❌

Visualização de leitura

Inteligência artificial é usada quase duas vezes mais para consultas pessoais do que no trabalho

A inteligência artificial (I.A) ganhou espaço rapidamente na rotina dos usuários, mas ainda está longe de aparecer de forma igual em todas as áreas. O avanço também expõe diferenças importantes entre o uso pessoal e profissional da tecnologia.

Os dados mais recentes mostram que a adoção dentro das empresas avança em ritmo menor do que entre usuários que recorrem às ferramentas por conta própria.

Leia também: O Boticário investe em serviços de salão e inteligência artificial para quadruplicar receita do varejo físico até 2028

Uso pessoal supera o profissional

Segundo o Instituto Nacional de Estatística da Espanha, 38% dos residentes usam regularmente inteligência artificial. Entre eles, 30% recorrem à tecnologia para consultas pessoais.

Já o uso no trabalho chega a 18%, enquanto 16,2% utilizam I.A. em atividades ligadas à educação. Na prática, isso mostra que a presença da inteligência artificial na vida pessoal ainda supera a adoção no ambiente profissional.

Dessa forma, mesmo com os avanços da tecnologia avançada, os dados também demonstram que a I.A. segue fora das decisões ou auxílios empresariais. Além disso, especialistas alertam que manter a tecnologia  fora do ambiente de trabalho tende a ser positivo.

Empresas rejeitam a I.A.

A União Geral de Trabalhadores (UGT) avalia que a diferença não acontece porque os trabalhadores rejeitam a tecnologia. Para o sindicato, o principal obstáculo está na baixa integração da I.A. aos processos das próprias empresas.

Dados de 2024 mostram que apenas 20% das companhias com mais de dez funcionários ofereciam treinamento voltado para a tecnologia. Nas microempresas, com menos de dez trabalhadores, esse percentual caía para apenas 3%.

Pessoas não utilizam a tecnologia

Apesar do crescimento rápido da tecnologia, a UGT calcula que 23 milhões de pessoas na Espanha nunca utilizam ferramentas de I.A. O sindicato alerta que essa diferença pode ampliar desigualdades já existentes no acesso à tecnologia e no mercado de trabalho.

O perfil de quem mais utiliza I.A. concentra homens, jovens, moradores de grandes cidades, pessoas empregadas, com renda maior e escolaridade mais alta. Ainda assim, o uso da I.A. segue em sua maioria para pesquisas e uso pessoal.

Leia também: Lenovo: conheça os novos notebooks Yoga com inteligência artificial

Sindicato pede maior treinamento

Diante desse cenário, a UGT defende a criação de um Plano Nacional de Qualificação em Inteligência Artificial. A proposta inclui cursos abertos aos usuários, formação profissional e programas específicos para pessoas desempregadas.

O objetivo é reduzir a desigualdade no acesso à tecnologia e aumentar a capacidade dos trabalhadores de usar a I.A. para habilidades profissionais. Vale destacar que o avanço da inteligência artificial também auxiliou na procura por novos funcionários do setor.

Chope vira estratégia para aumentar faturamento de bares e restaurantes
Por Nathalia Gimenes
Vaga especial para PCD pode ser solicitada pela internet; entenda a mudança
Por André Amadeus
Liverpool avança por Bradley Barcola após negociação decisiva com PSG
Por André Amadeus
China mira US$ 8,8 trilhões em consumo até 2030; veja a estratégia
Por Nathalia Gimenes
Apple prepara aparelho inteligente com câmera e reconhecimento facial
Por Nathalia Gimenes
Infantino prepara novidade no futebol mundial envolvendo 211 seleções
Por André Amadeus
Disney oferece pacote de aposentadoria voluntária a executivos em nova onda de cortes
Por André Amadeus
Netflix prepara mudança que pode reunir streamings rivais em um só lugar
Por Nathalia Gimenes

O post Inteligência artificial é usada quase duas vezes mais para consultas pessoais do que no trabalho apareceu primeiro em Times Brasil | CNBC.

  •  

Rendimentos dos Treasuries ficam estáveis antes de dados do mercado de trabalho dos EUA

Os rendimentos dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos operavam estáveis na manhã desta sexta-feira (7), enquanto os investidores aguardavam a divulgação de importantes dados do mercado de trabalho prevista para mais tarde.

O rendimento dos Treasuries de 10 anos, principal referência para hipotecas, financiamentos de automóveis e dívidas de cartão de crédito, permanecia em 4,6719%.

As taxas de prazos mais curtos e mais longos também estavam estáveis. O rendimento do Treasury de 2 anos, que acompanha mais de perto as decisões de juros de curto prazo do Federal Reserve, permanecia em 4,2431%. Já o rendimento do Treasury de 30 anos, que costuma reagir a acontecimentos geopolíticos mais amplos, estava inalterado em 5,2189%.

Um ponto-base equivale a 0,01 ponto percentual, ou 1/100 de 1%, e os rendimentos e os preços dos títulos se movimentam em direções opostas.

Os investidores aguardam a divulgação de importantes dados do mercado de trabalho em busca de sinais mais claros sobre a economia dos Estados Unidos e sobre o possível impacto nas decisões de juros do Federal Reserve, enquanto os preços da energia avançavam nesta sexta-feira.

Economistas esperam que os dados de empregos fora do setor agrícola de julho mostrem a criação de 83 mil vagas no mês, enquanto a taxa de desemprego deve permanecer estável em 4,2%.

Leia também: Ouro encerra semana no vermelho após falas de dirigentes do Fed

Dan Lacalle, economista-chefe da Tressis, afirmou que altas de juros pelo Fed seriam negativas para a economia, prejudicando especialmente o mercado de trabalho.

“Não faz sentido o Fed elevar os juros”, afirmou Lacalle ao programa “Squawk Box Europe”, da CNBC, nesta sexta-feira. Segundo ele, não há “nenhum sinal” de superaquecimento da economia dos Estados Unidos. Lacalle acrescentou que os dados do núcleo do índice de preços ao consumidor, o CPI, e do índice de preços de gastos com consumo pessoal, o PCE, indicam que aumentos de juros não teriam impacto sobre os preços da energia.

Os contratos futuros do petróleo West Texas Intermediate subiam 0,67%, para US$ 77,81 por barril, enquanto o Brent avançava quase 1%, para US$ 83,31.

O post Rendimentos dos Treasuries ficam estáveis antes de dados do mercado de trabalho dos EUA apareceu primeiro em Times Brasil | CNBC.

  •  

Volkswagen prepara corte de até 50% na linha de modelos; entenda o plano

A Volkswagen apresentou um plano para transformar sua operação global e reduzir significativamente sua linha de modelos nos próximos anos. A montadora alemã pretende diminuir em até 50% o portfólio de veículos e reduzir a complexidade da oferta em até 75%.

A medida faz parte do chamado Plano Futuro, apresentado pela Diretoria Executiva da empresa ao Conselho de Supervisão. Segundo a Volkswagen, o objetivo é tornar o grupo mais eficiente, resiliente e competitivo diante das mudanças no mercado automotivo.

Além da redução da variedade de modelos, a companhia também pretende ajustar sua capacidade produtiva. A meta é alcançar uma produção anual de aproximadamente 9 milhões de veículos, abaixo da capacidade de cerca de 12 milhões planejada antes da pandemia de Covid-19.

Leia também: Volkswagen vai cortar modelos e reduzir capacidade, mas evita falar em demissões

Volkswagen quer concentrar produção nos segmentos mais estratégicos

De acordo com a empresa, a redução da linha de modelos permitirá direcionar recursos para veículos e tecnologias com maior potencial de retorno.

Atualmente, a Volkswagen possui uma das maiores ofertas de produtos de sua história. No entanto, a companhia afirma que a simplificação do portfólio ajudará a reduzir custos e melhorar a eficiência no desenvolvimento de novos veículos.

Além disso, a montadora pretende harmonizar plataformas tecnológicas, arquiteturas eletrônicas e sistemas de software. A estratégia busca eliminar estruturas paralelas e ampliar as sinergias entre as marcas do grupo.

Plano ocorre em meio à pressão sobre a indústria automotiva

A decisão acontece em um momento de transformação no setor automotivo global. Nos últimos meses, fabricantes enfrentaram aumento de custos, novas exigências regulatórias e uma disputa mais intensa no mercado de veículos elétricos.

A Volkswagen também enfrenta maior concorrência de empresas chinesas, principalmente no segmento de carros elétricos, além dos impactos relacionados às tarifas comerciais.

Leia também: Volkswagen registra receita de 75,7 bilhões de euros, apesar de tombo no lucro operacional

Segundo a montadora, os desafios externos foram parcialmente compensados por programas de desempenho realizados nos últimos anos.

Além disso, a empresa afirma que essas medidas ajudaram a fortalecer sua estrutura. Agora, como parte desse processo de transformação, a Volkswagen inicia uma nova etapa de reorganização com foco no negócio automotivo.

Cortes de empregos ainda não foram confirmados pela Volkswagen

Apesar do anúncio do novo plano, a Volkswagen não confirmou demissões em massa. Nas últimas semanas, surgiram relatos de que a empresa avaliava medidas mais duras, incluindo possíveis cortes de até 100 mil empregos e o fechamento de unidades na Alemanha. As informações, divulgadas pela imprensa, geraram resistência entre trabalhadores e sindicatos.

O conselho de trabalhadores da Volkswagen e o sindicato industrial alemão IG Metall afirmaram que pretendem lutar contra possíveis cortes e encerramentos de fábricas. Um protesto chegou a ser realizado em frente à unidade da Volkswagen em Zwickau, na Alemanha.

A montadora já havia iniciado discussões sobre redução de custos e aumento da eficiência, mas ainda não apresentou oficialmente um plano final com demissões ou fechamento de fábricas.

Leia também: Volkswagen aguarda parecer do Conselho de Administração sobre plano de corte de custos

Volkswagen busca fortalecer negócio principal

Outro ponto do Plano Futuro envolve a revisão do portfólio de participações e investimentos da empresa. A Volkswagen informou que pretende concentrar recursos em negócios ligados diretamente ao setor automotivo.

A venda de uma participação majoritária na Everllence, anunciada no fim de junho, faz parte dessa estratégia e deve gerar uma entrada de caixa de aproximadamente 7,4 bilhões de euros. Com as mudanças, a montadora busca construir uma estrutura mais enxuta e preparada para competir em um mercado global cada vez mais disputado.

“O Grupo Volkswagen está entrando na próxima fase de transformação por seus próprios meios. Estamos tornando a empresa mais rápida, mais resiliente e mais competitiva”, afirmou Oliver Blume, CEO da Volkswagen.

Qual o próximo sorteio especial da Caixa após a Quina de São João?
Por Nathalia Gimenes
Como a política dos EUA pode estar mudando o equilíbrio da I.A global?
Por Joyce Canelle
Vazamento expõe rede de fornecedores e testes do futuro iPhone 18 Pro da Apple; veja
Por Nathalia Gimenes
Supergirl pode dar prejuízo de milhões de dólares à DC Studios; entenda
Por Joyce Canelle
Quem são os novos milionários brasileiros e o que os diferencia das gerações anteriores?
Por André Amadeus
Copa do Mundo 2026 coloca autoridades de saúde em alerta; saiba os principais riscos
Por Joyce Canelle
Top 10 melhores empresas do setor financeiro para o futuro veja a lista
Por Nathalia Gimenes
Taylor Swift transforma carreira em império bilionário e se torna a mais rica da história
Por André Amadeus
Conheça o país que está atraindo gigantes da I.A dos EUA e da China ao mesmo tempo
Por Joyce Canelle
A I.A está encarecendo sua vida por 4 motivos invisíveis; descubra
Por Nathalia Gimenes

O post Volkswagen prepara corte de até 50% na linha de modelos; entenda o plano apareceu primeiro em Times Brasil | CNBC.

  •  

Como Garrincha escapou de uma suspensão e mudou a história da Copa de 1962; veja

A presença de Garrincha na final da Copa do Mundo de 1962 esteve ameaçada até poucas horas antes da decisão. Expulso na semifinal contra o Chile, o atacante brasileiro precisou aguardar o julgamento da Comissão Organizadora da Fifa para saber se poderia enfrentar a Tchecoslováquia.

Ao fim da análise, a entidade optou por aplicar apenas uma advertência, decisão que garantiu a participação do camisa 7 na conquista do bicampeonato mundial, segundo o Estadão.

O episódio voltou a ganhar destaque após a Fifa anular a suspensão do atacante Folarin Balogun, dos Estados Unidos, expulso pelo árbitro brasileiro Raphael Claus. Apesar da distância de mais de seis décadas entre os casos, ambos mostram como a Fifa pode revisar decisões disciplinares por meio de suas instâncias responsáveis.

Leia também: Com virada épica, Argentina elimina Egito da Copa e mantém sonho do bicampeonato

O que aconteceu na expulsão de Garrincha?

Brasil e Chile disputaram a semifinal da Copa do Mundo de 1962 em um jogo marcado por forte disputa física. A seleção brasileira venceu por 4 a 2, mas a reta final da partida trouxe preocupação para a delegação.

Garrincha foi expulso após um lance envolvendo o chileno Rojas e passou a correr o risco de ficar fora da decisão. Naquele período, diferentemente do que ocorre atualmente, a expulsão não resultava automaticamente em suspensão. Cabia à Comissão Organizadora da Fifa analisar cada caso antes de decidir se aplicaria ou não uma punição ao atleta.

A possibilidade de perder o principal jogador da equipe preocupava o Brasil. Com Pelé lesionado desde a fase de grupos, Garrincha havia assumido o protagonismo da campanha e era um dos grandes destaques do Mundial.

O veredito da Fifa antes da grande decisão

Ao analisar o caso, a Comissão Organizadora decidiu aplicar somente uma advertência ao atacante brasileiro.

Segundo o então presidente da Fifa, Stanley Rous, a infração aconteceu durante uma disputa de bola entre Garrincha e Rojas. Com esse entendimento, a comissão concluiu que não havia motivos para impedir sua participação na final.

Na mesma sessão, o atacante chileno Landa recebeu suspensão de uma partida. Conforme registrado à época, ele foi punido por atingir o zagueiro Mauro com um chute quando a bola já estava distante da jogada, situação considerada mais grave pelos dirigentes.

A decisão foi recebida com alívio pelos integrantes da delegação brasileira, que aguardavam o julgamento com expectativa.

Leia também: Entenda a participação de Cristiano Ronaldo na LiveMode, dona da CazéTV

O que Garrincha disse sobre o lance?

Durante os esclarecimentos prestados à comissão, Garrincha reconheceu que perdeu a calma no fim da partida. Ao mesmo tempo, afirmou que passou todo o jogo sendo provocado por Rojas.

Segundo seu relato, o adversário distribuiu pontapés, cotoveladas e, em determinado momento, chegou a cuspir em seu rosto. O brasileiro afirmou que tentou manter a tranquilidade durante a partida, mas acabou reagindo após a sequência de provocações.

Essas declarações fizeram parte do processo analisado pela Comissão Organizadora, embora a justificativa oficial apresentada pela Fifa para a advertência tenha sido o fato de a infração ter ocorrido durante uma disputa de bola.

A atuação política também entrou em campo

O caso ultrapassou o ambiente esportivo e chegou ao campo diplomático. O então primeiro-ministro brasileiro, Tancredo Neves, manifestou apoio para que Garrincha pudesse disputar a decisão.

Paralelamente, o governo do Peru orientou sua representação diplomática em Santiago, no Chile, a solicitar à Fifa que analisasse o episódio dentro dos regulamentos, reforçando o pedido apresentado pelo governo brasileiro.

A mobilização ocorreu antes da decisão da Comissão Organizadora, que acabou liberando o atacante para a final.

Leia também: EUA são eliminados da Copa apesar de pressão de Trump sobre a Fifa

Garrincha esteve em campo no bicampeonato

Com a advertência aplicada pela Fifa, Garrincha foi liberado para enfrentar a Tchecoslováquia na decisão da Copa do Mundo de 1962.

O Brasil venceu por 3 a 1 e conquistou o bicampeonato mundial. Naquela campanha, o camisa 7 foi um dos principais nomes da seleção, especialmente após a lesão de Pelé ainda na fase de grupos.

Por isso, o julgamento que evitou a suspensão de Garrincha, se tornou um dos episódios mais lembrados dos bastidores das Copas do Mundo. A decisão permitiu que um dos maiores protagonistas daquele Mundial estivesse em campo na conquista de um dos títulos mais importantes da história da seleção brasileira.

Qual o próximo sorteio especial da Caixa após a Quina de São João?
Por Nathalia Gimenes
Como a política dos EUA pode estar mudando o equilíbrio da I.A global?
Por Joyce Canelle
Vazamento expõe rede de fornecedores e testes do futuro iPhone 18 Pro da Apple; veja
Por Nathalia Gimenes
Supergirl pode dar prejuízo de milhões de dólares à DC Studios; entenda
Por Joyce Canelle
Quem são os novos milionários brasileiros e o que os diferencia das gerações anteriores?
Por André Amadeus
Copa do Mundo 2026 coloca autoridades de saúde em alerta; saiba os principais riscos
Por Joyce Canelle
Top 10 melhores empresas do setor financeiro para o futuro veja a lista
Por Nathalia Gimenes
Taylor Swift transforma carreira em império bilionário e se torna a mais rica da história
Por André Amadeus
Conheça o país que está atraindo gigantes da I.A dos EUA e da China ao mesmo tempo
Por Joyce Canelle
A I.A está encarecendo sua vida por 4 motivos invisíveis; descubra
Por Nathalia Gimenes

O post Como Garrincha escapou de uma suspensão e mudou a história da Copa de 1962; veja apareceu primeiro em Times Brasil | CNBC.

  •