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Israel’s President, Putting Off Decision on Pardon for Netanyahu, Will Push for Plea Deal

President Isaac Herzog of Israel has decided not to issue a pardon to Prime Minister Benjamin Netanyahu in his corruption case at this time, and instead will seek mediation, officials say.
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Venice Biennale Bars Awards for Countries Facing Crimes Against Humanity Charges

The jury said it would “refrain from considering” countries whose leaders are facing charges of crimes against humanity, which would affect Israel and Russia.
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Trump’s Board of Peace Gives Hamas Disarmament Deadline

The demand reflects both the U.S. administration’s eagerness to secure a lasting cease-fire in Gaza and its growing impatience with the Palestinian militant group.
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Here’s What Happened in the War in the Middle East on Thursday

Iran’s new supreme leader delivered a forceful message in his first public statement since succeeding his slain father, as the Israeli military bombarded Tehran and the Lebanese capital with strikes.
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STJ impõe derrota a Rumble e Trump Media em ação contra Moraes

Rumble e o ministro Alexandre de Moraes. Foto: Reprodução/Rumble e Divulgação/STF

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou o pedido da plataforma de vídeos Rumble para intimar o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, em um processo que tramita nos Estados Unidos. A decisão foi tomada por unanimidade nesta quarta-feira (4).

A solicitação foi apresentada pela Rumble e pela empresa Trump Media. As companhias protocolaram uma ação em fevereiro de 2025 na Justiça norte-americana e pediram cooperação jurídica para intimar Moraes no Brasil.

No processo, as empresas afirmam que decisões do ministro que determinaram a remoção de conteúdos configurariam censura. Com a ação, elas buscam que essas decisões sejam consideradas ilegais em território norte-americano.

Sede do STJ. Foto: reprodução

O pedido de cooperação foi analisado pelo STJ, responsável por tratar de solicitações internacionais dessa natureza. O relator do caso, ministro Herman Benjamin, votou pela rejeição da solicitação.

A decisão seguiu manifestação apresentada anteriormente pela Procuradoria-Geral da República (PGR). Em outubro de 2025, o órgão se posicionou contra o prosseguimento do pedido.

Segundo a PGR, permitir punição ou responsabilização de magistrados brasileiros por decisões tomadas no exercício da função em tribunais estrangeiros poderia afetar a independência do Judiciário brasileiro. A Corte acompanhou o relator e rejeitou o pedido por unanimidade.

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