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B3 (B3SA3) pagará R$ 372,5 milhões em juros sobre capital próprio

O conselho de administração da B3 (B3SA3) aprovou o pagamento de juros sobre capital próprio (JCP) no valor total de R$ 372,5 milhões, equivalente a R$ 0,07434043 por ação, de acordo com documento desta quinta-feira (26).

O valor líquido será de R$ 0,06133086 por ação, já considerando a retenção de 17,5% de Imposto de Renda, exceto para acionistas com tributação diferenciada, segundo a operadora da bolsa brasileira.

O pagamento será realizado em 13 de abril de 2026, com base na posição acionária de 31 de março de 2026. As ações serão negociadas com direito ao provento até 31 de março, passando à condição “ex-JCP” a partir de 1º de abril.

O montante será imputado aos dividendos obrigatórios do exercício social de 2026, acrescentou a companhia.

De acordo com dados mais recentes divulgados pela companhia, a B3 registrou forte crescimento no volume negociado em ações em fevereiro de 2026, em um mês marcado por desempenho positivo do mercado brasileiro e entrada de capital estrangeiro.

O volume financeiro médio diário no mercado à vista atingiu R$ 37,3 bilhões, alta de 50,1% em relação a fevereiro de 2025 e avanço de 16,2% frente a janeiro.

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Hypera (HYPE3) aprova R$ 185 milhões em juros sobre capital próprio

A Hypera (HYPE3) informou nesta quinta-feira (26) que o conselho de administração aprovou a distribuição de juros sobre capital próprio (JCP) de R$ 185 milhões, equivalente a R$ 0,26304 por ação, com retenção de imposto de renda na fonte.

Terão direito aos proventos os acionistas com posição em 31 de março de 2026, incluindo as ações emitidas no aumento de capital. A partir de 1º de abril de 2026, os papéis passam a ser negociados “ex-JCP”.

O valor líquido será imputado aos dividendos obrigatórios relativos ao exercício de 2026, a serem deliberados na assembleia geral de 2027. O pagamento ocorrerá até o fim de 2027, em data ainda a ser definida, sem atualização monetária.

A companhia também informou que foram subscritas todas as ações do aumento de capital aprovado anteriormente, somando R$ 1,5 bilhão. Com a homologação prevista para 31 de março de 2026, o capital social passará a R$ 11,2 bilhões, dividido em 704 milhões de ações ordinárias.

A farmacêutica teve lucro líquido de operações continuadas de cerca de R$ 450 milhões no quarto trimestre de 2025, ligeiramente acima do esperado pelo mercado, impulsionada por base de comparação mais fraca com um ano antes.

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Totvs (TOTS3) pagará R$ 104,2 milhões em juros sobre capital próprio

A Totvs (TOTS3) informou nesta sexta-feira (20) que seu Conselho de Administração aprovou o pagamento de juros sobre capital próprio (JCP) no valor de R$ 0,18 por ação, totalizando aproximadamente R$ 104,2 milhões. O montante será imputado aos dividendos obrigatórios do exercício.

Terão direito ao provento os acionistas com posição acionária na data-base de 25 de março de 2026. A partir de 26 de março, inclusive, as ações passarão a ser negociadas na condição “ex-JCP”, informou a companhia.

O pagamento será realizado no dia 10 de abril de 2026, sem incidência de correção monetária ou remuneração adicional, por meio de crédito em conta corrente e domicílio bancário informados ao Banco Itaú Unibanco.

A Tovs destacou que acionistas com cadastro incompleto ou desatualizado precisarão regularizar seus dados junto às agências do banco para receber os valores. Já investidores que utilizam custódia fiduciária terão os créditos disponibilizados conforme os procedimentos da B3 S.A. – Brasil, Bolsa, Balcão.

O valor dos JCP estará sujeito à retenção de Imposto de Renda na fonte, conforme a legislação vigente. Acionistas isentos ou imunes deverão encaminhar a documentação comprobatória até 2 de abril de 2026 à sede da companhia, em São Paulo.

Recentemente, a Tovs anunciou que pretende intensificar os aportes em desenvolvimento, com um incremento adicional de cerca de R$ 75 milhões por ano nos próximos quatro anos, dentro de um total estimado de aproximadamente R$ 600 milhões no período.

Os recursos serão direcionados à evolução da base tecnológica que permitirá integrar agentes de inteligência artificial aos próprios ERPs, além da ampliação da infraestrutura em nuvem e da adaptação dos sistemas para novos modelos de monetização baseados no uso dessas funcionalidades.

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Petrobras (PETR4) nas máximas: Melhor realizar lucro ou comprar mais?

Se a disparada do petróleo animou parte dos investidores, isso não ocorreu com a Genial Investimentos. Em relatório, os analistas dizem que comprar o papel apenas por um efeito que pode acabar a qualquer momento pode ser um risco.

“Aos atuais níveis de preço, vemos as ações de empresas de petróleo passando a entregar rendimentos mais modestos se considerarmos o preço do petróleo em termos normalizados de US$ 70-80 por barril de Brent crude em doze meses”, dizem os analistas.

Para a corretora, a impressão é que “o melhor já passou”, e os investidores precisam ser mais moderados em seus portfólios. Além disso, observam esse cenário até mais como uma possibilidade de realização de lucros nos ativos do que o contrário.

A questão é: comprar petroleiras agora, quando o petróleo está nas máximas, pode não ser uma boa ideia.

“Vamos acompanhar os próximos dias e semanas em relação à evolução do preço do Brent e, eventualmente, alterar nossas recomendações caso o rali nos preços dos ativos continue”.

A recomendação da Genial para as petrolíferas é de neutralidade para Petrobras (PETR3; PETR4), PRIO (PRIO3) e PetroReconcavo (RECV3).

Como analisar os preços do petróleo?

A Genial lembra que o investidor deve pensar não apenas até onde o preço do petróleo pode chegar, mas também onde ele deve se estabilizar. É aí que está o verdadeiro ganho para o investidor.

Para fins de comparação, o preço médio do Brent ao longo de 2022, quando estourou a Guerra na Ucrânia, foi de US$ 99 por barril. Naquele momento, isso acabou gerando cerca de R$ 215 bilhões em proventos.

“Vemos as empresas entregando um rendimento entre 16% e 24%. Ou seja, aos preços atuais, é como se o mercado estivesse precificando os cases com uma premissa de Brent de cerca de US$ 70-80 por barril”.

Ou seja, na prática, o potencial de alta está bem limitado para as empresas de petróleo, tendo em vista a performance recente dos papéis e a incorporação de premissas cada vez mais otimistas nos preços de mercado.

Petrobras

No caso da Petrobras, a Genial diz que a volatilidade das opções dos papéis está praticamente nas máximas. Ou seja, as opções de compra e de venda estão bem “gordas” e pagando bons prêmios.

“Entendemos que algumas estratégias baseadas na venda de volatilidade (straddle, strangle e/ou venda coberta, por exemplo) podem ser exploradas por traders habilidosos”.

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Petrobras (PETR4): Petróleo pode turbinar retorno de dividendos — mas tudo depende de um fator

O petróleo teve a maior alta semanal desde a década de 80 impulsionado pela guerra no Irã. Até o começo do ano, a commodity parecia estabilizada em US$ 60 em um momento de oferta elevada e demanda menos aquecida. Mas agora, tudo mudou. De acordo com especialistas, uma guerra prolongada pode deixar os preços altos por boas semanas.

Nesse caso, os mercados estão de olho em como as petrolíferas podem surfar nessa disparada, principalmente a Petrobras (PETR4), maior e empresa mais procurada por investidores. A boa notícias, segundo cálculos do Bradesco BBI, é que companhia pode ver o seu retorno de dividendos alcançar até 12,5% com a disparada dos preços.

Porém, tudo vai depender do grau de repasse aos preços. Desde que mudou a política de preços, o repasse à gasolina não é feito de maneira automática. No cálculo, é considerado outros fatores, como o preço do dólar.

Até quinta-feira o desconto do diesel da Petrobras em relação ao produto importado havia atingido cerca de 30%, a maior defasagem desde 2022, apontou o Goldman Sachs em nota aos clientes.

Petrobras: Dividendos extraordinários no radar?

Depois de anunciar R$ 8,1 bilhões em proventos, investidores tentaram entender se o patamar pode se repetir — e a diretoria reforçou que a companhia não gosta de carregar caixa “sobrando”: se enxergar um nível elevado e sem necessidade para financiar projetos, prefere devolver ao acionista.

“Reforço que nossa estratégia é gerar valor no longo prazo, conciliando investimentos e projetos de alto retorno com nossa política de dividendos”, disse o diretor financeiro (CFO), Fernando Melgarejo, ao apresentar o balanço e a proposta de distribuição.

Em meio à alta do petróleo por causa do conflito no Oriente Médio, Melgarejo admitiu que pode haver espaço para dividendos extraordinários se o caixa ficar acima do necessário.

“Se a gente entender que temos um nível elevado de caixa, a gente adoraria… fazer uma distribuição de dividendos extraordinários, desde que a gente tenha certeza que não há impacto na financiabilidade dos nossos projetos”, afirmou.

Outras petrolíferas

Mas o Bradesco não se limitou a analisar a Petrobras. Segundo os analistas, com o petróleo nas alturas, os maiores benefícios recaem sobre empresas mais alavancadas e com fluxo de caixa mais concentrado no curto prazo, como a Brava (BRAV3).

“A maior assimetria aparece em BRAV3, cujo desempenho recente não reflete integralmente o nível atual da curva futura, onde estimamos potencial de valorização adicional caso os preços do petróleo permaneçam acima dos patamares embutidos nas projeções atuais”.

Por outro lado, nomes de menor sensibilidade marginal —como PRIO (PRIO3), devido à duração mais curta de geração de caixa —tendem a capturar menor variação percentual.

 

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