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Received today — 19 de Maio de 2026Negócios

PIB (real) do Japão cresce 0,5% no 1º trimestre e supera previsões

18 de Maio de 2026, 22:54

A economia do Japão continuou a se expandir durante o primeiro trimestre de 2026, reforçando o argumento para um novo aumento da taxa de juros, à medida que o conflito no Oriente Médio eleva os riscos de inflação.

O Produto Interno Bruto (PIB) real cresceu 0,5% no período de janeiro a março em relação ao trimestre anterior, mostraram nesta terça-feira, 19, dados preliminares do governo.

Isso se compara à expansão de 0,2% registrada no trimestre de outubro a dezembro e ao crescimento de 0,4% esperado em uma pesquisa com economistas realizada pela provedora de dados Quick.

A economia cresceu 2,1% em termos anualizados durante o primeiro trimestre.

Os resultados sólidos provavelmente aumentarão as expectativas de um aumento de juros em breve pelo Banco do Japão.

Muitos economistas e investidores esperam que o banco central eleve sua taxa básica para 1,0%, de 0,75%, em sua próxima reunião, apesar do risco de que as pressões de preços possam desestimular os gastos das famílias e comprimir as margens corporativas, desacelerando a atividade econômica.

Isso deixa o banco central em uma posição difícil. Manter as taxas de juros inalteradas para proteger a economia pode alimentar uma maior fraqueza da moeda e acelerar a inflação. Por outro lado, aumentar os juros de forma mais agressiva para controlar custos e proteger o iene traz o risco de sufocar o crescimento econômico.

Os dados de terça-feira mostraram que a recuperação da demanda interna permanece gradual e frágil. A incerteza geopolítica contínua e os custos mais altos de combustível podem, em breve, começar a pressionar as finanças e prejudicar o sentimento de famílias e empresas.

O consumo privado avançou 0,3% no primeiro trimestre, após ficar estável nos três meses anteriores. O investimento em capital cresceu 0,3%, bem abaixo da expansão de 1,4% no trimestre anterior.

*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação da Broadcast

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Sony negocia acordo de US$ 1 bilhão com a TCL e pode vender controle de negócio de TVs

23 de Março de 2026, 11:19

A Sony está próxima de fechar um acordo vinculante para vender uma participação majoritária em seu negócio de entretenimento doméstico para a rival chinesa TCL, em uma transação que pode ser avaliada em cerca de US$ 1 bilhão, segundo pessoas familiarizadas com o assunto.

As empresas avançaram nas negociações e buscam anunciar a operação já neste mês, disseram as fontes, que pediram anonimato por se tratar de informações privadas. Embora as conversas estejam em estágio avançado, nenhuma decisão final foi tomada.

Representantes da Sony e da TCL afirmaram que as companhias continuam discutindo um acordo definitivo e que um anúncio será feito assim que a transação for concluída.

Sony e TCL anunciaram em janeiro a intenção de criar uma joint venture para o negócio de entretenimento doméstico da empresa japonesa, incluindo a marca de televisores Bravia. Pelo memorando de entendimento, a Sony ficaria com 49% da nova empresa, enquanto a TCL teria 51%.

A nova joint venture deve iniciar operações em abril de 2027 e produzir televisores com as marcas Sony e Bravia, utilizando a tecnologia de telas da TCL, segundo o comunicado divulgado em janeiro.

A Sony tem focado na expansão de seu portfólio de propriedade intelectual — como anime, filmes, música e transmissões esportivas — enquanto reduz sua atuação em eletrônicos de consumo. Já a TCL, um dos maiores e mais antigos conglomerados de eletrônicos da China, tenta há anos expandir sua presença internacional.

As ações da Sony acumulam queda de 21% em Tóquio neste ano, levando o valor de mercado da empresa a US$ 123 bilhões. Já a TCL sobe cerca de 4% em Hong Kong no mesmo período, alcançando valor de mercado de US$ 3,5 bilhões.

Agenda: Ata do Copom e prévia da inflação podem redefinir apostas para a Selic; confira os indicadores desta semana

22 de Março de 2026, 12:00

A semana deve funcionar como um teste direto para o cenário traçado pelo Banco Central após o corte da taxa Selic, com a agenda doméstica concentrando os principais gatilhos para o mercado.

O destaque absoluto fica para a quinta-feira (26), quando serão divulgados o IPCA-15 e o Relatório Trimestral de Inflação (RTI). A prévia da inflação é vista como o principal termômetro da semana e pode reforçar (ou colocar em dúvida) a continuidade do ciclo de cortes de juros. Já o RTI deve trazer mais detalhes sobre as projeções e o balanço de riscos da autoridade monetária.

Antes disso, na terça-feira (24), a ata do Copom ajuda a calibrar as expectativas ao detalhar o racional da decisão recente e sinalizar os próximos passos da política monetária.

A semana começa com o Boletim Focus na segunda-feira (23), importante para medir eventuais mudanças nas projeções do mercado, enquanto a sexta-feira (27) traz a taxa de desemprego, indicador relevante para avaliar o ritmo da atividade econômica.

No exterior, a agenda também traz pontos relevantes, especialmente nos Estados Unidos. Os dados de atividade, como os PMIs de indústria e serviços, ajudam a medir o fôlego da economia, enquanto os números do mercado de trabalho seguem no radar por sua influência nas decisões do Federal Reserve.

Além disso, indicadores como a confiança do consumidor e as expectativas de inflação da Universidade de Michigan devem oferecer pistas sobre o comportamento das famílias e a ancoragem inflacionária. Discursos de dirigentes do Fed ao longo da semana também podem ajustar as apostas do mercado para os juros.

Na Europa, os PMIs e a inflação do Reino Unido ajudam a mapear o ritmo de atividade em meio a um cenário ainda frágil, enquanto falas de autoridades do Banco Central Europeu podem sinalizar os próximos passos da política monetária na região.

Mesmo assim, em um ambiente de incertezas globais, a dinâmica doméstica, especialmente a inflação, tende a seguir como principal vetor para os mercados locais.

Confira a agenda de indicadores entre 23 e 29 de março (horário de Brasília):

Brasil

  • Segunda-feira (23)
    8h25 – Boletim Focus
  • Terça-feira (24)
    8h00 – Ata do Copom
  • Quarta-feira (25)
    8h00 – Confiança do Consumidor FGV
    14h30 – Fluxo Cambial Estrangeiro
  • Quinta-feira (26)
    8h00 – Relatório Trimestral de Inflação
    9h00 – IPCA-15
    9h00 – Reunião do CMN
  • Sexta-feira (27)
    8h30 – Investimento Estrangeiro Direto
    8h30 – Transações Correntes
    9h00 – Taxa de Desemprego

Estados Unidos

  • Segunda-feira (23)
    11h00 – Gastos com Construção
  • Terça-feira (24)
    9h15 – Relatório ADP
    10h45 – PMI Industrial
    10h45 – PMI de Serviços
    10h45 – PMI Composto
    19h30 – Discurso de Michael Barr (Fed)
  • Quinta-feira (26)
    9h30 – Pedidos iniciais de seguro-desemprego
    9h30 – Pedidos contínuos de seguro-desemprego
    17h30 – Balanço do Federal Reserve
    20h10 – Discurso de Michael Barr (Fed)
  • Sexta-feira (27)
    9h30 – Estoques do Varejo
    11h00 – Confiança do Consumidor
    11h00 – Expectativas de inflação
    12h30 – Discurso de Mary Daly (Fed)

Zona do Euro

  • Terça-feira (24)
    6h00 – PMI Industrial
    6h00 – PMI de Serviços
    6h00 – PMI Composto
  • Quarta-feira (25)
    5h45 – Discurso de Christine Lagarde (BCE)

Reino Unido

  • Terça-feira (24)
    6h30 – PMI de Serviços
    6h30 – PMI Composto
  • Quarta-feira (25)
    4h00 – CPI
    4h00 – PPI
  • Sexta-feira (27)
    4h00 – Vendas no Varejo
    4h00 – Núcleo de Varejo

Japão

  • Segunda-feira (23)
    8h00 – Relatório Mensal do BoJ
    20h30 – CPI
    21h30 – PMI de Serviços
  • Terça-feira (24)
    20h50 – Ata de Política Monetária
  • Quinta-feira (26)
    2h00 – CPI

Agenda: Decisões de juros esquentam mercados enquanto conflito no Oriente Médio segue no radar; confira os indicadores desta semana

15 de Março de 2026, 12:00

A semana de 15 a 20 de março promete ser movimentada para os mercados globais – não que eles já não estejam. No centro das atenções está a chamada Super Quarta, quando Brasil e Estados Unidos divulgam suas decisões de política monetária, em um momento de elevada incerteza no cenário internacional.

Por aqui, a expectativa gira em torno do início do ciclo de afrouxamento monetário. A Taxa Selic permanece em 15% ao ano desde junho de 2025, nível considerado bastante restritivo, e após a última reunião do Banco Central o mercado passou a projetar que os primeiros cortes poderiam começar já em março.

Assim, nesta quarta-feira (18), os investidores acompanham de perto a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom). O pano de fundo, no entanto, ganhou novos elementos de cautela: a escalada do conflito no Oriente Médio elevou os preços do petróleo e reacendeu dúvidas sobre possíveis pressões inflacionárias globais.

Além da decisão de juros, a agenda também traz dados relevantes. Na segunda-feira (16), será divulgado o IBC-Br de janeiro, considerado uma prévia do Produto Interno Bruto (PIB), que pode oferecer pistas sobre o ritmo de crescimento da economia no início do ano. Já na terça-feira (17), o mercado acompanha o IGP-10 de março, indicador que ajuda a antecipar movimentos de preços na economia.

Nos Estados Unidos, a Super Quarta também concentra as atenções com a decisão de juros do Federal Reserve. Mais do que a manutenção ou não da taxa, investidores estarão atentos ao tom do comunicado e às sinalizações sobre os próximos passos da política monetária, em um cenário de inflação ainda resiliente e com novas pressões vindas do petróleo.

Na Ásia, o destaque fica para o Banco do Japão (BoJ), que também anuncia sua decisão de política monetária ao longo da semana. O mercado acompanha de perto qualquer indicação sobre o processo de normalização da política monetária no país, após anos de estímulos e juros extremamente baixos.

Ainda na região, a China divulga uma bateria de indicadores de atividade referentes a fevereiro, incluindo produção industrial, vendas no varejo, investimento em ativos fixos e taxa de desemprego. Os dados são importantes para avaliar o ritmo de recuperação da segunda maior economia do mundo e seus possíveis impactos sobre o comércio e a demanda global por commodities.

Na Europa, a agenda também reserva indicadores relevantes. Na zona do euro, serão divulgados dados como o núcleo do índice de preços ao consumidor (CPI), além de números de atividade, como a produção na construção civil e a balança comercial.

Já no Reino Unido, investidores seguem atentos aos sinais da economia e ao cenário inflacionário, que continuam influenciando as expectativas para a trajetória da política monetária do país.

Confira a agenda de indicadores entre 15 e 20 de março (horário de Brasília):

Brasil

  • Segunda-feira (16)
    8h00 – IBC-Br – Atividade econômica (% m/m) – jan/26
    8h25 – Boletim Focus
  • Terça-feira (17)
    8h00 – IGP-10
  • Quarta-feira (18)
    18h30 – Decisão do Copom – Taxa Selic

Estados Unidos

  • Segunda-feira (16)
    10h15 – Produção Industrial
  • Quarta-feira (18)
    9h30 – Núcleo do PPI
    9h30 – Pedidos de Bens de Capitais
    15h00 – Decisão de juros do FOMC
  • Quinta-feira (19)
    11h00 – Vendas de Novas Casas
    11h00 – Concessões de Alvarás

Zona do Euro

  • Quarta-feira (18)
    7h00 – Núcleo do CPI
  • Quinta-feira (19)
    7h00 – Atividade na Construção Civil
    9h15 – Decisão de juros
  • Sexta-feira (20)
    7h00 – Conta Corrente
    7h00 – Balança Comercial

China 

  • Domingo (15)
    22h30 – Preços de Imóveis
    23h00 – Vendas no Varejo
    23h00 – Produção Industrial
    23h00 – Taxa de Desemprego
    23h00 – Investimento em Ativos Fixos
    23h00 – Coletiva de imprensa do Departamento Nacional de Estatísticas

Japão

  • Terça-feira (17)
    20h50 – Balança Comercial
  • Quarta-feira (18)
    23h30 – Declaração de Política Monetária do Banco do Japão
  • Quinta-feira (19)
    00h00 – Decisão de juros do Banco do Japão
    01h30 – Produção Industrial
    03h30 – Coletiva de imprensa do Banco do Japão
  • Sexta-feira (20)
    – Feriado: Equinócio da Primavera (mercados fechados)

Agenda: Inflação no Brasil e nos EUA concentra atenções antes de decisões de juros; confira agenda da semana

8 de Março de 2026, 12:00

Antes da Super Quarta marcada para o dia 18 de março – dia que reunirá as decisões de juros dos Estados Unidos e do Brasil – os investidores irão receber os dados de inflação em ambos os países, o que ajudará a calibrar as exceptivas para as decisões que serão tomadas em meio um conflito geopolítico que assombra os mercados.

Por aqui, o dado de inflação, medido pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), será disponibilizado na quinta-feira (12), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O número será olhado com cautela, uma vez que o IPCA-15 de fevereiro, que é a prévia da inflação, veio acima do esperado.

Na semana ainda será divulgado o Boletim Focus, na segunda-feira (9), vendas no varejo na quarta-feira (11), acompanhado do crescimento do setor de serviços, na sexta-feira (13).

Já nos Estados Unidos, o Índice de Preços de Consumo Pessoal (PCE, na sigla em inglês), medida de inflação preferida do Fed, sai apenas na sexta-feira (13), acompanhado do Relatório JOLTS. Além disso, no início da semana o mercado acompanha a variação semanal de empregos ADP na terça-feira (10) e a balança comercial na quinta-feira (12).

Na Zona do Euro, o foco fica com a reunião do Eurogrupo na segunda-feira (9), e na Inglaterra, na sexta-feira (13), o Produto Interno Bruto (PIB).

Do lado Oriental do globo, Japão também divulga o PIB, na segunda. China compartilha com os investidores no domingo (8) o IPC e o Índice de Preços ao Produtor (PPI), já a terça-feira (10) é dia de balança comercial.

Confira a agenda de indicadores entre 9 a 14 de março (horário de Brasília):

Brasil

  • Segunda-feira (9)
    8h25 – Boletim Focus
  • Quarta-feira (11)
    9h00 – Vendas no Varejo
    14h30 – Fluxo Cambial Estrangeiro
  • Quinta-feira (12)
    9h00 – IPCA
  • Sexta-feira (13)
    9h00 – Crescimento do Setor de Serviços

Estados Unidos

  • Terça-feira (10)
    9h15 – Variação semanal de empregos ADP
    11h00 – Vendas de Casas Usadas
    17h30 – Estoques de Petróleo Bruto – API
  • Quarta-feira (11)
    9h30 – IPC
    9h30 – Discurso de Bowman, membro do FOMC
    11h30 – Estoques de Petróleo Bruto
    15h00 – Balanço Orçamentário Federal
  • Quinta-feira (12)
    9h30 – Pedidos Iniciais por Seguro-Desemprego
    9h30 – Balança Comercial
    9h30 – Construção de Novas Casas
    12h00 – Discurso de Bowman, membro do FOMC
    17h30 – Balanço Patrimonial do Federal Reserve
  • Sexta-feira (13)
    9h30 – Índice de preços PCE
    9h30 – Pedidos de Bens Duráveis
    11h00 – Relatório JOLTS

Zona do Euro

  • Segunda-feira (9)
    7h00 – Encontro do Eurogrupo
  • Sexta-feira (13)
    7h00 – Produção Industrial

Inglaterra

  • Segunda-feira (9)
    21h01 – Vendas no Varejo do BRC
  • Quinta-feira (12)
    6h30 – Discurso de Andrew Bailey, presidente do Banco da Inglaterra
  • Sexta-feira (13)
    4h00 – PIB
    4h00 – Produção Industrial
    4h00 – Balança Comercial

Japão

  • Domingo (8)
    20h50 – Transações Correntes
  • Segunda-feira (9)
    20h30 – Gastos Domésticos (mensal)
    20h50 – PIB

China

  • Domingo (8)
    22h30 – IPC
    22h30 – Índice de Preços ao Produtor (PPI)
  • Terça-feira (10)
    0h00 – Balança Comercial
  • Sábado (14)
    6h00 – Novos Empréstimos

Japão está perto de importar carne bovina brasileira, diz ministro

27 de Outubro de 2025, 13:48

O Japão está muito perto de importar carne bovina do Brasil, em uma medida que representaria mais um golpe para as exportações americanas.

“Está avançando rapidamente”, disse o ministro da Agricultura do Brasil, Carlos Favaro, à Bloomberg News, na Malásia, na segunda-feira (27). “Algo que estava parado há mais de 25 anos está agora muito perto de acontecer. Faltam apenas alguns detalhes.”

“O Japão é formado por consumidores de alta renda, mas é muito exigente”, disse Favaro. Uma das exigências era que o Brasil fosse declarado livre de febre aftosa, certificação obtida no início deste ano.

Favaro afirmou que o Brasil está na fase final do protocolo sanitário e que “uma vez concluído, o mercado será aberto”, o que ele espera que aconteça até o final do ano.

Brasil vende, Japão compra

O Brasil é o maior exportador mundial de carne bovina, enquanto o Japão é um grande importador global que, até agora, depende principalmente do fornecimento dos EUA e da Austrália.

O acordo significa demanda adicional pela carne bovina brasileira, em um momento em que as vendas para os EUA caíram após as tarifas de 50% impostas pelo governo Trump.

Uma medida que permita a entrada de carne bovina brasileira no Japão também colocaria em risco os embarques rivais dos EUA, justamente em um momento em que os EUA enfrentam uma grave escassez de gado. Isso elevou os preços futuros do gado vivo a níveis sem precedentes neste ano e eliminou bilhões de dólares em lucros para os frigoríficos americanos.

Os comentários de Fávaro ocorrem após visitas de autoridades japonesas neste ano para inspecionar as condições dos animais no Brasil. O presidente Lula se envolveu diretamente nas negociações para acessar o mercado japonês em março, durante sua visita ao Japão. “O Brasil está pronto”, disse Lula na época.

“Seria ótimo para o Brasil, porque o Japão é um mercado premium — para o Japão é possível exportar cortes nobres de carne bovina”, disse Gilberto Tomazoni, CEO da fornecedora de carnes JBS, na segunda-feira, durante uma conferência em São Paulo.

Ainda assim, ele alertou que pode levar algum tempo até que as vendas para o Japão se recuperem, já que esse mercado demanda produtos de alta qualidade e normalmente leva tempo para construir essas relações comerciais.

Além disso, as negociações entre o Brasil e o Japão foram conduzidas sob o governo japonês anterior. Com o novo governo em Tóquio, o Brasil terá que retomar o diálogo.

Desde que Lula iniciou seu terceiro mandato em 2023, 466 novos mercados foram abertos para produtos brasileiros, segundo o Ministério da Agricultura. Em entrevista coletiva em Kuala Lumpur nesta segunda-feira (27), Lula disse esperar que esse número chegue a 500 até o final de seu mandato, em 2026.

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