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BTS, Madonna e Justin Bieber: veja quem são as atrações da final da Copa do Mundo 2026

A final da Copa do Mundo de 2026 terá uma novidade além da disputa pelo título mundial. Pela primeira vez, a decisão do torneio contará com um show musical durante o intervalo da partida, em um formato inspirado no tradicional espetáculo do Super Bowl, evento esportivo dos Estados Unidos conhecido pelas grandes apresentações.

A partida está marcada para o próximo domingo, 19, e colocará frente a frente duas seleções que ainda serão definidas. Enquanto os times disputarão a taça mais importante do futebol mundial, o público acompanhará apresentações de alguns dos maiores nomes da música, como BTS, Madonna e Justin Bieber.

Além das performances musicais, também segundo o Estadão, a celebração contará com a participação dos Muppets. Além disso, o evento será realizado em apoio ao Fifa Global Citizen Education Fund, iniciativa voltada para ampliar o acesso à educação e criar novas oportunidades para crianças.

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Copa do Mundo terá show de intervalo pela primeira vez

Até então, a Copa do Mundo não havia utilizado o intervalo da final para uma apresentação musical nos moldes adotados por grandes eventos esportivos. Dessa forma, a Fifa decidiu incluir o formato na edição de 2026, criando um momento dedicado ao entretenimento durante a partida decisiva.

A proposta, portanto, segue uma referência do Super Bowl, que tradicionalmente reúne grandes artistas durante o intervalo da final da liga de futebol americano dos Estados Unidos. Dessa forma, a Copa do Mundo também terá uma atração semelhante em sua principal partida, ampliando a programação do evento além da disputa esportiva.

Quem são os artistas confirmados

O show do intervalo da final reunirá artistas de diferentes estilos e nacionalidades. Entre os nomes confirmados estão:

  • Justin Bieber
  • BTS
  • Madonna
  • Shakira
  • Coldplay
  • Burna Boy
  • Gustavo Dudamel
  • PS22 Chorus

A apresentação terá curadoria de Chris Martin, vocalista do Coldplay, e contará com artistas reconhecidos mundialmente.

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BTS, Madonna e Justin Bieber são destaques da programação

Entre os nomes anunciados, BTS, Madonna e Justin Bieber estão entre as atrações que mais chamaram atenção do público.

O BTS se tornou um dos maiores grupos da música internacional nos últimos anos, levando o K-pop para diferentes países e conquistando milhões de fãs ao redor do mundo.

Madonna, por outro lado, chega ao evento como uma das maiores referências da música pop. Com uma carreira de décadas, a cantora acumulou sucessos e apresentações marcantes ao longo da trajetória artística.

Já Justin Bieber representa uma das principais estrelas do pop atual. O cantor canadense ganhou fama ainda jovem e construiu uma carreira com sucessos que alcançaram as principais paradas musicais internacionais.

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Final da Copa do Mundo ganha novo formato de encerramento

Com a inclusão do show de intervalo, a final da Copa do Mundo de 2026 terá uma programação que vai além da partida pelo título. A Fifa aposta em uma combinação entre futebol e música para marcar o encerramento do torneio.

Assim, a decisão que definirá o novo campeão da Copa do Mundo também será palco de uma apresentação com alguns dos artistas mais conhecidos do planeta.

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Como Garrincha escapou de uma suspensão e mudou a história da Copa de 1962; veja

A presença de Garrincha na final da Copa do Mundo de 1962 esteve ameaçada até poucas horas antes da decisão. Expulso na semifinal contra o Chile, o atacante brasileiro precisou aguardar o julgamento da Comissão Organizadora da Fifa para saber se poderia enfrentar a Tchecoslováquia.

Ao fim da análise, a entidade optou por aplicar apenas uma advertência, decisão que garantiu a participação do camisa 7 na conquista do bicampeonato mundial, segundo o Estadão.

O episódio voltou a ganhar destaque após a Fifa anular a suspensão do atacante Folarin Balogun, dos Estados Unidos, expulso pelo árbitro brasileiro Raphael Claus. Apesar da distância de mais de seis décadas entre os casos, ambos mostram como a Fifa pode revisar decisões disciplinares por meio de suas instâncias responsáveis.

Leia também: Com virada épica, Argentina elimina Egito da Copa e mantém sonho do bicampeonato

O que aconteceu na expulsão de Garrincha?

Brasil e Chile disputaram a semifinal da Copa do Mundo de 1962 em um jogo marcado por forte disputa física. A seleção brasileira venceu por 4 a 2, mas a reta final da partida trouxe preocupação para a delegação.

Garrincha foi expulso após um lance envolvendo o chileno Rojas e passou a correr o risco de ficar fora da decisão. Naquele período, diferentemente do que ocorre atualmente, a expulsão não resultava automaticamente em suspensão. Cabia à Comissão Organizadora da Fifa analisar cada caso antes de decidir se aplicaria ou não uma punição ao atleta.

A possibilidade de perder o principal jogador da equipe preocupava o Brasil. Com Pelé lesionado desde a fase de grupos, Garrincha havia assumido o protagonismo da campanha e era um dos grandes destaques do Mundial.

O veredito da Fifa antes da grande decisão

Ao analisar o caso, a Comissão Organizadora decidiu aplicar somente uma advertência ao atacante brasileiro.

Segundo o então presidente da Fifa, Stanley Rous, a infração aconteceu durante uma disputa de bola entre Garrincha e Rojas. Com esse entendimento, a comissão concluiu que não havia motivos para impedir sua participação na final.

Na mesma sessão, o atacante chileno Landa recebeu suspensão de uma partida. Conforme registrado à época, ele foi punido por atingir o zagueiro Mauro com um chute quando a bola já estava distante da jogada, situação considerada mais grave pelos dirigentes.

A decisão foi recebida com alívio pelos integrantes da delegação brasileira, que aguardavam o julgamento com expectativa.

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O que Garrincha disse sobre o lance?

Durante os esclarecimentos prestados à comissão, Garrincha reconheceu que perdeu a calma no fim da partida. Ao mesmo tempo, afirmou que passou todo o jogo sendo provocado por Rojas.

Segundo seu relato, o adversário distribuiu pontapés, cotoveladas e, em determinado momento, chegou a cuspir em seu rosto. O brasileiro afirmou que tentou manter a tranquilidade durante a partida, mas acabou reagindo após a sequência de provocações.

Essas declarações fizeram parte do processo analisado pela Comissão Organizadora, embora a justificativa oficial apresentada pela Fifa para a advertência tenha sido o fato de a infração ter ocorrido durante uma disputa de bola.

A atuação política também entrou em campo

O caso ultrapassou o ambiente esportivo e chegou ao campo diplomático. O então primeiro-ministro brasileiro, Tancredo Neves, manifestou apoio para que Garrincha pudesse disputar a decisão.

Paralelamente, o governo do Peru orientou sua representação diplomática em Santiago, no Chile, a solicitar à Fifa que analisasse o episódio dentro dos regulamentos, reforçando o pedido apresentado pelo governo brasileiro.

A mobilização ocorreu antes da decisão da Comissão Organizadora, que acabou liberando o atacante para a final.

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Garrincha esteve em campo no bicampeonato

Com a advertência aplicada pela Fifa, Garrincha foi liberado para enfrentar a Tchecoslováquia na decisão da Copa do Mundo de 1962.

O Brasil venceu por 3 a 1 e conquistou o bicampeonato mundial. Naquela campanha, o camisa 7 foi um dos principais nomes da seleção, especialmente após a lesão de Pelé ainda na fase de grupos.

Por isso, o julgamento que evitou a suspensão de Garrincha, se tornou um dos episódios mais lembrados dos bastidores das Copas do Mundo. A decisão permitiu que um dos maiores protagonistas daquele Mundial estivesse em campo na conquista de um dos títulos mais importantes da história da seleção brasileira.

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A ‘Pátria de Chuteiras’ no calor do Capital

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Gostemos ou não – e há quem não goste, há quem torça o nariz para a bola como se ela fosse coisa menor, indigna dos espíritos cultivados -, há mais de um século que o Brasil possui uma potente e avassaladora linguagem unificadora dentro e fora de suas fronteiras: o futebol. Não uma linguagem qualquer, […]
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Messi escapa do cartão vermelho e gera suspeita sobre Cristiano Ronaldo

Messi em lance de cartão vermelho e Cristiano Ronaldo. Foto: reprodução

A goleada da Argentina por 3 a 0 sobre a Argélia, na estreia da Copa do Mundo de 2026, foi marcada por uma grande polêmica envolvendo Lionel Messi. O craque argentino escapou de uma possível expulsão após uma entrada dura sobre o zagueiro argelino Aïssa Mandi, gerando críticas de torcedores, comentaristas e acusações de favorecimento por parte da FIFA.

O lance aconteceu poucos minutos depois de Messi abrir o placar para a Argentina. Em uma disputa de bola, o camisa 10 aparentou atingir a perna direita de Mandi com as travas da chuteira. O defensor caiu imediatamente no gramado, segurando a panturrilha e reclamando de dores.

Apesar da gravidade da jogada, o árbitro não aplicou sequer cartão amarelo ao argentino. O VAR também não recomendou revisão do lance, decisão que provocou forte reação nas redes sociais.

“Está óbvio que a FIFA vai proteger Messi novamente nesta Copa. Isso era cartão vermelho sem discussão”, escreveu um usuário na rede X. Outro afirmou que “nem o próprio Messi pareceu acreditar que escaparia sem punição”.

As a Messi fan I must confess he’s really been favoured by referee. That’s a red card offence! Period! pic.twitter.com/y1CnqFIVfG

— RAZOR BLADE (@razorblade300) June 17, 2026

A patacoada levanta suspeitas se o tratamento diferenciado será aplicado a outra estrela do torneio: Cristiano Ronaldo, que estreia nesta quarta contra o Congo às 14h.

As críticas foram além dos torcedores. Durante a transmissão da ESPN no Reino Unido, o ex-zagueiro inglês Nedum Onuoha afirmou que a jogada merecia expulsão.

“Provavelmente deveria ter sido cartão vermelho. O árbitro pode ter perdido o lance, mas é difícil entender como o VAR analisou a jogada e concluiu que não havia nada de errado”, disse.

O comentarista Alejandro Moreno foi ainda mais enfático.

“Foi 100% cartão vermelho para Lionel Messi. Esse tipo de decisão reforça a narrativa de que grandes estrelas recebem tratamento diferenciado”, afirmou.

Moreno também questionou por que o árbitro polonês Szymon Marciniak não foi chamado ao monitor para revisar a jogada.

“Você vê as travas percorrendo toda a parte de trás da perna do adversário, do joelho até o tornozelo. Foi uma entrada imprudente e deveria ter resultado em expulsão”, completou.

A controvérsia ganhou ainda mais repercussão porque Messi permaneceu em campo e protagonizou a partida. O atacante de 38 anos marcou mais dois gols no segundo tempo, completando o primeiro hat-trick de sua carreira em Copas do Mundo e liderando a vitória argentina sobre a Argélia.

Enquanto os argentinos comemoram a atuação histórica de seu capitão, o debate sobre a arbitragem promete continuar nos próximos dias, com muitos torcedores questionando se outros jogadores receberiam o mesmo tratamento em uma situação semelhante.

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Fifa veta espanhol em entrevistas oficiais da Copa do Mundo; entenda o motivo

Vini Jr., durante entrevista após o jogo da Seleção na qual não pode ser questionado em espanhol graças ao veto da Fifa. Reprodução

A Fifa proibiu o uso do espanhol em determinados ambientes oficiais de entrevista da Copa do Mundo de 2026, incluindo coletivas e zonas mistas com idiomas previamente autorizados pela organização. A justificativa atribuída à entidade é a padronização da comunicação entre delegações, jogadores e imprensa, com o inglês adotado como idioma-base quando não houver língua comum liberada.

A regra apareceu no entorno de Brasil x Marrocos, no sábado (13), quando jornalistas hispanofalantes tentaram fazer perguntas em espanhol a jogadores acostumados ao idioma. Na véspera da partida, Vinicius Junior chegou a pedir que uma questão feita em inglês fosse reformulada em espanhol, mas o idioma não estava entre os permitidos pela Fifa naquele espaço oficial.

🇺🇸🇲🇽 | La FIFA prohíbe a los periodistas preguntar en español a los jugadores de Brasil y Marruecos a pesar de ser la segunda lengua materna más hablada del mundo por encima del inglés.

La FIFA autorizó a preguntar en francés, árabe, portugués e inglés, algo que supuso un… pic.twitter.com/67K1XRTTcA

— ʜᴇʀQʟᴇs (@herqles_es) June 14, 2026

Após o empate por 1 a 1, o tema voltou à tona na zona mista. Um jornalista venezuelano pediu que Vini Jr. respondesse em espanhol, mas o atacante disse que falaria em português por estar a serviço da Seleção Brasileira. “Estou com o Brasil, vou falar só em português”, afirmou, antes de comentar a atuação do time.

A limitação também afetou profissionais que tentaram entrevistar atletas de Marrocos, como Achraf Hakimi. Segundo relatos publicados nas redes sociais, a Fifa autorizou perguntas apenas em francês, árabe, português e inglês em determinados ambientes ligados à partida.

Na prática, a norma impediu o uso de uma língua amplamente dominada por jogadores dos dois elencos, especialmente atletas que atuam ou atuaram na Espanha. O caso chamou atenção porque o Mundial de 2026 também é sediado pelo México, país hispanofalante, além de Estados Unidos e Canadá.

🗣️ Periodista: “SOY DE VENEZUELA, EN ESPAÑOL, POR FAVOR”.

🗣️ Vinícius: “SOY DE BRASIL VOY A HABLAR EN PORTUGUÉS”.

Esta entrevista de TV de Vini, post-debut. 🤬🇧🇷 pic.twitter.com/lY8QDjy1yf

— Ataque Futbolero (@AtaqueFutbolero) June 14, 2026

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FIFA investe milhões para padronizar o comportamento da bola em três países

A FIFA está colocando em prática um dos projetos mais ambiciosos já vistos na preparação de uma Copa do Mundo.

Para o torneio de 2026, que acontecerá nos Estados Unidos, Canadá e México, a entidade investe cerca de US$ 3,8 bilhões em infraestrutura e, dentro desse pacote, conduz um experimento inédito para padronizar os gramados e reduzir variações no comportamento da bola em todos os estádios, segundo o The Wall Street Journal.

Na prática, a preocupação da FIFA não é controlar o jogo em si, mas garantir que a superfície de jogo ofereça condições o mais semelhantes possível entre as 16 arenas da competição.

Isso significa minimizar diferenças no quique, na velocidade e no atrito da bola, que podem variar de acordo com o tipo de gramado, o clima e até a estrutura dos estádios.

Leia também: FIFA aposta US$ 3,8 bilhões em experimento inédito com gramados naturais na Copa do Mundo; confira

Gramados sob padrão técnico na Copa de 2026

Para alcançar esse nível de uniformidade, a FIFA vem apostando em uma combinação de gramados naturais e sistemas híbridos de alta engenharia. A proposta é criar uma base de jogo consistente, mesmo em regiões com condições climáticas muito diferentes entre si.

Além disso, os estádios passam por adaptações importantes em seus sistemas de irrigação, drenagem e ventilação.

Em alguns casos, estruturas artificiais de iluminação são usadas para complementar a luz natural e manter o desenvolvimento adequado da grama, especialmente em arenas fechadas ou com menor incidência solar.

Essas soluções não têm caráter estético, mas funcional. O foco está em reduzir variações que possam interferir diretamente na dinâmica da partida, já que pequenas mudanças na superfície podem alterar o comportamento da bola e, consequentemente, o estilo de jogo.

O desafio de equilibrar três países-sede

O grande desafio do projeto está na diversidade geográfica dos países que vão sediar o torneio. Estados Unidos, Canadá e México apresentam diferenças significativas de clima, altitude e umidade, fatores que impactam diretamente a condição dos gramados.

Por isso, a FIFA estabeleceu parâmetros técnicos para tentar aproximar ao máximo a experiência de jogo em todos os estádios. A altura da grama, a composição do solo e o nível de umidade são alguns dos elementos que passam a ser controlados de forma mais rigorosa durante o processo de preparação.

O objetivo é simples: reduzir ao máximo a sensação de “campo diferente” de um estádio para outro, algo que pode influenciar diretamente o desempenho dos atletas.

Leia também: FIFA investe bilhões para garantir consistência técnica na Copa do Mundo 2026; confira novidades

Engenharia e padronização como novo foco da FIFA

Esse movimento reforça uma tendência crescente no futebol moderno: o uso da engenharia para garantir mais consistência nas condições de jogo. Em vez de eliminar completamente as diferenças naturais, a FIFA busca equilibrá-las dentro de um padrão técnico aceitável.

Assim, os gramados deixam de ser apenas uma superfície de jogo e passam a ser parte central do planejamento esportivo da Copa. O foco não está em mudar o futebol, mas em tornar o ambiente mais previsível dentro do possível.

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Irã impõe condição para participar da Copa do Mundo nos EUA

Ahmad Donyamali, ministro do Esporte e da Juventude do Irã, falando em microfone, sério, no canto direito de foto
Ahmad Donyamali, ministro do Esporte e da Juventude do Irã – Reprodução

A participação do Irã na Copa do Mundo de 2026 ainda não está confirmada pelo governo do país. O ministro do Esporte e da Juventude, Ahmad Donyamali, afirmou que a seleção pode ficar fora do torneio caso não receba garantias de segurança para atuar nos Estados Unidos.

“Devemos estar preparados, mas é possível que não participemos da Copa do Mundo. A decisão final será tomada pelo governo e pelo Conselho Supremo de Segurança Nacional”, disse Donyamali à agência iraniana Tasnim. Em março, ele já havia afirmado que o Irã não disputaria a competição.

A incerteza ocorre em meio aos conflitos envolvendo Irã, Israel e Estados Unidos. Como os jogos da seleção iraniana estão marcados para território norte-americano, o governo do país passou a cobrar garantias para a viagem da delegação.

O Irã chegou a pedir à Fifa que suas partidas fossem transferidas para o México, uma das sedes do Mundial. A entidade, porém, manteve os compromissos nas cidades previstas inicialmente.

Seleção do Irã em amistoso contra Senegal - Robbie Jay Barratt/Getty Images
Seleção do Irã em amistoso contra Senegal – Robbie Jay Barratt/Getty Images

“A seleção realizará um período de treinamento em um país vizinho [Turquia] nas próximas três semanas. Se a segurança dos membros da seleção nos Estados Unidos for garantida, viajaremos para lá para participar da Copa do Mundo de 2026”, afirmou Donyamali.

O presidente da Fifa, Gianni Infantino, disse que o Irã estará na Copa. Pelo regulamento da entidade, uma seleção que abandona a competição pode receber multa mínima de 250 mil francos suíços, cerca de R$ 1,6 milhão.

Caso a desistência seja confirmada, a Fifa poderá manter o grupo com apenas três seleções ou convidar outro país para ocupar a vaga.

O Irã está no Grupo G, ao lado de Bélgica, Egito e Nova Zelândia. A estreia está marcada para 15 de junho, às 22h, contra a seleção neozelandesa, no SoFi Stadium, em Inglewood, na Califórnia.

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