Visualização de leitura

Andrey Lopes apresenta recital gratuito no Centro Cultural da UFRGS 

Em maio, o projeto Solo Piano do Centro Cultural da UFRGS recebe Andrey Lopes. O recital acontece na próxima segunda-feira (25), às 12h30, e tem entrada franca.

Natural de Goiânia, Andrey é mestrando em Práticas Interpretativas pelo Programa de Pós-graduação em Música da UFRGS. Ele já se apresentou em palcos de Portugal e Espanha. No Centro Cultural, o instrumentista interpreta obras do brasileiro Camargo Guarnieri (1907-1993), do francês Maurice Ravel (1875-1937) e dos russos Serguei Rachmaninoff (1873-1943) e Serguei Prokofiev (1891-1953).

O projeto Solo Piano é uma parceria entre o Centro Cultural da UFRGS e o Programa de Pós-Graduação em Música do Instituto de Artes (PPGMUS), com curadoria do professor Ney Fialkow. Consiste em recitais mensais e gratuitos, que acontecem sempre na última segunda-feira do mês.

O Centro Cultural está localizado no Campus Centro da UFRGS, com entrada mais próxima pela Rua Eng. Luiz Englert, 333.

Programa

Maurice Ravel (1875-1937)

Pavana pour une infante défunte

Camargo Guarnieri (1907-1993)

Dança negra

Dança brasileira

Dança selvagem

Serguei Rachmaninoff  (1873-1943)

Elegia Op. 3 n° 1

Prelúdio Op. 32 n° 10

Serguei Prokofiev (1891-1953)

Sonata 1 Op. 1 em fá menor

Serviço:

Solo Piano recebe Andrey Lopes

Quando: Dia 25 de maio, segunda-feira, às 12h30

Onde: Centro Cultural da UFRGS – Espaço Figueira  – Rua Eng. Luiz Englert, 333 – campus centro (acesso pelo andar térreo)

Entrada franca

O post Andrey Lopes apresenta recital gratuito no Centro Cultural da UFRGS  apareceu primeiro em Sul 21.

  •  

Vestibular da UFRGS 2027 será em 28 e 29 de novembro

O Vestibular da UFRGS 2027 já tem data: a prova será realizada nos dias 28 e 29 de novembro deste ano. A Comissão Permanente de Seleção (Coperse/UFRGS) divulgou a informação no início da tarde desta segunda-feira (18)

Como nas últimas edições, o processo de ingresso próprio para as vagas de graduação contará com 15 questões em cada uma das nove provas objetivas e mais uma redação. Os conteúdos programáticos das provas e a lista das leituras obrigatórias da prova de Literatura em Língua Portuguesa já estão disponíveis no site do vestibular.

Candidatos com deficiência visual podem solicitar, por meio de formulário, a disponibilização das obras em versão acessível no formato de áudio. Também como parte da preparação, os vestibulandos podem acessar provas comentadas e cadernos de prova de anos anteriores, no menu Provas de Processos Seletivos do site.

O edital completo do Vestibular UFRGS 2027, assim como o período de inscrições, tem previsão de publicação para a segunda quinzena de agosto. Já o edital do Programa de Concessão de Benefício de Isenção do valor da taxa de inscrição está previsto para a segunda quinzena de julho.

O post Vestibular da UFRGS 2027 será em 28 e 29 de novembro apareceu primeiro em Sul 21.

  •  

Justiça nega ação do Escola Sem Partido que tentava proibir leituras obrigatórias do vestibular da UFRGS

A 2ª Vara Federal de Porto Alegre negou uma ação movida pelo Programa Escola Sem Partido que contestava a lista de leituras obrigatórias para o vestibular da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). De acordo com o programa, a obrigatoriedade das leituras ameaça o “direito à inviolabilidade da liberdade de consciência e de crença” e representam um “pedágio ideológico” ao ingresso na instituição de ensino superior.

No pedido de ação civil pública contra a universidade, o Escola Sem Partido declara que solicitou à UFRGS uma cópia dos documentos que justificariam a escolha das leituras que integram a lista. Em resposta, a universidade indicou que não há motivação expressa para a escolha das obras “se não a manutenção da variedade de gêneros e períodos literários da lista”. O processo – coordenado desde 2007 por um grupo de professores vinculados à Comissão Permanente de Seleção (Coperse) – é realizado anualmente, com a troca de quatro das doze leituras da lista.

Ainda de acordo com a manifestação do Escola Sem Partido, as leituras poderiam “afetar consideravelmente o psiquismo do leitor” através da doutrinação ideológica. Além disso, de acordo o programa, as escolhas promoveriam autores por razões de “etnia, raça, gênero e ideologia”, e não por mérito literário. Sob tal pretexto, o grupo solicitou a proibição de leituras obrigatórias nas próximas edições do vestibular e uma indenização por danos morais aos estudantes, além da exclusão de duas leituras da lista – “O avesso da pele”, de Jeferson Tenório, livro que integra o Programa Nacional do Livro e do Material Didático, e “Mas em que mundo tu vive”, de José Falero. Ambas as obras apontadas discutem a temática do racismo.

“No meu entender, há aqui uma impossibilidade lógica, porque a nossa constituição determina o dever não só de não discriminar, mas de enfrentar o racismo”, defende Enrico Rodrigues de Freitas, Procurador Regional dos Direitos do Cidadão do Ministério Público Federal (MPF). “Quando a universidade insere leituras que tratam desses temas, ela está cumprindo o seu dever constitucional”, complementa.

O MPF considerou inválido o pedido, alegando que a parte autora pretende “atingir fim ilícito” com a solicitação. O órgão ainda defendeu a autonomia universitária legitimada por lei e, assim sendo, não passível de interferência do Judiciário. “Essa autonomia [universitária] é um dos pilares do Estado Democrático de Direito”, avalia Enrico de Freitas.

Na decisão proferida pela juíza Paula Beck Bohn na última quarta-feira (22), foi destacada a autonomia didático-científica garantida por lei, que assegura às universidades a definição de como se dará o processo seletivo para ingresso na instituição. Além disso, a magistrada defendeu que a participação em qualquer vestibular não é mandatória e que, portanto, “muitas outras universidades, além da UFRGS, podem ser escolhidas para a formação acadêmica”.

Procuradas pelo Sul 21, a Coperse a UFRGS não quiseram se manifestar sobre o assunto.

O post Justiça nega ação do Escola Sem Partido que tentava proibir leituras obrigatórias do vestibular da UFRGS apareceu primeiro em Sul 21.

  •  

Não vou deixar de ser quem eu sou só porque é difícil (por Marcia Barbosa)

Marcia Barbosa (*)

Ser a única mulher na sala é um exercício de resistência e de decifração. A intimidação de mulheres que desejam crescer em espaços masculinos não é novidade. Poucas são as mulheres nas áreas de exatas e tecnológicas, e ainda menor é o percentual de mulheres no poder em qualquer área do conhecimento [1]. As que ousam adentrar esses espaços são pressionadas a manter uma postura definida por regras não escritas. Não devem ser coloridas demais, felizes demais e jamais brilhar demais. O castigo por ousar ascender na carreira é perder um pedacinho de si mesma.

Esta observação não é “mi mi mi”, é ciência.  Um estudo mostra que mulheres “perdem” a ambição em decorrência de estratégias da misoginia [2]. É o “macho palestrinha” (mansplaining), que, sem entender nada de um assunto, o explica para uma mulher especialista no tema. É o “macho rompante” (maninterrupting), que interrompe continuamente uma mulher em seu discurso, pois as ideias de um homem branco são tão relevantes que não podem esperar. E se alguma mulher reage com firmeza recebe a pecha de “histérica” (gaslighting). 

Nessa caminhada repleta de obstáculos desnecessários, muitas desistem ou escolhem outras trajetórias. Essas agressões deixam marcas. São como uma lesão antiga, que sempre dói em dias de chuva.

Como derrotar esse ecossistema misógino? Ao longo dos anos, como pesquisadora, gestora e professora, descobri uma tríade que considero o DNA de qualquer realização humana profunda: o Talento, o Trabalho e o Tesão.

O Talento é a visão do que precisa ser feito agora para criar um mundo mais sustentável e justo. É a capacidade intelectual de articular soluções onde outros veem apenas problemas, de recrutar as melhores mentes e de projetar a universidade para o futuro tecnológico e social que o Brasil exige.

O Trabalho é a coragem de executar. Sem o suor do trabalho, a visão é apenas uma alucinação.

Mas é o Tesão que move a humanidade em suas grandes descobertas. Foi essa energia que me manteve firme quando tentativas de silenciamento buscaram pautar a minha existência.

Não estou sozinha. São Marias, Joanas e Carmens, centenas de mulheres, docentes, alunas, técnicas e cidadãs, que se veem refletidas nesse enfrentamento. Os relatos que recebo são de uma semelhança estatisticamente assustadora: a interrupção de suas falas, o questionamento de sua autoridade e a tentativa constante de “domesticar” suas ambições e a crítica a seus corpos.

Ao ler cada depoimento, compreendo que minha postura como cientista e reitora não é apenas uma escolha pessoal; é um compromisso coletivo. Se eu recuar agora, se me tornar “mais palatável” para evitar o conflito, estarei validando o teto de vidro que tantas tentam romper. Esta solidariedade mostra que visão e coragem não são apenas atributos de liderança, mas ferramentas de sobrevivência política coletiva para as mulheres.

Após sobreviver a uma vida combatendo a misoginia, este não é o momento de buscar a facilidade da omissão. O “difícil” é o território onde a mudança de fato acontece. A universidade é o espaço para este debate. Sigo com a convicção de que liderar é, em última análise, manter-se fiel ao propósito, mesmo quando o entorno clama pela conformidade. Aos que esperam que eu mude para me ajustar às expectativas tradicionais, sinto dizer: meu compromisso com a construção de uma nova sociedade é maior do que qualquer conveniência do momento. Não vou deixar de ser quem eu sou só porque é difícil.

(*) Reitora da UFRGS

[1] https://rbpg.capes.gov.br/rbpg/article/view/2011

[2]https://www.yonetimkurulundakadin.org/assets/node_modules/source/pdf/bcg-dispelling.pdf

§§§

As opiniões emitidas nos artigos publicados no espaço de opinião expressam a posição de seu autor e não necessariamente representam o pensamento editorial do Sul21.

 

O post Não vou deixar de ser quem eu sou só porque é difícil (por Marcia Barbosa) apareceu primeiro em Sul 21.

  •  

Encontro celebra os 25 anos do Fórum Social Mundial em Porto Alegre

“Outro Mundo é Possível: 25 anos do FSM e os desafios da resistência democrática” é o tema da roda de conversa que será realizada em Porto Alegre no próximo sábado (28), às 10h, no 3º andar do Centro Cultural da UFRGS.

“Este encontro é um convite a uma reflexão sobre a experiência do FSM, nestes 25 anos, e os desafios do presente, da resistência democrática frente ao surgimento de um novo fascismo, das guerras, do ódio, da violência política da extrema direita, do ataque aos direitos, do negacionismo ambiental e científico”, explica o deputado estadual Miguel Rossetto (PT), proponente do debate.

A atividade integra a programação da 1ª Conferência Internacional Antifascista, que ocorre entre os dias 26 e 29 de março na capital gaúcha, com foco no enfrentamento ao avanço global da extrema-direita e à escalada autoritária que ameaça direitos e a democracia.

Realizado pela primeira vez em 2001, em Porto Alegre, o Fórum Social Mundial reuniu movimentos sociais, organizações e lideranças de diferentes países em torno da defesa dos direitos humanos, da justiça social e da democracia participativa. Ao completar 25 anos, a proposta da mesa é revisitar esse percurso, refletir sobre seus impactos e discutir sua atualidade diante do cenário político contemporâneo.

O debate contará com as presenças de Olivio Dutra – Governador do RS 1999-2002; Raul Pont – Prefeito de Porto Alegre 1997-2000; Tarso Genro – Prefeito de Porto Alegre 2001; Tica Moreno – Marcha Mundial de Mulheres; Neuri Rossetto – MST; Sérgio Haddad – Abong; Oded Grajew – Idealizador do FSM; e Salete Valesan – representante do CLACSO no CI-FSM.

A coordenação do debate será do deputado Miguel Rossetto, realizador da primeira edição do FSM e, à época, vice-governador do estado. A mediação será conduzida pela secretária de organização do PT-RS, Íris de Carvalho.

O post Encontro celebra os 25 anos do Fórum Social Mundial em Porto Alegre apareceu primeiro em Sul 21.

  •  

Conselho Nacional de Direitos Humanos partipará da I Conferência Internacional Antifascista

O Conselho Nacional de Direitos Humanos (CNN-DH), através da Relatoria Especial de Enfrentamento ao Discurso de Ódio, Extremismo e Nazismo, realizará duas agendas na I Conferência Internacional Antifascista Pela Soberania dos Povos, que acontece em Porto Alegre entre os dias 26 e 29 de março de 2026.

O trabalho que o CNN-DH desenvolve nesta temática tem como principal premissa a defesa da democracia e a proteção dos direitos humanos de grupos em situação de vulnerabilidade e minorias atacadas por representações auto-intituladas neonazistas.

Nas agendas que serão realizadas também haverá a participação da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul.

Confira as agendas

Enfrentamento ao Fascismo no Brasil e a participação social na defesa dos direitos humanos e da democracia

Data: 27/03

Horário: 10h às 13h

Local: Sala de Convergência – Assembleia Legislativa (térreo), Praça Marechal Deodoro, 101, Centro – Porto Alegre – RS

Presidência dos trabalhos:

Ivana Leal- Presidenta do CNDH;

Debatores:

Carlos Nicodemos – Conselheiro do CNDH representando o MNDH e Coordenador da Relatoria Especial de Enfrentamento ao Discurso de Ódio, Extremismo e Neonazismo do CNDH;

Deputado Leonel Radde – Coordenador da Frente Antifascista pela Democracia e Direitos Humanos;

Deputado Federal (RJ) Tarcisio Motta – Líder da bancada do PSOL e membro da Comissão de Direitos Humanos da Câmara de Deputados;

Julio Alt – Presidente do Conselho Estadual de Direitos Humanos do Rio Grande do Sul;

Marina Dermamm – Relatora Especial sobre Violência e Criminalização contra Povos e Comunidades do Campo, das Águas e das Florestas do CNDH;

Gustavo Bernardes – Diretor do Instituto Brasil contra o Ódio;

Monica Alkmim – Coordenadora Nacional do MNDH e Conselheira do Conselho Nacional de Participação Social da Presidência da República.

 

Democracia Participativa e Conselhos de Direitos no Enfrentamento ao Fascismo, Extremismo e Neonazismo no Brasil

Data: 27/03

Horário: 14h

Local: Faculdade de Direito da UFRGS – Sala 04 – Av. João Pessoa, 80 – Centro Histórico, Porto Alegre – RS.

Debatedores:

Ivana Leal – Presidenta do CNDH;

Carlos Nicodemos – Conselheiro do CNDH representando o MNDH e Coordenador da Relatoria Especial de Enfrentamento ao Discurso de Ódio, Extremismo e Neonazismo do CNDH;

Marina Dermamm – Ex-presidenta do CNDH e integrante do Grupo de Trabalho sobre Violência e Criminalização contra Povos e Comunidades do Campo, das Águas e das Florestas, do CNDH;

Admirson Ferro Jr (Greg) – Conselheiro do CNH representando o Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação – FNDCi.

O post Conselho Nacional de Direitos Humanos partipará da I Conferência Internacional Antifascista apareceu primeiro em Sul 21.

  •  

Filme sobre a Palestina será exibido durante a I Conferência Nacional Antifascista em Porto Alegre

O documentário “Notas Sobre um Desterro” (2025), dirigido por Gustavo Castro, terá uma sessão especial em Porto Alegre no sábado (28), às 10h15, na Sala Redenção. A exibição integra a programação da I Conferência Internacional Antifascista e será seguida de um debate com o diretor e com a participação de Ualid Rabah, presidente da Federação Árabe Palestina do Brasil (FEPAL). A conversa com o público terá mediação de Kelly Demo Christ, diretora de comunicação do Clube de Cinema de Porto Alegre, que participa da atividade como parceiro da sessão.

O documentário reúne registros realizados na Cisjordânia, imagens de arquivo e materiais produzidos pelos próprios palestinos durante a guerra em Gaza. As filmagens começaram em 2018, quando Castro e o fotógrafo Rafael de Oliveira viajaram à Cisjordânia com a intenção inicial de investigar histórias de convivência entre diferentes comunidades e religiões na região. Durante cerca de um mês, a equipe percorreu cidades e vilarejos palestinos, sendo acolhida por uma família palestino-brasileira no vilarejo de Kobar. Com a escalada da violência na região e os acontecimentos iniciados em outubro de 2023, o projeto foi revisitado e ganhou nova forma. O material original foi reeditado e combinado com registros históricos e vídeos compartilhados nas redes sociais por palestinos que documentam, em tempo real, os efeitos da guerra sobre a população civil.

A sessão na Sala Redenção, aberta à comunidade e gratuita, será uma oportunidade para que o público assista ao filme em sala de cinema e participe de um debate com o diretor Gustavo Castro e com Ualid Rabah sobre o processo de realização da obra, os desafios éticos envolvidos na utilização de imagens de guerra e o papel do audiovisual na construção de memória e reflexão política.

Serviço

O que: Sessão do filme “Notas Sobre um Desterro”(Gustavo Castro, 2025), seguida de bate-papo com o diretor e com Ualid Rabah (FEPAL). Parte da programação da I Conferência Nacional Antifascista em parceria com o Clube de Cinema de Porto Alegre.
Quando: 28 de março, às 10h15
Local: Sala Redenção – UFRGS (R. Eng. Luiz Englert, 333 – Farroupilha)
Entrada gratuita

O post Filme sobre a Palestina será exibido durante a I Conferência Nacional Antifascista em Porto Alegre apareceu primeiro em Sul 21.

  •  

UFRGS anuncia novas leituras obrigatórias para edição de 2027 do vestibular

A Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) divulgou a lista de leituras obrigatórias para o vestibular de 2027 na manhã desta segunda-feira (16). As quatro novas leituras passam a integrar o corpo de 12 obras que compõem o caderno de literatura da prova de Linguagens e Códigos, aplicado no primeiro dia do exame.

Foram adicionados os títulos Ideias para adiar o fim do mundo, de Ailton Krenak; Macunaíma, de Mário de Andrade; A fúria, de Silvina Ocampo; e A teus pés, de Ana Cristina César. Eles substituem outras quatro obras que fizeram parte de edições anteriores do vestibular: A terra dos mil povos, de Kaká Werá; Água funda, de Ruth Guimarães; Cem anos de solidão, de Gabriel García Márquez; e Um útero é do tamanho de um punho, de Angélica Freitas.

A UFRGS promove a rotatividade anual de quatro títulos dentro do conteúdo programático da prova, que tem seu edital completo divulgado no segundo semestre de cada ano.

Confira a lista completa de leituras

1- Quincas Borba – Machado de Assis

2- O Demônio Familiar – José de Alencar

3- Mrs. Dalloway – Virginia Woolf

4- A Visão das Plantas – Djaimilia Pereira de Almeida

5- Niketche: uma história de poligamia – Paulina Chiziane

6- O avesso da pele – Jeferson Tenório

7- Mas em que mundo tu vive – José Falero

8- Seleta de Canções – Lupicínio Rodrigues

9- Ideias para adiar o fim do mundo – Ailton Krenak

10- Macunaíma – Mário de Andrade

11- A fúria – Silvina Ocampo

12- A teus pés – Ana Cristina César

O post UFRGS anuncia novas leituras obrigatórias para edição de 2027 do vestibular apareceu primeiro em Sul 21.

  •  

Reitora da UFRGS destaca-se em lista da Forbes com cientistas brasileiras

A reitora da UFRGS, Marcia Barbosa, encabeça a lista de dez cientistas brasileiras publicada pela revista Forbes na última semana em celebração ao Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência, transcorrido em 11 de fevereiro. Com o título “10 Brasileiras que Transformam a Ciência no Brasil e no Mundo”, a lista apresenta mulheres pesquisadoras que lideram descobertas, abrem caminho para novas gerações e fazem história em ambientes ainda marcados pela sub-representação feminina.

Com graduação, mestrado e doutorado realizados na UFRGS, a reitora é professora titular do Instituto de Física da Universidade e pesquisadora nível 1A do CNPq. Marcia Barbosa também é membro titular da Academia Brasileira de Ciências e da Academia Mundial de Ciências (TWAS). Suas pesquisas abordam principalmente a água e o uso de suas anomalias para processos físicos e biológicos, aplicando nanociência para obter mais água potável. Pelo estudo das anomalias da água ganhou o prêmio Loreal-Unesco de Mulheres nas Ciências Físicas e o prêmio Claudia em Ciência, ambos em 2013. Ao longo de sua carreira, Marcia recebeu várias distinções, incluindo o reconhecimento por sua forte atuação em questões de gênero.

Sobre o destaque na publicação, a reitora disse que é “uma grande honra ser a primeira citada pela revista Forbes como pesquisadora destaque, principalmente pela visibilidade junto à população”. E acrescentou que “não foi uma conquista isolada, mas uma construção coletiva da comunidade da UFRGS e de nossas parcerias”.

O post Reitora da UFRGS destaca-se em lista da Forbes com cientistas brasileiras apareceu primeiro em Sul 21.

  •