Roberto Sánchez pede anulação dos votos dos peruanos no exterior


O conservador opositor Abelardo de la Espriella e o senador progressista Iván Cepeda disputarão a presidência da Colômbia em um segundo turno, após nenhum dos dois ter conseguido a maioria necessária de votos nas eleições deste domingo, 31.
De la Espriella obteve 43,72% dos votos, seguido por Cepeda, afilhado político do atual presidente do país, Gustavo Petro, com 40,92%, de acordo com 99% da contagem preliminar informada pela Registradoria Nacional.
Ambos se enfrentarão em um segundo turno em 21 de junho.
Admirador do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e do mandatário salvadorenho, Nayib Bukele, De la Espriella promete acabar com os diálogos de paz com os grupos armados ilegais e aumentar a pressão militar nos territórios onde operam.
Cepeda, candidato do Pacto Histórico, disse que continuará com as políticas de Petro, incluindo a “paz total” com a qual o mandatário cessante impulsionou conversações com os ilegais em meio a críticas de oponentes. Fonte: Associated Press
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Pesquisa divulgada nesta quinta (21) pelo instituto Paraná Pesquisas mostra o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) na liderança da disputa pelo governo de São Paulo e com chances de ser reeleito no primeiro turno. O atual chefe do Executivo estadual aparece à frente do ex-ministro Fernando Haddad (PT) tanto no primeiro quanto em um eventual segundo turno.
Na simulação de primeiro turno, Tarcísio registra 47,3% das intenções de voto, enquanto Haddad aparece em segundo lugar, com 33,5%. Em seguida estão Paulo Serra (PSDB), com 4,3%, e Kim Kataguiri (Missão), com 3,4%.
Os eleitores que afirmaram não saber em quem votar ou preferiram não responder somam 5,1%. Já os votos brancos, nulos ou em nenhum dos candidatos chegam a 6,5%, segundo o levantamento.

No cenário de segundo turno, a vantagem do governador se amplia. Tarcísio alcança 52,7% das intenções de voto, enquanto Haddad registra 37,6%. Outros 4% não souberam responder e 5,7% declararam voto branco, nulo ou em nenhum dos dois nomes.

O percentual obtido por Tarcísio supera a soma dos demais adversários fora da margem de erro, estimada em 2,5 pontos percentuais. Esse resultado projeta mais da metade dos votos válidos ao governador, cenário que poderia garantir a reeleição já no primeiro turno.
O levantamento foi realizado entre os dias 18 e 20 de maio em 82 municípios paulistas. Ao todo, foram entrevistados 1.640 eleitores. A pesquisa está registrada na Justiça Eleitoral sob o número SP-02706/2026.
Segundo os números do Paraná Pesquisas, a crise envolvendo o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro não provocou alterações perceptíveis na intenção de voto em Tarcísio. Aliado do pré-candidato à Presidência, o governador manteve índices de apoio elevados mesmo após a divulgação de informações relacionadas ao financiamento do filme “Dark Horse”.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) convocou aliados históricos para reforçar sua campanha à reeleição, pedindo a formação de um “gabinete de pronta-resposta” para enfrentar ataques, especialmente do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Durante um encontro no Palácio da Alvorada com figuras da velha-guarda petista, Lula destacou que a disputa será difícil e que o governo enfrenta um cenário de baixa aprovação, com pesquisas apontando apenas 32% a 33% de apoio à sua gestão. O PT busca superar a avaliação negativa e enfrentar a resistência popular, apesar dos avanços econômicos como inflação controlada e a menor taxa de desemprego desde 2012. As informações são do Estadão.
Para coordenar a campanha, Lula e o PT reuniram uma equipe de aliados experientes, incluindo Gilberto Carvalho, Aloizio Mercadante e Wellington Dias. A estratégia é reforçar a comunicação política e aumentar o apoio, focando em temas como a crise no INSS e a crescente influência da direita nas redes sociais. Lula também se mostrou preocupado com o crescimento de Flávio Bolsonaro nas pesquisas e, como parte da nova tática, o PT passou a associar o nome do senador diretamente a escândalos como a “rachadinha”, além de destacar os perigos do retorno do bolsonarismo ao poder.
Gilberto Carvalho, ex-ministro e membro da campanha, compartilhou preocupações com os desafios da campanha. “Dificilmente um governo consegue a reeleição sem chegar a, pelo menos, 45% de aprovação”, afirmou, questionando como superar a resistência crescente. O ex-ministro ressaltou que o governo deve se concentrar em apresentar os resultados de suas ações, comparando-as com o governo anterior. Para Carvalho, a crítica social e a desconstrução do adversário político são elementos chave para recuperar a confiança do eleitor.

Além disso, Lula e seus aliados discutem estratégias de engajamento com diferentes grupos sociais, incluindo os trabalhadores informais, atualmente influenciados pelo bolsonarismo. Para lidar com essa questão, a campanha contará com Guilherme Boulos, que ficará responsável pela relação com esses grupos, e Mônica Valente, que fará a ponte com as campanhas estaduais. A presença de Paulo Okamotto será fundamental para impulsionar a comunicação digital, com projetos como “Pode Espalhar”, focado em ampliar a divulgação das pautas positivas do governo.
Lula também direcionou críticas ao governo Bolsonaro, associando-o ao escândalo do Banco Master. “Esse Banco Master é ovo da serpente do Bolsonaro e do Roberto Campos (Neto)”, protestou, defendendo que o PT não seja culpabilizado pelo caso. As investigações sobre o banco, que causaram um prejuízo de R$ 50 bilhões, continuam a se expandir, atingindo figuras do Centrão e ministros do STF. O ex-presidente também mencionou as dificuldades de governar com a autonomia do Banco Central, com um foco em reforçar a autonomia da política monetária no novo programa de governo.
Por fim, a campanha de Lula visa formar uma rede de influenciadores digitais para engajar mais jovens e setores da sociedade. A proposta de criar o “Clube de Influência do Time Lula” envolve um esforço coordenado para melhorar a comunicação e garantir a difusão de suas ações políticas nas redes sociais. “Vamos atuar com muita disciplina e organização para explicar e dar mais centralidade ao que o governo está fazendo para melhorar a vida do povo”, afirmou Okamotto.

Pesquisa Quaest divulgada nesta quarta (11) mostrou que o presidente Lula e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) estão empatados numericamente, ambos com 41% das intenções de voto no cenário de segundo turno. Esse é o primeiro empate entre os dois candidatos em toda a série histórica da pesquisa, marcando uma virada na disputa.
Anteriormente, Lula mantinha uma vantagem que chegou a ser de dez pontos em dezembro de 2023, passando para sete em janeiro e cinco em fevereiro. No levantamento, a diferença entre os dois candidatos desapareceu, com Flávio ganhando terreno nos últimos meses.
A pesquisa ainda mostra que 16% dos eleitores pretendem votar branco, nulo ou não votar e 2% estão indecisos. Em fevereiro, Lula estava com 43%, enquanto Flávio tinha 38% e a taxa de indecisos era de 17%.
Veja:

A pesquisa também revelou que, entre os eleitores independentes, Flávio aparece pela primeira vez à frente de Lula, com 32% das intenções de voto contra 27% do presidente. Esse grupo, composto por 32% do total de eleitores, é considerado crucial para a disputa e apresenta uma margem de erro maior devido à diversidade de opiniões.
Entre os eleitores lulistas, o petista segue forte com 95%, e Flávio mantém 96% de apoio entre os bolsonaristas.
Os índices de rejeição para ambos os candidatos continuam altos: 56% dos eleitores afirmam que não votariam em Lula, contra 55% de Flávio. A taxa entre independentes é ainda maior: 65% e 61%, respectivamente.
A pesquisa também revelou as percepções do eleitorado sobre Lula e Flávio. Para 48% dos entrevistados, o senador não é mais moderado do que sua família, e 53% dos independentes compartilham essa visão. Em relação ao petista, 42% consideram que ele é mais moderado que o PT o partido, enquanto 46% o veem como radical.
O levantamento, encomendado pela Genial Investimentos, foi realizado entre os dias 6 e 9 de março com 2.004 eleitores com 16 anos ou mais. A margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.
A Quaest também apresentou sete cenários diferentes de segundo turno, com Lula enfrentando outros adversários, além de Flávio. Em todos os cenários, exceto contra o senador, Lula aparece à frente. A maior vantagem do presidente é contra Aldo Rebelo, do DC: 44% contra 23%.
Veja os números:

O ex-presidente Michel Temer informou a aliados que não pretende disputar a Presidência da República nas eleições de 2026. A decisão foi comunicada após discussões internas no MDB sobre a possibilidade de lançar uma candidatura própria ao Planalto.
Segundo a coluna de Paulo Cappelli no Metrópoles, além de recusar a candidatura, Temer defendeu que o partido permita que seus diretórios estaduais tenham autonomia para definir os rumos da legenda na eleição presidencial.

A possibilidade de candidatura havia sido mencionada recentemente pelo presidente nacional do MDB, Baleia Rossi. Em entrevista, ele afirmou que o nome de Temer poderia servir como ponto de união dentro do partido.
Segundo Baleia, havia um sentimento entre integrantes da sigla favorável ao ex-presidente, considerado uma figura capaz de reduzir disputas internas e reunir diferentes correntes do MDB em torno de um projeto eleitoral.
Apesar dessa sinalização, Temer decidiu não entrar na disputa e indicou que o partido deve lidar com suas divergências internamente. O MDB vive um cenário de divisão sobre o posicionamento na eleição presidencial.
Durante a entrevista, Baleia Rossi também mencionou as diferenças dentro da legenda, que conta com ministros no governo Lula e, ao mesmo tempo, abriga lideranças que apoiam a possível candidatura de Flávio Bolsonaro (PL), como o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB-SP). “Isso deixa de lado as diferenças do partido, que administramos com tranquilidade, por serem históricas”, afirmou.

Aliados do senador Flávio Bolsonaro (PL) passaram a difundir nos bastidores a hipótese de que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) possa desistir da reeleição. A movimentação ocorre após a divulgação de nova pesquisa Quaest que indicou avanço do parlamentar sobre o atual presidente. Com informações do Globo.
Segundo interlocutores ligados a Flávio, a eventual retirada da candidatura poderia ocorrer em julho, caso avaliações internas apontem risco elevado de derrota. A tese vem sendo comentada em conversas reservadas no meio político.
A leitura do grupo bolsonarista é que o cenário eleitoral se tornou mais competitivo. A pesquisa mencionada teria servido como sinal de alerta para o entorno do Palácio do Planalto.
No levantamento mais recente, Lula ainda aparece na liderança, mas com redução de margem em relação ao adversário. O dado foi interpretado por aliados de Flávio como indicativo de crescimento consistente do senador.

Integrantes do campo governista não confirmam qualquer discussão sobre desistência. Até o momento, Lula mantém publicamente a disposição de disputar a reeleição.
Nos bastidores, a circulação da hipótese também é vista como estratégia política. A avaliação é que a narrativa pode gerar instabilidade ou influenciar percepções dentro do eleitorado e entre aliados.
A movimentação ocorre em meio a articulações para consolidação de palanques estaduais e alianças partidárias. A definição de apoios será decisiva para o desenho final da disputa presidencial.
Com o calendário eleitoral avançando, a consolidação das candidaturas e o impacto de novas pesquisas devem influenciar os próximos passos tanto do grupo de Lula quanto do de Flávio Bolsonaro.