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Marca d'água em textos gerados com IA Claude vira debate entre usuários

A Anthropic vai adicionar marca d’água em textos gerados pelo Claude, e a decisão provocou debates entre usuários de inteligência artificial (IA) nas redes sociais. Os usuários da IA discutem se o mecanismo será algo benéfico ou se impactará negativamente na experiência de uso do chatbot.

A medida é uma forma de a Anthropic atender ao Code of Practice on Transparency of AI-generated Content, parte do Artificial Intelligence Act da Europa. A legislação exige que provedores de IA identifiquem conteúdos gerados pela tecnologia.

Acabo de cancelar mi suscripción de Claude Max después de muchos meses usándolo prácticamente para todo (trabajo, investigación, estudio, desarrollo y coding).

Estas son mis 5 razones.

1. El watermark invisible (lo más grave y urgente)
Solo este motivo me bastaría para no… pic.twitter.com/CkjCIpTA1L

— Arturo Villa (@arturovilla) August 12, 2026

Anthropic's whole new watermark scam.

So if I wrote a whole blog, and only ask Claude to do a proof check

Claude will add the watermark claiming it's their work.

How ridiculous is that?

— Udit Goenka (@iuditg) August 11, 2026

If I read Anthropic’s new watermarking policy correctly, not only will Claude watermark text it writes as AI (fair enough), if I upload text *I* write and ask Claude to copy edit, Claude will now watermark my (human written, AI-copy edited) text as AI, which seems ridiculous… pic.twitter.com/E4t63tGGVk

— Peter Harrell (@petereharrell) August 11, 2026

Segundo a Anthropic, a marca d’água será imperceptível para humanos e não afetará o significado, a qualidade ou a legibilidade das respostas. Contudo, a identificação de origem sintética resistiria mesmo se o usuário fizesse pequenas modificações no conteúdo.

O assunto virou manchete e fomentou discussões nas redes sociais, sendo tópico principal de dezenas de publicações. No Reddit e no X (ex-Twitter), o público se divide entre aqueles que acham a medida razoável e aqueles que consideram a adição de marcas d’água algo problemático.

Marcas d’água são comuns em conteúdo gerado por IA

Embora seja uma novidade no Claude, as principais empresas de IA generativa implementam marcas d’água em conteúdos sintéticos há anos, principalmente em imagens e vídeos. O Google usa o SynthID, mecanismo de identificação invisível, para imagens, vídeos, áudios e até texto gerado artificialmente.

Diferentemente do Google, a Anthropic não entrou em detalhes técnicos sobre como a marca d’água embutida em textos vai funcionar.

IA deve ser usada como ferramenta

Desde a popularização de ferramentas de IA para a produção de texto, os vícios de escrita dos assistentes se tornaram evidentes: os chatbots costumam usar conectores, começar seções de texto já apresentando conclusões, fazer explicações óbvias ou fazer uso excessivo de listas, por exemplo – além, obviamente, do uso indiscriminado de emojis e travessões.

É relativamente fácil identificar uma publicação de rede social com texto gerado por inteligência artificial, principalmente em plataformas como LinkedIn.

Os efeitos da implantação de marcas d’água em textos do Claude ainda não são visíveis, mas deve ser questão de tempo até surgirem nas manchetes. Não se sabe o quão confiável será o mecanismo, nem mesmo se ele afetará artigos que foram escritos sem nenhum envolvimento do assistente.

Os identificadores embutidos em textos não devem impedir o uso de ferramentas de IA para a produção de artigos, mas devem desencorajar usuários a simplesmente copiar e colar o conteúdo. Fato é, porém, que usar chatbots para produzir artigos inteiros e se apresentar como autor é, para além de um atalho ruim, antiético em diferentes contextos.

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© Anthropic/Reprodução

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Google lança Gemini 3.7 Flash melhor em programação e mais econômico

O Google lançou o Gemini 3.7 Flash, seu mais novo modelo de inteligência artificial (IA), nesta quinta-feira (13). O modelo chega com performance comparável ao Claude Sonnet 5 e ao GPT-5.6 Terra, segundo benchmarks destacados pela gigante.

A atualização chega apenas três semanas após a estreia do Gemini 3.6 Flash, destacou o próprio Google. "O Gemini 3.7 Flash traz melhorias significativas para fluxos de trabalho de engenharia de software, trabalho baseado em conhecimento e desenvolvimento web — com um preço de lançamento equivalente à metade do custo original do 3.6 Flash por milhão de tokens", ressaltou a companhia.

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Quando o Google lançou o Gemini 3.6 Flash, a empresa não apresentou comparações diretas com modelos rivais. (Fonte: Google/Reprodução)

No texto de anúncio do 3.7 Flash, a empresa destacou alguns resultados de benchmarks sintéticos – FrontierCode 1.1 Main, DeepSWE V1.1 e Code Arena, por exemplo –, e o modelo apresenta números comparáveis a concorrentes de nível intermediário, como o Sonnet 5, o GPT-5.6 Terra e o Muse Spark 1.2.

Curiosamente, os gráficos apresentados no texto também revelam o desempenho do Gemini 3.6 Flash — e ela figurava com ampla desvantagem em comparação aos rivais da categoria.

Gemini 3.7 Flash está disponível em todo o ecossistema

O Gemini 3.7 Flash foi liberado para uso em diferentes canais do Google, como Google Antigravity, Google AI Studio e Android Studio. Contas corporativas podem acessar o assistente via Gemini Enterprise Agent Platform ou app Gemini Enterprise.

Os usuários comuns podem usar o Gemini 3.7 Flash via Spark, a ferramenta de agente de IA do app Gemini exclusiva para assinantes AI Pro e AI Ultra. A ferramenta foi inaugurada no Brasil no final de julho.

Abaixo, confira os preços cobrados pelo Gemini 3.7 Flash.

  • US$ 0,75 (R$ 3,90) a cada 1 milhão de tokens de entrada;
  • US$ 3,75 (R$ 19,52) a cada 1 milhão de tokens de saída.

Contudo, esses são preços introdutórios válidos até 31 de dezembro de 2026. A partir de 1° de janeiro de 2027, os preços serão:

  • US$ 1,50 (R$ 7,81) a cada 1 milhão de tokens de entrada;
  • US$ 7,50 (R$ 39,04) a cada de 1 milhão de tokens de saída.

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© Google/Reprodução

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Navegadores confirmam que uBlock Origin continuará ativo

Ilustração do uBlock Origin com o avisos irritantes ao redor
Navegadores confirmam que uBlock Origin continua ativo, incluindo o Firefox (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O uBlock Origin continua ativo nos navegadores Firefox e Brave, que mantêm o suporte ao padrão Manifest Version 2 (MV2), diferentemente do Chrome e Edge.
  • A Microsoft anunciou a remoção do suporte a extensões MV2 no Edge até o fim de 2026, afetando o uBlock Origin.
  • O uBlock Origin Lite, baseado no MV3, é uma opção para usuários do Chrome e Edge, porém com menos recursos do que a versão original. Fonte: Tecnoblog.

Recentemente, a Microsoft decidiu remover o suporte a extensões Manifest Version 2 (MV2) no Edge. A medida afeta o popular bloqueador de anúncios uBlock Origin. Na esteira desse anúncio, a Mozilla e a Brave trataram de reforçar: os seus navegadores continuam tendo suporte à ferramenta.

O término do suporte a extensões MV2 no Edge deverá ser concluído até o fim de 2026. A Microsoft tomou essa decisão pouco tempo depois de o Google anunciar que o Chrome perderá o suporte remanescente a extensões MV2 no fim deste mês de agosto.

Por conta disso, os usuários desses navegadores que ainda usam extensões MV2 deverão recorrer àquelas que são baseadas no Manifest Version 3 (MV3), padrão tido como mais moderno e seguro, mas que, pelo menos no âmbito dos bloqueadores de anúncios, é considerado menos funcional por usuários e desenvolvedores.

Para usuários do uBlock Origin no Chrome e no Edge, a opção acaba sendo o uBlock Origin Lite, que é baseado no MV3, mas que, como o “Lite” no nome sugere, tem menos recursos do que a extensão original.

Um exemplo: o uBlock Origin segue uma arquitetura de bloqueio ativa, que analisa e barra (se necessário) requisições de anúncios ou rastreadores em tempo real por meio da API webRequest; já na versão Lite, com MV3, essa API não está disponível, razão pela qual os bloqueios são baseados em regras pré-definidas, que podem ser menos eficazes.

Como consequência, o usuário precisa se contentar com uma extensão possivelmente menos eficaz ou partir para outro navegador. É neste ponto que a Mozilla e a Brave enxergaram uma oportunidade.

Navegador Brave para desktop
O navegador Brave para desktops (imagem: reprodução/Brave)

Firefox e Brave continuam suportando o MV2

Após o anúncio da decisão da Microsoft, a Mozilla comentou, via X: “o suporte do Firefox ao uBlock Origin não vai a lugar nenhum”. A razão disso é que o navegador da organização continua suportando extensões MV2.

A Brave também comentou o assunto no X, mas com mais detalhes:

Ao contrário do Edge, o Brave continuará suportando o uBlock Origin.

Hospedamos o uBlock Origin e outras extensões Manifest V2 em nossos servidores para que os usuários do navegador Brave ainda possam usá-las. Ative-as em Configurações / Extensões / Extensões Manifest V2.

Brave

Um detalhe que vale a pena comentar aqui é que, assim como o Chrome e o Edge, o Brave é baseado no projeto Chromium. Por causa disso, é de se presumir que o Brave também poderia perder o suporte a extensões MV2. Mas isso não ocorrerá porque o navegador conta com uma implementação do Chromium que preserva o padrão.

Mozilla e Brave não estão sozinhas nessa. Para dar outro exemplo, a Opera já havia assegurado ao Tecnoblog que o uBlock Origin terá suporte “pelo maior tempo possível” em seu navegador.

Navegadores confirmam que uBlock Origin continuará ativo

uBlock Origin (arte: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Navegador Brave para desktop (imagem: reprodução/Brave)
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Microsoft vai permitir login no Edge com Conta Apple para atrair usuários

Ilustração mostra o logotipo do Microsoft Edge ao centro, nas cores azul e verde, em gradiente. Na parte inferior direita, o logo do "tecnoblog" é visível.
Microsoft vai permitir login no Edge com Conta Apple para atrair usuários (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Microsoft está testando uma opção de login com Conta Apple no navegador Edge para sincronizar senhas, favoritos, histórico e afins;
  • recurso foi descoberto na versão beta do Edge (152.0.4191.10) e na versão Canary (153.0.4210.0), devendo ser ativado na área de recursos experimentais do navegador;
  • a nova opção de login deverá estar disponível no Edge para Windows e macOS na versão 152, prevista para a última semana de agosto.

Por padrão, o Edge requer que você use uma Conta Microsoft para sincronizar senhas, favoritos, histórico e outros dados de navegação entre diferentes equipamentos. Mas, em breve, você também poderá usar uma Conta Apple para isso. Tudo indica que este é um pequeno movimento para atrair usuários para o navegador.

O perfil Leopeva64, no X, descobriu que o recurso já está em teste na versão beta do Microsoft Edge (152.0.4191.10), bem como na versão Canary 153.0.4210.0 (também de teste), embora deva ser ativado na área de recursos experimentais do navegador.

Quando a ativação é feita, a área de usuário do Microsoft Edge, no canto direito superior, exibe um campo de login para uma Conta Microsoft e, logo abaixo, mostra opções para autenticação com uma Conta Google ou uma Conta Apple.

O login com uma Conta Google é um recurso recente do Edge. Fica claro, portanto, que a Microsoft está expandindo as opções de login ao adicionar suporte à Conta Apple.

Qual o benefício disso? Permitir que você leve, para o Edge, dados como senhas, favoritos e histórico oriundos do Chrome ou, neste caso, do Safari. Também é possível usar o Edge sem ter que uma Conta Microsoft.

Na primeira olhada, esta parece ser uma medida contraintuitiva da Microsoft. Mas há uma lógica aqui: ao flexibilizar as opções de login no Edge, a companhia pode atrair mais usuários para o seu navegador ou, ao menos, reduzir as chances de eles migrarem para as opções concorrentes.

Botão de login no Edge com Conta Apple ou Conta Google
Botão de login no Edge com Conta Apple ou Conta Google (imagem: X/Leopeva64)

Quando o login com Conta Apple chega oficialmente ao Edge?

Atualmente, o Microsoft Edge está na versão 151. É de se presumir que o login com Conta Apple fará parte da versão 152, prevista para a última semana de agosto.

O recurso estará disponível no Edge para Windows e para macOS, mas não deve chegar às versões móveis do browser na fase inicial.

Mas é preciso considerar que, mesmo nas versões finais do navegador, a liberação do recurso pode ser gradual, isto é, chegar a alguns usuários antes do que a outros. Não por caso, o login com Conta Google já é oficial no Edge, mas grande parte dos usuários do navegador ainda não tem acesso a essa opção.

Microsoft vai permitir login no Edge com Conta Apple para atrair usuários

Microsoft Edge (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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Baixe enquanto dá: Google Earth Pro para desktop será descontinuado

Google Earth Pro para Windows
Google Earth Pro para Windows (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
Resumo
  • Google Earth Pro (para desktop) terá downloads encerrados em 25 de junho de 2027;
  • versões web e móveis do Google Earth continuarão disponíveis;
  • apesar da decisão, o Google Earth Pro continuará funcionando nos computadores em que já está instalado.

Se você tem o Google Earth Pro instalado em seu computador, cuide bem dele. Isso porque o Google anunciou que a ferramenta terá seu suporte encerrado em 25 de junho de 2027, razão pela qual não estará mais disponível para download após essa data.

O Google Earth é uma plataforma de visualização geográfica e tridimensional da Terra que foi lançada em 2005, depois que o Google comprou a empresa Keyhole. Esta, por sua vez, mantinha um software de nome EarthViewer desde 2001. Essa ferramenta foi transformada no Google Earth que conhecemos hoje.

Com o passar dos anos, a plataforma foi dividida em duas categorias: o Google Earth, que consiste nas versões web (roda no navegador) e móveis (Android e iOS), e o Google Earth Pro, a versão para desktops, que pode ser instalada no Windows, macOS ou Linux.

Somente a versão para desktops será descontinuada. O Google Earth “normal” será mantido (sabe-se lá até quando).

O aviso de descontinuação do Google Earth Pro foi publicado nesta página de ajuda. Mas alertas também estão sendo exibidos aos usuários no próprio software. Parte da nota é reproduzida abaixo:

Continuamos aprimorando o Google Earth na web e para dispositivos móveis para que as pessoas tenham acesso a insights geoespaciais úteis. Embora você possa continuar usando o app Google Earth Pro para computador, ele não estará mais disponível para novos downloads a partir de 25 de junho de 2027. Recomendamos usar a web e dispositivos móveis para ter a melhor experiência com o Google Earth.

Sem nenhuma surpresa, reações contrárias à decisão do Google já começaram a surgir. Neste tópico do Reddit, por exemplo, um usuário diz que a versão web do Google Earth não é tão consistente quanto a versão Pro na exibição de “dados de atributos”.

Aviso sobre o fim dos downloads do Google Earth Pro
Aviso sobre o fim dos downloads do Google Earth Pro (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Por que o Google Earth Pro vai ser encerrado?

Embora o Google não use esta expressão, na prática, o Google Earth Pro vai ser encerrado. O motivo da decisão não foi revelado até o momento. Uma possibilidade é a de que o Google considere que a versão para desktops não tem um volume alto o suficiente de usuários para que ela seja mantida.

Pelo menos esse quase um ano de prazo antes do encerramento dá tempo para que os usuários busquem uma alternativa.

Levemos em conta também que a companhia confirmou ao Android Authority que, após a data informada, o Google Earth Pro continuará funcionando nos computadores em que já estava instalado (de novo, sabe-se lá até quando).

Apenas para fins de curiosidade, vale destacar que, além da Terra, o Google Earth oferece visualizações da Lua e até de Marte.

Baixe enquanto dá: Google Earth Pro para desktop será descontinuado

Google Earth Pro para Windows (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Aviso sobre o fim dos downloads do Google Earth Pro (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
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O modelo de IA que durou três dias por ser superavançado

Três dias. Esse foi o tempo de vida do modelo de inteligência artificial mais avançado já disponibilizado ao público em toda a história. Em junho de 2026, a Anthropic lançou o Claude Fable 5, e apenas 72 horas depois, o Departamento de Comércio dos Estados Unidos ordenou sua suspensão global imediata.  

Essa foi a primeira retirada compulsória de um modelo de “IA de fronteira” na história. E o mais surpreendente é que ela não aconteceu por causa de uma falha técnica ou um bug no sistema, mas sim pela narrativa que a própria empresa construiu sobre ele.  
 

Se você toma decisões sobre tecnologia na sua empresa, precisa entender o que aconteceu ali.

 

Para entender o tamanho do salto, precisamos olhar o que estava sob o capô. O Claude Fable 5 era, na verdade, a versão com freio de mão puxado do Claude Mythos 5. Ele usava sistemas de classificação independentes para detectar perguntas sensíveis sobre cibersegurança, biologia e química.  

Quando um usuário tentava algo perigoso, o que ocorria em menos de 5% dos casos, o sistema desviava a resposta para um modelo mais fraco. Nos outros 95% do tempo, o usuário tinha acesso ao poder total de uma máquina que representava uma verdadeira ruptura, e não um progresso incremental.  

Estamos falando de um sistema que pegou uma base de código de 50 milhões de linhas em Ruby e fez uma migração completa em um único dia — tarefa que levaria mais de dois meses para uma equipe humana.  

 

Anthropic-Claude-IA
O Claude Fable 5, da Anthropic, entra para a história ao ser o primeiro modelo de inteligência artificial suspenso por ordem governamental. (Fonte: Getty Images/ Michael M. Santiago/ Equipe)



No desenvolvimento de medicamentos, ele acelerou o design de proteínas em dez vezes, e um modelo genômico criado de forma autônoma por ele superou uma publicação da renomada revista Science, usando 100 vezes menos parâmetros.

O problema começou dois meses antes, no chamado Project Glasswing, quando a Anthropic deu acesso antecipado do modelo para 50 parceiros estratégicos. O Claude Mythos era tão potente que começou a mapear vulnerabilidades críticas em praticamente todos os principais sistemas operacionais e navegadores do mercado.  

Em poucas semanas, o programa expandiu para 150 organizações em setores como energia e telecomunicações, detectando mais de 10 mil falhas graves de segurança em códigos estratégicos. A Anthropic quis demonstrar responsabilidade pública ao relatar isso, mas o efeito colateral foi o pânico, ampliando a percepção de risco em escala governamental.  

Quando o Fable 5 foi lançado globalmente, o governo americano alegou que qualquer pessoa poderia burlar as travas com um comando simples, pedindo para a IA ler um código e apontar falhas — algo que modelos concorrentes já faziam livremente. Sem apresentar provas por escrito, o governo emitiu uma diretiva de controle de exportação que proibia o acesso de estrangeiros ao modelo, incluindo os próprios funcionários da Anthropic fora dos EUA.  

Como é impossível filtrar a nacionalidade de centenas de milhões de usuários em tempo real, a empresa tomou a decisão drástica de tirar o modelo do ar no planeta inteiro.

Aqui está o grande paradoxo: a Anthropic construiu sua identidade em cima da segurança. Foram mais de mil horas de testes com especialistas tentando corromper a IA antes do lançamento, e todos falharam. 


Há alguns meses, o CEO de uma concorrente provocou dizendo que a postura da Anthropic era apenas marketing baseado no medo, mas hoje isso parece uma profecia. O caso do Claude Fable 5 abre um precedente histórico, mostrando que modelos de IA de alto desempenho em cibersegurança ou biologia não serão mais tratados como softwares de escritório, mas sim como tecnologia de uso militar.  

Se você usa IA no seu dia a dia para escrever e-mails, relatórios ou estruturar projetos, esse caso pode parecer uma briga distante entre Washington e o Vale do Silício, mas não é.

 

A inteligência artificial que você usa hoje não é um caderno digital ou um editor de textos comum; ela se tornou um ativo estratégico disputado entre superpotências e corporações. E quando o calo desses gigantes aperta, a mensagem de serviço indisponível chega para o usuário final sem aviso prévio e sem prazo de volta. O Claude Fable 5 pode estar na geladeira por enquanto, mas a caixa de Pandora foi aberta e a evolução não vai retroceder.  

Os outros modelos do mercado, inclusive as versões anteriores do próprio Claude, continuam disponíveis e gerando um valor absurdo para os negócios todos os dias. Os próximos modelos que virão serão inevitavelmente ainda mais potentes.  

A tecnologia continua marchando para a frente, mas agora, todo mundo sabe que o terreno onde pisamos é muito mais geopolítico do que parecia. Viva a evolução da tecnologia.   
 

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uBlock Origin terá suporte “pelo maior tempo possível” no Opera

Ilustração com marca de aplicativo de adblock
Manifest V3 dificuldade o funcionamento avançado de adblocks (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O navegador Opera promete suporte ao uBlock Origin “pelo maior tempo possível” e manterá as extensões em Manifest V2 mesmo com as mudanças do Google Chrome.
  • A mudança para o Manifest V3 impacta a interação do navegador com as extensões e afeta projetos como o uBlock Origin, que é uma das opções de bloqueador de anúncios mais populares.
  • O especialista em privacidade e segurança da Opera, Michael Tegos, afirmou que a política da empresa é dar suporte às extensões do Manifest V2 enquanto fizer sentido em termos de recursos e demanda dos usuários.

O bloqueador de anúncios uBlock Origin clássico está com os dias contados no Chrome. O navegador do Google vai abandonar o chamado Manifest V2, tecnologia que possibilita o funcionamento do poderoso adblock, e desativar as maneiras de burlar a decisão. Por sua vez, os responsáveis pelo Opera têm planos de manter a compatibilidade “pelo maior tempo possível”.

No cerne da questão está a transição para o Manifest V3, que muda a maneira com que o browser interage com extensões. A mudança impacta o projeto de código aberto Chromium, que serve de base para inúmeros navegadores, como o Opera e o Brave.

A depender da demanda dos usuários

O especialista em privacidade e segurança da Opera, Michael Tegos, disse ao Tecnoblog que a política da companhia permanece inalterada: “temos dado suporte às extensões do Manifest V2 sempre que possível e planejamos continuar fazendo isso pelo maior tempo que conseguirmos”.

Quando pergunto por quanto tempo a compatibilidade será mantida, Tegos prefere não cravar uma data, mas explica que isso ocorrerá “enquanto fizer sentido para nós do ponto de vista de recursos e da demanda dos usuários”. Ele ressaltou que o uBlock Origin publicado em 1º de junho está funcionando normalmente no software dele.

Aqui cabe lembrar que o uBlock Origin não é a única opção de adblock. Existem muitos outros, inclusive uma versão dele já adaptada ao Manifest V3. Usuários dizem que ela funciona relativamente bem quando está nos ajustes mais simples. A ferramenta pode deixar a desejar a partir do momento em que o usuário possui muitas regras de bloqueio.

Interface do Opera no Mac (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Navegadores têm funções nativas de adblock

Tegos lembrou que a transição para o Manifest V3 está longe de um consenso na comunidade online, tanto que há defensores e também críticos. “Para nós, a questão central é garantir que as pessoas continuem tendo controle sobre sua experiência online e liberdade para escolher as ferramentas que melhor atendem às suas necessidades.”

Ele afirma que, quando uma ferramenta deixa de oferecer a experiência que as pessoas esperam, é natural que elas passem a buscar alternativas. Tegos acredita que navegadores como o que ele próprio representa, com funções nativas de bloqueio de anúncios, poderão registrar mais usuários a partir de agora.

uBlock Origin terá suporte “pelo maior tempo possível” no Opera

YouTube declara guerra ao adblock (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Interface do Opera no Mac (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
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WhatsApp Web finalmente testa suporte para chamadas em grupos

O WhatsApp Web enfim experimenta suporte para chamadas de voz e vídeo em grupos. A função foi encontrada disponível para alguns testadores pelo site WABetaInfo.

As ligações de voz e vídeo fazem parte do WhatsApp há anos e está presente em praticamente todas as versões do serviço. Porém, o WhatsApp Web era um dos poucos que ainda não permitia participar de chamadas em grupo, já que suportava somente ligações individuais.

O processo para iniciar uma videochamada em grupo é muito parecido com ligações individuais. Dentro da tela de chat, basta tocar sobre o ícone de câmera na barra superior para escolher o formato da chamada e iniciá-la logo em seguida.

The image shows a feature that allows users to place voice and video calls in group chats directly from WhatsApp Web
O WhatsApp Web finalmente recebeu suporte para chamadas de voz e vídeo em grupos. (Fonte: WABetaInfo/Reprodução)

Para iniciar a chamada, é possível escolher quem são as pessoas que serão convidadas. A função pode ser útil quando a conversa interessar somente a uma pequena parte de um grande grupo, por exemplo.

  • Assim como no mobile, as ligações de voz e vídeo na web suportam até 32 participantes;
  • Todas as chamadas continuam protegidas com criptografia de ponta a ponta;
  • O dono da chamada pode convidar participantes com um link;
  • As videochamadas oferecem suporte para transmissão da tela.

O suporte para ligações em grupo não é tão impactante no Windows e no Mac, já que ambas as plataformas contam com aplicativos nativos do WhatsApp. Contudo, a adição é importante para usuários de Linux, já que o sistema não tem uma edição própria do mensageiro.

Atualmente, a função está disponível para alguns testadores da versão web, mas não deve demorar para ser liberada para todo mundo.

Novo widget para gravar áudio

Paralelamente, o WhatsApp também desenvolve um novo widget para a versão mobile do mensageiro. Encontrado pelo WABetaInfo, o complemento seria um atalho para iniciar a gravação de áudio.

The image shows a new home screen widget to record and send voice messages in WhatsApp beta for Android
O WhatsApp prepara um novo widget para facilitar a gravação de áudios. (Fonte: WABetaInfo/Reprodução)

Na versão atual, o widget ocupa o espaço padrão de 3x1 na grade de aplicativos, mas pode ser redimensionado livremente. Com o complemento, o fluxo de gravação de áudio é um pouco diferente: primeiro, você grava a mensagem completa e, quando acabar, escolhe para quem deseja enviá-la.

O recurso foi encontrado na versão 2.26.24.2 do WhatsApp Beta para Android e não há previsão de lançamento para o público geral.

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© Dima Solomin/Unsplash

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KDE Plasma 6.7 é lançado com recurso aguardado há 21 anos

KDE Plasma 6.7
KDE Plasma 6.7 (imagem: reprodução/KDE)
Resumo
  • KDE Plasma 6.7 traz área de trabalho individual para cada tela do computador, recurso aguardado há 21 anos;
  • novo recurso permite que as configurações e conteúdos de uma tela não afetem a outra;
  • outras novidades incluem botão na bandeja do sistema para testar e ajustar microfone e acesso rápido ao modo escuro.

Usuários de Linux que são fãs ou querem experimentar o KDE, atenção: a versão final do ambiente de desktop KDE Plasma 6.7 foi lançada oficialmente. A principal novidade é algo que chega em clima de “antes tarde do que mais tarde”: a possibilidade de abrir uma área de trabalho individual para cada tela do computador.

Não é que você já não pudesse usar dois ou mais monitores com o KDE Plasma. Na prática, o que o novo recurso permite é que você crie uma área de trabalho distinta para cada tela, de modo que as configurações e o conteúdo visualizado em uma não afetem a outra.

É algo que os próprios desenvolvedores reconheceram que exigiu 21 anos para chegar ao KDE Plasma. Mas isso não torna o recurso menos valioso, afinal, antes disso, a alternância entre diferentes áreas de trabalho virtuais fazia todas as telas exibirem o mesmo espaço.

KDE Plasma 6.7 traz áreas virtuais para cada tela
KDE Plasma 6.7 traz áreas virtuais para cada tela (imagem: reprodução/KDE)

O que mais há de novo no KDE Plasma 6.7?

Entre as demais novidades do KDE Plasma 6.7 está um recurso pequeno, mas potencialmente útil: uma função que permite testar e ajustar o volume do microfone rapidamente por meio de um botão na bandeja do sistema (a área no lado direito do que podemos entender como barra de tarefas).

Ainda na bandeja do sistema, agora é possível verificar se aplicativos Flatpak (padrão de distribuição de software que inclui as dependências necessárias) estão sendo executados em segundo plano. Isso é um avanço porque, no KDE Plasma, apps Flatpak precisam de permissão para interagir com a bandeja do sistema.

KDE Plasma 6.7 facilita teste de microfone e tem botão rápido de modo escuro
KDE Plasma 6.7 facilita teste de microfone e tem botão rápido de modo escuro (imagem: reprodução/OMG Ubuntu)

As demais novidades do KDE Plasma 6.7 incluem:

  • teclado virtual: agora é possível acessar rapidamente caracteres especiais, basta pressionar e segurar uma tecla específica por alguns segundos para obter a lista de caracteres relacionados a ela;
  • tema escuro rápido: a bandeja do sistema agora tem um botão que permite alternar rapidamente entre os temas escuro e claro;
  • mais detalhes sobre impressões: o ícone de impressão agora exibe a quantidade de trabalhos a serem executados, isto é, que estão na fila;
  • comparação de fuso horário: o widget de relógio agora exibe o fuso horário de várias cidades ao mesmo tempo para permitir comparações;
  • arrastar e soltar de apps favoritos: agora você pode arrastar e soltar ícones de apps favoritos nos widgets Lançador de Aplicativos, Menu de Aplicativos e Painel de Aplicativos;
  • Discover melhorado: o gerenciador de aplicativos agora tem um botão de instalação mais visível e exibe mais informações sobre cada software disponível;
  • temas renovados: o tema Oxygen, padrão no KDE 4, foi atualizado como parte do 30º aniversário do KDE, e isso inclui o retorno do estilo Air; já o tema a Breeze passou por pequenos aprimoramentos.
Fusos horários diferentes no KDE Plasma 6.7
Fusos horários diferentes no KDE Plasma 6.7 (imagem: reprodução/KDE)

Como obter o KDE Plasma 6.7?

O modo mais fácil consiste em esperar que o KDE Plasma 6.7 chegue à distribuição Linux que você usa. O ambiente é usado em projetos como Ubuntu (Kubuntu), Fedora, Manjaro e OpenSUSE.

Você também pode testar a novidade via KDE Neon ou, se tiver experiência para isso, baixar e compilar o KDE Plasma 6.7.

Relacionado indiretamente ao assunto está o lançamento recente do kernel Linux 7.1 por Linus Torvalds, vale relembrar.

KDE Plasma 6.7 é lançado com recurso aguardado há 21 anos

KDE Plasma 6.7 (imagem: reprodução/KDE)

KDE Plasma 6.7 traz áreas virtuais para cada tela (imagem: reprodução/KDE)

Fusos horários diferentes no KDE Plasma 6.7 (imagem: reprodução/KDE)
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Prefeitura do Rio é acusada de cópia ao lançar modelo de IA e admite erro

A Prefeitura do Rio de Janeiro se envolveu em uma polêmica no último fim de semana ao anunciar o “Rio 3.5 Open”, modelo de IA de código aberto com desempenho superior às tecnologias de grandes empresas da área. A administração municipal foi acusada de cópia por não detalhar corretamente as origens da ferramenta.

De acordo com a Nex-AGI, laboratório de IA do Instituto de Inovação de Shangai, na China, o projeto liderado pela Empresa Municipal de Informática (IplanRio) não é desenvolvido do zero nem surgiu a partir de treinamento próprio. A tecnologia teria sido baseada no modelo Nex N2 Pro da startup chinesa, que não foi devidamente creditada na iniciativa.

Em contato com o TecMundo, a IplanRio confirmou o uso dos modelos chineses no desenvolvimento da ferramenta, utilizando a técnica de fusão de pesos (model merge). No entanto, uma falha operacional durante a etapa de publicação levou à divulgação dos arquivos de teste em vez da versão final, antes da hora, gerando a confusão.

Mistura de modelos chineses

Com a nova IA da Prefeitura do Rio chamando a atenção nos testes de benchmark e o órgão destacando suas capacidades avançadas em programação, raciocínio e matemática, pesquisadores investigaram o modelo e compartilharam suas descobertas. Conforme a análise, o Rio 3.5 Open é formado por dois modelos chineses.

  • A Nex-AGI diz que a tecnologia tem, em sua composição, 60% do modelo Nex N2 Pro e 40% do Qwen 3.5-397B, este último da Alibaba;
  • Na documentação inicial, o projeto mencionava apenas o modelo da Alibaba;
  • Os investigadores apontaram, ainda, a falta de evidências da realização de treinamento da iniciativa brasileira, o que envolve custos mais altos;
  • Além disso, a empresa diz que a fusão de tecnologias adotada pela IplanRio poderia piorar o desempenho da IA, em vez de aprimorar sua performance.

The Rio 3.5 model broke the internet this week. The plot twist? It’s essentially our open-source model, Nex N2 Pro, wearing a different hat.

🤯 We analyzed the weights, and the recipe is exact: Rio 3.5 ≈ 0.6 * Nex N2 Pro + 0.4 * Qwen 3.5

It even literally introduces itself… pic.twitter.com/yHRRu37aut

— Nex (@NexEcosystem) June 14, 2026

“O modelo Rio 3.5 quebrou a internet esta semana. A reviravolta? É essencialmente o nosso modelo open-source, Nex N2 Pro, usando uma skin diferente”, disse a Nex-AGI em seu perfil oficial no X, no domingo (14). Em tom de brincadeira, a postagem agradeceu à Prefeitura do Rio pela “validação definitiva do benchmark”.

Vale destacar que o uso de modelos com licença de código aberto não viola regras, sendo permitido até modificá-los em busca de melhorias. O problema é a falta de crédito aos criadores do projeto como ressaltou a startup chinesa ao afirmar que “no mundo open-source, a atribuição importa”.

Correção em andamento

Além de atribuir a falta de crédito à startup chinesa a um erro humano, a IplanRio atualizou a página do projeto na plataforma Hugging Face com pedido de desculpas e novos detalhes sobre o desenvolvimento do modelo. A entidade também informou que trabalha para reenviar a versão correta “o mais rápido possível”.

À reportagem, o órgão disse que o Rio 3.5 pode gerar “retornos práticos e diretos para a gestão pública do Rio de Janeiro”. A tecnologia representa soberania tecnológica ao reduzir a dependência de softwares estrangeiros.

Confira a íntegra da nota enviada pela IplanRio ao TecMundo:

"A IplanRio reitera que o ecossistema global de inteligência artificial baseia-se fundamentalmente na colaboração e no código aberto (open source). O desenvolvimento do projeto Rio 3.5 utiliza a técnica de fusão de pesos (model merge), combinando as arquiteturas públicas do Qwen 3.5 (Alibaba) e do Nex-N2 Pro (Nex-AGI). 

Ambas as tecnologias são regidas por licenças abertas que autorizam, incentivam e têm como propósito a modificação e o aprimoramento por terceiros. Essa abordagem foi escolhida pela instituição justamente por sua alta eficiência e responsabilidade fiscal, permitindo entregar resultados robustos com baixo custo de processamento computacional para o município.

O cronograma do projeto previa que, após a composição inicial das arquiteturas abertas, o modelo passasse por um processo de pós-treinamento e refinamento nativo (on-policy distillation) conduzido pela equipe técnica, para sua devida customização à realidade do município.

Contudo, devido a uma falha humana e estritamente operacional durante a etapa de publicação na plataforma Hugging Face, foram subidos os arquivos de testes da fusão preliminar dos modelos, em vez da versão final refinada. Esse erro material fez com que o modelo temporariamente disponibilizado respondesse com traços da base de dados original da Nex-AGI.

Assim que a inconsistência foi identificada pela comunidade de pesquisadores — cujo escrutínio e colaboração são pilares que a IplanRio apoia e incentiva —, a instituição agiu de forma imediata e transparente.
O arquivo descritivo (README) do projeto foi atualizado prontamente para dar o devido crédito e a atribuição transparente ao modelo Nex-N2 Pro, corrigindo a omissão inicial;

Os fluxos internos de governança e publicação foram revisados para auditoria e compliance da infraestrutura de dados e a a equipe técnica já trabalha no upload da versão final, processada pelas diretrizes e dados específicos da Prefeitura do Rio.

A IplanRio reafirma seu compromisso com a inovação tecnológica na gestão pública, pautada pela transparência e pelo estrito respeito às normas da comunidade global de software livre. O Rio 3.5 segue sua trajetória para se tornar uma ferramenta pioneira de eficiência e atendimento ao cidadão carioca.

Mais do que uma inovação técnica, o Rio 3.5 foi concebido para gerar retornos práticos e diretos para a gestão pública do Rio de Janeiro. Ao desenvolver uma inteligência artificial baseada em código aberto, o município assegura sua soberania tecnológica e garante total independência de fornecedores internacionais de software proprietário, eliminando a dependência de licenças caras pagas em moeda estrangeira.

Na prática, essa tecnologia será aplicada diretamente na melhoria e agilização dos serviços públicos oferecidos ao cidadão carioca — como a otimização dos sistemas de atendimento, triagem de chamados de zeladoria e suporte à saúde —, promovendo uma severa redução de custos operacionais para a máquina pública".

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Linus Torvalds anuncia Linux 7.1 com melhorias em drivers e sistema de arquivos

A versão 7.1 do kernel Linux foi lançada no último domingo (14). A atualização estrutural foi anunciada pelo próprio Linus Torvalds, como sempre, e traz renovações para o driver de sistemas de arquivos NTFS.

Segundo Torvalds, a versão 7.1 introduz uma série de atualizações menores de drivers. "São principalmente pequenas atualizações de drivers (GPU, rede, som, diversos) com algumas correções de rede e ferramentas de rastreamento, e pequenas alterações aleatórias em outros lugares", afirmou o desenvolvedor.

A mais importante provavelmente é a implementação do novo driver do sistema de arquivos NTFS. Na prática, a novidade deve garantir melhor desempenho e estabilidade em relação ao gerenciamento de arquivos nessa estrutura.

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Uma das alterações mais importantes está na nova implementação do sistema de arquivos NTFS. (Fonte: yehor/GettyImages)

Além disso, o Linux 7.1 introduz a ativação do Intel FRED (Flexible Return and Event Delivery) por padrão, recurso que melhora a forma como o processador lida com interrupções e alternância de modos. Os benefícios devem ser mais evidentes em processadores mais modernos da fabricante.

Por se tratar de uma atualização de kernel, não é responsabilidade do usuário correr atrás do update. Agora, resta às mantenedoras de distros Linux adaptar seus sistemas à nova base e, então, distribuí-la em uma compilação.

De qualquer maneira, o Linux 7.1 já está disponível para download no The Linux Kernel Archives.

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Como recuperar arquivos deletados no Mac gratuitamente

Como recuperar arquivos deletados no Mac gratuitamente
Como recuperar arquivos deletados no Mac gratuitamente (imagem: reprodução)

Acontece com todo mundo, até com usuários de Mac: você apaga um arquivo por engano ou ele fica corrompido após uma reinicialização inesperada, como quando falta energia. Felizmente, é possível recuperar dados perdidos usando ferramentas como o EaseUS Data Recovery Wizard for Mac.

Os motivos que fazem arquivos “sumirem” de seu Mac são os mais diversos. Eis outros exemplos:

  • sistema de arquivos corrompido;
  • formatação ou redimensionamento incorreto de unidades de armazenamento;
  • ação de malwares, como um vírus (incomum no macOS, mas possível);
  • instalação ou atualização malsucedida de softwares;
  • falha física ou lógica em SSDs ou HDs.

Independentemente da causa, a recuperação dos dados é possível mesmo que você não tenha familiaridade com seu computador. Isso porque o EaseUS Data Recovery Wizard for Mac é de fácil utilização. E há outras opções, como o PhotoRec, embora esta alternativa não seja tão prática. De todo modo, vamos conhecê-las nas próximas linhas.

A despeito da solução de recuperação escolhida, é importante não salvar ou alterar dados na unidade de armazenamento a ser analisada para evitar que o espaço do arquivo a ser restaurado seja ocupado por outros dados, dificultando ou até impossibilitando a recuperação.

O que é o EaseUS Data Recovery Wizard for Mac?

O EaseUS Data Recovery Wizard for Mac é uma poderosa ferramenta de recuperação de dados. Além da já mencionada facilidade de uso, ele oferece várias outras vantagens, como:

  • funciona em MacBooks, iMacs, Mac Minis e outros modelos dos computadores da Apple;
  • é compatível tanto com versões atuais quanto com antigas do sistema operacional macOS (incluindo o antecessor Mac OS X);
  • consegue recuperar dados tanto em Macs com processador Intel quanto com modelos equipados com chips Apple Silicon (como M1, M2 e M3);
  • além de discos rígidos e SSDs, restaura arquivos em pendrives, cartões de memória, câmeras digitais, players de música, entre outros dispositivos de armazenamento;
  • suporta vários sistemas de arquivos, como APFS, HFS+ e HFS X (próprios para macOS), e FAT, FAT32, exFAT e NTFS (comuns em unidades externas);
  • pode trabalhar não só com arquivos individuais como também na recuperação de partições inteiras;
  • recupera mais de 200 tipos diferentes de arquivos, como formatos de imagens, músicas e vídeos, documentos do Microsoft Office (como DOCX e PPTX), PDFs e muito mais;
  • tem um recurso extra de reparo de vídeos em formatos como MP4, MOV, AVI, 3GP e outros, o que permite a recuperação de arquivos que não exibem mais imagem ou não reproduzem áudio, por exemplo;
  • além de Mac, a ferramenta tem versão para Windows.

A melhor parte é que você pode recuperar arquivos deletados no Mac de modo gratuito. Isso porque o EaseUS Data Recovery Wizard for Mac tem uma versão grátis para restauração de até 2 GB de dados, o que é suficiente para grande parte dos usuários.

Como recuperar arquivos com o EaseUS Data Recovery Wizard for Mac?

É fácil, como mostra o seguinte passo a passo:

1 – comece por baixar e instalar o EaseUS Data Recovery Wizard for Mac. Não se preocupe: o procedimento é trivial, costuma ser rápido e não altera as configurações do computador;

2 – abra o EaseUS Data Recovery Wizard depois da instalação e, na coluna à esquerda, selecione o tipo de dispositivo que tem os dados a serem restaurados (disco rígido, SSD, cartão SD, pendrive, entre outros). Já no lado direito, selecione a unidade que contém os arquivos;

Selecionando a unidade de armazenamento a ter dados restaurados
Selecionando a unidade de armazenamento a ter dados restaurados (imagem: reprodução)

3 – clique no botão de pesquisa de arquivos perdidos. Uma varredura será feita na unidade selecionada para localizar os arquivos que podem ser recuperados;

Área de seleção de arquivos para recuperação
Área de seleção de arquivos para recuperação (imagem: reprodução)

4 – depois da varredura, selecione os arquivos a serem restaurados. Note que muitos deles podem ser pré-visualizados. Depois que a recuperação for feita, basta abrir a pasta onde eles foram salvos para acessá-los.

Os arquivos a serem restaurados podem ser pré-visualizados
Os arquivos a serem restaurados podem ser pré-visualizados (imagem: reprodução)

Existe outro utilitário para recuperar arquivos no Mac?

Existe. Um deles é o já citado PhotoRec, que é gratuito e tem código-fonte aberto. Apesar de o nome sugerir que essa ferramenta recupera somente fotos, ela também é capaz de restaurar documentos nos formatos do Microsoft Office, PDFs e, claro, formatos de imagens, como JPEG e PNG.

Porém, o PhotoRec tem a desvantagem de não ter uso fácil, pois é baseado em linha de comando. Além disso, o software pode não funcionar em MacBooks mais recentes, pois tem compatibilidade limitada com chips Apple Silicon. Leve em conta ainda que a ferramenta trabalha apenas com arquivos, não sendo capaz de analisar partições ou unidades de armazenamento inteiras.

Se mesmo assim você quiser experimentar o PhotoRec, o passo a passo introdutório é este:

1 – busque na web, faça download do PhotoRec e extraia o arquivo baixado para uma pasta;

2 – acesse a pasta e clique duas vezes no executável para a ferramenta ser aberta em um terminal;

3 – use as setas do teclado para selecionar a unidade e os arquivos apagados ou danificados que devem ser recuperados;

4 – selecione a partição correspondente, se for o caso, bem como o sistema de arquivos;

5 – escolha a opção “Free” para somente o espaço livre ser analisado ou “Whole” para a varredura ser feita em toda a unidade;

6 – navegue até chegar à pasta de destino (onde os arquivos recuperados devem ser salvos) e aperte a tecla ‘C’ para confirmar;

7 – aguarde o processo terminar e, por fim, vá à pasta onde os arquivos foram salvos.

Como dá para notar, o PhotoRec é funcional, mas é pouco prático, além de limitado em recursos.

PhotoRec para Mac
O PhotoRec é baseado em linha de comando, portanto, não é amigável para a maioria dos usuários (imagem: reprodução)

O macOS tem alguma ferramenta nativa de recuperação de arquivos?

O Mac tem ferramentas como o Disk Utility e o macOS Recovery que podem ajudar a corrigir problemas no sistema de arquivos ou no próprio sistema operacional, mas não a recuperar, individualmente, arquivos deletados ou corrompidos.

Para esse fim, você pode recorrer ao Time Machine (sistema de backup) ou ao iCloud (serviço nas nuvens) para recuperar arquivos específicos a partir de backups (cópias de segurança). Porém, se você não tiver configurado backups nessas ferramentas, a recuperação dos arquivos não será possível.

Nessas circunstâncias, o ideal é recorrer a soluções externas de restauração de dados, como os já abordados EaseUS Data Recovery Wizard for Mac e PhotoRec.

Conclusão

Seja por acidente, seja por falha de hardware ou software, arquivos podem ser apagados ou corrompidos em qualquer computador, inclusive na linha Mac. Felizmente, há ferramentas que permitem recuperar esses arquivos sem complicação.

O EaseUS Data Recovery Wizard for Mac se destaca nessa tarefa por ser rico em recursos, fácil de usar e altamente eficiente, além de contar com uma versão gratuita. Por esse motivo, essa é uma das ferramentas mais indicadas para quem precisa restaurar dados no Mac Mini, MacBook, iMac e afins.

Como recuperar arquivos deletados no Mac gratuitamente

Como recuperar arquivos deletados no Mac gratuitamente (imagem: reprodução)

Selecionando a unidade de armazenamento a ter dados restaurados (imagem: reprodução)

Área de seleção de arquivos para recuperação (imagem: reprodução)

Os arquivos a serem restaurados podem ser pré-visualizados (imagem: reprodução)

O PhotoRec é baseado em linha de comando, portanto, não é amigável para a maioria dos usuários (imagem: reprodução)
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uBlock Origin clássico está com os dias contados no Chrome

Ilustração com marca de aplicativo de adblock
uBlock Origin clássico está com os dias contados no Chrome (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Chrome removerá mecanismos de compatibilidade com Manifest V2 em breve; com isso, versão clássica do uBlock Origin deixará de funcionar no navegador;
  • desenvolvedores criticam sucessor Manifest V3 por restringir funções de bloqueadores de anúncios; uBlock Origin Lite surge como alternativa, mas é mais limitado;
  • navegadores como Brave e Opera prometem manter suporte ao Manifest V2 de formas distintas, mas não se sabe até quando.

Se você usa o uBlock Origin no Chrome (ou em outro navegador baseado no Chromium, como o Edge), precisa ficar atento: uma mudança a ser implementada em breve no browser do Google tornará a extensão que bloqueia anúncios inutilizável, pelo menos em sua versão clássica (você já vai entender).

Oficialmente, o uBlock Origin perdeu suporte ao Chrome em meados de 2024. Mas a extensão permaneceu funcionando desde então. Isso porque o Chromium manteve compatibilidade “residual” com o Manifest V2, um conjunto de funções e regras que determina como certas extensões interagem com o navegador.

É o Manifest V2 (MV2) que permite que o uBlock Origin continue funcionando. Porém, o Google vem, há alguns anos, migrando o Chromium (e, com efeito, o Chrome) para o Manifest V3 (MV3), que é considerado mais seguro e ágil, mas também polêmico: para os desenvolvedores de bloqueadores de anúncios, a nova versão torna essas ferramentas menos funcionais.

O Manifest V3 foi introduzido em 2021, tornou-se padrão no Chromium em 2024 e, com isso, extensões com Manifest V2 passaram a ser bloqueadas oficialmente em 2025. Apesar disso, o Chromium manteve alguns mecanismos de compatibilidade que, por meio de flags, políticas corporativas ou alterações no Registro do Windows, permitem que o MV2 seja mantido.

É assim que o uBlock Origin clássico e outros bloqueadores continuam sendo usados no Chrome e demais navegadores baseados no Chromium. Porém, nesta semana, os desenvolvedores do Chrome anunciaram que os “bypasses” em questão serão removidos do projeto em breve.

Ilustração com a marca do Google Chrome
Google Chrome perderá suporte residual ao MV2 (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O que acontecerá com o uBlock Origin?

O uBlock Origin, como projeto, está mantido. A extensão com MV2 continua funcionando no Firefox, por exemplo. O navegador da Mozilla não é baseado no Chromium, vale relembrar, e funciona tanto com MV2 quanto com MV3.

Já no Chrome, a extensão deixará de funcionar após o lançamento da versão 150 e, de modo definitivo, na 151. A alternativa é o uso do uBlock Origin Lite, que funciona com base no MV3, mas é mais limitado em recursos justamente por causa das políticas do Manifest V3.

A decisão também deve afetar navegadores como Edge e Opera em algum momento. Porém, quanto a este último, a Opera Software avisou ao Neowin que seu browser manterá o suporte ao MV2. Curiosamente, em uma postagem de maio, a Opera revelou que seu novo bloqueador de anúncios nativo já é baseado no MV3.

O Brave é outro navegador que mantém suporte ao MV2. Mas isso porque os desenvolvedores do browser “forçam” esse suporte por meio de alterações no código do Chromium.

uBlock Origin clássico está com os dias contados no Chrome

YouTube declara guerra ao adblock (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Google Chrome (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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Gemini prepara botão para deixar conversa em segundo plano no Android

O Gemini finalmente poderá ser minimizado na tela enquanto você interage com ele. O recurso foi encontrado em desenvolvimento no Android pelo site Android Authority, que demonstrou como a nova interface vai se parecer.

O Google trabalha em formas de deixar o Gemini em segundo plano desde dezembro de 2025, mas a novidade não foi liberada para o público até então. De forma geral, a interface permitiria acionar o Gemini e alternar para outro aplicativo, mas sem interromper a conversa ou precisar abrir o app do chatbot em tela cheia.

Conforme investigou o site Android Authority, o Google continua trabalhando nessa interface reduzida e agora prepara um botão dedicado para acessá-la. Nas conversas com o Gemini acionadas pelo botão lateral do celular, o Android agora exibe o atalho "Minimize Gemini" ("Minimizar Gemini", em tradução livre) que, quando tocado, reduz o chatbot a um botão flutuante na tela.

Nas primeiras iterações da interface reduzida, o Gemini só podia ser reduzido enquanto processava alguma solicitação. Nesta nova versão, a IA pode ser reduzida a qualquer momento durante a conversa.

Para voltar ao papo em andamento, basta tocar no botão flutuante do Gemini. O usuário também pode posicionar o botão do Gemini em qualquer lugar da tela.

Mudanças na tela de gerenciamento de conta do Google e Gemini

A página dedicada às configurações de conta dos apps Google e Gemini também está sob revisão do Google, reportou o site. A nova interface mantém os mesmos botões de antes, mas agora dispostos de modo a aproveitar mais espaço da tela.

A nova seção aproveita melhor o espaço disponível na tela. (Fonte: Android Authority/Reprodução)

Uma das mudanças mais notáveis está no topo desta tela. Em vez de exibir a foto de perfil com uma saudação no topo da seção, a foto e o e-mail são exibidos em uma única faixa. Para alternar contas, basta tocar na seta posicionada à direita.

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© Google/Divulgação

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Microsoft lança PowerToys 0.100; desempenho melhorado é destaque

PowerToys 0.100
Microsoft lança PowerToys 0.100 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
Resumo
  • PowerToys 0.100 reduziu tamanho de instalação em cerca de 30% e foi atualizado para o .NET 10, otimizando recursos;
  • Guia de Atalhos foi totalmente reformulado e passou a ocupar uma coluna lateral contextualizada;
  • outro destaque é a Paleta de Comandos, que recebeu uma nova galeria de extensões.

O “canivete suíço” do Windows segue sendo renovado. A Microsoft acaba de liberar a versão 0.100 do PowerToys, que traz um novo Guia de Atalhos e mais avanços na poderosa Paleta de Comandos, por exemplo. Mas o que mais chama a atenção na novidade é o ganho de desempenho.

Se você não sabe do que estamos falando, eis uma rápida explicação: o PowerToys é um conjunto de utilitários que aprimora a sua experiência com o Windows. Há numerosas ferramentas aqui, tantas que expliquei, aqui no Tecnoblog, quais recursos do PowerToys eu mais utilizo e recomendo.

Pois bem, no PowerToys 0.100, a Microsoft conseguiu diminuir o tamanho do arquivo de instalação em aproximadamente 15%, segundo a própria companhia. Na verdade, considerando os pacotes x64, a redução gira em torno de 30%, pois o instalador da versão 0.99 tem 376 MB, enquanto, na versão 0.100, há 271 MB.

Outra mudança notável de bastidores é a atualização do PowerToys para a plataforma de desenvolvimento .NET 10, que permite que a nova versão otimize o uso da CPU ou da memória RAM sob determinadas circunstâncias, inicialize mais rapidamente, se integre melhor a componentes modernos do Windows e tenha mais recursos de segurança.

Nesse sentido, a Microsoft também destaca que a atualização automática do PowerToys ficou mais confiável por fazer backup dos arquivos de configuração, reinicializar corretamente após o procedimento e fornecer notificações mais claras sobre o que mudou.

O novo Guia de Atalhos do PowerToys 0.100
O novo Guia de Atalhos do PowerToys 0.100 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Quais são as novidades nos utilitários do PowerToys 0.100?

A mais interessante delas é o Guia de Atalhos, que foi totalmente refeito. A ferramenta, que exibe uma lista dos principais atalhos de teclado do sistema, deixou de ocupar toda a tela para ser exibido na forma de uma coluna à esquerda (padrão) ou à direita.

Além disso, o Guia de Atalhos passou a ser mais contextualizado, destacando os atalhos mais condizentes com as suas atividades atuais no PC.

Outra novidade está na Paleta de Comandos, que permite que você acesse aplicativos e arquivos rapidamente, execute comandos, entre outras ações. Agora, há uma galeria de extensões que possibilita adicionar várias funcionalidades à ferramenta, como integração com o GitHub ou geração de QR Codes.

Galeria de Extensões da Paleta de Comandos
Galeria de Extensões da Paleta de Comandos (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Outras novidades incluem:

  • Dock da Paleta de Comandos: trata-se de uma barra adicional na Área de Trabalho; agora, pode-se configurar um Dock diferente para cada tela que você tiver;
  • ZoomIt: a ferramenta avançada de zoom e captura de tela agora permite que a imagem da webcam apareça durante uma gravação de tela;
  • Redimensionador de Imagem: agora, a ferramenta aplica novas configurações automaticamente, sem necessidade de reinicialização.

Como baixar o PowerToys 0.100?

O PowerToys 0.100 pode ser baixado via GitHub. Ali, escolha a versão x64 para computadores com chip Intel ou AMD, e ARM64 para chips Arm (como a linha Snapdragon X).

Apesar de ser focado no Windows 11, o PowerToys 0.100 também funciona no Windows 10. É de graça.

Microsoft lança PowerToys 0.100; desempenho melhorado é destaque

Microsoft lança PowerToys 0.100 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

O novo Guia de Atalhos do PowerToys 0.100 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Galeria de Extensões da Paleta de Comandos (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
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Apple ameaça remover da App Store aplicativos que não atraem usuários

Arte com o ícone azul da App Store em foco. Na parte inferior direita, está o logotipo do "Tecnoblog".
Empresa será mais rígida com o conteúdo que desenvolvedores mantêm na App Store (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Apple vai remover da App Store aplicativos que não atraem usuários ou são abandonados pelos desenvolvedores.
  • A nova regra prevê a remoção de aplicativos que não recebem suporte constante dos devs.
  • A empresa quer despoluir a App Store e deve aceitar somente apps que ofereçam experiência diferente ou superior.

A Apple quer despoluir a App Store removendo aplicativos de baixa qualidade ou que não recebem suporte constante dos desenvolvedores. A empresa atualizou as diretrizes da loja e prevê, a partir de agora, a remoção de apps que estejam abandonados, que não conseguiram atrair uma base ativa de usuários ou que a dona do iPhone julgue entregar pouco valor.

Até o momento, a Apple costumava barrar esse tipo de aplicativo principalmente no ato da submissão. Com a nova regra, no entanto, o controle também passa a valer para apps que já estão disponíveis, mas não recebem atualizações, melhorias ou engajamento.

A mudança ocorre na mesma semana da WWDC, em que a empresa apresentou novidades sobre o iOS 27 e a nova Siri mais inteligente. Além disso, recursos de recomendações personalizadas e novas ferramentas que devem ajudar desenvolvedores a divulgar apps e reconquistar usuários também foram anunciados.

Apple mira categorias saturadas

Imagem mostra um close-up de um smartphone iPhone sendo segurado numa mão. A tela exibe o ícone da App Store. Abaixo do ícone, as palavras "Buscar" e "Resgatar" aparecem em uma barra escura, sugerindo opções dentro da loja de aplicativos. Na parte inferior direita, está o logo do "Tecnoblog".
Apple pode remover aplicativos e punir desenvolvedores (foto: André Fogaça/Tecnoblog)

O site TechCrunch nota que as diretrizes antigas da App Store já alertavam desenvolvedores a não enviarem variações genéricas e repetidas de apps em categorias já saturadas na loja.

O texto citava diretamente que a loja já tinha aplicativos suficientes de “pum, arroto, lanterna, cartomancia, namoro, jogos de bebida e Kama Sutra”, e que novas versões seriam rejeitadas caso não oferecessem uma experiência única e de alta qualidade.

Com a mudança nas diretrizes, a Apple ampliou esse entendimento para outros apps, como papéis de parede e funcionalidades básicas (como cronômetros). De acordo com as novas diretrizes textuais da companhia, a tolerância com esses segmentos zerou: “Podemos remover esses aplicativos da App Store daqui para frente se eles não forem atualizados, aprimorados ou se não atraírem clientes”.

Desenvolvedores podem ser banidos

Segundo o TechCrunch, para novos envios nessas categorias, a empresa afirma que só aceitará apps que ofereçam uma experiência significativamente diferente ou superior ao que já existe na loja.

Criadores que insistirem no envio desse tipo de aplicativo para análise podem ser removidos do Apple Developer Program, o que impediria a publicação de novos apps no ecossistema da marca.

Apple ameaça remover da App Store aplicativos que não atraem usuários

App Store da Apple (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

App Store no iPhone (foto: André Fogaça/Tecnoblog)
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LibreOffice critica Euro-Office por ser “aliado” da Microsoft

Euro-Office
Editor de texto do Euro-Office (imagem: reprodução/Nextcloud)
Resumo
  • The Document Foundation (TDF), do LibreOffice, critica o Euro-Office por promover anúncios sobre projeto ser a primeira suíte de escritório de código aberto desenvolvida na Europa, quando, na verdade, o OpenOffice.org e o LibreOffice já existem desde 2001 e 2010, respectivamente;
  • Euro-Office é baseado no código-fonte do OnlyOffice e trabalha com os formatos de arquivos do padrão OOXML, mantido pela Microsoft, o que o torna um “aliado” da empresa, afirma a TDF;
  • Euro-Office está disponível no GitHub, mas é direcionado à integração com aplicações de servidor e não tem um instalador convencional até o momento.

A promessa era a de que o Euro-Office fosse lançado nesta terça-feira (09/06). Assim foi feito. Estamos falando de uma suíte de escritório de código-fonte aberto direcionada a organizações da Europa, mas disponível no mundo todo. Só que a estreia ocorre em meio a duras críticas feitas pela The Document Foundation (TDF), organização que mantém o LibreOffice.

Uma das propostas do Euro-Office é a de fortalecer a soberania digital europeia, de modo a tornar a região menos dependente de tecnologias oriundas de outros países, principalmente dos Estados Unidos.

A TDF não é contra esse objetivo. O que a entidade critica é a forma como o Euro-Office está sendo promovido, bem como a sua abordagem que não é, digamos, totalmente aberta (você já vai entender).

Sobre o primeiro aspecto, a crítica é direcionada aos anúncios que dão a entender que o Euro-Office é a primeira suíte de escritório de código aberto desenvolvida na Europa.

Em uma carta aberta, a TDF enfatiza que, na verdade, o primeiro pacote de escritório desenvolvido na região foi o OpenOffice.org, introduzido em 2001 com base no código-fonte do StarOffice. Depois veio o LibreOffice, lançado em 2010:

Essas são duas suítes de escritório genuinamente de código aberto, construídas a partir de código-fonte com origem na Europa. Elas não são um clone gratuito do Microsoft Office cuja origem do código é desconhecida, nem um produto que se renomeou por puro oportunismo para surfar na onda atual da soberania digital.

Italo Vignoli, representante da The Document Foundation

Ao falar em “produto que se renomeou”, Vignoli se refere, provavelmente, ao fato de o Euro-Office ter como base o código-fonte do OnlyOffice. Aliás, houve um conflito entre os dois projetos: os mantenedores do OnlyOffice acusaram a equipe do Euro-Office de violação de termos de uso por conta da remoção de avisos legais e símbolos do projeto original no “novo” pacote de escritório.

O impasse foi resolvido com a reinserção dos avisos e símbolos do OnlyOffice no Euro-Office.

Ferramenta de apresentações do Euro-Office
Ferramenta de apresentações do Euro-Office (imagem: reprodução/Nextcloud)

Outro aspecto criticado pela TDF é o fato de o Euro-Office trabalhar com os formatos de arquivos do padrão OOXML (Office Open XML), que é mantido pela Microsoft:

O Euro-Office utiliza por padrão o formato de documento OOXML, totalmente proprietário e desenvolvido e controlado exclusivamente pela Microsoft. Isso o torna um aliado de fato da Microsoft em sua estratégia de aprisionamento de conteúdo, com o controle permanecendo firmemente em Redmond [sede da Microsoft] e longe da Europa.

Italo Vignoli, representante da The Document Foundation

Neste ponto, convém relembrar que a TDF já havia criticado o OOXML por não considerá-lo um padrão aberto de verdade.

Euro-Office está disponível no GitHub

A despeito das críticas, o Euro-Office pode ser obtido a partir de seu repositório no GitHub. É importante deixar claro, porém, que a suíte não tem um instalador convencional. Pelo menos até o momento, o projeto é direcionado à integração com aplicações de servidor.

LibreOffice critica Euro-Office por ser “aliado” da Microsoft

O Euro-Office vem aí (imagem: reprodução/Nextcloud)

Ferramenta de apresentações do Euro-Office (imagem: reprodução/Nextcloud)
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WhatsApp ganha novo emoji de bola e mais para Copa do Mundo 2026

O mensageiro WhatsApp também está entrando no clima da Copa do Mundo de 2026. O torneio de futebol da FIFA está próximo e o aplicativo da Meta agora tem alguns recursos especialmente voltados para quem já está pronto para acompanhar as partidas e torcer pelo hexa do Brasil.

As novas funcionalidades da plataforma têm como objetivo fazer com que "seja ainda mais divertido acompanhar a copa com seus amigos e familiares". São mudanças temporárias e sutis, mas que ajudam a construir a ambientação em torno dos jogos e deixam as conversas sobre o tema mais divertidas no serviço da Meta.

Uma das principais novidades está no emoji de futebol. Ele foi atualizado com a aparência da Trionda, a bola oficial da Copa do Mundo de 2026 e que tem uma série de tecnologias exclusivas, incluindo a necessidade de ser carregada antes dos jogos.

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As novidades da Copa do Mundo de 2026 no app. (Imagem: WhatsApp/Divulgação)

Além disso, foram adicionados novos efeitos de futebol para as ligações em vídeo e um novo pacote de figurinhas oficiais com tema de futebol, que incluem animações especiais ativadas quando você envia um desses adesivos em chats individuais ou em grupo.

Novidades nos Canais e mais

Para os Canais, a Meta lançou também uma espécie de guia especial de futebol, que serve para você para reunir times preferidos, os placares mais recentes e as novas atualizações em um só lugar.

Ainda dentro dos Canais, há uma nova opção que permite que esses perfis compartilhem atualizações de status. Dessa forma, é possível ver os conteúdos junto com as outras publicações dos seus contatos — ou ocultá-los, caso você não queira mais exibir eles com os demais.

A Copa do Mundo de 2026 acontece entre os dias 11 de junho e 19 de julho, reunindo um total inédito de 48 seleções em jogos disputados nos Estados Unidos, México e Canadá. Quer saber onde acompanhar as partidas na TV aberta, paga ou no streaming? Confira o guia do TecMundo com canais e plataformas que vão passar os jogos!

© stockcam/GettyImages

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O que é Duolingo? Conheça o aplicativo que oferece cursos de idiomas

Ilustração do app Duolingo no celular
Duolingo é conhecido pelos cursos de idiomas, mas também ensina xadrez e até matemática (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Duolingo é uma plataforma de aprendizado online, que oferece cursos de idiomas e outros campos de estudo. O serviço está disponível na versão web ou como aplicativo para Android, iOS e Windows.

O funcionamento do Duolingo se baseia em lições e no progresso gradual, de acordo com o nível de conhecimento do usuário. Também há um sistema de liga e divisões semanal, que estimula uma competição saudável entre a comunidade.

Todos os cursos do Duolingo são oferecidos de maneira gratuita. No entanto, há planos pagos para remover anúncios e conseguir recursos adicionais, além de microtransações dentro da plataforma.

A seguir, saiba o que é o Duolingo, entenda sobre o seu funcionamento, e confira os principais recursos do serviço.

O que é Duolingo?

O Duolingo é uma plataforma que oferece cursos online, com foco no aprendizado de idiomas. Trata-se de um serviço com modelo gamificado, que busca estimular o estudo de usuários de uma forma dinâmica.

O que significa Duolingo?

O termo “Duolingo” significa “dois idiomas”, segundo a própria empresa. O significado vai de encontro com a proposta do Duolingo de ensinar outro idioma (diferente do idioma nativo) ao usuário.

Para que serve o Duolingo?

O Duolingo tem a função de atuar como uma plataforma gratuita de aprendizado online, oferecendo cursos gamificados e com diferentes níveis de conhecimento.

Essencialmente, o Duolingo costuma atender a usuários que querem aprender um novo idioma — e o próprio nome do serviço faz jus a isso. Mas o app também oferece cursos de matemática, música e até xadrez.

Como funciona o Duolingo

Para começar a usar o Duolingo, você precisa fazer login no aplicativo educacional. Isso pode ser feito por meio de um cadastro próprio do serviço ou com contas do Facebook e Google.

Depois de entrar na plataforma, você poderá começar o curso desejado. Será possível partir do zero (nível básico) ou fazer testes para que a própria plataforma encaixe você em um nível adequado de proficiência.

Feito isso, você pode dar início às lições. As atividades são diversificadas, e trazem recursos dinâmicos para um aprendizado atrativo para os meios digitais. Também há o monitoramento de dados como tempo de duração da lição e margem de acertos.

Exemplos de lições do Duolingo
Exemplos de lições do Duolingo (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Como em um jogo, o Duolingo apresenta diversos elementos:

  • Cristais: os cristais são como a moeda do jogo, usados para reabastecer corações, entrar em desafios ou proteger sua ofensiva (dias consecutivos concluindo lições).
  • Energia: a energia funciona como a bateria para completar lições; cada lição consome um pouco da bateria, mas você pode aumentar a energia se acertar vários exercícios seguidos.
  • XP: os pontos de experiência são obtidos após a conclusão de uma lição, e são a principal métrica para progressão na liga.

Concluir lições faz com que o usuário suba de nível gradualmente. Paralelamente a isso, existem ligas semanais baseadas em divisões.

E a lógica é simples: quanto mais XP você ganhar, maiores as chances de subir de divisão; já se estiver entre os últimos colocados, poderá ser rebaixado.

O Duolingo é gratuito?

Sim. O Duolingo se coloca como um serviço de aprendizado online gratuito e acessível para qualquer usuário.

No entanto, a plataforma opera em modelo freemium, oferecendo também planos pagos (Super, Super Família, Max e Max Família) e microtransações para compras de cristais.

Em quais plataformas posso acessar o Duolingo?

Você pode usar o Duolingo pelo aplicativo disponível para Android, iOS ou desktop (Windows). Se preferir, também dá pra acessar a plataforma via web, pelo site pt.duolingo.com.

Preciso de internet pra usar o Duolingo?

Sim, na maioria dos casos. O Duolingo usa a conexão à internet para atualizar a conclusão de lições, progressão do usuário, entre outros recursos da plataforma.

Você até pode usar o Duolingo offline para fazer algumas tarefas específicas. Ainda assim, precisará de internet para carregar a lição antes de ficar offline, e para atualizar o seu progresso depois de ter finalizado a tarefa.

Quais são as divisões da liga do Duolingo?

As divisões do Duolingo são: bronze, prata, ouro, safira, rubi, esmeralda, ametista, pérola, obsidiana e diamante, em ordem da mais baixa para a mais alta.

Divisões do Duolingo
Divisões do Duolingo estimulam o aprendizado contínuo do usuário (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Quais são os principais recursos do Duolingo?

O serviço do Duolingo inclui uma série de elementos e funcionalidades que fazem parte do sistema de aprendizado. Os principais recursos da plataforma incluem:

  • Aprendizado dinâmico: o serviço traz lições diversificadas e interativas para aprendizado de escrita, fala e escuta.
  • Reinício de progresso: você pode zerar o progresso do Duolingo para recomeçar um curso desde o início.
  • Diferentes modalidades: apesar de o Duolingo ser gratuito, há planos pagos com recursos extras.
  • Sistema de ranking: a liga gamificada baseada em divisões estimula o aprendizado dos usuários.
  • Cursos diversificados: o Duolingo oferece cursos de mais de 40 idiomas, incluindo cursos de xadrez, matemática e música.
  • Duolingo English Test: o serviço conta com um teste pago de proficiência em inglês, com direito a certificado reconhecido por mais de seis mil instituições globais.
  • Outras iniciativas: o Duolingo também conta com o Duolingo for Schools e Duolingo ABC, que são plataformas separadas voltadas para professores e crianças, respectivamente.

Quantos idiomas o Duolingo oferece?

O Duolingo oferece mais de 248 cursos de idiomas para mais de 40 idiomas diferentes.

Para brasileiros que têm o português como língua nativa, há cursos para inglês, espanhol, francês, alemão, italiano, coreano, japonês e chinês.

Cursos do Duolingo para quem fala português
Cursos do Duolingo para quem fala português (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Quais são os concorrentes do Duolingo?

O Duolingo concorre com outras plataformas de aprendizado de idiomas online, a exemplo de:

  • Babbel: plataforma que oferece 14 idiomas ao todo, disponibilizada na versão web ou via aplicativo para Android e iOS.
  • Busuu: serviço de aprendizado para 14 idiomas diferentes; a plataforma pode ser acessada pelo navegador ou pelo aplicativo para Android e iOS.
  • Rosetta Stone: plataforma com cursos de 25 idiomas distintos, com acesso via web ou aplicativo para Android, iOS e Mac.
  • Memrise: aplicativo disponível para Android e iOS ou pela versão web, com cursos de mais de 34 idiomas diferentes.
  • Mec Idiomas: iniciativa do Governo Federal brasileiro para aprender inglês ou espanhol, disponível para Android, iOS e na versão web.

Qual é a diferença entre as versões gratuita, Super e Max do Duolingo?

A versão gratuita do Duolingo dá direito a todos os cursos oferecidos pelo serviço. Contudo, há exibição de anúncios, a energia é limitada, e o plano não dá acesso liberado a desafios.

Já o Super Duolingo é o plano pago intermediário do serviço, com recursos extras como energia ilimitada, prática de fala e escuta, revisão de erros, acesso liberado a desafios e sem exibição de anúncios.

Por fim, o Max Duolingo é a assinatura premium do Duolingo. Ela oferece todos os recursos do plano Super, com adição de treinamento e fala (por videochamadas) com agentes de IA.

O que é Duolingo? Conheça o aplicativo que oferece cursos de idiomas

(Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Exemplos de lições do Duolingo (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

(Imagem: Reprodução/Duolingo)

Cursos do Duolingo para quem fala português (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
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Lembra do Paint.NET? Agora ele pode ser baixado em… paint.net

Editor de imagem Paint.NET
Editor de imagem Paint.NET (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
Resumo
  • Paint.NET é uma versátil editor de imagens gratuito para Windows que existe há mais de 20 anos;
  • desenvolvedor do Paint.NET assumiu controle do domínio paint.net após anos de tentativas;
  • proprietários anteriores usavam endereço para lucrar com anúncios duvidosos e tráfego enganoso, segundo criador da ferramenta.

Se você tem três décadas de vida ou mais, é provável que tenha pelo menos ouvido falar do Paint.NET. Trata-se de um editor de imagens lançado em 2004 como uma alternativa mais avançada ao Paint da Microsoft. A ferramenta ainda existe e, somente agora, mais de 20 anos depois, conseguiu um feito importante: ser disponibilizada a partir do domínio paint.net.

O Paint.NET é interessante porque não consiste apenas em uma ferramenta de desenho. O software suporta camadas, efeitos diversos, seleções avançadas, histórico de edições, entre outros recursos, podendo ser usado tanto para criação de imagens quanto para tratamento de fotos.

É verdade que o Paint.NET não é tão rico em funcionalidades quanto o Photoshop ou o Canva, por exemplo, mas ele oferece as vantagens de ser gratuito, leve e relativamente fácil de se usar.

Mas baixar o Paint.NET sempre exigiu cuidado. Pela lógica, o primeiro lugar que você acessaria para fazer isso é o endereço paint.net, que correspondente exatamente ao nome do software. O problema é que esse endereço nunca tinha pertencido ao projeto.

Isso era, de fato, um problema. Ao acessar o endereço paint.net, o usuário não só não encontrava o editor de imagens, como ficava sujeito a anúncios ou links duvidosos que em nada beneficiavam o projeto.

Felizmente, isso acaba de mudar.

Desenvolvedor do Paint.NET agora é dono do domínio

Rick Brewster é o responsável pelo Paint.NET. Usando o X, o desenvolvedor revelou que, após anos de tentativa, finalmente conseguiu se tornar dono do domínio de seu projeto:

Então agora, quando você quiser encontrar o Paint.NET, basta abrir seu navegador e digitar paint.net em algum lugar, pressionar Enter, e pronto. Sem mais confusão.

(…) Tenho tentado conseguir esse domínio há 22 anos. Isso é um grande negócio.

Rick Brewster, desenvolvedor do Paint.NET

Ainda no X, Brewster diz que os proprietários anteriores do domínio não queriam vendê-lo ou exigiam muito dinheiro para isso.

Para aproveitar o tráfego de usuários que chegavam ao site buscando o editor de imagens, esses proprietários exibiam links ou anúncios duvidosos na página. “E foi assim que isso se tornou um caso claro de violação de marca registrada e ocupação de domínio. Com a ajuda de um advogado, eu consegui o domínio”, complementou Brewster.

Paint.NET rodando no Windows 10
Paint.NET rodando no Windows 10 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Ainda não houve transferência para o novo site. Mas o domínio paint.net já tem um link para o endereço anterior (que é bem “datado”, convenhamos). Só fique atento porque, ao chegar à página de download (se você quiser experimentar o editor), haverá alguns anúncios inconvenientes pelo caminho.

Caso você esteja se perguntando sobre o porquê do nome Paint.NET para o editor, se o domínio em questão não pertencia ao projeto desde o início, o próprio Brewster explicou via X:

O nome Paint.NET vem do fato de que a ideia original era que o editor fosse uma espécie de substituto do Paint, e também porque foi escrito em C# para o .NET Framework (uma escolha de nome ruim por parte da Microsoft, na minha opinião).

Era apenas um projeto da faculdade, não esperava que fizesse tanto sucesso ou se tornasse popular.

Rick Brewster, desenvolvedor do Paint.NET

Lembra do Paint.NET? Agora ele pode ser baixado em… paint.net

Editor de imagem Paint.NET (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Paint.NET rodando no Windows 10 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
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Como baixar todas as fotos do iCloud no PC

Ilustração da sincronização das fotos com o iCloud
Usuário pode salvar fotos no iCloud para poupar espaço de armazenamento no aparelho (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Você pode baixar suas fotos do iCloud de duas formas diferentes no PC: diretamente pelo site do iCloud — que limita o download para até 1.000 arquivos, ou pelo aplicativo próprio do serviço de armazenamento no Windows. Essa segunda opção sincroniza suas fotos e vídeos diretamente no disco rígido.

Já usuários de Mac podem baixar todos os arquivos em alta definição pelo aplicativo Fotos. Nesse caso, é necessário escolher se deseja duplicar as fotos no disco ou otimizar o download, baixando os arquivos como uma “prévia”, em baixa definição. A seguir, conheça os detalhes de como baixar fotos e vídeos do iCloud.

Índice

Como baixar todas as fotos do iCloud pelo navegador

1. Acesse o iCloud.com

Acesso o site do iCloud no seu navegador de preferência e clique no botão “Iniciar sessão” para ter acesso às suas fotos e vídeos.

Tela inicial do iCloud no navegador, com botão “Iniciar sessão” destacado para fazer login e acessar as fotos
Tela de inicio do iCloud no navegador (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

2. Faça login com sua conta

É necessário fazer login com e-mail ou número de telefone, e senha para acessar o serviço de armazenamento. Pode ser necessário permitir o acesso em um iPhone ou iPad para continuar.

Tela de login do iCloud no navegador com botão “Iniciar sessão” e opção “Iniciar sessão com o iPhone”
Tela de login do iCloud no navegador (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

3. Abra a seção de fotos do iCloud

Após realizar o login, desça a tela e clique na seção de Fotos para visualizar todos os arquivos vinculados à sua conta do iCloud.

Seção de fotos no iCloud, com “Fotos” selecionada e contagem de fotos e vídeos exibida
Seção de fotos no iCloud (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

4. Selecione as fotos que deseja baixar no PC

O iCloud para navegador permite que o usuário baixe até 1.000 fotos por vez no PC. Assim, clique fora da seção de fotos e arraste o mouse para selecionar os arquivos rapidamente.

Quando atingir o limite de 1.000 fotos ou vídeos, clique no ícone de nuvem para baixá-los do iCloud no PC.

Contagem de 999 itens selecionados no app Fotos do iCloud, indicando fotos escolhidas para download no PC
Opção que permite baixar até 1.000 fotos no iCloud (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

Como salvar todas as fotos do iCloud pelo iCloud para Windows

O usuário pode baixar todas as fotos do iCloud no Windows pelo app próprio para o sistema operacional. É necessário baixar e instalar o aplicativo via Microsoft Store para continuar.

1. Abra o app do iCloud para Windows

Após a instalação do iCloud para o Windows, faça login com sua conta e abra o aplicativo. A opção “Desativado” será exibida na seção “Fotos“, caso nunca tenha utilizado o app no PC. Clique para continuar.

Tela do app iCloud para Windows mostrando “Fotos do iCloud” como “Sem configuração” e “Desativado”
Aplicativo do iCloud para o Windows (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

2. Ative a sincronização de fotos entre iCloud e Windows

Verifique onde as fotos do iCloud serão armazenadas no PC e clique na chave “Desativado” para ativar a sincronização do serviço.

Tela de ajustes do iCloud para Windows, com a chave de “Fotos do iCloud” em Desativado
Ative a chave para compartilhar suas fotos do iCloud no Windows (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

3. Verifique o progresso de sincronização

Após ativar a sincronização, você pode verificar todo o processo de transferência de arquivos entre iCloud e Windows. Acesse a pasta mencionada pelo iCloud para encontrar suas fotos e vídeos.

Tela do app iCloud para Windows mostrando “Apps que Usam iCloud”, com “Fotos do iCloud” ativado
Acompanhe o progresso de sincronização de suas fotos no PC (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

Como baixar todas as fotos do iCloud pelo Mac

1. Abra as configurações do aplicativo “Fotos” no Mac

Acesse o aplicativo “Fotos” no seu Mac e clique em “Ajustes” para visualizar as opções, antes de baixar os arquivos.

Seção de ajustes no app Fotos para Mac (Imagem: Lucas Lima/Tecnoblog)

2. Escolha como deseja baixar as fotos do iCloud no Mac

Selecione a opção “iCloud” no topo da tela e escolha uma das opções exibidas:

  • Baixar Originais para este Mac: método que baixa todos as fotos e vídeos em alta resolução para o disco do Mac;
  • Otimizar Armazenamento do Mac: opção para quem tem pouco espaço disponível em disco. As fotos e vídeos serão armazenadas em baixa resolução, como uma prévia. O usuário precisará escolher qual arquivo baixar em alta resolução de forma manual.

O usuário também pode escolher baixar todas as fotos e vídeos para uma pasta específica. Nesse caso, todo o conteúdo será duplicado se a biblioteca do iCloud estiver sincronizada no Mac.

Opções no app Fotos do macOS após abrir Ajustes, com “Fotos do iCloud” selecionadas e alternativas de armazenamento
Opções exibidas no app Fotos após selecionar o menu de ajustes (Imagem: Lucas Lima/Tecnoblog)

Baixar as fotos no PC mantém a qualidade original das imagens?

Sim, caso você baixe os arquivos pelo site do iCloud ou pela opção “Baixar Originais” no app Fotos do Mac.

Ao fazer o download pelo aplicativo do iCloud para o Windows, o serviço de armazenamento cria uma pasta específica no PC com os arquivos em miniatura.

Dessa forma, é necessário baixar os arquivos com alta resolução manualmente. O mesmo acontece com a opção “Otimizar Armazenamento” no Mac.

Tem como baixar mais de 1.000 fotos do iCloud de uma vez no PC?

Apenas pelo aplicativo do iCloud para o Windows, já que o site permite baixar até 1.000 fotos ou vídeos salvos no iCloud por vez. A sincronização de todos os arquivos de uma vez também acontece no Mac.

Onde ficam armazenadas as fotos baixadas do iCloud para Windows?

Você pode verificar o caminho exato de armazenamento no app do iCloud para o Windows, já que o sistema personaliza as pastas para cada PC. Antes de ativar a chave de sincronização dos arquivos, cheque o caminho exato em “Fotos do iCloud“.

Caminho da pasta onde o iCloud adicionará as fotos no PC (Cada PC terá um caminho diferente)
Cada PC terá um caminho diferente para acessar as fotos do iCloud (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

Remover a sincronização com do iCloud com o Windows apaga as fotos no PC?

Sim, o aplicativo do iCloud removerá todas as fotos ou vídeos armazenados do Windows, ao interromper a sincronização entre os serviços, mas seus arquivos continuarão disponíveis para visualização na sua conta do iCloud.

Uma dica é salvar os arquivos em outra pasta do PC, antes de remover a sincronização.

Como baixar todas as fotos do iCloud no PC

Usuário pode salvar fotos no iCloud para poupar espaço de armazenamento no aparelho (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

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Duolingo finalmente libera a recuperação de ofensivas perdidas

Personagem do Duolingo com chama e aparência de campanha, ilustrando a recuperação gratuita de ofensivas no mês de junho
Usuários poderão restaurar gratuitamente a maior ofensiva perdida no app (imagem: divulgação)
Resumo
  • Duolingo vai permitir que, neste mês de junho, usuários recuperem gratuitamente as sequências de estudo perdidas, chamadas de “ofensivas”.
  • Para recuperar a sequência perdida, os usuários devem concluir três lições consecutivas no aplicativo.
  • A maior sequência de estudo registrada no Brasil ultrapassa 4.700 dias, equivalente a 12 anos de progresso.

O Duolingo liberou um dos recursos mais pedidos pelos usuários há anos: a recuperação de ofensivas perdidas. Os alunos que já tenham alcançado uma ofensiva (os famosos streaks em inglês) de pelo menos 30 dias poderão restaurar a maior sequência já conquistada no app. A ação vale até 30 de junho.

As ofensivas representam a quantidade de dias consecutivos em que o usuário completa uma lição. Caso a meta diária não seja cumprida, a contagem normalmente é interrompida e volta a zero – e o usuário perde o ícone de chama.

O app já oferece mecanismos para evitar essa perda, como o congelamento de ofensiva, obtido com gemas ou benefícios de assinatura. A campanha de junho, porém, permitirá restaurar de graça. 

Como recuperar a ofensiva?

Três capturas de tela do Duolingo exibem a opção de recuperar ofensiva perdida
Campanha permite recuperar sequências interrompidas durante o mês de junho (imagem: divulgação)

Durante o período, os usuários poderão restaurar a ofensiva perdida ao concluir três lições consecutivas no aplicativo.

Segundo o Duolingo, a iniciativa responde a uma demanda frequente da comunidade. A empresa afirma que muitos estudantes desejavam uma forma mais simples de retomar os estudos após perderem o ritmo, especialmente aqueles que mantinham sequências longas.

Há pouco mais de um mês, a plataforma também liberou cursos de idioma nível B2 gratuitamente, para inglês, espanhol, francês, alemão, italiano, português, japonês, coreano e chinês (mandarim).

A dor de perder 12 anos de progresso

Para se ter uma ideia, a plataforma compartilhou com o Tecnoblog que a maior ofensiva do Brasil ultrapassa 4.700 dias e pertence a um usuário que estuda alemão. Estamos falando de 12 anos de progresso (o Duolingo tem 14 anos de existência). 

A ofensiva mais longa já perdida foi de 4.629 dias. Outro dado curioso que o Duolingo compartilhou conosco é que março é o mês em que brasileiros mais perdem suas sequências.

Globalmente, cerca de 30% dos usuários ativos mantêm ofensivas ininterruptas há mais de um ano. Além disso, 57,7% dos estudantes que perdem a sequência retornam ao aplicativo em até um mês.

Duolingo finalmente libera a recuperação de ofensivas perdidas

(imagem: divulgação)

(imagem: divulgação)
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Como profissionalizar a gestão do suporte e atendimento ao cliente em uma única plataforma

Foto de dois profissionais em um escritório moderno com paredes de vidro ao fundo. No centro, um homem de paletó azul e camisa branca fita um tablet que segura com as mãos. Ao seu lado direito, uma mulher de perfil, com cabelos castanhos, observa a tela do aparelho de forma atenta. Entre eles e a câmera, flutuam elementos gráficos digitais semitransparentes em azul claro, exibindo gráficos de pizza, barras, uma lista de checagem com marcadores e fluxogramas de processos organizacionais.
Soluções completas vão além de gerenciar tickets de suporte (imagem: divulgação)

O atendimento ao cliente é uma das partes mais importantes de qualquer negócio, mas ele vai muito além de receber e resolver demandas de usuários internos e dos consumidores: sua empresa precisa estar preparada para gerenciar os recursos necessários à resolução de problemas.

Esse assunto, porém, não para por aí: é preciso estar atento a diversos elementos da companhia não só para dar respostas mais rápidas, mas também para prever problemas e atuar preventivamente, de forma a evitar que o suporte técnico fique sobrecarregado.

Para lidar com tanta coisa ao mesmo tempo, a plataforma de service desk escolhida não pode ser limitada: ela precisa integrar solicitações, automatizar fluxos, controlar service level agreements (SLAs) e reunir indicadores. Assim, ela agrega em suporte, produtividade, previsibilidade e eficiência.

Mas como saber encontrar a solução que traz todas essas vantagens entre tantas opções disponíveis no mercado? É o que vamos explicar neste artigo.

O que uma plataforma de service desk precisa ter para centralizar o atendimento ao cliente?

Como dissemos, uma boa plataforma de service desk precisa ser abrangente. Ela tem que ir além de simplesmente receber e organizar tickets, tornando todo o fluxo mais eficiente para todas as partes envolvidas.

O primeiro ponto a se pensar é a experiência do usuário. Ele deve encontrar uma interface intuitiva, que permita a abertura de chamados com facilidade. Ao mesmo tempo, é necessário coletar as informações para solucionar o problema, levando a um menor atrito para agentes e gestores.

Uma exigência é centralizar os canais de atendimento. Em um mundo com tantas opções para acionar o suporte, não dá para deixar essas informações fragmentadas. WhatsApp, e-mail, chat, telefone, formulários, portal do cliente e demais canais precisam estar em um só lugar.

Essa, porém, é apenas a ponta de lança do sistema. Depois de abertos, os tickets precisam de um bom sistema de gerenciamento, que permita definir prioridades, acompanhar trabalhos e controlar prazos.

É nesse momento que as automações entram em cena, garantindo um processamento eficiente dos dados para organizar os trabalhos. Recursos como distribuição inteligente, gatilhos e respostas automáticas economizam tempo das suas equipes.

Ilustração vetorial com fundo branco e elementos em linhas azuis, detalhando um fluxo de atendimento digital da esquerda para a direita através de ícones interligados por setas. Começa com quatro canais de entrada (carta, mensagem, telefone e documento) que convergem para uma caixa de arquivos com fichas de clientes. A sequência passa por um relógio com um visto, uma engrenagem ao lado de um robô, um painel com gráficos de barras e pizza, um livro aberto e termina em um escudo com um visto e um rosto sorridente.
Controle completo permite agir de forma proativa (imagem: divulgação)

O time de TI também precisa ter ferramentas integradas à plataforma de service desk. Nessa lista, estão itens como inventário de ativos e monitoramento de dispositivos. Eles servem não apenas para conseguir reagir satisfatoriamente aos pedidos, mas também para atuar de forma proativa, identificando problemas antes mesmo de eles virarem um ticket de ajuda.

E, para garantir que tudo esteja correndo como esperado, a solução de atendimento precisa fornecer dados para análise, como indicadores de produtividade, tempo de resposta, tempo de solução e volume de chamados. Assim, fica mais fácil identificar gargalos no fluxo de trabalho.

Por que o Milvus é a melhor solução para gestão de atendimento?

O Milvus reúne as ferramentas necessárias para trabalhar em todas essas frentes, aliando soluções para centralizar canais de atendimento e recursos para ter mais controle sobre a operação de TI. Com isso, ele supera concorrentes que têm atuação mais limitada.

Centralização de atendimento

A plataforma conta com um sistema omnichannel, capaz de receber em um só lugar as solicitações abertas pelo cliente, sejam elas pelo WhatsApp, chat, telefone, e-mail ou portal. No WhatsApp, por exemplo, é possível abrir tickets diretamente, transferir a conversa entre departamentos e utilizar mais de um número na mesma tela. Já os e-mails recebidos podem ser facilmente etiquetados, agrupados e distribuídos, graças a automações do sistema.

Sistema de Service Desk

O Milvus também permite desenhar fluxos de trabalho para padronizar e automatizar o atendimento, organizando as etapas por responsáveis e criando caminhos diferentes para cada cenário. O editor é visual, sem depender de códigos: basta arrastar e soltar etapas, conectar ações e deixar o processo do jeito desejado. Caso sejam necessárias alterações, é possível ajustá-lo quando o processo muda.

O software conta com automações que podem ser gerenciadas de forma simples, que podem ser pausadas com facilidade, bem como editadas ou excluídas. Com elas, é possível estipular regras com base em eventos do ticket (como abertura ou alteração) e campos do atendimento (como categorias ou clientes específicos).

As automações não se limitam aos tickets: é possível configurar alertas no módulo de inventário, com critérios como espaço em disco, uso de RAM, temperatura, vulnerabilidade ou atualização. Assim, a equipe de TI consegue antecipar riscos e ir além de “apagar incêndios”.

Gestão de prazos (SLA)

A gestão de SLAs também se beneficia das automações. No Milvus, é possível definir prazos automaticamente de acordo com o tipo de solicitação, como forma de cumprir as metas estipuladas. Outro cenário é criar gatilhos para quando houver SLA estourado, como mudanças de status instantâneas, ajudando o time a focar no que é crítico naquele momento.

Foto interna de um centro de controle de TI. Em primeiro plano, um homem de costas, vestindo camisa social clara, opera um computador com três monitores. As telas exibem mapas mundiais interativos e fluxogramas de dados em tons azuis e verdes. Ao fundo, um enorme painel de LED cobre a parede, preenchido por gráficos de barras, linhas de tendência e diagramas complexos de redes. O ambiente é escuro, iluminado principalmente pelo brilho azulado dos monitores e racks de servidores à esquerda.
Monitoramento ajuda a identificar gargalos e urgências (imagem: divulgação)

Gestão de contratos

Uma plataforma de service desk completa deve oferecer ferramentas para gerenciar contratos com seus clientes – e o Milvus faz isso. Com ele, é possível escolher entre diferentes modelos de cobrança, como hora, tickets, dispositivos ou outros.

Também é possível estabelecer valor de franquias, diferenciar horas de acordo com a categoria da solicitação e definir preços diferentes para atendimentos dentro ou fora do horário comercial, interno ou externo.

O software oferece ainda um sistema de controle de limite de gastos, que pode ser adaptado para cada cliente, e ferramentas para reajustar contratos de maneira fácil e simples.

Inventário completo de ativos

Para prestar o melhor serviço possível e garantir a satisfação de seus clientes, não basta resolver problemas com celeridade. É preciso adotar uma postura proativa e trabalhar para evitá-los sempre que possível.

É por isso que o Milvus oferece um inventário inteligente de TI, trazendo listagem de dispositivos, visualização de terminais e controle de equipamentos.

Monitoramento inteligente 24/7 e acesso remoto seguro

A plataforma oferece ferramentas para monitorar temperatura, memória, CPU, antivírus e vulnerabilidades. Assim, ao notar algo errado, já é possível agir para solucionar o problema antes mesmo da abertura de um ticket.

O fator de vulnerabilidades conta, inclusive, com uma maior atenção, permitindo bloqueio de mídias removíveis, monitoramento de links e gestão de licenciamentos. Dessa forma, sua equipe poderá agir rápido assim que detectar que um dispositivo corre risco de ataques.

O Milvus traz ainda recursos de acesso remoto, que permitem resolver ocorrências sem precisar se deslocar até o cliente, economizando tempo do seu time e dinheiro da sua empresa.

O serviço conta com uma vasta biblioteca de softwares, com mais de 14 mil programas prontos para serem instalados ou atualizados, garantindo que os clientes estejam sempre com a melhor versão e protegidos de falhas de segurança.

Outro diferencial é o controle de licenças, que serve tanto para garantir o compliance dos clientes quanto para evitar compras desnecessárias.

Dashboard e relatórios

Uma plataforma realmente centralizada não pode apenas cobrir diversas tarefas e soluções do seu time, ela também tem que permitir o acompanhamento das métricas e índices.

Com o Milvus, isso é possível. O software é capaz de exibir dados de desempenho em tempo real de vários setores, permitindo tomar decisões estratégicas para otimizar o suporte. Além de um painel geral da operação, há também telas com status dos operadores, demandas no chat, central de tickets, mesas de trabalho, fluxos de atendimento e gestão de SLA.

Por que o Milvus é melhor que outras soluções disponíveis no mercado?

O Milvus é a melhor plataforma de service desk para quem precisa de uma operação completa. Enquanto isso, softwares disponíveis no mercado não alcançam o mesmo nível de abrangência.

O Zendesk, por exemplo, depende de integrações e apps adicionais para agregar a gestão técnica de TI à plataforma, o que aumenta o custo da gestão, situação similar à encontrada com o Zoho Desk.

Já o Freshdesk não tem o mesmo foco em inventário, monitoramento e operação técnica de TI. Por fim, o Jira Service Management pode exigir mais esforços para configuração e implantação.

Para facilitar a comparação, resumimos os pontos fortes e fracos nesta tabela:

PlataformaMelhor usoPontos fortesLimitações principais
MilvusService desk, suporte técnico, atendimento omnichannel e gestão de TIInventário, monitoramento, acesso remoto, tickets, SLAs, contratos, automação e OneClickPode ser mais completa do que o necessário para operações muito simples
ZendeskAtendimento ao cliente e CXPlataforma global, IA, multicanalidade, automações e analyticsPara gestão técnica de TI, pode depender de integrações e apps adicionais, aumentando o custo da gestão.
FreshdeskSuporte ao cliente omnichannelInterface amigável, chatbots, tickets e automaçõesMenos focado em inventário, monitoramento e operação técnica de TI
Zoho DeskAtendimento e suporte integrados ao ecossistema ZohoTickets, automação, multicanalidade e IAPode exigir soluções separadas para recursos técnicos de TI, aumentando o custo da gestão.
Jira Service ManagementITSM corporativoIncidentes, mudanças, ativos, configurações e integração AtlassianPode exigir maior maturidade, configuração e tempo de implantação

Como profissionalizar a gestão do suporte e atendimento ao cliente em uma única plataforma

Soluções completas vão além de gerenciar tickets de suporte (imagem: divulgação)

Controle completo permite agir de forma proativa (imagem: divulgação)

Monitoramento ajuda a identificar gargalos e urgências (imagem: divulgação)
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Project Nova: você já pode testar o novo visual do Firefox

Firefox Project Nova
Project Nova: você já pode testar o novo visual do Firefox (imagem: reprodução/Mozilla)
Resumo
  • Mozilla revelou detalhes do Project Nova, trabalho focado na renovação visual e no desempenho do Firefox;
  • atualização traz facilidades em privacidade e promete trazer de volta modo compacto do navegador;
  • interessados podem experimentar os recursos antecipadamente pelo Firefox Nightly.

Em março, vieram à tona “vazamentos” do futuro padrão visual do Firefox. Não eram meros rumores. Nesta quinta-feira (21/05), a Mozilla liberou mais detalhes do Project Nova, como a iniciativa foi batizada. Além da mudança estética, a novidade promete mais desempenho para o navegador. E você já pode testá-la.

De acordo com a organização, o novo design também visa destacar os recursos de privacidade do Firefox, de modo que você possa ativar ferramentas como a VPN integrada mais rapidamente ou, então, efetuar configurações do tipo com mais facilidade. Não por acaso, a área de privacidade e segurança em Configurações está sendo reorganizada.

Mas, como já dito, o fator desempenho está sendo considerado nesta renovação. De acordo com a Mozilla, esses esforços seguem o trabalho de otimização que foi realizado no último ano e que melhorou o tempo de carregamento de páginas no Firefox em 9%.

Também haverá uma otimização indireta do desempenho, por assim dizer. Isso porque o Project Nova promete facilitar o acesso a grupos de abas, guias verticais, visualização dividida (duas páginas ao mesmo tempo) e outros recursos, de modo que você consiga acioná-los mais rapidamente.

Nesse sentido, a Mozilla também destaca a volta do modo de exibição compacto, que deixa o Firefox com um aspecto mais minimalista, favorecendo o aproveitamento do espaço de tela ou coibindo distrações.

Mas o que chama a atenção é mesmo a nova abordagem visual. A Mozilla diz que o objetivo é fazer o Firefox “parecer moderno, mas não genérico”. Nesse sentido, há novas combinações de cores nos temas, elementos com aspectos mais arredondados e consistentes, ícones mais limpos e espaçamentos na interface reajustados, por exemplo.

Elementos visuais do Project Nova
Elementos visuais do Project Nova (imagem: reprodução/Mozilla)

Como testar o design Project Nova no Firefox?

Dá trabalho, mas só um pouco. Como o novo design ainda está em desenvolvimento, no momento, só é possível testá-lo baixando o Firefox Nightly (versão de teste que introduz os recursos novos do browser). Para isso, faça o seguinte:

  • busque pela versão Nightly na página de download do Firefox e a instale;
  • depois, abra o Firefox Nightly e digite about:config na barra de endereços;
  • clique em “Aceitar o risco e continuar” se aparecer um aviso de segurança;
  • por fim, busque por browser.nova.enabled e clique no ícone de alternar para o parâmetro “true” ser ativado.
Project Nova no Firefox Nightly
Project Nova no Firefox Nightly (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Agora você já pode testar o novo visual. Mas lembre-se de que esta é uma versão de teste e que, portanto, pode apresentar instabilidades ou problemas inesperados.

O Project Nova deverá chegar ao Firefox estável ainda em 2026, inclusive nas versões móveis, mas ainda não há data definida para isso.

Também nesta quinta-feira, o Vivaldi 8.0 foi lançado, trazendo justamente um visual aprimorado como seu principal atributo.

Project Nova: você já pode testar o novo visual do Firefox

Project Nova: você já pode testar o novo visual do Firefox (imagem: reprodução/Mozilla)

Elementos visuais do Project Nova (imagem: reprodução/Mozilla)

Project Nova no Firefox Nightly (imagem: reprodução/Mozilla)
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Gemini terá integração nativa com CapCut para edição de vídeos

O Gemini terá integração nativa com o CapCut para edição de vídeos pelo aplicativo. A parceria foi anunciada pelo perfil oficial do CapCut (@capcutapp) no X (antigo Twitter) nesta quinta-feira (21).

Segundo a publicação, usuários logo poderão editar imagens e vídeos diretamente pelo aplicativo do Gemini, aproveitando as capacidades avançadas de criação e edição do CapCut.

O CapCut terá integração nativa com o Gemini. (Fonte: CapCut/Divulgação)

"À medida que os fluxos de trabalho criativos se tornam mais conectados e fluidos, acreditamos que o futuro da criação será mais conversacional, intuitivo e inteligentemente integrado entre as ferramentas e as experiências", disse o CapCut na publicação.

O CapCut é um dos principais editores de vídeo para celular da atualidade. A ferramenta é parte do portfólio de produtos da ByteDance, dona do TikTok.

Detalhes da integração não foram divulgados

Os detalhes da integração do CapCut com o Gemini não foram divulgados, assim como a data de lançamento público. Porém, a novidade pode reduzir o atrito entre a geração de vídeos com IA e a edição de projetos mais complexos, potencializando recursos integrados ao fluxo de trabalho.

IAs escolhem seus aliados

Essa é só uma das várias integrações com apps externos do Gemini. A Adobe também anunciou o lançamento de ferramentas próprias embutidas no Gemini, prometendo acesso a ferramentas de edição de imagens, design e vídeo direto do chatbot do Google.

Enquanto isso, o Claude da Anthropic oferece vários conectores úteis para interagir com aplicativos externos. A OpenAI não está muito atrás, também oferecendo recursos externos de forma nativa, como as ferramentas do Codex com o 1Password.

Todas adições visam diminuir o atrito entre os chatbots e ferramentas externas, tornando o uso das IAs mais conveniente para o dia a dia.

Quer ficar por dentro das novidades do mundo da tecnologia? Acesse o TecMundo e acompanhe as últimas notícias sobre inteligência artificial, criação de conteúdo e muito mais.

© CapCut/Divulgação

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Vivaldi 8.0 chega com design “tudo em um” e proposta anti-IA

Vivaldi 8.0 para Windows 11
Vivaldi 8.0 para Windows 11 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
Resumo
  •  Vivaldi lançou versão 8.0 de seu navegador, que apresenta design unificado, com barras, menus e abas sob o mesmo plano visual;
  • nova versão prioriza experiência do usuário e não inclui recursos de inteligência artificial, contrariando tendência dos principais navegadores do mercado;
  • Vivaldi 8.0 está disponível em versões para Windows, macOS e Linux.

Os principais navegadores do mercado estão cada vez mais oferecendo recursos de IA. Mas o recém-lançado Vivaldi 8.0 segue contra essa tendência: a nova versão prioriza um design unificado e, portanto, focado na experiência do usuário. É uma mudança que os desenvolvedores do browser classificam como “nossa maior reformulação de design de todos os tempos”.

O que a Vivaldi chama de “unificado” — ou “Unified” — é uma abordagem de design “tudo em um” que, como tal, envolve todos os elementos da interface, de modo que barras, menus, botões e abas fiquem dentro do mesmo plano visual. É o contrário da abordagem típica, que delimita bem esses componentes, ainda que com traços sutis.

Falando assim, parece que tudo fica “embolado”, tornando o uso do navegador confuso. Mas é o contrário. O aspecto minimalista desse design facilita a localização de cada item. Fiquei com a impressão de que, como há poucos elementos visuais para processar, parece que há menos esforço cognitivo para usar o navegador.

O fator personalização também está presente. Logo após instalar o Vivaldi 8.0, você é convidado a escolher um padrão de layout. Há desde uma opção “simples”, a mais minimalista, passando por padrões que exibem abas verticais (que estão na moda), chegando a uma alternativa que deixa a barra de endereços na parte inferior da tela (eu acho isso estranho, mas gosto é gosto).

Também há várias opções de temas à sua escolha. Várias, mesmo: são mais de 7 mil temas só na página Vivaldi Themes, todos disponíveis gratuitamente.

Recursos úteis introduzidos em versões anteriores foram mantidos. Um exemplo: o Vivaldi continua integrando uma implementação do Proton VPN. Outro: a Follower Tab também está lá; trata-se de um recurso que abre links de uma página sem que esta seja fechada ou tirada de foco.

Tela de seleção de layout do Vivaldi 8.0
Tela de seleção de layout do Vivaldi 8.0 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

O Vivaldi 8.0 não traz nada de inteligência artificial?

Não. Pode até ser que agentes de IA ou recursos parecidos cheguem ao Vivaldi em algum momento (ou não), mas não é o caso da versão 8.0, que ficou realmente focada no aprimoramento do design. Sobre esse aspecto, Jon von Tetzchner, CEO da Vivaldi, provocou a concorrência:

Outros navegadores estão adicionando IA para decidir o que você vê. O Vivaldi adiciona ferramentas que lhe dão mais poder para decidir por si mesmo. Essa sempre foi a diferença. Criamos o Vivaldi porque acreditamos que você merece um navegador melhor.

Jon von Tetzchner, CEO e cofundador da Vivaldi

Vivaldi 8.0 com abas laterais à esquerda
Vivaldi 8.0 com abas laterais à esquerda (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Onde baixar o Vivaldi 8.0?

Se você quiser experimentar a novidade, saiba que o Vivaldi 8.0 já está disponível no site oficial. Há versões para Windows, macOS e Linux.

Todas as novidades anunciadas dizem respeito ao Vivaldi para desktops. Também há implementações do navegador para Android e iOS, mas estas ainda não chegaram à versão 8.0.

Vivaldi 8.0 chega com design “tudo em um” e proposta anti-IA

Vivaldi 8.0 para Windows 11 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Tela de seleção de layout do Vivaldi 8.0 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Vivaldi 8.0 com abas laterais à esquerda (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
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Software promete corrigir drift de controles Xbox de forma definitiva

Controle do Xbox Series X (Imagem: Felipe Vinha/Tecnoblog)
Empresa afirma conseguir corrigir o drift em controles Xbox (foto: Felipe Vinha/Tecnoblog)
Resumo
  • Uma empresa polonesa desenvolveu o software DriftGuard para corrigir problemas de drift em controles de videogame.
  • O software recalibra os analógicos e grava novos parâmetros de calibração diretamente na memória do controle.
  • A solução, no entanto, pode não ser definitiva, pois o drift pode ter origem em desgaste físico dos componentes internos.

Uma empresa polonesa especializada em reparo de controles afirma ter desenvolvido um software capaz de corrigir o drift em controles Xbox. Em publicação no X, o perfil Modyfikator89, responsável pela empresa Modibox, repercutiu com o vídeo da ferramenta sendo usada.

O drift é um defeito em que os analógicos passam a registrar movimentos involuntários, mesmo sem interação do jogador. Isso faz personagens ou câmeras se moverem sozinhos durante a gameplay.

Segundo o perfil, o método funciona em praticamente toda a linha de controles Xbox, incluindo os modelos Elite, e resolve o problema de drift “permanentemente”.

Como funciona o software? 

HISTORIC BREAKTHROUGH: UNPATCHABLE CALIBRATION
We cracked it! Massive thanks to Lewy20041 & @driftguardapp for this historic hardware discovery. We have unlocked ultimate manual & automatic joystick Calibration for any Xbox Contoller 🎮
It is UNPATCHABLE and PERMANENT written… pic.twitter.com/bwX7n9c73Q

— modyfikatorcasper (@Modyfikator89) May 19, 2026

O software chama DriftGuard e está disponível gratuitamente em fase beta. De acordo com o perfil responsável pelo serviço, o DriftGuard funciona recalibrando os analógicos do controle por software. A ferramenta mede a posição central, alcance e precisão dos sticks para corrigir falhas de leitura que podem causar drift.

Após a análise, o programa grava novos parâmetros de calibração diretamente no controle, basicamente redefinindo como o hardware interpreta os movimentos dos analógicos.

Basta conectar o controle ao PC, esperar o software reconhecê-lo e clicar em “Start Calibration”. Inicialmente, o DriftGuard era exclusivo para controles Xbox, mas foi atualizado para suportar controles Nintendo e PlayStation. 

E funciona mesmo?

Botão Share é novidade n o controle do Xbox Series S (Imagem: Felipe Vinha/Tecnoblog)
Software recalibra os analógicos (foto: Felipe Vinha/Tecnoblog)

Vale lembrar que o drift pode ter diferentes origens, incluindo descalibração eletrônica e desgaste físico dos componentes internos. Em alguns casos, uma solução via software realmente consegue corrigir leituras incorretas e eliminar movimentos fantasmas.

Se a origem do problema for eletrônica, a própria Microsoft já oferece uma solução semelhante. Pelo aplicativo Acessórios Xbox no Windows, usuários podem recalibrar gatilhos e analógicos de controles Xbox com falhas de leitura.

Isso porque, como explica o TechSpot, controles modernos armazenam parâmetros de calibração em memória interna. Ferramentas de reparo conseguem reescrever esses dados para redefinir o ponto central dos analógicos — exatamente o que o software apresentado parece fazer.

Mas como nem todo drift surge por erro de calibração, não dá para afirmar que é uma solução definitiva. Em muitos controles, o defeito aparece após desgaste do potenciômetro, peça responsável por medir a movimentação do analógico. 

Como há deterioração física com o uso, recalibrar o controle pode reduzir o problema temporariamente, mas não necessariamente impedir que ele volte no futuro.

Hall Effect pode ser solução mais duradoura

Xbox Elite Controller 3 foi homologado pela Anatel (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

A alternativa considerada mais resistente ao drift é a tecnologia Hall Effect. Diferentemente dos analógicos tradicionais, ela utiliza sensores magnéticos para detectar movimento, dispensando contato físico entre componentes internos e reduzindo significativamente o desgaste mecânico.

Na semana passada, o Tecnoblog foi o primeiro veículo do mundo a revelar os novos controles Xbox para Cloud Gaming. Junto deles, também encontramos a homologação do Xbox Elite Series 3 na Anatel. A expectativa é que o novo controle premium da Microsoft adote, pela primeira vez na linha Xbox, analógicos com tecnologia Hall Effect.

Software promete corrigir drift de controles Xbox de forma definitiva

Controle do Xbox Series X (Imagem: Felipe Vinha/Tecnoblog)

Botão Share é novidade n o controle do Xbox Series S (Imagem: Felipe Vinha/Tecnoblog)
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Venda de Windows pirata leva à expulsão de lojistas online

“Todas as chaves eram falsas”, relatou consumidor (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O Kabum expulsou lojas que vendiam softwares piratas da Microsoft, incluindo chaves falsas do Windows e Office.
  • A expulsão ocorreu após relatos de consumidores que compraram licenças supostamente vitalícias, mas perderam o acesso após um tempo.
  • O Kabum afirmou que monitora continuamente a operação para garantir a qualidade e originalidade dos produtos e que inativa imediatamente lojistas e ofertas irregulares.

O site de vendas Kabum confirmou com exclusividade ao Tecnoblog que expulsou pelo menos uma loja flagrada comercializando softwares piratas da Microsoft. Outras empresas participantes da plataforma também estão sob análise, após uma escalada no número de consumidores reclamando do Kabum nas redes.

Na última semana, diversos relatos começaram a surgir na internet. As pessoas se queixavam de comprar licenças do Windows e do Office supostamente vitalícias, mas ficarem sem acesso às tecnologias após um tempo.

“Ao receber os produtos, a suspeita começou pela mídia física bizarra. Entrei em contato com o suporte oficial da Microsoft e a bomba caiu: todas as chaves eram falsas.” Foi assim que um usuário do Reddit resumiu a situação.

O usuário classificou a atuação do site Kabum como “negligência” e “conivência”. De acordo com ele, a origem dos softwares não é informada aos potenciais compradores porque “no fim das contas, estão lucrando em cima de cada venda pirata”.

Não custa lembrar: o Kabum opera tanto com estoque próprio quanto com vendas de terceiros, que são identificadas assim. O e-commerce declarou que monitora continuamente a operação “para garantir a qualidade e originalidade“ dos produtos. Ele esclareceu ainda que “inativa imediatamente o lojista e a oferta irregulares”.

Windows e Office com acesso “vitalício”

Consumidor denúncia softwares falsos (imagem: reprodução/Tecnoblog)

As suspeitas sobre a procedência dos programas de computador podem ser visualizadas no Reclame Aqui. Um cliente de Marataízes, no Espírito Santo, contou que esbarrou com anúncios altamente suspeitos dos seguintes produtos:

  • Windows Server 2025 Datacenter em mídia física
  • Windows 11 Pro/Home com chave vitalícia
  • Visual Studio 2026 Enterprise
  • Pacote Office 2024 com funcionamento perpétuo e envio imediato

“Ao consultar o diretório oficial de parceiros da Microsoft, a empresa mencionada não consta como parceira autorizada, o que reforça a suspeita de irregularidade.” O Kabum nos disse que mantém contato direto com as fabricantes, com acesso a lista de parceiros autorizados.

“Diretamente prejudicado”, diz consumidor

O cliente capixaba relatou insatisfação pois, após a compra de “softwares corporativos por valores inferiores a R$ 200”, a Microsoft passou a não reconhecer as licenças. “Minha empresa foi diretamente prejudicada”, concluiu.

Ainda não se sabe quantos outros lojistas serão expulsos do marketplace. O Kabum foi fundado em 2003 por dois irmãos em Limeira, no interior de São Paulo. Em 2021, foi comprado e passou a fazer parte do grupo Magazine Luiza.

Venda de Windows pirata leva à expulsão de lojistas online

Windows pirata (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Consumidor denúncia softwares falsos (imagem: reprodução/Tecnoblog)
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Fork do Notepad++ para Mac vira Nextpad++, mas desconfiança continua

Página do Nextpad++
Página do Nextpad++ (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
Resumo
  • desenvolvedor Andrey Letov lançou fork do Notepad++ para Mac, mas foi obrigado a mudar o nome para Nextpad++ devido a questões de propriedade intelectual;
  • Notepad++ é um editor de código para Windows popular, leve e gratuito, compatível com várias linguagens, com código-fonte aberto e criado por Don Ho;
  • por solicitação de Ho, Andrey Letov renomeou sua ferramenta para Nextpad++ e removeu menções diretas ao autor original, que não autorizou o uso de sua marca no novo projeto.

Uma recente confusão no universo do código aberto acaba de chegar ao fim. Pelo menos é o que parece: o fork do Notepad++ que foi lançado para Mac teve seu nome alterado para Nextpad++ e, portanto, não viola mais a propriedade intelectual do autor do projeto original. O logotipo da ferramenta também foi mudado.

O Notepad++ é um popular editor de código para Windows. A ferramenta é conhecida por ser leve, gratuita, compatível com várias linguagens e ter um número razoável de funcionalidades. O editor também tem código-fonte aberto.

Eis que um desenvolvedor de nome Andrey Letov lançou o Notepad++ para Mac com base no projeto original, mantido por Don Ho. É aqui que os problemas começaram: Letov deu a entender que Ho tinha participado diretamente do projeto, mas isso não ocorreu.

Para piorar, Letov usou o nome e o símbolo do Notepad++ em seu projeto, mas sem pedir autorização a Ho. Isso também causou a impressão de que a versão para Mac era uma variação oficial do Notepad++, quando, novamente, não era.

Alertado do problema via GitHub, Don Ho contatou Andrey Letov para pedir que o nome e o logotipo de seu projeto fossem alterados. Na mensagem, Ho deixou claro que não é contra a criação de projetos derivados (forks) do Notepad++, até porque a licença da ferramenta dá abertura para isso.

Porém, o nome e o símbolo do Notepad++ são protegidos, portanto, não podem ser usados em projetos derivados sem a devida autorização do proprietário. Letov até tentou convencer Ho a apoiar a iniciativa, mas este último recusou dizendo: “não posso me responsabilizar pela manutenção a longo prazo de uma versão adaptada ou de um fork que não controlo”.

Notepad++ (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
Notepad++ (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Aplicativo agora se chama “Nextpad++ for Mac”

Cumprindo a promessa feita a Ho, Letov alterou o nome do projeto. A sua ferramenta agora se chama Nextpad++ for Mac, tem um logotipo novo (ainda que o símbolo continue sendo representado por um camaleão, como no projeto original) e não há mais nada sugerindo que Don Ho está por trás da iniciativa.

Mas isso não quer dizer que as decisões de Letov não levantem mais desconfianças. John Gruber, que é conhecido, entre outros projetos, por ser o principal nome por trás do Markdown, tem fortes suspeitas de que o Nextpad++ foi criado com IA de modo desmedido, fazendo o aplicativo ter algumas inconsistências:

O Nextpad++ parece e funciona como algo que não deveria existir. As capturas de tela promocionais no próprio site do aplicativo mostram 50 botões de barra de ferramentas incompreensíveis. Ele fecha as abas do documento ao clicar e soltar o botão do mouse, não ao soltar.

(…) Nenhum ser humano portaria um aplicativo complexo do Windows como o Notepad++ para o Mac dessa forma.

John Gruber

A despeito das desconfianças com relação às intenções de Letov, este ainda parece ser um final feliz.

Fork do Notepad++ para Mac vira Nextpad++, mas desconfiança continua

Página do Nextpad++ (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Notepad++ (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
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PowerToys 0.99: “canivete suíço” do Windows permite ajustar o seu monitor e mais

PowerToys 0.99 facilita mover janelas e acessar os controles do monitor
PowerToys 0.99 facilita mover janelas e ajustar o seu monitor (imagem: reprodução/Microsoft)
Resumo
  • PowerToys 0.99 foi lançado com novas funcionalidades, incluindo Grab and Move, que permite mover janelas a partir de qualquer ponto delas, e Power Display, que dá acesso rápido aos controles do monitor;
  • função Grab and Move possibilita mover e redimensionar janelas facilmente pressionando a tecla Alt ou Windows junto com os botões do mouse;
  • Power Display permite acessar e ajustar configurações do monitor, como brilho e contraste, diretamente no Windows, além de criar perfis de uso e ser compatível com múltiplos monitores.

O cada vez mais útil “canivete suíço” do Windows acaba de ficar mais… útil. O PowerToys 0.99 foi lançado nesta semana trazendo uma função que facilita a movimentação de janelas e outra que dá acesso rápido aos controles do seu monitor (você já vai entender). Também há aprimoramentos em utilitários que já existiam.

Mova e redimensione aplicativos facilmente

Comecemos pela função Grab and Move (ainda sem tradução para o português), a primeira grande novidade. Para entender como ela funciona, faça um teste aí: abra um aplicativo qualquer, como o Bloco de Notas ou a Calculadora, e tente arrastá-lo com o mouse sem tocar na barra de título. Não dá, né? É justamente esse problema que o Grab and Move resolve.

Você só precisa ativar a função no PowerToys e, sempre que quiser mover uma janela a partir de qualquer ponto dela (e não somente por meio da barra de título), bastará pressionar a tecla Alt (ou a tecla Windows, se você preferir) enquanto a arrasta com o botão esquerdo do mouse.

Esse truque também pode ser usado para que você redimensione o tamanho da janela a partir de qualquer ponto dela. Para isso, basta pressionar Alt (ou Windows) mais o botão direito do mouse.

Vale ressaltar que o Grab and Move está em fase “preview”, então está mais suscetível a erros do que as demais ferramentas do PowerToys 0.99.

Grab and Move do PowerToys 0.99 no Windows 11
Grab and Move do PowerToys 0.99 no Windows 11 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Controle seu monitor (ou monitores) a partir do Windows

Tão ou mais interessante (eu acho que mais) é o recurso Power Display (Exibição de Energia, tradução que não ficou muito boa). Sabe aqueles botões existentes no monitor para que você ajuste brilho, contraste, padrão de cores ou alternar entre as conexões em uso (como HDMI ou DisplayPort)? A novidade faz o próprio Windows exibir esses controles, dando acesso rápido a eles.

Um detalhe interessante é que você também pode criar perfis de uso para alternar rapidamente entre diferentes configurações de uso. Por exemplo, você pode ter um perfil para o trabalho, que deixa a tela com mais brilho ou contraste, e outro para uso à noite, com esses parâmetros diminuídos.

Outro detalhe interessante: a novidade é compatível com múltiplos monitores ao mesmo tempo, permitindo ajustes em cada um deles.

Mas há um porém: não há garantia de que o Power Display funcione com todos os monitores. Não há uma lista de telas compatíveis, então é necessário ir na tentativa e erro.

Ah, esse é outro recurso em fase “preview”.

Power Display no Windows 10
Power Display no Windows 10 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

O que mais o PowerToys 0.99 traz de novo?

Toda nova versão do PowerToys aprimora recursos já existentes. Não é diferente aqui. Eis alguns dos utilitários melhorados:

  • Paleta de Comandos: a poderosa ferramenta que dá acesso rápido a aplicativos, arquivos e configurações recebeu ajustes de desempenho, bem como “suporte para tipos de conteúdo de texto simples e visualizador de imagens para extensões”;
  • Dock da Paleta de Comandos: introduzido no PowerToys 0.98, o Dock é uma barra da Paleta de Comandos que fica visível na Área de Trabalho; agora, o Dock pode ficar visível até sobre outros aplicativos, bem como ganhou um modo compacto de exibição;
  • Gerenciador de Teclado: a função que permite remapear teclas agora permite que cada uma delas seja ajustada manualmente por meio de um menu suspenso;
  • ZoomIt: a função de zoom e capturas de tela agora pode fazer este último trabalho mesmo quando houver rolagem de tela.

Como baixar o PowerToys 0.99?

O PowerToys 0.99 pode ser baixado a partir do GitHub. Há versões para máquinas com chips x86 (Intel e AMD) e Arm (como Snapdragon). Se você já tem a versão anterior, pode fazer a atualização a partir dela.

Apesar do foco no Windows 11, a ferramenta também funciona no Windows 10.

Vale dizer ainda que o PowerToys é gratuito e tem código-fonte aberto.

PowerToys 0.99: “canivete suíço” do Windows permite ajustar o seu monitor e mais

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PowerToys 0.99 traz recurso Grab and Move para mover e redimensionar janelas facilmente. Já função Power Display permite acessar as configurações do monitor.

PowerToys 0.99 facilita mover janelas e acessar os controles do monitor (imagem: reprodução/Microsoft)

Grab and Move do PowerToys 0.99 no Windows 11 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Power Display no Windows 10 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
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O erro mais caro sobre IA quântica surge antes da primeira decisão

A expressão ganhou brilho demais e precisão de menos. Em apresentações para investidores, planos corporativos e discursos sobre inovação, "IA quântica" aparece quase como um selo de vanguarda. Só que o ponto crítico está em outro lugar. O tema pede menos ficção tecnológica e mais leitura de arquitetura computacional.  

Estudos projetam que o mercado global de tecnologias quânticas pode atingir US$ 97 bilhões em receita até 2035, com a computação quântica saltando de US$ 4 bilhões em 2024 para até US$ 72 bilhões no mesmo horizonte. Esses números bastam para justificar a atenção de conselhos, CIOs e CEOs. Ainda assim, eles dizem pouco sem uma pergunta mais rigorosa: afinal, de que convergência estamos falando?  

A resposta exige separar duas frentes que o debate público mistura com uma facilidade impressionante. A primeira é a IA para computação quântica. Aqui, a inteligência artificial clássica ajuda computadores quânticos a funcionar melhor, otimizando o desenho de dispositivos, o controle e a correção de erros. A segunda é a computação quântica para IA.  

Nesta, a expectativa recai sobre o uso de recursos quânticos para acelerar classes específicas de problemas de aprendizado de máquina. A melhor revisão recente sobre o tema, publicada na revista Nature, deixa essa divisão explícita e concentra sua análise justamente na primeira direção — a mais concreta hoje. Essa distinção pode parecer técnica demais para uma conversa de negócios, mas é fundamental. Confundir essas duas camadas distorce orçamentos, prazos e ambições.  
 

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A convergência entre a inteligência artificial clássica e o hardware quântico é a base para a nova arquitetura de IA quântica. (Fonte: Getty Images)


Vale fixar um ponto com frieza: computadores quânticos ainda estão longe de assumir o papel que alguns discursos apressados lhes atribuem. Grandes modelos de linguagem, inferência em escala massiva e geração de texto seguem sob domínio da computação clássica, com forte apoio de GPUs e infraestrutura especializada.  

O papel plausível do quantum, ao menos no horizonte visível, é o de um coprocessador altamente especializado para problemas muito específicos. Essa imagem é bem mais útil do que a fantasia do substituto universal. Ela também é bem mais honesta com o estágio atual da tecnologia.  
 

É aqui que o debate melhora, pois a convergência entre IA e computação quântica já produz efeitos reais no lado menos vistoso da história. A IA clássica ajuda o quantum a sair do laboratório e ganhar consistência operacional. 


Um exemplo crucial está na mitigação de erros; experimentos mostram que técnicas de aprendizado de máquina aplicadas a essa mitigação funcionaram em testes com até 100 qubits, reduzindo drasticamente o custo do processo sem perda de precisão.  

Para o executivo atento, esse dado importa mais do que promessas genéricas de revolução iminente. Tecnologia madura começa assim: resolvendo as fragilidades discretas que o marketing costuma ignorar.  

Há evidência corporativa recente de que o valor aparece em fluxos delimitados. Em 2025, aplicações de otimização logística envolvendo nomes como Network Rail, Airbus e BMW foram apoiadas por softwares com supressão de erros orientada por IA. O ganho surge em tarefas recortadas, onde controle e robustez importam tanto quanto a potência bruta.  

A boa leitura estratégica, portanto, passa por uma conclusão quase anticlímax: a inteligência artificial já potencializa o quântico antes que o quântico potencialize a inteligência artificial em escala econômica relevante. Isso não reduz o potencial futuro da computação quântica para IA, apenas devolve o tema ao trilho da seriedade.  

Pesquisas estimam que mais da metade do valor projetado para a computação quântica, cerca de US$ 150 bilhões, venha do quantum machine learning, embora essa fronteira siga em grande parte teórica, travada por gargalos algorítmicos e pelo custo de transpor dados clássicos para circuitos quânticos.  

Eis a palavra decisiva: fronteira. Quem vende isso como adoção ampla no curto prazo força a realidade. Quem trata a área como irrelevante perde o rastro do que pode destravar a otimização combinatória e certas classes de simulação nos próximos anos. A divergência entre as lideranças do setor ilustra essa tensão.  

Enquanto o Google Quantum AI já mencionou esperar aplicações comerciais em até cinco anos, a Nvidia situou o uso realmente útil da tecnologia em torno de vinte anos. Essa distância revela algo precioso: o erro estratégico não é mais "escolher um lado", mas sim falhar em governar horizontes temporais diferentes sem perder o critério técnico.  
 

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O uso de machine learning em ambiente corporativo permite otimizar o design e o controle de dispositivos quânticos avançados. (Fonte: Getty Images)

A adoção realista passa por modelos híbridos, um desenho que já vemos surgir em 2026 como quantum-centric supercomputing: a integração entre QPUs, GPUs e CPUs em fluxos coordenados. A computação quântica caminha ao lado da clássica, na infraestrutura, no middleware e nas aplicações, em vez de ocupar sozinha o centro do sistema.  

Para as organizações, a jornada exige mapear onde a operação sofre com gargalos reais de simulação, formar competência interdisciplinar e vigiar marcos técnicos que antecedem o valor comercial. A pergunta madura jamais foi se vale a pena apostar em IA quântica.  

A pergunta certa é em que janela temporal cada aplicação se torna economicamente viável para o seu setor. IA quântica significa menos encantamento automático e mais precisão sobre onde a IA já sustenta o quantum para que, um dia, o quantum possa ampliar a IA. O resto é ruído corporativo com verniz científico.  

Quem separar a física real do entusiasmo promocional agora chegará ao próximo ciclo com repertório e vantagem competitiva. Aqueles que seguirem a névoa pagarão primeiro pela narrativa e, depois, pelo atraso. 
 

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Outlook para iOS e Android está instável para vários usuários

Aplicativo do Outlook para iOS
Aplicativo do Outlook para iOS (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
Resumo
  • Outlook para iOS e Android está instável para muitos usuários, com relatos de pedidos constantes de senha ao acessar o aplicativo;
  • Microsoft reconheceu que alguns serviços do Microsoft 365, especialmente o Outlook, estão instáveis;
  • companhia está investigando o problema, mas não deu prazo para a solução.

Usa o Outlook para iOS ou Android e, nas últimas horas, se deparou com mensagens de erro no aplicativo? Saiba que não é só com você. Nesta segunda-feira (27/04), a Microsoft reconheceu que alguns serviços atrelados à plataforma Microsoft 365, especialmente o Outlook.com, estão instáveis.

A falha não parece afetar todos os usuários. De todo modo, as queixas a respeito são numerosas em plataformas online, a exemplo dos registros deste tópico no Reddit.

De acordo com os relatos, os usuários prejudicados abrem o Outlook em um iPhone, mas se deparam com uma mensagem pedindo para a senha ser inserida, mesmo nos casos em que já havia login prévio no aplicativo.

Quando o login é feito, alguns usuários até conseguem acessar a caixa de entrada por alguns instantes, mas logo se deparam com o pedido de digitação de senha novamente. Se a autenticação for feita outra vez, o ciclo do problema se repete.

Também há queixas relacionadas ao Outlook para Android, embora em frequência menor em relação aos problemas relatados por usuários do iPhone.

Tela de senha do Outlook para iPhone
Tela de senha do Outlook para iPhone (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

O que está causando a falha no Outlook?

A Microsoft ainda não deu detalhes sobre o problema, mas, via X, revelou que duas falhas distintas aparentam estar causando instabilidades na plataforma do Outlook:

Descobrimos que alguns usuários podem estar enfrentando falhas intermitentes de login, incluindo erros de “muitas solicitações”, ou desconexões inesperadas.

(…) Após revisar ainda mais a telemetria do serviço, identificamos um aumento inesperado nas taxas de erro que afeta dois cenários de erro separados. Suspeitamos que isso possa estar contribuindo para a criação de impacto, e estamos realizando uma análise adicional para confirmar isso.

O que fazer se eu tiver sido afetado pelo problema?

A Microsoft já está trabalhando em uma correção, mas não deu prazo para o problema ser solucionado. Para quem está tendo problemas, uma dica temporária consiste em tentar o acesso à versão web do Outlook (via navegador). Para alguns usuários, essa opção está funcionando normalmente.

Já usar outro cliente de e-mail como alternativa pode não surtir efeito. Isso porque também há relatos de problemas no Outlook com apps de terceiros.

Outlook para iOS e Android está instável para vários usuários

Aplicativo do Outlook para iOS (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Tela de senha do Outlook para iPhone (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
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One UI 8.5: veja quais celulares Galaxy receberão os novos recursos de IA do S26

Embora a atualização para a One UI 8.5 esteja garantida para dezenas de celulares Galaxy, nem todos receberão os novos recursos do Galaxy AI inaugurados no Galaxy S26. Embora contidas no update, certas funcionalidades podem ser desativadas por limitações no hardware do dispositivo.

A One UI 8.5 traz diversas novidades, de opções de personalização a funções inéditas alimentadas por inteligência artificial (IA). A atualização será distribuída para todo celular já compatível com a One UI 8, mas algumas funcionalidades serão restritas aos smartphones mais recentes.

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A One UI 8.5 será entregue para todos os celulares com a One UI 8, mas não com todas as novidades. (Fonte: Samsung/Divulgação)

Os recursos inéditos do Galaxy AI presentes na One UI 8.5 são:

  • Call Screening ("Triagem de chamadas");
  • Richer Insights do Now Brief;
  • Creative Studio, aplicativo para criação de convites, wallpapers e outros materiais;
  • Advanced Audio Eraser;
  • Photo Assist aprimorado.

Quais celulares receberão os recursos de IA do Galaxy S26?

Confira a lista de celulares que devem receber as novidades com inteligência artificial inauguradas no Galaxy S26:

  • Galaxy S25, S25 Plus, S25 Ultra e S25 Edge – versão Beta antecipou o suporte às novas funções;
  • Galaxy S24, S24 Plus e S24 Ultra – versão Beta liberada na Coreia contém recursos do Galaxy AI;
  • Galaxy Z Fold 7;
  • Galaxy Z Fold 6;
  • Galaxy Z Flip 6.

Não está claro se modelos topo de linha mais antigos — como a família Galaxy S23 e os Galaxy Z Fold 5 e Z Flip 5 — também receberão todos os recursos de IA do Galaxy AI.

Por enquanto, não há previsão para o lançamento da versão estável da One UI 8.5. A atualização está disponível em fase Beta apenas para regiões e aparelhos selecionados, incluindo celulares recém-lançados como o Galaxy S26 e o Galaxy A57.

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© TecMundo

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OpenAI lança Chronicle, recurso que tira prints da tela igual ao Microsoft Recall

A OpenAI lançou, nesta semana, o Chronicle, novo recurso opcional do Codex que tira prints da tela para usar como contexto em conversas com o desenvolvedor — com premissa similar à do polêmico Microsoft Recall. A ferramenta permite ao agente de IA acompanhar o uso do computador para alimentar suas memórias e considerá-las em futuras consultas.

"O Chronicle amplia as memórias do Codex com o contexto da sua tela. Quando você interage com o Codex, essas memórias podem ajudá-lo a entender o que você estava fazendo, reduzindo a necessidade de repetir o contexto", descreveu a OpenAI.

O Chronicle está disponível em fase de testes exclusivamente para o app Codex no macOS e requer permissões de acessibilidade e de gravação de tela do sistema operacional para funcionar.

O Chronicle permite ao Codex entender o contexto com mais facilidade. (Fonte: OpenAI/Reprodução)

Segundo a OpenAI, o Chronicle consome rapidamente os recursos de cada sessão, aumenta as chances de prompt injection e armazena as memórias localmente sem qualquer criptografia — uma combinação pouco recomendada para contextos sensíveis de trabalho.

O recurso existe para poupar o usuário de descrever o contexto em cada solicitação. Ao acompanhar o uso do computador em tempo real, o agente terá uma base mais rica de informações — como qual fonte utilizar, quais ferramentas abordar e os fluxos de trabalho preferidos do usuário. 

Em um dos exemplos fornecidos pela empresa, o usuário pergunta "Por que isso aqui não está funcionando?" e o Codex, usando o Chronicle, identifica o contexto e fornece as instruções adequadas.

Como ativar o Chronicle no Codex?

Para ativar o Chronicle no Codex, siga os passos abaixo:

  1. Abra o app Codex no macOS;
  2. Navegue até a seção "Personalização" e ative a função "Memórias";
  3. Ative o Chronicle abaixo das opções de memórias;
  4. Leia atentamente a janela de consentimento e clique em "Continuar";
  5. Conceda as permissões de gravação de tela e acessibilidade ao app.

É possível interromper o funcionamento do Chronicle a qualquer momento pelo menu de opções do Codex.

Dados guardados localmente, mas processados em data centers

As capturas de tela feitas pelo Chronicle são armazenadas localmente, mas periodicamente compartilhadas com a OpenAI para a geração de contexto. Para isso, o Codex cria uma sessão temporária que acessa o print e sintetiza seu conteúdo — incluindo texto e metadados, como o horário da captura.

O processamento ocorre nos servidores da OpenAI, e o conteúdo não é usado para o treinamento da IA. Os prints podem, no entanto, ser retidos nos servidores por determinação judicial.

Risco elevado de prompt injection

Se o usuário passar por uma tela com instruções nocivas para o agente, elas podem ser lidas automaticamente e inseridas no contexto da conversa. Na prática, isso amplia a superfície vulnerável a ataques de prompt injection, em que a IA segue comandos potencialmente maliciosos.

Atualmente, o Chronicle está disponível apenas para assinantes do ChatGPT Pro — o plano mais caro para usuários comuns, a R$ 525 por mês. O recurso não está disponível na Europa, no Reino Unido e na Suíça.

Lacunas na documentação do recurso

A OpenAI não menciona com que frequência o Chronicle realiza capturas de tela, nem como lida com dados sensíveis eventualmente capturados pela ferramenta. A descrição do recurso lembra a premissa do Windows Recall, função que também tirava prints da tela para registrar o uso do computador — e que, no início, igualmente armazenava os dados das capturas sem criptografia.

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© (Imagem: OpenAI/Divulgação)

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Windows 11 não terá mais ‘atualizações de surpresa’ e dará mais controle ao usuário

A Microsoft anunciou quatro mudanças importantes para melhorar a experiência de uso com as atualizações do Windows 11. Nesta sexta-feira (24), a companhia anunciou melhorias que trazem mais controle e prometem acabar com os updates surpresas que normalmente acontecem.

Poucas coisas são mais frustrantes do que sentar para usar o computador e descobrir que ele precisa de uma atualização. Pior ainda é quando isso acontece várias vezes em um mesmo mês”, reconhece a companhia. As novidades incluem:

  1. Pular atualizações durante a primeira configuração do Windows 11;
  2. Estender as pausas de atualizações quantas vezes o usuário quiser;
  3. Opções claras e “sempre disponíveis” para desligar ou reiniciar o PC sem passar por uma atualização;
  4. E mais informações sobre os updates disponíveis para que o usuário saiba exatamente o que será atualizado.
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Windows Update será mais claro sobre o que exatamente está sendo atualizado em um computador. (Imagem: Microsoft/Divulgação)

“Sabemos que isso [atualizações de surpresa] tem sido um grande problema para os usuários do Windows”, cita a companhia em nota. Segundo a Microsoft, a partir de hoje os usuários verão uma experiência mais “unificada” nas atualizações e uma redução no número de atualizações mensais que “travam” o uso de um PC no processo.

De acordo com a companhia, as atualizações de drivers, .NET e firmware acontecerão no mesmo momento das atualizações mensais com correções e melhorias de segurança. Para o usuário comum, isso significa que o PC deverá “reiniciar sozinho” só uma vez ao mês para aplicar os updates.

Essas atualizações serão primeiro baixadas em segundo plano, mas a instalação acontecerá posteriormente. Caso o usuário não opte pela instalação manual, ela será sincronizada com o calendário mensal. Ao mesmo passo, também é possível antecipar as atualizações que já estão disponíveis.

O que muda nas atualizações do Windows 11?

A Microsoft já vinha trabalhando em mais opções para o Windows Update. O plano de ignorar as atualizações durante a configuração de um aparelho, por exemplo, já estava funcionando nos canais beta do Windows 11. Dessa forma, a partir de agora, o usuário chegará à área de trabalho mais rapidamente quando for configurar um PC novo — e só depois decide quando atualizar.

  • Com as mudanças, o Windows Update agora permite escolher um dia específico do mês para o computador ser reiniciado e atualizado;
  • Essa mudança permite selecionar uma nova data com 35 dias de antecedência, mas também é possível estender a data “quantas vezes precisar”;
Windows Update - selecionar data.png
Windows 11 adiciona mais opções para o usuário escolher datas para o PC reiniciar e atualizar sozinho. (Imagem: Microsoft/Divulgação)
  • Na hora de reiniciar ou desligar o seu PC, o Windows 11 não deverá mais “forçar” uma atualização que já estava programada;
  • Com isso, o menu de “Energia” exibirá opções claras para você só desligar ou reiniciar o PC, mas também outras duas caso queira prosseguir com as atualizações.

A Microsoft cita que um dos principais feedbacks da comunidade era ter “melhor compreensão das atualizações de drivers”, já que elas “tinham títulos semelhantes, senão idênticos”. A partir de agora, essas atualizações carregarão a classe do dispositivo no título do driver que deixarão claro do que se trata — se são drivers de vídeo, áudio, bateria ou outras classes.

As críticas da comunidade têm surtido efeito. A Microsoft já prometeu um sistema mais estável e com ferramentas claras, além de melhorias gerais de desempenho. Algumas delas incluem a redução de funções de IA consideras impráticas e até mesmo o fim do login obrigatório com uma conta oficial da Microsoft. De acordo com a companhia, as melhorias serão estendidas e implementadas ao longo de 2026.

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Opera One ganha integração com YouTube e aumenta áudio em até 500%

Novo Opera One aumenta áudio da aba em até 500%
Novo Opera One aumenta áudio da aba em até 500% (imagem: reprodução/Opera)
Resumo
  • Opera One agora traz integração nativa do YouTube e Twitch à sua barra lateral para acesso rápido;
  • navegador também traz função Video Popout para picture-in-picture em videoconferência, com suporte ampliado a serviços e controles compatíveis com cada um;
  • destaque vai para a função Volume Booster, que aumenta volume de cada aba em até 500%, inclusive em tela cheia, sem afetar outras abas.

O Opera One acaba de ganhar uma atualização que adiciona pequenas, mas interessantes funcionalidades ao navegador. As principais envolvem a integração do YouTube e da Twitch à sua barra lateral. Mas a função que aumenta o áudio do browser em até 500% chama mais a atenção.

Estamos falando do principal navegador da Opera Software. Por isso, as mudanças aqui tendem a ser mais bem estudadas. No caso da integração do YouTube e da Twitch à barra lateral do Opera One, a intenção é dar acesso rápido — com um clique — a duas das plataformas de streaming de vídeo mais populares da atualidade.

Não são apenas atalhos. A novidade faz o conteúdo do YouTube ou da Twitch ser reproduzido em uma janela dedicada, de modo que o usuário não tenha que ficar trocando de aba para visualizar o vídeo.

Relacionado a isso está o novo recurso Video Popout, um modo automático de picture-in-picture (com janela flutuante) para videoconferência que foi reformulado para ampliar o suporte a serviços do tipo (como o Zoom), oferecer controles condizentes a cada um deles e exibir um visual correspondente ao tema em uso no Opera One.

Picture-in-picture automático para videoconferências no Opera One
Picture-in-picture automático para videoconferências (imagem: reprodução/Opera)

Mas, como já dito, a novidade que mais chama a atenção é o aprimoramento dos controles sobre o áudio. O recurso Volume Booster permite aumentar o volume de cada aba para até 500%.

Isso é útil, por exemplo, para quando o usuário acessa um vídeo com áudio muito baixo e tem que recorrer a extensões para aumentar o volume em um nível acima do suportado nativamente pelo navegador.

Se você gosta de trabalhar enquanto assiste a uma live ou tutorial, esta atualização foi feita para você. E se você quiser ouvir melhor aquele áudio de baixa qualidade sem depender de extensões com falhas? Nós resolvemos isso nativamente.

Mohammed Salah, diretor sênior de produto da Opera

Vale ressaltar que esse controle é feito por aba, ou seja, não afeta todas as páginas abertas de uma só vez, e funciona inclusive para reproduções em tela cheia.

Como baixar o Opera One?

Quem quiser experimentar o Opera One pode baixá-lo a partir do site oficial. O navegador conta com versões para Windows, macOS e Linux.

Quem já usa o Opera One precisa apenas aguardar pela atualização automática ou, para apressar esse procedimento, abrir o menu principal do browser e clicar em Atualização & Recuperação.

Opera One ganha integração com YouTube e aumenta áudio em até 500%

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Opera One recebeu atualização que integra YouTube e Twitch à barra lateral. Outra novidade está no suporte melhorado a serviços de videoconferência.

Novo Opera One aumenta áudio da aba em até 500% (imagem: reprodução/Opera)

Picture-in-picture automático para videoconferências (imagem: reprodução/Opera)
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O que é Google Play? Conheça as funcionalidades da loja de apps do Google

Fundo com as cores do Google nas laterais, branco no centro e um smartphone exibindo o logo da Play Store
Google Play funciona a “central de distribuição” de apps para dispositivos Android (Imagem: Vítor Pádua/Tecnoblog)

O Google Play funciona como o principal hub de mídias e aplicativos para dispositivos com o sistema operacional Android. Desenvolvida pelo Google, a plataforma centraliza downloads seguros de ferramentas, jogos e conteúdos essenciais para o dia a dia do usuário.

Vinculada à conta Google, a pessoa sincroniza automaticamente a biblioteca de apps, livros e filmes entre smartphones, tablets e outros aparelhos. Essa integração facilita a gestão de softwares e permite que as preferências acompanhem os usuários em qualquer tela.

O acesso ao Google Play é totalmente gratuito, embora o catálogo ofereça tanto softwares grátis quanto opções pagas e assinaturas premium. As transações financeiras são protegidas por criptografia, garantindo que as compras e investimentos digitais ocorram com máxima segurança.

A seguir, conheça detalhadamente o que é o Google Play, seu funcionamento e recursos disponíveis. Também saiba as diferenças da plataforma com o Google Play Services e a App Store.

O que é Google Play?

O Google Play é o centro oficial de distribuição do Android, reunindo aplicativos, jogos e mídias digitais vinculadas diretamente a uma conta Google. A plataforma simplifica o ecossistema mobile, garantindo downloads seguros e a sincronização automática de conteúdos entre diversos dispositivos.

Para que serve o Google Play?

O Google Play atua como a vitrine digital do ecossistema Android, centralizando o download e a atualização de apps, jogos e conteúdos multimídia com segurança. A plataforma automatiza o gerenciamento de software, garantindo que as ferramentas e o entretenimento estejam sempre otimizados e protegidos contra vulnerabilidades.

Google Play Store (Imagem: André Fogaça/Tecnoblog)
O Google Play simplifica o download e o gerenciamento de apps nos aparelhos com sistema Android (imagem: André Fogaça/Tecnoblog)

Como funciona o Google Play

O Google Play funciona integrado a uma conta Google, sincronizando downloads e licenças automaticamente via nuvem em diferentes dispositivos. A interface facilita a instalação de pacotes de dados e protege transações financeiras com camadas robustas de criptografia. 

A loja possui um catálogo híbrido onde softwares gratuitos dividem espaço com mídias pagas e ferramentas de compra única. Rótulos informativos ajudam a identificar o que é premium, permitindo que o usuário controle o orçamento digital com clareza.

Aplicativos complexos geralmente exigem pagamento antecipado para liberar o download e o acesso total aos recursos. Já o modelo freemium monetiza por meio de anúncios ou assinaturas recorrentes, garantindo a manutenção contínua do serviço.

O formato de compras in-app varia de acordo com o aplicativo. Alguns softwares oferecem formas de pagamento próprias, enquanto outros utilizam o Google Play para a intermediação financeira por meio de métodos salvos, como cartões ou saldo vinculados à conta Google.

ilustração sobre o Google Play
O Google Play centraliza o catálogo de softwares do sistema operacional Android (imagem: Reprodução/Google)

O que eu posso fazer no Google Play?

O Google Play vai além de uma vitrine de aplicativos, sendo o ecossistema central para quem busca produtividade e diversão em dispositivos Android. Essas são algumas funcionalidades disponíveis na plataforma:

  • Download e gestão multiplataforma: permite instalar aplicativos em smartphones, tablets, smart TVs e smartwatches, garantindo que os softwares essenciais funcionem de forma síncrona em múltiplos dispositivos compatíveis;
  • Gestão de biblioteca e atualizações de apps: centraliza a manutenção do sistema para otimizar a segurança e o desempenho, facilitando a reinstalação de programas vinculados à conta Google;
  • Catálogo de jogos e entretenimento: possibilita encontrar diversos jogos mobiles, oferecendo desde títulos casuais até experiências complexas que rodam offline ou em disputas competitivas com jogadores de todo o mundo;
  • Consumo de mídia e sincronização de progresso: disponibiliza um acervo vasto de filmes e livros digitais para compra ou aluguel, permitindo transições fluidas entre dispositivos sem perder o ponto da leitura;
  • Administração de assinaturas e pagamentos: organiza todos os serviços recorrentes e métodos de pagamento em um só painel, garantindo controle total sobre gastos com streaming e ferramentas profissionais;
  • Segurança familiar e filtros de conteúdo: oferece recursos de controle parental para gerenciar o que as crianças acessam, permitindo estabelecer limites de tempo de uso e aprovar transações financeiras remotamente.
Imagem mostra a tela de cancelar assinatura da Google Play Store
O Google Play possibilta gerenciar assinaturas pelo celular e PC (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Google Play é pago para usar?

O acesso ao Google Play é gratuito e não exige taxas de adesão, funcionando como um ecossistema digital para o download de diversos softwares e mídias. A cobrança ocorre apenas na compra de aplicativos premium ou na aquisição direta de produtos como livros e filmes.

Muitas ferramentas adotam o modelo freemium, liberando o uso básico, mas cobrando por compras in-app ou assinaturas para remover anúncios. Há ainda o Google Play Pass, serviço opcional que libera um vasto catálogo de aplicativos mediante um valor fixo.

É possível baixar o Google Play no iPhone?

Não dá para instalar o Google Play no iPhone, já que o iOS da Apple é um ecossistema fechado que restringe lojas externas. Os aplicativos do Android utilizam a extensão APK, um formato de arquivo que o hardware e o sistema da Maçã simplesmente não conseguem processar nativamente.

Essa barreira técnica existe porque as APIs de ambos os sistemas falam “línguas” diferentes. Mesmo com modificações arriscadas no sistema, o iPhone rejeita esses apps por falta de bibliotecas de código compatíveis, mantendo ambas as plataformas em ecossistemas totalmente isolados.

ilustração sobre o Google Play
O Google Play é uma plataforma de apps exclusiva dos dispositivos Android (imagem: Reprodução/Google)

Por que o Google Play não funciona?

Existem diversos fatores que podem impedir o funcionamento do Google Play. Os principais motivos são:

  • Conexão instável ou limitada: a loja exige conexão constante via Wi-Fi ou dados móveis para validar licenças e processar o download de pacotes pesados;
  • Acúmulo de cache e dados: arquivos temporários podem sofrer erros de leitura no armazenamento, travando a interface e impedindo que novas buscas sejam processadas corretamente;
  • Serviços Google desatualizados: o Google Play Services atua como a infraestrutura invisível do sistema. Se estiver defasado, a autenticação e a integração entre apps falham;
  • Versão obsoleta da Play Store: sem patches de segurança e estabilidade, o próprio aplicativo da loja pode apresentar telas em branco ou recusar o carregamento de imagens e ícones;
  • Armazenamento interno insuficiente: a falta de espaço físico impede a descompressão de novos arquivos, mantendo os downloads em um estado de “pendente” que não se resolve sozinho;
  • Erro na sincronização de data e hora: o sistema usa o relógio para validar certificados de segurança. Um horário errado faz com que os servidores do Google rejeitem a conexão;
  • Conflitos de autenticação na conta: problemas com login ou métodos de pagamento inválidos podem gerar alertas de segurança que restringem o acesso à biblioteca de compras;
  • Incompatibilidade de firmware ou hardware: versões muito antigas do Android dificultam a tentativa de instalar o Google Play no celular de forma estável, já que o suporte oficial é removido;
  • Indisponibilidade dos serviços Google: em casos raros, o problema pode ser uma queda global nos servidores ou restrições geográficas que bloqueiam conteúdos específicos no Brasil.
Fundo com as cores do Google nas laterais, branco no centro e um smartphone exibindo o logo da Play Store
Google Play necessita estar constantemente conectado a internet para funcionar corretamente (Imagem: Vítor Pádua/Tecnoblog)

Tem como desativar o Google Play no celular?

Embora não seja possível desinstalar o Google Play sem permissões de acesso total ao sistema, o usuário pode desativá-lo nas configurações de aplicativos. Essa ação oculta o ícone do menu e interrompe o download de novos conteúdos, funcionando como uma suspensão do serviço.

No entanto, é preciso cautela, pois desativar o Google Play Services pode instabilizar o Android e comprometer funções essenciais, como a geolocalização. Outros softwares instalados também podem apresentar falhas em notificações e na sincronização de dados após essa restrição.

Qual é a diferença entre Google Play e Google Play Services?

O Google Play é a vitrine digital de conteúdo, acessada pelo app Play Store para o usuário baixar e gerenciar aplicativos, jogos e mídias manualmente. Ele funciona como um ambiente de interação direta, onde o usuário controla a conta e as instalações no dispositivo.

O Google Play Services é a camada invisível que conecta hardware e softwares, garantindo que recursos como geolocalização e autenticação funcionem sem interrupções. Ele opera em segundo plano como uma estrutura crítica de APIs, mantendo a segurança e a integração do sistema.

Qual é a diferença entre Google Play e App Store?

O Google Play é o “marketplace” oficial do ecossistema Android, atuando como uma vitrine integrada à conta Google para sincronizar aplicativos e mídias. A arquitetura prioriza a flexibilidade, permitindo uma distribuição em massa que se adapta a diversos fabricantes de hardware e diferentes especificações técnicas.

A App Store é a plataforma exclusiva da Apple para os sistemas da marca, sendo a única porta de entrada oficial para softwares em iPhones, iPads e Macs. O destaque da loja é o manual review, um rigoroso processo de curadoria humana que valida critérios de privacidade e design antes de qualquer lançamento.

O que é Google Play? Conheça as funcionalidades da loja de apps do Google

Google Play Store (Imagem: Vítor Pádua/Tecnoblog)

(imagem: Reprodução/Google)

Saiba como cancelar assinaturas na Google Play Store pelo celular e PC (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

(imagem: Reprodução/Google)

Google Play Store (Imagem: Vítor Pádua/Tecnoblog)
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Microsoft remove atualização que travava a inicialização do Teams

Imagem mostra o Microsoft Teams rodando em um computador com Windows 11. Na parte inferior direita, o logotipo do "tecnoblog".
Microsoft Teams no Windows 11 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
Resumo
  • Microsoft reverteu a atualização que causava falhas críticas na inicialização do aplicativo Teams para desktop.
  • O erro TM1283300 travava o Teams na tela de carregamento e ocorria por falha de regressão no cache de compilação.
  • Caso o erro persista, a dona do Windows orienta fechar e reiniciar o Teams, já que a reversão no lado do servidor deve descartar o cache corrompido.

A Microsoft removeu uma atualização que causava falhas críticas na inicialização do aplicativo Teams para desktop. O problema, registrado sob o código TM1283300, impedia que parte dos usuários acessasse a plataforma, mantendo o aplicativo travado em uma tela de carregamento infinita.

Segundo o portal BleepingComputer, o erro ocorreu devido a uma falha de regressão no sistema de cache de compilação, que fez com que versões específicas entrassem em um “estado instável”, impedindo o uso da ferramenta. Em muitos casos, o software exibia a mensagem: “Estamos com problemas para carregar sua mensagem. Tente atualizar”.

Como resolver o problema?

Para os usuários que ainda enfrentam dificuldades, a orientação oficial da Microsoft é apenas fechar e reiniciar o aplicativo. Como a atualização problemática foi revertida no lado do servidor, o simples ato de reiniciar o Teams deve forçar o descarte do cache corrompido que causava o travamento.

A companhia afirmou que seu sistema de recuperação automático já solucionou a maior parte dos casos. “Confirmamos que nosso sistema de recuperação automatizado solucionou o problema com sucesso e estamos entrando em contato com representantes para garantir que a solução esteja disponível para todos”, declarou a Microsoft em nota.

Embora a dona do Windows não tenha detalhado o número de usuários atingidos ou quais regiões sofreram mais com o erro, o caso foi classificado internamente como um “incidente de serviço”, categoria reservada para falhas que geram interrupção de funções críticas em larga escala.

Microsoft Teams como sala de aula virtual
Microsoft Teams apresentou instabilidade após atualização de serviço (imagem: reprodução)

Mais um bug

Esse caso se soma a outros bugs que ocorreram neste começo de ano. Em fevereiro, a empresa precisou lidar com bugs no Outlook, que tornavam o cliente de e-mail inutilizável devido a conflitos com suplementos de reunião.

Além disso, falhas de autenticação nas atualizações KB5085516 e KB5079473 quebraram o sistema de login de Contas Microsoft, bloqueando o acesso a aplicativos do Office e serviços na nuvem.

A companhia também lançou patches de emergência no último final de semana para conter loops de reinicialização no Windows Server.

Microsoft remove atualização que travava a inicialização do Teams

Microsoft Teams no Windows 11 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
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O que é App Store? Conheça a loja de aplicativos do iPhone, iPad e Mac

Ícone da App Store
App Store da Apple (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

A App Store é a loja digital de aplicativos para dispositivos da Apple. A plataforma funciona como um canal de distribuição e venda de aplicativos mobile e para desktop, além de permitir a atualização de ferramentas baixadas, e assinaturas de serviços do ecossistema da Apple.

Você pode usar a App Store gratuitamente por meio de um ID Apple, mas alguns apps ou serviços só são disponibilizados mediante pagamento. Já desenvolvedores de aplicativos precisam pagar uma assinatura para publicar na plataforma, e ainda dão uma fatia de comissão à big tech referente ao montante total de vendas.

A App Store é exclusiva para dispositivos da Apple, como iPhone (iOS), iPad (iPadOS) e Mac (macOS). Isso significa que usuários de Android não podem usar a plataforma, já que o sistema operacional não é compatível.

A seguir, entenda o que é a App Store, saiba como ela funciona, e confira em quais dispositivos a plataforma está disponível.

O que é App Store?

App Store é a plataforma de distribuição de aplicativos voltados para dispositivos Apple. Em outras palavras, App Store é a loja digital gerenciada pela empresa da maçã, que reúne apps para iPhone, iPad, Mac, Apple Watch, Apple TV, Apple Vision Pro e alguns modelos de iPod.

Para que serve a App Store?

A App Store tem a função de listar, comercializar e distribuir aplicativos e serviços voltados para o ecossistema Apple de maneira segura. Inclusive, a nomenclatura “App Store” significa “Loja de aplicativos” em tradução livre, o que reforça sua proposta como uma plataforma para descoberta, aquisição e download de apps.

Para usuários, a App Store serve como uma biblioteca virtual para descobrir novos apps, instalá-los em seu aparelho Apple, bem como atualizar ferramentas já baixadas. Na plataforma, também é possível comprar aplicativos pagos e assinar serviços digitais.

Já para desenvolvedores, a App Store serve como uma vitrine para que eles possam disponibilizar ou vender os aplicativos criados.

Como funciona a App Store

O funcionamento da Apple Store é baseado em algumas etapas, que vão desde a publicação de uma ferramenta até a experiência pós-instalação.

Tudo começa quando um desenvolvedor elegível envia o aplicativo criado para a Apple. A big tech então valida questões de segurança, usabilidade e diretrizes da ferramenta e, se tudo estiver em conformidade, o app será publicado na App Store.

Conforme esse processo se repete, a App Store passa a catalogar mais aplicações em sua vitrine. Isso faz com que a plataforma se transforme em uma vasta biblioteca virtual de aplicativos que atende aos diferentes sistemas da Apple — como o sistema operacional do iPhone (iOS) ou de Mac (macOS), por exemplo.

Ilustração da App Store para Mac
Interface da App Store para Mac (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Os usuários então acessam a plataforma e buscam pelo aplicativo desejado. Algumas ferramentas podem ser baixadas e instaladas gratuitamente, enquanto outras exigem compra ou assinatura — que são feitas dentro da própria App Store.

Na plataforma, usuários poderão ver os aplicativos baixados na App Store, atualizar ferramentas e gerenciar compras e assinaturas de serviços vinculados ao ID Apple. Também será possível avaliar os apps e deixar comentários com elogios, sugestões ou críticas.

Os feedbacks de usuários são analisados pela Apple, que pode retirar ferramentas da App Store, se necessário. A empresa também gerencia tudo que acontece na plataforma para mantê-la segura e intuitiva.

É preciso pagar para usar a App Store?

Não, desde que você seja um usuário. É possível usar a App Store gratuitamente, bastando fazer login com um ID Apple para validar o acesso à plataforma. Você só terá de pagar por aplicativos ou serviços pagos que deseja adquirir.

No entanto, as regras mudam para desenvolvedores: eles precisam pagar uma taxa anual para publicar qualquer aplicativo na App Store. E além disso, devs também precisam dar parte da comissão adquirida com vendas do app (ou dentro de seus aplicativos) para a Apple.

A App Store está disponível em quais dispositivos?

A App Store está disponível para os seguintes aparelhos da Apple:

  • iPhones;
  • iPads;
  • iPods touch;
  • Macs;
  • Macbooks;
  • Apple TV;
  • Apple Watch;
  • Apple Vision Pro.

Onde fica a App Store no iPhone?

A App Store vem pré-instalada no sistema operacional do iPhone (iOS), e fica localizada na biblioteca de apps dos celulares da Apple. A plataforma pode ser identificada pelo ícone azul com um “A” branco.

Caso não esteja localizando a plataforma, basta tocar no campo de pesquisa “Buscar” e digitar “App Store” para encontrar a ferramenta.

Ilustração da plataforma App Store
Ícone da App Store no iPhone (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

É possível baixar a App Store no Android?

Não. A App Store só funciona em dispositivos da Apple, e não pode ser baixada em aparelhos Android ou que usam sistemas operacionais diferentes de iOS, iPadOS, macOS, tvOS, watchOS e visionOS.

Qual é a diferença entre App Store e Google Play?

App Store é uma plataforma gerenciada pela Apple que distribui aplicativos exclusivamente para iPhones, iPads, Macs, entre outros aparelhos da marca. Somente donos de dispositivos da Apple conseguem usar a App Store para instalar os aplicativos oferecidos em seus aparelhos.

Já o Google Play é a plataforma de distribuição de apps voltados para dispositivos Android. A loja digital é bem similar à App Store, mas só está disponível para donos de smartphones, tablets, TVs, smartwatches e outros dispositivos que utilizem o sistema operacional Android.

Muitas vezes, um mesmo aplicativo pode ser encontrado tanto na App Store quanto no Google Play. Se a pessoa tiver um iPhone, terá de usar a App Store para baixá-lo. Mas caso ela tenha um smartphone Android, terá de instalar a ferramenta via Google Play.

Qual é a diferença entre App Store e Apple Store?

App Store diz respeito à loja digital de aplicativos e serviços compatíveis com o ecossistema da Apple. Já Apple Store é a loja (física ou online) que vende os eletrônicos e acessórios da Apple.

Para entender de vez e memorizar: se você precisa baixar um aplicativo em seu iPhone, terá de usar a App Store; se você quiser comprar um iPhone, vai ter que acessar o site da Apple Store ou ir até uma das lojas físicas.

Por que a App Store não funciona?

Há casos em que você talvez não consiga acessar a App Store e visualize uma mensagem “Não pode conectar”. Dentre os principais motivos que impedem o funcionamento correto da App Store, estão:

  • Interrupção de serviço: o sistema da App Store pode estar fora do ar, impedindo o funcionamento da plataforma.
  • Falha de conexão: problemas de conexão ao Wi-Fi ou rede móvel podem impactar o funcionamento da App Store.
  • Atualizações pendentes: pode ser necessário atualizar o sistema operacional para a versão mais recente para usar a App Store.
  • Data e hora errada: data e hora incorretas afetam o funcionamento de diversos apps, incluindo a App Store.

Posso desinstalar a App Store do celular?

Sim, dependendo de sua localidade. Usuários da União Europeia (UE) e Japão podem desinstalar a App Store de iPhones ou iPads, desde que instalem uma loja de aplicativos alternativa antes, e a definam como padrão para a instalação de apps.

Já usuários do Brasil e de regiões fora da UE ou Japão não podem excluir a App Store dos dispositivos Apple.

Consigo instalar aplicativos fora da App Store no meu iPhone?

Sim. Usuários Apple da União Europeia e Japão podem instalar apps no iPhone ou iPad de lojas de aplicativo alternativas. Nessas mesmas localidades, também é possível baixar e instalar ferramentas no iPhone ou iPad direto de um site, via navegador web.

Além desses meios, você pode instalar apps que não estão na App Store em um iPhone que sofreu jailbreak, estando em qualquer localidade. O processo é similar à instalação de arquivos .APK no Android, mas vale ressaltar que o processo de jailbreak remove algumas restrições de segurança do iOS, o que deixa o aparelho mais vulnerável.

O que é App Store? Conheça a loja de aplicativos do iPhone, iPad e Mac

App Store da Apple (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

Interface da App Store para Mac (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Ícone da App Store no iPhone (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
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Como ativar ou desativar as abas verticais no Google Chrome

Ilustração com a marca do Google Chrome
Google Chrome (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

As abas verticais do Chrome permitem que o usuário mova as páginas do topo para a lateral do monitor, facilitando na organização e visualização das guias.

É necessário acessar a seção de testes do Google Chrome pela página “chrome://flags/#vertical-tabs” e habilitar o recurso. A ferramenta também pode ser desativada, caso o usuário não se acostume com a reorganização do navegador.

A seguir, veja o passo a passo de como ativar e desativar as abas verticais do Google Chrome e tire suas dúvidas.

Índice

Como ativar as abas verticais no Google Chrome

1. Acesse “chrome://flags/#vertical-tabs” no Google Chrome e ative o recurso

Você precisa acessar a página “chrome://flags/#vertical-tabs” para ativar as abas verticais do navegador. O endereço é um painel oculto do navegador que permite ativar recursos de testes do Chrome.

Em “Vertical Tabs“, clique na opção exibida e selecione “Enabled“.

Acesse "chrome://flags/#vertical-tabs" no navegador para ativar o recurso
Acesse “chrome://flags/#vertical-tabs” no navegador para ativar as guias verticais (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

2. Reinicie o navegador para habilitar as guias verticais do Chrome

Em seguinda, é necessário reiniciar o Google Chrome para que as alterações passem a ter efeito. Você pode clicar no botão “Reiniciar” ou fechar todas as abas do seu navegador manualmente.

O botão “Reiniciar” irá reabrir todas as suas guias abertas no momento da reinicialização.

Reinicie o Google Chrome para ativar o recurso
Reinicie o Google Chrome para ativar o recurso (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

3. Mude a visualização das abas com o botão direito do mouse

Assim que o Chrome estiver aberto novamente, clique em uma de suas guias com o botão direito do mouse e selecione a opção “Mostrar guias verticalmente“.

Ative as abas verticais ao clicar com o botão direito do mouse em uma guia do Chrome
Ative as abas verticais ao clicar com o botão direito do mouse em uma guia do Chrome (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

4. Ajuste o tamanho da guia vertical do Chrome

Todas as suas guias abertas serão redirecionadas para a lateral do seu monitor. É possível ajustar o tamanho da seção ao clicar e arrastar a borda para a direita ou esquerda, como preferir.

Ajuste o tamanho da guia vertical arrastando a borda (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)
Ajuste o tamanho da guia vertical arrastando a borda (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

As guias verticais do Google Chrome podem exigir um período de adaptação ao recurso, visto que o navegador sempre exibiu suas páginas abertas no topo da tela.

Caso não se acostume, é possível desativar o recurso também na página de testes do Chrome. Veja como a seguir.

Como desativar as abas verticais no Google Chrome

1. Acesse “chrome://flags/#vertical-tabs” no Google Chrome

Acesse a página de recursos de testes do Google Chrome pelo endereço “chrome://flags/#vertical-tabs“.

Acesse "chrome://flags/#vertical-tabs" para desativar as guias verticais do Chrome
Acesse “chrome://flags/#vertical-tabs” para desativar as guias verticais do Chrome (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

2. Desabilite o recurso nas configurações do Chrome

Selecione a opção “Disabled” em “Vertical Tabs” para desabilitar o recurso e mover as abas do Google Chrome para o topo da tela.

Defina a opção como "Disabled" (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)
Defina a opção como “Disabled” (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

3. Reinicie o navegador para que as alterações entrem em vigor

Reinicie novamente o navegador para tirar as abas verticais do Google Chrome. O botão “Reiniciar” irá abrir novamente todas as suas guias.

Clique na opção "Reiniciar" exibida pelo Chrome
Você precisa reiniciar o navegador para que o Chrome altere as configurações (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

4. Verifique se as abas verticais foram desativadas

Caso suas guias voltem ao topo da página, significa que o recurso foi desativado corretamente.

Verifique se as guias voltaram ao topo da página (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)
Verifique se as guias voltaram ao topo da página (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

Posso configurar as guias verticais no Google Chrome para celular?

Não. O recurso de abas verticais do Google Chrome está disponível apenas para Windows, Mac, Linux e ChromeOS, de acordo com o Google. Isso significa que a funcionalidade não funciona em Android ou iOS.

Por que não consigo habilitar as abas verticais no Google Chrome?

A opção de abas verticais pode estar desabilitada pelos seguinte motivos:

  • Navegador desatualizado: o recurso de guias verticais pode estar desabilitado em algumas versões do navegador. Dessa forma, é necessário garantir que o Chrome esteja atualizado para a última versão disponibilizada pelo Google;
  • Liberação gradual da ferramenta: a opção de guias verticais do Google Chrome é um recurso em teste no navegador, que pode estar sendo disponibilizado gradualmente aos usuários;
  • Recurso em teste desativado: o recurso de abas verticais pode estar desabilitado na página de testes do Google, o “chrome://flags”. Verifique se a ferramenta está devidamente ativada nas configurações do navegador.

Qual é a diferença entre as abas horizontais e verticais do Google Chrome?

As abas horizontais do Chrome são um padrão estabelecido pelo Google ao navegador web desde sua origem em 2008. As páginas ficam posicionadas no topo da tela e exibem o nome da página quando existem poucas guias abertas.

No entanto, com o acúmulo de páginas, o usuário pode se confundir e não encontrar determinadas abas durante o uso, já que os nomes são removidos.

Já as abas verticais do Chrome são um experimento de teste do navegador para atender a demanda de usuários que preferem esse estilo de uso — que, inclusive, já estava disponível em outros navegadores.

As guias verticais exibem o nome de todas as páginas abertas, mesmo com uma grande quantidade de abas abertas, sendo ideal para multitarefas e maior produtividade. No entanto, pode exigir um período maior de adaptação de usuários acostumados com as guias horizontais.

Consigo alterar a visualização de guias sem desativar as abas verticais do Chrome?

Sim. Ao ativar o recurso de abas verticais do Chrome em “chrome://flags/#vertical-tabs“, o navegador permite que você altere a forma de exibição das guias sem precisar desativar ou ativar novamente a funcionalidade.

Basta clicar com o botão direito do mouse em uma aba vertical e selecionar a opção “Mostrar guias horizontalmente“;

Altere a exibição das guias sem precisar desativar o recurso nas configurações do Chrome (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)
Altere a exibição das guias sem precisar desativar o recurso nas configurações do Chrome (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

Como ativar ou desativar as abas verticais no Google Chrome

Google Chrome (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Acesse "chrome://flags/#vertical-tabs" no navegador para ativar o recurso (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

Reinicie o Google Chrome para ativar o recurso (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

Ative as abas verticais ao clicar com o botão direito do mouse em uma guia do Chrome (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

Ajuste o tamanho da guia vertical arrastando a borda (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

Acesse "chrome://flags/#vertical-tabs" para desativar as guias verticais do Chrome (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

Defina a opção como "Disabled" (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

Você precisa reiniciar o navegador para que o Chrome altere as configurações (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

Verifique se as guias voltaram ao topo da página (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

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O que é banco de dados? Conheça os tipos e o funcionamento de databases

Imagem de servidores em um data center
Servidores são usados para armazenar bancos de dados (imagem: Unsplash/Taylor Vick)

Os bancos de dados são estruturas que organizam um grande volume de dados de forma que possam ser acessados e alterados com eficiência a partir de comandos de um usuário.

Existe uma série de tipos de bancos de dados, indicados para diferentes usos práticos. Enquanto alguns modelos são úteis para lojas online, outros são usados para sistemas financeiros, por exemplo.

Uma database tem seu funcionamento baseado em três pilares: usuário, um sistema que gerencia esses dados, e um banco de dados, hospedado em um servidor. A seguir, conheça os tipos de bancos existentes e seu funcionamento na prática.

O que é banco de dados?

Banco de dados é uma database organizada por um sistema eletrônico, de modo os dados possam ser encontrados e alterados por um comando, quando necessário.

É possível adicionar, organizar e excluir informações de um banco de dados — geralmente por meio de linguagens de consulta, como SQL (Structured Query Language) –, já que o Sistema Gerenciador de Banco de Dados (SGBD) permite a alteração constante desses dados.

Para que serve um banco de dados?

A principal funcionalidade de um banco de dados é armazenar qualquer tipo de informação em grande volume. Um e-commerce, por exemplo, tem um banco de dados de clientes cadastrados, além de organizar dados sobre estoque, que são alterados a partir da compra e venda de produtos.

Empresas do setor financeiro também mantêm um banco de dados atualizado sobre clientes, com informações sobre saldos, transações e empréstimos. O mesmo ocorre com serviços de streaming, que precisam atualizar constantemente o catálogo de filmes e séries, também armazenados nesse sistema.

Datacenter da Odata em Santana do Parnaíba, SP (imagem: divulgação/Odata)
Datacenter é usado para processar, armazenar e gerenciar grandes volumes de dados (imagem: divulgação/Odata)

Usar um banco de dados organizado permite gerenciá-los rapidamente, aumentando a acessibilidade e garantindo proteção, principalmente sobre informações consideradas sigilosas.

Quais são os principais tipos de bancos de dados?

Existem diferentes tipos de bancos de dados, classificados de acordo com seus modelos, estruturas de armazenamento e a forma de gerenciamento de informações:

  • Banco de dados relacional (SQL): um banco de dados relacional organiza dados em linhas e colunas baseadas em tabelas de chave primária e chave estrangeira. Ideal para dados estruturados que exigem consistência, integridade e transações confiáveis, como sistemas bancários e ERPs;
  • Banco de dados não relacional (NoSQL): um banco de dados não relacional organiza dados de forma flexível (semi-estruturados ou não estruturados), como documentos JSON, pares chave-valor ou grafos. Tipo de banco usado em e-commerce, já que apresenta uma grande variedade de produtos com atributos diferentes um do outro;
  • Banco de dados em memória: tipo de banco de dados que guarda dados na memória RAM de um dispositivo. Pode ser usado como banco principal ou como camada de cache;
  • Banco de dados de grafos: banco de dados focado no armazenamento de grafos, ou seja, relacionamentos entre entidades. É usado para mapear e consultar dados interconectados, como ocorre nos algoritmos de recomendação — o famoso “Pessoas que talvez você conheça” das redes sociais;
  • Banco de dados em tempo real: tipo de banco de dados que organiza e sincroniza dados em tempo real entre servidor e usuário, como em aplicativos de mensagens. Ao enviar uma mensagem no WhatsApp ou no Instagram, o banco de dados armazena e entrega a informação imediatamente;
Aplicativo da Netflix no Android (Imagem: Bruno Gall De Blasi/Tecnoblog)
Serviços de streaming usam banco de dados para armazenar filmes e séries (Imagem: Bruno Gall De Blasi/Tecnoblog)
  • Banco de dados em nuvem: um banco de dados em nuvem é otimizado para ser usado na web via Cloud Computing. Não é necessário ter um servidor físico, já que o banco pode ser comprado ou alugado como um serviço. É um tipo de banco de dados muito usado por serviços de streaming e sites;
  • Banco de dados colunar: banco de dados que organiza as informações em colunas e não em linhas. É muito usado por profissionais de Business Intelligence (BI) para análises de dados, como em relatórios de vendas, por exemplo;
  • Banco de dados de série temporal (TSDB): tipo de banco de dados usado para armazenar e organizar dados ao longo do tempo. É possível usar para analisar mudanças de comportamento e tendências. Sistemas de monitoramento cardíaco usam TSDB para registrar alterações na pulsação do coração, por exemplo;
  • Banco de dados distribuído (BDD): conjunto de bancos de dados localizados em diferentes locais, mas interconectados. Esse tipo de banco é necessário para garantir que os sistemas continuem funcionando no caso de falha de algum servidor específico;
  • Blockchain: tecnologia de registro digital que armazena informações em blocos interligados e protegidos por criptografia. Tem a vantagem de criar um histórico de transações que não pode ser alterado ou apagado, eliminando a necessidade de uma autoridade central de confiança, como acontece no Bitcoin.

Como funcionam os bancos de dados?

O funcionamento de um banco de dados ocorre por meio da interação em três camadas de acesso: o software usado pelo usuário, o Sistema de Gerenciamento de Banco de Dados (SGBD) e um banco, hospedado em um servidor — que pode variar conforme a arquitetura.

O sistema recebe instruções a partir do que o usuário deseja e realiza mudanças nos dados presentes em um servidor.

Vamos usar um banco de dados de uma loja online para exemplificar o funcionamento da tecnologia:

O usuário faz um cadastro com seus dados em uma loja. O sistema usa o comando INSERT para registrar essas informações em uma tabela chamada “Clientes“.

Quando o mesmo busca por um celular, o sistema usa o comando SELECT para realizar uma busca na tabela “Produtos” e exibe todos os produtos com o nome “celular” cadastrados no banco de dados.

Ele decide adquirir o celular. Então, o Sistema Gerenciador de Banco de Dados (SGBD) reduz o estoque para aquele produto com o comando UPDATE na tabela “Produtos“.

    Dessa forma, se o dispositivo for a última unidade disponível no site, outro usuário não consegue comprar o mesmo celular, já que o estoque foi atualizado para 0 e não pode mais ser exibido na busca.

    Apple Watch Series 9 e Apple Watch Ultra 2 foram lançados no evento Wonderlust (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
    Empresas usam bancos de dados para cadastrar o estoque de dispositivos eletrônicos (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

    Quais são exemplos de bancos de dados?

    Os bancos de dados mais famosos são:

    • Oracle Database: SGDB focado no ambiente corporativo. É usado por grandes empresas de tecnologia por oferecer suporte para altas cargas de trabalho, além de protocolos avançados de segurança;
    • MySQL: sistema de banco de dados SQL de código aberto. É amplamente utilizado em aplicações web devido a sua eficiência nas operações de leitura e gravação, além da facilidade de implementação em servidores;
    • Microsoft SQL Server: SGDB desenvolvido pela Microsoft. Tem maior integração com o Azure, plataforma de computação em nuvem da marca e inclui uma série de ferramentas para profissionais de BI;
    • MongoDB: o MongoDB é um sistema de banco de dados não relacional, que permite estrutura flexível de dados, sem esquema fixo, facilitando adaptações. Essa característica garante que a estrutura dos dados seja alterada de forma mais fácil e prática;
    • Redis: banco de dados NoSQL que armazena dados em memória. É frequentemente usado para dados em cache e como um gerenciador de mensagens, já que sua latência é mais baixa que os bancos que necessitam de registro em HD/SSD;
    • Google BigQuery: Data Warehouse analítico focado em consultas e análise de grandes volumes de dados. Foi projetado para analisar quantidades massivas de dados de forma ágil via SQL, não sendo recomendado para aplicações transacionais.

    Quais aplicações usam bancos de dados?

    Os bancos de dados podem ser usados em diversas aplicações do dia a dia:

    • Setor financeiro: sistemas bancários utilizam bancos de dados para armazenar informações de clientes, como saldos, histórico de transações, validação de compras no cartão de crédito, além da compra e venda de ações;
    • Lojas online: uso de banco de dados para controle de estoque, além do armazenamento de informações pessoais de clientes e na gestão de pedidos;
    • Redes sociais: as redes sociais utilizam bancos de dados para armazenar as informações de usuário, publicações, fotos, vídeos, conversas, etc. Fazem uso desses dados para alimentar os algoritimos de recomendação;
    • Serviços de streaming: gerenciam o catálogo de filmes, séries e documentários pelo banco de dados. Também registram o histórico de uso do usuário para fazer sugestões via algoritimo;
    • Medicina: gerenciam o histórico clínico de um paciente, além de todo o estoque de produtos, como remédios e ferramentas. Também usam o sistema de banco de dados para controle de leitos hospitalares e na escala de funcionários;
    • Logística: empresas de logística utilizam bancos de dados para controlar o monitoramento de veículos e entregas. Realizam o cadastro de cada produto que precisa ser transportado, além de atualizar seu status no sistema após a entrega;
    • Educação: uso de banco de dados para controle de alunos, documentos, notas, frequências escolares e planos de ensino.

    Qual é a diferença entre banco de dados e planilhas?

    Um banco de dados é uma base de informações que suporta milhares de registros com segurança e com melhor desempenho quando bem projetados. Além disso, o sistema permite que centenas de pessoas acessem as informações de forma simultânea.

    Os bancos de dados também podem ser automatizados e têm regras pré-definidas, de modo que os dados sejam registrados, lidos ou apagados de forma padronizada, mitigando erros.

    Já o uso de planilhas para registrar dados é utilizado principalmente quando o volume de dados é baixo, já que tem uma interface mais simples e menos segurança. Negócios ainda na fase inicial utilizam planilhas por conta da praticidade no uso de fórmulas mais simples.

    Qual é a diferença entre banco de dados e Big Data?

    Banco de dados é um sistema de gerenciamento de informações que permite acessar, registrar e remover dados de uma base a partir de regras pré-definidas.

    Big Data refere-se ao processamento e análise de grandes volumes de dados, além da utilização de técnicas específicas para obter informações valiosas a partir das informações armazenadas. Um dos objetivos do Big Data é usar os bancos de dados para auxiliar a tomada de decisão das empresas.

    O que é banco de dados? Conheça os tipos e o funcionamento de databases

    Os servidores de um data center são organizados em racks ou gabinetes (imagem: Unsplash/Taylor Vick)

    Datacenter da Odata em Santana do Parnaíba, SP (imagem: divulgação/Odata)

    Aplicativo da Netflix no Android (Imagem: Bruno Gall De Blasi/Tecnoblog)

    Apple Watch Series 9 e Apple Watch Ultra 2 foram lançados no evento Wonderlust (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
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    Um curioso erro do Lotus 1-2-3 se repete no Excel até hoje

    Microsoft Excel
    Um curioso erro do Lotus 1-2-3 se repete no Excel até hoje (imagem: reprodução/Microsoft)
    Resumo
    • Microsoft Excel mantém “bug do ano 1900”, que trata esse ano como bissexto (não é);
    • Microsoft avisa que não corrigirá bug porque mudança alteraria cálculos de datas em planilhas existentes e afetaria compatibilidade com outros arquivos de planilha;
    • problema vem do Lotus 1-2-3, lançado em janeiro de 1983; Excel adotou o mesmo sistema de datas para manter compatibilidade.

    Quando uma falha é descoberta em um software, os seus desenvolvedores trabalham na solução. Mas não neste caso: o Microsoft Excel tem um bug que o faz assumir 1900 como um ano bissexto (não é). Mas a correção poderia causar grandes transtornos. Isso explica o fato de o problema ter sido descoberto no Lotus 1-2-3 e nunca ter sido corrigido.

    A própria Microsoft explica o contexto nesta página de ajuda:

    Quando o Lotus 1-2-3 foi lançado, o programa assumia que o ano de 1900 era bissexto, embora na realidade não fosse. Isso facilitava o processamento de anos bissextos e não afetava praticamente nenhum cálculo de datas no Lotus 1-2-3.

    O Lotus 1-2-3 foi lançado em janeiro de 1983, inicialmente para MS-DOS. Já o Microsoft Excel foi introduzido pouco tempo depois, em setembro de 1985, mas para Mac. A versão para PCs só chegou em 1987. Isso pode ter contribuído para o Lotus 1-2-3 reinar nos anos 1980. O Excel só assumiu a liderança do mercado na década de 1990.

    Dada a relevância do software de planilhas rival, a Microsoft tomou o cuidado de fazer o Excel utilizar o mesmo sistema de datas do Lotus 1-2-3. Era uma forma de garantir alguma compatibilidade entre os dois programas e, nesse sentido, permitir que planilhas de um pudessem ser migradas para o outro.

    Bom, o Lotus 1-2-3 virou assunto de museu, mas o Excel é, até hoje, a solução de planilhas mais popular que existe. O problema é que, paralelamente a tamanha longevidade, o Excel manteve o “bug do ano 1900”.

    Talvez esse não seja exatamente um bug. Até hoje não há confirmação sobre se tratar 1900 como um ano bissexto foi um erro ou uma decisão dos desenvolvedores do Lotus 1-2-3 para simplificar o cálculo de datas em uma época em que os recursos de processamento e memória eram severamente limitados.

    Você pode reproduzir o erro com um teste simples: abra o Excel e, em uma célula, digite:

    =DATA(1900;2;29)

    O Excel deveria retornar a data 01/03/1900, mas exibirá 29/02/1900, data que não existiu.

    Reproduzindo o "bug do ano 1900" no Excel
    Reproduzindo o “bug do ano 1900” no Excel (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

    Por que a Microsoft não vai corrigir o “bug do ano 1900” no Excel?

    É tecnicamente possível corrigir a tal falha, admite a Microsoft. Mas a companhia declarou que não o fará porque as consequências poderiam ser maiores do que os benefícios. Muito maiores!

    Em planilhas já existentes, funções que tratam de datas poderiam acabar gerando valores diferentes. Isso porque a correção faria o Excel executar cálculos com um dia a menos no calendário, afinal, o bug considera que o dia 29 de fevereiro de 1900 existiu.

    Além disso, o Excel também poderia exibir valores diferentes em planilhas oriundas de softwares concorrentes, tornando os dados pouco confiáveis.

    Para muitos profissionais e organizações, esses problemas poderiam causar enormes transtornos.

    Mas a própria Microsoft ressalta: os demais anos, bissextos ou não, são tratados corretamente pelo Excel. Somente planilhas que precisam realizar cálculos que envolvam o ano de 1900 é que podem ter problemas com o tal bug.

    Um curioso erro do Lotus 1-2-3 se repete no Excel até hoje

    Um curioso erro do Lotus 1-2-3 se repete no Excel até hoje (imagem: reprodução/Microsoft)

    Reproduzindo o "bug do ano 1900" no Excel (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
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    MEC Livros: plataforma do governo oferece clássicos e best-sellers de graça

    Imagem de uma pessoa segurando um celular com o logo MEC Livros na tela
    MEC Livros disponibiliza best sellers de graça para empréstimo (imagem: divulgação/MEC)
    Resumo
    • O MEC lançou o MEC Livros, biblioteca pública virtual com quase 8 mil títulos. O acesso ocorre pelo navegador com login Gov.br ou pelo app Android.
    • O serviço usa licenciamento digital. Cada usuário pega 1 livro por vez, por 14 dias, com renovação. Obras com alta demanda entram em fila de espera.
    • O acervo inclui clássicos, best-sellers e obras em domínio público. Não há download para Kindle. O portal Domínio Público oferece arquivos em PDF para leitura offline.

    O Ministério da Educação lançou o MEC Livros, uma biblioteca pública virtual que dá acesso gratuito a quase 8 mil títulos – de Machado de Assis a Harry Potter. O serviço funciona pelo navegador, com login pelo Gov.br, ou pelo app de mesmo nome, disponível, até o momento, apenas para Android.

    O modelo segue a lógica de uma biblioteca física, mas com uma camada tecnológica por trás. O MEC Livros não é um repositório comum de arquivos: ele opera sob um regime de licenciamento digital, gerenciando direitos autorais em tempo real conforme a Lei de Direitos Autorais.

    Dessa forma, obras com alta demanda têm um limite de empréstimos simultâneos, definido por cláusulas contratuais com as editoras. De acordo com o MEC, quando a cota de licenças é atingida, o sistema organiza uma fila de espera e libera o acesso assim que outro leitor devolve o exemplar digital.

    Leitores têm duas semanas para ler o livro (imagem: Felipe Faustino/Tecnoblog)

    Como funciona o MEC Livros?

    Cada usuário pode ter um livro emprestado por vez, com prazo de 14 dias para leitura e opção de renovação. Só é possível pegar um novo título após devolver o que está em andamento.

    O acervo conta com quase 8 mil obras nacionais e internacionais, divididas em 19 categorias. Os destaques incluem:

    • Clássicos brasileiros: A Escrava Isaura, O Triste Fim de Policarpo Quaresma e Primeiras Estórias.
    • Suspense e terror: O Médico e o Monstro e O Corvo e Outros Contos Extraordinários.
    • Sucessos que viraram filmes: Harry Potter e a Pedra Filosofal, O Morro dos Ventos Uivantes, Alice no País das Maravilhas e Frankenstein.
    • Clássicos Internacionais: Orgulho e Preconceito, Crime e Castigo e A Divina Comédia.

    Para obras contemporâneas, o MEC conta com parceiros que licenciam os títulos junto às editoras. O catálogo também inclui cerca de mil obras com empréstimos ilimitados e títulos em domínio público.

    Em comunicado, o ministério anunciou que firmou parceria com a Fundação Biblioteca Nacional e está em negociações com a Academia Brasileira de Letras e editoras como a Cepe para ampliar o catálogo.

    Kindle fica de fora

    Kindle sobre um pufe redondo, exibindo página do livro "Turma da Mônica - Lendas para Crianças" em cores
    MEC Livros oferece leitura pelo navegador (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

    A leitura pelo MEC Livros é feita pelo site ou aplicativo, portanto, não existe opção de baixar o arquivo para importar para e-readers como Kindle e Kobo. A limitação deve garantir o cumprimento dos contratos de licenciamento e a devolução automática dos títulos ao acervo.

    Na teoria, usuários de dispositivos que possuem Wi-Fi podem tentar acessar a biblioteca pelo navegador do aparelho, mas a experiência tende a ser instável.

    Para quem prefere leitura offline no e-reader, a alternativa é o portal Domínio Público. O site oferece obras sem restrições de direitos autorais para download gratuito em PDF, que podem ser convertidos para ePub e transferidos ao Kindle via cabo ou por email.

    O catálogo inclui títulos como Memórias Póstumas de Brás Cubas, Don Quixote, Macbeth e A Odisseia – que ganhará adaptação pelo diretor Christopher Nolan, de Oppenheimer, ainda este ano.

    MEC Livros: plataforma do governo oferece clássicos e best-sellers de graça

    (imagem: Felipe Faustino/Tecnoblog)

    Kindle Colorsoft promete até 8 semanas de bateria (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
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    WhatsApp testa cancelamento de ruído para chamadas de voz e vídeo

    O WhatsApp começou a testar um recurso de cancelamento de ruído para chamadas de voz e vídeo. A função tem como objetivo tornar a voz do interlocutor mais clara durante ligações em tempo real. As informações são do WABetaInfo.

    Identificada em desenvolvimento há algumas semanas, a novidade agora está disponível para testadores. O recurso aparece na versão 2.26.14.1 do WhatsApp Beta para Android.

    O cancelamento de ruído atua reduzindo sons externos captados pelo microfone. Isso pode ser especialmente útil quando um dos participantes está em um ambiente barulhento e precisa melhorar a clareza da comunicação.

    The image shows a feature that allows users to enable noise cancellation during voice and video calls on WhatsApp beta for Android
    O WhatsApp experimenta a redução de ruído para chamadas ao vivo. (Fonte: WABetaInfo/Reprodução)

    Assim como em outros serviços de chamadas, a função pode ser desativada a qualquer momento. Essa flexibilidade permite que o usuário escolha entre filtrar o ruído ambiente ou manter a captação de sons externos, dependendo da necessidade.

    Com a chegada aos testes, o recurso fica mais próximo de ser liberado para o público geral. No entanto, ainda não há previsão oficial para o lançamento.

    Quer acompanhar todas as novidades do WhatsApp e dos aplicativos mais usados do mundo? Siga o TecMundo nas redes sociais e fique por dentro de tudo o que acontece no universo da tecnologia.

    © stockcam/GettyImages

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    Google começa a liberar abas verticais no Chrome (finalmente)

    Google começa a liberar abas verticais no Chrome
    Google começa a liberar abas verticais no Chrome (imagem: reprodução/Google)
    Resumo
    • Google começou a liberar abas verticais no Chrome para desktops em 07/04; recurso mostra as abas em uma coluna lateral e pode ser ativado com clique do mouse;
    • coluna lateral das abas pode ser recolhida por um ícone no topo, função que libera espaço de tela;
    • Google também atualizou o modo de leitura do Chrome para uma interface mais amigável.

    Demorou, mas o dia chegou: o Google começou a liberar o modo de abas verticais no Chrome para desktops. Essa não é a única novidade: o navegador agora também conta com um modo de leitura aprimorado para permitir que você leia páginas web sem distrações.

    O modo de abas verticais faz o Chrome exibir a lista de páginas abertas em uma coluna lateral, um modo de visualização alternativo em relação à tradicional abordagem que coloca uma guia ao lado da outra no topo do navegador.

    As abas verticais vinham sendo testadas no Chrome pelo menos desde 2025 e, convenhamos, demoraram para serem disponibilizadas oficialmente. O recurso já existe em outros navegadores. É o caso do Firefox, que suporta abas verticais desde a versão 136, lançada em março do ano passado.

    Chegando tarde ou não, a novidade pode ser ativada no Chrome da seguinte forma: clique com o botão direito do mouse na área de abas e, no menu que surgir, escolha a opção de abas verticais. Observe que a coluna lateral que exibe as abas pode ser contraída por meio de um ícone no topo para liberar espaço de visualização de página, o que pode ser útil em notebooks com telas pequenas.

    Coluna de abas verticais no Chrome para desktops
    Coluna de abas verticais no Chrome para desktops (imagem: reprodução/Google)

    E o novo modo de leitura do Chrome?

    O modo de leitura já existia no Chrome, mas foi atualizado para exibir uma interface de página inteira ainda mais amigável, de modo que você possa ler até conteúdos longos sem cansar a visão e com menos chances de se distrair.

    A forma de ativação não mudou: clique com o botão direito do mouse sobre a página web e escolha a opção “Abrir no modo de leitura” ou equivalente.

    Modo de leitura no Chrome
    Modo de leitura no Chrome (imagem: reprodução/Google)

    Disponibilidade dos novos recursos do Chrome

    As duas novidades começaram a ser liberadas oficialmente nesta terça-feira (07/04), mas de modo progressivo. Isso significa que pode levar alguns dias para ambas chegarem à sua instalação do Chrome.

    Para acelerar a liberação, certifique-se de que o Chrome está atualizado em seu computador. Para isso, abra o menu principal do navegador e vá em Ajuda / Sobre o Google Chrome.

    Google começa a liberar abas verticais no Chrome (finalmente)

    Google começa a liberar abas verticais no Chrome (imagem: reprodução/Google)

    Coluna de abas verticais no Chrome para desktops (imagem: reprodução/Google)

    Modo de leitura no Chrome (imagem: reprodução/Google)
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    Gemini ganha novos recursos de apoio à saúde mental

    O Google anunciou, nesta terça-feira (07), novas medidas voltadas à promoção de saúde mental para pessoas em crise. As soluções, agora concentradas no Gemini, identificam usuários que podem precisar de suporte e oferecem atalhos rápidos para buscar ajuda.

    “As pessoas estão interagindo com o Gemini de maneiras mais profundas e complexas, buscando informações sobre diversos assuntos — inclusive quando estão passando por crises de saúde mental”, descreve a empresa.

    Diante desse cenário, o Google afirma que pretende facilitar o acesso a recursos reais de apoio, além de preparar suas inteligências artificiais para incentivar a busca por ajuda humana e evitar a validação de comportamentos nocivos.

    O Gemini oferecerá um cartão de contato rápido para entidades de valorização da vida se detectar sinais de problemas emocionais. (Fonte: Google/Reprodução)

    Segundo a companhia, o Gemini também foi treinado para não concordar ou reforçar crenças falsas apresentadas pelos usuários.

    Acesso rápido à ajuda profissional

    A principal novidade é um sistema de detecção de situações de crise integrado ao Gemini. Ao identificar possíveis sinais de problemas psicológicos, a ferramenta passa a exibir um módulo com botões e informações para contato com serviços de apoio.

    Esse módulo permite que o usuário entre em contato com especialistas em saúde mental com apenas um toque. O recurso apresenta opções para ligar, enviar mensagem de texto ou acessar o site de uma linha de ajuda, permanecendo visível durante toda a conversa.

    Investimento para autoridades locais

    O Google também anunciou a doação de US$ 30 milhões (R$ 154 milhões em conversão direta) para linhas de ajuda ao redor do mundo. Além disso, a empresa expandiu sua parceria com a ReflexAI, com o objetivo de apoiar organizações sociais e ampliar serviços de suporte à saúde mental.

    O acordo inclui um investimento direto de US$ 4 milhões (R$ 20 milhões), além da integração do Gemini ao conjunto de ferramentas de treinamento da organização.

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    © © Ibai Acevedo / Stocksy United

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    Chrome 148: Google vai otimizar vídeos e áudios com técnica simples

    Marca do Google Chrome
    Chrome 148: Google vai otimizar vídeos e áudios com técnica simples (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
    Resumo
    • Google Chrome 148 implementará técnica de “lazy loading” para vídeos e áudios, otimizando o carregamento desses conteúdos em páginas web;
    • “lazy loading” reduz o consumo de CPU e memória, melhora a experiência do usuário e pode economizar dados;
    • versão estável do Chrome 148, com essa funcionalidade, está prevista para 22 de abril de 2026.

    Melhorar o desempenho do navegador é um desafio em uma web com cada vez mais recursos de mídia, que demandam largura de banda e processamento. Mas mudanças sutis podem fazer a diferença. Um exemplo virá do Chrome 148: o Google está testando, nessa versão, um modo de carregamento lento ou sob demanda (lazy loading) de vídeo e áudio.

    Técnicas de lazy loading não são novidade para quem trabalha com desenvolvimento web. Basicamente, esta é uma abordagem em que determinado tipo de conteúdo de uma página só é carregado quando visualizado ou é estritamente necessário para uma aplicação.

    Como exemplo, suponha que você esteja visualizando uma página que contém fotos. No comportamento típico, essas imagens seriam carregadas todas de uma vez pelo navegador. Com o carregamento sob demanda, elas só são carregadas quando você rola a página para visualizá-las.

    O Chrome e os demais navegadores baseados no Chromium suportam o lazy loading para imagens e iframes (páginas incorporadas) pelo menos desde 2019 (começou com o Chrome 74, ainda em fase experimental).

    O que os desenvolvedores do browser estão fazendo, agora, é testando a técnica para o carregamento de vídeos ou áudios incorporados a páginas web.

    Ilustração do navegador Google Chrome com uma página do Tecnoblog aberta
    Google Chrome para PC (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

    Qual a vantagem disso? Por ser uma forma de carregamento inteligente, digamos assim, o lazy loading otimiza o consumo de CPU ou de memória RAM pelo navegador, pois somente recursos visualizados naquele momento são processados imediatamente.

    Além disso, o carregamento gradual otimiza a renderização do conteúdo como um todo, melhora a experiência do usuário ao prevenir instabilidades e ajuda a economizar dados, pois, se o usuário sair da página antes de chegar ao seu final, nem todos os seus elementos serão carregados.

    No caso de vídeos, é de se esperar melhoras em conteúdos do tipo hospedados no site que os exibe. Mas, no caso de vídeos incorporados do YouTube, pode não haver diferença, pois o serviço já tem um mecanismo assíncrono que otimiza o seu carregamento.

    Quando o Chrome 148 será lançado oficialmente?

    Atualmente, o Chrome 148 está em fase beta. A expectativa é a de que a sua correspondente versão estável seja lançada em 22 de abril de 2026 trazendo o lazy loading de vídeos e áudios entre seus atributos.

    Com informações de PCWorld

    Chrome 148: Google vai otimizar vídeos e áudios com técnica simples

    Google Chrome (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

    Google Chrome para PC oferece mais de 90 atalhos para Windows, Linux e macOS (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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    Google Lyria 3 Pro: nova IA pode gerar músicas com até 3 minutos de duração

    O Google lançou o Lyria 3 Pro, seu mais novo modelo de geração de músicas, nesta quarta-feira (25). A inteligência artificial (IA) chega apenas um mês após o lançamento do Lyria 3, que serve como base para a criação de músicas com base em textos no Gemini.

    Segundo o Google, o novo modelo permite não só criar faixas mais longas, como também garante maior controle criativo sobre as gerações. O usuário pode especificar elementos como introduções, versos e refrões no prompt, e a IA seguirá essas instruções.

    O Lyria 3 é a base para a geração de músicas no Gemini, função inaugurada em fevereiro deste ano. O modelo original pode gerar faixas de até 30 segundos de duração — contra os 3 minutos de duração máxima do Lyria 3 Pro.

    Onde o Lyria 3 Pro está disponível?

    O Lyria 3 Pro será implementado em várias plataformas do Google, incluindo o Gemini.

    • No Gemini, o Lyria 3 Pro poderá gerar músicas com base em descrições em texto — inicialmente para assinantes.;
    • No Google AI Studio e na API Gemini, desenvolvedores podem acionar funções com o novo modelo. O Vertex AI também recebeu o modelo em fase de testes;
    • O Google Vids, app de geração de vídeos, agora pode criar músicas para compor cenas usando o Lyria 3 Pro;
    • Por fim, a ferramenta também foi integrada ao ProducerAI, uma solução de criação musical colaborativa da empresa.

    O Google ressaltou que o treinamento do Lyria 3 Pro contou apenas com dados de parceiros e conteúdos permitidos do YouTube. Além disso, a empresa afirma que o modelo não pode ser usado para imitar um artista — embora consiga se inspirar em estilos reais.

    Assim como outros conteúdos multimídia gerados por modelos do Google, as criações do Lyria 3 Pro são marcadas com o SynthID, identificador que indica que o material foi produzido por inteligência artificial.

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    © Google/Divulgação

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    Xiaomi aposenta oficialmente a MIUI com últimas atualizações

    A fabricante chinesa Xiaomi encerrou em definitivo o ciclo de uma das suas criações mais icônicas. A MIUI, interface da marca para o sistema operacional Android, deixou oficialmente de receber atualizações.

    A MIUI já estava praticamente descartada pela companhia, que ao longo dos últimos dois anos trocou a skin por um sistema próprio, o HyperOS. Porém, dois dispositivos ainda não tinham atingido o status de end-of-live (EOL), ou "fim da vida útil", em uma tradução direta para o português.

    Os aparelhos em questão são o Redmi A2 e o Redmi A2+. Ambos estavam parados no Android 13 e receberam a última atualização de segurança em dezembro de 2025, com o patch V14.0.44.0.TGOMIXM fazendo correções de pequeno porte no dispositivo.

    Porém, a data de EOL da dupla era 24 de março de 2026, a última terça-feira. Isso significa que, a partir de agora, todos os aparelhos da Xiaomi e de subsidiárias derivadas, como a Redmi, não terão mais qualquer suporte de sistema operacional e nem receberão qualquer tipo de atualização.

    A trajetória de sucesso da MIUI

    • A MIUI foi lançada em agosto de 2010 como uma interface própria da companhia chinesa para o sistema móvel do Google. Ela foi criada antes mesmo do lançamento dos primeiros smartphones da marca.
    • Por anos, a MIUI foi mais parecida com o rival do Android, o iOS da Apple, em aparência dos ícones, menus e organzação de aplicativos.
    • A quantidade de atualizações com novos recursos e o suporte para modificações da comunidade fez ela ficar popular entre os usuários. A quantidade de temas disponíveis também agradou quem era fã de customização visual do sistema.
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    A última atualização da MIUI foi a 14, do fim de 2022. (Imagem: Divulgação/Xiaomi)
    • No auge da popularidade em 2021, a MIUI chegou a acumular mais de 500 milhões de usuários ativos. Nesse período, a Xiaomi já era uma das cinco maiores fabricantes de celular do mundo em volume de vendas.
    • Apesar dos elogios, a MIUI também era criticada por algumas decisões contestáveis: o sistema adotou anúncios em locais como menus de navegação e vinha pré-carregado com uma série de ferramentas nativas ou de parceiras da Xiaomi.
    • A situação começa a mudar em 2023, quando a Xiaomi anunciou o HyperOS. A ideia do projeto não era apenas substituir a MIUI, mas também ser uma plataforma adaptável, para ser usada em outros produtos — como televisores e até nos carros elétricos da fabricante.

    Atualmente, a companhia está em fases iniciais de disponibilização da versão estável do HyperOS 3.1, que é baseado no Android 16.

    O que o TecMundo achou do Poco F8 Pro, novo celular da submarca da Xiaomi no Brasil? Confira o nosso review completo!

    © Xiaomi

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    Samsung Browser é lançado para Windows com IA e sincronização

    Samsung Browser para Windows
    Samsung Browser para Windows (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
    Resumo
    • Samsung Browser foi lançado globalmente para Windows 10 e 11, com sincronização de dados entre dispositivos Galaxy;
    • navegador oferece bloqueador de anúncios nativo, exportação de dados de outros navegadores e integração com Samsung Pass;
    • recursos de IA, como integração com Perplexity, estão disponíveis apenas na Coreia do Sul e nos EUA.

    O Samsung Browser (outrora chamado de Samsung Internet) foi lançado oficialmente para Windows. A novidade chega ao PC não só para disputar espaço com navegadores como Chrome e Edge, mas também para seguir a tendência de oferecer experiências com inteligência artificial.

    Este lançamento não chega a ser surpresa. O Samsung Browser para PCs foi introduzido em outubro de 2025, à época, como uma versão beta disponível somente na Coreia do Sul e nos Estados Unidos.

    Agora, o navegador foi lançado em escala global e pode ser usado por qualquer pessoa, gratuitamente. A novidade é compatível com o Windows 11 e com o Windows 10.

    O que o Samsung Browser para PCs oferece?

    Começa pela interface, que tem um visual limpo e posiciona as abas na barra de título do navegador, melhorando o aproveitamento de espaço da tela. O Samsung Browser também exibe, por padrão, uma barra lateral de acesso rápido, à direita, que pode ser ocultada.

    Em termos funcionais, o navegador pergunta, já durante a instalação, se o usuário quer ativar o bloqueador de anúncios nativo. Na sequência, o usuário tem a opção de exportar dados de outro navegador previamente instalado no computador, como os já mencionados Chrome e Edge.

    A barra lateral do Samsung Browser pode ser personalizada
    A barra lateral do Samsung Browser pode ser personalizada (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

    E, sim, para quem tem um celular ou tablet Galaxy, ou usa o navegador da Samsung em algum aparelho Android, é possível sincronizar os dados de navegação entre esse dispositivo e o PC. Basta fazer login com uma conta Samsung (Samsung Account). Nesse sentido, é possível até continuar acessando, no desktop, uma página que estava aberta no smartphone e vice-versa.

    A integração entre dispositivos é complementada com o Samsung Pass, que permite ao usuário fazer login em sites ou serviços web com preenchimento automático de credenciais de acesso.

    Sobre os recursos de inteligência artificial, o principal atrativo está na integração do Samsung Browser com os recursos do Perplexity. Com isso, o usuário pode fazer perguntas relacionadas ao conteúdo de uma página aberta, por exemplo.

    Também é possível recorrer à IA para tarefas mais específicas, como montar um roteiro de viagens com base em informações de páginas abertas ou visitadas anteriormente, criar resumos de textos longos, organizar abas conforme o tema, entre várias outras possibilidades.

    A Samsung dá exemplos de prompts que podem ser usados no navegador:

    • “resuma esta página em três tópicos”
    • “quais são os principais requisitos para esta vaga de emprego?”
    • “resuma esta conversa por e-mail e elabore uma resposta”
    • “crie um resumo executivo deste relatório financeiro”
    • “resuma este vídeo do YouTube”

    Agora, pegue a toalha, pois aí vem o balde de água fria: no momento, os recursos de IA do Samsung Browser estão disponíveis somente na Coreia do Sul e nos Estados Unidos. Há planos, mas não datas para essa integração ser liberada em outros países.

    Ah, para não restar dúvidas: o Samsung Browser é baseado no Chromium.

    Samsung Browser pode ser sincronizado com outros dispositivos
    Samsung Browser pode ser sincronizado com outros dispositivos (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

    Como baixar o Samsung Browser?

    O Samsung Browser pode ser baixado a partir do site oficial. Como já dito, o navegador é compatível com os Windows 11 e 10 (neste último, a partir da versão 1809).

    Samsung Browser é lançado para Windows com IA e sincronização

    Samsung Browser para Windows (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

    A barra lateral do Samsung Browser pode ser personalizada (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

    Samsung Browser pode ser sincronizado com outros dispositivos (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
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    O que é JSON? Conheça o formato padrão para a troca de dados na web

    ilustração sobre JSON
    Saiba como atua o padrão de texto para troca de dados na web (imagem: Reprodução/Crio.do)

    O JSON é um formato de texto leve usado para a troca de dados entre sistemas e servidores. Criado pelo programador Douglas Crockford em 2001, o padrão surgiu como uma alternativa eficiente para aplicações web.

    Sua estrutura organiza as informações em pares de chave-valor, facilitando a leitura humana e o processamento rápido por máquinas. Esse padrão usa chaves e colchetes para delimitar objetos e listas de forma simples.

    Diferente do XML, que usa tags complexas e extensas, o JSON consome menos banda e recursos de processamento. Por ser independente de linguagem, tornou-se o padrão universal para APIs e bancos de dados modernos.

    A seguir, conheça o conceito do padrão JSON, sua origem e funcionamento detalhado. Também saiba os pontos fortes e fracos do formato de intercâmbio de dados.

    O que é JSON e para que serve?

    O JSON é um formato de texto leve para troca de dados entre sistemas, estruturado em pares chave-valor. Sua sintaxe simples permite que humanos leiam as informações facilmente, enquanto máquinas as processam com alta eficiência e baixo consumo de recursos.

    Ele serve prioritariamente para comunicação entre servidores e aplicações via APIs, permitindo que diferentes tecnologias troquem dados sem incompatibilidades. Além disso, é o padrão para arquivos de configuração e armazenamento flexível em bancos de dados NoSQL, garantindo portabilidade e organização.

    O que significa “JSON”?

    JSON é a sigla para JavaScript Object Notation (Notação de Objeto JavaScript, em português), termo criado em 2001 pela State Software. O nome foi escolhido para evitar conflitos com padrões existentes e baseia-se na sintaxe de objetos de linguagem JavaScript para facilitar a comunicação em aplicações web.

    Como usar o GitHub / Christopher Gower / Unsplash
    JSON é usado para troca de informações ente servidores e aplicações via APIs (imagem: Cristopher Gower/Unsplash)

    Qual é a origem do JSON?

    O JSON foi idealizado pelo programador estadunidense Douglas Crockford em 2001 na State Software, visando substituir a complexidade do XML por um formato mais leve. Ele surgiu da necessidade de uma comunicação ágil e eficiente para o tráfego de dados em aplicações web.

    O formato baseou-se na sintaxe de objetos do JavaScript para viabilizar a troca de informações entre servidores e clientes via HTTP. A primeira transmissão ocorreu em abril de 2001 na Califórnia, servindo originalmente a um projeto de jogo de cartas virtual.

    Embora cogitassem o nome JSML, a sigla JSON foi adotada para evitar disputas de marca e destacar sua independência da linguagem. Em 2002, o lançamento do site JSON.org consolidou sua especificação técnica e impulsionou seu uso global.

    Como funciona o JSON?

    O JSON estrutura dados como texto legível, facilitando o intercâmbio de informações entre sistemas. Ele usa objetos delimitados por chaves ({}) para pares chave-valor e colchetes ([]) para listas ordenadas de valores.

    A sintaxe exige aspas duplas (“”) em chaves e strings, proibindo comentários ou vírgulas remanescentes ao final de coleções. Essa padronização rigorosa garante que os dados sejam interpretados corretamente por diferentes linguagens de programação.

    Aplicações convertem objetos nativos em strings JSON para transmissão via APIs de forma leve e rápida. Esse fluxo otimiza a comunicação entre servidores e navegadores, permitindo atualizações dinâmicas de conteúdo sem recarregar a página.

    imagem de um código JSON
    Os códigos JSON trabalham com chaves, colchets e aspas duplas para organizar os dados (imagem: Reprodução/Rick Strahl)

    Qual é o exemplo de um código JSON?

    O JSON organiza dados em uma sintaxe de texto legível composta por pares de chave-valor e listas ordenadas para troca de informações. O exemplo abaixo ilustra o uso de objetos aninhados, matrizes e tipos como strings, números e booleanos de forma estruturada.

    {
    
      "nome": "João Silva",
    
      "idade": 30,
    
      "ativo": true,
    
      "endereco": {
    
        "cidade": "São Paulo",
    
        "cep": "01001-000"
    
      },
    
      "interesses": ["tecnologia", "segurança digital"]
    
    }

    JSON é uma linguagem de programação?

    O JSON não é uma linguagem de programação, mas um formato de intercâmbio de dados baseado em texto. Ele atua exclusivamente na estruturação e transporte de informações entre sistemas, sendo incapaz de executar algoritmos ou cálculos.

    A principal diferença é que uma linguagem de programação é dotada de lógica condicional e processamento, recursos que o JSON não possui. Por ser apenas uma notação de objetos, ele serve como uma ponte de comunicação estática que depende de compiladores externos.

    imagem de um notebook exibindo softwares com códigos JSON
    O JSON é usado para estruturar e transportar informações entre sistemas, mas não atua como uma linguagem de programação (imagem: Arnold Francisca/Unsplash)

    Quais são as vantagens do JSON?

    Estes são os pontos fortes do formato JSON:

    • Leitura humana e simplicidade: a sintaxe de pares chave-valor é limpa e intuitiva, permitindo que desenvolvedores compreendam e editem dados rapidamente sem ferramentas auxiliares;
    • Baixo consumo de recursos: por ser um formato puramente textual e sem o excesso de tags do XML, ele reduz o uso de largura de banda e otimiza o armazenamento;
    • Alta velocidade de processamento: a estrutura simplificada permite que motores de busca e navegadores realizem a conversão (parsing) dos dados de forma quase instantânea;
    • Compatibilidade universal: funciona como um padrão agnóstico, sendo suportado nativamente por praticamente todas as linguagens de programação e APIs modernas;
    • Tipagem e estruturas complexas: suporta nativamente diversos tipos de dados (strings, números, booleanos) e permite a criação de hierarquias profundas por meio de arrays e objetos;
    • Integração direta com o código: os dados mapeiam-se perfeitamente para as estruturas de objetos das linguagens, facilitando a manipulação e o transporte de informações entre sistemas.

    Quais são as desvantagens do JSON?

    Estes são os pontos fracos do JSON:

    • Restrições de tipos de dados: suporta apenas tipos básicos, exigindo o uso de strings para datas ou dados binários, gerando inconsistências de conversão entre diferentes linguagens;
    • Ausência de comentários: a especificação proíbe anotações internas, dificultando a documentação de arquivos de configuração e a colaboração direta entre desenvolvedores no código;
    • Falhas de validação nativa: diferente do XML, não possui esquemas de validação integrados (como DTD), exigindo bibliotecas externas para garantir a integridade dos dados trafegados;
    • Ineficiência com dados binários: é ineficiente para arquivos grandes ou mídia, pois a codificação Base64 aumenta a dimensão dos dados em cerca de 33%, elevando o consumo de banda;
    • Riscos de segurança: o uso de funções parse inseguras em entradas não confiáveis pode permitir ataques de injeção de código ou vulnerabilidades de execução remota;
    • Escalabilidade organizacional: a falta de suporte a Namespaces ou gramáticas complexas dificulta a gestão de grandes volumes de metadados e a evolução de contratos em sistemas distribuídos.
    imagem de um código JSON
    O JSON se destaca pela simplicidade de leitura por humanos e máquinas, mas suporta apenas tipos básicos de dados (imagem: Ferenc Almasi/Unsplash)

    Qual é a diferença entre JSON e TOON?

    JSON é um formato leve de troca de dados baseado em texto, derivado do JavaScript, que usa pares de chave-valor e matrizes ordenadas para estruturação. É amplamente adotado em APIs e configurações devido à facilidade de leitura humana e ao suporte universal em diversas linguagens.

    TOON é um formato projetado especificamente para modelos de linguagem (LLMs), visando a redução do consumo de tokens. Ele mantém a lógica estrutural do JSON, mas elimina redundâncias sintáticas para otimizar custos e velocidade em fluxos de Inteligência Artificial.

    Qual é a diferença entre JSON e XML?

    JSON é um padrão de intercâmbio de dados leve e textual, inspirado em objetos JavaScript, focado na simplicidade para leitura humana e processamento rápido por máquinas. Ele usa pares de chave-valor e colchetes para representar objetos, suportando tipos básicos como números e strings.

    XML é uma linguagem de marcação baseada em tags personalizáveis para estruturar documentos hierárquicos complexos. Ele foca na representação detalhada dos dados e permite validações estritas por meio de esquemas, sendo amplamente usado em sistemas legados.

    Qual é a diferença entre JSON e YAML?

    JSON é um formato leve de troca de dados que usa chaves e colchetes para estruturar informações, priorizando a velocidade de processamento por máquinas. Sua sintaxe baseada em JavaScript garante compatibilidade universal, tornando-o padrão para comunicação em tempo real entre navegadores e APIs.

    YAML é uma linguagem de serialização centrada na legibilidade, que usa a indentação de espaços para organizar dados de forma visual e limpa. Diferente do JSON, permite o uso de comentários e múltiplos documentos, sendo a escolha ideal para orquestração de servidores e arquivos de configuração.

    O que é JSON? Conheça o formato padrão para a troca de dados na web

    (imagem: Reprodução/Crio.do)

    GitHub une gerenciamento de projetos e rede social (Imagem: Cristopher Gower / Unsplash)

    (imagem: Reprodução/Rick Strahl)

    (imagem: Arnold Francisca/Unsplash)

    (imagem: Ferenc Almasi/Unsplash)
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    Claude agora controla seu PC à distância para executar tarefas automaticamente

    Você agora pode permitir que o Claude use o seu computador para concluir tarefas à distância, anunciou a Anthropic nesta segunda-feira (23). A novidade usa o Claude Cowork e o Claude Code para tomar controle sobre o PC, seguindo comandos deixados no Claude acessível pela web ou celular.

    Originalmente, a única forma de dar instruções ao Claude Code ou Claude Cowork era pelo próprio computador — a atividade então prossegue em segundo plano, permitindo ao usuário dar conta de outras tarefas. Com a novidade, os comandos agora podem ser enviados remotamente pelo chatbot disponível no navegador ou no app mobile.

    Quando você pede para o Claude executar algo no computador, ele busca o método mais preciso para concluir a tarefa — como um conector próprio para IAs. Caso nenhuma interface adaptada esteja disponível, ele solicita permissão para abrir programas manualmente, controlar mouse e teclado e acessar o conteúdo da tela, de forma semelhante ao que um usuário faria.

    Na prática, é como se o assistente tivesse acesso constante ao computador, permitindo que você interaja com ele de qualquer lugar.

    Em um exemplo divulgado pela empresa, um usuário afirma estar atrasado para uma reunião, mas precisa exportar uma apresentação como PDF e anexá-la ao convite. O pedido é feito ao Claude, que assume o controle do computador, exporta o arquivo, localiza a reunião e anexa o documento — tudo sem instruções adicionais.

    Mecanismos de proteção

    A função foi construída com mecanismos de proteção para minimizar riscos, como acidentes ou ataques de prompt injection. “Quando o Claude usa o seu computador, nosso sistema vai automaticamente escanear ativações dentro do modelo para detectar esse tipo de atividade [maliciosa]”, destacou a empresa.

    Além disso, o usuário pode interromper o Claude a qualquer momento.

    Ao ativar o recurso, a Anthropic também exibe avisos importantes:

    • Algumas ações podem ser irreversíveis;
    • Aplicativos autorizados podem servir como meio de acesso para outros apps;
    • É necessário cuidado com documentos e sites que podem conter instruções maliciosas;
    • Conteúdos sensíveis devem ser fechados, já que o Claude pode visualizar a tela.

    Disponibilidade restrita

    Atualmente, os comandos remotos do Claude para o Code ou o Cowork estão em fase de testes e não funcionam perfeitamente. Tarefas mais complexas podem exigir mais de uma tentativa e a interação direta com interfaces pode ser mais lenta do que o uso de conectores dedicados.

    A ferramenta está disponível para assinantes Claude Pro (R$ 92/mês) e Claude Max (a partir de R$ 550) e, por enquanto, funciona apenas no macOS.

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    © Robert Way/Getty Images

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    Microsoft pode acabar com login obrigatório no Windows 11

    O login obrigatório em conta Microsoft no Windows 11 pode estar prestes a acabar, indica um tuíte publicado por um executivo da empresa. Sem detalhes, a publicação foi feita no X em 20 de março deste ano.

    Atualmente, o uso de uma conta Microsoft é uma das etapas exigidas durante a instalação do Windows 11. Embora existam formas de contornar essa exigência, a prática é desencorajada. Desde o lançamento do sistema operacional, a obrigatoriedade é alvo de críticas por exigir cadastro no ecossistema da empresa apenas para usar o computador.

    Em uma publicação no X, o vice-presidente e membro da equipe técnica da Microsoft para o Windows, Scott Hanselman, reconheceu que os usuários não gostam do login obrigatório e afirmou que a empresa trabalha em uma solução.

    Ya I hate that. Working on it

    — Scott Hanselman 🌮 (@shanselman) March 20, 2026

    Apesar disso, não há confirmação oficial de que a exigência será removida. A declaração do executivo, no entanto, indica que a Microsoft considera a possibilidade para atender a uma demanda recorrente da comunidade.

    No post, Hanselman não mencionou prazos ou detalhes adicionais sobre a possível mudança.

    Microsoft quer melhorar a reputação do Windows 11

    A implementação constante de recursos de IA, as atualizações automáticas e a ausência de funções básicas impactaram negativamente a percepção pública sobre o Windows 11. A Microsoft, porém, afirma estar comprometida em reverter esse cenário.

    Em 20 de março deste ano, a empresa publicou um artigo destacando melhorias em desenvolvimento, como mais opções de personalização para a Barra de Tarefas, integração de ferramentas de IA de forma mais moderada e a possibilidade de evitar a instalação automática de atualizações.

    A eventual remoção do login obrigatório seguiria essa mesma proposta, ao atender uma demanda antiga dos usuários. No entanto, a mudança não foi mencionada oficialmente entre as melhorias planejadas.

    Fique ligado no TecMundo para acompanhar as próximas mudanças no Windows 11 e siga nossas redes sociais para não perder nenhuma novidade.

    © Windows/Unsplash

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    SongDNA: Spotify lança função que revela origens de músicas

    O Spotify começou a liberar nesta terça-feira (24) o "SongDNA", função que oferece ao ouvinte a possibilidade de explorar as origens de suas músicas favoritas, conhecendo as conexões criativas por trás da obra. A novidade chega para usuários pagos no Android e no iOS.

    A ferramenta, que se assemelha aos créditos interativos do Tidal, foi desenvolvida com base no banco de dados colaborativo WhoSampled, adquirido pela gigante do streaming de áudio no ano passado. A ideia é dar mais visibilidade a quem trabalha nos bastidores da produção musical.

    Como funciona o SongDNA do Spotify?

    Integrada à tela "Tocando Agora", a funcionalidade expande a já existente "Sobre a Música", permitindo descobrir mais detalhes da canção atualmente em reprodução na plataforma. A partir daí, é possível ter uma experiência interativa à procura de conexões.

    • Ao tocar no cartão SongDNA, o app exibe compositores, produtores e colaboradores que participaram daquela faixa;
    • Também é possível conferir samples e interpolações que ajudaram a moldar o som, bem como navegar pelas versões inspiradas na canção;
    • O recurso oferece, ainda, a chance de interagir com os criadores para descobrir outros artistas com os quais eles trabalharam, conhecendo novas produções;
    • "É uma maneira interativa de acompanhar as conexões entre as faixas e ver como artistas, épocas e gêneros se cruzam, proporcionando uma compreensão mais profunda de como o que você está ouvindo foi criado", explicou o Spotify.
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    A função SongDNA está disponível em músicas compatíveis para assinantes do Spotify. (Imagem: Spotify/Divulgação)

    A novidade também traz benefícios para quem trabalha na indústria musical. Por meio dela, encontrar novos colaboradores, produtores, engenheiros de som e outros profissionais da área fica mais fácil.

    De acordo com a plataforma, as informações exibidas no "DNA da música" são geradas por uma combinação de dados recebidos de artistas e suas equipes, complementadas por detalhes fornecidos pela comunidade. As conexões podem ser revisadas para garantir maior confiabilidade.

    Disponibilidade

    A função SongDNA do Spotity está sendo liberada gradualmente para os assinantes, em todo o mundo, no app para dispositivos móveis. A previsão é que o lançamento esteja concluído até abril.

    Quem já tem acesso ao recurso pode encontrá-lo ao abrir a opção "Em reprodução", rolando a tela para baixo até o card SongDNA nas faixas compatíveis. Toque nele para conferir as informações e nos links para descobrir mais detalhes.

    A novidade foi liberada no seu app? O que achou da ferramenta? Conta pra gente, comentando nos perfis do TecMundo no Instagram e no Facebook.

    © stockcam/Getty Images

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    É oficial: Firefox 149 chega com VPN e tela dividida

    Firefox 149 chega com VPN e tela dividida
    Firefox 149 chega com VPN e tela dividida (imagem: reprodução/Mozilla)
    Resumo
    • Firefox 149 inclui VPN com 50 GB de tráfego gratuito por mês, disponível inicialmente na Alemanha, Estados Unidos, França e Reino Unido;
    • já modo de tela dividida está disponível globalmente, permitindo exibir duas páginas lado a lado;
    • novidade também melhora carregamento de PDFs com aceleração de hardware e bloqueia notificações de sites maliciosos.

    A Mozilla prometeu lançar o Firefox 149 nesta terça-feira (24/03) e assim o fez. Essa versão chama a atenção por trazer um pacote de novidades realmente interessantes, a exemplo de um recurso de VPN que oferece 50 GB de tráfego gratuitamente por mês e do modo de tela dividida.

    Uma VPN (sigla em inglês para Rede Virtual Privada) é capaz de camuflar o seu endereço IP de modo a reforçar a segurança da sua navegação ou de permitir acesso a páginas web que têm bloqueio regional, por exemplo.

    No Firefox 149, o recurso pode ser ativado com um simples clique no botão “VPN” à direita da barra de endereços. Mas é importante saber desde já que, por ora, essa novidade não está disponível no Brasil.

    Botão de VPN Firefox 149
    Botão de VPN Firefox 149 (imagem: reprodução/Mozilla)

    A Mozilla explica que, nesta fase inicial, a função de VPN do navegador está sendo liberada para usuários na Alemanha, Estados Unidos, França e Reino Unido. Ainda não há previsão de disponibilidade em outros países.

    Pelo menos o modo de tela dividida foi liberado globalmente. Para ativar o recurso, basta clicar com o botão direito do mouse sobre uma aba e escolher a opção “Adicionar exibição dividida”. Com isso, o Firefox passa a exibir duas páginas ao mesmo tempo, uma ao lado da outra.

    Modo de tela dividida do Firefox 149
    Modo de tela dividida do Firefox 149 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

    O que mais há de novo no Firefox 149?

    Ainda de acordo com a Mozilla, agora o Firefox consegue carregar arquivos PDF mais rapidamente por usar aceleração de hardware (via GPU) nessa tarefa.

    Além disso, o Firefox 149 passou a bloquear automaticamente notificações e a revogar permissões de sites sinalizados como maliciosos pela iniciativa Safe Browsing.

    Outra novidade é a função que permite ao usuário adicionar pequenas notas às abas. Porém, no momento, esse recurso é experimental, razão pela qual deve ser ativado na área Firefox Labs. Para isso, abra o menu principal do navegador e vá em Configurações / Firefox Labs. Ali, marque a opção “Tabs notes”.

    Ah, vale relembrar que o Firefox agora também tem um novo mascote, o Kit:

    Como obter o Firefox 149?

    A versão final do Firefox 149 já está disponível no site oficial. Há versões para Windows, macOS e Linux.

    Quem já usa o navegador precisa apenas esperar pela atualização automática para a versão 149. Para acelerar o procedimento, basta abrir o menu principal e ir em Ajuda / Sobre o Firefox. Isso fará o navegador buscar pela versão mais recente.

    É oficial: Firefox 149 chega com VPN e tela dividida

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    Modo de VPN do Firefox 149 oferece 50 GB de tráfego gratuitamente por mês e pode ser ativado com um botão na barra de endereços, mas ainda não está disponível no Brasil.

    Botão de VPN Firefox 149 (imagem: reprodução/Mozilla)

    Modo de tela dividida do Firefox 149 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
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    Como fazer recuperação de dados do SSD: passo a passo

    Como fazer recuperação de dados do SSD
    Como fazer recuperação de dados do SSD (imagem: reprodução/EaseUS)

    Há quem pense que SSDs estão imunes a perda de dados. Não estão. A boa notícia é que, com a ferramenta certa, é possível fazer recuperação de dados do SSD com grandes taxas de sucesso, a exemplo do que é oferecido pelo EaseUS Data Recovery Wizard, que tem nível de eficiência de quase 100%.

    Esse tipo de problema não é incomum porque as causas são as mais variadas, por exemplo:

    • formatação do SSD feita equivocamente;
    • corrompimento do sistema de arquivos;
    • exclusão acidental de partições;
    • erro de “partição RAW”, quando o Windows não reconhecer corretamente partições;
    • ação de vírus ou outros malwares;
    • arquivos deletados por engano;
    • softwares que apagam dados indevidamente.

    É possível recuperar arquivos apagados de um SSD?

    É perfeitamente possível. Isso porque, quando dados são apagados da unidade, o espaço ocupado por eles é sinalizado como livre para uso, mas não eliminados de imediato. Se dados não forem gravados nesse espaço, as chances de recuperação são altíssimas.

    Mas há um porém: se a tecnologia TRIM estiver ativada no SSD, os dados poderão ser apagados de modo a não permitirem recuperação. Isso porque o TRIM efetivamente apaga os dados de uma área previamente gravada, ao contrário do HDs, que simplesmente sinalizam esse espaço como livre para uso.

    É comum o TRIM ser ativado por padrão. Por isso, a sua desativação antes de recuperar um SSD formatado ou com dados apagados é importante. Para isso, faça o seguinte:

    • Windows: abra o Prompt de Comando como administrador e digite:
      fsutil behavior set DisableDeleteNotify 1
    • macOS: abra o terminal e digite:
      sudo trimforce disable

    A seguir, você conhecerá ferramentas que te ajudam a recuperar arquivos apagados do SSD. Saiba desde já que o EaseUS Data Recovery Wizard é um dos softwares de recuperação de SSD mais renomados do mercado, tanto em computadores com Windows quanto em Macs.

    O que é o EaseUS Data Recovery Wizard?

    O EaseUS Data Recovery Wizard é um software de recuperação de arquivos que tem renome global por ser muito versátil. Para começar, a ferramenta faz recuperação de dados de SSD e de vários outros dispositivos, como discos rígidos (HDs), sistemas de NAS, pendrives, cartões de memória, câmeras digitais, players de música e afins.

    Não é preciso se preocupar com a marca do dispositivo de armazenamento. A solução é compatível com unidades de fabricantes como Seagate, Western Digital, Toshiba, Sandisk, Samsung, Adata, HP, Kingston, Maxtor, Lexar, Kingston e Crucial.

    Para você ter ideia de sua eficiência, o EaseUS Data Recovery Wizard pode restaurar tanto arquivos que foram apagados por engano ou excluídos da lixeira do sistema operacional, quanto dados que sumiram por falhas em transferências, partições excluídas, sistema de arquivos corrompidos e assim por diante.

    Se você acha que isso significa que a ferramenta é capaz de reconhecer diversos tipos de arquivos, acertou. São mais de 1.000 formatos suportados. Entre eles estão: JPEG, PNG, GIF, DOC, DOCX, XLSX, PDF, PPTX, MP4, MOV e tantos outros.

    Mas não basta ser compatível com formatos de arquivos variados. Um bom recuperador de dados do SSD também deve ser capaz de reconhecer numerosos sistemas de arquivos. Pois bem, o EaseUS Data Recovery Wizard suporta FAT16, FAT32, ext2, ext3, ext4, ReFS, NTFS, exFAT e muito mais.

    Não é por sorte que o EaseUS Data Recovery Wizard lidera a lista dos melhores softwares de recuperação de dados gratuitos.

    Como recuperar arquivos do SSD com o EaseUS Data Recovery Wizard (recomendado)

    Aqui nos deparamos com outra qualidade do software: facilidade de uso. Até pessoas com pouca familiaridade com a tecnologia conseguem usar o EaseUS Data Recovery Wizard para recuperação de dados do SSD ou de outros dispositivos de armazenamento.

    O passo a passo é este:

    1 – faça download e instale o EaseUS Data Recovery Wizard no PC ou Mac que tem o SSD (o processo de instalação costuma ser rápido);

    2 – feita a instalação, abra o EaseUS Data Recovery Wizard em seu computador;

    3 – na coluna à esquerda do software, selecione a categoria de dispositivo a ser recuperado (discos, cartões SD, SSDs etc.);

    4 – na área da direita, selecione o SSD ou a unidade cujos dados devem ser recuperados;

    Selecione a unidade a ter dados recuperados
    Selecione a unidade a ter dados recuperados (imagem: reprodução/EaseUS)

    5 – agora, selecione os arquivos que foram encontrados e que, agora, podem ser recuperados; é possível filtrá-los por categorias como imagens, vídeos, documentos e áudios;

    6 – depois de selecionar os arquivos, clique no botão de recuperação e aguarde o procedimento ser concluído.

    Aguarde o EaseUS Data Recovery Wizard fazer a varredura e selecione os arquivos a serem restaurados
    Aguarde o EaseUS Data Recovery Wizard fazer a varredura e selecione os arquivos a serem restaurados (imagem: reprodução/EaseUS)

    Agora é só ir à pasta onde os arquivos recuperados foram salvos. E vale frisar: o EaseUS Data Recovery Wizard é gratuito na recuperação de até 2 GB de arquivos.

    Arquivos encontrados pelo EaseUS Data Recovery Wizard e que, agora, podem serem restaurados
    Arquivos encontrados pelo EaseUS Data Recovery Wizard e que, agora, podem serem restaurados (imagem: reprodução/EaseUS)

    Como usar o Windows File Recovery para restauração gratuita no SSD

    Se você tiver poucos arquivos para restaurar, pode usar o gratuito Windows File Recovery, que é uma ferramenta de recuperação de dados da própria Microsoft.

    Mas atenção: esse software só funciona via Prompt de Comando (instruções digitadas), por isso, não é recomendado para quem não tem experiência com isso.

    Este são os passos básicos:

    1 – procure o Windows File Recovery na Microsoft Store e clique no botão de instalação (a ferramenta não costuma vir instalada no Windows);

    2 – depois da instalação, procure por Windows File Recovery no Menu Iniciar ou no campo de pesquisa do sistema;

    3 – no Prompt de Comando, digite uma instrução como esta:

    winfr C: D: /n \Users\Teste\Documents\prova.docx

    Essa instrução salva o arquivo prova.docx recuperado da unidade C na unidade D. Mas este é só um exemplo. É necessário consultar a documentação da Microsoft para aprender todos os recursos do Windows File Recovery (como já ficou claro, esta não é uma ferramenta de uso fácil, embora ela seja eficaz).

    Windows File Recovery
    O Windows File Recovery é eficiente, mas funciona via Prompt de Comando (imagem: reprodução)

    Como restaurar dados de um SSD corrompido usando o Recuva

    Uma opção de uso mais fácil em relação ao Windows File Recovery é o Recuva, um software de recuperação de SSD e outros dispositivos que é gratuito. Para usá-lo, faça o seguinte:

    1 – busque por Recuva na Microsoft Store e clique no botão de instalação na página do software;

    2 – após a instalação, abra o Recuva e clique em “Next”;

    3 – selecione a categoria de arquivos a ser recuperada e clique novamente em “Next”;

    4 – informe o SSD onde os arquivos deverão ser buscados ou deixe o software buscar em todas as unidades de armazenamento usando a opção “I’m not sure”;

    5 – clique em “Netx” e em “Start”;

    6 – espere o escaneamento do SSD terminar e, na lista que surgir, selecione os arquivos a serem recuperados (eles são indicados com um sinal verde).

    Atenção para o fato de o Recuva ser eficiente, mas ter uma interface já um tanto ultrapassada e menos funcionalidades em relação ao EaseUS Data Recovery Wizard.

    Recuva, software que recupere arquivos apagados do SSD
    Recuva, software que recupera arquivos apagados do SSD (imagem: reprodução)

    Dicas para evitar perda de dados no SSD no futuro

    Alguns cuidados rotineiros podem evitar que você tenha que recuperar arquivos apagados do SSD ou, ainda, tenha que saber como recuperar um SSD corrompido:

    • espaço livre: manter algo entre 10% e 20% de espaço livre no SSD pode ajudar a evitar desgaste precoce das células de armazenamento;
    • proteção elétrica: proteger seu computador ou SSD externo com filtros de linha ou no-breaks previne falhas por oscilação na rede elétrica;
    • refrigeração: garanta que o SSD seja usado sem passar por calor excessivo;
    • não desfragmente: desfragmentação é útil para discos rígidos, mas, em SSDs, pode gastar ciclos de escrita desnecessariamente;
    • monitore: use ferramentas de diagnóstico para analisar dados que indicam o estado de “saúde” do SSD e parâmetros como o percentual total de dados gravados (TBW); troque a unidade se encontrar sinais acentuados de desgaste.

    Como fazer recuperação de dados do SSD: passo a passo

    Como fazer recuperação de dados do SSD (imagem: reprodução/EaseUS)

    Selecione a unidade a ter dados recuperados (imagem: reprodução/EaseUS)

    Aguarde o EaseUS Data Recovery Wizard fazer a varredura e selecione os arquivos a serem restaurados (imagem: reprodução/EaseUS)

    Arquivos encontrados pelo EaseUS Data Recovery Wizard e que, agora, podem serem restaurados (imagem: reprodução/EaseUS)

    Recuva, software que recupere arquivos apagados do SSD (imagem: reprodução)
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    Google melhora vibe coding no AI Studio com integração ao Antigravity

    O Google aprimorou a experiência de vibe coding no Google AI Studio. A novidade utiliza as capacidades do agente de codificação do Google Antigravity para permitir a criação de aplicações funcionais a partir de prompts em linguagem natural.

    Com as melhorias, a plataforma passa a lidar melhor com solicitações mais complexas, aproximando ainda mais o processo de desenvolvimento da linguagem cotidiana de usuários pouco familiarizados com codificação.

    Com a integração ao Google Antigravity, o Google AI Studio consegue compreender melhor demandas que envolvem múltiplos sistemas, como a configuração de bancos de dados e mecanismos de autenticação.

    O agente de codificação do Google Antigravity foi adicionado ao Google AI Studio. (Fonte: Google/Reprodução)

    Isso permite que o usuário descreva o que deseja construir — em vez de programar manualmente cada parte — e ainda assim obtenha uma aplicação funcional.

    Novas capacidades do Google AI Studio

    Entre as principais melhorias adicionadas à plataforma, estão:

    • Criação de jogos multijogador, ambientes colaborativos e ferramentas de uso compartilhado;
    • Detecção automática da necessidade de banco de dados ou login, com sugestão de integração com Firebase (Cloud Firestore e Firebase Authentication);
    • Uso de um amplo ecossistema de ferramentas web modernas para construção de interfaces gráficas de usuário;
    • Conexão com serviços externos por meio de chaves de API.

    Integrações devem crescer

    O Google também trabalha na expansão das integrações do AI Studio. No futuro, a plataforma poderá se conectar a serviços como Workspace, Drive e Planilhas, ampliando ainda mais as possibilidades de criação.

    Outra funcionalidade em desenvolvimento é a capacidade de exportar projetos diretamente do AI Studio para o Antigravity com apenas um botão, simplificando o fluxo de trabalho entre as ferramentas.

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    © Google/Divulgação

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    Que fim levou o Windows Media Player, popular tocador de músicas e vídeos?

    O Windows Media Player foi o primeiro programa reprodutor de mídia do Windows. O aplicativo passou por inúmeras revisões desde a estreia na década de 1990 e se tornou um dos softwares mais reconhecidos do sistema operacional da Microsoft.

    Ao longo dos anos, o programa acompanhou mudanças importantes na forma como os usuários consomem músicas e vídeos, evoluindo de um simples reprodutor multimídia para um aplicativo com diversas funções adicionais.

    Contudo, ao longo do tempo, o aplicativo perdeu a importância no cotidiano no público, sendo substituído por alternativas mais modernas e nativas da era do streaming. Nesse meio tempo, o que será que aconteceu com o Media Player? O TecMundo ajuda você a lembrar.

    O que é o Windows Media Player?

    O Windows Media Player (WMP) é um programa reprodutor de mídia desenvolvido pela Microsoft. Durante várias gerações do sistema operacional, o aplicativo foi um dos componentes nativos do Windows e se tornou um dos aplicativos mais icônicos do sistema operacional.

    O software foi lançado originalmente em 1991 no Windows 3.0 com Multimedia Extensions (“Extensões multimídia”). Na época, o aplicativo era conhecido apenas como “Media Player”.

    Desde o início, a proposta do programa era servir como um reprodutor multimídia para o sistema. Com o passar do tempo, o aplicativo recebeu novas funções, incluindo a capacidade de extrair e gravar arquivos em CDs, sincronizar playlists com dispositivos portáteis e oferecer mais opções de organização de bibliotecas de mídia.

    Quando o Media Player virou o Windows Media Player?

    O Media Player passou a se chamar Windows Media Player no Windows XP, quando chegou à versão 5.1. A partir desse momento, as atualizações principais do aplicativo passaram a ocorrer de forma mais independente, sem depender diretamente de grandes atualizações do sistema operacional.

    Na versão 7, o Windows Media Player recebeu uma atualização significativa, incluindo um novo visual, visualizadores e diversas funcionalidades adicionais.

    Recursos marcantes do Windows Media Player

    O Windows Media Player está presente na memória de quem usou computadores Windows para ouvir músicas ou assistir a vídeos nos anos 2000. O aplicativo era bastante conhecido pela sua interface, pelas inúmeras visualizações dinâmicas e pelas opções de personalização.

    Um dos recursos mais importantes do reprodutor era a capacidade de “queimar” CDs e DVDs – isto é, salvar conteúdo na mídia óptica. Além disso, uma das funções também permitia criar cópias compactas de arquivos de música, importantíssimo para economizar espaço no armazenamento limitado de portáteis dos anos 2000.

    Algumas amostras de músicas disponíveis por padrão no aplicativo também marcaram o período. Três exemplos são Ninja Tuna - Mr. Scruff, Bob Acri - Bob Acri e Fine Music, Vol. 1 - Richard Stoltzman.

    Ecossistema de apps multimídia da Microsoft

    Ao longo dos anos, a Microsoft lançou diferentes aplicativos voltados à reprodução multimídia além do Media Player. Em muitos casos, esses programas adicionais eram necessários para oferecer suporte a formatos que o aplicativo original não conseguia reproduzir.

    Groove Music será removido da App Store e do Google Play em 1º de junho -  Canaltech
    O Groove Music foi o reprodutor de mídia padrão do Windows 10. (Fonte: Microsoft/Divulgação)

    Em alguns momentos, o Windows chegou a contar com múltiplas versões do software instaladas ao mesmo tempo. O Windows Me e o Windows XP, por exemplo, chegaram a ter três versões diferentes do Windows Media Player coexistindo no sistema.

    Outro movimento marcante ocorreu no Windows 8, quando a Microsoft apresentou os aplicativos Xbox Video e Xbox Music. Esses programas coexistiam com o Windows Media Player 12, versão lançada junto ao Windows 7 em 2009.

    No Windows 10, os aplicativos com a marca Xbox foram substituídos pelo Groove Music. A proposta era semelhante à do Media Player original: oferecer reprodução multimídia em um único programa, seja por streaming ou a partir de arquivos locais.

    O Windows Media Player ainda existe?

    Apesar das tentativas da Microsoft de consolidar o Groove Music, o aplicativo não conseguiu se firmar no mercado de streaming de música. Com isso, a empresa decidiu reviver o Media Player no Windows 11 em janeiro de 2022.

    Nesta nova edição, o aplicativo passou a ser distribuído pela Microsoft Store e foi desenvolvido com o Windows App SDK, conjunto de bibliotecas e ferramentas da Microsoft.

    Essa edição é considerada um sucessor direto do Groove Music, e não do Media Player original. Para evitar confusão, as versões antigas passaram a ser chamadas popularmente de Windows Media Player Legacy.

    Assim como o aplicativo original, o Windows Media Player lançado em 2022 é focado na reprodução multimídia de conteúdo local, sem integração direta com plataformas online.

    Mudanças na indústria da música

    O Windows Media Player ainda é uma marca importante dentro do ecossistema da Microsoft. No entanto, a indústria musical passou por mudanças profundas ao longo das últimas décadas e o app não é mais tão presente no cotidiano da maioria dos usuários.

    Foto de um celular com o logo do Spotify de baixo de um fone de ouvido.
    Os nomes Spotify, Apple Music e YouTube Music são muito mais presentes atualmente na indústria musical. (Fonte: Getty Images)

    O streaming se tornou um dos principais canais de distribuição de conteúdo, reduzindo o protagonismo de aplicativos voltados exclusivamente à reprodução de arquivos locais.

    Atualmente, o Windows Media Player Legacy ainda pode ser utilizado com o mesmo visual e a experiência da versão 12. Contudo, essa edição é distribuída como um recurso opcional do Windows e precisa ser ativada manualmente nas configurações do sistema.

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    © TecMundo/Gerada por IA

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    Navegador gamer Opera GX finalmente chega ao Linux

    Navegador gamer Opera GX finalmente chegou ao Linux
    Navegador gamer Opera GX finalmente chegou ao Linux (imagem: divulgação/Opera)
    Resumo
    • Opera GX agora está disponível para distribuições Linux como Debian, Ubuntu, Fedora e OpenSUSE
    • navegador oferece personalização com GX Mods e controle de recursos como RAM e rede entre seus recursos;
    • Opera GX inclui ainda barra lateral para Twitch e Discord, bloqueadores de anúncios e VPN opcional.

    O Opera GX foi lançado há seis anos como um navegador voltado ao público gamer que usa Windows. No mesmo ano, uma versão para macOS foi lançada. Só o ecossistema Linux ficou de fora. Bom, não mais: o Opera GX agora está disponível para distribuições como Debian, Ubuntu, Fedora e OpenSUSE.

    De acordo com a Opera, o lançamento de uma versão do Opera GX direcionada ao Linux foi bastante pedido à empresa em comunidades online. Demorou para essa solicitação ser atendida, mas, na primeira olhada, o resultado faz parecer que a espera compensou.

    A Opera enfatiza, por exemplo, que usuários de Linux são fortemente adeptos de personalização, razão pela qual o Opera GX segue permitindo diversos tipos de ajustes, como aplicações de temas, efeitos sonoros ou elementos de interface por meio da função GX Mods.

    Ainda nesse sentido, a Opera afirma que o usuário pode recorrer à GX Store para baixar mais de 10.000 mods com as mais diversas temáticas, muitos dos quais foram criados por outros usuários do navegador.

    É claro que recursos funcionais também estão presentes, a exemplo das funções que permitem controlar quanto de memória RAM e recursos de rede o navegador pode consumir enquanto você está jogando. Existe também uma função (Hot Tabs Killer) que fecha abas automaticamente quando elas consomem muitos recursos durante a jogatina.

    Opera GX para distribuições Linux
    Opera GX para distribuições Linux (imagem: divulgação/Opera)

    Outros atributos do Opera GX incluem:

    • barra lateral integrada ao Twitch e Discord, permitindo acompanhar streamings ou participar de conversas sem troca de janela;
    • bloqueadores de anúncios e rastreadores;
    • VPN integrada opcional.

    Como baixar o Opera GX para Linux?

    O Opera GX está disponível por meio de pacotes DEB e RPM, o que garante seu suporte em distribuições Linux como Debian, Ubuntu, Fedora e OpenSUSE, como já mencionado. Uma versão compatível com Flatpak já está em desenvolvimento, de acordo com a Opera.

    O download pode ser feito na página oficial do Opera GX para Linux, gratuitamente.

    Navegador gamer Opera GX finalmente chega ao Linux

    Navegador gamer Opera GX finalmente chegou ao Linux (imagem: divulgação/Opera)

    Opera GX para distribuições Linux (imagem: divulgação/Opera)
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    Firefox vai ter VPN gratuita, visualização dupla e até novo mascote (Kit)

    Firefox vai ter VPN gratuita, visualização dupla e até novo mascote
    Firefox vai ter VPN gratuita, visualização dupla e até novo mascote (imagem: reprodução/Mozilla)
    Resumo
    • Firefox receberá VPN gratuita com 50 GB de tráfego mensal, inicialmente disponível na Alemanha, Estados Unidos, França e Reino Unido;
    • navegador terá também visualização dividida para exibir duas páginas simultaneamente e Smart Window, assistente de IA opcional;
    • novidades incluem ainda API Sanitizer, Tab Notes e novo mascote Kit; a maioria dos recursos será lançada no Firefox 149.

    O Firefox está longe de ter a popularidade do líder Google Chrome, mas isso não faz a Mozilla desistir de incrementá-lo. Prova disso é que, em breve, o navegador receberá recursos como VPN gratuita, Smart Window (Janela Inteligente) e um modo de visualização dividida que o faz mostrar duas páginas ao mesmo tempo.

    A função de VPN gratuita é, provavelmente, o recurso mais interessante. Isso porque o recurso é capaz de ocultar o endereço IP real de seu computador quando você acessa determinado site, o que pode aumentar a segurança da navegação sob determinadas circunstâncias ou permitir acesso a serviços web com bloqueio regional, por exemplo.

    É claro que haverá restrições. Para começar, cada usuário terá direito a 50 GB de tráfego mensal de VPN por mês. Além disso, a novidade estará disponível inicialmente na Alemanha, Estados Unidos, França e Reino Unido. Ainda não há data para liberação no Brasil e em outros países.

    A VPN do Firefox é ativada a partir de um botão no navegador
    A VPN do Firefox é ativada a partir de um botão no navegador (imagem: reprodução/Mozilla)

    Já a função Smart Window é o novo nome da AI Window, a assistente de inteligência artificial do Firefox que foi anunciada pela Mozilla no ano passado. A novidade poderá ser usada para comparar produtos ou resumir textos na web, por exemplo, e será totalmente opcional, cabendo ao usuário ativá-la.

    Falando em comparação, outra novidade prometida para o Firefox é o modo de visualização que exibe duas páginas ao mesmo tempo na tela, uma ao lado da outra, o que permite que o usuário compare textos ou copie dados de um lado para outro, entre outras possibilidades.

    As demais novidades incluem a implementação da API Sanitizer, capaz de mitigar ataques antes de seu computador ser afetado, as Tab Notes (Notas de Aba), que permitem adicionar comentários em guias, e até o Kit, nome do novo mascote do Firefox (vide o vídeo a seguir).

    Quando todas essas novidades chegarão ao Firefox?

    Se não todos, a maioria dos novos recursos será introduzida oficialmente no Firefox 149, com previsão de lançamento para 24 de março de 2026.

    A possível exceção fica para a Smart Window, pois a Mozilla não comentou sobre datas para esse recurso, se limitando a informar que já há uma lista de espera aberta para quem quiser testar a novidade.

    Já as Tab Notes devem chegar ao Firefox Labs, uma área que dá acesso a recursos experimentais e que deve ser ativada nas configurações da versão 149 do navegador.

    Firefox vai ter VPN gratuita, visualização dupla e até novo mascote (Kit)

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    VPN tem limite de 50 GB por mês e lançamento inicial em quatro países (não inclui o Brasil). Maioria das novidades chega no Firefox 149.
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    PowerToys 0.98 adiciona barra de atalhos no Windows e melhora várias funções

    PowerToys 0.98, o "canivete suíço" do Windows
    PowerToys 0.98, o “canivete suíço” do Windows (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
    Resumo
    • PowerToys 0.98 introduz barra de atalhos integrada à Paleta de Comandos, suportando widgets e personalização;
    • Gerenciador de Teclado ganhou um editor com interface moderna e modo de visualização única;
    • outras novidades incluem melhorias no CursorWrap, no modo Sempre Visível e no recurso Colar Avançado.

    Uma das ferramentas para Windows mais versáteis já criadas pela Microsoft acaba de ganhar mais uma versão: o PowerToys 0.98 deixa a poderosa Paleta de Comandos mais rápida e personalizável, aperfeiçoa a função que permite reprogramar o teclado, entre várias outras novidades.

    Comecemos pela Paleta de Comandos, pois esse é um dos recursos mais importantes do PowerToys. Estamos falando de uma função que dá acesso rápido a aplicativos, extensões, configurações e afins. Quando você se habitua a usá-la, tende até a deixar o Menu Iniciar de lado. Para tanto, basta pressionar Windows + Alt + Espaço e, no campo principal, informar o que você quer acessar.

    No PowerToys 0.98, a Paleta de Comandos é complementada com o Dock (Encaixe, em português), uma barra que, quando ativada, fica sempre visível na tela para dar acesso rápido aos recursos que você mais acessa.

    O Dock ainda está em fase de prévia, mas já é funcional, podendo ser posicionado na parte superior, inferior, esquerda ou direita da tela e permitindo personalização dos atalhos. O Dock suporta ainda complementos, como widgets que informam o uso de CPU, GPU e memória RAM.

    A Paleta de Comandos do PowerToys 0.98 e sua barra no topo
    A Paleta de Comandos do PowerToys 0.98 e sua barra no topo (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

    Para completar, a Paleta de Comandos ficou mais rápida na resposta a comandos e, no aspecto da personalização, agora permite ajustar o nível de transparência da janela, por exemplo.

    Outra novidade interessante está no Gerenciador de Teclado, função que permite personalizar o… teclado. Ela é útil, por exemplo, para remapear teclas. O PowerToys 0.98 introduz um editor de teclado renovado, que traz uma interface mais moderna e intuitiva, bem como permite edições em visualização única, abordagem mais prática que o atual modo de visualização em duas janelas.

    Porém, o novo editor do Gerenciador de Teclado também está em fase de prévia, razão pela qual deve ser ativado manualmente para ser acessado.

    O que mais há de novo no PowerToys 0.98?

    Entre as demais novidades estão:

    • CursorWrap: a função que permite levar o cursor do mouse de uma extremidade à outra da tela rapidamente agora funciona melhor com vários monitores e permite sua desativação automática quando apenas um visor estiver em uso;
    • Sempre Visível: esse modo permite fixar uma janela acima das outras, sendo útil para você deixar um aplicativo sempre visível na tela; agora, é possível acionar esse recurso usando o botão direito do mouse, e não somente um atalho de teclado;
    • Colar Avançado: agora oferece cópia automática para teclas de atalho de ações personalizadas, permitindo que um único atalho copie e execute uma ação.
    Função Sempre Visível no PowerToys 0.98
    Função Sempre Visível no PowerToys 0.98 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

    Onde baixar o PowerToys 0.98?

    O PowerToys 0.98 pode ser baixado em sua página no GitHub. Ali, você deve escolher a versão apropriada ao seu PC (x64 para chip Intel ou AMD; arm64 para Snapdragon X ou outro chip Arm).

    Apesar de ser focado no Windows 11, o PowerToys 0.98 também funciona no Windows 10, mesmo com essa versão do sistema não sendo mais suportada pela Microsoft.

    A ferramenta é gratuita e, cá entre nós, recomendo o seu download. O PowerToys tem numerosos recursos que realmente podem otimizar as suas atividades diante do computador.

    PowerToys 0.98 adiciona barra de atalhos no Windows e melhora várias funções

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    Barra de atalhos também suporta widgets e é integrada à Paleta de Comandos. PowerToys 0.98 também melhora Gerenciador de Teclado, modo Sempre Visível e mais.

    PowerToys 0.98, o "canivete suíço" do Windows (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

    A Paleta de Comandos do PowerToys 0.98 e sua barra no topo (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

    Função Sempre Visível no PowerToys 0.98 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
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    Java 26 chega com otimizações para IA e novas ferramentas

    Nova versão faz “faxina” em recursos antigos para melhorar o desempenho (imagem: divulgação)
    Resumo
    • Java 26 melhora integração de IA, aumenta segurança e otimiza desempenho com novas interfaces e sistemas de cache.
    • Java Verified Portfolio oferece ferramentas seguras e testadas, simplificando projetos corporativos.
    • JavaFX retorna com suporte estendido, enquanto Helidon é integrado como projeto oficial da comunidade OpenJDK.

    A Oracle anunciou o lançamento global do Java 26. A nova versão de uma das linguagens de programação mais populares do mercado chega com o objetivo de simplificar a rotina dos desenvolvedores, aumentando a produtividade e facilitando a integração de recursos de inteligência artificial e criptografia em aplicações comerciais.

    Para quem não é da área, vale uma breve explicação (e um aviso: Java não é a mesma coisa que JavaScript). Enquanto o JavaScript foca em dar vida e interatividade aos sites no seu navegador, o Java é a “força bruta” que roda nos bastidores.

    Criado na década de 1990, o Java se tornou a espinha dorsal de boa parte do mundo digital moderno. Por conseguir rodar em praticamente qualquer hardware, a linguagem é a base de sistemas críticos em todo o planeta, indo desde o aplicativo do seu banco no celular até sistemas de controle de tráfego. Manter essa tecnologia atualizada é fundamental para garantir que as empresas continuem operando de forma segura.

    O que muda com a chegada do Java 26?

    Segundo o comunicado da Oracle, o Java 26 traz dez propostas de melhoria (conhecidas tecnicamente como JEPs). Essas atualizações alteram a estrutura da linguagem para torná-la mais rápida, segura e preparada para o boom da IA.

    • Salto em desempenho e IA: a linguagem agora conta com uma nova interface que otimiza o processamento para análises de dados e inferência de IA. Na prática, isso permite que os desenvolvedores extraiam mais poder de processamento sem precisar que as empresas invistam em hardwares mais caros.
    • Inicialização mais rápida: o Java 26 usa novos sistemas de cache e carregamento que fazem com que aplicativos pesados abram muito mais rápido. Além disso, o suporte nativo ao protocolo HTTP/3 reduz o atraso (latência) na troca de informações na internet.
    • Segurança reforçada: o sistema agora alerta automaticamente os desenvolvedores contra modificações acidentais em códigos críticos. A Oracle também facilitou o uso de certificados e adicionou suporte a assinaturas prontas para a era pós-quântica.
    • Faxina no sistema: a empresa removeu definitivamente recursos antigos que já não eram utilizados, como a API Applet, deixando o pacote de instalação mais leve e seguro contra ataques cibernéticos.

    De acordo com o vice-presidente de pesquisa e desenvolvimento de software da agência de inteligência de mercado IDC, Arnal Dayaratna, a evolução contínua da plataforma é vital para o mercado. “Ao estender a funcionalidade do Java com novos recursos e serviços, como IA avançada e recursos de segurança, o Java 26 oferece às organizações um caminho mais rápido para a inovação, preservando a confiabilidade”, afirma o executivo.

    Programação (Imagem: Reprodução/PxHere)
    Tempo de inicialização de aplicativos pesados também foi reduzido (imagem: reprodução/PxHere)

    Novas ferramentas e retorno do JavaFX

    A Oracle aproveitou a oportunidade para lançar o Java Verified Portfolio (JVP). Trata-se de um “pacote de confiança” gerenciado pela própria empresa, contendo ferramentas, bibliotecas e estruturas com suporte oficial. O objetivo é reduzir dores de cabeça no meio corporativo, oferecendo um ambiente seguro e testado para a criação de softwares.

    “Com a introdução da JVP, os desenvolvedores podem simplificar projetos usando um conjunto confiável de ferramentas”, explicou o vice-presidente sênior da Oracle Java Platform, Georges Saab.

    O Java 26 marca também o retorno do JavaFX. Essa tecnologia é bastante utilizada para criar interfaces visuais interativas. O suporte cobrirá as versões mais recentes e também as antigas, estendendo a vida útil do JavaFX no JDK 8 até março de 2028.

    Outro destaque do pacote é a inclusão do Helidon, uma estrutura de código aberto leve e voltada para a criação de microsserviços rápidos. A Oracle confirmou que, a partir de agora, as atualizações do Helidon vão andar de mãos dadas com os lançamentos do Java, e que a ferramenta será oferecida como um projeto oficial da comunidade OpenJDK.

    Vale ressaltar que o novo portfólio (JVP) será disponibilizado sem custos adicionais para os atuais assinantes do serviço corporativo Java SE e para clientes da nuvem da Oracle (OCI).

    Java 26 chega com otimizações para IA e novas ferramentas

    Programação (Imagem: Reprodução/PxHere)
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    Bug grave ‘bloqueia’ disco local do Windows 11 em notebooks da Samsung

    Um novo bug no Windows 11 chegou para espalhar o pânico depois que diversos usuários tiveram seus diretórios C:\ comprometidos. A Microsoft aponta que usuários de países como Portugal, Coreia do Sul, Índia e até mesmo o Brasil são impactados pelo erro, que parece afetar principalmente alguns dispositivos da Samsung.

    Esse novo erro começou após a chegada do update de segurança KB5077181 de fevereiro e deixa o disco local C:\ com falhas ou ser impossível de acessá-lo. Dentre os problemas, alguns usuários relatam que esse problema bloqueia determinados arquivos e aplicações de serem abertas.

    Na página oficial da Microsoft sobre problemas conhecidos no Windows 11 25H2, a companhia explica que esse erro foi observado em certos modelos dos Galaxy Book 4 e desktops da Samsung. A empresa lista os modelos com registro NP750XGJ, NP750XGL, NP754XGJ, NP754XFG, NP754XGK, DM500SGA, DM500TDA, DM500TGA e DM501SGA.

    galaxy-book-4.jpg
    Galaxy Book 4 vem se tornando uma opção interessante para brasileiros que querem um aparelho intermediário. (Imagem: TecMundo)

    Além da dificuldade em abrir certos arquivos, a empresa salienta que os usuários podem não conseguir exercer seus privilégios na máquina, como desinstalar updates ou coletar logs por conta de erros na lista de permissões.

    Problema tem origem em app da Samsung

    Apesar do problema ser grave, Microsoft e Samsung culpam o aplicativo Galaxy Connect e minimizam o erro como originário do Windows Update. Segundo a dona do sistema operacional, uma situação causada pelo aplicativo Galaxy Connect da Samsung passou a gerar esse problema em inúmeros usuários e não parece ter relação com as atualizações de segurança da plataforma.

    • A Microsoft aponta que o problema está em processo de mitigação e removeu o Galaxy Connect da loja Microsoft Store temporariamente;
    • Para contornar a situação, a Samsung republicou uma nova versão do aplicativo que previne esse erro;
    • Formatar o computador parece não ser uma solução viável e o problema pode persistir mesmo assim.

    A Microsoft busca uma solução definitiva para encerrar o problema, já que um erro dessa magnitude no disco local pode tornar o computador praticamente inutilizável. A recomendação é esperar por mais informações das companhias.

    Na última atualização de segurança, a Microsoft corrigiu 86 vulnerabilidades no Windows, incluindo brechas com forte potencial para serem descobertas por atores maliciosos. Siga o TecMundo no X, Instagram, Facebook e YouTube e assine a nossa newsletter para receber as principais notícias e análises diretamente no seu e-mail.

    © Sunrise King/Unsplash

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    Apple compra desenvolvedora de plugins do Final Cut Pro

    Logotipo da Apple
    Apple adquiriu a MotionVFX (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
    Resumo
    • Apple comprou a MotionVFX, desenvolvedora de plugins, templates e ferramentas para edição de vídeo.
    • A empresa é conhecida por efeitos visuais e pacotes gráficos para editores profissionais.
    • A aquisição pode expandir o ecossistema criativo da Apple, que desde janeiro oferece o pacote de assinatura Creator Studio.

    A Apple comprou a MotionVFX, desenvolvedora de plugins, templates e ferramentas avançadas voltadas à edição de vídeo, em especial para o Final Cut Pro, principal software de edição profissional da própria Apple. Os valores da negociação não foram divulgados.

    O movimento indica um reforço da estratégia da empresa em expandir seu ecossistema criativo. A expectativa é que os recursos da MotionVFX sejam incorporados gradualmente às soluções da dona do iPhone.

    A MotionVFX, com sede em Varsóvia e fundada em 2009, construiu reputação ao longo de mais de 15 anos oferecendo efeitos visuais e pacotes gráficos para editores profissionais, com planos por assinatura e foco em facilidade de uso.

    O que muda com a aquisição?

    Com a compra, a Apple passa a ter controle direto sobre ferramentas amplamente utilizadas por criadores que trabalham com o Final Cut Pro. Isso pode resultar em uma integração mais profunda entre software e plugins, simplificando fluxos de trabalho.

    Em comunicado publicado em seu site, a MotionVFX afirmou: “Estamos extremamente animados em compartilhar que a MotionVFX está se juntando à equipe da Apple para continuar capacitando criadores e editores a fazerem seu melhor trabalho.”

    Final Cut Pro X (Imagem: Divulgação)
    MotionVFX desenvolve plugins e ferramentas voltadas ao software Final Cut Pro (imagem: divulgação)

    Apple quer competir com a Adobe?

    A movimentação também pode ser interpretada como parte da disputa com a Adobe, responsável pelo Adobe Premiere Pro e pela suíte Adobe Creative Cloud, amplamente utilizada no mercado.

    Nos últimos anos, a Apple tem ampliado sua oferta de serviços para criadores. Em janeiro, a empresa lançou o Creator Studio, um pacote por assinatura que reúne aplicativos como Final Cut Pro, Logic Pro e outros softwares voltados à produção de conteúdo.

    Apple compra desenvolvedora de plugins do Final Cut Pro

    Apple (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

    Final Cut Pro X (Imagem: Divulgação)
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    O Linux sobreviverá ao ECA Digital: contra a falácia do alarmismo tecnológico

    Muitas pessoas (e o algoritmo de várias redes sociais) têm difundido o texto “A Lei Felca pode bloquear o Linux no Brasil?”, assinado por Thiago Ayub e publicado no TecMundo nessa sexta-feira, 13 de março de 2026. O colunista, liberal sobre tecnologia e preservacionista sobre a arquitetura aberta da internet, apresenta um alerta crítico sobre riscos técnicos e regulatórios do ECA Digital.

    Ayub argumenta que a lei pode inviabilizar o uso do sistema operacional Linux e de outros softwares de código aberto no Brasil, pois impõe obrigações de aferição de idade e controle parental nativos, sob pena de bloqueio, em uma exigência contrária à natureza descentralizada e comunitária dessas tecnologias, que não têm representação corporativa única nem CNPJ no país. Assim, ele sugere um cenário de insegurança jurídica que poderia isolar o ecossistema tecnológico brasileiro e prejudicar a liberdade de escolha das pessoas em nome de uma fiscalização estatal de difícil execução técnica.

    Embora seja uma pessoa qualificada do ponto de vista tecnológico, as preocupações de Ayub sobre o Linux demonstram medo sobre os reais objetivos de proteção social e jurídica que fundamentam o ECA Digital. Medo é o caminho para o lado sombrio. Medo leva à raiva, que leva ao ódio, que leva ao sofrimento. Thiago foca no risco de "bloqueio" devido a uma suposta impossibilidade técnica de distribuições comunitárias cumprirem exigências corporativas.

    Além da firme crença nas plenas capacidades de desenvolvimento das comunidades de software livre mundo afora, e aqui mesmo no Brasil, pode-se pensar em pelo menos 6/7 contra-argumentos que defendem a aplicabilidade e a necessidade da lei.

    A falácia de reduzir o “ECA Digital” a uma “Lei Felca”

    Chamar o Estatuto Digital da Criança e do Adolescente (Lei nº 15.211/2025) de "Lei Felca" é uma deslealdade argumentativa, uma estratégia verbal dissimulada. O projeto de lei original foi proposto no Senado em 2022, e chegou à Câmara dos Deputados em 2024, muito antes das denúncias feitas pelo Felca.

    A lei não precisa ter o nome de quem a escreveu, como a Lei Afonso Arinos ou a Lei Darcy Ribeiro. Cabem homenagens. A Lei Maria da Penha protege mulheres contra a violência que a Maria da Penha sofreu. A Lei Carolina Dieckmann foi aprovada unicamente em razão do episódio de vazamento das fotos da atriz. A Lei Pelé foi aprovada quando o Rei do Futebol era Ministro do Esporte, e um dos principais impulsionadores da proposta. A Lei Aldir Blanc homenageia o artista, ao criar uma política emergencial de incentivo à cultura no contexto da COVID-19. Esses apelidos todos se justificam. Isso não significa que todo apelido seja justo e leal.

    Sim, existe um artigo na lei que foi incluído em decorrência da repercussão do vídeo sobre adultização, e foi um momento de grande impulso para a aprovação. Mas vincular o texto da lei, que é muito maior, apenas a um esforço individual e chamar a lei inteira de “Lei Felca” é uma escolha infantil de reduzir a sua complexidade e a sua importância, sugerindo que seria apenas uma norma produzida às pressas em resposta a um clamor social. Isso não é verdade, e Thiago sabe disso.

    Primazia da Proteção Integral sobre a Conveniência Tecnológica

    O ponto central do ECA Digital é que o ambiente digital não pode ser dispensado de oferecer proteções para crianças e adolescentes, pessoas peculiarmente vulneráveis a quem a Constitução Federal assegura proteção integral com prioridade absoluta a seu melhor interesse. Se um sistema operacional é a porta de entrada para a internet, ele deve oferecer camadas mínimas de segurança para esse público, por conta de um comando constitucional.

    Todavia, a lei não tem por objetivo "punir" o software livre. Ela apenas reforça que a segurança tecnológica para crianças e adolescentes é um direito fundamental que se sobrepõe aos elementos constitutivos da arquitetura de qualquer programa de computador. A liberdade de código não pressupõe, nem deve significar, uma ausência de responsabilidade sobre a exposição desse público a riscos reais.

    A Autonomia Administrativa da ANPD e o Papel Regulador

    Um dos pilares deste novo momento é a crescente autonomia administrativa da Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD). Com sua conversão em autarquia especial e o fortalecimento de seu quadro técnico via concursos públicos, a ANPD assume o papel vital de regulamentar os requisitos mínimos de transparência, segurança e interoperabilidade. Caberá a ela definir como os mecanismos de aferição de idade e supervisão parental serão adotados pelos sistemas operacionais, garantindo que a aplicação da lei seja equilibrada e técnica, afastando temores de execuções arbitrárias.

    Diferenciação entre "Fornecedor Comercial" e "Projeto Comunitário"

    Ao contrário do que sugere Ayub sobre um bloqueio imediato, o ECA Digital atribui textualmente aos sistemas operacionais o dever de "tomar medidas proporcionais, auditáveis e tecnicamente seguras para aferir a idade". O uso desses termos não é acidental: a proporcionalidade garante que distribuições comunitárias não sofram as mesmas exigências de gigantes corporativos. Além disso, o próprio Thiago descreve em seu texto a gradatividade das sanções, o que demonstra que o "bloqueio" é apenas o último recurso para casos de descumprimento contumaz e grave, e não uma ameaça latente a repositórios acadêmicos.

    O direito brasileiro preconiza a aplicação de sanções com poderação e razoabildiade, baseadas, entre outros critérios, na capacidade econômica de quem fornece e na natureza da oferta do produto ou serviço. Assim, projetos sem fins lucrativos e sem presença comercial no Brasil não são o alvo principal: o foco são as grandes empresas que, sem maiores preocupações com sua parcela da responsabilidade compartilhada pela proteção dos direitos de crianças e adolescentes, lucram com a exploração de dados pessoais e a prestação de serviços digitais no Brasil. O "bloqueio" é uma medida extrema, a ser aplicada após uma série de outras medidas menos graves, e que se mostra improvável para repositórios de código aberto puramente acadêmicos ou realmente comunitários.

    Incentivo à segurança desde a concepção e à inovação tecnológica

    Também não é consistente pensar que seria impossível implementar no Linux a aferição de idade com segurança para a proteção de dados pessoais, da privacidade, da intimidade e de outros direitos fundamentais também assegurados para crianças e adolescentes, bem como para pessoas adultas. O ECA Digital, porém, foi pensado justamente como um catalisador legal para a inovação tecnológica.

    As novas exigências da lei compelem a indústria a pensar com prioridade absoluta em soluções de privacidade e controle parental que vinham sendo completamente negligenciadas. Em vez de bloquear o Linux, o que o ECA Digital pode, sim, incentivar é a criação de padrões abertos, gratuitos e livres para formas seguras de aferição de idade, que respeitem os direitos individuais. Assim, o ecossistema Linux ficaria até mais seguro e "amigável às famílias" do que os sistemas proprietários.

    Combate à Exploração Comercial Disfarçada

    O texto de Ayub menciona que o Linux não tem CNPJ no Brasil. Contudo, muitas grandes empresas utilizam o Linux como base para serviços comerciais altamente lucrativos que coletam dados de menores.

    O ECA Digital pode servir também para evitar que empresas se escondam falsamente atrás do rótulo legítimo do "software livre" apenas para oferecer produtos que facilitem o acesso de crianças e adolescentes a conteúdos inadequados ou publicidade predatória sem qualquer trava; ou, igualmente ruim, que facilitem o acesso de criminosos adultos a esse público infato-juvenil. A Lei 15.211 atribui a responsabilidade para quem distribui e opera os serviços no território nacional.

    Harmonização com Padrões Internacionais

    Importante ter em conta que o ECA Digital não é um fenômeno isolado do Brasil. Há tendências globais como o Children's Code (Código de Crianças) do Reino Unido e a Digital Services Act (Lei de Serviços Digitais) da União Europeia. As quais, aliás, não contaram em sua elaboração com o mesmo cuidado e precauções que foram dedicados à criação do ECA Digital.

    Ao contrário do que Ayub aponta como temor de "retrocesso", as dificuldades enfrentadas em estados como Califórnia, Colorado e Nova York foram consideradas para o ECA ter previsões mais consistentes. Por exemplo, ele apenas exige a efetiva aferição a cada acesso para conteúdos comprovadamente impróprios para menores de 18 anos, e ainda exige que o sistema proteja a intimidade e observe a minimização de dados.

    Diferente do modelo australiano, o Brasil não proibiu totalmente o uso de redes sociais, nem adota o rastreamento de voz, hábitos ou vocabulário; ao contrário, a lei brasileira veda expressamente o perfilamento de crianças e adolescentes. Portanto, é falso afirmar que o ECA Digital imponha "coleta em massa de dados biométricos", como Ayub aponta falsamente. O Brasil busca harmonizar a liberdade de expressão com a segurança jurídica, evitando que o país seja tratado como um mercado de segunda classe pelas Big Techs.

    Manter o Linux, ou qualquer sistema livre, isento dessas exigências criaria uma brecha (ou um "porto seguro") para que abusadores ou plataformas irregulares operassem de modo abusivo e exploratório, sem possibilidade legal de fiscalização.

    Concluindo

    Enquanto Thiago anuncia o medo de um possível "colapso técnico" do Linux no Brasil, a valorização do ECA Digital decorre de um imperativo ético, jurídico e tecnológico.

    A lei não vai proibir o software livre, mas sim fomentar que a comunidade técnica e o mercado colaborem com o Estado para que as famílias possam ter tranquilidade diante de qualquer software livre, que garantam segurança e proteção para todas as crianças e adolescentes.
     

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    Play Store libera mais apps e pacotes de ícones grátis por tempo limitado

    Toda semana, desenvolvedores liberam aplicativos pagos gratuitamente por tempo limitado na Play Store. A prática é comum como forma de promover apps, atrair novos usuários e ampliar a base de downloads dentro da loja do Android.

    Nesta semana, alguns aplicativos úteis e diversos pacotes de ícones podem ser baixados sem custo por tempo limitado. A lista inclui ferramentas de produtividade, utilitários simples e opções de personalização para quem gosta de renovar o visual do celular.

    Full Battery Alarm

    O Full Battery Alarm é um utilitário simples que ajuda a preservar a saúde da bateria do celular. O aplicativo emite um alerta sonoro quando o aparelho atinge determinado nível de carga, evitando que o dispositivo permaneça conectado ao carregador por tempo excessivo.

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    O Full Battery Alarm é um utilitário simples que ajuda a preservar a saúde da bateria do celular (Fonte: Power Mind Apps/Divulgação)

    Countdown Widget - Time Until

    O Countdown Widget - Time Until é um aplicativo que permite acompanhar a contagem regressiva para eventos importantes diretamente na tela inicial do celular. Com ele, é possível criar widgets personalizados para datas especiais, compromissos ou viagens.

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    Countdown Widget - Time Until é um aplicativo que permite acompanhar a contagem regressiva para eventos importantes diretamente na tela inicial do celular. (Fonte: Power Mind Apps/Divulgação)

    Image Cropper - Crop photos

    O Image Cropper - Crop photos é uma ferramenta voltada para edição rápida de imagens. O aplicativo permite cortar fotos em diferentes formatos e proporções, sendo útil para preparar imagens para redes sociais ou para ajustes rápidos no celular.

    Imagem da captura de tela 1
    O Image Cropper - Crop photos é uma ferramenta voltada para edição rápida de imagens. (Fonte: Power Mind Apps/Divulgação)

    Pacotes de ícones

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    AnyDesk não conecta? Programa tem instabilidade na manhã desta segunda-feira (16)

    O software AnyDesk está instável na manhã desta segunda-feira (16). Registros de usuários reclamando sobre falhas de login, integração e aplicativo móvel inacessível tiveram início às 10h40, de acordo com o Down Detector.

    anydesk.jpg.png
    AnyDesk no DownDetector

    Na página oficial de status do AnyDesk, a equipe do programa afirma que está investigando o problema e entregou o seguinte posicionamento:

    Estamos enfrentando um problema grave com o AnyNet. Nossa equipe está investigando a causa raiz neste momento. Assim que identificarmos o problema, aplicaremos uma correção. Acompanhe esta página para receber atualizações. Pedimos desculpas por qualquer inconveniente causado”.

    Às 11h19, o AnyDesk afirma que soltou uma correção e monitora o caso.

    anydesk_outage.jpg.png
    Status AnyDesk

    Alguns usuários inclusive utilizaram o X (Twitter) para falar sobre o problema. Confira, a seguir, algumas publicações sobre o tema:

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    anydesk2.png

    anydesk1.png

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    Matéria em atualização…

     

     

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    WhatsApp testa a 'Conversa com convidados' que permite usar o app sem criar conta

    O WhatsApp começou a testar oficialmente o novo chat para convidados, recurso que permite trocar mensagens com pessoas que não possuem cadastro no mensageiro. A disponibilidade da novidade foi reportada pelo site WABetaInfo nesta segunda-feira (16).

    A ferramenta foi identificada inicialmente em agosto de 2025 pelo WABetaInfo, mas na época ainda não estava funcional. Agora, o recurso começou a aparecer para parte dos testadores e funciona exatamente como havia sido especulado.

    Na prática, o chat para convidados permite iniciar conversas com usuários que não têm conta no WhatsApp. Para isso, o usuário do mensageiro gera um link seguro que pode ser compartilhado de diferentes formas, como por e-mail ou SMS.

    This image shows a feature that lets users create guest chats on WhatsApp beta for Android
    O WhatsApp começou a testar a conversa com convidados. (Fonte: WABetaInfo/Reprodução)

    Ao abrir o endereço no computador ou celular, a pessoa convidada pode escolher entre baixar o WhatsApp ou continuar utilizando o serviço como convidado.

    Nesse modo, o usuário temporário pode definir um nome próprio e até iniciar conversas com seus próprios contatos.

    Perfil convidado tem limitações

    Apesar da flexibilidade, o modo convidado possui algumas restrições importantes. Entre as limitações estão:

    • Não pode participar de grupos;
    • Não pode enviar ou receber mídias, incluindo stickers e áudios;
    • Não pode fazer ou participar de chamadas de voz e vídeo;
    • Não recebe notificações de mensagens.

    Além disso, o perfil de convidado é temporário. A conta expira após 10 dias de inatividade e, para voltar a conversar no mensageiro, a pessoa precisa receber um novo link de convite.

    Mesmo nessas conversas temporárias, o conteúdo continua protegido por criptografia de ponta a ponta. Ao acessar o link compartilhado, o convidado recebe um identificador único que é utilizado para gerar uma chave criptográfica específica para o chat.

    Ainda em testes

    O chat para convidados do WhatsApp está sendo liberado de forma gradual entre os testadores do aplicativo.

    Até o momento, a novidade foi identificada apenas por alguns usuários da versão Beta, e não há previsão oficial para o lançamento da funcionalidade para o público geral.

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    © rodrigobark/GettyImages

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    Como os SLMs estão redesenhando a inteligência acadêmica

    Durante a primeira fase da inteligência artificial generativa, o avanço foi medido principalmente por escala. Modelos maiores significavam mais parâmetros, mais dados e maior capacidade de generalização.   

    No entanto, à medida que agentes autônomos e sistemas inteligentes passam a integrar fluxos reais de trabalho, surge um deslocamento relevante: a adequação arquitetural começa a importar tanto quanto o tamanho.  

    Pesquisadores defendem que Small Language Models, ou SLMs, podem se tornar a base da próxima geração de sistemas agentivos. Hoje, a maior parte dos agentes depende de LLMs generalistas acessados por APIs em nuvem, modelo sustentado por investimentos bilionários em infraestrutura centralizada.   

    Esse arranjo permanece dominante, mas não é necessariamente o mais eficiente para tarefas delimitadas e contextuais, como as que caracterizam educação e pesquisa

    SLMs e a reconfiguração da educação e da pesquisa

    SLMs operam com menos parâmetros, frequentemente abaixo de dez bilhões, o que reduz exigência computacional e permite execução local ou em servidores institucionais. Em ambientes acadêmicos, essa característica tem implicações diretas: maior controle de dados, menor latência e alinhamento mais preciso a diretrizes éticas e regulatórias.  

    Mais importante, modelos menores podem ser ajustados com corpora especializados. Em vez de depender de um modelo treinado sobre padrões amplos da internet, instituições podem estruturar sistemas alinhados a bibliografias específicas, protocolos metodológicos e referenciais teóricos definidos
     

    A performance, nesse contexto, deixa de depender apenas de escala e passa a emergir da qualidade do treinamento e da adequação ao domínio. 

    Um exemplo emblemático vem da área médica. Estudo publicado na Nature apresentou a família Meerkat, SLMs treinados com cadeias de raciocínio extraídas de livros-texto e centenas de milhares de exemplos especializados.  

    Mesmo com 7 e 8 bilhões de parâmetros, os modelos superaram alternativas equivalentes em exames clínicos e alcançaram desempenho superior ao humano em um desafio médico reconhecido. O resultado reforça que especialização e curadoria podem compensar limitações de escala.  

     

    Small-Language- Models
    O estudo Meerkat, publicado da revista Nature, mostra como as SLMs podem redefinir a inteligência acadêmica em 2026 e nos próximos anos. (Fonte: Getty Images)



    Nesse contexto, a especialização começa a surgir como uma vantagem competitiva relevante. Na educação, SLMs permitem apoio contextualizado a disciplinas específicas, com maior transparência sobre fontes e dados utilizados no ajuste fino. Como podem operar localmente, ampliam viabilidade em instituições com restrições orçamentárias ou exigências de confidencialidade.  

    Na pesquisa, contribuem para revisão de literatura, organização de hipóteses e verificação de coerência metodológica.  A IA deixa de atuar apenas como ferramenta de escrita ou busca e passa a integrar o próprio ambiente cognitivo da pesquisa, participando da formulação de hipóteses, da organização de evidências e da avaliação de coerência metodológica.  

    Isso não substitui os grandes modelos nem elimina seu papel em aplicações de larga escala. O que se consolida é uma arquitetura híbrida, na qual eficiência, especialização e governança convivem com capacidade computacional massiva.  

    Para universidades e centros de pesquisa, a mudança é estratégica. A discussão deixa de ser qual modelo é maior e passa a ser qual modelo é mais adequado ao contexto, ao domínio e à responsabilidade científica envolvida.  

    O avanço da inteligência artificial na academia pode não depender apenas de modelos cada vez maiores, mas da capacidade das instituições de construir arquiteturas inteligentes, especializadas e governáveis. Nesse cenário, os SLMs não são apenas uma alternativa técnica: podem representar o caminho mais sustentável para integrar IA à produção científica.  

    © Getty Images

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    WhatsApp testa nova aba dedicada para o Meta AI em versão beta do app

    O WhatsApp começou a testar uma nova aba dedicada à inteligência artificial (IA) entre usuários da versão Beta do app. A nova seção “Meta AI” substitui a guia “Comunidades” e reúne todas as funções relacionadas ao assistente da Meta dentro do mensageiro.

    A novidade foi identificada na versão 2.26.10.5 do WhatsApp Beta para Android pelo site WABetaInfo. A tela permite conversar diretamente com o assistente para tirar dúvidas, pedir revisões de texto e até gerar fotos e vídeos.

    Além disso, a aba oferece acesso rápido às principais funções da IA, incluindo configurações de voz, memórias e outras preferências associadas ao assistente.

    The image shows a feature that adds a Meta AI tab to the bottom navigation bar on WhatsApp beta for Android
    O Meta AI ganhou aba própria no WhatsApp Beta. (Fonte: WABetaInfo/Reprodução)

    Comunidades agora são geridas na aba "Conversas"

    Apesar da mudança na interface, as Comunidades do WhatsApp não deixam de existir. A diferença é que a gestão desses grupos passa a acontecer inteiramente dentro da aba “Conversas”.

    Ao adicionar uma seção exclusiva para o Meta AI, a Meta aumenta a visibilidade de seu assistente dentro do aplicativo. A mudança pode ampliar o número de usuários que utilizam os recursos de inteligência artificial, mas também tem potencial de incomodar quem prefere não interagir com o chatbot.

    Em contrapartida, o conhecido botão flutuante do Meta AI deve desaparecer da interface. O atalho foi adicionado como forma de acessar rapidamente o assistente diretamente na tela “Conversas”.

    Por enquanto, não há previsão para que a nova aba “Meta AI” seja liberada para todos os usuários do WhatsApp. No momento, apenas parte dos testadores da versão Beta consegue visualizar a interface atualizada.

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    © Meta/Divulgação

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    WordPress lança criador de sites privados que roda direto no navegador

    simplu27 / Wordpress / Pixabay / o que é wordpress
    Nova ferramenta é direcionada a blogs pessoais (imagem: reprodução)
    Resumo
    • WordPress lançou o myWordPressnet, que permite criar sites privados no navegador sem necessidade de conta ou hospedagem.
    • A plataforma armazena dados localmente no navegador, não enviando informações para a nuvem.
    • Inclui aplicativos como Leitor de RSS, CRM Pessoal e Assistente de IA, com armazenamento inicial de 100 MB.

    O WordPress anunciou nesta quarta-feira (11/03) uma ferramenta que permite criar sites pessoais diretamente no navegador. Acessada pelo endereço my.WordPress.net, a plataforma elimina as etapas tradicionais de configuração de uma página: o usuário não precisa criar uma conta, contratar um plano de hospedagem ou registrar um domínio para começar a utilizar o sistema.

    Diferente das páginas convencionais, os sites criados nesta ferramenta são privados por padrão e não são otimizados para receber tráfego, aparecerem em buscas ou serem apresentados ao público. Por isso, inclusive, todos os dados são armazenados no navegador do usuário, sem evio para a nuvem.

    A organização posiciona o recurso como um espaço de trabalho local para a criação de rascunhos, anotações e para testes de plugins e temas.

    A infraestrutura do serviço baseia-se no WordPress Playground, a mesma tecnologia que já era utilizada para gerar demonstrações temporárias da plataforma. Agora, no entanto, o ambiente ganha um caráter permanente e pessoal.

    Pagina inicial de um site recém-criado no My WordPress
    Página inicial de um site no My WordPress (imagem: Felipe Faustino/Tecnoblog)

    Aplicativos, RSS e inteligência artificial

    O My WordPress inclui um catálogo de aplicativos voltados para o uso pessoal, com experiências pré-configuradas. Entre as opções, estão:

    • Leitor de RSS: com a integração do plugin Friends, o usuário pode ler o conteúdo de sites e de seus criadores favoritos em um espaço próprio, sem depender de plataformas externas ou lidar com a lógica de recomendação de algoritmos.
    • CRM Pessoal: um gerenciador de relacionamentos privado para organizar a comunicação com pessoas próximas. O aplicativo permite agrupar contatos, configurar lembretes e importar o histórico de bate-papos para analisar padrões de comunicação.
    • Assistente de IA e Base de Conhecimento: uma ferramenta de inteligência artificial habilitada para modificar o WordPress com segurança. A IA pode alterar o código de plugins, consultar dados armazenados e criar blocos inteiramente novos. O assistente retém a memória das edições realizadas, tornando o site uma base de conhecimento pessoal ao longo do tempo.

    Armazenamento local

    Rodar o sistema integralmente no navegador traz algumas limitações, como o espaço inicial de armazenamento oferecido de aproximadamente 100 MB. A plataforma também demora um pouco mais para carregar no primeiro acesso, pois precisa baixar e inicializar o WordPress.

    A principal ressalva, no entanto, está ligada à forma como os dados são mantidos. Como a empresa garante que as informações não são enviadas para nenhum servidor na nuvem e permanecem apenas no navegador, cada dispositivo acessado terá uma instalação separada. Ou seja, o projeto iniciado em um computador do trabalho não aparecerá em outro dispositivo em casa.

    Para evitar a perda de informações, a recomendação baixar os backups dos projetos regularmente.

    WordPress lança criador de sites privados que roda direto no navegador

    (imagem: Felipe Faustino/Tecnoblog)
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    Play Store oferece diversos pacotes de ícones e apps grátis por tempo limitado

    Mais uma vez, o TecMundo vasculhou a Play Store em busca de aplicativos e pacotes de ícones gratuitos por tempo limitado. Nesta quarta-feira (11), a lista está recheadíssima de opções, entre utilitários para o dia a dia a ferramentas de edição de vídeo.

    Confira abaixo alguns dos aplicativos pagos que estão gratuitos por tempo limitado na Play Store. Vale lembrar que as promoções podem acabar a qualquer momento, então o ideal é baixar o quanto antes.

    Contacts Widget - Speed Dial

    O Contacts Widget - Speed Dial permite adicionar atalhos de contatos diretamente na tela inicial do celular. Com ele, é possível ligar ou enviar mensagens rapidamente para pessoas frequentes sem precisar abrir o aplicativo de contatos.

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    O aplicativo introduz um widget para adicionar à tela inicial. (Fonte: Power Mind Apps/Divulgação)

    Stabilize Video: Stable Video

    O Stabilize Video: Stable Video é um aplicativo voltado para edição de vídeos que ajuda a reduzir tremores nas gravações. A ferramenta aplica estabilização digital para deixar as imagens mais suaves.

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    O estabilizador de vídeo busca tornar a imagem mais estável. (Fonte: TAPUNIVERSE/Divulgação)

    Compress Video - Resize Video

    O Compress Video - Resize Video permite reduzir o tamanho de arquivos de vídeo sem comprometer tanto a qualidade. O app também oferece ferramentas para redimensionar resoluções e facilitar o compartilhamento.

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    O app Compress Video promete reduzir arquivos de vídeo sem comprometer tanto a qualidade. (Fonte: TAPUNIVERSE/Divulgação)

    Stitch Photos: Long Screenshot

    O Stitch Photos: Long Screenshot ajuda a juntar várias capturas de tela em uma única imagem longa. O recurso é útil para salvar conversas, páginas da web ou conteúdos extensos em um único arquivo.

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    O Stitch Photos permite juntar vários prints em um só. (Fonte: TAPUNIVERSE/Divulgação)

    Resume Builder - CV Maker

    O Resume Builder - CV Maker é um aplicativo para criação de currículos diretamente pelo celular. Ele oferece modelos prontos e ferramentas de edição para montar um CV profissional rapidamente.

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    O Resume Builder permite baixar o arquivo criado como PDF. (Fonte: TAPUNIVERSE/Divulgação)

    Pacotes de ícones

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    ChatGPT deve ganhar integração com Sora para gerar vídeos

    A OpenAI planeja integrar o Sora ao ChatGPT, reportou o site The Information na última terça-feira (10). A informação foi compartilhada por pessoas familiarizadas com o assunto, mas a empresa ainda não se manifestou oficialmente sobre o tema.

    Caso a mudança seja implementada, o gerador de vídeos passaria a funcionar como uma das capacidades multimodais do chatbot. A ideia seria semelhante ao que o Veo representa para o Gemini, permitindo criar vídeos com base em descrições em texto diretamente dentro da plataforma.

    Assim, os usuários poderiam gerar vídeos utilizando o modelo sem necessariamente recorrer ao aplicativo dedicado da ferramenta.

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    Se integrado ao ChatGPT, usuários poderiam gerar vídeos baseados em texto sem precisar do app dedicado do Sora. (Fonte: Kenneth Cheung/Getty Images)

    A OpenAI lançou o Sora em dezembro de 2024. A inteligência artificial geradora de vídeos estava disponível inicialmente em um site próprio, separado do ChatGPT.

    Em setembro, a ferramenta recebeu uma atualização com o modelo Sora 2, que permitiu criar vídeos mais realistas. No entanto, essa versão teve disponibilidade limitada ao aplicativo para iOS.

    Ao incluir o Sora entre as capacidades do ChatGPT, a OpenAI pode tornar o gerador de vídeos mais acessível e ampliar os recursos disponíveis no chatbot.

    Hoje, um dos principais concorrentes nesse segmento é o Gemini, chatbot do Google que já consegue gerar vídeos a partir de descrições em texto usando o modelo Veo — tecnologia que também está disponível em um site dedicado.

    App dedicado do Sora continuaria existindo

    Mesmo com a possível integração ao ChatGPT, a OpenAI pretende continuar oferecendo o aplicativo independente do Sora, segundo o site.

    As fontes do The Information não revelaram uma data específica para a mudança, mas afirmaram que a integração deve acontecer “em breve”.

    Quer acompanhar mais novidades sobre inteligência artificial e os avanços de ferramentas como ChatGPT e Sora? Siga o TecMundo no site, no YouTube, no Instagram, no TikTok e no X para não perder nenhuma atualização.

    © OpenAI/Divulgação

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    NemoClaw: Nvidia planeja ferramenta de IA open-source, diz site

    A Nvidia pretende lançar uma ferramenta de inteligência artificial chamada de NemoClaw no futuro, segundo informações reportadas pela Wired. É dito que a gigante dos chips já começou a trabalhar no projeto, que será de código aberto destinado para companhias focadas na produção de software.

    Fontes anônimas próximas ao assunto entendem que a Nvidia esboça a tecnologia com a parceria de outras gigantes em mente. Companhias como a Salesforce, Cisco, Google, Adobe e Crowdstrike são alguns dos nomes listados. No entanto, ainda não se sabe quais parcerias já foram fechadas pela empresa de Jensen Huang.

    Como essa deve ser uma tecnologia totalmente open-source, seu uso será gratuito para outras empresas usufruírem. Porém, dadas as parcerias, as marcas interessadas poderiam receber um tipo de acesso antecipado em troca da contribuição no projeto. Será possível utilizar a tecnologia mesmo que as empresas não possuam máquinas com produtos da Nvidia.

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    Com valor superior aos US$ 4 trilhões, Nvidia quer conquistar mais espaço no segmento de software (Imagem: Nvidia)

    O NemoClaw da Nvidia permitirá que as empresas enviem agentes de IA para realizar tarefas para seus funcionários. Camadas adicionais de segurança e privacidade também seriam adicionadas. Um dos objetivos da Nvidia é entrar com força no mercado de software, já que é uma potência de hardware bruto.

    Nvidia quer seu próprio Claw

    O NemoClaw seria uma fusão de duas visões da Nvidia. A primeira visão seria um tipo de expansão da plataforma NeMo, criada para personalizar e implementar aplicações de IA generativa para desenvolvedores. A segunda faz parte da premissa dos novos “claws”, ferramentas de IA que rodam localmente na máquina dos usuários.

    • Esses claws são especialistas em performar tarefas sequenciais e se popularizaram em fevereiro com o OpenClaw;
    • A ferramenta prometia executar tarefas em novo do usuário para facilitar a rotina do mesmo, oferecendo grande autonomia;
    • Mesmo com a proposta interessante, esse software exigia níveis de acesso nos PCs que aumentavam a área de ataque de atores mal-intencionados;
    • O recurso é um tipo de interface que se conecta com grandes modelos de linguagem (LLMs) configurados pelo usuário;
    • Esse OpenClaw nunca foi um real agente de IA, mas sim um tipo de facilitador para os utilizadores;
    • O alto nível solicitado fez com que ataques por prompt injection aumentassem e colocou a tecnologia em estado de alerta.
    • Por questões de marca, o OpenClaw também foi chamado de Clawdbot e Moltbot, gerando confusão na internet.

    O fato da Nvidia querer um software no estilo claw nem chega a ser tão surpreendente. No passado, o CEO Jensen Huang já havia expressado que o OpenClaw foi “um dos mais importantes lançamentos de software já feitos”. Como a Nvidia apresenta até 13 de março a conferência GDC, pode ser que alguma novidade seja anunciada em breve.

    Nos últimos dias a OpenAI lançou o modelo GPT 5.4 capaz de controlar o Gmail e até mesmo o Excel, com operação de até 1 milhão de tokens. Siga o TecMundo no X, Instagram, Facebook e YouTube e assine a nossa newsletter para receber as principais notícias e análises diretamente no seu e-mail.

    © Gemini

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    Cade mantém medida protetiva contra termos de IA do WhatsApp

    O Tribunal do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) manteve, nesta quarta-feira (4), a medida protetiva que proíbe a Meta de aplicar os Novos Termos do WhatsApp no Brasil. Isso significa que a plataforma está suspensa de cumprir suas regras que afastaram empresas de IA de operar serviços dentro do popular mensageiro.

    No entendimento do Cade, a manutenção da medida protetiva tinha todos os requisitos necessários para continuar. A exclusão da operação de empresas de IA no WhatsApp poderia destruir a concorrência no setor e fazer com que a Meta tivesse vantagem competitiva no mercado.

    Como essas IAs já funcionam atualmente, a manutenção da medida não representa nenhum tipo de prejuízo à Meta. Por outro lado, caso o colegiado retirasse a medida protetiva, haveria um rápido prejuízo para as startups de IA que oferecem seus serviços na plataforma, como a Luzia e Zapia, que denunciaram os termos para a superintendência do órgão.

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    Termos que proíbem outras empresas de usarem APIs de IA no WhatsApp estão em vigor em diversos países (Imagem: rodrigobark/GettyImages)

    Antes da decisão sair, a Meta obteve uma liminar que suspendia a obrigatoriedade de permitir chatbots de IA de terceiros no WhatsApp Business. Mesmo assim, o inquérito administrativo instaurado pelo Conselho ainda está em vigor, ou seja, as investigações para entender os impactos desses termos do aplicativo continuam.

    Meta justifica seus termos para evitar brechas

    Como justificativa para esses termos, a Meta explicou ao Cade que os bots de IA de terceiros exploram brechas nos termos do WhatsApp. A empresa alega que a ausência de restrições específicas proporcionou que empresas de fora usassem a API do mensageiro como um “canal de distribuição para chatbots de IA de uso geral”.

    Em contrapartida, a instituição brasileira analisa que proibir todos esses chatbots de funcionar é uma medida extrema demais para o problema de infraestrutura alegado. O Cade ainda alega que segue a mesma premissa que órgãos italianos têm ao lidar com o problema, já que a Itália também barrou esses termos.

    Como o inquérito administrativo ainda está em andamento, ainda não houve uma decisão permanente sobre o WhatsApp ter ou não o direito de impor essas regras. O medo das empresas que denunciaram a Meta ao Cade é que essa iniciativa torne o mercado mais restrito.

    O WhatsApp começou a testar a funcionalidade de agendar o envio de mensagens nos últimos dias, um dos recursos mais aguardados pelos usuários. Siga o TecMundo no X, Instagram, Facebook e YouTube e assine a nossa newsletter para receber as principais notícias e análises diretamente no seu e-mail.

    © stockcam/GettyImages

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    Windows 12 focado em IA será lançado em 2026? Rumor é desmentido

    O rumor de que o Windows 12 será lançado em 2026 seria, na verdade, um equívoco, segundo apuração do Windows Central. A especulação ganhou força após uma publicação do PCWorld, que apontava para a estreia de um novo sistema operacional mais modular e com foco em inteligência artificial (IA).

    De acordo com o Windows Central, a informação é falsa. Fontes familiarizadas com o cronograma de lançamentos da plataforma afirmaram ao veículo que não há planos para apresentar um novo Windows neste ano.

    No curto prazo, a prioridade da Microsoft seria ajustar o Windows 11 e tentar melhorar sua reputação junto aos usuários. A empresa foi alvo de críticas por incluir aplicativos e funções de IA considerados desnecessários ou invasivos, muitas vezes sem oferecer opções claras para removê-los ou evitá-los dentro do sistema.

    O projeto ao qual o PCWorld aparentemente se referia é o CorePC. A iniciativa não é secreta: está em desenvolvimento desde pelo menos 2023, com a proposta de tornar a infraestrutura do sistema operacional mais modular, permitindo que seja expandida ou reduzida conforme diferentes níveis de desempenho e compatibilidade.

    Inicialmente, o CorePC era esperado para 2024, mas o lançamento não aconteceu — o que sugere que o projeto esteja suspenso. O Windows Central reforça que também não há planos para lançar o CorePC como produto em 2026.

    Seria uma estratégia incomum

    Atualmente, o Windows 11 é o único sistema operacional mantido oficialmente pela Microsoft, enquanto o suporte ao Windows 10 foi encerrado apenas em outubro de 2025. Na prática, o sistema mais recente teve poucos meses de exclusividade plena no mercado.

    Lançar o Windows 12 em 2026 poderia ampliar a fragmentação da base de usuários, especialmente considerando que parte do público ainda resiste a abandonar o Windows 10.

    Além disso, embora a migração de sistema operacional seja relativamente simples para usuários domésticos, o processo é muito mais complexo no ambiente corporativo. Empresas precisam planejar cuidadosamente a transição para garantir que sistemas e ferramentas continuem operando sem interrupções — uma operação que envolve custos elevados.

    Faz sentido lançar um Windows 12?

    A reputação do Windows 11 não é das mais positivas desde o lançamento. Mudanças de interface, requisitos mínimos mais rigorosos e remoção de recursos tradicionais estão entre as principais críticas.

    Diante desse cenário, lançar um novo sistema operacional poderia ser uma forma de reconstruir a marca e redefinir expectativas. Ainda assim, 2026 não parece o momento ideal para isso — especialmente enquanto o Windows 11 permanece no centro de controvérsias.

    Além disso, apresentar um novo Windows com foco intenso em inteligência artificial poderia ir na direção oposta à tentativa da Microsoft de restaurar a confiança pública, considerando as críticas recentes sobre a integração forçada de recursos de IA.

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    © Philip Oroni/Unsplash

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    Flow Tuner do Deezer: testamos o recurso que refina playlists baseadas em moods

    O Deezer aprimorou uma de suas ferramentas de descoberta mais populares, o Flow. A partir de agora, o recurso que monta playlists automáticas com base em um humor específico permite não apenas indicar o que você quer ouvir, mas também definir o que não deve entrar na fila.

    A novidade se chama “Flow Tuner” e foi integrada à própria interface do Flow. Como de costume, o usuário pode escolher uma playlist automática nos carrosseis de Gêneros ou Moods. Após selecionar o estilo desejado, é possível fazer ajustes mais precisos no algoritmo ao tocar no botão “Customizar mood”, localizado na parte inferior da tela.

    Na aba “Ajuste o Flow”, o Deezer sugere gêneros que podem combinar com aquela vibe específica. Basta tocar no ícone de “+” (soma) para adicioná-los. Caso o estilo deixe de agradar, é possível desativá-lo posteriormente por meio de um interruptor.

    O Flow Tuner permitiu refinar a playlist gerada com baseno humor escolhido. (Fonte: Igor Almenara/TecMundo)

    Os ajustes feitos no Flow Tuner permanecem salvos no perfil do usuário mesmo após fechar o aplicativo. Segundo o líder global de produto da Deezer, Marin Lorant, a proposta é permitir que as preferências sejam configuradas uma única vez para cada modo e mantidas para reproduções futuras.

    “O objetivo é dar flexibilidade sem dor de cabeça: configure uma vez, aproveite para sempre, mas ajuste quando quiser”, disse Lorant ao TecMundo.

    Resolvendo interpretações erradas do algoritmo

    O Flow Tuner surge para resolver uma reclamação recorrente: as interpretações equivocadas do algoritmo de recomendações. Lorant explica que muitos usuários acabavam recebendo indicações excessivas de determinado gênero apenas porque tocaram músicas daquele estilo em uma ocasião específica, como uma festa — o que “contaminava” o perfil musical.

    Os usuários queriam uma maneira de dizer ‘chega desse gênero por enquanto’ sem precisar bloquear manualmente centenas de músicas”, afirmou o executivo. “Mas também percebemos algo mais profundo: o contexto importa mais do que pensávamos. Os Moods do Flow, como ‘Festa’ e ‘Relaxar’, definem o clima emocional, mas os gêneros específicos que fazem você se sentir relaxado ou animado são pessoais”, completou.

    O Flow continua evoluindo conforme os hábitos de audição se tornam mais previsíveis. “O Flow Tuner e o algoritmo de aprendizado do Flow funcionam juntos: os ajustes manuais que você faz no Flow Tuner são mantidos, enquanto o Flow continua se adaptando automaticamente aos seus hábitos de audição em constante mudança”, explicou Lorant.

    Segundo ele, o algoritmo identifica mudanças no perfil musical e adiciona automaticamente essas preferências às playlists automáticas. O Flow Tuner, por sua vez, não congela as recomendações, mas permite refiná-las de forma contínua.

    O TecMundo testou o recurso

    O Deezer permitiu que o TecMundo experimentasse a função por alguns dias, e o Flow Tuner entrega exatamente o que promete. As preferências associadas a cada mood são dinâmicas, persistentes e sincronizadas automaticamente entre dispositivos, incluindo app mobile e desktop.

    As alterações na composição das playlists são perceptíveis, enquanto o Flow segue como uma ferramenta acessível para descobrir músicas novas. O potencial de descoberta continua alto, e o Flow Tuner adiciona uma camada extra de personalização ao permitir ajustes específicos para cada Mood.

    O Flow Tuner também está disponível no PC e as preferências são sincronizadas entre dispositivos. (Fonte: Igor Almenara/TecMundo)

    Nos testes, o Deezer recomendou faixas de artistas inéditos que se alinharam bem às preferências do momento. A sensação é de que a playlist evolui conforme o usuário torna seu perfil musical mais claro, sem perder a espontaneidade característica do recurso.

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    © Deezer/Divulgação

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    Google reduz taxas da Play Store e abre Android para outras lojas de apps

    O Google anunciou, nesta quarta-feira (4), que vai reduzir as taxas da Play Store para desenvolvedores. A decisão foi tomada após embates judiciais entre a empresa e a Epic Games (dona do jogo Fortnite), que trava uma disputa também com a Apple. Além disso, anunciou também um programa que abre espaço para lojas alternativas.

    A novidade parece ser um recuo importante por parte do Google. O cronograma da empresa prevê reduzir a taxa de 30% da Play Store para 20%. Segundo a empresa, ela deixará de aplicar “taxas de uso do nosso sistema de faturamento” e passará a aplicar “novas taxas de serviço mais baixas”.

    Nesse contexto, o Google afirma que a taxa para o uso do sistema de pagamentos da empresa será de 5% para os jogos e aplicativos vendidos na Europa, Reino Unido e Estados Unidos a partir de 30 de junho. A porcentagem deve variar em outras regiões, entretanto.

    • A taxa para uma primeira instalação de usuário, considerando as novas cobranças, passará a ser de 20% (em compras dentro desses apps);
    • O novo programa de experiência do Google, que dá mais relevância a apps e jogos que seguem certos padrões, será de 20% para transações existentes e de 15% para novas instalações;
    • Já a taxa de serviço para assinaturas recorrentes, como assinaturas de serviços de streaming, será de 10%.
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    Novo sistema do Google promete cobrar taxas inferiores de desenvolvedores. (Imagem: Google/Divulgação)

    “Com essas atualizações, também resolvemos nossas disputas com a Epic Games em todo o mundo”, afirma Sameer Samat, presidente do Android. Em comunicado, o executivo citou que a novidade oferece “mais opções e liberdade na gestão de transações” por parte dos desenvolvedores de aplicativos para Android.

    O cronograma do Google prevê que, em 30 de setembro, as novas regras serão aplicadas à Austrália e, em 31 de dezembro, na Coreia do Sul e no Japão. As atualizações devem chegar a outros países até 30 de setembro de 2027.

    Mais lojas de apps no Android

    O Google também revelou um novo programa chamado Registered App Stores (Lojas de Aplicativos Registradas, em tradução livre). Na prática, ele organizará lojas externas do Android que possam disponibilizar apps e jogos, mas que atendem “a determinados padrões de qualidade e segurança”. Movimento similar também acontece na App Store, da Apple.

    Segundo o Google, as lojas de aplicativos externas que quiserem participar do programa terão um processo mais simplificado na instalação dos softwares no sistema Android. Caso contrário, o processo de instalação terá a experiência padrão, que tem sido dificultada nas últimas atualizações para evitar, segundo o Google, problemas de segurança aos usuários.

    O novo programa terá início “fora dos EUA”, mas deverá ser disponibilizado no país após “aprovação judicial”.

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    OpenAI lança GPT-5.3 Instant, novo modelo deixa o ChatGPT menos 'cringe'

    A OpenAI anunciou o GPT-5.3 Instant, novo modelo padrão do ChatGPT que promete ser menos “cringe” nas interações com usuários. Segundo a empresa, a atualização traz respostas mais precisas, resultados mais ricos e contextualizados em buscas na web e um tom menos evasivo ou excessivamente cauteloso.

    Diferentemente de melhorias focadas apenas em benchmarks técnicos de desempenho e eficiência, o GPT-5.3 Instant prioriza ajustes em tom, relevância e fluidez da conversa — aspectos que impactam diretamente a experiência prática de uso.

    De acordo com a OpenAI, o GPT-5.2 Instant por vezes se recusava a responder perguntas que poderiam ser tratadas com segurança ou adotava um posicionamento considerado “moralista demais”. O GPT-5.3 Instant recalibra essa postura defensiva, permitindo respostas mais diretas.

    O modelo anterior também podia soar “cringe” ao parecer autoritário ou ao fazer suposições indevidas sobre a intenção ou o estado emocional do usuário. A nova versão reduz esse tipo de comportamento, evitando frases como “pare, respire”, e busca oferecer uma personalidade mais consistente entre diferentes conversas e atualizações.

    Respostas mais precisas e confiáveis

    Segundo a OpenAI, o GPT-5.3 Instant entrega respostas mais baseadas em fatos do que versões anteriores, com redução nas chamadas “alucinações” — quando a IA apresenta informações incorretas como se fossem verdadeiras.

    A empresa realizou testes internos, incluindo avaliações em áreas de maior risco, como medicina, direito e finanças, além de análises focadas em alucinações em conversas anonimizadas.

    Em comparação com modelos anteriores, as taxas de alucinação são 26,8% menores quando o sistema utiliza a web como fonte e 19,7% menores quando depende apenas do conhecimento interno, segundo dados divulgados pela companhia de Sam Altman.

    Limitações conhecidas

    Apesar da evolução, o GPT-5.3 Instant ainda apresenta limitações. Em alguns idiomas, como japonês e coreano, o estilo de resposta pode soar mais travado ou excessivamente literal.

    A OpenAI afirma que, embora o tom esteja mais fluido nesta versão, o trabalho de refinamento continuará nas próximas atualizações.

    Disponível para todos

    O GPT-5.3 Instant foi liberado para todos os usuários na terça-feira (3), tanto no ChatGPT quanto na API — onde aparece como “gpt-5.3-chat-latest”. As variações Thinking e Pro receberão as melhorias em um momento posterior.

    A OpenAI informou ainda que o GPT-5.2 Instant continuará disponível por três meses para assinantes pagos, no menu suspenso “Modelos legados”. Em 3 de junho de 2026, ele será oficialmente descontinuado.

    Quer acompanhar as próximas atualizações do ChatGPT e as disputas no mercado de inteligência artificial? Siga o TecMundo nas redes sociais e fique por dentro de todas as novidades.

    © (Imagem: Berke Citak/Unsplash)

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    WhatsApp Premium permitirá fixar até 20 conversas

    Novos detalhes sobre os recursos que serão oferecidos aos assinantes da versão paga do WhatsApp seguem surgindo. Uma das funcionalidades extras é a possibilidade de fixar até 20 conversas no topo da lista, salto significativo em relação ao limite atual.

    Indícios dessa novidade aparecem na versão de teste mais recente do mensageiro para Android, conforme revelou o WABetaInfo nesta quarta-feira (4). Ela permitirá que uma maior quantidade de bate-papos de alta prioridade fique sempre visível.

    Vantagens de fixar mais conversas

    Se o usuário tentar fixar mais do que três conversas, atualmente, o app informa que o número máximo foi alcançado. Mas para os futuros assinantes, isso não será problema, com a permissão para fixar no topo mais 17 chats.

    • A ampliação oferece uma maior flexibilidade para manter conversas importantes acessíveis, economizando tempo na busca por elas;
    • O recurso deve ser útil principalmente para administradores de grupos e pessoas que têm grandes volumes de conversas;
    • Quem está ao mesmo tempo em grupos do trabalho, da faculdade e da família, por exemplo, terá a possibilidade de manter essas conversas destacadas no alto da tela;
    • Já para comerciantes, a ferramenta permitirá fixar mais conversas com clientes atendidos no momento e também com funcionários, melhorando a organização.
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    Assinantes do WhatsApp Premium terão até 20 conversas fixadas no topo da lista. (Imagem: WABetaInfo/Reprodução)

    É importante ressaltar que essa nova função do WhatsApp será exclusiva para assinantes. Outro detalhe é que a Meta comercializará a versão paga como opcional, continuando a oferecer o mensageiro gratuito normalmente.

    Ou seja, quem não fizer o upgrade para a assinatura poderá usar a versão convencional do serviço de mensagens sem pagar nada e com a fixação de até três conversas no topo.

    Quando estará disponível?

    No momento, a fixação de até 20 conversas no WhatsApp está em desenvolvimento pela gigante da tecnologia. A prévia da função foi encontrada no WhatsApp beta para Android 2.26.9.9, utilizado por testadores.

    Ainda não há prazo definido para a estreia do recurso, que deve acontecer junto com o lançamento do plano premium do mensageiro. Informações sobre o valor da assinatura também não foram revelados.

    Quando a versão paga do WhatsApp estrear, os assinantes terão acesso, ainda, a várias opções de ícones para o aplicativo, seleção de temas e cores diferenciadas e pacote de figurinhas exclusivo. A não exibição de anúncios deve ser outro benefício.

    Curtiu o conteúdo? Que tal ler mais notícias sobre o mensageiro no TecMundo? Nesta matéria, falamos sobre a função de agendar envio de mensagens, que pode chegar em breve.

    © stockcam/GettyImages

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    Chrome vai reduzir ciclo e lançar uma nova versão a cada duas semanas

    Ilustração com a interface do Google Chrome
    Novos recursos devem chegar ao navegador com mais rapidez (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
    Resumo
    • O Google lançará novas versões estáveis do Chrome a cada duas semanas a partir de setembro de 2025, reduzindo o ciclo atual de quatro semanas.
    • A mudança visa diminuir problemas e facilitar correções de bugs, com atualizações mais frequentes e de menor escopo.
    • O novo ciclo de atualizações se aplica a todas as plataformas, exceto os canais Dev e Canary, e a versão extended stable manterá o ciclo de oito semanas.

    O Google fará alterações no ciclo de desenvolvimento do Chrome: uma nova versão estável do navegador será liberada a cada duas semanas — atualmente, o intervalo entre os updates é de quatro semanas. O cronograma mais curto passa a valer a partir de setembro de 2025.

    Com a mudança, a versão 153, que estava programada para 22 de setembro, chegará no dia 8 de setembro. A 154, anteriormente esperada para 20 de outubro, chega em 22 de setembro — e assim sucessivamente.

    Por que o Chrome terá atualizações mais frequentes?

    Ilustração com a marca do Google Chrome
    Google Chrome usava ciclo de quatro semanas desde 2021 (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

    Em um texto publicado no blog de desenvolvedores do Chrome, a equipe explica que as novas versões serão mais frequentes, mas terão um escopo menor. Com isso, os problemas devem diminuir, e as correções de bugs pós-lançamento serão mais simples.

    “As plataformas web estão avançando constantemente, e nossa missão é garantir que desenvolvedores e usuários tenham acesso imediato às mais recentes melhorias de desempenho, correções e novas funcionalidades”, diz o comunicado.

    A última mudança do tipo ocorreu em março de 2021, quando o ciclo foi reduzido de seis para quatro semanas.

    O que vai mudar com o novo ciclo de atualizações?

    O Google explica que o novo ciclo de atualização vale tanto para a versão estável quanto para a versão beta — que chegará três semanas antes. Isso afeta todas as plataformas: Android, iOS e desktop. Os canais Dev e Canary não terão alterações, nem as correções de segurança semanais.

    Outra versão que permanecerá como é hoje é a extended stable, voltada a administradores de ambientes corporativos — ela segue um ciclo de oito semanas, garantindo tempo extra para lidar com as atualizações.

    O time de desenvolvimento diz estar trabalhando para que Chromebooks também estejam alinhados ao ciclo de duas semanas, com as atualizações passando por testes dedicados de plataforma. Intervalos mais longos também estarão disponíveis para esses dispositivos.

    Com informações do Bleeping Computer

    Chrome vai reduzir ciclo e lançar uma nova versão a cada duas semanas

    Google Chrome (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

    Google Chrome (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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    Usuários abandonam ChatGPT e migram para Claude após polêmica nos EUA

    Imagem mostra o CEO da OpenAI, Sam Altman, à esquerda, e o logo do ChatGPT à direita. Na parte inferior direita, o logo do "tecnoblog"
    ChatGPT sofre debandada de usuários após acordo com governo dos EUA (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
    Resumo
    • Após a parceria da OpenAI com o Departamento de Defesa dos EUA, as desinstalações do ChatGPT aumentaram 295%, segundo a Sensor Tower.
    • O Claude, da Anthropic, subiu para o primeiro lugar na App Store americana, superando o ChatGPT, após a Anthropic recusar colaboração com o DoD.
    • O Claude liderou downloads em sete países e os cadastros diários quebraram recordes, com crescimento de mais de 60% nos usuários gratuitos desde janeiro.

    Depois que a OpenAI anunciou uma parceria com o Departamento de Defesa dos Estados Unidos (DoD), as desinstalações do app ChatGPT cresceram 295%, segundo dados da plataforma de análise de mercado Sensor Tower. No mesmo período, o Claude, da Anthropic, escalou o ranking da App Store americana e chegou ao primeiro lugar, ultrapassando o maior concorrente.

    A movimentação ocorre durante um impasse das duas empresas sobre fornecer tecnologia para o governo norte-americano. Dias antes do anúncio da OpenAI, a Anthropic havia se recusado a permitir que suas IAs fossem usadas pelo DoD para vigilância doméstica em massa ou para armas autônomas — sistemas que disparariam sem intervenção humana.

    Pouco depois, a OpenAI foi na direção oposta e fechou seu próprio acordo com o Pentágono. O CEO Sam Altman disse que o contrato inclui salvaguardas relacionadas às preocupações de Dario Amodei, chefe da Anthropic.

    Claude no topo

    Claude cresceu nas lojas de App (imagem: divulgação)

    Segundo dados da Sensor Tower, o Claude estava fora do top 100 no final de janeiro e passou parte do mês de fevereiro entre os 20 mais baixados. Entretanto, na última semana, a escalada foi rápida: sexto na quarta-feira, quarto na quinta, e primeiro na noite de sábado.

    Já dados do Appfigures apontam que o total diário de downloads do Claude no sábado superou o do ChatGPT pela primeira vez, com um salto de 88% de um dia para o outro. Além do mercado norte-americano, o aplicativo da Anthropic também assumiu a primeira posição entre os apps gratuitos para iPhone em seis outros países: Alemanha, Bélgica, Canadá, Luxemburgo, Noruega e Suíça.

    De acordo com a Anthropic, os cadastros diários quebraram o recorde histórico todos os dias durante a semana, o número de usuários gratuitos cresceu mais de 60% desde janeiro e os assinantes pagos mais que dobraram.

    Com a mudança de plataforma, muitos ex-usuários da OpenAI têm recorrido ao novo processo de transferir dados do ChatGPT para o Claude.

    O que aconteceu?

    Pentágono, sede do Departamento de Defesa dos EUA (Imagem: Thomas Hawk / Flickr)
    Pentágono, sede do Departamento de Defesa dos EUA (Imagem: Thomas Hawk / Flickr)

    A disputa entre a Anthropic e o Pentágono não era sobre se a empresa deveria ou não trabalhar com o governo, mas sobre os termos. De acordo com a desenvolvedora do Claude, as IAs da empresa ainda não têm capacidade para operar com segurança em cenários de lethal autonomy, nome dado a sistemas que tomam decisões de ataque sem supervisão humana.

    Pete Hegseth, secretário de Defesa dos EUA, rebateu que o DoD não deveria ser limitado pelas políticas internas de um fornecedor, e que qualquer “uso legal” da tecnologia deveria ser permitido. Após o posicionamento da companhia, o presidente Donald Trump ordenou que agências do governo parassem de usar produtos da Anthropic.

    A OpenAI diz em comunicado que também determinou áreas nas quais a IA não poderá ser usada, entre elas vigilância doméstica, sistemas de armas autônomas e sistemas como os de crédito social. Altman, no entanto, admitiu no X que o acordo foi apressado.

    Usuários abandonam ChatGPT e migram para Claude após polêmica nos EUA

    ChatGPT e Sam Altman, CEO da OpenAI (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

    Assistente virtual Claude é produzido pela Anthropic (imagem: divulgação)

    Pentágono, sede do Departamento de Defesa dos EUA (Imagem: Thomas Hawk / Flickr)
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    Bumble lança IA que avalia fotos e perfis de usuários

    Pessoa usando o aplicativo do Bumble no celular
    Bumble reforça ferramentas de IA nativas da plataforma (Imagem: Good Faces Agency / Unsplash)
    Resumo
    • Bumble lançou ferramentas de IA para otimizar descrições e escolha de imagens de perfis;
    • Nos EUA, IA avalia fotos em tempo real; no Canadá, testa um botão para sugerir encontros;
    • concorrentes como o Tinder e o Happn também investem em IA para personalização e sugestões.

    Enquanto concorrentes tentam repreender o uso de IA, o app de relacionamentos Bumble anunciou, nesta quinta-feira (26/02), novos recursos para orientar usuários na criação e aprimoramento de perfis. As ferramentas oferecem avaliações sobre as biografias, respostas a perguntas prontas e escolhas de fotografias.

    A primeira novidade, chamada de orientação de perfil, terá lançamento global e fornecerá feedback focado nas descrições em texto dos usuários. Já nos Estados Unidos, a plataforma disponibilizará uma ferramenta extra de avaliação de fotos por IA, capaz de sugerir, em tempo real, quais imagens o usuário deve destacar.

    De acordo com a empresa, o sistema pode, por exemplo, recomendar que o internauta retire fotos e adicione imagens substitutas em condições supostamente melhores. A companhia justifica a implementação dos recursos com base em dados de uso, que apontam maior engajamento em perfis com biografias fortes e que preenchem caixas de perguntas.

    Empurrão para encontros

    Em paralelo às ferramentas de IA, o Bumble também iniciou testes no Canadá de um botão para sugerir um encontro e sinalizar o desejo de se encontrar pessoalmente. A ferramenta, segundo a plataforma, deve auxiliar quando a conversa perde o ritmo ou estagna.

    Segundo o diretor de tecnologia (CTO) do Bumble, Vivek Sagi, o objetivo geral dos novos pacotes é evitar a tradicional troca interminável de mensagens. “Quando reduzimos o atrito nos momentos que mais importam, ajudamos as pessoas a se conectarem com clareza e confiança”, afirma.

    Uso IA ou não?

    Imagem de um smartphone com a tela exibindo uma série de emojis. Há diversos corações coloridos em tons de vermelho, rosa, roxo, azul, amarelo, laranja, verde e branco, além de corações com diferentes detalhes, como corações com faixas, corações em chamas e corações com setas atravessando. Também são visíveis outros emojis, como o símbolo de paz, uma cruz e uma lua crescente. O fundo da tela é escuro, e os ícones de emojis estão organizados em várias linhas.
    Plataformas de relacionamento aderem à IA, mas criam barreiras (foto: Tom Krach/Unsplash)

    O uso de IA para relacionamentos é uma realidade indiscutível: no ano passado, cerca de 26% dos solteiros nos EUA já alegavam usar a tecnologia para ajudar na vida amorosa. Mas as empresas do setor ainda não se decidiram se vale à pena valorizar as ferramentas ou se as proíbem.

    Além do Bumble, que pelo menos desde 2024 investe em IA na plataforma, concorrentes já anunciaram diversos projetos. O Tinder, por exemplo, testa na Austrália um recurso para aprender interesses e personalidade do usuário com base em fotos armazenadas no telefone, e o Happn passou a sugerir locais para encontros — ambos com IA.

    Ao mesmo tempo, as companhias investem em mecanismos de segurança mais robustos, reconhecendo que a tecnologia facilitou a criação de contas falsas com imagens e biografias feitas com auxílio de chatbots.

    Bumble lança IA que avalia fotos e perfis de usuários

    Bumble e outros apps do setor apresentaram queda nos últimos anos (Imagem: Good Faces Agency / Unsplash)

    (foto: Tom Krach/Unsplash)
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    Partição perdida ou corrompida? Saiba como recuperar seus dados

    Partição perdida ou corrompida? Saiba como recuperar seus dados
    Partição perdida ou corrompida? Saiba como recuperar seus dados (imagem: reprodução/EaseUS)

    Uma partição foi excluída ou deixou de aparecer em seu PC? Isso pode acontecer por várias razões. Talvez você a tenha excluído por engano. Ou uma falha no sistema de arquivos pode ter corrompido os arquivos existentes ali. Mas não se preocupe: é possível recuperar os dados da partição.

    Você só precisa escolher a ferramenta certa para recuperar uma partição perdida em seu HD ou SSD. Uma das mais renomadas para esse fim atende pelo nome de EaseUS Data Recovery Wizard. Você já vai entender o porquê de sua boa reputação.

    O que é o EaseUS Data Recovery Wizard?

    O EaseUS Data Recovery Wizard é um software que cumpre uma função nobre: recuperar arquivos apagados por engano ou corrompidos por falha em algum procedimento executado no computador, por exemplo.

    A solução é muito conhecida por permitir recuperação de dados no HD ou no SSD, mas também pode funcionar com cartões de memória, pendrives, câmeras digitais, players de música e muito mais.

    Para você ter ideia, há quem use o EaseUS Data Recovery Wizard para recuperar fotos apagadas por engano ou reparar documentos corrompidos durante uma transferência de arquivos, por exemplo. Pudera: o software é compatível com mais de mil formatos, como JPEG, PNG, DOC, DOCX, PDF, PPTX, MP4, MOV e por aí vai.

    Mas, sim, o EaseUS Data Recovery Wizard consegue ir além, e pode recuperar dados mesmo se eles estiverem em uma partição excluída ou com seu sistema de arquivos danificado.

    Isso porque não estamos falando de um software que restaura arquivos isoladamente, mas de uma solução completa de recuperação de dados.

    Não por acaso, a ferramenta suporta unidades de armazenamento de vários fabricantes: Seagate, Western Digital, Toshiba, Sandisk, Samsung, Adata, Kingston, Maxtor, Crucial, e assim por diante.

    Tem mais um detalhe: vários sistemas de arquivos são suportados aqui, como FAT16, FAT32, ext2, ext3, ext4, ReFS, NTFS, exFAT, entre outros.

    Como usar o EaseUS Data Recovery Wizard para recuperar dados?

    Não é difícil. O passo a passo é este:

    1 – baixa e instale o EaseUS Data Recovery Wizard no PC ou Mac cuja partição está com problemas; se você tiver poucos arquivos para recuperar, você pode começar com a opção que recupera até 2 GB de dados gratuitamente;

    2 – depois da instalação (o processo não costuma demorar), abra o EaseUS Data Recovery Wizard;

    3 – na coluna à esquerda da ferramenta, selecione o dispositivo de armazenamento que contém os dados a serem recuperados;

    4 – já na área da direita, selecione a partição problemática (excluída ou corrompida);

    5 – depois, visualize e selecione os dados que foram encontrados e que, agora, podem ser recuperados; note que você pode filtrá-los por categorias como imagens, vídeos, documentos e áudios;

    6 – depois da seleção de arquivos, clique no botão de recuperação e aguarde o procedimento ser concluído (o tempo de espera varia de acordo com o volume de dados a ser recuperado).

    EaseUS Data Recovery Wizard acessando partição perdida
    EaseUS Data Recovery Wizard acessando partição perdida (imagem: reprodução/EaseUS)

    O EaseUS Data Recovery Wizard é bastante engenhoso. Além de SSDs e discos rígidos instalados em seu desktop ou notebook, ele também pode recuperar dados de partições perdidas em SSDs ou HDs externos. Até soluções de NAS podem ser conectadas ao computador para recuperação.

    Existe alguma ferramenta de recuperação nativa no Windows?

    Existe. Trata-se do Windows File Recovery, um aplicativo de recuperação gratuito e desenvolvido pela própria Microsoft. Só tem um problema: ele não é de uso tão fácil, pois funciona com linha de comando.

    Para usar essa opção, faça o seguinte:

    1 – procure o Windows File Recovery a partir da Microsoft Store e clique no botão de instalação;

    2 – depois que a instalação for feita, procure por Windows File Recovery no Menu Iniciar ou no campo de pesquisa do sistema operacional;

    3 – no prompt de comando que abrir, digite uma instrução como a que aparece no exemplo abaixo:

    winfr C: D: /n \Users\Teste\Documents\teste.docx

    Essa instrução salva o arquivo recuperado da unidade C na unidade D. Mas, como se vê, o uso do Windows File Recovery não é intuitivo. É necessário ler a documentação da Microsoft para aprender a usá-lo corretamente.

    O Windows File Recovery é eficiente, mas funciona em linha de comando
    O Windows File Recovery é eficiente, mas funciona em linha de comando (imagem: reprodução)

    Existe alguma alternativa de recuperação com interface gráfica?

    Existe, sim. Uma delas é o Recuva, que também pode recuperar fotos, vídeos, documentos e outros tipos de arquivos. Para usá-lo, proceda do seguinte modo:

    1- procure o Recuva na Microsoft Store e o instale a partir dali;

    2 – abra o Recuva e clique em “Next”;

    3 – selecione a categoria de arquivos a ser recuperada e clique novamente em “Next”;

    4 – informe o local onde os arquivos deverão ser buscados ou deixe o software buscar em todas as unidades de armazenamento usando a opção “I’m not sure”;

    5 – clique em “Netx” e em “Start”;

    6 – aguarde o escaneamento de disco terminar e, na lista que surgir, selecione os arquivos a serem recuperados (eles são indicados com um sinal verde).

    O Recuva costuma ser eficiente, mas tem uma interface já um tanto datada. Leve em conta também que esta é uma opção um pouco mais simples em recursos.

    O recuperador de arquivos Recuva
    O recuperador de arquivos Recuva (imagem: reprodução)

    Conclusão: recuperar partição perdida não é difícil

    Como ficou claro, problemas em partições podem ocorrer sob diversas circunstâncias, mas não é preciso se desesperar: um recuperador de arquivos eficiente é capaz de recuperar uma partição perdida, no sentido de trazer os seus dados de volta, sem complicação.

    Quanto a isso, o EaseUS Data Recovery Wizard se destaca por fatores como facilidade de uso, compatibilidade com diversos tipos de dispositivos de armazenamento (como HDs, SSDs, pendrives, cartões de memória e câmeras) e reconhecimento de mais de 1.000 formatos de arquivos.

    Além disso, a ferramenta tem versões para Windows e Mac, e está disponível em vários idiomas, incluindo português.

    É claro que há outros recuperadores de arquivos para partições perdidas que apresentam bons resultados. No entanto, o EaseUS Data Recovery Wizard tem um índice de eficiência de quase 100%, o que o torna a melhor escolha para quem precisa de confiabilidade, faz questão de desempenho e não tem tempo a perder.

    Partição perdida ou corrompida? Saiba como recuperar seus dados

    Partição perdida ou corrompida? Saiba como recuperar seus dados (imagem: reprodução/EaseUS)

    O Windows File Recovery é eficiente, mas funciona em linha de comando (imagem: reprodução)

    O recuperador de arquivos Recuva (imagem: reprodução)
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    Spotify testa recurso que permite descrever o que você gosta de ouvir

    Imagem ilustrativa com pessoa usando fones de ouvido e segurando um celular. Ao fundo, logos do Spotify em diferentes tamanhos
    Spotify pode adicionar opção de descrever seus gostos (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

    Uma nova ferramenta em desenvolvimento pelo Spotify pode facilitar o reconhecimento das preferências musicais dos usuários. Linhas de código encontradas na versão 9.1.28.385 do app apontam para a criação de um recurso chamado Notas, que permitiria aos assinantes escrever textos para orientar o algoritmo de recomendações musicais.

    Atualmente, a principal forma de guiar sugestões do Spotify — como o feed inicial, playlists baseadas nos seus gostos e resumos como o Wrapped — se dá pelas faixas que o usuário escolhe ouvir ou pela adição (ou exclusão) manual de músicas e listas do perfil musical. A nova ideia, descoberta pelo site Android Authority, se assemelha às seções de instruções personalizadas já presentes em chatbots de inteligência artificial.

    Notas para direcionar o algoritmo

    A análise do código revela como a ferramenta deve funcionar, com telas com o título “Diga-nos mais sobre você” e a explicação de que “As suas notas ajudam a influenciar o que você vê na tela inicial”. O código inclui até uma sugestão de introdução para incentivar a escrita: “Tenho ouvido muito…”.

    <code>&lt;string name="taste_profile_feedback_notes_send_content_description"&gt;Send feedback note&lt;/string&gt;
    &lt;string name="taste_profile_feedback_notes_subtitle"&gt;Your notes help influence what you see on Home.&lt;/string&gt;
    &lt;string name="taste_profile_feedback_notes_title"&gt;Tell us more about you&lt;/string&gt;
    &lt;string name="taste_profile_feedback_notes_placeholder"&gt;I've been listening to a lot of…&lt;/string&gt;

    Quantidade será limitada

    O código também apresenta restrições na ferramenta, que permitiria a adição, edição e exclusão de notas. Além disso, o Spotify deve impor limites tanto para o número de notas criadas como para o número de caracteres permitidos em cada uma delas.

    Caso o usuário atinja o teto máximo de notas, uma mensagem exigindo que apague uma existente para substituir por outra deve aparecer. O código detalha ainda o efeito dessa gestão: uma vez apagada, essa nota específica passará a ter menos impacto no perfil musical.

    Reações personalizadas no chat

    Uma das linhas de código também indica uma expansão no recurso de interações com emojis no Spotify Messages. Hoje, as reações às atividades de audição de amigos na plataforma são limitadas a um pacote com seis emojis padrão. A alteração daria aos usuários mais flexibilidade de comunicação dentro do aplicativo.

    Spotify testa recurso que permite descrever o que você gosta de ouvir

    Spotify (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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    Bloco de Notas do Windows 11 terá suporte a imagens

    Bloco de Notas do Windows 11 terá suporte a imagens
    Bloco de Notas do Windows 11 terá suporte a imagens (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
    Resumo
    • Bloco de Notas do Windows 11 terá suporte a imagens, de acordo com anúncio;
    • Microsoft confirmou que suporte a imagens está em testes internos, mas sem data de lançamento definida;
    • Suporte a imagens poderá ser desativado nas configurações, e Microsoft afirma que impacto no desempenho é mínimo.

    Quem acha que o Bloco de Notas (Notepad) está ficando “inchado” no Windows 11 precisa se preparar psicologicamente: a Microsoft pretende adicionar ao editor de textos suporte a imagens, embora ainda não se saiba em quais formatos.

    A informação vem do Windows Latest, que descobriu o futuro novo recurso de um modo curioso: o Bloco de Notas para usuários que participam do programa de testes Windows Insider tem um botão de novidades à direita da barra superior; ali, o veículo encontrou um anúncio que mostra o botão de imagens no Notepad (captura de tela acima).

    Esse botão ainda não é visível no editor de texto, mas, no anúncio, aparece ao lado de outro recurso recente: o botão para inserção de tabelas no Bloco de Notas.

    Ao Windows Latest, a Microsoft confirmou que o suporte a imagens no Notepad não só está a caminho como já vem sendo testado internamente pela companhia. Não há data definida para o seu lançamento, porém. Fala-se apenas em liberação nos próximos meses.

    Tabela no Bloco de Notas do Windows 11
    Tabela no Bloco de Notas do Windows 11 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

    Pode o suporte a imagens deixar o Bloco de Notas pesado?

    De acordo com a Microsoft, o suporte a recursos como Markdown (outra função recente do Notepad) e imagens causa impacto mínimo no desempenho do Bloco de Notas. Mas somente testando para termos certeza, afinal, imagens tendem a demandar mais recursos de processamento para serem renderizadas.

    De todo modo, a Microsoft já confirmou que a exibição de imagens no Bloco de Notas poderá ser desativada nas configurações do aplicativo.

    Os novos recursos têm feito o Bloco de Notas sair do status de editor de textos simples para um substituto para o finado WordPad.

    Se por um lado a ferramenta tem ficado mais útil, por outro, está suscetível a um número maior de problemas. Vide a recente falha de segurança que explorava o suporte a Markdown do Bloco de Notas. Felizmente, esse problema já foi corrigido pela Microsoft.

    Bloco de Notas do Windows 11 terá suporte a imagens

    Bloco de Notas do Windows 11 terá suporte a imagens (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

    Tabela no Bloco de Notas do Windows 11 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
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    O que é firmware? Entenda a função dessa classe específica de software

    Ilustração de tecnologia
    Saiba como o firmware é importante para o funcionamento de diversos dispositivos presentes no nosso dia a dia (imagem: Reprodução/Rawpixel)

    O firmware é o software essencial embutido no hardware para coordenar as funções vitais de um dispositivo. Ele atua como uma ponte, traduzindo comandos complexos em ações físicas para os componentes dos eletrônicos.

    Sua função é inicializar sistemas e garantir que todas as partes do equipamento estejam prontas para operar. Além de realizar testes de integridade, ele gerencia o fluxo de dados e o controle de periféricos de forma automatizada.

    Existem tipos variados de firmware, como BIOS e UEFI, que residem em memórias ROM ou Flash, permitindo atualizações de segurança cruciais. Esses códigos são fundamentais tanto em microcontroladores simples quanto em placas de vídeo e servidores de alto desempenho.

    A seguir, entenda o conceito de firmware, como ele funciona e se pode ser atualizado. Também saiba os eletrônicos de consumo do nosso dia a dia que trazem esse software embutido.

    O que é firmware?

    Firmware é o código de baixo nível armazenado permanentemente no hardware para gerenciar suas funções físicas vitais e a inicialização básica. Ele atua como uma ponte que traduz comando de software em ações de hardware, permitindo a comunicação entre componentes e o sistema operacional.

    O que significa firmware?

    O termo “firmware” surge da união das palavras “firm” (firme) e “software” (programa de computador). Ele se refere às instruções lógicas gravadas diretamente em chips de memória para controlar o hardware.

    Usado pela primeira vez por Ascher Opler em um artigo em 1967, o conceito define o conteúdo de memórias de controle entre os componentes físicos e as aplicações. Diferente do software comum, sua estrutura é otimizada para ser permanente ou raramente alterada, garantindo a integridade operacional do dispositivo.

    Ilustração de placa-mãe de PC
    Componentes de hardware, como a placa-mãe de um PC, costumam ter o próprio firmware para iniciar os sistemas (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

    Para que serve um firmware?

    O firmware atua como o código essencial em chips de memória, traduzindo comandos lógicos em ações físicas para o hardware operar. Ele estabelece a ponte de comunicação entre os componentes eletrônicos e as camadas superiores de software, garantindo a integridade do ecossistema digital.

    A execução inicial do firmware valida a integridade dos circuitos e coordena o boot para o sistema operacional. Por meio de atualizações, ele corrige vulnerabilidades de segurança, otimiza o consumo de energia e expande a compatibilidade do dispositivo com novas tecnologias e protocolos.

    Como funciona um firmware

    O firmware executa instruções gravadas no chip de memória ROM ou Flash para inicializar e gerenciar os componentes eletrônicos de um dispositivo. Ele atua como um conversor de comandos lógicos em sinais elétricos interpretáveis pelo hardware, estabelecendo a base para a operação estável.

    Na hora da ativação, o código executa a verificação da integridade da CPU e memória antes de carregar o sistema operacional. Durante o funcionamento, ele pode regular o fluxo de dados entre periféricos e otimizar o consumo energético, operando de forma independente do usuário.

    As atualizações são realizadas via “flashing”, processo que grava novas informações no chip para corrigir vulnerabilidades, otimizar o desempenho ou adicionar novas funções. Esta manutenção permite que o dispositivo receba melhorias sem trocas de peças, prolongando a vida útil e garantindo compatibilidade com novas tecnologias.

    Os dados de atualizações de firmware ficam em partições redundantes, permitindo reverter para uma versão estável caso ocorra uma falha. Assim, a integridade do sistema permanece protegida contra corrupção de dados, garantindo que o hardware sempre encontre um caminho seguro para a inicialização.

    Ilustração sobre o funcionamento do firmware
    Ao ligar um dispositivo, o firmware é responsável por ativar os outros componentes físicos e inicializar o sistema operacional (imagem: Reprodução/AVG)

    Posso atualizar um firmware?

    Sim, a maioria dos dispositivos permite a atualização de firmware via download de arquivos oficiais nos sites dos fabricantes. O procedimento requer ferramentas específicas e compatibilidade exata entre a versão do firmware e o modelo do dispositivo.

    É essencial manter o dispositivo conectado a uma fonte de energia estável durante a gravação dos dados na memória para evitar a inutilização. O usuário também deve seguir rigorosamente as instruções do instalador, garantindo que o sistema não seja reiniciado ou desconectado.

    As correções eliminam vulnerabilidades críticas de segurança, resolvem bugs de estabilidade e podem até desbloquear novas funcionalidades. Manter o firmware em dia protege o hardware contra invasões cibernéticas e otimiza o desempenho geral do dispositivo.

    Posso apagar um firmware?

    Sim, o firmware pode ser removido ou alterado ao usar softwares específicos do fabricante para acessar o código gravado na memória não volátil. Esse processo ocorre em atualizações críticas ou formatações de baixo nível para restaurar componentes.

    No entanto, apagar esses dados sem o backup imediato pode inutilizar permanentemente o aparelho devido à ausência da lógica de inicialização. Sem o código básico, o hardware não consegue carregar o sistema operacional ou gerenciar os periféricos.

    Além disso, falhas durante a exclusão do firmware podem corromper trilhas de segurança e invalidar a garantia do produto. Procedimentos não oficiais frequentemente ativam travas de hardware que impedem a recuperação, exigindo a troca física do componente de memória.

    ilustração sobre firmware
    Problemas durante a atualização ou exclusão firmware pode inutilizar o dispositivo (imagem: Reprodução/AVG)

    Quais são os tipos de firmware?

    Os firmwares são divididos em diferentes categorias, com características e usos específicos:

    • Baixo nível (Low-Level): armazenado em memórias do tipo ROM, contém as instruções intrínsecas e imutáveis que definem a identidade básica do componente. Por ser gravado fisicamente na fabricação, é considerado uma parte integrante do hardware e raramente sofre atualizações;
    • Alto nível (High-Level): localizado em memórias Flash, permite atualizações complexas e costuma ter uma interface mais elaborada que o baixo nível. Atua como uma camada intermediária que traduz instruções de software para o hardware, facilitando correções e integração de novas funções;
    • Subsistema: gerencia componentes periféricos independentes em um sistema maior, como o controlador de um SSD ou de uma placa de vídeo. Opera de forma autônoma para otimizar o desempenho de peças específicas sem sobrecarregar a CPU principal;
    • Inicialização (Bootloader): responsável por realizar o Power-On Self-Test (POST) e preparar o ambiente para o sistema operacional ser carregado. Gerencia a transição do hardware “bruto” para o software;
    • Embarcado: projetado para microcontroladores em dispositivos de função única, como itens de Internet das Coisas (IoT) e eletrodomésticos. Sua principal característica é a execução de tarefas em tempo real com consumo mínimo de recursos e alta confiabilidade;
    • Dispositivo de rede: focado exclusivamente no controle de tráfego de dados e protocolos de comunicação em roteadores, switches e modems. Dita como os pacotes de informação são roteados, priorizados e protegidos contra intrusões externas na camada de rede.

    Quais são exemplos de firmware?

    Estes são alguns exemplos de firmware que fazem parte do dia a dia de diversos usuários:

    • BIOS: sigla para Basic Input/Output System, é o firmware legado que realiza o teste de hardware e localiza o sistema operacional durante a inicialização de PCs antigos;
    • UEFI: sucessor moderno do BIOS, que oferece inicializações mais rápidas, suporte a discos de armazenamento maiores e recursos de segurança avançados;
    • Firmware de roteador: atua como o sistema operacional do dispositivo de rede, gerenciando protocolos de comunicação, tabelas de roteamento e as regras de criptografia do Wi-Fi;
    • Firmware de HDD/SSD: coordena o braço mecânico em HDDs ou o mapeamento de células de memória em SSDs, além de aplicar algoritmos de correção de erros para evitar perdas de dados;
    • VBIOS (Placa de vídeo): gerencia os parâmetros de energia e frequência da unidade de processamento de vídeo, garantindo que a GPU forneça o sinal para o monitor antes mesmo do sistema operacional carregar;
    • Firmware de smartphone (Baseband): opera em um processador dedicado para gerenciar as funções de rádio, controlando a alternância entre torres de celular e a estabilidade da conexão 4G/5G;
    • Firmware de periféricos: instruções presentes em teclados, mouses e fones de ouvido que traduzir comandos físicos em sinais digitais e gerenciam funções como iluminação RGB e macros;
    • Sistemas embarcados (IoT): controla o funcionamento de eletrodomésticos inteligentes e termostatos, processando dados de sensores e executando comandos de automação residencial;
    • Firmware de impressora: converte arquivos digitais em movimentos mecânicos precisos dos cabeçotes de impressão e monitora constantemente os sensores de papel e níveis de suprimentos;
    • Controle embarcado (EC): firmware presente em notebooks, responsável por funções críticas de hardware, como o controle das ventoinhas, retroiluminação do teclado e gestão de bateria.
    Ilustração sobre BIOS do computador
    A BIOS é um exemplo de firmware usado em computadores antigos (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

    Quais dispositivos eletrônicos têm firmware?

    Quase todos os eletrônicos de consumo e sistemas industriais com hardware programável dependem de firmware para operações básicas. Alguns exemplos são:

    • Computadores e componentes: a BIOS ou UEFI em placas-mãe, SSDs e placas de vídeo coordenam a inicialização do hardware e a comunicação com o sistema operacional;
    • Periféricos de entrada e saída: impressoras, scanners e teclados processam comandos de entrada e gerenciam funções mecânicas;
    • Equipamentos de rede: roteadores, modems e switches utilizam firmware para direcionar o tráfego de dados, gerenciar o Wi-Fi e manter protocolos de segurança ativos;
    • Dispositivos móveis e vestíveis: smartphones, tablets e smartwatches têm camadas que controlam diretamente a calibração da tela, sensores biométricos e o consumo de bateria;
    • Eletrônicos de consumo: smart TVs, câmeras digitais e sistemas de som dependem desse software para processar imagens, áudio e manter interfaces de usuários fluidas;
    • Sistemas automotivos: veículos modernos usam unidades de controle eletrônico (ECUs) para monitorar a injeção de combustível, freios ABS e sistemas de entretenimento de bordo;
    • Consoles de videogame: hardwares como o Sony PlayStation e Microsoft Xbox usam firmware para gerenciar o acesso ao disco, a saída de vídeo em alta definição e os serviços online;
    • Eletrodomésticos inteligentes: máquinas de lavar, micro-ondas e geladeiras modernas automatizam ciclos de funcionamento e interpretam comandos via painéis digitais ou sensores;
    • Dispositivos de casa inteligente (IoT): lâmpadas Wi-Fi, fechaduras eletrônicas e termostatos usam firmware para se conectarem à rede e executarem automações programadas;
    • Equipamentos médicos: marcapassos, bombas de insulina e monitores hospitalares dependem de códigos extremamente estáveis para garantir precisão de leituras e a segurança do paciente.
    Ilustração sobre eletrônicos de consumo
    Os firmwares estão presentes em praticamente todos os tipos de eletrônicos de consumo (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

    Qual é a diferença entre firmware e software?

    Firmware é o código gravado em chips de memória não volátil que fornece instruções básicas para inicialização e o controle dos componentes físicos. Ele atua como o alicerce essencial que permite ao dispositivo ligar e comunicar-se com o hardware antes de carregar o sistema.

    Software é a camada lógica composta por programas e dados mutáveis que operam sobre o sistema operacional para realizar tarefas para o usuário final. Ele fica no armazenamento volátil, permitindo ser instalado, removido ou atualizado conforme a necessidade da aplicação.

    Qual é a diferença entre firmware e hardware?

    Firmware é o software de baixo nível armazenado em chips de memória que fornece instruções para controlar e inicializar as funções essenciais de um dispositivo. Ele dita como o dispositivo deve se comportar logo ao ser ligado, antes mesmo do tema operacional assumir o controle.

    Hardware é um conjunto de elementos físicos, circuitos e periféricos que constituem a estrutura material e a capacidade de processamento de um sistema. Sem as diretrizes lógicas do firmware, esses componentes são incapazes de executar qualquer operação lógica e comunicação por conta própria.

    Qual é a diferença entre firmware e sistema operacional?

    O firmware é o código de baixo nível gravado em memórias, responsável por inicializar o hardware e fornecer instruções básicas de operação. Ele tem a função de preparar o ambiente físico para o carregamento do kernel.

    O sistema operacional é o software de alto nível que gerencia os recursos do dispositivo, fornecendo a interface e os serviços necessários para a execução de aplicativos e arquivos. Ele usa o kernel para orquestrar o uso da CPU, memória e periféricos eficientemente.

    O que é firmware? Entenda a função dessa classe específica de software

    Tecnologia vai além de eletrônicos, e engloba conhecimentos e técnicas aplicáveis em qualquer área (Imagem: Rawpixel)

    Você deve analisar capacidades e questões de compatibilidade ao escolher uma placa-mãe (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

    Ao ligar um dispositivo, o firmware é responsável por ativar os outros componentes físicos e inicializar o sistema operacional (imagem: Reprodução/AVG)

    (imagem: Reprodução/AVG)

    Saiba qual é a importância da BIOS do computador (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

    (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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    WhatsApp terá opção para evitar que você dê spoilers

    Imagem mostra a tela de um celular mostrando uma conversa no WhatsApp. A parte superior da tela exibe o nome "João", a informação "visto por último hoje às 05:55", ícones de videochamada e chamada de voz, além de indicadores de sinal e bateria. A interface do WhatsApp é verde e branca. O fundo da imagem é verde claro e, na parte inferior direita, está o logotipo do "Tecnoblog".
    Recurso tenta evitar leitura acidental (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
    Resumo
    • O WhatsApp está desenvolvendo uma opção para ocultar spoilers em mensagens de texto, disponível nas versões beta para Android e iOS.
    • O recurso permite que o usuário formate trechos de texto como spoilers, que só são revelados quando o leitor toca na tela.
    • A funcionalidade está presente no código do aplicativo, mas ainda não foi liberada para participantes do programa de testes.

    A Meta está desenvolvendo uma opção de spoiler para a formatação de texto do WhatsApp. Com ela, o usuário poderá “censurar” trechos de suas mensagens, que só serão revelados se o leitor tocar na tela.

    A novidade foi encontrada nas versões beta dos aplicativos para Android e iOS. Segundo o WABetaInfo, site especializado em novidades do mensageiro, o recurso está presente no código, mas ainda não foi liberado para os participantes do programa de testes.

    Como o WhatsApp vai ocultar spoilers?

    Duas capturas de tela de um smartphone mostram a interface do WhatsApp em um chat chamado "WBI Group" com fundo verde de campo de futebol. Na imagem à esquerda, o texto "WABetaInfo" está selecionado no campo de mensagem, exibindo um menu flutuante com as opções "Bold", "Italic", "Strikethrough", "Monospace" e "Spoiler". Na imagem à direita, o texto aparece entre barras verticais duplas, "||WABetaInfo||", e acima, uma mensagem enviada está coberta por um efeito de desfoque cinza.
    Spoiler fica escondido atrás de efeito de desfoque (imagem: reprodução/WABetaInfo)

    De acordo com a publicação, o aplicativo beta para iOS tem uma opção oculta que permite formatar texto como spoiler. Então, além das opções de colocar, por exemplo, itálico ou negrito, você pode selecionar um trecho da mensagem para que ele fique censurado.

    Do outro lado, quem recebe a mensagem vê, inicialmente, apenas um bloco cobrindo as letras. A pessoa precisa tocar na “bolha” da mensagem para revelar a parte do texto que está escondida. A ideia é que ninguém leia uma informação acidentalmente.

    E, claro, vamos ter que dizer mais uma vez: o Telegram tem essa opção há anos.

    Para que serve a formatação de spoiler?

    O uso mais óbvio é poder comentar sobre um filme ou uma série em um grupo sem estragar a experiência de quem ainda não viu. Em fóruns, esse tipo de formatação também virou uma forma de humor, podendo indicar um comentário mais ácido, que não deveria ser feito em público.

    Outra possibilidade é usar esse tipo de recurso para esconder imagens que podem ser sensíveis ou perturbadoras. Assim, nenhum participante da conversa bate o olho em alguma coisa que vai lhe fazer mal.

    Porém, até agora, o recurso em desenvolvimento pelo WhatsApp só funciona em texto, não em imagens. Uma gambiarra possível em situações assim é mandar o conteúdo como foto de visualização única, que também só aparece quando o usuário toca na mensagem, e avisar que o conteúdo pode ser desagradável.

    Com informações do WABetaInfo

    WhatsApp terá opção para evitar que você dê spoilers

    WhatsApp (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

    Spoiler fica escondido atrás de efeito de desfoque (imagem: reprodução/WABetaInfo)
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    Secretário compara “jailbreak” do caça F-35 a desbloqueio de iPhone

    O F-35 voltou ao centro do debate sobre soberania tecnológica e controle de software.
    Declaração sobre um possível “jailbreak” reacende dúvidas sobre o controle do software do F-35 (imagem: divulgação/Lockheed Martin)
    Resumo
    • A declaração de uma autoridade holandesa sugere que países europeus poderiam alterar o software do F-35 sem a aprovação dos EUA, levantando questões sobre dependência tecnológica.
    • O F-35 é um projeto internacional, mas o controle sobre atualizações e segurança do software é restrito, com Israel sendo o único país autorizado a operar softwares próprios.
    • Especialistas em segurança destacam que, ao contrário de dispositivos de consumo, o acesso a um caça militar como o F-35 é extremamente restrito, tornando a modificação do software complexa e limitada.

    O caça F-35, principal aeronave de combate de quinta geração em operação no Ocidente, voltou ao centro de uma discussão sensível envolvendo soberania tecnológica e dependência militar. A polêmica ganhou força após uma declaração do secretário de Defesa dos Países Baixes, que comparou a possibilidade de modificar o software do avião a um jailbreak do iPhone.

    A fala surgiu em meio a questionamentos sobre até que ponto países europeus conseguiriam manter e atualizar seus F-35 caso os Estados Unidos reduzissem o apoio estratégico. Embora a afirmação não traga detalhes técnicos, ela reacende temores antigos sobre o controle real exercido pelo fabricante e pelo governo norte-americano sobre a frota internacional do modelo.

    O que significa fazer um “jailbreak de um F-35?

    Durante participação em um podcast, Gijs Tuinman afirmou que o F-35 é um projeto compartilhado entre vários países e destacou a interdependência industrial envolvida. Segundo ele, mesmo sem atualizações oficiais, o avião continuaria superior a outros caças disponíveis. Em seguida, fez a declaração mais controversa: “Se você ainda quiser atualizar apesar de tudo, vou dizer algo que nunca deveria dizer, mas direi mesmo assim: é possível fazer jailbreak de um F-35, assim como de um iPhone”.

    Tuinman não explicou como isso ocorreria, mas indicou que forças europeias poderiam, em tese, manter o software da aeronave de forma independente, com ou sem apoio da fabricante Lockheed Martin. Procurada pelo The Register, a empresa evitou comentar e direcionou perguntas ao governo dos Estados Unidos, que não respondeu.

    Imagem mostra um cadeado azul fechado, centralizado sobre um fundo abstrato em tons de cinza e azul claro, com formas geométricas que sugerem tecnologia e segurança digital. No canto inferior direito, a marca d'água "Tecnoblog" é visível.
    Segurança e controle de software estão no centro do debate sobre o F-35 (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

    É mesmo viável alterar o software de um caça militar?

    Para especialistas em segurança, a comparação com dispositivos de consumo tem limites claros. Ken Munro, da Pen Test Partners, afirma que não ficou surpreso com a ideia em abstrato, mas ressalta que o acesso físico e técnico a um caça militar é extremamente restrito. “Ao contrário de dispositivos de consumo, como o iPhone, que é facilmente acessado pela comunidade de pesquisa e, portanto, sujeito à sua ‘atenção’, não se pode comprar um F-35 no eBay”.

    Ele acrescenta que a ausência de uma comunidade ampla de pesquisadores reduz a chance de falhas virem a público. “A barreira de entrada para pesquisadores e hackers é simplesmente muito alta para hardware militar. Portanto, dependemos de que os contratistas de defesa acertem na segurança logo de início. Essa falta de uma comunidade que faça sua própria pesquisa significa que problemas de segurança acidentais e não intencionais provavelmente não serão encontrados com tanta facilidade”.

    Outro obstáculo é o próprio modelo de atualização do avião. O F-35 Lightning II recebe melhorias por meio do sistema ALIS, um conjunto logístico que centraliza dados técnicos e distribui pacotes de software em ciclos longos. Atualmente, apenas Israel possui autorização formal para operar softwares próprios em sua variante do caça.

    As declarações de Tuinman também dialogam com temores levantados no ano passado, quando autoridades europeias discutiram a possibilidade de um “botão de desligamento” remoto controlado pelos EUA.

    Secretário compara “jailbreak” do caça F-35 a desbloqueio de iPhone

    Segurança digital (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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    Microsoft reforça: o Publisher está com os dias contados

    Aviso sobre o fim do Microsoft Publisher
    Aviso sobre o fim do Microsoft Publisher (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
    Resumo
    • Microsoft Publisher será descontinuado em outubro de 2026, deixando de fazer parte do Microsoft 365;
    • Microsoft recomenda uso do Word e PowerPoint para substituir funções do Publisher;
    • Usuários do software expressaram descontentamento com a decisão; Publisher existe desde 1991.

    Se você assina o Microsoft 365, abra o Publisher agora (supondo que ele esteja instalado). É provável que você se depare com um aviso no canto superior da tela com os dizeres “O Publisher está sendo desativado”. E está, mesmo. A não ser que a Microsoft mude de ideia, o que é pouco provável.

    A decisão não é recente. A Microsoft anunciou oficialmente o fim do Publisher no começo de 2025. Nos últimos dias, um número crescente de usuários passou a notar um aviso de descontinuação toda vez que o Publisher é aberto. Exemplos desses relatos aparecem nesta thread do Reddit.

    O plano da Microsoft é desativar o Publisher em outubro de 2026. Quando isso ocorrer, a ferramenta não será mais atualizada e deixará de fazer parte do Microsoft 365. Quem tiver o Publisher por meio de uma licença do Office ou de uma versão independente ainda poderá acessar a ferramenta, mas não há garantia de funcionamento.

    Como alternativa, a Microsoft tem recomendado os próprios softwares do Microsoft 365. Por exemplo, para papel timbrado, envelopes e rótulos, a companhia sugere o Word; para cartões de visita, cartazes ou calendários, tanto o Word quanto o PowerPoint podem ser usados.

    Tela mostrando o Microsoft Publisher
    O Microsoft Publisher (imagem: reprodução/Microsoft)

    Por que o Microsoft Publisher vai ser descontinuado?

    Nesta página de ajuda, a Microsoft dá a seguinte explicação:

    Muitos cenários comuns do Publisher, incluindo a criação de modelos de marca profissional, impressão de envelopes e rótulos e a produção de calendários personalizados, cartões de visita e programas, já estão disponíveis em outros aplicativos do Microsoft 365, como Word e PowerPoint.

    Isso sugere que a Microsoft decidiu encerrar o Publisher por entender que a ferramenta tem um número baixo de usuários. De fato, o Publisher está longe de ter a popularidade de ferramentas como Word, Excel e PowerPoint.

    Tela mostrando o Microsoft Publisher
    Microsoft Publisher vai ser descontinuado (imagem: reprodução/Microsoft)

    Apesar disso, o Publisher tem lá os seus adeptos. Na mencionada conversa no Reddit, o criador da thread comentou o seguinte sobre a decisão da Microsoft:

    Essa é a pior notícia. Eu uso esse app para tantas coisas. Que tal aposentarem o Access, que só duas pessoas sabem como usar? Estou tão desapontado.

    Em tempo: o Publisher é um software de editoração que existe desde 1991. A ferramenta foi desenvolvida para permitir a criação de conteúdo que exige visual elaborado, como folhetos, cartazes, pôsteres, cartões de visita, convites e até revistas.

    Usuários que não quiserem recorrer às sugestões da Microsoft talvez possam usar ferramentas como Canva (online) e Scribus (aberto) como alternativas.

    Microsoft reforça: o Publisher está com os dias contados

    Aviso sobre o fim do Microsoft Publisher (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

    O Microsoft Publisher (imagem: reprodução/Microsoft)

    Microsoft vai matar Publisher, software do Office que (quase) ninguém usa (imagem: reprodução/Microsoft)
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    WhatsApp começa a liberar chamadas de voz e vídeo na web

    Ilustração mostra silhueta de notebook com logo do WhatsApp em destaque para representar o WhatsApp Web
    WhatsApp Web permite usar o mensageiro em navegadores (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
    Resumo
    • O WhatsApp Web começou a liberar chamadas de voz e vídeo para usuários da versão beta, permitindo ligações sem usar apps de desktop.
    • As chamadas no navegador são individuais e incluem compartilhamento de tela, mas conferências em grupo ainda estão em desenvolvimento.
    • O recurso está sendo liberado gradualmente para usuários beta, sem previsão para lançamento na versão estável.

    O WhatsApp Web começou a liberar chamadas de voz e vídeo para usuários inscritos em seu programa beta. O recurso funciona de forma semelhante aos apps móveis e de desktop, com um ícone de chamadas no topo da conversa.

    Com isso, não será mais necessário recorrer aos apps de desktop para fazer ligações usando o computador. Isso é interessante especialmente para os usuários de Linux, já que o sistema não conta com um aplicativo oficial do mensageiro.

    Como funcionam as chamadas no WhatsApp Web?

    Captura de tela da interface do WhatsApp Business em modo escuro, destacando o novo recurso de chamadas. Centralizada, uma janela flutuante cinza exibe dois botões ovais verdes: o primeiro com um ícone de telefone e a palavra "Voice"; o segundo com um ícone de filmadora e a palavra "Video".
    Menu aparece no ícone de câmera de vídeo (imagem: reprodução/WABetaInfo)

    Para fazer uma ligação pelo navegador, o usuário deve ir até o ícone de câmera que fica no canto superior direito da tela da conversa. Se o recurso estiver liberado, ao clicar nesse botão, aparecerão as opções de chamada de voz e chamada de vídeo.

    Ainda não está claro, entretanto, se será possível atender ligações pelo navegador ou se isso continuará sendo exclusividade dos aplicativos móveis e de desktop.

    Por enquanto, só é possível realizar chamadas individuais — conferências em grupo já estão em desenvolvimento, mas serão liberadas em um momento futuro.

    Mesmo assim, as ligações feitas pelo navegador já contam com o recurso de compartilhamento de tela, o que pode ser útil na hora de fazer apresentações, compartilhar informações ou mesmo pedir ajuda para fazer alguma coisa no computador.

    As chamadas de voz e vídeo na web contam com o mesmo grau de proteção disponível nas outras versões do WhatsApp, com criptografia de ponta a ponta.

    Quando as chamadas serão liberadas no WhatsApp Web?

    Por enquanto, a Meta está liberando o recurso para alguns usuários inscritos na versão beta do WhatsApp Web. O processo deve ser gradual e levar algumas semanas até chegar a todos os participantes do programa de testes. Ainda não há previsão de lançamento para o canal de atualizações estáveis do mensageiro.

    Para se inscrever no WhatsApp Web beta, vá até Configurações, entre no item “Ajuda e feedback” e ative a opção “Entrar na versão beta”. Depois, atualize a página do navegador. Note que usar uma versão de testes de qualquer programa pode resultar em problemas por bugs ainda desconhecidos.

    Com informações do WABetaInfo

    WhatsApp começa a liberar chamadas de voz e vídeo na web

    WhatsApp Web permite usar o mensageiro em navegadores (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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    Adobe encerra e depois ressuscita o programa Animate

    Tela de inicialização do Adobe Animate (imagem: reprodução/Nurul Harris)
    Resumo
    • A Adobe decidiu manter o Adobe Animate em modo de manutenção, garantindo acesso contínuo e correções de segurança, mas sem novas funcionalidades.
    • A decisão de não encerrar o Animate ocorreu após críticas de usuários e desenvolvedores sobre a comunicação inicial da empresa.
    • O Animate continuará disponível para todos os tipos de usuários, com a Adobe comprometida em garantir acesso ao conteúdo criado na plataforma.

    A Adobe voltou atrás e decidiu não encerrar o Adobe Animate, programa tradicional usado por animadores e criadores digitais. Após anunciar que o software seria descontinuado a partir do dia 1º de março, a empresa revisou a decisão e afirmou que a ferramenta seguirá disponível em modo de manutenção.

    A mudança ocorre depois de críticas públicas de usuários e desenvolvedores, que apontaram confusão na comunicação e impactos diretos em fluxos de trabalho ainda dependentes do Animate. Embora não receba novos recursos, o aplicativo continuará acessível para novos e antigos clientes.

    O que muda no modo de manutenção?

    Segundo a Adobe, o Animate não será mais descontinuado e permanecerá disponível por tempo indeterminado. O software passa a operar em modo de manutenção, o que significa que seguirá recebendo correções de segurança e ajustes de bugs, mas não terá novas funcionalidades adicionadas.

    No Reddit, a empresa afirma que não há planos de remover o acesso ao aplicativo. O programa continuará disponível tanto para usuários individuais quanto para pequenas empresas e clientes corporativos. Antes da revisão, a Adobe havia informado que clientes não corporativos poderiam acessar o Animate até março de 2027, enquanto empresas teriam prazo até 2029.

    A companhia também reforçou o compromisso com o acesso ao conteúdo criado na plataforma. “Estamos comprometidos em garantir que os usuários do Animate sempre tenham acesso ao seu conteúdo, independentemente do estado de desenvolvimento do aplicativo”, afirmou a Adobe em comunicado oficial.

    Mesmo com o fim do desenvolvimento ativo, o Animate ainda é utilizado por criadores reconhecidos do mercado, como David Firth, responsável pela série animada Salad Fingers. Para parte da comunidade, a simples manutenção do acesso já evita perdas imediatas de arquivos e projetos em andamento.

    Adobe mantém o Animate ativo após repercussão.
    Adobe mantém o Animate ativo após repercussão (Imagem: reprodução Adobe)

    Por que a Adobe voltou atrás da decisão?

    O recuo aconteceu após forte reação negativa à comunicação inicial da empresa. Um e-mail enviado aos clientes anunciando a descontinuação foi alvo de críticas por falta de clareza e alarmismo. Segundo Mike Chambers, membro da equipe de comunidade da Adobe, a mensagem “não atendeu aos nossos padrões e causou muita confusão e angústia dentro da comunidade”.

    A repercussão levou a empresa a revisar o posicionamento e esclarecer que o Animate não será encerrado, apenas congelado em termos de novas funcionalidades.

    Adobe encerra e depois ressuscita o programa Animate

    Tela de inicialização do Adobe Animate (imagem: reprodução/Nurul Harris)

    Adobe mantém o Animate ativo após repercussão (Imagem: reprodução Adobe)
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    Mantenedor do sudo para Linux e Unix pede ajuda para continuar o projeto

    Sudo em distribuição Linux
    Sudo em distribuição Linux (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
    Resumo
    • sudo, ferramenta de segurança para Linux e Unix, precisa de apoio para manutenção e desenvolvimento; Todd C. Miller, mantenedor há mais de 30 anos, busca patrocínio desde 2024;
    • ferramenta permite executar tarefas com privilégios de administrador sem login como root;
    • trata-se de um recurso muito usado em distribuições Linux e outros sistemas baseados no Unix.

    Alguns recursos são tão bem integrados a sistemas Linux que parecem ser funções nativas, quando não o são. É o caso do sudo: o principal responsável por essa ferramenta usou seu site para pedir ajuda financeira para continuar mantendo o projeto, que existe há mais de 30 anos.

    O sudo é comumente encontrado em distribuições Linux e em outros sistemas operacionais baseados no Unix. Estamos falando de uma simples, mas poderosa ferramenta de segurança.

    Isso porque o sudo funciona como um comando que executa uma ou mais tarefas que exigem privilégios de administrador (ou de root), sem que você tenha, de fato, que fazer login no sistema com uma conta do tipo.

    Em uma comparação grosseira, é como se você ganhasse permissão para entrar em uma sala que só é acessada por seu chefe, mas, ao fazê-lo, você só pode executar ali uma única tarefa definida previamente.

    Como exemplo, suponha que você queira instalar o reprodutor de mídia VLC em um computador com Linux. Você pode, então, usar o comando abaixo para iniciar a instalação como root. Observe, porém, que você não ficará permanentemente com privilégios de administrador, pois o comando foi acionado apenas para a tarefa em questão:

    sudo apt install vlc

    O que está acontecendo com o sudo?

    Do ponto de vista técnico, o sudo continua cumprindo a sua função. Porém, Todd C. Miller, principal desenvolvedor do projeto, declarou em seu site pessoal que está procurando patrocínio para continuar mantendo o sudo:

    Há mais de 30 anos tenho sido o mantenedor do sudo. Atualmente, estou em busca de um patrocinador para financiar a manutenção e o desenvolvimento continuado do sudo. Se você ou sua organização estiverem interessados em patrocinar o sudo, entre em contato comigo.

    Todd C. Miller

    Neste ponto, é importante contextualizar. Tal como explica o Register, a empresa Quest Software contribuía financeiramente para o projeto desde 2010. Porém, esse patrocínio terminou em fevereiro de 2024, ano em que Miller saiu da One Identity, uma subsidiária da Quest Software.

    Sudo em distribuição Linux
    Sudo em distribuição Linux (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

    O desenvolvedor fez o pedido de apoio para o sudo depois que a Quest deixou de apoiar financeiramente o projeto. Mas, como nada mudou depois de dois anos, é de se presumir que o sudo ainda precise de um grande patrocinador. O projeto até recebe ajuda financeira de indivíduos, mas, aparentemente, não em volume suficiente para a sua plena manutenção.

    Iniciativas como o sudo realmente precisam de apoio, afinal, trabalho não falta por lá. Por exemplo, Miller ajudou, nos últimos meses, no desenvolvimento do sudo-rs, variação da ferramenta criada em linguagem Rust e, por isso, considerada mais segura.

    Para completar, o desenvolvedor contribui com outros projetos que demandam tempo, a exemplo do sistema operacional OpenBSD.

    Mantenedor do sudo para Linux e Unix pede ajuda para continuar o projeto

    Sudo em distribuição Linux (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

    Sudo em distribuição Linux (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
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    Turma do PowerToys propõe barra de tarefas extra no Windows 11

    Barra extra na parte superior do Windows 11
    Barra extra na parte superior do Windows 11 (imagem: reprodução/Microsoft)
    Resumo
    • Time do PowerToys propõe uma barra de tarefas extra no Windows 11, baseada na Paleta de Comandos;
    • Barra extra seria móvel e personalizável, com opções de atalhos, widgets e aparência, como fundo transparente;
    • Novidade ainda não é oficial; proposta foi apresentada por desenvolvedores do PowerToys para avaliação pública da ideia.

    Se você usa o Windows 11, já pensou em ter uma barra de tarefas na parte superior da Área de Trabalho que, como tal, complementa a barra que fica na parte inferior? No que depender dos desenvolvedores do PowerToys (o “canivete suíço” do Windows), esse recurso será realidade em breve.

    A barra de tarefas extra seria baseada em uma das funcionalidades mais interessantes do PowerToys: a Paleta de Comandos, que dá acesso rápido a aplicativos, extensões, configurações e afins. Trata-se de uma função tão versátil que, quando você aprende a usá-la, tende até a deixar o Menu Iniciar de lado.

    Se desenvolvida conforme o plano, a nova barra será móvel, ou seja, você poderá posicioná-la em qualquer lado da tela. Para usuários do Windows 11, isso é muito interessante, pois essa versão não permite mover a barra de tarefas, ao contrário do que ocorre no Windows 10 e em versões anteriores.

    Escolhida a posição da barra, você poderá escolher os atalhos que aparecerão ali, bem como adicionar recursos complementares, como controles para um reprodutor de música ou pequenos widgets que informam, por exemplo, a quantas anda o uso do processador.

    Novamente se a proposta for desenvolvida conforme apresentada, você também terá várias opções de personalização da barra extra. Por exemplo, será possível deixá-la com fundo transparente ou fazê-la exibir rótulos para determinadas funções.

    Widget com dados sobre a CPU
    Widget com dados sobre a CPU (imagem: reprodução/Microsoft)

    Quando a nova barra chegará ao Windows 11?

    Infelizmente, ninguém sabe ao certo. Por enquanto, a nova barra foi apresentada como uma proposta no repositório do PowerToys no GitHub. Por ora, os desenvolvedores estão coletando feedbacks sobre a ideia.

    Da minha parte, torço para que a proposta seja levada adiante. O PowerToys é um dos projetos mais interessantes que a Microsoft mantém para usuários finais do Windows. Em linhas gerais, as ferramentas do PowerToys funcionam bem e, por isso, acredito que os desenvolvedores serão igualmente caprichosos com relação à nova barra.

    PowerToys 0.97, com a Paleta de Comandos aparecendo à esquerda
    PowerToys 0.97, com a Paleta de Comandos aparecendo à esquerda (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

    Aproveite o PowerToys

    Em tempo, o PowerToys chegou recentemente à versão 0.97. A novidade está ainda mais personalizável e melhora justamente as funcionalidades da Paleta de Comandos. Mas há várias outras funções úteis por ali. Eis alguns exemplos:

    • Modo Ativo: faz o Windows ficar sempre ativo (sem hibernar), sem que você tenha que mexer nas configurações de energia;
    • Seletor de Cores: permite identificar a cor de qualquer elemento exibido na tela;
    • FancyZones: permite organizar janelas de vários modos;
    • Redimensionador de Imagem: muda as dimensões de várias imagens ao mesmo tempo;
    • PowerToys Run: é um launcher de aplicativos que traz vários recursos avançados;
    • PowerRename: trata-se de um utilitário que permite renomear vários arquivos de uma só vez;
    • Gerenciador de Teclado: permite personalizar o teclado, e inclui a opção de criar atalhos sob medida;
    • Espiada: funciona como um visualizador rápido do conteúdo de arquivos selecionados;
    • Visualização do Registro: permite acessar e editar entradas no Registro do Windows rapidamente;
    • ZoomIt: além de aplicar zoom, permite gerar anotações e fazer gravações ou capturas de tela.

    Mais um detalhe: apesar de ser focada no Windows 11, o PowerToys também funciona no Windows 10. É de graça!

    Turma do PowerToys propõe barra de tarefas extra no Windows 11

    Barra extra na parte superior do Windows 11 (imagem: reprodução/Microsoft)

    Widget com dados sobre a CPU (imagem: reprodução/Microsoft)

    PowerToys 0.97, com a Paleta de Comandos aparecendo à esquerda (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
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    Apple acaba com desconto de estudante para compra de pacote de apps

    Captura de tela do site da Apple Brasil no Wayback Machine. No topo, há o cabeçalho do serviço de arquivamento com a URL e um calendário. Abaixo, o título "Pacote Pro Apps para educação" acima do preço "R$ 1.299,90", com opção de parcelamento e desconto à vista. À direita, ícones dos aplicativos Final Cut Pro, Logic Pro, Motion, Compressor e MainStage. Um botão azul exibe "Colocar na sacola". Abaixo, o texto "Inclui Final Cut Pro, Logic Pro, Motion, Compressor e MainStage".
    Página está fora do ar, mas foi salva no Wayback Machine (imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
    Resumo
    • A Apple descontinuou o pacote Pro Apps para estudantes, que oferecia quase 70% de desconto em aplicativos como Final Cut Pro e Logic Pro.
    • A empresa lançou o Creator Studio, uma assinatura que inclui apps como Logic Pro e Final Cut Pro, por R$ 39,90 mensais ou R$ 399 anuais.
    • Estudantes e profissionais da educação têm desconto na assinatura, pagando R$ 14,90 mensais ou R$ 149 anuais, válido apenas durante o curso.

    A Apple acabou com o pacote Pro Apps para estudantes, que trazia o Final Cut Pro, o Logic Pro, o Motion, o Compressor e o MainStage para Mac por R$ 1.299. Era um desconto enorme, de quase 70%: para comprar todos separadamente, é necessário desembolsar R$ 4.099,50.

    Os programas – que oferecem nível profissional e são bastante usados por quem trabalha com áudio e vídeo – continuam sendo vendidos de maneira individual, pelos seguintes preços:

    • Logic Pro (estação de trabalho digital para áudio): R$ 1.299,90
    • Final Cut Pro (editor de vídeos): R$ 1.999,90
    • Motion (criador de animações): R$ 299,90
    • Compressor (conversor de vídeos): R$ 299,90
    • MainStage (ferramenta de áudio para performances ao vivo): R$ 199,90

    Por que a Apple parou de vender o Pro Apps para estudantes?

    O fim das vendas ocorre duas semanas após o lançamento do Creator Studio. O pacote é oferecido como assinatura, custando R$ 39,90 por mês ou R$ 399 por ano. Ele contém esses cinco programas, com extras e algumas diferenças.

    O Creator Studio traz o Logic Pro, o Final Cut Pro e também o Pixelmator Pro, nas versões para Mac e iPad — Motion, Compressor e MainStage continuam valendo apenas para o Mac.

    O conjunto vem ainda com recursos extras e conteúdo premium no Keynote, Pages e Numbers. Futuramente, esses diferenciais chegarão ao Freeform. Esses quatro apps continuam disponíveis gratuitamente.

    Imagem de divulgação mostra alguns ícones de apps da Apple em um fundo preto. Na parte superior, está escrito "Creator Studio", ao logo do logo da Apple, uma maçã mordida
    Apple lança Apple Creator Studio (imagem: divulgação/Apple)

    Estudantes e profissionais da educação ainda contam com benefícios, pagando R$ 14,90 por mês ou R$ 149 por ano. É uma redução considerável, mas que, no caso dos alunos, vale apenas durante o curso.

    Com o desconto do Pro Apps, era possível comprar os programas gastando menos e continuar usando depois de concluir os estudos.

    Apple migra para modelo de assinaturas

    Aos poucos, a Apple segue um caminho trilhado por Microsoft e Adobe, entre muitas outras empresas, que hoje concentram seus esforços em pacotes por assinatura.

    A Microsoft ainda vende licenças para o Office 2024, mas dá mais ênfase ao Microsoft 365, que inclui os programas e também serviços como armazenamento no OneDrive.

    A Adobe foi mais extrema: aboliu a venda de licenças vitalícias em 2013 e passou a oferecer apenas o Creative Cloud. Desde então, programas como Photoshop e Illustrator só podem ser acessados mediante pagamento de mensalidade ou anuidade. Recentemente, a companhia reduziu seus preços no Brasil, já que concorrentes como o Canva têm ganhado terreno.

    Do ponto de vista do modelo de negócio das empresas, trocar vendas únicas por assinaturas ajuda a reforçar as chamadas receitas recorrentes. Em vez de ter grandes oscilações a cada lançamento de software, elas passam a receber quantias mensais de maneira constante.

    Para os usuários, há vantagens e desvantagens. Por um lado, as assinaturas são acessíveis, incluem atualização dos programas e trazem serviços adicionais. Por outro, o gasto total ao longo dos anos pode ser maior do que o preço da compra de uma licença.

    A principal diferença, no entanto, é que, ao comprar uma licença, você consegue continuar usando aquele programa para sempre, mesmo que ele esteja defasado; no modelo de assinaturas, você precisa continuar pagando para sempre.

    Com informações do MacRumors

    Apple acaba com desconto de estudante para compra de pacote de apps

    Página está fora do ar, mas foi salva no Wayback Machine (imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

    Apple lança Apple Creator Studio (imagem: divulgação/Apple)
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    UPDF une editor de PDF, scanner e IA em um só app

    Composição publicitária do UPDF exibindo o software funcionando simultaneamente em um monitor de computador, um tablet e um smartphone, reforçando a natureza multiplataforma do editor de PDF sob o logotipo da marca.
    Com ferramentas de edição e IA integradas, UPDF é opção para produtividade (imagem: divulgação/UPDF)
    Resumo
    • O UPDF integra edição de PDF, scanner e IA, permitindo edição e tradução de documentos em várias plataformas, como Android, iOS, Windows e Mac.
    • O aplicativo oferece funcionalidades como edição de texto e imagem, digitalização OCR, conversão de arquivos, e recursos de IA para resumos e traduções.
    • O UPDF inclui ferramentas adicionais como compactação de PDF, preenchimento de formulários, combinação de arquivos, apresentação de slides e sincronização na nuvem.

    Quem trabalha em movimento sabe bem o que é receber um arquivo urgente e não poder editar. Com o UPDF, além da imensa quantidade de ferramentas para computadores, é possível transformar smartphones em ferramentas completas de edição.

    O UPDF se destaca por ser um editor robusto que integra inteligência artificial avançada para processar informações. Disponível para Android, iOS, Windows e Mac, o UPDF unifica o fluxo de trabalho, garantindo que você tenha controle total dos seus documentos onde quer que esteja.

    Com o app, é possível, por exemplo, contornar a necessidade de notebooks pesados para tarefas rápidas, seja ajustando um contrato ou revisar textos acadêmicos durante o transporte.

    Edição completa de textos e imagens

    Interface de edição do UPDF aberta em um documento sobre geologia. À direita, um painel de formatação permite ajustar fontes, cores e alinhamento; no centro, um parágrafo está selecionado para edição ao lado de um infográfico vetorial amarelo.
    Edição de textos no UPDF (imagem: divulgação/UPDF)

    Diferente de apps que permitem apenas anotações superficiais, o UPDF oferece um painel de edição real em todas as plataformas. Você pode:

    • Tocar em um parágrafo para reescrever o conteúdo;
    • Corrigir erros de digitação;
    • Atualizar valores numéricos sem quebrar a formatação original.

    A manipulação de imagens também é nativa. É possível inserir, substituir, girar, cortar ou redimensionar figuras diretamente no documento com apenas alguns toques.

    Inteligência Artificial no fluxo de trabalho

    Demonstração do assistente de Inteligência Artificial do UPDF. À direita do documento sobre esqui, um chat de IA apresenta um resumo traduzido e tabelado do conteúdo, com botões para as funções "Resumir", "Traduzir" e "Mapa Mental".
    IA integrada auxilia na leitura e dados de documentos (imagem: divulgação/UPDF)

    Outro diferencial do UPDF em relação a outros editores móveis é a integração nativa com modelos de linguagem de última geração, incluindo o GPT-5 e o DeepSeek (R1).

    Além do UPDF AI Online, um chatbot gratuito que pode ser acessado pelo navegador, o software integra a IA para processamento de dados atrelada ao documento aberto, auxiliando em cenários como:

    Leitura dinâmica e tradução

    O UPDF AI permite selecionar arquivos inteiros — ou páginas específicas — para:

    • Gerar resumos instantâneos, condensando os principais tópicos;
    • Traduzir textos contextualmente.

    Ao lidar com contratos ou manuais em idiomas estrangeiros, por exemplo, o usuário pode solicitar a tradução de parágrafos selecionados ou do documento todo, mantendo o layout original para comparação lado a lado.

    Scholar Research para pesquisa acadêmica

    Um recurso específico para estudantes e pesquisadores é o Scholar Research. Diferente da busca comum, essa função utiliza a IA para:

    • Varrer bases de dados acadêmicas;
    • Localizar fontes primárias;
    • Sintetizar revisões de literatura.

    O sistema consegue explicar termos técnicos complexos e extrair citações diretas, transformando o celular em uma ferramenta viável para adiantar teses e artigos.

    Visualização de dados

    Para quem prefere informações visuais, o software converte o conteúdo textual dos PDFs em mapas mentais. A funcionalidade estrutura os argumentos ou dados do arquivo em diagramas hierárquicos, ajudando a visualizar a lógica de documentos densos sem precisar de softwares externos de design.

    Digitalização (OCR)

    Com a tecnologia OCR (Reconhecimento Óptico de Caracteres), você pode fotografar um contrato ou apostila física e transformar a imagem em um PDF editável. O OCR também permite a pesquisa de termos no documento.

    Conversão de arquivos

    Além de digitalizar, a ferramenta resolve problemas de compatibilidade de arquivos. Se você precisa entregar o documento em outro formato, o software converte seus PDFs para Word, Excel, PowerPoint, HTML ou imagem com apenas alguns cliques, preservando a estrutura do arquivo.

    Outras ferramentas

    Captura de tela do UPDF destacando ferramentas de anotação sobre um documento de orçamento de viagem. A imagem mostra uma nota adesiva laranja com o texto "Isto é MUITO importante!!!", além de carimbos ilustrados e marcações coloridas no texto.
    UPDF une grande variedade de ferramentas (imagem: divulgação/UPDF)

    Além das funções centrais, o aplicativo traz um pacote completo de utilitários:

    • Compactação de PDF: reduz o tamanho de arquivos pesados para facilitar o envio por WhatsApp ou e-mail;
    • Preenchimento de Formulários: reconhece automaticamente campos de texto em formulários fiscais ou contratos;
    • Combinar Arquivos: permite juntar múltiplos PDFs ou imagens em um único documento;
    • Modo Apresentação: transforma seu PDF em uma apresentação de slides;
    • Espaço de Segurança (UPDF para iOS): uma pasta criptografada e protegida por Face ID para blindar documentos sensíveis.

    Continue suas edições com salvamento na nuvem

    Serviço de nuvem do UPDF garante continuidade de trabalhos (imagem: reprodução/UPDF)

    Além das ferramentas de produção, o aplicativo também incorpora um sistema de sincronização nativa que mantém os documentos atualizados em tempo real entre diferentes plataformas.

    Isso elimina a necessidade de enviar e-mails para si ou usar cabos. Um documento editado no iPhone durante o trajeto para o trabalho, por exemplo, estará automaticamente disponível na versão para Windows ou Mac. Dessa forma, você preserva todas as anotações, marcações e edições de layout feitas anteriormente.

    Além disso, uma única licença permite utilizar o serviço em até quatro dispositivos simultaneamente (dois desktops e dois móveis), cobrindo Windows, macOS, iOS e Android sem custos adicionais.

    Por que testar o UPDF?

    Para o usuário que busca racionalizar o fluxo de trabalho digital, o UPDF atua como uma solução “tudo em um”: remove a barreira entre a leitura passiva e a edição em dispositivos móveis, permitindo resolver pendências complexas — como assinar documentos, corrigir textos ou resumir relatórios via IA — até mesmo sem depender de um computador.

    Para experimentar as principais funcionalidades e os recursos de inteligência artificial, você pode fazer o download do UPDF e verificar como a ferramenta se adapta à sua rotina.

    UPDF une editor de PDF, scanner e IA em um só app

    Edição de textos no UPDF (imagem: divulgação/UPDF)

    IA integrada auxilia na leitura e dados de documentos (imagem: divulgação/UPDF)

    UPDF une grande variedade de ferramentas (imagem: divulgação/UPDF)

    Serviço de nuvem do UPDF garante continuidade de trabalhos (imagem: reprodução/UPDF)
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    Como baixar legendas do YouTube geradas automaticamente

    imagem mostra um celular exibindo a página Download YouTube Subtitles
    Conheça o passo a passo para extrair as transcrições Closed Caption do YouTube (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

    Há duas formas de baixar legenda de vídeo do YouTube. A primeira é pelo serviço online Download YouTube Subtitles, informando o URL do vídeo para realizar a extração do Closed Caption e, em seguida, selecionar o idioma desejado para baixar o arquivo.

    O segundo método é usando a extensão YouTube Subtitle Downloader do Google Chrome. A ferramenta inclui um botão de download diretamente no navegador, agilizando o processo de extração da descrição de áudio do vídeo no YouTube.

    Com a legenda baixada, é possível criar transcrições para estudos ou usar editores de vídeo para embutir o texto permanentemente. O arquivo também é útil para ajustar a sincronia do material ou realizar traduções manuais em produções que não possuem legendas nativas.

    A seguir, veja o passo a passo para baixar legenda de vídeo do YouTube via serviço online ou extensão do Google Chrome.

    Como baixar legendas do YouTube via serviço online

    1. Copie o endereço do vídeo do YouTube

    Acesse o vídeo do YouTube que você deseja extrair a legenda e clique no botão “Compartilhar”, ícone com seta para direita embaixo do player. Em seguida, na janela pop-up, clique em “Copiar” para salvar o URL na sua área de transferência.

    Importante: esse passo a passo também pode ser feito pelo celular.

    Copiando o endereço do vídeo do YouTube para a extração da legenda
    Copiando o endereço do vídeo do YouTube para a extração da legenda (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

    2. Acesse o “Download YouTube Subtitles”

    Visite downloadyoutubesubtitles.com, site para baixar legendas do YouTube. Lá, você encontrará as ferramentas para extrair o Closed Caption do vídeo que você copiou o endereço.

    Acessando o site Download YouTube Subtitles
    Acessando o site Download YouTube Subtitles (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

    3. Extraia a legenda do vídeo do YouTube

    Cole o endereço copiado do vídeo do YouTube no campo “Digite o URL do YouTube”. Depois, clique em “Obter legendas” para avançar.

    Colando o endereço do vídeo do YouTube para obter legendas
    Colando o endereço do vídeo do YouTube para obter legendas (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

    4. Baixe a legenda do vídeo do YouTube

    Aguarde a ferramenta realizar o processamento. Em seguida, na seção “Legendas primárias do vídeo”, clique em cima do formato de legenda desejado (SRT, VTT, TXT) para fazer download do arquivo para o dispositivo.

    Baixando a legenda do vídeo do YouTube
    Baixando a legenda do vídeo do YouTube (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

    Como baixar legendas do YouTube via extensão do Chrome

    1. Baixe a extensão YouTube Subtitle Downloader

    Abra o navegador Google Chrome e acesse a Chrome Web Store para instalar a extensão YouTube Subtitle Downloader. Então, clique no botão “Usar no Chrome” e em “Adicionar extensão”, na janela pop-up, para baixar a ferramenta.

    Instalando a extensão "YouTube Subtitle Downloader" no Google Chrome
    Instalando a extensão “YouTube Subtitle Downloader” no Google Chrome (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

    2. Acesse o YouTube Subtitle Downloader 

    Acesse o vídeo do YouTube que você deseja fazer download da legenda. Em seguida, clique no ícone do YouTube Subtitle Downloader no campo de extensões, na parte superior direita do Google Chrome.

    Abrindo a ferramenta YouTube Subtitle Downloader" no navegador
    Abrindo a ferramenta YouTube Subtitle Downloader” no navegador (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

    3. Selecione “Abrir painel lateral”

    Ao visualizar as opções do YouTube Subtitle Downloader, clique em “Abrir painel lateral” para ver todos os recursos da extensão do Chrome.

    Acessando a opção "Abrir painel lateral"
    Acessando a opção “Abrir painel lateral” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

    4. Defina o formato do arquivo da legenda

    Clique em cima do botão “Format” para selecionar o formato do arquivo da legenda que você deseja baixar do vídeo do YouTube (SRT, VTT, TXT).

    Selecionando o formato do arquivo da legenda
    Selecionando o formato do arquivo da legenda (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

    5. Faça o download de legenda do YouTube

    Após escolher o formato de legenda, clique no botão “Download” para baixar o arquivo de texto com a transcrição do áudio do vídeo do YouTube.

    Fazendo download da legenda do YouTube
    Fazendo download da legenda do YouTube (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

    Por que não consigo baixar legendas do YouTube?

    Há alguns pontos que podem impedir você de extrair a legenda de vídeo do YouTube. Os mais comuns são:

    • Ausência de Closed Caption: o criador do conteúdo pode ter desativado a função ou simplesmente não gerou as legendas automáticas ao postar o vídeo no YouTube;
    • Legendas embutidas: se o texto estiver diretamente na imagem do vídeo, ele não existe como arquivo de texto separado para ser baixado;
    • Restrições de privacidade: vídeos configurados como “Privados” ou com restrição de idade poderm impedir que ferramentas externas acessem os metadados e as trilhas de legenda;
    • Processamento pendente: em vídeos muito recentes, o YouTube pode ainda não ter finalizado o uso da inteligência artificial para gerar a transcrição automática;
    • Configuração de idioma: se o idioma do vídeo não for reconhecido claramente pelo algoritmo, a plataforma não disponibiliza o arquivo de legenda para exportação.

    Tem como baixar legendas de um vídeo do YouTube sem Closed Caption?

    Não dá para fazer download de legendas de um vídeo do YouTube se o material não possuir Closed Caption. É necessário que o conteúdo tenha uma legenda gerada automaticamente ou fornecida pelo criador que enviou o vídeo para a plataforma.

    No entanto, é possível usar ferramentas para transcrever vídeos do YouTube e gerar legendas. Extensões para o Chrome ou sites especializados conseguem analisar a faixa sonora para criar um arquivo de texto independente nos formatos SRT ou TXT de forma prática.

    Posso baixar um vídeo do YouTube com legenda?

    Sim, é possível baixar vídeos do YouTube com legenda desde que ela esteja embutida, ou seja, gravada permanentemente na imagem original. Caso a legenda seja Closed Caption – gerada pela plataforma –, a maioria das ferramentas salvará apenas o arquivo de imagem bruto.

    Para obter as legendas opcionais, é necessário baixar o arquivo SRT separadamente e usar um player com suporte para reprodução simultânea. Caso prefira a integração definitiva, é recomendado usar um software de edição para renderizar o texto sobre o vídeo, garantindo a sincronia entre áudio e escrita.

    Como baixar legendas do YouTube geradas automaticamente

    Conheça o passo a passo para extrair as transcrições Closed Caption do YouTube (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

    Copiando o endereço do vídeo do YouTube para a extração da legenda (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

    Acessando o site Download YouTube Subtitles (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

    Colando o endereço do vídeo do YouTube para obter legendas (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

    Baixando a legenda do vídeo do YouTube (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

    Instalando a extensão "YouTube Subtitle Downloader" no Google Chrome (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

    Abrindo a ferramenta YouTube Subtitle Downloader" no navegador (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

    Acessando a opção "Abrir painel lateral" (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

    Selecionando o formato do arquivo da legenda (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

    Fazendo download da legenda do YouTube (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
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    Moradores da Groenlândia recorrem a apps para boicotar produtos dos EUA

    Três capturas de tela do aplicativo Made O'Meter, uma ferramenta desenvolvida na Dinamarca para identificar a origem e os proprietários de marcas e produtos. As telas mostram a função de busca por foto ou nome, e os resultados detalhados para o shampoo Head & Shoulders (propriedade da Procter & Gamble, EUA) e para a Jolly Cola (marca local da Dinamarca).
    Dinamarqueses adotam apps que indicam produtos estadunidenses (imagem: reprodução/Made O’Meter)
    Resumo

    Aplicativos projetados para identificar se um produto é fabricado nos Estados Unidos chegaram ao topo da lista de mais baixados na App Store da Dinamarca, loja que também atende aos moradores da Groenlândia. Dois aplicativos específicos – o NonUSA e o Made O’Meter – viram sua popularidade explodir nos últimos dias tanto no iPhone quanto no Android.

    De acordo com o TechCrunch, o aumento nos downloads acompanha uma reação a declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre a possibilidade de o país assumir o controle da Groenlândia, território autônomo ligado à Dinamarca.

    Apesar do crescimento expressivo, o volume absoluto de downloads na Dinamarca segue relativamente pequeno em comparação com mercados maiores.

    Segundo a Appfigures, a App Store do país registra cerca de 200 mil downloads por dia no total, o que permite que aplicativos alcancem rapidamente posições de destaque nos rankings com alguns milhares de instalações.

    Como os apps funcionam?

    O aplicativo NonUSA, que saltou da 441ª posição para o primeiro lugar na App Store dinamarquesa nesta quarta-feira, funciona como um scanner de bolso. O usuário utiliza a câmera do celular para ler o código de barras de um item no supermercado e o sistema informa a origem do produto, sugerindo alternativas locais para evitar a compra de mercadorias americanas.

    A outra ferramenta, chamada de Made O’Meter, entrou para o top 5 da Apple e tem um funcionamento similar: o software ajuda o consumidor a filtrar suas compras com base no país de fabricação, incentivando a escolha de produtos que não enviem receitas para os Estados Unidos.

    Segundo dados da empresa de inteligência de mercado Appfigures, a média diária de downloads combinados desses aplicativos aumentou 867% (cerca de 9,7 vezes) nos últimos sete dias em comparação com a semana anterior.

    Gráfico do Appfigures mostrando a subida meteórica de um aplicativo na App Store da Dinamarca entre 08 e 21 de janeiro de 2026. A linha rosa representa o ranking de "Top Apps", que sobe da posição 500 para o 1º lugar em apenas duas semanas.
    Apps como o NonUSA explodiram na última semana (imagem: reprodução/Appfigures)

    Entretanto, o jornal Economic Times aponta que o boicote não se limita a produtos físicos. Consumidores dinamarqueses e groenlandeses também estariam cancelando viagens aos Estados Unidos e assinaturas de serviços digitais sediados no país, como a Netflix.

    Além disso, o próprio país vem tentando substituir tecnologias estrangeiras. Em junho de 2025, Ministério de Assuntos Digitais da Dinamarca anunciou que o Estado passaria a utilizar soluções de código aberto em substituição às plataformas da Microsoft.

    Moradores da Groenlândia recorrem a apps para boicotar produtos dos EUA

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    Microsoft PowerToys 0.97 fica mais personalizável e melhora uso do mouse

    PowerToys 0.97, com a Paleta de Comandos aparecendo à esquerda
    PowerToys 0.97, com a Paleta de Comandos aparecendo à esquerda (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
    Resumo
    • PowerToys 0.97 introduz função CursorWrap, que facilita uso do mouse em telas grandes;
    • Paleta de Comandos agora permite personalização de plano de fundo e da ordem dos itens de fallback;
    • Também há novidades em funções como Modo Claro e Colar Avançado.

    O “canivete suíço” do Windows ganhou mais uma versão. O PowerToys 0.97 melhora uma de suas funções mais importantes: a Paleta de Comandos, que dá acesso rápido a aplicativos e outros recursos. Mas também traz uma ferramenta nova, chamada CursorWrap, que melhora o uso do mouse por quem tem uma tela grande.

    A Paleta de Comandos dá acesso rápido a aplicativos, extensões, configurações e afins, sendo tão versátil que pode até substituir o Menu Iniciar. Para usá-la, tudo o que você precisa fazer é acionar o atalho de teclado Windows + Alt + Espaço e, no campo principal, informar o que você quer acessar.

    O PowerToys 0.97 permite que você personalize a Paleta de Comandos selecionando um plano de fundo e até definindo um padrão de cores a partir da área de configurações do recurso. Como essa é uma ferramenta que pode entrar para a rotina do usuário, faz sentido permitir que ela tenha um toque pessoal.

    Também há uma novidade funcional: agora é possível personalizar a ordem dos itens de fallback, que aparecem nos resultados de pesquisa quando o que você procura não é encontrado com precisão.

    Para completar, agora é possível usar a Paleta de Comandos para acessar diretamente os vários recursos do próprio Microsoft PowerToys.

    Personalização da Paleta de Comandos do PowerToys 0.97
    Personalização da Paleta de Comandos do PowerToys 0.97 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

    E o que é o CursorWrap do PowerToys?

    O CursorWrap é uma novidade útil para quem trabalha com uma tela grande. Com ela, você não precisa arrastar o cursor do mouse de uma extremidade à outra do monitor.

    Se o cursor estiver no lado esquerdo da tela, por exemplo, você só precisa arrastá-lo até a borda esquerda que ele aparecerá, automaticamente, no lado direito. No vídeo abaixo, é possível ver uma demonstração disso a partir de 1:20:

    O recurso também funciona transferindo o cursor da borda superior para a inferior e vice-versa.

    O que mais há de novo no PowerToys 0.97?

    Toda nova versão do PowerToys traz vários pequenos melhoramentos. Não é diferente na versão 0.97. Entre as demais pequenas novidades, estão:

    • Modo Claro: introduzido no PowerToys 0.95 e melhorado no PowerToys 0.96, o recurso agora pode ser ajustado para seguir as configurações de Luz Noturna do Windows;
    • Acesso Rápido: esse menu ficou independente, não estando mais vinculado à área de configurações, razão pela qual carrega mais rapidamente;
    • Colar Avançado: essa função agora mostra uma prévia dos valores de cores HEX, bem como suporta a entrada de imagens para transformações de IA;
    • Linha de Comando (LCI): recursos como FancyZones, File Locksmith e Redimensionador de Imagem agora podem ser controlados por linha de comando.

    Como obter o PowerToys 0.97?

    O PowerToys 0.97 pode ser baixado via GitHub, gratuitamente. Nessa página, você só precisa escolher a versão apropriada ao seu PC (x64 para chip Intel ou AMD; arm64 para Snapdragon X ou outro chip Arm).

    Vale destacar que, apesar de ser focado no Windows 11, o PowerToys 0.97 também funciona no Windows 10, mesmo com essa versão do sistema não sendo mais suportada pela Microsoft.

    Microsoft PowerToys 0.97 fica mais personalizável e melhora uso do mouse

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    Nova versão do "canivete suíço" do Windows permite personalizar visual da Paleta de Comandos e traz ferramenta que facilita uso do mouse em telas grandes.

    PowerToys 0.97, com a Paleta de Comandos aparecendo à esquerda (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

    Personalização da Paleta de Comandos do PowerToys 0.97 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
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    Bloco de Notas do Windows 11 começa a suportar tabelas

    Tabela no Bloco de Notas do Windows 11
    Tabela no Bloco de Notas do Windows 11 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
    Resumo
    • Bloco de Notas (Notepad) do Windows 11 começa a suportar tabelas simples;
    • Textos com tabelas devem ser salvos em formato markdown (MD) devido à falta de suporte a formatação em TXT;
    • Função de tabelas requer versão 11.2510.6.0 ou superior do Bloco de Notas para Windows 11.

    Em novembro de 2025, a Microsoft começou a testar uma função que adiciona tabelas a textos editados no Bloco de Notas (Notepad) do Windows 11. Depois dessa fase de testes, a novidade começou a ser liberada para todos os usuários do sistema operacional, embora de modo progressivo.

    É possível inserir uma tabela a partir de um botão correspondente na barra de formatação do Bloco de Notas, na parte superior do editor. Ali, você pode definir a quantidade de colunas e linhas da tabela simplesmente selecionando um conjunto de células.

    No menu do mesmo botão, também é possível clicar em “Inserir tabela” e informar o número de colunas e linhas desejado na janela que abrir.

    Depois que a tabela é criada, basta clicar nela com o botão direito do mouse e escolher a opção “Editar tabela” para adicionar ou excluir linhas e colunas. Essa opção também aparece quando a tabela é selecionada e o botão correspondente na barra superior é pressionado novamente.

    Função de inserção de tabela no Bloco de Notas do Windows 11
    Função de inserção de tabela no Bloco de Notas do Windows 11 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

    Já os textos inseridos na tabela podem ser formatados para ficar em negrito ou itálico, por exemplo, bem como serem transformados em links.

    Tradicionalmente, o Bloco de Notas salva os textos gerados pelo usuário em TXT. Mas, como esse é um formato de texto simples, sem suporte a recursos de formatação e a elementos complementares, os arquivos que tiverem tabela precisam ser salvos como markdown (extensão MD).

    Como arquivos markdown também são leves, acaba não havendo problemas de desempenho com essa abordagem. Aliás, a própria função de tabelas não parece afetar o desempenho geral do Notepad, o que é um alívio para quem temia que o acréscimo de funcionalidades na ferramenta a tornasse pesada.

    Que fique claro, porém, que o novo recurso funciona apenas para criação de tabelas simples, não suportando inserção de fórmulas, por exemplo, até porque não estamos tratando de uma função de planilhas.

    Edição de tabela no Bloco de Notas
    Edição de tabela no Bloco de Notas (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

    Quando a função de tabelas chega ao Bloco de Notas?

    A função de tabelas requer o Bloco de Notas 11.2510.6.0 ou superior para Windows 11. Essa versão do editor de textos começou a ser liberada em novembro do ano passado para participantes do programa de testes Windows Insider, nos canais Canary e Dev.

    Mas veículos como o Windows Latest relatam que o Bloco de Notas 11.2510.x.x começou a ser liberado, nesta semana, para usuários finais do Windows 11. Como de hábito, essa liberação tem sido feita de modo progressivo. Ainda pode levar alguns dias para a novidade chegar ao seu PC, portanto.

    Bloco de Notas do Windows 11 começa a suportar tabelas

    Tabela no Bloco de Notas do Windows 11 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

    Função de inserção de tabela no Bloco de Notas do Windows 11 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

    Edição de tabela no Bloco de Notas (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
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