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Oncoclínicas e Porto Seguro firmam acordo para criar nova sociedade

A Oncoclínicas celebrou um termo de compromisso não vinculante com a Porto Seguro S.A. em 13 de março de 2026, estabelecendo os principais termos para a criação de uma nova sociedade, denominada NewCo.

A operação prevê a transferência de ativos de clínicas oncológicas pela Oncoclínicas e um aporte de R$ 500 milhões pela Porto Seguro, que deterá no mínimo 30% do capital social da nova empresa.

Segundo a rede hospitalar, a conclusão da operação está sujeita a várias condições, incluindo a finalização de negociações, due diligence pela Porto, e as aprovações regulatórias necessárias.

A NewCo também emitirá debêntures conversíveis em ações ordinárias, a serem subscritas pela Porto, com vencimento em 48 meses. A Oncoclínicas compromete-se a negociar exclusivamente com a Porto por 30 dias.

O Grupo Oncoclínicas é líder no setor de tratamento oncológico no Brasil, oferecendo serviços integrados como quimioterapia, radioterapia e diagnóstico. A empresa tem crescido por meio de aquisições e parcerias, consolidando sua presença em um segmento de alta demanda.

O mercado aguarda ainda uma negociação da Oncoclínicas com credores para o reperfilamento da sua dívida, que alcançou R$ 4 bilhões ao fim do terceiro trimestre, passando a representar 4,2 vezes o seu Ebitda.

Disclaimer: Este texto foi escrito por um agente de inteligência artificial a partir de informações oficiais e de bases de dados confiáveis selecionadas pelo InvestNews. O trabalho foi revisado pela equipe de jornalistas do IN antes de sua publicação.

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Filha de Tanure, Isabella Corrêa renuncia à presidência do conselho da Alliança Saúde

A operadora de saúde Alliança Saúde informou nesta quarta-feira (11) que Isabella de Queiroz Sequeiros Tanure Corrêa renunciou ao cargo de presidente do conselho de administração na sexta-feira (10), por motivos pessoais.

Isabella é filha do investidor Nelson Tanure, que era controlador da Alliança até o começo de fevereiro, quando credores tomaram as ações na empresa de saúde dadas em garantia em outros financiamentos.

Segundo a companhia, já foi iniciado o processo de sucessão para a posição anteriormente ocupada pela executiva.

A Alliança Saúde atua na gestão de planos corporativos e soluções de saúde para empresas, oferecendo serviços de assistência médica e programas integrados de cuidado para organizações e seus funcionários.

Mudança de controle

No começo desse mês, o fundo de investimento Tessai, criado na semana passada, adquiriu o controle da empresa, assumindo 59,84% do capital da companhia.

O Tessai FIP é um fundo da gestora Geribá, focada em special situations, que comprou as ações que pertenciam até o mês passado ao empresário Nelson Tanure, quando credores tomaram os papéis dados em garantia aos credores.

Disclaimer: Este texto foi escrito por um agente de inteligência artificial a partir de informações oficiais e de bases de dados confiáveis selecionadas pelo InvestNews. O trabalho foi revisado pela equipe de jornalistas do IN antes de sua publicação.

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Justiça aprova edital para venda de unidade de serviços telefônicos da Oi

A Oi informou que a Justiça aprovou a publicação de edital para a venda judicial de uma unidade produtiva isolada (UPI) formada por ativos ligados à operação de serviços telefônicos da companhia.

Segundo fato relevante divulgado pela empresa, a decisão foi proferida em 9 de março no processo que tramita na 7ª Vara Empresarial da Comarca da Capital do Rio de Janeiro, no âmbito da recuperação judicial da operadora.

De acordo com a empresa, a chamada UPI Serviços Telefônicos reúne ativos relacionados a diferentes atividades da operação de telefonia fixa. Entre eles estão a prestação do serviço telefônico fixo comutado (STFC), a continuidade da oferta de serviços de voz fixa em 6.571 localidades onde a companhia atua como operadora de última instância até dezembro de 2028, além da operação de números de utilidade pública, como 190, 192 e 193.

O pacote também inclui interconexões, infraestrutura de torres e redes, serviços de manutenção de telefones públicos, além da base de clientes, contratos de trabalho, acordos com fornecedores e outros ativos e obrigações ligados a essas operações.

A Justiça também marcou para 8 de abril, às 15h, a audiência para abertura das propostas fechadas de interessados na compra da unidade, em um processo competitivo judicial.

A Oi é uma das maiores empresas de telecomunicações do Brasil, mas enfrenta há anos dificuldades financeiras. Em crise desde 2016, a companhia vem promovendo uma ampla reestruturação e já vendeu ativos relevantes, como sua operação de telefonia móvel e parte da infraestrutura de fibra óptica, para concentrar suas atividades no negócio de internet de alta velocidade.

Disclaimer: Este texto foi escrito por um agente de inteligência artificial a partir de informações oficiais e de bases de dados confiáveis selecionadas pelo InvestNews. O trabalho foi revisado pela equipe de jornalistas do IN antes de sua publicação.

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Totvs vende Dimensa para Evertec por R$ 1,4 bilhão

A Totvs anunciou nesta segunda-feira (2) a venda da Dimensa para a porto-riquenha Evertec por R$ 1,4 bilhão. Na operação a Totvs irá comprar os 37,5% da Dimensa junto à B3, sua sócia no negócio, por R$ 665 milhões, para posteriormente para repassar a totalidade das ações para Evertec, que já é dona da Sinqia.

Segundo a Totvs, a venda da Dimensa está alinhada ao plano estratégico de “focar no crescimento das operações principais”, como soluções em nuvem com inteligência artificial. Ainda de acordo com a companhia, transação proporciona à Totvs um retorno estimado de 7,4 vezes o capital investido e uma taxa interna de retorno de 18,3% ao ano desde 2008.

O fechamento das transações está sujeito à aprovação das autoridades concorrenciais e à verificação de condições precedentes comuns a esse tipo de operação. Criada pelo empresário Laércio Constantino, a Totvs é uma empresa brasileira de tecnologia que desenvolve softwares de gestão empresarial para diversos setores, incluindo varejo e indústria.

Disclaimer: Este texto foi escrito por um agente de inteligência artificial a partir de informações oficiais e de bases de dados confiáveis selecionadas pelo InvestNews. O trabalho foi revisado pela equipe de jornalistas do IN antes de sua publicação.

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Em meio a corte de custos, CFO do GPA renuncia

O GPA informou nesta quinta-feira (8) que Rafael Russowsky renunciou aos cargos de vice-presidente executivo financeiro e diretor de relações com investidores. Anunciado nesta segunda-feira como novo CEO, Alexandre Santoro, que antes de chegar aos supermercados liderava a rede de restaurantes IMC, vai acumular interinamente a posição de diretor interino vice-presidente de finanças.

Russowsky estava no cargo desde julho de 2023. Ele foi diretor do Casino e nome do grupo no conselho de 2020 a até assumir como CFO cerca de três anos depois. Ex-controlador do GPA, o grupo francês é hoje o segundo maior acionista do varejista, atrás dos Coelho Diniz, dona de rede que levava o nome da família no leste mineiro.

As trocas na direção do grupo dono das redes de supermercados Pão de Açúcar e Extra acontecem em meio ao um processo de corte custos. O GPA contratou a consultoria americana Alvarez & Marsal para apoiar a execução de um plano de eficiência iniciado em novembro do ano passado e que deve resultar em um corte de gastos superior a R$ 700 milhões.

De acordo com comunicado da companhia, a divisão de performance da Alvarez & Marsal dará suporte à execução de um plano de eficiência anunciado em novembro, que prevê uma redução relevante de custos, despesas e investimentos.

O programa projeta um corte mínimo de R$ 415 milhões em despesas operacionais, além de uma redução nos investimentos (capex), estimados entre R$ 300 milhões e R$ 350 milhões em 2026 — cerca de metade do volume investido nos 12 meses encerrados em setembro de 2025.

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Grupo Casas Bahia estrutura aumento de capital para reduzir alavancagem em assembleia convocada para dezembro

O Grupo Casas Bahia informou nesta terça-feira (25) que o Conselho de Administração aprovou submeter aos acionistas, em Assembleia Geral Extraordinária marcada para 17 de dezembro de 2025, uma proposta de aumento do capital da empresa. A medida permite que o capital social possa ser elevado em até R$ 13,25 bilhões, sem a necessidade de alteração estatutária. Além disso, a companhia pretende discutir com os debenturistas o reperfilamento das debêntures da 10ª emissão na mesma data.

Segundo o varejista, essas iniciativas fazem parte de um plano contínuo para otimizar sua estrutura de capital, com o objetivo de reduzir a alavancagem da empresa. No entanto, o Grupo Casas Bahia destaca que ainda não firmou quaisquer acordos vinculantes com investidores ou debenturistas, e a implementação das medidas depende de fatores fora do controle da administração e da aprovação dos órgãos competentes da empresa.

No terceiro trimestre deste ano, a companhia registrou um prejuízo líquido de R$496 milhões. Na ocasião, o grupo reconheceu que estava trabalhando em algumas iniciativas para continuar melhorando sua estrutura de capital, sendo a conversão de debêntures em ações da companhia colocada como uma possibilidade.

Em agosto deste ano, a Mapa Capital tornou-se a maior acionista da Casas Bahia após conversão de debêntures da 10ª emissão. O movimento ocorreu após acordo com Bradesco e Banco do Brasil, que eram credores da varejista.

No pregão desta terça-feira (25), as ações da Casas Bahia fecharam com alta de 6,84%.

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Neoenergia vende usina hidrelétrica para EDF em negócio avaliado em R$ 2,5 bilhões

A Neoenergia informou nesta sexta-feira (21) que celebrou um contrato de venda com a EDF Brasil Hidro Participações, subsidiária local da francesa EDF, para alienar a totalidade das ações da Energética Águas da Pedra S.A., que opera a Usina Hidrelétrica Dardanelos no Mato Grosso. A transação, avaliada em R$ 2,5 bilhões, incluiu um valor base de R$ 2,2 bilhões para dezembro de 2024 e um ajuste de R$ 286 milhões pela variação do CDI até a data da assinatura.

Segundo a empresa de energia, é firmado um acordo de investimento com a EDF Brasil Holding, no qual a Neoenergia faz um aporte de R$ 93,5 milhões na Hidro Participações, garantindo uma participação indireta de 25% na usina. A conclusão da operação está sujeita a aprovações regulatórias, incluindo o CADE e a Aneel. Dentro de até 2,5 anos após o closing, a EDF Brasil Holding poderá adquirir todas as ações da Hidro Participações detidas pela Neoenergia.

Uma das maiores empresas de energia elétrica do Brasil, a Neoenergia é controlada pela espanhola Iberdrola e atua em geração, transmissão e distribuição. Já a EDF Brasil Hidro Participações é uma empresa brasileira do grupo francês EDF.

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Cedae calcula perda de R$ 220 milhões por liquidação do Banco Master

A Cedae, companhia estadual de água e esgoto do Rio de Janeiro, informou nesta quarta-feira (19) que a liquidação extrajudicial do Banco Master, decretada pelo Banco Central do Brasil, impactou suas aplicações financeiras.

A empresa de saneamento possuía Certificados de Depósito Bancário (CDB) com o Banco Master, que tiveram resgates parciais realizados, mas um pedido recente de R$ 10 milhões não foi processado, deixando um saldo remanescente de aproximadamente R$ 220 milhões.

O comunicado vem depois de mais empresas apontarem suas perdas com a liquidação do Master, do banqueiro daniel Vorcaro. A Oncoclínicas admitiu perda de cerca de R$ 230 milhões.

A Emae, Empresa Metropolitana de Águas e Energia, afirmou que mantinha CDBs emitidos pelo Letsbank, que faz parte do conglomerado do Banco Master, equivalentes a 5,88% do ativo total consolidado no final do terceiro trimestre.

Antes disso, a empresa mantinha uma provisão de R$ 237 milhões, constituída em setembro de 2025 após o rebaixamento do rating da instituição financeira pela agência Fitch.

A Cedae afirma que busca habilitar o crédito junto ao liquidante designado pelo Banco Central e adota providências cabíveis para preservar seus direitos no processo de liquidação.

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Vale levanta US$ 750 milhões com títulos de dívida emitidos no exterior

A Vale informou nesta quarta-feira (19) que sua subsidiária Vale Overseas Limited levantou US$ 750 milhões em títulos de dívida emitidos no exterior (“bonds“), com vencimento em 2056.

Segundo a empresa, os títulos rendem juros semestrais de 6%, com reajustes a cada cinco anos a partir de 2031. Os recursos líquidos obtidos são utilizados para finalidades corporativas gerais, incluindo a recomposição parcial de caixa após o pagamento de debêntures participativas adquiridas recentemente.

A Vale é uma das maiores mineradoras do mundo, com liderança na produção de minério de ferro e níquel. Em novembro de 2025, a empresa Vale fechou um acordo com os grupos AVG e Géo para arrendar a mina Conta História, em Minas Gerais.

Este é o terceiro contrato de arrendamento firmado entre as partes, permitindo à Vale gerar receita com a reativação de minas médias e inativas enquanto foca em operações de grande escala.

Disclaimer: Este texto foi escrito por um agente de inteligência artificial a partir de informações oficiais e de bases de dados confiáveis selecionadas pelo InvestNews. O trabalho foi revisado pela equipe de jornalistas do IN antes de sua publicação.

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Copel aprova investimento de R$ 17,8 bilhões até 2030

A Companhia Paranaense de Energia informou que seu Conselho de Administração aprovou um programa de investimentos de R$ 17,8 bilhões para o período de 2026 a 2030.

Segundo a companhia, a alocação estratégica dos recursos será voltada ao fortalecimento da qualidade do serviço e à ampliação da eficiência operacional, reforçando o compromisso com a geração de valor sustentável para acionistas e clientes.

Para 2026, a Copel projeta investimentos de aproximadamente R$ 3 bilhões. Desse total, R$ 1,9 bilhão será destinado à Copel Distribuição, com foco na melhoria contínua da qualidade e na excelência operacional.

A Copel Geração e Transmissão aplicará cerca de R$ 1 bilhão no próximo ano, priorizando a modernização de ativos, o aumento da capacidade operativa de geração e reforços e melhorias nas linhas de transmissão. O valor restante será direcionado às áreas de comercialização, serviços e holding, garantindo suporte às iniciativas estratégicas do grupo.

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Boa Safra Sementes inicia quarto programa de recompra de ações

O objetivo, afirma a companhia, é maximizar a geração de valor ao acionista por meio de uma gestão mais eficiente da estrutura de capital. As ações adquiridas poderão ser mantidas em tesouraria para posterior cancelamento, alienação ou utilização em programas de remuneração baseada em ações, dentro dos limites da legislação.

A empresa destaca que o programa pode gerar dois efeitos econômicos principais:

Aumento potencial no retorno via dividendos e juros sobre capital próprio, já que ações em tesouraria não recebem proventos e elevação da participação proporcional dos acionistas na hipótese de cancelamento dos papéis recomprados.

Atualmente, a Boa Safra tem 55.822.585 ações ordinárias em circulação (41,252% do total emitido) e mantém 801.800 ações em tesouraria, equivalentes a 0,593% do capital. O novo programa permitirá a aquisição de até 2.760.571 ações, o que corresponde a 2,04% das ações totais emitidas e 4,95% das ações em circulação – respeitando o limite da Resolução CVM 77.

As compras serão realizadas exclusivamente na B3, a preços de mercado, com a XP Investimentos atuando como instituição intermediária. A diretoria da companhia determinará, ao longo do período, o momento e a quantidade de ações adquiridas.

A recompra será financiada pelas reservas de lucros, exceto aquelas vedadas pela regulamentação. Conforme os dados do terceiro trimestre de 2025, a Boa Safra dispõe de R$ 76,444 milhões em recursos elegíveis para a operação. A empresa reforça que a execução total do programa dependerá da disponibilidade financeira no momento de cada aquisição. O prazo de vigência vai de 14 de novembro de 2025 a 14 de novembro de 2026, duração máxima de 12 meses.

A ata da reunião do conselho, que contém todas as informações exigidas pelo Anexo G da Resolução CVM 80, já está disponível nos sites da companhia, da CVM e da B3.

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Opportunity vende ações do dono da Ambipar; participação de Tércio Borlenghi Junior cai para 53%

A Ambipar informou nesta sexta-feira (7) que houve nova redução na participação acionária do seu controlador, Tércio Borlenghi Junior, de 59,54% para 53,26%. Segundo a companhia, a diminuição teria ocorrido por causa de uma “venda irregular de ações” por um fundo do grupo Opportunity.

De acordo com Tércio Borlenghi Junior, foram negociadas 105 milhões de ações ordinárias da companhia. Essa ação resulta na diminuição da participação direta e indireta do controlador no capital social total e votante da Ambipar.

Líder em gestão ambiental, a Ambipar oferece soluções em resíduos, logística reversa e resposta a emergências ambientais. A empresa de gestão ambiental está atualmente em recuperação judicial, com dívidas que superam os R$ 10 bilhões.

Disclaimer: Este texto foi escrito por um agente de inteligência artificial a partir de informações oficiais e de bases de dados confiáveis selecionadas pelo InvestNews. O trabalho foi revisado pela equipe de jornalistas do IN antes de sua publicação.

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Petrobras aprova pagamento de dividendos de R$ 12,16 bilhões

A Petrobras informou nesta quinta-feira (6) que seu conselho de administração aprovou o pagamento de dividendos intercalares no valor de R$ 12,16 bilhões, o que equivale a R$ 0,94320755 por ação ordinária e preferencial em circulação.

A remuneração é uma antecipação relativa ao exercício de 2025, com base no balanço de 30 de setembro de 2025.

A Petrobras registrou lucro líquido de US$6,03 bilhões no terceiro trimestre, alta de 2,7% na comparação anual, em um período marcado por um recorde na exportação de petróleo, com o avanço da produção no pré-sal, informou a companhia nesta quinta-feira.

Na comparação com o segundo trimestre, o resultado cresceu 27,3%, segundo a Petrobras.

O lucro cresceu apesar de um recuo de 13,9% nos preços do petróleo, em relação ao terceiro trimestre de 2024.

Entre julho e setembro, a companhia registrou que o petróleo Brent, referência internacional, teve média de US$69,07. Na comparação com o segundo trimestre, houve alta de 1,8%.

“Nos últimos doze meses, o Brent caiu US$11 por barril e nós conseguimos compensar este impacto na receita, elevando nossa produção de óleo para mais de 2,5 milhões de barris por dia, estabelecendo diversos recordes operacionais”, disse em nota Fernando Melgarejo, diretor financeiro e de Relacionamento com Investidores.

“Aumentamos nossa eficiência, reduzimos as paradas de produção e alcançamos o topo da produção do FPSO Almirante Tamandaré, superando sua capacidade nominal.”

O lucro antes de juros, impostos, amortização e depreciação (Ebitda) ajustado da Petrobras totalizou US$11,73 bilhões entre julho e setembro, alta de 2,2% versus o mesmo período de 2024.

A receita de vendas da petroleira somou US$23,48 bilhões no terceiro trimestre, alta de 0,5% na comparação anual e avanço de 11,6% versus o trimestre imediatamente anterior.

Os dividendos serão pagos em duas parcelas, em fevereiro e março de 2026, com datas de corte estabelecidas para 22 de dezembro de 2025 para ações negociadas na B3, e 26 de dezembro de 2025 para ADRs na NYSE.

A forma exata de distribuição, entre dividendos e juros sobre capital próprio, será definida até 11 de dezembro de 2025.

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Engie aprova aumento de capital de quase R$ 2 bilhões com bonificação de ações

A companhia elétrica Engie informou nesta quarta-feira (5) que o conselho de administração aprovou um aumento de capital social no valor de R$ 1,96 bilhão, por meio da capitalização de parte de seu saldo da reserva de retenção de lucros. O aumento será realizado com a emissão de 326,3 milhões de novas ações ordinárias, distribuídas como bonificação na proporção de uma nova ação para cada 2,5 ações já detidas, com data-base em 26 de novembro de 2025.

Segundo a subsidiária brasileira da empresa de origem francesa, o objetivo principal do aumento de capital é ajustar os saldos das reservas de lucros aos limites legais, além de aumentar a liquidez das ações no mercado. As novas ações serão negociadas na B3 a partir de 27 de novembro de 2025, e creditadas aos acionistas em 1º de dezembro de 2025.

As ações bonificadas têm os mesmos direitos das ações existentes, exceto para os proventos declarados antes do crédito.

A multinacional francesa é uma das principais investidoras de energias renováveis no Brasil, gerando energia eólica, solar e hidrelétrica.

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Fleury compra grupo de análise clínica do interior de São Paulo por R$ 34 milhões

A rede de laboratórios Fleury informou nesta terça-feira (28) que comprou 100% do LSL – Laboratório de Análises Clínicas, uma rede de laboratórios do interior de São Paulo.

O LSL opera em exames de análises clínicas e vacinação em três unidades localizadas nos municípios de Rio Claro e Santa Gertrudes. A receita dos últimos 12 meses, até maio de 2025, alcançou R$ 24 milhões.

Segundo a Fleury, o valor da aquisição é de R$ 34 milhões. O múltiplo implícito para a transação é de 3,4 vezes o valor da empresa sobre o EBITDA pós-sinergias.

A aquisição se soma a uma série de compras de menor porte feitas recentemente pelo grupo, que, além da rede homônima, é dono das marcas a+, Hermes Pardini e Inlab. Em agosto, o Instituto Hermes Pardini concluiu a compra do Hemolab Medicina Laboratorial, de Conselheiro Lafaiete (MG) por R$ 39,5 milhões.

Antes disso, em junho, concluiu três aquisições em Campinas e região (Confiance, Labclin e Inda-Lab) por R$ 130 milhões.

Neste mês, o Fleury confirmou as negociações com o grupo Rede D’Or, mas ressaltou que ainda não há decisão sobre a continuidade ou não da transação, destacando a incerteza e potencial volatilidade no mercado em função dessas tratativas.

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Vitrine ampliada: Casas Bahia vai vender produtos no Mercado Livre

O Grupo Casas Bahia iniciou uma parceria estratégica de longo prazo com o Mercado Livre. A partir de novembro, produtos das categorias principais da Casas Bahia, como eletrodomésticos, eletrônicos e móveis, estarão disponíveis na plataforma do Mercado Livre.

Segundo o CEO do Grupo Casas Bahia, Renato Franklin, a aliança permite à empresa ganhar participação de mercado, além de otimizar o uso de seu ecossistema, incluindo soluções logísticas e de crédito. A parceria no e-commerce é uma das primeiras grandes iniciativas após a Mapa Capital ter se tornado a controladora do grupo, em agosto.

A parceria ocorre em um momento estratégico, próximo à Black Friday, quando as categorias envolvidas estão entre as mais procuradas pelos consumidores. Fernando Yunes, vice-presidente sênior do Mercado Livre no Brasil, destacou que a chegada da Casas Bahia à plataforma reforça o compromisso de fortalecer o e-commerce no país.

Tradicional varejista brasileiro focado na venda de eletrodomésticos, móveis e tecnologia, o Grupo Casas Bahia tem forte atuação no e-commerce e lojas físicas.

Em agosto, a Mapa Capital se tornou a nova acionsta majoritária e controladora da rede de varejo ao alcançar uma participação de 85,5% do capital social. O aumento da participação ocorreu em razão da conversão de 1,40 bilhão de debêntures da 10ª emissão em ações.

A operaçnao reduziu em 40% uma dívida que consumia qualquer melhoria operacional. A solução, desenhada um ano antes pela gestão executiva e pelo conselho no plano de recuperação extrajudicial, prolongou prazos e permitiu à empresa colocar o nariz para fora da água. As debêntures da série 1 tiveram vencimentos estendidos até novembro de 2027. A série 2 passou a ser conversível em ações. E a série 3, mais pulverizada, passou a ter um custo de CDI + 1,0% e vencimento em novembro de 2030.

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Brava Energia anuncia reestruturação e renúncias de CFO e diretor de novos negócios

Décio Oddone, CEO da Brava Energia
Décio Oddone, CEO da Brava Energia (Ilustração: Daniela Arbex)

A Brava Energia realizou uma reestruturação organizacional, aprovada pelo conselho de administração na segunda-feira (20), que consolidou diversas áreas sob a diretoria financeira e de relações com investidores. Diante da mudança, os executivos Rodrigo Pizarro e Pedro Medeiros, que ocupavam cargos, respectivamente, de diretor financeiro e de relações com investidores e de diretor de novos negócios, trading e downstream, renunciaram.

Segundo a petroleira, o CEO Décio Oddone assume interinamente as funções de diretor financeiro e de relações com investidores, além de assumir de forma definitiva a área de novos negócios.

A empresa também informou que a área de operações downstream – a fase final da cadeia de produção, que inclui o refino do petróleo bruto em produtos como gasolina, diesel, querosene, plásticos e petroquímicos e a distribuição desses derivados para os consumidores – será integrada ao onshore, ou seja, à área de exploração de óleo e gás em terra, sob a liderança de Jorge Boeri.

A Brava Energia planeja anunciar um novo CFO após a conclusão do processo de contratação, que ainda está em andamento.

A junior oil Brava Energia foi criada em 2024 a partir da fusão de 3R Petroleum e Enauta, tem como principais acionistas o Bradesco e a gestora Jive. É hoje uma das maiores produtoras independentes de petróleo do país.

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Aneel aprova indenização de R$ 498,8 milhões à CESP

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) estabeleceu uma indenização de R$ 498,8 milhões em favor da Companhia Energética de São Paulo (CESP).

O valor refere-se à base de remuneração regulatória líquida (BRR) dos investimentos em bens reversíveis ainda não amortizados ou depreciados nas usinas hidrelétricas Jupiá, Ilha Solteira, Paraibuna e Jaguari, que ainda não foram amortizados ou depreciados.

A BRR é o conjunto de ativos, como usinas, linhas de transmissão e subestações que as concessionárias de serviços públicos usam na prestação de serviços.

A CESP foi incorporada pela Auren, após a combinação de ativos de energia da Votorantim, do fundo CPP Investments e da própria CESP. EM 2024, o grupo comprou a AES Brasil.

Segundo a Auren, após a publicação da decisão no Diário Oficial da União, a Aneel encaminha o processo ao Ministério de Minas e Energia. Cabe ao ministério definir o meio de pagamento, o fator de correção monetária aplicável e o cronograma de pagamento da indenização.

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ANP determina interdição parcial da operação da Brava Energia na Bacia Potiguar

Plataforma de petróleo marítima ao pôr do sol, com maquinário complexo e mar ao fundo
Plataforma da Brava Energia. Foto: Divulgação

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) concluiu a auditoria na Bacia Potiguar, operada pela Brava Energia, e determinou a interdição temporária das instalações. A companhia prevê que as adequações necessárias para cumprir as exigências do regulador sejam concluídas até o fim do quarto trimestre. Isso significa que a interdição parcial pode durar até dezembro.

A suspensão vai impactar a produção em cerca de 3.500 barris de óleo equivalente por dia, representando 3,8% da produção média do terceiro trimestre de 2025.

As instalações já haviam sido paralisadas durante o processo de auditoria que começou em 29 de setembro e terminou no dia 10 de outubro.

Segundo a Brava Energia, a produção média dos últimos 30 dias se mantém acima de 90 mil barris diários, já considerando parte do impacto.

A empresa afirmou que os investimentos para as adequações necessárias estão incluídos no orçamento de 2025/2026.

A junior oil Brava Energia foi criada em 2024 a partir da fusão de 3R Petroleum e Enauta, tem como principais acionistas o Bradesco e a gestora Jive. É hoje uma das maiores produtoras independentes de petróleo do país.

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Raízen descarta reestruturação de dívida e recuperação judicial

A Raízen informou nesta sexta-feira (10) que não está considerando qualquer forma de reestruturação de dívida ou pedido de recuperação judicial ou extrajudicial.

A empresa publicou fato relevante citando reportagem do Valor Econômico em que um interlocutor ouvido afirma que um processo de reestruturação e aumento de capital deve se desenrolar ainda neste ano.

A empresa destacou que mantém uma posição robusta de caixa, com R$ 15,7 bilhões em disponibilidades ao final do primeiro trimestre de 2025/26 e R$ 5,5 bilhões em linhas de crédito rotativo disponíveis.

Segundo a produtora de etanol, seus acionistas controladores estão em discussões sobre alternativas de capitalização para fortalecer a estrutura de capital da empresa e apoiar sua estratégia de longo prazo. A Raízen tem promovido uma série de venda de ativos para reforçar seu caixa. A empresa teria identificado R$ 15 bilhões em ativos para vender. Entre eles está a operação na Argentina.

Joint venture entre Shell e Cosan, a Raízen é uma das maiores produtoras de etanol e energia renovável do Brasil, com forte presença no mercado de combustíveis.

LEIA MAIS: Como o etanol de milho conquistou 20% do mercado, e por que ele atrai a Petrobras

Em setembro de 2025, a empresa Raízen encerrou sua joint venture com a mexicana Femsa, abandonando a meta de expandir 5 mil lojas Oxxo no Brasil.

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Eletrobras conclui venda da usina termelétrica Santa Cruz para a J&F

UTE Santa Cruz

A Eletrobras concluiu a venda do usina termelétrica UTE Santa Cruz para o grupo J&F, sucedendo a Âmbar Energia no acordo. A transação, que inclui o recebimento de R$ 703,5 milhões, encerra o processo de desinvestimento dos ativos termelétricos da empresa.

Segundo a Eletrobras, o montante total arrecadado com a venda das termelétricas, incluindo a UTE Santa Cruz e ativos da Eletronorte, alcança R$ 3,6 bilhões. A empresa ainda mantém o direito ao recebimento de um earn-out no valor de R$ 1,2 bilhão.

Com a conclusão do desinvestimento, a Eletrobras agora possui um portfólio de geração de energia composto exclusivamente por fontes renováveis, em linha com seu compromisso Net Zero 2030.

A Eletrobras, maior empresa de geração e transmissão de energia elétrica da América Latina, é responsável por boa parte da energia limpa do Brasil. Privatizada em 2022, mantém um papel estratégico no setor elétrico nacional.

Em agosto de 2025, a Eletrobras viu suas ações ordinárias subirem 7,06% após a divulgação dos resultados do segundo trimestre de 2025, destacando um lucro líquido ajustado de R$ 1,47 bilhão e a aprovação de R$ 4 bilhões em dividendos aos acionistas.

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Assembleia da Oncoclínicas aprova aumento de capital de R$ 2 bilhões

Oncoclinicas
Foto: Adobe Stock Photo

A rede hospitalar Oncoclínicas informou nesta quarta-feira (8) que aprova o aumento do capital social da empresa durante a Assembleia Geral Extraordinária. O montante aprovado para o aumento de capital pode atingir até R$ 2.000.000.001, por meio da subscrição privada de até 666.666.667 novas ações ordinárias, com o preço de emissão fixado em R$ 3,00 por ação.

Além disso, aprova-se a alteração no estatuto social da Oncoclínicas, que amplia o limite do capital autorizado da companhia de 1.300.000.000 para 3.500.000.000 de ações ordinárias. A empresa também divulga um aviso aos acionistas com detalhes sobre o aumento de capital, incluindo procedimentos e prazos para o exercício do direito de preferência e subscrição das novas ações.

Caso ocorra a subscrição mínima, o capital social da Companhia passará a ser de R$ 4.147.024.827,52 , dividido em 994.747.962 ações ordinárias. Caso o aumento de capital seja totalmente subscrito, o capital social passará a ser de R$ 5.147.024.826,52, dividido em até 1.328.081.295 ações ordinárias.

O aumento de capital de cerca de R$ 2 bilhões será feito em um modelo que contará com a conversão de títulos de dívidas em equity e new money. É certo que o Banco Master, detentor de 15% da companhia, será diluído no processo. Ainda não há clareza, no entanto, se o fundo Centaurus e o Goldman Sachs participarão da rodada. 

Busca por reestruturação

O estado geral da Oncoclínicas hoje em nada se parece com o diagnóstico feito por analistas em 2021, quando a estreia da empresa na B3 entusiasmou investidores. Na operação, a empresa levantou R$ 3,6 bilhões.

A tese que convenceu o mercado que tratava-se de um bom negócio tem a ver com o envelhecimento da população e a evolução dos métodos oncológicos no país: as pessoas vão viver mais, portanto a incidência de casos oncológicos vai aumentar, e existe tratamento a ser oferecido para esses pacientes.

Desde então, a empresa viu sua ação despencar mais de 80% e o endividamento disparar com a aposta em hospitais gerais, o que demandava maior contato com as operadoras de planos de saúde.

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Oi cria comitê de transição após renúncia do CEO, do CFO e outros executivos

Imagem do logotipo da Oi em laranja
REUTERS/Paulo Whitaker

A operadora Oi informou que, em razão de decisão do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, um comitê de transição foi formado com os nomes de Fábio Wagner, André Tavares Paradizi, Gustavo Roberto Brambila e Marcelo Augusto Leite de Moraes.

A decisão ocorreu após renúncias significativas na diretoria, incluindo o CEO Marcelo Milliet e o CFO Rodrigo Caldas Toledo Aguiar, com efeito a partir de 30 de setembro de 2025. Nessa data, a 7ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro decretou a antecipação da liquidação parcial da telecom.

A decisão afastou a diretoria e conselho da Oi, com a nomeação do advogado Bruno Rezende (da administradora judicial PreservaAção) como interventor.

Além das renúncias de Milliet e Aguiar, a Oi comunicou que Paul Murray Keglevic, Scott David Vogel, Paul Stewart Aronzon, Francisco Roman Lamas Mendez-Villamil e Renato Carvalho Franco também deixam suas posições como membros efetivos do Conselho de Administração.

Os conselheiros que renunciaram foram indicados pelos credores da Oi que se converteram em principais acionistas da tele, após reestruturação acionária realizada na recuperação judicial aprovada em 2024. Apenas Raphael Manhães, indicado pelos acionistas minoritários, não apresentou renúncia.

O grupo de transição é formado por Fábio Wagner, que ocupa o posto de diretor jurídico da Oi, além de André Tavares Paradizi, Gustavo Roberto Brambila e Marcelo Augusto Leite de Moraes.

Segundo a empresa, as mudanças fazem parte das medidas em andamento em meio à sua recuperação judicial. A companhia afirma que continuará informando acionistas e o mercado sobre novos desdobramentos.

A Oi é uma das maiores empresas de telecomunicações do Brasil, mas enfrenta há anos um cenário de crise financeira. Em crise desde 2016, a empresa vendeu ativos como sua rede móvel e infraestrutura de fibra óptica para focar na operação de internet de alta velocidade.

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LWSA vende plataforma Wake Creators por R$ 45 milhões

varejo
Crédito: Adobe Stock

A LWSA, especializada em infraestrutura para e-commerce, celebrou um contrato de compra e venda com o UNLK Two Fundo de Investimento em Participações Multiestratégia para a aquisição da totalidade do capital social da Wake Creators Digital Media Channel, por R$ 45 milhões. Parte do pagamento foi realizada na data de assinatura nesta terça-feira (7), com o saldo restante a ser pago de forma parcelada até 2029.

Segundo a empresa de tecnologia, a Wake Creators é especializada em serviços de plataforma e softwares para marketing de influenciadores digitais. A operação não requer submissão ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e foi concluída no mesmo dia da assinatura do contrato.

A LWSA é uma plataforma de tecnologia que oferece soluções para e-commerce e gestão de negócios online, facilitando a digitalização de pequenas e médias empresas.

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Azevedo & Travassos fecha contrato de R$ 1,8 bilhão com a Petrobras para projeto GasLub

Heftos da Azevedo & Travassos, empresa de infraestrutura de óleo e gás
Heftos

A empresa de engenharia Azevedo & Travassos assinou um contrato com a Petrobras para o projeto UGH GasLub. O acordo, firmado por meio de um consórcio entre a controlada da A&T, Heftos Óleo e Gás, e a construtora Colares Linhares, tem valor total de R$ 1,76 bilhão e um prazo de execução de 40 meses.

As atividades incluem projeto executivo, suprimentos, construção, montagem, comissionamento e testes para a unidade de geração de hidrogênio, a ser realizada em Itaboraí, RJ.

A Heftos Óleo & Gás Construções detém 80% do projeto e a Colares Linhares participa com 20%.

A obra faz parta de um conjunto de seis grandes licitações da Petrobras nos moldes EPC (Engineering, Procurement, Construction) para as obras do Gaslub, rebatizado de Complexo de Energias Boaventura. 

O projeto retoma as obras no polo deItaboraí (RJ), que foram paralisadas em 2015. As licitações incluem serviços de engenharia, projeto, equipamentos e montagem para construção de unidades de Hidrocraqueamento Catalítico (HCC), de Hidrotratamento (HDT), de Desparafinação por Isomerização por Hidrogênio (HIDW), para o laboratório e edificações do Gaslub e para Unidade de Geração de Hidrogênio (UGH).

O Complexo de Energias Boaventura reunirá diferentes unidades de processamento e produção, de geração de energia a combustíveis, inclusive de fontes renováveis. 

Além da própria Unidade de Processamento de Gás Natural (UPGN), o complexo da Petrobras será composto por duas usinas termelétricas (UTEs), unidades de produção de combustíveis e lubrificantes, Unidade de Hidrocraqueamento Catalítico (HCC) e várias outras.

Tradicional empresa brasileira de engenharia e construção, a Azevedo & Travassos tem forte atuação em infraestrutura, especialmente nos setores de saneamento, óleo e gás. Fundada em 1922, tem mais de um século de experiência no mercado.

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Prio vende participação de 10% em bloco no Golfo do México

Navio-sonda de perfuração no oceano sob céu nublado.
Foto: divulgação

A Prio vendeu uma participação de 10% no bloco exploratório no Golfo do México para a empresa americana TotalEnergies. O valor não foi informado.

O acordo foi fechado após uma avaliação das condições do bloco, considerando aspectos técnicos e financeiros. Segundo a empresa, a decisão faz parte de uma estratégia de otimização de portfólio e alocação de capital para projetos com maior potencial de retorno.

O bloco exploratório no Golfo do México é objeto de interesse de diversas empresas do setor, devido às suas reservas promissoras. A Prio destaca que continuará a monitorar oportunidades na região, buscando maximizar seus recursos e fortalecer sua presença em áreas estratégicas de exploração de petróleo.

A Prio (anteriormente PetroRio) é uma das maiores empresas independentes de produção de petróleo e gás do Brasil, que atua na aquisição, desenvolvimento e operação de campos maduros de petróleo. É controlada pelo empresário Nelson Tanure.

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