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Motorola Edge 60 Pro (512 GB) atinge menor preço do ano no Mercado Livre

10% OFF DISPONíVEL NA PáGINA Mercado Livre 43% OFF Ver preço

Prós
  • Tela pOLED de 120 Hz e 4.500 nits
  • Câmeras de 50 MP
  • Bateria de 6.000 mAh
  • IP68/IP69 e MIL-STD-810H
Contras
  • Não suporta microSD
  • Só mais dois anos de updates Android
PIX Cupom na página
10% OFF DISPONíVEL NA PáGINA Mercado Livre 43% OFF Ver preço
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O Edge 60 Pro de 512 GB está saindo por R$ 2.838 no Pix com cupom de 10% OFF disponível na página do Mercado Livre. O celular da Motorola com câmeras de 50 MP e tela POLED de 6,7″ de 120 Hz atinge o menor preço visto em 2026, com desconto de 43% sobre o original de R$ 4.999.

Motorola Edge 60 Pro tem câmeras de 50 MP e tela de 120 Hz

Edge 60 Pro visto de frente, com tela pOLED de 6,7 polegadas e bordas curvas
Tela do Edge 60 Pro tem taxa de 120 Hz (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

O Edge 60 Pro é equipado com uma tela POLED de 6,7″ que possui taxa de 120 Hz e brilho de até 4.500 nits. Tal combinação lhe permite reproduzir cores vibrantes com alta fluidez nas transições em apps e games, além de garantir a visibilidade em qualquer lugar. O vidro Gorilla Glass 7i protege-a contra arranhões e pancadas.

O chip MediaTek Dimensity 8350 Extreme e os 12 GB de RAM expansíveis até 24 GB via RAM Boost sustentam apps pesados em multitarefa e entregam alto desempenho em games. Para quem gosta de fotografar e filmar, os 512 GB de armazenamento oferecem espaço interno de sobra.

O kit de câmeras inclui uma wide com OIS e uma ultrawide, que capturam situações em ambientes amplos, e uma frontal que tira ótimas selfies, todas de 50 MP. A telefoto de 10 MP possui zoom óptico de 3x. Todas filmam em 4K.

Tela do Edge 60 Pro com configurações do botão dedicado da Moto AI
Edge 60 Pro traz botão dedicado ao Moto AI (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

O Edge 60 Pro tem um botão dedicado à suite Moto AI, que aciona recursos como edição inteligente de imagens e chatbots. O corpo possui as certificações militar MIL-STD-810H e IP68/IP69, que adicionam proteção em cenários como poeira intensa, mergulhos acidentais e altas temperaturas.

Sua bateria de 6.000 mAh resiste até 45 horas de uso moderado, segundo a Motorola. O carregamento rápido de até 90 W via USB-C permite injetar uma carga para um dia inteiro de uso em apenas 6 minutos, recurso ideal para usuários com agendas corridas.

O Edge 60 Pro de 512 GB (R$ 2.838 no Pix com cupom de 10% OFF disponível na página) será atualizado até o Android 18 e possui conectividade 5G, Wi-Fi 6EBluetooth e NFC.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Motorola Edge 60 Pro (512 GB) atinge menor preço do ano no Mercado Livre

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iPhone 17 (256 GB) tem melhor preço atual com cupom na Amazon

R$ 7.999,0033% OFF

Prós
  • Tela OLED com ProMotion de 120 Hz
  • Wide e ultrawide de 48 MP
  • Selfies com Center Stage e 18 MP
  • Wi-Fi 7 e Bluetooth 6.0
  • Chip A19 de alta performance
  • Certificação IP68
Contras
  • Não tem câmera teleobjetiva
PIX Cupom
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O iPhone 17 de 256 GB está saindo por R$ 5.398 no Pix com cupom SMART200 na Amazon. O smartphone da Apple com tela OLED de 120 Hz e câmeras de 48 MP aparece na melhor oferta atual, com desconto de 33% sobre o preço original de R$ 7.999.

Embora esta não seja a melhor oferta histórica, ainda é uma boa oportunidade para comprar o atual flagship da Apple pagando menos.

iPhone 17 tem tela OLED de 120 Hz e câmeras de 48 MP

O iPhone 17 possui uma tela OLED de 6,3″ com ProMotion de 120 Hz e brilho máximo de 3.000 nits, combinação que reproduz imagens com cores excelentes e alta fluidez nas transições, e que garante a visibilidade em qualquer ambiente.

Seu chip Apple A19 e os 8 GB de RAM sustentam a execução de apps pesados em multitarefa, games e soluções do Apple Intelligence localmente. Os 256 GB de armazenamento permitem guardar uma quantidade aceitável de fotos e vídeos.

O kit principal de câmeras inclui uma wide com OIS e uma ultrawide com ângulo de 120º, ambas de 48 MP e que captam imagens com excelentes cores e ângulos amplos. A frontal de 18 MP tem alta resolução para tirar selfies excelentes na horizontal, mesmo segurando o celular em pé. Todas filmam em 4K a 60 fps.

iPhone 17 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
iPhone 17 traz câmeras wide e ultrawide de 48 MP (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O corpo de alumínio do iPhone 17 conta com o vidro Ceramic Shield 2 em ambos os lados, resistente a acidentes diversos. Já a certificação IP68 adiciona proteção em cenários como ambientes empoeirados e mergulhos acidentais.

Sua bateria de 3.692 mAh resiste até 30 horas de vídeo segundo a Apple. O suporte a MagSafe e carregamento rápido de 40 W permitem injetar uma carga de 50% em apenas 20 minutos, permitindo que o usuário use o gadget por um dia inteiro sem se preocupar com tomadas.

O iPhone 17 de 256 GB (R$ 5.398 no Pix com cupom SMART200) roda iOS 26 e receberá pelo menos cinco atualizações do sistema operacional. O celular da maçã possui conectividade 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 6.0, Ultra Wideband (UWB), NFC e comporta eSIM.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

iPhone 17 (256 GB) tem melhor preço atual com cupom na Amazon

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iPhone 17 (256 GB) traz câmeras de 48 MP e tela OLED de 120 Hz; melhor oferta atual oferece celular da Apple com 33% de desconto no Pix com cupom

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China bane versão especial do Windows 10 em órgãos de governo

Monitor exibindo janela que informa que o PC tem o Windows 10
China bane versão especial do Windows 10 em órgãos de governo (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
Resumo
  • O governo da China proibiu o uso do Windows 10 China Government Edition em órgãos públicos devido a preocupações com a segurança digital.
  • A Microsoft afirma não ter conhecimento de problemas de segurança nessa versão especial do sistema.
  • O governo chinês pode estar buscando reduzir a dependência de tecnologias americanas, considerando opções chinesas como o HarmonyOS da Huawei e distribuições Linux Kylin e UOS.

O Ministério da Segurança do Estado da China ordenou que determinados órgãos governamentais deixem de utilizar uma versão especial do Windows 10 em seus computadores. O motivo alegado: preocupações com a segurança digital. Mas essa também é vista como uma ação de distanciamento de tecnologias americanas.

Para ser exato, o governo chinês determinou o fim do uso do Windows 10 China Government Edition. Trata-se, de fato, de uma versão especial do sistema desenvolvida pela C&M Information Technologies (CMIT), uma joint venture criada em 2016 pela Microsoft e a estatal China Electronics Technology Group. O lançamento oficial ocorreu em 2017.

A tal versão é baseada no Windows 10 Enterprise, mas suprime recursos normalmente direcionados a usuários finais, como o aplicativo do OneDrive. Ao mesmo tempo, essa versão prioriza recursos que permitem aos órgãos públicos que a usam terem mais controle sobre coleta de dados e atualizações do sistema, por exemplo.

Se é assim, por que a China quer se livrar dessa edição do Windows 10?

O plano original era o de descontinuar o Windows 10 China Government Edition em fevereiro de 2027, quando o sistema completaria um ciclo de vida de dez anos. Mas, de acordo com a Bloomberg, o governo da China optou por antecipar a descontinuação devido a preocupações com segurança, como já informado.

Contudo, as autoridades chinesas não explicaram quais aspectos do Windows 10 estão no cerne dessa preocupação. Além disso, a Microsoft informou à Bloomberg não ter conhecimento sobre nenhum problema de segurança na tal versão especial do sistema e que atualizações de software continuam sendo oferecidas a ela.

Área de Trabalho do Windows 10
Área de Trabalho do Windows 10 (imagem: Emerson Alecri/Tecnoblog)

É isso que levanta a hipótese de, na verdade, este ser um passo de distanciamento do governo chinês em relação a tecnologias americanas, dada a tensão política existente entre China e Estados Unidos que se fortaleceu nos últimos anos.

Reforçam essa possibilidade as opções de sistemas operacionais que estão sendo consideradas para a substituição: em vez do Windows 11, o HarmonyOS, da Huawei, e as distribuições Linux Kylin e UOS.

Vale lembrar que as versões “normais” do Windows 10 tiveram o seu suporte encerrado em outubro de 2025. Porém, ainda é possível atualizar o sistema por meio do programa Atualizações de Segurança Estendidas (ESU).

Originalmente, as atualizações seriam oferecidas somente até outubro de 2026 para PCs domésticos. Contudo, a Microsoft estendeu o ESU do Windows 10 para consumidores até outubro de 2027, sem custo adicional.

Para usuários domésticos, o ESU do Windows 10 pode ser ativado por meio de um pagamento de US$ 30 ou via procedimentos gratuitos. Para empresas, o programa é pago e pode ter duração de até três anos, com renovação anual.

China bane versão especial do Windows 10 em órgãos de governo

Microsoft revela mais opções para quem quer manter o Windows 10 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Windows 10: "tá tudo bem agora" (imagem: Emerson Alecri/Tecnoblog)
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Claude agora pode enviar e-mails pelo Gmail por conta própria

Ilustração gráfica com fundo laranja-terracota de textura levemente granulada, dominada por uma grande estrela geométrica de muitos raios na cor bege-clara centralizada, cujas pontas se estendem até as bordas, acompanhada por partes de outras estrelas similares nas extremidades; no centro exato da composição, a palavra "Claude" está escrita em tamanho pequeno com fonte preta com serifa, e o logotipo do portal "tecnoblog" aparece no canto inferior direito em letras brancas.
IA da Anthropic pode responder mensagens na caixa de entrada do Gmail (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Anthropic atualizou o conector do Google Workspace, permitindo que o assistente Claude leia e responda e-mails no Gmail, além de gerenciar arquivos no Drive.
  • Com a nova atualização, o Claude pode escrever, responder, encaminhar e enviar e-mails sozinho, mas solicita a aprovação do usuário por padrão.
  • A integração utiliza o protocolo OAuth para manter a privacidade e a criptografia dos dados.

A Anthropic anunciou nesta terça-feira (18/08) uma grande atualização para o conector do Google Workspace. O assistente Claude agora pode escrever, responder, encaminhar e enviar e-mails pelo Gmail, além de administrar arquivos no Google Drive.

Esses conectores são recursos que funcionam como pontes virtuais, permitindo que a IA “converse” com aplicativos e serviços de terceiros. Com a novidade, a Anthropic busca transformar a ferramenta em um agente prático para o trabalho diário. A integração já está liberada para os assinantes dos planos pagos da plataforma (Pro, Max, Team e Enterprise).

Anteriormente, a IA conseguia ler a caixa de entrada e organizar resumos de tarefas, mas a etapa final de envio ainda exigia a intervenção manual do usuário. Com a nova atualização, basta um comando de texto para que a ferramenta assuma a comunicação de ponta a ponta.

Claude can now send emails in Gmail and manage files in Google Drive.

Ask Claude to reply to a thread, and it drafts and sends the response. You control when it needs your approval.

Connect Gmail or Google Drive from the connectors menu to try. Available on all paid plans. pic.twitter.com/cFZEjh3MgB

— Claude (@claudeai) August 18, 2026

Claude envia mensagens sem permissão?

Por padrão, o sistema foi configurado para solicitar a aprovação do usuário antes de disparar qualquer mensagem. No entanto, clientes das categorias corporativas Team e Enterprise possuem configurações adicionais e podem ajustar o conector para pular a etapa de verificação, concedendo autonomia total à IA para o envio imediato de respostas.

No Google Drive, as capacidades também foram expandidas. O assistente agora consegue pesquisar, compartilhar, mover e excluir documentos armazenados na nuvem. A ação de modificar ou apagar arquivos exige, na configuração padrão, uma confirmação prévia para evitar a exclusão ou o compartilhamento acidental de documentos.

Claude no conector do Google Workspace, enviando resposta por Gmail
Novidade permite conceder mais autonomia ao Claude no Google Workspace (imagem: reprodução)

IA não domina todos os recursos do Google Workspace

A integração ainda esbarra em algumas barreiras técnicas. O Claude não processa o conteúdo de anexos nos e-mails e não consegue extrair imagens ou comentários de documentos do Drive. A ferramenta também pode apresentar instabilidades ao processar caixas de entrada muito volumosas ou ao interagir com regras de filtragem complexas, conforme apontam as primeiras avaliações.

No quesito privacidade, o acesso é protegido pelo protocolo OAuth, um padrão de segurança que autoriza a conexão entre plataformas sem que o usuário precise compartilhar suas senhas. Os dados são armazenados de forma criptografada nos servidores e não são utilizados para o treinamento de novos modelos de linguagem.

Claude agora pode enviar e-mails pelo Gmail por conta própria

(ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

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Como ocultar curtidas no Instagram para ter mais privacidade na rede social

Como ocultar o número de curtidas no Instagram, com a tela mostrando “Ocultar número de curtidas e compartilhamentos”
Saiba como ter mais privacidade ao ocultar suas curtidas no Instagram (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

O Instagram oferece recursos de privacidade para esconder as curtidas que aparecem para outras pessoas no feed e ocultar o número de likes recebidos nos posts. As opções ajudam quem prefere navegar pela rede social sem expor suas interações digitais.

Essa personalização permite ao usuário gerenciar a visibilidade das suas ações e tirar o contador de curtidas de forma rápida. A configuração pode ser feita diretamente nas configurações do aplicativo no Android ou iPhone.

A diferença entre as opções está no foco da exposição: a primeira oculta as postagens de terceiros que você curtiu no feed Amigos, enquanto a segunda permite desativar o número de curtidas nas suas próprias publicações na rede social.

A seguir, o Tecnoblog te mostra como esconder seus likes no Instagram e como ocultar as curtidas nos seus posts na rede social.

Esconda seus likes: como ocultar suas curtidas para outras pessoas

  1. Abra o Instagram no seu smartphone Android ou iPhone.
  2. Toque na sua foto de perfil, localizada no canto inferior direito, para acessar sua página.
  3. Toque no botão de três riscos, no canto superior direito, para abrir o menu principal.
  4. Localize o menu “Atividade no feed Amigos” e toque nele para avançar.
  5. Selecione “Ninguém”, para garantir que você tenha curtidas privadas e proteja seu histórico de interações no Instagram.
Tela do Instagram com a opção “Atividade no feed Amigos” configurada para “Ninguém”, ocultando suas curtidas no feed
Ao limitar a visualização das suas interações, ninguém verá suas curtidas no feed Amigos do Instagram (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Como ocultar o número de curtidas nos meus posts do Instagram

  1. Acesse o Instagram no celular Android ou iPhone.
  2. Toque na sua foto, no canto inferior direito, para entrar no seu perfil.
  3. Toque no ícone de três riscos no canto superior direito para abrir as configurações do Instagram.
  4. Desça a página e toque em “Número de curtidas e compartilhamento”.
  5. Ative a chave ao lado da opção “Ocultar número de curtidas e compartilhamentos” para não mostrar quem curtiu suas fotos no Instagram.
Ativar “Ocultar número de curtidas e compartilhamentos” no Instagram impede seguidores de verem quem interagiu com seus posts
Ao ativar a função “Ocultar número de curtidas e compartilhamentos”, os seguidores não poderão ver quem interagiu com seus posts no Instagram (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Perguntas frequentes sobre as curtidas do Instagram

Posso ocultar as curtidas recebidas nas minhas fotos?

Sim, você pode ocultar curtidas no Instagram tanto em fotos antigas quanto nas novas publicações antes de irem ao ar. Para os novos posts, acesse a tela final de edição, toque no menu “Mais opções” e ative a função “Ocultar o número de curtidas desse post”.

Se a foto já foi publicada no seu feed, basta abri-la, tocar no menu de três pontos no canto superior e selecionar “Ocultar número de curtidas”. Essa é a melhor forma de desativar curtidas no Instagram para o público, mantendo seu acesso privado às métricas.

Dá para ocultar o número de curtidas em todos os meus posts de uma vez?

Sim, ao ativar a opção “Ocultar número de curtidas e compartilhamentos” no menu de configurações do Instagram, a regra se aplica a todas as publicações simultaneamente. O recurso esconde os contadores do público em posts antigos e futuros no seu feed, sem afetar suas métricas privadas de engajamento.

Posso esconder uma curtida acidental no Instagram?

Sim, a melhor forma de disfarçar uma curtida acidental no Instagram é tocar no ícone de coração novamente para remover a reação o mais rápido possível. Ao descurtir a publicação, o aplicativo cancela o registro do seu perfil no feed de interações do usuário sem enviar novos avisos.

Contudo, se a pessoa estiver online ou receber notificações push, o alerta do Instagram pode ser entregue instantaneamente ao dispositivo. Agir rápido reduz significativamente as chances de a outra conta visualizar o deslize antes que o registro suma.

O que eu faço se quiser mostrar minhas curtidas de novo?

Para ver suas curtidas no Instagram novamente e liberar a contagem no feed, desative a função “Ocultar número de curtidas e compartilhamentos” nas configurações do aplicativo. A mudança restaura instantaneamente a exibição do engajamento globalmente para todos os seguidores.

Caso prefira mostrar os likes em posts individuais, abra a foto, toque no menu de três pontos e selecione a opção para exibir curtidas. Você também pode controlar essa visibilidade durante a edição de novos posts acessando o menu de “Mais opções”.

Como ocultar curtidas no Instagram para ter mais privacidade na rede social

Saiba como ter mais privacidade ao ocultar suas curtidas no Instagram (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Ao limitar a visualização das suas interações, ninguém verá suas curtidas no feed Amigos do Instagram (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Ao ativar a função “Ocultar número de curtidas e compartilhamentos”, os seguidores não poderão ver quem interagiu com seus posts no Instagram (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
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iPhone 18: por que o Pro Max será superior ao Pro (para além do tamanho)

Traseira iPhone 17 Pro Max
Novo iPhone 18 Pro Max pode trazer câmera melhor que a versão Pro (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Resumo
  • O iPhone 18 Pro Max pode ter câmera com zoom óptico de 6x e abertura variável da lente com diafragma ajustável, de acordo com rumores.
  • A abertura variável permitiria fotos melhores no escuro, com ajuste de entrada de luz e noção de profundidade ajustável, diferentemente do foco fixo atual.
  • O modelo iPhone 18 Pro Max seria maior e mais pesado que o iPhone 17 Pro Max, com lançamento previsto para setembro, junto ao iPhone Ultra.

Na próxima geração do iPhone, a versão Pro Max pode suplantar o Pro não apenas no tamanho, mas também nas melhores especificações de câmera. A suposta vantagem teria a ver com o alcance do zoom, que seria maior, e uma variação no diafragma da lente, recurso inédito nos celulares da Apple.

Caso a informação se confirme, essa seria apenas a segunda vez na história do iPhone que a versão Pro Max chegaria melhor que a Pro. A primeira aconteceu no iPhone 15 Pro Max, com a lente de tetraprisma, ausente no tamanho menor. Uma abertura variável permitiria fotos mais avançadas no escuro, independentemente do Modo Noturno.

Desejo antigo na câmera do iPhone

A abertura variável de lente em câmeras é um recurso interessante para quem busca o modelo premium pela maior qualidade nas fotos e vídeos. Atualmente, o foco dos celulares da Apple é fixo, com alguns ajustes acontecendo de forma digital. O novo recurso seria mecânico, com um pequeno shutter em uma das câmeras.

iPhone 17 Pro Max (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
iPhone 17 Pro Max tem diafragma fixo em f/1.7, o que deve mudar na nova geração (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O Modo Retrato, por exemplo, simula essa alteração na profundidade garantida pela mudança de abertura no diafragma. Ao invés do f/1.7 fixo utilizado no iPhone 17 Pro e Pro Max, o modelo permitiria ajustar outros padrões, com entrada de mais ou menos luz – e uma noção de profundidade ajustável. Segundo o MacRumors, ainda não está certo se o ajuste será manual ou automático, mas seria uma funcionalidade a mais para posicionar o iPhone como uma DSLR.

A possibilidade de ajustar o diafragma não seria algo inédito em smartphones: a Samsung já utilizou o recurso em modelos mais antigos, como o Galaxy S9 e o Galaxy S10, último da empresa lançado com a abertura variável. Inclusive, rumores recentes apontam que a gigante sul-coreana estaria trabalhando para trazer a funcionalidade de volta no Galaxy S27 Ultra, previsto para o início de 2027 – justamente para concorrer com o iPhone 18 Pro Max.

Atualmente, marcas chinesas têm oferecido os principais celulares no mercado com abertura variável de lente. Entre elas, a Honor, com o Magic6 Pro, e a Huawei, que oferece o recurso nas linhas Pura e Mate, casos do Huawei Pura 70 Ultra e o Huawei Mate 60 Pro+, entre outros. Nos três casos, o ajuste é mecânico e varia entre f/1.4 e f/2.0, no caso do modelo da Honor, chegando a f/4.0, nos modelos top de linha da Huawei.

Câmera melhor estaria, enfim, ligada ao tamanho

O vazamento de junho já indicava a abertura variável, a partir de documentos internos da Tata Electronics, fornecedora de lentes para os celulares da Maçã. A expectativa é por sensores Sony IMX905 no modelo, que permitiriam o ajuste no diafragma. Além disso, o site 9to5Mac indica que o modelo iPhone 18 Pro Max viria com zoom óptico de 6x e melhor desempenho para fotos em ambientes escuros.

Imagem mostra um comparativo entre um suposto iPhone dobrável preto, com módulo em “pílula” para duas câmeras principais, e um iPhone 17 Pro Max.
iPhone 18 Pro Max pode ser lançado junto ao iPhone Ultra, dobrável aguardado para setembro (imagem: reprodução/Jam Online)

A novidade indica que, no final das contas, o tamanho maior da linha seria aproveitado pela Apple para aprimorar seu jogo de câmeras. Os rumores também apontam para um modelo maior e mais pesado que o iPhone 17 Pro Max. Já quanto ao lançamento, a expectativa por chegada em setembro, junto ao iPhone Ultra, primeiro dobrável da Apple.

iPhone 18: por que o Pro Max será superior ao Pro (para além do tamanho)

iPhone 17 Pro Max (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

iPhone 17 Pro Max (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Módulo traseiro em formato de pílula abriga as duas câmeras principais do aparelho (imagem: reprodução/Jam Online)
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Congresso dos EUA sofre com projetos de lei gerados por IA

Imagem mostra o prédio do Congresso Americano
Consultores legislativos do Congresso dos EUA têm revisado conteúdo superficial de IA (foto: Flickr/Gage Skidmore)
Resumo
  • O Congresso dos Estados Unidos enfrenta problemas com textos gerados por inteligência artificial (IA).
  • Consultores Legislativos relatam erros de escrita e informações erradas em projetos de lei e documentos analisados.
  • O uso de IA aumentou o volume de projetos enviados para revisão em 70% em relação a 2025.

O Congresso dos Estados Unidos é o mais recente alvo do chamado AI Slop, grande volume de conteúdos de baixa qualidade gerados por inteligência artificial. O problema tem sido relatado por consultores legislativos do Capitólio, profissionais que revisam projetos de lei e outros documentos produzidos pelas equipes de senadores e deputados.

Segundo os relatos, os documentos chegam com muitos erros de escrita, informações erradas e falta de profundidade, dinâmica que teria atrasado o fluxo legislativo estadunidense. Ao site especializado Politico, um dos funcionários afirmou que as equipes utilizam versões básicas do ChatGPT e Claude para redigir o material.

De acordo com o site, o uso de IA também levou a um aumento no volume de projetos enviados para revisão, que cresceu 70% em relação a 2025.

IA pode comprometer projetos de lei

Segundo os entrevistados pelo site Politico, o problema vai além dos erros “clássicos” das IAs, como as alucinações. Entre os exemplos levantados pelo conselheiro Wade Ballou, que chefiou a US House Office of Legislative Counsel (órgão responsável pelas revisões) entre 2016 e 2024, estão a definição de termos básicos como “estado” e a definição de tipos de verba pública.

Outro problema levantado pelos especialistas é, justamente, a baixa qualidade do trabalho entregue pelos gabinetes com o uso massivo de IA. Como a produção fica mais automatizada, deputados e seus assessores já não têm mais tanto entendimento do que estão propondo.

Saída também passa pelo uso de IA

Uma ilustração digital em tons de laranja e marrom escuro, representando inteligência artificial. O olho direito está em foco e o nariz e a bochecha são formados por linhas retas e blocos, como se a imagem estivesse sendo construída por pixels e códigos. À esquerda e ao fundo, linhas e números de programação em alto-relevo se estendem por toda a imagem, que possui um gradiente de tons quentes, do mais claro ao mais escuro. No canto inferior direito, o logotipo "tecnoblog" aparece em branco.
Uso de IA de forma “desleixada” pode ser resolvido com outra ferramenta (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Como saída, os consultores estão recorrendo a outra ferramenta de IA para aprimorar a revisão. A Comparative Print Suite compara projetos a leis já estabelecidas para apontar evoluções no texto promulgado e apontar possíveis modificações a partir das novas sugestões.

O site Engadget lembra que o recurso também permite visualizar erros, ao invés de “passar por cima” de possíveis alucinações para entregar os documentos. Vale lembrar que o aumento no número de propostas também é uma preocupação, o que tem tomado muito tempo do trabalho dos Conselheiros Legislativos nos últimos anos.

AI Slop já é um problema real

O chamado AI Slop, ou “desleixo” de IA, na tradução literal, tem sido um problema em diversos ambientes online. Diante disso, plataformas vêm adotando medidas para frear a circulação de material superficial.

O LinkedIn, por exemplo, prometeu diminuir a distribuição de publicações claramente feitas com uso massivo de inteligência artificial, lançando inclusive um botão para denunciar casos de AI Slop.

Menu do LinkedIn mostrando o botão “Seems like AI slop” para denunciar publicações suspeitas de IA
LinkedIn agora tem botão “Seems like AI slop” para denunciar material de baixa qualidade (imagem: Tecnoblog)

Antes, o Tinder firmou parceria com o polêmico serviço de reconhecimento de retina World ID para diminuir a relevância de perfis criados com a ferramenta.

Enquanto isso, grandes empresas de IA estariam recorrendo a livros impressos para treinar seus modelos, em busca de conteúdo considerado mais confiável do que o material encontrado na internet.

Congresso dos EUA sofre com projetos de lei gerados por IA

Inteligência artificial no SAC não agrada clientes (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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Empresário do PR hackeia concorrente e tenta “roubar” os clientes

ilustração sobre spyware
Spyware em computadores de empresária no Paraná foi usado para atravessar negociações (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Empresário de Ponta Grossa, no Paraná, foi denunciado por hackear a concorrência para obter vantagem e roubar clientes.
  • A vítima teve um “programa espião” instalado em seus computadores, permitindo ao criminoso acessar informações sensíveis e enviar propostas mais vantajosas.
  • O caso foi investigado pela polícia, que identificou o suspeito e o indiciou por invasão de dispositivo informático e concorrência desleal.

Um caso de espionagem digital chamou atenção na cidade de Ponta Grossa, no Paraná: um empresário hackeou a concorrente para interceptar negociações e enviar propostas mais vantajosas para “roubar” clientes. A vítima teve um spyware instalado em seus computadores, o que garantiu acesso do criminoso a informações sensíveis sobre orçamentos. Assim, o homem conseguia atravessar propostas, diminuir preços e alcançar novos compradores.

A rapidez com que o empresário enviava propostas mais vantajosas para clientes com quem não havia negociado anteriormente chamou atenção, e ele foi denunciado. Para confirmar, a equipe da loja da vítima simulou uma negociação e desconfiou de ciberataque. Posteriormente, a polícia confirmou a presença de um programa espião.

Segundo o G1, o caso aconteceu no ramo de venda de pneus para tratores e equipamentos agrícolas. A polícia finalizou o inquérito nesta terça-feira (18/08), chamando a situação de um “esquema de espionagem industrial e concorrência desleal cibernética”.

Clientes denunciaram ciberataque

Esse caso no Paraná se destaca pela forma como foi descoberto. Os próprios clientes suspeitaram das propostas enviadas tão rapidamente por outra empresa. Pesou também, é claro, a fidelidade da clientela da empresária de 37 anos, cujo nome não foi revelado.

Foram incluídas no processo mensagens com ofertas mais vantajosas. Nas conversas, é possível verificar o horário de envio e também o produto oferecido, seguindo exatamente o que estava sendo negociado com a outra empresária.

Troca de mensagens entre clientes e o empresário fraudulento mostraram a rapidez com que ofertas melhores foram enviadas (imagem: reprodução/Polícia Civil)

O delegado Derick Moura Jorge realizou análises técnicas nos dispositivos da vítima para identificar o spyware. Uma vez confirmada a invasão, o homem, também de 37 anos, foi indiciado por dois crimes: invasão de dispositivo informático, previsto no Código Penal, e concorrência desleal mediante meio fraudulento para desviar clientela de outrem, parte da Lei de Propriedade Industrial.

Até o momento, ele responde em liberdade, mas o Ministério Público já está com o inquérito em mãos para formalizar a denúncia.

Como funciona um programa espião

O programa em questão é um exemplo de spyware, que permite ao hacker acessar diversas informações dos dispositivos em que foi instalado. Como o ciberataque deu acesso a mensagens trocadas entre a empresária e os clientes, provavelmente trata-se de um stalkerware.

Essa invasão se dá por meio de links maliciosos ou mesmo downloads aparentemente seguros. Portanto, casos como esse são importantes para reforçar os cuidados ao navegar por sites desconhecidos ou lidar com mensagens de promoção, cobranças etc.

A principal dica ao receber um SMS, email ou mesmo ligação é não inserir seus dados a partir dali: busque diretamente a instituição para sanar suas dúvidas.

Empresário do PR hackeia concorrente e tenta “roubar” os clientes

Spywares são usados por hackers para monitorar as ações dos usuários em busca de dados pessoais e informações bancárias (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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Galaxy Tab S12 Ultra vaza na web: confira as novas imagens

Foto do Galaxy Tab S11 Ultra
Galaxy Tab S12 Ultra manterá visual da geração passada, na foto (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Resumo
  • O Galaxy Tab S12 Ultra foi vazado em imagens de divulgação e tem especificações quase idênticas às da geração anterior.
  • O tablet tem uma tela Dynamic AMOLED 2x de 14,6 polegadas, chip MediaTek Dimensity 9500, até 16 GB de RAM e bateria de 11.600 mAh.
  • O dispositivo já possui certificação da Anatel para venda no Brasil e deve ser lançado oficialmente no início de setembro.

O Galaxy Tab S12 Ultra voltou a aparecer em vazamentos nesta terça-feira (18/08), agora em imagens que seriam da divulgação do produto. O material mostra que o próximo tablet topo de linha da marca deve manter um visual e especificações muito semelhante à geração passada.

O aparelho já passou pela Anatel no Brasil, conforme a documentação visualizada pelo Tecnoblog. A homologação foi emitida pela agência no mês passado e autoriza a venda oficial do produto no país assim que ele for lançado. O Galaxy Tab S12 Plus (SM-X840) também já tem o passaporte carimbado.

Renders do aparelho vazaram na semana passada (imagem: reprodução/Smartphone Checker)

Visual mais do mesmo

As imagens publicadas pelo site Android Headlines indicam que o tablet deve manter a identidade visual já conhecida da linha. Ele segue pensado para o uso na horizontal, com bordas simétricas e um pequeno notch, centralizado no comprimento da tela, abrigando a câmera frontal.

O conjunto de câmeras mantém duas lentes sem módulo elevado, como a Samsung fazia nos smartphones até o ano passado. O material mostra ainda a área magnética para fixação e recarga da S Pen, na parte traseira.

Imagem vazada do Galaxy Tab S12 Ultra
Galaxy Tab S12 Ultra em imagem vazada (imagem: reprodução/Android Headlines)

Ficha técnica não avança

Outros vazamentos das últimas semanas adiantaram possíveis especificações. Assim como o design, elas também não são muito diferentes do Galaxy Tab S11: deve trazer uma tela em AMOLED Dinâmico 2X de 14,6 polegadas com taxa de atualização de 120 Hz.

Certificado de homologação do aparelho SM-940 na Anatel. O código é referente ao tablet Galaxy Tab S12 Ultra
Tab S12 Ultra já possui certificação no Brasil (imagem: Felipe Faustino/Tecnoblog)

O que muda é o chip: um MediaTek Dimensity 9500, acompanhado de até 16 GB de RAM em opções de 256 GB, 512 ou 1 TB de armazenamento. No mais, o aparelho seguiria com configurações semelhantes:

  • Conjunto de câmeras com uma frontal ultrawide de 12 MP e duas câmeras traseiras (uma principal de 13 MP e outra ultrawide de 8 MP
  • Certificação IP68 contra água e poeira
  • Wi-Fi 7, Bluetooth 6.0 e 5G (no modelo SM-946)(já confirmados pelas certificações das agências reguladoras)
  • Bateria de 11.600 mAh com suporte a carregamento rápido de até 45 W.

Segundo a documentação na Anatel, o tablet chegará com um carregador de 25 Watts na caixa. Ela também aponta a compatibilidade com a mesma capa com teclado e S Pen do Galaxy Tab S11 Ultra – que permanece como um do melhores tablets da Samsung para comprar neste ano.

Detalhes do Galaxy Tab S12 Plus

O Galaxy Tab S12 Plus também teve detalhes vazados e já consta como aprovado para circulação no Brasil. A versão deve ter tela OLED de 12,4 polegadas e, assim como o Ultra, usar o Dimensity 9500 como chip.

A ficha técnica incluiria 12 GB de RAM, 256 GB de armazenamento e bateria de 10.600 mAh com suporte a recarga de 45 Watts. Diferentemente da versão mais cara, o Tab S12 Plus teria suporte apenas ao Wi-Fi 6E, de acordo com o Certificado de Conformidade Técnica.

A expectativa é de que a linha do Galaxy Tab S12 seja apresentada oficialmente no início de setembro, durante a IFA, feira que acontece em Berlim. Os tablets podem dividir espaço com o Galaxy S26 FE no calendário de lançamentos da Samsung.

Galaxy Tab S12 Ultra vaza na web: confira as novas imagens

Galaxy Tab S11 Ultra (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

(imagem: reprodução/OnLeaks)

(imagem: Felipe Faustino/Tecnoblog)
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Copilot “ensinou” pesquisadores a hackear o próprio sistema

O logo do Microsoft Copilot, composto por quatro formas que se conectam, cada uma em uma cor vibrante (azul, ciano, amarelo e roxo), em um fundo de gradiente suave com as mesmas cores do logo. O logo está centralizado em um quadrado branco com bordas arredondadas. No canto inferior direito, a marca d'água "tecnoblog" é visível.
Especialistas usaram engenharia social para burlar barreiras de proteção (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • A falha CoSnitch no Copilot da Microsoft permitia roubo silencioso de dados de contas conectadas com apenas um clique, segundo pesquisadores do Varonis Threat Labs.
  • A brecha foi descoberta após analistas aplicarem técnicas de engenharia social no mecanismo de raciocínio da IA, fazendo com que o próprio sistema revelasse comandos internos que deveriam estar desativados.
  • A correção oficial foi disponibilizada na versão web do Copilot.

Pesquisadores de cibersegurança descobriram uma falha crítica no Copilot que permitia roubar dados confidenciais e até manipular a memória do assistente a partir de um único link malicioso. A falha, batizada de CoSnitch, foi identificada pelo Varonis Threat Labs, que comunicou o problema à Microsoft em dezembro de 2025.

Para identificar o problema, os especialistas aplicaram técnicas de engenharia social no mecanismo de raciocínio da IA. Esse processo, chamado de “meta-hacking”, fez com que o próprio sistema revelasse comandos internos que deveriam estar desativados.

Não foram encontradas evidências de que a brecha tenha sido explorada por criminosos. Uma correção oficial foi disponibilizada na versão web do Copilot nesta terça-feira (18).

Como o Copilot foi manipulado?

Os analistas questionaram o assistente se seria possível rodar um comando sem apertar a tecla Enter. O Copilot respondeu inicialmente que essa ação era impossível. Em vez de encerrarem o teste, eles insistiram na conversa, reformulando cada justificativa do chatbot como uma nova pergunta sobre regras de segurança.

Durante a troca de mensagens, a ferramenta acabou descrevendo um recurso não documentado publicamente: o comando “autorun=1”. Embora afirmasse categoricamente que a função não funcionava, o Copilot mostrou as condições necessárias para aceitar a instrução. No fim, os especialistas comprovaram que a ação continuava rodando silenciosamente em segundo plano, deixando claro que o sistema havia sido manipulado para cooperar.

Falha permitia acessar contas conectadas

Falha permitia extrair senhas salvas em e-mails conectados ao assistente (imagem: reprodução/Varonis)

A exploração do problema dependia apenas de abrir um link malicioso. Como a maioria dos usuários já mantém o navegador conectado ao Copilot, a interface carregava a página e executava instruções indesejadas instantaneamente, sem exibir alertas ou pedir confirmações.

O assistente passava a operar sem alarde com as permissões já ativas, incluindo acesso a outros serviços, como Gmail e Google Drive. Segundo os pesquisadores, foi possível consultar e extrair senhas em texto simples guardadas em mensagens, ler compromissos da agenda e localizar documentos.

Um site malicioso podia reescrever a memória da IA

A brecha também permitia executar uma técnica conhecida como injeção indireta, capaz de contaminar a memória persistente do Copilot. Para isso, bastaria pedir para resumir uma página da web com instruções ocultas em código HTML para o assistente interpretar o texto “escondido” como uma ordem de sistema.

Nesse cenário, a IA entregava o resumo solicitado normalmente para a vítima, mas operava nos bastidores, gravando novas instruções de comportamento em seu armazenamento de longo prazo. Essa modificação continuaria moldando as respostas da IA indefinidamente, até que a pessoa entrasse nas configurações específicas de memória para apagar a regra manualmente.

Copilot “ensinou” pesquisadores a hackear o próprio sistema

Microsoft Copilot (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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Firefox ganha mais recursos de IA (calma, eles são opcionais)

Imagem mostra o logo do navegador Mozilla Firefox, que é uma raposa laranja e amarela abraçando um globo roxo e azul. Há dois outros logos menores e desfocados ao fundo, em um cenário de degradê de tons rosa e roxo. No canto superior direito, a marca d'água "tecnoblog" é visível.
Mozilla Firefox tenta agradar quem gosta e quem não gosta de IA (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • A Mozilla lançou novas ferramentas de inteligência artificial para o Firefox, como busca no histórico com linguagem natural e agrupamento inteligente de abas, como parte da Smart Window, separada da janela principal do navegador.
  • O recurso de busca agora permite que o usuário digite frases vagas e visualize os sites acessados que se encaixam no pedido.
  • As novas funcionalidades são opcionais e fazem parte da estratégia da Mozilla de oferecer ferramentas de IA consideradas úteis, após enfrentar resistência de alguns usuários.

A Mozilla apresentou novas ferramentas de inteligência artificial para o Firefox, como encontrar respostas, agrupar abas e fazer buscas no histórico. Elas se juntam a recursos já existentes, como comparar produtos ou resumir textos da web.

As funcionalidades fazem parte da Smart Window. Ainda em fase beta, ela é separada da janela principal do navegador e precisa ser ativada pelo usuário. A experiência padrão do software permanece a mesma.

Infelizmente (ou felizmente, para alguns), a Smart Window só está disponível para testes nos Estados Unidos e no Canadá, apenas em inglês. Não é possível usá-la no Brasil.

Quais são as novas ferramentas de IA do Firefox?

O chatbot da Smart Window do Firefox agora é capaz de buscar informações na internet, apresentar as fontes e colocar os trechos mais importantes diretamente na conversa. O recurso é uma parceria com a empresa Exa, que fornece uma API unificada de busca com IA.

Outra novidade é o agrupamento de abas. Com a ferramenta, o Firefox consegue analisar as páginas que estão abertas e sugerir grupos, organizando os sites por temas e encontrando sites duplicados. No exemplo dado pela desenvolvedora, o navegador separa as informações em “Tênis de corrida”, “Planejamento para o quarto trimestre” e “Viagem a San Francisco”.

Por fim, o browser agora poderá usar IA para fazer buscas no histórico de navegação usando linguagem natural. Assim, o usuário não precisa lembrar exatamente o nome ou endereço da página que visitou: ele pode digitar “tênis de corrida que vi na semana passada” e visualizar os sites acessados. O Firefox coloca até mesmo algumas imagens de pré-visualização para ajudar a encontrar mais rápido o item desejado.

Captura de tela de interface de navegador de internet sobre fundo lilás. Na topo, há abas abertas com favicons coloridos. No centro, sobressai uma janela flutuante com fundo branco e cantos arredondados contendo o título "Organize Tabs". Abaixo dele, lê-se "Suggested groups" seguido por três linhas com nomes de grupos e ícones de sites correspondentes: "Running Shoes", "Q4 Planning" e "San Francisco Trip". No rodapé da caixa central, sobressai a opção em roxo "Create all".
IA sugere grupos de abas após analisar sites (imagem: divulgação)

A Mozilla promete ainda ferramentas para retomar “jornadas de navegação” e usar informações relevantes para preencher formulários, que chegarão em versões futuras do Firefox.

IA do Firefox provocou revolta de usuários

A febre da IA generativa teve um impacto considerável nos navegadores, com caminhos variados: a Opera apostou em agentes, o Google integrou o Gemini ao Chrome, a OpenAI criou (e matou) seu próprio browser e o Vivaldi disse “não, obrigado, estamos bem sem IA”.

A Mozilla decidiu aderir à IA, sempre colocando ferramentas opcionais. Mesmo assim, enfrentou resistência da base de usuários do Firefox, como a própria organização reconhece.

“Nós ouvimos muitas pessoas dizerem que não querem nem saber de IA. Também ouvimos outros que querem ferramentas de IA que sejam genuinamente úteis”, disse a desenvolvedora em fevereiro de 2026, ao anunciar um botão unificado para desligar todos os recursos de inteligência artificial do navegador, em uma tentativa de acalmar os críticos.

Com informações do The Verge

Firefox ganha mais recursos de IA (calma, eles são opcionais)

Mozilla Firefox (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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Custo-benefício: Galaxy Tab S10 FE 5G tem 36% OFF na melhor oferta recente


Prós
  • Tela grande de 10,9″ com 90 Hz
  • Bom desempenho para estudos e jogos
  • Possui entrada para microSD
  • Certificação IP68
  • Capa e caneta inclusas
  • Suporte a recursos de IA
Contras
  • Painel LCD inferior ao AMOLED
  • Sem suporte a NFC
PIX Cupom
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O Galaxy Tab S10 FE 5G está com o melhor preço registrado no período recente em oferta no Magazine Luiza. O tablet da Samsung sai por R$ 3.039,10 no Pix ao usar o cupom TECNO300. Você adquire um desconto de 36% em relação ao preço original de R$ 4.699.

O modelo se destaca pelo excelente custo-benefício dentre as opções atuais de tablets considerados intermediários premium.

Galaxy Tab S10 FE tem tela de 90 Hz e recursos de IA

Galaxy Tab S10 FE na mão, com uma conta manuscrita na tela
Solucionador matemático identifica e resolve contas (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

O dispositivo utiliza uma tela LCD de 10,9 polegadas que proporciona resolução de 2.304 x 1.440 pixels e taxa de atualização de 90 Hz. A configuração entrega fluidez a navegação e transições suaves ao uso de aplicativos e jogos. O suporte à caneta Stylus inclusa no kit possibilita obter experiências mais dinâmicas ao realizar anotações ou desenhos, por exemplo.

Equipado pelo processador Exynos 1580 e 8 GB de memória RAM, o Tab S10 FE fornece desempenho sólido para rodar jogos populares, navegar nas redes sociais e executar multitarefas sem travamentos. Por tudo que entrega a um preço menor comparado a de tablets topo de linha da Samsung, possui o melhor custo-benefício atualmente.

Atualizado com o sistema Android 16 somado a One UI 8.5, entrega uma interface limpa e otimizada. para telas grandes. Além disso, conta com as principais ferramentas de inteligência artificial da suíte Galaxy AI. A exemplo de recursos de edições de imagens, traduções de textos e resumo de e-mails, tornando-se uma opção para quem busca um tablet para estudos ou trabalho.

Galaxy Tab S10 FE em um áquario. A tela mostra o texto "Resistente à água e à poeira; IP68"
Galaxy Tab S10 FE possui certificação IP68 no qual assegura a sua proteção debaixo d’água (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

A bateria de 8.000 mAh oferece autonomia para um dia inteiro de uso intenso e suporta carregamento rápido via Quick Charge 2.0 de 45 W. Uma combinação ideal para quem pretende usá-lo frequentemente e não apenas de forma casual.

A conectividade 5G permite o uso em qualquer lugar, sem depender de redes Wi-Fi públicas. No mais, o gadget traz uma câmera frontal de 12 MP e traseira de 13 MP que gravam em 4K, sendo úteis para recorrer a reuniões de trabalho.

O Galaxy Tab S10 FE 5G está disponível por R$ 3.039 no Pix com o cupom TECNO300 no Magazine Luiza, não perca a chance de perder a melhor oferta recente por ele.

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Custo-benefício: Galaxy Tab S10 FE 5G tem 36% OFF na melhor oferta recente

Solucionador matemático identifica e resolve contas (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Durabilidade é um dos destaques do produto (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
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MacBooks, iPhones, iPads: código do macOS dá pistas de futuros produtos

Logo da Apple no centro, expandindo na direção do leitor, num fundo amarelo, rosa e violeta escuro.
Codinomes indicam produtos ainda não lançados pela Apple (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • A versão de testes do macOS Tahoe revelou códigos que sugerem o lançamento de diversos produtos da Apple.
  • A lista inclui cinco iPhones, AirPods, iPads e acessórios domésticos.
  • O sistema faz referência a AirPods com câmeras, AirPods Pro 4 e novos acessórios da linha Beats, além de possíveis novos MacBooks e iPads.

A Apple deixou vazar referências a diversos produtos ainda não lançados em uma versão prévia do macOS Tahoe, disponibilizada nesta semana. Arquivos internos do sistema fazem referência à linha iPhone 18, acessórios de automação residencial, AirPods com câmera e novos MacBooks e iPads.

As informações foram descobertas a partir de uma análise do código da compilação, que revelou identificadores associados a dispositivos ainda não anunciados pela empresa.

Quais produtos aparecem no código?

Segundo o MacRumors, o sistema traz códigos de hardware que incluem cinco variantes de iPhones: V62, V63, V64, V67 e V68. As análises apontam que o código V68 corresponde ao aguardado iPhone Ultra (ou iPhone Fold), o primeiro dobrável desenvolvido pela Apple, que deve ser apresentado em setembro ao lado do iPhone 18 Pro (V63) e 18 Pro Max (V64).

Já os identificadores V62 e V67 estariam associados, respectivamente, ao iPhone Air 2 e à versão padrão do iPhone 18, ambos com previsão de disponibilidade para o primeiro semestre de 2027.

No segmento de áudio, o destaque seriam os possíveis AirPods com câmeras integradas (B790). O sistema também faz referência aos AirPods Pro 4, identificados sob a nomenclatura AirPodsPro1,4, além de citar um modelo rotulado como AirPods3,5 e dois novos acessórios da linha Beats, registrados como B518 e B522.

A traseira de um suposto iPhone dobrável preto, com módulo em “pílula” para duas câmeras principais e logo Apple
Este pode ser o design do novo iPhone dobrável (imagem: reprodução/Jam Online)

Novos iPads, Macs e dispositivos de casa inteligente

Os arquivos detalham ainda a central doméstica da marca pelos códigos J490 e J491, o primeiro com base de apoio e o segundo voltado para fixação em paredes. As referências indicam que o equipamento terá tela de 7 polegadas e executará o sistema homeOS.

O código traz evidências do HomePod mini de segunda geração (B525), com suporte aprimorado à assistente Siri e recursos da plataforma Apple Intelligence. Há registros de um dispositivo complementar com múltiplos sensores e captação de imagens (J229), um robô de mesa identificado como HomeAccessory17,3 (J595) e uma listagem de quatro opções de cores para a categoria doméstica: Rosa, Prata, Cinza Espacial e Azul Estelar.

Em computação e tablets, aparece um MacBook Pro de 14 polegadas (J804), modelo de entrada que deve receber o chip M6 ainda este ano. Além dele, foram identificados modelos do MacBook Pro (K114c, K114s, K116c e K116s) associados com telas OLED, bem como atualizações para o iMac sob os códigos J833 e J834. Por fim, a lista inclui a próxima versão do iPad mini (J510 e J511), que deve incorporar painel OLED e o processador A19 Pro.

Pessoa editando imagens em um MacBook Pro
Modelos de entrada do MacBook Pro devem estrear os novos chips M6 (imagem: divulgação/Apple)

O que mais o código do macOS revela?

O arquivo também inclui o código N109, que estaria relacionado a um headset de realidade mista da linha Vision, além do identificador ATVRemote1,5, que sinaliza uma revisão no controle remoto da Apple TV. A lista inclui números de série provisórios sem produto correspondente.

A expectativa é que a empresa confirme os primeiros aparelhos no evento de setembro focado em smartphones, reservando os anúncios de Macs, centrais domésticas e iPads para uma segunda apresentação posterior.

Veja os prováveis dispositivos citados no código

  • V62 — iPhone Air 2
  • V63 — iPhone 18 Pro
  • V64 — iPhone 18 Pro Max
  • V67 — iPhone 18
  • V68 — iPhone Ultra (ou iPhone Fold)
  • B790 — AirPods com câmera
  • AirPodsPro1,4 — AirPods Pro 4
  • AirPods3,5 — novo modelo de AirPods
  • B518 — novo acessório Beats
  • B522 — novo acessório Beats
  • J490 — central doméstica (com base)
  • J491 — central doméstica (para parede)
  • B525 — HomePod mini (2ª geração)
  • J229 — dispositivo doméstico com sensores e câmera
  • J595 / HomeAccessory17,3 — robô de mesa
  • J804 — MacBook Pro de 14 polegadas (chip M6)
  • K114c — MacBook Pro com tela OLED
  • K114s — MacBook Pro com tela OLED
  • K116c — MacBook Pro com tela OLED
  • K116s — MacBook Pro com tela OLED
  • J833 — novo iMac
  • J834 — novo iMac
  • J510 — iPad mini (OLED)
  • J511 — iPad mini (OLED)
  • N109 — headset da linha Vision
  • ATVRemote1,5 — novo controle remoto da Apple TV

MacBooks, iPhones, iPads: código do macOS dá pistas de futuros produtos

Apple (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Este pode ser o design do novo iPhone dobrável (imagem: reprodução/Jam Online)

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Microsoft revela novo menu de contexto no Windows 11; veja o que muda

Windows 11 versão 25H2
Microsoft revela novo menu de contexto no Windows 11 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
Resumo
  • Microsoft revelou o novo menu de contexto do Windows 11, que será mais rápido e refinado para tarefas comuns no Explorador de Arquivos;
  • por padrão, novidade preserva botões úteis como recortar, copiar e excluir, mas oferece opções de personalização para ativar ou desativar funções;
  • Microsoft também afirma ter melhorado o desempenho geral do novo menu de contexto.

Já sabíamos que a Microsoft estava trabalhando para melhorar a experiência do usuário com o menu de contexto do Windows 11 — aquele que aparece com um clique com o botão direito do mouse sobre um arquivo ou uma pasta. Faltava a confirmação oficial. Ela foi dada pela companhia recentemente.

De acordo com a Microsoft, o novo menu de contexto é direcionado ao Explorador de Arquivos e foi criado para torná-lo “mais rápido, refinado e confiável para as tarefas mais comuns realizadas pelos usuários”.

Essa descrição condiz com a de Marcus Ash, chefe de design e pesquisa do Windows, que havia adiantado as mudanças no menu de contexto do Windows 11 em junho deste ano.

Em uma das capturas de tela divulgadas pela companhia, percebe-se que, por padrão, o menu de contexto preserva os botões de recortar, copiar, renomear, compartilhar e excluir no topo, o que faz sentido, pois eles são úteis. Mas as opções mais abaixo foram simplificadas, o que torna o menu não só mais intuitivo, como também contribui para o seu desempenho.

O novo menu de contexto do Windows 11
O novo menu de contexto do Windows 11 (imagem: reprodução/Microsoft)

Mas a novidade mais interessante, provavelmente, é a opção de personalização, que aparece no final do menu. Por meio dela, você pode ativar ou desativar a exibição de botões e funções.

Você também pode configurar quais aplicativos devem ou não ter recursos mostrados no menu de contexto, o que é ótimo, pois muitos deles aparecem por ali logo após a sua instalação, sem permissão direta do usuário.

Se por acaso você preferir o menu de contexto atual, tudo bem, também há uma opção de personalização que permite reativá-lo.

Mesmo quem não personalizar nenhum aspecto do menu de contexto poderá notar mudanças. Isso porque a Microsoft afirma ter melhorado o desempenho do recurso como um todo:

Analisamos os problemas por trás de muitos dos travamentos, congelamentos e atrasos que os usuários encontram e eliminamos dezenas de possíveis interrupções na experiência. Como resultado, você verá menos travamentos e flashes [piscadas] ao navegar, renomear arquivos, selecionar vários arquivos ou alternar entre eles.

Michael Novak, engenheiro de software na Microsoft

Opções de personalização do novo menu de contexto do Windows 11
Opções de personalização do novo menu de contexto do Windows 11 (imagem: reprodução/Microsoft)

Quando o novo menu de contexto chega ao Windows 11?

A Microsoft costuma liberar novos recursos no Windows 11 inicialmente para compilações dentro do Windows Insider. Não é diferente aqui: no momento, o novo menu de contexto está disponível no canal Experimental do programa de testes.

Não está claro quando a liberação será feita na versão final do Windows 11, mas a Microsoft já havia se comprometido a aprimorar vários aspectos do sistema operacional até o fim de 2026. É possível que o menu de contexto seja um deles.

Microsoft revela novo menu de contexto no Windows 11; veja o que muda

Windows 11 será atualizado à força para versão 25H2 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
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OpenAI lança ChatGPT for Teens, com ferramentas pedagógicas e filtros reforçados

Ilustração com o logo do ChatGPT ao centro. Na parte inferior direita, o logotipo do "tecnoblog" é visível.
OpenAI lança ChatGPT for Teens (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • A OpenAI lançou o ChatGPT for Teens, uma versão do chatbot para adolescentes de 13 a 17 anos, com ferramentas pedagógicas e filtros reforçados.
  • O ChatGPT for Teens inclui o Modo Estudo, que ajuda estudantes a resolver tarefas sem respostas prontas, e recursos como lembretes de lição de casa, horários de estudo programados e quizzes.
  • A nova versão também amplia medidas de segurança, como bloqueio de temas sensíveis, avisos antes do envio de imagens sensíveis e alertas automáticos para contas de responsáveis.

Usuários de 13 a 17 anos do ChatGPT começaram a receber nesta terça-feira (18/08) uma nova versão do chatbot. A experiência, chamada ChatGPT for Teens, reúne ferramentas de controle parental e atualizações no Modo Estudo.

A medida chega em meio à pressão por mais limites sobre o uso de chatbots por adolescentes. Empresas do ramo enfrentam críticas após alegações de que têm contribuído para situações de risco e criação de conteúo impróprio. Desde meados de 2025, a OpenAI é acusada por familiares de usuários por versões anteriores dos modelos da empresa terem facilitado casos de suicídio.

A empresa diz que as mudanças não são uma resposta a nenhum caso específico. Ainda assim, a nova versão tenta reduzir a comunicação “humanizada” dos modelos de IA e impor limites para usos considerados sensíveis.

Modo Estudante recebe novas funções

Capturas de tela do Modo Estudo no ChatGPT
Modo Estudo recebe novas ferramentas de controle de horários (imagem: divulgação/OpenAI)

O ChatGPT for Teens oferece um pacote de recursos educativos, incluindo o Modo Estudo, introduzido pela empresa pela primeira vez em julho do ano passado. Ele foi criado para ajudar estudantes a resolver tarefas sem entregar uma resposta pronta, conduzindo o aluno por etapas de raciocínio.

A empresa reuniu mais recursos para complementar a funcionalidade:

  • Lembretes de lição de casa
  • Horários de estudo programados
  • Quizzes e recursos visuais

ChatGPT for Teens combina salvaguardas

Capturas de tela das configurações de controle parental no chatgpt
Modo para adolescentes reúne configurações de segurança (imagem: divulgação/OpenAI)

O ChatGPT for Teens amplia algumas medidas de segurança e supervisão na experiência para os jovens, incluindo:

  • Opção de desativar respostas por voz humana
  • Lembretes periódicos para fazer uma pausa
  • Bloqueios mais rígidos para temas sensíveis, como automutilação, violência, transtornos alimentares, atividades perigosas e conteúdo sexual
  • Avisos antes do envio de imagens sensíveis

O pacote de segurança deve reduzir a sensação de conversa com uma pessoa real, especialmente com a desativação da voz do assistente, e se une aos outros controles parentais e alertas automáticos enviados às contas de responsáveis quando o adolescente entra em assuntos sensíveis.

OpenAI tenta evitar problemas com saúde mental

Arte com o logotipo da OpenAI. À direita, há a imagem da sombra de uma pessoa mexendo em um celular. Na parte inferior direita, está o logotipo do Tecnoblog.
ChatGPT, da OpenAI, é preferência nas empresas (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A OpenAI vem ampliando recursos de proteção para menores desde o ano passado, especialmente após a morte de Adam Raine, um adolescente de 16 anos que se suicidou após desabafar com a IA. Meses depois, mais casos começaram a surgir na Justiça dos Estados Unidos, incluindo outro adolescente, desta vez de 17 anos.

À época, a empresa anunciou controles parentais e, no início de 2026, iniciou a implementação de sistemas de previsão de idade para aplicar os salvaguardas automaticamente.

Os primeiros processos citados contra a OpenAI envolvem interações feitas com o antigo GPT-4o, modelo criticado por especialistas pelo tom mais acolhedor. Ele se tornou muito “querido” pelos usuários, que reclamaram da “frieza” no tom das respostas nas versões seguintes.

OpenAI lança ChatGPT for Teens, com ferramentas pedagógicas e filtros reforçados

ChatGPT, da OpenAI (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

(imagem: divulgação/OpenAI)

(imagem: divulgação/OpenAI)

ChatGPT, da OpenAI, é preferência nas empresas (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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Oportunidade: Motorola Razr 70 cai de preço com cupom e sai por até 10x


Prós
  • Telas com tecnologia AMOLED
  • Construção com dobradiça em titânio
  • Câmeras traseiras de 50 MP
Contras
  • Poucas evoluções ao Razr 60
Cupom Parcelado
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O Motorola Razr 70 (256 GB) está disponível por R$ 4.649 em 10x sem juros com o cupom AQUITEM no Mercado Livre. Lançado em abril deste ano por R$ 5.999, o smartphone dobrável da Motorola com displays AMOLED e câmeras de 50 MP fica 23% mais barato nesta oferta.

Razr 70 tem telas AMOLED e câmeras traseiras de 50 MP

Quatro celulares Motorola razr 70 em cores azul, rosa, cinza e translúcida sobre uma mesa de madeira
Motorola Razr 70 está disponível em diferentes cores (imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

O Motorola Razr 70 traz uma tela interna Extreme AMOLED de 6,9 polegadas com resolução Full HD+ e taxa de atualização de 120 Hz, oferecendo uma ampla área de trabalho. Já a tela externa Extreme AMOLED de 3,6 polegadas com Gorilla Glass Victus possibilita abrir apps, controlar players de mídia e verificar notificações sem abrir o dispositivo.

O telefone usa o chip MediaTek Dimensity 7450X e 8 GB de RAM física em vez dos 12 GB do Razr 60, mas pode atingir até 16 GB ao acionar a memória virtual (RAM Boost). Os 256 GB de armazenamento interno oferecem espaço equilibrado para aplicativos, mídias e outros arquivos.

A câmera dupla traseira do Razr 70 conta com ambos os sensores de 50 MP, permitindo tirar selfies e gravar vídeos em 4K mesmo com o aparelho fechado. Superior aos concorrentes, a câmera frontal de 32 MP também faz selfies com Modo Retrato e registro em 4K.

Motorola Razr 70 com corpo de alumínio e dobradiças de titânio, mostrado na mão com fundo de bancada
Razr 70 traz corpo de alumínio e dobradiças de titânio (imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

O dobrável da Motorola é equipado com uma bateria de 4.800 mAh, 300 mAh a mais que o antecessor, que entrega até 36 horas de uso moderado. Além disso, o carregador TurboPower de 33 W, incluso na caixa, vai de 0 a 100% em apenas 15 minutos na tomada.

No quesito construção, o dispositivo tem estrutura de alumínio, dobradiças reforçadas em titânio e pesa 188,4 gramas. Ademais, o certificado IP48 de resistência à água fica responsável por proteger o aparelho em mergulhos acidentais de até 1,5 metro em água por até meia hora.

O Motorola Razr 70 (R$ 4.649 em 10x sem juros com AQUITEM) tem conexões 5G, Wi-Fi 6E, Bluetooth 5.4 e NFC para ações por aproximação. O telefone sai da caixa com o Android 16 e receberá somente três grandes atualizações do sistema operacional.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Oportunidade: Motorola Razr 70 cai de preço com cupom e sai por até 10x

Motorola Razr 70 (imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Razr 70 traz corpo de alumínio e dobradiças de titânio (Foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
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Melhor celular até R$ 800: 5 smartphones básicos para comprar em 2026

Captura do Moto G17
Moto G17 se destaca pela bateria duradoura a um preço acessível; confira a lista completa com outros celulares baratinhos (Imagem: reprodução/Motorola)

Para escolher o melhor celular até R$ 800, você deve analisar se o processador, memória, bateria e câmeras oferecidas atendem às suas necessidades.

Os modelos nessa faixa de preço apresentam características básicas, mas alguns smartphones se destacam em fotografia ou autonomia, por exemplo.

A seguir, o Tecnoblog lista cinco opções de celular na faixa de R$ 800 para comprar em 2026. Confira os prós e contras de modelos da Samsung, Motorola, Xiaomi e Realme.

Flutuação de preço 💸

Esta lista foi montada em agosto de 2026 e os preços dos produtos podem variar conforme disponibilidade no varejo. Para obter as melhores ofertas em tempo real, acesse o Achados do Tecnoblog.

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Galaxy A07


Prós
  • Processador de 6 nm
  • Até 8 GB de RAM
  • Tela de 90 Hz
  • Suporta microSD de até 2 TB
  • Atualizações do Android até 2031
Contras
  • Sem 5G
  • Sem NFC
  • Tela PLS LCD (preto acinzentado)
  • Resolução HD+
  • Menos resistente à poeira (IP54)
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O Galaxy A07 4G traz o processador mais eficiente da lista, o MediaTek Helio G99 (6 nm), que e é indicado para bom desempenho em tarefas básicas como navegação em redes sociais, consumo de vídeos e troca de mensagens.

A versão com 4 GB de RAM sai mais em conta, mas você pode optar pela variante com 8 GB para evitar travamentos.

A tela de 6,7″ com taxa de atualização de até 90 Hz oferece fluidez na rolagem, embora apresente pretos levemente acinzentados devido à tecnologia LCD.

O celular da Samsung proporciona uma experiência básica em fotografia e vídeo com câmera traseira de 50 MP (f/1.8) que filma em até 1080p @ 30/60 fps. Para selfies, são apenas 8 MP (f/2.0).

A bateria de 5.000 mAh do smartphone aguenta até um dia longe das tomadas em uso moderado. E a Samsung promete até seis atualizações de sistema operacional e seis anos de updates de segurança.

Moto G17


Prós
  • Suporte a NFC
  • Suporta cartão microSD (até 1 TB)
  • Carregamento TurboPower 20 W
  • Entrada P2 para fones de ouvido
  • Câmera de 32 MP para selfies
  • IP64 (resistente a poeira e respingos d’água)
Contras
  • Painel IPS LCD (preto acinzentado)
  • Tela com taxa de atualização de 60 Hz
  • Sem 5G
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O Moto G17 é alimentado pelo chip MediaTek Helio G81 Extreme (12 nm) aliado a 4 GB de RAM. O processador é menos potente e eficiente do que o visto no Galaxy A07 e, por isso, tende a sofrer mais com aplicativos pesados ou multitarefa. Em compensação, o celular traz NFC para pagamentos por aproximação.

O display LCD tem 6,7 polegadas, oferecendo conforto para visualização de conteúdos, mas a taxa de atualização de 60 Hz fica atrás dos concorrentes, proporcionando menos suavidade em animações.

A câmera traseira de 50 MP (f/1.9) faz vídeos em Full HD a 30 fps, e há ainda uma lente ultrawide de 5 MP (f/2.2) para capturar paisagens ou grupos de pessoas com ângulo aberto. Mas o destaque está na câmera frontal de 32 MP (f/2.2) que combina 4 pixels em 1 para entregar selfies com resolução de 8 MP mais ricas em detalhes.

A bateria de 5.200 mAh é um ponto forte do smartphone, com autonomia de até 44 horas de uso. Ela também suporta carregamento TurboPower de 20 W.

Moto G06


Prós
  • Tela grande de 120 Hz
  • Bateria com autonomia para até 49 horas
  • IP64 (resistente a poeira e respingos d’água)
Contras
  • Tela de LCD e com resolução HD+
  • Não tem 5G
  • Não tem NFC
  • Carregamento de 10 W
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O Moto G06 é um smartphone voltado para navegação na web, consumo de vídeos e música e outras atividades simples do dia a dia. Ele usa o mesmo chip MediaTek Helio G81 Extreme do Moto G17 e 4 GB de memória RAM.

A tela grande de 6,9″ tem taxa de atualização máxima de 120 Hz para conteúdos mais fluidos, mas traz resolução HD+ (1640 x 720 pixels) e painel LCD, com contrastes limitados.

Na traseira, há uma única lente de 50 MP (f/1.8) para fotos e gravações em até 1080p a 30 fps, e na frente, uma câmera de selfies básica com 8 MP (f/2.1), que deve sofrer mais em ambientes com pouca luz.

O celular ainda conta com uma bateria de 5.200 mAh que pode durar até 49 horas, mas o carregamento é de apenas 10 W.

Redmi 14C


Prós
  • Tela grande de 120 Hz
  • Bom para selfies
  • Tela com baixa emissão de luz azul
  • Bateria de 5.160 mAh
Contras
  • Tela de IPS LCD
  • Sem suporte ao 5G
  • Sem NFC (versão oficial do Brasil)
  • Resolução HD+
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O Redmi 14C é um celular barato da Xiaomi com processador MediaTek Helio G81-Ultra (12 nm) e 4 GB de RAM, sendo indicado para tarefas simples do dia a dia.

A tela de 6,88″ se destaca ao oferecer taxa de atualização de até 120 Hz, apesar da tecnologia LCD e resolução limitada a HD+.

A câmera principal de 50 MP (f/1.8) tem suporte de IA para otimizar as capturas. Na frente, há um sensor de 13 megapixels (f/2.0) que se sobressai frente aos concorrentes pela abertura de lente f/2.0 e tamanho do sensor (1/3.06″), capaz de fazer selfies mais realistas exigindo menos do processamento digital.

A bateria de 5.160 mAh também merece holofotes, podendo durar até 22 horas de reprodução contínua de vídeo. E para menos tempo na tomada, o Redmi 14C suporta carregamento rápido de 18 W.

Realme Note 60x


Prós
  • Tela grande com 90 Hz
  • Tela com modo de baixa emissão de luz azul
  • Construção reforçada (ArmorShell)
Contras
  • Carregamento limtiado a 10 W
  • Menos resistente a poeira (IP54)
  • Sem NFC
  • Sem 5G
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O Realme Note 60x é o celular mais básico na lista, indicado para quem quer máxima economia ao comprar um novo celular para mensagens e uso de redes sociais. O smartphone roda o Android 14 de fábrica, tem chip Unisoc Tiger T612 (12 nm) e 4 GB de RAM.

Ele é vendido em versões de 64 GB ou 128 GB de armazenamento, sendo a segunda opção mais recomendada para evitar dor de cabeça com memória cheia na hora de instalar apps e tirar fotos.

A tela de 6,74″ tem taxa de atualização de 90 Hz e resolução HD+. O destaque fica para o modo de baixa emissão de luz azul, para maior conforto ocular.

A câmera principal tem apenas 8 MP e a frontal tem 5 MP, servindo para registros sem grandes pretensões no dia a dia.

O Realme Note 60x tem bateria de 5.000 mAh e carregamento máximo de 10 W.

Como escolher o melhor celular até R$ 800 em 2026?

Para escolher o melhor celular até R$ 800, você deve considerar especificações-chave para suas necessidades, como o desempenho do processador, quantidade de memória RAM e autonomia de bateria. Vale ficar atento às seguintes características:

  • Resistência: dê preferência a modelos com maior proteção contra água, poeira e quedas.
  • Características da tela: prefira displays com níveis de brilho e taxa de atualização mais altos para melhor visualização sob sol e fluidez gráfica.
  • Processamento e RAM: priorize chips com menor litografia, mais rápidos e recentes para mais poder de fogo; foque também em modelos com mais memória RAM física (sem contar RAM Boost).
  • Autonomia de bateria: escolha baterias acima de 5.000 mAh e que suportam carregamento superior a 18 W.
  • Recursos de conectividade: opte por smartphones com suporte a 5G, NFC e outras tecnologias de conectividade.

Celular até R$ 800 roda jogos?

Sim, mas de forma limitada. Celulares de até R$ 800 têm processadores menos potentes que não são indicados para jogos. Eles até podem rodar games mais simples ou com gráficos no mínimo, mas sob risco de travamentos.

Dentre os modelos listados, o A07 4G deve lidar melhor com jogos por ter um processador mais eficiente.

Caso esteja procurando um celular bom para jogos, vale a pena apostar em modelos com especificações e recursos mais apropriados para jogatinas. O único ponto é que eles são mais caros.

Vale a pena comprar celular de R$ 800?

Sim, desde que você esteja buscando um celular para tarefas básicas. No entanto, também vale considerar celulares bons e baratos que custam um pouco mais e apresentam melhorias como chips mais rápidos, tela AMOLED, conexão 5G, suporte NFC e gravação em 4K.

Quais as desvantagens de celulares até R$ 800?

Celulares de até R$ 800 têm hardwares menos potentes para equilibrar o custo mais baixo. Por isso, muitos aparelhos dessa categoria costumam apresentar limitações como:

  • Telas inferiores: displays de LCD com menos contraste e cores menos vivas, além de taxas de atualização geralmente mais baixas.
  • Pouca memória RAM: celulares da categoria costumam trazer 4 GB de RAM (padrão), o que é considerado um valor baixo para os padrões atuais.
  • Processadores mais lentos: chips menos potentes têm performance limitada, especialmente em tarefas mais exigentes como jogos e edição de vídeos.
  • Câmeras mais simples: celulares até R$ 800 costumam ter somente uma ou duas lentes traseiras, e com sensores pequenos, limitando a qualidade e versatilidade das capturas.
  • Recursos de conexão limitados: nem todos os modelos oferecem suporte a 5G e NFC.

Melhor celular até R$ 800: 5 smartphones básicos para comprar em 2026

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Atualização de agosto do Windows está travando alguns jogos

Logotipo do Windows 11
Atualização de agosto do Windows 11 está fazendo alguns jogos travarem (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • atualização de agosto do Windows 11, pacote KB5121003, está causando travamentos em alguns jogos, como ARC Raiders e The Finals;
  • o problema ocorre devido à incompatibilidade com o driver inpoutx64.sys; a Embark Studios já trabalha em uma solução;
  • jogadores afetados podem solucionar o problema temporariamente excluindo o arquivo inpoutx64.sys ou revertendo a instalação do Patch Tuesday.

Na terça-feira da semana passada, a Microsoft liberou as atualizações do Patch Tuesday de agosto de 2026. Elas são importantes porque corrigem mais de 400 problemas de segurança. Mas, assim como aconteceu com atualizações dos meses anteriores, as atuais estão causando problemas em alguns PCs, mais especificamente, entre aqueles que rodam certos jogos.

O Windows Latest afirma ter recebido relatos de que, após a instalação do pacote KB5121003, que corresponde justamente ao Patch Tuesday de agosto, jogadores de títulos como ARC Raiders e The Finals passaram a notar que os jogos travam ou apresentam falhas com drivers, por exemplo, problemas que não se manifestavam antes da atualização do Windows 11.

Responsável pelos dois games, a Embark Studios usou o Discord para explicar que, aparentemente, o pacote KB5121003 afeta a compatibilidade do sistema operacional com o driver inpoutx64.sys, que é usado por ambos os jogos.

A empresa também afirma já estar trabalhando em uma solução. Enquanto isso, os jogadores que estiverem enfrentando problemas podem executar o seguinte passo a passo, dado pela própria Embark:

  1. digite “CMD” no campo de busca do Menu Iniciar ou da Barra de Tarefas;
  2. clique com o botão direito do mouse em Prompt de Comando e selecione “Executar como administrador”;
  3. no Prompt de Comando, digite “sc stop inpoutx64” (sem aspas) e pressione Enter;
  4. feche o Prompt de Comando, abra o Explorador de Arquivos e vá em C:\Windows\System32\drivers;
  5. ali, localize e exclua o arquivo inpoutx64.sys.
ARC Raiders
ARC Raiders é um dos jogos afetados pelo Patch Tuesday de agosto (imagem? reprodução/Embark Studios)

Outra opção: reverter a instalação do Patch Tuesday

Há relatos de problemas parecidos relacionados a outros jogos, como Marvel Tōkon: Fighting Souls. Por isso, reverter a atualização do Patch Tuesday pode ser uma opção para quem se deparou com outros problemas ou joga ARC Raiders / The Finals, mas busca uma solução menos drástica.

Para tanto, vá em Menu Iniciar / Configurações / Windows Update / Histórico de Atualização / Desinstalar Atualizações. Ali, procure e desinstale o pacote KB5121003. O pacote poderá ser reinstalado após alguns dias, quando, possivelmente, eventuais problemas relacionados a ele terão sido corrigidos.

Infelizmente, falhas no Windows 11 causadas por atualizações do sistema não têm sido incomuns. O Patch Tuesday de julho de 2026 afetou alguns PCs Dell, só para dar um exemplo. Na época, a Microsoft chegou a suspender, temporariamente, a atualização para as máquinas afetadas.

A boa notícia é que, desta vez, o problema parece ser bem menos grave, afetando um número pequeno de computadores. Tanto que, na página do pacote KB5121003, a Microsoft não relatou nenhum problema conhecido, pelo menos até o momento.

Atualização de agosto do Windows está travando alguns jogos

Windows 11 (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

ARC Raiders é um dos jogos afetados pelo Patch Tuesday de agosto (imagem? reprodução/Embark Studios)
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Robô chinês corre mais que Usain Bolt e ainda dá saltos de 2 metros

GIF animado mostra um robô da Unitree correndo em uma pista de atlestismo
Protótipo da Unitree atinge 45,5 km/h (GIF: divulgação)
Resumo
  • A fabricante chinesa Unitree apresentou um robô humanoide chamado Superman que atinge 45,5 km/h e salta 2 metros de altura.
  • O robô alcança essa velocidade graças às suas pernas de 0,85 metros e à energia focada para a propulsão frontal.
  • A Unitree já produziu cerca de 18 mil robôs bípedes e conta com apoio de investimentos de conglomerados como Tencent, Alibaba e DeepSeek.

Um novo robô desenvolvido na China vem dando o que falar: o Superman consegue atingir uma velocidade de corrida superior ao lendário atleta Usain Bolt, de acordo com a fabricante Unitree. O anúncio foi feito nesta segunda-feira (17/08).

Segundo a empresa, o protótipo atingiu uma velocidade máxima de 12,66 metros por segundo, o equivalente a 45,5 km/h, e saltou dois metros de altura a partir do repouso. Esses números superam o pico de 12,42 metros por segundo alcançado por Bolt no seu recorde mundial dos 100 metros em Berlim, em 2009.

Com pernas de 0,85 metro de comprimento, o robô foi desenvolvido em pouco mais de três meses. O vídeo oficial mostra a máquina aterrissando perfeitamente no solo e ajustando as pernas para garantir estabilidade. A Unitree ressaltou que o conteúdo não foi gerado por inteligência artificial.

Como o robô atinge essa velocidade?

O desempenho do Superman é possível por restrições de design. O robô não tem cabeça ou garras, e foi construído do zero como uma máquina focada em locomoção, permitindo que as pernas direcionem toda a energia para a propulsão frontal.

A fabricante classifica a novidade como uma plataforma experimental voltada para o estudo de movimentos, reconhecendo que o modelo não tem capacidade de carga. Diferentemente de robôs humanoides da marca que atuam como funcionários de aeroporto no Japão, o Superman não consegue desempenhar tarefas comerciais ou industriais práticas, como pegar caixas, apertar botões ou abrir portas.

É importante destacar que os dados apresentados pela companhia não foram verificados de forma independente sob os protocolos rigorosos de uma pista de atletismo oficial.

Imagem mostra um robô da empresa Unitree correndo em uma pista de atlestismo
Novo robô é o destaque da Unitree às vésperas de sua estreia na bolsa de valores (imagem: divulgação/Unitree)

Qual é o impacto da Unitree no mercado de robótica?

A revelação do robô ocorre junto à entrada da Unitree companhia na Bolsa de Valores de Xangai, realizada hoje (quarta-feira na China), com arrecadação inicial de quase US$ 1 bilhão. A startup é comandada pelo fundador e CEO Wang Xingxing, reportou receitas de 1,699 bilhão de yuans em 2025 (cerca de R$ 1,3 bilhão) e conta com investimentos de conglomerados como Tencent, Alibaba e DeepSeek.

A Unitree entregou cerca de 18 mil robôs bípedes de diversos modelos até julho de 2026. Além dos aparelhos experimentais, a companhia tem chamado a atenção com robôs gigantes que podem ser pilotados e também revelou recentemente o As2W, um quadrúpede com rodas capaz de levar até 16 quilos de carga.

Restrições fora da China

Apesar das inovações, os robôs da Unitree esbarram em limitações políticas fora de seu país de origem. A Comissão Federal de Comunicações (FCC) dos Estados Unidos proibiu a entrada de novos modelos da fabricante no fim de julho de 2026, citando vulnerabilidades de segurança.

O Pentágono, por sua vez, rotulou a startup como uma empresa militar chinesa em junho deste ano, bloqueando a possibilidade de acordos ou contratos com o governo norte-americano.

Robô chinês corre mais que Usain Bolt e ainda dá saltos de 2 metros

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Superman foi desenvolvido pela Unitree como um projeto experimental.
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Edge 70 Pro já custou menos, mas oferta em até 10x sem juros compensa


Oferta encerrada 🙁
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O Motorola Edge 70 Pro de 256 GB está saindo por R$ 3.299 em até 12x sem juros com cupom MELICUPOM no Mercado Livre. O celular da Motorola com tela AMOLED de 144 Hz e câmeras (todas elas) de 50 MP recebe desconto de 27% sobre o preço original de R$ 4.499.

Motorola Edge 70 Pro traz câmeras de 50 MP e tela de 144 Hz

Motorola Edge 70 Pro (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Câmeras do Motorola Edge 70 Pro são todas de 50 MP (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Todas as câmeras do Edge 70 Pro, um dos lançamentos mais recentes da Motorola, são de 50 MP: há uma wide com OIS e uma ultrawide, que capturam cenas em ambientes amplos, telefoto telescópica com zoom óptico de 3,5x para aproximações de qualidade, e frontal que tira ótimas selfies. Todas gravam vídeos em 4K, com as traseiras suportando 120 fps.

O chip Mediatek Dimensity 8500 Extreme e os 12 GB de RAM expansível até 24 GB via RAM Boost suportam a execução de apps pesados em multitarefa e soluções do Moto AI. Os 256 GB de armazenamento oferecem espaço interno razoável para guardar fotos e vídeos.

Sua tela Extreme AMOLED de 6,78″ possui taxa alta de 144 Hz, brilho de até 5.200 nits e suporte a HDR10+, sendo capaz de reproduzir imagens e vídeos com cores excelentes e alta fluidez, além de ter visibilidade garantida em qualquer ambiente. O vidro Gorilla Glass 7i protege-a contra acidentes diversos.

Tela do Motorola Edge 70 Pro
Tela Extreme AMOLED do Edge 70 Pro tem taxa de 144 Hz (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

O corpo do Edge 70 Pro traz certificações militar MIL-STD-810H e IP68/IP69, que aumentam a durabilidade ao adicionarem proteção em cenários extremos, como poeira intensa, mergulhos acidentais e altas temperaturas.

Sua bateria de 6.500 mAh resiste até 49 horas de uso segundo a fabricante, e o carregamento ultrarrápido de 90 W permite injetar uma carga para um dia de uso em apenas 9 minutos, sendo este um ótimo recurso para usuários que dependem de cargas duradouras com pouco tempo de tomada.

O Motorola Edge 70 Pro de 256 GB (R$ 3.299 em até 12x sem juros com cupom MELICUPOM) será atualizado até o Android 19 e possui conectividade 5G, Wi-Fi 7Bluetooth 5.4 e NFC.

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Edge 70 Pro já custou menos, mas oferta em até 10x sem juros compensa

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Anthropic explica como o Claude vai identificar textos gerados por IA

Ilustração gráfica com fundo laranja-terracota de textura levemente granulada, destacando no centro uma grande estrela geométrica radiada na cor bege-clara; sobreposta horizontalmente ao centro da imagem, a palavra "Claude" está escrita em destaque com uma fonte elegante com serifa na cor preta, e o logotipo do "tecnoblog" no canto inferior direito em letras brancas.
Claude terá identificador de textos de IA (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Anthropic desenvolverá uma marca d’água invisível para textos criados pelo Claude, com base no SynthID-Text do Google DeepMind.
  • A marca d’água altera o padrão das palavras escolhidas pelo modelo, sem impactar a qualidade do texto, e será detectável por uma API.
  • Essa detecção pode falhar em casos de edições simples, trechos curtos, dados factuais, operações matemáticas, códigos de programação e textos revisados por humanos.

A Anthropic explicou como funcionará a marca d’água invisível para textos criados pelo Claude. A tecnologia tem como base o SynthID-Text, desenvolvido pelo Google DeepMind, e será inserido durante a geração das respostas.

A proposta é criar uma forma de verificação para textos gerados pela própria plataforma, seguindo as regras da Lei de Inteligência Artificial da União Europeia. O regulamento europeu começou a valer em 2 de agosto, determinando a adoção de soluções para que conteúdos criados em ferramentas de IA sejam detectáveis. Assim, tecnologias semelhantes devem começar a aparecer em outros modelos.

O SynthID já é conhecido como uma tecnologia de marca d’água para vídeo, imagem e áudio, fazendo pequenas alterações imperceptíveis para humanos. Enquanto imagens e vídeos têm mudanças nos pixeis, o SynthID-Text altera o padrão das palavras escolhidas pelo modelo.

Como a marca funciona?

Captura de tela de vídeo explicativo sobre o SynthID
Tecnologia altera padrão de texto gerado pela IA (imagem: reprodução/Google DeepMind)

Em comunicado, a Anthropic afirma que a identificação é criada na sequência de palavras geradas pelo assistente. Modelos de linguagem produzem texto de maneira sequencial, calculando a probabilidade estatística de cada palavra a ser exibida com base no contexto anterior. A marca d’água atua neste momento. Na prática, funciona assim:

  1. Em uma frase como “O tempo hoje estava frio e…”, a IA entende que a continuidade dificilmente seria “açucarado”, mas poderia ser “nublado” ou “cinzento”.
  2. Nestes casos em que há opções de sinônimos, o modelo decide aleatoriamente qual palavra escolher.
  3. Com a marca d’água, uma chave criptográfica passa a orientar a escolha.
  4. Na análise, o Claude identificará se o padrão é compatível com um texto gerado por ele mesmo.

De acordo com a empresa, isso não significa que o Claude passará a forçar palavras estranhas no meio do texto. Testes internos e resultados do estudo do SynthID-Text, feito pelo Google DeepMind, teriam indicado que não há impacto da técnica no conteúdo final.

Onde a detecção pode falhar?

Ilustração artística em estilo conceitual sobre fundo bege, coberto pela palavra "Claude" repetida em letras brancas na vertical, mostrando no centro o contorno estilizado de uma silhueta humana preta com um diagrama de rede neural de nós e linhas pretas em seu interior, e uma explosão estelar geométrica laranja-terracota atrás de sua cabeça, com o logotipo "tecnoblog" no canto inferior direito.
Análise pode falhar com alterações simples (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Como a marca será aplicada no padrão de escrita do texto, edições simples podem interferir no resultado da análise e mudanças completas na estrutura do texto tendem a remover a marcação, segundo a Anthropic. Há mais situações em que a análise pode falhar:

  • Quando os trechos são muito curtos;
  • Quando a resposta é baseada em um dado factual e exato;
  • Operações matemáticas;
  • Códigos de programação;
  • Textos feitos por humanos, mas revisados pelo assistente.

A Anthropic afirma que vai lançar em breve uma API de detecção para permitir que plataformas, instituições e desenvolvedores verifiquem se um texto provavelmente foi produzido pelo Claude.

Anthropic explica como o Claude vai identificar textos gerados por IA

(ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

(imagem: reprodução/Google DeepMind)

(ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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Galaxy S25 Edge com chip Snapdragon entra em promoção no Mercado Livre

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O Galaxy S25 Edge (512 GB) está disponível por R$ 3.998,70 no Pix no Mercado Livre. Lançado por R$ 9.799, o smartphone mais fino da Samsung com tela AMOLED e processador Snapdragon 8 Elite fica 59% mais barato nesta oferta “Achou, Correu!”.

Galaxy S25 Edge tem 5,8 mm de espessura e câmera que filma em 8K 

Uma mão segura um smartphone Samsung Galaxy S25 Edge com a tela ligada, exibindo o menu de "Configurações". O topo da tela mostra "Config." e "Conecte-se ao seu Galaxy", seguido de "Proteja o seu novo Galaxy". Abaixo, uma lista de opções como "Conexões", "Aparelhos conectados", "Galaxy AI", "Modos e rotinas" e "Sons e vibração" é visível. Na parte inferior direita, o logotipo do "tecnoblog" é visível.
Samsung Galaxy S25 Edge adota uma tela de 6,7 polegadas de 120 Hz (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O Galaxy S25 Edge traz uma tela AMOLED Dinâmico 2X de 6,7 polegadas com resolução Quad HD+ e taxa de atualização de 120 Hz. Reproduzindo imagens detalhadas com o recurso HDR10+, o painel ainda atua com brilho máximo de até 2.600 nits.

O telefone é equipado com chip Snapdragon 8 Elite for Galaxy e 12 GB de RAM, entregando alto desempenho em tarefas pesadas e suporte ao Galaxy AI. Os 512 GB de armazenamento interno oferecem amplo espaço para salvar aplicativos, mídias e outros arquivos sem grandes preocupações.

Para quem busca o smartphone com design fino, o Galaxy S25 Edge tem apenas 5,8 mm de espessura, estrutura de titânio e acabamento traseiro com Gorilla Glass Victus. O certificado IP68 de resistência à água protege o aparelho contra mergulhos acidentais de até 1,5 metro de água doce por até 30 minutos.

Imagem mostra um close-up lateral de um Samsung Galaxy S25 Edge prateado pendurado por um fino fio transparente. O perfil do telefone revela botões laterais e uma saliência proeminente para as câmeras traseiras, com duas lentes circulares visíveis. As bordas do telefone são brilhantes e refletem a luz. O fundo é desfocado. Na parte inferior direita, o logotipo do "Tecnoblog" é visível.
Samsung Galaxy S25 Edge tem um design ultrafino com apenas 5,8 mm de espessura (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O smartphone da Samsung conta com uma câmera dupla traseira com sensor principal de 200 MP, capaz de gravar vídeos em alta resolução em até 8K. A câmera frontal de 12 MP fica responsável por selfies detalhadas e vídeos 4K com Estabilização Digital de Imagem (EIS).

Um dos pontos negativos do telefone é a bateria de 3.900 mAh que, segundo a marca, entrega uma autonomia de até 24 horas de reprodução de vídeo. Ao adotar um adaptador de até 25 W, o carregamento rápido pode ir de 0 a 55% em meia hora na tomada.

Fechando o pacote, o Galaxy S25 Edge (R$ 3.998,70 no Pix) oferece conexões 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 5.4 e NFC para ações por aproximação. Ele vem de fábrica com o Android 15, mas receberá atualizações do sistema operacional até 2032.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Galaxy S25 Edge com chip Snapdragon entra em promoção no Mercado Livre

Samsung Galaxy S25 Edge (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Galaxy S25 Edge (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
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Meta começa a ser julgada nos EUA por prejudicar crianças e adolescentes

Arte com a logomarca da Meta à esquerda e o rosto de Mark Zuckerberg à direita. Na parte inferior direita está a logomarca do Tecnoblog.
Mark Zuckerberg é fundador e CEO da Meta (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • A Meta está sendo processada nos EUA por 29 promotorias estaduais que alegam que as redes sociais da empresa violam leis de proteção à saúde e privacidade de crianças e adolescentes.
  • As promotorias querem US$ 1,4 trilhão em multas e mudanças nas redes sociais da Meta, como implementação de verificação parental e alterações nos algoritmos de recomendação.
  • A empresa nega as acusações, mas especialistas compararam o processo às ações contra a indústria do tabaco nos anos 90.

A Meta começará a ser ouvida nesta terça-feira (18/08) em um julgamento nos Estados Unidos, sob acusação de que suas redes sociais teriam violado leis que protegem a saúde e a privacidade de crianças e adolescentes.

O processo foi movido por 29 promotorias estaduais e pede US$ 1,4 trilhão (R$ 7,28 trilhões) em multas. Outro objetivo é obrigar a companhia a fazer mudanças em seus produtos, como forma de seguir as leis de proteção aos consumidores.

Ilustração com os ícones de WhatsApp, Instagram e Facebook inseridos numa caixa com a marca da Meta
Meta é dona de WhatsApp, Instagram e Facebook (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

“Nós discordamos veementemente destas acusações e estamos confiantes que as evidências mostrarão nosso compromisso de longa data com o apoio aos jovens”, disse um porta-voz da empresa à BBC.

Especialistas em direito ouvidos pela CNBC comparam o processo às ações movidas contra a indústria do tabaco nos anos 90, quando fabricantes de cigarros foram forçadas a pagar bilhões de dólares por esconder da população os perigos de seus produtos à saúde. Depois disso, a influência do setor diminuiu consideravelmente.

O que as promotorias alegam contra a Meta?

A acusação principal é de que a Meta criou funcionalidades para capturar a atenção e prolongar o tempo que os jovens passam nas redes sociais. Isso inclui o botão de curtir, a rolagem infinita e os algoritmos de recomendação, que supostamente encorajariam o uso compulsivo e aumentariam os lucros da companhia com publicidade.

A empresa dificultaria, inclusive, a diminuição do uso das redes, usando notificações para atrair os adolescentes de volta às plataformas.

Símbolo de like (mão com o polegar levantado) em 3D
Botão de like é apontado como um dos fatores viciantes das redes (imagem: Mizter_X94/Pixabay)

Outro ponto é que os produtos da Meta teriam prejudicado a educação e o sono dos adolescentes. Os filtros visuais presentes nas redes também teriam como consequência o aumento de transtornos alimentares e dismorfia corporal.

Por fim, o processo aponta que a Meta sabia que crianças com menos de 13 anos estavam no Instagram e no Facebook, algo que ela mesma proíbe, e que a empresa coletou informações pessoais sobre estes usuários sem consentimento dos pais, violando leis de proteção de privacidade na infância.

“Vamos mostrar ao júri que a Meta ocultou o que ela sabia sobre os danos causados por seus produtos aos jovens, porque ignorar os problemas era mais lucrativo”, disse Russell Coleman, promotor-geral do Kentucky, à BBC.

O que as promotorias querem que a Meta faça?

Além do pagamento de uma multa trilionária, os estados pedem que a Meta seja obrigada a fazer mudanças nas suas redes sociais.

  • Implementar um processo de verificação parental para usuários adolescentes.
  • Mudar os algoritmos de recomendação.
  • Remover filtros de imagem que mudem a aparência.
  • Remover a reprodução automática de vídeos.
  • Proibir a criação de múltiplas contas.
  • Encerrar posts temporários, como os Stories do Instagram.

Meta teve derrotas recentes em ações similares

No início do mês de agosto de 2026, a Meta foi considerada um “incômodo público” (“public nuisance”, em inglês) pela Justiça do Novo México, que comparou a extensão das interferências negativas das redes sociais aos danos generalizados causados pela poluição do ar.

Essa foi a segunda condenação da companhia no estado. Somando as punições, o valor fica perto de US$ 1 bilhão, dinheiro que será destinado a programas de conscientização e terapia de crianças e adolescentes. Além disso, a empresa deverá adotar medidas para proteger este público do vício nas plataformas e da ação de abusadores.

Antes disso, um processo movido por uma mulher identificada apenas como Kaley também derrotou Meta e YouTube em uma ação sobre mecanismos viciantes nas redes sociais.

Ela contou ter criado diversas contas no YouTube e no Instagram para curtir seus próprios posts, na esperança de aumentar o engajamento com outros usuários e se sentir melhor em relação à validação e à autoestima.

Na época, Kaley tinha nove anos de idade. Aos dez, ela foi diagnosticada com depressão.

Com informações da CNBC, BBC e NPR

Meta começa a ser julgada nos EUA por prejudicar crianças e adolescentes

Mark Zuckerberg é fundador e CEO da Meta (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Meta é dona de WhatsApp, Instagram e Facebook (Ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

(Imagem: Mizter_X94/Pixabay)
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Suposto fone com câmera vaza em vídeo da própria Apple

Suposto AirPod com câmera vaza em vídeo (imagem: reprodução)
Resumo
  • A Apple está desenvolvendo AirPods com câmeras integradas, segundo informações encontradas em um vídeo incluído na versão release candidate do macOS Tahoe 26.7.
  • Os novos AirPods podem ser lançados junto com o iPhone 18, em setembro.
  • A tecnologia Inteligência Visual da Apple permitirá que os AirPods com câmeras “vejam” o que o usuário vê para realizar ações relacionadas, como responder a perguntas sobre um objeto.

Fones de ouvido com câmeras integradas formam uma ideia inusitada, mas que está prestes a se tornar realidade no ecossistema da Apple: surgiram indícios de que a companhia está desenvolvendo AirPods que contam justamente com esse recurso. Existe a possibilidade de que eles sejam anunciados em breve — talvez já em setembro, junto com a linha iPhone 18.

Uma referência para os tais fones foi encontrada em um pequeno vídeo incluído na recém-liberada versão release candidate do macOS Tahoe 26.7. Publicado pelo perfil @aaronp613, no X, o vídeo mostra um homem usando AirPods enquanto segura e olha para um livro. Enquanto isso, uma narração menciona a tecnologia Inteligência Visual (Visual Intelligence), da Apple:

Com a Inteligência Visual, seu mundo pode ser guardado. Viu algo que gostou? Basta pedir para que eu salve para mais tarde.

A narração sugere que as câmeras não foram integradas aos AirPods para registrar fotos ou vídeos. Bom, talvez isso seja possível de alguma forma, com o conteúdo resultante sendo salvo no iPhone, por exemplo. Mas o foco parece estar em permitir que a Inteligência Visual “veja” o que o usuário vê para realizar ações relacionadas, como responder a perguntas sobre um objeto.

Nesse sentido, os AirPods com câmeras também podem servir de “olhos” para a Siri, permitindo que a assistente realize ações como traduzir uma placa em outro idioma ou fornecer informações sobre uma obra de arte.

Here is your first look at AirPods with Cameras in action using Visual Intelligence.

This video file came from macOS 26.7 RC pic.twitter.com/yo7RI4MCeu

— Aaron (@aaronp613) August 18, 2026

Ainda de acordo com @aaronp613, os novos AirPods serão capazes de avisar quando cabelos estiverem bloqueando as câmeras e ainda oferecerão um modo de emparelhamento seguro, que pede para os fones serem colocados no estojo para esse procedimento ser realizado.

Ainda não há detalhes sobre o aspecto físico dos supostos novos AirPods. Mas, no vídeo, eles parecem ser muito semelhantes aos AirPods Pro atuais, com a diferença principal de terem hastes um pouco mais grossas.

AirPods Pro 3 em destaque com as mesmas expressões ditas em várias línguas ao redor.
Airpods Pro 3 (imagem: divulgação/Apple)

Quando os AirPods com câmeras serão lançados?

Até o momento, não há nenhuma informação sobre esses AirPods por parte da Apple, razão pela qual também não há detalhes sobre datas. Mas, como o vídeo apareceu em uma versão release candidate (de pré-lançamento) do macOS Tahoe 26.7, é de se presumir que o anúncio oficial esteja próximo.

Em setembro, a Apple fará um evento que, muito provavelmente, servirá de palco para a linha iPhone 18. É possível que os AirPods com câmeras sejam revelados na mesma ocasião. Fiquemos de olho!

Com informações de 9to5Mac

Suposto fone com câmera vaza em vídeo da própria Apple

Suposto AirPod com câmera vaza em vídeo (imagem: reprodução)

Airpods Pro 3 (imagem: divulgação)
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Galaxy Tab S11 Ultra com alto desempenho tem 28% OFF na Amazon


Prós
  • Grande tela AMOLED de 14,6″
  • Desempenho de ponta
  • Bateria de longa duração
  • Suporte ao modo DeX
  • Capa-teclado e S Pen inclusas no kit
Contras
  • Conectividade não inclui 5G
  • Sem suporte a NFC
PIX
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O Galaxy Tab S11 Ultra está saindo por R$ 7.199 no Pix na Amazon, o menor preço desde o Prime Day, e um desconto de 28% sobre o lançamento por R$ 9.999. O tablet da Samsung traz um ficha técnica potente, capaz até de substituir um notebook graças à RAM de 12 GB e à compatibilidade com o modo DeX.

Galaxy Tab S11 Ultra é tablet potente da Samsung

O Galaxy Tab S11 Ultra possui uma tela AMOLED Dinâmico 2X de 14,6″, com taxa de 120 Hz e brilho de até 2.600 nits. Tal display reproduz imagens com cores vivas e alta fluidez nas transições em apps e games, além de ter alta visibilidade e oferecer um espaço amplo para trabalhar.

Seu chip MediaTek Dimensity 9400+ e os 12 GB de RAM entregam performance de ponta em apps pesados, multitarefa e games exigentes, enquanto os 512 GB de armazenamento disponibilizam muito espaço interno para guardar vídeos, projetos e fotos.

A inclusão da caneta S Pen e capa-teclado na caixa facilita fazer anotações e esboços. Já o modo Dex aprimorado oferece interface de desktop com janelas. Estas especificações permitem o uso do tablet como uma estação de trabalho, que nada deve a um laptop.

Galaxy Tab S11 Ultra (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Capa-teclado e nova S Pen vêm inclusos no kit do Galaxy Tab S11 Ultra (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O Galaxy Tab S11 Ultra é equipado com uma câmera wide de 13 MP e uma ultrawide de 8 MP na traseira, capazes de fotografar e digitalizar documentos. A frontal de 12 MP tem boa resolução para sustentar o uso durante videochamadas.

Sua bateria de 11.600 mAh resiste até 23 horas de reprodução de vídeo segundo a Samsung, e suporta carregamento rápido de 45 W via USB-C, permitindo seu uso por um dia inteiro. A S Pen é carregada por indução quando afixada ao corpo do gadget.

O Galaxy Tab S11 Ultra de 512 GB (apenas R$ 7.199 no Pix) conversa com redes Wi-Fi 7 e Bluetooth 5.4. O tablet premium roda Android 16 e deve receber sete atualizações do sistema operacional.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Galaxy Tab S11 Ultra com alto desempenho tem 28% OFF na Amazon

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Galaxy Tab S11 Ultra (512 GB) tem tela AMOLED de 14,6" e 12 GB de RAM; tablet de alta performance da Samsung recebe desconto de 28% no Pix

Galaxy Tab S11 Ultra (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
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Como salvar um áudio do WhatsApp no celular ou PC

Como salvar um áudio do WhatsApp
WhatsApp permite que o usuário salve áudios enviados ou recebidos em diferentes dispositivos (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O processo para salvar um áudio do WhatsApp exige que o usuário abra a conversa no mensageiro, acesse as opções de compartilhamento do áudio e escolha um diretório ou serviço de armazenamento para salvar a gravação.

Os áudios do mensageiro da Meta são exportados em arquivos de formatos OGG, OPUS e M4A (dependendo do sistema operacional), e podem ser guardados no armazenamento interno, no HD, cartão SD ou em serviços como Google Drive e e-mail.

Depois de salvar um áudio o usuário pode usar o arquivo como desejar, como por exemplo em um áudio original do Reels, como anexo do e-mail ou em qualquer outra plataforma que aceite o formato do arquivo.

A seguir, veja como baixar um áudio do WhatsApp pelo Android, iPhone ou PC via WhatsApp Web e WhatsApp Desktop.

Como salvar um áudio do WhatsApp no celular Android

  1. Abra o WhatsApp no smartphone Android e acesse a conversa onde está a mensagem de voz.
  2. Mantenha o toque pressionado sobre o áudio e toque no botão de três pontos no canto superior direito.
  3. Selecione a opção “Compartilhar” para abrir o menu de exportação do sistema.
  4. Escolha um dos serviços integrados para salvar o áudio do WhatsApp, como Google Drive, Gmail e Files do Google, e conclua a ação.
Acessando a opção Compartilhar para baixar a mensagem de voz do WhatsApp no celular Android
Acessando a opção “Compartilhar” para fazer download da mensagem de voz do WhatsApp (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Como salvar um áudio do WhatsApp no iPhone

  1. Acesse o WhatsApp no iPhone e abra a conversa com o áudio que você deseja baixar.
  2. Segure o toque em cima do áudio e selecione a opção “Encaminhar”.
  3. Toque no ícone de compartilhamento, no canto inferior direito da tela.
  4. Escolha a opção “Salvar em arquivos”, selecione a pasta de destino no iOS e confirme em “Salvar” para fazer download do áudio do WhatsApp.
Tela do iPhone mostrando a opção “Salvar em Arquivos” para baixar um áudio do WhatsApp no app Arquivos
Usando a opção “Salvar em Arquivos” para baixar o áudio do WhatsApp no iPhone (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Como baixar um áudio pelo WhatsApp Web

  1. Abra o navegador do PC, acesse o web.whatsapp.com e, se necessário, faça login na sua conta do WhatsApp.
  2. Acesse a conversa com o áudio que você pretende salvar do WhatsApp.
  3. Passe o mouse em cima do áudio e clique na seta para abrir um menu de opções.
  4. Clique em “Baixar” para fazer download automático e salvar o áudio do WhatsApp no computador.
WhatsApp Web mostrando o menu com a opção Baixar para download do áudio na conversa
O WhatsApp Web tem a opção “Baixar” para o download do áudio em uma conversa (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Como baixar um áudio pelo WhatsApp Desktop (Windows/macOS)

  1. Abra o aplicativo do WhatsApp Desktop no seu PC Windows ou computador Mac.
  2. Acesse a conversa onde está o áudio que você deseja fazer download.
  3. Passe o mouse em cima da mensagem de voz e clique no ícone de seta para visualizar um menu.
  4. Selecione “Salvar como”, escolha a pasta de destino do seu computador e confirme em “Salvar” para concluir o download do áudio do WhatsApp.
WhatsApp Desktop com o menu “Salvar como” para baixar uma mensagem de voz ou áudio
No Windows e no macOS, o WhatsApp Desktop tem a função “Salvar Como” para fazer download de um áudio ou mensagem de voz (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

É possível salvar um áudio para ouvir antes de enviar no WhatsApp?

Não, uma vez que o WhatsApp não oferece opções de compartilhamento antes do envio. Mas é possível gravar um áudio para ouvir antes de enviar no WhatsApp ao travar a gravação e tocar no ícone de pause.

Por que não consigo baixar um áudio do WhatsApp?

As principais causas de falha no download do áudio do WhatsApp envolvem conexões instáveis à internet e falta de espaço no armazenamento dos dispositivos. A Meta recomenda verificar a conexão, liberar mais espaço de armazenamento interno ou cartão SD, reiniciar o app e atualizar o mensageiro para solucionar o impasse.

A pessoa fica sabendo que eu salvei o áudio do WhatsApp?

Não, o WhatsApp não mostra notificação se contatos salvarem um áudio enviado por você. Contudo, áudios recebidos e encaminhados para terceiros sem o processo de salvamento serão exibidos com a mensagem “Encaminhada” na conversa do WhatsApp para delatar o compartilhamento.

Posso mudar o formato do áudio baixado do WhatsApp?

Sim. Os formatos padrões de áudio do WhatsApp (OGG, OPUS e M4A) podem ser convertidos depois de baixados no dispositivo. O processo envolve sites de terceiros para converter o áudio do WhatsApp em arquivos como MP3, AAC, WAV, FLAC, entre outros.

Consigo encaminhar o áudio baixado do WhatsApp no Instagram?

Sim, é possível encaminhar o áudio baixado do WhatsApp na DM do Instagram somente pelo PC. Para isso é necessário arrastar o arquivo para a conversa aberta do Instagram no navegador, mas o remetente só conseguirá ouvir o áudio se reproduzi-lo pela plataforma no desktop.

Como salvar um áudio do WhatsApp no celular ou PC

WhatsApp permite que o usuário salve áudios enviados ou recebidos em diferentes dispositivos (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Acessando a opção "Encaminhar" para fazer download da mensagem de voz do WhatsApp (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Usando a opção "XX" para salvar o áudio do WhatsApp no iPhone (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

O WhatsApp Web tem a opção "Baixar" para o download do áudio em uma conversa (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

O WhatsApp Desktop tem a função "X" para fazer download de um áudio ou mensagem de voz (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
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Google paga US$ 10 milhões por dados de companhia aérea falida

Avião da Spirit Airlines em uma pista
Spirit Airlines encerrou as operações após duas recuperações judiciais (imagem: reprodução)
Resumo
  • O Google adquiriu dados corporativos da Spirit Airlines por US$ 10 milhões para treinar modelos de IA.
  • O pacote inclui milhões de e-mails e linhas de código, além de documentos internos da companhia aérea.
  • A aquisição visa aprimorar produtos do Google com dados de operações corporativas reais, sem incluir dados pessoais de passageiros ou clientes.

O Google venceu um leilão de falência realizado nos Estados Unidos e adquiriu os dados corporativos da extinta companhia aérea Spirit Airlines. O acordo de US$ 10 milhões (cerca de R$ 52 milhões na cotação atual) transfere o acervo digital da empresa de aviação para a gigante das buscas.

O objetivo é utilizar o vasto histórico de comunicações operacionais e métricas de negócios para treinar modelos de linguagem e aprimorar produtos de inteligência artificial.

O que inclui o acervo leiloado pela Spirit Airlines?

A aquisição engloba um volume gigantesco de documentação, mas a oficialização da compra ainda aguarda a aprovação final de um juiz federal. Segundo os autos do processo, a transferência inclui quase 100 milhões de e-mails corporativos, mais de 500 milhões de chats trocados via Microsoft Teams, agendas, auditorias financeiras e materiais de campanhas de marketing.

O Google também assumirá a posse de 30 milhões de linhas de código, metadados de desenvolvimento, modelos e algoritmos de software da companhia aérea, bem como dados detalhados sobre receita, métricas de operações de aeronaves e relatórios de produtividade de funcionários e de recursos humanos.

Por que o Google quer os dados?

Imagem mostra o logo do Google no escritório da empresa em São Paulo
Google investiu em acervo para treinar modelos de linguagem (foto: Felipe Ventura/Tecnoblog)

A big tech pretende processar toda essa documentação para alimentar suas redes neurais com situações e resoluções do mundo corporativo real, já que modelos de IA atuais ainda enfrentam dificuldades em tarefas executivas. Experimentos recentes mostram essa limitação: a Anthropic, por exemplo, colocou seu modelo Claude para gerenciar uma máquina de vendas automatizada, mas o agente tomou uma série de decisões erradas e acabou gerando prejuízo.

A entrada do banco de dados de uma operação logística e corporativa complexa como a da Spirit Airlines oferece elementos valiosos sobre como uma grande empresa lida com fornecedores, gerencia crises e toma decisões de gestão.

Um porta-voz do Google confirmou o plano à agência Bloomberg: “Adquirimos parte de um conjunto de dados corporativos da Spirit Airlines que pode ser útil para aprimorar nossos produtos e modelos de IA”.

Como ficam os dados de passageiros e clientes?

O contrato de venda proíbe a transferência de informações pessoais. Foram excluídos da compra cerca de 97,5 milhões de perfis de passageiros da Spirit Airlines, além de mais de 50 milhões de registros de membros do programa de fidelidade da companhia.

Os dados corporativos vendidos serão categorizados como “desidentificados”, assegurando que nenhum arquivo possa ser atrelado a um indivíduo específico. O contrato também exige que o Google concorde em não desenvolver ferramentas para tentar reidentificar os usuários.

Spirit Airlines encerrou operações em 2026

A ruína da Spirit Airlines ocorreu após a empresa enfrentar duas recuperações judiciais em 2025, amargando perdas de US$ 257 milhões (R$ 1,3 bilhão), e um resgate governamental de US$ 500 milhões (R$ 2,6 bilhões) negado por credores. Em maio deste ano, a companhia encerrou oficialmente suas operações. A Spirit nunca operou voos regulares de passageiros no Brasil.

Segundo o CEO Dave Davis, o serviço tornou-se insustentável devido à alta dos combustíveis impulsionada por conflitos geopolíticos entre EUA, Israel e Irã, selando o primeiro colapso de uma grande companhia aérea americana desde a quebra da Midway Airlines após os ataques de 11 de setembro de 2001.

Google paga US$ 10 milhões por dados de companhia aérea falida

Escritório do Google em São Paulo (foto: Felipe Ventura/Tecnoblog)
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Vai acabar: Motorola Edge 70 (512 GB) fica mais barato no Mercado Livre

10% OFF DISPONíVEL NA PáGINA Mercado Livre 41% OFF Ver preço

Prós
  • Apenas 5,99 mm de espessura
  • Todas as câmeras de 50 MP
  • Construção resistente
  • Tela AMOLED de 6,7″ com 120 Hz
  • Bateria dura até 38 horas
  • Carregamento de 68 W
Contras
  • Sem lente teleobjetiva
  • Chip inferior ao da versão Pro
PIX Cupom na página
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O Edge 70 (512 GB) está saindo por R$ 3.239 no Pix com cupom de 10% OFF disponível na página do Mercado Livre. Mas corra: o cupom está quase acabando (segundo o Mercado Livre), e é uma ótima oportunidade para economizar no celular da Motorola com tela de 120 Hz, chip da Qualcomm e todas as câmeras com 50 MP.

Motorola Edge 70 tem câmeras de 50 MP e tela POLED de 120 Hz

Smartphone Motorola na mão, mostrando a parte traseira com módulo de câmeras e logotipo Motorola
Todas as câmeras do Edge 70 são de 50 MP (Foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Um dos lançamentos mais recentes da Motorola, o Edge 70 se destaca por suas câmeras de 50 MP: temos uma wide com OIS e uma ultrawide com ângulo de 120º, que captam belas cenas com grandes ângulos, e uma frontal que tira ótimas selfies. Todas filmam em 4K, com as traseiras suportando 60 fps.

Sua tela POLED de 6,7″ com taxa de 120 Hz e brilho de 4.500 nits reproduz cores vibrantes e entrega alta fluidez nas transições em apps e games, além de garantir a visibilidade em qualquer ambiente. O vidro Gorilla Glass 7i protege-a contra arranhões e quedas.

O chip Qualcomm Snapdragon 7 Gen 4 e os até 24 GB de RAM via RAM Boost sustentam apps pesados em multitarefa e soluções do Moto AI. Para quem gosta de filmar e fotografar, os 512 GB de armazenamento oferecem espaço interno de sobra.

Motorola Edge 70 sendo visto lateralmente e segurado por uma mão com um relógio no pulso
Edge 70 tem apenas 5,99 mm de espessura (Foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

O Edge 70 possui corpo leve de alumínio, com 5,99 mm de espessura, pesando 159 g. Suas certificações militar MIL-STD-810H IP68/IP69 garantem resistência contra poeira intensa, mergulhos acidentais e altas temperaturas.

A bateria de 4.800 mAh resiste até 38 horas de uso segundo a Motorola. O suporte a carregamento rápido de 68 W via USB-C permite injetar uma carga que dura o dia inteiro em apenas 15 minutos, ideal para usuários com pouco tempo para recarregar.

O Motorola Edge 70 de 512 GB (R$ 3.239 no Pix com cupom de 10% OFF disponível na página) será atualizado até o Android 20 e possui conectividade 5G, Wi-Fi 6E, Bluetooth 5.4 e NFC.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Vai acabar: Motorola Edge 70 (512 GB) fica mais barato no Mercado Livre

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Galaxy S26 Ultra com câmera de 200 MP cai de preço com cupom

R$ 500 OFF DISPONíVEL NA PáGINA Mercado Livre 45% OFF Ver preço

Prós
  • Desempenho avançado
  • Ótimo gerenciamento energético
  • Câmeras avançadas para foto e vídeo
  • Integração Quick Share/Airdrop
  • Tela de Privacidade
Contras
  • Bateria de 5.000 mAh (íon de lítio)
  • Módulo de câmera saltado
  • Construção em alumínio
  • Brilho e reflexos da tela sob sol
PIX Cupom na página
R$ 500 OFF DISPONíVEL NA PáGINA Mercado Livre 45% OFF Ver preço
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O Galaxy S26 Ultra de 256 GB está saindo por R$ 6.299 no Pix com cupom de R$ 50 OFF disponível na página do Mercado Livre. O celular de ponta da Samsung com câmera principal de 200 MP, chip Snapdragon e tela AMOLED “anti-espiadinhas” de 120 Hz volta a receber desconto de 45% sobre o preço original de R$ 11.499.

Galaxy S26 Ultra tem câmera de 200 MP e tela “anti-xeretas”

O kit principal de câmeras do Galaxy S26 Ultra grava vídeos em 8K e inclui wide de 200 MP, ultrawide de 50 MP, telefoto de 10 MP com zoom óptico de 3x e periscópica de 50 MP e 5x, além de frontal de 12 MP que filma em 4K. Nos nossos testes, as lentes apresentaram consistência nas cores e aproximações, e entregam mais detalhes em imagens noturnas, com redução considerável de ruído.

Seu chip Qualcomm Snapdragon 8 Elite Gen 5 For Galaxy e os 12 GB de RAM sustentam a execução de apps pesados em multitarefa e soluções do Galaxy AI localmente. Já o corpo de alumínio com vidros Gorilla Glass sobre a tela e na traseira e certificação IP68 proporciona resistência a água, poeira, riscos e arranhões.

A tela LTPO AMOLED Dinâmico 2X de 6,9 polegadas possui exclusiva tecnologia de privacidade, que bloqueia “espiadinhas” de indesejáveis. A taxa de atualização de 120 Hz e o brilho de até 2.600 nits entregam cores realistas com alta fluidez nas transições, e o display garante a visibilidade em qualquer lugar.

Foto mostra tela de privacidade do Galaxy S26 Ultra ativa, comparte dos pixels desativados
Tela do S26 Ultra possui tecnologia “anti-xeretas” exclusiva (foto: Ana Marques/Tecnoblog)

Sua bateria de 5.000 mAh resiste até 31 horas de vídeo segundo a Samsung. A compatibilidade com carregamento rápido de 60 W via USB-C e sem fio de 25 W permite usar o celular por um dia inteiro sem que a energia esgote.

Com tudo isso, o Galaxy S26 Ultra acaba sendo um dos melhores celulares do mercado atualmente, e vale ainda mais a pena com a versão de 256 GB saindo por apenas R$ 6.299 no Pix com cupom de R$ 500 OFF no Mercado Livre.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Galaxy S26 Ultra com câmera de 200 MP cai de preço com cupom

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Galaxy S26 Ultra (256 GB) tira fotos noturnas detalhadas e oferece alto desempenho; celular premium Samsung está 45% mais barato no Mercado Livre

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Amazon Leo: roteador para internet via satélite é homologado no Brasil

Fotografia técnica de homologação de um roteador de cor branca. Ele exibe a gravação cinza "E1" na parte inferior direita de sua superfície; o aparelho está apoiado sobre uma mesa azul e posicionado ao lado de duas réguas milimetradas pretas dispostas em L à esquerda e à direita para medição de suas dimensões, trazendo o logotipo do "tecnoblog" impresso em branco no canto inferior direito.
Roteador L1LA10 do Amazon Leo (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)
Resumo
  • O roteador para o serviço de internet via satélite Amazon Leo foi homologado pela Anatel.
  • O equipamento, com código de modelo L1LA10, oferece conectividade Zigbee, Bluetooth LE e Wi-Fi 6 de duas bandas.
  • A antena, no entanto, ainda não foi certificada pela agência.

O serviço de internet via satélite Amazon Leo deu mais um passo para seu lançamento comercial no Brasil: o roteador que será utilizado pelos clientes foi homologado pela Anatel na sexta-feira (14/08), segundo documentos obtidos pelo Tecnoblog em primeira mão.

A certificação vem bem a tempo, já que o lançamento comercial precisa acontecer no Brasil até dia 29 deste mês, a menos que a empresa solicite um novo adiamento à Anatel. O serviço foi testado em duas cidades brasileiras no ano passado.

Certificado de homologação do L1LA10, roteador do Amazon Leo (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

O equipamento tem código de modelo L1LA10 e oferece conectividade Zigbee, Bluetooth LE (para conexão com o aplicativo, provavelmente) e Wi-Fi 6 de duas bandas.

Fotografia técnica de homologação de um roteador de cor branca. Ele exibe a gravação cinza "L3" na parte superior esquerda de sua superfície e as portas de conectividade; o aparelho está apoiado sobre uma mesa azul e posicionado ao lado de uma régua milimetrada preta para medição de suas dimensões, trazendo o logotipo do "tecnoblog" impresso em branco no canto inferior direito.
Traseira do roteador L1LA10 do Amazon Leo (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Na parte traseira, são três portas: uma RJ45 para conexão com a antena de satélite, outra RJ45 para uso cabeado da internet e uma entrada C6 para o cabo de energia elétrica.

De acordo com as fotos de certificação do FCC (Comissão Federal de Comunicações dos EUA), o L1LA10 aparenta ter em torno de 17 centímetros de largura e profundidade, o que o torna relativamente grande para um roteador. Ele também deve ser pesadinho: quase metade do volume interno é ocupado pela fonte de 140 Watts, e a estrutura interna é feita em metal.

Fotografia técnica de homologação de um roteador desmontado. O aparelho está apoiado sobre uma mesa azul e posicionado ao lado de uma régua milimetrada preta para medição de suas dimensões, trazendo o logotipo do "tecnoblog" impresso em branco no canto inferior direito.
Parte interna do roteador L1LA10 do Amazon Leo (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

O equipamento utiliza diversos chips da Qualcomm: QCA8081 para as portas Ethernet, QCN6112 como rádio de 5 GHz e o SoC IPQ5018, que é o “cérebro” do produto, contendo dois núcleos Cortex-A53 da ARM.

Ainda falta a homologação da antena, que a Amazon denomina ODU em sua documentação, sem revelar o que a sigla significa.

Imagem promocional mostra o receptor do Amazon Leo, antigo Projeto Kuiper
Receptor do Amazon Leo (imagem: divulgação/Amazon)

Mercado aquecido

O Amazon Leo entrará em um mercado que deve ganhar mais competição: hoje a Starlink reina quase sozinha no segmento de internet via satélites de órbita baixa (LEO), especialmente para pessoas físicas, mas a Eutelsat OneWeb também oferece seus serviços no Brasil, apenas para empresas. A chinesa SpaceSail também já obteve autorização para operar no país, algo que precisa ocorrer até 2028.

Estação do satélite da SpaceSail em um píer, com antena e equipamentos ao fundo
SpaceSail deve ser concorrente do Amazon Leo no futuro (imagem: reprodução/SapceSail)

A Starlink lidera o mercado brasileiro de internet por satélite, possuindo a maior clientela do segmento e sendo o 12º provedor de banda larga fixa do país. Em breve, a empresa também deve passar a oferecer serviço diretamente para smartphones em áreas remotas em parceria com a Vivo.

Esse é outro segmento do mercado em que a Amazon pretende competir. Para tanto, a companhia adquiriu a Globalstar por US$ 11,5 bilhões (cerca de R$ 57 bilhões), ganhando acesso à constelação existente de satélites e, mais importante, ao espectro e direitos de uso existentes.

O serviço de banda larga fixa por satélite deve ser vendido no Brasil pela Sky, já que ambas assinaram acordo para tal ainda em 2024.

Amazon Leo: roteador para internet via satélite é homologado no Brasil

Roteador L1LA10 do Amazon Leo (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Certificado de homologação do L1LA10, roteador do Amazon Leo (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Traseira do roteador L1LA10 do Amazon Leo (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Parte interna do roteador L1LA10 do Amazon Leo (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Receptor do Projeto Kuiper (imagem: divulgação/Amazon)
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OpenAI estreita laços com o Brasil e busca mais parceiros

Ilustração com o logo do ChatGPT ao centro. Na parte inferior direita, o logotipo do "tecnoblog" é visível.
Brasileiros enviam cerca de 215 milhões de mensagens por dia ao ChatGPT (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • A OpenAI anuncia parcerias com o Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), a prefeitura de São Paulo, a startup jurídica ENTER e o programa Estímulo, com o objetivo de expandir sua presença no Brasil.
  • Os usuários brasileiros enviam cerca de 215 milhões de mensagens por dia ao ChatGPT, colocando o Brasil no pódio de países que mais usam a ferramenta, atrás apenas dos Estados Unidos e da Índia.
  • A OpenAI vai financiar dois projetos de pesquisa brasileiros, um no Instituto de Matemática Pura e Aplicada (IMPA) e outro no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HCFMUSP), com US$ 1 milhão em financiamento e créditos na API do ChatGPT.

A OpenAI faz uma série de anúncios nesta semana para sinalizar que está mais próxima do Brasil. As iniciativas incluem parcerias com o Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), a prefeitura de São Paulo, a startup jurídica ENTER e o programa gratuito Estímulo, voltado a pequenos empreendedores.

Segundo a empresa, os usuários brasileiros enviam cerca de 215 milhões de mensagens por dia ao ChatGPT, e a base de usuários no país quase dobrou no último ano. O Brasil está no pódio de países que mais usam a ferramenta de inteligência artificial, atrás apenas dos Estados Unidos e da Índia.

Em busca de mais parceiros

O Tecnoblog participou da conversa, realizada em São Paulo, com representantes da empresa. Eu lembrei que clientes do Nubank e da Claro conseguem usar o ChatGPT Go de graça por um período limitado. O que vem na sequência? O diretor de estratégia, Jason Kwon, respondeu que a companhia segue dois princípios ao pensar seu crescimento no país: garantir o acesso mais amplo possível à tecnologia e expandir parcerias locais. Segundo ele, a OpenAI está aberta a fechar mais acordos assim. Ele elogiou as parcerias com o banco e a operadora.

A OpenAI também ampliou sua parceria com o Rappi: clientes elegíveis do superapp podem receber um mês de acesso gratuito ao ChatGPT Go, enquanto assinantes do Rappi Pro Black têm direito a até seis meses.

Oliver Jay e Jason Kwon, da OpenAI, respondem perguntas de jornalistas (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Apoio à pesquisa

Durante o evento, nesta segunda-feira (17), a OpenAI anunciou que vai financiar dois projetos de pesquisa brasileiros dentro de seu programa internacional de apoio a estudos independentes sobre políticas para IA.

O Instituto de Matemática Pura e Aplicada (IMPA) vai estudar o que instituições científicas precisam para converter acesso à IA em avanços de pesquisa, considerando capacitação, governança e infraestrutura.

Já o Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HCFMUSP) vai avaliar, com dados sintéticos ou anonimizados, uma infraestrutura de informação clínica assistida por IA voltada ao Sistema Único de Saúde (SUS), mantendo a decisão médica sob supervisão humana.

Os dois projetos fazem parte de um grupo de 14 iniciativas selecionadas no mundo, que vão dividir US$ 1 milhão em financiamento (cerca de R$ 5,2 milhões) e até US$ 1 milhão em créditos na API do ChatGPT. Os resultados devem ser divulgados em 2027.

O jornalista Thássius Veloso viajou para São Paulo a convite da OpenAI

OpenAI estreita laços com o Brasil e busca mais parceiros

ChatGPT, da OpenAI (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Oliver Jay e Jason Kwon, da OpenAI, respondem perguntas de jornalistas (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
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YouTube muda forma de contabilizar views e regras para monetização

Mão segurando um celular que mostra o YouTube
YouTube muda contagem pública de visualizações (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O YouTube unificará a contagem de visualizações públicas de vídeos tradicionais e Shorts a partir de 24 de agosto, registrando uma visualização quando o vídeo começar a ser reproduzido.
  • A mudança não afeta o modelo de contagem para monetização, que continua baseado em visualizações engajadas, considerando apenas reproduções em que o usuário continua assistindo por alguns segundos.
  • Novos requisitos para o Programa de Parcerias do YouTube incluem 8 mil horas de exibição nos últimos 12 meses e mil inscritos, e para o Shorts, 20 milhões de visualizações qualificadas em 90 dias, a partir de 1º de fevereiro de 2027.

O YouTube vai mudar a contagem de visualizações públicas a partir de 24 de agosto. Com a mudança, anunciada pela plataforma no canal Creator Insider, um view será registrado assim que o vídeo começar a ser reproduzido, já no primeiro frame.

O novo modelo aproxima a contagem dos vídeos tradicionais, podcasts e transmissões ao vivo da forma que já é feita no YouTube Shorts. A mudança não atinge o modelo de contagem para monetização dos vídeos – que também recebeu novos critérios.

O que muda?

Atualmente, vídeos longos dependem de um tempo mínimo de exibição antes de registrar uma visualização pública. É isso que deve mudar com a atualização: se o vídeo iniciou, o view já entra na contagem sem que o usuário precise ficar por um tempo na tela.

A ideia, de acordo com a plataforma, é padronizar a métrica entre formatos. Em comunicado, a empresa afirmou que está migrando “para um modelo baseado em exposição para visualização em todos os formatos”.

A regra valerá para vídeos publicados a partir de 24 de agosto. Conteúdos antigos não terão as visualizações recalculadas, mas as novas reproduções também passarão a seguir o novo método.

Monetização continua no padrão antigo

Arte com o logotipo vermelho do YouTube em um fundo preto.
Contagem para monetização segue a mesma (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A principal ressalva para criadores é que a mudança de métrica não afeta o repasse aos canais. O YouTube manterá, no YouTube Studio, a contagem das chamadas visualizações engajadas, que considera apenas reproduções em que o usuário continua assistindo por alguns segundos. Ela seguirá como referência para monetização e análise de desempenho.

Isso quer dizer que um vídeo poderá ter uma contagem pública maior sem que, necessariamente, gere mais receita. A plataforma também manterá as visualizações engajadas como métrica oficial para os critérios do Programa de Parcerias do YouTube relacionados ao Shorts.

Regras ficam mais rígidas

Além da mudança na contagem de views, o YouTube também anunciou, na semana passada, novos requisitos para canais que querem entrar no Programa de Parcerias.

A partir de 1º de fevereiro de 2027, os critérios mínimos serão dobrados. Para se qualificar à divisão de receitas de anúncios e assinaturas de membros, novos canais precisarão atingir 8 mil horas de exibição nos últimos 12 meses, contra as atuais 4 mil horas. É preciso ter mil inscritos para participar do programa.

No caso do Shorts, a exigência passará de 10 milhões para 20 milhões de visualizações qualificadas em 90 dias.

YouTube muda forma de contabilizar views e regras para monetização

YouTube no celular (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

YouTube (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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Samsung pode lançar dobrável ainda mais largo após sucesso do Z Fold 8

Galaxy Z Fold 8 sendo segurado em uma mão, com todo o painel aberto exibindo uma imagem do fundo do mar, cheia de detalhes
Galaxy Z Fold 8 tem proporção 4:3 (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Resumo
  • A Samsung está desenvolvendo um novo smartphone dobrável com tela interna mais larga, otimizada para vídeos, com lançamento previsto para 2027, segundo o site sul-coreano ETNews.
  • O novo aparelho pode ter uma proporção de tela similar a 16:9 ou outras como 16:10 ou 5:3, diferente do Galaxy Z Fold 8, que tem proporções de 4:3.
  • O Galaxy Z Fold 8, lançado recentemente, foi bem avaliado e vendeu 1,44 milhão de unidades na Coreia do Sul, esgotando em algumas lojas nos Estados Unidos.

A Samsung estaria preparando um smartphone dobrável com formato ainda mais largo do que o recém-lançado (e elogiado) Galaxy Z Fold 8. O novo aparelho, que chegaria em 2027, pode ter uma proporção otimizada para vídeos.

As informações são do site sul-coreano ETNews. A publicação indica também que a fabricante pode lançar mais quatro dobráveis no ano que vem. Além do formato mais largo, chegariam os sucessores de Z Fold 8, Z Fold 8 Ultra, Z Flip 8 e um novo Z TriFold, que teve vida curta e disponibilidade limitada.

O que se sabe sobre o possível novo dobrável da Samsung?

O ETNews diz que funcionários ouvidos pela reportagem disseram que o desenvolvimento de um novo dobrável largo foi promovido, mas ainda não há especificações técnicas do novo aparelho, já que o projeto está em uma fase muito inicial.

Por isso, a reportagem traz poucas informações sobre como seria um novo modelo da linha de foldables da Samsung. Uma delas é que o dispositivo teria uma proporção otimizada para visualização de vídeos.

O padrão para isso é 16:9, mas pode ser que o dispositivo não venha exatamente com esse formato. Olhando para o portfólio da Samsung, vemos tablets com proporções 16:10 (Tab S11) e 5:3 (Tab A11), que despontam como potenciais candidatas, caso a nova opção se torne mesmo realidade.

Galaxy Z Fold 8 faz sucesso

A Samsung colocou uma nova opção de formato nos dobráveis apresentados neste ano. O Galaxy Z Fold 8 estreou o tamanho “passaporte”, com dimensões similares ao documento quando fechado.

Por fora, ele tem uma tela de 5,5 polegadas na proporção 16:10, mais “achatada” que a de um smartphone moderno. Por dentro, o dobrável traz um display de 7,6 polegadas, na proporção 4:3, mais próxima dos tablets encontrados no mercado.

Nas gerações anteriores, o Galaxy Z Fold vinha com uma tela interna quase quadrada, com proporções de 11:10. A usabilidade para leitura e navegação parece mais natural.

Em vídeos, as barras acima e abaixo da imagem são menores, mas ainda não é o formato ideal. O possível novo modelo viria para ocupar justamente esse espaço.

Mesmo assim, um dobrável mais largo parece ter sido uma sacada esperta. O Galaxy Z Fold 8 foi muito elogiado em reviews, bateu 1,44 milhão de unidades vendidas na Coreia do Sul e chegou a ficar esgotado em algumas lojas nos Estados Unidos.

Com informações do Engadget e do Android Police

Samsung pode lançar dobrável ainda mais largo após sucesso do Z Fold 8

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Projeto em fase inicial de desenvolvimento tem como objetivo uma tela interna com formato aprimorado para vídeos.

Galaxy Z Fold 8 (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
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Anatel define regras para sistemas anti-spam das operadoras

Ilustração de uma mão segurando um celular. Na tela aparece uma chamada identificada como "telemarketing".
Serviço deverá ser gratuito (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • A Anatel publicou regras para operadoras bloquearem chamadas de spam.
  • As operadoras devem oferecer canais simples para que o consumidor desative ou reative o serviço a qualquer momento, com a alteração entrando em vigor no prazo máximo de 24 horas.
  • O bloqueio de chamadas deve considerar critérios como volume de chamadas incompatível com o uso da linha e tráfego atípico.

A Anatel publicou nesta segunda-feira (17), no Diário Oficial da União, um despacho que estabelece as regras para que as operadoras de telefonia adotem mecanismos próprios de bloqueio contra chamadas abusivas no Brasil. A medida chega para proteger os consumidores contra o telemarketing exagerado e automatizado. Ela define requisitos obrigatórios de transparência, gratuidade e direito de escolha.

A padronização regulatória surge dias após a agência confirmar a legalidade do sistema anti-spam da Vivo. A tecnologia da empresa filtra chamadas no nível da rede, impedindo que o telefone do usuário sequer toque. A ferramenta gerou discordância no setor de telecomunicações: a Vivo foi questionada por empresas de call center e concorrentes, que relataram quedas expressivas nas taxas de ligações completadas.

Com a publicação, a Anatel encerra a polêmica.

Como vai funcionar o serviço de bloqueio?

O despacho determina que as empresas que optarem por usar mecanismos próprios de identificação de chamadas abusivas deverão disponibilizar a solução para toda a sua base de clientes sem custo. A ativação poderá ocorrer automaticamente pela prestadora, desde que o usuário seja comunicado.

As operadoras deverão oferecer canais simples para que o consumidor desative ou reative o serviço a qualquer momento, com a alteração entrando em vigor no prazo máximo de 24 horas.

Quando uma ligação é classificada como spam?

A Anatel definiu que os algoritmos devem seguir critérios objetivos. A filtragem deve considerar primeiro o volume de chamadas incompatível com o uso regular da linha. Além do tráfego atípico, as operadoras poderão calibrar seus sistemas com base em quatro indicadores:

  • A alta proporção de chamadas de curta duração
  • A média de tempo reduzida nas conversas
  • A baixa taxa de sucesso no completamento das ligações
  • A natureza da atividade econômica da empresa que está originando a chamada, verificada pelo Cadastro Nacional de Atividades Econômicas (CNAE)

A decisão ressalta que as regras devem ser aplicadas tanto para chamadas geradas dentro da própria rede da operadora quanto para aquelas vindas das redes de concorrentes.

Quais serviços não podem ser afetados?

Para não prejudicar a comunicação de utilidade pública, o texto oficial estabeleceu uma lista de exceções. Fica proibido o bloqueio de números de entes públicos, incluindo os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, Ministérios Públicos e Defensorias.

Também estão blindadas as linhas de Forças de Defesa e Segurança Pública, serviços de emergência (Defesa Civil, Bombeiros e SAMU), conselhos tutelares, vigilância sanitária, canais de prevenção ao suicídio e serviços de utilidade pública, como o Disque Denúncia e a Central de Atendimento à Mulher. A regra de isenção abrange ainda todo o setor de saúde e dispositivos conectados via Internet das Coisas (IoT).

As teles devem criar canais para receber contestações de empresas que tiveram números bloqueados indevidamente. O prazo para análise está fixado em 10 dias corridos. Se o erro envolver algum dos serviços essenciais listados acima, a resolução deve ocorrer em até seis horas.

As normas já estão em vigor. A partir de agora, operadoras que ativarem os filtros terão sete dias para comunicar à Anatel os fluxos, parâmetros, período de bloqueio e processos de contestação. Empresas que já possuem sistemas em operação deverão se adequar às novas exigências e apresentar relatórios à agência dentro do mesmo prazo.

Anatel define regras para sistemas anti-spam das operadoras

Entenda como golpistas usam spoofing para tentar aplicar golpes telefônicos (Ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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Galaxy Tab S11 5G com 12 GB de RAM volta a cair de preço em promoção


Prós
  • Inclui capa-teclado e caneta
  • Tela AMOLED Dinâmica 2x de 11″
  • 12 GB de memória RAM
  • Bateria de 8.400 mAh
  • DeX com Modo Estendido
Contras
  • S Pen não tem Bluetooth
  • Carregador na caixa não é de 45 W
  • Sem conectividade a NFC
PIX Cupom na página
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O Galaxy Tab S11 5G voltou a receber o segundo menor preço registrado do ano em oferta encontrada na Amazon. Para quem perdeu a oportunidade na última semana, o tablet premium da Samsung está disponível por R$ 5.559 no Pix ao usar o cupom SMART200.

Equipado por tela avançada de 120 Hz e 12 GB de memória RAM, você garante 26% de desconto em relação ao preço original de R$ 7.499 pela variante com 5G.

Galaxy Tab S11 5G leva tela AMOLED Dinâmico 2X e S Pen

Galaxy Tab S11 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Galaxy Tab S11 5G pesa menos de 500 gramas (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O Galaxy Tab S11 é considerado um dos melhores tablets da Samsung por apresentar tecnologia de ponta. A exemplo do painel AMOLED Dinâmico 2X de 11 polegadas com taxa de atualização adaptável de 120 Hz. A configuração proporciona navegação extremamente fluida e imersiva pelo suporte a HDR10+, com brilho e contraste de alto nível.

A combinação do processador Mediatek Dimensity 9400+ e 12 GB de RAM garante desempenho avançado para diferentes tarefas e/ou propostas, como edição de vídeos, execução de jogos e aplicativos de produtividade. Além disso, o modo Samsung Dex Estendido possibilita utilizá-lo como extensão a um monitor ou vice-versa.

A caneta S Pen e a capa-teclado estão inclusas na caixa e são acessórios úteis para o dia a dia; a ponto de aprimorarem a experiência com atividades específicas, como trabalhos com digitação e design. O tablet possui um design considerado fino de 5,5 mm de espessura, sendo fácil para carregá-lo a mão, em bolsas ou mochilas.

Galaxy Tab S11 possui encaixe magnético na parte superior para a caneta Stylus
A caneta S Pen foi redesenhada com ponta cônica e corpo hexagonal (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O Tab S11 conta com uma bateria de 8.400 mAh, oferecendo autonomia de até 18 horas para reprodução de vídeo, segundo a Samsung. Há o suporte a carregamento com fio de 45 W que possibilita recarga rápida em período curto. Em relação a resistência, a certificação IP68 assegura proteção completa contra poeira e imersão em água.

No mais, apresenta compatibilidade a conexões de Wi-Fi 6E, Bluetooth 5.4 e 5G, garantindo dados móveis de forma independente. Para quem deseja desempenho de ponta, o Galaxy Tab S11 5G sai por R$ 5.559 no Pix com o cupom SMART200 na Amazon.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Galaxy Tab S11 5G com 12 GB de RAM volta a cair de preço em promoção

Galaxy Tab S11 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Galaxy Tab S11 (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
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Novo golpe do Desenrola exibe CPF e pede Pix para “limpar nome”

Páginas falsas copiam portal do governo para enganar usuários (imagem: reprodução/Governo Federal)
Resumo
  • Criminosos criaram sites falsos do programa Desenrola Brasil para simular renegociação de dívidas e aplicar fraudes financeiras, exigindo pagamentos por Pix.
  • A fraude reproduz a identidade visual das plataformas do governo e exibe dados pessoais verdadeiros para transmitir segurança.
  • Para se proteger, é necessário verificar o endereço web oficial do governo (.gov.br), evitar clicar em links suspeitos e desconfiar de facilidades extremas.

Criminosos estão aplicando um novo golpe que usa o programa Novo Desenrola Brasil como isca para enganar vítimas. Identificada recentemente por pesquisadores de cibersegurança da Kaspersky, a fraude se espalha por redes sociais e direciona os usuários para mais de 60 domínios falsos registrados com a palavra “desenrola”, onde uma central de atendimento forjada exige pagamentos por Pix.

Os especialistas alertam para o nível de sofisticação da ameaça, que consegue reproduzir a identidade visual das plataformas do governo para contornar a desconfiança dos usuários.

Como funciona o falso site do Desenrola Brasil?

Chat exibe dados reais para transmitir falsa segurança (imagem: reprodução/Kaspersky)

A ação é um caso clássico de phishing. Ao clicar nos links falsos, a vítima é redirecionada para uma página que simula o portal oficial do governo. Para transmitir uma sensação de confiança, o site exibe um chat e até dados pessoais verdadeiros do cidadão, como nome completo, data de nascimento e CPF.

Em seguida, o sistema gera uma análise de crédito fictícia e o atendimento prossegue via chat com uma suposta atendente que usa áudios e vídeos gravados para imitar uma interação real. A isca principal é a oferta de descontos de até 99% para a quitação de débitos, somada à promessa de limpar o nome do usuário.

Para concluir o suposto acordo, a plataforma exige a cobrança de uma “taxa” via Pix. O valor transferido, no entanto, não abate nenhuma dívida e é enviado para contas de laranjas.

O pesquisador líder de segurança da Kaspersky, Fabio Assolini, explicou em nota que a campanha une a expectativa de solucionar um problema financeiro à confiança gerada pela exposição de informações corretas. Ele ressalta que a presença de dados corretos nem sempre comprova a legitimidade de uma página.

Dinheiro transferido via Pix não abate débitos (imagem: reprodução/Kaspersky)

Como se proteger?

O programa Novo Desenrola Brasil não exige o pagamento de taxas antecipadas para a liberação de descontos ou renegociações. Para navegar com segurança, verifique sempre o endereço na web web, lembrando que o portal oficial do Governo Federal termina obrigatoriamente com a extensão .gov.br.

Em vez de clicar em links recebidos por apps, prefira digitar o endereço direto na barra do navegador. Além disso, não baixe a guarda ao ver dados pessoais expostos na tela, já que informações como CPF e nome completo são facilmente obtidas em vazamentos antigos.

Por fim, desconfie de facilidades extremas e recuse qualquer operação que exija um pagamento inesperado para liberar um acordo. Caso haja suspeita de fraude, a recomendação é encerrar a negociação, contatar os canais oficiais do banco credor e denunciar o site falso.

Novo golpe do Desenrola exibe CPF e pede Pix para “limpar nome”

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Na briga com streaming, TVs abertas querem botão no controle remoto

netflix tecnoblog
Emissoras tentam emplacar controle remoto com botão para TV aberta (Imagem: Tecnoblog)
Resumo
  • Globo, SBT e Band articulam decreto presidencial para incluir botão dedicado à TV aberta nos controles remotos de TVs.
  • A proposta conta com o apoio da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão e do Ministério das Comunicações.
  • O decreto nº 12.595/25 já determina um botão em destaque no controle remoto para a TV 3.0, mas as emissoras buscam adiantar a obrigação para modelos e interfaces fora desse cronograma.

Os botões dedicados aos streamings nos controles remotos têm causado incômodo nas principais emissoras de TV aberta do Brasil. Agora, Globo, SBT e Band estariam articulando um decreto presidencial que obrigue as fabricantes de televisores a incluir um espaço dedicado à programação aberta na geração atual de aparelhos.

A informação foi revelada pela coluna Outro Canal, do portal F5. Segundo a apuração, a proposta tem apoio da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert) e do Ministério das Comunicações, que confirmou à coluna que o assunto está em discussão interna.

A articulação tenta adiantar uma obrigação prevista somente com a chegada da TV 3.0. O decreto nº 12.595/25 já estabelece um botão em destaque no controle remoto e prevê que o catálogo também apareça nas interfaces.

Como as marcas ainda se preparam para lançar TVs com suporte nativo à tecnologia, atualmente o botão físico aparece apenas nos controles de conversores externos. A inclusão da tecla dedicada seria uma forma de reagir à perda de visibilidade da TV tradicional nas smart TVs.

As emissoras acreditam que as interfaces da TVs dificulta o acesso aos canais abertos, enquanto plataformas como Netflix, YouTube, Disney+ e Prime Video contam com atalhos diretamente na tela inicial.

TV aberta quer espaço no controle remoto

Mão segura controle remoto preto Samsung com botões de voz e acesso rápido a Netflix, YouTube e Prime Video, TV ao fundo.
Streaming estaria tendo vantagem comercial com botões dedicados nos controles (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

De acordo com a coluna, para as emissoras, a presença de teclas dedicadas a serviços de streaming dá vantagem comercial às plataformas pagas e dificulta o acesso à programação tradicional. As redes também teriam mencionado reclamações de telespectadores com dificuldade para localizar canais abertos no aparelho.

O problema seria mais comum entre usuários mais velhos da classe C, público considerado importante para a audiência da TV aberta.

A avaliação das emissoras é que a navegação das smart TVs passou a privilegiar aplicativos e serviços sob demanda, enquanto o sinal aberto perdeu protagonismo na experiência inicial do aparelho.

Proposta partiu do SBT

A ideia teria partido inicialmente do SBT e foi abraçada pela Globo e pela Band, além da Abert. O grupo tenta convencer o governo federal a editar um decreto para ser assinado pelo presidente Lula ainda em 2026. O Ministério das Comunicações se posicionou a favor do botão, de acordo com o F5.

Intermediários das emissoras vêm dialogando com o Planalto e apresentando dados e estudos sobre o impacto das interfaces digitais na audiência da TV aberta.

Na briga com streaming, TVs abertas querem botão no controle remoto

Controle remoto com botão da Netflix (Imagem: Tecnoblog)

Controle remoto da TV Samsung QLED Q7F (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
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Galaxy Z Flip 7 FE sai 58% mais barato com cupom no Magalu

Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O Galaxy Z Flip 7 FE (128 GB) está disponível por R$ 2.799 no Pix com o cupom LU200 no Magazine Luiza. Lançado por R$ 6.699, o smartphone dobrável “de entrada” da Samsung com display AMOLED e câmera de 50 MP recebe desconto de 58% e fica abaixo da metade do preço.

Galaxy Z Flip 7 FE tem tela Full HD e câmeras que filmam em 4K

Mão segurando smartphone dobrável fechado, com tela externa acesa indicando 03:01h
Galaxy Z Flip 7 FE tem design compacto com tela exterma de 3,4 polegadas (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O Galaxy Z Flip 7 FE traz uma tela interna AMOLED Dinâmico 2X de 6,7 polegadas, reproduzindo imagens detalhadas com resolução Full HD+ e taxa de atualização de 120 Hz. Já a tela externa Super AMOLED de 3,4 polegadas foi planejada para verificar notificações e mexer no player de mídia sem abrir o telefone.

A câmera dupla traseira é liderada por um sensor de 50 MP, permitindo gravar vídeos em 4K e tirar selfies com Estabilização Óptica de Imagem (OIS) com o telefone fechado. A câmera frontal de 10 MP pode ser usada em chamadas de vídeo, entregando qualidade de imagem também em 4K.

Focado em alto desempenho e Galaxy AI, o Galaxy Z Flip 7 FE usa o chip Exynos 2400 e 8 GB de RAM. Os 128 GB de armazenamento interno podem ser limitados para guardar aplicativos, mídias e outros arquivos, visto que o dispositivo não tem entrada para cartões microSD.

Smartphone dobrável visto pela lateral
Galaxy Z Flip 7 FE tem 14,9 mm quando fechado e estrutura em alumínio (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O smartphone dobrável da Samsung é equipado com uma bateria de 4.000 mAh que, segundo a marca, tem autonomia para até 24 horas de reprodução de vídeo. Ao utilizar um adaptador de até 25 W, o carregamento rápido garante 50% de energia após meia hora na tomada.

O telefone tem estrutura em Armor Alumínio, acabamento traseiro em vidro reforçado Gorilla Glass Victus 2 e dobradiças reforçadas. Enquanto isso, a certificação IP68 de resistência à água permite que ele fique submerso por até 1,5 metro por até 30 minutos.

O Galaxy Z Flip 7 FE (R$ 2.799 no Pix com o cupom LU200) ainda conta com conexões 5G, Wi-Fi 6E, Bluetooth 5.4 e NFC para ações por aproximação. Fechando o pacote, o telefone vem de fábrica com o Android 16 e receberá atualizações do sistema operacional até 2032.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Galaxy Z Flip 7 FE sai 58% mais barato com cupom no Magalu

Galaxy Z Flip 7 FE fechado(imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Galaxy Z Flip 7 FE tem 14,9 mm quando fechado (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
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Motorola Razr 60 sai pelo menor preço desde o Prime Day na Amazon

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O Motorola Razr 60 (256 GB) entrou em oferta por R$ 3.059,10 no Pix na Amazon. O smartphone dobrável da Motorola com telas POLED e câmera de 50 MP, lançado por R$ 5.499, fica 44% mais barato e atinge o menor preço desde julho deste ano.

Razr 60 tem telas de 120 Hz e câmera principal de 50 MP

Dois smartphones dobráveis Razr 60 lado a lado, abertos no formato tenda, apoiados sobre uma mesa. Um é cinza, outro é azul.
Motorola Razr 60 tem dobra na vertícal, como os antigos celulares flip (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

O Motorola Razr 60 destaca-se pela tela interna POLED de 6,9 polegadas, entregando ampla área de trabalho com resolução Full HD+ e taxa de atualização de 120 Hz. Também com tecnologia POLED, o painel externo de 3,6 polegadas é ideal para acessar aplicativos e ver notificações sem abrir o telefone.

A câmera dupla traseira traz um sensor principal de 50 MP para vídeos em 4K com Estabilização Inteligente, podendo ser usada para selfies com o aparelho fechado. A câmera frontal de 32 MP é indicada para chamadas de vídeo com qualidade de imagem em 4K.

Com suporte ao Moto AI, o Razr 60 vem com o chip MediaTek Dimensity 7400X e 12 GB de RAM física, que pode ser ampliada até 24 GB utilizando a memória virtual (RAM Boost). O armazenamento interno de 256 GB garante um espaço equilibrado para aplicativos, mídias e outros arquivos.

Tela do Razr 60, com destaque para o ícone da Moto AI na lateral
Razr 60 conta com botões de atalhos dedicados ao Moto AI (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Apesar do design compacto, o dobrável da Motorola traz uma bateria de 4.500 mAh que garante até um dia inteiro de uso moderado. Outro atrativo é o carregamento TurboPower de 30 W que, segundo a marca, vai de 0 a 100% em apenas 15 minutos.

O dispositivo conta com conexões 5G, Wi-Fi 6E, Bluetooth 5.4 e NFC para ações por aproximação. Já na parte de software, ele sai da caixa com o Android 15 e receberá somente duas grandes atualizações do sistema operacional

O Motorola Razr 60 (R$ 3.059,10 no Pix) tem estrutura de aço inoxidável e alumínio, acabamento traseiro em Silicon Leather e dobradiça de titânio reforçada. Por fim, o certificado IP48 de resistência à água protege o dispositivo de mergulhos acidentais de até 1,5 metro em água doce por até 30 minutos.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Motorola Razr 60 sai pelo menor preço desde o Prime Day na Amazon

(foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

(foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
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Melhor celular dobrável: 10 modelos para comprar no Brasil em 2026

Galaxy Z Flip 8 (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

A compra de um celular dobrável é indicada para o consumidor que deseja telas amplas para multitarefas e consumo de mídia sem abrir mão da praticidade e da portabilidade.

A escolha do melhor modelo depende do tipo de dobra (em formato de livro ou concha), e de outras especificações, como a resistência, e o desempenho do hardware em conjunto com a bateria.

O Tecnoblog reuniu 9 celulares dobráveis para comprar no Brasil em 2026, com opções de ponta de marcas como Samsung, Motorola e Huawei. Veja os prós e contras de cada smartphone.

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Galaxy Z Fold 8 Ultra


Prós
  • Alto desempenho
  • Bateria de silício-carbono
  • Design refinado com estrutura Flex Titanium
  • Conjunto de câmeras completo, com teleobjetiva
  • Recarga rápida de 45 W
Contras
  • Preço elevado
  • Poucas mudanças frente à geração anterior
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O Galaxy Z Fold 8 Ultra tem formato de livro, com tela externa de 6,5 polegadas que permite uso do aparelho como um smartphone tradicional, sem precisar abri-lo. Ele tem 8,9 mm de espessura e pesa 215 g, quando fechado.

Aberto, ele vira uma espécie de tablet, com tela interna de 8 polegadas que também usa a estrutura Flex Titanium, aumentando a sustentação do painel e reduzindo a visibilidade do vinco central.

O celular da Samsung traz marca o amadurecimento da marca no segmento de dobráveis, chegando a apenas 4,1 mm de espessura quando aberto. A câmera traseira é tripla, com sensor de 200 MP, ultrawide de 50 MP e teleobjetiva de 10 MP com zoom óptico de 3x.

Em comparação ao Z Fold 7, o Fold 8 Ultra subiu a bateria para 5.000 mAh, com tecnologia silício-carbono, e ganhou uma ultrawide de 50 MP. Ainda assim, manteve a certificação IP48, que deixa a desejar na resistência à poeira fina frente aos IP68 dos celulares convencionais.

Galaxy Z Fold 8


Prós
  • Novo formato passaporte indicado para consumo de vídeos
  • Desempenho avançado
  • Bateria de silício-carbono
  • Recarga rápida de 45 W
  • Estrutura em Flex Titanium para maior resistência e vinco menos aparente
Contras
  • Sem câmera teleobjetiva
  • Preço elevado
  • Nem todos os apps estão adaptados ao formato
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O Galaxy Z Fold 8 estreia o formato batizado de “passaporte”, com tela externa de 5,5 polegadas em proporção 10:16. Fechado, o dispositivo mede 9,7 mm de espessura e pesa 201 g.

Ao abrir, a tela interna de 7,6 polegadas em proporção 4:3 lembra um tablet compacto, com painel AMOLED Dinâmico 2X e taxa de até 120 Hz, mas sem a Tela de Privacidade.

O aparelho roda o Snapdragon 8 Elite Gen 5, com bateria de silício-carbono de 4.800 mAh e carregamento de 45 W com fio. Como ponto fraco, o conjunto de câmeras traseiras é limitado a dois sensores de 50 MP, sem lente telefoto, ao contrário do Z Fold 8 Ultra.

Galaxy Z Fold 7


Prós
  • Chip de alto desempenho Snapdragon 8 Elite for Galaxy
  • Câmera traseira principal de 200 MP
  • Até 16 GB de memória RAM
  • Tela externa de 6,5″ ligeiramente maior que no Fold 6
Contras
  • Faixa de preço elevada
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O Galaxy Z Fold 7 tem tela externa de 6,5 polegadas, com AMOLED Dinâmico 2X e resolução Full HD+. Fechado, mede 8,9 mm de espessura e pesa 215 g. Aberto, a tela interna de 8 polegadas traz resolução QXGA+ e oferece multitarefa com múltiplas janelas.

O aparelho roda o Snapdragon 8 Elite for Galaxy, com câmera principal de 200 MP e certificação IP48, protegendo parcialmente contra sólidos, mas resistente a respingos d’água.

Como ponto fraco, a bateria de 4.400 mAh é menor que a encontrada na geração seguinte, e o carregamento de apenas 25 W com fio fica abaixo de modelos mais atuais.

Galaxy Z Flip 8


Prós
  • Alto desempenho
  • Bateria de silício-carbono
  • FlexWindow redesenhada
Contras
  • Sem lente teleobjetiva
  • Sem Flex Titanium
  • Recarga de 25 W
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O Galaxy Z Flip 8 tem tela externa de 4,1 polegadas, que permite usar aplicativos e recursos de IA mesmo quando fechado. O dispositivo mede 6,1 mm de espessura e pesa 180 g, sendo mais fino e leve que o antecessor.

Aberto, a tela principal de 6,9 polegadas usa painel AMOLED Dinâmico 2X a 120 Hz. O aparelho vem com Exynos 2600 no Brasil, câmera principal de 50 MP e bateria de silício-carbono de 4.300 mAh com carregamento de 25 W.

Comparado ao Z Flip 7, a atualização é incremental: câmeras, bateria, RAM e armazenamento seguem praticamente iguais, com ganhos concentrados na geração do processador e no design mais fino.

Galaxy Z Flip 7


Prós
  • Telas AMOLED brilhante de 120 Hz
  • Alto desempenho
  • Atualizações até o Android 23
  • Dobradiça reforçada
Contras
  • Menos resistente a poeira (IP48)
  • Sem câmera periscópica
  • Sem lente teleobjetiva
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O Galaxy Z Fold 7 permanece como uma referência em produtividade. A tela externa Super AMOLED tem 4,1 polegadas e é usada para câmera, widgets e notificações rápidas sem abrir o aparelho.

Aberto, a tela interna de 6,9 polegadas traz tecnologia AMOLED Dinâmico 2X com 120 Hz para uma maior fluidez durante o uso. Ele tem 13,7 mm de espessura e pesa 188 g.

O aparelho traz o processador Exynos 2500, câmera principal de 50 MP e ultrawide de 12 MP, além de bateria de 4.300 mAh e certificação IP48. Como ponto fraco, o carregamento de 25 W com fio pode ser considerado lento frente a modelos mais recentes.

Motorola Razr Fold


Prós
  • Câmeras de 50 MP que filmam em 8K
  • Tela interna e externa com alta taxa de atualização
  • Até 16 GB de RAM
  • Ampla bateria de 6.000 mAh
  • Inclui caneta moto pen ultra
Contras
  • Proteção contra água não inclui submersão (IP49)
  • Peso e espessura elevados
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O Motorola Razr Fold traz tela externa de 6,6 polegadas (LTPO P-OLED) e interna AMOLED de 8,1 polegadas, com resolução 2K e taxa de até 120 Hz. Fechado, mede cerca de 9,9 mm; aberto, aproximadamente 4,6 mm.

O aparelho roda o Snapdragon 8 Gen 5 de alto desempenho, com 16 GB de RAM, até 1 TB de armazenamento e bateria de 6.000 mAh com tecnologia de silício-carbono.

O carregamento chega a 80 W com fio, enquanto o conjunto traseiro reúne três câmeras de 50 MP, incluindo uma teleobjetiva periscópica com zoom óptico de 3x.

Como ponto forte, o Razr Fold reúne tela interna grande, bateria de alta capacidade, carregamento rápido e suporte à Moto Pen Ultra, além de um conjunto fotográfico mais completo que o de rivais. Como ponto fraco, seu peso elevado o torna menos compacto no bolso.

Motorola Razr 70 Ultra


Prós
  • Telas POLED de 165 Hz e até 5 mil nits
  • Todas as câmeras com 50 MP
  • Dobradiça reforçada de titânio
  • Processador Snapdragon 8 Elite
  • Grava em até 8K @ 30 fps
Contras
  • Só três anos de atualizações do Android
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O Motorola Razr 70 Ultra tem tela externa de 4 polegadas com resolução de 1080 x 1272 pixels, o suficiente para rodar aplicativos sem precisar abrir o aparelho.

A tela interna de 7 polegadas tem resolução de 1224 x 2992 pixels e chega a 165 Hz, com corpo de 7,19 mm de espessura e 199 g de peso. O conjunto traz três câmeras de 50 MP (grande-angular, ultrawide/macro e selfie).

O aparelho traz hardware avançado: chip Snapdragon 8 Elite, com 12 ou 16 GB de RAM e 512 GB de armazenamento. Além disso, a bateria de 5.000 mAh (silício-carbono) oferece carregamento de 68 W.

Comparado ao Razr 70 “comum”, o Ultra se destaca pela tela externa maior e chip mais potente, mas custa consideravelmente mais caro dentro do portfólio da Motorola.

Motorola Razr 70


Prós
  • Telas com tecnologia AMOLED
  • Construção com dobradiça em titânio
  • Câmeras traseiras de 50 MP
Contras
  • Poucas evoluções ao Razr 60
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O Motorola Razr 70 tem tela externa Extreme AMOLED de 3,6 polegadas com 90 Hz, um formato mais compacto pensado para portabilidade. A tela principal AMOLED chega a 6,9 polegadas e 120 Hz.

O aparelho roda o MediaTek Dimensity 7450X, com 8 GB ou 12 GB de RAM, e traz câmeras principal e ultrawide de 50 MP, além de selfie de 32 MP. O conjunto deve atender multitarefas e produção de fotos e vídeos em alta resolução.

Sua bateria é de 4.800 mAh com carregamento de 33 W. Como ponto fraco, em comparação ao Razr 70 Ultra, a tela externa é bem menor (3,6″ contra 4″) e o carregamento é menos da metade da velocidade do modelo topo de linha (33 W contra 68 W).

Motorola Razr 60


Prós
  • Dobradiça resistente feita de titânio
  • Tela interna de 6,9″ com 120 Hz
  • Brilho máximo de 3.000 nits
  • 12 GB de RAM
  • Câmeras com suporte do Moto AI
Contras
  • Sistema de armazenamento UFS 2.2
  • Atualizações apenas até o Android 18
  • Sem lente teleobjetiva
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O Motorola Razr 60 é um celular dobrável tipo flip que se destaca pelo bom custo-benefício, especialmente após o lançamento da linha Razr 70.

Fechado, o smartphone apresenta tela externa AMOLED de 3,6″ com 90 Hz, que permite ler mensagens, abrir aplicativos e até tirar foto com a câmera traseira de 50 megapixels. Aberto, o aparelho traz a tela interna POLED de 6,9″ com taxa de atualização de 120 Hz.

O processamento é intermediário com o chip MediaTek Dimensity 7400X (4nm) e até 12 GB de RAM, entregando bom desempenho para multitarefa e jogos populares no dia a dia.

Huawei Mate XT Ultimate Design


Prós
  • Tela de até 10,2 polegadas
  • Bateria de 5.600 mAh
  • 16 GB de RAM
  • Grava em 4K
  • Carregamento de 66 W
Contras
  • Peso e preço elevado
  • Sem pacote Google pré-instalado
  • Sem 5G
  • Câmera frontal de 8 MP
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O Huawei Mate XT Ultimate Design é um celular de luxo com dobra tripla (tri-fold), podendo ser usado nas seguintes configurações de tela: 6,4 polegadas (fechado), 7,9 polegadas (dobra dupla) ou 10,2 polegadas (totalmente aberto, como um tablet).

A espessura varia de 3,6 mm a 4,8 mm aberto, chegando a 12,8 mm quando totalmente fechado. O display LTPO OLED tem resolução de 2.232 x 3.184 pixels e taxa de atualização de 90 Hz.

O smartphone oferece alta performance com o processador Kirin 9010, 16 GB de RAM e até 1 TB de armazenamento. A bateria de silício-carbono de 5.600 mAh promete boa autonomia longe das tomadas, e traz carregamento rápido de 66 W com fio e 50 W sem fio.

A câmera principal de 50 MP combina teleobjetiva periscópica de 12 MP (zoom óptico de 5,5x) e ultrawide de 12 MP. Um ponto fraco é o sistema operacional próprio HarmonyOS, que não traz o pacote de serviços do Google e Play Store pré-instalada. O preço elevado também restringe o público.

Quais são as vantagens e desvantagens de um smartphone dobrável?

Um celular dobrável oferece vantagens no uso diário, principalmente em portabilidade e multitarefas:

  • Tamanho compacto: permite ter uma tela grande que se dobra para metade do tamanho, facilitando o transporte no bolso ou em bolsas pequenas;
  • Multitarefa avançada: a área expansível de tela dos modelos em formato “Fold” viabiliza a execução de até mais aplicativos simultâneos de forma nativa;
  • Consumo de mídia: a tela maior dos modelos em formato de livro oferece uma área de visualização significativamente maior, aproximando a experiência de consumo de filmes, séries e transmissões ao vivo à de um tablet compacto;
  • Interatividade: telas externas maiores nos modelos em formato “Flip” permitem respostas rápidas de mensagens, navegação, e controle de mídia sem necessidade de desdobrar o painel principal;

No entanto, a resistência ainda é um ponto fraco dos modelos. As principais desvantagens são:

  • Menor resistência a poeira: embora possuam proteção contra água, as dobradiças e os painéis flexíveis apresentam menor vedação contra partículas sólidas em comparação a aparelhos convencionais;
  • Espessura e peso: celulares dobráveis mantêm corpo mais denso e espesso no bolso em comparação a smartphones tradicionais;
  • Preço e custo elevado de reparo: um modelo dobrável é mais caro que um celular comum. Além disso, a substituição de uma tela flexível e dos componentes da dobradiça tem preços significativamente maiores aos de telas comuns.

Qual é a diferença entre um celular dobrável Flip e Fold?

O modelo Flip é um celular pequeno que dobra na vertical e fica mais compacto quando fechado, como o Galaxy Z Flip 8 e o Motorola Razr 70.

Já o Fold dobra como um livro ou passaporte e, quando aberto, oferece uma tela maior, mais adequada para multitarefa, produtividade e consumo de conteúdo.

Celular dobrável é resistente?

Sim, mas a resistência varia conforme o modelo. A certificação IP48 garante que o celular é resistente à água, mas a proteção contra poeira é inferior, em comparação a modelos com IP68 ou IP69. Além disso, a tela interna é mais suscetível a riscos e impactos.

Como escolher o melhor celular dobrável em 2026?

É importante definir o estilo de uso e quais características são fundamentais para você, antes de escolher um celular dobrável. Atente-se ao seguinte:

  • Defina o formato de uso ideal: opte por modelos estilo “Flip” para priorizar portabilidade e tamanho reduzido no bolso; escolha modelos estilo “Fold” se o objetivo for produtividade e tela maior para consumo de mídia;
  • Avalie os recursos da tela externa: dê preferência a modelos com telas externas amplas que permitam rodar aplicativos completos, reduzindo a necessidade de abrir o aparelho constantemente;
  • Analise a bateria: verifique a capacidade da bateria (em mAh) e o suporte a carregamento rápido, já que telas dobráveis grandes exigem maior consumo energético;
  • Verifique o software do fabricante: confira se a marca oferece bom suporte a janelas flutuantes, recursos de inteligência artificial aplicados à multitarefa e garantia prolongada de atualizações de sistema.

Qual celular dobrável tem o melhor custo-benefício em 2026?

O Motorola Razr 60 é o celular dobrável com o melhor custo-benefício atualmente. Ele entrega a experiência de tela dobrável com um preço significativamente menor do que os modelos topo de linha da categoria. O desempenho é intermediário, mas dá conta de jogos populares, uso simultâneo de aplicativos e navegação em redes sociais sem engasgos.

Celular dobrável ou tablet: qual comprar?

A escolha entre um celular dobrável e um tablet depende do uso principal do dispositivo.

Escolha um dobrável se o foco for mobilidade e versatilidade no dia a dia. Os modelos em formato de livro funcionam como celular comum na tela externa e se transformam em um painel maior para leitura, multitarefa e consumo de mídia.

Já o tablet é voltado para estudos, produtividade prolongada, ilustração digital ou consumo de mídia com tela ampla. O ponto negativo em relação ao dobrável é a falta de portabilidade para uso contínuo em pé ou transporte.

Melhor celular dobrável: 10 modelos para comprar no Brasil em 2026

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Formato passaporte, livro ou flip: encontre o smartphone dobrável ideal para o seu dia a dia neste guia completo

Galaxy Z Flip 8 (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

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Discord suspende lives no Brasil após ordem da ANPD

Imagem ilustrativa com logos do Discord
ANPD determinou medida preventiva contra recursos de vídeo da rede (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O Discord suspendeu as lives no Brasil após ordem da ANPD, que considera que a plataforma não tem ferramentas de moderação suficientes para prevenir crimes e violações graves contra crianças e adolescentes.
  • A empresa afirma estar trabalhando de boa-fé com a ANPD e pede ajuda aos usuários brasileiros para mostrar como a plataforma é usada no país.
  • A suspensão inclui recursos de compartilhamento de tela e vídeo, mas mensagens, servidores e canais de áudio continuam funcionando normalmente.

O Discord interrompeu os recursos de compartilhamento de tela e de vídeo no Brasil. A medida foi anunciada nesta segunda-feira (17/08), em cumprimento a uma ordem da Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) na última quarta-feira (12/08).

“Estamos cumprindo a ordem e trabalhando de boa-fé com a ANPD”, escreve a empresa. “Estamos trabalhando para reestabelecer o acesso a esses recursos importantes o mais rápido possível.”

A companhia ressaltou que outros recursos continuam funcionando normalmente, como mensagens diretas, mensagens diretas em grupo, servidores, canais de voz e chamadas exclusivamente de áudio. Basicamente, tudo que não depende de vídeo ou compartilhamento de tela continua operando.

Por que o Discord teve que suspender as lives?

Golpistas usam Discord para encontrar vítimas (Imagem: Anete Lusina/Pexels)
Arquitetura do aplicativo impede a detecção de violações em tempo real (imagem: Anete Lusina/Pexels)

Na última quarta-feira (12/08), a ANPD determinou a suspensão das transmissões ao vivo do Discord em todo o território brasileiro. A agência considerou que a plataforma não tinha ferramentas de moderação suficientes para prevenir crimes e violações graves contra crianças e adolescentes.

Segundo a área técnica do órgão regulador, o serviço não possui acesso às transmissões de vídeo, o que dificultaria o uso de mecanismos para detectar violações. Além disso, na avaliação da agência, os mecanismos para verificação de idade são frágeis.

A medida vem na esteira de uma tragédia: uma menina de 13 anos cometeu suicídio em uma live no Discord. Ela teria sido induzida, coagida e ameaçada por um grupo que age na rede social, manipulando crianças e adolescentes. No início de agosto, a Polícia Civil prendeu cinco adolescentes, com idades entre 13 e 17 anos, e um homem de 18 anos, suspeitos de envolvimento com o caso.

Discord pede ajuda a usuários brasileiros

No mesmo comunicado, o Discord também pediu que seus usuários no Brasil compartilhem suas histórias envolvendo a plataforma para, nas palavras da companhia, “mostrar o panorama completo de como o Discord é usado no Brasil”.

“Somos uma empresa pequena em comparação com muitas das grandes plataformas globais de comunicação, e o Discord ainda é menos conhecido por muitos legisladores e reguladores”, escreve a empresa. “Compartilhe a sua história nas plataformas que você usa e marque a gente para ficarmos sabendo.”

Discord suspende lives no Brasil após ordem da ANPD

(Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Golpistas usam Discord para encontrar vítimas (Imagem: Anete Lusina/Pexels)
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Memórias RAM já estão 500% mais caras e preços seguem aumentando

Módulos de memória RAM da marca Crucial
Aumentos de preços são mais expressivos para memórias DDR5 (imagem: divulgação)
Resumo
  • preços de memórias RAM aumentaram 500% entre 2025 e 2026 nos EUA;
  • aumento é muito maior em memórias DDR5 e kits com maior capacidade;
  • preços devem continuar aumentando, com alguma estabilização esperada somente para 2028.

A essa altura, você já sabe que os preços das memórias RAM dispararam. Mas de quanto é esse aumento? Isso varia de país para país ou de produto para produto. Mas, nos Estados Unidos, que servem de base de comparação para outros mercados, os preços já aumentaram cerca de 500% entre 2025 e 2026.

É o que um levantamento do Tom’s Hardware mostra. Considerando o segmento de PCs, ali, fica claro que a escalada de preços é muito mais expressiva para memórias DDR5. Outro aspecto que fica claro é o de que kits de memória com mais capacidade são os que receberam os maiores reajustes:

Kits de DDR5Preço médio em 08/2025Preço médio em 08/2026Diferença
4.800 MT/s /
2 × 16 GB
US$ 90US$ 425+372%
5.200 MT/s /
2 × 16 GB
US$ 100US$ 480+380%
5.600 MT/s /
2 × 16 GB
US$ 116US$ 528+355%
6.000 MT/s /
2 × 16 GB
US$ 108US$ 572+429%
5.600 MT/s /
2 × 32 GB
US$ 191US$ 1.118+485%
6.000 MT/s /
2 × 32 GB
US$ 222US$ 1.272+473%

Repare que a tabela reúne somente preços de kits com dois módulos de memória DDR5. Mas a elevação de preços também afeta módulos comercializados individualmente. Nesta categoria, alguns aumentos chegam a ser mais de dez vezes maiores do que o preço original.

É o caso de um módulo G.Skill de 128 GB de DDR5-6400 que era vendido por US$ 329 em 2025, mas, agora, custa US$ 3.399.

Para lidar com essas disparidades, há quem esteja preferindo recorrer a computadores que ainda usam memórias DDR4 ou fazer upgrades em máquinas baseadas nesse padrão. Mas essa é uma estratégia que só funciona até certo ponto: módulos DDR4 também ficaram mais caros, a diferença é que em proporções “menos piores”, que variam entre 120% e 180%.

Módulo de memória RAM (imagem: Charlie Belvin Designs/StockSnap)
Preços das memórias RAM devem continuar subindo (imagem: Charlie Belvin Designs/StockSnap)

Sem perspectiva de melhora no curto prazo

A pior parte dessa história toda é que os preços das memórias RAM devem continuar aumentando nos próximos meses. Alguns analistas acreditam que alguma estabilidade só será notada em 2028 e, mesmo assim, essa tem sido considerada uma expectativa otimista.

O motivo de tudo isso continua sendo a inteligência artificial: o número de aplicações do tipo aumenta em um ritmo tão acelerado que a quantidade de data centers construídos ou ampliados para atendê-las não para de crescer. Não por acaso, toda a produção de memória RAM prevista para 2027 já foi comercializada.

A situação é tão complicada que, para amenizar os seus efeitos, fabricantes de PCs estão apostando em máquinas que trazem menos quantidade de memória. Provavelmente, foi esse cenário que levou a Microsoft a fazer uma promessa inesperada: tornar o Windows 11 otimizado para rodar em computadores com apenas 8 GB de RAM.

Memórias RAM já estão 500% mais caras e preços seguem aumentando

Módulo de memória RAM (imagem: Charlie Belvin Designs/StockSnap)
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Firefox para iPhone ganha bloqueador de anúncios

Imagem mostra o logo do navegador Mozilla Firefox, que é uma raposa laranja e amarela abraçando um globo roxo e azul. Há dois outros logos menores e desfocados ao fundo, em um cenário de degradê de tons rosa e roxo. No canto superior direito, a marca d'água "tecnoblog" é visível.
Novo recurso bloqueia propagandas nativamente (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • A Mozilla anunciou um bloqueador de anúncios nativo para o Firefox no iOS, que pode ser ativado nas configurações do navegador.
  • O bloqueador atua contra publicidade de terceiros e rastreadores, utilizando uma lista de filtros, antes mesmo que a página seja carregada.
  • O bloqueador não oculta anúncios em resultados de busca do Google, Bing ou DuckDuckGo, nem conteúdo patrocinado na página inicial e nova aba do Firefox.

A Mozilla começou a liberar um bloqueador de anúncios nativo para o Firefox no iPhone. A novidade permite que os usuários do navegador diminuam a exibição de publicidade intrusiva, como pop-ups e sobreposições, sem a necessidade de instalar soluções de terceiros.

O bloqueio ocorre diretamente no nível da rede, utilizando uma lista de filtros baseada no popular EasyList. A ferramenta atua contra ecossistemas de publicidade de terceiros e rastreadores antes mesmo que a página seja totalmente carregada.

Como ativar o ad blocker?

Novo recurso deve ser ativado no aplicativo (imagem: reprodução/Mozilla)

A nova funcionalidade vem desativada no jLS. Para utilizá-la, os usuários devem seguir um caminho simples no menu do navegador: Configurações – rolar a tela até “Navegação” – e ativar a opção correspondente ao bloqueador de anúncios dentro do submenu “Conteúdo”.

Também é possível controlar a ferramenta em tempo real pelo menu da página durante a navegação. A interface exibe indicadores visuais para confirmar o status da proteção. Quando o bloqueador está ativo, a aba exibe ícones de pequenos escudos verdes. A desenvolvedora recomenda desativar a ferramenta pontualmente caso algum site apresente problemas de carregamento ou formatação.

Ícones confirmam que a proteção está ativa (imagem: reprodução/Mozilla)

Por que alguns anúncios ainda vão aparecer?

Apesar de atuar contra rastreadores e pop-ups invasivos, a ferramenta possui exceções programadas de fábrica. O bloqueador não oculta anúncios exibidos nas páginas de resultados de mecanismos de busca, o que inclui plataformas como Google, Bing e DuckDuckGo. O conteúdo patrocinado exibido na tela inicial do Firefox e em novas abas também permanece visível, pois é uma fonte de receita direta para a Mozilla.

A decisão de não interferir nos resultados de busca está ligada ao modelo de negócios da empresa. Dados de 2025 indicam que 90% do faturamento vinha do navegador e, desse montante, cerca de 85% eram resultado de um acordo para manter o Google como buscador padrão.

Além das exceções intencionais para não prejudicar parceiros, a desenvolvedora ressalta que certas tecnologias avançadas de publicidade ainda podem contornar a lista de filtros atual, impossibilitando um bloqueio total.

Firefox para iPhone ganha bloqueador de anúncios

Mozilla Firefox (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

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O que é o Discord? Entenda o funcionamento do app de comunicação

(Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
O Discord começou como uma plataforma para gamers e se expandiu para comunidades digitais de diversos nichos (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O Discord é uma plataforma de comunicação que une canais de texto, chamadas de áudio e vídeo em salas organizadas. Muito popular entre gamers e comunidades digitais, o serviço funciona no PC e smartphones para conectar pessoas em tempo real.

O ecossistema opera por meio de servidores públicos ou privados, onde os usuários enviam mensagens, compartilham arquivos e participam de bate-papos por voz. A estrutura permite criar salas temáticas e organizar conversas com diferentes níveis de permissão.

A seguir, o Tecnoblog te explica o que é Discord e para que serve o serviço. Também descubra se a plataforma é gratuita ou exclusiva para usuários maiores de 18 anos.

O que é o Discord?

O Discord é uma plataforma de comunicação que combina áudio de baixa latência, vídeo e texto em servidores organizados por canais. Criado em 2015 para o público gamer, o serviço evoluiu para abrigar desde grandes comunidades virtuais até grupos de amigos e equipes de trabalho.

Na prática, o Discord conecta pessoas em tempo real, permitindo transmissão de tela e reuniões de grupos de estudos, criadores e projetos corporativos. O espaço também abriga canais de hobbies, marcas e esports, facilitando a interação contínua entre usuários.

Qual o significado da palavra Discord?

O termo Discord, do ponto de vista linguístico, vem do latim discordia e significa divergência, conflito ou falta de harmonia. Os criadores da plataforma escolheram essa palavra por ser marcante, de fácil memorização e ideal para branding.

A ironia do nome reflete o próprio propósito do aplicativo: resolver falhas de comunicação e os ruídos no ecossistema gamer. O objetivo foi transformar a discórdia em alinhamento por meio de conexões de áudio de baixa latência.

As denúncias protegem os usuários do Discord (Imagem: Discord/Divulgação)
Apesar do nome se referir a “discórdia”, o Discord se propõe a ser uma ferramenta de comunicação (imagem: Divulgação/Discord)

O Discord é uma rede social?

O Discord atua como um hub de comunicação focado em comunidades, diferindo das redes sociais tradicionais por dispensar feeds e algoritmos de recomendação. A experiência ocorre em servidores privados com canais temáticos, em vez de perfis públicos de exibição.

Apesar dessa estrutura, o serviço mantém dinâmicas sociais como mensagens diretas e interação em grupos. Na prática, o aplicativo atua como uma praça digital voltada à convivência comunitária, e não ao consumo passivo de conteúdo.

Como funciona o Discord

O Discord opera por meio de servidores divididos em canais de texto e salas de áudio instantâneo. Nesses ambientes digitais, os membros conversam e fazem chamadas de áudio sem a necessidade de iniciar ligações tradicionais.

A estrutura de acesso utiliza cargos e permissões personalizadas para gerenciar a moderação e a visibilidade de cada canal. Essas regras são ajustáveis pelos administradores para garantir o controle total do espaço, seja em todo o servidor ou em salas específicas.

Para interações privadas, o Discord oferece mensagens diretas (DMs) e grupos restritos fora das comunidades principais. O fluxo de informações é facilmente ajustado pelo usuário, que pode customizar as notificações por canal ou ativar o modo Não Perturbe.

O ecossistema está disponível no PC, celular ou navegador, permitindo a criação e o acesso a comunidades por meio de convites simples. Essa versatilidade facilita alternar entre conversas casuais em texto, transmissões ao vivo e reuniões de trabalho em um único lugar.

O que é Discord? / Felipe Vinha / Reprodução
Interface do Discord (Imagem: Felipe Vinha/ Tecnoblog)

Quais os recursos do Discord?

Estes são os principais recursos do Discord:

  • Servidores e canais: espaços digitais divididos em salas de texto e fóruns temáticos para organizar conversas e avisos de comunidades;
  • Áudio e vídeo contínuos: salas de voz abertas para conversas casuais e canais de palco voltados para palestras e grandes eventos;
  • Transmissão via Go Live: ferramenta para compartilhar a tela do computador ou aplicativos em alta definição durante reuniões, aulas ou gameplays;
  • Interação direta e grupos: mensagens privadas (DMs) e grupos restritos garantem chamadas de áudio, vídeo e troca de arquivos fora dos servidores;
  • Gestão por cargos: sistema de permissões que atribui funções de moderação e controla o acesso dos membros a cada sala;
  • Automação com bot: recurso para integrar um bot capaz de automatizar a moderação, tocar músicas, criar enquetes e integrar serviços externos;
  • Atividade e soundboard: jogos integrados na chamada e painéis de efeitos sonoros em tempo real enriquecem a experiência dos usuários durante chamadas de voz;
  • Customização e Nitro: expressões virtuais com emojis personalizados, perfil customizado e impulsionamento de servidores via planos de assinatura.

Importante!

Certos recursos, como transmissões ao vivo, compartilhamento de tela e a ferramenta Go Live, foram suspensos no Brasil por determinação da Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD) em agosto de 2026. A decisão foi tomada após o órgão encontrar falhas da plataforma na proteção de crianças e adolescentes.

Discord (Imagem: Divulgação/Discord)
Disponível em diferentes plataformas, Discord oferece diversos recursos para comunicaçao (imagem: Divulgação/Discord)

O Discord é pago?

O Discord é totalmente gratuito em suas funções essenciais, oferecendo acesso ilimitado a chamadas de voz, vídeo, chat por texto e criação de servidores. A plataforma sustenta seu modelo de negócio por meio de assinaturas opcionais voltadas à personalização avançada.

Esse serviço pago é o Nitro, que expande o limite no envio de arquivos, libera transmissões em alta definição e concede Server Boosts. Dividido em três categorias, a assinatura garante recursos cosméticos e aprimora a qualidade de áudio para toda a comunidade.

O Discord é para maiores de 18 anos?

Não, o Discord exige uma idade mínima de 13 anos para criação de contas, aplicando restrições automáticas de segurança a adolescentes. O acesso a servidores com conteúdo sensível, no entanto, é bloqueado para menores e requer confirmação de maioridade.

No Brasil, a plataforma passou a exigir verificação de idade por meio de documentos ou selfie com inteligência artificial para liberar áreas adultas. Essa rigidez atende às recentes exigências regulatórias impostas pelo ECA Digital, que ampliou a proteção a menores no ambiente digital.

Quais são as alternativas ao Discord?

Estas são as principais alternativas ao Discord:

  • Guilded: opção gratuita muito parecida com o Discord, focada em gamers com suporte a servidores, canais de voz e calendários de torneios integrados;
  • Steam Chat: alternativa prática para quem joga no PC, permitindo conversas de voz e texto direto na própria plataforma da Steam;
  • Stoat (antigo Revolt): programa de código aberto com visual similar ao Discord, voltado para privacidade total e mantido por doações;
  • Element (Matrix): rede descentralizada com criptografia de ponta a ponta, ideal para quem busca criar servidores com máxima segurança de dados;
  • Slack: ferramenta corporativa focada em produtividade, com conversas organizadas por tópicos, chamadas rápidas e integração de aplicativos;
  • Microsoft Teams: solução voltada para empresas e instituições, integrada ao pacote Office para reuniões virtuais e trabalhos em equipe.

O que é o Discord? Entenda o funcionamento do app de comunicação

Discord (Imagem: Divulgação/Discord)
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Galaxy Watch 8 BT com inteligência artificial tem queda histórica com cupom


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O Galaxy Watch 8 Bluetooth de 44 mm está saindo por R$ 299,73 no Pix com cupom MELICUPOM no Mercado Livre. O smartwatch da Samsung com tela Super AMOLED e funções da suíte Galaxy AI atinge o menor preço histórico com desconto de 59% sobre o preço original de R$ 3.199.

Galaxy Watch 8 tem tela Super AMOLED e funções do Galaxy AI

A tela Super AMOLED de 1,47″ do Galaxy Watch 8 possui brilho de até 3.000 nits, sendo capaz de entregar cores realistas com visibilidade em qualquer lugar. O vidro Cristal de Safira resiste a quedas e pancadas.

A suíte Galaxy AI analisa dados do sono para criar um perfil personalizado, para indicar a melhor hora de dormir e pontuar o desempenho do usuário. O smartwatch ainda possui sensores para medir o ECG, a oxigenação do sangue e mais e oferecer insights relativos a atividades físicas e saúde do usuário.

O relógio inteligente da Samsung ainda pode ser de grande ajuda em situações de risco, desde que pareado a um celular. No caso de uma emergência médica, o Galaxy Watch 8 pode ligar para contatos específicos e números como 190 (polícia) e 192 (ambulância).

O smartwatch conta com o chip Exynos W1000, 2 GB de RAM e 32 GB de espaço interno, kit esse que permite instalar e rodar apps localmente. A bateria de 435 mAh dura até 40 horas de uso, segundo a Samsung, e suporta carregamento sem fio de 10 W.

Seu corpo de alumínio Armor de 44 mm possui certificações IP68 e militar MIL-STD810H, que conferem proteção em cenários extremos e resistência a até 5 ATM. Dessa forma o gadget pode ser usado em esportes aquáticos, como mergulhos de profundidade.

O Galaxy Watch 8 BT de 44 mm (R$ 1.299,73 no Pix com cupom MELICUPOM) roda Wear OS 6 e suporta apps e soluções do Google. O smartwatch possui conectividade Wi-Fi 5, Bluetooth 5.3, NFC e GPS multibanda, que determina a posição exata do usuário em tempo real.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Galaxy Watch 8 BT com inteligência artificial tem queda histórica com cupom

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Galaxy Watch 8 BT (44 mm) traz tela Super AMOLED e recursos de IA da Samsung; smartwatch sai pelo menor preço até hoje com cupom no Mercado Livre
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OpenAI desmontou equipe responsável por avaliar riscos de IA, diz jornal

Arte com o logotipo da OpenAI. À direita, há a imagem da sombra de uma pessoa mexendo em um celular. Na parte inferior direita, está o logotipo do Tecnoblog.
OpenAI quer foco em clientes corporativos (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • A OpenAI desmontou sua equipe de preparedness, responsável por avaliar riscos graves ou catastróficos envolvendo modelos de inteligência artificial, segundo o Financial Times.
  • Funcionários experientes foram realocados para setores como biologia e cibersegurança, onde continuarão a trabalhar na mitigação de riscos.
  • As mudanças ocorrem em meio à preparação da OpenAI para sua estreia na bolsa de valores, com expectativa de atingir um valor de mercado de US$ 1 trilhão.

A OpenAI teria realocado profissionais e acabado com sua equipe de preparedness, responsável por avaliar riscos graves ou catastróficos envolvendo os modelos de inteligência artificial desenvolvidos pela empresa, bem como por trabalhar para mitigar esses riscos.

As informações são do jornal Financial Times, em uma reportagem sobre as reorganizações da OpenAI às vésperas de fazer sua estreia na bolsa de valores.

Greg Brockman, co-fundador e presidente da OpenAI, declarou à Wired que os avanços técnicos da empresa exigem salvaguardas mais robustas e que as mudanças foram feitas para integrar de modo mais profundo pesquisas e segurança no desenvolvimento dos modelos.

A questão da segurança da OpenAI está sob atenção pública desde que um modelo da empresa “escapou” de um ambiente de testes e invadiu sistemas de outras companhias.

O que a OpenAI fez com sua equipe de gestão de riscos?

Notebook com símbolos de segurança no entorno
Equipe de preparedness cuidava de riscos catastrófics (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

De acordo com a publicação, várias pessoas familiarizadas com as reorganizações da OpenAI disseram que a equipe de gestão de riscos e prevenção foi desmembrada.

Os funcionários mais experientes foram realocados para times já existentes, como biologia e cibersegurança, onde seguirão com a responsabilidade de avaliar e mitigar riscos, mas sem contar com o respaldo de um departamento dedicado a isso.

Segundo o Financial Times, a unidade de preparedness era um dos elementos restantes da estrutura antiga da OpenAI, quando a empresa ainda tinha a pesquisa em inteligência artificial como seu foco. Antes disso, as equipes de preparação para a inteligência artificial geral e de alinhamento de missão já tinham sido dissolvidas.

A OpenAI teve uma equipe de superalinhamento, também voltada a questões de segurança, mas ela também foi encerrada. Jan Leike, que era um dos líderes, pediu demissão em 2024 e disse que a segurança estava sendo colocada em segundo plano e que a prioridade eram os produtos chamativos.

Ainda de acordo com a reportagem, lideranças e funcionários experientes desses setores foram realocados para cargos com responsabilidades pouco definidas, deixando a companhia pouco depois.

OpenAI se prepara para estrear na bolsa e enfrentar concorrência

As reorganizações acontecem em um momento em que a OpenAI prepara sua oferta pública inicial de ações (IPO), com expectativa de atingir o valor de mercado de US$ 1 trilhão (US$ 5,18 trilhões, em conversão direta).

Para isso, a empresa teria sido direcionada pelo CEO Sam Altman a abandonar “side quests” (projetos paralelos) e se concentrar no ChatGPT. A ideia é conquistar clientes corporativos, um espaço onde a Anthropic é muito forte.

Segundo o FT, as reorganizações dividem investidores: uns se preocupam com a alta taxa de rotatividade de pessoal e a falta de foco; outros acreditam que é normal fazer uma “limpeza” na organização antes de oferecer ações.

OpenAI desmontou equipe responsável por avaliar riscos de IA, diz jornal

ChatGPT, da OpenAI, é preferência nas empresas (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

(ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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Últimas unidades: Galaxy Z Flip 7 (512 GB) tem 37% OFF em até 12x na Amazon


Prós
  • Telas AMOLED brilhante de 120 Hz
  • Alto desempenho
  • Atualizações até o Android 23
  • Dobradiça reforçada
Contras
  • Menos resistente a poeira (IP48)
  • Sem câmera periscópica
  • Sem lente teleobjetiva
Parcelado
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O Galaxy Z Flip 7 de 512 GB está saindo por R$ 5.839 em até 12x sem juros na Amazon. O celular dobrável da Samsung com tela AMOLED flexível de 120 Hz e câmera wide, e que é muito parecido com o novo Z Flip 8, recebe desconto de 37% sobre o preço original de R$ 9.199.

Galaxy Z Flip 7 é um dobrável muito parecido com o Z Flip 8

O Galaxy Z Flip 7 em relação ao Z Flip 8 difere apenas no processador: o modelo de 2025 possui um Exynos 2500 de 3 nanômetros, enquanto o novo traz o Exynos 2600 de 2 nm. Ambos contam com 12 GB de RAM e 512 GB de espaço interno.

Agora, os elementos iguais: a tela interna AMOLED Dinâmico 2X flexível de 6,9″, conta com taxa de 120 Hz e brilho forte de 2.600 nits, capaz de reproduzir cores vivas e oferecer alta visibilidade ao sol. A tela externa Super AMOLED de 4,1″ também de 120 Hz suporta Always-On.

As câmeras também são as mesmas: wide de 50 MP com OIS, ultrawide de 12 MP para fotografias em cenários amplos e lente frontal de 10 MP. Todas filmam em 4K a 60 fps.

Samsung Galaxy Z Flip 7 fechado
Tela externa do Galaxy Z Flip 7 é idêntica à do Z Flip 8 (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O corpo de alumínio Armor do Z Flip 7 recebe o vidro Gorilla Glass Victus 2 sobre a tela externa, enquanto a certificação IP48 adiciona resistência em cenários como poeira moderada e mergulhos acidentais.

A bateria de 4.300 mAh suporta carregamento rápido de 25 W via cabo USB-C e de 15 W sem fio, resistindo até 31 horas de reprodução de vídeo, segundo a Samsung.

O Galaxy Z Flip 7 de 256 GB (R$ 5.839 em até 12x sem juros) roda Android 16 e será atualizado até o Android 23. Por fim, apresenta conectividade a 5G, Wi-Fi 7Bluetooth 5.4 e NFC.

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Últimas unidades: Galaxy Z Flip 7 (512 GB) tem 37% OFF em até 12x na Amazon

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Galaxy Z Flip 7 com tela dobrável AMOLED de 120 Hz e câmera de 50 MP é quase igual ao Z Flip 8; celular da Samsung sai 37% mais barato em até 12x sem juros

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Linux 7.2 é anunciado por Linus Torvalds; confira as principais novidades

Tux, o símbolo do Linux, e Linus Torvalds
Linux 7.2 é anunciado por Linus Torvalds; confira as principais novidades (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Linux 7.2 foi anunciado por Linus Torvalds, com previsão de servir de base para distribuições como o Ubuntu 26.10;
  • nova versão traz suporte à tecnologia Fixed Rate Link (FRL) para HDMI 2.1 no driver AMDGPU, melhorias em chips da Intel, como Panther Lake R e Xeon Diamond Rapids, e suporte ao protocolo USB4STREAM;
  • Linux 7.2 também permite inicialização em MacBooks com chip Apple M3, aprimora a compatibilidade com o sistema de arquivos NTFS, oferece suporte a Agendamento com Consciência de Cache, entre outros recursos.

A previsão era a de que o Linux 7.2 seria anunciado no último domingo (16/08). Assim foi feito: a nova versão do kernel foi anunciada oficialmente por Linus Torvalds, como manda a tradição, e deverá servir de base para várias distribuições Linux, a exemplo do Ubuntu 26.10, a ser lançado em outubro.

Havia alguma preocupação sobre um possível atraso porque os desenvolvedores do projeto estão recebendo um grande volume de notificações sobre bugs e ajustes por causa do uso de mecanismos de IA que “caçam” esses problemas.

Mas o próprio Linus Torvalds já havia sinalizado esse cenário como o “novo normal” e voltou a usar esse discurso no anúncio do Linux 7.2:

Bem, esta última semana de lançamento foi — mais uma vez — maior do que eu gostaria [em volume de trabalho], mas, considerando o “novo normal, se eu atrasasse o lançamento [da versão 7.2 ] por esse motivo, provavelmente nunca teríamos um lançamento.

Linus Torvalds, principal mantenedor do Linux

O que o Linux 7.2 traz de novo?

Como de hábito, a nova versão do kernel corrige bugs, otimiza recursos, remove código obsoleto e acrescenta suporte a novos componentes, tanto de software quanto de hardware.

Nesse sentido, um dos destaques do Linux 7.2 é o suporte introdutório à tecnologia Fixed Rate Link (FRL), que eleva a taxa de transferência de dados para até 48 Gb/s no HDMI 2.1, no AMDGPU, o driver aberto para chips gráficos da AMD. Sem o FRL, uma conexão HDMI 2.1 se comporta como se estivesse operando sob os parâmetros da versão 2.0 do padrão.

Com relação à Intel, as novidades incluem suporte para vários chips da família Panther Lake R, ativação de relatórios de erros (ECC) para processadores Nova Lake H e Panther Lake H, e melhorias de compatibilidade com chips Xeon Diamond Rapids.

Ainda no âmbito do hardware, outro avanço está no suporte ao protocolo USB4STREAM para permitir que dois computadores transfiram dados entre si por meio de uma conexão direta via USB4 ou Thunderbolt.

Firefox continua entre os softwares do Ubuntu
Linux 7.2 será a base de várias futuras distribuições, como o Ubuntu (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Outras novidades incluem:

  • suporte para Agendamento com Consciência de Cache (Cache Aware Scheduling), técnica que mantém uma tarefa sob execução em um único núcleo ou em núcleos que compartilham o mesmo cache para diminuir a busca de dados na RAM pelo processador, otimizando o desempenho;
  • o Linux 7.2 permite inicialização em MacBooks com chip Apple M3, embora somente via console serial (linha de comando para depuração) devido ao fato de esse suporte ainda ser inicial;
  • no kernel Linux 7.1, a compatibilidade com o sistema de arquivos NTFS foi melhorada graças a um driver que oferece suporte completo a operações de escrita e leitura de dados; a versão 7.2 aprimora esse recurso.

Como obter o Linux 7.2?

O Linux 7.2 é um kernel (núcleo), não um sistema operacional completo. Por isso, o acesso a essa versão depende de atualizações oferecidas pela distribuição Linux que você usa. Como informado no começo do texto, o futuro Ubuntu 26.10 deverá estar entre os projetos baseados no Linux 7.2.

De todo modo, quem sabe compilar o kernel e quiser se antecipar já pode baixar o Linux 7.2 no site oficial.

Linux 7.2 é anunciado por Linus Torvalds; confira as principais novidades

Tux, o símbolo do Linux, e Linus Torvalds (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Firefox continua entre os softwares do Ubuntu (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
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Galaxy S26 (256 GB) surge em oferta por até 12x sem juros na Amazon

10% OFF DISPONíVEL NA PáGINA 43% OFF Ver preço
R$ 7.499,0043% OFF

Oferta encerrada 🙁
10% OFF DISPONíVEL NA PáGINA 43% OFF Ver preço
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O Galaxy S26 de 256 GB está saindo por R$ 4.299 em até 12x sem juros com cupom de 10% OFF disponível na página da Amazon. O smartphone premium da Samsung, com câmera wide de 50 MP e tela AMOLED de 120 Hz, recebe desconto de 43% sobre o preço original de R$ 7.499.

Embora o gadget já tenha sido oferecido por valor inferior no Pix, esta é uma chance rara de levá-lo para casa de forma parcelada.

Galaxy S26 tem tela AMOLED de 120 Hz e 12 GB de RAM

O Galaxy S26 possui uma tela Dynamic AMOLED 2X de 6,3″ com taxa de 120 Hz, brilho de até 2.600 nits e compatível com HDR+ e HDR10+. A configuração proporciona reprodução de cores excelentes, alta fluidez nas transições gráficas, além de conferir visibilidade garantida em qualquer lugar.

Equipado pelo chip Exynos 2600 (2 nm) e 12 GB de RAM, suporta a execução de apps pesados em multitarefa e soluções do Galaxy AI localmente. Os 256 GB de armazenamento interno oferecem espaço interno razoável para guardar vídeos e fotos.

O kit principal de câmeras possibilita gravar vídeos em alta resolução de até 8K. Ele inclui wide de 50 MP com OIS e ultrawide de 12 MP, que captam belas cenas com grandes ângulos, e telefoto de 10 MP com zoom óptico de 3x para aproximações. Já a frontal de 12 MP filma em 4K a 60 fps.

Samsung Galaxy S26 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Galaxy S26 tem câmera wide de 50 MP e telefoto de 10 MP (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O corpo de alumínio Armor do S26 recebe os vidros Gorilla Glass Victus 2 na traseira e Armor 2 sobre a tela, resistentes a arranhões e pancadas. A certificação IP68 confere proteção extra em cenários como poeira intensa e mergulhos acidentais.

Sua bateria de 4.300 mAh resiste até 30 horas de reprodução de vídeo, segundo a Samsung. O suporte a carregamento rápido de 25 W e sem fio de 15 W permite injetar uma carga de 55% em 30 minutos, uma ótima função para quem não tem tempo de parar para recarregar.

O Galaxy S26 de 256 GB (R$ 4.299 em até 12x sem juros com cupom de 10% OFF disponível na página) será atualizado até o Android 23 e traz conectividade 5G, Wi-Fi 7Bluetooth 5.4 e NFC.

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Galaxy S26 (256 GB) surge em oferta por até 12x sem juros na Amazon

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Galaxy S26 (256 GB) apresenta tela AMOLED Dinâmico 2X de 120 Hz e 12 GB de RAM; celular premium da Samsung recebe desconto de 43% em até 12x sem juros no cupom
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Huawei Watch GT 6 Pro com GPS despenca 41% no Mercado Livre

R$ 2.499,0041% OFF

Prós
  • Corpo em titânio e Cristal de Safira
  • Certificação IP69 e 5 ATM
  • Tela AMOLED de 1,47″ com 3.000 nits
  • Autonomia para até 21 dias
  • Mais de 100 modos de treino
  • Compatível com Android e iOS
Contras
  • Sem suporte a eSIM
PIX
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O Huawei Watch GT 6 Pro de 46 mm está saindo por apenas R$ 1.471 no Pix no Mercado Livre, sendo uma ótima oferta pelo smartwatch com sistema de posicionamento completo. Com GPS de dupla frequência e tecnologia “Sunflower”, o dispositivo fica 41% mais barato se comparado ao preço original de R$ 2.499.

Huawei Watch GT 6 Pro monitora rotas e traz corpo em titânio

Ciclista pedalando em uma estrada com o Huawei GT 6 Pro no pulso. Ao fundo um cenário rodeado por montanhas desfocadas.
Huawei GT 6 Pro faz o monitoramento de dados durante exercícios físicos (imagem: Divulgação)

O sistema de GPS do relógio inteligente da Huawei combina as frequências L1 e L2, e vem acompanhado pelo sistema de posicionamento “Sunflower” da marca. Basicamente, o que essa tecnologia faz é agir como um girassol, que ajusta dinamicamente o sinal de conexão com o satélite conforme a movimentação do usuário.

Com caixa em liga de titânio e traseira de cerâmica, o smartwatch une leveza e extrema resistência no pulso. O design do dispositivo ainda oferece proteção IP69 e certificação 5 ATM, habilitando-o para mergulhos de até 40 metros de profundidade.

A tela AMOLED de 1,47 polegada alcança incríveis 3.000 nits de brilho máximo, garantindo visualização perfeita das notificações e dados de treino mesmo sob a luz direta do sol forte. O conjunto de sensores integra eletrocardiograma (ECG), acelerômetro, barômetro, termômetro, e mais.

Imagem mostra dois relógios Huawei Watch GT 6 Pro nas cores preto e marrom indicando a hora de 10:08
Huawei Watch GT 6 Pro (imagem: Divulgação)

Com isso, o smartwatch da Huawei é capaz de monitorar mais de 100 modalidades esportivas, assim como oferecer recursos especiais para alguns desses esportes. Ciclistas, por exemplo, podem se beneficiar do cadência das pedaladas, enquanto golfistas poderão aproveitar a função de rastreamento do campo.

Equipado com o sistema HarmonyOS 6.0 e 64 GB de espaço interno, o relógio oferece uma navegação fluida e rápida. A bateria de 867 mAh, por sua vez, suporta carregamento sem fio de 10 W e garante autonomia para até 21 dias economizando a energia ou até 12 dias em uso típico, segundo a Huawei.

Aproveite a oferta do Mercado Livre para comprar o Huawei Watch GT 6 Pro de 46 mm por apenas R$ 1.471 e economizar mais de 41% no smartwatch.

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Huawei Watch GT 6 Pro com GPS despenca 41% no Mercado Livre

Huawei Watch GT 6 Pro (imagem: Divulgação)
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Nintendo Switch OLED fica mais barato com cupom que acaba hoje

R$ 2.699,0027% OFF

Prós
  • Tela OLED com cores vibrantes
  • Acompanha Super Mario Bros. Wonder
  • 3 meses da Nintendo Switch Online
  • Porta LAN integrada
Contras
  • Sem suporte a 4K na dock
  • Tempo longo de carregamento
PIX Cupom
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O Nintendo Switch OLED está com um dos melhores preços dos últimos meses em oferta no Mercado Livre. O console portátil fica por R$ 1.988 no Pix ao adicionar o cupom TECHEMCASA válido somente por poucas horas. O valor corresponde a um desconto de 26% em relação ao preço original de R$ 2.699.

Lançado oficialmente no Brasil em 2022, destaca-se principalmente pelo display com tecnologia superior e maior ao Switch padrão.

Nintendo Switch OLED traz tela de 7″ e entrada LAN

Nintendo Switch OLED
Nintendo Switch OLED (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A tela OLED de 7 polegadas do dispositivo tem a capacidade de reproduzir cores mais intensas, como um preto mais uniforme, melhor contraste e entre outras vantagens. Isso porque a tecnologia utiliza pixels autoemissores de luz através de cinco camadas para a formação do painel.

O Nintendo Switch OLED também conta com a proposta híbrida com três modos disponíveis de uso para o jogador. O portátil em resolução HD (720p), o semiportátil com os Joy-Cons desacoplados na ideia de sistema de mesa e na TV.

Além do modo TV proporcionar imagens superiores em Full HD, como o console precisa estar conectado a dock, existe a possibilidade de conectar um cabo ethernet e aprimorar a experiência principalmente online. Devido a conexão via cabo de rede proporcionar baixa latência e evitar eventuais lags.

Nintendo Switch OLED (Imagem: Divulgação/Nintendo)
Joy-cons do Nintendo Switch funcionam na versão OLED (Imagem: Divulgação/Nintendo)

Na parte de hardware, o gadget é composto pelo processador NVIDIA Tegra e 64 GB de armazenamento com possibilidade de expansão por microSD de até 2 TB. A bateria de 4.310 mAh proporciona autonomia para um período entre 4,5 e 9 horas a depender do game jogado, segundo a Nintendo. O carregamento completo via USB-C leva aproximadamente três horas.

O bundle inclui o jogo Super Mario Bros. Wonder e assinatura com validade de três meses para acesso a Nintendo Switch Online. Na loja virtual, o jogador pode encontrar títulos populares como Donkey Kong Country 3, Super Mario KartThe Legend of Zelda e entre outros.

O Nintendo Switch OLED ainda conta com entrada para fones de ouvido P2 (3,5 mm). Não perca a chance de adquiri-lo somente por mais algumas horas por R$ 1.988 no Pix com o cupom TECHEMCASA no Mercado Livre.

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Nintendo Switch OLED fica mais barato com cupom que acaba hoje

Nintendo Switch OLED (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Nintendo Switch OLED (Imagem: Divulgação/Nintendo)
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LG inaugura fábrica de R$ 1,5 bilhão e mira na competição com Brastemp e Electrolux

LG agora conta com fábrica em Manaus/AM e Curitiba/PR (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)
Resumo

A LG inaugurou sua segunda fábrica no Brasil, localizada em Fazenda Rio Grande, na Região Metropolitana de Curitiba (PR), com foco em linha branca.

O Tecnoblog foi convidado para conhecer, in loco, a planta de 770 mil metros quadrados, fruto de um investimento de R$ 1,5 bilhão.

Em um primeiro momento, a fábrica será responsável por produzir geladeiras duplex bivolt, com o objetivo de reduzir em até 80% o tempo logístico de entrega dos produtos, que antes dependiam de importação.

A expectativa dos executivos é entregar uma geladeira a cada 14 segundos de produção, alcançando uma média de 600 mil unidades ao ano.

Fábrica da LG (Imagem: Divulgação/LG)

Adaptação ao mercado brasileiro

A escolha de Fazenda Rio Grande não foi aleatória: a empresa teve acesso a uma série de incentivos fiscais municipais e estaduais. O evento de inauguração contou com a presença do cônsul-geral da Coréia do Sul, Jin-weon Chae, e do governador do Paraná, Ratinho Júnior.

Ao iniciar as operações no Brasil, a LG adotou a estratégia de “tropicalização”, desenvolvendo produtos voltados para as demandas locais. Os hábitos e desafios do consumidor brasileiro foram mapeados durante a concepção dos refrigeradores, segundo a marca.

Executivos da LG e convidados durante a inauguração da fábrica no Paraná (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

Durante a visita, foi possível acompanhar alguns testes de validação: garrafas de cerveja foram usadas como termômetros para medir a eficiência térmica, enquanto plataformas mecânicas simulam o impacto do transporte rodoviário para testar a durabilidade estrutural.

A LG também testa os refrigeradores a ambientes extremos de temperatura e umidade durante o processo, focando na resistência a regiões mais úmidas do país, nas quais a oxidação de componentes pode comprometer a vida útil do eletrodoméstico.

Por motivos de confidencialidade, não foi permitido registrar imagens dos testes em laboratório.

Disputa com marcas consolidadas

Marcas como Brastemp (Whirlpool) e Electrolux dominam o mercado brasileiro há décadas. Em entrevista ao Tecnoblog, a gerente de linha branca, Edianne Menezes, garantiu que a meta é introduzir diferenciais competitivos para desafiar esses players.

“Nosso objetivo é levar tecnologia de ponta ao mercado de massa, trazendo diferenciais como o compressor Inverter e um portfólio 100% bivolt, que aumenta a durabilidade do produto frente às variações da rede elétrica”, pontua a executiva.

Geladeiras da LG agora têm produção nacional (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

Outro destaque é a tecnologia DoorCooling, projetada para garantir uma circulação de ar mais uniforme e evitar pontos de variação térmica, combatendo o ressecamento de vegetais no fundo do refrigerador.

Com esses e outros atrativos, a LG projeta alcançar 20% de participação no mercado brasileiro a médio prazo.

Com tecnologias embarcadas, mas ainda sem IA

Os modelos produzidos no Brasil contam com as mesmas tecnologias dos produtos feitos na Coréia do Sul. Além do Door Cooling, existem filtros integrados para purificar o ar interno, reduzir odores e otimizar a conservação dos alimentos.

Toda a linha será compatível com o aplicativo LG ThinQ, permitindo monitoramento do consumo energético, ajustes remotos de temperatura e conectividade via Wi-Fi.

No entanto, os refrigeradores nacionais ainda saem de fábrica sem recursos de inteligência artificial. Atualmente, os únicos produtos da marca com IA no portfólio global são as máquinas de lavar, que ainda não têm fabricação confirmada para a planta paranaense.

A ausência de inteligência artificial indica que o foco inicial da fábrica de Curitiba é o volume de produção e a competitividade em preço, deixando recursos avançados para um segundo momento.

O jornalista Victor Toledo viajou para Curitiba a convite da LG

LG inaugura fábrica de R$ 1,5 bilhão e mira na competição com Brastemp e Electrolux

inauguração lg

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Custo-benefício: iPhone 15 (256 GB) tem desconto no Mercado Livre


Prós
  • Entrada USB-C para carregamento
  • Suporte ao Dynamic Island
  • Câmera principal de 48 MP
  • Painel Super Retina XDR
  • Certificação IP68 contra água e poeira
Contras
  • Taxa de atualização de 60 Hz
  • Sem lente ultra-angular
  • Chip não suporta Apple Intelligence
PIX
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O iPhone 15 (256 GB) entrou em promoção por R$ 4.679,10 no Pix no Mercado Livre. Lançado em 2023 por R$ 8.099, o smartphone da Apple com display OLED e câmera traseira de 48 MP recebe um desconto de 42% e ainda é uma ótima opção custo-benefício em 2026.

iPhone 15 tem tela OLED e câmeras que filmam em 4K

iPhone 15 no evento da Apple
O Dynamic Island do iPhone 15 é um dos destaques do smartphone da Apple (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O iPhone 15 adota uma tela Super Retina XDR OLED de 6,1 polegadas com o design Dynamic Island e proteção Ceramic Shield. O painel com brilho máximo de 2.000 nits ainda traz os recursos HDR10 e ProMotion para elevar a qualidade da reprodução de imagem.

A câmera dupla traseira do aparelho tem um sensor principal de 48 MP, ideal para gravar vídeos em 4K e tirar fotos em alta resolução com Estabilização Óptica de Imagem (OIS). A câmera frontal de 12 MP fica responsável por selfies detalhadas com Modo Retrato e faz registros em 4K.

Na lista de iPhones de custo-benefício, o iPhone 15 entrega alto desempenho em tarefas básicas ao adotar o chip Apple A16 Bionic e 6 GB de RAM. Os 256 GB de armazenamento interno oferecem um espaço equilibrado para aplicativos, mídias e outros arquivos, exigindo o uso do iCloud para extensão da memória.

iPhone 15 tem duas câmeras
Câmera traseira do iPhone 15 traz um sensor principal de 48 MP e o antigo módulo quadrado (imagem: Thássius Veloso / Tecnoblog)

A bateria de 3.349 mAh do smartphone da Apple promete uma autonomia de até 20 horas de reprodução de vídeo, segundo a marca. A recomendação é utilizar um adaptador de até 25 W, vendido à parte, para ter um carregamento rápido que vai de 0 a 50% em cerca de meia hora.

Na parte de conexões, o aparelho conta com 5G, Wi-Fi 6, Bluetooth 5.3 e NFC para ações por aproximação. O modelo vem de fábrica com o iOS 17, mas a Apple promete ao menos cinco grandes atualizações do sistema operacional.

O iPhone 15 (R$ 4.679,10 no Pix) ainda é construído com estrutura premium de alumínio e acabamento traseiro em vidro. Por fim, a certificação IP68 de resistência à água protege o aparelho de mergulhos acidentais de até 3 metros em água doce por 30 minutos.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Custo-benefício: iPhone 15 (256 GB) tem desconto no Mercado Livre

iPhone 15 no evento da Apple (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Câmera iPhone 15 (Imagem: Thássius Veloso / Tecnoblog)
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Google lança Gemini 3.7 Flash apenas três semanas após versão anterior

Imagem mostra o logo do Gemini ao centro. O fundo é levemente colorido, nas cores do Google: azul, verde, amarelo e vermelho
Gemini 3.7 Flash não estará disponível para usuários comuns inicialmente (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O Google lançou o Gemini 3.7 Flash, modelo leve de inteligência artificial generativa, três semanas após o Gemini 3.6 Flash.
  • O Gemini 3.7 Flash custa US$ 0,75 por milhão de tokens de entrada e US$ 3,75 por milhão de tokens de saída, metade do preço do modelo anterior.
  • O Gemini 3.7 Flash oferece melhor desempenho em tarefas de programação e conhecimento, com 43,6% no FrontierCode e 65,3% no DeepSWE.

Levou menos de um mês para o Google atualizar seu modelo mais leve e barato de inteligência artificial generativa. A empresa anunciou a chegada do Gemini 3.7 Flash nesta quinta-feira (13/08). O 3.6 Flash foi liberado ao público em 21 de julho.

O 3.7 Flash está disponível via API, AI Studio e Antigravity, mas ainda não deve chegar ao chatbot disponível na web, Android e iOS. Por outro lado, ele estará presente no Spark, assistente pessoal para assinantes dos planos AI Pro e Ultra.

A empresa diz que o Gemini 3.7 Flash oferece melhor desempenho em tarefas de programação e conhecimento. Além disso, promete mais diligência na hora de pensar, colocando mais atenção no planejamento dos passos e no uso de ferramentas.

Nos testes de benchmarking de geração de código, o 3.7 Flash marcou 43,6% no FrontierCode, contra 34,4% do 3.6 Flash. Já no DeepSWE, o resultado foi de 49% para 65,3%.

Gemini 3.7 Flash custa metade da versão anterior

Como notou o Axios no lançamento do Gemini 3.6 Flash, o mercado de IA parece ter deixado de se preocupar tanto com benchmarks e passado a se concentrar em outro número: o preço.

Nesse sentido, o Gemini 3.7 Flash é um grande avanço em relação ao 3.6 Flash. Ele chega custando US$ 0,75 (R$ 3,90) por milhão de tokens de entrada e US$ 3,75 (R$ 19,52) por milhão de tokens de saída. Isso é metade do que o Google cobrava pelo antecessor.

Mão segurando celular com o app do DeepSeek aberto. Ao fundo, o site do DeepSeek em um monitor.
DeepSeek e outros modelos chineses viraram problema para Google, Anthropic e OpenAI (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Os custos da IA se tornaram um ponto delicado após começarem a pesar no orçamento das empresas, o que levou muitas delas a recorrerem a modelos chineses, que têm pesos abertos e preços mais competitivos.

Um exemplo disso é o DeepSeek V4-Pro, também lançado nesta quinta-feira (13/08). Ele chegou mais caro que de costume para a desenvolvedora, mas mesmo assim cobra um valor bem mais baixo que o Google: US$ 0,435 por milhão de tokens de entrada e US$ 0,87 por milhão de saída (R$ 2,26 e R$ 4,53, respectivamente).

Google derrapa na corrida da IA

Enquanto isso, a versão Pro continua atrasada: o modelo mais recente dessa categoria é o Gemini 3.1 Pro, de fevereiro de 2026. Recentemente, o Google promoveu uma grande reorganização do seu setor de IA, na esperança de diminuir a vantagem de concorrentes como Anthropic e OpenAI.

Com informações do Axios e do The Decoder.

Google lança Gemini 3.7 Flash apenas três semanas após versão anterior

Google Gemini (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

DeepSeek chegou ao topo das listas de apps mais baixados em janeiro de 2025 (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
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Microsoft 365 (Office) não terá mais novos recursos no Windows 10

Arte com o logotipo do Microsoft 365 ao centro. Ao fundo, um quadrado composto por quatro quadrados menores, de cores verde, amarelo, laranja e azul. Na parte inferior direita, está o logotipo do Tecnoblog.
Microsoft 365 não terá mais novos recursos no Windows 10 (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Microsoft determinou que softwares do Microsoft 365 não receberão mais recursos novos no Windows 10 a partir deste mês de agosto, embora continue oferecendo atualizações de segurança;
  • suporte a novos recursos no Microsoft 365 para Windows 10 em organizações será oferecido até 13 de outubro de 2026 no canal Enterprise Mensal ou até 12 de janeiro de 2027 no canal Enterprise Semestral;
  • versão 2608 será a última suportada pelo Windows 10, enquanto versões futuras exigirão o Windows 11.

Se você usa o Microsoft 365 (Office) no Windows 10, atenção: depois deste mês de agosto, as ferramentas do pacote, como Word, Excel e PowerPoint, não receberão mais recursos novos nas versões direcionadas a esse sistema operacional. Apenas atualizações de segurança continuarão sendo oferecidas.

A decisão de limitar o suporte ao Microsoft 365 no Windows 10 foi tomada em 2025. À época, a Microsoft estabeleceu o mês de agosto de 2026 como o último a ter eventuais recursos novos liberados para o pacote no Windows 10.

Atualmente, o Microsoft 365 está na versão 2607, tanto na assinatura Family quanto na Personal. Mas computadores com Windows 10 suportarão o Microsoft 365 até a versão 2608, que será liberada justamente neste mês de agosto.

As versões posteriores do Microsoft 365 só serão disponibilizadas para o Windows 11. Como software desatualizado dá abertura para problemas de segurança, a Microsoft continuará lançando correções para a versão 2608 no Windows 10 até 10 de outubro de 2028.

Repare que ferramentas como Word, Excel e PowerPoint continuarão funcionando no Windows 10 depois de agosto. A diferença é que eventuais novidades funcionais não serão mais oferecidas, afinal, elas são implementadas junto com as novas versões do pacote que, como sabemos agora, ficará retida na versão 2608 em computadores com Windows 10.

Como a assinatura continua válida, usuários do Windows 10 ainda poderão contatar a Microsoft para pedir suporte técnico. A companhia alerta, porém, que se o problema reportado se manifestar no Windows 10, mas não no Windows 11, a migração de sistema operacional será sugerida como solução.

Para organizações, o suporte a novos recursos no Microsoft 365 será oferecido até 13 de outubro de 2026 no canal Enterprise Mensal ou até 12 de janeiro de 2027 no canal Enterprise Semestral.

Microsoft Word com salvamento automático ativado
Word faz parte do Microsoft 365 (imagem: reprodução/Microsoft)

Windows 10 ainda tem suporte estendido, mas para quem ativá-lo

A Microsoft encerrou o suporte ao Windows 10 em outubro de 2025. A boa notícia é que ainda é possível atualizar o sistema operacional por meio do programa Atualizações de Segurança Estendidas (ESU).

Para usuários domésticos, o ESU do Windows 10 pode ser ativado por meio de um pagamento de US$ 30 ou via procedimentos gratuitos.

Originalmente, as atualizações seriam oferecidas somente até outubro de 2026 para PCs domésticos. Contudo, a Microsoft estendeu o ESU do Windows 10 para consumidores até outubro de 2027, sem custo adicional.

É importante destacar, porém, que o programa oferece apenas atualizações de segurança. Novas experiências e funcionalidades são direcionadas somente ao Windows 11.

Microsoft 365 (Office) não terá mais novos recursos no Windows 10

Capa Microsoft 365 (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Microsoft Word com salvamento automático ativado (imagem: reprodução/Microsoft)
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Meta quer usar IA para combater golpes no WhatsApp

Imagem mostra a tela de um celular mostrando uma conversa no WhatsApp. A parte superior da tela exibe o nome "João", a informação "visto por último hoje às 05:55", ícones de videochamada e chamada de voz, além de indicadores de sinal e bateria. A interface do WhatsApp é verde e branca. O fundo da imagem é verde claro e, na parte inferior direita, está o logotipo do "Tecnoblog".
WhatsApp vai buscar por padrões conversacionais e linguísticos que indiquem golpes (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • A Meta anunciou o recurso Scam Alert para o WhatsApp, que usa inteligência artificial no próprio dispositivo para identificar mensagens suspeitas e alertar o usuário sobre possíveis golpes.
  • O Scam Alert usa um modelo de machine learning que roda no aparelho, sem depender da nuvem, e é treinado para reconhecer padrões conhecidos de mensagens usadas em golpes.
  • A tecnologia faz uma classificação probabilística baseada na estrutura conversacional e em sinais linguísticos, analisando mensagens de números que não estão na lista de contatos dos usuários.

A Meta anunciou um recurso chamado Scam Alert para o WhatsApp, que usa inteligência artificial no próprio dispositivo para identificar mensagens suspeitas e alertar o usuário sobre possíveis golpes. O Scam Alert ainda está em fase de testes e será liberado para um número limitado de participantes do programa beta. Ao UOL, a Meta afirmou que o recurso não está disponível no Brasil.

O WhatsApp é um dos principais vetores para golpes no Brasil e no mundo. Por aqui, dados da Febraban de 2025 apontam que 34% dos brasileiros já receberam contatos de alguém se passando por um conhecido. Nos Estados Unidos, estima-se que, em 2025, US$ 725 milhões foram perdidos em ações aplicadas pelo mensageiro da Meta, segundo dados da Comissão Federal do Comércio (FTC).

Como funciona o Scam Alert do WhatsApp?

Ilustração mostra hacker atrás de computador cercado por ícones do WhatsApp
34% dos brasileiros já sofreram tentativas de golpes pelo WhatsApp, segundo Febraban (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O Scam Alert usa um modelo de machine learning que roda no aparelho, sem depender da nuvem. Ele é treinado para reconhecer padrões conhecidos de mensagens usadas em golpes.

Ao perceber alguma coisa suspeita, a ferramenta dá um alerta ao usuário que está recebendo a mensagem, sem que o suposto golpista veja. A pessoa pode bloquear ou denunciar o contato, assim como também pode continuar a conversa.

Caso o usuário sinalize que o alerta foi disparado incorretamente, o modelo marca aquela conversa como confiável e não emite novas advertências de segurança. Também haverá uma opção para compartilhar com a Meta as últimas cinco mensagens recebidas, para que a empresa possa aperfeiçoar o sistema de proteção.

Segundo a Meta, a tecnologia faz uma classificação probabilística baseada na estrutura conversacional e em sinais linguísticos. Ou seja, ela olha mais para como a conversa “se desenrola” e menos para palavras-chave isoladas.

Além disso, ele só analisa mensagens de números que não estão na lista de contatos dos usuários. Apesar de fazer sentido, também abre uma brecha para golpes aplicados usando números clonados.

Meta promete não violar privacidade

A Meta fez questão de ressaltar que o modelo de IA usado roda no próprio dispositivo. Isso significa que as mensagens não precisam ser enviadas a um servidor para que sejam analisadas. A empresa diz que apenas contagens de alertas e ações de usuário são transmitidos, e mesmo esses dados são agregados e anonimizados.

Em outro aspecto de segurança, a companhia afirmou que compartilhará com pesquisadores os pesos do modelo de machine learning usado para analisar as mensagens. A intenção é que eles possam testar a IA com diferentes entradas e cenários.

Por fim, a Meta afirma não ter como direcionar modelos específicos para usuários específicos, além de dar ferramentas de verificação. Isso existe para garantir que o recurso não está sendo usado para vigilância.

Com informações do The Verge.

Meta quer usar IA para combater golpes no WhatsApp

WhatsApp (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Segurança é preocupação no WhatsApp devido à quantidade de tentativas de golpes na plataforma (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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Como colocar HBO Max na TV com ou sem o aplicativo

Saiba o passo a passo para acessar a HBO Max pela smart TV e transmitir na TV
Saiba o passo a passo para acessar a HBO Max pela smart TV (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

O caminho mais simples para conectar a HBO na TV é baixar o aplicativo oficial diretamente na loja da sua smart TV. O único requisito é que o sistema operacional seja compatível e tenha conexão com a internet para realizar a ativação por QR code.

Caso seu aparelho não seja compatível, é possível assistir HBO Max na TV via transmissão sem fio. Dispositivos da Apple usam o AirPlay, enquanto o Android depende do Chromecast, exigindo apenas que o celular e a televisão estejam conectados à mesma rede Wi-Fi.

Outra opção prática é contratar o canal da HBO Max dentro do Prime Video e assistir aos conteúdos na plataforma da Amazon. Já em televisores sem conexão de rede, basta conectar um notebook via cabo HDMI para espelhar a imagem diretamente na tela maior.

A seguir, o Tecnoblog explica todas as formas de acessar a HBO Max na TV e seus requisitos.

Antes de começar: verifique se sua TV é compatível

Saber se a sua smart TV roda a HBO Max depende essencialmente da marca, do ano de fabricação e do sistema operacional do aparelho. Para te ajudar nessa checagem rápida, o Tecnoblog reuniu os requisitos mínimos exigidos pelas principais fabricantes do mercado:

  • Samsung: modelos lançados a partir de 2016 com sistema Tizen;
  • LG: aparelhos fabricados a partir de 2018 rodando webOS 3.5 ou superior;
  • Roku: TVs equipadas com a plataforma Roku OS 11 ou superior;
  • Sony, Hisense, TCL e Philips: dispositivos com o ecossistema Android TV 5.1 ou superior.

Caso o seu aparelho não cumpra os requisitos para instalar a HBO Max na TV, você ainda pode espelhar conteúdos do celular usando o AirPlay ou Chromecast. Para descobrir essas soluções práticas, vá até o tópico “Como assistir HBO Max se sua TV não é compatível”.

Como baixar e ativar o app da HBO Max na TV

O processo para baixar a HBO Max na TV e ativar o serviço leva apenas alguns minutos. Siga estes passos para acessar o catálogo da plataforma de streaming na sua smart TV compatível:

1. Acesse a loja de aplicativos da sua smart TV e faça download da HBO Max na TV.

2. Abra o aplicativo do streaming no seu televisor e selecione a opção “Entrar”.

3. Na tela de validação, escolha a opção “Usar código QR” para acelerar o processo para ativar a HBO Max na TV.

Selecionar a opção “Usar código QR” para entrar na HBO Max
Selecionando a opção de login via QR code (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

4. Aponte a câmera do celular para o QR Code na TV ou acesse hbomax.com/signin pelo navegador do smartphone ou computador.

  • Importante: se você já estiver logado no app da HBO Max no celular, a leitura do QR Code ativa o acesso automaticamente. 

5. Faça o login no site com a conta que deseja vincular ao aparelho.

6. Digite no navegador o código de 6 dígitos exibido na TV e toque em “Próximo” para concluir o procedimento e assistir HBO Max na TV.

Enviando o código para vincular a conta da HBO Max à TV
Enviando o código para vincular a conta da HBO Max a TV (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Como assistir HBO Max se sua TV não é compatível

iPhone: como usar o AirPlay para transmitir a HBO Max na TV

A tecnologia AirPlay permite espelhar conteúdos de um dispositivo Apple diretamente para um televisor de forma rápida e sem fios. Para acessar HBO Max na TV com esse recurso, basta seguir os passos abaixo:

  1. Certifique-se de que ambos os aparelhos estão conectados à mesma rede Wi-Fi.
  2. Abra o aplicativo da HBO Max no iPhone, escolha o filme ou série desejado e dê play.
  3. Toque na tela para abrir a barra de controles e selecione o ícone do AirPlay no canto superior direito.
  4. Escolha o seu televisor na lista de dispositivos para parear o sinal e assistir HBO Max na TV instantaneamente.
Selecionando o AirPlay no iPhone para espelhar a HBO Max na TV e escolher o dispositivo de áudio
Selecionando o AirPlay para espelhar a tela da HBO Max (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Android: como transmitir o HBO Max na TV via Chromecast

O espelhamento via Chromecast é ideal para quem usa dispositivos Android e busca praticidade para transmitir conteúdos da HBO Max diretamente para a tela grande. O processo é simples e funciona tanto com o dongle do Google quanto em aparelhos que já possuem Chromecast built-in integrado de fábrica.

  1. Verifique se o seu celular ou tablet Android e o televisor com o gadget estão conectados na mesma rede Wi-Fi.
  2. Acesse o aplicativo da HBO Max e dê play no conteúdo que você deseja assistir.
  3. Toque na tela para exibir os controles do player e selecione o ícone de Transmissão no canto superior direito.
  4. Escolha o dispositivo com Chromecast na lista de conexões disponíveis para conectar a HBO Max na TV e começar a exibição.
  5. Após colocar a HBO Max na TV, você pode usar o aparelho Android para realizar outras atividades.
Seleção do Chromecast no celular para transmitir a HBO Max para a TV
Transmitindo a HBO Max do celular via Chromecast (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Prime Video: use o app do Prime Video para assistir HBO Max

Os assinantes do Amazon Prime podem integrar canais parceiros ao catálogo do Prime Video para simplificar o entretenimento. Dessa forma, fica muito mais prático acessar HBO Max na TV, mesmo que ela não tenha suporte para o serviço de streaming da Warner.

  1. Abra o aplicativo do Prime Video no celular, computador ou smart TV para iniciar o processo.
  2. Utilize a ferramenta de busca da plataforma e procure por “HBO Max”.
  3. Acesse a página dedicada ao canal HBO Max no ecossistema do Prime Video.
  4. Toque ou clique em “Comece a assistir” e siga as instruções para confirmar a assinatura integrada à sua conta Amazon.
  5. Concluída a ativação, você poderá assistir HBO Max na TV diretamente pela interface unificada do Prime Video.
Tela do Prime Video mostrando a contratação e o início de acesso ao canal HBO Max, com botão “Comece a assistir”
Realizando a assinatura da HBO Max pelo Prime Video (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Notebook + cabo HDMI: a alternativa para TVs antigas

Se a sua televisão é mais antiga e não possui recursos de smart TV, você pode conectar o notebook com cabo HDMI para espelhar a tela. Essa conexão física simples transforma o televisor em um monitor externo para acessar HBO Max na TV sem complicações.

  1. Conecte uma das pontas do cabo HDMI na entrada de vídeo da televisão e a outra na saída do notebook.
  2. Ligue ambos os aparelhos e, utilizando o controle remoto da TV, selecione a fonte de entrada correspondente ao canal HDMI utilizado.
  3. No notebook, configure a exibição: pressione as teclas Windows+P no Windows ou acesse o menu “Telas” nas Preferências do sistema no macOS.
  4. Escolha a opção para “Duplicar” a imagem ou utilizar a “Segunda tela somente” para transferir o áudio e o vídeo para o televisor.
  5. Abra o navegador, acesse hbomax.com, faça login e escolha o título desejado para assistir HBO Max na TV antiga.

Como colocar HBO Max na TV com ou sem o aplicativo

Saiba o passo a passo para acessar a HBO Max pela smart TV (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Selecionando a opção de login via QR code (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Enviando o código para vincular a conta da HBO Max a TV (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Selecionando o AirPlay para espelhar a tela da HBO Max (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Transmitindo a HBO Max do celular via Chromecast (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Realizando a assinatura da HBO Max pelo Prime Video (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
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VLC culpa Microsoft Defender por demora para abrir no Windows 11

VLC para Windows
VLC para Windows (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
Resumo
  • desenvolvedor relatou que o VLC levou 33 segundos para iniciar a reprodução de um arquivo MP3 no Windows 11;

  • responsável pelo VLC, VideoLAN respondeu que o problema é provocado por um erro do Microsoft Defender que afeta o cache do aplicativo;

  • a maior parte dos usuários que acompanharam a discussão se posicionou ao lado da VideoLAN.

O VLC é um reprodutor de mídia bastante apreciado por ser gratuito, ter código-fonte aberto e oferecer várias funcionalidades. Mas isso não o isenta de críticas: um usuário reclamou que a ferramenta demora 33 segundos em seu PC com Windows 11 para iniciar a reprodução de um arquivo MP3. A surpresa veio na sequência: a VideoLAN culpou o Microsoft Defender pelo problema.

A VideoLAN é a organização que mantém o VLC, sendo também conhecida por desenvolver ou colaborar com outras soluções de mídia, como o aplicativo x264 para transmissões no padrão H.264.

Mas, de longe, o VLC é o projeto da VideoLAN que mais atrai usuários, afinal, a ferramenta reproduz diversos formatos de áudio e vídeo, tem versões para Windows, macOS, Linux e outros sistemas operacionais, conta com código-fonte aberto e é gratuito, como já dito.

Eis que, nesta semana, o desenvolvedor de jogos independentes Jonathan Blow usou o X para relatar que abandonou o VLC por problemas de desempenho:

Finalmente mudei do VLC para o Microsoft Media Player, pois o VLC agora leva 33 segundos para começar a trocar um MP3 após clicar nele.

Um setor importante do software de código aberto está em um lugar verdadeiramente constrangedor atualmente…

Jonathan Blow

VideoLAN culpa Microsoft Defender

Talvez Blow não estivesse esperando que a própria VideoLAN daria uma resposta. Mas a organização deu:

Isso [a demora do VLC] se deve a um “bug”do Microsoft Defender em uma atualização do Windows 11, que magicamente fez com que o cache de plugins do VLC fosse colocado em quarentena pelo Windows.

Reinstalar o VLC ou restaurar o cache de plugins resolve o problema. Chamar o software de código aberto de constrangedor quando [a causa] é uma atualização do Windows que o prejudicou é bastante desrespeitoso.

VideoLAN

This is because of a « bug » from Microsoft Defender in one update of Windows 11, who magically made VLC plugins cache quarantined by Windows.
Reinstalling VLC or regeneration of the plugin cache will fix this.

Calling open source software embarrassing when it is a Windows… https://t.co/IFLrXFZFsv

— VideoLAN (@videolan) August 12, 2026

Para Jonathan Blow, a resposta não foi convincente. Em outra postagem, o desenvolvedor afirmou que uma das primeiras lições que aprendeu na profissão foi a de que o usuário não sabe o motivo de um software estar falhando e que quer apenas que ele funcione, com o responsável devendo cuidar disso.

Alguns usuários que acompanharam a interação se posicionaram ao lado de Blow. Mas a maioria ficou ao lado da VideoLAN ou reforçou as críticas ao Windows dizendo que o problema não ocorre em distribuições Linux, por exemplo.

Talvez em tom de brincadeira, outros usuários sugeriram alternativas tão ou mais clássicas que o VLC, como o Media Player Classic (que foi descontinuado, mas ainda pode ser encontrado em alguns cantos da web) e até o Winamp.

Para quem tem o VLC no Windows e enfrenta o problema, uma possível solução está em excluir a ferramenta do Microsoft Defender.

Para isso, busque a opção Segurança do Windows no Menu Iniciar e vá em Proteção contra vírus e ameaças / Gerenciar configurações (dentro da área Configurações de proteção contra vírus e ameaças) / Adicionar ou remover exclusões / Adicionar uma exclusão / Arquivo. Ali, localize o executável do VLC.

VLC culpa Microsoft Defender por demora para abrir no Windows 11

VLC para Windows (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
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Alimentador smart fica fora do ar e deixa pets sem comida

Imagem de um gato com produtos da Petlibro postos em um fundo branco
Produtos da Petlibro apresentam falha após problema em servidores (imagem: reprodução/Petlibro)
Resumo
  • Uma falha nos servidores da Petlibro deixou tutores sem acesso remoto a aparelhos de alimentação e higiene de pets desde terça-feira.
  • A instabilidade afetou alimentadores, bebedouros e caixas de areia automáticas, impedindo que funcionassem conforme a programação.
  • O CEO York Wu afirmou que o problema ocorreu na comunicação entre o aplicativo, os aparelhos e os servidores online da empresa.

Uma falha nos servidores da Pelibro tem deixado tutores sem acesso remoto a aparelhos de alimentação e higiene dos próprios pets desde terça-feira. A instabilidade impediu que comedouros, bebedouros e caixas de areia inteligentes funcionassem conforme a programação.

Segundo o CEO York Wu, o problema ocorreu na comunicação entre o aplicativo, os aparelhos e os servidores online da empresa. Ele falou ao The Verge.

A falha gerou preocupação principalmente entre pessoas que estavam fora de casa e dependiam da automação para alimentar cães e gatos. Com o app offline, além de não conseguirem controlar os dispositivos, os usuários relatam que não podem ver o histórico de uso pelos pets.

Falha atingiu diferentes aparelhos

Captura de tela de representação visual do app da Petlibro
Diversas linhas da marca apresentaram falha, segundo relatos (imagem: reprodução/Petlibro)

As queixas envolveram várias linhas do ecossistema da Petlibro. Entre os produtos atingidos, usuários relataram problemas nos alimentadores automáticos RFID, Granary e Polar, que deixaram de liberar ração nos horários definidos.

Também houve relatos de falhas em bebedouros Dockstream, que interromperam o bombeamento de água, e em caixas de areia Luma, que pararam de executar os ciclos de limpeza automáticos.

Além disso, comandos manuais pelo app ficaram indisponíveis, impedindo a execução de funções como Feed Now, usada para liberar ração.

O transtorno foi mais grave para quem estava viajando ou passando o dia fora de casa. Nesses casos, a falha deixou tutores sem confirmar se os animais haviam recebido água, comida ou limpeza automática.

Queixas continuam nas redes sociais

A Petlibro reconheceu, na terça-feira, que enfrentava uma instabilidade de serviço, mas afirmou inicialmente que o problema afetava apenas “algumas funções do aplicativo” e não detalhou a causa da queda dos servidores.

Segundo a empresa, horários pré-configurados deveriam continuar funcionando mesmo sem conexão, por ficarem salvos na memória dos aparelhos. No entanto, consumidores afirmaram que os produtos não dispensaram ração. “Estamos cientes de relatos de alguns clientes cujos dispositivos não se comportaram como esperado e estamos analisando esses casos individualmente”, afirmou York Wu.

Na quarta-feira, a Petlibro informou que “grande parte do serviço havia sido restaurado” e atualizou o status para indicar que os sistemas estavam “totalmente reestabelecidos” logo depois.

Ainda assim, relatos publicados no Reddit até a manhã desta quinta-feira (13/08) mostravam que alguns clientes ainda enfrentavam problemas.

Alimentador smart fica fora do ar e deixa pets sem comida

(imagem: reprodução/Petlibro)

(imagem: reprodução/Petlibro)
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Edição especial: Edge 70 Fusion (256 GB) cai de preço com cupom no Mercado Livre

10% OFF DISPONíVEL NA PáGINA Mercado Livre 34% OFF Ver preço

Prós
  • MIL-STD-810H, IP68 e IP69
  • Tela com 144 Hz
  • Brilho de até 5.200 nits
  • Câmera de 50 MP com OIS
  • RAM expansível para até 24 GB
  • Bateria de 5.200 mAh
Contras
  • Sem câmera teleobjetiva
  • Não traz carregamento sem fio
  • Estrutura de plástico
  • Atualizações por somente 3 anos
PIX Cupom
10% OFF DISPONíVEL NA PáGINA Mercado Livre 34% OFF Ver preço
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O Edge 70 Fusion FIFA World Cup Collection de 256 GB está saindo por R$ 1.979 no Pix com cupom de 10% OFF disponível na página do Mercado Livre. A edição especial do celular da Motorola, com acabamento em ouro 24K, tela AMOLED de 144 Hz e câmera de 50 MP, recebe desconto de 34% sobre o preço original de R$ 2.999.

Edição especial do Edge 70 Fusion tem acabamento em ouro 24K

Motorola Edge 70 Fusion FIFA World Cup Collection (imagem: Divulgação/Motorola)
Corpo do Edge 70 Fusion FIFA World Cup Collection tem detalhes em ouro 24K (imagem: Divulgação/Motorola)

Esta edição especial do Edge 70 Fusion possui um corpo com detalhes banhados a ouro 24K e a traseira texturizada que imita uma bola de futebol. As certificações IP68/IP69 e MIL-STD-810H conferem proteção em cenários como ambientes empoeirados, jatos d’água de alta pressão e altas temperaturas.

Seu chip Qualcomm Snapdragon 7s Gen 3 e os até 24 GB de RAM via RAM Boost permitem rodar apps em multitarefa, games como FIFA Heroes, que vem pré-instalado nesta edição, e algumas funções da suíte Moto AI. Os 256 GB de armazenamento interno oferecem espaço razoável para guardar fotos e vídeos.

A tela Extreme AMOLED com certificação Pantone Verified de 6,78″ tem taxa de 144 Hz, brilho de até 5.200 nits, e reproduz imagens com cores vibrantes e altíssima fluidez, além de garantir a visibilidade em qualquer lugar. O vidro Gorilla Glass 7i protege-a contra arranhões e pancadas.

Motorola Edge 70 Fusion (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Edge 70 Fusion traz câmeras wide de 50 MP e ultrawide de 13 MP (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

O kit de câmeras do Edge 70 Fusion inclui uma wide com sensor Sony LYTIA 710 de 50 MP e OIS e uma ultrawide de 13 MP, que captam belas cenas em ambientes amplos, e uma frontal de 32 MP que tira ótimas selfies. Todas filmam em 4K.

Sua bateria de 5.200 mAh resiste até 39 horas segundo a Motorola. O suporte ao carregamento de 68 W permite injetar uma carga para até 12 horas de uso em apenas 10 minutos, recurso ideal para usuários com agendas corridas.

O Motorola Edge 70 Fusion FIFA World Cup Collection de 256 GB (R$ 1.979 no Pix com cupom de 10% OFF disponível na página) será atualizado até o Android 19 e possui conectividade 5G, Wi-Fi 6EBluetooth 6.0 e NFC.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Edição especial: Edge 70 Fusion (256 GB) cai de preço com cupom no Mercado Livre

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Adblock desiste da briga contra os anúncios no Facebook

uBlock Origin não vai mais dedicar esforços para anúncios no Facebook (arte: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O uBlock Origin, uma extensão de bloqueador de anúncios, decidiu parar de atualizar as listas de filtragem para o Facebook devido às constantes mudanças feitas pela Meta para dificultar a identificação de publicidade.
  • Segundo os desenvolvedores, Meta modifica continuamente a estrutura das páginas do Facebook para driblar bloqueadores.
  • A decisão do uBlock Origin ocorre em um momento em que a Meta está sofrendo pressão de reguladores e entidades de proteção digital.

O uBlock Origin decidiu encerrar o bloqueio de anúncios no Facebook. A medida foi adotada após “anos” de tentativas para acompanhar as mudanças feitas pela Meta para dificultar a identificação de publicidade digital, segundo a equipe por trás da ferramenta.

Um membro do projeto confirmou que a Meta modifica continuamente a estrutura das páginas do Facebook para driblar bloqueadores. Por isso, o projeto, formato em grande parte por desenvolvedores voluntários, não priorizará mais o a rede social.

A mudança não significa que a ferramenta de adblock deixará de funcionar como um todo, nem que todos os anúncios do Facebook passarão automaticamente a aparecer para os usuários.

Meta dificulta filtros no Facebook

Telas do Facebook
Meta estaria dificultando a leitura dos anúncios pelas extensões (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O embate entre o Facebook e bloqueadores de anúncios não é novo. De acordo com o Neowin, a Meta usou, nos últimos anos, técnicas para tornar a leitura dos anúncios mais difícil pelas extensões de navegador. O uBlock Origin, por exemplo, oferece versões para Google Chrome, Firefox, Microsoft Edge e Opera.

Uma das estratégias é a fragmentação de termos como “Patrocinado”, dividindo a palavra em letras separadas dentro do código da página. Outra medida seria a inclusão de caracteres falsos e mudanças aleatórias na ordem das letras no código-fonte.

Um desenvolvedor afirmou no fórum do projeto que a Meta monitora projetos open-source para criar contramedidas. O resultado, segundo os mantenedores, foi uma guerra de código que exigia novas adaptações a cada correção.

Extensão aceitará contribuições

Com a decisão, os desenvolvedores principais não vão mais atualizar as listas oficiais de filtragem do Facebook. O uBlock Origin continuará aceitando contribuições voluntárias enviadas por usuários externos.

A extensão já deixou de funcionar no Google Chrome após a migração definitiva para o padrão Manifest V3, enquanto a Microsoft definiu um cronograma para encerrar o suporte no Edge. O bloqueador ainda funciona normalmente em navegadores como Mozilla Firefox e Brave.

Meta Ads sob pressão

Imagem mostra exemplos de anúncios patrocinados do Meta Ads
Meta Ads é alvo de críticas por permitir conteúdo impróprio em anúncios (Imagem: Reprodução / Meta)

Apesar de serem associados principalmente a quem quer navegar sem interrupções publicitárias, bloqueadores de anúncios também são usados por pessoas que buscam evitar determinados tipos de publicidade, como jogos de azar. A decisão do uBlock Origin, portanto, ocorre em um momento em que a supervisão da Meta sobre os anúncios vem sendo questionada por reguladores e entidades de proteção digital.

Em janeiro, a Comissão de Jogos do Reino Unido acusou a empresa de permitir a circulação de anúncios de cassinos online ilegais no Facebook e no Instagram. Muitas dessas peças usavam a expressão “Not on GamStop”, em referência ao sistema britânico de autoexclusão para apostadores.

Mais recentemente, uma investigação apontou que a Meta aprovou anúncios pagos com material explícito de abuso sexual infantil gerado por IA e links para aplicativos de nudez forçada. As publicidades estavam no Facebook, Instagram, Messenger e Threads. A empresa removeu o conteúdo após ser notificada.

Adblock desiste da briga contra os anúncios no Facebook

uBlock Origin (arte: Vitor Pádua/Tecnoblog)

(Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

(Imagem: Reprodução / Meta)
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Instagram ganha novo logo; veja o que mudou

Parte do logo do Instagram com algumas curvas das letras em destaque
Logo não sofria alteração desde 2016 (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O Instagram lançou um novo logotipo com o nome da rede, que apresenta uma fonte mais moderna e minimalista.
  • A nova fonte é mais tradicional e sem serifas. As letras “s”, “g” e “r” mantiveram curvas que remetem à fonte cursiva original.
  • O novo logotipo gerou opiniões divergentes entre os usuários, com alguns elogiando a atualização e outros criticando a legibilidade.

O Instagram trocou o logo que contém seu nome e aparece no topo do site e do app. Sai a fonte mais cursiva, entram letras de formato muito mais tradicional.

“A wordmark [logotipo de texto] no topo do app não mudava há dez anos, então era hora de atualizar”, diz Adam Mosseri, chefe do Instagram, em um post na rede social. “Mais limpo e moderno, com referências ao original, trazendo a simplicidade e o cuidado artesanal que sempre definiram o Instagram.”

Novo logo do Instagram, com fonte sem serifa e moderna. A letra "s" conserva um traço manuscrito. A letra "g" tem uma volta no seu traço abaixo da linha. A letra "r" tem uma curva que lembra manuscrito.
Novo logo combina fonte sem serifa com elementos manuscritos que remetem ao original (imagem: Adam Mosseri/Meta)

O que mudou no logo do Instagram?

O novo logo apresentado por Mosseri tem visual mais minimalista e moderno, com tipografia sem serifas. Ao dizer que há referências à versão original, o executivo provavelmente se refere às letras “s”, “g” e “r”, que mantiveram um design menos convencional, com curvas que remetem a uma fonte cursiva.

O primeiro logotipo de texto do Instagram, de 2010, tinha uma fonte manuscrita. Em 2013, a Meta (então chamada Facebook) fez a primeira alteração, suavizando as letras. Alguns pequenos retoques foram feitos nos anos seguintes. Desde 2016, o logo era o mesmo.

Três versões da palavra 'Instagram' escritas em preto sobre fundo branco, organizadas lado a lado. À esquerda, acima de '2010', o texto está em uma caligrafia cursiva clássica e inclinada. Ao centro, acima do ano '2016', o texto utiliza uma tipografia cursiva levemente modificada, com traços mais uniformes. À direita, acima de '2026', a palavra aparece em uma fonte arredondada moderna, sem inclinação, com letras bem definidas e espaçamento constante.
Instagram modernizou sua fonte ao longo dos anos (montagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Vale dizer que o ícone do Instagram permanece o mesmo. As primeiras versões eram bastante detalhadas, lembrando uma câmera instantânea, seguindo o esqueumorfismo (design imitando objetos físicos) que estava em alta naquela época.

Em 2016, a Meta fez um redesign radical e deixou apenas as linhas gerais de corpo, lente e visor em um fundo gradiente de laranja para roxo. O ajuste mais recente é de 2022, com cores mais saturadas e claras.

Evolução de três ícones dispostos lado a lado sobre fundo branco, acompanhados por anos. À esquerda, abaixo de '2010', há uma câmera vintage em tons de bege e marrom, com detalhes de arco-íris e o texto 'INST'. Ao centro, sob '2016', um ícone com contorno branco de câmera sobre um fundo em gradiente de amarelo, rosa e roxo. À direita, sob '2022', uma versão do ícone de 2016 com gradiente em cores mais brilhantes, vívidas e saturadas.
Ícone ficou mais minimalista e colorido (montagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

“Irvstagzam”?

O novo logo dividiu opiniões nos comentários do post de Mosseri. Um usuário questionou justamente as letras que fazem referência ao design original, dizendo que parece que está escrito “Irvstagzam”. “Instagzam” e “Instazam” também apareceram nas reclamações.

Outros escreveram coisas como “se não está quebrado, não mexa” e “tive um derrame olhando para isso”. Também houve quem gostasse. “Parabéns à equipe de design! Parece familiar e atualizado ao mesmo tempo!”, comentou um usuário.

Instagram ganha novo logo; veja o que mudou

Logo não sofria alteração desde 2016 (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Instagram modernizou sua fonte ao longo dos anos (montagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Ícone ficou mais minimalista e colorido (montagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
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Aproveite: Galaxy Watch 8 LTE tem queda de 64% na melhor oferta já registrada


Prós
  • Tela Super AMOLED de 3.000 nits
  • Suporte a NFC e GPS dupla frequência
  • Compatível com Galaxy AI
  • Responde notificações e mensagens
  • Certificação IP68 e MIL-STD-810H
Contras
  • Autonomia reduzida com GPS ativo
  • Não conversa com iPhone
  • Funções exclusivas com linha Galaxy
PIX
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O Galaxy Watch 8 LTE de 40 mm está saindo por apenas R$ 1.199 no Pix na Amazon. O smartwatch da Samsung, com tela Super AMOLED e sensor BioActive para a prática de esportes, atinge o menor preço já registrado com desconto de 64% sobre o original de R$ 3.299.

Galaxy Watch 8 tem tela Super AMOLED e sensor BioActive

A tela Super AMOLED de 1,34″ do Galaxy Watch 8 possui brilho forte de até 3.000 nits, capaz de reproduzir cores vibrantes com visibilidade garantida em qualquer ambiente. O vidro Cristal de Safira protege o display contra quedas e pancadas.

O sensor BioActive e os demais auxiliares oferecem suporte a diversas atividades esportivas, com modos para caminhada, corrida e ciclismo, e suportam funções de qualidade de vida como eletrocardiograma (ECG), medidores do sono e estresse, da saúde da mulher e da oxigenação do sangue.

O suporte a 4G/LTE permite que um dos melhores smartwatches do mercado seja uma importante ferramenta de suporte: no caso de uma emergência médica, ele pode disparar alertas para contatos específicos e realizar chamadas para números como 190 (polícia) e 192 (ambulância), sem depender de um celular.

O Galaxy Watch 8 é equipado com um chip Exynos W1000, 2 GB de RAM e 32 GB de espaço interno, que permitem ao smartwatch instalar e rodar apps localmente com alto desempenho. Sua bateria de 435 mAh resiste até 40 horas de uso segundo a Samsung, e suporta carregamento sem fio de 10 W.

Além do 4G/LTE, que permite download de apps sem precisar da conexão do celular, o gadget conversa com redes Wi-Fi 5Bluetooth 5.3, NFC e GPS multibanda. As certificações militar MIL-STD-810H e IP68 conferem a seu corpo de alumínio Armor de 40 mm resistência a climas extremos e mergulhos em profundidade.

O Galaxy Watch 8 LTE de 40 mm (apenas R$ 1.199 no Pix) roda Wear OS 6 e é compatível com todas as soluções do Google.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Aproveite: Galaxy Watch 8 LTE tem queda de 64% na melhor oferta já registrada

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Galaxy Watch 8 LTE (40 mm) com tela AMOLED e sensores avançados para a prática de esportes atinge o menor preço já visto, com desconto de 64% no Pix

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Shopee Turbo: nova modalidade entrega produtos em até 4 horas

Shopee Turbo: nova modalidade entrega produtos em até 4 horas
Shopee Turbo: nova modalidade entrega produtos em até 4 horas (imagem: reprodução/Shopee)
Resumo
  • Shopee lançou o Shopee Turbo, modalidade de entrega rápida que permite receber produtos em até 4 horas após o fechamento da compra;
  • novidade conta com mais de 4 mil lojas participantes, incluindo Americanas e Heineken Express, e é direcionada principalmente para a compra de alimentos frescos, congelados ou perecíveis;
  • Shopee Turbo está disponível inicialmente na Grande São Paulo; produtos podem ser identificados com um selo que traz um símbolo de um raio e a palavra “Turbo”.

Shopee Turbo. Esse é o nome da nova modalidade de entrega rápida da plataforma de comércio eletrônico. Por meio dela, é possível receber produtos em até quatro horas depois do fechamento da compra. Os itens participantes são identificados com um selo que traz um símbolo de um raio e a palavra “Turbo”.

De acordo com o marketplace, o Shopee Turbo conta, já nesta estreia, com mais de 4 mil lojas participantes, incluindo varejistas como Americanas, Daki e Heineken Express.

A entrega em até quatro horas é direcionada principalmente para a compra de alimentos frescos, congelados ou perecíveis, bem como para bebidas geladas. Isso faz o Shopee Turbo concorrer, até certo ponto, com iniciativas como Amazon Now e 99Compras, que também permitem a aquisição desses produtos com entrega rápida.

É importante deixar claro, porém, que a nova modalidade contempla diversos tipos de categorias, e não só alimentos e bebidas, como itens de higiene ou cuidado pessoal, pet shop e produtos de limpeza.

O Turbo é uma extensão natural das nossas soluções de marketplace e entrega para atender as necessidades dos consumidores e apoiar empreendedores a alcançar mais pessoas em ocasiões em que velocidade e disponibilidade local fazem diferença.

Com os vendedores brasileiros respondendo por 95% das vendas em nossa plataforma, seguimos comprometidos em ampliar sua participação na economia digital.

Felipe Lima, diretor de desenvolvimento de megócios e operações de fulfillment da Shopee

Produtos com Shopee Turbo são identificados com selo
Produtos com Shopee Turbo são identificados com selo (imagem: reprodução/Shopee)

Como funciona o Shopee Turbo?

Para começar, é necessário identificar os produtos que levam o já mencionado selo “Turbo”. Uma forma de ter acesso rápido a eles é abrir a categoria de mesmo nome do topo do aplicativo da plataforma.

Normalmente, o tempo previsto de entrega do produto é informado junto ao selo. O prazo de quatro horas consiste no período máximo de espera. Dependendo de fatores como localização e horário de compra, a entrega pode ser realizada antes.

Os famosos cupons da plataforma para frete gratuito também estão presentes no Shopee Turbo, desde que a compra tenha valor superior a R$ 10.

Mas há uma limitação importante: pelo menos nesta fase inicial, a nova modalidade funciona apenas na Grande São Paulo (capital paulista e municípios do entorno). Ainda não há informação sobre disponibilidade em outros locais.

Shopee Turbo: nova modalidade entrega produtos em até 4 horas

Shopee Turbo: nova modalidade entrega produtos em até 4 horas (imagem: reprodução/Shopee)
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Ele só queria ver Senhor dos Anéis, mas o Google apagou os filmes

MMO de Senhor dos Anéis seria produzido pela Amazon (Imagem: Divulgação/New Line)
Edição estendida de “O Senhor dos Anéis” sumiu de biblioteca do Google TV (Imagem: Divulgação/New Line)
Resumo
  • O Google removeu a trilogia “O Senhor dos Anéis” comprada por um usuário e alegou um bug no sistema após o cliente reclamar do sumiço dos filmes da sua biblioteca digital.
  • A empresa tentou negar o reembolso, afirmando que o prazo para solicitações de devolução havia expirado, mas recuou após repercussão negativa.
  • O problema foi parcialmente resolvido após a intervenção de um especialista sênior.

O Google se envolveu em uma polêmica sobre propriedade de mídia digital após a trilogia “O Senhor dos Anéis” desaparecer da biblioteca de um consumidor da plataforma Google TV. Inicialmente, a empresa negou o reembolso do conteúdo comprado em 2022, sob a justificativa do fim do prazo para devoluções.

No entanto, a empresa acabou recuando após a repercussão negativa. Ela citou uma falha técnica, fez o reembolso e emitiu um pedido de desculpas.

Por que o Google negou o reembolso?

O conflito começou quando o usuário divulgou no Reddit que a obra adaptada pelo diretor Peter Jackson não estava mais acessível. Ao contactar a equipe de atendimento, a primeira resposta recebida foi negativa em relação a qualquer tipo de ressarcimento.

Segundo a postagem, o representante do Google informou que compras digitais possuem um prazo máximo de 120 dias para solicitações de devolução de valores. Como a transação original foi realizada em 2022, o sistema bloqueava o estorno, mesmo diante do fato de que o pacote havia sumido do catálogo.

Como a situação foi resolvida?

Especialista do Google assumiu erro e creditou valor na conta do cliente (imagem: reprodução/Reddit)

A situação levantou discussões sobre os riscos da aquisição de mídia digital. Orientado por outros membros, o cliente solicitou que o atendimento fosse repassado a instâncias superiores. O cenário mudou após a intervenção de um especialista sênior, que assumiu a revisão do caso.

O funcionário confirmou que a resposta do suporte havia sido um erro. A empresa justificou que o pacote dos três filmes não é mais comercializado na loja, mas assegurou que as licenças de propriedade do usuário permanecem ativas. O sumiço, segundo a nota oficial, foi causado por um “problema de renderização com bibliotecas digitais”, o que impediu a exibição correta dos itens na interface do aplicativo.

Como forma de encerrar o chamado, o Google creditou o valor de 20 libras esterlinas (cerca de R$ 140) no perfil do consumidor, como pedido de desculpas pelos transtornos. Ainda assim, o cliente relatou em sua última atualização que o YouTube exibe o botão de compra e bloqueia a reprodução dos filmes, exigindo um novo pagamento.

No Google TV, apenas o primeiro e o terceiro longa voltaram a funcionar, enquanto “As Duas Torres” manteve o status de indisponível, indicando que as falhas de sincronização ainda não foram totalmente solucionadas.

Ele só queria ver Senhor dos Anéis, mas o Google apagou os filmes

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Brasil registrou 3,8 milhões de trocas de operadora no primeiro semestre

Ilustração mostra o logotipo das marcas Claro, Vivo e TIM lado a lado. Na parte inferior direita, o logitpo do "tecnoblog" é visível.
Telefonia móvel representa a maioria dos pedidos (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Quase 4 milhões de brasileiros trocaram de operadora no primeiro semestre de 2026, segundo a ABR Telecom.
  • A maioria das trocas ocorreu no mercado de telefonia celular, com quase 3 milhões de processos.
  • O estado de São Paulo liderou o ranking, com mais de 1 milhão de transferências, seguido pelo Rio de Janeiro e Minas Gerais.

No primeiro semestre de 2026, os brasileiros realizaram 3,8 milhões de trocas de operadora de telefonia mantendo o número original. O levantamento oficial foi elaborado pela entidade administradora do serviço no país, a Associação Brasileira de Recursos em Telecomunicações (ABR Telecom).

Os números refletem um cenário de continuidade no setor e alta demanda. Do total de pedidos efetivados até o fim de junho, a maioria ocorreu no mercado de telefonia celular: quase 3 milhões. A telefonia fixa, por sua vez, somou 868 mil transferências no mesmo intervalo.

O ranking por estado

O Tecnoblog obteve em primeira mão os números por estado. Eles revelam que a região Sudeste concentra a maior movimentação de linhas no país. O estado de São Paulo lidera o ranking nacional de forma isolada, registrando mais de 1 milhão de trocas. O Rio de Janeiro aparece na segunda colocação, com 404 mil transferências, seguido por Minas Gerais, com quase 365 mil.

A ABR Telecom nos informou que o volume do semestre está em linha com o histórico recente, sem apresentar picos ou quedas bruscas. A associação ressaltou ainda que não registra os motivos que levam os clientes a mudarem de empresa de telecomunicações.

Apesar do nosso enorme interesse pelo assunto, a ABR Telecom não informou quais operadoras mais ganharam ou mais perderam clientes.

UFPortabilidades
São Paulo1.089.713
Rio de Janeiro404.719
Minas Gerais364.895
Paraná295.832
Santa Catarina266.808
Rio Grande do Sul234.987
Distrito Federal159.116
Bahia133.738
Pernambuco128.401
Ceará127.233
Goiás96.946
Rio Grande do Norte66.247
Paraíba58.238
Pará56.365
Espírito Santo53.459
Mato Grosso48.381
Mato Grosso do Sul42.731
Alagoas35.527
Maranhão33.598
Amazonas30.129
Acre25.325
Sergipe21.879
Tocantins20.998
Piauí19.137
Rondônia14.902
Amapá7.196
Roraima3.942
Compilação: Tecnoblog | Dados: ABR Telecom | 1º semestre de 2026

O que é e como pedir a portabilidade?

Torre de telefonia
Operadoras têm até três dias úteis para concluir a transferência do número (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A portabilidade numérica é um direito do consumidor que permite a troca de prestadora mantendo o mesmo número. Garantida desde 2008, a regra é válida desde que a mudança seja feita na mesma modalidade de serviço (de móvel para móvel ou de fixo para fixo) e na mesma área de registro, mantendo o código de área (DDD).

Para realizar a migração, o interessado deve entrar em contato com a operadora desejada e formalizar a solicitação. O processo leva até três dias úteis e, desde 2023, exige uma confirmação do titular por SMS, para aumentar a segurança contra fraudes.

Em seus 18 anos de existência, a portabilidade numérica no país já alcançou a marca de 109 milhões de números telefônicos portados.

Brasil registrou 3,8 milhões de trocas de operadora no primeiro semestre

Claro, TIM e Vivo são as maiores operadoras de telefonia do país (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Telecomunicações (Ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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Galaxy S25 Edge (512 GB) com câmera de 200 MP despenca de preço no Magalu


Prós
  • Espessura ultrafina
  • Peso de apenas 163 g
  • AMOLED Dinâmico 2X com HDR10+
  • Chip Snapdragon 8 Elite
Contras
  • Bateria de apenas 3.900 mAh
  • Sem câmera teleobjetiva
PIX Cupom
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O Galaxy S25 Edge de 512 GB está saindo por R$ 3.999 no Pix com cupom TEL500 no Magazine Luiza. O celular de corpo fino da Samsung, equipado com chip Snapdragon de ponta e câmera principal de 200 MP, atinge o 2.º melhor preço em meses com desconto de 59% sobre o original de R$ 9.799.

Mesmo não sendo uma oferta histórica, esta é uma condição especial para quem procura um celular fininho que caiba no bolso, em mais de um sentido.

Galaxy S25 Edge: fininho com câmera de 200 MP e chip Snapdragon

celular premium da Samsung mais fino já lançado, o Galaxy S25 Edge possui corpo de titânio de apenas 5,8 mm de espessura, reforçado pelos vidros Gorilla Glass Victus 2 na traseira e Ceramic 2 sobre a tela, resistentes a riscos e arranhões. A certificação IP68 confere proteção contra poeira intensa e mergulhos acidentais.

A tela LTPO AMOLED 2X de 6,7″ suporta HDR10+ e traz taxa de 120 Hz, sendo capaz de reproduzir imagens realistas com alta fluidez nas transições em apps e games. O brilho de até 2.600 nits garante a visibilidade do display em ambientes sob luz intensa.

O celular entrega alto desempenho graças ao chip Snapdragon 8 Elite e aos 12 GB de RAM, que sustentam a execução de apps pesados, games exigentes e soluções do Galaxy AI localmente. Para quem gosta de fotografar e filmar, os 512 GB de armazenamento oferecem espaço interno de sobra.

Imagem colorida mostra um smartphone Samsung Galaxy S25 Edge sendo segurado em uma mão, com a traseira para cima. A foto está em close-up nas duas câmeras traseiras. Na parte inferior direita, o logotipo do "Tecnoblog" é visível.
Câmera de 200 MP do S25 Edge elimina efeito tremido em fotos (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O kit principal de câmeras do S25 Edge, que filma em 8K, é formado por uma wide de 200 MP com OIS e uma ultrawide de 12 MP, que captam belas cenas em ambientes abertos. A frontal também de 12 MP tira ótimas selfies e filma em 4K a 60 fps.

Sua bateria de 3.900 mAh resiste até 24 horas segundo a Samsung, e suporta carregamento rápido de 25 W via USB-C e de 15 W sem fio, garantindo o uso prolongado antes de pedir por mais energia.

O Galaxy S25 Edge de 512 GB (R$ 3.999 no Pix com cupom TEL500) conta com uma extensa cobertura de atualizações até o Android 22. O gadget possui conectividade 5G, Wi-Fi 7Bluetooth 5.4 e NFC.

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Galaxy S25 Edge (512 GB) com câmera de 200 MP despenca de preço no Magalu

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Galaxy S25 Edge (512 GB) tem câmera de 200 MP e chip Snapdragon 8 Elite; celular fininho da Samsung sai com valor 59% menor no Pix com cupom ao preço original

Samsung Galaxy S25 Edge (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
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Google Chrome ganha “blindagem” contra roubo de contas

Marca do Google Chrome
Google Chrome ganha “blindagem” contra roubo de contas (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Google adicionou uma proteção no Chrome chamada Device Bound Session Credentials (DBSC) para prevenir o roubo de contas por meio de cookies de sessão;
  • DBSC gera um par de chaves criptográficas exclusivo quando um usuário faz login em um site compatível, sendo a chave privada armazenada em um chip de segurança no computador do usuário, como o TPM em PCs com Windows ou o Secure Enclave em Macs;
  • a proteção já está ativa no Chrome 146 ou superior para Windows, bem como no Chrome para Mac.

Cookies de sessão são muito úteis. Eles permitem que um site reconheça que diferentes requisições pertencem ao seu computador, te mantendo autenticado ali. Mas tamanha praticidade tem um preço: não é incomum que cibercriminosos tentem “sequestrar” contas usando justamente cookies de sessão. É por isso que o Google adicionou uma proteção no Chrome que previne esse tipo de ação maliciosa.

O novo recurso é chamado de Device Bound Session Credentials (DBSC), ou “Credenciais de Sessão Vinculadas ao Dispositivo”, em tradução livre. Começa assim: quando você faz login em um site compatível e este cria um cookie de sessão, um par de chaves criptográficas exclusivo é gerado pelo navegador.

A chave privada desse par é então armazenada em um chip de segurança no computador do usuário, quando disponível — o chip TPM em PCs com Windows ou o Secure Enclave em Macs.

Que diferença isso faz? Bom, se um cookie de sessão for obtido por um hacker por qualquer meio que seja (com um malware) e transferido para outro computador para que a conta do usuário seja invadida, o acesso não será permitido, pois a máquina que recebeu o cookie não tem a chave criptográfica gerada via DBSC.

Isso porque a chave pública do par gerado fica armazenada em servidores web. Quando uma requisição de acesso é feita a um desses servidores, ele verifica o cookie de sessão e responde com um desafio de autenticação.

O resultado desse desafio só pode ser assinado pela chave privada armazenada pelo TPM ou Secure Enclave. Como a chave não está disponível no computador do invasor, o acesso indevido é recusado.

Mas e se o TPM ou Secure Enclave for violado? Bom, não dá para dizer que isso é impossível, mas esses chips foram desenvolvidos para serem “à prova de ataques”, então o risco de captura da chave criptográfica acaba sendo extremamente pequeno.

O fluxo de funcionamento do DBSC
O fluxo de funcionamento do DBSC (imagem: reprodução/Google)

O DBSC já está ativo no Chrome?

Sim. Mas a proteção requer o Chrome 146 ou superior para Windows. O Chrome para Mac também já suporta o DBSC, como observa o Ars Technica.

Já a disponibilidade para Linux ainda não é oficial. Até existe uma implementação da tecnologia no código do Chromium para esse sistema, mas ainda em fase de testes.

Google Chrome ganha “blindagem” contra roubo de contas

Google Chrome (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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Histórico: Galaxy A57 atinge preço imbatível em promoção no Mercado Livre

10% OFF DISPONíVEL NA PáGINA Mercado Livre 60% OFF Ver preço
R$ 3.599,0060% OFF

Prós
  • Tela Super AMOLED+ de 120 Hz
  • Câmara de vapor interna
  • Dimensões melhores e ficou mais leve
  • Carregamento rápido de 45 W
  • Certificação IP68
Contras
  • Bateria de 5.000 mAh continuou igual
  • Melhorias sutis em relação ao A56
PIX Cupom na página
10% OFF DISPONíVEL NA PáGINA Mercado Livre 60% OFF Ver preço
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O Galaxy A57 de 128 GB está saindo por R$ 1.457 no Pix com cupom de 10% OFF disponível na página do Mercado Livre. O smartphone da Samsung com câmera de 50 MP e tela Super AMOLED+ de 120 Hz atinge o menor preço histórico, com um desconto de 60% sobre o original de R$ 3.599.

Galaxy A57 tem tela Super AMOLED+ de 120 Hz e câmera de 50 MP

A tela de 6,7″ do Galaxy A57 é uma Super AMOLED+, uma evolução sutil da Super AMOLED que oferece melhor qualidade de imagem. Com taxa de 120 Hz e brilho de até 1.900 nits, o display reproduz cores vibrantes e com alta fluidez nas transições em apps e games, com visibilidade garantida em qualquer lugar.

Seu chip Exynos 1680 e os 8 GB de RAM suportam apps em multitarefa e games, além de algumas funções da suíte Galaxy AI. Embora só tenha 128 GB de espaço interno, pode ser expandido com planos de armazenamento na nuvem.

O kit de câmeras de um dos melhores celulares de 2026 inclui uma wide de 50 MP com OIS e uma ultrawide de 12 MP, que capturam imagens com grandes ângulos, uma rara macro de 5 MP para aproximações de elementos pequenos, e uma frontal de 12 MP que tira ótimas selfies. Além disso, filmam em resolução 4K.

Pessoa segurando um smartphone azul com câmera traseira, em uma mesa de trabalho com notebook ao fundo
A57 traz incomum câmera macro de 5 MP e wide de 50 MP para o dia a dia (foto: Ana Marques/Tecnoblog)

O corpo de alumínio do A57 recebe o vidro Gorilla Glass Victus+ em ambos os lados, conferindo resistência contra quedas e pancadas. Já a certificação IP68 adiciona proteção adicional em cenários como ambientes empoeirados e mergulhos acidentais.

Sua bateria de 5.000 mAh tem autonomia de dois dias de uso segundo a Samsung, e suporta carregamento rápido de 45 W via cabo USB-C, capaz de injetar uma carga de 60% em 30 minutos. Dessa forma, o usuário terá energia de sobra no corre-corre diário.

O Galaxy A57 de 128 GB (R$ 1.457 no Pix com cupom de 10% OFF disponível na página) roda Android 16 e é elegível a seis atualizações do sistema operacional. O gadget possui conectividade 5G, Wi-Fi 6E, Bluetooth 6.0 e NFC.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Histórico: Galaxy A57 atinge preço imbatível em promoção no Mercado Livre

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Galaxy A57 (128 GB) com tela Super AMOLED+ e câmera principal de 50 MP alcança o menor preço histórico em oferta no Pix com cupom

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iPhone 20 Pro: smartphone todo em vidro estaria em produção

Novo iPhone 20 Pro, com display de bordas infinitas, já estaria em produção (ilustração: reprodução/MacRumors)
Resumo
  • O iPhone 20 Pro, com design todo em vidro e tela “infinita”, está em produção, segundo o leaker Digital Chat Station.
  • A fabricação de displays para o dispositivo já começou, visando o lançamento em 2027, possivelmente entre maio e junho.
  • O novo iPhone seria lançado em comemoração aos 20 anos do lançamento do primeiro celular da Apple, em 2007.

Um novo iPhone feito todo em vidro poderia estar a caminho, segundo o leaker chinês Digital Chat Station (DCS). A informação é de que a fabricação de displays para o dispositivo já teria começado, visando a primeira janela de lançamento da Apple para 2027, que pode acontecer entre maio e junho.

O suposto iPhone 20 Pro seria um modelo comemorativo pelos 20 anos do lançamento do primeiro celular da maçã, teria, pela primeira vez, a chamada “tela infinita”, com as quadro bordas curvas. Ainda não há uma confirmação do nome do modelo, mas rumores apontam para uma estratégia diferente, como já aconteceu no passado com o iPhone X, em 2017, que pulou a edição “9”.

De acordo com o 9to5Mac, a expectativa é por um celular com bordas semelhantes às do Apple Watch, que dá a impressão de display infinito, mas com design mais sofisticado. Vale lembrar que, antes do modelo, devem ser anunciados em setembro deste ano os novos iPhone 18 Pro e o primeiro dobrável da empresa, ainda sem nome definido.

Mudança radical no design?

O aparelho apelidado de iPhone 20 Pro pode ser o primeiro com bordas curvas da Apple, assim como trazer um design com acabamento todo em vidro. Seria uma nova proposta de iPhone na comemoração dos 20 anos do smartphone, lançado em 2007 por Steve Jobs.

iPhone X
iPhone X chegou com nomenclatura diferente, pulou o “9” e marcou mudanças significativas na linha (imagem: Lucas Braga/Tecnoblog)

Apesar da expectativa, rumores recentes apontaram para outra direção. Enquanto um analista afirmou que a empresa classificou as novidades como muito difíceis de implementar, o jornalista Mark Gurman, da Bloomberg conhecido por acertar diversas previsões, afirmou que o projeto não teria sido cancelado.

Também não há unanimidade quanto ao possível novo nome. Alguns veículos especializados falam em um nome especial, como o iPhone X, enquanto outros veem a novidade como um simples update da linha Pro, ou seja, iPhone 19 Pro.

Unidades do display estariam em produção

Fortes rumores vindos da China apontam que o novo iPhone com tela infinita é, sim, uma realidade próxima. Ainda segundo Digital Chat Station, a peça já está na cadeia de produção dos celulares da marca.

Uma imagem mostra um smartphone iPhone 17 sendo testado em um laboratório. Um objeto metálico com a ponta cilíndrica está pressionando o centro da tela, que exibe uma pequena área de dano. O aparelho está apoiado em duas peças de madeira.
Linha de produção da Apple já considera os displays com borda infinita, diz leaker (imagem: reprodução/Tom’s Guide)

A informação casa com o relato de outro leaker, Ice Universe, que também teria visto as peças em fabricação. Segundo ele, a tela tem uma “combinação sofisticada” de efeitos como refração e direcionamento de iluminação, além de criar uma ilusão visual de continuidade. O DCS, por sua vez, fala em quatro bordas curvas e refração da luz que, junto ao design, cria o mesmo efeito de infinito, como se não tivesse bordas.

iPhone 20 Pro: smartphone todo em vidro estaria em produção

iPhone 17 é resistente a riscos na tela (imagem: reprodução/Tom's Guide)
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Centro-Oeste ganhará nova operadora de celular

Mão segurando celular com logotipo da operadora sobre fundo laranja
Brisanet irá oferecer serviço móvel na região Centro-Oeste (arte: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • A cearense Brisanet expandirá sua cobertura de telefonia móvel para cidades pequenas de Goiás e Mato Grosso do Sul ainda este ano.
  • A Brisanet iniciará sua oferta de planos móveis no Centro-Oeste no dia 26 deste mês, começando por cidades pequenas com menos de 30 mil moradores.
  • A empresa é a quarta maior operadora de banda larga fixa do país e tem 2,8% de participação no mercado, com mais de 1 milhão de clientes móveis.

Até o fim do mês, os moradores dos estados de Goiás e Mato Grosso do Sul ganharão uma nova operadora de telefonia móvel, a cearense Brisanet. Segundo reportagem do Teletime, a oferta iniciará no dia 26, daqui a duas semanas, e começará por cidades pequenas, com menos de 30 mil moradores.

A Brisanet não é novata no setor: com a atuação focada em estados do Nordeste até então, ela é hoje a quarta maior operadora de banda larga fixa do país, com 2,8% de participação, atrás apenas do trio Claro, Vivo e Nio. No móvel, a empresa iniciou a atuação em 2023 na região Nordeste, após adquirir a licença do espectro de 3,5 GHz (banda n78) e 2.300 MHz (banda 40/n40) no leilão de 2021, onde outras empresas também adquiriram licenças (nacionais ou regionais).

Em maio, a Brisanet e as outras entrantes (Unifique, Amazônia 5G e Iez!) também adquiriram licenças para a faixa de 700 MHz, permitindo mais capacidade e cobertura e aumentando suas obrigações de cobertura.

Até o momento, a Brisanet é, de longe, a maior das três entrantes do móvel, com pouco mais de 1 milhão de clientes, comparados aos quase 338 mil clientes da Unifique e a quantidade desconhecida da Iez! (que não reportou clientes até junho para a Anatel).

Oferta em parceria com provedores regionais

Ao contrário do que a Brisanet faz em sua região de origem, a oferta dos planos móveis no Centro-Oeste deve acontecer através de outros provedores regionais. É uma estratégia que tem sido replicada pelas outras duas entrantes (Unifique e Iez!), além de diversas das MVNOs.

Superficialmente, a estratégia faz sentido, ao aproveitar a presença já existente dos provedores nestas cidades, além de reduzir a despesa com marketing da Brisanet. Segundo a empresa, em cidades maiores de 20 mil habitantes, a venda ficará por conta da própria Brisanet.

Hoje, os planos móveis da Brisanet começam em R$ 29,99 (nos primeiros 12 meses) com 20 GB e vão até R$ 59,99. Em locais sem cobertura própria, os celulares Brisanet se conectam à rede da TIM, mas o consumo em roaming é menor do que o permitido na rede própria. A empresa também oferece 5G FWA por R$ 129,90 com 500 GB ou 1 TB por 179,90.

Obrigações de cobertura explicam expansão

Operadoras regionais e suas áreas de cobertura (arte: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A expansão da Brisanet para o Centro-Oeste é fácil de explicar: em 2021, ela também adquiriu a licença para ofertar telefonia 5G na região.

As primeiras obrigações de cobertura dos dois leilões (2021 e 2026) estão batendo na porta: até o dia 31 de dezembro, ela precisa cobrir 30% das cidades de até 30 mil habitantes com 5G em sua área de cobertura, além de cobrir 100% dos trechos ainda não cobertos da BR-101 em sua área de cobertura e 20% de uma lista de localidades não-cobertas com 4G.

Serão 62 cidades goianas e 53 cidades sul-matogrossenses cobertas, com um investimento de R$ 100 milhões, além de mais 115 cidades no ano de 2027.

José Roberto Nogueira é fundador e CEO da Brisanet (foto: divulgação)

O CEO Roberto Roberto Nogueira afirmou ao Teletime que considera cobrir todas as cidades de até 30 mil habitantes do Nordeste e Centro-Oeste até 2029, um ano antes do prazo imposto às empresas do setor.

Por ora, não é possível esperar ofertas muito agressivas nesta expansão: a Brisanet quer aumentar seu ARPU (renda média por usuário) do segmento móvel, dos atuais R$ 20 para R$ 30 no ano que vem. A ideia de rentabilizar mais a clientela é uma tendência no setor: grandes empresas já vem aplicando ao lançar novos planos com valores iniciais de R$ 30 ou superiores.

Centro-Oeste ganhará nova operadora de celular

Brisanet (arte: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Operadoras que adquiriram o espectro de 700 MHz (arte: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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Como cancelar HBO Max: descubra por onde você deve fazer o cancelamento da assinatura

Saiba os diferentes meios de cancelar a assinatura do serviço de streaming HBO Max (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

O primeiro passo para cancelar a assinatura da HBO Max, antiga Max, é identificar por onde o serviço foi contratado. A plataforma tem diferentes canais oficiais de pagamento, como lojas de aplicativos, operadoras ou parceiros de streaming, determinando exatamente onde e como o cancelamento deve ser feito.

Saber quem faz a cobrança é indispensável para concluir o processo de encerramento da assinatura corretamente e evitar cobranças indesejadas. Além disso, vale lembrar que apenas desinstalar o aplicativo do celular ou da Smart TV não encerra o plano.

A seguir, saiba como descobrir a plataforma de pagamento e como realizar o cancelamento da HBO Max.

Antes de tudo: descubra por onde cancelar sua HBO Max

Se você precisa cancelar a HBO Max e esqueceu por onde o serviço foi contratado, o ponto de partida é verificar as configurações no site oficial. Basta acessar hbomax.com/subscription para visualizar no cabeçalho do plano a empresa parceira responsável pela cobrança, como lojas de aplicativos ou operadoras.

Caso o painel não exiba essa informação detalhada, você pode identificar a origem pelo extrato do seu cartão de crédito ou buscando faturas de confirmação na caixa de e-mail. Sabendo qual é o intermediário de pagamentos, fica fácil seguir para o portal correspondente e encerrar a assinatura sem complicações.

Todos os métodos para cancelar sua HBO Max no Brasil

Após descobrir a plataforma de cobrança da sua assinatura da HBO Max, basta seguir o método correspondente abaixo para realizar o cancelamento do serviço de streaming.

Importante: desinstalar o aplicativo do celular ou smart TV não interrompe a cobrança automática. O encerramento definitivo precisa ser feito diretamente na plataforma do streaming ou na loja de aplicativos onde o pagamento foi cadastrado originalmente.

As informações sobre o plano da HBO Max podem ser visualizadas na página oficial de assinaturas (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Método via navegador no PC ou celular

Os assinantes que realizaram o contrato diretamente pelo site oficial da HBO Max devem seguir este caminho:

  1. Acesse a página hbomax.com/subscription no navegador do PC ou celular e, se necessário, faça login com as suas credenciais.
  2. Desça a página até a seção “Pagamentos” e selecione a opção “Cancelar assinatura”.
  3. Toque em “Continue para cancelar” e siga as instruções nas telas seguintes para finalizar o cancelamento da HBO Max.
Confirmando o cancelamento da assinatura da HBO Max no site oficial (Imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Método via Play Store no Android

Os usuários que fizeram a assinatura pela loja de aplicativos do Android devem fazer os seguintes passos para o cancelamento da HBO Max:

  1. Abra o aplicativo Play Store no dispositivo Android e toque na sua foto de perfil ou iniciais no canto superior direito.
  2. Acesse o menu “Pagamentos e assinaturas” e, na página seguinte, toque em “Assinaturas” para visualizar os serviços ativos na conta do Google Play.
  3. Localize a HBO Max na lista de serviços contratados e toque no ícone para abrir a tela de gerenciamento de dados do plano.
  4. Toque em “Cancelar assinatura” no rodapé da página, escolha um motivo para o encerramento e toque novamente em “Cancelar assinatura” para finalizar o processo de cancelamento da HBO Max. 
Cancelando a assinatura da HBO Max pela Play Store do Android (Imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Método via App Store no iPhone

Os donos de iPhone ou iPad que contrataram a HBO Max por meio da App Store precisam fazer as seguintes ações para encerrar a cobrança do serviço de streaming:

  1. Abra a App Store no seu iPhone e toque no ícone com a sua foto de perfil ou iniciais situado no canto superior direito da tela.
  2. Toque no menu “Assinaturas” para abrir a lista detalhada de serviços vinculados ao seu Apple ID.
  3. Localize e selecione a HBO Max para acessar o painel de configurações da assinatura.
  4. Toque em “Cancelar assinatura” no fim da página e siga as instruções para finalizar o processo de cancelar a HBO Max.
Concluindo o cancelamento da HBO Max por meio da App Store (Imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Método via Mercado Livre para assinantes Meli+

Os clientes Meli+ que optaram por assinar ou ter desconto na contratação da HBO Max precisam fazer os seguintes passos para o cancelamento:

  1. Abra o aplicativo do Mercado Livre no seu celular e selecione a guia “Mais”, no canto inferior direito da tela.
  2. Navegue até o menu “Assinaturas” para visualizar os serviços vinculados ao seu Meli+.
  3. Selecione a “HBO Max” para abrir a tela com os detalhes e configurações da conta de streaming.
  4. Role a página até o final e toque no botão “Cancelar assinatura” para dar início ao processo.
  5. Novamente, desça a página até o final, toque em “Continue para cancelar” e siga as orientações finais para concluir o cancelamento da HBO Max.
Solicitando o cancelamento da HBO Max por meio do Meli+ (Imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Método via Canais do Prime Video da Amazon Prime Video

Os usuários do Prime Video que contrataram a HBO Max pela ferramenta de canais do serviço de streaming da Amazon devem seguir os seguintes passos para cancelar a assinatura:

  1. Abra o aplicativo da Amazon Prime Video no seu celular e toque no ícone “+”, no canto superior direito da tela.
  2. Toque em “Gerenciar suas assinaturas” para listar todos os canais do Prime Video vinculados ao seu perfil.
  3. Encontre a HBO Max na lista, toque em “Cancelar assinatura” e confirme a solicitação para cancelar a conta da HBO Max na janela pop-up.
Captura de tela do aplicativo Prime Video mostra como cancelar a assinatura do canal Max
Cancelando a assinatura da Max pelo Prime Video (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Método via Roku

Quem contratou a HBO Max pela plataforma Roku precisa fazer as seguintes ações para o cancelamento do serviço de streaming:

  1. Acesse o site my.roku.com pelo navegador do PC ou celular e, se necessário, faça login na sua conta.
  2. Toque no ícone ao lado de “Minha Conta”, no canto superior esquerdo, e selecione “Minhas assinaturas”.
  3. Encontre a “HBO Max” na lista de assinaturas ativas vinculadas ao seu perfil.
  4. Toque em “Gerenciar assinatura” e, em seguida, desabilite a opção de renovação automática para cancelar a HBO Max.
Abrindo o menu “Minhas Assinaturas” na plataforma Roku (Imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Método via TV Samsung

Caso a assinatura da HBO Max tenha sido feita por meio da TV Samsung, estes são os passos para cancelar o serviço:

  1. Acesse o portal samsungcheckout.com pelo navegador e faça login com os mesmos dados da sua conta Samsung cadastrada na TV.
  2. Abra o menu “Histórico de compras” e selecione a aba “Assinaturas” para visualizar os serviços recorrentes ativos.
  3. Localize o plano da HBO Max na lista e toque em “Cancelar assinatura” para concluir a solicitação.
Acessando a guia “Histórico de compras” no site “Samsung Checkout” (Imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Perguntas frequentes sobre o cancelamento da HBO Max

Consigo cancelar só o Membro Extra da HBO Max?

Sim, dá para remover apenas o Membro Extra pago na HBO Max sem afetar a assinatura principal do serviço de streaming. Para isso, acesse o painel de assinatura, vá até a seção “Planos Adicionais Atuais” e confirme a exclusão do complemento.

Ao encerrar esse serviço adicional, a cobrança extra será interrompida na fatura seguinte, mas o perfil do convidado continuará ativo até o fim do ciclo vigente. Para perfis normais sem custo extra, basta acessar a gestão de perfis e excluir a conta desejada, apagando o histórico e a lista de conteúdos salvos sem alterar o valor do plano.

Posso cancelar uma assinatura de 12 meses da HBO Max?

Sim, você pode cancelar a assinatura da HBO Max no plano anual a qualquer momento para interromper a cobrança e evitar a renovação automática ao fim dos 12 meses. Ao concluir o procedimento, você mantém acesso completo ao catálogo do streaming até o encerramento do período já pago.

Por que minha assinatura continua ativa após o cancelamento?

O cancelamento da HBO Max serve apenas para desativar a renovação automática da cobrança e evitar novas faturas futuras, sem cortar seu acesso imediato. Por isso, você continua com o serviço totalmente liberado até o último dia do ciclo de faturamento já pago, seja ele mensal ou anual.

Posso pedir um reembolso e interromper definitivamente a assinatura?

Cancelar a HBO Max não gera reembolso automático nem estorno proporcional dos meses restantes. Devoluções de valores são exceções e dependem do intermediário da cobrança, sendo analisadas individualmente em situações como cobrança indevida ou falha no sistema.

Minha conta vai ser excluída ao cancelar a HBO Max?

Não, cancelar a conta da HBO Max interrompe apenas as faturas recorrentes, sem apagar seu perfil de usuário ou histórico da plataforma. Seus dados permanecem armazenados no sistema para facilitar uma eventual reativação do plano no futuro.

Caso queira remover seus dados, acesse hbomax.com/account-delete e solicite a exclusão definitiva das suas informações. O sistema enviará um e-mail de confirmação e, ao clicar em “Apagar minha conta”, você autoriza a exclusão completa da conta no prazo de 7 dias.

Como cancelar HBO Max: descubra por onde você deve fazer o cancelamento da assinatura

Saiba os diferentes meios de cancelar a assinatura do serviço de streaming HBO Max (Imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

As informações sobre o plano da HBO Max podem ser visualizadas na página oficial de assinaturas (Imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Confirmando o cancelamento da assinatura da HBO Max no site oficial (Imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Cancelando a assinatura da HBO Max pela Play Store do Android (Imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Concluindo o cancelamento da HBO Max por meio da App Store (Imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Solicitando o cancelamento da HBO Max por meio do Meli+ (Imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Cancelando a assinatura da Max pelo Prime Video (Imagem: Reprodução/Amazon)

Abrindo o menu "Minhas Assinaturas" na plataforma Roku (Imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Acessando a guia "X" no site "X" (Imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
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Encha Seu Kindle 2026: Amazon oferece livros digitais grátis e descontos

Fotografia colorida do Kindle Colorsoft Signature Edition. Na imagem, há a tela inicial do Kindle, segurado por uma mão.
Encha Seu Kindle acontece em 13 de agosto (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Resumo
  • A Amazon realizará a quarta edição da ação “Encha Seu Kindle” em 13 de agosto de 2026, oferecendo livros digitais gratuitos e descontos de até 90% em títulos de várias editoras.
  • A ação inclui obras de autores independentes publicados pelo Kindle Direct Publishing (KDP) e clássicos de domínio público, como os de Machado de Assis e Edgar Allan Poe.
  • Não é necessário ter um dispositivo Kindle; os livros podem ser lidos no aplicativo da Amazon para iOS e Android, e os títulos adquiridos ficam armazenados na conta do usuário.

A Amazon realiza nesta quinta-feira (13/08) a edição de 2026 da ação “Encha Seu Kindle”, com distribuição gratuita de livros digitais de autores independentes e obras clássicas, além de descontos promocionais de até 90% em títulos de editoras como Companhia das Letras, Intrínseca e HarperCollins Brasil.

Apesar do nome, não é preciso ter um dispositivo Kindle nem uma assinatura Kindle Unlimited para participar da promoção. Dá para ler em celulares e tablets, já que a Amazon oferece o aplicativo da plataforma de e-books para iOS e Android. Além disso, os títulos ficam na conta do usuário para acesso nas diferentes plataformas.

O que tem na Encha Seu Kindle 2026?

O carro-chefe do Encha Seu Kindle é a distribuição gratuita de obras publicadas pelo programa Kindle Direct Publishing (KDP), bastante usado por autores independentes. Obras em domínio público também estarão disponíveis para download sem custo. A varejista menciona os autores Franz Kafka, William Shakespeare, Machado de Assis, Monteiro Lobato, Edgar Allan Poe e Platão.

Além disso, a loja online terá livros selecionados com descontos de até 90%. Participam da ação mais de 130 editoras, com destaque para Intrínseca, Nova Fronteira, HarperCollins Brasil, Companhia das Letras, Thomas Nelson Brasil, Biblioteca Azul e Conrad.

Evento chega à quarta edição

O Encha Seu Kindle acontece anualmente e terá sua quarta edição nesta quinta-feira (13/08). Neste ano, a Amazon firmou uma parceria com a página @DivulgaNacional para recomendações de novos talentos nacionais e obras imperdíveis.

“Unimos a força dos escritores independentes do KDP à curadoria de grandes editoras parceiras, permitindo que qualquer pessoa monte uma biblioteca digital permanente de forma extremamente acessível”, destaca Thiago Oliveira, head de marketing da Amazon Brasil.

Encha Seu Kindle 2026: Amazon oferece livros digitais grátis e descontos

Kindle Colorsoft Signature Edition é o primeiro e-reader da Amazon com tela e-ink colorida (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
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Galaxy Tab S10 FE Plus com 44% OFF traz tela grande com caneta

Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O Galaxy Tab S10 FE Plus Wi-Fi de 128 GB está com 44% de desconto na Amazon, saindo por R$ 2.975,07 no Pix para assinantes Prime. É uma excelente oportunidade para quem busca um tablet potente economizando mais de R$ 2.300 em relação ao preço original de R$ 5.299.

Este modelo se destaca pela tela espaçosa que mede mais de 13 polegadas, RAM de 8 GB que oferece ótimo desempenho, e bateria de longa duração. Com tudo isso, o Galaxy Tab S10 FE Plus acaba sendo uma ótima escolha para produtividade, estudos e consumo de mídia.

Galaxy Tab S10 FE Plus traz tela de 13,1″ até 21 horas de bateria

Galaxy Tab S10 FE na mão, com uma conta manuscrita na tela
Solucionador matemático identifica e resolve contas (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

A tela de 13,1 polegadas com taxa de 90 Hz garante navegação fluida e espaço de sobra para multitarefa. Com o suporte à caneta S Pen inclusa, você pode desenhar, fazer anotações em PDF e estudar com precisão natural, simulando a escrita em papel de forma bastante realista.

Equipado com o processador Exynos 1580 e 8 GB de RAM, o tablet roda jogos modernos e aplicativos pesados sem travamentos. O sistema Android 15 com a interface One UI 8.5 oferece recursos inteligentes de multitarefa que transformam o dispositivo em um verdadeiro computador de bolso.

A bateria gigante de 10.090 mAh garante autonomia para até 21 horas de reprodução de vídeos, segundo a Samsung. Além disso, a certificação IP68 contra água e poeira traz tranquilidade para usar o tablet em ambientes externos, protegendo seu investimento contra acidentes cotidianos.

Galaxy Tab S10 FE em um áquario. A tela mostra o texto "Resistente à água e à poeira; IP68"
Durabilidade é um dos destaques do produto (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

As câmeras de 13 MP na traseira e 12 MP ultrawide na frente são ideais para videochamadas de alta qualidade e escaneamento rápido de documentos. Com suporte a Wi-Fi 6E, você tem conexões de internet velozes e estáveis para streaming em 4K e downloads de arquivos pesados.

Combinando ótimo desempenho, tela espaçosa e boa durabilidade, o Galaxy Tab S10 FE Plus acaba sendo uma excelente opção de tablet custo-benefício. Aproveite a promoção exclusiva para assinantes Amazon Prime e adquira-o por somente R$ 2.975,07 no Pix.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Galaxy Tab S10 FE Plus com 44% OFF traz tela grande com caneta

Solucionador matemático identifica e resolve contas (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Durabilidade é um dos destaques do produto (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
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Motorola Signature (512 GB) volta a ficar mais barato com cupom


Prós
  • Desempenho avançado
  • Câmeras com sensor Sony
  • Tela com taxa de atualização de 165 Hz
  • Brilho de tela de até 6.200 nits
  • Atualizações até o Android 23
  • Carregamento com fio de 90 W
  • Carregamento wireless de 50 W
Contras
  • Processador é Snapdragon 8, mas não é Elite
  • Autonomia de bateria poderia ser maior
PIX Cupom na página
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O Motorola Signature de 512 GB voltou a um preço menor em oferta encontrada no Mercado Livre. O topo de linha da empresa norte-americana, lançado em 2026, está disponível por R$ 5.399,10 no Pix aplicando o cupom de R$ 3.000 OFF na página.

Portanto, você garante um valor 40% menor em relação ao preço de lançamento de R$ 8.999 do dispositivo que veio para competir com flagships concorrentes.

Motorola Signature traz chip Snapdragon e câmeras de 50 MP

O dispositivo vem equipado pelo processador Snapdragon 8 Gen 5 (3 nm) acompanhado por 12 GB de memória RAM. O chip da Qualcomm para celulares avançados apresenta CPU com 2 núcleos de desempenho com 3.8 GHz e seis núcleos para eficiência energética de 3,32 GHz. Na prática, o hardware proporciona alto desempenho para multitarefa.

O conjunto fotográfico abriga quatro câmeras de 50 MP capazes de gravar em altíssima resolução de 8K (com exceção a frontal). Além disso, os sensores da Sony oferecem resultados nítidos às fotos. Equipados na principal (Sony Lytia 828), periscópica (Sony Lytia 600) e selfie (Sony Lytia 500); além da ultrawide.

O display de 6,8 polegadas utiliza a tecnologia AMOLED combinado a taxa de atualização de até 165 Hz e pico de brilho de 6.200 nits, um dos maiores do mercado. A configuração permite que o Motorola Signature seja um dos melhores celulares em 2026.

Motorola Signature mostrando Apple Music
Motorola Signature reproduz cores intensas com alto nível de contraste e brilho (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

A bateria de silício-carbono tem 5.200 mAh e, como mostrado nos nossos testes, assegura autonomia para um dia intenso de uso. Além de ser interessante para quem busca um smartphone que não drene bateria com rapidez, o suporte a carregamento com fio de 90 W e sem fio de 50W, fornece carregamento rápido em uma hora.

A construção premium em alumínio conta com a presença das certificações IP68, IP69 e MIL-STD-810H para assegurar alta durabilidade em diferentes cenários ou acidentes. A conectividade inclui Wi-Fi 7, Bluetooth 6.0 e tecnologia NFC para compras por aproximação. A Motorola promete suporte de atualizações até o Android 23.

Adquira o Motorola Signature (512 GB) com 40% de desconto no Mercado Livre, por R$ 5.399,10 no Pix aplicando o cupom de R$ 3.000 OFF disponível na página.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Motorola Signature (512 GB) volta a ficar mais barato com cupom

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Motorola Signature de 512 GB sai com 40% de desconto no Mercado Livre. O topo de linha traz Snapdragon 8 Gen 5, câmeras traseiras de 50 MP e tela AMOLED de 165 Hz

(foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
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Quase 80% dos alunos no Brasil usam inteligência artificial para estudar

Uma representação visual do cérebro humano sobre um fundo abstrato que remete a circuitos e dados. No centro, duas silhuetas de perfis de cabeça humana em tons de azul cian. Vários outros cérebros em tons de bege e textura pontilhada estão espalhados pelo fundo amarelado. No canto inferior direito, a marca do "tecnoblog" é visível.
IAs já são realidade para quase 80% dos estudantes brasileiros (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • 78% dos estudantes brasileiros usam inteligência artificial em algum nível para atividades acadêmicas, com 15% buscando a tecnologia sempre que estudam, e 34% começando suas pesquisas com ferramentas de IA.
  • A confiabilidade das informações geradas pela IA é uma preocupação para 52% dos estudantes, que desejam mais precisão e orientação no uso dessas ferramentas.
  • Apenas 5% dos estudantes receberam orientação formal das instituições de ensino sobre o uso correto e saudável da IA, enquanto 40% nunca tiveram qualquer orientação.

Já são 78% dos estudantes brasileiros utilizando inteligência artificial em algum nível para atividades acadêmicas. Desses, 15% afirmam buscar a tecnologia sempre que vão estudar, enquanto 34% dizem começar suas pesquisas a partir de ferramentas de IA.

Uma preocupação que surge é quanto à qualidade das informações, já que os modelos atuais estão sujeitos a erros e alucinações: 52% entendem que a confiabilidade do conteúdo gerado deveria ser maior. Inclusive, são 31,76% os que afirmam checar as informações em outras fontes, segundo dados obtidos em primeira mão pelo Tecnoblog, que também teve acesso a mais detalhes sobre o comportamento dos estudantes.

O estudo foi realizado pela empresa norueguesa Opera, dona do navegador de mesmo nome e que tem investido no mercado de IA nos últimos anos. Ao todo, foram consultados 2,4 mil estudantes de instituições públicas e privadas de ensino pelo país.

Uso massivo e sem orientação

Um aspecto relevante da pesquisa, além do grande volume de usuários que optam pela inteligência artificial como ferramenta nos estudos, é a quantidade de alunos que aprenderam a usar a IA de forma autodidata. Apenas 5% dos estudantes revelaram ter recebido um direcionamento formal das instituições de ensino sobre o uso correto e saudável desses modelos na rotina acadêmica, enquanto 40% nunca tiveram orientação em qualquer nível.

Pessoa digitando em notebook. (Imagem: Christin Hume/Unsplash)
Inteligências artificiais vêm substituindo buscadores nos estudos dos brasileiros (Imagem: Christin Hume/Unsplash)

Algumas instituições nem falam sobre o assunto, segundo os entrevistados: 9% deles estudam em escolas que proíbem o uso, enquanto 20% falam em políticas claras sobre o assunto. Em alguns casos (32%), as orientações vêm dos próprios professores, mas de maneira informal.

A pesquisa reforça a importância de pensar esse uso responsável da IA. Segundo a diretora regional da Opera no Brasil, Juliana Psaros, essa é uma “nova fase” da inteligência artificial na educação, e que “o desafio agora é garantir que seu uso contribua para ampliar conhecimento, autonomia e pensamento crítico”.

Processo de aprendizado já tem interferência da IA

Os resultados mostram mais detalhes de como a inteligência artificial aparece durante a rotina acadêmica. Segundo o estudo, muitos estudantes já começam seus trabalhos a partir da IA, que já “encosta” nos buscadores tradicionais: 18,85% procuram primeiro na IA e, depois, no Google, por exemplo, enquanto 14,40 recorrem diretamente à IA para fazer suas tarefas. Isso acontece tanto para agilizar o processo quanto para entender melhor os diferentes assuntos, ponto levantado por 71% dos alunos. Na turma dos que só checam os buscadores estão 33,90%.

Num geral, o uso de IA nos estudos é bem vista pelos estudantes. São 46,9% os que sentem alívio por contar com a tecnologia durante o processo, enquanto 30,1% veem a atividade com entusiasmo. Apesar da preferência, há quem tenha um “pé atrás”, e preocupações com o futuro profissional (30,96%) e seu próprio aprendizado (30,68%) foram citadas. Até a culpa pelo uso massivo de IA foi levada em conta por 28,11% dos entrevistados.

Apesar do volume, prática tem ressalvas para maioria

De acordo com 52% dos entrevistados, a confiabilidade nas informações é uma questão muito importante no uso de IA, e deveria vir à frente da rapidez com as respostas são geradas. Da mesma forma, a possibilidade de um passo a passo ou algo que oriente o uso da ferramenta dentro dos próprios apps, por exemplo, seria algo bem-vindo e mais interessante que apenas as respostas prontas.

Imagem de um celular exibindo a tela do Claude AI
As IAs já “encostam” nos buscadores como primeira fonte na hora de estudar (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Esse “feedback” casa com as informações levantadas na pesquisa, como o uso da tecnologia como apoio, e não substituição das próprias produções. O recorte obtido pelo Tecnoblog reforça que 6 em cada 10 estudantes afirmam sempre checar ou questionar as informações levantadas pelas IAs: 31,76% garantem que buscam outras fontes para corroborar as respostas, enquanto 28,18% aprofundam as perguntas levadas à própria IA.

De qualquer forma, chama atenção o volume, ainda alto, de quem não dá a devida atenção, seja aceitando as respostas na maioria das vezes sem verificação (21,92%) ou até mesmo diretamente (9,91%). Tem ainda quem nunca faz essa verificação por opção: 8,23% dos alunos responderam assim.

Quase 80% dos alunos no Brasil usam inteligência artificial para estudar

Entenda o funcionamento e as aplicações da IA no dia a dia (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Pessoa digitando em notebook. (Imagem: Christin Hume/Unsplash)

Conheça mais detalhes sobre o Claude AI (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
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Galaxy Tab S11 5G chega ao 2º menor preço que já vimos


Prós
  • Inclui capa-teclado e caneta
  • Tela AMOLED Dinâmica 2x de 11″
  • 12 GB de memória RAM RAM
  • Bateria de 8.400 mAh
  • DeX com Modo Estendido
Contras
  • S Pen não tem Bluetooth
  • Carregador na caixa não é de 45 W
  • Sem conectividade a NFC e 5G
PIX Cupom
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O Galaxy Tab S11 5G de 256 GB está saindo por apenas R$ 5.559,10 no Pix com o cupom SMART200 na Amazon, uma das melhores ofertas já registradas. A promoção representa um desconto de 26% em relação ao lançamento por R$ 7.499 pelo tablet da Samsung com alto desempenho para jogos e edição de vídeo.

Galaxy Tab S11 5G traz RAM de 12 GB para jogos

Dois tablets Galaxy Tab S11 estão em exposição em um balcão branco, um em primeiro plano e o outro no fundo. O tablet em primeiro plano está conectado a um teclado, com uma caneta Stylus magnética fixada na lateral. A tela exibe um fundo em gradiente de tons de roxo, rosa e vermelho, e mostra as palavras "Galaxy Tab S11" e "Galaxy AI" com um ícone de estrela. Um pequeno folheto de informações com as mesmas palavras está na frente do dispositivo. O logotipo "tecnoblog" está no canto inferior direito.
Galaxy Tab S11 chegou ao Brasil com preços a partir de R$ 6.999 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Equipado com o processador MediaTek Dimensity 9400+ de 3 nanômetros e 12 GB de RAM, o Galaxy Tab S11 é capaz de rodar jogos pesados e aplicativos de edição sem qualquer travamento. Já o suporte ao Samsung DeX sem fio transforma o aparelho em um computador de forma simples e rápida para tarefas de produtividade.

A tela Dynamic AMOLED 2X de 11 polegadas com taxa de atualização de 120 Hz entrega imagens fluidas e cores vibrantes. Na prática, isso significa que você terá uma experiência de alta resolução para assistir a séries e total precisão ao desenhar com a caneta Stylus que acompanha o tablet.

A bateria de 8400 mAh suporta carregamento rápido de 45W, oferecendo autonomia para até 18 horas de reprodução de vídeo longe das tomadas, segundo a Samsung. O sistema operacional Android com interface One UI oferece funcionalidades de inteligência artificial, ampliando as possibilidades de uso do dispositivo.

Galaxy Tab S11 com teclado em uso, exibindo a tela roxa e o selo de produto da Samsung
Galaxy Tab S11 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

A conectividade 5G dessa versão do Galaxy Tab S11 em oferta (por R$ 5.559,10 com o cupom SMART200) permite navegação em alta velocidade de onde estiver, sem depender do Wi-Fi. Já a proteção IP68 contra água e poeira garante que o dispositivo resista a acidentes cotidianos.

Unindo alto desempenho, tela excelente e a versatilidade do 5G, esse acaba sendo um dos melhores tablets da Samsung atualmente. Ainda mais em promoções como a de hoje na Amazon, que baixa o preço do Galaxy Tab S11 para o 2º menor já registrado.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Galaxy Tab S11 5G chega ao 2º menor preço que já vimos

Galaxy Tab S11 chegou ao Brasil com preços a partir de R$ 6.999 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Galaxy Tab S11 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
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IA descobre falha em sistema de agendamento e fura fila para usuário

Arte mostra uma cabeça robótica, em referência à inteligência artificial. Na parte inferior direita, o logotipo do "tecnoblog" é visível.
Agente de IA teria invadido sistema de reserva (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Desenvolvedor australiano utilizou o OpenClaw, ferramenta operada pelo modelo de IA Claude Opus 4.6, da Anthropic, para marcar aulas em academia com meses de antecedência, pulando a fila.
  • A IA identificou falha no sistema de agendamento da academia e cancelou a vaga de outro cliente para garantir a posição de Bird na lista.
  • O caso ilustra o problema de alinhamento em agentes autônomos, quando sistemas de IA seguem metas definidas, mas usam meios inadequados ou não autorizados.

Um agente de IA operado pelo Claude teria encontrado uma brecha em um sistema de reserva de aulas de uma academia e cancelado a vaga de outro cliente sem autorização. Este seria o primeiro registro público documentado na Austrália em que um agente de IA burla o sistema de uma empresa comercial para cumprir uma tarefa.

O caso foi revelado pelo desenvolvedor Andrew Bird, que havia configurado a ferramenta para conseguir participar de aulas matinais muito disputadas. Segundo a ABC News, o agente rodava na ferramenta de código aberto OpenClaw, com o modelo Opus 4.6 do Claude.

IA encontrou brecha em tentativa de reserva

Bird teria configurado o OpenClaw para tentar reservar uma vaga em aulas de uma academia, evitando o processo de atualizar a página manualmente. Num primeiro momento, a ferramenta teria conseguido colocá-lo na quarta posição da lista, mas informou ter encontrado uma vulnerabilidade no software de agendamento.

Sem que o usuário pedisse, a IA teria identificado um caminho para fazer reservar com meses de antecedência, além do limite permitido a clientes comuns.

Agende de IA pediu desculpas ao usuário (imagem: reprodução)

Bird, então, teria perguntado se era possível apenas subir na fila. A ferramenta detectou que a API da plataforma não verificava corretamente a autorização para cancelamento de reservas e cancelou a vaga do primeiro colocado, movendo o desenvolvedor da quarta para a terceira posição.

Notas compartilhadas pela ferramenta mostram que o OpenClaw não conseguiu reverter o cancelamento da matrícula do ex-primeiro colocado. Bird então a fez a inteligência artificial escrever um email à plataforma de reservas explicando a vulnerabilidade.

Caso reforça riscos de agentes autônomos

Robô com terno escrevendo e desenhando em uma mesa, com faíscas ao fundo
Ações de agentes de IA preocupam especialistas em cibersegurança (ilustração via IA: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Esse é mais um episódio recente do que especialistas da área chamam de problema de alinhamento: quando um sistema segue a meta definida pelo usuário, mas escolhe meios inadequados ou não autorizados para alcançá-la.

A indústria passou a observar casos assim com mais frequência no fim de julho, quando a OpenAI divulgou que alguns de seus modelos de IA teriam conseguido explorar falhas dos ambientes de testes para “fugir”, acessar a internet e hackear sites reais.

Depois, a Anthropic trouxe à tona outros casos, a Meta seguiu o mesmo caminho e o modelo chinês Kimi K3 conseguiu fugir de uma sandbox. As revelações em um curto período de tempo fazem com que o setor acumule críticas. O ex-diretor de cibersegurança dos Estados Unidos, Chris Inglis, afirmou que as invasões ocorrem pela falta de limites.

Outras pessoas desconfiam que as empresas estejam usando os casos para fazer marketing do potencial de suas próprias IAs, mesmo que isso coloque dados e sistemas de terceiros em risco.

IA descobre falha em sistema de agendamento e fura fila para usuário

Inteligência artificial (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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Google torna Quick Share do Android ainda mais parecido com o AirDrop

Quick Share em celular Android
Quick Share em celular Android (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
Resumo
  • Google anunciou uma função para o Quick Share no Android que permite a troca rápida de dados e arquivos entre dois aparelhos com aproximação física, semelhante ao AirDrop da Apple;
  • novidade permite compartilhar informações de contato, fotos e vídeos entre aparelhos Android, com uma simples aproximação física, e será liberada inicialmente para aparelhos Google Pixel 6 e sucessores;
  • recurso será expandido para mais celulares Android, incluindo Samsung Galaxy Z Fold 8 Ultra, Galaxy Fold 8 e Galaxy Flip 8.

É interessante o quanto o Google tem trabalhado para tornar o Quick Share mais útil no Android. No movimento mais recente, a companhia anunciou uma função que permite a troca rápida de dados e arquivos entre dois aparelhos Android com uma simples aproximação física entre eles, em uma abordagem que lembra a do AirDrop, da Apple.

Os dados e arquivos que podem ser trocados com o novo método incluem informações de contato, fotos e vídeos.

A forma de uso varia de acordo com o que você deseja compartilhar. Para a troca rápida de contatos, basta aproximar os dois celulares enquanto estiver na tela inicial para que o procedimento seja executado imediatamente. Já para fotos ou vídeos, basta primeiro abrir a tela de compartilhamento (Share Sheet) e, então, aproximar os aparelhos.

Quando a comunicação entre os dois dispositivos é estabelecida, o que ocorre dentro de poucos segundos, um efeito de luz aparece na borda de cada aparelho. Na sequência, uma tela exibe a identificação do destinatário. Resta, então, selecionar o dado a ser compartilhado e clicar no botão de envio. A outra pessoa terá apenas que aceitar o compartilhamento.

O AirDrop segue uma dinâmica de funcionamento muito parecida, daí a comparação entre os dois serviços.

Compartilhamento por aproximação no Quick Share (vídeo: reprodução/Google)

Quando o novo recurso do Quick Share será liberado?

A novidade começou a ser liberada nesta quarta-feira (12/08), junto com o anúncio oficial dos celulares Pixel 11. Mas há um porém: por ora, o recurso funciona apenas com aparelhos das linhas Google Pixel 6 e sucessoras, devendo chegar em breve aos smartphones Samsung Galaxy Z Fold 8 Ultra, Galaxy Fold 8 e Galaxy Flip 8.

Não chega a surpreender, afinal, o Google já integra o Quick Share com o AirDrop para permitir o compartilhamento de arquivos entre aparelhos Android e iPhones, mas esse recurso ainda é direcionado a smartphones específicos. O compartilhamento rápido via aproximação física segue a mesma política.

De todo modo, o Google promete liberar a nova função do Quick Share para mais celulares Android até o fim do ano, embora sem revelar quais.

Google torna Quick Share do Android ainda mais parecido com o AirDrop

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Google anunciou uma função para o Quick Share que permite trocar contatos, fotos e vídeos rapidamente aproximando dois celulares Android.

Quick Share em celular Android (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
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Nintendo Switch, com Super Mario Bros. Wonder, tem preço mais baixo na Amazon

R$ 2.999,0037% OFF

Prós
  • Três maneiras diferentes de uso
  • Joy-cons permitem jogar a dois
  • Suporta cartões MicroSD de até 2 TB
Contras
  • Apenas 32 GB de armazenamento
PIX
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O Nintendo Switch está saindo por apenas R$ 1.899 no Pix na Amazon. O bundle com o console híbrido da Nintendo, o game Super Mario Bros. Wonder e um voucher para adquirir 3 meses de assinatura online, recebe desconto de 37% sobre o preço original de R$ 2.999.

Nintendo Switch: console híbrido com várias formas de uso

Nintendo Switch (foto: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
Switch tem tela LCD de 6,2″e pode ser usado de várias formas diferentes (foto: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Lançado em 2017, o Nintendo Switch é o console mais vendido de todos os tempos da centenária companhia de Quioto, graças à sua proposta de sistema híbrido. Ele pode ser usado como um portátil em qualquer lugar, como console de mesa ligado à TV via dock, ou como semiportátil apoiado sobre uma superfície.

Sua tela LCD touch de 6,2″ possui resolução HD (1.280 x 720 pixels), capaz de reproduzir cores nítidas com bom brilho nos modos portátil e semiportátil. No modo de mesa ligado à dock que acompanha o kit, o hardware suporta Full HD (1.920 x 1.080 pixels) em TVs.

Sua bateria resiste entre 4,5 e 9 horas de uso no modo portátil segundo a Nintendo, com a autonomia variando conforme o conteúdo executado. A dock alimenta o sistema e carrega a bateria simultaneamente quando no modo console de mesa.

Gameplay de Super Mario Bros. Wonder (imagem: Divulgação/Nintendo)
Super Mario Bros. Wonder é um dos games mais recentes do encanador italiano (imagem: Divulgação/Nintendo)

O bundle inclui o Nintendo Switch, uma cópia digital do game Super Mario Bros. Wonder, em que Mario e seus amigos devem mais uma vez frustrar os planos do Bowser. E também um voucher que dá direito a três meses do serviço Nintendo Switch Online, com acesso a jogos via rede e a títulos legados.

O hardware interno traz o chip Nvidia Tegra X1, 4 GB de RAM e 32 GB de espaço interno, com suporte a cartões microSDXC de até 2 TB, permitindo a instalação de inúmeros títulos digitais.

O bundle do Nintendo Switch + Super Mario Bros. Wonder e 3 meses da Nintendo Switch Online (apenas R$ 1.899 no Pix) incluem dois Joy-Cons, com suporte a controle por movimentos que podem ser usados por dois jogadores no modo semiportátil. O console suporta até 4 jogadores simultâneos e outros acessórios.

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Nintendo Switch, com Super Mario Bros. Wonder, tem preço mais baixo na Amazon

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ANPD ordena suspensão de lives do Discord no Brasil

(Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Discord tem funcionalidade Go Live suspensa no Brasil (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • A ANPD determinou a suspensão do recurso de transmissões ao vivo do Discord no Brasil.
  • A medida visa prevenir violações contra crianças e adolescentes.
  • O recurso “Go Live” foi suspenso por falhas na moderação.
  • A plataforma continuará operando para troca de mensagens de texto e voz.

A Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD) determinou nesta quarta-feira (12) que o Discord suspenda o recurso de transmissões ao vivo em todo o território brasileiro. A medida preventiva concede um prazo de três dias úteis para o cumprimento da ordem. A agência reguladora tomou a decisão após concluir que a plataforma falhou na adoção de ferramentas de moderação para prevenir crimes e violações graves contra crianças e adolescentes, como indução à violência.

O recurso afetado é o Go Live, utilizado para o compartilhamento de tela e vídeo em tempo real. O superintendente de Fiscalização da ANPD, Fabrício Lopes, enfatizou que o aplicativo continuará operando para troca de mensagens de texto e voz. “O Discord não está sendo bloqueado. O nosso objetivo é reduzir os riscos de danos graves ou de difícil reparação a que estão sendo expostas as crianças e adolescentes”, explicou o dirigente.

Por que as lives foram consideradas um risco?

A área técnica da agência mapeou falhas críticas na arquitetura do serviço, que não possui acesso às transmissões de vídeo enquanto elas estão ocorrendo. Isso dificulta o uso de mecanismos automatizados para detecção de violações.

Como resultado, o aplicativo passa a depender de denúncias feitas pelos próprios participantes. Segundo as investigações, a situação se agravou no início de março. Às vésperas da entrada em vigor do novo Estatuto Digital da Criança e do Adolescente (ECA Digital), a plataforma realizou atualizações no Go Live que tornaram o recurso ainda menos seguro para menores de 18 anos.

Um levantamento da ONG SaferNet Brasil apontou que o número de denúncias envolvendo o Discord saltou 54% ao comparar os sete primeiros meses deste ano com o mesmo período do ano passado, passando de 264 para 406 notificações.

Golpistas usam Discord para encontrar vítimas (Imagem: Anete Lusina/Pexels)
Arquitetura do aplicativo impede a detecção de violações em tempo real (Imagem: Anete Lusina/Pexels)

O que motivou essa decisão emergencial?

A pressão por uma ação imediata ganhou força após uma tragédia recente no Mato Grosso do Sul envolvendo uma adolescente de 13 anos, que teria sido induzida a atos de automutilação dentro da plataforma. As investigações conduzidas pela polícia e pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) revelaram a fragilidade nos mecanismos de moderação e verificação de idade, cujos Termos de Serviço exigem uma idade mínima de 13 anos.

O caso provocou reações diretas. Na última semana, a primeira-dama Janja da Silva defendeu publicamente o bloqueio da plataforma. Já a Secretaria Nacional de Direitos Digitais produziu um relatório detalhando as falhas do serviço, o que levou a ANPD a instaurar um processo oficial na última sexta-feira (07).

Diante do cerco, representantes legais da empresa iniciaram uma força-tarefa de reuniões. Na segunda-feira (10), o Discord chegou a protocolar uma proposta com medidas para reforçar a proteção dos usuários. No entanto, o órgão regulador avaliou que a proposta não era suficiente para reduzir os perigos imediatos e optou pela medida cautelar de hoje.

Sanções e próximos passos

A suspensão permanecerá em vigor por tempo indeterminado, até que a plataforma comprove a implementação de medidas de segurança adequadas. Somente com uma autorização expressa da ANPD o recurso poderá ser reativado.

A empresa tem dez dias úteis para apresentar recurso à Superintendência de Fiscalização e, caso negado, pode recorrer ao Conselho Diretor. Se as irregularidades forem confirmadas de forma definitiva, o Discord está sujeito a sanções rigorosas baseadas no artigo 35 do ECA Digital, que incluem multas de até R$ 50 milhões.

ANPD ordena suspensão de lives do Discord no Brasil

(Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Golpistas usam Discord para encontrar vítimas (Imagem: Anete Lusina/Pexels)
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Gemini bate 1 bilhão de usuários e vira o maior fenômeno do Google

Ícones do Gemini AI Plus e variações do serviço do Google, ilustrando a IA
Comando de voz já é o formato de interação preferido dos usuários (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O Gemini atingiu 1 bilhão de usuários ativos mensais globalmente.
  • A maioria das interações ocorre por voz (63%) e 20% dos usuários compartilham tela ou câmera; 38% das solicitações no setor educacional incluem envio de anexos.
  • O Brasil é o quinto país com mais usuários do Gemini, responsável por cerca de 5% do tráfego da ferramenta, segundo dados independentes.

O Google alcançou um marco neste mês de agosto: a inteligência artificial Gemini atingiu 1 bilhão de usuários ativos mensais globalmente. O anúncio, feito pelo CEO Sundar Pichai no X nesta terça-feira (11), oficializa a ferramenta como o produto de adoção mais rápida em toda a história da companhia.

O resultado reflete a estratégia da empresa de integrar a IA profundamente em seu ecossistema, incluindo serviços como o Gmail e o Drive. Esse salto de adoção também é impulsionado pela presença nativa no Android, especialmente após a big tech decretar o fim do Google Assistente e consolidar o Gemini como o assistente padrão do sistema.

1B+ people are now using @Geminiapp every month to spark new ideas and get things done. It’s our fastest growing product ever, and our 14th to hit the 1B-user mark.

Kudos to @JoshWoodward & the entire Gemini team, and thank you to everyone who has been on this journey with us -… pic.twitter.com/sSWrULX4Qn

— Sundar Pichai (@sundarpichai) August 11, 2026

Como as pessoas estão usando o Gemini?

A métrica do Google considera como usuário ativo qualquer pessoa que acessou o Gemini pelo menos uma vez no último mês, seja no aplicativo ou na web. Segundo o vice-presidente do projeto, Josh Woodward, o público prefere interações multimodais.

  • 63% interagem por voz
  • 20% compartilham tela ou câmera
  • No setor educacional, 38% das solicitações incluem o envio de anexos
  • São geradas 150 milhões de imagens diárias (todas com a marca d’água SynthID para identificar conteúdo de IA)
Captura de tela da interface do Google Gemini. No topo, lê-se "Olá,". No campo de busca, estão ativas as palavras-chave "Deep Research" e a versão "2.5 Flash". Abaixo do campo, há dois botões: "Fontes" (selecionado) e "Arquivos". Um menu suspenso aberto no lado esquerdo mostra as opções de fonte de pesquisa, com "Google Pesquisa" marcado, e as demais opções desmarcadas: "Gmail", "Drive" e "Chat". O logo do "Tecnoblog" está no canto inferior direito.
38% das solicitações com fins estudantis incluem o envio de anexos (imagem: Bruno Andrade/Tecnoblog)

Os países que mais usam

Diferente da OpenAI, o Google não divulga oficialmente o ranking de países que mais utilizam o Gemini. Apesar do silêncio, dados independentes colocam os Estados Unidos na liderança (com cerca de 12% da base), seguidos por Japão, Índia e Coreia do Sul. O Brasil aparece na quinta colocação, respondendo por pouco mais de 5% do tráfego.

Vale destacar que os dados da DOIT Software apontam mais de 100 milhões de usuários no iOS, plataforma que exige o download manual do aplicativo, enquanto a vasta maioria do tráfego chega pelo Android.

Crescimento está ameaçado?

Apesar da adoção facilitada pela distribuição do assistente em celulares ao redor do mundo, sustentar esse crescimento é um desafio técnico e financeiro. Os altos investimentos na infraestrutura de IA levaram o fluxo de caixa do Google a um patamar negativo.

O cronograma de atualizações também apresenta sinais de estagnação. A versão Gemini 3.5 Pro, prevista para junho, ainda não foi lançada. A empresa comunicou recentemente que segue trabalhando no modelo e já iniciou o treinamento do Gemini 4. No entanto, relatos publicados pela imprensa indicam insatisfação interna com o desempenho da plataforma na geração de códigos, área em que a IA ainda corre atrás da OpenAI e da Anthropic.

Gemini bate 1 bilhão de usuários e vira o maior fenômeno do Google

Google Gemini (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

(imagem: Bruno Andrade/Tecnoblog)
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iPhone 17 Pro atinge 2º menor preço já encontrado em oferta no Magalu

R$ 11.499,0028% OFF

Prós
  • Novo visual traseiro
  • Câmeras wide e ultrawide de 48 MP
  • Tela de 120 Hz e brilho de 3.000 nits
  • Chip de alto desempenho
  • Carregamento com fio de 40 W
Contras
  • Preço elevado
  • Usuários relataram desgaste no acabamento da carcaça de alumínio
PIX
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O iPhone 17 Pro de 256 GB está disponível por R$ 8.271 no Pix no Magazine Luiza. O celular da Apple com chip A19 Pro, câmeras de 48 MP e tela OLED de 120 Hz atinge o segundo menor preço desde o lançamento, com um desconto de 28% sobre o preço original de R$ 11.499.

iPhone 17 Pro tem câmeras de 48 MP e chip A19 Pro

O kit principal de câmeras do iPhone 17 Pro inclui uma wide com OIS e uma ultrawide, que captam belas cenas com grandes ângulos, e uma telefoto com zoom óptico de 4x para aproximações com qualidade, todas de 48 MP. A frontal Center Stage de 18 MP possui função para tirar selfies na horizontal, mesmo com o celular em pé.

O chip A19 Pro e os 12 GB de RAM são, segundo a Apple, o kit mais potente do mercado e entregam 40% mais performance do que a geração anterior para rodar apps pesados em multitarefa, games exigentes e soluções do Apple Intelligence. Os 256 GB de espaço interno permitem guardar uma quantidade razoável de fotos e vídeos.

O corpo de alumínio conta com o vidro Ceramic Shield na traseira e sobre a tela, que resiste a pancadas e quedas, enquanto a certificação IP68 adiciona proteção em cenários como poeira intensa e mergulhos acidentais.

Uma mão segurando o iPhone 17 Pro com a tela ligada na página inicial
iPhone 17 Pro (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

A tela Super Retina XDR OLED de 6,3″ do iPhone 17 Pro possui ProMotion de 120 Hz e brilho forte de até 3.000 nits, combinação capaz de reproduzir imagens com cores vibrantes e com alta fluidez nas transições gráficas, e que oferece visibilidade garantida em qualquer lugar.

Sua bateria resiste a 31 horas de reprodução de vídeo segundo a Apple, suporta MagSafe e é capaz de injetar uma carga de 50% em 20 minutos via USB-C. Dessa forma, o usuário não ficará sem energia no corre-corre diário.

O iPhone 17 Pro de 256 GB (apenas R$ 8.271 no Pix) roda iOS 26 e é elegível para pelo menos cinco atualizações do sistema operacional. O celular possui conectividade 5G, Wi-Fi 7Bluetooth 6.0 e NFC.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

iPhone 17 Pro atinge 2º menor preço já encontrado em oferta no Magalu

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iPhone 17 Pro (256 GB) conta com câmeras de 48 MP e chip de ponta A19 Pro; celular da Apple atinge o 2.º menor preço já visto, com desconto de 28% no Pix
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Navegadores confirmam que uBlock Origin continuará ativo

Ilustração do uBlock Origin com o avisos irritantes ao redor
Navegadores confirmam que uBlock Origin continua ativo, incluindo o Firefox (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O uBlock Origin continua ativo nos navegadores Firefox e Brave, que mantêm o suporte ao padrão Manifest Version 2 (MV2), diferentemente do Chrome e Edge.
  • A Microsoft anunciou a remoção do suporte a extensões MV2 no Edge até o fim de 2026, afetando o uBlock Origin.
  • O uBlock Origin Lite, baseado no MV3, é uma opção para usuários do Chrome e Edge, porém com menos recursos do que a versão original. Fonte: Tecnoblog.

Recentemente, a Microsoft decidiu remover o suporte a extensões Manifest Version 2 (MV2) no Edge. A medida afeta o popular bloqueador de anúncios uBlock Origin. Na esteira desse anúncio, a Mozilla e a Brave trataram de reforçar: os seus navegadores continuam tendo suporte à ferramenta.

O término do suporte a extensões MV2 no Edge deverá ser concluído até o fim de 2026. A Microsoft tomou essa decisão pouco tempo depois de o Google anunciar que o Chrome perderá o suporte remanescente a extensões MV2 no fim deste mês de agosto.

Por conta disso, os usuários desses navegadores que ainda usam extensões MV2 deverão recorrer àquelas que são baseadas no Manifest Version 3 (MV3), padrão tido como mais moderno e seguro, mas que, pelo menos no âmbito dos bloqueadores de anúncios, é considerado menos funcional por usuários e desenvolvedores.

Para usuários do uBlock Origin no Chrome e no Edge, a opção acaba sendo o uBlock Origin Lite, que é baseado no MV3, mas que, como o “Lite” no nome sugere, tem menos recursos do que a extensão original.

Um exemplo: o uBlock Origin segue uma arquitetura de bloqueio ativa, que analisa e barra (se necessário) requisições de anúncios ou rastreadores em tempo real por meio da API webRequest; já na versão Lite, com MV3, essa API não está disponível, razão pela qual os bloqueios são baseados em regras pré-definidas, que podem ser menos eficazes.

Como consequência, o usuário precisa se contentar com uma extensão possivelmente menos eficaz ou partir para outro navegador. É neste ponto que a Mozilla e a Brave enxergaram uma oportunidade.

Navegador Brave para desktop
O navegador Brave para desktops (imagem: reprodução/Brave)

Firefox e Brave continuam suportando o MV2

Após o anúncio da decisão da Microsoft, a Mozilla comentou, via X: “o suporte do Firefox ao uBlock Origin não vai a lugar nenhum”. A razão disso é que o navegador da organização continua suportando extensões MV2.

A Brave também comentou o assunto no X, mas com mais detalhes:

Ao contrário do Edge, o Brave continuará suportando o uBlock Origin.

Hospedamos o uBlock Origin e outras extensões Manifest V2 em nossos servidores para que os usuários do navegador Brave ainda possam usá-las. Ative-as em Configurações / Extensões / Extensões Manifest V2.

Brave

Um detalhe que vale a pena comentar aqui é que, assim como o Chrome e o Edge, o Brave é baseado no projeto Chromium. Por causa disso, é de se presumir que o Brave também poderia perder o suporte a extensões MV2. Mas isso não ocorrerá porque o navegador conta com uma implementação do Chromium que preserva o padrão.

Mozilla e Brave não estão sozinhas nessa. Para dar outro exemplo, a Opera já havia assegurado ao Tecnoblog que o uBlock Origin terá suporte “pelo maior tempo possível” em seu navegador.

Navegadores confirmam que uBlock Origin continuará ativo

uBlock Origin (arte: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Navegador Brave para desktop (imagem: reprodução/Brave)
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Galaxy S26 fica quase pela metade do preço em promoção exclusiva pelo app Magalu

R$ 7.499,0049% OFF

Prós
  • Alto desempenho
  • Tela Dinâmico 2X de 120 Hz
  • Design compacto, fino e leve
  • Câmera 50 MP e vídeos em 8K
  • Promessa de 7 anos de atualizações
  • Certificação IP68
Contras
  • Sem lente periscópica
  • Carregamento máximo de 25 W
PIX Cupom Só no app
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O Galaxy S26 de 256 GB está saindo por R$ 3.839 no Pix com cupom INFLU300 exclusivamente pelo app do Magazine Luiza. O celular premium da Samsung com câmera principal de 50 MP e tela AMOLED de 6,3″ atinge um dos menores preços já vistos, com desconto de 49% sobre o original de R$ 7.499.

Galaxy S26 tem câmera de 50 MP e tela AMOLED de 120 Hz

O kit principal de câmeras do Galaxy S26 filma em resolução alta de 8K. Ele é formado por uma wide de 50 MP com OIS e ultrawide de 12 MP, que captam imagens com amplo campo de visão, e uma telefoto de 10 MP com zoom óptico de 3x para aproximar elementos. Já a frontal de 12 MP grava vídeos em 4K a 60 fps.

O chip Exynos 2600 e os 12 GB de RAM permitem a execução de apps pesados e de soluções do Galaxy AI localmente. Os 256 GB de espaço permitem guardar uma quantidade equilibrada de fotos e vídeos, mas podem ser expandidos com planos de armazenamento na nuvem como alternativa.

Sua tela Dynamic AMOLED 2X de 6,3″ com taxa de 120 Hz e brilho de até 2.600 nits é capaz de reproduzir imagens com cores vivas e alta fluidez nas transições em apps e games, além de ter visibilidade garantida em qualquer ambiente.

Tela do Galaxy S26
Galaxy S26 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O S26 possui um corpo compacto de alumínio que apela para quem prefere celulares pequenos. Os vidros Gorilla Glass Victus 2 na traseira e Gorilla Armor 2 sobre a tela resistem a quedas e pancadas, e a certificação IP68 adiciona proteção contra poeira intensa e mergulhos acidentais.

Sua bateria de 4.300 mAh sustenta até 30 horas de reprodução de vídeo, segundo a Samsung. O carregamento rápido de 25 W via USB-C evita que o usuário corra o risco de ficar sem energia antes da próxima recarga.

O Galaxy S26 de 256 GB (R$ 3.839 no Pix com cupom INFLU300 apenas pelo app Magalu) roda o Android 16 e deve receber sete atualizações do sistema operacional. O gadget conversa com redes 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 5.4 e NFC.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Galaxy S26 fica quase pela metade do preço em promoção exclusiva pelo app Magalu

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Galaxy S26 (256 GB) com tela AMOLED de 120 Hz e câmera de 50 MP atinge um dos menores preços já vistos, com desconto de 49% no Pix com cupom apenas pelo app do Magalu

Galaxy S26 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
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Edge 60 Pro alcança melhor preço em meses com cupom no Mercado Livre

APROVEITAESSA 38% OFF Ver preço

Oferta encerrada 🙁
APROVEITAESSA 38% OFF Ver preço
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O Edge 60 Pro de 256 GB está saindo por R$ 2.499 no Pix com cupom APROVEITAESSA no Mercado Livre. O celular da Motorola com tela POLED de 6,7″, até 24 GB de RAM e câmeras de 50 MP recebe desconto de 38% sobre o valor de lançamento de R$ 3.999, a melhor oferta do gadget vista nos últimos meses.

Edge 60 Pro traz tela POLED de 120 Hz e até 24 GB de RAM

Tela do Edge 60 Pro com configurações do botão dedicado da Moto AI
Tela do Edge 60 Pro possui design com bordas infinitas (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

A tela POLED de 6,7″ com taxa de 120 Hz e brilho de até 4.500 nits do Edge 60 Pro permite a reprodução de imagens com cores vibrantes e alta fluidez nas transições, além de garantir a visibilidade em qualquer lugar. O vidro Gorilla Glass 7i protege-a contra arranhões e quedas.

Os 12 GB de RAM física, expansíveis até 24 GB de memória RAM via RAM Boost, assim como no Edge 70 Pro, e o chip MediaTek Dimensity 8350 Extreme suportam apps pesados e games mais exigentes. Os 256 GB de espaço interno permitem guardar uma quantidade razoável de vídeos e fotos.

O kit de câmeras inclui uma wide com OIS e uma ultrawide, voltadas à captura de belas cenas em ambientes amplos, e uma frontal que tira ótimas selfies, todas de 50 MP. A telefoto de 10 MP com zoom óptico de 3x oferece ganhos para aproximações, e todas filmam em 4K.

Traseira roxa do Edge 60 Pro, com destaque na câmera tripla, organizada em um quadrado
Câmeras wide, ultrawide e frontal do Edge 60 Pro são de 50 MP (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

O Edge 60 Pro possui um botão dedicado à suíte Moto AI, que suporta edição inteligente de imagens e vídeos com IA. O corpo do celular conta com as certificações militar MIL-STD-810H e IP68/IP69, que conferem proteção em cenários como poeira intensa, mergulhos acidentais e temperaturas extremas.

A bateria grande de 6.000 mAh resiste até 45 horas de uso, segundo a Motorola. O suporte a carregamento rápido de até 90 W fornece uma carga para 12 horas em apenas 6 minutos, ideal principalmente para usuários gamers.

O Edge 60 Pro de 256 GB (R$ 2.499 no Pix com cupom APROVEITAESSA) será atualizado até o Android 18 e conversa com redes 5G, Wi-Fi 6EBluetooth 5.4 e NFC.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Edge 60 Pro alcança melhor preço em meses com cupom no Mercado Livre

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Vivo Easy Lite muda de nome e ganha nova forma de pagamento

Logo do Vivo Easy
Vivo Easy Lite muda de nome e ganha nova forma de pagamento (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Vivo mudou o nome do plano Vivo Easy Lite para Vivo Lite e adicionou o Pix como forma de pagamento;
  • planos Vivo Lite oferecem 20 GB, 30 GB ou 40 GB de franquia por mês, com preços a partir de R$ 35 mensais;
  • benefícios incluem acesso ilimitado ao YouTube por dois meses, ligações, SMS e 50% de desconto em ingressos do Cinemark.

Se você assina algum plano Vivo Easy Lite, talvez já tenha notado que, desde a semana passada, a modalidade passou a se chamar simplesmente Vivo Lite. A mudança de nomenclatura é acompanhada da adição de uma nova forma de pagamento: o Pix.

Os efeitos da alteração já aparecem no site da operadora: as páginas do Vivo Easy Lite foram modificadas para exibir apenas o nome Vivo Lite. A Vivo não explicou o motivo da mudança de nome, mas esclareceu ao Tecnoblog que os benefícios oferecidos nos planos foram mantidos.

Em termos práticos, a única novidade é mesmo a adição do Pix como forma de pagamento. Até então, os planos Lite aceitavam apenas pagamento via cartão de crédito.

Quais são os planos Vivo Lite?

O site da operadora destaca três opções de planos Vivo Lite. São eles:

 Vivo Lite 20 GBVivo Lite 30 GBVivo Lite 40 GB
Franquia20 GB por mês30 GB por mês40 GB por mês
Preço anual12 x R$ 30 no cartão12 x R$ 40 no cartão
Preço mensalR$ 35R$ 45R$ 55
Benefício extra2 meses de YouTube2 meses de YouTube2 meses de YouTube
Compilação feita pelo Tecnoblog

O pagamento anual é mais interessante porque, como a cobrança é feita em 12 vezes no cartão de crédito, na prática, o assinante desembolsa R$ 30 por mês no plano de 30 GB ou R$ 40 mensais no pacote de 40 GB.

Em todas as opções, o usuário tem acesso ilimitado ao YouTube durante dois meses, sem que o tráfego do serviço seja descontado da franquia. Ligações, SMS e 50% de desconto em ingressos do Cinemark estão entre os demais benefícios oferecidos.

Pelo menos até certo ponto, os planos Vivo Lite concorrem com os pacotes Claro Flex, que, atualmente, oferecem opções que começam em R$ 44,90 (35 GB).

Já na TIM, as alternativas mais próximas são os planos TIM Controle Fit, que partem de 12 vezes de R$ 20 para 25 GB de franquia por mês.

Vivo Easy Lite muda de nome e ganha nova forma de pagamento

Vivo Easy (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)
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Governo Federal inicia migração de dados do SUS para nuvem nacional

Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, apresenta primeira fase do programa Nuvem Soberana (imagem: divulgação/Governo Federal)
Resumo
  • O Governo Federal iniciou o programa Nuvem Soberana do SUS, migrando dados de saúde para servidores locais administrados pelo Serpro, visando garantir soberania digital e reduzir dependência de tecnologias estrangeiras.
  • A primeira fase envolve 230 milhões de brasileiros e estrangeiros no Cadastro Nacional de Usuários do SUS (CadSUS), com investimento inicial de R$ 18 milhões.
  • A migração busca melhorar a acessibilidade e segurança dos dados, seguindo a LGPD, e integrando mais de 450 aplicações de forma unificada.

O Governo Federal deu início nesta terça-feira (11) ao programa Nuvem Soberana do SUS, uma grande migração dos dados nacionais de saúde para servidores locais. Os computadores serão administrados pelo Estado por meio do Serpro (Serviço Federal de Processamento de Dados), e a ideia é garantir soberania digital na área. A promessa também passa por uma acessibilidade maior aos dados dos pacientes pelas instituições de saúde, além de menor dependência de tecnologias estrangeiras.

A primeira fase vai levar em conta os mais de 230 milhões de brasileiros e estrangeiros no Cadastro Nacional de Usuários do SUS (CadSUS), enquanto a segunda etapa vai focar na Rede Nacional de Dados em Saúde (RNDS), com 5 bilhões de registros. Por fim, o governo fala em consolidação, com mais de 450 aplicações funcionando de forma integrada.

Segundo o Ministério da Saúde, a experiência dos brasileiros ao utilizar os serviços digitais do SUS será a mesma, mas com maiores garantias de segurança seguindo a LGPD e integração de dados a nível federal. O ministro Alexandre Padilha anunciou o investimento inicial de R$ 18 milhões na primeira fase, chamada de Fundação, com previsão de finalizar a migração do CadSUS até o fim de 2027.

Soberania digital no centro do debate

A iniciativa tem a ver com a chamada governança digital. De acordo com o governo, a China, a Rússia e países do continente europeu passam por processo similar. A busca é por controle interno de serviços públicos, hoje totalmente integrados ao ambiente digital.

Um estudo divulgado pelo Departamento de Geografia da Universidade Federal do Paraná (UFPR) em 2025 apontou os problemas de hospedar dados sensíveis do SUS em serviços de empresas estrangeiras. A RNDS, por exemplo, é hospedada atualmente no Serpro MultiCloud, infraestrutura que utiliza serviços de big techs como a Amazon Web Services (AWS). A migração dos dados seria uma forma de driblar essa dependência tecnológica.

Projeto está dividido em três fases (imagem: divulgação/Ministério da Saúde)

Outro exemplo envolvendo governança digital é a participação do Brasil na WAICO, Organização Internacional de Cooperação em Inteligência Artificial. Os 29 integrantes buscam estratégias para aumentar o acesso do Sul Global ao desenvolvimento de inteligência artificial. Hoje, mesmo com modelos de IA nacionais, o Brasil ainda depende de LLMs de empresas estrangeiras, em especial as americanas Google, OpenAI e Anthropic, e ainda falta bastante para pensar numa independência no setor.

Digitalização do SUS

Durante o evento, em Brasília, o Governo Federal trouxe alguns dados a respeito da digitalização do SUS. Atualmente, são mais de 70 milhões de downloads do app SUS Digital, enquanto a versão profissional do app já tem integração com 84% dos municípios pelo país. Com a unificação das informações, por exemplo, a promessa é de que o acesso destes profissionais será mais fácil.

Além disso, o ministério também aponta a importância da digitalização para oferecer serviços como teleatendimento, que registrou um aumento no último ano. Essa é outra área que pode ganhar com a migração de dados para servidores inteiramente nacionais, com maior agilidade no cruzamento de dados e informações sobre atendimentos especializados, redes de apoio, entre outros exemplos.

Governo Federal inicia migração de dados do SUS para nuvem nacional

Projeto está dividido em três fases (imagem: divulgação/Ministério da Saúde)
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Melhor smartwatch Garmin em 2026: 10 relógios para comprar no Brasil

Venu 4 é um relógio da Garmin focado em uso diário (Imagem: Divulgação/Garmin)

Os melhores relógios da Garmin em 2026 se destacam pela alta precisão de GPS, métricas esportivas avançadas e longa autonomia de bateria, mesmo nos modelos de entrada.

Enquanto a linha Fenix traz navegação avançada com mapas e recursos para atividades extremas, os smartwatches das linhas Forerunner, Venu e Instinct oferecem opções voltadas para corrida, saúde no dia a dia e altíssima resistência.

O Tecnoblog preparou um guia com os 10 principais smartwatches da Garmin. Confira os pontos positivos e negativos antes de comprar.

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Garmin Forerunner 965


Prós
  • Modos de triatlo e duatlo
  • Mais de 70 modalidades esportivas
  • Resistência à água de 5 ATM
  • Autonomia de até 23 dias
  • GPS multibanda
  • Design resistente em titânio
  • Tecnologia NFC
Contras
  • Sem conectividade LTE
  • Brilho máximo em 1.000 nits
  • Não usa IA
  • NFC limitado no Brasil
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O Forerunner 965 tem tela AMOLED de 1,4 polegadas, moldura de titânio, GPS multibanda e mapas coloridos integrados.

Oferece recursos como VO2 máx, Training Readiness, que estima o nível de prontidão para um novo treino, Real-Time Stamina, que acompanha a energia disponível durante o exercício, além de ClimbPro e PacePro, para orientar o esforço em subidas e para definir estratégias de ritmo.

Traz 32 GB de armazenamento, música offline, Garmin Pay (limitado no Brasil), Wi-Fi, Bluetooth e resistência à água de 5 ATM.

A bateria chega a 23 dias em modo smartwatch. Em relação ao Forerunner 265, acrescenta mapas, tela maior e moldura de titânio; frente ao Fenix 8, é mais leve e não possui lanterna, microfone ou alto-falante.

Garmin Forerunner 165


Prós
  • Recursos exclusivos de corrida
  • Mais de 25 modos de treino
  • GPS integrado
  • Resistência à água de 5 ATM
  • Tela AMOLED com Always-On Display
  • Bateria para até 11 dias
Contras
  • Tela com 800 nits de brilho
  • Sem suporte para dados móveis
  • NFC limitado a alguns bancos
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O Forerunner 165 tem tela AMOLED de 1,2 polegadas (390 x 390), touchscreen, cinco botões, GPS integrado, altímetro barométrico e resistência à água de 5 ATM, pesando 39 g.

Oferece métricas de corrida, como o Body Battery, um indicador de energia corporal baseado em fatores como sono, estresse e atividade, além de recursos de monitoramento do sono e recuperação.

Ele não possui GPS multibanda, perfis completos de triatlo ou Training Readiness, disponíveis no Forerunner 965. A bateria chega a 11 dias e ele supera o Forerunner 70 em sensores e recursos, mas fica abaixo do 265 em GPS e treinamento avançado.

Garmin Fenix 8


Prós
  • Completo em sensores
  • Planos de treino
  • GPS multibanda
  • Resistência militar
  • Certificação para mergulhos de até 40 metros
  • Até 48 dias de bateria (versão Solar)
  • Lanterna de LED
Contras
  • Design robusto e pesado
  • Interface complexa para iniciantes
  • Preço mais alto
  • NFC limitado
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O Fenix 8 oferece versões AMOLED de 43, 47 e 51 mm e versões Solar com tela MIP — um tipo de visor LCD. O modelo traz GPS multibanda, mapas completos, lanterna LED, microfone e alto-falante.

Há versões com titânio e vidro de safira, e o relógio possui recursos específicos para mergulho até 40 metros. A autonomia no modelo AMOLED chega a 10 dias (43 mm), 16 dias no de 47 mm e 29 dias no de 51 mm.

É mais pesado e caro que os modelos focados em corrida, mas acrescenta recursos como navegação avançada, mergulho e lanterna; frente ao Forerunner 965, também oferece microfone e alto-falante.

Garmin Instinct 3 Solar


Prós
  • Carregamento solar
  • GPS multibanda
  • Resistência de até 10 ATM
  • Lanterna de LED
  • Bateria para 28 dias
Contras
  • Tela não é sensível ao toque
  • Tela de baixa resolução
  • Design robusto e pesado
  • NFC limitado
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O Garmin Instinct 3 Solar tem caixa de polímero de 45 ou 50 mm, padrão MIL-STD-810 e resistência à água de 10 ATM, equivalente à pressão de 100 metros.

A tecnologia da tela permite autonomia potencialmente ilimitada sob condições adequadas de exposição solar, enquanto GPS multibanda com SatIQ ajusta automaticamente o posicionamento para equilibrar precisão e consumo de bateria.

Esse modelo também oferece lanterna, bússola, altímetro barométrico, HRV Status, que acompanha a variação da frequência cardíaca, e monitoramento de saúde.

A tela é monocromática, sem touchscreen e sem mapas coloridos integrados. É uma alternativa mais resistente e autônoma ao Fenix 8, mas não oferece mapas detalhados, microfone ou alto-falante.

Garmin Venu 4


Prós
  • Tela AMOLED sensível ao toque
  • GPS multibanda
  • Lanterna de LED
  • Bateria para até 12 dias
  • Alto-falante e microfone para chamadas
Contras
  • Não é focado em atividades extremas
  • Não possui mapas coloridos
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O Venu 4 tem tela AMOLED touchscreen e caixas de 41 e 45 mm, com microfone e alto-falante para chamadas e comandos de voz quando conectado a smartphone compatível, além de lanterna LED.

Oferece ECG em países compatíveis, GPS multibanda com SatIQ e Training Status, que avalia a evolução da carga e do desempenho durante um treino.

A bateria chega a 10 dias no modelo de 41 mm e 12 dias no de 45 mm. Não possui mapas integrados como o Forerunner 965 e o Fenix 8, mas acrescenta ao Vivoactive 6 recursos como ECG, GPS multibanda, chamadas e comandos de voz.

Garmin Forerunner 265


Prós
  • Tela AMOLED
  • Proteção Gorilla Glass
  • Resistência à água de 5 ATM
  • Métricas avançadas para corridas
  • Até 13 dias de bateria
Contras
  • Sem mapas coloridos
  • Não tem lanterna
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O Garmin Forerunner 265 tem tela AMOLED touchscreen de 1,3 polegadas (416 x 416), proteção Gorilla Glass 3, caixa de 46 mm e peso de 47 g.

O relógio traz 8 GB de armazenamento para música offline, GPS multibanda, perfis de triatlo, Training Readiness e resistência à água de 5 ATM.

A bateria chega a 13 dias em modo smartwatch e 20 horas no GPS-only, variando conforme a configuração do sensor. Ele supera o Forerunner 165 em GPS e recursos de treinamento, mas não possui os mapas coloridos integrados do Forerunner 965.

Garmin Forerunner 70


Prós
  • Tela AMOLED touchscreen
  • Bateria de até 13 dias
  • Resistência à água de 5 ATM
  • Amplo suporte para atividades físicas
Contras
  • Sem suporte a música offline
  • Sem suporte a mapas offline
  • GPS de banda única
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O Forerunner 70 é o modelo de entrada mais recente da marca, com tela AMOLED de 1,2 polegadas, mais de 80 atividades, Garmin Coach, que oferece planos de treinamento guiados.

O dispositivo também tem recursos como Morning Report e Evening Report, que resumem informações de sono, recuperação e atividade ao longo do dia. Também acompanha a variação da frequência cardíaca, monitoramento de saúde e a energia corporal após os treinos.

Sua bateria chega a 13 dias em modo smartwatch e 23 horas no GPS-only. Não possui Garmin Pay, armazenamento para música, altímetro barométrico ou GPS multibanda. É o sucessor do Forerunner 55 na categoria de entrada e fica abaixo do Forerunner 165 em sensores e recursos.

Garmin Forerunner 55


Prós
  • GPS integrado
  • Bateria para até 14 dias
  • Pesa 37 gramas
  • Diversas modalidades esportivas
  • Resistência à água de 5 ATM
Contras
  • Sensores de corrida mais simples
  • Tela de baixa resolução
  • Sem suporte para músicas offline
  • Não é touchscreen
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O Forerunner 55 é o smartwatch da Garmin com melhor custo-benefício. Ele tem tela LCD de 1,04 polegada (208 x 208), caixa de 42 mm, pesa 37 gramas e opera por botões.

Ele tem recursos como o de frequência cardíaca, Garmin Coach, PacePro, que ajuda a definir uma estratégia de ritmo para a corrida, e sugestões diárias de treino, com resistência à água de 5 ATM.

A bateria chega a 14 dias em modo smartwatch e 20 horas com GPS. Não possui tela sensível ao toque, altímetro barométrico ou GPS multibanda, mas mantém boa legibilidade externa e autonomia elevada.

Garmin Vivoactive 6


Prós
  • Tela AMOLED touchscreen
  • Resistência à água de 5 ATM
  • Pesa 36 gramas com a pulseira
  • 8 GB de armazenamento
Contras
  • Bateria para até 11 dias
  • GPS de frequência única
  • Sem mapas para navegação
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O Vivoactive 6 tem tela AMOLED touchscreen de 1,2 polegadas (390 x 390), caixa de 42,2 mm em polímero reforçado com moldura de alumínio e pesa 23 gramas sem pulseira.

Ele traz o Garmin Pay (limitado a alguns bancos no Brasil), 8 GB de armazenamento e resistência à água de 5 ATM.

O relógio oferece mais de 80 aplicativos esportivos, Body Battery, pontuação de sono, estresse, acompanhamento da saúde feminina e recursos para usuários de cadeira de rodas.

Sua bateria chega a 11 dias, 5 dias com tela sempre ativa e cerca de 8 horas com todos os sistemas de posicionamento e música. É mais voltado a saúde e uso cotidiano que os Forerunner avançados e não possui mapas integrados.

Garmin Lily 2 Active


Prós
  • Tela touchscreen
  • Pesa apenas 29 gramas
  • Foco em design
  • Monitoramento completo da saúde feminina
Contras
  • Tela em LCD
  • Menor autonomia de bateria (9 dias)
  • Métricas esportivas limitadas
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O Garmin Lily 2 Active tem caixa de 38 mm em alumínio, tela monocromática touchscreen e dois botões físicos. Possui GPS integrado, Body Battery, HRV Status, acompanhamento de ciclo menstrual e gravidez e Garmin Pay.

A bateria chega a 9 dias em modo smartwatch e cerca de 9 horas com GPS. Seu principal diferencial em relação ao Lily 2 é o GPS próprio, enquanto o formato compacto prioriza discrição em vez de uma tela grande para exibição de dados esportivos.

Como escolher o melhor relógio Garmin em 2026?

É importante se atentar ao seu perfil de uso, o tamanho do relógio e quais tecnologias estão presentes antes de escolher um relógio da Garmin. Atente-se ao seguinte:

  • Perfil de uso: a linha Forerunner é focada em corrida e triatlo; as linhas Venu e Vivoactive priorizam saúde e uso urbano; Instinct oferece foco em resistência e carregamento solar; a linha Lily traz design compacto; e Fenix é a mais completa para navegação externa e mergulho;
  • Tipo de tela: escolha telas AMOLED para cores vibrantes e alta definição. Já as telas MIP transflectivas oferecem para máxima visibilidade sob luz solar direta e menor consumo de energia;
  • Tamanho do pulso: relógios de 38 mm a 42 mm são ideais para pulsos finos e maior conforto ao dormir. As opções de 45 mm a 51 mm são voltadas para quem prefere telas maiores, melhor leitura de dados esportivos e baterias com mais autonomia;
  • Recursos de navegação e conectividade: opte por modelos com GPS multibanda e mapas integrados se praticar trilhas ou corridas longas em ambientes complexos. Se deseja ouvir música offline ou fazer pagamentos por aproximação, verifique a presença de armazenamento para música e se há suporte do seu banco ao Garmin Pay;
  • Autonomia de bateria: se você realiza treinos longos ou ficar de vários dias sem tomada, priorize modelos com suporte a recarga solar e modos avançados de gestão de energia que ultrapassam semanas de uso contínuo.

Qual é o smartwatch Garmin mais completo?

O Fenix 8 é o smartwatch mais completo da Garmin, pois reúne recursos avançados de navegação com mapas e GPS multibanda, lanterna LED integrada, métricas de mergulho até 40 metros, além de resistência militar contra impactos.

Qual é o melhor relógio Garmin para corrida?

O Forerunner 965 é o modelo ideal para corrida por combinar mapas integrados, GPS multibanda e métricas avançadas de desempenho em uma estrutura leve com moldura de titânio.

Qual é o melhor relógio Garmin para ciclismo?

O Garmin Forerunner 965 se destaca no ciclismo por sua tela AMOLED ampla de 1,4 polegadas, que facilita a navegação visual de rotas via mapas, além do GPS preciso e do recurso ClimbPro, que auxilia na gestão de esforço em subidas.

Qual é o melhor relógio Garmin para trilhas?

O Garmin Fenix 8 é a melhor opção para trilhas devido à sua construção robusta, mapas integrados, navegação avançada.

O modelo também traz uma lanterna LED útil para visibilidade externa e versões com carregamento solar que expandem a autonomia da bateria no uso contínuo de GPS.

Qual relógio Garmin é ideal para uso diário?

O Garmin Venu 4 e Vivoactive 6 são os mais indicados para uso cotidiano por focar em saúde, bem-estar e conveniência, oferecendo tela AMOLED touchscreen e uma série de recursos úteis no dia a dia, sem trazer um design mais robusto.

Qual é o melhor: Garmin ou Apple Watch?

A escolha entre as duas marcas de smartwatch depende da sua prioridade: o Garmin é melhor no ecossistema esportivo com autonomia de bateria superior (dias ou semanas), navegação offline e métricas profundas de treino.

Já o Apple Watch é um dos melhores smartwatches do mercado, que foca em integração avançada com o iPhone e em aplicativos do dia a dia. Mesmo sem se aprofundar em treinos como o Garmin, ele oferece diversos modos esportivos.

Quais as vantagens de ter um smartwatch Garmin?

Ter um smartwatch Garmin garante recursos voltados para alta performance esportiva, saúde avançada e durabilidade:

  • Ecossistema e métricas de treino: oferece análises profundas da sua saúde, como VO2 Máx, Training Readiness, status de HRV, além de fornecer sugestões diárias, permitindo evolução constante e prevenção de treinos em excesso;
  • Maior autonomia de bateria: os relógios da Garmin entregam baterias que duram de dias a semanas longe da tomada, com opções de recarga solar que estendem ainda mais a autonomia em uso com GPS;
  • Mapas integrados: permite seguir trajetos direto no pulso com mapas topográficos em cor e recursos voltados para melhorar o desempenho de acordo com o tipo de estrada, como o ClimbPro para gerenciamento de esforço em subidas;
  • Monitoramento de saúde contínuo: rastreia métricas de bem-estar diariamente através de recursos como fornecem uma pontuação de sono, nível de estresse, oximetria e recursos de ECG.

Qual é a vida útil de um smartwatch Garmin?

A vida útil de um relógio varia conforme o uso e a construção, com relatos no Reddit indicando modelos que duram mais de seis anos mantendo duas semanas de autonomia, enquanto outros apresentam desgaste relevante na bateria após quatro anos.

Smartwatch Garmin tem NFC?

Sim, a maioria dos smartwatches possui a tecnologia NFC por meio do Garmin Pay, recurso de pagamento por aproximação presente em dispositivos como o Forerunner 965, Forerunner 265, Vivoactive 6 e Lily 2 Active.

No entanto, o recurso ainda é limitado a alguns bancos no Brasil.

Melhor smartwatch Garmin em 2026: 10 relógios para comprar no Brasil

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Deepfake falha e expõe rosto de golpista

Existe um deepfake "do bem"? (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog
Deepfakes ajudaram homem a concluir golpes (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog
Resumo
  • Um homem foi preso na Espanha por usar deepfakes para burlar verificações de identidade por vídeo.
  • A Policía Nacional espanhola informou que o suspeito realizou 38 tentativas de falsificação para se passar por 30 pessoas diferentes.
  • O golpe foi descoberto após o software de troca de rosto falhar por menos de um segundo, revelando o rosto verdadeiro do suspeito.

A polícia espanhola prendeu um homem que usava deepfakes em tempo real para burlar verificações de identidade por vídeo. A descoberta ocorreu após o software de troca de rosto falhar por pouco menos de um segundo, o suficiente para revelar o rosto verdadeiro do suspeito.

O homem é acusado de realizar 38 tentativas de falsificação para se passar por 30 pessoas diferentes, segundo nota publicada pela Policía Nacional, equivalente à Polícia Federal no Brasil. Ele tentava obter certificados digitais oficiais em nome das vítimas, e poderia usá-los para assinar contratos e transações financeiras – algo que tem se tornado comum com a popularização das IAs.

Assim como no Brasil, parte desses processos burocráticos na Espanha, quando feitos online, depende da gravação de vídeos ou de chamadas ao vivo com representantes oficiais, momentos nos quais o golpista aplicava os “filtros”.

Golpe usava deepfake em chamadas de vídeo

O esquema mirava empresas de segurança autorizadas a emitir certificados digitais. Para concluir o processo, o solicitante passava por verificações via chamada de vídeo, em que comparavam o o rosto ao documento de identidade.

O suspeito usava um software de troca de rosto em tempo real para parecer com a pessoa da foto do documento fraudado, segundo a polícia espanhola. A estrutura, que ia muito além do deepfake, incluía holofotes domésticos e lâmpadas coloridas, usadas para simular reflexos semelhantes aos presentes nos documentos de identidade.

As conexões aos sistemas eram feitas com uso de VPNs e documentos adulterados, em uma tentativa de dificultar o rastreamento.

Ilustração de deepfake
Atraso revelou a identidade verdadeira (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O homem usava mais de 320 linhas telefônicas, em 24 aparelhos diferentes, maioria registradas em nome das pessoas que sofreram o golpe. Durante a busca na residência do acusado, os agentes apreenderam um notebook criptografado, diversos celulares e HDs.

O golpe funcionou em “múltiplas ocasiões”, mas as autoridades não informaram quantos certificados ele teria conseguido emitir indevidamente.

Deepfake falha e expõe rosto de golpista

Existe um deepfake "do bem"? (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog
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IA descobre falha no Zoom que permitia invadir PCs e celulares

Ilustração com o ícone do app de videoconferência Zoom
Inteligência artificial precisou de um dia para descobrir a vulnerabilidade no aplicativo (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • A Zoom corrigiu uma vulnerabilidade crítica em sua plataforma que permitia a invasão silenciosa de dispositivos.
  • A falha, descoberta pela empresa de cibersegurança A Security, exigia que a vítima estivesse em uma chamada de vídeo com o recurso de compartilhamento de tela ativado.
  • A brecha foi explorada usando menos de 20 comandos de texto e permitia a execução remota de código, possibilitando ao invasor roubar dados sensíveis e instalar malwares.
  • A Zoom já liberou uma atualização para corrigir a vulnerabilidade.

A Zoom solucionou nesta terça-feira (11) uma vulnerabilidade crítica que permitia a invasão silenciosa de celulares e computadores. Identificada pela empresa de cibersegurança A Security, a falha exigia apenas que a vítima estivesse em uma chamada de vídeo com o recurso de compartilhamento de tela ativado.

O caso acende um alerta pela facilidade da descoberta. Os pesquisadores utilizaram modelos públicos de inteligência artificial para explorar a falha do zero usando menos de 20 comandos de texto (os chamados prompts).

Como funcionava o ataque silencioso?

Falha crítica no Zoom permitia controle remoto de PCs e celulares (imagem: reprodução/A Security)

O problema estava escondido no protocolo que gerencia anotações em tempo real (aquele recurso que permite desenhar e fazer marcações na tela). Uma brecha abriu as portas para a execução remota de código.

Segundo os relatórios técnicos da A Security, um invasor presente na reunião, seja anfitrião ou convidado, podia injetar códigos maliciosos nos dispositivos de todos os outros participantes da sala. O grande perigo desse ataque, batizado de “Zoomsday”, é que ele operava no formato zero-click, ou seja, não exigia qualquer interação da vítima.

Ninguém precisava clicar em um link suspeito no chat, baixar um arquivo malicioso ou aceitar uma solicitação na tela. Com o controle do sistema, o cibercriminoso ganhava passe livre para roubar dados sensíveis, ligar a webcam e o microfone ou instalar malwares.

No ambiente corporativo, as consequências seriam desastrosas. Um hacker poderia roubar credenciais de um funcionário para entrar na rede da companhia, comprometendo servidores a partir de uma única videochamada.

Como a IA descobriu a falha?

O que mais assustou os especialistas foi a velocidade com que a IA encontrou e conseguiu explorar a brecha. A empresa de cibersegurança explicou que bastou um dia de trabalho. Eles direcionaram um agente de IA para vasculhar funções muitas vezes ignoradas no código do Zoom. Rapidamente, ele encontrou o erro e montou a invasão em tempo recorde.

Quais sistemas foram afetados e como se proteger?

A vulnerabilidade afetou o aplicativo do Zoom em todos os sistemas suportados: Windows, macOS, Linux, Android e iOS (iPhone). Como entrar em uma videoconferência envolve desde reuniões de trabalho a aulas online, milhões de usuários poderiam ter aparelhos expostos caso os detalhes da falha vazassem.

Felizmente, a brecha foi reportada de forma responsável aos desenvolvedores. A dona do serviço publicou um boletim de segurança detalhado, já implementou as correções necessárias nos servidores e liberou atualizações para os aplicativos.

Apesar de não haver registros de que o “Zoomsday” tenha sido explorado de forma maliciosa na internet, a recomendação unânime é atualizar o aplicativo imediatamente.

IA descobre falha no Zoom que permitia invadir PCs e celulares

(Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

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Para corredores: Garmin Forerunner 55 surge com 47% OFF no Mercado Livre


Prós
  • Bateria para até 13 dias de autonomia
  • Monitora saúde e exercícios
  • Muitos recursos voltados para corridas
Contras
  • Não possui suporte para NFC
  • Sem conexão LTE
PIX
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O Garmin Forerunner 55 de 42 mm está saindo por apenas R$ 1.175,76 no Pix no Mercado Livre. Com um desconto de 47% sobre o preço original de R$ 2.199, o smartwatch da Garmin é uma excelente opção para corredores por oferecer rastreamento de rotas e monitoramento de ritmo e velocidade.

Garmin Forerunner 55 com GPS monitora rotas e velocidade

Mulher praticando corrida com um Garmin Forerunner no pulso.
Garmin Forerunner 55 (imagem: Divulgação)

Com GPS, GLONASS e Galileo integrados, o relógio inteligente registra com precisão extrema sua distância, ritmo e trajetos. Isso significa dados de corrida e ciclismo muito mais confiáveis, permitindo que você planeje suas rotas com segurança e analise sua evolução de forma detalhada.

O smartwatch traz perfis de treino para corrida, natação em piscina, ioga e pilates, adaptando-se ao seu estilo de vida. As notificações inteligentes diretamente no pulso e a resistência à água de 5 ATM completam o pacote de praticidade para enfrentar qualquer desafio do seu dia a dia.

A bateria, por sua vez, oferece duração de até duas semanas em modo smartwatch (segundo a Garmin), garantindo que você não precise se preocupar com tomadas constantemente. Além disso, a tela antirreflexo de 1,04 polegada oferece ótima visibilidade sob o sol, facilitando a leitura das suas métricas em treinos ao ar livre.

Relógio Garmin Forerunner 55 no pulso, com GPS para monitorar ritmo e velocidade durante treinos
Garmin Forerunner 55 (foto: Divulgação)

O monitoramento de saúde constante inclui frequência cardíaca contínua e a ferramenta Body Battery, que mede sua energia diária. Esses sensores ajudam a entender quando é hora de treinar pesado ou descansar, otimizando sua rotina e evitando o desgaste físico excessivo.

Aproveite a oferta para adquirir o Garmin Forerunner 55 de 42 milímetros por apenas R$ 1.175,76 no Pix no Mercado Livre. Lembrando que a promoção representa uma queda de preço de 47%, sendo uma ótima oportunidade para quem procura um smartwatch para auxiliar nos treinos e na preparação para uma maratona, por exemplo.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Para corredores: Garmin Forerunner 55 surge com 47% OFF no Mercado Livre

Garmin Forerunner 55 (imagem: Divulgação)
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Como entrar no Instagram sem senha: passo a passo para fazer o login na rede social

Descubra como acessar o Instagram por meio de um link temporário no e-mail (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Você pode entrar no Instagram sem senha ao solicitar um link temporário enviado diretamente para o endereço de e-mail cadastrado em seu perfil. A alternativa facilita o acesso pelo celular ou PC, dispensando a digitação de códigos tradicionais.

Esse método difere do processo de recuperar a senha do Instagram. Enquanto a recuperação exige criar uma nova palavra-chave, o link de login por e-mail concede um acesso direto e pontual sem alterar as credenciais atuais.

Siga em frente para saber o passo a passo de como entrar no Instagram pelo e-mail.

Como entrar no Instagram usando o e-mail da conta

  1. Acesse o aplicativo do Instagram no seu celular ou abra o site oficial pelo navegador no PC.
  2. Toque em “Esqueceu a senha?”, embaixo do campo de credenciais, para ver as opções de recuperação de acesso.
  3. Digite o e-mail cadastrado ou nome de usuário e toque em “Continuar” para a rede social localizar o perfil.
  4. Selecione a opção “Tentar outra forma” caso a plataforma sugira o envio do código por WhatsApp ou SMS.
  5. Escolha o seu endereço de e-mail na lista de opções para receber o link para entrar no Instagram sem senha e confirme em “Continuar”.
  6. Abra seu e-mail, acesse a mensagem da rede social e toque em “Login sem senha” para entrar no Instagram sem senha.
Enviando o link temporário do Instagram para o e-mail e acessando a rede social sem senha (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Alternativa: entrar no Instagram pelo Facebook

Você também pode entrar no Instagram usando o Facebook e sem utilizar senhas, desde que as contas estejam previamente vinculadas na Central de Contas da Meta. Para habilitar essa função, abra o aplicativo do Facebook, acesse a Central de Contas da Meta e toque em “Logins com conta”.

Então, ative a opção “Permitir que todas as contas sejam usadas para login” para integrar os acessos. Assim, ao abrir a tela inicial do aplicativo ou do site do Instagram, basta tocar em “Continuar como [Nome de usuário]” para autorizar o login direto.

Posso receber um link de login no Instagram via SMS?

Diferente do e-mail, não dá para entrar no Instagram pelo link por meio de SMS, pois essa opção envia apenas o código de autenticação de dois fatores. A mensagem via celular serve exclusivamente para verificar sua identidade e redefinir a palavra-chave cadastrada na plataforma.

Consigo entrar no Instagram sem e-mail ou celular?

Não há como entrar no Instagram sem e-mail ou telefone caso você tenha perdido o acesso às suas credenciais e ao perfil vinculado do Facebook. Nessas situações, a única alternativa para recuperar a conta da rede social é acionar o suporte do aplicativo para validar sua identidade.

Ao selecionar a opção de ajuda na tela de login do Instagram, você deve informar um novo meio de contato e gravar um vídeo de verificação facial (video selfie). Após a análise da equipe de segurança, o sistema liberará o envio das instruções para a criação de um novo acesso.

Como entrar no Instagram sem senha: passo a passo para fazer o login na rede social

Descubra como acessar o Instagram por meio de um link temporário no e-mail (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Enviando o link temporário do Instagram para o e-mail e acessando a rede social sem senha (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
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Ainda dá tempo: Motorola Edge 70 (256 GB) com 50% OFF com cupom


Prós
  • Apenas 5,99 mm de espessura
  • Todas as câmeras de 50 MP
  • Construção resistente
  • Tela AMOLED de 6,7″ com 120 Hz
  • Bateria dura até 38 horas
  • Carregamento de 68 W
Contras
  • Sem lente teleobjetiva
  • Chip inferior ao da versão Pro
PIX Cupom
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O Motorola Edge 70 de 256 GB está 50% mais barato em relação ao preço original de R$ 4.499 no Magazine Luiza. Na oferta encontrada, você leva o smartphone de última geração por R$ 2.249 no Pix após adicionar o cupom MOTOROLA100.

O celular com destaque para o design fino é o ‘irmão’ do meio entre os cinco novos dispositivos da linha lançada em 2026.

Edge 70 tem câmeras de 50 MP e espessura de 5,99 mm

Motorola Edge 70 sendo visto lateralmente e segurado por uma mão com um relógio no pulso
Motorola Edge 70 possui espessura ultrafina e pesa apenas 159 gramas (Foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

O dispositivo embora classificado como um intermediário apresenta um conjunto fotográfico versátil e de alta resolução. Os sensores são: wide com HDR aprimorado, ultrawide/macro e frontal, todos de 50 MP e capacidade de gravação em 4K. Além disso, há um sensor de luz 3 em 1 para melhor controle de exposição a luz, podendo ser útil para fotografias noturnas.

O display é composto por uma tela POLED de 6,7 polegadas que alcança taxa de atualização de 120 Hz e brilho de até 4.500 nits. A configuração possibilita desempenho fluido para consumo de conteúdo, como redes sociais, e visibilidade clara mesmo sob alta luminosidade.

O Edge 70 possui construção em alumínio e como dito anteriormente, espessura de apenas 5,99 mm para competir com os ultrafinos de concorrentes como o S25 Edge e o iPhone Air. A presença das certificações IP68, IP69 e MIL-STD-810H asseguram a ele alta proteção contra poeira, água e cenários extremos.

Motorola Edge 70 (Foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Motorola Edge 70 tem revestimento frontal do vidro Gorilla Glass 7i (Foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Em termos de desempenho, vem equipado pelo chip Snapdragon 7 Gen 4 com CPU octa-core de até 2.8 GHz e 8 GB de RAM Física expansível até 24 GB via RAM Boost. Uma combinação que não proporciona o mesmo desempenho do Edge 70 Pro ou do Motorola Signature, mas que oferece uma performance equilibrada em todas as áreas.

A bateria de silício-carbono adota uma capacidade de 4.800 mAh com suporte a carregamento rápido com fio de 68 W e também wireless de 15 W, oferecendo maior comodidade. No mais, abrange compatibilidade a NFC, Wi-Fi 6E e Bluetooth 5.4, conexões que já possuem versões superiores.

O Motorola Edge 70 (256 GB) tem promessa de cobertura até o Android 20 pela Motorola e você pode adquiri-lo por R$ 2.249 no Pix com o cupom MOTOROLA100 no Magazine Luiza.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Ainda dá tempo: Motorola Edge 70 (256 GB) com 50% OFF com cupom

Foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog

Motorola Edge 70 (Foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
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Microsoft vai permitir login no Edge com Conta Apple para atrair usuários

Ilustração mostra o logotipo do Microsoft Edge ao centro, nas cores azul e verde, em gradiente. Na parte inferior direita, o logo do "tecnoblog" é visível.
Microsoft vai permitir login no Edge com Conta Apple para atrair usuários (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Microsoft está testando uma opção de login com Conta Apple no navegador Edge para sincronizar senhas, favoritos, histórico e afins;
  • recurso foi descoberto na versão beta do Edge (152.0.4191.10) e na versão Canary (153.0.4210.0), devendo ser ativado na área de recursos experimentais do navegador;
  • a nova opção de login deverá estar disponível no Edge para Windows e macOS na versão 152, prevista para a última semana de agosto.

Por padrão, o Edge requer que você use uma Conta Microsoft para sincronizar senhas, favoritos, histórico e outros dados de navegação entre diferentes equipamentos. Mas, em breve, você também poderá usar uma Conta Apple para isso. Tudo indica que este é um pequeno movimento para atrair usuários para o navegador.

O perfil Leopeva64, no X, descobriu que o recurso já está em teste na versão beta do Microsoft Edge (152.0.4191.10), bem como na versão Canary 153.0.4210.0 (também de teste), embora deva ser ativado na área de recursos experimentais do navegador.

Quando a ativação é feita, a área de usuário do Microsoft Edge, no canto direito superior, exibe um campo de login para uma Conta Microsoft e, logo abaixo, mostra opções para autenticação com uma Conta Google ou uma Conta Apple.

O login com uma Conta Google é um recurso recente do Edge. Fica claro, portanto, que a Microsoft está expandindo as opções de login ao adicionar suporte à Conta Apple.

Qual o benefício disso? Permitir que você leve, para o Edge, dados como senhas, favoritos e histórico oriundos do Chrome ou, neste caso, do Safari. Também é possível usar o Edge sem ter que uma Conta Microsoft.

Na primeira olhada, esta parece ser uma medida contraintuitiva da Microsoft. Mas há uma lógica aqui: ao flexibilizar as opções de login no Edge, a companhia pode atrair mais usuários para o seu navegador ou, ao menos, reduzir as chances de eles migrarem para as opções concorrentes.

Botão de login no Edge com Conta Apple ou Conta Google
Botão de login no Edge com Conta Apple ou Conta Google (imagem: X/Leopeva64)

Quando o login com Conta Apple chega oficialmente ao Edge?

Atualmente, o Microsoft Edge está na versão 151. É de se presumir que o login com Conta Apple fará parte da versão 152, prevista para a última semana de agosto.

O recurso estará disponível no Edge para Windows e para macOS, mas não deve chegar às versões móveis do browser na fase inicial.

Mas é preciso considerar que, mesmo nas versões finais do navegador, a liberação do recurso pode ser gradual, isto é, chegar a alguns usuários antes do que a outros. Não por caso, o login com Conta Google já é oficial no Edge, mas grande parte dos usuários do navegador ainda não tem acesso a essa opção.

Microsoft vai permitir login no Edge com Conta Apple para atrair usuários

Microsoft Edge (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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iPhone 16 (512 GB) atinge menor preço desde o Prime Day na Amazon

R$ 10.099,0049% OFF

Prós
  • Tela com brilho de até 2.000 nits
  • Chip A18 de alto desempenho
  • Câmera wide de 48 MP
  • Suporte ao Apple Intelligence
Contras
  • Bateria de 3.561 mAh
  • Tela com taxa de atualização de 60 Hz
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O iPhone 16 (512 GB) está disponível por R$ 5.129,10 no Pix na Amazon. O smartphone da Apple com tela OLED e câmera de 48 MP, lançado por R$ 10.099, recebe desconto de 49% em oferta que compete com os menores preços que encontramos durante o Amazon Prime Day de julho.

iPhone 16 tem tela XDR OLED e câmeras que filmam em 4K

O iPhone 16 adota uma tela Super Retina XDR OLED de 6,1 polegadas com os recursos ProMotion e True Tone para aprimorar a qualidade da imagem. O painel traz o já tradicional design Dynamic Island, proteção com Ceramic Shield e atinge brilho máximo de até 2.000 nits.

O telefone tem uma câmera dupla traseira com o sensor principal de 48 MP capaz de gravar vídeos em 4K e registrar fotos com Estabilização Óptica de Imagem (OIS). A câmera frontal de 12 MP capta selfies detalhadas com o Modo Retrato e registro em 4K.

Com suporte ao Apple Intelligence, o iPhone 16 usa o chipset Apple A18 e 8 GB de RAM para oferecer alto desempenho em tarefas mais simples. O armazenamento interno de 512 GB garante espaço de sobra para aplicativos, mídias e outros arquivos sem depender do iCloud.

Tela do iPhone 16
iPhone 16 atinge brilho com pico de 2.000 nits (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Devido ao formato compacto, o smartphone da Apple é equipado com uma bateria de 3.561 mAh com autonomia de até 22 horas de reprodução de vídeo. Já o carregamento rápido com um adaptador de até 45 W, vendido separadamente, vai de 0 a 50% em aproximadamente meia hora na tomada.

Na parte de conexão, o dispositivo conta com 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 5.3 e NFC para ações por aproximação. O modelo vem de fábrica com iOS 18, mas está preparado para receber ao menos cinco grandes atualizações do sistema operacional.

O iPhone 16 (R$ 5.129,10 no Pix) tem uma estrutura premium em alumínio em conjunto com o acabamento traseiro com proteção Ceramic Shield. Por fim, a certificação IP68 de resistência à água permite que o aparelho sobreviva a mergulhos de até 6 metros em água doce por 30 minutos.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

iPhone 16 (512 GB) atinge menor preço desde o Prime Day na Amazon

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O iPhone 16 com Apple Intelligence, display OLED e câmeras que filmam em 4K sai por menos da metade do preço com pagamento via Pix na Amazon

iPhone 16 atinge brilho com pico de 2.000 nits (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
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EUA contratam 2 mil gamers como controladores de voo

Captura de tela de trailer do Microsoft Flight Simulator. Imagem mostra aviões circulando na pista, um avião voando no canto esquerdo e uma torre de controle
Programa buscou gamers para atender falta de controladores de voo (imagem: reprodução/Microsoft Flight Simulator)
Resumo
  • O governo dos Estados Unidos contratou mais de 2 mil jogadores de videogame como controladores de tráfego aéreo.
  • A campanha buscou jovens com habilidades como raciocínio rápido e multitarefa, comuns em jogadores de videogame.
  • Os controladores de voo terão remuneração média anual acima de US$ 155 mil, treinamento remunerado e vantagens federais.

O governo dos Estados Unidos recrutou mais de 2 mil jogadores de videogame para a formação de novos controladores de tráfego aéreo. A iniciativa faz parte de uma campanha lançada em abril pelo Departamento de Transportes (USDOT) e pela Administração Federal de Aviação (FAA) para enfrentar a escassez de profissionais no setor.

Segundo o secretário de Transportes, Sean Duffy, em publicação na rede social X, o resultado representa 94% da meta anual de contratação.

O governo também afirmou que o processo de seleção foi o mais rápido já registrado para a área, acelerando a entrada dos candidatos na academia de formação técnica da FAA. Além dos recém-contratados, a agência ainda avalia outros 2 mil canditados.

Essa não é a primeira vez que a FAA tenta atrair pessoas ligadas ao universo dos games. Em 2021, ela promoveu a campanha Level Up, também para renovar e diversificar a força de trabalho da aviação comercial.

Como a campanha atraiu candidatos?

A ação adotou uma comunicação inspirada em jogos populares, como Fortnite, e em simuladores de vôo, como o Microsoft Flight Simulator, e usou o slogan “Você esteve treinando para isso…”, destacando caracterísitcas valorizadas na profissão.

A campanha buscou jovens com habilidades associadas ao hobby, como tomada rápida de decisões, orientação espacial, raciocínio estratégico e capacidade de acompanhar várias informações ao mesmo tempo.

🚨 GAME CHANGER

In April, we launched a NEW CAMPAIGN to recruit video gamers as air traffic controllers — and supercharged the entire hiring process to get the BEST & BRIGHTEST in faster. The results are HISTORIC ✈

✅ 94% of hiring goal met — fastest time ever to reach target… pic.twitter.com/gN3OGmEIBB

— Secretary Sean Duffy (@SecDuffy) August 9, 2026

Controladores de voo são responsáveis por acompanhar aeronaves em movimento, orientar pilotos e lidar com mudanças de rota e clima.

Para tornar a carreira mais atraente, o portal do programa também citava benefícios como treinamento remunerado, vantagens federais e remuneração média anual acima de US$ 155 mil (cerca de R$ 850 mil, em conversão direta) após três anos de serviço. O salário é um dos principais motivos para a falta de pessoal no setor, segundo o Polygon.

Escassez pressiona aviação

Avião da United Airlines (Imagem: raymondclarkeimages/ Flickr)
Escassez de pessoal é uma das razões para estresse na profissão (Imagem: raymondclarkeimages/ Flickr)

A ofensiva tenta responder a queda de cerca de 6% no número de controladores ativos na última década, cenário agravado por paralisações governamentais, aposentadorias em massa, interrupções nos treinamentos durante a pandemia de covid-19 e a falta de estabilidade salarial.

Em abril, a FAA contava com cerca de 11 mil controladores ativos e 4 mil estagiários em formação, segundo dados citados pela CNN, número considerado insuficiente para atender à demanda operacional dos aeroportos estadunidenses.

A falta de pessoal é apontada como uma das principais razões para a carreira ser considerada uma das mais estressantes, o que também leva a preocupações sobre segurança. Em março, por exemplo, a colisão entre um avião da Air Canada Express com um caminhão de bombeiros a mais de 160 km/h na pista reacendeu as discussões sobre esse déficit no país.

EUA contratam 2 mil gamers como controladores de voo

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Microsoft teria aumentado preço do Windows 11 “OEM”, deixando PCs mais caros

A imagem mostra um notebook ASUS Zenbook A14 exposto sobre uma mesa em um ambiente bem iluminado e decorado com grama sintética e plantas ao fundo. Ao lado do notebook, há um pequeno display informativo com o nome e algumas especificações do modelo, destacando o processador Snapdragon. A tela do notebook exibe o sistema Windows com o recurso de tela de bloqueio ativo, mostrando o horário (15:54), a data (quinta-feira, 21 de março) e informações sobre o clima e localização. O design do laptop é moderno e elegante, com acabamento metálico claro e teclado em tom semelhante. No canto inferior direito da imagem, aparece o logo do site Tecnoblog.
Microsoft teria aumentado preço do Windows 11 “OEM”, deixando PCs mais caros (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Resumo
  • Microsoft teria aumentado os preços das licenças OEM do Windows 11, de acordo com o site taiwanês United Daily News, que ouviu executivos de marcas de PCs;
  • reajustes variam entre 7% e 10% e foram aplicados em julho de 2026; as licenças são reajustadas anualmente.
  • aumento de preços das licenças já estaria sendo repassado aos consumidores, tornando os PCs mais caros em um contexto em que os preços já são pressionados pela crise das memórias RAM e dos chips de armazenamento.

PCs já não estão baratos por conta da crise das memórias RAM e dos chips de armazenamento. Mas a situação pode ficar pior nas próximas semanas. Isso porque a Microsoft teria aumentado os preços das licenças OEM do Windows 11 para um patamar superior ao esperado pelo mercado.

Licenças OEM são aquelas destinadas aos fabricantes de computadores. Quando você compra um notebook com Windows 11, por exemplo, uma licença OEM é o que permite que o sistema operacional venha pré-instalado na máquina. O custo com essa licença está embutido no preço final do equipamento, razão pela qual não é necessário comprá-la à parte.

Os custos com licenças OEM variam de acordo com determinados aspectos. Entre eles estão a quantidade de licenças negociadas, o país de destino (por conta de eventuais impostos ou de taxas de câmbio) e até o tipo de hardware — processadores mais avançados tendem a contar com precificações mais elevadas.

Como as licenças OEM são negociadas com os fabricantes, reajustes não costumam ser tratados publicamente. Mas o site taiwanês United Daily News afirma ter ouvido de executivos de marcas de PCs que, em julho deste ano, a Microsoft promoveu aumentos nos preços das licenças OEM do Windows que variam entre 7% e 10%.

Os mesmos executivos apontaram que as licenças são reajustadas anualmente, mas que, em 2026, o aumento de preços foi mais expressivo do que em anos anteriores.

Dell XPS 13 2024 tem opção de tela OLED (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
Notebooks Dell XPS 13 com Windows 11 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Qual o motivo do reajuste das licenças do Windows?

Como a Microsoft não se pronunciou a respeito até o momento, não dá para saber. Mas, se o aumento de preços das licenças for real, uma das possibilidades é a de que as porcentagens aplicadas considerem os custos que a companhia vem tendo com o desenvolvimento de recursos de inteligência artificial.

É claro que o reflexo dessa situação varia de país para país, mas os fabricantes afirmam que, de modo geral, os reajustes já estão sendo repassados para os produtos. Os consumidores notam que os PCs estão mais caros, obviamente, mas associam os preços aumentados aos custos crescentes com memória RAM e soluções de armazenamento.

De quanto é esse aumento? Novamente, depende do mercado ou da marca. Mas Liao Yi-hsiang, gerente-geral da divisão de sistemas da Asus, explicou que, em Taiwan, os computadores da marca ficaram cerca de 30% mais caros entre o quarto trimestre de 2025 e maio de 2026. Com o reajuste das licenças do Windows, mais um aumento de preços deve ser registrado no atual trimestre.

Com informações de Neowin

Microsoft teria aumentado preço do Windows 11 “OEM”, deixando PCs mais caros

Zenbook A14 conta com processador Snapdragon X e roda Windows 11 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Notebooks Dell XPS 13 com Windows 11 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
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Oportunidade: Galaxy Watch 8 BT tem o menor preço já registrado em oferta


Prós
  • Tela Super AMOLED de 3.000 nits
  • Suporte a NFC
  • Compatível com Galaxy AI
  • Responde notificações e mensagens
  • IP68 e MIL-STD-810H
Contras
  • Autonomia reduzida com GPS ativo
  • Não conversa com iPhone
  • Funções exclusivas com celulares Samsung
PIX
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O Galaxy Watch 8 Bluetooth de 40 mm está saindo por apenas R$ 1.246,51 no Pix no Mercado Livre. O smartwatch da Samsung com sensor BioActive e tela Super AMOLED atinge menor preço já registrado, com um desconto de 58% sobre o original de R$ 2.999.

Galaxy Watch 8 traz tela Super AMOLED e sensor BioActive

O Galaxy Watch 8 é equipado com uma tela Super AMOLED de 1,34″ com brilho de até 3.000 nits, que reproduz cores e imagens de alta qualidade, além de prover visibilidade em qualquer lugar. O vidro Cristal de Safira resiste a acidentes como quedas e pancadas e mantém o display protegido.

Este smartwatch conta com várias funções para acompanhar atividades físicas das mais diversas, como corrida e ciclismo, ao mesmo tempo em que oferece ferramentas àqueles que buscam mais qualidade de vida e desejam ficar de olho na condição física geral, tais como eletrocardiograma (ECG), monitores do sono, da saúde da mulher e da oxigenação do sangue.

O wearable também pode fazer a diferença em uma situação crítica: desde que pareado a um celular, ele pode ligar para contatos específicos e números como 190 (polícia) e 192 (ambulância) durante uma emergência médica, podendo assim salvar a vida do usuário.

O chip Exynos W1000, 2 GB de RAM e 32 GB de espaço interno permitem a um dos melhores smartwatches de 2026 executar apps localmente. Sua bateria de 435 mAh resiste a um dia de uso e suporta carregamento sem fio de 10 W. Dessa forma, o usuário pode usá-lo por bastante tempo entre cada nova recarga.

O corpo de alumínio Armor de 40 mm é reforçado pelas certificações IP68 e militar MIL-STD810H, que conferem proteção em cenários extremos. Além de resistir a 5 atmosferas de pressão (5 ATM) debaixo d’água, o que o habilita a ser usado também em esportes aquáticos.

O Galaxy Watch 8 BT de 40 mm (apenas R$ 1.246 no Pix) roda Wear OS 6 e suporta soluções do Google, além de possuir conectividade Wi-Fi 5, Bluetooth 5.3, NFC e GPS multibanda, que determina a posição exata do usuário em tempo real.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Oportunidade: Galaxy Watch 8 BT tem o menor preço já registrado em oferta

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Galaxy Watch 8 BT (40 mm) tem sensor BioActive e tela Super AMOLED; smartwatch da Samsung atinge o menor preço já registrado com desconto de 58% no Pix

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iPhone 17 Pro Max (512 GB) atinge um dos maiores descontos que já vimos


Oferta encerrada 🙁
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O iPhone 17 Pro Max (512 GB) está em oferta por R$ 10.334,71 no Pix no Mercado Livre. O smartphone premium da Apple com tela OLED e câmera de 48 MP, lançado por R$ 13.999, está com um desconto de 25% e um dos preços mais baixos já visto pela equipe do Achados do TB.

iPhone 17 Pro Max traz Apple Intelligence, tela de 120 Hz e câmeras que filmam em 4K

iPhone 17 Pro Max (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
iPhone 17 Pro Max tem tela OLED de 6,9 polegadas com taxa de atualização de 120 Hz (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O iPhone 17 Pro Max usa o chipset Apple A19 Pro combinado com 12 GB de RAM, entregando alto desempenho e suporte ao Apple Intelligence. Já os 512 GB de armazenamento interno oferecem espaço bem considerável para aplicativos, mídias e outros arquivos do dia a dia.

Com o design Dynamic Island, o modelo traz uma ampla tela Super Retina XDR OLED de 6,9 polegadas com taxa de atualização de 120 Hz. O painel ainda conta com os recursos ProMotion e True Tone, além de brilho máximo de 3.000 nits.

Focado em fotos e vídeos, o iPhone 17 Pro Max possui uma câmera tripla traseira com todos os sensores de 48 MP capaz de filmar em 4K com Estabilização Óptica de Imagem (OIS). A câmera frontal de 18 MP fica responsável por selfies detalhadas com o Modo Retrato, além de gravar vídeos em 4K.

Mão segurando iPhone 17 Pro Max prateado com as câmeras traseiras em destaque
iPhone 17 Pro Max tem câmera tripla traseira com sensores de 48 MP (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O smartphone topo de linha da Apple adota uma bateria de 4.823 mAh, entregando uma autonomia de até 37 horas de reprodução de vídeo. Ao utilizar um adaptador de 40 W ou superior, o carregamento rápido vai de 0 a 50% em cerca de 20 minutos.

Na parte de conexões, o dispositivo tem 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 6.0, Ultra Wideband (UWB) e NFC para ações por aproximação. Ele vem de fábrica com o iOS 26 e receberá ao menos cinco grandes atualizações do sistema operacional.

Fechando o pacote, o iPhone 17 Pro Max (R$ 10.339,71 no Pix) tem estrutura de alumínio, acabamento traseiro e tela protegida com Ceramic Shield. Além disso, a certificação IP68 de resistência à água garante que o dispositivo sobreviva a mergulhos acidentais de até 6 metros pelo tempo limite de 30 minutos.

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iPhone 17 Pro Max (512 GB) atinge um dos maiores descontos que já vimos

iPhone 17 Pro Max (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

iPhone 17 Pro Max (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
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