no início de 2027, o animal será exibido ao público. A equipe ainda não lhe deu um nome — pretendem conhecer melhor sua personalidade antes de batizá-la, considerando que lagostas podem viver até 100 anos.
“Esperamos que os visitantes compreendam o quão único este animal é e como é incrível ver a genética em ação em uma espécie local tão icônica”, disse Studley. “Este animal não é apenas fascinante de observar, mas também serve como um grande lembrete de como os mecanismos genéticos são intrincados e de quanto devemos agradecer pela diversidade que vemos no mundo ao nosso redor.”
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Uma plataforma desenvolvida pela empresa americana LeoLabs, permite visualizar em tempo real milhares de satélites que orbitam a Terra. A ferramenta, acessível gratuitamente pela internet, utiliza dados de rastreamento espacial para exibir a posição e a trajetória desses objetos em um globo terrestre 3D interativo.
Atualmente, estima-se que mais de 26 mil satélites artificiais estejam em órbita, desempenhando funções que vão desde telecomunicações e navegação até monitoramento climático e operações militares. Grande parte deles permanece invisível a olho nu, mas continua essencial para o funcionamento de tecnologias do dia a dia, como GPS, internet e transmissões de TV.
A plataforma da LeoLabs organiza essas informações em uma interface visual que permite ao usuário acompanhar o deslocamento dos satélites ao redor do planeta. Ao clicar em cada objeto, é possível acessar detalhes como data de lançamento, tipo de missão, operador responsável e previsão de órbita, transformando dados complexos em algo mais acessível.
Além disso, o sistema utiliza dados atualizados constantemente, o que garante uma representação bastante próxima da realidade. Isso inclui não apenas satélites ativos, mas também detritos espaciais. Com o aumento acelerado do número de lançamentos por empresas privadas, o espaço ao redor da Terra está se tornando mais 'congestionado'.

Ao mesmo tempo, esse tipo de plataforma ajuda a aproximar o público de um universo que normalmente parece distante. Visualizar, em tempo real, tudo o que está orbitando acima de nossas cabeças traz uma nova perspectiva sobre a tecnologia espacial. Continue explorando o TecMundo para descobrir outras ferramentas, curiosidades e inovações que estão moldando o presente e o futuro.

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O mercado de carros elétricos no Brasil está prestes a ganhar uma nova opção. Durante o Salão do Automóvel de Pequim, a fabricante chinesa GAC revelou que o Aion UT será o seu próximo passo estratégico em solo brasileiro, as informações são do g1. O hatchback 100% elétrico tem previsão de anúncio oficial já para as próximas semanas, com o objetivo claro de rivalizar diretamente com o BYD Dolphin, atual vice-líder de vendas da categoria no país.
O Aion UT aposta no porte para conquistar o consumidor brasileiro. Quando colocado lado a lado com o Dolphin GS, o modelo da GAC leva vantagem nas medidas: são 4,27 metros de comprimento (15 cm a mais que o rival) e uma distância entre eixos 5 cm superior.
Essa diferença reflete diretamente no conforto dos ocupantes e na capacidade de carga. Enquanto o Dolphin GS oferece 250 litros de porta-malas, o Aion UT entrega 440 litros, uma marca expressiva para a categoria de hatches, permitindo um uso muito mais versátil para viagens e compras.
Embora a GAC ainda não tenha divulgado especificações exatas que chegarão ao Brasil, a marca confirmou que o modelo passará por adaptações para o mercado nacional. No mercado chinês, o portfólio do Aion UT impressiona pelos números:
No interior, o modelo segue o padrão dos novos carros chineses. O destaque fica para a central multimídia de 14,6 polegadas e o painel digital de 8 polegadas, acompanhados por um acabamento com materiais macios ao toque. O modelo também inclui controle de cruzeiro adaptativo e frenagem de emergência.
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Hoje, 25 de abril de 2026, a Lua está na fase Crescente, está 61% visível e crescendo. Faltam 6 dias para a Lua Cheia. Confira o calendário completo de fases da Lua em abril.
As informações sobre as fases da Lua do mês de abril são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
As fases da Lua no mês de abril de 2026 começaram no dia 1 com a chegada da Lua Cheia. A mudança ocorreu às 23h13.
Já no dia 10 é a vez da Lua Minguante, às 01h55. A Lua Nova surge às 08h54 do dia 17 do mês. As fases da Lua do mês de abril de 2026 contam ainda com a Lua Crescente, no dia 23 às 23h33.

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Uma lunação ou ciclo lunar, como é chamado o intervalo de tempo entre luas novas, é sutilmente variável, com média de duração de 29,5 dias. Durante esse período, ela passa pelas quatro fases principais (nova, crescente, cheia e minguante), e cada uma se prolonga por aproximadamente sete dias.
Também existem as “interfases”: quarto crescente e crescente gibosa (entre as fases nova e cheia) e minguante gibosa e quarto minguante (entre a cheia e a minguante).

Na Lua Nova, o satélite se posiciona entre a Terra e o Sol. Isso faz com que o lado iluminado da Lua fique voltado para o Sol, enquanto o lado escuro fica voltado para nós. Por esse motivo, a Lua não é visível no céu noturno. Essa fase marca o início de um novo ciclo lunar e está relacionada ao recomeço e a novas possibilidades.
Depois da Lua Nova, surge a fase Crescente. Aos poucos, uma pequena faixa iluminada começa a aparecer no céu, aumentando noite após noite. No início, vemos apenas um fino arco de luz, mas com o passar dos dias a parte iluminada cresce até que metade da Lua esteja visível, momento chamado de Quarto Crescente. Essa fase simboliza crescimento, desenvolvimento e a construção de novos caminhos.
Na Lua Cheia, a Terra se encontra entre o Sol e a Lua. Isso permite que o lado lunar voltado para nós receba luz por completo, tornando-se totalmente visível e brilhante no céu. É o período de maior intensidade luminosa, quando a Lua nasce no horizonte exatamente no momento em que o Sol se põe. A Lua Cheia é associada à plenitude, ao auge de processos e à energia em seu ponto máximo.
Após a Lua Cheia, a luz da Lua começa a diminuir gradualmente. A cada noite, vemos menos da sua superfície iluminada. Quando apenas metade dela está visível, ocorre o Quarto Minguante, fase oposta ao Quarto Crescente. A Lua continua a perder luminosidade até chegar novamente à Lua Nova, reiniciando o ciclo. A fase Minguante simboliza reflexão, encerramento e preparação para novos começos.
Hoje a Lua está na fase Crescente.
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Confira aqui, no Olhar Digital, onde assistir, ao vivo, às partidas de hoje, 25 de abril de 2026. Veja, a seguir, os horários dos jogos de hoje, com atenção especial para as partidas do Brasileirão e dos campeonatos nacionais europeus.
Confira, a seguir, os jogos deste sábado (25) (horário de Brasília):
Para assinar o Premiere com sete dias grátis pelo Prime, clique aqui
Quem joga hoje pelo Brasileirão?
Hoje, temos partidas pelas séries A e B:
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Futebol é uma paixão nacional. Por isso, nada mais natural do que ver a internet popularizando o acesso aos campeonatos nacionais e internacionais no Brasil. Com as mudanças da tecnologia, ficou bastante fácil assistir a jogos de futebol ao vivo e online no seu celular.
Filmes e séries, por exemplo, já podem ser assistidos a qualquer hora e em qualquer lugar, graças aos serviços de streaming. Mas não são apenas essas produções que podem se beneficiar das ferramentas modernas: os esportes também. Assim, já é bastante fácil assistir a jogos de futebol ao vivo e online, seja do seu celular ou do computador.
O Olhar Digital preparou um artigo especial ensinando como fazer para acompanhar os principais campeonatos de futebol — nacionais e internacionais, de clubes ou seleções — diretamente do celular ou computador via streaming ao vivo!
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Realizar o resgate da Mega Sena no aplicativo é a maneira mais prática de garantir que o dinheiro de prêmios menores chegue rapidamente à sua mão. Em 2026, a integração com bancos digitais tornou esse processo instantâneo e livre de qualquer burocracia desnecessária.
Entenda como configurar sua conta para evitar idas desnecessárias ao banco e aproveitar sua premiação com total segurança e conforto diretamente pelo celular.
Segundo dados contidos no site oficial das Loterias Caixa, o apostador pode transferir valores premiados de até R$ 2.259,20 bruto diretamente para uma conta digital. O sistema é integrado ao login único do Governo Federal, o que garante uma camada extra de proteção contra fraudes durante a transação.
O processo é extremamente intuitivo e exige apenas que o usuário tenha o aplicativo atualizado em seu smartphone Android ou iOS. Abaixo, detalhamos a cronologia exata para você não errar na hora de solicitar o seu dinheiro e garantir o crédito na conta o quanto antes.
📱 Verificação de Aposta: Acesse o menu “Minhas Apostas” e verifique se o status do seu bilhete consta como “Premiado”.
🏦 Escolha do Método: Selecione a opção de resgate via Mercado Pago ou indicação de chave Pix para valores permitidos.
✅ Confirmação Final: Revise os dados bancários e confirme a operação; o saldo costuma ser liberado em poucos minutos.
Para que o processo de transferência ocorra sem erros, é fundamental que o CPF do titular da conta no aplicativo seja o mesmo do titular da conta bancária de destino. Essa regra de ouro impede que terceiros consigam desviar prêmios em caso de perda de acesso ao dispositivo móvel.
Além disso, o prêmio deve ter sido conquistado através dos canais eletrônicos da Caixa, como o portal ou o próprio app de Loterias. Apostas registradas em casas lotéricas físicas ainda exigem a apresentação do bilhete impresso original para a validação da premiação.

Caso o seu prêmio supere o teto permitido para transferência digital, o aplicativo exibirá uma mensagem automática orientando o comparecimento a uma agência. Nesses cenários, o sistema gera um QR Code de identificação que acelera o atendimento presencial junto ao gerente.
Abaixo, comparamos as principais diferenças entre receber valores pequenos pelo smartphone e o processo burocrático de prêmios milionários nas agências. Essa tabela ajuda você a se preparar emocionalmente e documentalmente para cada situação específica de sorte.
| Tipo de Prêmio | Local de Resgate | Prazo de Pagamento |
|---|---|---|
| Até R$ 2.259,20 | Aplicativo / Site | Imediato |
| Acima de R$ 2.259,20 | Agência da Caixa | D+2 (Dias Úteis) |
| Prêmios Milionários | Agência da Caixa | Mínimo 2 dias úteis |
Independente do método escolhido, o apostador tem um prazo rigoroso de 90 dias após a data do sorteio para reivindicar o seu prêmio. Após esse período, os valores são repassados ao Tesouro Nacional para aplicação no FIES (Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior).
Muitas pessoas perdem prêmios menores justamente por esquecerem de conferir o aplicativo regularmente após os concursos da Mega Sena. Ativar as notificações push do app é uma estratégia inteligente para ser avisado sobre qualquer acerto em suas dezenas favoritas.
Para evitar problemas com o recebimento, nunca compartilhe seus dados de login ou códigos de verificação recebidos por SMS com terceiros. A Caixa Econômica Federal jamais solicita senhas por telefone ou aplicativos de mensagem como o WhatsApp para realizar pagamentos.
Mantenha sempre o sistema operacional do seu celular atualizado com as últimas correções de segurança para proteger sua carteira digital. Com esses cuidados simples, o recebimento de seus prêmios será sempre uma experiência positiva, ágil e totalmente livre de estresse.
Leia mais:
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O sorteio do concurso 7009 da Quina aconteceu na noite de sexta-feira (24), às 21h. O prêmio desta loteria estava estimado em R$ 614,5 mil.
Os números sorteados da Quina 7009 foram: 03 – 20 – 23 – 26 – 42.
Confira os números sorteados da Quina de hoje e descubra se o prêmio milionário acumulou ou se teve ganhadores. Em seguida, explore os últimos resultados e as informações sobre o próximo sorteio.
O resultado será divulgado em instantes e, tão logo isso ocorra, atualizaremos esta reportagem.
Os ganhadores serão divulgados em instantes e, tão logo isso ocorra, atualizaremos esta reportagem.
O resultado da Quina 7008 desta quinta-feira (23) é: 14 – 23 – 47 – 55 – 78.
O próximo sorteio é o 7010 e ele acontece no sábado, 25 de abril de 2026.
Leia mais:
Os dez últimos resultados dos sorteios da Quina foram:
Ao ganhar na Quina, o processo de resgate do seu prêmio é simples e se diferencia principalmente pelo valor a ser recebido. Você tem a opção de fazer o resgate em qualquer casa lotérica credenciada ou nas agências da Caixa.
Veja como funciona:
Quais os dias de sorteio da Quina?
Os sorteios da Quina acontecem 6 vezes por semana. Eles ocorrem de segunda a sábado.
Qual o horário do sorteio da Quina?
O sorteio ocorre às 21h (horário de Brasília).
Onde assistir ao sorteio ao vivo da Quina?
O sorteio é transmitido pela RedeTV! online e também na TV e pelo perfil da Caixa no YouTube e Facebook.
Como jogar na Quina?
A aposta simples consiste em marcar 5 números entre os 80 disponíveis.
Até que horas é possível apostar na Quina?
As apostas poderão ser feitas até as 20h do mesmo dia do sorteio.
Com quantos números se ganha na Quina?
O apostador leva prêmio em dinheiro se acerta a partir de 2 números (duque). Ele também ganha com 3 números (terno), 4 números (quadra) e 5 números sorteados.
Quantos números posso escolher para apostar na Quina?
No volante, seja em papel ou digital, há 80 números disponíveis. A menor aposta possível é escolher 5 números e custa R$ 3. Quanto mais números você escolher, maior será sua chance de ganhar.
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As ações da Nvidia fecharam em alta recorde nesta sexta-feira (24) pela primeira vez desde outubro, empurrando o valor de mercado da empresa para além dos US$ 5 trilhões (R$ 25 trilhões) mais uma vez, em meio ao movimento dos investidores em direção ao setor de chips de inteligência artificial (IA) antes dos resultados das grandes empresas de tecnologia na próxima semana.
As ações subiram 4,3% para fechar a US$ 208,27 (R$ 1.043,08). A Nvidia acumula alta de mais de 14 vezes desde o final de 2022, impulsionada pela crescente demanda por serviços e modelos de IA. As unidades de processamento gráfico (GPUs, na sigla em inglês) da Nvidia são utilizadas por Google, Microsoft, Meta e Amazon, bem como pelos desenvolvedores de modelos de IA OpenAI e Anthropic.
O movimento de sexta foi provocado pelos resultados melhores que o esperado da Intel, divulgados na quinta-feira (23). A fabricante de chips havia sido amplamente deixada de fora do mercado de IA até recentemente. As ações da Intel dispararam 24%, seu melhor desempenho desde 1987.
A AMD, que compete com Nvidia e Intel, saltou 14%, enquanto a fabricante de chips para dispositivos móveis Qualcomm subiu 11%. Os investidores vinham se afastando das ações de tecnologia de grande capitalização conforme os preços do petróleo disparavam devido à guerra no Irã e às interrupções da cadeia de suprimentos que se seguiram.

Leia mais:
Amplos segmentos da tecnologia voltaram a favor recentemente, com a demanda por infraestrutura de IA não mostrando sinais de desaceleração. O Nasdaq agora sobe 15% em abril, caminhando para seu melhor mês desde abril de 2020.
A Nvidia enfrenta crescente competição em IA. A Alphabet, grande cliente da Nvidia, anunciou novos chips que tentarão competir com as ofertas da Nvidia quando ficarem disponíveis para clientes em nuvem ainda este ano.
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A Honor anunciou o lançamento global dos novos Honor 600 e Honor 600 Pro, modelos que a empresa posiciona como topos de linha acessíveis. Esses aparelhos chegarão diretamente ao mercado internacional, diferente da geração anterior, que ficou restrita à China.
A estreia ocorre simultaneamente na Europa e na Ásia, com início das vendas previsto para 30 de abril. Os dispositivos chamam atenção por reunir uma câmera principal de 200 megapixels, baterias de alta capacidade e um visual que remete, claramente, à estética adotada pela Apple em seus iPhones mais recentes.
Ainda não há previsão de lançamento do dispositivo no Brasil. Por aqui, a empresa já lista o Honor 600 Lite em seu site oficial, primeiro dispositivo da nova linha e que chegou ao mercado em março.

O visual da linha 600 lembra, de forma muito próxima, o design implementado pela Apple nos lançamentos do ano passado. Isso se dá, principalmente, graças ao módulo de câmeras e da disposição dos sensores, especialmente na cor alaranjada. Não é a primeira vez, já que a empresa seguiu uma abordagem parecida no Honor Power 2, lançado em janeiro.
Apesar das semelhanças, a empresa mantém algumas escolhas próprias. Ambos os modelos contam com certificação IP69K, que garante resistência a jatos de água de alta pressão e poeira — um nível acima do padrão mais comum no mercado.
O conjunto é complementado por telas AMOLED de 6,57 polegadas, com taxa de atualização de 120 Hz e brilho de pico HDR que chega a 8.000 nits.

Embora compartilhem design e tela, as diferenças entre o Honor 600 e o 600 Pro aparecem principalmente no desempenho e nas câmeras:
Na Europa, o Honor 600 parte de 649,90 euros (cerca de R$ 3.800), enquanto o Honor 600 Pro começa em 999,90 euros (aproximadamente R$ 5.850).
Segundo o The Verge, o valor do modelo Pro fica próximo ao de um iPhone básico na região, mas ainda abaixo das versões Pro da Apple, justamente as que serviram de referência visual para os novos aparelhos.
Honor lança linha 600 com design inspirado no iPhone 17 Pro






Celulares com bateria de 7.000 mAh têm se tornado populares no mercado, já que podem armazenar mais energia do que smartphones mais básicos. Como consequência, esses aparelhos costumam ter mais autonomia de bateria, e passam mais tempo longe da tomada.
Mas analisar a capacidade da bateria de um celular não é tudo: também é preciso observar outras questões como tempo de autonomia, tecnologias que otimizam a eficiência energética do sistema e tipos de carregamento suportados.
Neste guia, confira sete celulares com bateria de 7.000 mAh para comprar em 2026, incluindo informações sobre carregamento e recursos voltados para energia.
O Realme C85 é alimentado pela maior bateria da linha Realme C até o momento, com capacidade de 7.000 mAh e saúde da bateria teórica de seis anos. A bateria promete autonomia de 21 horas de reprodução contínua de vídeo, desempenho consistente mesmo em temperaturas entre -20 °C e 53 °C, e traz suporte para carregamento rápido de 45 W (cabeado) e carregamento reverso (10 W).
Outros especificações do smartphone incluem tela de 6,8″ com taxa de atualização de 144 Hz, certificação de resistência a nível militar, processador Snapdragon 685 Mobile (versão 4G) ou Mediatek Dimensity 6300 (versão 5G), 4 GB, 6 GB ou 8 GB de RAM, 128 GB ou 256 GB de armazenamento, além de uma câmera traseira com 50 MP.
A bateria de silício-carbono com capacidade de 7.200 mAh é um dos principais destaques do Jovi Y31. O componente foi desenvolvido para se manter saudável durante seis anos e pode durar até 45 horas em reprodução contínua de vídeo. A bateria ainda é compatível com carregamento rápido via cabo (44 W) e carregamento reverso (7,5 W).
Além da bateria, o Jovi Y31 tem proteção SGS contra quedas, certificação IP68, IP69 e IP69+ contra água e poeira, display de 6,75″ com taxa de atualização de 120 Hz, system-on-a-chip (SoC) Snapdragon 6s 4G Gen 2, 8 GB de RAM, 256 GB ou 512 GB de armazenamento e um kit duplo de câmeras na traseira com lente de 50 MP.
O Jovi V70 apresenta uma bateria de silício-carbono, com 7.000 mAh de capacidade e autonomia de até 43,8 horas de vídeos no YouTube. O celular é compatível com carregamento rápido de 90 W (com cabo) e leva cerca de 60 minutos para uma recarga de 1% até 100%, segundo a Jovi.
Ainda falando de bateria, o smartphone traz um circuito de alimentação inteligente e um sistema de resfriamento que ajudam a minimizar o calor e prolongar a vida útil do componente.
Processador Dimensity 7360-Turbo, capacidade de 8 GB RAM e 256 GB de armazenamento, recursos com assistência de inteligência artificial (IA) e lente ultra-angular de 200 MP na traseira completam as principais especificações do celular.
Lançado em setembro de 2025, o Oppo A6 Pro chegou ao mercado com uma bateria de 7.000 mAh de capacidade, com durabilidade teórica de cinco anos e autonomia de até 31 dias com o celular em stand by. A bateria ainda traz suporte para recarga reversa (5 V) e carregamento rápido cabeado de 80 W, levando 60 minutos para uma recarga completa.
A bateria de alta capacidade é um dos pontos fortes do smartphone, mas outros destaques incluem resistência IP69 contra água e poeira, câmara de vapor para dissipar o calor, processador Mediatek Dimensity 6300, além da combinação de 8 GB de RAM com 256 GB de armazenamento.
O Realme 15 Pro tem especificações de hardware interessantes, como Qualcomm Snapdragon 7 Gen 4, 8 GB ou 12 GB de RAM, armazenamento de 128 GB a 512 GB e sistema duplo de câmera com lentes de até 50 MP. Mas um dos principais diferenciais destaques do smartphone está na bateria de silício-carbono com capacidade de 7.000 mAh.
A bateria promete autonomia de até 22 horas de reprodução contínua de vídeos no YouTube e suporta carregamento rápido de 80 W com fio, levando 61 minutos para uma recarga completa.
Também vale mencionar que a bateria conta com um chip de longa duração que previne danos ao componente, e o celular tem uma câmara de vapor para mitigar superaquecimentos em tarefas mais intensivas, como jogos.
A bateria silício-carbono de 7.000 mAh é o principal destaque do Realme GT 7, tendo recebido a certificação TÜV Rheinland de bateria cinco estrelas.
O componente chega a uma autonomia da bateria de dois (uso moderado) a três dias (uso leve), mantém desempenho estável mesmo em temperaturas entre -20 ºC e 45 ºC, conta com chip que prolonga sua vida útil e traz suporte para carregamento ultra rápido de 120 W, demorando 40 minutos para uma recarga completa.
Internamente, o smartphone da Realme também apresenta um sistema de resfriamento total (360º) para mitigar superaquecimentos, SoC Dimensity 9400e, 8 GB ou 12 GB de RAM, armazenamento de 256 GB ou 512 GB, além de um sistema triplo de câmera com assistência de inteligência artificial.
Chegando ao fim da lista, Oppo Find X9 Pro traz uma bateria de silício-carbono com capacidade de 7.500 mAh — a maior entre os modelos mencionados nesse guia. O smartphone suporta carregamento rápido SUPERVOOC de 80 W, carregamento reverso (10 W) e é o único celular da lista compatível com carregamento sem fio (SUPERVOOC de 50 W).
A Oppo menciona autonomia suficiente para um dia inteiro, mas testes do Tecnoblog com o Oppo Find X9 Pro apontaram uma duração média ainda maior, de 40 horas e 20 minutos. Já a recarga completa levou cerca de 1 hora e 45 minutos, com o carregador de 80 W que acompanha o celular.
E a bateria robusta não é o único diferencial do celular: o aparelho ainda conta com chipset MediaTek Dimensity 9500, 16 GB de RAM e 512 GB de armazenamento, além do chip S1 que otimiza o sinal da rede. Além disso, o sistema triplo de câmeras (com direito a teleobjetiva de 200 MP) coloca o Oppo Find X9 Pro como um dos celulares com melhor câmera da atualidade.
Smartphones com baterias de 7.000 mAh apresentam diversas vantagens envolvendo autonomia e tecnologias de eficiência energética. Dentre os principais benefícios desses celulares, estão:
No entanto, celulares dessa categoria também trazem limitações, como falta de suporte a carregamento wireless. As principais desvantagens de aparelhos com baterias dessa capacidade incluem:
Celulares com bateria de 7.000 mAh costumam durar de dois a três dias. Contudo, a autonomia varia de modelo para modelo, com base no processador, na construção da bateria e hardwares de otimização do sistema.
Vale mencionar que a duração de uma bateria de 7.000 mAh também muda de acordo com o perfil de uso. Como exemplo, um smartphone usado para tarefas leves tende a durar mais que outro celular usado para jogos e tarefas mais intensas, com gráficos no máximo e todas as conexões ativadas.

Não necessariamente. A durabilidade das baterias atuais é baseada no número de ciclos, ou seja, quantas vezes o celular utilizou 100% da bateria (de forma contínua ou espaçada). E como baterias de 7.000 mAh armazenam mais energia que baterias com capacidades menores, elas tendem a durar mais, já que o ciclo de uso é mais longo.
O único ponto é que baterias com 7.000 mAh costumam ser de silício-carbono, e essa composição pode trazer riscos de degradação acelerada por conta da expansão volumétrica e natureza do silício. Felizmente, as fabricantes têm incorporado tecnologias que prolongam a saúde e vida útil desses componentes.
Smartphones com bateria de 7.000 mAh geralmente levam cerca de uma hora com adaptadores de 80 W ou superiores, mas o tempo pode se estender a aproximadamente duas horas com fontes menos potentes.
Apesar da lógica de que baterias com maiores capacidades precisam de mais tempo na tomada, a potência de carregamento utilizada e tecnologias de otimização durante a recarga também influenciam no tempo médio de recarga.
Não necessariamente. Em teoria, celulares com bateria de maior capacidade são melhores porque conseguem armazenar mais energia. Mas a autonomia da bateria também depende da otimização de eficiência energética do smartphone.
Como exemplo, uma bateria de de 7.000 mAh pode durar menos que outra com capacidades inferiores se o sistema não for otimizado para lidar com essa alta capacidade energética.
Geralmente não. Recargas por indução são menos eficientes do que carregamentos cabeados, e costumam suportar potências mais baixas. Isso significa que uma recarga por indução eletromagnética seria ainda mais lenta em uma bateria de 7.000 mAh, que armazena mais energia que componentes inferiores.
Além disso, celulares com carregamento por indução tendem a esquentar mais, já que o processo de indução magnética gera mais calor. E como altas temperaturas são grandes vilões das baterias, há riscos de degradação acelerada.
No entanto, é possível encontrar exceções no mercado como o Oppo Find X9 Pro, que é alimentado por uma bateria com 7.500 mAh e suporta carregamento sem fio de 50 W.

A escolha entre maior capacidade de bateria (mAh) ou potência de carregamento rápido vai depender das suas necessidades e do seu perfil de uso.
Quem costuma passar o dia fora, sem fácil acesso a tomadas para recarga, deve focar nos limites de miliampere-hora do celular. Essa especificação influencia diretamente na quantidade de energia que a bateria pode armazenar, o que também impacta na autonomia. Em teoria, smartphones com maiores capacidades (em mAh) duram mais longe das tomadas.
Já usuários com acesso facilitado a tomadas podem priorizar a potência de carregamento rápido da bateria, mesmo que o hardware tenha uma capacidade menor. A lógica é simples: se você pode recarregar seu celular a qualquer momento, pode focar na potência suportada visando tempos da recarga mais curtos.
Vale destacar que praticamente todos os celulares com bateria de 7.000 mAh suportam carregamento rápido. Mas é o seu perfil de uso que vai definir qual dessas especificações deverá priorizar.
Sim. O Oukitel K10000 Pro chegou ao mercado em 2017 com bateria de 10.000 mAh, enquanto o Realme P4 Power é alimentado por uma bateria com capacidade de 10.001 mAh, por exemplo.
Contudo, smartphones com baterias de 10.000 mAh são vendidos para um público bem específico, já que o padrão dos celulares mais atuais costuma ficar entre 5.000 mAh e 7.000 mAh. E a disponibilidade desses aparelhos também é mais restrita, já que a procura é mais nichada.
Celular com bateria de 7.000 mAh: 7 modelos para comprar no Brasil em 2026














A divisão de smartphones da Samsung pode registrar prejuízo em todo o ano de 2026, segundo informações da imprensa sul-coreana. O alerta teria sido feito internamente pelo chefe da área mobile, Roh Tae-moon, diante da queda de rentabilidade causada pelo aumento no preço de memórias.
De acordo com o jornal Money Today, esse seria o primeiro resultado anual negativo da divisão desde sua criação, em 2021. A pressão vem principalmente do encarecimento de componentes, que tem afetado toda a indústria e forçado fabricantes a subir preços ou operar com margens menores.
A própria Samsung aumentou o preço de tabela de vários dos seus smartphones. Mesmo com o bom desempenho comercial do recém-lançado Galaxy S26, a estratégia não teria sido suficiente para compensar os custos.
“Considerando que o Galaxy S26 Ultra geralmente vem equipado com 12 GB de [memória] LPDDR5X, um supercomputador de IA consome a memória de cerca de 4.600 smartphones”, alerta a publicação.
Ainda assim, o lucro total da Samsung aumentou oito vezes. Embora pareça contraditório, esse lucro se concentra basicamente na área da crise: o negócio de memória da fabricante cresceu com a alta demanda, já que Samsung, SK Hynix e Micron controlam 90% do mercado global de memórias DRAM.
Há poucos dias, o jornal japonês Nikkei Asia fez um levantamento e reafirmou que o cenário atual da crise de chips de memória não deve ter um alívio antes de 2028.
O desabastecimento ocorre desde o fim do ano passado: as gigantes dos semicondutores redirecionaram suas fábricas para abastecimento de IA, deixando a produção de componentes para aparelhos de consumo em segundo plano.
De forma resumida, as líderes do setor preferiram focar na produção de memórias de alta largura de banda (HBM), que são o motor dos data centers de IA, e pararam a produção das memórias de uso geral (DRAM). A Micron, por exemplo, tirou do mercado a icônica marca Crucial após quase 30 anos.
Samsung pode ter prejuízo anual na divisão mobile pela primeira vez



O Google quer provar que pode liderar a corrida da inteligência artificial. Durante o evento Google Cloud Next, nesta quarta-feira (22/04), a companhia anunciou a oitava geração das suas Unidades de Processamento Tensorial (TPUs) — chips criados sob medida pela empresa para acelerar cálculos complexos.
A novidade desta vez é a estratégia. De forma inédita, o hardware foi dividido em dois processadores com funções diferentes: o TPU 8t e o TPU 8i. A dupla chega para preparar a infraestrutura de nuvem da empresa para a nova era dos agentes autônomos (sistemas de IA capazes de tomar decisões e realizar tarefas sozinhos) e, claro, acirrar a disputa contra a poderosa Nvidia.
Segundo o vice-presidente sênior de infraestrutura de IA do Google, Amin Vahdat, as novas TPUs chegam ao mercado ainda este ano. O desenvolvimento teve forte participação do laboratório Google DeepMind, garantindo que o hardware rode nas ferramentas de código aberto mais populares entre os desenvolvedores.
Até então, um mesmo chip tentava fazer tudo. Mas o Google percebeu que as duas fases de uma IA — o treinamento e a inferência — passaram a exigir diferenças. Para criar um modelo inteligente, é preciso uma força bruta colossal de computadores trabalhando sem parar durante meses para “devorar” e aprender com montanhas de dados.
Já a inferência é o uso prático. É o momento em que a IA (como o Gemini) já está pronta para responder às perguntas de milhões de usuários ao mesmo tempo. Aqui, o que manda é uma velocidade de resposta imediata (baixa latência) e um acesso ultrarrápido à memória para que o sistema não trave.
Sundar Pichai, CEO da Alphabet, explicou no blog da companhia que essa separação garante a capacidade exata para rodar múltiplos agentes de IA trabalhando em equipe, entregando respostas na hora e, principalmente, reduzindo o gasto de energia e o custo operacional dos servidores.

Para a pesada fase de estudos, o Google criou o TPU 8t. O foco desse componente é escalar a operação sem perder a estabilidade. O Google garante que o 8t entrega 2,8 vezes mais poder de processamento do que a geração passada, mantendo a mesma faixa de preço.
Na outra ponta, focada no usuário final, atua o TPU 8i, que traz 288 GB de memória ultrarrápida integrada. Ele trabalha em conjunto com as novas CPUs Axion (processadores do próprio Google baseados na arquitetura Arm) e usa um sistema de rede interno que encurta pela metade a distância que os dados precisam viajar. O resultado, segundo a empresa, é um desempenho 80% maior por cada dólar que o cliente investe.
O Google ainda é um dos maiores compradores de chips da Nvidia no mundo. No entanto, fortalecer suas próprias TPUs dentro do Google Cloud é uma cartada para reter clientes, oferecer preços mais competitivos e ter maior controle sobre suas margens de lucro.
Os números justificam esse investimento. Como lembra a CNBC, analistas da DA Davidson fizeram uma estimativa de que a divisão de negócios de TPUs, somada às operações do laboratório DeepMind, já representa um valor de mercado colossal, beirando os US$ 900 bilhões.
Mesmo antes de chegar ao mercado, a oitava geração já tem demanda garantida de parceiros comerciais de peso. A startup Anthropic se comprometeu a usar esses novos chips, assim como laboratórios de pesquisa vinculados ao Departamento de Energia dos Estados Unidos.
Google lança dois chips de IA para bater de frente com a Nvidia


O Nintendo Switch Lite está 33% mais barato no Mercado Livre em relação ao seu preço de lançamento de R$ 1.899. Você encontra o console portátil agora em oferta por R$ 1.268 no pagamento por Pix. A versão abre mão da proposta híbrida para ser um pouco mais acessível.

O videogame portátil apresenta uma tela touchscreen LCD de 5,5 polegadas, responsável por exibir imagens em resolução HD e densidade de pixels de 267 ppi. O Switch Lite fica marcado por não possuir controles Joy-Con, o que significa entregar experiência exclusivamente portátil, sem suporte ao sistema de mesa ou na TV.
O hardware interno conta com o processador Tegra X1 customizado pela Nvidia e 32 GB de armazenamento expansível até 2 TB por meio de cartão microSD. A bateria de 3.570 mAh entrega autonomia entre três e sete horas, o período depende do jogo a ser executado.
O console tem acesso à boa parte da biblioteca de jogos do Switch, incluindo algumas franquias exclusivas e famosas como Mario, The Legend of Zelda, Donkey Kong e Pokémon. Já em termos de conectividade, suporta conexões de Wi-Fi 5 e Bluetooth 4.1.
O Nintendo Switch Lite está em oferta por R$ 1.268 no Pix no Mercado Livre, o que representa um desconto de 33% em relação ao preço original.
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Nintendo Switch Lite sai com 33% de desconto no Mercado Livre



A criptografia quântica, ou criptografia baseada em física, utiliza leis como a superposição para criar chaves de segurança impossíveis de clonar. Diferente dos métodos matemáticos atuais, qualquer tentativa de espionagem altera os dados e denuncia o invasor.
O sistema funciona através do envio de fótons que, se interceptados, colapsam e alertam imediatamente os usuários sobre a falha. Essa comunicação quântica via lasers permite distribuir chaves secretas de forma totalmente inviolável por redes de fibra óptica.
Para a sociedade, a tecnologia significa blindar transferências bancárias, prontuários médicos e comunicações militares contra hackers. Ela protege informações sensíveis a longo prazo, sendo imune até ao poder de processamento de futuros supercomputadores.
A seguir, entenda o conceito de criptografia quântica, como a tecnologia funciona detalhadamente e os tipos de aplicações mais comuns. Também conheça os pontos fortes e fracos desta nova forma de proteção digital.
A criptografia quântica aplica leis da física para criar chaves de segurança que denunciam instantaneamente qualquer tentativa de interceptação. Diferente dos métodos clássicos, ele se baseia no teorema da não-clonagem, garantindo que a espionagem altere o estado físico da informação e alerte os usuários.
A criptografia quântica opera usando as leis da física, como a polarização de fótons, para criar chaves que detectam qualquer tentativa de espionagem. Enquanto a computação quântica ameaça os sistemas atuais, a natureza dessas partículas impede cópias sem que o sinal original seja corrompido.
No envio de dados, o emissor dispara partículas de luz em estados aleatórios que o receptor mede usando filtros específicos. Após compararem as bases de medição, o sistema descarta as inconsistências e estabelece uma chave secreta compartilhada via rede.
Baseado no teorema da não-clonagem, qualquer interceptação de terceiros altera o estado do fóton, gerando erros que revelam imediatamente a presença do invasor. Se a integridade for confirmada, o processo de destilação purifica as informações e finaliza uma chave de segurança.
A estratégia de criptografia pós-quântica foca em novos algoritmos matemáticos, mas o canal quântico usa lasers para distribuir chaves de forma inviolável. Essa técnica garante que o fluxo de dados permaneça seguro contra ataques sofisticados, protegendo a infraestrutura da comunicação moderna.

A criptografia quântica engloba diversas abordagens que utilizam mecânica quântica para comunicação segura, principalmente por meio da distribuição de chaves e outros protocolos:

A criptografia quântica eleva os padrões de comunicação e de cibersegurança com aplicações que abrangem diferentes setores. Alguns deles são:
Depende. A criptografia quântica usa a Distribuição de Chave Quântica para gerar códigos invioláveis, onde qualquer espionagem altera os fótons e denuncia o invasor. Essa segurança é blindada pelo teorema da não-clonagem, que impede a cópia de dados e neutraliza a força bruta de futuros supercomputadores.
Contudo, o risco migra do software para o hardware: imperfeições físicas nos detectores podem abrir brechas para ataques de canal lateral. Assim, embora a matemática seja perfeita, a proteção real depende de uma engenharia rigorosa que vede falhas de infraestrutura contra hackers.

Estes são os pontos fortes da criptografia quântica:
Estes são os pontos fracos da tecnologia de criptografia quântica:

A criptografia tradicional é o padrão atual baseado em algoritmos matemáticos complexos que protegem os dados via cálculos que computadores comuns levariam milênios para decifrar. Sua segurança reside na dificuldade computacional de fatorar números primos gigantescos, criando uma barreira lógica quase impossível de ser quebrada hoje.
A criptografia quântica usa leis da mecânica quântica e protocolos, como o QKD, para criar chaves de segurança por meio de partículas de luz (fótons). Qualquer tentativa de espionagem altera o estado quântico da chave, revelando a intrusão instantaneamente graças ao princípio da incerteza.
Criptografia quântica: saiba como funciona e quais são as aplicações da tecnologia







A DMA (Lei dos Mercados Digitais) da União Europeia visa tornar o setor de tecnologia mais equilibrado em termos de competitividade nos países do bloco. É com base nessa lei que a Comissão Europeia propôs medidas para que o Google se adeque ao regulamento. Entre elas está o de que a companhia divida determinados dados de seu mecanismo de busca com concorrentes.
De acordo com a própria entidade, “o objetivo das medidas é permitir que mecanismos de busca online de terceiros, ou ‘beneficiários de dados’, otimizem seus serviços de pesquisa e contestem a posição do Google Search”.
Ainda de acordo com a Comissão Europeia, isso significa que o Google teria que compartilhar, com companhias rivais, “dados de pesquisa, como dados de classificação, consultas, cliques e visualizações, em termos justos, razoáveis e não discriminatórios”.
O compartilhamento também incluiria dados de pesquisas a partir de chatbots de IA, ou seja, feitos via Gemini.
A razão disso é um tanto óbvia: o Google é o mecanismo de busca mais popular da web, inclusive na Europa; teoricamente, o compartilhamento desses dados faria o Google ser menos dominante no segmento de buscas online, criando o equilíbrio concorrencial que é almejado pela DMA.

O que a Comissão Europeia fez foi propor medidas para que o Google se adeque à DMA, mas, até o momento, não há nenhuma imposição para que a companhia siga as orientações da entidade. Uma decisão só deverá ser anunciada pelo órgão no fim de julho deste ano. Enquanto isso, Google e outras partes interessadas podem enviar comentários a respeito.
De todo modo, à Reuters, o Google já sinalizou que não concorda com as medidas:
Centenas de milhões de europeus confiam ao Google suas buscas mais sensíveis — incluindo perguntas privadas sobre sua saúde, família e finanças — e a proposta da Comissão nos obrigaria a entregar esses dados a terceiros, com proteções de privacidade perigosamente ineficazes.
Clare Kelly, conselheira sênior de concorrência do Google
Não surpreende. O que a Comissão Europeia propõe não é pouca coisa. Os dados que o Google teria que compartilhar com rivais são tão sensíveis para o negócio de buscas que, pior do que isso, seria apenas a imposição de que a companhia compartilhasse a sua própria tecnologia de pesquisa.
Seja como for, o imbróglio do Google na Europa está longe do fim. Há pouco mais de um ano que a companhia foi acusada de violar a DMA. De lá para cá, a empresa anunciou algumas medidas de ajustes que, até agora, foram consideradas insuficientes.
Vale lembrar que, ainda no âmbito da DMA, uma das investigações mais recentes da União Europeia, iniciada em novembro de 2025, tenta apurar se o Google estaria prejudicando veículos jornalísticos nos resultados de buscas.
Europa quer que Google compartilhe dados de busca com concorrentes



Bateria é um componente que armazena energia e converte energia química em corrente elétrica. Com isso, as baterias podem alimentar dispositivos sem a necessidade de uma fonte contínua de energia, como as tomadas.
Os tipos de bateria são categorizados pelos elementos químicos presentes nas células das bateria. Como exemplo, baterias de íon-lítio são compostas de óxido metálico de lítio e grafite, enquanto as baterias alcalinas são formadas por zinco e dióxido de manganês.
Independentemente dos elementos químicos de composição, o funcionamento da bateria segue um padrão: o ânodo fornece elétrons, que passam pelo circuito externo até chegarem ao cátodo. Esse fluxo de elétrons ilustra o que chamamos de corrente elétrica, de forma resumida.
A seguir, entenda melhor o que é a bateria, e confira as classificações, o funcionamento e as características desse componente.
Bateria é um componente com capacidade para armazenar e converter energia, transformando energia química em corrente elétrica. O hardware pode alimentar aparelhos eletrônicos, automóveis, entre outros dispositivos.
A bateria tem a função de armazenar energia e fornecê-la na forma de corrente elétrica para alimentar dispositivos e aparelhos que dependem de energia para funcionamento.
Ao cumprirem esse papel, as baterias oferecem mais praticidade e portabilidade de uso, substituindo a necessidade de uma fonte de energia contínua como as tomadas.
As baterias são classificadas em duas categorias, com base em suas capacidades de recarga:
Além das classificações entre primária e secundária, as baterias podem ser categorizadas de acordo com os elementos químicos presentes internamente. Confira abaixo os principais tipos de bateria.
Bateria de níquel-cádmio usa hidróxido de níquel no cátodo e cádmio metálico no ânodo. Aguenta alto números de ciclos, mas se tornou obsoleta por ser relativamente maior e mais pesada que as baterias modernas, pela densidade de energia mais baixa, e por questões ambientais devido à toxicidade do cádmio.
Foi esse tipo de bateria que gerou o mito “efeito memória” ou “bateria viciada”, visto em casos raros e sob condições específicas.

As baterias de íon-lítio costumam utilizar óxido metálico de lítio no cátodo e grafite no ânodo. Com o tempo, as baterias Li-ion substituíram as antigas baterias NiCd, pela alta densidade energética em um espaço menor e mais leve.
Atualmente, a bateria de íon-lítio é amplamente usada pelo mercado, sendo vista na maioria de smartphones, notebooks e carros elétricos.

Baterias de silício-carbono têm cátodo formado por óxido metálico de lítio e ânodo composto por grafite e nanopartículas de silício no ânodo. Essa arquitetura aumenta a densidade energética da bateria e otimiza o carregamento mais rápido.
As baterias de Si-C são encontradas em smartphones e notebooks mais modernos, indicados para quem precisa de mais autonomia de uso. No entanto, há riscos de degradação mais acelerada devido a questões ligadas à expansão volumétrica.

As baterias de chumbo-ácido utilizam chumbo esponjoso no ânodo e dióxido de chumbo no cátodo. Esse tipo de bateria consegue entregar descarga elétrica massiva em pouco tempo, mas costuma ocupar muito espaço e ser pesado pela densidade do chumbo.
Por conta disso, a bateria de chumbo-ácido é vista em carros, caminhões e sistemas de energia mais robustos.

A bateria de polímero de lítio tem cátodo formado por óxidos metálicos de lítio e ânodo composto por grafite, bastante similar à estrutura de baterias de íon-lítio. A grande diferença é que baterias Li-Po usam polímero sólido ou gel fresco como eletrólitos.
Esse tipo de bateria é tratado como uma evolução da estrutura íon-lítio, e alimenta smartphones e notebooks com design mais finos e leves.

Baterias alcalinas utilizam zinco no ânodo e dióxido de manganês no cátodo. Tratam-se daquelas baterias primárias (não recarregáveis) que costumamos encontrar em mercados e padarias.
Esse tipo de bateria é recomendável para aparelhos que não demandam muita energia. O ponto positivo é que elas perdem pouquíssima carga quando não estão em uso, embora sejam descartáveis pelo fato de não serem recarregáveis.

O funcionamento de uma bateria se baseia na conversão de energia química em energia elétrica, devido a reações químicas de oxidação e redução que ocorrem no interior do componente. Isso é algo padrão, independente dos elementos químicos que compõem a bateria.
Dentro de cada bateria existem duas ou mais células, que são responsáveis pelo armazenamento de energia. E cada célula é composta por quatro componentes principais: ânodo (polo negativo), cátodo (polo positivo), eletrólito e separador.
O ânodo fornece elétrons para o circuito externo em um processo de oxidação. Os elétrons então percorrem o circuito externo até chegarem ao cátodo, onde ocorre o processo de redução. Entre esses dois polos, há o separador, que evita curtos-circuitos e superaquecimentos que ocorreriam se ânodo e cátodo se tocassem.
Para equilibrar o fluxo de elétrons, o eletrólito atua como um condutor que transporta íons entre os dois polos e compensa o acúmulo de carga elétrica formado durante as reações químicas.

Esse fluxo de elétrons ilustra o que chamamos de corrente elétrica, que fornece energia suficiente para que aparelhos funcionem corretamente.
Com o uso, as reações químicas que geram elétrons vão consumindo os materiais ativos dos eletrodos, diminuindo a força da corrente e o fornecimento de energia. Esse é o resumo do processo de descarga de um dispositivo.
Se a bateria for primária, ela precisará ser substituída após a descarga completa. Mas se a bateria for recarregável (secundária), a conexão a uma fonte de energia externa (como a tomada) vai forçar o fluxo de elétrons no sentindo contrário e fazer com que as reações químicas internas voltem ao estado inicial — o que chamamos de processo de recarga.
Não. “Bateria viciada” ou “efeito memória” é um mito que surgiu na década de 60, quando baterias de níquel-cádmio de alguns satélites demonstraram perda de capacidade após serem constantemente carregadas de 25% até 100%. Esse fenômeno foi visto em casos raros, sob condições específicas e podia ser reparado.
O problema é que essa ocorrência específica gerou rumores de que todas as baterias viciam — o que não é verdade. Todas as baterias perdem capacidade com o tempo, e “bateria viciada” se tornou uma expressão popular para ilustrar uma bateria degradada, com potencial inferior ao estado original.
As baterias contêm diversas especificações, que indicam questões como capacidade, composição e ciclos de vida. Dentre as principais características do componente, estão:
O prazo de vida útil de uma bateria pode variar, dependendo das especificações de ciclos, da finalidade de uso e do nível de desgaste.
Baterias de smartphones e notebooks têm vida útil baseada em ciclos, ou seja, quantas vezes a bateria completou 100% de uso (de forma contínua ou espaçada). Essa métrica costuma aparecer de forma simplificada na seção “saúde da bateria”.
Como exemplo, a saúde da bateria de iPhones começa em 100% em um aparelho novo, e decai ao longo dos anos, devido aos ciclos de uso e desgastes químicos internos. Apple e outras marcas de celular sugerem que níveis abaixo de 80% indicam uma bateria degradada.

Já baterias automotivas podem duram entre três e cinco anos. E a vida útil desses componentes geralmente envolve tempo de uso e condições da peça — diferentemente da contagem de ciclos da maioria dos aparelhos eletrônicos.
Importante ter em mente que as informações das fabricantes indicam a vida útil teórica da bateria. Contudo, práticas de uso, manutenção e temperatura são fatores que encurtam ou prolongam a durabilidade do componente.
Se a bateria do seu dispositivo chegou ao fim da vida útil, a única saída será trocá-la por outra bateria. Lembre-se que a bateria vai se degradar com o tempo, e não há como consertar ou reverter o desgaste provocado pelas reações químicas e pelo uso.
Só certifique-se de trocar por uma bateria original para manter o pleno funcionamento do seu aparelho. E vale buscar assistências oficiais ou autorizadas pela fabricante para fazer a manutenção.
Sim. Fazer pequenas pausas durante usos intensivos, evitar carregamento por indução eletromagnética e utilizar fontes e cabos originais são práticas que reduzem as chances de calor excessivo, que é um dos principais inimigos das baterias. Também é recomendável não deixar o dispositivo descarregar até 0% para não aumentar o estresse do componente.
Essas “boas práticas” de uso vão reduzir a degradação da bateria, fazendo com que ela se mantenha saudável por mais tempo.
Baterias são componentes que convertem energia química em corrente elétrica. Esses componentes são formados por várias células, de modo a oferecer voltagens maiores e atender a dispositivos que demandam mais energia.
As pilhas também fazem a conversão de energia química para corrente elétrica, mas é composta por uma única célula. Por conta disso, elas têm voltagem mais baixa e são mais indicadas para aparelhos com menor consumo de energia.
O que é bateria? Saiba para que serve o componente e quais os principais tipos






O Google expandiu a tecnologia de criptografia de ponta a ponta para o aplicativo oficial do Gmail nos celulares. A partir de agora, usuários de Android e iPhone ganham uma camada extra de proteção que garante a confidencialidade de dados sigilosos no ambiente corporativo. O bloqueio impede até mesmo a própria gigante de buscas ou terceiros de acessarem ou interceptarem o conteúdo das mensagens.
Segundo detalhes divulgados no blog oficial do Google Workspace, a novidade permite redigir e ler emails de alta segurança direto pelo aplicativo móvel. A grande sacada é a praticidade: a empresa eliminou a necessidade de softwares adicionais ou chaves de decodificação complexas.
Na prática, a ferramenta funciona sob o modelo de Criptografia do Lado do Cliente (CSE, na sigla em inglês). Diferentemente da proteção padrão do serviço — onde o Google gerencia as chaves criptográficas —, no modelo CSE é a própria organização que mantém o controle total, ou seja, essas chaves ficam armazenadas fora dos servidores do Google.
A versão web do Gmail já contava com o modelo CSE desde o início de 2023. A adaptação para os smartphones começou a ser testada em fase beta em abril de 2025 e chega agora em sua versão final.

Se você usa o e-mail tradicional do Google no dia a dia, não crie expectativas. O recurso não está disponível para contas gratuitas (com o sufixo @gmail.com) e também deixa de fora os planos básicos do Google Workspace. O foco aqui é o mercado corporativo e as instituições de ensino.
Para ter acesso, a organização precisa possuir licenças específicas (Workspace Enterprise Plus, Education Plus ou Education Standard). E não para por aí: a empresa também precisa ter adquirido alguns complementos (Assured Controls ou Assured Controls Plus). Sem esse combo comercial, a função nem aparece no aplicativo.
A experiência de quem recebe o email blindado também depende da plataforma. Se o destinatário também usar o aplicativo oficial do Gmail no celular, a mensagem será entregue e exibida como uma conversa normal na caixa de entrada, com toda a decodificação acontecendo silenciosamente em segundo plano. Mas e se a pessoa usar outro cliente de e-mail, como o Outlook? Aí o processo muda. O usuário recebe uma notificação e é direcionado para abrir, ler e responder à mensagem pelo navegador web do próprio smartphone.
A liberação exige que o departamento de TI dê o primeiro passo. Os administradores da rede precisam habilitar o suporte ao recurso para os clientes Android e iOS. Com tudo liberado no servidor, enviar uma mensagem blindada pelo celular é simples:

A partir desse momento, tanto o texto digitado quanto qualquer anexo inserido serão criptografados no próprio aparelho, antes mesmo de começarem a trafegar pela internet.
A novidade já está liberada para o mercado brasileiro, mas segue a mesma cartilha global e não há período de testes gratuito para usuários comuns e empresas com planos mais acessíveis (como o Business Starter ou Business Standard). Qualquer corporação ou instituição de ensino no Brasil que assine o combo exigido já pode configurar e utilizar a ferramenta de criptografia em seus aparelhos móveis.
Gmail corporativo ganha criptografia de ponta a ponta no Android e iPhone





A LG QNED73 de 65 polegadas está saindo por apenas R$ 3.320,10 no Pix com o cupom CASASBAHIATV no Mercado Livre. A smart TV está com preço 40% abaixo do lançamento (R$ 5.499) e se destaca pela presença da tecnologia QNED no televisor e pelos recursos de inteligência artificial disponíveis, incluindo recomendações de conteúdo e suporte inteligente.

A tecnologia QNED presente na QNED73 associa cristais de pontos quânticos ao filtro NanoCell para expandir o volume de cores do painel. Essa estrutura entrega tonalidades vibrantes e precisas, superando a fidelidade cromática de televisores LED básicos.
A TV da LG ainda conta com processador α7 AI Processor 4K Gen8, que realiza o upscaling de conteúdos para a resolução 4K. O sistema utiliza inteligência artificial para aprimorar a funcionalidade e outras configurações de imagem, assim como para oferecer outros recursos interessantes para o usuário.
Por exemplo, um chatbot de suporte para pequenos problemas. Recomendação inteligente de conteúdos com base no histórico do usuário. E otimização da clareza de áudio e precisão de tons. O áudio de 20W, inclusive, pode acabar sendo insuficiente para salas amplas, mas a TV pode ser facilmente conectada a uma soundbar externa.
O controle remoto permite controle por voz e navegação por cursor na TV da LG. A conectividade inclui três entradas HDMI, com suporte para eARC e tecnologias de jogos como ALLM e VRR até 60 Hz. E o design apresenta bordas finas e espessura de apenas 6,79 centímetros sem a base.
Hoje no Mercado Livre, a smart TV LG QNED73 de 65 polegadas sai por R$ 3.320,10 no Pix com o cupom CASASBAHIATV, e pode ser uma boa compra para assistir à Copa do Mundo de 2026.
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Smart TV 4K LG QNED de 65″ está 40% mais barata em promoção no Mercado Livre



A Grécia é o mais novo país europeu a anunciar restrições ao acesso de menores às redes sociais. Em um anúncio feito via TikTok, o primeiro-ministro Kyriakos Mitsotakis confirmou que o país proibirá o acesso de menores de 15 anos a essas plataformas. A regulamentação será detalhada no verão de 2026 do hemisfério norte e entra em vigor em 1º de janeiro de 2027.
“A Grécia é um dos primeiros países europeus a tomar essa iniciativa, mas tenho certeza de que não será o último”, disse Mitsotakis. “Nosso objetivo é pressionar a União Europeia nessa direção”. Atualmente, França, Espanha e Portugal já anunciaram medidas semelhantes, seguindo o projeto pioneiro da Austrália aprovado em 2024.
O país entra numa lista crescente de nações que, nos últimos meses, aprovaram ou avançaram em restrições ao público infantil na internet, um movimento que começou na Austrália em 2024 e que já chegou ao Brasil, à França, a Portugal e à Espanha.

Países europeus, até o momento, seguem caminhos distintos com base na Lei de Serviços Digitais (DSA, na sigla em inglês). A França é o caso mais próximo do modelo discutido na Grécia, com um projeto que mira o acesso de menores de 15 anos às redes sociais. Por lá, a ideia é bloquear plataformas consideradas nocivas e liberar outras com a autorização dos pais.
Neste mês, o projeto voltou à Assembleia Nacional (equivalente à Câmara dos Deputados no Brasil), após aprovação de um texto modificado no Senado do país.
Em Portugal, o projeto aprovado em fevereiro de 2026 vai além das redes sociais: inclui jogos, marketplaces e outros serviços digitais, semelhante ao ECA Digital brasileiro. O corte etário, entretanto, é mais rígido — uso autônomo só a partir dos 16 anos; entre 13 e 15, apenas com consentimento parental verificável.
O texto também entra no design das plataformas, exigindo contas privadas, perfis não pesquisáveis e limitação de recomendações algorítmicas para menores.
Já a Espanha discute uma lei orgânica mais ampla de proteção digital. A ideia é reformar o sistema, elevando a idade de consentimento para uso de dados, impor verificação de idade e reforçar o controle parental em serviços audiovisuais e plataformas.
A onda regulatória segue o precedente criado pela Austrália em 2024, quando aprovou a lei que proíbe o acesso de menores de 16 anos a redes sociais. Até então, um dos marcos mais rígidos do mundo.
Em setembro de 2025, o Brasil sancionou o ECA Digital. A lei entrou em vigor em março deste ano, determinando que menores de 16 anos só podem usar redes sociais em contas vinculadas à de um responsável maior de idade. Estabelece, também, obrigações às plataformas, como mecanismos de verificação de idade.
Segundo a Bloomberg, Donald Trump tem criticado repetidamente o que considera um excesso de regulações digitais da União Europeia contra empresas de tecnologia do país.
Mais um país europeu bloqueará redes sociais para menores


A missão Artemis 2 está levando quatro astronautas ao rdorda Lua e marca um momento histórico: é o primeiro voo tripulado ao espaço profundo em mais de 50 anos. Mais do que um feito simbólico, a missão representa um passo estratégico rumo a um objetivo maior — transformar a Lua em uma base permanente para exploração espacial e inovação tecnológica.
No centro dessa ambição está um recurso pouco conhecido do público, mas extremamente promissor: o hélio-3.

Diferentemente da Terra, a Lua acumulou ao longo de bilhões de anos grandes quantidades de hélio-3 em seu solo. Isso ocorre porque, sem atmosfera, sua superfície é diretamente bombardeada pelo vento solar — um fluxo de partículas emitidas pelo Sol que contém esse isótopo raro.
Embora escasso no nosso planeta, o hélio-3 pode ser a chave para uma nova geração de energia. Cientistas apontam que ele pode ser utilizado em reatores de fusão nuclear mais seguros e eficientes do que os atuais modelos experimentais. Ao contrário das reações tradicionais, a fusão com hélio-3 produz menos resíduos radioativos, tornando-se uma alternativa limpa e altamente desejável.
A Artemis 2 não pousa na Lua, mas testa os sistemas que permitirão missões futuras — incluindo a construção de bases permanentes, especialmente no Polo Sul lunar.
Essa região é estratégica não apenas por conter gelo de água — essencial para produzir oxigênio e combustível —, mas também por ser uma potencial área de mineração de hélio-3.
A visão da NASA vai além da exploração: trata-se de estabelecer uma infraestrutura sustentável fora da Terra. Robôs e sistemas autônomos podem extrair recursos, enquanto energia solar alimenta processos como a eletrólise da água e, futuramente, a coleta de hélio-3.

O impacto do hélio-3 não se limita à geração de energia. Pesquisadores também destacam seu potencial na computação quântica, um campo que promete revolucionar áreas como inteligência artificial, criptografia e simulações científicas.
O próprio administrador da NASA, Jared Isaacman, destacou essa importancia em uma coletiva antes do lançamento. “Existe hélio-3 na Lua — não muito, mas certamente mais do que aqui na Terra. E prevê-se que seja uma fonte de energia de fusão mais eficiente”, disse.
Além disso, a possibilidade de transferir atividades industriais pesadas para a Lua — incluindo centros de dados e produção energética — pode aliviar significativamente a pressão ambiental sobre a Terra.
Essa visão redefine o papel da Lua: de um destino de exploração para um polo industrial e científico.
Outro aspecto crucial do programa Artemis é seu papel como preparação para missões tripuladas a Marte. Bases lunares podem funcionar como pontos de reabastecimento, centros de testes de tecnologias de suporte à vida e plataformas logísticas para o espaço profundo.
Nesse cenário, o hélio-3 se torna ainda mais valioso — não apenas como recurso energético, mas como peça-chave de uma economia espacial emergente.
Leia mais:
Apesar de todo o planejamento, cientistas reconhecem que o maior potencial da presença humana contínua na Lua está nas descobertas ainda imprevisíveis.
A Artemis 2, portanto, não é apenas uma missão de teste. É o início de uma nova fase da exploração espacial — em que recursos como o hélio-3 podem redefinir não só a forma como exploramos o cosmos, mas também como vivemos na Terra. Nesta terça-feira (7), os astronautas começaram seu caminho de volta pra casa.
O post Hélio-3: entenda a nova disputa pela Lua iniciada pela Artemis 2 apareceu primeiro em Olhar Digital.
A Intel anunciou, nesta terça-feira (7), que participará do projeto Terafab, complexo de fabricação de chips de inteligência artificial (IA) idealizado por Elon Musk em parceria com a SpaceX e a Tesla. A iniciativa tem como objetivo desenvolver processadores capazes de sustentar as ambições do bilionário em áreas, como robótica e infraestrutura de data centers.
Após o anúncio, as ações da Intel subiram mais de 2%, segundo a Reuters. A empresa também divulgou uma imagem em que seu CEO, Lip-Bu Tan, aparece apertando as mãos de Musk, informando que recebeu o empresário em seu campus no último fim de semana.
A entrada da Intel no projeto ocorre meses depois de Musk apresentar planos para que a Tesla construa uma gigantesca fábrica de chips de IA, voltada a acelerar o desenvolvimento de tecnologias autônomas. Na ocasião, ele já havia sugerido a possibilidade de colaboração com a fabricante de semicondutores.
Segundo a Intel, suas capacidades industriais devem acelerar o objetivo do Terafab de produzir um terawatt por ano em capacidade computacional, com foco em avanços futuros em IA e robótica.
Em publicação no X, Lip-Bu Tan afirmou: “Elon tem um histórico comprovado de reinventar indústrias inteiras. Isso é exatamente o que é necessário na fabricação de semicondutores hoje. O Terafab representa uma mudança significativa na forma como lógica de silício, memória e empacotamento serão construídos no futuro.”
Elon has a proven track record of reimagining entire industries. This is exactly what is needed in semiconductor manufacturing today. Terafab represents a step change in how silicon logic, memory and packaging will get built in the future. Intel is proud to be a partner and work… https://t.co/PmzsTLNmad
— Lip-Bu Tan (@LipBuTan1) April 7, 2026
No mês passado, Musk afirmou que sua empresa de foguetes, a SpaceX — que recentemente se fundiu com a empresa de redes sociais e inteligência artificial xAI —, junto com a Tesla, pretende construir duas fábricas avançadas de chips em um grande complexo em Austin, Texas (EUA).
Uma dessas unidades será voltada para veículos e robôs humanoides, enquanto a outra será projetada para data centers de IA no espaço.
Paralelamente, a SpaceX entrou com pedido confidencial para realizar uma oferta pública inicial (IPO) nos Estados Unidos, o que pode resultar em uma das maiores aberturas de capital da história. A expectativa é de que o lançamento no mercado ocorra ainda este ano.
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Um dos pilares da estratégia de recuperação é o negócio de fabricação de chips sob contrato, conhecido como Intel Foundry, que ainda registra prejuízos significativos. Em 2025, a divisão teve um prejuízo operacional de US$ 10,3 bilhões (R$ 53,3 bilhões), enquanto sua receita cresceu apenas 3%.
Apesar disso, a Intel tem apostado na tecnologia de fabricação 18A. No mês passado, a companhia indicou que essa tecnologia poderá ser oferecida a clientes externos, após ter sido utilizada majoritariamente para fins internos no ano anterior.
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Os astronautas do programa Artemis II viveram um emocionante momento após nomear uma cratera lunar na última segunda-feira (06). O “ponto brilhante na Lua” foi batizado de Carroll pela tripulação em homenagem à falecida esposa do comandante da missão, Reid Wiseman.
Pouco tempo após a tripulação quebrar o recorde de ponto mais distante da Terra já visitado por humanos, um vídeo compartilhado pela equipe mostra o momento de batismo da cratera. A referência do nome foi para Carroll Taylor Wiseman, que faleceu em decorrência de um câncer, em 2020.
Em contato com o controle da missão, o especialista Jeremy Hansen narrou que no início da jornada da Artemis, o grupo de astronautas sofreu um grande baque.
“E assim perdemos uma pessoa querida. Seu nome era Carroll, esposa de Reid, mãe de Katie e Ellie. E se você quiser encontrar este lugar, procure por Glushko, que fica a noroeste dali, na mesma latitude de Ohm, e é um ponto brilhante na Lua. Gostaríamos de chamá-lo de Carroll”, finalizou Hansen.
Após o contato do especialista, o controle da missão ficou alguns segundos em silêncio, enquanto o restante da tripulação se reuniu para abraçar o comandante Wiseman.
Em resposta, o controle confirmou a solicitação da equipe e confirmou a escolha pela “Cratera Carroll” durante a comunicação.
Mesmo que os responsáveis na Terra e a equipe da Artemis II tenham chegado a um consenso, a Cratera Carroll ainda não é oficial. Assim como ocorre com qualquer formação lunar, os nomes precisam passar por uma aprovação da União Astronômica Internacional (UAI) e isso geralmente leva algum tempo até acontecer.
O próximo passo da cápsula Orion é começar a sair da influência gravitacional da Lua e serão feitas pequenas correções nos motores. Na próxima quinta-feira (09), os astronautas passarão o último dia completo no espaço, até que finalmente retornem para a Terra no dia 10, em uma aterrissagem no Oceano Pacífico.
Aliás, a Artemis II usa um sistema O2O para enviar imagens em 4K do espaço, que usa comunicação óptica para transmitir dados em alta qualidade. Siga o TecMundo no X, Instagram, Facebook e YouTube e assine a nossa newsletter para receber as principais notícias e análises diretamente no seu e-mail.

© (Imagem: NASA/Divulgação)

De tempos em tempos, a Netflix aplica reajustes nas mensalidades de suas assinaturas, em escala global. Porém, na Itália, aumentos de preços aplicados pela empresa desde 2017 foram considerados indevidos pelo Tribunal de Roma, e isso deve resultar em reembolsos que podem chegar a 500 euros por cliente.
O entendimento da justiça italiana tem como base reajustes que foram aplicados pela Netflix no país entre 2017 e 2024. Foram pelo menos quatro aumentos de preços nesse período: em 2017, 2019, 2021 e novembro de 2024.
Não é que reajustes de preços sejam proibidos na Itália. O problema é que os aumentos promovidos pela Netflix entre 2017 e 2024 se basearam em cláusulas contratuais que, segundo um processo judicial aberto pelo Movimento Consumatori (entidade de defesa dos interesses dos consumidores) são abusivas.
De acordo com a legislação italiana, informar o cliente com 30 dias de antecedência sobre o aumento de preço e dar a ele a opção de cancelar a assinatura não são medidas suficientes. É necessário que o contrato também tenha cláusulas que expliquem o porquê de eventuais reajustes de preços poderem ser aplicados.
Como as tais cláusulas estavam ausentes, o Tribunal de Roma concluiu que os reajustes aplicados pela Netflix entre 2017 e 2024 são indevidos. Houve alterações contratuais referentes a reajustes entre janeiro de 2024 e abril de 2025, mas elas também foram consideradas problemáticas.

Eis as consequências: a Netflix terá que publicar o conteúdo da sentença em seu site e em jornais de circulação nacional, bem como notificar seus clientes sobre o direito a reembolso, o que vale inclusive para aqueles que não assinam mais o serviço.
O reembolso varia de acordo com o plano contratado pelo usuário e o tempo de assinatura. Quem assinou a Netflix no plano Premium entre 2017 e 2024 terá direito a um reembolso de aproximadamente 500 euros (montante equivalente a R$ 2.975), só para dar um exemplo.
A Netflix também terá que reduzir os valores das assinaturas vigentes atualmente e estará sujeita ao pagamento de indenizações individuais.
Em abril de 2025, a Netflix incluiu cláusulas em seus contratos condizentes com as exigências italianas (ou seja, agora há indicação de motivos que justifiquem reajustes) e, portanto, reajustes aplicados após esse mês não são considerados indevidos.
Procurada, a Netflix declarou que irá recorrer da decisão judicial, como esperado:
Vamos apresentar um recurso contra a decisão. Na Netflix, nossos assinantes vêm em primeiro lugar. Levamos os direitos do consumidor muito a sério e acreditamos que nossas condições sempre estiveram em conformidade com a legislação e a prática italianas.
Com informações de Il Sole 24 Ore
Netflix terá que reembolsar clientes na Itália por aumentos ilegais




A comunidade de editores da Wikipédia aprovou uma nova diretriz que limita o uso de inteligência artificial na plataforma. Segundo o site 404 Media, a decisão foi tomada em 20 de março e veta a utilização de modelos de linguagem (LLMs) para criar ou reescrever artigos na enciclopédia colaborativa.
A medida surge após meses de discussões internas e uma sequência de tentativas anteriores de regulamentar o uso dessas ferramentas na plataforma. O avanço de conteúdos gerados por IA, muitas vezes com falhas ou inconsistências, pressionou voluntários a estabelecer regras mais rígidas.

A nova diretriz defende que o principal problema está na qualidade do conteúdo gerado automaticamente. “O texto gerado por grandes modelos de linguagem (LLMs) frequentemente viola várias das políticas de conteúdo principais da Wikipédia”, escrevem os editores. “Por esse motivo, o uso de LLMs para gerar ou reescrever o conteúdo de artigos é proibido, exceto pelas exceções mencionadas abaixo”.
A votação teve ampla maioria favorável, com 40 votos a 2. Ainda assim, a política não impede totalmente o uso de IA. Os editores podem recorrer às ferramentas para sugerir ajustes simples em textos próprios, desde que haja revisão humana e que o sistema não produza conteúdo novo de forma autônoma.
A diretriz também alerta para riscos adicionais. Segundo o documento, é “necessário cautela, pois os LLMs podem ir além do que foi solicitado e alterar o significado do texto, de forma que ele não seja sustentado pelas fontes citadas”. Em traduções entre idiomas, por exemplo, o uso de IA deve seguir orientações específicas para evitar distorções.

O debate interno foi impulsionado pelo aumento de problemas relacionados à IA. Relatos administrativos envolvendo erros gerados por essas ferramentas se tornaram mais frequentes, sobrecarregando a equipe de voluntários responsável pela revisão de conteúdo.
Em agosto do ano passado, a organização aprovou a exclusão rápida de artigos ruins gerados por IA. A atual proposta, de proibição, foi elaborada com apoio de grupos como o WikiProject AI Cleanup, dedicado a identificar e remover conteúdos problemáticos criados por sistemas automatizados.
Ao mesmo tempo, a Wikimedia Foundation e os próprios editores evitam uma proibição total da tecnologia, reconhecendo que ferramentas automatizadas já fazem parte do funcionamento da plataforma.
Wikipédia proíbe uso de IA para criar e reescrever artigos






A Ancine (Agência Nacional do Cinema) aprovou nesta semana uma instrução normativa que regulamenta o bloqueio administrativo de sites e aplicativos de pirataria digital. Com a nova regra, a agência poderá instaurar processos e determinar o bloqueio de plataformas ilegais por iniciativa própria, sem depender de denúncia prévia dos donos dos direitos autorais.
De acordo com o portal especializado TeleSíntese, a medida regulamenta os procedimentos previstos na Lei 14.815/2024 e entra em vigor assim que for publicada no Diário Oficial da União.
O objetivo, segundo a agência, é agilizar as ações contra a distribuição não autorizada de obras audiovisuais e inviabilizar o modelo de negócio dos infratores. Dessa forma, quando a Ancine identificar uma irregularidade — ou receber uma notificação formal com evidências como URLs e IPs —, ela notificará o responsável pelo site pirata, que terá 48 horas para remover o conteúdo ou apresentar defesa.
Caso a plataforma ignore a ordem ou tenha a justificativa rejeitada, a agência avança para a fase de sanções. Nela, a Ancine acionará a Anatel para executar o bloqueio dos domínios e IPs na infraestrutura de internet. As duas agências já firmaram um acordo de cooperação, no ano passado, para garantir o bloqueio de sites de conteúdos audiovisuais piratas.
Para asfixiar a operação financeiramente, a agência também poderá notificar provedores de conexão, redes de publicidade e empresas de meios de pagamento, com o objetivo de impedir transações e cortar a monetização da plataforma infratora.

Apesar do rigor contra as plataformas, não há novidades para seus adeptos. De acordo com a norma, a Ancine não deve tomar nenhuma ação contra o usuário final dos serviços.
O texto também prevê punições para falsas denúncias de direitos autorais. Notificantes que prestarem informações erradas ou agirem de má-fé responderão legalmente.
A diretoria da Ancine determinou a criação de relatórios semestrais de transparência para prestar contas sobre a eficiência dos bloqueios. O texto prevê acordos de cooperação voluntária com plataformas digitais para agilizar remoções consensuais de conteúdo.
Ancine ganha mais poder para bloquear sites de pirataria


O iFood anuncia nesta sexta-feira (27) mudanças no sistema de busca do app, com o objetivo de tornar a navegação mais eficiente para os clientes. A empresa passou a usar inteligência artificial para refinar os resultados e facilitar a localização de itens dentro do aplicativo.
O iFood revelou ao Tecnoblog que o tempo médio entre a pesquisa e a finalização de um pedido caiu cerca de 20%, porém sem informar os números absolutos. A novidade já está disponível para todos os clientes da plataforma, tanto no Android quanto no iPhone.
A principal alteração está na forma como o sistema interpreta os termos digitados. Antes focado em buscas mais genéricas, o app agora reconhece pedidos mais específicos, exibindo resultados alinhados à intenção do cliente.
Na prática, os clientes que antes pesquisavam por “pizza” agora podem buscar por “pizza de calabresa com queijo” ou “pizza pequena”. Os exemplos compartilhados conosco incluem “fralda infantil XG” (em vez de apenas “fralda”), “Coca-Cola Zero 2L” e “picolé diet”.
A mudança é sustentada por mais de 20 modelos de inteligência artificial, que priorizam a exibição direta de produtos, e não apenas de estabelecimentos.

Além disso, o iFood implementou filtros dinâmicos, que se adaptam ao tipo de busca. Ao procurar por pizza, por exemplo, o cliente pode filtrar rapidamente por sabor, tamanho ou promoções. Já em buscas por hambúrguer, surgem opções relacionadas a tipos de proteína. Em produtos como fraldas, os filtros priorizam tamanho e marca.
O avanço está ligado ao uso de modelos de busca semântica e de intenção, capazes de interpretar com mais precisão o que o cliente deseja encontrar. Além de simplificar a jornada de compra, a empresa afirma que a mudança também amplia a visibilidade dos produtos oferecidos por parceiros.
Os efeitos da nova busca já aparecem em indicadores internos. A taxa de conversão — clientes que pesquisam e concluem a compra — cresceu mais de 10% na comparação entre fevereiro de 2025 e fevereiro de 2026.
iFood aposta em IA e melhora busca por itens específicos



Quinta-feira é dia da coluna Seu Direito Digital no Olhar Digital News. O consultor de privacidade e segurança Leandro Alvarenga repercute os principais assuntos jurídicos no setor de tecnologia e tira as dúvidas dos nossos leitores.
O adiamento de prazos da Lei de Inteligência Artificial da União Europeia evidencia os desafios práticos de implementar regras para uma tecnologia em rápida evolução. O adiamento sinaliza dificuldades para regular a tecnologia?
Um acordo firmado entre o Ministério Público e a Meta estabelece novas obrigações para combater a exploração de crianças e adolescentes nas redes sociais. A medida prevê monitoramento ativo de perfis, criação de mecanismos de denúncia e restrições ao uso de ferramentas de monetização, além de sanções em caso de descumprimento, reforçando a responsabilização das plataformas na proteção de usuários mais vulneráveis. O que muda na prática com esse acordo?
O caso de um morador de São Paulo detido repetidamente por erro do Smart Sampa, sistema de reconhecimento facial, levanta questionamentos sobre a confiabilidade e os riscos dessa tecnologia. Após ser identificado de forma equivocada como foragido, ele foi conduzido à delegacia em diferentes ocasiões. Esse caso revela problemas estruturais do sistema de reconhecimento facial?
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O sorteio do concurso 6986 da Quina aconteceu na noite de quinta-feira (26), às 21h. O prêmio desta loteria estava estimado em R$ 7,2 milhões.
Os números sorteados da Quina 6986 foram: 18 – 26 – 44 – 51 – 73.
Confira os números sorteados da Quina de hoje e descubra se o prêmio milionário acumulou ou se teve ganhadores. Em seguida, explore os últimos resultados e as informações sobre o próximo sorteio.
A Quina acumulou. A estimativa de prêmio do próximo concurso da Quina é de R$ 8,5 milhões.
Nenhuma aposta acertou as cinco dezenas. 31 apostas acertaram quatro números e ganharam R$ 12.555,90. 3.260 apostas acertaram três dezenas e levarão R$ 113,71. 81.028 apostas obtiveram dois acertos e receberão R$ 4,57.
O resultado da Quina 6985 desta quarta-feira (25) é: 04 – 09 – 39 – 43 – 73.
O próximo sorteio é o 6987 e ele acontece na sexta-feira, 27 de março de 2026.
Leia mais:
Os dez últimos resultados dos sorteios da Quina foram:
Ao ganhar na Quina, o processo de resgate do seu prêmio é simples e se diferencia principalmente pelo valor a ser recebido. Você tem a opção de fazer o resgate em qualquer casa lotérica credenciada ou nas agências da Caixa.
Veja como funciona:
Quais os dias de sorteio da Quina?
Os sorteios da Quina acontecem 6 vezes por semana. Eles ocorrem de segunda a sábado.
Qual o horário do sorteio da Quina?
O sorteio ocorre às 21h (horário de Brasília).
Onde assistir ao sorteio ao vivo da Quina?
O sorteio é transmitido pela RedeTV! online e também na TV e pelo perfil da Caixa no YouTube e Facebook.
Como jogar na Quina?
A aposta simples consiste em marcar 5 números entre os 80 disponíveis.
Até que horas é possível apostar na Quina?
As apostas poderão ser feitas até as 20h do mesmo dia do sorteio.
Com quantos números se ganha na Quina?
O apostador leva prêmio em dinheiro se acerta a partir de 2 números (duque). Ele também ganha com 3 números (terno), 4 números (quadra) e 5 números sorteados.
Quantos números posso escolher para apostar na Quina?
No volante, seja em papel ou digital, há 80 números disponíveis. A menor aposta possível é escolher 5 números e custa R$ 3. Quanto mais números você escolher, maior será sua chance de ganhar.
O post Resultado da Quina de hoje: veja números e ganhadores do concurso 6986 (quinta, 26/03) apareceu primeiro em Olhar Digital.
O sorteio do concurso 3646 da Lotofácil aconteceu na noite desta quinta-feira (26), às 21h. O prêmio desta loteria estava estimado em R$ 2 milhões.
Os números sorteados da Lotofácil 3646 foram: 01 – 03 – 05 – 07 – 08 – 11 – 13 – 15 – 16 – 18 – 19 – 20 – 23 – 24 – 25.
Confira os números sorteados da Lotofácil de hoje e descubra se o prêmio milionário acumulou ou se teve ganhadores. Em seguida, explore os últimos resultados e as informações sobre o próximo sorteio.
A Lotofácil não acumulou. A estimativa de prêmio do próximo concurso da Lotofácil é de R$ 2 milhões.
Uma aposta de São Paulo (SP) acertou as 15 dezenas e vai levar para casa R$ 1.058.039,24. 388 apostas acertaram 14 números e ganharam R$ 816,81. 12.535 apostas acertaram 13 dezenas e levarão R$ 35,00. 133.146 apostas obtiveram 12 acertos e receberão R$ 14,00. Por fim, 552.653 apostas tiveram 11 dezenas sorteadas e foram premiadas com R$ 7,00.
O resultado da Lotofácil 3645 desta quarta-feira (25) é: 01 – 03 – 06 – 07 – 08 – 09 – 10 – 12 – 13 – 15 – 17 – 18 – 19 – 21 – 25.
O próximo sorteio é o 3647 e ele acontece na sexta-feira, 27 de março de 2026.
Leia mais:
Os dez últimos resultados dos sorteios da Lotofácil foram:
Ao ganhar na Lotofácil, o processo de resgate do seu prêmio é simples e se diferencia principalmente pelo valor a ser recebido. Você tem a opção de fazer o resgate em qualquer casa lotérica credenciada ou nas agências da Caixa.
Veja como funciona:
Quantos números posso escolher para apostar na Lotofácil?
No volante, seja em papel ou digital, há 25 números disponíveis. A menor aposta possível é escolher 15 números e custa R$ 3,50. Quanto mais números você escolher, maior será sua chance de ganhar.
Qual é a maior aposta que posso fazer na Lotofácil?
A maior aposta é de 20 números. O preço dessa aposta é de R$ 54.264,00.
Como aumentar as chances de ganhar na Lotofácil?
Para aumentar suas chances na Lotofácil, o valor da cota depende da quantidade de dezenas e cotas disponíveis. Você encontra bolão com cota a partir de R$ 4,50.
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A OpenAI decidiu suspender, sem prazo definido, os planos de lançar um chatbot com interações eróticas. A iniciativa, que vinha sendo discutida internamente, acabou deixada de lado após preocupações levantadas por funcionários e investidores, segundo informações do Financial Times.
A proposta previa um “modo adulto” dentro do ChatGPT, mas o projeto passou a enfrentar resistência. As principais queixas, segundo o jornal, envolvem o risco de incentivar vínculos emocionais com sistemas de IA e a possibilidade de exposição indevida de menores a conteúdos sensíveis.
A decisão estaria ligada à falta de estudos conclusivos sobre os efeitos de interações com conteúdo sexual em sistemas de inteligência artificial. Ao jornal, a OpenAI afirmou que pretende aprofundar pesquisas antes de tomar qualquer decisão definitiva, destacando que ainda não há “evidência empírica” suficiente sobre o tema.
Internamente, o projeto também teria gerado desconforto. Parte da equipe questionou se a criação de um produto com apelo romântico ou sexual estaria alinhada à missão da empresa. “A IA não deveria substituir seus amigos ou sua família; você deve ter conexões humanas”, disse um ex-funcionário que, segundo o Financial Times, deixou a empresa por esse problema.
Além disso, houve pressão de investidores, que avaliaram os riscos reputacionais e o retorno financeiro limitado da iniciativa. Vale lembrar que, na terça-feira (24/03), a OpenAI decidiu encerrar de forma abrupta o Sora, sua ferramenta de vídeos de IA.
A criação de um modelo voltado a interações adultas também teria esbarrado em desafios técnicos. Sistemas de IA costumam ser treinados para evitar esse tipo de conteúdo, o que dificulta reverter essas restrições com segurança.
Um dos principais pontos seria a verificação de idade para acesso ao modo adulto. Soma-se a isso a pressão regulatória: casos envolvendo conteúdos prejudiciais a menores já levaram a OpenAI à Justiça.
Concorrentes também enfrentam críticas ao explorar recursos semelhantes. A xAI, por exemplo, foi alvo de reações negativas após o Grok gerar imagens sensíveis envolvendo pessoas reais.
OpenAI recua e suspende chatbot erótico por tempo indeterminado


A Meta iniciou uma nova rodada de demissões que afeta centenas de funcionários em diferentes áreas da companhia, incluindo operações globais, recrutamento, vendas, Facebook e a divisão de realidade virtual Reality Labs, segundo informações da CNBC.
Os cortes acontecem em um momento de reestruturação interna, com a empresa redirecionando recursos para inteligência artificial. Segundo o jornal, parte dos colaboradores impactados recebeu oferta para migrar de função dentro da companhia, embora algumas dessas oportunidades exijam mudança de cidade.
Segundo o Business Insider, alguns funcionários foram orientados a trabalhar remotamente, em meio à iminência de demissão. De acordo com um porta-voz da empresa, as “equipes da Meta se reestruturam ou implementam mudanças regularmente para garantir que estejam na melhor posição para atingir seus objetivos”.
Nos últimos meses, a Meta já vinha sinalizando mudanças: a movimentação faz parte de um ajuste na estratégia da empresa, que vem priorizando investimentos em IA para competir com rivais como OpenAI, Google e Anthropic.
De acordo com a CNBC, em janeiro, a companhia cortou mais de mil postos ligados à Reality Labs, o equivalente a cerca de 10% da unidade responsável por produtos como os headsets Quest e a plataforma Horizon Worlds.
Além disso, há relatos de que a empresa estuda medidas mais amplas de redução de custos, com estimativas indicando a possibilidade de cortes que poderiam atingir uma parcela significativa da força de trabalho global.
A divisão Reality Labs, voltada ao desenvolvimento de realidade virtual e aumentada, tem sido uma das mais impactadas pelas mudanças. A Meta, inclusive, tem abandonado cada vez mais o metaverso.
Ao mesmo tempo, a Meta segue investindo em outras áreas consideradas estratégicas, como dispositivos vestíveis e soluções baseadas em IA. A divisão de wearables — que inclui óculos inteligentes e iniciativas de realidade aumentada — é considerada uma das áreas estratégicas de investimento da empresa.
Outro ponto relevante é a criação de novos pacotes de remuneração em ações para executivos de alto escalão, como forma de retenção em meio ao reposicionamento da empresa. Segundo a Meta, esses incentivos estão atrelados ao desempenho futuro e só terão valor caso metas ambiciosas sejam atingidas.
Meta faz nova rodada de demissões para priorizar IA


A Embraer realizou, nesta quarta-feira (25), uma demonstração de voo de um protótipo de carro voador, conhecido como aeronave elétrica de decolagem e pouso vertical (eVTOL), durante o evento de apresentação do caça F-39E Gripen, no aeródromo da empresa em Gavião Peixoto (SP).
A cerimônia marcou a divulgação do primeiro caça supersônico produzido no Brasil e reuniu autoridades e representantes do setor aeronáutico.
Durante a programação, a Eve Air Mobility, subsidiária da Embraer voltada à mobilidade aérea urbana, apresentou o protótipo de engenharia de seu eVTOL.
O voo de demonstração foi realizado com sucesso e marcou um novo avanço na campanha de testes do modelo, que segue em desenvolvimento e ainda depende de certificação da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) para entrar em operação.
Até o momento, os testes foram conduzidos em baixas velocidades, de até aproximadamente 28 km/h, permitindo validar leis de controle, eficiência aerodinâmica dos rotores, comportamento térmico e o modelo de propulsão. A empresa planeja expandir o envelope de voo, com testes em velocidades mais elevadas, podendo atingir até cerca de 56 km/h nos próximos dias.

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“Estamos avançando com disciplina e consistência em nossa campanha de testes, reduzindo riscos e consolidando as bases para futuros voos para a certificação. Os resultados obtidos nesses primeiros meses de campanha pós-primeiro voo, em dezembro de 2025, reforçam nossa confiança na arquitetura da aeronave e na capacidade de entregar uma solução segura, eficiente e escalável para o mercado de mobilidade aérea urbana”, afirmou Johann Bordais, CEO da Eve.
Além dos testes em voo, a empresa concluiu atividades em solo, como a calibração de sensores responsáveis pela medição das cargas aerodinâmicas. Essas etapas fazem parte do processo de ampliação do envelope de voo e preparação para futuras fases de certificação, que dependem da aprovação das autoridades regulatórias.
“A Embraer tem mais de cinco décadas de expertise comprovada no desenvolvimento e certificação de aeronaves e ver esse conhecimento aplicado ao programa da Eve reforça o nosso compromisso com a inovação e com o futuro da aviação sustentável. Acreditamos no grande potencial do mercado global de mobilidade aérea urbana e vemos a Eve posicionada para ser uma das líderes dessa indústria”, afirmou Francisco Gomes Neto, presidente e CEO da Embraer.
Os eVTOLs estão sendo produzidos em Taubaté (SP), em planta com capacidade para fabricar até 480 unidades por ano. O modelo tem capacidade para cinco pessoas — quatro passageiros e um piloto — e autonomia de até 100 quilômetros, o que permite realizar trajetos urbanos curtos, como conexões entre cidades e centros comerciais.
A expectativa da Eve é iniciar as entregas e as operações comerciais em 2027. A empresa projeta que a frota global de eVTOLs pode chegar a 30 mil unidades até 2045, transportando mais de três bilhões de passageiros no período. A estimativa é que a operação e a venda dessas aeronaves gerem receita de US$ 280 bilhões (R$ 1,4 trilhão) até 2045.
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O iPhone 17 de 256 GB está em oferta por R$ 6.236 no Pix na Amazon. O celular da Apple que se destaca pela tela OLED de 120 Hz e pelas câmeras de 48 MP recebe um desconto de 22% em relação ao valor original de R$ 7.999.
Modelo de entrada da linha 2025 de celulares da Apple, o iPhone 17 possui um painel Super Retina XDR OLED de 6,3 polegadas com ProMotion de 120 Hz e brilho de até 3.000 nits, combinação que oferece cores fiéis, fluidez na rolagem e visibilidade sob luz forte. A tela é revestida pelo vidro Ceramic Shield 2 três vezes mais resistente contra arranhões e pancadas.
O chip Apple A19 de 3 nanômetros e 8 GB de RAM entregam desempenho de ponta na execução de multitarefa, apps mais exigentes e soluções de Inteligência Artificial (IA) do Apple Intelligence. Os 512 GB de armazenamento são espaço interno mais do que suficiente para guardar vídeos, arquivos e fotos.
O corpo de alumínio é revestido pelo vidro Ceramic Shield 2 na traseira e reforçado pela certificação IP68 que garante proteção contra poeira e mergulhos acidentais de até 6 m de profundidade em água doce por no máximo 30 minutos.

O kit principal de câmeras é composto de uma wide com estabilização óptica de imagem (OIS) e uma ultrawide, ambas de 48 MP e que captam cenas em grande campo de visão. A câmera frontal Center Stage de 18 MP tira selfies no modo Paisagem sem precisar virar o celular. Todas gravam vídeos em 4K a 60 fps.
Na conectividade, o celular é compatível com redes 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 6.0, Ultra Wideband (UWB), NFC e comporta eSIM. Sua bateria de 3.692 mAh tem autonomia de até 30 horas de reprodução de vídeo segundo a Apple. Além disso, é compatível com MagSafe e carregamento rápido de até 25 W, que vai de 0 a 50% em apenas 20 minutos.
O iPhone 17 (512 GB) roda iOS 26 e deve receber ao menos cinco atualizações do sistema operacional. O celular está saindo por R$ 6.236 no Pix na Amazon, um abatimento de 22% frente ao preço de lançamento.
Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.
iPhone 17 (256 GB) recebe 22% de desconto em oferta na Amazon


Agora vai: o Realme P4 Power, anunciado no final de janeiro na Índia, já pode ser vendido no Brasil. A certificação do smartphone, com código de modelo RMX5107, foi emitida pela Anatel na segunda-feira (23/03), conforme documentos vistos pelo Tecnoblog.
O modelo se destaca pela enorme bateria (que a Realme chama de Titan), com capacidade de 10.001 mAh típicos (9.900 nominais), inserida num smartphone que possui meros 9,1 milímetros de espessura, graças ao uso de ânodos de silício-carbono. O componente tem código de modelo BLPE07 e também já foi aprovado pela agência reguladora.

Para recarregar tamanha bateria, a caixa (que também terá cabo USB, capinha, ferramenta para abrir a bandeja de chip e manuais) inclui o carregador VCB8OABH de 80 W. Este carregador também é utilizado por modelos da Oppo, dona da Realme.
O P4 Power não abre mão de um chip decente, mesmo com uma bateria grande: ele utiliza o SoC Dimensity 7400 Ultra da MediaTek, fabricado no processo de 4 nm da TSMC e com desempenho adequado para a faixa intermediária.

São 8 ou 12 GB de RAM e 128 ou 256 GB de memória interna, duas câmeras traseiras (50 e 8 megapixels), câmera frontal de 16 megapixels e tela AMOLED com taxa de atualização de 144 Hz. Tudo isso rodando o Android 16 (com atualizações prometidas até o Android 20) e com peso de 219 gramas.

Curiosamente, a certificação brasileira conta com a presença de NFC, recurso que não está presente no modelo indiano. A certificação também revela que ele será fabricado pela Realme na China ou pela Digitron em Manaus (AM).
Na Índia, o modelo é vendido a partir de 26.499 rúpias, quase R$ 1.500 em conversão direta. No Brasil, continuamos sem previsão de lançamento ou valores oficiais, mas a fabricante já indicou que lançará o modelo em nosso país.
Realme P4 Power, com bateria de powerbank, agora pode ser vendido no Brasil





A inteligência artificial pode provocar uma mudança direta na rotina de trabalho nos próximos anos. Para o empresário bilionário e investidor Mark Cuban, a tecnologia vai permitir que empresas reduzam a carga horária diária sem impacto nos salários.
A avaliação foi publicada pelo próprio investidor no X/Twitter. De acordo com Cuban, as companhias devem adotar políticas formais para encurtar o expediente. A ideia, segundo ele, é que o tempo economizado com automação seja devolvido aos funcionários.
Smart, bigger companies will enable their employees to create and use agents (within security guardrails ), improve their productively but MOST IMPORTANTLY, they will reduce their work day by an hour to start. Same pay.
— Mark Cuban (@mcuban) March 22, 2026
Reward people doing the daily with more time.
I get… https://t.co/jmuc2qqvIG
Na visão de Cuban, o uso de agentes de IA dentro das empresas será determinante para essa transformação. “Empresas maiores e mais inteligentes vão permitir que seus funcionários criem e utilizem agentes (dentro de limites de segurança), aumentando sua produtividade”, escreveu. “Mas, mais importante, elas vão reduzir a jornada de trabalho em uma hora, para começar. Com o mesmo salário”.
O empresário também observa que o trabalho remoto já alterou, na prática, o controle rígido de horários. Ainda assim, acredita que empresas mais estratégicas devem oficializar essa mudança. “É um passo que define o tom dentro de uma empresa”, afirmou.
A análise parte da experiência do próprio Cuban com tecnologia. Além de ser um dos donos do clube de basquete Dallas Mavericks, ele é conhecido por investimentos em startups e por ter vendido a Broadcast.com por bilhões.
Cuban afirma já ter utilizado dezenas de aplicativos de IA em sua rotina de trabalho, o que teria lhe dado uma visão concreta sobre o potencial de economia de tempo proporcionado por essas ferramentas.

A revista Fortune lembra que o modelo clássico de trabalho, de 40 horas semanais e popularizado por Henry Ford, pouco mudou ao longo do tempo. No entanto, o trabalho remoto e os hábitos pós-pandemia fizeram profissionais reorganizarem suas rotinas, diminuindo o ritmo no fim do dia e adaptando horários para equilibrar produtividade e compromissos pessoais.
Para Cuban, reduzir a jornada sem cortar salários poderia ser um benefício, mas também uma forma de devolver aos trabalhadores o tempo economizado com o uso de IA. O discurso, vale lembrar, dialoga com as declarações de Elon Musk meses atrás.
Será?
IA vai reduzir jornada de trabalho sem afetar salários, diz bilionário


Estamos acostumados a ver drones empregados em alguns setores mais convencionais, como para capturar vídeos ou fotos do alto e monitorar a segurança de um evento, além de serem pilotados como uma atividades de lazer. Porém, existe uma função ainda pouco difundida para esses equipamentos com grande importância para a ciência.
Aos poucos, drones se transformam em alternativas para detectar radiação no ambiente, uma tarefa até então restrita para pessoas que integram equipes de investigação, pesquisa ou segurança.
Como mostra a série brasileira Emergência Radioativa, em alta na Netflix ao contar a história da tragédia envolvendo o Césio-137 em Goiânia, o contato com determinadas substâncias ou um alto índice de emissão de radiação traz consequências a curto e longo prazo para o corpo. Ou seja, a ajuda da tecnologia nesses casos é muito bem-vinda e pode até ajudar a salvar vidas que seriam prejudicadas por esse tipo de serviço.
Drones usados para detecção de radiação possuem basicamente o mesmo formato tradicional de outros veículos aéreos não tripulados e em miniatura. Eles são compostos de hélices e motores elétricos que permitem a movimentação, além de sensores de geolocalização e estabilização no ar, como um gimbal.
O diferencial está na presença de sensores que são acoplados ao corpo desses drones e são capazes de fazer a medição de radiação no ambiente. Eles ajudam a identificar inclusive qual é o isótopo radioativo encontrado no ambiente, o que ajuda na criação de uma estratégia de contenção.
Essa avaliação a partir de drones é realizada de forma similar ao procedimento mais convencional, que utiliza os chamados contadores Geiger‑Müller. Esses monitores são capazes de detectar radiação ionizante usando um tubo de gás.
Se há radiação no ambiente e ela passa por esse tubo, uma descarga elétrica é gerada e produz "cliques" que são contabilizados pelo sensor. É essa sinalização sonora que é exibida em um mostrador e indica a quantidade de partículas radioativas presentes.
Além deles, os drones podem usar outros sensores, como detectores cintiladores (que usam cristais que "vibram" ao conato com radiação) e espectrômetros de raios‑gama, mais voltados para a identificação dos pontos específicos que são os picos de energia.

Para além de substituírem o trabalho humano por motivos de segurança, esses drones fazem ainda uma segunda tarefa que dificilmente conseguiria ser realizada simultaneamente por um operador de sensores.
Ao utilizarem GPS para se movimentar e por contarem normalmente com uma câmera que faz gravações de vídeo (e pode trazer até sensores de temperatura ou que "enxergam" bem no escuro), os drones podem combinar esses dados para gerar mapas detalhados do ambiente — não só mapeando locais internos e externos, mas também trazendo a variação da radiação em cada ponto.
Esses equipamentos especializados podem ser utilizados em diferentes situações, tornando o processo mais seguro e, em alguns aspectos, até otimizado em relação ao trabalho feito por um ser humano. Algumas das situações em que eles são úteis incluem:
Os drones especializados nessa função são feitos por companhias especializadas. Marcas como Flyability e Fly4Future são algumas das referências atuais nesse setor, com o modelo Elios 3 RAD Payload sendo uma das referências em qualidade dos sensores.
Porém, a utilização desses equipamentos não deve significar a substituição completa da atuação humana. Isso porque os sensores do drone podem não ser tão versáteis e avançados quanto os equipamentos de ponta da área, em especial pelas limitações de peso e tamanho que eles podem carregar.
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Além disso, a operação no ar pode gerar dados imprecisos em comparação com o nível de radiação a nível do solo. Relatórios de fiscalização e adequação legislativa, por exemplo, são atividades que exigem uma medição mais completa.
Apesar do alto nível de segurança e eficiência operacional que proporcionam, drones de detecção de radiação hoje ainda são vistos como auxiliares ou tecnologias de uso preliminar, com algumas situações ainda exigindo a atuação humana — já com a vantagem de maiores informações a respeito de eventuais riscos e uma análise do que esperar no local.
Como funciona o drone Shahed-136 usado pelo Irã em ataques recentes? Saiba tudo sobre esse equipamento militar!

© Webagentur Meerbusch/Pixabay
Na última semana, a Netflix lançou a série “Emergência Radioativa”, que vem chamando a atenção do público e da crítica. Ambientada em Goiânia, Goiás, a produção acompanha médicos e físicos em uma corrida contra o tempo para conter um desastre radiológico e salvar vidas. A trama é inspirada no acidente real com o Césio-137, ocorrido em 1987, que chocou o Brasil. Todos os episódios foram disponibilizados na quarta-feira (18).
Logo no fim de semana de estreia, a série alcançou o Top 1 no Brasil e o Top 2 global, aparecendo ainda no Top 10 de diversos países, como Portugal. A popularidade gerou debates nas redes sociais, comparações com Chernobyl e discussões sobre a verossimilhança dos fatos, com críticos elogiando a direção e as atuações, mas questionando a fidelidade histórica.

O ponto central da série é o acidente radiológico de Goiânia ocorrido em setembro de 1987. Um aparelho de radioterapia abandonado no Instituto Goiano de Radioterapia foi aberto de forma indevida. O equipamento continha uma cápsula de Césio-137 de alta radioatividade, que acabou sendo espalhada pela cidade, provocando contaminação em diversas pessoas.
Segundo a Secretaria de Saúde de Goiás, a cápsula tinha 50,9 TBq (1.375 Ci) de radioatividade e continha cloreto de césio, um composto altamente solúvel. O Césio-137 é um isótopo radioativo artificial com comportamento químico semelhante ao potássio. Ele pode se acumular em animais, plantas e, consequentemente, no corpo humano.

Após a violação do aparelho, pedaços do material radioativo se espalharam pelo ambiente em forma de pó azul brilhante. Esse pó acabou em casas, depósitos de ferro-velho e até distribuído entre parentes e amigos, que não sabiam do perigo. O interesse pelo chumbo presente no aparelho também contribuiu para a venda e a circulação do material.
O contato com o Césio-137 causou sintomas graves nas primeiras horas: náuseas, vômitos, diarreia, tontura e queimaduras. Algumas pessoas procuraram hospitais locais. A situação só foi identificada corretamente quando a esposa do dono do ferro-velho levou o material à Divisão de Vigilância Sanitária, que confirmou a radioatividade.

As principais formas de exposição ao produto foram a inalação de partículas, ingestão de alimentos contaminados e irradiação externa. Segundo Luiz Antonio Andrade de Oliveira, professor do Instituto de Química da Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (Unesp), elementos radioativos superpesados demoram décadas para se desintegrar, emitindo radiação continuamente.
No caso do Césio-137, a meia-vida é de cerca de 33 anos. Isso significa que uma amostra do elemento leva esse tempo para reduzir sua radioatividade à metade. “A recomendação principal é não manipular esse tipo de substâncias. Se houver contato com a pele, lavar abundantemente com água e sabão. Se inalado ou ingerido, a situação é mais complicada”, explicou Oliveira em entrevista ao Olhar Digital.
O professor detalha que, em acidentes como o de Goiânia, sinais visíveis – como o brilho azul do Césio – ajudam na identificação. Mas, na maioria das situações, a exposição passa despercebida. “Naquele caso, as pessoas que ingeriram o Césio em elevada concentração foram tratadas em hospitais com substâncias para tentar retirar o Césio-137 do organismo. Mesmo assim, muitas delas morreram.”
Ele compara o episódio brasileiro a um caso nos EUA, em 1995, quando um adolescente tentou montar um reator nuclear caseiro. “No caso do rapaz dos EUA, como ele lidava com pequenas quantidades de material radioativo, não se esperaria algo tão dramático. Em pequenas doses, os efeitos aparecem depois de muito tempo”.

Em Goiânia, no total, foram monitoradas 112.800 pessoas, das quais 249 apresentaram significativa contaminação interna e/ou externa, sendo que em 120 delas a contaminação era apenas em roupas e calçados, e as mesmas foram liberadas após a descontaminação.
As outras 129 passaram a receber acompanhamento médico regular. Destas, 79 com contaminação externa receberam tratamento ambulatorial; dos outros 50 radioacidentados com contaminação interna, 30 foram assistidos em albergues em semi-isolamento, e 20 foram encaminhados ao Hospital Geral de Goiânia. Destes últimos, 14 em estado grave foram transferidos para o Hospital Naval Marcílio Dias, no Rio de Janeiro, onde quatro deles foram a óbito, oito desenvolveram a Síndrome Aguda da Radiação (SAR), 14 apresentaram falência de medula óssea e um sofreu amputação do antebraço.

No total, 28 pessoas desenvolveram em maior ou menor intensidade, a Síndrome Cutânea da Radiação (as lesões cutâneas também eram ditas “radiodermites”). Os casos de óbito ocorreram cerca de quatro a cinco semanas após a exposição ao material radioativo, devido a complicações esperadas da SAR – hemorragia (dois pacientes) e infecção generalizada (também dois pacientes).
Para realizar o monitoramento sobre os efeitos da exposição à radiação ionizante nas pessoas que foram vítimas do acidente, o governo goiano criou, em fevereiro de 1988, a Fundação Leide das Neves Ferreira. Foram definidos grupos de monitoramento dos pacientes, de acordo com normas internacionais, que consideram como critérios de classificação a gravidade das lesões cutâneas e a intensidade da contaminação interna e externa, e que determinou a metodologia dos protocolos de acompanhamento médico.
A avaliação da contaminação externa usou análises cromossômicas, enquanto a contaminação interna foi medida em excretas e com detectores próximos ao corpo. A técnica de contagem de corpo inteiro (monitoração in vivo) e análise de excretas (monitoração in vitro) permitiu estimar a dose de radiação recebida.

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O acidente gerou 3.500 m³ de lixo radioativo, armazenado em contêineres de concreto. O repositório definitivo está em Abadia de Goiás, a 23 km de Goiânia, sob responsabilidade do Centro Regional de Ciências Nucleares do Centro-Oeste, da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN). O local realiza monitoração e controle ambiental contínuo.
O episódio também deixou lições valiosas para a ciência e para a sociedade. Ele reforçou a necessidade de conhecer os riscos ao lidar com elementos radioativos, priorizando ética e responsabilidade. O aprendizado vai além da física ou química: envolve cuidado com a vida humana e a preservação do meio ambiente.
Em resumo, o acidente com o Césio-137 marcou Goiânia e o Brasil. Ele transformou protocolos de segurança, inspirou estudos científicos e permanece vivo na memória coletiva. “Emergência Radioativa” cumpre o papel de relembrar essa história, ao mesmo tempo em que educa e alerta sobre os perigos da radiação.
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A Volkswagen anunciou um recall que afeta quase 100 mil veículos elétricos em todo o mundo. O problema está nos módulos de bateria, que podem apresentar falhas capazes de reduzir a autonomia dos carros e, em situações mais extremas, causar incêndio.
A informação foi divulgada pela autoridade alemã de veículos motorizados (KBA, na sigla em alemão), que confirmou que cerca de 28 mil dos carros afetados estão na Alemanha. O recall foi anunciado após avisos emitidos no início deste mês sobre os riscos identificados nos sistemas de bateria de alta tensão.

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Para resolver o problema identificado, a Volkswagen informou que adotará uma abordagem em duas etapas. Primeiro, será feita uma atualização de software nos veículos afetados. Em seguida, técnicos especializados farão uma inspeção completa das baterias para avaliar o estado dos módulos individuais.
Quando necessário, módulos específicos serão substituídos por componentes novos que atendam às especificações corretas. A montadora não divulgou prazo estimado para conclusão de todos os reparos nem informações sobre custos envolvidos no processo.
A presença da linha ID no Brasil ainda é limitada, o que gera dúvidas sobre quantos veículos nacionais podem estar incluídos na convocação mundial. Até o momento, não há confirmação oficial sobre o impacto do recall em modelos vendidos no mercado brasileiro.
O Olhar Digital entrou em contato com a Volkswagen para confirmar se os veículos brasileiros também estão no recall e aguarda retorno.
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O cofundador da Apple, Steve Wozniak, afirmou que raramente utiliza ferramentas de inteligência artificial e demonstrou ceticismo em relação à tecnologia. Em entrevista à CNN e ao programa The Claman Countdown, da Fox Business, ele foi questionado sobre o impacto da IA e destacou mais preocupações do que entusiasmo.
Para Wozniak, um dos principais problemas está na forma como os sistemas respondem às perguntas. Ele afirma que as respostas costumam ser detalhadas, mas nem sempre atendem ao que realmente busca — além de serem, em muitos casos, “secas e perfeitas”, o que considera distante de uma interação humana.
Ao comentar sua experiência com ferramentas baseadas em IA, o executivo afirmou que as respostas costumam ser extensas, mas pouco alinhadas ao ponto central da pergunta. “Eu faço uma pergunta onde uma palavra-chave é o ponto principal, a direção que quero seguir, e a IA retorna várias explicações claras sobre o assunto, mas não sobre o que realmente me interessa”, disse.
Ele também criticou o estilo das respostas, que considera excessivamente técnico e distante, afirmando que elas são “secas e perfeitas”, e que prefere algo vindo de um ser humano, o que o deixa frequentemente decepcionado.
Outro aspecto levantado por Wozniak é a falta de confiabilidade. Após testar diferentes modelos, ele afirmou que nem sempre consegue obter respostas diretas ou consistentes. “Quero um conteúdo confiável sempre. Não sou fã de IA”, disse.
Além disso, o engenheiro destacou a ausência de características humanas nas interações, dizendo que gostaria de saber que “um ser humano como eu está pensando, entendendo o que eu posso sentir e compreendendo emoções”.

Apesar das críticas, Wozniak reconheceu que a tecnologia tende a evoluir. Ainda assim, avalia que há um longo caminho até que sistemas consigam reproduzir aspectos essenciais da experiência humana. “Não entendemos suficientemente bem como o cérebro funciona para chegar ao ponto de substituir o ser humano, ter emoções, se importar com as coisas, querer ajudar os outros e ser uma boa pessoa”, afirmou.
Ele pondera que não é possível descartar completamente avanços mais profundos no futuro, incluindo sistemas mais sofisticados, que possam “entender você da mesma forma que outro ser humano entenderia”.
A posição cautelosa contrasta com a visão de outros nomes do setor. Executivos como Sundar Pichai, Tim Cook e Satya Nadella já afirmaram que a IA pode ter impacto comparável ou superior ao da internet. Há ainda avaliações mais otimistas, como a de Bill Gates, que coloca a tecnologia no mesmo nível de revoluções anteriores da computação.
Enquanto isso, a própria Apple tenta avançar no segmento com iniciativas como o Apple Intelligence, anunciado anos após a popularização de ferramentas como o ChatGPT. Parte dos recursos apresentados pela empresa, no entanto, ainda não foi implementada.
Com informações de TechRadar e TechSpot
Wozniak diz usar pouco IA e critica respostas “secas e perfeitas”




Um grupo formado pelas maiores empresas de televisão e streaming na Europa está pressionando a União Europeia para aplicar as regras antitruste mais rígidas do bloco aos sistemas de smart TVs e assistentes de voz. O lobby, que inclui gigantes como Disney, Warner Bros. Discovery, Paramount+ e Sky, quer que softwares como Android TV (Google), Fire OS (Amazon) e Tizen (Samsung) sejam submetidos à Lei dos Mercados Digitais (DMA).
De acordo com apuração da Reuters, o grupo considera que as empresas de tecnologia passaram a controlar por onde o conteúdo audiovisual chega ao espectador europeu. Para o setor, essas plataformas já funcionam como gatekeepers do acesso, ditando o que milhões de pessoas podem assistir.
Em vigor desde o início de 2024, o DMA é a principal ferramenta antitruste da UE para frear o monopólio das big techs dentro dos países do bloco. A lei as proíbe de favorecer os próprios serviços em detrimento de rivais, além de obrigá-las a abrir seus ecossistemas para garantir a livre escolha do consumidor. É nesse enquadramento que as emissoras querem que as plataformas estejam.

A frente é liderada pela Associação de Serviços de Televisão Comercial e Vídeo sob Demanda na Europa (ACT). Segundo a agência, em cartas enviadas à chefe antitruste da UE, Teresa Ribera, a entidade afirma que as big techs têm fortes incentivos para restringir a concorrência e fechar seus ecossistemas.
Para as redes de mídia, quem controla o sistema operacional da TV controla o acesso ao espectador. A ACT alerta que esse domínio permite impor barreiras contratuais e técnicas para dificultar que o usuário migre livremente entre aplicativos e serviços concorrentes dentro da mesma televisão.
Dados apresentados pela ACT à Comissão Europeia mostram como o mercado de sistemas operacionais para TVs mudou nos últimos cinco anos: o Tizen, da Samsung, lidera na Europa com 24% de participação. O Android TV, do Google, saltou de 16% em 2019 para 23% no início de 2024. O crescimento mais agressivo foi o do Fire OS, da Amazon, que foi de 5% para 12% no mesmo período.

Além das telas, a ACT também quer que a UE aplique a DMA a assistentes virtuais como Alexa (Amazon), Siri (Apple) e recursos integrados do ChatGPT. Para as emissoras, esses assistentes controlam o acesso ao conteúdo em smart TVs, celulares, carros e sistemas de som.
A exigência é que a Comissão enquadre essas ferramentas na lei com base em critérios “qualitativos” de domínio de mercado, uma tentativa de forçar a regulação mesmo que algumas dessas IAs ainda não atinjam os limites financeiros (75 bilhões de euros em valor de mercado) ou de audiência (45 milhões de usuários ativos mensais) exigidos pelo texto atual da DMA.
Emissoras e streamings pedem regulação de smart TVs na UE




O conglomerado estatal Poste Italiane, responsável pelos serviços de correios na Itália, apresentou uma oferta de 10,8 bilhões de euros (cerca de R$ 66 bilhões) para adquirir a Telecom Italia (TIM). Segundo a agência Reuters, a proposta pretende devolver o controle da operadora ao Estado italiano, três décadas após a privatização.
A Poste Italiane, que oferece o pagamento em dinheiro e ações, projeta concluir a aquisição até o final deste ano e espera impacto positivo nos lucros por ação a partir de 2027. A diretoria da TIM se reúne nesta segunda-feira (23/03) para iniciar a avaliação formal da proposta.
A oferta atual mira as ações da TIM que a Poste ainda não tem em carteira. No ano passado, o conglomerado já havia se tornado o principal acionista da operadora ao comprar a fatia de 27% do capital ordinário que pertencia à francesa Vivendi.
Para o CEO da Poste, Matteo Del Fante, assumir o controle da infraestrutura digital da TIM — que engloba redes, computação em nuvem e data centers — é essencial para garantir vantagem competitiva no mercado. O negócio também colocaria a unidade de cibersegurança da operadora, a Telsy, sob o guarda-chuva da estatal.
A Reuters aponta que o movimento faz parte de uma estratégia mais ampla dos governos da União Europeia para recuperar o controle sobre ativos que lidam com dados sensíveis de cidadãos e empresas. O objetivo da região é criar “campeões nacionais” capazes de fazer frente ao domínio das big techs americanas.
O mercado, porém, reagiu com cautela ao anúncio surpresa: as ações da Poste caíram 7% na manhã desta segunda-feira, enquanto os papéis da TIM subiram 5%.

A TIM detém a terceira maior fatia do mercado brasileiro de telefonia móvel, mas apresenta quedas consecutivas de participação desde 2022. Segundo dados da consultoria Teleco, a empresa respondia por 22,9% do mercado brasileiro em janeiro deste ano, atrás da Vivo (38%) e da Claro (33,1%).
Desde 2022, a permanência da subsidiária brasileira é colocada em dúvida por personalidades políticas italianas. Eles enxergam a venda da operação no Brasil como uma saída para evitar impactos maiores na sede, uma possibilidade também avaliada pela Telefónica, dona da Vivo.
A tentativa de aquisição chega num momento em que a TIM tenta colocar as finanças em ordem. De acordo com a agência, a empresa carrega um endividamento crônico, resultado das compras feitas logo após a privatização.
Correios da Itália oferecem R$ 66 bi para reestatizar a TIM



A Marinha americana acabou de definir uma peça fundamental da sua estratégia de guerra submarina do futuro. O submarino autônomo Dive-XL, da empresa Anduril, foi selecionado para o projeto Combat Autonomous Maritime Platform (CAMP) — uma iniciativa que pretende criar uma frota de “navios-mãe” submarinos capazes de liberar veículos menores e torpedos de forma totalmente autônoma.
Você já deve ter ouvido falar dos enxames de drones aéreos que dominaram os noticiários recentemente. Agora, essa mesma tecnologia está mergulhando fundo nos oceanos. As marinhas do mundo inteiro estão repensando suas estratégias, deixando de ver esses sistemas como uma ameaça para tratá-los como um trunfo estratégico essencial.

De acordo com o New Atlas, o conceito por trás dessa mudança é simples: frotas híbridas que misturam embarcações tripuladas e autônomas conseguem monitorar áreas muito maiores. Isso libera os navios convencionais para missões de alta prioridade, enquanto os drones atuam como plataformas de armas e multiplicadores de força.
Existe um problema prático que precisa ser resolvido urgentemente. Uma coisa é querer centenas de drones de superfície e submarinos para compor a nova frota. Outra completamente diferente é conseguir colocar as mãos nessa quantidade toda de equipamentos em tempo hábil para fazer diferença no campo de batalha.
É exatamente esse o desafio que o projeto CAMP pretende resolver. A missão é criar protótipos e colocar em campo grandes submarinos autônomos rapidamente, preenchendo as lacunas que existem hoje na logística submarina e nas capacidades de ataque de longo alcance.
A velocidade é fundamental nesse processo. Não adianta ter a melhor tecnologia do mundo se ela demorar anos para sair do papel e chegar às águas onde realmente importa.
O submarino da Anduril se destacou por ser ideal para o que os especialistas chamam de “guerra submarina definida por software”. O design permite produção em massa sem perder a capacidade de lançar sistemas autônomos menores — exatamente o que a Marinha precisa.
A grande inovação está na construção. A Anduril abandonou o método tradicional de casco pressurizado que todo mundo conhece. Em vez disso, o Dive-XL usa um design modular com inundação livre, onde os componentes sensíveis ficam protegidos dentro de recipientes internos selados.
Essa mudança elimina o casco pressurizado, reduzindo tanto o custo quanto o peso. O resultado é uma fabricação mais rápida e personalização mais fácil — duas características essenciais quando você quer produzir centenas de unidades.
A Anduril aplicou as lições aprendidas com o programa Ghost Shark da Marinha Real Australiana. O Dive-XL totalmente elétrico é consideravelmente grande para os padrões de submarinos drone: 27 pés de comprimento (cerca de 8,2 metros) e 7 pés de largura (aproximadamente 2,1 metros).
A capacidade operacional é igualmente impressionante. O submarino pode mergulhar até 20 mil pés de profundidade (cerca de 6 mil metros) e tem alcance de 2 mil milhas náuticas (aproximadamente 3,7 mil quilômetros). Durante os testes, conseguiu ficar submerso por 100 horas ao longo de um período de 10 dias.
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Um detalhe inteligente no design é a logística. O Dive-XL foi projetado para caber perfeitamente dentro de um contêiner de transporte padrão de 4 pés. Isso significa que pode ser transportado por aviões C-17 ou similares, facilitando o deslocamento rápido para qualquer lugar do mundo onde seja necessário.
O design modular permite três configurações diferentes de carga útil. É possível instalar três módulos padrão ou um módulo extra-grande, dependendo da missão específica. As possibilidades incluem Inteligência, Vigilância e Reconhecimento (ISR), contramedidas de minas, guerra antissubmarino e inspeção de cabos e dutos submarinos.
Mas a capacidade mais interessante é o que a indústria chama de “peça de resistência”: a habilidade de lançar drones menores. O sistema pode liberar veículos como o Copperhead AUV ou o robô de monitoramento Seabed Sentry, criando uma rede de sensores e armas que se espalha pela área de operação.
Segundo a Anduril, uma demonstração operacional de longa duração está programada para os próximos quatro meses. Será a primeira oportunidade de ver o sistema funcionando em condições reais, testando todas essas capacidades em conjunto.
O post Marinha dos EUA escolhe submarino robô para lançar enxames de drones subaquáticos apareceu primeiro em Olhar Digital.
A busca por fontes limpas e renováveis de energia ganhou um novo e promissor capítulo. Um estudo publicado no Journal of Fluid Mechanics pelo pesquisador Takahito Iida, da Universidade de Osaka, no Japão, propõe uma solução inovadora para um dos maiores desafios da energia oceânica: a ineficiência dos conversores diante da natureza caótica e mutável das ondas.
A resposta, segundo o estudo, pode estar em um dispositivo conhecido como conversor giroscópico de energia das ondas (GWEC). Trata-se de um corpo flutuante equipado internamente com um volante giratório conectado a um gerador. O movimento de precessão do giroscópio — a forma como o objeto em rotação responde a forças externas — é capaz de gerar eletricidade a partir do balanço das ondas, mesmo quando sua direção e intensidade variam constantemente.
Dispositivos de energia das ondas não são uma ideia nova, mas esbarram em um obstáculo fundamental: as condições oceânicas mudam o tempo todo. O que funciona para uma onda de determinada frequência pode se tornar ineficaz minutos depois, quando o padrão se altera. Como resultado, a maioria das tecnologias existentes luta para atingir níveis práticos de eficiência.

A modelagem teórica desenvolvida por Iida ataca exatamente esse ponto. Utilizando a teoria de ondas lineares, o pesquisador calculou as complexas interações entre as ondas, o giroscópio e a estrutura flutuante que o abriga. A partir desses cálculos, foi possível determinar a configuração ideal para o dispositivo.
A principal descoberta é que, ajustando com precisão a velocidade de rotação do volante e a resistência do gerador interno para corresponder às condições das ondas em tempo real, o GWEC pode atingir uma eficiência máxima teórica de 50% — ou seja, converter metade da energia de uma onda em eletricidade.
“Esse limite de eficiência é uma restrição fundamental na teoria da energia das ondas”, explica Iida. “O que é empolgante é que agora sabemos que ele pode ser alcançado em uma ampla faixa de frequências, não apenas em uma única condição de ressonância.”
Em outras palavras, o dispositivo seria capaz de se adaptar dinamicamente, mantendo um desempenho próximo do ideal mesmo quando o mar muda de humor. Simulações computacionais corroboraram os cálculos teóricos, embora os pesquisadores reconheçam que as ondas reais são infinitamente mais complexas do que qualquer modelo matemático.
Quando testado em simulações com ondas assimétricas e irregulares — mais parecidas com as encontradas no oceano real —, o desempenho do giroscópio caiu em condições de ondas muito grandes, embora ainda tenha mantido níveis razoáveis de captura em determinadas situações.

Além disso, o estudo atual não considera o custo energético necessário para operar o próprio giroscópio em ambiente marinho, nem os desafios práticos de instalação e manutenção. Trata-se de um primeiro passo teórico, mas um passo promissor.
Iida já planeja a próxima fase: testes com modelos físicos em tanques de água para validar as previsões teóricas. “Em trabalhos futuros, serão realizados testes de modelos para validar a teoria proposta”, escreve. “Além disso, exploraremos estratégias de controle ótimas que levem em consideração a causalidade e as respostas não lineares do GWEC.”
Se confirmada na prática, a tecnologia poderá um dia integrar o mosaico de fontes renováveis que o planeta precisa para reduzir sua dependência de combustíveis fósseis. O oceano, com seu movimento perpétuo, é uma bateria gigante esperando para ser aproveitada — e os giroscópios podem ser a chave para destravá-la.
O post Metade da força do mar: nova tecnologia promete revolucionar a energia das ondas apareceu primeiro em Olhar Digital.
Estudos recentes indicam que a ameaça de patógenos saltarem de animais para humanos não é uniforme em toda a natureza. Compreender a conexão entre morcegos e vírus perigosos permite que a ciência foque seus esforços em alvos biológicos específicos. Através de análises genéticas complexas, especialistas mapearam o risco real dessas interações e as linhagens que exigem atenção redobrada.
De acordo com um novo estudo publicado na revista Nature, nem todas as espécies de morcegos oferecem o mesmo nível de perigo para a saúde pública global. A pesquisa detalha como certas linhagens evolutivas possuem uma carga viral muito mais compatível com a biologia humana, facilitando a transmissão de zoonoses preocupantes.
Essa distinção é fundamental para evitar o pânico generalizado e focar na conservação responsável. Ao identificar grupos de alto risco, os cientistas conseguem otimizar os recursos de vigilância sanitária e prever onde o próximo salto entre espécies pode ocorrer na natureza.
🧬 Sequenciamento Genômico: Análise profunda da árvore evolutiva dos mamíferos para identificar hospedeiros.
📊 Filtragem de Dados: Cruzamento de informações sobre vírus conhecidos e proximidade filogenética.
🌍 Alerta Localizado: Criação de zonas de monitoramento intensivo em regiões de alto contato humano.
A proximidade genética entre o hospedeiro animal e o ser humano é um dos principais fatores para o sucesso de uma infecção viral. O estudo revela que morcegos que compartilham características fisiológicas específicas com primatas têm maior probabilidade de abrigar vírus capazes de infectar nossas células sem necessidade de mutações drásticas.
Além disso, o estilo de vida desses animais, que vivem em colônias densas, favorece a circulação constante de patógenos. Esse ambiente funciona como um laboratório natural de evolução viral, onde apenas os vírus mais resilientes e adaptáveis conseguem persistir ao longo das gerações.

A identificação visual nem sempre é possível para leigos, por isso a ciência utiliza marcadores moleculares para rastrear perigos invisíveis. Através de coletas não invasivas de saliva e fezes, os pesquisadores conseguem monitorar a circulação de morcegos e vírus perigosos em florestas tropicais e áreas rurais.
O foco atual está em famílias específicas, como os Pteropodidae, que historicamente estiveram ligados a surtos anteriores. Entender o comportamento de forrageamento e os padrões migratórios desses animais ajuda a prever quando o risco de contato com populações humanas será maior.
| Família de Morcego | Nível de Risco | Tipo de Patógeno |
|---|---|---|
| Pteropodidae | Crítico | Henipavírus / Filovírus |
| Rhinolophidae | Alto | Coronavírus (Sarbecovírus) |
| Molossidae | Moderado | Vírus da Raiva |
A fragmentação de habitats naturais é o motor que impulsiona o contato entre animais silvestres e áreas urbanas. Regiões do Sudeste Asiático, África Subsaariana e partes da Amazônia são consideradas “hotspots” devido à alta biodiversidade de morcegos e ao avanço do desmatamento para agricultura.
Quando os morcegos perdem suas fontes de alimento naturais, eles buscam recursos em pomares e plantações próximas a residências humanas. Esse estreitamento de laços espaciais aumenta drasticamente a chance de que um vírus encontre um novo hospedeiro em animais domésticos ou diretamente em pessoas.
A prevenção passa obrigatoriamente pela preservação dos ecossistemas e pela vigilância genômica constante. Ao manter os morcegos em seus habitats naturais, reduzimos a pressão evolutiva que força o contato com nossa espécie, garantindo que os vírus permaneçam confinados em seus ciclos silvestres.
Políticas de saúde pública que integram a saúde humana, animal e ambiental (Saúde Única) são a ferramenta mais eficaz que possuímos. Investir em ciência para mapear esses riscos antes que eles se tornem emergências é a única forma de garantir a segurança biológica das futuras gerações.
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Confira aqui, no Olhar Digital, onde assistir, ao vivo, às partidas de hoje, 20 de março de 2026. Veja, a seguir, os horários dos jogos de hoje, com atenção especial para as partidas do Brasileirão Feminino e dos campeonatos nacionais europeus.
Confira, a seguir, os jogos desta sexta-feira (20) (horário de Brasília):
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Futebol é uma paixão nacional. Por isso, nada mais natural do que ver a internet popularizando o acesso aos campeonatos nacionais e internacionais no Brasil. Com as mudanças da tecnologia, ficou bastante fácil assistir a jogos de futebol ao vivo e online no seu celular.
Filmes e séries, por exemplo, já podem ser assistidos a qualquer hora e em qualquer lugar, graças aos serviços de streaming. Mas não são apenas essas produções que podem se beneficiar das ferramentas modernas: os esportes também. Assim, já é bastante fácil assistir a jogos de futebol ao vivo e online, seja do seu celular ou do computador.
O Olhar Digital preparou um artigo especial ensinando como fazer para acompanhar os principais campeonatos de futebol — nacionais e internacionais, de clubes ou seleções — diretamente do celular ou computador via streaming ao vivo!
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A OpenAI anunciou, nesta quinta-feira (19/03), que vai comprar a Astral, startup que criou ferramentas de código aberto para Python. O acordo ainda não foi finalizado, mas a expectativa é que a equipe da Astral passe a integrar os esforços do Codex, plataforma da dona do ChatGPT voltada à programação com IA.
Segundo o comunicado, o Codex já ultrapassa a marca de 2 milhões de usuários, número que triplicou desde o início deste ano. Vale lembrar que, para ser finalizada, a compra deve obter aprovação regulatória.
A integração da Astral tende a ampliar o escopo do Codex, que atualmente é capaz de gerar trechos de código, corrigir falhas e executar testes. Com a incorporação das ferramentas da startup, a OpenAI pretende transformar a plataforma em um conjunto mais completo de serviços para desenvolvedores.
A Astral se concentra em construir ferramentas para facilitar o trabalho dos desenvolvedores com Python. Segundo o fundador da startup, Charlie Marsh, a “empresa continuará evoluindo suas ferramentas de código aberto dentro da OpenAI”.
As soluções da empresa se popularizam pela otimização do fluxo de trabalho em Python, linguagem amplamente utilizada em áreas como ciência de dados, automação e aplicações de IA.

A movimentação ocorre em meio a uma disputa acirrada entre empresas que buscam liderar o uso de IA como assistente de programação. Esse movimento já tem até nome: vibe coding, e foi aprovado por nomes como Linus Torvalds, o “pai” do Linux.
Além da OpenAI, empresas como Anthropic e Microsoft também investem pesado nesse segmento. A startup Cursor, por exemplo, negocia uma nova rodada de investimentos que pode avaliá-la em cerca de US$ 50 bilhões (aproximadamente R$ 250 bilhões), segundo informações da Bloomberg.
OpenAI vai comprar startup de ferramentas open source para Python


A Positivo Tecnologia revelou o Positivo Vision Tab 11, novo tablet da marca com recursos voltados ao consumo de conteúdo e produtividade. O dispositivo chega ao mercado brasileiro por R$ 1.499 e, segundo a fabricante, busca aproveitar um mercado em alta no país.
Dados da consultoria IDC indicam que o setor saltou de 1,4 milhão de unidades vendidas em 2022 para mais de 2,1 milhões em 2025, consolidando uma retomada relevante. Aparelhos com telas entre 10 e 11 polegadas passaram a liderar as vendas no país, com mais de 40% da demanda.
O tablet chega com tela IPS Incell de 10,9 polegadas e resolução Full HD. Um dos principais diferenciais é que o aparelho vem com uma caneta digital já na caixa.
O Vision Tab 11 também conta com conectividade 4G nativa, o que amplia as possibilidades de uso fora de redes Wi-Fi. A ideia é permitir acesso à internet em deslocamentos ou ambientes sem conexão fixa, algo cada vez mais demandado em rotinas híbridas.
Pensado para tarefas do dia a dia, o modelo traz processador UNISOC T606, 4 GB de memória RAM e armazenamento interno de 128 GB, com opção de expansão via cartão microSD. A configuração atende a atividades como navegação, aplicativos de trabalho, videoaulas e reuniões online.

Outro ponto é a bateria de 6.000 mAh, projetada para garantir autonomia ao longo de um dia de uso moderado. Há ainda a possibilidade de acoplar uma capa com teclado destacável, vendida separadamente.
A Positivo posiciona o Vision Tab 11 como uma opção versátil dentro de uma faixa de preço intermediária. No Brasil, o modelo está disponível para compra no site oficial da Positivo e nas varejistas parceiras, em duas versões: uma com capa protetora tradicional, por R$ 1.499, e outra com capa teclado, por R$ 1.699 — ambas acompanhadas de caneta digital.
Positivo lança Vision Tab 11 com 4G e caneta digital na caixa



O avanço das ferramentas de inteligência artificial no ambiente corporativo começa a trazer um novo tipo de preocupação: o custo por uso. Empresas mais avançadas na adoção dessas soluções já monitoram quantos “tokens” seus funcionários consomem ao utilizar as IAs.
Segundo o Wall Street Journal, a prática surge em meio ao aumento da produtividade proporcionado pela IA, mas também à necessidade de entender o impacto financeiro dessa tecnologia. Cada interação com sistemas — seja para gerar texto, código ou automatizar tarefas — exige processamento computacional, que é convertido em tokens e, consequentemente, em custo.
Na Zapier, empresa de automação de fluxos de trabalho com inteligência artificial, dashboards internos passaram a incluir esse tipo de métrica, segundo executivos da empresa. O objetivo é identificar padrões de uso e avaliar se os recursos estão sendo bem aproveitados.
Tokens são unidades que medem o volume de processamento necessário para executar tarefas em sistemas de IA. Em aplicações de texto, por exemplo, cerca de 750 palavras podem representar aproximadamente 1.000 tokens. Em atividades mais complexas, como geração de código ou uso de agentes automatizados, o cálculo se torna mais sofisticado, mas segue a mesma lógica.
Embora os preços por token tenham diminuído, modelos mais avançados ainda apresentam valores elevados, e o volume total de uso tende a crescer. Algumas companhias adotam planos sob demanda, enquanto outras negociam pacotes corporativos com limites por funcionário.
Ao jornal, o diretor de transformação em IA da Zapier, Brandon Sammut, afirma que o uso de IA — seja para atendimento ao cliente ou fechamento de negócios — passou a ter um custo direto que precisa ser considerado pelas empresas.

Empresas que já superaram a fase inicial de adoção da IA começam a analisar o uso de tokens de forma mais estratégica. A ideia é identificar tanto boas práticas quanto desperdícios.
Na Zapier, discrepâncias chamam atenção. Se um funcionário consome muito mais tokens que os colegas, a liderança tenta entender o motivo. O resultado pode indicar tanto ineficiência quanto alto desempenho, diz Sammut: “Começamos a tirar conclusões, seja para identificar padrões que queremos replicar ou comportamentos que precisam ser corrigidos”.
Na Vercel, empresa de infraestrutura e computação em nuvem para desenvolvimento web, um engenheiro utilizou agentes de IA para criar um serviço complexo em um dia — tarefa que levaria semanas. O custo foi de cerca de US$ 10 mil (aproximadamente R$ 50 mil).
Já na Kumo AI, startup de inteligência artificial, o monitoramento individual revelou ganhos indiretos, como redução de custos em nuvem após otimizações de código geradas por IA. “Encontramos exemplos em que os agentes realmente nos ajudaram a escrever códigos mais otimizados, o que reduziu nossos custos na nuvem”, afirmou a cofundadora da startup, Hema Raghavan.
Empresas monitoram consumo de tokens para controlar custos com IA




O CEO da Nvidia, Jensen Huang, afirmou que os jogadores estão “completamente errados” em relação ao recém-anunciado DLSS 5. A declaração do executivo ocorreu durante uma sessão de perguntas e respostas com a imprensa na conferência GTC 2026.
Huang defendeu a nova tecnologia gráfica da empresa contra queixas de parte da comunidade gamer, que afirma que o uso de inteligência artificial generativa pode padronizar e eliminar a identidade visual dos videogames.
Ao Tom’s Hardware, Jensen Huang minimizou o impacto das reações negativas de gamers e entusiastas ao anúncio. “Bem, em primeiro lugar, eles estão completamente errados”, afirmou o CEO.
Huang afirma que há um mal-entendido técnico sobre o funcionamento da tecnologia. Segundo o executivo, o DLSS 5 não opera como um filtro de imagem de smartphone que sobrepõe e ignora a direção de arte original.
“O motivo é que o DLSS 5 combina o controle da geometria, das texturas e de todos os aspectos do jogo com inteligência artificial generativa”, detalhou. “Não é pós-processamento em nível de quadro, é controle generativo em nível de geometria”.
O CEO reforçou que os criadores mantêm controle direto e total sobre o resultado final. Segundo ele, os desenvolvedores podem ajustar os parâmetros da IA para que ela obedeça a estilos variados, seja para criar gráficos no formato de desenho animado ou para simular texturas específicas, como vidro.
A implementação da tecnologia pelas produtoras ocorrerá por meio da plataforma Nvidia Streamline, que já é padronizada na indústria. Gigantes do setor como Bethesda, Capcom e Ubisoft confirmaram suporte ao projeto.
A previsão de lançamento global do DLSS 5 é para a primavera brasileira (entre setembro e dezembro), com integração confirmada em jogos como Starfield, Assassin’s Creed Shadows, Hogwarts Legacy e Resident Evil Requiem.
Durante o evento, Huang classificou a chegada do sistema como o “momento GPT para os gráficos”, sinalizando ambições ainda maiores para o uso da tecnologia em outros setores da indústria no futuro.
O Deep Learning Super Sampling (ou DLSS) é uma tecnologia proprietária da Nvidia conhecida por utilizar IA para aumentar a resolução e a taxa de quadros dos jogos, exigindo menos poder de processamento nativo da placa de vídeo. Desde a primeira versão, lançada em 2019, o mecanismo usa IA. Contudo, o DLSS 5 estabelece uma mudança nessa dinâmica.
Em vez de focar apenas na geração de quadros extras, a nova versão utiliza modelos de IA generativa combinados a dados de gráficos 3D originais para construir visuais fotorrealistas em tempo real.

Segundo os detalhes divulgados pela Nvidia, o sistema funciona da seguinte forma:
Na prática, a IA calcula desde a dispersão da luminosidade sob a pele humana até o reflexo em roupas sob diferentes condições climáticas.
Apesar do salto tecnológico, a recepção pública inicial não foi favorável. Nas redes sociais, parte da comunidade passou a classificar os resultados da ferramenta de forma pejorativa como AI slop (uma espécie de “lixo gerado por IA”).
A principal queixa é de que o DLSS 5 impõe um padrão estético genérico da Nvidia, diluindo o estilo artístico concebido pelos estúdios. A polêmica ganhou força após imagens comparativas mostrarem os rostos modificados de personagens como Grace Ashcroft e Leon Kennedy, do recém-lançado Resident Evil Requiem.
Jogadores estão “completamente errados”, diz CEO da Nvidia sobre o DLSS 5



A Nvidia anunciou nessa segunda-feira (16/03), durante a conferência GTC, o DLSS 5, sua nova geração de tecnologia gráfica impulsionada por IA. O lançamento global é previsto para o outono do hemisfério norte — entre setembro e dezembro.
Para quem está acostumado com a tecnologia como um sinônimo de geração de quadros extras, foco do DLSS 3, há uma grande mudança. Agora, a ferramenta usa modelos de IA generativa, combinados a dados de gráficos 3D, para trabalhar na fidelidade visual e na física dos materiais, resultando em visuais fotorrealistas em tempo real.
A Nvidia descreve a novidade como o avanço mais significativo da empresa desde a estreia do ray tracing, em 2018. Em comunicado, compara a qualidade visual pretendida à dos efeitos especiais de Hollywood.
O DLSS 5 vai capturar os vetores de cor e movimento de cada quadro gerado pelo jogo. A partir dessas informações, o modelo de IA insere iluminação e materiais fotorrealistas que permanecem ancorados ao conteúdo 3D original e consistentes quadro a quadro.
De acordo com a Nvidia, a tecnologia aprimora os gráficos através de:
Imoral a NVIDIA ter visto essas imagens do DLSS 5 e aprovado
— Sucumba Games (@SucumbaGames) March 16, 2026
Estão matando a arte na indústria dos Videogames para "aprimorarem" com I.A. pic.twitter.com/BAE1k2WtfE
A recepção, no entanto, não foi totalmente positiva. Ao redor do mundo, em posts no X e no Reddit, usuários apresentam preocupações sobre a integração do DLSS 5 com o estilo artístico das obras, por exemplo — há quem chame de AI slop.
Nesse sentido, a empresa reforça que os estúdios poderão controlar intensidade, gradação de cores e mascaramento para “manter a estética única de cada jogo”.
Para os desenvolvedores, a integração ocorrerá pela estrutura Nvidia Streamline, já usada nas tecnologias atuais da empresa. As desenvolvedoras Bethesda, Capcom e Ubisoft já apoiam o projeto, e a ferramenta deve chegar a títulos como Starfield, Assassin’s Creed Shadows, Hogwarts Legacy e o recém-lançado Resident Evil Requiem.

Durante o evento, o CEO Jensen Huang classificou o lançamento como o “momento GPT para os gráficos”. Para o portal especializado TechCrunch, entretanto, a lógica de combinar dados estruturados com IA generativa deve ser replicada em outros setores.
O portal destaca a citação de plataformas como Snowflake, Databricks e BigQuery pelo executivo, exemplos de repositórios de dados corporativos que as IAs também analisarão para gerar soluções de negócio.
Nvidia revela DLSS 5 com IA generativa para gráficos fotorrealistas





A Interpol confirma: a inteligência artificial está aumentando a produtividade. Mas não como se esperava: o uso de IA aumentou a eficiência de esquemas de fraude financeira ao redor do mundo. Segundo um relatório divulgado pela organização hoje (16/03), crimes que utilizam IA chegam a ser 4,5 vezes mais lucrativos do que aqueles sem apoio da tecnologia.
O avanço ocorre em paralelo à popularização de ferramentas digitais acessíveis, que permitem a criminosos aprimorar abordagens, automatizar processos e atingir um número maior de vítimas com menos esforço.
A entidade destaca no relatório que a IA tem sido empregada principalmente para refinar detalhes que antes denunciavam golpes, como erros de linguagem ou inconsistências em mensagens fraudulentas.
Ferramentas de IA generativa têm sido usadas para reescrever e-mails e mensagens, tornando o conteúdo mais natural e convincente. Isso facilita a simulação de empresas conhecidas ou contatos confiáveis, aumentando as chances de sucesso.
Em um nível mais avançado, tecnologias de deepfake também ganharam espaço. Segundo a Interpol, criminosos conseguem criar clones de voz realistas com poucos segundos de áudio, extraídos, por exemplo, de redes sociais.
Além disso, já existem kits completos vendidos em mercados clandestinos, conhecidos como “deepfake-as-a-service”, que oferecem identidades falsas prontas para uso. Esses pacotes têm custo relativamente baixo e contribuem para a expansão desse tipo de crime.

A Interpol também alerta para a expansão de centros de fraude em diversas regiões do mundo, incluindo América Latina e África. Esses locais frequentemente operam com pessoas traficadas, forçadas a aplicar golpes online.
Dados da organização indicam que, apenas em 2025, perdas globais com fraudes financeiras chegaram a cerca de US$ 442 bilhões (aproximadamente R$ 2,3 trilhões) — valor que tende a crescer nos próximos anos com o avanço da IA.
IA aumentou produtividade de cibercriminosos, diz Interpol


Duas picapes e um SUV de três marcas pertencentes ao grupo Stellantis entraram em recall no Brasil por risco de incêndio. A campanha envolve os modelos Fiat Toro (2025 e 2026), Jeep Commander (2025 e 2026) e Ram Rampage (2025).
Segundo a empresa, foi identificada uma possível falha na conexão da tubulação responsável pelo retorno do combustível. O defeito pode causar vazamentos em situações específicas. Caso o combustível entre em contato com partes quentes do veículo, existe a possibilidade de ignição. Em casos extremos, essa situação pode provocar incêndio.
Além dos modelos citados, três veículos comerciais também fazem parte do recall. São eles: Fiat Ducato, Citroën Jumper e Peugeot Boxer (todos do ano/modelo 2026) – carros bastante utilizados para transporte de cargas e passageiros.

A orientação da Stellantis é que os proprietários procurem uma concessionária autorizada para agendar a verificação. O atendimento começa nesta segunda-feira (16). Caso seja identificado algum problema, o componente será substituído gratuitamente.
Ainda de acordo com a empresa, o reparo consiste na troca do tubo de retorno do combustível. O procedimento é simples e leva cerca de duas horas para ser concluído. Todo o serviço será realizado sem custo para os proprietários.
Não foi divulgado o número total de unidades afetadas pela campanha. Mesmo assim, é recomendado que os proprietários verifiquem a situação do veículo para evitar riscos.

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Outro modelo que entrou em recall foi o Peugeot e-208 (2020 e 2023), carro totalmente elétrico da marca (que já saiu de linha no Brasil). Nesse caso, o problema está relacionado ao funcionamento da buzina. Segundo a Stellantis, a buzina pode apresentar volume abaixo do mínimo exigido pelas normas de segurança. Isso significa que o alerta sonoro pode não ser ouvido com facilidade no trânsito.
Os donos desses veículos devem procurar uma concessionária para agendar a verificação. Se necessário, será feito um reparo gratuito no sistema da buzina. O serviço é rápido e deve levar aproximadamente uma hora para ser concluído.
Clique aqui e confira os comunicados de recall de cada modelo para verificar os intervalos de chassis dos veículos afetados na campanha.
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A gigante francesa Air Liquide deu um passo decisivo para consolidar sua liderança global no setor de gases industriais e medicinais na Ásia. Com o recente investimento da Air Liquide de 2,85 bilhões de euros, a empresa adquire a sul-coreana DIG Airgas, garantindo uma posição estratégica no fornecimento de componentes essenciais para a indústria de eletrônicos. Esta movimentação bilionária reforça a presença europeia em um dos mercados mais dinâmicos e competitivos do mundo atual.
Segundo o comunicado oficial da Air Liquide, a aquisição da DIG Airgas permite que a companhia francesa assuma o controle de uma infraestrutura robusta na Coreia do Sul. O foco principal é o fornecimento de gases ultra-puros, que são vitais para a fabricação de semicondutores de última geração, componentes que movem desde smartphones até sistemas de inteligência artificial complexos.
A integração desses ativos sul-coreanos ao portfólio global da empresa permite uma sinergia logística sem precedentes no continente asiático. Ao controlar a produção e a distribuição local, a Air Liquide reduz custos operacionais e aumenta a resiliência das cadeias de suprimentos tecnológicas, protegendo fabricantes contra flutuações externas e garantindo a continuidade da inovação em hardware.
📅 Agosto de 2025: Assinatura do contrato de 2,85 bilhões de euros para a aquisição da DIG Airgas pela Air Liquide.
⚙️ Integração Operacional: Fusão das redes de distribuição e plantas de separação de ar em solo sul-coreano para otimização.
🚀 Liderança em Semicondutores: Consolidação como principal fornecedora de gases industriais para gigantes da eletrônica na Ásia.
A DIG Airgas é reconhecida como uma das líderes em gases industriais integrados na Coreia, operando uma vasta rede de tubulações e unidades de produção estrategicamente localizadas. Com esta aquisição, a Air Liquide herda não apenas a infraestrutura física, mas também uma carteira de clientes composta pelas maiores fundições de semicondutores e fabricantes de displays do mundo, solidificando sua base de receitas recorrentes.
Além das unidades de separação de ar, o negócio inclui tecnologias avançadas de purificação e sistemas de armazenamento criogênico de alta performance. Essas tecnologias são cruciais para manter a pureza química exigida nos processos de litografia, onde qualquer contaminação mínima pode inutilizar lotes inteiros de processadores, evidenciando a importância técnica desta transação para o ecossistema tecnológico global.

O crescimento exponencial da demanda por carros elétricos e inteligência artificial transformou gases como o nitrogênio e o hidrogênio em recursos críticos. O investimento da Air Liquide visa antecipar a necessidade de escala nessas indústrias, onde a fabricação de baterias de íon-lítio exige ambientes controlados e purificados para evitar combustões e garantir a eficiência energética das células.
Ao se posicionar na Coreia do Sul, o epicentro global de inovação em baterias, a Air Liquide garante que estará na vanguarda da transição energética. A proximidade com centros de Pesquisa e Desenvolvimento permite a criação conjunta de novas misturas gasosas que podem aumentar a densidade das baterias ou reduzir o consumo de energia na fabricação de chips, gerando uma vantagem competitiva sustentável.
| Setor Atendido | Gases Utilizados | Impacto da Aquisição |
|---|---|---|
| Semicondutores | Nitrogênio, Argônio, Hélio | Domínio da cadeia de suprimentos |
| Baterias EV | Dióxido de Carbono, Oxigênio | Aceleração da transição energética |
| Manufatura Geral | Hidrogênio e Misturas | Aumento da eficiência logística |
A Ásia é hoje o maior motor de crescimento para os gases industriais, e a Coreia do Sul atua como um hub central de exportação tecnológica. A aquisição da DIG Airgas oferece à Air Liquide uma plataforma estável para expandir suas operações para mercados vizinhos, utilizando a expertise sul-coreana em processos integrados de gases para otimizar plantas industriais em toda a região do Pacífico.
Além disso, a presença local facilita a conformidade com regulamentações ambientais rigorosas da Ásia, permitindo que a empresa implemente soluções de descarbonização de forma mais rápida. A capacidade de fornecer gases “verdes” ou de baixo carbono diretamente nos parques industriais coreanos é um diferencial que atrai investidores preocupados com metas de ESG (Governança Ambiental, Social e Corporativa).
Com este movimento de quase 3 bilhões de euros, a Air Liquide pressiona seus principais concorrentes globais a buscarem fusões e aquisições similares para não perderem mercado. A consolidação do setor de gases industriais é uma tendência clara, onde o tamanho da rede de distribuição e a proximidade com o cliente final determinam quem liderará as margens de lucro nas próximas décadas.
A longo prazo, essa aquisição pode redefinir os preços de insumos básicos para a eletrônica, já que a Air Liquide passa a deter um poder de negociação muito maior com fornecedores e parceiros logísticos. O equilíbrio de poder na indústria de gases agora pende favoravelmente para a inovação europeia aplicada em solo asiático, garantindo relevância econômica contínua para o grupo francês.
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A Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que pode mudar as regras para quem deseja tirar a Carteira Nacional de Habilitação (CNH). A proposta prevê que candidatos que realizarem aulas e prova prática em carros automáticos fiquem habilitados apenas para dirigir esse tipo de veículo.
Na prática, seria uma CNH separada só para motoristas habilitados para dirigir modelos com câmbio automático. Isso porque, atualmente, a legislação brasileira não diferencia a habilitação entre veículos automáticos e manuais. Quem obtém a carteira pode dirigir ambos os tipos de carro, independentemente do veículo utilizado durante o processo de formação.
Já de acordo com o PL, a escolha do tipo de veículo durante o aprendizado define a habilitação final. Candidatos que fizerem aulas e exame prático em um carro automático poderão dirigir apenas veículos automáticos. A mesma lógica vale para quem fizer a prova em um carro manual.
O relator do projeto, o deputado Neto Carletto (Avante-BA), argumenta que a limitação precisa ficar explícita no documento de habilitação. Segundo ele, se o motorista optar por realizar o curso e o exame em um veículo automático, deve constar na CNH que ele não está apto a conduzir veículos com câmbio manual.
Caso o condutor queira ampliar sua habilitação para dirigir ambos os tipos de veículo, o projeto prevê a obrigatoriedade de:
Somente após a aprovação nessa nova etapa a CNH seria atualizada para permitir a condução dos dois tipos de transmissão.
O projeto ainda não virou lei. Após a aprovação na Comissão de Viação e Transportes, o texto seguirá para análise da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ). Se for aprovado, ainda precisa passar pelo plenário da Câmara dos Deputados e, posteriormente, pelo Senado Federal antes de poder entrar em vigor.

Além de tratar da diferença entre veículos automáticos e manuais, o projeto também reorganiza as regras relacionadas à formação de condutores no país.
Pelo texto aprovado, poderão atuar nos processos de formação:
O projeto também prevê que parte do processo de formação possa ocorrer em outro município, desde que haja autorização do órgão estadual de trânsito. Nesse caso, os Detrans deverão manter cadastros atualizados dos instrutores vinculados.
Hoje, a CNH já pode trazer observações que restringem o tipo de veículo que o motorista pode dirigir. No entanto, essas indicações são voltadas principalmente para condutores com necessidades específicas, como pessoas que precisam de adaptações no veículo.
Entre as anotações possíveis estão exigências como uso de transmissão automática, lentes corretivas, próteses auditivas ou adaptações nos comandos do veículo, entre outras condições.
A nova proposta ampliaria esse tipo de restrição para todos os motoristas, dependendo do tipo de carro utilizado durante o processo de habilitação.
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Em dezembro, a Austrália colocou em prática uma lei histórica que impede que adolescentes menores de 16 anos acessem redes sociais. Em janeiro, apontava-se pelo menos 4,7 milhões de contas de jovens derrubadas.
Mas novos dados apontam que um quinto dos adolescentes australianos com menos de 16 anos ainda está usando redes sociais. Isso leva a preocupações com a eficácia dos sistemas utilizados pelas plataformas para impedir esse acesso.
A quantidade de jovens de 13 a 15 anos que usam TikTok e Snapchat, por exemplo, chegou a cair antes da entrada em vigor da lei. Mas, ainda, mais de 20% usam os apps. Os dados foram levantados pela Qustodio, fornecedora de software de controle parental, cujo acesso foi obtido pela Reuters.

Por sua vez, um porta-voz da ministra das Comunicações australiana, Anika Wells, informou que o governo deixa claro que “aumentar a idade mínima para acesso às redes sociais é uma mudança cultural que levará tempo”.
A Reuters tentou contato com a Snap, empresa que fornece o Snapchat, mas não obteve retorno positivo, enquanto um porta-voz do TikTok não quis comentar o tema.
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Dados da fornecedora de software, a Qustodio, indicam que o número de adolescentes australianos entre 13 e 15 anos que utilizam o Snapchat caiu 13,8%, para 20,3%, de novembro a fevereiro. Já a quantidade de usuários do TikTok desceu para 21,2%; foi uma queda de 5,7%.
Já o índice de usuários do YouTube nessa faixa etária caiu 1%, para 36,9%, apesar de os dados não especificarem se os jovens estavam conectados às suas contas. Apesar da proibição, ainda é possível que qualquer pessoa, de qualquer idade, use o YouTube sem estar logado em sua própria conta.
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O Senado deu um passo decisivo para ampliar o combate ao câncer ao aprovar, na terça-feira (10), o Projeto de Lei 2.371/2021. O texto altera a Lei Orgânica da Saúde para acelerar a oferta de imunoterapia no Sistema Único de Saúde (SUS). Agora, a proposta segue para a sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
De autoria do deputado Bibo Nunes (PL/RS), o projeto de lei estabelece que o tratamento deve ser incorporado aos protocolos públicos sempre que houver prova de superioridade clínica ou maior segurança em comparação às terapias tradicionais.
Superioridade clínica é o termo técnico que indica que um novo tratamento é comprovadamente melhor do que o tratamento padrão utilizado no momento.
No contexto da nova lei para o SUS, isso significa que a imunoterapia só terá sua incorporação acelerada se estudos científicos demonstrarem que ela supera a quimioterapia ou outras opções existentes em critérios fundamentais.
Geralmente, essa superioridade é medida por três pilares:
Enquanto a quimioterapia ataca as células de forma direta (atingindo também células saudáveis), a imunoterapia funciona como um “treinamento” para as defesas do corpo. Na prática, ela estimula o sistema imunológico do paciente a reconhecer e destruir o tumor.
O principal obstáculo para a universalização desse método é o custo elevado de mercado. No setor privado, as doses mensais da terapia variam entre R$ 25 mil e R$ 40 mil. E podem superar a marca de R$ 100 mil dependendo do medicamento e da dosagem utilizada.
Como os planos de saúde são obrigados a cobrir tratamentos aprovados pela Anvisa, criou-se um abismo tecnológico entre o atendimento particular e o público.
A estrutura de repasse de verbas do governo também enfrenta desafios operacionais. Atualmente, o sistema funciona por meio da APAC (Autorização de Procedimentos de Alta Complexidade), que paga valores fixos aos hospitais por cada procedimento realizado.
Em entrevista ao G1, o oncologista Stephen Stefani, do grupo Oncoclínicas e da Americas Health Foundation, alertou: sem a reestruturação desse modelo de financiamento, hospitais filantrópicos e públicos podem não ter recursos suficientes para adquirir os insumos. Isso mesmo que eles estejam oficialmente incorporados no papel.
Uma coisa é dizer que a imunoterapia está aprovada. Outra é ter financiamento para isso.
Stephen Stefani, oncologista do grupo Oncoclínicas e da Americas Health Foundation, ao G1.
Atualmente, o acesso gratuito à imunoterapia no SUS é restrito a diagnósticos específicos, como o melanoma avançado, o linfoma de Hodgkin e certos tipos de câncer de pulmão.
Pacientes com outros tipos de tumores costumam recorrer à judicialização ou buscam participar de pesquisas clínicas (estudos científicos custeados por patrocinadores nos quais o paciente recebe a medicação e o acompanhamento sem custos).

A urgência da nova legislação foi ilustrada no Plenário pela história de Dany Catunda, paciente que faleceu após ter o tratamento interrompido por falta de acesso ao medicamento na rede pública.
“Leva 180 dias e às vezes muito mais para liberar a imunoterapia, tempo este que é o suficiente para o paciente oncológico vir a óbito”, disse a relatora, senadora dra. Eudócia (PL-AL), segundo a Agência Senado. “Nós não estamos falando de equações, de matemática nem de orçamento, nós estamos falando de vida. Para cada um de vocês, quanto vale uma vida?”
O objetivo do Projeto de Lei 2.371/2021 é evitar que lacunas administrativas e orçamentárias resultem em mortes evitáveis. Ou seja: garantir que a linha de cuidado não seja rompida por falta de previsão legal ou financeira.
O próximo desafio do governo será equilibrar a incorporação dessas drogas de alto custo com a sustentabilidade do sistema.
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A saúde preventiva é o pilar fundamental para garantir a longevidade e o bem-estar dos nossos companheiros domésticos. Entender a frequência de visitas ao veterinário correta ajuda a prevenir doenças silenciosas que podem comprometer a qualidade de vida do animal. Cada fase do desenvolvimento exige cuidados específicos que apenas um profissional capacitado pode oferecer durante o acompanhamento clínico regular.
De acordo com a American Animal Hospital Association (AAHA), a fase inicial da vida é crucial para a imunização e monitoramento do crescimento. As consultas nesta etapa ocorrem em intervalos curtos para garantir que o sistema imunológico em formação receba as doses vacinais necessárias contra patógenos graves.
Nesse estágio, as consultas servem não apenas para vacinação, mas para orientações fundamentais sobre nutrição, vermifugação e comportamento social. O acompanhamento rigoroso permite que o médico veterinário detecte anomalias congênitas ou problemas de desenvolvimento que podem ser corrigidos precocemente antes da idade adulta.
🍼 6 a 8 Semanas: Início do protocolo vacinal e primeiro exame físico completo para identificar parasitas.
💉 12 a 16 Semanas: Reforços das vacinas polivalentes e aplicação da vacina antirrábica obrigatória.
🐕 6 Meses: Avaliação para castração e verificação da troca da dentição de leite pela permanente.
Quando o animal atinge a maturidade, o foco das consultas muda para a manutenção da saúde e prevenção de parasitas externos e internos. Mesmo que o pet pareça saudável, a visita anual é o momento de renovar vacinas e realizar exames de triagem que protegem contra zoonoses e doenças infecciosas.
Exames de rotina realizados anualmente podem detectar precocemente alterações renais, cardíacas ou problemas periodontais que ainda não apresentam sintomas visíveis aos tutores. O diagnóstico precoce em animais adultos aumenta drasticamente as chances de sucesso no tratamento e reduz custos hospitalares a longo prazo.

Animais sêniores necessitam de um olhar muito mais atento, sendo recomendada a alteração da frequência de visitas ao veterinário para uma periodicidade semestral. O envelhecimento biológico dos pets é acelerado em relação ao dos humanos, o que torna seis meses um tempo considerável para o surgimento de patologias.
Nesta fase, o metabolismo desacelera e doenças degenerativas como a osteoartrite e a disfunção cognitiva tornam-se mais comuns no dia a dia. Consultas frequentes permitem ajustes precisos na dieta e na medicação, garantindo que o pet veterano tenha uma velhice confortável e livre de dores crônicas.
| Categoria de Idade | Frequência Ideal | Principais Exames |
|---|---|---|
| Adulto (1-7 anos) | Anual | Check-up Básico |
| Sênior (7-11 anos) | Semestral | Ultrassom e Sangue |
| Geriatra (12+ anos) | Trimestral | Cardiológico e Renal |
Além das visitas programadas pelo calendário preventivo, o tutor deve estar atento a mudanças bruscas de comportamento ou sintomas físicos agudos que fogem do normal. O conhecimento do padrão de sono, apetite e nível de energia do animal é a ferramenta mais poderosa para identificar urgências.
A apatia severa, falta de apetite prolongada, vômitos persistentes ou dificuldades respiratórias são alertas vermelhos que ignoram qualquer cronograma de rotina. Nestes casos, a busca por um pronto-atendimento deve ser imediata, independentemente de quando foi realizada a última consulta preventiva.
O ambiente da clínica pode ser intimidador para muitos animais, por isso é essencial acostumar o pet ao transporte e ao manuseio físico desde cedo. Utilizar caixas de transporte confortáveis para gatos e realizar passeios de carro curtos com cães ajuda a desassociar o veículo apenas de experiências negativas.
Utilizar reforços positivos como petiscos de alto valor e escolher profissionais que pratiquem o atendimento “fear free” faz toda a diferença na percepção do animal. Uma visita tranquila garante que os parâmetros fisiológicos medidos, como frequência cardíaca e pressão, sejam coletados sem a interferência do medo.
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A ByteDance, empresa dona do TikTok, estabeleceu uma rota logística e jurídica para contornar o bloqueio tecnológico dos Estados Unidos e usar GPUs Nvidia Blackwell (B200), considerados os “motores” mais potentes da inteligência artificial (IA) atual. É o que o Wall Street Journal revelou na quinta-feira (12).
A manobra é basicamente montar data centers fora da China. Isso porque o fornecimento direto dos processadores ao território chinês é proibido por Washington sob justificativa de segurança nacional.
O plano foca na instalação de aproximadamente 36 mil chips em data centers localizados na Malásia, operados em parceria com a Aolani Cloud. Como a Aolani é uma parceira certificada da Nvidia no Sudeste Asiático, ela possui acesso prioritário ao hardware.
Na prática, a empresa vai servir como ponte para a ByteDance competir com empresas como OpenAI e Google no desenvolvimento de modelos de linguagem.
A complexa operação logística para viabilizar esse projeto envolve a compra de servidores da Aivres, empresa especializada em montar os sistemas que abrigam a tecnologia da Nvidia.
Estima-se que o investimento total apenas para a infraestrutura na Malásia ultrapasse os US$ 2,5 bilhões (aproximadamente R$ 13 bilhões).
Esses sistemas funcionam como grandes “cérebros eletrônicos” capazes de processar volumes massivos de dados em frações de segundo.

O apetite por expansão não se limita ao território malaio. A ByteDance já negocia infraestruturas similares na Indonésia, onde planeja instalar mais de 7 mil chips B200, além de avaliar mercados na Coreia do Sul, Austrália e Europa.
Paralelamente, a ByteDance reforça sua presença técnica no Ocidente com a abertura de mais de 100 vagas para especialistas em IA em seus escritórios de San Jose e Seattle, nos Estados Unidos.
Essa movimentação garante que a empresa chinesa mantenha talentos próximos ao polo de inovação americano, enquanto o hardware opera em jurisdições mais flexíveis.
Essa infraestrutura externa sustenta o ecossistema de produtos da empresa, que hoje já gera cerca de 25% de sua receita fora da China.
Atualmente, a ByteDance detém cinco dos 50 aplicativos de IA voltados ao consumidor mais populares do mundo. Entre eles, estão: o chatbot Dola, o assistente escolar Gauth e o modelo de vídeo Seedance, que gera cenas realistas a partir de textos.
Sem o acesso aos chips da Nvidia, a capacidade de resposta e a evolução dessas ferramentas seriam severamente limitadas pela falta de potência de processamento.
A viabilidade jurídica da operação repousa numa brecha nas regras de exportação de Washington: as normas impedem a venda dos chips para a China, mas não proíbem que empresas chinesas utilizem o poder de processamento desses chips em “nuvens” localizadas em países terceiros.
Um porta-voz da Nvidia confirmou ao WSJ que as diretrizes permitem que infraestruturas de processamento remoto sejam construídas e operadas por parceiros fora das nações controladas, desde que os equipamentos não cruzem as fronteiras restritas.
Para assegurar a conformidade, a Aolani Cloud enfatiza que seus clientes, como a ByteDance, não detêm a propriedade física dos chips, mas apenas alugam o poder de processamento por meio de contratos de serviço.
Essa estrutura permite que a companhia avance em sua meta de “alcançar o cume mais alto” da IA, conforme definido pelo CEO Liang Rubo, apesar das tensões geopolíticas entre Pequim e Washington.
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Confira aqui, no Olhar Digital, onde assistir, ao vivo, às partidas de hoje, 13 de março de 2026. Veja, a seguir, os horários dos jogos de hoje, com atenção especial para as partidas do Brasileirão Feminino e dos campeonatos nacionais europeus.
Confira, a seguir, os jogos desta sexta-feira (13) (horário de Brasília):
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Futebol é uma paixão nacional. Por isso, nada mais natural do que ver a internet popularizando o acesso aos campeonatos nacionais e internacionais no Brasil. Com as mudanças da tecnologia, ficou bastante fácil assistir a jogos de futebol ao vivo e online no seu celular.
Filmes e séries, por exemplo, já podem ser assistidos a qualquer hora e em qualquer lugar, graças aos serviços de streaming. Mas não são apenas essas produções que podem se beneficiar das ferramentas modernas: os esportes também. Assim, já é bastante fácil assistir a jogos de futebol ao vivo e online, seja do seu celular ou do computador.
O Olhar Digital preparou um artigo especial ensinando como fazer para acompanhar os principais campeonatos de futebol — nacionais e internacionais, de clubes ou seleções — diretamente do celular ou computador via streaming ao vivo!
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A Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos restaurou recentemente Gugusse et l’Automate (“Gugusse e o Autômato”), um dos primeiros filmes da história a mostrar um robô. Dirigido pelo pioneiro francês Georges Méliès em 1897, o curta surgiu apenas dois anos depois de L’Arrivée d’un train en gare de La Ciotat, dos irmãos Auguste Lumière e Louis Lumière, considerado um dos primeiros filmes da história.
O filme era considerado como perdido até 2025, quando um exemplar foi encontrado na coleção de William Delisle Frisbee, artista itinerante que andava com um projetor e algumas das obras mais antigas do mundo.
As 10 bobinas de nitrato que guardavam pedaços do curta-metragem permaneceram guardadas em porões até serem doadas para a Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos. Assim que a descoberta foi feita, o Centro Nacional de Conservação Audiovisual do país iniciou o processo de restauração e digitalização.
“Esta é uma daquelas coleções que nos faz perceber por que fazemos isso”, disse Courtney Holschuh, técnica do Centro Nacional de Conservação Audiovisual dos Estados Unidos que restaurou o arquivo, em entrevista à Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos
Bill McFarland contou à Biblioteca do Congresso dos EUA que ficou muito animado quando fez a descoberta das obras deixadas por seu bisavô, William Delisle Frisbee. Seu antepassado dirigia uma charrete de cidade em cidade, divulgando alguns dos primeiros filmes do mundo. Assim que Bill encontrou as bobinas, decidiu doá-las para a instituição.
O filme mostra em aproximadamente 40 segundos cenas em que Gugusse, um palhaço, manipula uma espécie de robô, interpretado por outro ator. Gugusse gira uma manivela, fazendo com que o “autômato” se mova. Durante o curta, o robô “se rebela” contra o manipulador e acerta o palhaço com um bastão, gerando um conflito entre os dois. Por fim, Gugusse acaba destruindo seu rival.
O conceito ousado da obra mostra uma ideia atual que parece mais antiga do que se pensava: as máquinas podem se rebelar contra os humanos?
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Dono das consideradas primeiras obras cinematográficas de ficção científica, Marie Georges Jean Méliès nasceu no ano de 1861 em Paris, na França. Inspirado pelos livros do escritor Júlio Verne, ele não seguiu a linha de outros cineastas que apenas retratavam cenas reais, ele criava cenários e efeitos que geravam uma ideia de movimento e ilusão, trazendo à tela histórias fantasiosas que encantavam o público.
De acordo com a New Atlas, suas ideias cinematográficas começaram em 1896, quando sua câmera emperrou durante uma gravação na Place de l’Opéra, em Paris. O problema técnico fez com que um ônibus se parecesse com um carro fúnebre, o que inspirou o cineasta a explorar essa técnica de ilusão em seus filmes.
Criador de obras como “Le Voyage dans la Lune” (Viagem à Lua – 1902), “Voyage à travers l’impossible“ (Viagem Através do Impossível – 1904) e o considerado primeiro filme de terror da história, “Le Manoir du Diable” (A Mansão do Diabo – 1896), George Méliès produziu mais de 400 filmes e ficou conhecido como “o mágico do cinema”. Até hoje, é conhecido como uma das figuras mais importantes e influentes da história da indústria cinematográfica.
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O Google anunciou nesta quinta-feira (12/03) mais integração do Gemini com o Google Maps. A atualização, liberada primeiro para dispositivos móveis nos Estados Unidos e na Índia, introduz a capacidade de conversar com o aplicativo para tirar dúvidas, além de trazer uma interface de rotas totalmente redesenhada em 3D.
A principal novidade é o recurso Ask Maps (Pergunte ao Maps, em tradução livre). Ele funciona como um assistente integrado capaz de processar consultas em linguagem natural.
Em vez de buscar por categorias genéricas, como “restaurantes” ou “shoppings”, o usuário agora pode fazer perguntas muito mais específicas. A empresa cita alguns exemplos práticos: você pode solicitar que encontre um local para carregar o celular sem ter que pegar fila, ou até mesmo buscar por um banheiro público que mantenha um bom padrão de higiene.
Em comunicado, a vice-presidente e gerente-geral do Google Maps, Miriam Daniel, afirma que a ferramenta cruza informações de mais de 300 milhões de estabelecimentos e analisa o banco de dados de avaliações da comunidade, que hoje conta com mais de 500 milhões de colaboradores.
Na prática, o sistema consegue interpretar até planos completos. O gerente de produto do Google, Andrew Duchi, citou um exemplo: agora será possível pedir ao app para encontrar um restaurante vegetariano com mesa para quatro pessoas às 19h, localizado entre o meu trabalho e a casa de amigos.

As respostas do Gemini se baseiam estritamente nos dados do Maps e da Busca, sem bisbilhotar informações de outros serviços do Google, como o Gmail. Para personalizar os resultados, a IA utiliza o histórico de locais salvos e as pesquisas passadas do usuário. Se você gostar da sugestão, dá para reservar a mesa ali mesmo, na própria interface do mapa.
Sobre a possibilidade de empresas pagarem para aparecer nessas respostas geradas por IA, Duchi evitou comentar planos de monetização a longo prazo com o The Verge. No entanto, ele garantiu que, neste formato de lançamento, os anúncios pagos não afetam as recomendações orgânicas.
A segunda grande mudança foca em quem está ao volante. Batizada de “Navegação Imersiva”, o Google classifica a novidade como a maior alteração no sistema de rotas do aplicativo em mais de uma década. A interface tradicional dá lugar a uma representação em 3D que espelha o ambiente real, renderizando edifícios, viadutos, topografia do terreno e até a arborização.
O sistema utiliza o Gemini para processar imagens aéreas e do Street View, destacando os mínimos detalhes da via. O mapa passa a exibir a posição exata de faixas de pedestres, semáforos e placas de pare, por exemplo. A câmera também ajusta o zoom dinamicamente conforme o motorista se aproxima de cruzamentos.
As instruções por voz também ficaram mais naturais. Em vez de apenas informar a distância em metros, o app utiliza marcações visuais, orientando o motorista a “passar esta saída e pegar a próxima”.
O motorista também passa a ter acesso ao raciocínio lógico do algoritmo: o Maps agora explica abertamente as vantagens e desvantagens de rotas alternativas — comparando um caminho mais longo, sem engarrafamento, com uma rota mais rápida com pedágio. Ao chegar, a ferramenta indica o lado correto da rua para estacionar e aponta a entrada exata do destino.
De acordo com o Google, o recurso Ask Maps começa a ser distribuído nesta semana para usuários de Android e iOS nos EUA e na Índia. Uma versão para computadores está prevista para um futuro próximo.
Já a Navegação Imersiva começa a dar as caras no território norte-americano na próxima semana, com expansão para outras regiões logo a seguir, mas ainda sem data definida. A funcionalidade será compatível com smartphones, Apple CarPlay, Android Auto e veículos com o sistema do Google integrado.
Google Maps vai responder suas perguntas com o Gemini




A Nvidia quer uma plataforma para criação e gerenciamento de agentes de inteligência artificial para chamar de sua. O anúncio do sistema, chamado internamente de NemoClaw e desenvolvido em código aberto, pode ocorrer durante a conferência anual de desenvolvedores da fabricante, marcada para começar no dia 16 de março em San Jose, na Califórnia.
Segundo a revista Wired, a gigante dos chips já começou a apresentar o produto a empresas de software corporativo. A proposta é que a plataforma permita que companhias enviem agentes autônomos para executar tarefas do dia a dia, e que funcione mesmo fora de ecossistemas com hardware da própria Nvidia.
A empresa teria entrado em contato com possíveis parceiras para contribuições ao projeto, entre elas Salesforce, Cisco, Google, Adobe e CrowdStrike. Ainda não está claro se as empresas fecharam acordos.
O investimento no NemoClaw ocorre durante uma alta nas notícias sobre agentes autônomos (os “claws”), que, diferente de chatbots comuns como o ChatGPT, Gemini e Claude, devem executar tarefas sem supervisão humana.
A tecnologia virou tendência especialmente após o hype em cima do assistente OpenClaw e do projeto Moltbook, uma “rede social de robôs” que viralizou nos últimos meses por permitir essa autonomia.
Vale lembrar que, mesmo com a divulgação de problemas graves de segurança, líderes dos projetos, como Peter Steinberger, criador do OpenClaw, e Matt Schlicht e Ben Parr, fundadores do Moltbook, já estão em outras big techs — OpenAI e Meta, respectivamente.
Essa última, aliás, havia pedido para que os funcionários evitassem a tecnologia de Steinberger, após uma funcionária da divisão de segurança relatar que o agente saiu do controle.
Para contornar esse receio e atrair o mercado, a Nvidia planeja oferecer ferramentas robustas de segurança e privacidade integradas nativamente à nova plataforma, diz a Wired.

Segundo a revista, o NemoClaw é mais um passo da Nvidia na adoção de modelos de IA de código aberto. Até então, a estratégia de software da fabricante centrava-se quase inteiramente no CUDA (Compute Unified Device Architecture), sistema proprietário desenvolvido para manter os desenvolvedores dentro do ecossistema das próprias GPUs da empresa.
Abraçar o modelo aberto seria uma manobra para garantir a relevância da empresa na infraestrutura de IA, mesmo que aumente a disputa pelo domínio do hardware.
Nvidia pode lançar plataforma aberta para agentes de IA



O conflito no Irã, que já dura quase duas semanas, tem influência e impacto em todos os setores, como os de energia e data centers.
Justine Calma: Qual é a sua perspectiva atual sobre como o conflito provavelmente afetará os preços do petróleo e da gasolina?
Reed Blakemore: A questão fundamental neste momento, em termos das implicações energéticas do conflito, é como o mercado está reagindo à incerteza em torno da passagem segura pelo Estreito de Ormuz. No início do conflito, quando vimos os prêmios de seguro desses navios subindo, estávamos falando principalmente sobre isso no contexto de: “Ei, ficou muito mais caro para um navio atravessar o Golfo e, portanto, eles estão evitando navegar.”
Passamos dessa preocupação para a questão real da segurança ao atravessar o estreito; portanto, não se trata mais tanto de um problema de custo de seguro, mas sim de uma questão de segurança.
Praticamente não temos tráfego passando pelo Estreito de Ormuz. Muitos países estão começando a interromper a produção. Portanto, já existe um efeito cascata surgindo, simplesmente porque o mercado e, basicamente, os petroleiros, estão fundamentalmente preocupados com a possibilidade de não conseguirem ou não atravessarem o estreito com segurança.
Outro fator que, acredito, influenciou fortemente o mercado nos últimos dias foi a percepção da duração do conflito. E podemos observar os comentários do presidente [dos EUA, Donald Trump] nas últimas 72 horas e a reação do mercado como uma importante evidência nesse sentido. Com a chegada do fim de semana, em que a campanha eleitoral claramente se intensificou, a incerteza sobre a abertura ou não do Estreito de Ormuz atingiu níveis alarmantes.
A reação dos mercados asiáticos na abertura do domingo [8], com o preço do barril ultrapassando os US$ 100 [R$ 520,47] e chegando perto de US$ 120 [R$ 624,56], reflete a incerteza do mercado quanto ao fim do conflito. A correção observada ontem foi uma resposta à declaração do presidente, que afirmou que o fim do conflito está próximo.
Os Estados Unidos são um grande produtor de petróleo. Acredito que a estratégia de domínio energético americano desempenhou um papel significativo na proteção dos consumidores americanos contra as consequências iniciais da decisão de entrar em guerra com o Irã.
Os aumentos de preços que vimos até agora teriam sido muito mais responsivos à volatilidade do mercado. Isso deu ao governo um pouco de tempo em relação a quanto tempo levará até que os preços da gasolina comecem a subir de fato no mercado interno. Mas, à medida que esse conflito persistir e a volatilidade do mercado continuar, infelizmente, começaremos a ver uma pressão de alta nos preços da gasolina ao longo do tempo.
A dominância energética dos EUA tem um limite para proteger os consumidores americanos de um mercado de petróleo globalizado. Como os Estados Unidos são um grande produtor nacional de petróleo, têm a capacidade de exercer alguma pressão para baixo sobre os preços da gasolina em seu próprio território.
Mas, como participa de um mercado global por meio de suas exportações de petróleo, está exposta à volatilidade do mercado global de petróleo.
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Calma: Podemos esperar que os preços da eletricidade também subam? Por quê?
Blakemore: Para os Estados Unidos, a situação do gás é um pouco melhor, mas não está imune ao mercado global. O gás natural é comercializado principalmente em âmbito regional dentro dos Estados Unidos.
Os EUA são um grande produtor de gás natural para consumo interno, o que os protege ainda mais. Isso torna a situação dos Estados Unidos muito diferente da sensibilidade ao preço do gás que observamos na Europa, no Japão ou em outras partes do Leste Asiático.
O problema é semelhante ao do petróleo, pois os Estados Unidos são um grande exportador de GNL [gás]. À medida que os preços do gás natural aumentam em outros lugares, os exportadores de GNL serão incentivados a exportar mais gás, pois é aí que reside a oportunidade de arbitragem, o que criará pressão de alta nos preços internos dos Estados Unidos.
Calma: Que riscos isso representa para as empresas de tecnologia e para esse esforço de construção de mais centros de dados de IA e infraestrutura energética relacionada?
Blakemore: Nos Estados Unidos, a maior parte da construção de data centers já começou a ser alimentada por gás natural. Não veremos os preços da eletricidade atingirem um ponto crítico nos Estados Unidos no curto prazo por causa desse conflito. O horizonte temporal que estamos considerando em relação ao gás e, portanto, aos preços da eletricidade, provavelmente é de meses, e não de semanas, como seria de se esperar com o petróleo.
No entanto, quanto mais esse conflito se prolongar e quanto mais apertada for a oferta no mercado global de gás, isso acabará por se espalhar pelos Estados Unidos e criar uma pressão ascendente sobre os preços do gás, o que, por sua vez, afetará os preços da eletricidade e, consequentemente, trará à tona a questão dos data centers.
Acho que o ponto singular é que isso não afeta necessariamente a capacidade dos data centers de comprar energia. Os custos de eletricidade representam uma proporção relativamente marginal do custo de construção e operação de um data center.
O que isso faz é apenas agravar ainda mais os desafios de acessibilidade energética que atualmente estão deteriorando a aceitação social dos data centers no país. Portanto, o impacto nos preços da eletricidade provavelmente não prejudicará diretamente a expansão dos data centers. Os desafios indiretos de acessibilidade que isso criará irão consolidar ainda mais o descontentamento popular com a expansão dos data centers, porque os data centers estão simplesmente encarecendo muito as contas de luz dos consumidores.
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Nesta quarta-feira (11), a Uber anunciou oficialmente à mídia que instituiu uma parceria com a empresa Zoox, famosa pela produção de carros autônomos. A cooperação visa fornecer aos passageiros a oportunidade de viajar em robotáxis produzidos pela Zoox, desde que em rotas elegíveis.
No comunicado publicado pela Uber, o objetivo é iniciar estas viagens em Las Vegas (EUA) ainda neste verão e, em seguida, em Los Angeles (EUA) em meados de 2027.

Nos Estados Unidos, a Zoox oferece um aplicativo para celular onde já permitia aos usuários chamar por um robotáxi para viajarem. Mesmo após a parceria com a Uber, o app e serviços da Zoox continuarão a funcionar normalmente.
Embora a empresa de autônomos esteja atrás da Alphabet, a qual já é lidar no mercado local, a implementação dos veículos da Zoox permanece em expansão na cidade de Las Vegas. A Uber declara que os robotáxis da companhia não são simples carros de passeios, mas opções para “transporte e projetados para conforto, conversa e conexão com amigos e familiares.“
Dara Khosrowshahi, CEO da Uber, informa o seguinte sobre a segurança dos autônomos da Zoox.
O compromisso da Zoox com a segurança e sua avançada tecnologia de direção autônoma fazem deles um parceiro ideal. Estamos muito felizes em trabalhar juntos para apresentar mais ciclistas ao futuro da mobilidade.
— Dara Khosrowshahi, CEO da Uber
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Os carros autônomos da Zoox contam com uma carroceria quadrada que chama atenção e ausência de volantes ou pedais, feito sob medida para os passageiros. Segundo a Reuters, os carros da empresa já percorreram mais de um milhão de milhas autônomas e atendeu mais de 300.000 passageiros.
A parceria com a empresa de autônomos, contudo, não foi a primeira: a Uber já firmou acordos com outras companhias (como Baidu e Waymo, subsidiária da Alphabet) para fornecer corridas em veículos autônomos em cidades como Phoenix, Austin, Atlanta e até em Dubai.
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Montar um console de última geração com o máximo de performance exige um investimento pesado no mercado brasileiro atual. O custo do PS5 Pro tunado envolve não apenas o console base, mas periféricos essenciais e armazenamento expansivo. Entenda os valores detalhados para transformar o hardware da Sony em uma máquina definitiva de jogos.
Para quem busca a experiência máxima, o valor total do conjunto ultrapassa a barreira dos cinco dígitos rapidamente. De acordo com informações oficiais no site da PlayStation, o console sozinho já representa uma parcela significativa do orçamento de qualquer entusiasta de tecnologia.
Além do hardware principal, o usuário precisa somar os acessórios que a Sony optou por vender separadamente nesta geração. O resultado final é um setup que oferece o que há de melhor em processamento gráfico e velocidade de leitura de dados, garantindo longevidade para toda a geração atual.

A ausência de um leitor físico nativo no modelo Pro gerou discussões intensas entre colecionadores de mídia física ao redor do mundo. Muitos jogadores possuem bibliotecas extensas de discos de PS4 e PS5 que ficariam inutilizadas sem esse acessório opcional de encaixe modular oficial.
A praticidade de ter o leitor permite não apenas rodar jogos físicos, mas também assistir a filmes em Blu-ray 4K com a fidelidade máxima de imagem. É um custo adicional necessário para quem não quer ficar restrito apenas ao catálogo digital da PlayStation Store e suas variações de preço.

O armazenamento interno original pode parecer suficiente no início, mas os jogos modernos de grande orçamento ultrapassam facilmente os 100 GB. Com um SSD extra de 4TB, o jogador elimina a necessidade constante de deletar títulos antigos para abrir espaço para novos lançamentos de peso.
A escolha de um SSD de altíssima performance é crucial para manter os tempos de carregamento quase instantâneos prometidos pela arquitetura da Sony. Esse componente é o item individual mais caro da lista, podendo custar quase o mesmo valor que o próprio console básico em alguns varejistas.

Ao atingir valores acima de dez mil reais, a comparação com computadores gamers de alto desempenho torna-se inevitável para o consumidor exigente. Muitos usuários questionam se a conveniência do ecossistema fechado da Sony compensa o valor investido em relação a uma máquina de arquitetura aberta.
Contudo, o custo do PS5 Pro tunado garante uma otimização de software que raramente é encontrada em PCs da mesma faixa de preço sem configurações complexas. A integração nativa permite extrair o máximo das tecnologias de inteligência artificial para upscaling e efeitos de iluminação em tempo real.
Os componentes podem ser adquiridos em grandes varejistas de tecnologia e lojas especializadas em hardware voltado ao público gamer no Brasil. É fundamental verificar a procedência dos itens, especialmente do SSD, para garantir que ele atenda aos requisitos mínimos de velocidade de leitura.
A garantia oficial da Sony cobre o console e o leitor, mas o SSD costuma possuir uma cobertura separada oferecida pelo fabricante da memória. Ficar atento às janelas de promoções sazonais pode ajudar a reduzir consideravelmente o impacto financeiro total desse ambicioso projeto de upgrade tecnológico.
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O ChatGPT agora conta com recursos visuais e interativos para facilitar o aprendizado de matemática e ciência. A novidade, anunciada pela OpenAI, permite que os usuários manipulem variáveis dentro de equações e visualizem instantaneamente como essas mudanças afetam gráficos e resultados. Disponível globalmente para todos os usuários, a ferramenta busca transformar o estudo abstrato em uma experiência experimental e prática.
O novo recurso vai além de apenas entregar a resposta de um problema. Ao perguntar sobre um conceito – como o Teorema de Pitágoras ou a Lei de Ohm –, o chatbot apresenta um módulo visual interativo. Nele, é possível ajustar os valores das fórmulas e ver a reação imediata nos elementos visuais.
Segundo a OpenAI, o objetivo é fortalecer a compreensão conceitual em vez da simples memorização. O recurso é baseado no “Modo de Estudo” lançado no ano passado, que já guiava os alunos passo a passo na resolução de questões, evitando que a IA fizesse todo o trabalho sozinha.
Nesta fase inicial, o ChatGPT suporta mais de 70 conceitos fundamentais, focados principalmente em estudantes de ensino médio e superior. Entre os tópicos incluídos estão:
A funcionalidade já está liberada para todos os usuários logados, independentemente de possuírem uma assinatura paga ou usarem a versão gratuita. A OpenAI planeja expandir a interatividade para outras disciplinas e temas no futuro, à medida que coleta dados sobre como a IA molda o aprendizado.
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A autoridade de combate ao cibercrime da Polônia (CBZC) desarticulou um grupo suspeito de comercializar kits de ataques cibernéticos na internet. A operação teve os detalhes divulgados hoje (10/03), revelando que os envolvidos eram menores de idade.
Os jovens, com idades entre 12 e 16 anos, vendiam ferramentas de interrupção de serviços digitais. A investigação começou em 2025, quando as autoridades identificaram um dos líderes do grupo: um suspeito de 14 anos.
A partir da análise dos artefatos digitais e físicos coletados na residência do primeiro adolescente, os investigadores conseguiram mapear a rede de contatos e chegar aos outros membros do esquema.
Os agentes cumpriram mandados de busca e apreensão nas residências de mais seis jovens. Durante as batidas policiais, foram descobertas as infraestruturas utilizadas para coordenar as invasões. A polícia apreendeu smartphones, desktops, notebooks, discos rígidos, pen drives, além de documentos que detalhavam a contabilidade do grupo.

Em comunicado oficial, o CBZC destacou que os adolescentes se conheciam, mantinham contato regular e cooperavam na administração e implantação das plataformas. O órgão policial afirmou que eles agiam com plena consciência da ilegalidade dos atos.
Devido à idade dos indivíduos envolvidos, todo o material resultante das atividades policiais será encaminhado aos tribunais de família, que decidirão as medidas a serem aplicadas. O tratamento legal para crimes juvenis no país foca na reeducação. Crianças menores de 13 anos — categoria que abrange o membro mais novo do grupo — não podem ser responsabilizadas criminalmente, independentemente da infração cometida.

Um ataque de Negação de Serviço Distribuído (DDoS, na sigla em inglês) pode interromper o funcionamento normal de um site, serviço online ou rede de computadores. A tática consiste em inundar o servidor alvo com uma quantidade massiva de requisições de acesso simultâneas. Esse volume artificial de tráfego causa uma sobrecarga no sistema, resultando na indisponibilidade temporária do serviço.
Segundo as autoridades polonesas, os clientes que compravam as ferramentas utilizaram o software para atacar alvos comerciais variados. A lista de vítimas inclui portais de leilões, plataformas de vendas online, serviços de hospedagem de sites e sistemas de reserva de acomodações.
A agência de combate ao cibercrime ressaltou que a maioria dos incidentes de DDoS costuma ser de curta duração. Graças à cooperação entre instituições e serviços responsáveis pela segurança digital, uma interrupção de 15 minutos, por exemplo, é frequentemente neutralizada com rapidez e pode passar despercebida pelo usuário comum.
Adolescentes venderam kits de ataques DDoS para derrubar sites




Relatório de serviços de inteligência da Holanda detalha campanha de espionagem digital, que foca em usuários do WhatsApp e Signal.
Segundo o documento, operação usa engenharia social para invadir contas nos mensageiros e mira autoridades, militares e jornalistas.
Os investigadores atribuem a campanha a agentes ligados ao governo russo.
Autoridades de inteligência da Holanda divulgaram nessa segunda-feira (09/03) detalhes de uma campanha global de ataques digitais contra usuários do WhatsApp e do Signal, mensageiro popular no país. Segundo o relatório, a operação teria como foco autoridades governamentais, integrantes das forças armadas e jornalistas.
A investigação foi conduzida pelo Serviço de Inteligência e Segurança da Defesa da Holanda (MIVD) e o Serviço Geral de Inteligência e Segurança (AIVD). As agências afirmam que os ataques fazem parte de uma campanha de grande escala atribuída a agentes ligados ao governo russo.
De acordo com o documento, os invasores não dependem principalmente de malware para comprometer contas. Em vez disso, utilizam técnicas de engenharia social e phishing para enganar as vítimas e obter acesso às contas nos aplicativos de mensagens.
No caso do Signal, os hackers entram em contato diretamente com a vítima alegando atividades suspeitas, vazamento de dados ou tentativa de acesso indevido à conta.
Se a pessoa acredita na mensagem, os criminosos solicitam o código de verificação enviado por SMS e o PIN do usuário. Esses dados permitem registrar um novo dispositivo vinculado à conta da vítima e assumir o controle do perfil.
Depois disso, os hackers podem se passar pelo usuário e acessar contatos armazenados no aplicativo. A vítima geralmente é desconectada da conta, mas consegue recuperar o acesso registrando novamente o número.
O relatório dos serviços de inteligência alerta que essa situação pode gerar uma falsa sensação de normalidade. “Como o Signal armazena o histórico de bate-papo localmente no telefone, a vítima pode recuperar o acesso a esse histórico após o novo registro. Como resultado, a vítima pode presumir que nada está errado. Os serviços holandeses querem enfatizar que essa suposição pode estar incorreta”, diz o documento.

Os investigadores também apontaram ataques direcionados ao recurso “dispositivos conectados” do WhatsApp, que permite acessar a conta em computadores ou tablets.
Nesse cenário, as vítimas são induzidas a clicar em links maliciosos ou escanear QR Codes que, na prática, conectam o dispositivo do invasor à conta. Em vez de adicionar alguém a um grupo ou abrir um conteúdo legítimo, o processo acaba autorizando o acesso remoto ao aplicativo.
Diferentemente do que ocorre em alguns casos no Signal, o usuário pode não perceber imediatamente a invasão, já que a conta continua ativa no celular original.
Ao TechCrunch, o porta-voz da Meta Zade Alsawah afirma que a recomendação do WhatsApp é que usuários nunca compartilhem o código de verificação de seis dígitos e fiquem atentos a mensagens suspeitas.
As agências holandesas afirmam que métodos semelhantes já foram observados em campanhas ligadas à guerra na Ucrânia, indicando que o uso de engenharia social continua sendo uma das principais ferramentas em operações de espionagem digital.
Hackers miram contas de WhatsApp e Signal em ataque global


Uma rede de computador é uma tecnologia que permite o compartilhamento de informações entre usuários. É a partir dessas redes que dados são transmitidos entre cliente-servidor ou empresas armazenam informações que podem ser acessadas por funcionários, por exemplo.
Podemos dividir redes de computadores por tipos e categorias. Existem redes de alcance geográfico, outras que têm funcionalidades diferentes e até mesmo separá-las por arquitetura de desenvolvimento.
A internet é a principal rede WAN usada no mundo, por exemplo. A seguir, conheça detalhes sobre cada tipo de computer network e veja exemplos do dia a dia.
Redes de computadores são infraestruturas que possibilitam a troca de informações e conexão entre dispositivos variados, como celulares e servidores, por exemplo.
Utilizam meios físicos ou sem fio para a transferência de dados a partir de uma padronização de rede. As redes de computadores são usadas no dia a dia, desde infraestruturas pessoais até a conexão entre filiais de grandes empresas e cidades.
As redes de computadores podem ser classificadas em três categorias: por alcance geográfico, por topologia ou arquitetura e por natureza ou funcionalidade. Cada tipo de rede de computador tem uma finalidade específica na sociedade.
Redes de alcance geográfico são classificadas de acordo com a distância física de cobertura. Topologia e arquitetura diz respeito à estrutura de organização da rede, já a divisão por funcionalidade classifica redes de computadores por propósito de uso.

As redes de computadores de alcance geográfico são aquelas que operam em diferentes distâncias, de acordo com a necessidade. Existem redes pessoais, locais, de longa distância e até usadas em grandes metrópoles. A internet que conhecemos é um exemplo de rede de longa distância, conectando diversos países de todo o mundo.
As redes de computadores também podem ser separadas por arquitetura, definindo a hierarquia e como os serviços são prestados. Podemos definir a interação cliente-servidor e P2P como redes de computadores desta categoria.
Pode-se também dividir as redes de computadores por natureza ou funcionalidade. Redes intranet, extranet e internet são alguns dos exemplos de categorização. Também podemos incluir as VPNs e as SANs, usadas para armazenamento de grandes volumes de dados.
As redes WAN, LAN, PAN, MAN e CAN são exemplos de redes de computadores de alcance geográfico. Cada um dos tipos é baseado no tamanho da operação, sendo algumas mais pessoais e locais, e outras mais amplas com alcance intercontinental. Conheça as peculiaridades de cada rede abaixo.
A rede de longa distância (WAN), do inglês Wide Area Network, é uma tecnologia que conecta computadores em uma grande área de abrangência, como cidades, estados ou países. Esse tipo de rede faz a conexão de diversas redes locais (LAN), permitindo o compartilhamento de informações e dados entre dispositivos conectados.
As redes de longa distância surgiram em 1965, conectando computadores em dois estados dos Estados Unidos da América.
Com o passar do tempo, o crescimento das redes WAN se tornou fundamental para o compartilhamento de informações entre empresas de diferentes localidades, e usuários domésticos com computadores pessoais. Exemplos de rede WAN: internet, redes corporativas, caixas eletrônicos.
A rede de área local (LAN), do inglês Local Area Network, é uma tecnologia que conecta dispositivos em uma pequena área, como uma casa, apartamento ou edifício, por meio de fios. O funcionamento das redes LAN é feito por meio de roteadores ou switches, conectando computadores em uma mesma rede.
As primeiras redes de área local (LAN) foram desenvolvidas no final da década de 1970 para atender a necessidade de universidades e laboratórios de pesquisa. A tecnologia se popularizou e passou a ser utilizada no ramo empresarial e doméstico, para a troca de arquivos ou informações entre dispositivos de uma mesma localidade.
A rede de área pessoal (PAN), do inglês Personal Area Network, é uma rede que permite conectar dispositivos que estiverem próximos um do outro, podendo ser com fio ou sem fio.
Diferente das redes de área local, as redes PAN não se conectam diretamente à internet. Porém, dispostivos dentro de uma rede PAN podem se conectar com redes LAN ou WLAN. Exemplos de rede PAN: Bluetooth, USB e Thunderbolt.
A rede de área metropolitana (MAN), do inglês Metropolitan Area Network, é uma tecnologia utilizada em grandes centros, como metrópoles, porém com área de abrangência menor do que as redes de longa distância (WAN).
O funcionamento das redes MAN é feito por diversas redes LAN conectadas, muitas vezes por cabos de fibra óptica. As redes MAN podem ser utilizadas para conectar escritórios de empresas em bairros ou cidades próximas, por provedores de internet local, além de centros universitários.
A rede de área de campus (CAN), do inglês, Campus Area Network, é a infraestrutura que conecta uma série de redes locais (LAN) em uma área específica, como os campi universitários, industrias, corporações e até mesmo bases militares.
Esse tipo de rede usa conexão própria, possuindo todos os equipamentos necessários para funcionamento, sem depender de provedores externos.
Redes de característica cliente-servidor e P2P (Peer-to-peer) são exemplos de infraestruturas baseadas em arquitetura. Entenda as características de cada rede a seguir.
A rede P2P (peer-to-peer) é uma rede de computador na qual não existe uma hierarquia, visto que todos os dispositivos conectados são considerados pares, mantendo as mesmas responsabilidades e funcionalidades.
Cada computador é, ao mesmo tempo, cliente e servidor, aumentando a resistência a falhas, por exemplo. Tecnologias como torrent e blockchain, no uso de criptomoedas, são exemplos de redes P2P.
Cliente-servidor é o modelo mais comum de rede de computador. Esse tipo de rede separa as responsabilidades, sendo o servidor o responsável por fornecer informações, serviços e aplicações.
Já o cliente é o dispositivo usado pelo usuário, como smartphones, tablets e PCs, que solicita as informações do servidor. Grande parte do que vemos na internet usa este modelo, seja no uso de redes sociais ou streaming de vídeo, por exemplo.
Também é possível dividir as redes de computadores por funcionalidade, sendo algumas públicas, outras privadas e até mesmo usadas no armazenamento de informações como uma Storage Area Network (SAN), por exemplo.
Uma rede privada virtual (VPN), do inglês Virtual Private Network, é uma tecnologia de conexão que permite aos usuários acessarem redes privadas e compartilharem dados pela internet de forma segura.
Um dos principais propósitos das VPNs é permitir que colaboradores e dispositivos de uma empresa acessem a rede interna da sede de qualquer lugar do mundo. Isso é feito por meio da internet, sem a necessidade de uma conexão física dedicada entre os pontos de acesso.
Já no uso doméstico, a VPN costuma ser usada para acessar a internet por meio de uma rede diferente da usada normalmente. Esse tipo de conexão é útil para se conectar a servidores de VPN localizados em outros países, por exemplo.

Uma rede de computador pública é aquela na qual qualquer usuário pode se conectar, desde que esteja sem senha ou funcione por meio de cadastro prévio. As redes públicas são consideradas menos seguras do que as redes privadas, já que qualquer usuário pode ter acesso.
É comum que supermercados, shoppings e aeroportos ofereçam redes públicas para clientes. Alguns estabelecimentos, porém, exigem que o usuário faça o cadastro com dados pessoais para ter acesso à conexão.
Uma rede privada exige senha para ter acesso à conexão com a internet. Esse tipo de rede de computador é mais segura que as redes públicas, visto que é possível ter controle sobre quem acessa as informações, além do uso de protocolos adicionais de segurança. Wi-Fi doméstico, redes corporativas e VPNs são alguns exemplos de redes privadas.
A rede de área de armazenamento, do inglês Storage Area Network, é uma tecnologia que permite armazenar dados em rede, conectando servidores, software e serviços de uma organização. Dessa forma, é possível ter um espaço dedicado a uma grande quantidade de dados, aprimorando o gerenciamento dessas informações.
O uso da rede SAN é comum em bancos de dados, sistemas empresariais como SAP e ERP, além de empresas de e-commerce.
A rede WAN é capaz de conectar diversas pessoas ao redor do mundo através da internet. Esse tipo de conexão é a que abrange uma maior área de conexão entre todas as redes existentes, sendo feita a partir de diversas redes LAN ou WLAN conectadas.
Uma rede LAN permite conectar apenas dispositivos que estejam sob uma mesma rede, seja com fio ou sem fio, como computadores, tablets ou smartphones.
Já uma rede MAN permite a conexão de aparelhos que estejam em uma área do tamanho de uma metrópole, como bairros e cidades.
Enquanto a rede WAN conecta pessoas em todo o mundo e a rede LAN conecta dispositivos sob uma mesma rede, a rede MAN é usada por empresas que possuem filiais próximas e provedores locais de internet, por exemplo.
Rede pública é um tipo de rede de computador que pode ser acessada por qualquer usuário, sem a exigência de uma senha. Pela falta de necessidade de credenciais, sua segurança é menor em comparação com as redes privadas.
Já uma rede privada é aquela na qual o administrador consegue controlar quem tem acesso. Redes corporativas, domésticas ou servidores são exemplos de redes privadas, visto que exigem senha para ter acesso às informações.
O que são redes de computadores? Veja tipos e exemplos de computer networks






O Ministério do Comércio da China alertou que uma nova crise global na cadeia de suprimentos de semicondutores pode atingir a indústria de tecnologia. O aviso ocorreu após a sede da fabricante holandesa de chips Nexperia desativar sistemas de TI em território chinês, intensificando uma disputa iniciada no ano passado.
Segundo a Reuters, Pequim declarou que o bloqueio “criou novas dificuldades” para as negociações, alertando que o governo da Holanda assumirá “total responsabilidade” caso o desabastecimento de componentes se espalhe globalmente.
Em resposta, a matriz holandesa da Nexperia contestou a versão de que a ação tenha afetado a linha de produção na unidade situada na província de Guangdong. O Ministério do Comércio da China rejeitou o argumento da empresa.
Uma interrupção prolongada afetaria as linhas de montagem de automóveis, computadores, smartphones e eletrônicos de consumo em todo o mundo. Isso porque a companhia não atua em um nicho específico: ela responde por cerca de 40% do mercado global de transistores e diodos.
Conforme apontado pelo site Tom’s Hardware, os semicondutores fabricados pela Nexperia são componentes essenciais para fontes de alimentação de PCs, placas-mãe, carregadores de bateria e sistemas eletrônicos dos veículos modernos.
Analistas do setor indicam que a produção nas fábricas chinesas representa quase 75% do volume global da marca. Além disso, o mercado de tecnologia não conseguiria substituir essa demanda rapidamente, e encontrar um novo fornecedor levaria meses.
A vulnerabilidade da indústria a essa cadeia de suprimentos já foi comprovada. Em outubro de 2025, o CEO da Alliance for Automotive Innovation, John Bozzella, alertou que restrições nas exportações causariam um “efeito cascata” em múltiplos setores. Durante os primeiros embargos relacionados a essa crise corporativa, montadoras como Honda, Nissan, Volkswagen e Bosch precisaram interromper a produção por falta de peças.

O atual impasse começou justamente em outubro, quando as autoridades holandesas confiscaram a Nexperia de sua então controladora chinesa, a Wingtech Technology, por supostas falhas de governança e urgência de reduzir riscos à segurança econômica do continente europeu. A intervenção resultou na transferência forçada das ações da Wingtech para um advogado independente de Amsterdã.
O governo chinês respondeu com rigorosos controles de exportação sobre os chips da Nexperia fabricados em seu território. Essa primeira sanção foi a responsável por paralisar temporariamente as montadoras de automóveis no ano passado, até que conversas diplomáticas liberaram o fluxo de componentes.
Em retaliação à perda de controle da Wingtech, a subsidiária chinesa da Nexperia declarou-se independente da matriz na Holanda. Desde a separação, a relação entre os escritórios transformou-se em troca pública de acusações. A sede europeia apoia a expulsão definitiva da Wingtech, já a operação chinesa exige a restauração imediata do controle original.
O Ministério do Comércio da China agora acusa as autoridades dos Países Baixos de inércia, argumentando que o país não realiza as pressões necessárias para viabilizar um acordo.
China alerta para nova crise global de chips

Cientistas da Coreia do Sul alcançaram um marco histórico ao desenvolver um novo material supercondutor capaz de operar em temperaturas mais elevadas. Essa inovação permite que a eletricidade flua sem resistência, eliminando a geração de calor e o desperdício energético em dispositivos eletrônicos. Com essa descoberta, o futuro da tecnologia promete aparelhos muito mais eficientes, frios e econômicos para o consumidor final.
De acordo com um estudo divulgado pela Dongascience, pesquisadores sul-coreanos refinaram a síntese de compostos químicos para estabilizar a fase supercondutora. O processo envolveu a manipulação da estrutura molecular para permitir que os elétrons se desloquem livremente sem colisões atômicas, mesmo fora de ambientes de frio extremo.
A pesquisa representa a evolução de experimentos anteriores que exigiam pressões atmosféricas insustentáveis para o uso comercial. Agora, com a nova formulação, a viabilidade de aplicar essa ciência em componentes do dia a dia, como processadores e cabos de transmissão, torna-se uma realidade cada vez mais próxima dos centros urbanos.
🧪 Síntese Molecular: Criação da base química utilizando dopagem controlada para estabilidade estrutural.
🌡️ Teste de Resistência: Verificação da condução elétrica em temperaturas acima do zero absoluto tradicional.
📉 Validação Térmica: Confirmação de que o material não gera calor residual durante o fluxo de corrente.
A principal vantagem desta inovação é a eficiência energética absoluta, uma vez que não há perda de energia na forma de calor durante a transmissão. Isso significa que smartphones, notebooks e servidores de dados poderiam operar em performance máxima sem a necessidade de sistemas complexos de resfriamento ou ventoinhas barulhentas.
Além disso, a durabilidade dos componentes eletrônicos aumenta significativamente, pois o estresse térmico é o principal responsável pela degradação de circuitos ao longo do tempo. Com o fim do superaquecimento, a vida útil de baterias e processadores pode ser estendida por muitos anos, reduzindo o lixo eletrônico global.

As aplicações iniciais devem focar em supercomputadores e infraestruturas de rede que demandam alta performance constante. No entanto, o objetivo final é integrar a tecnologia em eletrônicos de consumo, permitindo que consoles de jogos e celulares rodem softwares pesados mantendo-se completamente frios ao toque do usuário.
No setor de transportes, o uso desses materiais pode viabilizar trens Maglev muito mais baratos e eficientes, utilizando a levitação magnética de forma simplificada. A tabela abaixo detalha os impactos esperados em diferentes setores da indústria tecnológica mundial nos próximos anos.
| Segmento | Transformação Principal |
|---|---|
| Computação | Processadores ultravelozes sem risco de queima por calor. |
| Energia | Redes de distribuição 100% eficientes sem queda de tensão. |
| Transporte | Motores elétricos menores com potência triplicada. |
A supercondutividade convencional geralmente requer temperaturas próximas a -273°C, o que exige sistemas de resfriamento caros e volumosos à base de hélio líquido. O desafio da ciência moderna é encontrar materiais que mantenham essa propriedade em temperaturas que humanos consideram confortáveis ou operacionais.
O avanço sul-coreano é notável justamente por elevar esse limite térmico, aproximando a tecnologia do uso doméstico sem infraestruturas laboratoriais. Superar essa barreira significa que a “física do impossível” finalmente começará a fazer parte dos produtos disponíveis nas prateleiras das lojas de tecnologia.
Olhando para o futuro, a eletrônica baseada em supercondutores permitirá uma miniaturização ainda maior dos dispositivos, já que não haverá preocupação com a ventilação interna. Poderemos ver o surgimento de tecnologias totalmente novas, como computadores quânticos portáteis e sistemas de armazenamento de energia magnética.
A transição será gradual, começando por nichos industriais antes de atingir o mercado de massa, mas o impacto será comparável à invenção do transistor. Estamos diante de uma nova era onde a eletricidade trabalha a nosso favor sem cobrar o preço do calor residual e da ineficiência.
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Neste domingo, 8 de março, é celebrado o Dia Internacional da Mulher. Vale destacar também que, em 11 de fevereiro, foi comemorado o Dia Internacional de Mulheres e Meninas na Ciência. As duas datas, próximas no calendário, reforçam um debate que vai além das homenagens: como se constroem, na prática, as trajetórias de meninas e mulheres que escolhem a ciência?
Tradicionalmente, essa época do ano é marcada por balanços estatísticos que tentam traduzir a presença feminina em gráficos de barras e tabelas de produtividade. Pergunta-se, com frequência: quantas mulheres estão na graduação? Quantas chegam ao doutorado? Quantas, enfim, ocupam as cadeiras de liderança em universidades e centros de pesquisa de prestígio?

Embora esses números sejam bússolas fundamentais para embasar políticas públicas e revelar desigualdades persistentes, eles são silenciosos sobre o “como” – registram a chegada ou a desistência, mas raramente explicam o percurso sinuoso e os obstáculos que não aparecem nos editais.
Como destaca Fernanda Staniscuaski, docente e pesquisadora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), a presença feminina na ciência costuma ser tratada quase exclusivamente como uma questão de volume. A solução mais citada nos fóruns acadêmicos é ampliar o acesso e garantir a representatividade. No entanto, focar apenas na quantidade simplifica um problema que envolve estruturas muito mais profundas e subjetivas.
“Quando observamos com atenção as experiências concretas de mulheres e meninas na ciência, o que aparece não é apenas uma questão de quantidade, mas de forma”, explica Fernanda. Para ela, é preciso analisar como essas mulheres são recebidas, avaliadas e, principalmente, reconhecidas. O sentimento de pertencimento, por exemplo, é o combustível invisível que influencia a decisão de continuar ou abandonar a carreira.
O acesso à ciência nunca foi um terreno plano. As desigualdades educacionais, econômicas e regionais começam a desenhar o destino das cientistas ainda na infância. Nem todas as estudantes têm o privilégio de tocar em um microscópio, visitar feiras científicas ou ter professores que alimentem sua curiosidade contra a maré das expectativas sociais. O peso do que é considerado “profissão de homem” ou “profissão de mulher” ainda atua como um filtro primário, moldando escolhas antes mesmo do primeiro vestibular.
Essa realidade é sentida de forma nítida por quem percorre o interior do Brasil. Amanda Tosi, mestre e doutora em geologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e integrante do grupo “As Meteoríticas”, relata que, em suas palestras pelo país, a barreira cultural ainda é o primeiro grande muro. “As mulheres, fora das grandes cidades, ainda são educadas e direcionadas para serem donas de casa. Além disso, vi em algumas escolas adolescentes, quase que crianças ainda, levando seus filhos para as aulas. Para mim, uma realidade ainda chocante”, desabafa a geóloga.

Ela acredita que uma trajetória justa só será possível quando a base mudar: “Enquanto mulheres tiverem essa ‘obrigação’ na sociedade, e se tiver tempo, poderem fazer uma graduação e seguir uma carreira, elas nunca terão trajetórias justas e sustentáveis”.
Mesmo para quem consegue furar essa bolha inicial, o caminho não se torna mais fácil. No Brasil, embora as mulheres já sejam maioria na graduação e na pós-graduação, essa presença sofre uma erosão severa conforme sobe a hierarquia acadêmica. É o que os especialistas chamam de “efeito tesoura”: a participação feminina diminui drasticamente nos níveis de liderança e em áreas de STEM (Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática).
Para Lorrane Olivlet, engenheira biomédica e mestranda em medicina e saúde pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), além de divulgadora científica dedicada à astronomia e ao setor espacial, existe um abismo entre o diploma e a cadeira de decisão. “Há uma diferença clara entre acesso à formação e acesso ao poder de decisão. É estatístico que muitas mulheres se formam nessas áreas, mas poucas irão ocupar um cargo de liderança ou diretoria”. Ela descreve esse fenômeno como um “filtro invisível” que ignora a alta qualificação técnica em prol de preconceitos enraizados no setor espacial e na engenharia.
A carreira acadêmica é uma maratona de obstáculos baseada em avaliações constantes. Publicações, projetos aprovados e metas de produtividade funcionam como peneiras sucessivas. Fernanda ressalta que as dificuldades são muitas vezes sutis, mas acumulativas. A sobrecarga de tarefas administrativas, a menor visibilidade em projetos de peso e a necessidade constante de “provar” competência geram um desgaste que os colegas homens raramente experimentam.

Maria Elisabeth Zucolotto, mestre em geologia e doutora em engenharia de materiais pela UFRJ e uma das maiores autoridades em meteoritos no país, viveu décadas enfrentando essas regras que parecem mudar de acordo com quem joga. Ela recorda que, logo após a formação, a maternidade e as pressões domésticas a deixaram para trás em relação aos colegas que seguiram direto para o mestrado.
Mas os obstáculos eram também institucionais. “Meu orientador não quis [me contratar] porque eu ‘não precisava’, já que meu marido ganhava bem”, conta Elisabeth, revelando como a autonomia financeira feminina era vista como um acessório, e não um direito profissional.
A desvalorização intelectual é outra faceta desse jogo desigual. Ela relata um episódio emblemático de quando começou a trabalhar com uma técnica inovadora chamada Difração de Elétrons Retroespalhados (EBSD, na sigla em inglês).
Após apresentar um trabalho, Elizabeth foi desencorajada por órgãos de fomento com o argumento de que “não sabia nada do que estava sendo tratado”. Anos depois, um cientista alemão escreveu sobre o mesmo tema e foi aclamado, tornando-se a única referência citada, inclusive por brasileiros. “Não sei se isso acontece por eu ser brasileira, por eu ser mulher, ou por ambos”, reflete a pesquisadora, expondo a ferida da invisibilidade que atinge mulheres cientistas no Sul Global.
Essas barreiras de credibilidade muitas vezes surgem como ataques diretos à capacidade de conciliar a vida pessoal com a intelectual. Josina Nascimento, astrônoma do Observatório Nacional (ON) há mais de 45 anos e atual gestora da Divisão de Comunicação e Popularização da Ciência (DICOP), recorda um momento tenso durante sua entrevista de mestrado. “Um dos professores me perguntou: ‘como é que você pode pensar em fazer um mestrado aqui tendo quatro filhos?’. Eu respondi que, caso achassem impossível, eu faria as matérias como ouvinte para provar que daria conta”. Josina obteve grau máximo em quase todas as disciplinas, apesar das tentativas de reprovação por parte do docente que havia posto sua capacidade em dúvida.
Rosaly Lopes, cientista sênior da NASA e vice-diretora no Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech), traz uma perspectiva diferente, mas que reforça a importância do suporte. Embora afirme não ter sofrido grandes obstáculos diretos por ser mulher, creditando isso à sua postura de “seguir em frente” e ao apoio de mentores homens, ela admite que a descrença alheia era a norma quando era jovem. “As barreiras eram muito maiores quando eu era menina e o pessoal não acreditava que eu ia ser uma astrônoma ou uma cientista. Talvez por teimosia, eu não prestei muita atenção nisso”, conta.
Como vemos, um dos pontos de inflexão mais críticos na carreira de uma pesquisadora é a parentalidade. O modelo dominante de excelência científica valoriza a disponibilidade contínua e a produção sem hiatos. Nesse sistema, qualquer pausa é vista como perda de fôlego ou falta de comprometimento.

Estudos do movimento Parent in Science mostram que a maternidade é um ponto de inflexão importante na trajetória de pesquisadoras. Após o nascimento dos filhos, é comum ocorrer queda temporária na produtividade, o que entra em choque com um sistema que raramente ajusta prazos e expectativas.
Amanda resume o dilema: “Fazer ciência não é fácil, pois demanda tempo, dedicação, estudo constante… da mesma maneira é a maternidade. Então, fazer ciência e ser mãe presente, acredito ser um dos maiores desafios da mulher”.
Já Elisabeth sentiu o peso do tempo no currículo. Ela levou cerca de 15 anos para concluir o ciclo até o doutorado devido aos cuidados com os filhos. Quando finalmente terminou, as bolsas para recém-doutores eram voltadas para quem havia feito uma trajetória linear e rápida. “Eu não tive acesso porque as bolsas eram direcionadas a quem concluía da graduação ao doutorado em poucos anos”, explica.
Josina reforça que essa sobrecarga é física e estrutural. “O timão da família está nas mãos das mulheres. Para conseguir conciliar tudo, passei muitos anos dormindo zero ou, no máximo, duas horas por noite. Somente assim pude me dedicar ao Observatório Nacional, à carreira científica e ao mestrado e doutorado sendo mãe dedicada”, revela. Para ela, a mudança mais urgente é que os cuidados com a família sejam oficialmente levados em conta em todas as instâncias da ciência. “Naquela época, eu não podia pedir prazo para cuidar de um filho com bronquite. Não tinha chance”.
Essa “punição” pelo tempo dedicado ao cuidado mostra que a ciência, embora busque a verdade universal, ainda ignora a biologia e a dinâmica social das mulheres. Recentemente, medidas como a inclusão da licença-maternidade no currículo Lattes e a extensão de prazos em editais surgiram como avanços. No entanto, Fernanda adverte que muitas dessas ações ainda são pontuais e não alteram o cerne do que é considerado “excelência”.

Para a nova geração de cientistas, os conflitos ganharam novas arenas, como o ambiente digital. Lorrane, que atua fortemente na divulgação científica, relata que o simples ato de exaltar o protagonismo feminino gera reações agressivas. “Produzi uma série de vídeos sobre ‘invenções femininas’ e recebi bastante hate e muitos comentários tentando invalidar os dados. Isso revela como ainda existe resistência quando o protagonismo feminino na ciência é evidenciado”, afirma.
Além do assédio virtual, ela aponta para a persistência de problemas graves nos corredores das universidades, como o assédio moral e sexual. “Quase todas as mulheres cientistas com quem eu já conversei tiveram problemas relacionados a assédio nas universidades”, diz a especialista, enfatizando que a segurança física e psicológica é um pré-requisito para qualquer trajetória sustentável. Ela conecta o debate de gênero na ciência a uma questão ainda mais urgente: a luta contra o feminicídio e a violência estrutural, que são a face mais cruel da desvalorização da mulher na sociedade.
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A trajetória de mulheres na ciência não se faz apenas de resiliência, mas de uma persistente ocupação de territórios historicamente hostis. A presença de modelos femininos atua como um corretor de rota, permitindo que novas pesquisadoras projetem suas carreiras em horizontes que a cultura e a estrutura acadêmica, por vezes, tentam interditar. Para as entrevistadas, as vozes que as antecederam não são apenas nomes em livros, mas faróis que validam suas próprias ambições.
Na visão de Elisabeth, o pilar de sustentação é Marie Curie, que desafiou a proibição do ensino superior para mulheres na Polônia e acabou por revolucionar a física e a química modernas. A “meteorítica” vê na polonesa a personificação da resiliência acadêmica: “O que faz dela um exemplo tão forte é a combinação de impacto científico e barreiras sociais. Ela não só venceu: ajudou a mudar as regras do jogo para mulheres na ciência”.
Para Rosaly, o divisor de águas foi o impacto visual da representatividade. Ao deparar-se com um registro de Frances “Poppy” Northcutt, a única mulher a atuar na sala de controle da missão Apollo, ela entendeu que aquele ambiente, até então estritamente masculino, também era um lugar possível para si. “Aquilo me inspirou muito. Eu pensei: se ela conseguiu, eu também vou conseguir”, recorda, evidenciando como a imagem de uma pioneira em um centro de comando foi o estopim para sua própria carreira sênior na NASA.
Essa influência atravessa gerações e se manifesta até nas decisões mais íntimas. Amanda encontrou em Valentina Tereshkova, a primeira mulher a orbitar a Terra em voo solo, a coragem necessária para desbravar a geologia e o estudo de meteoritos. A admiração pela cosmonauta foi tamanha que ela batizou a própria filha em sua homenagem, vendo na russa um símbolo de capacidade técnica e ousadia: “Ela é a prova de que todas as mulheres podem ser o que elas desejarem, inclusive astronautas”.

O reconhecimento também se volta para quem abre portas no presente. Josina destaca o trabalho de Patricia Spinelli, pesquisadora do Museu de Astronomia e Ciências Afins (MAST), que conduz o Programa Meninas da instituição. “Ela tem feito muito pela ciência e pela popularização da ciência com resultados maravilhosos”.
Lorrane também busca inspiração em rostos conhecidos no dia a dia da pesquisa. Ela credita sua trajetória ao suporte de mulheres como Paola Barros Delben, uma das primeiras cientistas antárticas que conheceu, e Alessandra Abe Pacini, que validou seus primeiros passos na divulgação científica. “Foi uma das primeiras que acreditou no meu trabalho e me mostrou possibilidades na área”.
Barreiras históricas, culturais e institucionais ainda ditam os rumos que as mulheres percorrem, exigindo resiliência e estratégias de suporte contínuo. A maternidade, o assédio estrutural e a invisibilidade profissional não são apenas obstáculos individuais, mas reflexos de um sistema que ainda precisa se adaptar para reconhecer talentos independentemente de gênero. Ao analisar essas estruturas, fica evidente que políticas públicas e iniciativas institucionais devem ir além de números e metas: é necessário revolucionar a forma como a ciência recebe, avalia e valoriza quem a ela se dedica.
Ao mesmo tempo, as histórias de Amanda, Elisabeth, Josina, Lorrane e Rosaly mostram que inspiração, redes de apoio e modelos de referência podem fazer toda a diferença. Cada exemplo de superação evidencia que é possível conquistar espaços historicamente hostis e construir trajetórias sólidas e significativas.
Mais do que apenas reconhecer o passado, celebrar essas conquistas é abrir portas para que novas gerações de meninas e mulheres se sintam confiantes para sonhar alto, dedicar-se à pesquisa e transformar a ciência. Quando todos – e todas – têm espaço para criar, descobrir e liderar, o conhecimento avança de verdade. Cada mulher que segue em frente inspira e fortalece outras ao seu redor, mostrando que a mudança já está acontecendo e que o futuro da ciência será mais justo e plural.
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Confira aqui, no Olhar Digital, onde assistir, ao vivo, às partidas de hoje, 08 de março de 2026. Veja, a seguir, os horários dos jogos de hoje, com atenção especial para as partidas dos campeonatos estaduais e dos campeonatos nacionais europeus.
Confira, a seguir, os jogos deste domingo (8) (horário de Brasília):
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A seguir, o Olhar Digital traz os jogos que serão transmitidos pela Globo, em cada região do Brasil, neste domingo (8) (horário de Brasília):
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Futebol é uma paixão nacional. Por isso, nada mais natural do que ver a internet popularizando o acesso aos campeonatos nacionais e internacionais no Brasil. Com as mudanças da tecnologia, ficou bastante fácil assistir a jogos de futebol ao vivo e online no seu celular.
Filmes e séries, por exemplo, já podem ser assistidos a qualquer hora e em qualquer lugar, graças aos serviços de streaming. Mas não são apenas essas produções que podem se beneficiar das ferramentas modernas: os esportes também. Assim, já é bastante fácil assistir a jogos de futebol ao vivo e online, seja do seu celular ou do computador.
O Olhar Digital preparou um artigo especial ensinando como fazer para acompanhar os principais campeonatos de futebol — nacionais e internacionais, de clubes ou seleções — diretamente do celular ou computador via streaming ao vivo!
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Confira aqui, no Olhar Digital, onde assistir, ao vivo, às partidas de hoje, 07 de março de 2026. Veja, a seguir, os horários dos jogos de hoje, com atenção especial para as partidas da seleção feminina, dos campeonatos estaduais e dos campeonatos nacionais europeus.
Confira, a seguir, os jogos deste sábado (7) (horário de Brasília):
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A Document Foundation, organização responsável pelo pacote de produtividade de código aberto LibreOffice, enviou um recado à Comissão Europeia nessa quinta-feira (05/03). Por meio de uma carta aberta, a entidade criticou o órgão governamental por disponibilizar um formulário de consulta pública exclusivamente no formato Microsoft Excel (.xlsx).
Para a fundação, a exigência de um arquivo proprietário para receber respostas da sociedade vai contra as próprias diretrizes de soberania digital e adoção de padrões abertos que a União Europeia tem defendido nos últimos tempos.
A Comissão Europeia vem construindo um histórico de defesa da neutralidade tecnológica, ressaltando a necessidade de reduzir a dependência das grandes empresas de tecnologia estrangeiras. Documentos oficiais do bloco, inclusive, recomendam utilizar formatos abertos na prestação de serviços digitais pelo setor público.
No entanto, a Document Foundation argumenta que, ao exigir que cidadãos e organizações enviem feedback preenchendo obrigatoriamente uma planilha vinculada com a extensão .xlsx, a instituição força a adoção de um padrão controlado pela Microsoft. Segundo a nota oficial, o cenário é agravado por questões técnicas.
Embora o formato base do Excel, conhecido como OOXML (ISO/IEC 29500), tenha sido aprovado como um padrão no passado, a implementação real realizada pela Microsoft quase nunca segue as especificações à risca.
Na prática, isso pode destruir a compatibilidade do arquivo. Tentar abrir, preencher e salvar o documento oficial europeu utilizando o LibreOffice Calc, por exemplo, pode resultar em falhas de formatação e perda de dados.

Para a fundação que mantém o LibreOffice, o caso ultrapassa a classificação de uma simples falha processual ou administrativa e prejudica indivíduos, organizações não governamentais e administrações públicas que já fizeram a transição para fluxos de trabalho baseados em código aberto.
A ironia é que a consulta pública tratava justamente da Lei de Ciber‑Resiliência da União Europeia, proposta criada para reduzir riscos ligados à dependência tecnológica.
A solução técnica cobrada pela criadora do LibreOffice é que todos os formulários e modelos de feedback das consultas públicas passem a ser distribuídos sob neutralidade de formato. Se o órgão governamental deseja manter o modelo .xlsx, deve obrigatoriamente fornecer, em paralelo, uma versão em .ods (planilha ODF), um padrão internacional padronizado pela ISO, livre de royalties e sem um proprietário corporativo, garantindo acesso universal e sem custos.
A longo prazo, a fundação sugere que a União Europeia abandone a dependência de arquivos de planilhas para esse tipo de tarefa. Um formulário direto na web ou documentos em texto simples seriam soluções mais eficientes, eliminando a barreira de instalação de um software local. Para pressionar o órgão, a Document Foundation convocou a comunidade de software livre a enviar e-mails de protesto e mensagens de apoio pelos canais oficiais de contato da UE.
LibreOffice critica União Europeia por usar Excel em consulta pública




Pressionada pela Comissão Europeia, a Meta anunciou nesta quinta-feira (05/03) que permitirá chatbots de IAs de terceiros no WhatsApp por meio da API Business nos países da União Europeia pelos próximos 12 meses.
A operação, no entanto, dependerá do pagamento de uma taxa — modelo já adotado na Itália desde janeiro. A medida foi comunicada à Comissão Europeia como resposta à ameaça de novas ações regulatórias contra a empresa.
No mês passado, a Comissão Europeia sinalizou que pretendia adotar medidas provisórias contra a companhia, diante do risco de danos à concorrência. A Meta bloqueou chatbots rivais do WhatsApp em 15 de janeiro, deixando apenas o Meta AI disponível no app, decisão que motivou investigações antitruste, inclusive no Brasil.
Por aqui, a lógica deve ser a mesma. A companhia afirmou ao Tecnoblog que está atualizando os termos e modelo de preços para “continuar a oferecer suporte a esses serviços”. A Meta segue obrigada a disponibilizar chatbots de IA de terceiros após decisão do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) nesta quarta-feira (04/03).
Os provedores de IA que quiserem operar no WhatsApp europeu pagarão entre 0,049 euros (aproximadamente R$ 0,30) e 0,1323 euros (R$ 0,81) por “mensagem não-template”, com o valor variando conforme o país. De acordo com o TechCrunch, como conversas com assistentes de IA costumam envolver dezenas de trocas, a conta pode sair alta para os provedores terceiros.
A política se restringe a chatbots de propósito geral, como o ChatGPT, e não se aplica a empresas que usam IA para atender clientes com mensagens padronizadas, como bots de atendimento. “Acreditamos que isso elimina a necessidade de qualquer intervenção imediata”, diz o comunicado da empresa.
Para concorrentes, a Comissão Europeia deveria manter a ordem de medidas provisórias contra a Meta. A Interaction Company, desenvolvedora do assistente Poke — e uma das empresas que apresentaram queixa — afirma que “o que a Meta apresenta como conformidade de boa-fé é, na realidade, o oposto”.
Marvin von Hagen, CEO da empresa, afirma que a Meta está introduzindo “uma precificação vexatória para provedores de IA” para impossibilitar a operação no WhatsApp, assim como “o bloqueio direto fazia”.

A atualização das políticas de API do WhatsApp se deu em outubro do ano passado e determinava que, a partir de 15 de janeiro, IAs de terceiros estariam proibidas de acessar as soluções do app. A Meta argumenta que chatbots de IA sobrecarregam seus sistemas de maneiras para as quais a API Business não foi projetada.
A partir do anúncio, empresas como a OpenAI e Microsoft anunciaram a remoção de chatbots no aplicativo. Entretanto, outras companhias, como as startups brasileiras Luzia e Zapia, acusam a Meta de privilegiar o serviço proprietário Meta AI com o bloqueio de concorrentes.
Apesar de ter cedido à pressão, a Meta sempre rebateu as alegações. Para a empresa, as desenvolvedoras partem do pressuposto “de que a WhatsApp seria, de alguma forma, uma loja de aplicativos”. Em posicionamento dado ao Tecnoblog em janeiro, a Meta afirmou que o WhatsApp Business não é o canal adequado para a entrada das empresas no mercado de IA.
Meta cobrará taxa para aceitar IAs rivais no WhatsApp europeu




O CEO da Nvidia, Jensen Huang, afirmou durante conferência do Morgan Stanley, em São Francisco (EUA), que a fabricante de chips não pretende realizar novos aportes na OpenAI e na Anthropic.
Segundo o executivo, a decisão está ligada aos planos das duas startups de inteligência artificial de abrir capital (IPO) ainda este ano, o que encerra a janela para investidores privados.
O recuo esfria meses de expectativas do mercado sobre a concretização de rodadas históricas de financiamento lideradas pela gigante dos chips.
A justificativa oficial da companhia é financeira. “O motivo é que eles vão abrir o capital”, resumiu Huang no evento. Informações da Reuters já indicavam que a criadora do ChatGPT estrutura uma oferta pública capaz de avaliá-la em até US$ 1 trilhão. Com o IPO no radar, a Nvidia abandonou o plano inicial de injetar US$ 100 bilhões na parceira, optando por um aporte final de US$ 30 bilhões.
Apesar da declaração de Huang, outro fator pode estar em jogo: o risco dos chamados “acordos circulares”, segundo o Financial Times. O mercado via com desconfiança a dinâmica em que a Nvidia investiria bilhões na OpenAI para que a startup usasse o mesmo dinheiro comprando chips da própria fabricante, um movimento que poderia inflar o setor artificialmente.
A relação da Nvidia com a Anthropic, na qual investiu US$ 10 bilhões no ano passado ao lado da Microsoft, também teria chegado ao limite. O distanciamento acontece em um cenário geopolítico tenso: o clima pesou em janeiro, quando o CEO da Anthropic, Dario Amodei, comparou a venda de chips americanos de IA para a China à “venda de armas nucleares para a Coreia do Norte” durante o Fórum de Davos — uma indireta clara à Nvidia.
O racha definitivo veio nesta semana. O governo Trump proibiu agências federais de usarem a tecnologia da Anthropic, pois a startup se recusou a liberar seus modelos para o desenvolvimento de armas autônomas e vigilância. Ironicamente, o boicote governamental impulsionou a Anthropic junto aos usuários: em 24 horas, seu chatbot Claude ultrapassou o ChatGPT na App Store dos EUA, segundo a Sensor Tower.
O CEO da OpenAI, Sam Altman, tem uma apresentação marcada para o mesmo evento do Morgan Stanley nesta quinta-feira (05/03), onde deverá responder a questionamentos sobre infraestrutura e o IPO trilionário.
Nvidia sinaliza que não investirá mais na OpenAI e Anthropic

A BYD, gigante global na fabricação de veículos elétricos, registrou uma queda de cerca de 36% nas vendas combinadas de janeiro e fevereiro de 2026, mesmo após ajuste para o impacto do feriado de Ano Novo Chinês, que ocorreu em meados de fevereiro. A retração indica que a liderança da empresa no mercado de elétricos da China está se estreitando, enquanto outras montadoras locais registraram crescimento nas vendas no mesmo período.
As vendas conjuntas de janeiro e fevereiro da Leapmotor alcançaram 60.126 unidades, representando um aumento de 19% em relação ao ano anterior. A Xiaomi vendeu mais de 59.000 unidades, um salto de 48% na comparação anual. Já a Nio e a Zeekr, da Geely, tiveram crescimento expressivo, com aumento aproximado de 77% e 84%, respectivamente. Por outro lado, a Xpeng apresentou a maior queda, com 35.267 entregas, uma redução de cerca de 42%, enquanto a Li Auto teve leve recuo de quase 4%, totalizando 54.089 unidades.

A redução da liderança da BYD indica um mercado chinês de veículos elétricos mais equilibrado, com ofertas concorrentes se tornando mais atraentes. Segundo Leon Cheng, chefe da área de mobilidade da consultoria YCP, “a liderança da BYD é real, mas está diminuindo. Uma reversão completa é improvável no curto prazo, mas a compressão da participação doméstica é a direção atual”. Entre 2024 e 2025, a empresa detinha cerca de 26% a 34% do mercado de veículos de nova energia, mas concorrentes como Geely e Leapmotor avançaram principalmente no segmento médio, foco principal da BYD.
Concorrentes chineses têm buscado agregar valor às suas ofertas mantendo preços competitivos, prática conhecida como involução. O SUV YU7 da Xiaomi foi o veículo de passageiros mais vendido na China em janeiro, superando o Tesla Model Y em mais que o dobro de unidades.

Para enfrentar a competição doméstica, a BYD tem ampliado sua atuação em mercados internacionais. Em fevereiro, pela primeira vez, as exportações da empresa superaram suas vendas internas. Cheng afirma que “as exportações são o amortecedor da BYD — vendas externas acima de 1 milhão de unidades em 2025 não podem ser igualadas por rivais puramente domésticos”.
No mercado interno, a empresa deve lançar novos produtos ainda em 2026, com destaque para novas baterias e recursos de assistência avançada ao motorista, seguindo estratégias anteriores que impulsionaram a demanda sem gerar guerra de preços.
Apesar do crescimento de alguns concorrentes, o mercado chinês de elétricos enfrenta demanda mais lenta, parcialmente devido à reintrodução do imposto de compra de 5% sobre veículos de nova energia, anteriormente isentos da taxa de 10%. Segundo Abby Tu, analista da S&P Global Mobility, essa mudança representa um acréscimo significativo no custo para o consumidor e pode reduzir a demanda por novos veículos elétricos.
Algumas montadoras têm buscado estimular a procura interna com opções de financiamento atrativas, como empréstimos com juros reduzidos ou nulos por períodos prolongados, estratégia adotada por empresas como Tesla e Xiaomi.
Leia mais:
Com a concorrência aumentando, a diferenciação se torna um desafio. Algumas montadoras buscam nichos em segmentos de luxo, enquanto a BYD tenta manter sua posição ajustando portfólio de produtos e explorando mercados externos, ao mesmo tempo em que prepara lançamentos domésticos para reforçar sua competitividade.

O cenário mostra um mercado de elétricos chinês em transformação, com disputas acirradas e estratégias variadas para capturar consumidores em um momento de crescimento desigual e ajuste de incentivos fiscais.
O post BYD vê vendas caírem 36% e perde terreno para rivais chineses apareceu primeiro em Olhar Digital.

O Google analisou o exploit kit Coruna, que usa 23 vulnerabilidades do iOS para invadir iPhones sem instalação de aplicativos.
O kit teria circulado entre diferentes atores ao longo de 2025, incluindo espionagem estatal e grupos criminosos.
O malware foca em roubo financeiro, especialmente de carteiras de criptomoedas e chaves de recuperação.
Quem usa iPhone com uma versão antiga do iOS pode estar vulnerável a um exploit kit que passou pelas mãos do governo dos Estados Unidos, espiões russos e golpistas chineses ao longo de 2025. As informações sobre o kit, chamado Coruna, foram reveladas pelo Grupo de Inteligência contra Ameaças do Google (GTIG) nesta semana.
Segundo a apuração, o Coruna foi detectado inicialmente em fevereiro de 2025, operado por um cliente de uma empresa de vigilância não identificada. A mesma estrutura apareceu em campanhas do UNC6353, grupo suspeito de espionagem russa, que mirou sites e usuários da Ucrânia.
O ciclo de vazamentos culminou no final do ano, quando o pacote completo do malware foi utilizado em massa pelo UNC6691, um grupo hacker chinês.
Para os pesquisadores do grupo, o cenário indica o fortalecimento de um mercado paralelo de exploits “de segunda mão”, em que ferramentas digitais altamente destrutivas vazam dos alvos originais e passam a ser reaproveitadas por cibercriminosos comuns.

O Coruna combina 23 vulnerabilidades do iOS em cinco cadeias de exploração, funcionando sem que a vítima precise instalar nada. De acordo com o Google, iPhones rodando o iOS 13 até o 17.2.1 são vulneráveis.
A cadeia começa com uma exploração do motor de navegação do Safari (WebKit) para executar o código remotamente no dispositivo. Em seguida, contorna proteções de memória do sistema e avança até obter acesso ao kernel do iPhone.
Segundo o GTIG, na campanha do grupo chinês, por exemplo, as iscas eram páginas falsas de corretores de finanças e jogos de azar. Uma vez dentro do dispositivo, o sistema carregava um payload focado exclusivamente em roubo financeiro, batizado de PlasmaLoader.
Implantada, a invasão atua contra as finanças da vítima, buscando chaves de segurança de contas e sequências BIP39, usadas na recuperação de carteiras de criptomoedas. O malware roubava informações de carteiras de ao menos 18 aplicativos, incluindo MetaMask, Trust Wallet, Phantom e Exodus.

De acordo com a empresa de segurança iVerify, que realizou engenharia reversa, o kit pode ter nascido como um framework do governo dos Estados Unidos. Segundo ela, o código apresenta semelhanças estruturais com armas cibernéticas do país e contém uma extensa documentação escrita em inglês nativo.
Para completar, a revista Wired reportou que o Coruna utiliza módulos de invasão vistos anteriormente na “Operação Triangulation”. Em 2023, a Kaspersky afirmou que o governo dos EUA tentou espionar os iPhones de seus funcionários usando justamente essa campanha. O Google, no entanto, não confirmou a origem do kit.
O Coruna não é eficaz contra a versão mais recente do iOS. Por isso, a recomendação é que usuários de iPhone atualizem o sistema operacional. Quem não puder atualizar e quiser se proteger, deve ativar o Modo de Isolamento, disponível na seção “Privacidade e Segurança”, nos Ajustes. O kit também não afeta dispositivos em modo de navegação privada.
O Google afirmou ter adicionado todos os sites e domínios identificados ao Safe Browsing para impedir que usuários os acessem pelo Chrome e outros navegadores compatíveis.
iPhones antigos são alvos de malware ligado à espionagem internacional



O sorteio do concurso 3627 da Lotofácil aconteceu na noite desta quarta-feira (4), às 21h. O prêmio desta loteria estava estimado em R$ 10 milhões.
Os números sorteados da Lotofácil 3627 foram: 01 – 02 – 06 – 07 – 08 – 09 – 10 – 12 – 13 – 14 – 15 – 16 – 17 – 19 – 21.
Confira os números sorteados da Lotofácil de hoje e descubra se o prêmio milionário acumulou ou se teve ganhadores. Em seguida, explore os últimos resultados e as informações sobre o próximo sorteio.
O valor será divulgado em instantes e, tão logo isso ocorra, atualizaremos esta reportagem.
Os ganhadores serão divulgados em instantes e, tão logo isso ocorra, atualizaremos esta reportagem.
O resultado da Lotofácil 3626 desta terça-feira (3) é: 01 – 02 – 03 – 06 – 07 – 09 – 10 – 13 – 15 – 16 – 17 – 18 – 20 – 21 – 25.
O próximo sorteio é o 3628 e ele acontece na quinta-feira, 05 de março de 2026.
Leia mais:
Os dez últimos resultados dos sorteios da Lotofácil foram:
Ao ganhar na Lotofácil, o processo de resgate do seu prêmio é simples e se diferencia principalmente pelo valor a ser recebido. Você tem a opção de fazer o resgate em qualquer casa lotérica credenciada ou nas agências da Caixa.
Veja como funciona:
Quantos números posso escolher para apostar na Lotofácil?
No volante, seja em papel ou digital, há 25 números disponíveis. A menor aposta possível é escolher 15 números e custa R$ 3,50. Quanto mais números você escolher, maior será sua chance de ganhar.
Qual é a maior aposta que posso fazer na Lotofácil?
A maior aposta é de 20 números. O preço dessa aposta é de R$ 54.264,00.
Como aumentar as chances de ganhar na Lotofácil?
Para aumentar suas chances na Lotofácil, o valor da cota depende da quantidade de dezenas e cotas disponíveis. Você encontra bolão com cota a partir de R$ 4,50.
O post Resultado da Lotofácil de hoje: veja números e ganhadores do concurso 3627 (quarta, 04/03) apareceu primeiro em Olhar Digital.
O sorteio do concurso 6966 da Quina aconteceu na noite de quarta-feira (4), às 21h. O prêmio desta loteria estava estimado em R$ 10,8 milhões.
Os números sorteados da Quina 6967 foram: 26 – 47 – 68 – 74 – 77.
Confira os números sorteados da Quina de hoje e descubra se o prêmio milionário acumulou ou se teve ganhadores. Em seguida, explore os últimos resultados e as informações sobre o próximo sorteio.
O valor será divulgado em instantes e, tão logo isso ocorra, atualizaremos esta reportagem.
Os ganhadores serão divulgados em instantes e, tão logo isso ocorra, atualizaremos esta reportagem.
O resultado da Quina 6966 desta terça-feira (3) é: 09 – 19 – 26 – 28 – 52.
O próximo sorteio é o 6968 e ele acontece na quinta-feira, 05 de março de 2026.
Leia mais:
Os dez últimos resultados dos sorteios da Quina foram:
Ao ganhar na Quina, o processo de resgate do seu prêmio é simples e se diferencia principalmente pelo valor a ser recebido. Você tem a opção de fazer o resgate em qualquer casa lotérica credenciada ou nas agências da Caixa.
Veja como funciona:
Quais os dias de sorteio da Quina?
Os sorteios da Quina acontecem 6 vezes por semana. Eles ocorrem de segunda a sábado.
Qual o horário do sorteio da Quina?
O sorteio ocorre às 21h (horário de Brasília).
Onde assistir ao sorteio ao vivo da Quina?
O sorteio é transmitido pela RedeTV! online e também na TV e pelo perfil da Caixa no YouTube e Facebook.
Como jogar na Quina?
A aposta simples consiste em marcar 5 números entre os 80 disponíveis.
Até que horas é possível apostar na Quina?
As apostas poderão ser feitas até as 20h do mesmo dia do sorteio.
Com quantos números se ganha na Quina?
O apostador leva prêmio em dinheiro se acerta a partir de 2 números (duque). Ele também ganha com 3 números (terno), 4 números (quadra) e 5 números sorteados.
Quantos números posso escolher para apostar na Quina?
No volante, seja em papel ou digital, há 80 números disponíveis. A menor aposta possível é escolher 5 números e custa R$ 3. Quanto mais números você escolher, maior será sua chance de ganhar.
O post Resultado da Quina de hoje: veja números e ganhadores do concurso 6967 (quarta, 04/03) apareceu primeiro em Olhar Digital.

Pokémon Gain é uma versão de FireRed modificada pelo grupo de fãs Spherical Ice, exclusiva para emuladores de Game Boy Advance. Nele, o treinador se aventura pelo continente de Orbtus e encontra criaturas da 4ª até a 6ª geração da franquia
Um dos atrativos desta ROM rack está na inclusão de funcionalidades exclusivas dos títulos de Nintendo DS, como as Mega Evoluções. Além disso, alguns Pokémon que originalmente precisavam ser trocados para evoluir, agora evoluem com pedras especiais disponíveis no game modificado.
A seguir, confira todos os códigos e cheats que facilitam o avanço na história de Pokémon Gain. A lista inclui “trapaças” para obter itens, Pokémon lendários e até ganhar mais experiência a cada batalha.
Você deve usar um dos Master Code na opção “List Cheats” ou semelhante do emulador para conseguir usufruir dos cheats de Pokémon Gaia. Use somente um código por vez, a inserção de outros códigos ao mesmo tempo pode travar o jogo.
| Opções de Master Code | Código |
|---|---|
| Master Code I | 0000BE99 000A |
| Master Code II | 1003DAE6 0007 |
| Master Code III | 000014D1 000A |
| Master Code IV | 10044EC8 0007 |
Importante
É recomendado salvar o progresso do jogo antes de ativar os códigos e, se possível, criar uma cópia do arquivo. Em alguns casos, o uso dos cheats pode corromper o save e o jogador pode perder o conteúdo obtido.
| Cheat | Código |
|---|---|
| Dinheiro Infinito | 820257BC 423F 820257BE 000F |
| Itens na PokeMart custam $1 | 3C25A344 FD8F451C AD86124F 2823D8DA |
| Master ball no PokeMart | 82003884 0001 |
| RareCandy | 82003884 0044 |
| Atravessar paredes | 509197D3 542975F4 78DA95DF 44018CB4 |
| Cheat | Código |
|---|---|
| 100% taxa de captura | 87ACF659 707466DC 8BB602F7 8CEB681A |
| Ganhar 5000 de XP | 7300218C0001 82023D501388 |
| Aparecer Pokémon Brilhante (Shiny) | 39584B19 D80CC66A CE71B3D3 1F6A85FB 198DF179 5413C867 73ECB8A0 BDD8B251 D5AFFB37 6855972C 73ECB8A0 BDD8B251 |
| Sem lutas aleatórias | D41DD0CA 33A629E5 8E883EFF 92E9660D |

Para ativar esse cheat, é necessário incluir primeiro o seguinte código: AA3BB0ED 41CD5D95.
Em seguida, você deve inserir o código referente ao estado do Pokémon.
Por exemplo, se você deseja uma criatura Adamant, o cheat que deve ser inserido é: AA3BB0ED 41CD5D95 5EB8DEEE 692ED298
| Estado | Código |
|---|---|
| Hardy | D0E34D66 5796A7D3 |
| Lonely | D73BC50A 5F47AA0E |
| Brave | E485844D 2F24038C |
| Adamant | 5EB8DEEE 692ED298 |
| Naughty | 83286B46 6479AA98 |
| Bold | 35EB915F 08F33974 |
| Docile | A58F6F1B BFB13FEF |
| Relaxed | 34027F23 7E7E1599 |
| Impish | CDA2AB99 F89D5BB9 |
| Lax | D593BF29 E18AAAE5 |
| Quiet | 1BC372C9 06B4D17F |
| Hasty | D4950A99 D729D80A |
| Serious | 93F04759 F95753D9 |
| Jolly | E9EC2CBF A7EDD4A7 |
| Naive | 56F744B0 37E16732 |
| Modest | E1EB2109 4480C28D |
| Mild | A2461E51 304137B6 |
| Timid | 0456554B 66D3AAF9 |
| Bashful | B05B4CCD A0A1505B |
| Rash | 909149AB 2DE8726A |
| Calm | 31F62F82 D9A0C100 |
| Gentle | 9A41D845 41B93FE6 |
| Sassy | D47DA721 6C3B9FFC |
| Careful | 1A15BF1E E72650E4 |
| Quirky | 5A7B2626 21ECD183 |

| Pokémon | Código |
|---|---|
| Arceus | 83007CEE 0222 |
| Vulcanion | 83007CEE 0306 |
| Darkrai | 83007CEE 0220 |
| Palkia | 83007CEE 0219 |
| Dialga | 83007CEE 0218 |
| Shaymin | 83007CEE 0221 |
| Victini | 83007CEE 0223 |
| Hoopa | 83007CEE 0305 |
| Diancie | 83007CEE 0304 |
| Zygarde | 83007CEE 0303 |
| Yvetal | 83007CEE 0302 |
| Xerneas | 83007CEE 0301 |
Ao ativar um destes códigos de Megastone, você deve ir até um Pokemart e comprar o primeiro item por $0.
Dica
Use o comando CTRL+F do seu navegador para pesquisar o nome da Megastone que você deseja obter e encontrar o código.
| Megastone | Código |
| Mega Ring | 82003884 0109 |
| Venusaurite | 82003884 00E6 |
| Charizite X | 82003884 00E7 |
| Charizite Y | 82003884 00E8 |
| Blastoisite | 82003884 00E9 |
| Alakazite | 82003884 00EA |
| Gengarite | 82003884 00EB |
| Kangaskhite | 82003884 00EC |
| Pinsirite | 82003884 00ED |
| Gyaradosite | 82003884 00EE |
| Aerodactice | 82003884 00EF |
| Mewtwonite X | 82003884 00F0 |
| Mewtwonite Y | 82003884 00F1 |
| Ampharosite | 82003884 00F2 |
| Scizorite | 82003884 00F3 |
| Heracronite | 82003884 00F4 |
| Houndoomite | 82003884 00F5 |
| Tyranitarite | 82003884 00F6 |
| Blazikenite | 82003884 00F7 |
| Gardevoirite | 82003884 00F8 |
| Mawilite | 82003884 00F9 |
| Aggronite | 82003884 00FA |
| Glalitite | 82003884 0120 |
| Medichamite | 82003884 0100 |
| Banettite | 82003884 0101 |
| Absolite | 82003884 0102 |
| Garchompite | 82003884 0103 |
| Lucarionite | 82003884 010A |
| Abomasite | 82003884 010B |
| Steelixite | 82003884 0116 |
| Swarmpertite | 82003884 0117 |
| Sablenite | 82003884 0118 |
| Sharpedonite | 82003884 0119 |
| Cameruptite | 82003884 011A |
| Altarianite | 82003884 011B |
| Audinite | 82003884 0163 |
| Sceptilite | 82003884 0164 |
| Salamencite | 82003884 015B |
| Metagrossite | 82003884 015C |
| Latiasite | 82003884 015D |
| Latiosite | 82003884 015F |
| Lopunnite | 82003884 0160 |
| Galladite | 82003884 0161 |
| Diancite | 82003884 0167 |
| Beedrillite | 82003884 010F |
| Pidgeotite | 82003884 0110 |
| SlowBronite | 82003884 0111 |
| Manectite | 82003884 016B |

Ao usar um destes códigos de TM/HM, vá até um Pokemart e compre o primeiro item.
| TM/HM | Código |
|---|---|
| TM01 (Magic Shine) | 82003884 0121 |
| TM02 (Dragon Claw) | 82003884 0122 |
| TM03 (Water Pulse) | 82003884 0123 |
| TM04 (Calm Mind) | 82003884 0124 |
| TM05 (Roar) | 82003884 0125 |
| TM06 (Toxic) | 82003884 0126 |
| TM07 (Hail) | 82003884 0127 |
| TM08 (Bulk Up) | 82003884 0128 |
| TM09 (Bullet Seed) | 82003884 0129 |
| TM10 (Hidden Power) | 82003884 012A |
| TM11 (Sunny Day) | 82003884 012B |
| TM12 (Taunt) | 82003884 012C |
| TM13 (Ice Beam) | 82003884 012D |
| TM14 (Blizzard) | 82003884 012E |
| TM15 (Hyper Beam) | 82003884 012F |
| TM16 (Light Screen) | 82003884 0130 |
| TM17 (Protect) | 82003884 0131 |
| TM18 (Rain Dance) | 82003884 0132 |
| TM19 (Giga Drain) | 82003884 0133 |
| TM20 (Safeguard) | 82003884 0134 |
| TM21 (Frustration) | 82003884 0135 |
| TM22 (Solar Beam) | 82003884 0136 |
| TM23 (Iron Tail) | 2003884 0137 |
| TM24 (Thunderbolt) | 82003884 0138 |
| TM25 (Thunder) | 82003884 0139 |
| TM26 (Earthquake) | 82003884 013A |
| TM27 (Return) | 82003884 013B |
| TM28 (Dig) | 82003884 013C |
| TM29 (Psychic) | 82003884 013D |
| TM30 (Shadow Ball) | 82003884 013E |
| TM31 (Brick Break) | 82003884 013F |
| TM32 (Double Team) | 82003884 0140 |
| TM33 (Reflect) | 82003884 0141 |
| TM34 (Shock Wave) | 82003884 0142 |
| TM35 (Flamethrower) | 82003884 0143 |
| TM36 (Sludge Bomb) | 82003884 0144 |
| TM37 (Sandstorm) | 82003884 0145 |
| TM38 (Fire Blast) | 82003884 0146 |
| TM39 (Rock Tomb) | 82003884 0147 |
| TM40 (Aerial Ace) | 82003884 0148 |
| TM41 (Torment) | 82003884 0149 |
| TM42 (Facade) | 82003884 014A |
| TM43 (Secret Power) | 82003884 014B |
| TM44 (Rest) | 82003884 014C |
| TM45 (Attract) | 82003884 014D |
| TM46 (Thief) | 82003884 014E |
| TM47 (Steel Wing) | 82003884 014F |
| TM48 (Skill Swap) | 82003884 0150 |
| TM49 (Snatch) | 82003884 0151 |
| TM50 (Overheat) | 82003884 0152 |
| HM01 (Cut) | 82003884 0153 |
| HM02 (Fly) | 82003884 0154 |
| HM03 (Surf) | 82003884 0155 |
| HM04 (Strength) | 82003884 0156 |
| HM05 (Flash) | 82003884 0157 |
| HM06 (Rock Smash) | 82003884 0158 |
| HM07 (Waterfall) | 82003884 0159 |
| HM08 (Dive) | 82003884 015A |
Para o usar o cheat para obter itens, é necessário inserir o código: 82003884 YYYY.
Então, substitua o “YYYY” pelo código do item correspondente na tabela abaixo. Em seguida, visite um Pokemart e compre o primeiro item.
Dica
Use o comando CTRL+F do seu navegador para pesquisar o nome do item que você deseja obter e encontrar o código.
| Item | Código |
|---|---|
| Master Ball | 0001 |
| Ultra Ball | 0002 |
| Great Ball | 0003 |
| Poke Ball | 0004 |
| Safari Ball | 0005 |
| Net Ball | 0006 |
| Dive Ball | 0007 |
| Nest Ball | 0008 |
| Repeat Ball | 0009 |
| Timer Ball | 000A |
| Luxury Ball | 000B |
| Premier Ball | 000C |
| Heal Ball | 0057 |
| Dusk Ball | 0058 |
| Cherish Ball | 0059 |
| Park Ball | 005A |
| Smoke Ball | 00C2 |
| Potion | 000D |
| Antidote | 000E |
| Burn Heal | 000F |
| Ice Heal | 0010 |
| Awakening | 0011 |
| Parlyz Heal | 0012 |
| Full Restore | 0013 |
| Max Potion | 0014 |
| Hyper Potion | 0015 |
| Super Potion | 0016 |
| Full Heal | 0017 |
| Revive | 0018 |
| Max Revive | 0019 |
| Fresh Water | 001A |
| Soda Pop | 001B |
| Lemonade | 001C |
| MooMoo Milk | 001D |
| Energy Powder | 001E |
| Energy Root | 001F |
| Heal Powder | 0020 |
| Revival Herb | 0021 |
| Ether | 0022 |
| Max Ether | 0023 |
| Elixir | 0024 |
| Max Elixir | 0025 |
| Lava Cookie | 0026 |
| Blue Flute | 0027 |
| Yellow Flute | 0028 |
| Red Flute | 0029 |
| Black Flute | 002A |
| White Flute | 002B |
| Berry Juice | 002C |
| Sacred Ash | 002D |
| Shoal Salt | 002E |
| Shoal Shell | 002F |
| Red Shard | 0030 |
| Blue Shard | 0031 |
| Yellow Shard | 0032 |
| Green Shard | 0033 |
| Casteliacone | 0034 |
| Relic Copper | 0035 |
| Relic Silver | 0036 |
| Relic Gold | 0037 |
| Relic Vase | 0038 |
| Relic Band | 0039 |
| Relic Statue | 003A |
| Relic Crown | 003B |
| HP Up | 003F |
| Protein | 0040 |
| Iron | 0041 |
| Carbos | 0042 |
| Calcium | 0043 |
| Rare Candy | 0044 |
| PP Up | 0045 |
| Zinc | 0046 |
| PP Max | 0047 |
| Guard Spec | 0049 |
| Dire Hit | 004A |
| X Attack | 004B |
| X Defend | 004C |
| X Speed | 004D |
| X Accuracy | 004E |
| X Special | 004F |
| Poke Doll | 0050 |
| Fluffy Tail | 0051 |
| Super Repel | 0053 |
| Max Repel | 0054 |
| Escape Rope | 0055 |
| Repel | 0056 |
| Sun Stone | 005D |
| Moon Stone | 005E |
| Fire Stone | 005F |
| Thunder Stone | 0060 |
| Water Stone | 0061 |
| Leaf Stone | 0062 |
| Regal Stone | 0063 |
| Shiny Stone | 0064 |
| Dusk Stone | 0065 |
| Baie Robuste | 0066 |
| Tiny Mushroom | 0067 |
| Big Mushroom | 0068 |
| Rare Bone | 0069 |
| Pearl | 006A |
| Big Pearl | 006B |
| Stardust | 006C |
| Star Piece | 006D |
| Nugget | 006E |
| Heart Scale | 006F |
| Life Orb | 0070 |
| Toxic Orb | 0071 |
| Flame Orb | 0072 |
| Black Sludge | 0073 |
| Orange Mail | 0079 |
| Harbor Mail | 007A |
| Glitter Mail | 007B |
| Mech Mail | 007C |
| Wood Mail | 007D |
| Wave Mail | 007E |
| Bead Mail | 007F |
| Shadow Mail | 0080 |
| Tropic Mail | 0081 |
| Dream Mail | 0082 |
| Fab Mail | 0083 |
| Retro Mail | 0084 |
| Cheri Berry | 0085 |
| Chesto Berry | 0086 |
| Pecha Berry | 0087 |
| Rawst Berry | 0088 |
| Aspear Berry | 0089 |
| Leppa Berry | 008A |
| Oran Berry | 008B |
| Persim Berry | 008C |
| Lum Berry | 008D |
| Sitrus Berry | 008E |
| Figy Berry | 008F |
| Wiki Berry | 0090 |
| Mago Berry | 0091 |
| Aguav Berry | 0092 |
| Iapapa Berry | 0093 |
| Razz Berry | 0094 |
| Bluk Berry | 0095 |
| Nanab Berry | 0096 |
| Wepear Berry | 0097 |
| Pinap Berry | 0098 |
| Pomeg Berry | 0099 |
| Kelpsy Berry | 009A |
| Qualot Berry | 009B |
| Hondew Berry | 009C |
| Grepa Berry | 009D |
| Tamato Berry | 009E |
| Cornn Berry | 009F |
| Magost Berry | 00A0 |
| Rabuta Berry | 00A1 |
| Nomel Berry | 00A2 |
| Spelon Berry | 00A3 |
| Pamtre Berry | 00A4 |
| Watmel Berry | 00A5 |
| Durin Berry | 00A6 |
| Belue Berry | 00A7 |
| Liechi Berry | 00A8 |
| Ganlon Berry | 00A9 |
| Salac Berry | 00AA |
| Petaya Berry | 00AB |
| Apicot Berry | 00AC |
| Lansat Berry | 00AD |
| Starf Berry | 00AE |
| Enigma Berry | 00AF |
| Choice Band | 00B0 |
| Choice Specs | 00B1 |
| Choice Scarf | 00B2 |
| Bright Powder | 00B3 |
| White Herb | 00B4 |
| Macho Brace | 00B5 |
| Exp Share | 00B6 |
| Quick Claw | 00B7 |
| Soothe Bell | 00B8 |
| Mental Herb | 00B9 |
| Choice Band | 00BA |
| King’s Rock | 00BB |
| Silver Powder | 00BC |
| Amulet Coin | 00BD |
| Cleanse Tag | 00BE |
| Soul Dew | 00BF |
| Deep Sea Tooth | 00C0 |
| Deep Sea Scale | 00C1 |
| Everstone | 00C3 |
| Focus Band | 00C4 |
| Lucky Egg | 00C5 |
| Scope Lens | 00C6 |
| Metal Coat | 00C7 |
| Leftovers | 00C8 |
| Dragon Scale | 00C9 |
| Light Ball | 00CA |
| Soft Sand | 00CB |
| Hard Stone | 00CC |
| Miracle Seed | 00CD |
| Black Glasses | 00CE |
| Black Belt | 00CF |
| Magnet | 00D0 |
| Mystic Water | 00D1 |
| Sharp Beak | 00D2 |
| Poison Barb | 00D3 |
| Nevermelt Ice | 00D4 |
| Spell Tag | 00D5 |
| Twisted Spoon | 00D6 |
| Charcoal | 00D7 |
| Dragon Fang | 00D8 |
| Silk Scarf | 00D9 |
| Up-Grade | 00DA |
| Shell Bell | 00DB |
| Sea Incense | 00DC |
| Lax Incense | 00DD |
| Lucky Punch | 00DE |
| Metal Powder | 00DF |
| Thick Club | 00E0 |
| Stick | 00E1 |
| Assault Vest | 00E2 |
| Ability Pill | 00E3 |
| Polkadot Bow | 00E4 |
| Pink Bow | 00E5 |
| Red Scarf | 00FB |
| Blue Scarf | 00FC |
| Pink Scarf | 00FD |
| Green Scarf | 00FE |
| Yellow Scarf | 00FF |
| Coin Case | 0104 |
| ItemFinder | 0105 |
| Old Rod | 0106 |
| Good Rod | 0107 |
| Super Rod | 0108 |
| Mega Ring | 0109 |
| Care Package | 010C |
| Dusty Tome | 010D |
| Redwood Card | 010E |
| Letter | 0112 |
| Camera | 0113 |
| Broken Tool | 0114 |
| Secret Potion | 0115 |
| Purple Key | 011C |
| Storage Key | 011D |
| Root Fossil | 011E |
| Claw Fossil | 011F |
| Poke Flute | 015E |
| Old Amber | 0162 |
| Helix Fossil | 0165 |
| Dome Fossil | 0166 |
| Bicycle | 0168 |
| Town Map | 0169 |
| Battle Searcher | 016A |
| Voice Checker | 016B |
| TM Case | 016C |
| Berry Pouch | 016D |
| Ragged Map | 016E |
| Gas Mask | 016F |
| Dubious Disc | 0074 |
| Eviolite | 0077 |
| Cover Fossil | 0075 |
| Plume Fossil | 0076 |
| Sail Fossil | 003D |
| Jaw Fossil | 003C |
| Skull Fossil | 0175 |
| Armor Fossil | 0176 |
Códigos e cheats de Pokémon Gaia







Após 25 meses de atividade no espaço, a missão SpIRIT, da Austrália, foi oficialmente encerrada. O projeto marcou um avanço importante para o setor espacial do país. Liderado pela Universidade de Melbourne, em parceria com a Agência Espacial Italiana (ASI), o nanossatélite superou a expectativa inicial de operação, prevista para dois anos.
Pequeno, do tamanho de uma caixa de sapatos, e pesando 11,5 kg, o SpIRIT completou cerca de 16 mil voltas ao redor da Terra. Ao longo desse período, percorreu algo em torno de 690 milhões de quilômetros – o que é comparável à distância entre a Terra e Júpiter. O satélite enviou mais de 400 imagens ao planeta e registrou centenas de outras para pesquisas realizadas a bordo.

Em resumo:
De acordo com um comunicado, a missão teve como principal objetivo testar tecnologias desenvolvidas na Austrália. O projeto demonstrou a eficiência de sistemas autônomos, comunicações avançadas e controle térmico em órbita. Além disso, contribuiu para fortalecer a indústria espacial local e ampliar a experiência técnica de pesquisadores e empresas do país.
Um dos destaques foi o instrumento HERMES, fornecido pela ASI, que permitiu a realização de estudos com raios X e raios gama, fenômenos associados a eventos extremos no universo, como a morte de estrelas massivas ou a fusão de estrelas de nêutrons. Apenas nos últimos meses de 2025, o satélite coletou mais de 180 horas de dados científicos.
Segundo a professora Michele Trenti, investigadora principal da missão, o projeto representa uma conquista relevante para a equipe e seus parceiros. Ela destaca o apoio das agências espaciais da Austrália e da Itália e defende que o legado do SpIRIT deve beneficiar futuras iniciativas científicas.

O chefe da Agência Espacial Australiana (ASA), Enrico Palermo, avaliou que o impacto da missão vai além dos resultados técnicos. Para ele, o investimento ajudou a consolidar a posição da Austrália como parceira confiável em projetos espaciais internacionais. Já o líder da ASI, Teodoro Valente, ressaltou o avanço tecnológico alcançado com o desempenho do instrumento HERMES.
Diversas empresas australianas participaram do consórcio responsável pela missão. Entre elas, Inovor Technologies, Neumann Space, Nova Systems e SITAEL Austrália, que contribuíram com plataforma, sistema de propulsão, estação terrestre e engenharia de sistemas, respectivamente.
Leia mais:
Em janeiro, o satélite começou a apresentar falhas técnicas e perda intermitente de comunicação. Após análises, a equipe concluiu que não seria possível restabelecer contato estável, encerrando oficialmente a fase operacional em órbita.
A expectativa é que o SpIRIT reentre na atmosfera e se desintegre até agosto, sem gerar detritos espaciais. Agora, os pesquisadores concentram esforços na análise dos dados coletados e na publicação dos resultados. As experiências adquiridas servirão de base para o desenvolvimento de novas tecnologias espaciais australianas, incluindo aplicações em sensoriamento remoto e computação em órbita.
O post Missão SpIRIT chega ao fim após percorrer mais de meio bilhão de km pelo espaço apareceu primeiro em Olhar Digital.

O Tribunal do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) decidiu manter a medida preventiva que, na prática, libera chatbots de inteligência artificial concorrentes à Meta AI no WhatsApp, como Luzia e Zapia.
A decisão proíbe a entrada em vigor dos novos termos de uso do WhatsApp. Anunciados em outubro de 2025, eles têm como objetivo barrar o acesso ou o uso de seu ecossistema por provedores e desenvolvedores de IA.
O Tribunal avaliou que a exclusão total das ferramentas de IA não seria proporcional e que as novas regras poderiam prejudicar a livre concorrência no mercado.
O julgamento foi decidido por unanimidade, negando recurso interposto pela Meta e mantendo a medida preventiva imposta pela Superintendência-Geral do Cade (SG-Cade). A companhia argumentava que os chatbots podem sobrecarregar sua infraestrutura e que os desenvolvedores de IA não podem depender do WhatsApp.
Procurada pelo Tecnoblog, a assessoria de imprensa da Meta enviou o seguinte comunicado:
Onde formos legalmente obrigados a disponibilizar chatbots de IA por meio da API do WhatsApp, estamos atualizando nossos termos e nosso modelo de preços para que possamos continuar a oferecer suporte a esses serviços.
Os novos termos de uso do WhatsApp foram anunciados em outubro de 2025. Eles têm como objetivo proibir o acesso ou o uso de seu ecossistema por provedores e desenvolvedores de IA.
Luzia e Zapia entraram com representação junto ao Cade e solicitaram uma medida preventiva. As duas empresas oferecem chatbots de IA primariamente via WhatsApp. Elas alegaram que as novas regras poderiam afetar o mercado brasileiro de IA, dado que o mensageiro da Meta é o mais usado no país.
Dois dias antes de as novas regras começarem a valer, o Cade proibiu as mudanças nos termos de uso do WhatsApp, mantendo a permissão para IAs concorrentes no aplicativo.
Tribunal do Cade mantém decisão que libera rivais da Meta AI no WhatsApp

Ganhar na loteria e aplicar 9,7 milhões na poupança pode transformar completamente a sua vida financeira. Com a Quina acumulada, esse valor permite viver apenas de rendimentos mensais.
Além disso, a segurança da poupança atrai quem busca tranquilidade imediata.Entenda agora quanto rende e como organizar sua nova realidade com inteligência.
Segundo informações oficiais disponíveis no site da Loterias Caixa, o resgate do prêmio exige validação presencial e apresentação de documentos originais. Portanto, antes de pensar nos rendimentos, é essencial cumprir corretamente cada etapa para garantir segurança jurídica e financeira.
Além disso, manter a calma nos primeiros dias evita decisões precipitadas. Organizar o cronograma desde a retirada até o primeiro crédito de juros permite que o dinheiro comece a trabalhar a seu favor sem comprometer o patrimônio.
💰 Validação do Bilhete: Apresentação em agência da Caixa com documentos originais para confirmar a autenticidade.
🏦 Depósito do Valor Total: Transferência dos R$ 9,7 milhões para a caderneta escolhida após trâmites internos.
📈 Primeiro Rendimento: Após 30 dias, os juros são creditados, iniciando a geração de renda passiva mensal.
Considerando a regra atual da poupança, que paga 0,5% ao mês mais Taxa Referencial quando a Selic está acima de 8,5% ao ano, o rendimento estimado gira em torno de 0,52% ao mês. Portanto, os números impressionam e permitem viver com conforto elevado.

Aplicando 9,7 milhões na poupança, o rendimento mensal aproximado chega a R$ 50.440,00 a R$ 52.000,00, dependendo da TR. Além disso, se o valor não for totalmente retirado, os juros compostos ampliam o patrimônio ao longo do tempo.
Ao manter o capital investido, os ganhos acumulados aumentam progressivamente. Portanto, mesmo retirando apenas parte dos rendimentos, o saldo tende a crescer ao longo dos meses.
Veja abaixo uma simulação aproximada considerando rendimento médio de 0,52% ao mês.
| Período | Rendimento Estimado | Saldo Aproximado |
|---|---|---|
| 1 mês | R$ 50.440,00 | R$ 9.750.440,00 |
| 6 meses | R$ 308.900,00 | R$ 10.008.900,00 |
| 12 meses | R$ 635.000,00 | R$ 10.335.000,00 |
Embora a poupança ofereça segurança e simplicidade, outras aplicações de renda fixa podem apresentar rentabilidade superior com risco igualmente controlado. Portanto, dividir o capital entre diferentes produtos financeiros pode otimizar resultados.
Além disso, consultar um planejador financeiro ajuda a estruturar uma estratégia de longo prazo. Assim, parte do dinheiro permanece acessível, enquanto outra parte cresce de forma mais eficiente.
Manter sigilo sobre o prêmio protege sua segurança e evita pressões externas. Além disso, agir com disciplina financeira impede que gastos impulsivos comprometam o patrimônio conquistado.
Se você administrar os 9,7 milhões na poupança com estratégia, poderá viver de renda mensal robusta e ainda preservar o capital para futuras gerações. Portanto, planejamento e equilíbrio serão seus maiores aliados nessa nova fase.
Leia mais:
O post Quina acumulada: quanto rendem os 9,7 milhões de reais do prêmio na poupança apareceu primeiro em Olhar Digital.

A Meta iniciou testes de uma ferramenta de compras integrada ao Meta AI para parte dos usuários nos Estados Unidos. Segundo informações divulgadas pela Bloomberg, o recurso aparece, por enquanto, apenas na versão web acessada por navegadores em desktop.
Usuários selecionados identificam a novidade ao visualizar o botão “Pesquisa de compras” dentro do campo de perguntas. Segundo a Bloomberg, a empresa confirmou que está avaliando a funcionalidade, mas não informou quando — ou se — ela será liberada de forma ampla.
Ao solicitar sugestões de itens, o chatbot passa a exibir um carrossel com imagens, valores e links direcionando para sites de comércio eletrônico. Também aparecem dados sobre a marca e uma explicação resumida sobre o motivo da recomendação.
O sistema pode personalizar as respostas com base em dados disponíveis do perfil do usuário, como gênero e localização. Em um dos testes relatados pela Bloomberg, a ferramenta sugeriu casacos femininos de inverno vendidos por lojas que entregam em Nova York, considerando as informações cadastradas.
Apesar da integração, a compra não é concluída dentro da interface do Meta AI. O usuário precisa acessar o site indicado para finalizar o pedido.

A movimentação já havia sido antecipada por Mark Zuckerberg, que mencionou, em teleconferência com investidores neste ano, o lançamento de ferramentas de compras com agentes de IA.
A Meta entra em um cenário no qual concorrentes já oferecem soluções semelhantes. A OpenAI disponibilizou um assistente de compras dedicado no ChatGPT antes da Black Friday do ano passado. O Google também lançou recursos de compra integrados ao Gemini no mesmo período, enquanto a Perplexity apresentou ferramenta similar.
Com informações do Engadget
Meta começa a testar compras via Meta AI nos Estados Unidos




A Anthropic anunciou um recurso que facilita a migração de usuários de outros assistentes de IA para o Claude. A novidade permite importar preferências e memórias de plataformas concorrentes, como o ChatGPT, o Gemini e o Copilot, sem que seja necessário reconfigurar tudo do zero.
O lançamento ocorre em um momento de forte exposição pública da empresa nos Estados Unidos. Nos últimos dias, o Claude ultrapassou o ChatGPT entre os aplicativos gratuitos mais baixados da App Store, movimento que coincidiu com a disputa envolvendo contratos com o Departamento de Defesa norte-americano.
A ferramenta funciona a partir de um prompt fornecido pela Anthropic. O usuário copia esse comando e o insere no chatbot concorrente para exportar suas memórias e contexto em formato de código. Em seguida, basta colar o conteúdo nas configurações do Claude, na seção de memória, e confirmar a importação.
No site oficial, a empresa resume a proposta: “Traga suas preferências e contexto de outros provedores de IA para o Claude” e complementa: “Com um simples copiar e colar, Claude atualiza sua memória e continua exatamente de onde você parou.”
Segundo a Anthropic, o processamento das novas informações pode levar até 24 horas. Após esse período, o usuário pode verificar o que foi assimilado na área “Veja o que o Claude aprendeu sobre você” e ajustar dados no menu “Gerenciar memória”. A companhia afirma que o sistema prioriza tópicos ligados a trabalho e colaboração, podendo ignorar detalhes pessoais que não tenham relação com esse foco.

O crescimento recente do aplicativo ocorre após impasse com o Departamento de Defesa dos EUA. A Anthropic afirmou que buscou restrições contratuais relacionadas a vigilância doméstica em massa e ao uso de modelos em armas totalmente autônomas. Em comunicado, declarou acreditar que “os modelos de IA de ponta atuais são confiáveis o suficiente para serem usados em armas totalmente autônomas” e que a vigilância em larga escala viola “direitos fundamentais”.
Após o rompimento, o secretário de Defesa, Pete Hegseth, indicou em publicação no X que a empresa seria tratada como risco na cadeia de suprimentos, iniciando uma transição de seis meses. Poucas horas depois, a OpenAI anunciou acordo para fornecer tecnologia ao governo em sistemas classificados.
This week, Anthropic delivered a master class in arrogance and betrayal as well as a textbook case of how not to do business with the United States Government or the Pentagon.
— Secretary of War Pete Hegseth (@SecWar) February 27, 2026
Our position has never wavered and will never waver: the Department of War must have full, unrestricted…
Com informações do Gizmodo e Engadget
Claude libera importação de preferências do ChatGPT em meio à disputa nos EUA


