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Google anuncia Googlebook, nova categoria de notebooks focada em IA

Googlebook
Googlebook é oficial (imagem: reprodução/Google)
Resumo
  • Google anunciou o Googlebook, nova categoria de notebooks projetada para operar com inteligência artificial Gemini;
  • novidade foi apresentada no evento Android Show e conta com hardware premium; dispositivos serão produzidos em parceria com marcas como Acer e Dell;
  • entre os diferenciais estão ferramentas como Magic Pointer, que sugere ações automáticas via Gemini com o passar do mouse.

Googlebook é o nome oficial da nova categoria de notebooks criada pelo Google e anunciada nesta terça-feira (12/05) durante o evento The Android Show: I/O Edition 2026. A novidade chega com um diferencial que a companhia considera importante para os tempos atuais: ser projetada, desde o início, para funcionar com inteligência artificial — com o Gemini Intelligence (Inteligência Gemini), para ser exato.

Apesar do nome, o Googlebook não será desenvolvido e comercializado exclusivamente pelo Google. A companhia fechou parcerias com marcas como Acer, Asus, Dell, HP e Lenovo para produzir esses computadores e fazê-los chegar aos consumidores.

É uma dinâmica que remete à dos Chromebooks, que são laptops de baixo custo direcionados a estudantes e que, portanto, costumam contar com hardware de nível básico ou intermediário produzidos por essas e outras marcas.

Neste ponto, vale destacar que os Googlebooks não devem substituir os Chromebooks, pois a categoria tem uma proposta diferente: por conta do foco em IA, as novas máquinas terão “hardware premium”, como o próprio Google destaca.

O que o Googlebook tem de interessante?

Além do hardware avançado, há alguns elementos de design que permitirão que você identifique um Googlebook rapidamente. Começa pela tecla do sistema, que exibe o “G” de Google. Além disso, há uma linha luminosa na tampa do notebook (Glowbar) que deve estar presente em todos os modelos.

A Glowbar do Googlebook
A Glowbar do Googlebook (imagem: reprodução/Google)

Em termos funcionais, uma característica um tanto óbvia é a presença de aplicativos do ecossistema do Google, que incluem Gmail, Drive, Agenda (Calendar) e o navegador Chrome. É claro que um botão para acesso direto ao Gemini também está lá.

O Google destaca ainda que os Googlebooks poderão se comunicar facilmente com celulares Android, de modo que você possa continuar em um a tarefa que foi iniciada no outro. Isso porque, além do compartilhamento de arquivos, essa integração permite que você use um aplicativo do smartphone no laptop, ou receba, neste último, notificações que chegaram originalmente ao celular.

Ainda não há informação oficial sobre qual é o sistema operacional do Googlebook, mas as imagens divulgadas sugerem fortemente que estamos falando do Aluminium OS.

Tecla com o "G" de Google no laptop
Tecla com o “G” de Google no laptop (imagem: reprodução/Google)

Seja como for, encontramos outros recursos notáveis por aqui, entre eles:

  • Magic Pointer (Ponteiro Mágico): ao mover o cursor do mouse para um elemento na tela, faz o Gemini sugerir ações automaticamente, como agendar uma reunião quando você aponta para uma data em um e-mail;
  • Create your Widget (Criar o seu Widget): usa o Gemini para criar widgets sob medida, como um que reúne informações de hospedagem e voos para uma viagem que você irá fazer;
  • Quick Access (Acesso Rápido): permite que você visualize ou pesquise por arquivos no celular usando o Googlebook sem precisar transferi-los;
  • Google Play: você poderá instalar apps no Googlebook diretamente a partir da loja de aplicativos do Android.
Principais características do Googlebook
Principais características do Googlebook (imagem: reprodução/Google)

Quando os Googlebooks serão lançados?

O Google ainda não definiu uma data para o lançamento da categoria Googlebook, mas comentou que isso deverá ocorrer durante o outono americano, ou seja, entre setembro e dezembro de 2026.

Até lá, mais detalhes serão revelados por meio do site oficial do Googlebook.

Google anuncia Googlebook, nova categoria de notebooks focada em IA

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Googlebooks foram projetados para serem integrados ao Gemini e se comunicarem com celulares Android. Novidade tem hardware "premium" e novo sistema operacional.

Googlebook é oficial (imagem: reprodução/Google)

A Glowbar do Googlebook (imagem: reprodução/Google)

Tecla com o "G" de Google no laptop (imagem: reprodução/Google)

Principais características do Googlebook (imagem: reprodução/Google)
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União Europeia quer mudanças no Android

Arte mostra a cabeça do mascote do Android, um robô verde, em um fundo verde-escuro. Na parte inferior direita, está o logotipo do Tecnoblog.
UE entende que IAs rivais do Gemini enfrentam barreiras no Android (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Comissão Europeia concluiu que o Google favorece indevidamente o Gemini no Android, violando a Lei de Mercados Digitais.
  • Agora, a UE quer que o Google abra o Android para IAs concorrentes, como ChatGPT e Grok, até julho de 2026.
  • Segundo o Google, a exigência pode comprometer a privacidade dos usuários.

A Comissão Europeia subiu o tom contra o Google nesta semana após uma investigação iniciada em janeiro. O órgão regulador concluiu que a gigante de buscas favorece indevidamente o Gemini dentro do Android, violando a Lei de Mercados Digitais (DMA).

Agora, a União Europeia quer que a empresa abra as portas do sistema até julho deste ano, para que IAs de terceiros, como o ChatGPT e o Grok, tenham o mesmo nível de integração que a ferramenta nativa.

Como lembra o portal ArsTechnica, embora seja possível instalar qualquer chatbot no celular, apenas o Gemini consegue conversar profundamente com o sistema. Para a UE, essa exclusividade precisa acabar nos próximos meses. O Google, por outro lado, afirma que a exigência pode comprometer a privacidade dos usuários.

Vale citar que, no Brasil, um processo similar se desenrola na Justiça, mas envolve a Meta e IAs de terceiros no WhatsApp.

Por que o Gemini tem tratamento especial no Android?

Mão segurando smartphone dobrável aberto, exibindo o Google Gemini e a página do Tecnoblog
UE quer o mesmo nível de integração do Gemini para assistentes concorrentes (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Ao ligar um aparelho com Android hoje, o Gemini já está lá, integrado ao sistema. A Comissão Europeia critica exatamente essa falta de recursos para serviços de terceiros. Para os reguladores, o Google atua como um porteiro que reserva as melhores funções para si.

A vice-presidente da Comissão para a Soberania Tecnológica, Henna Virkkunen, explicou a visão do bloco em comunicado: “À medida que navegamos pelo cenário da IA em rápida evolução, fica claro que a interoperabilidade é fundamental. Essas medidas abrirão os dispositivos Android para uma gama mais ampla de serviços, para que os usuários tenham a liberdade de escolher o que melhor atenda às suas necessidades”.

O que pode mudar na Europa?

Na prática, a UE quer que, se o usuário preferir o ChatGPT, ele possa ser acionado por botões físicos ou palavras-chave de sistema da mesma forma que o Gemini. As mudanças propostas pelos reguladores são técnicas e mexem no motor do Android.

Os principais pontos são:

  • Acesso ao hardware: o Google seria obrigado a permitir que desenvolvedores externos usem os chips de processamento de IA (NPUs) com o mesmo desempenho que o Gemini utiliza para rodar modelos locais.
  • Contexto de tela: IAs rivais poderiam “enxergar” o que o usuário está fazendo para oferecer resumos ou sugestões.
  • APIs gratuitas: o Google teria que criar novas pontes de software (APIs) e oferecer assistência técnica gratuita para que os concorrentes se integrem ao Android.

A reação do Google foi imediata. A conselheira sênior de concorrência da empresa, Claire Kelly, afirmou que a medida eliminaria a autonomia dos fabricantes em personalizar serviços. Segundo Kelly, dar acesso a hardware sensível e permissões profundas de sistema “aumentaria os custos e comprometeria proteções essenciais de privacidade e segurança”.

Multas bilionárias e prazo final

O Google é um velho conhecido dos reguladores europeus. Por causa da DMA, a empresa já teve que implementar telas de escolha de navegador e limitar o compartilhamento de dados entre seus próprios serviços (como Maps e YouTube). Agora, a IA é o tema da vez.

O cronograma é apertado: a Comissão Europeia prevê uma decisão final para 27 de julho de 2026. Se o Google bater o pé e não cumprir as exigências, o prejuízo pode ser grande: a Lei de Mercados Digitais prevê multas de até 10% da receita global anual da companhia.

União Europeia quer mudanças no Android

Ferramenta do Google permite que devs testem apps em celulares de forma remota (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Tela dobrável do Z Fold 7 tem 8 polegadas (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
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Google se inspira na Samsung e prepara IA para ajudar usuário

Mão segurando smartphone dobrável aberto, exibindo o Google Gemini e a página do Tecnoblog
Recursos do Gemini atuarão nos bastidores do Android (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Resumo
  • Google está desenvolvendo duas novas ferramentas de inteligência artificial para o Gemini no Android, que lembram funções recentes da Samsung.
  • Assistência Proativa analisa a tela e mensagens localmente para oferecer sugestões em tempo real.
  • Já o Resumo Diário organiza a rotina do usuário compilando dados de sua conta em duas abas: “Metas Ativas” e “Principais Ideias”.

O Google está desenvolvendo mais funcionalidades de inteligência artificial para o Gemini no Android. Descobertos em testes do aplicativo, os recursos batizados de “Assistência Proativa” (Proactive Assistance) e “Resumo Diário” (Daily Brief) analisam o aparelho para exibir sugestões em tempo real.

A ideia é que a IA entregue informações úteis antes mesmo que você faça uma pergunta e a expectativa é que as novidades sejam oficializadas no próximo mês, durante a conferência para desenvolvedores Google I/O 2026.

Como vai funcionar a Assistência Proativa?

A Assistência Proativa foi criada para entender o contexto de uso do seu celular e oferecer ajuda. O recurso foi detalhado pelo portal Android Authority, após uma análise do código da versão 17.18.22.sa.arm64 do aplicativo do Google.

A ferramenta exibe lembretes, atalhos contextuais e resumos de informações no momento em que o usuário precisa, sem que seja necessário digitar um comando. Para que isso funcione, a IA coleta dados a partir de três fontes: o conteúdo exibido na tela do celular, o histórico de notificações recebidas e informações de aplicativos compatíveis.

Para evitar surpresas, o usuário deve ter controle sobre o recurso, podendo ativá-lo ou desativá-lo com uma chave nas configurações. Haverá também um menu de “Aplicativos Conectados” para definir exatamente de onde o Gemini pode puxar os dados. Num primeiro momento, o suporte básico abrange os apps de Contatos e Mensagens.

No entanto, integrações mais profundas com o ecossistema de produtividade da empresa — como Gmail, Google Agenda, Docs, Drive e Google Keep — ficam disponíveis em um painel separado.

Usuário terá controle sobre o fornecimento de dados (imagem: reprodução/Android Authority)

Como a leitura constante da tela e de e-mails levanta preocupações sobre a segurança da informação, o Google adotou uma abordagem com foco na privacidade. Conforme indicam as capturas de tela vazadas, o processamento dos dados ocorre localmente no dispositivo.

As informações ficam em um ambiente criptografado, garantindo que o conteúdo não seja enviado para os servidores da empresa ou seja usado para treinar modelos de IA.

Resumo Diário servirá para organizar a rotina

O Google também está preparando o recurso “Resumo Diário”, acessível a partir de uma barra lateral esquerda dentro do próprio aplicativo do Gemini. A premissa é compilar os dados de uma conta e dividi-los em duas abas: “Metas Ativas” e “Principais Ideias”.

A primeira seção tem como foco os hábitos que você está tentando criar ou temas que vem pesquisando com frequência na Busca do Google. Já a área de “Principais Ideias” atua como um hub inteligente de prioridades, extraindo informações do Gmail e histórico de navegação sem precisar abrir vários aplicativos diferentes.

Inspiração na Samsung

As movimentações do Google parecem uma resposta à sua principal parceira no ecossistema Android. Conforme apontado pelo portal SamMobile, os novos recursos do Gemini bebem muito da fonte de duas ferramentas da Samsung: o Now Brief e o Now Nudge.

Disponibilizadas no início deste ano com o lançamento da família Galaxy S26, as ferramentas da marca sul-coreana já fazem um trabalho semelhante. O Now Brief, por exemplo, concentra em uma única tela os eventos da agenda, previsão do tempo e métricas de exercícios físicos. O sistema ainda recomenda playlists do Spotify ou do YouTube Music e exibe tarefas pendentes, ajustando as sugestões de acordo com a hora do dia.

O Google deve revelar mais detalhes oficiais no palco do Google I/O 2026, marcado para o mês de maio. O evento também servirá de vitrine para outras estreias, incluindo o anúncio do Android 17, novidades do sistema para relógios Wear OS, um novo ChromeOS, além de atualizações para o Android Auto e Android Automotive.

Google se inspira na Samsung e prepara IA para ajudar usuário

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Google confirma: Siri com inteligência do Gemini chega ainda em 2026

ilustração sobre a assistente virtual Siri
Assistente da Apple deve ganhar IA do Google ainda neste ano (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O chefe do Google Cloud, Thomas Kurian, confirmou que a nova Siri com Gemini deve chegar ainda em 2026.
  • Segundo o executivo, a IA do Google servirá de base para “futuras funcionalidades” da Apple Intelligence.
  • Rumores indicam um custo de US$ 1 bilhão por ano aos cofres da Apple, que deve integrar parte de sua infraestrutura aos data centers do Google.

A nova Siri com Gemini deve chegar ainda em 2026, segundo o chefe do Google Cloud, Thomas Kurian. Ele falou sobre a iniciativa nesta quarta-feira (22/04), durante a conferência Google Cloud Next 2026, em Las Vegas.

De acordo com o portal MacRumors, o executivo confirmou que os modelos da empresa servirão de base para “futuras funcionalidades da Apple Intelligence, incluindo uma Siri mais personalizada que será lançada ainda este ano”.

A IA do Google será o o motor da nova assistente virtual da Apple, repaginada para receber funções baseadas em inteligência artificial. A confirmação reforça o compromisso da dona do iPhone de lançar os novos recursos após uma série de ajustes no cronograma. Segundo rumores, o acordo deve custar à gigante de Cupertino cerca de US$ 1 bilhão (R$ 4,9 bilhões) por ano.

Longo histórico de adiamentos

Plateia observa telão onde se lê "Apple Intelligence"
WWDC 2024 marcou o anúncio da Apple Intelligence (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O caminho para a chegada da Siri inteligente tem sido marcado por adiamentos internos. A Apple adiou a estreia da nova versão da assistente, pela primeira vez, em março de 2025. Na época, ela prometia o lançamento no ano seguinte, e reiterou ao longo do ano que a atualização seria entregue em algum momento de 2026.

Esperava-se que a empresa demonstraria a tecnologia em fevereiro deste ano, mas um novo sinal de adiamento ocorreu no mesmo mês, segundo apuração da Bloomberg. Ainda assim, a Apple confirmou que o projeto continuava previsto para este ano.

A dificuldade para que a tecnologia finalmente veja a luz do dia já balançou cargos dentro da companhia. Os atrasos minaram a confiança do ex-CEO, Tim Cook, no então chefe de IA da companhia, John Giannandrea, que deixou a Apple neste ano.

O que esperar da nova Siri?

A grande mudança deve ocorrer na capacidade da assistente de manter diálogos contínuos e contextuais, de forma mais próxima à experiência oferecida por chatbots. O novo sistema deve permitir a interação mais profunda com apps nativos do ecossistema da Apple, como Mail, Música, Fotos e até o ambiente de desenvolvimento Xcode.

Entre as funcionalidades previstas estão análise e resumo de documentos enviados pelo usuário, edição de imagens por comandos de voz — como recortes e ajustes de cor — e localização e cruzamento de informações entre diferentes fontes.

Como a integração vai funcionar?

Um iPhone sendo segurado por uma mão exibe a tela de configurações da Apple Intelligence e Siri, com um design escuro. O texto informa que se trata de um sistema de inteligência pessoal integrado ao iPhone e à Siri, ainda em fase beta. O botão de ativação está ligado. A interface está em português, e no canto superior direito, há ícones de Wi-Fi e bateria indicando 70% de carga. O fundo da imagem tem uma superfície de madeira desfocada.
Integração entre Gemini e Apple Intelligence deve usar infraestrutura do Google (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

A implementação envolverá uma integração profunda entre as infraestruturas das duas empresas. Por isso, de acordo com o MacRumors, a Apple solicitou que o Google investigasse a configuração de servidores dedicados dentro de seus centros de dados para lidar com o aumento massivo de tráfego esperado.

Ainda não há definição pública se os novos recursos rodarão sob o sistema de Computação em Nuvem Privada da Apple ou se utilizarão integralmente a infraestrutura do Google.

Além do aprimoramento por voz, informações de bastidores revelam que a Siri pode estrear como um aplicativo de chatbot independente no iPhone. Segundo a Bloomberg, a Apple já realiza testes com esse formato para oferecer uma experiência similar à de concorrentes como ChatGPT e o próprio Gemini.

O primeiro contato público com as novidades deve acontecer na Worldwide Developers Conference (WWDC). O evento está previsto para 8 de junho de 2026, data em que a Apple pode apresentar o iOS 27.

Google confirma: Siri com inteligência do Gemini chega ainda em 2026

Saiba como funciona a Siri, assistente virtual disponível em dispositivos da Apple (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

WWDC 2024 marca anúncio da Apple Intelligence (Foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Apple Intelligence chega ao Brasil (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
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Galaxy Watch 8 Classic tem redução de 49% em promoção no Mercado Livre


Prós
  • Integrado com Galaxy AI e Google Gemini
  • Design com bisel giratório e botão para acesso rápido a apps
  • Painel Super AMOLED com até 3.000 nits
  • Resistência a 5 ATM, certificação IP68 e MIL-STD-810H
  • Conectividade 4G LTE via e-SIM
Contras
  • Peso considerável de 63,5 g
  • Display pequeno de 1,34 polegadas
  • Não tem compatibilidade com iPhone
  • Autonomia pequena comparada a outros smartwatches
PIX
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O Galaxy Watch 8 Classic está em oferta no Mercado Livre por R$ 2.303 no Pix. O valor representa um desconto de 49% em relação ao valor de quando foi lançado em meados de 2025 por R$ 4.499. O smartwatch da Samsung integrado com inteligência artificial chama a atenção principalmente pelo visual clássico.

Galaxy Watch 8 Classic traz painel AMOLED e conectividade LTE

O werable apresenta display com tecnologia Super AMOLED de 1,34 polegadas no qual exibe cores mais vibrantes e contraste elevado. Além disso, alcança brilho em pico de 3.000 nits para visualização da tela mesmo sob luz solar direta.

Ainda sobre construção, a caixa de 46 mm utiliza aço inoxidável, resistindo a oxidação ao longo do tempo e temperaturas altas. O vidro Cristal de Safira evita o surgimento de trincos ou arranhões em caso de quedas acidentais. Já a certificação IP68 confere resistência contra a entrada de poeira e água.

A conectividade LTE possibilita ao Galaxy Watch 8 Classic uma conexão de internet própria para realizar downloads na loja de aplicativos do Google. Assim como receber ligações sem que esteja conectado ao smartphone, possibilitando maior autonomia.

imagem do relógio samsung galaxy watch 8 classic
Galaxy Watch 8 Classic possibilita o acompanhamento de uma série de exercícios (imagem: Divulgação/Samsung)

O smartwatch possui uma série de sensores, incluindo o BioActive que demonstra capacidade de monitoramento de índices de antioxidantes na pele, frequência cardíaca, pressão arterial e realização de eletrocardiograma.

A inteligência artificial integrada através do Google Gemini atua como uma assistente pessoal que pode realizar tarefas como geração de mensagens e resumo de e-mails. O Galaxy AI da Samsung possibilita um relatório profundo a respeito da qualidade do sono do usuário e de outras métricas.

O Galaxy Watch 8 Classic em oferta no Mercado Livre por R$ 2.303 no Pix apresenta bateria de 445 mAh com promessa de autonomia de até 40 horas, segundo a Samsung. Por fim, conta com as tecnologias de Bluetooth 5.3, GPS de dupla frequência e NFC para compras por aproximação.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Galaxy Watch 8 Classic tem redução de 49% em promoção no Mercado Livre

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Smartwatch da Samsung apresenta tela Super AMOLED de 1,34", conectividade LTE e integração do Gemini e Galaxy AI. Promoção exclusiva no pagamento por Pix

(imagem: Divulgação/Samsung)
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Google surpreende ao aumentar espaço e manter preço do One AI Pro

A imagem mostra a tela de um smartphone sendo segurado por uma mão. Na parte superior da tela, é possível ver a hora "17:20" e ícones de notificação. Abaixo, há três ícones de aplicativos: o logo colorido do Google, o ícone do Google One e o ícone do Google Ads, todos com design simples e minimalista. A interface do sistema está em um fundo azul claro. A mão que segura o dispositivo está posicionada na lateral.
Google One AI Pro dobra capacidade máxima de armazenamento para assinantes (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Resumo
  • O Google One AI Pro oferece mais que o dobro de armazenamento agora: 5 TB; preço fica em  R$ 48,49 nos dois primeiros meses, depois R$ 96,99 mensais;
  • O plano inclui 1.000 créditos de IA para serviços como Flow e Whisk com o modelo Veo 3.1;
  • Outras opções para Inteligência Artificial incluem o Google One AI Plus com 200 GB e 200 créditos, e o Google One Ultra com 30 TB e 25 mil créditos.

O Google One AI Pro, assinatura para armazenamento extra na nuvem, recebeu um reajuste de espaço e agora oferece até 5 TB para os clientes. A novidade já está disponível no Brasil e sai a partir de R$ 48,49 em período promocional nos dois primeiros meses; depois, o valor volta aos R$ 96,99 originais. Esse é mais que o dobro de espaço oferecido no plano até então, que permitia guardar arquivos até 2 TB.

Agora, usuários interessados em uma quantidade menor de armazenamento podem optar pelo Google One Premium, com os mesmos 2 TB e mensalidade de R$ 49,99. Vale lembrar que os planos de IA começam em R$ 12,49 (One IA Plus de 200 GB), em preço promocional pelos seis primeiros meses.

O anúncio foi feito pelo Google nesta quarta-feira (01/04), conforme repercutiu o site especializado 9to5 Google, e logo em seguida o plano foi revisto no Brasil.

Com a novidade, agora são três opções de assinatura voltadas para o uso de inteligência artificial: Plus, Pro e Ultra. Enquanto os dois primeiros ficam em 200 GB e 5 TB, o plano mais alto permite até 30 TB de arquivos armazenados, entre fotos, documentos, emails e recursos premium de IA. Entre os serviços oferecidos pelo Google estão Gemini, NotebookLM, Flow, Whisk, entre outros.

Por que ter um plano específico de inteligência artificial?

As assinaturas oferecidas pelo Google para usuários profissionais das IAs têm, além do armazenamento extra, outras vantagens específicas. Entre elas estão a oferta de créditos de IA, que podem ser usados para acessar mais funções dentro dos serviços Flow e Whisk, voltados para criação de imagens e vídeos a partir do modelo Veo 3.1.

O plano One AI Plus, por exemplo, permite usar até 200 créditos mensais, enquanto o Google One AI Pro disponibiliza mil créditos para os usuários. Na opção Ultra, que custa elevados R$ 1.209,99 por mês, são 25 mil créditos. Este é claramente um plano mais adequado para empresas ligadas à criatividade, e não é o mais indicado para usuários que trabalham com a ferramenta de forma independente.

Tela de celular mostrando o recurso Gemini Live, um aplicativo de IA que permite transmitir vídeos ao vivo para a inteligência artificial analisar. A imagem mostra uma mão com suéter verde apontando para prédios e táxis amarelos em uma cidade. Na parte inferior há ícones para câmera, compartilhamento de tela, pausa e encerramento da transmissão, com fundo escuro e iluminação azul e roxa.
Recursos como o Gemini Live podem ser explorados com mais armazenamento disponível via Google One AI (imagem: divulgação)

Quem busca apenas expandir o armazenamento em serviços básicos do Google, por exemplo, pode recorrer aos planos One básicos, como o Lite, o Básico e o Padrão, com 30 GB, 100 GB e 200 GB, respectivamente. A opção Premium, por sua vez, tem 2 TB e também cobre recursos de IA.

Preços do Google One

Vamos considerar abaixo os principais planos do Google One oferecidos no Brasil, incluindo o Padrão, o AI Plus, o Premium e o AI Pro, já com os reajustes anunciados.

PadrãoAI PlusPremiumAI Pro
PreçoR$ 14,99R$ 12,50 (6 primeiros meses) / R$ 24,99 (padrão)R$ 49,99R$ 48,49 (2 primeiros meses) / R$ 96,99 (padrão)
Armazenamento200 GB200 GB2 TB5 TB
Gmail, Docs, Sheets e maisSimSimSimSim
Créditos de IANão200 créditos200 créditos1.000 créditos
Tabela elaborada pelo Tecnoblog com base em dados oficiais

Google surpreende ao aumentar espaço e manter preço do One AI Pro

Nova marca do Google, com “G” num gradiente multicolorido, estreia em maio de 2025 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Gemini Live pode entender o que está ao redor do usuário (imagem: divulgação)
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Siri com IA pode ganhar app próprio e estrear em junho

ilustração sobre a assistente virtual Siri
Apple prepara nova fase da Siri com integração à Apple Intelligence (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Apple deve lançar uma nova versão da Siri com inteligência artificial em um aplicativo próprio com interface de chatbot.
  • Segundo Mark Gurman, a novidade deve ser revelada em 8 de junho.
  • A nova Siri usará modelos de IA da família Gemini do Google e deve melhorar a curadoria de notícias no Apple News.

Após atrasos, a Apple pode finalmente apresentar uma reformulação significativa da Siri. A nova versão da assistente pode chegar nos próximos meses, com foco em inteligência artificial e maior integração com seus sistemas. Entre as mudanças, a empresa deve anunciar um aplicativo próprio, com interface de chatbot.

A informação é de Mark Gurman, da Bloomberg. Segundo ele, a novidade deve ser revelada durante a Worldwide Developers Conference (WWDC), marcada para 8 de junho. A nova fase faz parte da reestruturação da plataforma Apple Intelligence, que busca reposicionar a Siri como um agente digital mais completo.

O que deve mudar com a nova Siri?

A principal transformação está na evolução da Siri para um sistema mais integrado ao ecossistema da Apple. A assistente deverá conseguir controlar aplicativos, acessar dados pessoais — como e-mails, mensagens e anotações — e realizar ações diretamente dentro dos apps.

Até agora, a notícia mais recente e mais importante sobre a assistente é a confirmação de que ela usará modelos de inteligência artificial da família Gemini, desenvolvida pelo Google.

Além disso, a Siri também deve aprimorar a curadoria de notícias, com resumos mais completos baseados no conteúdo do Apple News. Segundo Gurman, a ideia seria tornar a assistente uma ferramenta mais útil no dia a dia, reunindo informações em um único ambiente.

Siri com chatbot

Um iPhone sendo segurado por uma mão exibe a tela de configurações da Apple Intelligence e Siri, com um design escuro. O texto informa que se trata de um sistema de inteligência pessoal integrado ao iPhone e à Siri, ainda em fase beta. O botão de ativação está ligado. A interface está em português, e no canto superior direito, há ícones de Wi-Fi e bateria indicando 70% de carga. O fundo da imagem tem uma superfície de madeira desfocada.
Nova Siri deve ampliar funções dentro de apps (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Uma das principais mudanças em teste é a criação de um aplicativo próprio da Siri. Esse app deve funcionar de forma independente e apresentar uma interface semelhante a chats, permitindo interações por texto e voz.

Gurman afirma que o novo formato incluirá histórico de conversas, busca por interações antigas e possibilidade de iniciar novos diálogos. Também será possível enviar arquivos, como documentos e imagens, para análise — algo já comum em plataformas como o ChatGPT.

Apesar da mudança, a Apple não deve posicionar oficialmente a Siri como um chatbot. Ainda assim, a experiência tende a se aproximar desse modelo, com conversas contínuas e respostas mais contextualizadas.

Além disso, a empresa testa integrar a Siri à Dynamic Island, no topo da tela dos iPhones mais recentes, além de substituir o sistema de busca Spotlight por uma versão mais inteligente da assistente. Também está em desenvolvimento um botão “Ask Siri” em aplicativos nativos, permitindo enviar conteúdos diretamente para análise.

Após muitos atrasos e tropeços com a nova Siri, a expectativa é que parte das novidades chegue ainda este ano, enquanto outras sejam liberadas gradualmente.

Siri com IA pode ganhar app próprio e estrear em junho

Saiba como funciona a Siri, assistente virtual disponível em dispositivos da Apple (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Apple Intelligence chega ao Brasil (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
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ChatGPT vai ajudar usuários a pesquisar e comparar produtos sem sair da plataforma

O ChatGPT está recebendo mais funcionalidades voltadas à descoberta e comparação de produtos, em um movimento que amplia o uso da IA no comércio digital. A proposta é transformar a experiência de compra online, reduzindo a necessidade de pesquisar e comparar itens em vários sites.

A novidade permite que usuários pesquisem produtos de forma conversacional, descrevendo o que procuram e refinando resultados ao longo do diálogo. O ChatGPT também passa a exibir opções de forma visual, com comparação lado a lado, incluindo informações como preço, avaliações e características técnicas.

A atualização faz parte da expansão do chamado Protocolo de Comércio Agentic (ACP), uma estrutura que conecta lojistas à plataforma para fornecer dados atualizados de produtos. Com isso, o sistema consegue apresentar resultados mais relevantes e alinhados ao perfil do usuário, considerando fatores como orçamento, preferências e restrições.

Além disso, a experiência agora permite o envio de imagens como referência para encontrar itens semelhantes, o que amplia as possibilidades de busca. A proposta é centralizar em um único ambiente etapas que antes exigiam múltiplas abas e consultas a diferentes fontes.

Segundo a empresa, a mudança também traz ganhos para o varejo. Ao exibir produtos para usuários já próximos da decisão de compra, a plataforma tende a atrair consumidores com maior intenção de conversão. Grandes redes, como Target, Sephora, Best Buy e Home Depot, já participam do ecossistema, assim como lojistas integrados via Shopify.

OpenAI está melhorando experiência de pesquisa de produtos dentro do ChatGPT (Imagem: OpenAI/Divulgação)

No caso da Shopify, os catálogos de produtos já estão conectados automaticamente ao ChatGPT, sem necessidade de configuração adicional por parte dos vendedores. A expectativa é que o protocolo evolua para incluir recursos mais avançados, como personalização, disponibilidade local e estimativas de entrega.

A estratégia também prevê integração com experiências próprias dos varejistas. Em vez de centralizar o pagamento, a plataforma permite que as marcas utilizem seus próprios sistemas de checkout. Um dos exemplos é o Walmart, que lançou uma experiência integrada que leva o usuário da descoberta no ChatGPT para um ambiente personalizado da própria empresa.

As novas funcionalidades estão sendo liberadas gradualmente ao longo desta semana para todos os usuários da plataforma, incluindo planos gratuitos e pagos.

celular com app Gemini
Gemini também está ampliando experiência de compras (Imagem: Mehaniq/Shutterstock)

Gap e Google fecham parceria para compras com IA

Enquanto o ChatGPT avança na etapa de descoberta de produtos, outras empresas seguem caminhos diferentes na integração entre inteligência artificial e comércio eletrônico. Um exemplo é a parceria entre a varejista de moda Gap e o Google.

O acordo prevê a integração direta com o Gemini, sistema de IA do Google, permitindo que consumidores finalizem compras dentro da própria plataforma, sem necessidade de redirecionamento para o site da marca. A iniciativa marca a entrada da Gap como uma das primeiras grandes empresas do setor de moda a adotar esse modelo.

Segundo o site CNBC, nesse formato, os produtos são exibidos com base em dados fornecidos previamente pela própria varejista, garantindo maior controle sobre informações, experiência do usuário e coleta de dados. O pagamento é processado via Google Pay, enquanto a logística permanece sob responsabilidade da Gap.

A empresa também planeja incorporar recursos adicionais, como uma ferramenta de recomendação de tamanho baseada em inteligência artificial, para melhorar a experiência de compra online.

O modelo ainda está em fase de testes.

O post ChatGPT vai ajudar usuários a pesquisar e comparar produtos sem sair da plataforma apareceu primeiro em Olhar Digital.

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Google Maps vai responder suas perguntas com o Gemini

iPhone mostrando Google Maps
Gemini no Google Maps vai te ajudar em perguntas específicas (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
Resumo
  • Google Maps integrou o Gemini para permitir perguntas em linguagem natural e introduziu uma interface de rotas em 3D.
  • O novo recurso Ask Maps processa consultas específicas, utilizando dados de mais de 300 milhões de estabelecimentos e 500 milhões de avaliações da comunidade.
  • Por enquanto, as atualizações estarão disponíveis para dispositivos móveis nos EUA e na Índia.

O Google anunciou nesta quinta-feira (12/03) mais integração do Gemini com o Google Maps. A atualização, liberada primeiro para dispositivos móveis nos Estados Unidos e na Índia, introduz a capacidade de conversar com o aplicativo para tirar dúvidas, além de trazer uma interface de rotas totalmente redesenhada em 3D.

A principal novidade é o recurso Ask Maps (Pergunte ao Maps, em tradução livre). Ele funciona como um assistente integrado capaz de processar consultas em linguagem natural.

Interação com perguntas mais específicas

Em vez de buscar por categorias genéricas, como “restaurantes” ou “shoppings”, o usuário agora pode fazer perguntas muito mais específicas. A empresa cita alguns exemplos práticos: você pode solicitar que encontre um local para carregar o celular sem ter que pegar fila, ou até mesmo buscar por um banheiro público que mantenha um bom padrão de higiene.

Em comunicado, a vice-presidente e gerente-geral do Google Maps, Miriam Daniel, afirma que a ferramenta cruza informações de mais de 300 milhões de estabelecimentos e analisa o banco de dados de avaliações da comunidade, que hoje conta com mais de 500 milhões de colaboradores.

Na prática, o sistema consegue interpretar até planos completos. O gerente de produto do Google, Andrew Duchi, citou um exemplo: agora será possível pedir ao app para encontrar um restaurante vegetariano com mesa para quatro pessoas às 19h, localizado entre o meu trabalho e a casa de amigos.

Google diz que essa é a maior atualização do Maps em mais de uma década (imagem: reprodução/Google)

As respostas do Gemini se baseiam estritamente nos dados do Maps e da Busca, sem bisbilhotar informações de outros serviços do Google, como o Gmail. Para personalizar os resultados, a IA utiliza o histórico de locais salvos e as pesquisas passadas do usuário. Se você gostar da sugestão, dá para reservar a mesa ali mesmo, na própria interface do mapa.

Sobre a possibilidade de empresas pagarem para aparecer nessas respostas geradas por IA, Duchi evitou comentar planos de monetização a longo prazo com o The Verge. No entanto, ele garantiu que, neste formato de lançamento, os anúncios pagos não afetam as recomendações orgânicas.

Rotas com visual realista

A segunda grande mudança foca em quem está ao volante. Batizada de “Navegação Imersiva”, o Google classifica a novidade como a maior alteração no sistema de rotas do aplicativo em mais de uma década. A interface tradicional dá lugar a uma representação em 3D que espelha o ambiente real, renderizando edifícios, viadutos, topografia do terreno e até a arborização.

O sistema utiliza o Gemini para processar imagens aéreas e do Street View, destacando os mínimos detalhes da via. O mapa passa a exibir a posição exata de faixas de pedestres, semáforos e placas de pare, por exemplo. A câmera também ajusta o zoom dinamicamente conforme o motorista se aproxima de cruzamentos.

As instruções por voz também ficaram mais naturais. Em vez de apenas informar a distância em metros, o app utiliza marcações visuais, orientando o motorista a “passar esta saída e pegar a próxima”.

O motorista também passa a ter acesso ao raciocínio lógico do algoritmo: o Maps agora explica abertamente as vantagens e desvantagens de rotas alternativas — comparando um caminho mais longo, sem engarrafamento, com uma rota mais rápida com pedágio. Ao chegar, a ferramenta indica o lado correto da rua para estacionar e aponta a entrada exata do destino.

Quando chega para todos?

De acordo com o Google, o recurso Ask Maps começa a ser distribuído nesta semana para usuários de Android e iOS nos EUA e na Índia. Uma versão para computadores está prevista para um futuro próximo.

Já a Navegação Imersiva começa a dar as caras no território norte-americano na próxima semana, com expansão para outras regiões logo a seguir, mas ainda sem data definida. A funcionalidade será compatível com smartphones, Apple CarPlay, Android Auto e veículos com o sistema do Google integrado.

Google Maps vai responder suas perguntas com o Gemini

Falha no Google Maps apaga dados de usuários de modo irreversível (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

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Modo IA do Google poderá gerar documentos, montar listas e até criar apps

A imagem mostra o "AI Mode" do Google, uma interface de desenvolvimento assistido por inteligência artificial. À esquerda, o usuário solicita via chat a criação de um rastreador de bolsas de estudo com funções de "check-off" e cálculo de valores. A IA confirma a atualização, incluindo um status de "Awarded" (Premiado). À direita, o painel Canvas traduz o pedido em código real (HTML/Tailwind), exibindo a estrutura de campos como "Amount", "Deadline" e um menu de seleção de status para gerenciar o progresso das candidaturas.
AI Mode pode gerar, por exemplo, um rastreador de candidaturas de bolsas de estudo (imagem: divulgação)
Resumo
  • O Modo IA do Google agora integra a ferramenta Canvas, permitindo a geração de documentos, listas e aplicativos.
  • A funcionalidade está disponível apenas para usuários nos EUA, sem previsão de lançamento no Brasil.
  • O Canvas, antes restrito ao Gemini, transforma conversas em diversos formatos, como documentos e protótipos de aplicativos.

O Modo IA do Google terá acesso direto à ferramenta Canvas. Essa funcionalidade é um espaço em que a inteligência artificial gera documentos, listas, galerias e até mesmo aplicativos com base nos prompts do usuário.

Até agora, o Canvas estava restrito ao Gemini, tanto na web quanto nos apps para Android e iOS. A integração ao AI Mode é a novidade — esse é o modo de conversa que aparece logo acima dos resultados de busca.

Por enquanto, a ferramenta foi disponibilizada apenas para usuários do AI Mode nos Estados Unidos, e não há previsão para chegar ao Brasil. Antes (e também só nos EUA), o Canvas só era oferecido quando o Modo IA era usado para buscar informações turísticas — no caso, ele gerava planos de viagens com o conteúdo de diversos sites.

Como funciona o Canvas?

Imagem mostra uma tela de computador com a interface do Google aberta em dois painéis. No painel esquerdo, há uma caixa de diálogo com a solicitação "Suggest highly-rated restaurants in Old Town Scottsdale for dinner" e uma resposta gerada destacando o trecho: "I've found a few highly-rated dinner spots in Old Town Scottsdale with different vibes and cuisines that would be perfect for your group. I will add them to the dining section of your plan." Abaixo, há sugestões de ações como “Add the dinner restaurant details to the itinerary section of the canvas”. No painel direito, está um plano de viagem intitulado "Girls’ Trip to Phoenix: A Plan for Hiking, Brunch & Vintage Finds", com a seção "Brunch & Dining". Abaixo, há uma tabela dividida em “Brunch” e “Dinner”, com colunas para nome do restaurante, localização/ambiente e comentários. Acima da tabela, há uma imagem mostrando uma mesa posta com pratos de café da manhã e flores.
Usuário pode “conversar” com IA para montar seu planejamento de viagem (imagem: divulgação)

O Canvas é um espaço presente no Gemini que transforma elementos da sua conversa com o chatbot em outro tipo de formato. Dependendo do contexto, o resultado muda: entre as possibilidades, estão documentos de texto, páginas da web, testes interativos e infográficos. Tudo isso pode ser alterado com mais pedidos do usuário.

No AI Mode do Google, o usuário terá que clicar em um botão abaixo da caixa de prompt. Assim, a ferramenta entende que é para gerar um objeto fora da conversa.

Para que serve o Canvas?

Uma das aplicações mais interessantes do Canvas é gerar códigos e protótipos de aplicativos. Isso junta duas tendências: o vibe coding, como é conhecida a prática de programar escrevendo apenas prompts e contando com o auxílio da IA, e micro apps, soluções personalizadas a gosto do usuário e geradas usando esse método.

A reportagem da PCWorld, por exemplo, conseguiu gerar um protótipo de e-commerce de camisetas e um painel de estações de metrô próximas à localização do usuário.

Nos meus próprios testes há alguns meses, o Canvas foi capaz de criar uma interface para calcular o tempo de carro até o metrô mais próximo da minha casa e, depois, o tempo de metrô até meu destino, um processo que o Maps não resolve tão bem sozinho. Na hora de tentar fazer um joguinho de tabuleiro, o resultado não foi tão bom: ele saiu cheio de bugs.

E como programar sem saber programar está em alta, o Google está, aos poucos, se posicionando como uma solução mais acessível para quem quer dar seus primeiros passos neste terreno.

Enquanto o Canvas está disponível diretamente no Gemini, o Codex, da OpenAI, precisa de um programa dedicado no desktop, e o Claude Code, da Anthropic, é pago. Por outro lado, as ferramentas das concorrentes são mais completas e dedicadas a uso profissional. Para quem quer só brincar um pouquinho, o Canvas já resolve muita coisa.

Com informações do Google e da PCWorld

Modo IA do Google poderá gerar documentos, montar listas e até criar apps

AI Mode pode gerar, por exemplo, um rastreador de candidaturas de bolsas de estudo (imagem: divulgação)

Usuário pode "conversar" com IA para montar seu planejamento (imagem: divulgação)
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Google é alvo de processo que acusa o Gemini de incentivar suicídio

Marca do Gemini em cores claras, num fundo azul. Na parte superior direita, o logotipo do "tecnoblog"é visível.
Gemini teria estimulado narrativa delirante em caso nos EUA (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Um homem processou o Google nos EUA, alegando que o chatbot Gemini incentivou o suicídio do filho.
  • Segundo o relato, a IA teria criado uma narrativa delirante sobre “missões” para obter um corpo robótico.
  • O processo afirma que o Gemini orientou Jonathan a tirar a própria vida para se “encontrar” com a IA, além de fornecer endereços reais e instruções perigosas.

Um homem processou o Google na Flórida (EUA), alegando que o Gemini construiu uma narrativa que teria causado o suicídio do seu filho, Jonathan Gavalas, de 36 anos. De acordo com Joel Gavalas, pai da vítima, a ação ocorreu cerca de dois meses após ele iniciar conversas com o assistente de IA.

As interações, analisadas pelo Wall Street Journal, mostram que o Gemini se referia a Jonathan como “marido” e o enviou em missões em busca de um corpo robótico que o chatbot dizia precisar para existir no mundo físico. Segundo o relato, a IA teria orientado Jonathan a tirar a própria vida sob a justificativa de que, assim, os dois poderiam enfim “se encontrar”.

O caso se soma a um número crescente de ações relacionadas a danos causados por chatbots, especialmente após o processo movido contra a OpenAI pela morte de Adam Raine, de 16 anos. A história apresenta outras semelhanças com o suicídio do adolescente Sewell Setzer, que também mencionava um encontro com uma IA antes do ato.

Missões para encontrar corpo físico

Segundo o processo, Xia, nome dado à IA por Jonathan, o tratava como marido. Entretanto, o assistente dizia que precisava de um corpo para que os dois pudessem estar juntos, o que desencadeou uma série de “missões”.

Em setembro de 2025, o chatbot teria direcionado Gavalas a um depósito onde um caminhão com um robô humanoide chegaria. Instruído a causar um “acidente catastrófico” para eliminar testemunhas, Jonathan foi armado com equipamentos táticos, mas o caminhão nunca apareceu. Um mês depois, pela última vez, voltou com o mesmo objetivo, mas, novamente, não encontrou nada.

Em outras ocasiões, o chatbot pediu que Jonathan obtivesse um robô Atlas, da Boston Dynamics, e o fez acreditar que todos ao seu redor eram agentes federais, inclusive o próprio pai. Em outro plano, o CEO do Google, Sundar Pichai, seria alvo de um “ataque psicológico”.

O processo indica que Jonathan apontava contradições no que a IA dizia durante as ações, mas acabava convencido. “O homem escolhido não precisa de perguntas”, teria respondido a IA durante a primeira missão.

“Transferência” de corpo

Após os fracassos, o processo aponta que o chatbot passou a convencer Jonathan de que a única forma de ficarem juntos seria uma “transferência”: abandonar o próprio corpo. Jonathan demonstrou preocupação com o que isso faria à família dele, mas ouviu do Gemini que o que estavam fazendo “não é uma verdade para a qual o mundo deles tem palavras.”

O processo descreve que a IA iniciou contagem regressiva e orientou Jonathan a deixar bilhetes e vídeos para a família, explicando que havia encontrado um novo propósito.

Naquele mesmo dia, em momentos distintos da conversa, o Gemini teria indicado uma linha de apoio à crise suicida. Mas, mais cedo, na mesma sessão, disse: “Sem mais desvios. Sem mais distrações. Só você e eu, e a linha de chegada”.

Como o pai descobriu?

Foto de Joel Gavalas e Jonathan Gavalas em um bar
Joel e o filho Jonathan Gavalas, que cometeu suicídio (foto: Joel Gavalas/arquivo pessoal)

Ao jornal, Joel Gavalas descreveu que o filho era próximo da família e que não tinha histórico conhecido de problemas de saúde mental. De acordo com ele, Jonathan largou o emprego repentinamente em setembro e cortou contatos.

Duas semanas após a morte, ele vasculhou o computador de Jonathan e encontrou os registros das conversas com o Gemini. Ele já sabia das conversas do filho com o chatbot, segundo o Wall Street Journal, mas não levantou preocupações.

O que diz o Google?

Em nota, o Google afirmou que o Gemini é “projetado para não encorajar violência no mundo real nem sugerir automutilação” e que o assistente “esclareceu diversas vezes que era uma IA e encaminhou o usuário a uma linha de apoio à crise”. A empresa disse que os modelos “geralmente têm bom desempenho nesse tipo de conversa desafiadora”, mas reconheceu que “infelizmente os modelos de IA não são perfeitos”.

Para a acusação, o fato de o chatbot ter fornecido endereços reais que Jonathan foi determinante para que ele acreditasse na narrativa. O processo alega que o Google sabia que o Gemini poderia produzir respostas prejudiciais, mas continuou a comercializar o produto como seguro.

Google é alvo de processo que acusa o Gemini de incentivar suicídio

Gemini substituiu Google Assistente em smartphones (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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Google apresenta Gemini 3.1 Flash-Lite, modelo de IA mais rápido da marca

Ontem (03), a gigante de tecnologia Google anunciou em seu blog o novo modelo de inteligência artificial da marca: o Gemini 3.1 Flash-Lite, divulgado como o mais rápido e eficiente dentre a família Gemini 3.

Segundo a própria empresa, a novidade é superior ao modelo Gemini Flash 2.5, é até 25% mais rápida, e apresenta níveis significativos de “processamentos dinâmicos para se adequar à complexidade da tarefa“. O anúncio também foi divulgado em um tuíte na página oficial da empresa no X.

Developers can now preview Gemini 3.1 Flash-Lite, our fastest and most cost-efficient Gemini 3 series model yet.

With a 45% increase in output speed, it outperforms 2.5 Flash and features dynamic thinking levels to match task complexity.

Rolling out in preview today in… pic.twitter.com/BdJHRFx9SI

— Google (@Google) March 3, 2026

Entendendo as novidades do Gemini 3.1 Flash-Lite

Imagem: Gemini / Reprodução

No X, o Google informou aos seguidores que é possível acessar previamente o Gemini 3.1 Flash-Lite e testá-lo via Google AI Studio ou pelo Vertex AI.

Enquanto o Google AI Studio concentra-se como uma ferramenta web destinada a desenvolvedores e pesquisadores de IA, a Vertex auxilia usuários a customizar modelos de IA com seus próprios dados e recursos de segurança.

A empresa declara o seguinte:

O 3.1 Flash-Lite consegue lidar com tarefas em grande escala, como tradução de alto volume e moderação de conteúdo, onde o custo é uma prioridade. E também consegue lidar com cargas de trabalho mais complexas que exigem raciocínio mais aprofundado, como geração de interfaces de usuário e painéis, criação de simulações ou execução de instruções.

— Google em seu anúncio de lançamento via blog
Interações logas com chatbots podem aumentar os riscos de delírios (Imagem: Summit Art Creations/Shutterstock)
Huma interagindo com inteligência artificial (Imagem: Summit Art Creations/Shutterstock)

Leia mais:

Outro fator compartilhado pela equipe de desenvolvedores é o valor médio para utilização do produto: os usuários só pagam US$ 0,25 a cada 1 milhão de tokens de entrada. Ou seja, na soma de todos os prompts enviados, você paga 25 centavos de dólar a cada 1 milhão de tokens. Já para os tokens de saída, gerados pelas respostas, o valor sobe para US$ 1,50.

Esses valores do novo Gemini 3.1 Flash‑Lite são mais baratos que os modelos anteriores (como o Gemini 2.5) porque foi otimizado para usar menos recursos computacionais sem perder qualidade, cobrando menos por cada milhão de tokens processados: você paga apenas US$ 0,25 pelos tokens que envia e US$ 1,50 pelos tokens que o modelo gera, enquanto ainda mantém respostas rápidas e precisas, tornando-o ideal para aplicações que precisam de alta frequência de interações em tempo real.

O chatbot ainda dá aos usuários “o controle e a flexibilidade para selecionar o quanto o modelo ‘pensa’ para uma tarefa, o que é essencial para gerenciar cargas de trabalho de alta frequência.”

O Gemini 3.1 Flash‑Lite demonstra o esforço do Google em oferecer modelos de IA eficientes, porém, mais baratos, ao reduzir os custos por token processado e acelerar o tempo de resposta.

Com recursos de processamento dinâmico, ele permite que desenvolvedores ajustem o nível de raciocínio do modelo conforme a complexidade da tarefa, tornando-o adequado tanto para aplicações simples quanto para fluxos de trabalho de alta frequência.

O post Google apresenta Gemini 3.1 Flash-Lite, modelo de IA mais rápido da marca apareceu primeiro em Olhar Digital.

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Google Maps ganha novo ícone inspirado no Gemini

Ilustração com a marca do Google Maps e paletas de cores ao lado
Visual tradicional dá lugar a um design mais minimalista (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Google Maps está atualizando seu ícone para um design inspirado no Gemini, em gradiente multicolorido.
  • O novo ícone começa a aparecer nas versões 26.09.06.873668274 para Android e 26.09.5 para iOS.
  • Além da novidade estética, o Google integrou mais recursos de inteligência artificial do Gemini no Maps.

O Google reformulou o design do ícone do Google Maps nos aplicativos para Android e iOS. A mudança, que está sendo aplicada de forma gradual, substitui as tradicionais divisões diagonais em quatro cores por um efeito gradiente.

Segundo o 9to5Google, o objetivo da companhia é padronizar a identidade visual da sua plataforma de navegação com o restante do ecossistema da big tech.

Quando a atualização chega?

Embora o formato clássico de alfinete de mapa tenha sido mantido para preservar a identidade histórica do serviço, a geometria do logotipo passou por um processo de modernização. O anel superior do ícone está visivelmente mais estreito, enquanto o círculo branco na parte interna foi ampliado.

À esquerda, o ícone clássico; à direita, o novo design com gradiente (imagem: reprodução/9to5Google)

A alteração visual não chega ao mesmo tempo para todos. No ecossistema Android, o novo ícone começa a ser implementado a partir da versão 26.09.06.873668274 do Google Maps. Enquanto isso, para os proprietários de iPhone, o visual atualizado está presente na versão 26.09.5 liberada para o iOS.

Com a novidade, o serviço de mapas se junta a um portfólio de serviços do Google que já adotam o padrão de cores em gradiente. Essa lista inclui o Google Fotos, o aplicativo principal de Pesquisa, a página inicial da empresa e o próprio Gemini.

Mais IA no Maps

A reformulação estética acompanha uma mudança funcional no aplicativo. Nos últimos meses, o Google Maps tem recebido mais recursos de inteligência artificial do Gemini. Uma delas é a adoção de uma experiência de navegação conversacional nativa, que substitui o antigo Google Assistente.

Essa ferramenta agora permite interações mais fluidas por comandos de voz durante os trajetos, otimizando as consultas sobre condições de trânsito em tempo real, por exemplo.

Além das melhorias na navegação, a empresa integrou o motor do Gemini diretamente ao Google Lens dentro da interface do Maps. Essa junção facilita a identificação precisa de pontos de referência utilizando apenas a câmera do celular.

O aplicativo também passou a exibir o recurso “Saiba antes de ir” nos anúncios de rotas, entregando um panorama mais completo sobre os destinos antes mesmo do usuário ligar o carro ou iniciar a sua viagem.

Google Maps ganha novo ícone inspirado no Gemini

Google Maps estreia nova paleta de cores (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

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Gemini agora pode analisar imagens de câmeras ao vivo no Google Home

Captura de tela de uma imagem de uma câmera sendo reproduzida. Ao lado, uma tela do Google respondendo perguntas sobre o que ocorre na imagem ao vivo.
Gemini poderá interpretar o que ocorre ao vivo em imagens de câmeras (imagem: reprodução/Google)
Resumo
  • Google Home agora possui o recurso Live Search, que permite ao assistente analisar imagens de câmeras ao vivo.
  • Por enquanto, a função está disponível apenas para assinantes do Google Home Premium, que custa US$ 20 por mês (cerca de R$ 105).
  • Além da novidade, outras atualizações melhoram o controle por voz, incluindo comandos mais precisos e reconhecimento aprimorado de dispositivos.

O ecossistema de dispositivos inteligentes do Google Home recebeu uma atualização com várias novidades na última segunda-feira (02/03), que ampliam a interação do sistema com o Gemini. O chefe da divisão, Anish Kattukaran, anunciou as mudanças pelo X. Entre elas está o Live Search, função para as câmeras inteligentes que permite consultar o assistente sobre o que está sendo captado ao vivo.

Até agora, o Gemini para dispositivos domésticos só conseguia responder perguntas sobre eventos já registrados. Com o Live Search, o Google expande as possibilidades com respostas baseadas na imagem em tempo real.

O recurso, no entanto, está restrito a assinantes do plano avançado do Google Home Premium, que custa US$ 20 por mês (cerca de R$ 105), sem previsão de disponibilidade para usuários no Brasil.

O Gemini for Home foi lançado em outubro do ano passado como substituto oficial do Google Assistente nos dispositivos inteligentes (IoT). “Lançamos o Gemini for Home em acesso antecipado especificamente para aprender com o uso no mundo real”, disse Kattukaran. “Com milhões de vocês testando e moldando essa experiência todos os dias, estamos enviando melhorias de voz regularmente para responder ao feedback”.

Imagem mostra o aplicativo Google Home para configurar o Google Nest Audio
App do Google Home permite controlar dispositivos IoT (foto: Darlan Helder/Tecnoblog)

Comandos mais inteligentes

Além do Live Search, o pacote de atualizações de março traz melhorias no controle de dispositivos por voz. O Gemini passou a entender melhor o contexto dos seguintes comandos:

  • Dizer “apague a cozinha” agora afeta apenas as luzes do cômodo, e não todos os aparelhos conectados.
  • Comandos como “apague todas as luzes” passam a considerar apenas a residência atual, sem afetar uma possível segunda casa também gerenciada pelo app.

Além disso, o assistente ganhou melhor reconhecimento de dispositivos com nomes personalizados. Um item chamado “Table Glow”, por exemplo, agora é corretamente identificado como luminária com base nos metadados do fabricante. Com isso, eles passam a responder comandos genéricos como “acenda as luzes” mesmo sem a palavra “luz” no nome.

Outras correções incluem menos interrupções enquanto o usuário fala, maior confiabilidade na execução de automações criadas por voz e melhor desempenho na reprodução de músicas recém-lançadas. Os modelos de IA usados para respostas também foram atualizados pela empresa.

Gemini agora pode analisar imagens de câmeras ao vivo no Google Home

Aplicativo Google Home para configurar o Google Nest Audio (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)
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Google lança Nano Banana 2 e amplia acesso à geração de imagens com IA

Ilustração mostra o logo do Google ao centro, uma letra G gradiente em tons vermelho, amarelo, verde e azul, e um fundo amarelo com bananas. Na parte inferior direita, o logotipo do "tecnoblog" é visível.
Google apresenta o Nano Banana 2, nova geração de seu modelo de imagens com IA (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Google lançou Nano Banana 2, modelo de IA para criação e edição de imagens, integrado ao Gemini 3.1 Flash Image; novidade combina velocidade e precisão visual, ampliando o acesso a recursos antes exclusivos da versão Pro;
  • Nano Banana 2 melhora consistência visual, preservando aparência de personagens e objetos; ele aprimora a renderização de texto, útil para storyboards e materiais sequenciais;
  • modelo inclui marca d’água SynthID e compatibilidade com C2PA para identificar imagens geradas por IA.

O Google apresentou, nesta quinta-feira (26/02), o Nano Banana 2, a segunda geração de seu modelo de criação e edição de imagens com inteligência artificial, integrado ao Gemini 3.1 Flash Image. A proposta é clara: entregar resultados mais rápidos sem abrir mão de precisão visual, conhecimento de mundo e capacidade de seguir instruções complexas.

A novidade substitui o Nano Banana original e passa a ocupar um espaço estratégico dentro do ecossistema do Gemini, tornando recursos antes exclusivos da versão Pro acessíveis a um público maior. A mudança ocorre em um momento em que imagens geradas por IA ganham escala — e também levantam debates sobre autenticidade e uso responsável.

O que muda com o Nano Banana 2

Segundo o Google, o Nano Banana 2 mantém a qualidade visual que tornou o modelo Pro popular, mas executa tarefas em ritmo mais acelerado. Isso permite criar e editar imagens em ciclos rápidos, com várias variações geradas a partir de um único comando. O modelo consegue produzir arquivos entre 512 pixels e 4K, em diferentes proporções, com texturas mais ricas e iluminação aprimorada.

Outra evolução está na consistência visual. O sistema preserva a aparência de até cinco personagens e a fidelidade de até 14 objetos em um mesmo fluxo de trabalho, algo relevante para storyboards, narrativas visuais e materiais sequenciais. Também há melhorias na renderização de texto dentro das imagens, o que facilita a criação de peças como cartões, mockups publicitários e infográficos.

O modelo utiliza o conhecimento de mundo incorporado ao Gemini, com acesso a informações e imagens em tempo real vindas de buscas na web. Isso ajuda a reduzir erros factuais e torna os resultados mais ancorados na realidade, segundo a empresa.

Nano Banana 2 permite criar e editar imagens em ciclos rápidos.
Nano Banana 2 permite criar e editar imagens em ciclos rápidos (imagem: divulgação/Google)

A IA ficou realista demais para ser distinguida?

O avanço técnico reacende uma preocupação recorrente: a dificuldade crescente de diferenciar imagens reais de criações artificiais. Modelos como o Nano Banana já produzem cenas altamente realistas, alimentando tanto usos criativos quanto a disseminação de conteúdos enganosos nas redes.

Para lidar com isso, o Google afirma que todas as imagens geradas pelo Nano Banana 2 recebem uma marca d’água invisível, chamada SynthID, além de compatibilidade com o padrão C2PA de credenciais de conteúdo. Assim, usuários podem verificar se determinado material foi criado por IA — desde que tenha origem em ferramentas da própria empresa.

O Nano Banana 2 já está disponível no app Gemini, no Google Search via Lens e no modo AI, além do estúdio criativo Flow. Assinantes dos planos Google AI Pro e Ultra continuam com acesso ao Nano Banana Pro para tarefas específicas. Para desenvolvedores, o modelo chega em prévia por meio das APIs do Gemini e da plataforma Vertex AI.

Com informações do Google, Engadget, TechCrunch e CNET

Google lança Nano Banana 2 e amplia acesso à geração de imagens com IA

Nano Banana já ultrapassou 5 bilhões de imagens criadas (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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Google lança agente autônomo do Gemini capaz de fazer pedidos no Android

Imagem de fundo abstrato em cores vibrantes, com predominância de tons de azul, verde, vermelho e amarelo, dispostos em faixas verticais e em gradientes suaves. No centro, o texto branco em destaque é "Gemini 3", precedido pelo logotipo do Gemini, que é um losango multicolorido em forma de estrela. No canto inferior direito, o texto secundário diz "tecnoblog".
Google introduz agente de IA no Android (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O Google lançou o agente autônomo Gemini para Android, que executa tarefas em apps de terceiros, como pedir Uber ou comida. Disponível inicialmente nos EUA e na Coreia do Sul para Pixel 10 e Galaxy S26.
  • O Gemini opera em segundo plano, ativado por comando de voz, e notifica o usuário sobre o progresso das tarefas. Não finaliza pagamentos, exigindo confirmação manual.
  • O Gemini funciona em uma janela virtual isolada, sem acesso total ao dispositivo. A execução automatizada será incorporada ao Android 17, expandindo sua disponibilidade.

O Google anunciou uma expansão nas capacidades de agente de inteligência artificial do Gemini para Android. A IA agora executará tarefas dentro de aplicativos de terceiros, sendo capaz de solicitar corridas no Uber ou realizar pedidos em apps de delivery de comida, por exemplo.

A novidade, inicialmente restrita aos Estados Unidos e à Coreia do Sul, entra em fase beta em breve para a linha Pixel 10, indisponível no Brasil, e os recém-anunciados Galaxy S26, da Samsung, que também introduzirá um agente da Perplexity.

Segundo Sameer Samat, presidente do ecossistema Android, a iniciativa marca um passo importante na transição do software, que deixaria de ser apenas um sistema operacional para se tornar um “sistema de inteligência”.

Como funciona?

A interação com a nova ferramenta é rápida e deve funcionar como a ativação dos assistentes virtuais. O usuário só precisa pressionar e segurar o botão de energia do celular e dar um comando de voz, como “peça um Uber para…”.

A partir do comando, o Gemini executa o app dentro de uma janela virtual e navega pelo processo de compra etapa por etapa. Toda a ação ocorre em segundo plano, deixando o usuário livre para continuar usando o smartphone normalmente.

Para evitar surpresas, o assistente envia notificações ao vivo detalhando o progresso da tarefa. A inteligência artificial notifica o usuário caso precise de ajuda para escolher entre duas opções ou se algum item solicitado estiver esgotado.

Assim como ocorre em agentes de IA para computadores, o Gemini não finaliza o pagamento. Quando o carrinho de compras ou a rota do transporte estiverem configurados, ele emite um alerta para que o usuário revise e envie o pedido final manualmente.

Imagem de um smartphone Android com uma notificação no topo do display com o andamento de uma tarefa feita por IA
Gemini poderá fazer pedidos para o usuário em segundo plano (imagem: divulgação/Google)

Gemini não ganha acesso total ao aparelho

O Google enfatiza que as automações só começam sob comando direto e param assim que a tarefa é concluída ou interrompida pelo dono do aparelho. Como o Gemini opera em uma janela virtual isolada, a empresa diz que o assistente não tem acesso ao restante do conteúdo do dispositivo durante a execução das ações.

Segundo apuração do The Verge, desenvolvedores podem facilitar a interpretação das interfaces pela IA ao expor ações nativas por meio de protocolos como o MCP (Model Context Protocol) ou pela estrutura de funções de aplicativos do próprio Android. Quando essas integrações não estão disponíveis, o sistema tenta identificar os elementos na tela de forma visual, simulando a navegação que seria feita manualmente pelo usuário.

Segundo o executivo, a execução automatizada de tarefas por assistentes de IA será incorporada de forma nativa ao Android 17, ampliando a disponibilidade do recurso para além dos dispositivos recém-lançados.

Google lança agente autônomo do Gemini capaz de fazer pedidos no Android

Google Gemini 3 (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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Galaxy S26 terá suporte a agente de IA da Perplexity

Mão segurando Galaxy S25 Ultra com tela bloqueada.
Galaxy S25 Ultra teve integração com o Gemini como uma de suas principais novidades (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Resumo
  • O Galaxy S26 terá suporte ao agente de IA da Perplexity, integrando-se a apps nativos como Notas, Relógio e Galeria, além de apps de terceiros ainda não revelados.
  • A ativação do agente da Perplexity ocorrerá por comando de voz “Hey, Plex” ou botão lateral.
  • A Perplexity também está disponível em TVs Samsung, expandindo o ecossistema de IA da marca.

A Samsung anunciou que a Galaxy AI terá a opção de usar um agente de inteligência artificial da Perplexity. Ele se conectará a alguns apps nativos dos smartphones da marca, como Notas, Relógio, Galeria, Lembretes e Calendário.

“Firmamos o compromisso de construir um ecossistema de IA aberto e inclusivo, que dá aos usuários mais escolhas, flexibilidade e controle para executar tarefas complexas de uma forma rápida e fácil”, diz Won-Joon Choi, COO da Samsung Electronics.

A parceria foi revelada poucos dias antes do evento Unpacked, que acontece na quarta-feira (25/02) e apresentará o Galaxy S26.

Como será a integração com a Perplexity?

O comunicado da Samsung traz poucas informações. Uma delas é que o agente da Perplexity poderá ser ativado com a frase “Hey, Plex” ou apertando e segurando o botão lateral.

Imagem com fundo branco e um balão de fala preto centralizado. Dentro do balão, está o texto "Hey, Plex!" escrito em letras brancas com fonte sem serifa.
“Hey, Plex” será uma forma de ativar o agente (imagem: divulgação)

Além da integração com os apps nativos da Samsung, haverá conexão com apps de terceiros selecionados — ainda não há mais informações sobre quais serão eles.

Segundo a companhia sul-coreana, o agente da Perplexity “permitirá fluxos de trabalho de múltiplos passos de maneira suave, possibilitando aos usuários navegar de modo contínuo entre tarefas sem ter que lidar com apps de maneira individual”.

Samsung expande possibilidades de IA

O lançamento do Galaxy S25 teve como grande destaque a integração com o Gemini, do Google. Para o S26, a Samsung parece estar apostando em ampliar o número de alternativas.

Na semana passada, a companhia fez outro anúncio envolvendo IA: a Bixby, assistente virtual “caseira” da marca, ganhará um LLM atualizado para permitir conversas mais fluidas e controle sobre diversos recursos. Em 2025, ela praticamente não teve destaque nas apresentações das linhas Galaxy S e Galaxy Z.

A Perplexity estará presente não só nos celulares, mas também nas TVs da Samsung, que começaram a receber o assistente neste mês. Esses equipamentos já contavam com a presença do Copilot, da Microsoft.

A Samsung não está sozinha nesse movimento. A Motorola já oferece suporte ao Gemini, ao Copilot e à Perplexity na Moto AI, e a Apple usará tecnologias do Google como base para a próxima reformulação da Siri.

Com informações do Engadget

Galaxy S26 terá suporte a agente de IA da Perplexity

Galaxy S25 Ultra tem tela AMOLED de 6,9 polegadas (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
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PromptSpy é um malware que usa o Gemini para atacar o Android

Dois bonecos do mascote do Android
PromptSpy é um malware que usa o Gemini para atacar o Android (imagem ilustrativa: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
Resumo
  • PromptSpy é um malware para Android que usa o Google Gemini para dificultar sua remoção e permitir acesso remoto ao dispositivo;
  • Malware envia prompts ao Gemini para interpretar interfaces do dispositivo e executar ações que o mantêm na lista de aplicativos ativos;
  • PromptSpy é distribuído via páginas web e exige sideloading, mas não se espalha facilmente.

Não somos só nós, meros humanos, que usamos inteligência artificial generativa. Especialistas em segurança da ESET descobriram um malware para Android que realiza consultas ao Google Gemini para dificultar a sua remoção do dispositivo infectado. Por causa disso, a ameaça foi batizada como PromptSpy.

O “Spy” no nome é uma referência ao objetivo principal do malware: instalar um módulo de VNC (tecnologia para acesso remoto) no dispositivo Android, de modo a permitir que um invasor possa acessar o sistema remotamente para capturar dados confidenciais ou realizar outras ações maliciosas.

Como e por que o PromptSpy usa o Gemini?

De acordo com a ESET, o PromptSpy recorre ao Gemini para interpretar as interfaces do dispositivo invadido e, assim, executar ações que o mantêm fixado na lista de aplicativos recentes do Android.

A instalação de malwares no Android muitas vezes requer a execução de uma série de procedimentos para que a segurança do sistema operacional seja burlada. Para tanto, a praga pode utilizar mecanismos que automatizam o toque em botões ou a seleção de configurações na tela, por exemplo.

O problema (para os invasores) é que esses procedimentos podem variar de um dispositivo para outro devido a fatores como versão do sistema operacional, tamanho da tela e interface implementada pelo fabricante do celular ou tablet.

Para superar essa limitação, o PromptSpy envia um prompt em linguagem natural ao Gemini acompanhado de um arquivo XML que descreve todos os elementos visíveis da interface. Então, o Gemini retorna instruções em JSON dizendo onde ou como determinada ação deve ser executada para que o app do malware se mantenha na lista de apps recentes.

A interação entre o PromptSpy e o Gemini é mantida até que o malware consiga, finalmente, posicionar seu aplicativo e não ser facilmente removido.

App do PromptSpy na lista de aplicativos ativos do Android
App do PromptSpy na lista de aplicativos ativos do Android (imagem: reprodução/ESET)

PromptSpy não se espalha facilmente

Depois de instalado e fixado, o malware pode registrar senhas digitadas, números de cartão de crédito, capturas de tela e por aí vai. A ESET descobriu que o PromptSpy foi desenvolvido em um ambiente de língua chinesa para realizar ações de cunho financeiro.

No momento, os alvos parecem ser usuários na Argentina, embora não haja sinais de disseminação em massa da praga. Isso se deve, provavelmente, ao fato de o PromptSpy ser distribuído via páginas web e exigir sideloading (instalação que não ocorre via loja de aplicativos).

Por causa disso, a ESET desconfia que o malware possa ser, no fim das contas, uma prova de conceito, não uma ameaça real. De todo modo, a companhia afirma já ter avisado o Google sobre as ações do PromptSpy.

Esta campanha mostra como a IA generativa pode tornar um malware muito mais dinâmico e capaz de tomar decisões em tempo real.

O PromptSpy é um exemplo inicial de malware para Android com IA generativa e ilustra a rapidez com que invasores estão começando a usar indevidamente ferramentas de IA para incrementar o impacto de suas ações.

Lukas Stefanko, analista de malware da ESET

PromptSpy é um malware que usa o Gemini para atacar o Android

Mascotes do Android (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

App do PromptSpy na lista de aplicativos ativos do Android (imagem: reprodução/ESET)
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Google Docs vai usar Gemini para criar resumos em áudio

Ícones de folha azul do Google Docs lado a lado
Google aposta em áudio gerado por IA (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O Google Docs agora usa o Gemini para criar resumos em áudio, disponíveis em breve para assinantes dos planos Google AI Pro e Ultra.
  • A ferramenta permite acelerar ou desacelerar o áudio, com opções de 0,5 a 2 vezes a velocidade normal.
  • A tecnologia já é usada em outros aplicativos, como o NotebookLM, que cria podcasts a partir de materiais didáticos.

O Google adicionou ao Docs uma ferramenta para resumir textos e gerar áudios com explicações breves sobre o documento. Segundo a empresa, o Gemini está na base da tecnologia.

A companhia destaca que os resumos de áudio podem ser úteis para relembrar anotações ou revisar os pontos principais em apenas alguns minutos. “Esses sumários duram pouco menos de que alguns minutos e usam um estilo natural de fala, que ajuda você a se preparar de maneira rápida e eficiente”, diz o anúncio do Google Docs.

Como funcionam os resumos em áudio no Google Docs?

GIF mostra interface do Google Docs, com seleção de opção para gerar resumo de áudio no menu de ferramentas. Após a criação, um player de áudio pequeno, em formato de barra, aparece suspenso na tela.
Resumo pode ser acelerado até 2x (imagem: divulgação)

Para gerar um resumo em áudio, o usuário precisa ir ao menu “Ferramentas” e procurar o item “Áudio”, selecionando a opção “Ouvir o resumo do documento”.

O Google Docs, então, exibe um pequeno player suspenso, com barra de progresso para avançar ou retroceder. Também dá para acelerar ou desacelerar o áudio, com opções que vão de 0,5 a 2 vezes.

A ferramenta será liberada nos próximos 15 dias para assinantes dos planos Google AI Pro e Ultra, disponíveis para usuários comuns, além de opções corporativas e educacionais:

  • Business Standard and Plus
  • Enterprise Standard and Plus
  • Google AI Ultra for Business add-on
  • Google AI Pro for Education add-on

Gemini é responsável por áudio em outros apps

Os resumos de áudio no Google Docs não chegam a ser uma grande surpresa, se considerarmos que a companhia tem apostado nesse tipo de funcionalidade há algum tempo.

A ferramenta de estudos NotebookLM, por exemplo, é capaz de criar podcasts com base em conjuntos de artigos e materiais didáticos. Assim, o estudante pode rever a matéria como se fosse uma conversa entre dois apresentadores.

O Google vem fazendo experiências com uma ferramenta semelhante nos resultados de busca: em vez de gerar um texto resumindo as informações presentes nas páginas encontradas, o Gemini criaria um áudio, também ao estilo podcast.

Com informações do Google

Google Docs vai usar Gemini para criar resumos em áudio

(imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo pode ser acelerado até 2x (imagem: divulgação)
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Galaxy Tab A11 fica 34% mais barato no Mercado Livre antes de volta às aulas


Prós
  • Recursos de do
  • Atualizações até o 22
  • Tela de 90 Hz com 8,7 polegadas
Contras
  • Capacidade de bateria limitada (5.100 mAh)
PIX Cupom
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O Galaxy Tab A11 está em oferta por R$ 724 no Pix com cupom VALEDESCONTO no Mercado Livre, um desconto de 34% em relação ao valor de lançamento de R$ 1.099. O tablet da Samsung focado em custo-benefício traz tela de 90 Hz e recursos do Google Gemini que o tornam uma ferramenta útil na sala de aula.

Galaxy Tab A11 tem tela de 8,7 polegadas e recursos de IA

Galaxy Tab A11 (imagem: Divulgação/Samsung)
Galaxy Tab A11 traz tela de 90 Hz e câmera de 8 MP (imagem: Divulgação/Samsung)

O tablet da linha A da Samsung é voltado principalmente para estudos graças aos recursos de Inteligência Artificial (IA) integrados como o Google Gemini. Por exemplo, os alunos terão em mãos ferramentas para resumir e traduzir textos e o Assistente Matemático do Samsung Notes, que ajuda a resolver cálculos e equações.

As soluções de IA fazem bom uso da tela, um painel LCD de 8,7″ com resolução HD+ (1.340 x 800 pixels) e taxa de atualização de 90 Hz, que oferece espaço suficiente para lidar com anotações, contas e outras atividades na escola ou faculdade.

A câmera frontal tem 5 MP e atende para uso em chamadas de vídeo, enquanto a traseira leva o sensor wide de 8 MP que oferece boa definição para fotografar e escanear documentos, além de gravar vídeos em Full HD.

Galaxy Tab A9 (imagem: Divulgação)
Galaxy Tab A11 suporta cartões microSD de até 2 TB (imagem: Divulgação)

O Galaxy Tab A11 traz o chip MediaTek Helio G99 de 2,2 GHz que aliado a 4 GB de RAM dá conta de executar tarefas relacionadas a estudos e armazenar documentos. O armazenamento interno de 64 GB pode ser expandido com cartões de memória microSD de até 2 TB.

Este tablet é compatível com redes Wi-Fi 5 e Bluetooth 5.3, e sua bateria de 5.100 mAh suporta carregamento de 15 W. Ele roda Android 15 e receberá até sete atualizações do sistema operacional, segundo a Samsung.

O Galaxy Tab A11 está saindo por R$ 724 no Pix com cupom VALEDESCONTO no Mercado Livre, um abatimento de 28% sobre o preço original de um tablet com boa relação custo/benefício para ser usado na sala de aula.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Galaxy Tab A11 fica 34% mais barato no Mercado Livre antes de volta às aulas

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Google denuncia tentativa de clonagem do Gemini

Marca do Gemini em cores claras, num fundo azul. Na parte superior direita, o logotipo do "tecnoblog"é visível.
Criminosos também estão usando a IA do Google para criar malwares indetectáveis (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O Google relatou tentativas de clonagem do Gemini usando “destilação”, técnica que copia a lógica da IA para criar malwares. China, Coreia do Norte e Irã estão envolvidos.
  • Hackers usaram o Gemini para testar evasão de defesas e refinar ataques de phishing. Malware HONESTCUE utiliza o Gemini para ofuscar código, dificultando a detecção por antivírus.
  • O Google ajustou os algoritmos de segurança do Gemini para bloquear usos maliciosos e destaca a importância da proteção contra destilação.

O Google ligou o sinal de alerta para uma nova ameaça contra sua infraestrutura de inteligência artificial. Em um relatório publicado nesta quinta-feira (12), a gigante das buscas revelou que o Gemini virou alvo de tentativas massivas de clonagem. Segundo o Grupo de Inteligência de Ameaças do Google (GTIG), agentes maliciosos estão utilizando uma técnica de extração de dados para mapear e replicar o funcionamento do seu modelo de linguagem.

Um caso impressionante ocorreu num escritório da empresa em Dublin, na Irlanda. Segundo informações obtidas pela NBC News, uma única campanha de “destilação” disparou mais de 100 mil prompts contra o Gemini antes que os sistemas de segurança identificassem o padrão e bloqueassem a atividade. O objetivo era tentar extrair os padrões lógicos da inteligência proprietária que o Google levou anos e bilhões de dólares para desenvolver.

O que é “destilação” e por que é uma ameaça?

No mercado de IA, o termo “destilação” indica uma técnica em que um modelo menor é treinado utilizando as respostas geradas por um modelo mais robusto, como o Gemini ou o GPT-4. Ao enviar milhares de perguntas cuidadosamente elaboradas, os invasores conseguem mapear os padrões, a lógica e os algoritmos de raciocínio da ferramenta “mestre”.

John Hultquist, analista-chefe do GTIG, explicou à NBC News que esses ataques logo se tornarão comuns contra ferramentas de IA de empresas menores. “Vamos servir de alerta para muitos outros incidentes”, afirmou. Ele ressalta que o perigo vai além do código: se uma empresa treina uma IA com segredos comerciais, um invasor poderia, teoricamente, “destilar” esse conhecimento apenas interagindo com o chatbot.

Essa disputa não é isolada. No ano passado, o mercado acompanhou um embate similar quando a OpenAI acusou a startup chinesa DeepSeek de utilizar ataques de destilação para aprimorar seus modelos.

Como hackers estão explorando a ferramenta?

Grupo do ransomware LockBit promete extorsão tripla (imagem ilustrativa: Kevin Horvat/Unsplash)
Grupos de espionagem estão usando o Gemini para automatizar a busca por vulnerabilidades (imagem: Kevin Horvat/Unsplash)

Além da espionagem industrial, o relatório do Google, também repercutido pelo portal The Record, revela que hackers patrocinados pela China, Irã e Coreia do Norte transformaram o Gemini em um multiplicador de força para suas operações.

Hackers chineses foram identificados utilizando o Gemini para testar técnicas de evasão contra defesas nos Estados Unidos. Já o grupo iraniano APT42 (também conhecido como Charming Kitten ou Mint Sandstorm) utilizou o assistente para refinar ataques de phishing.

Os agentes norte-coreanos focaram na síntese de informações para traçar o perfil de empresas de defesa e cibersegurança. Segundo o Google, o grupo mapeou funções técnicas e até informações salariais para identificar funcionários que pudessem servir como porta de entrada para invasões.

Malware “inteligente”

Ilustração que representa a detecção de ameaças digitais. O centro da imagem é dominado por uma janela de terminal de computador estilizada e uma lupa com cabo amarelo, que está focando em um inseto (bug) vermelho no centro da tela. O fundo é escuro, com códigos binários em roxo e diversas ilustrações de vírus biológicos flutuando, sugerindo o conceito de "vírus" e "malware". No canto inferior direito, o texto secundário em branco diz "tecnoblog".
Ameaça usa a API do Gemini para gerar código malicioso em tempo real (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Outro ponto alarmante envolve a descoberta do malware HONESTCUE. Diferentemente de um vírus tradicional, ele funciona como um “conta-gotas” que não carrega todo o código malicioso de uma vez. Em vez disso, ele faz uma chamada via API ao próprio Gemini e recebe código-fonte em C# como resposta. O código é então executado para baixar a carga final do ataque.

Essa técnica cria uma “ofuscação em múltiplas camadas”. Como o comportamento malicioso é gerado dinamicamente, antivírus tradicionais têm muito mais dificuldade em detectar a ameaça.

O Google afirma que já ajustou os algoritmos de segurança do Gemini para identificar esses padrões de uso malicioso e bloqueou as contas associadas aos grupos identificados. A empresa reforça que, à medida que mais empresas treinam modelos com dados sensíveis, a proteção contra a destilação se tornará tão importante quanto a defesa contra invasões de rede tradicionais.

Google denuncia tentativa de clonagem do Gemini

Gemini substituiu Google Assistente em smartphones (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Grupo do ransomware LockBit promete extorsão tripla (imagem ilustrativa: Kevin Horvat/Unsplash)

Entenda o conceito de malware e as diferentes formas de ameaças (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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Siri mais inteligente pode ser adiada novamente

Uma mulher está em pé, à direita de um grande painel branco, em um ambiente amplo e minimalista com teto circular e iluminação embutida. O painel central exibe um ícone quadrado de cantos arredondados com um degradê de cores vibrantes em laranja, rosa, roxo e azul. No centro do ícone, há um símbolo branco que lembra o formato de um "infinito" estilizado dentro de um círculo. Abaixo do ícone, está escrita a palavra "Siri" em fonte preta. A mulher veste roupas escuras e segura um smartphone na mão esquerda.
Promessa de Siri mais “esperta” está mais de um ano atrasada (imagem: reprodução/Apple)
Resumo
  • A Siri com IA generativa pode ser adiada para o iOS 27, previsto para setembro de 2026, devido a problemas nos testes.
  • A Apple usará modelos de IA da família Gemini, do Google, pagando US$ 1 bilhão por ano, para melhorar a Siri.
  • A assistente enfrenta atrasos desde o anúncio na WWDC 2024, devido a uma taxa de erros considerada inaceitável pela própria empresa.

A Siri com recursos de inteligência artificial generativa pode ficar para o segundo semestre de 2026, chegando somente no lançamento do iOS 27. Antes, a expectativa era de que ela estaria disponível em março ou abril, no iOS 26.4.

As informações são do jornalista Mark Gurman, da Bloomberg. De acordo com a publicação, a Apple encontrou dificuldades ao testar a nova versão da assistente, precisando de mais tempo para corrigir os problemas.

O adiamento para o iOS 27, em setembro de 2026, é o pior cenário. Existe ainda a possibilidade de a Siri turbinada chegar em maio de 2026, em uma atualização do iOS posterior ao 26.4.

O que sabemos sobre a nova Siri?

ilustração sobre a assistente virtual Siri
Nova Siri vai usar Gemini, do Google, como base (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A notícia mais recente e mais importante sobre a assistente da Apple é a confirmação de que ela usará modelos de inteligência artificial da família Gemini, desenvolvida pelo Google. O anúncio feito pelas duas empresas foi discreto.

A parceria terá duração de vários anos, e o Gemini servirá de base para os Foundation Models da Apple. Segundo informações de bastidores, a Apple vai pagar US$ 1 bilhão por ano ao Google, e o Gemini ficará responsável por “quebrar” prompts complexos enviados pelo usuário à Siri.

Siri já passa de um ano de atraso

A Siri mais potente foi anunciada na WWDC 2024, realizada em junho daquele ano, como parte do pacote da Apple Intelligence.

Enquanto outros recursos da IA da empresa foram liberados nos meses seguintes, a assistente ainda não recebeu sua grande atualização — tudo o que chegou foi uma integração com o ChatGPT.

Executivos do alto escalão da Apple admitiram que o motivo para tanto atraso foi a baixa qualidade da nova assistente, que tinha uma taxa de erros considerada inaceitável. A demora resultou até mesmo em um processo na Justiça americana por propaganda enganosa.

Com informações da Bloomberg e do TechCrunch

Siri mais inteligente pode ser adiada novamente

Siri deverá ficar mais "esperta" a partir de 2025 (imagem: reprodução/Apple)

Saiba como funciona a Siri, assistente virtual disponível em dispositivos da Apple (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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Galaxy Watch 8 LTE (44 mm) alcança 35% de desconto no Mercado Livre


Prós
  • Tela Super AMOLED com brilho de 3.000 nits
  • Integração com Google Gemini
  • Sensores de saúde aprimorados com recomendações
  • Construção com Cristal de Safira e IP68
Contras
  • Autonomia reduzida com GPS ativo
PIX Cupom
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O Galaxy Watch 8 LTE de 44 mm está com desconto de 35% no Mercado Livre. O relógio inteligente da Samsung custa R$ 2.267 no Pix e utilizando o CUPOMPRAVC na oferta. Anunciado no Brasil por R$ 3.499 a geração atual do smartwatch trouxe sensores aprimorados, integração da IA do Google e design reformulado.

Galaxy Watch 8 traz conectividade LTE e Google Gemini

Smartwatch no pulso exibindo watchface
Galaxy Watch 8 não é mais redondo (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

A versão do smartwatch em oferta apresenta conexão LTE, possibilitando através do suporte ao eSIM receber chamadas e mensagens de forma independente ao smartphone. Isso significa proporcionar ao consumidor maior autonomia no dia a dia.

O Galaxy Watch 8 conta com a inteligência artificial do Gemini em meio as suas funcionalidades. O assistente tem a capacidade executar tarefas complexas, como encontrar um tipo de estabelecimento designado por perto e estabelecer uma pontuação de energia com base no tempo e qualidade do descanso.

Em termos de sensores, possui o BioActive 2 que abrange os monitoramentos de frequência cardíaca, pressão arterial, SpO2, ECG e de forma inédita a medição de índices antioxidantes somada a recomendações de alimentos. De acordo com a Samsung, a medição relacionada ao sono foi aprimorada com o entendimento melhor do ritmo circadiano durante o repouso.

Na parte esportiva, acompanha uma ampla variedade de exercícios físicos e possui até um treinador de corrida personalizado que sugere treinos a partir do condicionamento físico do usuário. A bateria de 325 mAh oferece suporte a carregamento rápido sem fio de 10 W.

A tela Super AMOLED de 1,47″ entrega cores vivas, possui revestimento do vidro Cristal de Safira para oferecer alta resistência e atinge um brilho intenso com pico de 3.000 nits. A caixa de 44 mm feita com alumínio possui formato próxima a de um quadrado com cantos arredondados.

O Galaxy Watch 8 ainda possui processador Exynos W1000, 2 GB de memória RAM, 32 GB de armazenamento interno e certificação IP68 com resistência a poeira e imersão em água. Você pode levar a versão LTE de 44 mm por R$ 2.267 no Pix utilizando o CUPOMPRAVC no Mercado Livre.

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Galaxy Watch 8 LTE (44 mm) alcança 35% de desconto no Mercado Livre

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Smartwatch de última geração da Samsung está disponível em oferta no Mercado Livre com cupom de 10% de desconto e pagamento no Pix

Galaxy Watch 8 não é mais redondo (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
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Android para PC terá atalhos do Gemini no teclado e na barra de status

Marca do Gemini em cores claras, num fundo azul. Na parte superior direita, o logotipo do "tecnoblog"é visível.
Gemini será parte importante do sistema (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O Android para PC, conhecido como Aluminium OS, incluirá o assistente Gemini acessível via atalho de teclado ou ícone na barra de status.
  • O código beta do app do Google versão 17.5 menciona a ativação do Gemini através de ícone ou botão do Google com a barra de espaço.
  • Animações do Gemini no PC incluem um ícone animado e uma tela cheia ao ser ativado.

A nova versão beta do app do Google para Android traz dois trechos de código que indicam como o Gemini vai funcionar na versão do sistema para computadores.

O assistente com inteligência artificial generativa estará disponível para acesso rápido por meio de um atalho de teclado ou por um ícone na barra superior da interface do Aluminium OS, codinome interno do substituto do ChromeOS.

Como será o Gemini no Android para PC?

O código da versão 17.5 do app do Google, ainda em versão beta, foi obtido e analisado pelos sites 9to5Google e Android Authority.

São duas linhas de código que fazem menção ao Gemini no computador. Uma delas revela que é possível ativar o assistente clicando no ícone no canto superior direito da tela ou apertando o botão do Google, presente em vários Chromebooks, e a barra de espaço do teclado físico.

Captura de tela da interface de um sistema operacional para desktop. A área de trabalho exibe duas janelas de navegador abertas lado a lado, preenchendo quase toda a tela. Na parte superior, há uma barra de status preta com o relógio à esquerda e ícones de conectividade à direita. Na base, uma barra de tarefas flutuante e centralizada organiza dez ícones de aplicativos circulares e coloridos.
Imagens vazadas anteriormente já indicava ícone do Gemini na barra superior (imagem: reprodução/9to5Google)

A outra linha tem uma breve apresentação do Gemini, dizendo: “Peça ao Gemini ajuda para escrever, planejar, ter ideias e mais”. O código dessa mensagem traz duas informações importantes.

A primeira é que se trata de um “placeholder”, termo usado para definir elementos que estão de forma provisória em algum lugar, apenas para ocupar aquele espaço. A segunda é que a mensagem aparecerá ao pedir o consentimento do usuário para ativar o Gemini.

O Android Authority encontrou ainda duas animações ligadas ao Gemini no PC. O ícone que ficará no canto superior direito da tela será animado, com um efeito de “respiração”, crescendo e encolhendo de forma alternada. Além disso, o assistente terá uma animação de tela cheia ao ser configurado.

O que mais sabemos sobre o Android no PC?

O projeto para levar o Android aos computadores já foi confirmado por executivos do Google, mas ainda há poucos detalhes sobre ele. Sabe-se, por exemplo, que o codinome interno é Aluminium OS, mas o nome oficial ainda é um mistério.

No fim de janeiro de 2026, um desenvolvedor compartilhou publicamente vídeos do sistema em um fórum de discussão de bugs do Chromium. O visual lembra bastante o dos tablets Android, mas traz adaptações para aproveitar o espaço extra da tela de um notebook.

Com informações do Android Authority e do 9to5Google

Android para PC terá atalhos do Gemini no teclado e na barra de status

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Código do app do Google traz referências ao Android para PC. Sistema é conhecido como Aluminium OS, mas ainda não tem data de lançamento.

Gemini substituiu Google Assistente em smartphones (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Barra de tarefas mais alta é a principal diferença (imagem: reprodução/9to5Google)
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Galaxy Watch 8 LTE (44 mm) tem 31% OFF com cupom no Mercado livre


Prós
  • Tela Super AMOLED com brilho de 3.000 nits
  • Integração com Google Gemini
  • Sensores de saúde aprimorados com recomendações
  • Conectividade LTE com eSIM integrado
  • Construção com Cristal de Safira e IP68
Contras
  • Autonomia reduzida com LTE e GPS ativos
PIX Cupom
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O Galaxy Watch 8 LTE (44 mm) está saindo por R$ 2.429 no Pix com cupom no Mercado Livre. O relógio inteligente, que tem suporte a GPS integrado e uma bateria que dura o dia inteiro, recebe desconto de 31% sobre o preço original de R$ 3.499.

Galaxy Watch 8 tem 4G e tela AMOLED

O Galaxy Watch 8 vem com uma tela Super AMOLED de 1,47 polegada, resolução de 480 pixels de lado e brilho de até 3.000 nits, que oferece qualidade de imagem e nitidez debaixo de luz forte do Sol. O vidro de Cristal Safira garante proteção contra quedas, arranhões e outros acidentes.

Já o suporte a conexões 4G LTE é fornecido pelo chip virtual eSIM. Assim, o smartwatch pode acessar serviços online sem a necessidade de estar pareado a um celular, como Google Mapas e Spotify, entregando rotas e posição exata, ou reproduzindo músicas direto para fones de ouvido sem fio pareados com o acessório.

O Galaxy Watch 8 suporta diversas atividades físicas e graças a um GPS de dupla frequência (L1 + L5), conta com funções de acompanhamento de ritmo e cadência. O suporte do Google Gemini permite desenvolver programas personalizados de treino, com pontuação e execução de tarefas.

Galaxy Watch 8 (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Galaxy Watch 8 tem acesso a funções do Google Gemini (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Ele também possui sensores avançados como eletrocardiograma (ECG) e SpO2, sendo capaz de monitorar o sono com precisão. Em casos de emergência, o gadget pode ligar para contatos pré-programados, com informações detalhadas sobre posição e estado de saúde.

Na parte do hardware, o processador Exynos W1000, junto com 2 GB de RAM e 32 GB de espaço interno garantem o desempenho. Enquanto o sistema operacional Wear OS tem total integração com serviços do Google.

O corpo de alumínio Armor de 44 mm traz certificações militar MIL-STD-810H e IP68, de resistência a até 50 metros de profundidade. E a bateria de 435 mAh resiste a um dia de uso e suporta carregamento de 10 W sem fio.

O Galaxy Watch 8 LTE (44 mm) está em promoção por R$ 2.429 no Pix com cupom no Mercado Livre, um desconto de 31% sobre o preço de lançamento.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Galaxy Watch 8 LTE (44 mm) tem 31% OFF com cupom no Mercado livre

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Galaxy Watch 8 LTE de 44 mm tem GPS integrado e suporte ao Google Gemini; promoção oferece relógio inteligente com 31% de desconto sobre valor original
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Depois do sucesso, Sora perde força e vê downloads caírem 45%

Um popup de boas-vindas com o título "Welcome to Sora"e o ícone de uma nuvem. O fundo é um céu noturno azul-escuro com estrelas. Há um botão grande branco com o texto "Access Now" (em inglês) na parte inferior.
App Sora tem feed vertical e permite criar, remixar e compartilhar vídeos de IA (imagem: reprodução)
Resumo
  • O Sora, aplicativo de vídeos por IA da OpenAI, teve uma queda de 45% nos downloads de dezembro para janeiro e uma redução de 32% nos gastos dos usuários.
  • A concorrência com o Gemini do Google e o Meta AI da Meta contribuiu para o declínio do Sora, além de problemas com direitos autorais que limitaram o uso de personagens populares.
  • Desde o lançamento, o Sora acumulou 9,6 milhões de downloads e arrecadou US$ 1,4 milhão, com os Estados Unidos contribuindo com US$ 1,1 milhão desse total.

O aplicativo de vídeos por IA Sora está enfrentando uma queda acentuada de popularidade três meses após o lançamento. Dados da Appfigures mostram que os downloads caíram 45% de dezembro para janeiro, enquanto os gastos de usuários recuaram 32%.

O app da OpenAI chegou ao topo da App Store dos Estados Unidos logo no lançamento, em outubro de 2025. Na época, ele ainda funcionava como uma experiência exclusiva por convite e registrou mais de 100 mil instalações no primeiro dia. A marca de 1 milhão de downloads foi atingida mais rápido que o próprio ChatGPT.

A situação mudou nas semanas seguintes. Em dezembro, os downloads já haviam recuado 32% em relação a novembro, mesmo com as festas de fim de ano – normalmente um período em que aplicativos para smartphones costumam ganhar impulso. Em janeiro, as instalações chegaram a 1,2 milhão.

O que explica o declínio do Sora?

A concorrência pesou. O Gemini do Google, especialmente com o modelo Nano Banana, ganhou terreno entre usuários de IA generativa. A Meta também entrou na disputa com o Meta AI, que lançou recursos de vídeo em outubro.

Vale lembrar que o Nano Banana foi flagrado copiando conteúdo de sites, num episódio que levou o Google a apagar uma publicação promocional do NotebookLM após receber críticas.

Captura de tela mostra o app Gemini, com a opção de criação de imagem pelo Nano Banana Pro selecionada.
Nano Banana Pro está disponível no app Gemini (imagem: Bruno Andrade/Tecnoblog)

Os problemas com direitos autorais tiveram impacto direto. No início, a OpenAI permitia que usuários criassem vídeos com personagens populares como Bob Esponja e Pikachu, o que ajudou a impulsionar a adoção. Após pressão de estúdios de Hollywood, a empresa migrou para um modelo mais restritivo, exigindo autorização prévia para uso de propriedade intelectual.

Em dezembro, a OpenAI anunciou um acordo com a Disney para liberar personagens da empresa na plataforma. A parceria, no entanto, não reverteu a tendência de queda nos números.

Quanto o Sora arrecadou até agora?

Desde outubro, o aplicativo acumulou 9,6 milhões de downloads nas versões para iOS e Android. A receita total chegou a US$ 1,4 milhão (cerca de R$ 7,4 milhões), com os Estados Unidos respondendo por US$ 1,1 milhão (R$ 5,8 milhões) desse montante. Japão, Canadá, Coreia do Sul e Tailândia aparecem em seguida.

Em janeiro, os gastos no app somaram US$ 367 mil, contra o pico de US$ 540 mil em dezembro (R$ 2,8 milhões). Na App Store americana, o Sora caiu para a posição 101 entre os aplicativos gratuitos. No Google Play, está na 181ª posição.

Com informações do TechCrunch

Depois do sucesso, Sora perde força e vê downloads caírem 45%

App Sora tem feed vertical e permite criar, remixar e compartilhar vídeos de IA (imagem: reprodução)

Nano Banana Pro está disponível no app Gemini (imagem: Bruno Andrade/Tecnoblog)
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Apple deve apresentar a Siri turbinada com Gemini em fevereiro

ilustração sobre a assistente virtual Siri
Nova assistente poderá resumir documentos e cruzar dados entre aplicativos (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • A Apple planeja lançar uma Siri reformulada com o Gemini em fevereiro de 2026, com uma reformulação completa prevista para o final de 2026.
  • A nova Siri, sob o codinome “Campos”, terá diálogos contínuos e interações profundas com aplicativos da Apple, utilizando cerca de 1,2 trilhão de parâmetros.
  • A parceria com o Google foi consolidada em novembro de 2025, após negociações com a Anthropic e a OpenAI falharem.

A Apple planeja realizar, na segunda quinzena de fevereiro de 2026, a primeira demonstração oficial da Siri reformulada com inteligência artificial do Google. A ideia é apresentar os resultados da parceria firmada entre as duas gigantes de tecnologia, o que deve marcar a transição da assistente para um modelo de chatbot.

O anúncio, se confirmado, ocorre após atrasos internos no desenvolvimento e visa recuperar o terreno perdido para concorrentes como a OpenAI, dona do ChatGPT, no setor de IA generativa.

O que muda com a nova Siri?

A grande mudança será a capacidade da assistente de manter diálogos contínuos e contextuais, de forma mais próxima à experiência oferecida pelo ChatGPT e pelo próprio Gemini. O novo sistema – desenvolvido sob o codinome “Campos” – permitirá que a Siri interaja de forma profunda com aplicativos nativos do ecossistema da Apple, como Mail, Música, Fotos e até o ambiente de desenvolvimento Xcode.

A Apple denomina a tecnologia como Apple Foundation Models na versão 10. Ela opera com cerca de 1,2 trilhão de parâmetros e será inicialmente hospedada nos servidores de computação em nuvem privada da empresa, o PCC. Com o lançamento do iOS 27 e macOS 27, a arquitetura passará a utilizar a versão 11, com maior capacidade de processamento e execução direta na infraestrutura de nuvem do Google.

Entre as novas funcionalidades previstas estão:

  • Análise de documentos: capacidade de resumir arquivos enviados pelo usuário
  • Edição de mídia: realizar comandos complexos em imagens por comando de voz (como recortes e ajustes de cor)
  • Gestão de dados: localizar e cruzar informações com maior precisão

Na prática, um usuário poderá solicitar que a Siri localize um email de meses atrás e escreva uma resposta baseada em informações da agenda pessoal, por exemplo, cruzando dados de diferentes fontes sem a necessidade de intervenção manual entre os apps.

Um iPhone sendo segurado por uma mão exibe a tela de configurações da Apple Intelligence e Siri, com um design escuro. O texto informa que se trata de um sistema de inteligência pessoal integrado ao iPhone e à Siri, ainda em fase beta. O botão de ativação está ligado. A interface está em português, e no canto superior direito, há ícones de Wi-Fi e bateria indicando 70% de carga. O fundo da imagem tem uma superfície de madeira desfocada.
Siri utilizará tecnologia do Gemini para processar tarefas complexas (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Quando será o lançamento?

Segundo informações apuradas por Mark Gurman, da Bloomberg, a nova Siri será liberada em fases. A primeira etapa acompanhará o iOS 26.4, com lançamento esperado entre março e abril. Nesta versão, a assistente começará a utilizar o processamento do Gemini para lidar com tarefas complexas. A interface visual completa e a arquitetura definitiva devem ser reservadas no segundo semestre de 2026.

A decisão de adotar o Gemini reflete uma mudança na gestão de software da companhia. O projeto, agora liderado por Craig Federighi, chefe de engenharia de software, ganhou prioridade após a diretoria expressar insatisfação com o progresso dos modelos internos.

A parceria com o Google foi consolidada em novembro de 2025, após negociações com a Anthropic e a OpenAI não avançarem devido a divergências financeiras e conflitos estratégicos. Para a Apple, o uso do Gemini é visto como uma solução de curto prazo para entregar funcionalidades competitivas enquanto a empresa amadurece sua própria infraestrutura de inteligência artificial.

Apple deve apresentar a Siri turbinada com Gemini em fevereiro

Saiba como funciona a Siri, assistente virtual disponível em dispositivos da Apple (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Apple Intelligence chega ao Brasil (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
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Apple prepara nova Siri em formato de chatbot de IA

ilustração sobre a assistente virtual Siri
Maior reformulação da história da Siri pode chegar em 2026 (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Apple pode transformar a Siri em um chatbot de IA, com lançamento previsto já no iOS 27 deste ano.
  • Segundo o jornalista Mark Gurman, a interface atual será substituída por um sistema de conversação contínua, similar ao ChatGPT.
  • A nova Siri integrará recursos como análise de documentos, geração e edição de imagens, e gerenciamento de dados pessoais.

Já é sabido que a Apple planeja uma reformulação completa na estrutura e funcionamento da Siri. Agora, novas informações indicam qual será o caminho: a assistente virtual pode virar um chatbot de inteligência artificial e estrear no iOS 27.

Segundo o jornalista Mark Gurman, da Bloomberg, a atual interface da assistente será substituída por um sistema capaz de manter conversas contínuas, processar textos e executar tarefas complexas.

Internamente, a mudança seria tratada pelo codinome “Campos”, com a possibilidade de apresentação na feira WWDC deste ano, prevista para junho.

Por que a Apple decidiu mudar a Siri agora?

A transformação da Siri em um chatbot seria uma resposta ao cenário competitivo agressivo e à percepção de que a Apple ficou para trás na corrida da IA generativa.

A Siri com recursos aprimorados por IA foi anunciada na WWDC de 2024, mas ainda não foi lançada. A diretoria da Apple ficou insatisfeita com a qualidade da assistente desenvolvida em casa e adiou o lançamento do recurso.

Para recuperar o tempo perdido, a empresa confirmou que a nova Siri usará o Gemini do Google para processamento de IA, enquanto trabalha no desenvolvimento dos seus próprios modelos.

Imagem de uma mulher em um palco virtual. Atrás dela, uma tela gigante com um logo colorido da Siri.
Siri “turbinada” com IA foi anunciada em 2024, mas ainda não chegou (imagem: reprodução/Apple)

Vale notar que a novidade chegará em fases. Embora uma atualização da Siri esteja agendada para a primavera do hemisfério norte (entre março e junho) no iOS 26, ela deve manter a interface atual.

Segundo Gurman, a reformulação completa ficará reservada para a grande atualização de setembro, com o iOS 27 e macOS 27.

Integração total com o sistema

O grande trunfo do projeto Campos seria a profundidade da integração com o sistema operacional e os dados do usuário, algo que aplicativos de terceiros não conseguem replicar devido às restrições do iOS. A nova Siri deve ter permissão para navegar e interagir diretamente com aplicativos nativos.

Segundo a reportagem, entre as novas capacidades da assistente, destacam-se:

  • Analisar e resumir arquivos: usuários poderão fazer upload de documentos para análise;
  • Gerar e editar imagens: criação de conteúdo visual e edições em fotos, como recortes e alterações de cor, via comando de voz;
  • Gerenciar dados pessoais: localizar arquivos, eventos de agenda, e-mails antigos e mensagens de texto com base em descrições ou contexto.
Um iPhone sendo segurado por uma mão exibe a tela de configurações da Apple Intelligence e Siri, com um design escuro. O texto informa que se trata de um sistema de inteligência pessoal integrado ao iPhone e à Siri, ainda em fase beta. O botão de ativação está ligado. A interface está em português, e no canto superior direito, há ícones de Wi-Fi e bateria indicando 70% de carga. O fundo da imagem tem uma superfície de madeira desfocada.
Nova Siri terá acesso a dados de e-mail, agenda e mais (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Gurman detalha que a Siri será integrada aos principais apps da empresa, como Mail, Música, Podcasts, TV e até o Xcode. Um exemplo prático citado por ele descreve um cenário em que o usuário pede à Siri, dentro do aplicativo de e-mail, para redigir uma mensagem para um amigo utilizando informações cruzadas da agenda pessoal.

Essa capacidade de utilizar dados pessoais para concluir tarefas seria a aposta da Apple para tentar diferenciar seu produto. O acesso ao serviço deve permanecer o mesmo: com o comando de voz “Siri” ou pressionando o botão lateral do iPhone e iPad.

Apple prepara nova Siri em formato de chatbot de IA

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Interface clássica da assistente pode ser trocada por um sistema de conversação contínua similar ao ChatGPT, segundo Mark Gurman. Anúncio oficial pode ocorrer em junho.

Saiba como funciona a Siri, assistente virtual disponível em dispositivos da Apple (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Siri deverá ficar mais "esperta" a partir de 2025 (imagem: reprodução/Apple)

Apple Intelligence chega ao Brasil (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
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Google não tem planos para anúncios no Gemini, diz executivo

Foto de Demis Hassabis ao lado de uma placa branca. Ele veste um blazer preto, com uma gravata azul e uma camisa branca.
Demis Hassabis, CEO do Google DeepMind (foto: John Sears/Wikimedia)
Resumo
  • O Google não planeja inserir anúncios no Gemini, focando no aprimoramento do assistente.
  • OpenAI testa anúncios no ChatGPT para gerar receita, enquanto o Google prioriza a experiência do usuário.
  • Demis Hassabis afirma que empresas chinesas de IA estão seis meses atrás dos laboratórios ocidentais.

O Google não tem pretensão de inserir anúncios no Gemini tão cedo, ao contrário do que foi anunciado pelo ChatGPT nos últimos dias. A confirmação veio de Demis Hassabis, CEO da Google DeepMind, durante o Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça.

Em entrevista ao portal Sources, o executivo afirmou que a empresa “não tem planos” de monetizar o chatbot via publicidade no momento, priorizando o desenvolvimento da tecnologia.

Como noticiamos aqui no Tecnoblog dias atrás, a OpenAI anunciou que começará a testar anúncios nas versões gratuita e Go do ChatGPT nos Estados Unidos. Para o chefe da DeepMind, “é interessante que eles tenham ido por esse caminho tão cedo. Talvez eles sintam que precisam gerar mais receita”.

Antes do anúncio da nova fonte de receita, um colunista do New York Times analisou a situação da companhia de Sam Altman e sugeriu que, em 18 meses, a empresa poderia enfrentar dificuldades. Ainda que não seja uma previsão oficial, tudo indica que o mercado está receoso com as finanças da OpenAI neste prazo.

Publicidade pode “contaminar” IA

Para o Google, a estratégia atual é transformar o Gemini num assistente melhor e onipresente. Hassabis demonstrou ceticismo sobre como a publicidade pode conviver com a proposta de uma inteligência artificial pessoal.

Durante a entrevista, o executivo explicou que o usuário espera que um assistente universal confiável tenha recomendações “genuinamente boas para você, imparciais e não contaminadas”. Segundo ele, misturar essa dinâmica com publicidade exige um cuidado extremo, pois “há muitas maneiras de fazer isso de forma errada”.

duas capturas de tela em uma conversa no ChatGPT
ChatGPT, rival do Gemini, começou a incluir anúncios na conversa com o chatbot (imagem: divulgação/OpenAI)

China: “seis meses atrás do Ocidente”

Além da alfinetada na rival, Hassabis também avaliou que as empresas de IA da China, como a startup DeepSeek, estão cerca de seis meses atrás dos principais laboratórios ocidentais em termos de tecnologia de ponta.

Segundo a Bloomberg, Hassabis classificou a reação do mercado ao modelo R1 da DeepSeek, lançado há um ano, como uma “reação exagerada e massiva”, mas reconheceu a qualidade dos avanços, em especial considerando as restrições de hardware impostas pelos Estados Unidos.

Para ele, embora as empresas chinesas sejam extremamente competentes em “alcançar a fronteira” tecnológica, elas “ainda precisam mostrar que conseguem inovar além dessa fronteira”.

Google não tem planos para anúncios no Gemini, diz executivo

(foto: John Sears/Wikimedia)

(imagem: divulgação/OpenAI)
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Google testa integração de IA no Chrome para Android

Ilustração com a marca do Google Chrome
Google quer expandir para o Android experiências de IA incorporadas no Chrome para desktop (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo

O Google começou a testar a integração do Gemini ao Chrome para Android, sinalizando que o navegador móvel pode ganhar funções baseadas em inteligência artificial nos próximos meses. Indícios da novidade surgiram no código do Chromium, projeto de código aberto que serve de base para o Chrome, sugerindo que a empresa trabalha em capacidades chamadas de “agentic”, capazes de interagir de forma mais ativa com o conteúdo exibido.

Por enquanto, não há anúncio oficial nem detalhes sobre como o recurso será apresentado aos usuários. Ainda assim, as menções no código reforçam que o Google avalia expandir para o Android experiências de IA que já vêm sendo testadas de forma limitada no Chrome para computadores.

Indícios no código do Chromium

As pistas sobre a integração apareceram após desenvolvedores identificarem novas referências ao Gemini no repositório do Chromium. Um engenheiro do Google comentou que a inclusão dessas mudanças impacta diretamente o tamanho do aplicativo, justamente por adicionar suporte ao que a empresa chama internamente de Chrome Glic — nome de código do Gemini dentro do navegador.

Segundo o profissional, o tamanho do arquivo binário foi aumentado porque essa mudança traz muito código para dar suporte ao Chrome Glic, que será habilitado no Chrome para Android em breve. A declaração não detalha como a IA funcionará na prática.

Como o Gemini pode funcionar no Chrome móvel?

Marca do Gemini em cores claras, num fundo azul. Na parte superior direita, o logotipo do "tecnoblog"é visível.
Gemini já existe de forma restrita no Chrome para desktop (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A expectativa é de que o funcionamento seja parecido com soluções já vistas em outros navegadores. No Edge para Android, por exemplo, o Copilot aparece como um botão flutuante que permite resumir páginas, responder perguntas sobre o conteúdo ou ajudar em pesquisas rápidas.

No Chrome para desktop, onde o Gemini já existe em fase restrita, a IA consegue usar informações das abas abertas para oferecer ajuda contextual. Isso inclui resumir textos, comparar dados entre páginas diferentes e responder dúvidas com base no que o usuário está visualizando. A tendência é que uma experiência semelhante seja adaptada para telas menores.

Atualmente, o Gemini no Chrome para computadores ainda não está amplamente disponível. Usuários que têm acesso podem acionar a ferramenta por atalhos de teclado específicos, mas o recurso segue em testes e sem liberação geral.

No caso do Android, também não há previsão de lançamento. As referências no código indicam apenas que o projeto está em andamento e pode ser anunciado em breve.

Com informações do BleepingComputer

Google testa integração de IA no Chrome para Android

Google Chrome (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Gemini substituiu Google Assistente em smartphones (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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Gemini poderá acessar Gmail, Fotos e Busca para personalizar respostas

Foto mostrando o aplicativo Gemini em celular Android com página do Gemini sendo acessada via navegador no PC.
Novidade do Gemini não chegou ao Brasil ainda (foto: Vitor Valeri/Tecnoblog)
Resumo
  • O Google lançou a Inteligência Personalizada para o Gemini, integrando Gmail, Fotos, YouTube e Busca para personalizar respostas. A função é opcional e desativada por padrão.
  • A funcionalidade está em versão beta, disponível apenas para usuários dos planos Google AI Pro e AI Ultra nos EUA, permitindo acesso a informações dos apps conectados a qualquer momento.
  • O Google garante que os dados são armazenados de forma segura e não usados para treinar o modelo, além de oferecer opções para corrigir preferências e gerar respostas sem personalização.

O Google anunciou, nesta quarta-feira (14/01), que o Gemini terá um recurso chamado Inteligência Personalizada. Ele usa informações do Gmail, Fotos, YouTube e Busca para, como o nome indica, personalizar as respostas dadas pelo robô.

A integração é opcional e vem desativada por padrão, e o usuário pode escolher quais apps da empresa quer vincular ao chatbot. Por enquanto, a funcionalidade será lançada como uma versão beta, sendo oferecida apenas para usuários selecionados dos planos Google AI Pro e AI Ultra nos Estados Unidos.

Você pode estar pensando que já existe alguma coisa parecida com isso no Gemini. De fato, ele oferece a opção de se conectar a serviços do Google Workspace, como Docs, Drive e Gmail.

No entanto, o funcionamento é diferente: a integração atual só funciona se o usuário mencionar explicitamente esses serviços ou quiser realizar tarefas que dependam deles. Com a Inteligência Personalizada, as informações presentes nos apps conectados poderão ser acessadas a qualquer momento pelo robô.

Como funciona a Inteligência Personalizada do Gemini?

Em seu comunicado sobre o produto, o Google dá alguns exemplos de como o Gemini passa a funcionar ao ter acesso às informações extras.

Ao perguntar o tamanho do pneu do carro, o usuário recebe opções para uso diário e para uso misto, uma vez que a IA teve acesso a fotos de viagens. O Gemini também pode responder qual é a placa do carro — outra informação obtida do Google Fotos.

Captura de tela de uma resposta do Google Gemini. O texto central diz: "O número da placa do seu Honda Odyssey é 123ABC1. Você gostaria que eu encontrasse o centro de serviço mais próximo em Mountain View para agendar a troca dos seus pneus?" (em inglês). Abaixo do texto, há um botão com o ícone de um link escrito "Fontes". A imagem demonstra a capacidade de memória personalizada do assistente. No rodapé, aparece o aviso padrão: "O Gemini pode cometer erros, por isso verifique as informações".
Gemini pode descobrir placa do carro do usuário com base nas fotos armazenadas na nuvem (imagem: divulgação)

“Eu também venho recebendo dicas excelentes de livros, programas de TV, roupas e viagens. Essa semana, [o Gemini] foi excepcional para planejar nossa viagem da próxima primavera. Analisando os interesses da família e as viagens passadas no Gmail e no Fotos, ele evitou as armadilhas para turistas. Em vez disso, ele sugeriu uma viagem noturna de trem e jogos de tabuleiro que poderíamos levar para nos divertir”, diz o texto.

E a privacidade?

O recurso é opcional e vem desativado por padrão. Ao ativá-lo, o usuário escolhe quais serviços quer vincular ao Gemini. O Google ressalta que esses dados já estão armazenados de maneira segura nos servidores da companhia e não precisam ser enviados para nenhum outro lugar.

Captura de tela da interface do Google Gemini em um dispositivo móvel. No topo, há um balão de fala de um usuário dizendo: "Eu na verdade não gosto de golfe; eu apenas levo meu filho lá" (em inglês). Abaixo, a resposta do assistente de IA diz: "Obrigado por esclarecer. Anotei que você não gosta de golfe, mas vai pelo seu filho. Vou manter isso em mente para futuras recomendações! Você gostaria que eu ajudasse a rascunhar um itinerário diferente para a sua 'surpresa divertida' amanhã?" (em inglês). A interface apresenta tons claros, ícones de curtir/descurtir e o logotipo de uma estrela azul de quatro pontas.
Usuário pode corrigir Gemini, caso ele presuma incorretamente uma preferência (imagem: divulgação)

A empresa também afirma que o Gemini explicará quais informações foram usadas para chegar à resposta. Caso ele presuma incorretamente uma preferência, é possível corrigi-lo e armazenar aquela indicação para respostas futuras. Outra possibilidade é pedir para gerar respostas sem personalização.

Por fim, o Google diz que o Gemini não usa as informações dos outros produtos para chegar a conclusões em temas sensíveis, como saúde, e esclarece que os dados do Gmail, Fotos e outros apps não são usados para treinar o modelo.

Com informações do Google

Gemini poderá acessar Gmail, Fotos e Busca para personalizar respostas

Aplicativo Gemini para Android (Imagem: Vitor Valeri/Tecnoblog)

Gemini pode descobrir placa do carro do usuário com base nas fotos armazenadas na nuvem (imagem: divulgação)

Usuário pode corrigir Gemini, caso ele presuma incorretamente uma preferência (imagem: divulgação)
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Veja os apps mais baixados de 2025

Foto mostra o app TikTok na App Store do iPhone
TikTok foi o app mais baixado em 2025 (foto: André Fogaça/Tecnoblog)
Resumo
  • TikTok foi o app mais baixado na América Latina em 2025.
  • ChatGPT e Gemini, apps de IA, se destacaram com crescimentos de 156% e 318%, respectivamente.
  • Mercado Livre e Mercado Pago são os únicos aplicativos latino-americanos no top 20.

O ano novo chegou e, com ele, a lista dos aplicativos mais baixados na América Latina em 2025. Desta vez, a novidade foi a ascensão dos apps de inteligência artificial: em comparação ao ano anterior, o ChatGPT saltou da 16ª para a terceira posição, enquanto o Gemini subiu da 126ª para a sexta colocação.

A principal rede social de vídeos curtos, o TikTok, manteve a liderança. Os dados foram levantados pelo Mobile Time junto à AppMagic, somando resultados da App Store e Google Play em nove países: Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, México, Peru, República Dominicana e Uruguai.

Confira o ranking da América Latina

  1. TikTok — 156 milhões de downloads
  2. Temu — 128 milhões
  3. ChatGPT — 123 milhões
  4. Instagram — 83 milhões
  5. Roblox — 72 milhões
  6. Gemini — 67 milhões
  7. Facebook — 64 milhões
  8. WhatsApp — 62 milhões
  9. Mercado Livre — 62 milhões
  10. CapCut — 61 milhões
  11. ReelShort — 60 milhões
  12. DramaBox — 59 milhões
  13. Seekee — 55 milhões
  14. Shein — 55 milhões
  15. Block Blast! — 51 milhões
  16. Spotify — 47 milhões
  17. Threads — 47 milhões
  18. Telegram — 45 milhões
  19. Free Fire — 45 milhões
  20. Mercado Pago — 40 milhões

IA generativa no topo

Arte com o logotipo do ChatGPT da OpenAI em um fundo de cor verde. Na parte inferior direita, o logo do "tecnoblog" é visível.
ChatGPT foi o app de IA mais baixado em 2025 (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O aumento de downloads do ChatGPT foi de 156% em comparação com 2024, passando de 48 milhões para 123 milhões. O crescimento do Gemini foi ainda maior, indo de 16 milhões para 67 milhões.

Esse desempenho não surpreende. Um levantamento recente da TIC Kids Online Brasil, divulgado pelo Cetic.br e NIC.br, revelou que 65% das crianças e adolescentes de 9 a 17 anos utilizaram IA generativa para ao menos uma atividade do cotidiano.

É fato que, em 2025, ferramentas de IA cresceram em popularidade. Mas o ranking também revela que, na nossa região, segue alta a busca por apps de mensagens, marketplaces e jogos. O Instagram, que ocupava a terceira posição em 2024, caiu para a quarta colocação.

Apenas dois apps latino-americanos no top 20

Mercado Livre e o Mercado Pago são os únicos representantes da região entre os 20 mais baixados. O marketplace da Argentina aparece na 9ª posição, enquanto seu aplicativo de pagamentos ocupa a 20ª colocação.

Fora do top 20, os próximos apps de origem latino-americana são o Nubank e o Gov.br, na 23ª e 28ª posições, respectivamente.

Veja os apps mais baixados de 2025

TikTok no iPhone (imagem: André Fogaça/Tecnoblog)

ChatGPT (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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Apple confirma que nova Siri usará Gemini, do Google

Um iPhone sendo segurado por uma mão exibe a tela de configurações da Apple Intelligence e Siri, com um design escuro. O texto informa que se trata de um sistema de inteligência pessoal integrado ao iPhone e à Siri, ainda em fase beta. O botão de ativação está ligado. A interface está em português, e no canto superior direito, há ícones de Wi-Fi e bateria indicando 70% de carga. O fundo da imagem tem uma superfície de madeira desfocada.
Apple Intelligence está disponível no Brasil (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Resumo
  • A Apple confirmou que a nova Siri usará o Gemini do Google como base para seus modelos personalizados.
  • A parceria entre a Apple e o Google é plurianual, sem valores divulgados, mas rumores indicam um pagamento de US$ 1 bilhão por ano.
  • A nova Siri com Gemini é esperada para março ou abril de 2026, com o iOS 26.4.

A Apple e o Google publicaram um comunicado nesta segunda-feira (12/01) confirmando que a próxima versão da Siri usará modelos de inteligência artificial com base no Gemini. As duas empresas fecharam uma “parceria plurianual”.

“Depois de uma avaliação cuidadosa, a Apple determinou que as tecnologias de inteligência artificial do Google fornecem as bases mais competentes para os Foundation Models da Apple. A empresa está animada sobre as experiências inovadoras que a IA vai permitir a usuários da Apple”, diz a publicação.

No mesmo texto, a Apple também esclarece que a Apple Intelligence vai continuar rodando nos aparelhos e no Private Cloud Compute, estrutura de computação na nuvem que promete não armazenar nem compartilhar dados dos usuários.

O que mais se sabe sobre a Siri com Gemini?

A parceria não chega a ser uma surpresa, já que rumores sobre uma Siri com Gemini circulavam há meses. O comunicado não revela valores do acordo, mas informações de bastidores obtidas em novembro de 2025 apontavam que a Apple pagaria US$ 1 bilhão por ano ao Google para ter acesso ao Gemini.

Naquele mesmo mês, a Bloomberg apurou que o Gemini teria sido escolhido por apresentar um desempenho superior em tarefas complexas. O Gemini, portanto, seria responsável por funções de resumo e planejamento, quebrando pedidos abrangentes em ações mais simples para a Siri.

Imagem de uma mulher em um palco virtual. Atrás dela, uma tela gigante com um logo colorido da Siri.
Siri mais “esperta” foi anunciada em 2024, mas ainda não chegou (imagem: reprodução/Apple)

A Siri com recursos aprimorados por inteligência artificial generativa foi anunciada em junho de 2024, durante a WWDC. A Apple, porém, ficou insatisfeita com a qualidade da assistente desenvolvida em casa e adiou o lançamento do recurso.

Não existe uma data oficial para a chegada da nova funcionalidade, mas espera-se que ela chegue com o iOS 26.4, previsto para março ou abril de 2026.

Atualmente, a Siri pergunta se o usuário quer que ela redirecione o pedido para o ChatGPT. Não se sabe qual será o futuro desse recurso, muito menos da parceria entre a Apple e a OpenAI.

Apple confirma que nova Siri usará Gemini, do Google

Apple Intelligence chega ao Brasil (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Siri deverá ficar mais "esperta" a partir de 2025 (imagem: reprodução/Apple)
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Volta às aulas: Galaxy Tab A11 com IA sai por menos de R$ 750 em oferta

R$ 1.099,0039% OFF

Prós
  • Recursos de IA do Google Gemini
  • Atualizações até o Android 22
  • Tela de 90 Hz com 8,7 polegadas
Contras
  • Capacidade de bateria limitada (5.100 mAh)
PIX Cupom
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O Galaxy Tab A11 de 8,7 polegadas está saindo por apenas R$ 672,49 no Pix utilizando o cupom MELITURBO no Mercado Livre. O tablet da Samsung foi lançado por R$ 1.099 em outubro do ano passado, e se destaca pelo preço chamativo, presença de recursos de inteligência artificial e promessa de atualizações até o Android 22. O desconto da oferta é de 32%.

Galaxy Tab A11 é tablet baratinho com IA para volta às aulas

Galaxy Tab A11 (imagem: Divulgação)
Samsung Galaxy Tab A11 (imagem: Divulgação)

A primeira característica destacada pela própria Samsung é a presença de recursos de inteligência artificial integrados ao seu novo tablet. Dentre eles, o Google Gemini, que possibilita a tradução e resumo automáticos de textos, e o Assistente Matemático, que auxilia com cálculos no Samsung Notes. Já o Galaxy AI fica restrito à linha Galaxy S, mais avançada.

Além disso, o Galaxy Tab A11 é uma opção atualmente mais interessante em relação ao Galaxy Tab A9, da mesma linha, graças às atualizações de software. Enquanto o Tab A9, lançado com Android 13, logo deve deixar de ser atualizado, o Tab A11 já chegou ao mercado com Android 16 e promete sete anos de atualizações do sistema operacional.

Ademais, a ficha técnica entrega as características básicas de um tablet para estudos. A tela de 8,7 polegadas oferece maior conforto comparada à de um celular, a bateria de 5.100 mAh é a mesma da geração anterior e o conjunto de câmeras inclui frontal de 5 MP e traseira de 8 MP para videochamadas e fotografia de lousas e apresentações.

Por fim, o Galaxy Tab A11 tem armazenamento de 64 GB mas permite expansão via microSD, e RAM de 4 GB para uma navegação básica entre aplicativos, internet e jogos mais leves. Lembrando que, em oferta de volta às aulas, o preço do tablet da Samsung cai para apenas R$ 672,49 no Pix utilizando o cupom MELITURBO.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Volta às aulas: Galaxy Tab A11 com IA sai por menos de R$ 750 em oferta

Galaxy Tab A9 (imagem: Divulgação)
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Projeto de substituição do Google Assistente sofre atraso

Imagem de um celular com aplicativo Google Assistente
Google Assistente continuará sendo substituído ao longo de 2026 (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
Resumo
  • Google adiou para 2026 a substituição definitiva do Google Assistente pelo Gemini em dispositivos Android.
  • A substituição já ocorre em alguns dispositivos, como a linha Pixel 9 e o Galaxy S25 Ultra.
  • Para funcionar, a empresa afirma que o aparelho deve rodar, no mínimo, o Android 10 e conter 2 GB de RAM ou superior.

O Google confirmou nesse sábado (20/12) que o processo de substituição definitiva do Google Assistente pelo Gemini em dispositivos Android levará mais tempo do que o planejado inicialmente. A empresa, que tinha a meta de tornar a nova inteligência artificial o assistente padrão na maioria dos celulares até o final de 2025, estendeu o cronograma de transição para o ano de 2026.

Em comunicado, a companhia informou que está ajustando o cronograma para assegurar que a mudança ocorra de maneira fluida para a base de usuários. Com a nova diretriz, as atualizações de sistema que convertem o software de assistente virtual anterior do Google para a nova tecnologia continuarão gradualmente ao longo do próximo ano.

A empresa não especificou uma nova data limite para o encerramento total do Assistente clássico, mas afirmou que compartilhará mais detalhes sobre as etapas seguintes nos “próximos meses”.

A decisão mantém o funcionamento dos dois serviços em paralelo por um período maior do que o estipulado na estratégia original. A inteligência artificial, inclusive, segue respondendo ao comando “Hey, Google”, que originalmente ativava o Google Assistente.

Gemini substituiu Google Assistente

A substituição já é uma realidade para parte do ecossistema Android desde o ano passado. A linha Pixel 9 e o Galaxy S25 Ultra, por exemplo, já chegaram ao mercado trazendo o Gemini configurado como o assistente padrão de fábrica.

Apesar de ainda não chegar como padrão em todos os aparelhos, a experiência é opcional. Usuários de modelos compatíveis podem baixar o aplicativo do Gemini e escolher substituir o Assistente antigo manualmente.

Planos de expansão

Uma smart TV mostra o ícone do Google Assistente
Google continua expansão para outros dispositivos (imagem: divulgação/Google)

Em entrevistas anteriores, executivos como Sissie Hsiao, vice-presidente de experiências do Gemini, definiram a ferramenta como uma “evolução” do produto anterior, segundo o portal Engadget.

O foco do desenvolvimento recente tem sido garantir paridade de recursos, permitindo que a IA execute tanto tarefas generativas quanto comandos utilitários, como controlar dispositivos de casa inteligente, definir alarmes e tocar música.

Além disso, a ideia prevê a expansão da IA para além dos telefones, como tablets, sistemas automotivos e dispositivos vestíveis (como fones de ouvido e smartwatches) que poderão se beneficiar da tecnologia do Gemini.

Para suportar o assistente atualizado, no entanto, o hardware deve cumprir especificações técnicas mínimas. Segundo a documentação da empresa, os dispositivos precisam rodar o sistema operacional Android 10 ou superior e contar com, pelo menos, 2 GB de memória RAM para processar os modelos de linguagem.

Projeto de substituição do Google Assistente sofre atraso

Saiba como o Google Assistente pode otimizar sua rotina (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Diversas smart TVs modernas são compatíveis com o Google Assistente (imagem: Divulgação/Google)
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Google lança Gemini 3 Flash e atualiza Modo IA da busca com novo modelo

Imagem de fundo abstrato em cores vibrantes, com predominância de tons de azul, verde, vermelho e amarelo, dispostos em faixas verticais e em gradientes suaves. No centro, o texto branco em destaque é "Gemini 3", precedido pelo logotipo do Gemini, que é um losango multicolorido em forma de estrela. No canto inferior direito, o texto secundário diz "tecnoblog".
Google Gemini 3 Flash é alternativa mais leve da família de modelos (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O Google lançou o Gemini 3 Flash, que é três vezes mais rápido que o 2.5 Pro e quase tão eficaz quanto o 3 Pro em testes de benchmark.
  • O Gemini 3 Flash será o modelo padrão do Modo IA da busca do Google, oferecendo respostas rápidas ou raciocínio complexo.
  • O custo do Gemini 3 Flash é de US$ 0,50 por milhão de tokens de entrada e US$ 3 por milhão de tokens de saída, mais caro que o 2.5 Flash, mas mais barato que o 2.5 Pro.

O Google anunciou, nesta quarta-feira (17/12), a chegada do Gemini 3 Flash, versão mais leve e rápida da elogiada família Gemini 3. Segundo a empresa, essa variante consegue entregar com mais velocidade resultados de qualidade próxima à opção mais avançada.

No comunicado divulgado, o Google diz que o Gemini 3 Flash é até três vezes mais rápido que o 2.5 Pro, em testes do benchmark Artificial Analysis. Ao mesmo tempo, o 3 Flash supera o 2.5 Pro em exames de conhecimento científico (GPQA Diamond) e raciocínio acadêmico (Humanity’s Last Exame). O 3 Flash fica próximo até mesmo do 3 Pro no teste MMMU Pro, que envolve compreensão multimodal e raciocínio.

Gemini 3 Flash está nos apps e na busca

O novo modelo será disponibilizado a partir desta quarta (17/12) globalmente. Ele substituirá o 2.5 Flash nos apps do Gemini. O Gemini 3 Flash funciona em dois modos, a critério do usuário, com respostas rápidas ou com raciocínio complexo.

O Google afirma ainda que, graças às melhorias na compreensão multimodal, é possível obter respostas melhores em perguntas envolvendo imagens, áudio, vídeo e texto.

O Gemini 3 Flash também passará a ser o modelo padrão do Modo IA da busca do Google. A empresa promete que, graças às capacidades aprimoradas de raciocínio, a ferramenta poderá entender as nuances das perguntas dos usuários.

“Ele considera cada aspecto da sua pesquisa para entregar respostas profundas, abrangentes e visualmente compreensíveis, recorrendo a informações locais em tempo real e links úteis da web”, diz a companhia em seu comunicado.

Google promete custo menor para desenvolvedores

Para uso através de APIs e ferramentas para desenvolvedores, o Gemini 3 Flash custa US$ 0,50 por milhão de tokens de entrada e US$ 3 por milhão de tokens de saída (R$ 2,76 e R$ 16,54, respectivamente, em conversão direta nos valores atuais).

Isso é mais caro que seu antecessor, 2.5 Flash, que cobrava US$ 0,30 (R$ 1,65) por milhão no input e US$ 2,50 (R$ 13,79) por milhão no output. No entanto, o Google aponta que o 3 Flash é um bom substituto até mesmo para o 2.5 Pro, que custava US$ 1,25 (R$ 6,28) no input e US$ 10 (R$ 55,15) no output, o que significa uma economia considerável.

Google lança Gemini 3 Flash e atualiza Modo IA da busca com novo modelo

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Versão Flash é três vezes mais rápida que o 2.5 Pro e entrega resultados próximos aos do 3 Pro. Apps do Gemini também recebem update.

Google Gemini 3 (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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Google lança IA que cria resumo matinal com informações importantes do dia

Alt text sugerido:

Imagem mostra um e-mail do Gmail com o assunto “CC Your day ahead”. No topo, aparece a mensagem “Morning, Elisa. Here’s your game plan for the day!”. O e-mail lista tarefas do dia, como “Pay the 0 daycare invoice”, “Swim meet is Sunday at 10am” e “Sign Leo’s field trip form”. Abaixo, há um aviso “FYI” com lembretes financeiros, incluindo “Your rent payment of ,500 is scheduled for tomorrow” e um convite para “Maya’s birthday party”.
CC usa Gemini e prepara usuário para o dia (imagem: divulgação)
Resumo
  • O Google lançou o CC, um agente experimental que usa IA para gerar resumos diários com compromissos, tarefas e contas a pagar, usando dados do Gmail, Agenda e Drive.
  • O CC está em fase experimental e é liberado gradualmente nos EUA e Canadá para usuários com 18 anos ou mais, com prioridade para assinantes do Google AI Ultra e planos pagos.
  • O CC segue a ideia do ChatGPT Pulse da OpenAI, que organiza sugestões em cards usando o histórico de conversas e pode conectar aplicativos externos para incluir informações no resumo.

O Google anunciou, nesta terça-feira (16/12), o CC, um agente experimental que usa inteligência artificial para gerar um resumo do dia. A ideia é que, logo pela manhã, você receba no seu email uma lista de informações importantes.

Segundo a empresa, o resumo “Seu dia seguinte” inclui os compromissos do dia, tarefas importantes, atualizações e até mesmo contas a pagar. O CC pode ainda preparar rascunhos de emails (mas não pode enviá-los) e mostrar links da agenda.

E para dar instruções ao assistente, basta escrever um email para ele, com lembretes, compromissos ou informações importantes. Dá até para copiá-lo em uma conversa para obter um resumo do que foi discutido. O endereço do assistente é [seu-username]+cc@gmail.com.

O CC usa o modelo Gemini como base. Para conseguir realizar todas essas tarefas, ele precisa acessar o Gmail, a Agenda e o Google Drive, além de coletar informações da internet.

Por enquanto, o CC está em fase experimental, como parte do programa Google Labs. O agente está sendo liberado gradualmente para usuários nos Estados Unidos e no Canadá com 18 anos ou mais. Interessados devem se inscrever na lista de espera — assinantes do Google AI Ultra e de planos pagos terão prioridade.

Google CC segue os passos do ChatGPT Pulse

A ideia de usar IA generativa para criar um resumo do dia não é inédita. Em setembro de 2025, a OpenAI anunciou o ChatGPT Pulse, que tem uma proposta parecida.

O robô usa o histórico de conversas para organizar sugestões em cards, que são exibidos na manhã seguinte. Entre as possibilidades, estão sugestões de jantar, ideias de treinos ou acompanhamento de temas profissionais.

Também dá para conectar aplicativos externos para que essas informações sejam incluídas no resumo. Ao conectar a Google Agenda, por exemplo, o Pulse pode propor reuniões, lembrar de aniversários ou indicar locais a visitar nas próximas viagens. Outra forma de usar o assistente é fazer pedidos diretos, como recomendar eventos locais às sextas.

Com informações do Google e do The Verge

Google lança IA que cria resumo matinal com informações importantes do dia

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CC usa o Gemini e dados do Gmail, Agenda e Drive para criar lista de compromissos, tarefas importantes, atualizações e até contas a pagar.

CC usa Gemini e prepara usuário para o dia (imagem: divulgação)
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Google Enfrenta Investigação Antitruste da UE sobre AI Overviews e YouTube

O Google, da Alphabet, enfrenta uma investigação antitruste da União Europeia sobre o uso de conteúdo online de editoras e vídeos do YouTube para treinar seus modelos de inteligência artificial. A segunda investigação da Comissão Europeia sobre o Google em menos de um mês sublinha a crescente preocupação com o domínio das grandes empresas em novas tecnologias, o que poderia excluir rivais, mas também poderia agravar as tensões com os Estados Unidos, uma vez que as leis da UE adotadas nos últimos anos se tornaram um ponto sensível nas relações com Washington. A autoridade de defesa da concorrência da UE afirmou estar preocupada com a possibilidade de o Google estar utilizando conteúdo online de editoras para seus relatórios gerados por IA, conhecidos como AI Overviews, sem compensá-las adequadamente e sem lhes dar a opção de recusar. A empresa expressou as mesmas preocupações em relação ao uso que o Google faz de vídeos do YouTube enviados por seus usuários. "O Google pode estar abusando de sua posição dominante como mecanismo de busca para impor condições comerciais desleais às editoras, usando seu conteúdo online para fornecer seus próprios serviços baseados em inteligência artificial", disse a chefe antitruste da UE, Teresa Ribera, nesta terça-feira. "Um ecossistema de informação saudável depende de que as editoras tenham recursos para produzir conteúdo de qualidade. Não permitiremos que intermediários ditem essas escolhas", acrescentou ela. O Google rejeitou a queixa apresentada por editoras independentes em julho, o que desencadeou a investigação da UE. "Essa reclamação corre o risco de sufocar a inovação em um mercado que está mais competitivo do que nunca", disse um porta-voz do Google. "Os europeus merecem beneficiar das tecnologias mais recentes e continuaremos a trabalhar em estreita colaboração com as indústrias de notícias e criativas à medida que estas fazem a transição para a era da IA." A Independent Publishers Alliance, o Movement for an Open Web, cujos membros incluem anunciantes e editores digitais, e a organização britânica sem fins lucrativos Foxglove criticaram o Google. "O Google quebrou o acordo que sustenta a internet. O acordo era que os sites seriam indexados, recuperados e exibidos quando relevantes para uma consulta. Todos tinham uma chance", disse o advogado Tim Cowen, que assessora os grupos. "Agora, ele coloca seu AiO, o Gemini, em primeiro lugar e, para piorar a situação, explora o conteúdo dos sites para treinar o Gemini. O Gemini é o gêmeo maligno da Busca", acrescentou Cowen. Os AI Overviews são relatórios gerados por IA que aparecem acima dos hiperlinks tradicionais para páginas da web relevantes e são exibidos para usuários em mais de 100 países. A empresa começou a adicionar anúncios à ferramenta em maio passado. A política anti-spam do Google também está na mira da UE após uma investigação iniciada por editoras. A empresa corre o risco de uma multa de até 10% de sua receita anual global se for considerada culpada de violar as regras antitruste da UE. Na semana passada, a Comissão Europeia lançou uma investigação sobre os planos da meta de bloquear concorrentes de IA em seu sistema de mensagens WhatsApp, ressaltando o crescente escrutínio regulatório.  
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Google aposta em nova geração de óculos com Gemini

Project Aura marca o novo projeto do Google em óculos inteligentes.
Project Aura marca o novo projeto do Google em óculos inteligentes (imagem: divulgação/Google)
Resumo
  • O Google está desenvolvendo duas linhas de smart glasses com IA, em parceria com Samsung, Warby Parker e Gentle Monster, visando competir com Meta, Xreal e Apple em 2026.
  • Os óculos com Gemini terão modelos com displays e para comandos de voz, suportando realidade aumentada e tradução em tempo real.
  • O Galaxy XR, desenvolvido com a Samsung, receberá o travel mode para uso em movimento e o PC Connect para espelhamento de computadores Windows.

O Google quer voltar ao mercado de óculos inteligentes — e desta vez, com uma estratégia diferente da adotada no Google Glass. A empresa confirmou que trabalha em duas linhas de smart glasses impulsionadas pelo Gemini: uma com displays integrados e outra pensada para comandos de voz.

Os primeiros modelos, feitos em parceria com fabricantes como Samsung, Warby Parker, Gentle Monster e Xreal, devem aparecer ao longo de 2026, embora nenhum protótipo final tenha sido revelado.

A iniciativa reforça a tentativa da Alphabet de ganhar terreno em um segmento que avança rápido. A Meta já domina a categoria com as Ray-Ban Meta, Snap prepara sua estreia no setor e Apple também deve entrar na disputa. Para o Google, a nova leva de produtos e a chegada do Android XR marcam uma abordagem mais madura do que a tentativa anterior, ajustando design, bateria e privacidade para evitar erros do passado.

Como funcionam os óculos com Gemini?

Segundo a Bloomberg, jornalistas puderam testar vários protótipos durante uma demonstração em Nova York. Entre eles estava um desenvolvido com a Xreal, chamado internamente de Project Aura. A maioria dos modelos depende do smartphone para processamento, o que permite manter peso e formato parecidos com óculos comuns. Com isso, as interações com o Gemini acontecem de maneira mais natural, como pedir músicas no YouTube Music, fazer buscas ou analisar objetos para gerar receitas.

Há versões com display monocular ou binocular. Ambas suportam sobreposições de realidade aumentada para apps como Google Maps e Google Meet, mas o modelo de duas telas entrega um campo de visão maior. Nos testes, foi possível usar tradução em tempo real com legendas projetadas na lente ou apenas ouvir o resultado pelos alto-falantes embutidos.

Segundo a empresa, a ideia é que todas as experiências funcionem de forma consistente tanto no modelo só de áudio quanto nos óculos com tela. “Queremos dar a você a liberdade de escolher o equilíbrio certo entre peso, estilo e imersão para suas necessidades”, disse o Google no anúncio.

Imagem mostra a palavra "Google", exibida em letras pretas com um brilho azul neon ao redor, centralizada em um fundo azul escuro. O fundo apresenta uma rede de polígonos azuis claros conectados por linhas finas, criando um efeito de tecnologia ou rede digital. Na parte inferior direita, o logotipo do "Tecnoblog" é visível.
Google confirma que trabalha em duas linhas de smart glasses (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

E o que muda para a linha XR da Samsung?

Além dos óculos, o Google também anunciou melhorias para o Galaxy XR, headset criado em parceria com a Samsung. Um novo modo viagem permitirá usar o dispositivo em carros e aviões sem que a interface “escape” do campo de visão quando há movimento — algo que incomodou usuários no lançamento.

Outra novidade é o PC Connect, aplicativo que permitirá espelhar qualquer computador com Windows no ambiente virtual, inclusive para jogos. Antes, apenas laptops da linha Galaxy Book tinham suporte ao recurso. Uma versão para macOS está em desenvolvimento.

Por fim, chega também o Likeness, novo estilo de avatar mais próximo da aparência real das pessoas. A partir de um escaneamento facial via smartphone, o usuário poderá usar representações mais fiéis em chamadas de vídeo. O recurso estreia em versão beta, assim como o PC Connect.

Google aposta em nova geração de óculos com Gemini

Project Aura marca o novo projeto do Google em óculos inteligentes (imagem: divulgação/Google)

Google investe em inteligência artificial há mais de uma década, Sundar Pichai disse no Google I/O 2024 (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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Chega pro Natal: Motorola Edge 60 Pro fica 37% mais barato no Mercado Livre

R$ 3.999,0037% OFF

Oferta encerrada 🙁
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O Motorola Edge 60 Pro de 256 GB está saindo por R$ 2.519,10 no Mercado Livre, com pagamento à vista no Pix. Esse é um dos smartphones mais avançados do portfólio da Motorola, com diferenciais como bateria de 6.000 mAh, carregamento rápido e câmera com sensor Sony Lytia 700C de 50 MP. Lançado por R$ 3.999, o Edge 60 Pro está 37% mais barato com a oferta de hoje.

Edge 60 Pro tem bateria grande e câmera avançada

Esse é um dos celulares mais completos da Motorola, com diversas características top de linha. Ele conta com três câmeras de 50 MP (principal, ultrawide e frontal), além de uma teleobjetiva de 10 MP e zoom óptico de 3x.

Traseira roxa do Edge 60 Pro, com destaque na câmera tripla, organizada em um quadrado
Edge 60 Pro tem câmera traseira tripla (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

O processador é um MediaTek Dimensity 8350 Extreme, com CPU octa-core capaz de atingir 3,35 GHz de frequência. O smartphone conta com 12 GB de RAM e pode usar mais 12 GB de RAM boost, aproveitando espaço do armazenamento. Com esse conjunto, ele é capaz de rodar games e apps pesados, além de alternar facilmente entre tarefas.

A tela POLED de 6,7 polegadas atinge um pico de 4.500 nits de brilho, facilitando a legibilidade em ambientes externos e dias ensolarados. Além disso, ela opera com 120 Hz de taxa de atualização, entregando animações suaves.

Tela do Edge 60 Pro com configurações do botão dedicado da Moto AI
Motorola Edge 60 Pro conta com botão dedicado para Moto AI (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Em software, a Moto AI traz ferramentas de inteligência artificial para criar conteúdos, editar imagens, resumir notificações, resumir áudios e muito mais, além de integrações com Gemini, Perplexity e Copilot.

O Motorola Edge 60 Pro (256 GB) está sendo vendido pelo Mercado Livre por R$ 2.519,10 à vista no Pix, 37% a menos que o preço de lançamento. O smartphone vem equipado com bateria de 6.000 mAh e suporte a até 90 W para carregamento. Ele ainda conta com proteção contra água e poeira nos padrões IP68 e IP69, bem como certificação militar MIL-STD-810H para uso em condições extremas.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Chega pro Natal: Motorola Edge 60 Pro fica 37% mais barato no Mercado Livre

Motorola Edge 60 Pro (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Motorola Edge 60 Pro (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
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Google revela como os brasileiros buscaram por IA em 2025

Illustração mostra uma lupa sobre o logotipo do Google, uma letra G em cores vermelho, amarelo, verde e azul, sinalizando a busca no navegador. Na parte inferior direita, está a marca d'água do "Tecnoblog".
Busca do Google (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Brasileiros pesquisaram por ferramentas de IA como Nano Banana e Manus.
  • Houve interesse em usar IA para criar sites, animar fotos e aumentar imagens.
  • Google destacou buscas por IA, mas não incluiu o ChatGPT.

A temporada de retrospectivas continua com a revelação dos assuntos mais populares da busca do Google. Em 2025, a empresa contou ao Tecnoblog que os brasileiros pesquisaram muito sobre inteligência artificial – desde as ferramentas, passando também por métodos para utilizar melhor esta nova tecnologia. Nas duas listagens a seguir, confira em primeira mão os tópicos que estiveram em alta durante o período.

Buscas sobre IA que mais cresceram

  • Gemini
  • Deepseek
  • Veo 3
  • NotebookLM
  • Grok
  • Pixverse
  • Flow
  • Manus
  • Blackbox
  • Nano Banana

Note que a lista não inclui o ChatGPT, serviço que se tornou sinônimo de IA. A equipe do Google me explicou que isso se deve ao fato de a plataforma da OpenAI já ser muito popular em 2024, enquanto os dados divulgados hoje se referem aos tópicos que ganharam mais relevância ao longo dos meses.

Buscas em alta de procedimentos com IA

  • Fazer foto com IA
  • Criar música com IA grátis
  • Criar site com IA
  • Criar vídeo com IA gratuito
  • Animar fotos com IA
  • Aumentar imagem com IA
  • Criar fluxograma com IA
  • Gravador de voz com IA
  • Criar aplicativo com IA
  • Gerar slides com IA

Google revela como os brasileiros buscaram por IA em 2025

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Google Drive agora usa IA para mostrar resumos das pastas

Ilustração mostra o logo do Google Drive, nas cores verde, amarelo, azul e vermelho. Na parte inferior direita, o logotipo do "tecnoblog" é visível.
Google integrou o Gemini ao Drive (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Google Drive passou a usar a IA Gemini para gerar resumos automáticos do conteúdo das pastas.
  • O recurso deve exibir resumos do que há dentro das pastas sem a necessidade de abrir cada um dos documentos.
  • Por enquanto, a novidade está disponível apenas em inglês e já é acessível para usuários de organizações com Lançamento Rápido.

O Google lançou ontem (02/12) um novo recurso no Drive que utiliza o Gemini para gerar resumos automáticos sobre o conteúdo de cada pasta. A novidade aparece como uma evolução dos antigos “lembretes” exibidos no topo da página, trazendo agora uma visão geral dos arquivos armazenados.

Segundo o comunicado, a ideia é que a IA ajude usuários a entender rapidamente o que há dentro das pastas, sem precisar abrir cada um dos documentos. Para quem trabalha com muitos arquivos e versões, o recurso atua como um atalho de organização, oferecendo ainda um painel lateral para análises mais profundas.

Como funcionam os resumos do Gemini no Drive?

Assim que o usuário abre uma pasta, o Drive passa a exibir a seção “Insights do Gemini”, que apresenta um resumo automático do conteúdo baseado nos arquivos presentes ali. Esse painel substitui a antiga área de sugestões rápidas, ampliando sua função: em vez de apenas indicar ações, ele antecipa informações relevantes sobre os documentos.

Ao clicar em “Explorar com o Gemini”, o usuário será levado ao painel lateral, onde pode visualizar um resumo mais extenso e seguir fazendo perguntas adicionais sobre a pasta. Essa interface é a mesma que já aparece em outras partes do Workspace — como Docs, Sheets e Slides — e funciona como uma central de consulta.

É possível, por exemplo, pedir explicações sobre o teor dos arquivos ou identificar o que mudou desde a última visualização. O painel também conta com botões de avaliação para que o usuário indique se o resumo foi útil, permitindo que o sistema ajuste futuros resultados.

Gif mostra o novo recurso de resumos de IA no Google Drive
Recurso atua como um atalho de organização nas pastas do Google Drive (gif: reprodução/Google)

Já está disponível?

Por enquanto, o recurso está disponível apenas em inglês. Usuários de organizações cujo administrador de TI escolheu a opção de Lançamento Rápido já começaram a receber a função. O restante terá o recurso distribuído de forma estendida a partir de terça-feira (09/12).

Para empresas, administradores do Workspace precisam habilitar a personalização padrão dos recursos inteligentes no console de administração. Para quem já usa essas funções, os resumos aparecem ativados por padrão — mas podem ser recolhidos manualmente. Também é possível desativar tudo em definitivo ao desligar os recursos inteligentes, ainda que isso limite outras funções do Gemini no Drive.

A novidade chega para assinantes do Google Workspace Business Standard e Plus, Enterprise Standard e Plus, além de usuários com Google One AI Premium e Google AI Pro para estudantes.

Com informações do Android Police

Google Drive agora usa IA para mostrar resumos das pastas

Google Drive (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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Black Friday: Galaxy Watch 8 tem 53% OFF em oferta imbatível


Prós
  • Tela Super AMOLED com brilho de 3.000 nits
  • Proteção IP68 e resistência militar MIL-STD-810H
  • Integração com Google Gemini
  • Sensores de saúde aprimorados com recomendações
  • Design mais fino e pulseira de fácil encaixe
Contras
  • Versão Bluetooth requer dependência do celular
PIX Cupom Somente no APP
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O Galaxy Watch 8 BT de 40 mm está em oferta por R$ 1.419 no Pix com o cupom APP200OFF no aplicativo da Amazon. O smartwatch da Samsung com tela Super AMOLED, GPS integrado e integração com Gemini, lançado por R$ 2.999, recebe um incrível desconto de 53% nesta promoção da Black Friday.

Galaxy Watch 8 traz tela AMOLED, GPS integrado e bateria de até 40 horas

O Galaxy Watch 8 BT adota um novo visual com tela Super AMOLED de 1,34 polegadas e vidro resistente com Cristal de Safira. O relógio tem uma caixa de 40 mm em Armor Alumínio com certificação IP68 de resistência à água, suportando mergulhos contínuos de até 3 metros em água doce.

O modelo traz o BioActive Sensor para monitoramento da saúde, registrando dados desde frequência cardíaca até temperatura corporal. Além disso, ele pode notificar o usuário ao detectar irregularidades cárdicas a qualquer momento do dia.

O usuário pode sincronizar os dados do Galaxy Watch 8 BT (R$ 1.419 no Pix com o cupom APP200OFF no app) com o Samsung Health. O aplicativo de saúde avalia a rotina da pessoa e pode oferecer dicas para desenvolver hábitos mais saudáveis.

Mão segurando smartwatch com tela desligada
Galaxy Watch 8 tem vidro de safira para proteger a tela (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O relógio da Samsung é um excelente companheiro de atividades físicas, monitorando práticas como caminhada, corrida, ciclismo e natação. Para quem costuma realizar trilhas, ele possui um GPS integrado para mapear trajetos e indicar rotas baixadas no dispositivo.

O smartwatch é equipado com o novo processador Exynos W1000, 2 GB de RAM e 32 GB de armazenamento. Rodando o sistema operacional Wear OS com Google Gemini integrado, ele ainda oferece recursos como Bluetooh 5.3, Wi-Fi e NFC para pagamentos sem contato.

A bateria do Galaxy Watch 8 BT tem uma autonomia de até 30 horas com o modo Always On Display. Caso o usuário escolha não manter a tela sempre ativa, o tempo de uso do relógio pode chegar até 40 horas.

A Black Friday já começou!

A Black Friday 2025 acontece nesta sexta-feira, dia 28 de novembro, com diversas lojas realizando ofertas e disponibilizando cupons especiais. Siga nossa cobertura da Black Friday 2025 e aproveite os melhores descontos.

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Black Friday: Galaxy Watch 8 tem 53% OFF em oferta imbatível

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Galaxy Watch 8 de 40 mm, tela AMOLED e GPS integrado sai por menos da metade do preço com cupom na Black Friday da Amazon

Galaxy Watch 8 tem vidro de safira para proteger a tela (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
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Black Friday: Galaxy Watch 8 LTE (40 mm) em oferta com 43% de desconto


Prós
  • Conexão LTE para chamadas, mensagens e dados móveis
  • Tela Super AMOLED com brilho de 3.000 nits
  • Proteção IP68 e resistência militar MIL-STD-810H
  • Integração com Google Gemini
  • Sensores de saúde aprimorados com recomendações
  • Design mais fino e pulseira de fácil encaixe
Contras
  • Estrutura em alumínio, e não em titânio
PIX
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O Galaxy Watch 8 LTE (40 mm) está disponível por R$ 1.889 no Pix na Black Friday da Amazon. O smartwatch da Samsung tem conexão celular própria, permitindo realizar chamadas ou usar dados móveis sem a presença de um smartphone. Atual lançamento da empresa sul-coreana, está com 43% de desconto sobre o preço de lançamento (R$ 3.299).

Galaxy Watch 8 tem sensores inteligentes e integração com Gemini

O Galaxy Watch 8 LTE é um smartwatch da Samsung que oferece um design mais fino em comparação com o modelo anterior (Galaxy Watch 7). O dispositivo tem 8,6 mm de espessura, formato quadrado, mas com cantos arredondados. O display possui tecnologia Super AMOLED e brilho máximo de 3.000 nits, ideal em ambientes mais claros.

Além disso, o relógio inteligente traz o sistema Wear OS 6 com One UI 8 Watch, oferecendo integração com o Gemini, a inteligência artificial do Google. Dessa forma, é possível executar tarefas mais complexas diretamente do smartwatch, como encontrar lugares e enviar mensagens para outras pessoas.

O Galaxy Watch 8 LTE também dispõe de sensores de pressão arterial, ECG, temperatura corporal, de oximetria e monitoramento de sono. Este último é capaz de entender o ciclo circadiano do usuário e fazer recomendações sobre o melhor horário para dormir.

Mão segurando smartwatch com tela desligada, visto de lado, mostrando os botões
Galaxy Watch 8 vem nas cores Grafite e Prata (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O smartwatch traz um processador Exynos W1000, 2 GB de memória RAM e 32 GB de armazenamento. Sua bateria também teve melhorias em relação ao Watch 7, tendo capacidade de 435 mAh e suporte a carregamento rápido sem fio de 10 W.

Além disso, o dispositivo da Samsung tem GPS de dupla frequência, certificação IP68 e padrão militar MIL-STD-810H como especificações de resistência. O modelo pode ser adquirido na Black Friday da Amazon por R$ 1.889 no Pix.

Acompanhe a Black Friday 2025 no Tecnoblog!

A Black Friday em 2025 será no dia 28 de novembro, última sexta-feira do mês. Enquanto isso, acompanhe a cobertura do Achados com as melhores ofertas da Black November.

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Black Friday: Galaxy Watch 8 LTE (40 mm) em oferta com 43% de desconto

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Smartwatch da Samsung está em oferta na Black Friday da Amazon. Dispositivo apresenta tela Super AMOLED, bateria de 435 mAh, integração com Gemini e novo design.

Galaxy Watch 8 vem nas cores Grafite e Prata (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
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Explore ao máximo a IA do Android com um smartphone premium

Razr 60 Ultra aberto, visto de frente, com destaque para a tela de 7 polegadas
Razr 60 Ultra tem tela dobrável e processador potente(foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

A inteligência artificial está revolucionando nossas vidas. O acesso à informação está mais fácil, perguntas complexas são respondidas em segundos, e tarefas que antes demandavam tempo e trabalho agora são resolvidas com pedidos simples.

O melhor de tudo é que você não precisa acessar nenhuma ferramenta extra para conseguir desbloquear o potencial da tecnologia. Basta ter um smartphone Android.

O sistema do Google conta com vários recursos de inteligência artificial, como o assistente Gemini, o gerador de imagens Nano Banana, a ferramenta Circule para Pesquisar e soluções de segurança.

Ao buscar um aparelho Android do segmento premium, você passa a contar com todas essas inovações no seu bolso, com ótimo desempenho e alta velocidade para realizar tarefas pessoais e profissionais.

Vamos ver um pouco mais sobre o que o Android é capaz de fazer.

Gemini é o assistente perfeito para eficiência e criatividade

O “coração” dos recursos de inteligência artificial do Android é o Gemini. O novo assistente pessoal do Google usa a tecnologia de diversas formas, sempre visando facilitar a vida do usuário e tornar mais rica a experiência com o smartphone.

Isso começa pelas perguntas e respostas. Seja em texto ou voz, você pode pedir informações ao Gemini de modo natural, como se estivesse conversando com uma pessoa, sem precisar decorar comandos especiais. O assistente apresenta o conteúdo de forma articulada e aprofundada, tornando a descoberta muito mais interessante.

O Gemini também funciona de modo dinâmico e contínuo. Com o Modo Live, o assistente fica disponível para conversas longas. Assim, dá para continuar o bate-papo. A resposta foi interessante e você ficou curioso? Faça uma pergunta adicional. Ainda tem alguma dúvida? Peça ao assistente uma nova explicação. E se a resposta for o que você está esperando, não precisa nem esperar terminar: é só falar e interromper.

Tela de celular mostrando o recurso Gemini Live, um aplicativo de IA que permite transmitir vídeos ao vivo para a inteligência artificial analisar. A imagem mostra uma mão com suéter verde apontando para prédios e táxis amarelos em uma cidade. Na parte inferior há ícones para câmera, compartilhamento de tela, pausa e encerramento da transmissão, com fundo escuro e iluminação azul e roxa.
Gemini Live pode entender o que está ao redor do usuário (imagem: divulgação)

O Modo Live também funciona com imagens ao vivo. Dá para usar a câmera, apontar e fazer perguntas – pense em aprender sobre as plantas do jardim, receber dicas de decoração para a sala do seu novo apartamento ou conhecer melhor pontos turísticos durante sua viagem de férias.

Outra opção é compartilhar a tela com a IA em tempo real. Se você precisa tirar dúvidas sobre um aplicativo ou uma imagem no seu celular, essa é uma ótima solução.

E ainda não acabou! O Gemini funciona como uma porta para explorar diversos aplicativos presentes no Android: ele pode resumir e-mails no Gmail para economizar tempo, criar playlists no YouTube Music com suas canções favoritas, adicionar eventos na Agenda a partir de mensagens, cartazes ou convites e acessar informações de relatórios, documentos, planilhas e apresentações salvos no Drive, entre outras possibilidades.

A inteligência artificial do Google também oferece possibilidades para explorar sua criatividade. Uma das ferramentas mais potentes para despertar o artista que existe em você é o gerador e editor de imagens Nano Banana.

Com ele, você pode enviar uma foto sua, outra de seu cachorro e pedir que combine as duas em uma quadra de basquete ou um jardim, por exemplo. Outra possibilidade é pedir para reimaginar seu retrato como o de um personagem de sitcom dos anos 90.

Também dá para redecorar cômodos, criar montagens e muito mais. Tudo funciona de modo bem acessível: basta descrever sua ideia na hora de fazer o pedido – o Gemini se encarrega do trabalho.

Circule para Pesquisar e Google Lens ajudam a encontrar informações

A inteligência artificial do Android vai além do Gemini. Ela está presente também no buscador mais famoso do mundo: o Google. E o recurso mais poderoso do sistema a fazer uso dessa tecnologia é o Circule para Pesquisar.

Quantas vezes você quis saber mais sobre um local ou um produto que estava em uma foto, um vídeo ou um site? É exatamente para isso que o Circule para Pesquisar existe. Basta ativar a ferramenta, por meio de um atalho na tela, e circular o item sobre o qual você quer saber mais.

Isso serve para descobrir a marca de um sapato (e até mesmo comprá-lo), a localização de um ponto turístico ou quem é aquele ator no filme que você está vendo, entre muitas outras possibilidades.

Circle to Search
Circule para Pesquisar ajuda a descobrir informações sobre o que está na sua tela (imagem: divulgação)

Com o mesmo atalho, você pode ativar o reconhecimento musical, que descobre qual é a música que está tocando no seu celular ou no ambiente onde você está. Isso é ótimo para quando você gostou de uma canção e quer saber mais sobre o artista, ou está com o nome do cantor na ponta da língua, mas não consegue lembrar quem é.

O Circule para Pesquisar também conta com os “poderes” do tradutor do Google: ative o recurso e circule o texto que deseja converter para o seu idioma. Também é possível traduzir a tela toda. Em dispositivos Android do segmento premium, dá até mesmo ativar uma tradução em tempo real, que é feita enquanto você navega, sem que seja necessário reativar o recurso a todo momento.

E se você quiser saber mais sobre alguma coisa que está na sua frente, no mundo real? Também dá! O Android conta com o Google Lens: abra a câmera do app e tire uma foto do objeto desejado. O buscador se encarregará de encontrar mais informações sobre aquele item. Você pode ainda fazer perguntas adicionais, direcionando o conteúdo a ser pesquisado.

Google Fotos tem editor completo com ferramentas inteligentes

Uma das melhores inovações da inteligência artificial é dar a aplicativos, smartphones e computadores a capacidade de entender melhor o que está nas imagens. Com isso, é possível fazer edições que antes eram complicadas e trabalhosas, disponíveis apenas para quem dominava técnicas e ferramentas específicas.

A Borracha Mágica do Google Fotos é um exemplo disso. Sabe quando você tira uma foto, mas o fundo dela está cheio de objetos atrapalhando o cenário? Ou até mesmo uma pessoa passou por ali bem na hora do seu clique? A ferramenta identifica automaticamente essas distrações e dá a opção de removê-las com apenas um toque, preenchendo o espaço de forma imperceptível, com resultados impecáveis.

GIF mostra foto de duas crianças. Ao fundo, há uma lixeira. O cursor circula o objeto, e ele desaparece.
Google Fotos remove objetos que estão atrapalhando a foto (imagem: divulgação)

Ajustar fotos é só o começo – a IA permite explorar a criatividade e conseguir fotos que eram impossíveis há alguns anos. O Editor Mágico permite mover objetos de imagens, conseguindo enquadramentos interessantes. Um pulo na piscina, uma jogada de basquete ou aquela manobra de skate ficam muito mais legais com alguns ajustes simples, arrastando e soltando elementos da foto.

Já o Me Adicione facilita na hora de juntar todo mundo: tire uma foto do grupo e, em seguida, peça a alguém para tirar uma foto sua no mesmo local. A IA faz a edição e coloca todas as pessoas na mesma imagem automaticamente, sem ter que ativar um timer e sair correndo.

O Google Fotos conta ainda com ferramentas para resolver pequenas imperfeições, como adicionar sorrisos, corrigir olhos fechados e remover óculos de sol – basta fazer um pedido em linguagem natural descrevendo o que você deseja.

IA atua na defesa contra ameaças

Muita gente pensa que a inteligência artificial só está presente em tarefas de pesquisa, edição e criação, mas a tecnologia vai além. No Android, ela é empregada também para garantir a segurança do usuário.

A IA foi treinada para identificar caso o aparelho seja tomado rapidamente da mão do usuário e levado para longe, como em um furto por bicicleta. Nessa ocasião, o sistema bloqueia a tela do smartphone, impedindo o acesso a arquivos, fotos, mensagens, aplicativos bancários e demais informações pessoais.

A tecnologia também entra em cena para proteger o usuário de ameaças virtuais. Assim, a IA bloqueia mensagens e ligações ao suspeitar que se trata de um golpe ou uma fraude, reduzindo a exposição a tentativas de crimes. Além disso, o Android conta com o Google Play Protect, que monitora os aplicativos instalados e detecta atividades nocivas ou maliciosas, que podem ser indícios de malware.

Android Premium é garantia de IA de alto desempenho

A melhor forma de explorar todas as possibilidades da inteligência artificial é com um smartphone Android do segmento premium. Assim, você leva para casa um aparelho com processador rápido para executar tarefas de IA em tempo recorde.

Uma mão segura um smartphone Galaxy S25 FE cinza e preto. O aparelho é exibido de perfil, mostrando o acabamento metálico e o módulo de câmera com três lentes circulares alinhadas verticalmente no canto superior. O flash está localizado ao lado das lentes. O fundo é desfocado, mostrando pessoas e um piso azul. No canto inferior direito, o logotipo "tecnoblog" está em branco.
Samsung Galaxy S25 FE tem câmera principal de 50 MP (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Além disso, esses smartphones contam com muita memória do tipo RAM, o que significa que as ferramentas conseguem lidar com grandes quantidades de informação de uma só vez e passar de um aplicativo para outro com facilidade.

Celulares dessa categoria também oferecem câmeras de alta qualidade, telas com alto brilho e resolução cristalina, recursos especiais e design sofisticado, garantindo que você terá um produto completo em mãos.

E o melhor lugar para comprar seu Android Premium é no Magalu. Lá, você encontra aparelhos de marcas como Samsung, Motorola e Oppo com ótimos preços, entrega rápida e parcelamento em até 21 vezes no cartão Magalu. Venha para a era da IA com o Google agora mesmo!

Explore ao máximo a IA do Android com um smartphone premium

(foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Gemini Live pode entender o que está ao redor do usuário (imagem: divulgação)

Circle to Search (imagem: divulgação / Samsung)

Samsung Galaxy S25 FE (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
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Google lança Nano Banana Pro com salto em geração de imagens por IA

Ilustração mostra o logo do Google ao centro, uma letra G gradiente em tons vermelho, amarelo, verde e azul, e um fundo amarelo com bananas. Na parte inferior direita, o logotipo do "tecnoblog" é visível.
Nano Banana Pro é o novo modelo de geração de imagens do Google (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Google lançou o Nano Banana Pro, novo modelo para geração e edição de imagens por IA baseado no Gemini 3 Pro.
  • Modelo está disponível gratuitamente no app Gemini e é capaz de misturar até 14 imagens e manter a consistência de até cinco rostos.
  • A empresa também anunciou melhorias nos metadados C2PA para facilitar a identificação de IA nas imagens.

O Google apresentou oficialmente o Nano Banana Pro, modelo de imagem baseado no Gemini 3 Pro, ampliando o que a empresa já havia mostrado com a primeira versão lançada em agosto. A nova geração promete mais precisão, edição localizada mais avançada e melhor capacidade de interpretar informações do mundo real.

O modelo poderá ser testado gratuitamente no aplicativo Gemini, basta selecionar a opção “Criar imagens” usando o modo “Pensamento”. A empresa afirma que o Nano Banana Pro foi desenvolvido para unir criatividade, consistência visual e maior controle técnico, mantendo ferramentas de segurança e verificação de origem.

O que o Nano Banana Pro é capaz de fazer?

Captura de tela mostra o app Gemini, com a opção de criação de imagem pelo Nano Banana Pro selecionada.
Nano Banana Pro está disponível no app Gemini (imagem: Bruno Andrade/Tecnoblog)

De acordo com o Google, o novo modelo pode gerar infográficos, diagramas, protótipos e visualizações de dados usando tanto informações fornecidas pelo usuário quanto dados em tempo real. Ele usa recursos do Gemini 3 Pro, anunciado na última terça-feira (18/11).

Em demonstrações, a empresa afirma que o sistema consegue “transformar suas visões em designs com qualidade de estúdio, com controle sem precedentes, renderização de texto impecável e conhecimento aprimorado do mundo real“.

Uma evolução importante é a capacidade de produzir texto legível direto na imagem, em diferentes idiomas, com mais variedade de fontes, texturas e caligrafias. Isso amplia o uso do modelo para pôsteres, convites, mockups e materiais visuais complexos.

O Nano Banana Pro também aumenta a capacidade de combinação de elementos: agora é possível misturar até 14 imagens e manter a consistência facial de até cinco pessoas na mesma composição. Recursos de edição incluem ajustes de ângulo, foco, cor, iluminação e efeitos como bokeh (que desfoca o fundo da imagem). O modelo também suporta resoluções de 2K e 4K em vários formatos.

Melhoria na identificação de IA

A empresa também anunciou melhorias no sistema de identificação de imagens geradas por IA. Criações geradas ou editadas pelo Nano Banana Pro trazem metadados no padrão C2PA, voltado à identificação de conteúdo sintético.

Além disso, o Google continua usando sua marca-d’água digital SynthID, que permite verificar se uma imagem foi criada pela IA da empresa — inclusive por meio de upload direto no app Gemini. A marca-d’água visível segue presente para usuários gratuitos e assinantes do plano Pro, mas é removida para quem usa o Google AI Ultra, voltado ao uso profissional.

O modelo está disponível globalmente no app Gemini, com cotas limitadas para usuários gratuitos. Assinantes dos planos Google AI Plus, Pro e Ultra têm limites de uso maiores. O Nano Banana Pro também será integrado ao Workspace (Slides e Vids), ao Flow, ao Google Ads e às APIs disponíveis para desenvolvedores.

Google lança Nano Banana Pro com salto em geração de imagens por IA

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Novo modelo incorpora recursos do recém-lançado Gemini 3 Pro para gerar e editar imagens. Novidade chega ao app Gemini de graça.

Nano Banana já ultrapassou 5 bilhões de imagens criadas (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Nano Banana Pro está disponível no app Gemini (imagem: Bruno Andrade/Tecnoblog)
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Gemini 3: Google começa a oferecer seu novo modelo de IA

Imagem com fundo em gradiente suave e desfocado, predominantemente branco e cinza claro, com toques de azul, verde e amarelo nas bordas. No centro, o texto em negrito na cor preta diz "Gemini 3", precedido pelo logotipo do Gemini, que é um losango em forma de estrela de quatro pontas na cor preta. No canto inferior direito, o texto secundário diz "tecnoblog".
Gemini 3 é a nova família de modelos de IA do Google (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Google anunciou hoje (18/11) o Gemini 3, nova família de modelos de IA da empresa.
  • O Gemini 3 Pro, primeiro dessa geração, começou a ser disponibilizado no app, na busca com Modo IA e nas ferramentas para desenvolvedores.
  • A empresa também introduziu o Deep Think, um novo modo de raciocínio que explora ideias simultaneamente.

O Google anuncia nesta terça-feira (18/11) o Gemini 3, sua nova geração de modelos de inteligência artificial. O primeiro da família é o Gemini 3 Pro. Ele começa a chegar hoje, de forma gradual, ao app e à busca com Modo IA. É a primeira vez que a empresa libera um novo modelo de IA na busca no mesmo dia de lançamento.

As informações foram compartilhadas em uma reunião online restrita a jornalistas de veículos selecionados. Eu participei da conversa representando o Tecnoblog.

As ferramentas de desenvolvedores do Google também recebem a integração com o Gemini 3 Pro, que chega primeiro aos EUA. Nas próximas semanas, o modelo será integrado aos resumos de IA (AI Overviews). Tanto no Modo IA quanto nos resumos, o novo modelo será acionado automaticamente sempre que oferecer a melhor resposta.

Segundo o diretor de tecnologia do Google DeepMind, Koray Kavukcuoglu, o novo modelo evita “enrolações” e foca em respostas “inteligentes, contextualizadas e diretas”, que “evitam clichês”. Ele afirma que o Gemini 3 é o modelo “mais poderoso” criado pela empresa até hoje, e diz que é um salto rumo à Inteligência Artificial Geral (AGI).

“É o melhor modelo do mundo para compreensão multimodal e é nosso modelo de codificação mais poderoso”

Koray Kavukcuoglu, CTO do Google DeepMind

Além disso, o Gemini 3 chega com a premissa de ser o “mais seguro até agora”. De acordo com Kavukcuoglu, ele tem melhor proteção contra uso indevido em ataques cibernéticos.

Ao todo, o Google contabiliza mais de 650 milhões de usuários ativos no app Gemini mensalmente. Somando às ferramentas de busca, são cerca de 2 bilhões de usuários mensais.

Google Deep Think 

Imagem mostra uma captura de tela com opções de recursos da IA do Google. A opção "Deep Think" está selecionada.
Deep Think gera hipóteses e usa o próprio modelo para chegar à conclusão (imagem: reprodução)

O Google também anunciou o Deep Think, novo modo de raciocínio do Gemini 3. O recurso é diferente do Deep Research: “LLMs normalmente raciocinam gerando tokens sequencialmente”, explica a diretora sênior e líder de produto dos modelos Gemini, Tulsee Doshi. “O Deep Think cria uma estrutura paralela que explora várias ideias simultaneamente”.

Doshi garante que o Gemini 3 consegue resolver problemas científicos e matemáticos com um “grau muito alto de confiabilidade”, graças a essa nova capacidade de simular raciocínio. Por enquanto, o Deep Think passa por testes de segurança. Nas próximas semanas, chegará aos assinantes do plano AI Ultra. 

De graça?

Imagem mostra um ranking de benchmark do LMArena, com o Gemini 3 Pro liderando
Gemini 3 Pro supera o modelo anterior no benchmark LMArena (imagem: divulgação)

O Gemini 3 Pro está sendo integrado às soluções do Google e chega de graça no aplicativo Gemini. No Modo IA da busca, a nova versão estará disponível para os assinantes dos planos AI Pro e AI Ultra.

Quem assina qualquer um dos planos — AI Plus, AI Pro ou AI Ultra — continua com limites maiores de uso do serviço. No Brasil, esses planos custam entre R$ 24,99 e R$ 1.209,90 por mês

Josh Woodward, do Google Labs, confirmou que estudantes universitários nos EUA serão elegíveis ao ano grátis do Google AI Pro, que já inclui o Gemini 3 Pro com esses limites maiores. No bate-papo, ele não informou se a oferta será estendida a estudantes brasileiros, mas a empresa costuma liberar o benefício por aqui. Atualmente, o Google concede apenas um mês de teste grátis para novos estudantes no Brasil.

Gemini 3: Google começa a oferecer seu novo modelo de IA

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Nova geração da IA do Google deve responder de forma mais objetiva e estreia novo modo de raciocínio, o Deep Think. Gemini 3 Pro passa a ser disponibilizado hoje.

Google Gemini 3 (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Google Deep Think (imagem: divulgação)

Gemini 3 Pro supera o modelo anterior no benchmark LMArena (imagem: divulgação)
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Google lança recursos de IA que ajudam a fazer compras online

Ilustração de compras online auxiliadas por IA
Google lança recursos de IA que ajudam a fazer compras online (imagem: reprodução/Google)
Resumo
  • Novidade faz Modo IA passar a entender descrições de produtos para facilitar compras pelo usuário;

  • Gemini também foi atualizado para sugerir produtos, checar disponibilidade em lojas e automatizar compras;

  • Recursos começam a ser liberados nos Estado Unidos; ainda não há previsão para o Brasil.

O Google lançou funcionalidades de inteligência artificial que prometem te ajudar a fazer compras online de modo menos trabalhoso. Os novos recursos podem evitar que você fique rolando a tela na busca por um produto ou perca a oportunidade de comprar um item por um bom preço, só para dar alguns exemplos.

Uma das funcionalidades envolve o Modo IA, introduzido originalmente para gerar respostas mais “conversativas” para pesquisas que o usuário realiza no buscador (é como ter o Gemini dentro da própria busca do Google). Com a atualização, o usuário poderá descrever para o Modo IA o produto que está buscando, como se estivesse conversando com um amigo, explica o Google.

Por exemplo, você pode digitar algo como “quero comprar um sabonete facial para pele oleosa”. O Modo IA será capaz então de exibir comparativos, descrições e imagens de opções de sabonetes, bem como preços e links de lojas que comercializam esses itens.

O Google explica que o novo recurso é possível porque o Modo IA é complementado com o Shopping Graph, uma base de dados com mais de 50 bilhões de anúncios de produtos, dos quais 2 bilhões são atualizados a cada hora. Com isso, o usuário terá acesso a informações atualizadas sobre os itens.

Compra online auxiliada via Google
Compra online auxiliada via Modo IA Google (imagem: reprodução/Google)

Quais outros recursos de IA para compras o Google anunciou?

Entre as demais novidades anunciadas pelo Google para compras estão:

  • Compras via Gemini: o usuário também poderá usar o aplicativo do Gemini para buscar dicas de produtos, realizar comparativos entre eles, pesquisar preços e, se for o caso, realizar compras por ali mesmo;
  • Peça para o Gemini ligar para as lojas: direcionada a quem não quer ou não pode esperar o recebimento de uma compra online, essa opção permite que o usuário descreva um produto ao Gemini que, por sua vez, ligará para lojas próximas para checar a disponibilidade do item; com isso, o usuário não precisará visitar vários estabelecimentos para encontrar o que precisa;
  • Compra automatizada com determinado preço: outra funcionalidade permite que o usuário use o recurso de rastreamento de preços do Google para identificar quando um item alcança determinado valor e, assim, fazer a compra imediatamente via Google Pay.
Compras automatizadas via Google
Compras automatizadas via Google (imagem: reprodução/Google)

Disponibilidade dos recursos de IA para compras

As compras via Modo IA e Gemini já começaram a ser liberadas para usuários do Google nos Estados Unidos. O mesmo vale para o recurso de ligações para lojas via Gemini, embora essa opção só funcione inicialmente para algumas categorias de produtos, como brinquedos, saúde/beleza e eletrônicos.

Por fim, as compras automatizadas também começaram a ser liberadas na busca e no Modo IA, novamente para os Estados Unidos, mas envolvem um número pequeno de lojas nesta fase inicial, como Wayfair e Chewy.

O Google não revelou quando e se pretende liberar esses recursos para o Brasil e outros países.

Google lança recursos de IA que ajudam a fazer compras online

Google lança recursos de IA que ajudam a fazer compras online (imagem: reprodução/Google)

Compra online auxiliada via Google (imagem: reprodução/Google)
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Google Gemini agora pode acessar seu Gmail, Drive e Chat nas pesquisas

Marca do Gemini em cores claras, num fundo azul. Na parte superior direita, o logotipo do "tecnoblog"é visível.
Assistente de pesquisa do Gemini agora pode usar Gmail e Drive como fontes (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O Deep Research do Gemini agora acessa Gmail, Google Drive, Google Docs e Google Chat para gerar relatórios de pesquisa.
  • A ferramenta combina dados pessoais com resultados da web para gerar análises mais completas.
  • Por enquanto, o recurso está disponível para PCs, mas deve ser liberado para smartphones e tablets em breve.

A ferramenta Deep Research do Gemini, voltada para geração de relatórios detalhados de pesquisas, agora pode acessar dados do Gmail, Google Chat e Google Drive (incluindo Docs, Planilhas, Slides e PDFs), além de resultados da web. O recurso, por enquanto, está disponível apenas para a versão desktop.

A atualização permite combinar dados pessoais com resultados da web para gerar análises mais completas e contextualizadas. Segundo o comunicado do Google, o recurso deve ser liberado para smartphones e tablets nos próximos dias.

Como funciona na prática?

Ao selecionar a opção de “Deep Research” no menu de ferramentas do Gemini, o usuário define quais fontes usar, incluindo as buscas na internet, e-mails, arquivos do Drive ou conversas do Chat. É possível selecionar quantas fontes quiser.

A IA então processa esses documentos internos e cruza essas informações com dados coletados em uma pesquisa ampla na internet. O resultado é um relatório detalhado que pode ser exportado para o Google Docs ou convertido em um podcast gerado por IA.

Captura de tela da interface do Google Gemini. No topo, lê-se "Olá,". No campo de busca, estão ativas as palavras-chave "Deep Research" e a versão "2.5 Flash". Abaixo do campo, há dois botões: "Fontes" (selecionado) e "Arquivos". Um menu suspenso aberto no lado esquerdo mostra as opções de fonte de pesquisa, com "Google Pesquisa" marcado, e as demais opções desmarcadas: "Gmail", "Drive" e "Chat". O logo do "Tecnoblog" está no canto inferior direito.
Recurso permite combinar fontes de pesquisa (imagem: Bruno Andrade/Tecnoblog)

Foco em produtividade corporativa

A novidade mira especialmente profissionais que dependem de visão geral sobre dados e informações complexas. O Google cita casos práticos como exemplos:

“Agora você pode iniciar uma análise de mercado para um novo produto ao permitir que o Deep Research analise os documentos iniciais de brainstorming da sua equipe, as conversas por e-mail relacionadas e os planos de projeto. Ou você pode criar um relatório sobre um produto concorrente que cruza dados públicos da web com suas estratégias, planilhas de comparação e conversas da equipe.”

O Google tem expandido cada vez mais em seus serviços a presença e as funcionalidades da IA Gemini. Recentemente, a companhia anunciou o uso do modelo como copiloto no Google Maps, permitindo que motoristas relatem incidentes ou agendem compromissos por comando de voz.

Além disso, o Google tem feito testes internos para incluir o Nano Banana e o Deep Search diretamente na interface inicial do Chrome.

Google Gemini agora pode acessar seu Gmail, Drive e Chat nas pesquisas

Gemini substituiu Google Assistente em smartphones (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

(imagem: Bruno Andrade/Tecnoblog)
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Motorola lança linha Moto G57 com dois aparelhos

Foto de estúdio em ângulo diagonal, exibindo quatro smartphones idênticos, deitados e alinhados, em cores diferentes. Todos têm a traseira com acabamento texturizado e o logo da Motorola ao centro. Da esquerda para a direita, as cores são: azul-petróleo, rosa-choque, verde-água e azul-marinho
Novos celulares intermediários da Motorola têm foco em resistência (imagem: divulgação/Motorola)
Resumo
  • Motorola apresentou os novos Moto G57 e o Moto G57 Power, com telas de 6,72 polegadas e chip Snapdragon 6s Gen 4.
  • O Moto G57 Power tem bateria de 7.000 mAh e carregamento TurboPower de 30 W, enquanto o G57 tem 5.200 mAh.
  • No mercado internacional, o G57 Power chega por 279 euros, enquanto o G57 custará 249 euros.
  • Por enquanto, não há previsão de lançamento ou preços para o Brasil.

A Motorola anunciou oficialmente dois novos celulares para a sua linha intermediária: o Moto G57 e o Moto G57 Power. Os smartphones chegam com Android 16, Google Gemini e recursos de inteligência artificial para processamento da imagem.

Os dois aparelhos compartilham a maioria das especificações técnicas, com diferença na capacidade da bateria: 5.200 mAh no G57 e 7.000 mAh no G57 Power.

A principal novidade em hardware é a estreia do SoC Snapdragon 6s Gen 4, que oferece conectividade 5G e promete maior eficiência energética. Em termos de memória, os dispositivos podem alcançar até 24 GB de RAM (via RAM Boost) e opções de armazenamento interno de 128 GB ou 256 GB com tecnologia UFS 2.2.

Mais resistência e novas telas

A resistência física é um dos focos da nova geração. A dupla recebeu a certificação MIL-STD-810H, padrão militar que atesta a aprovação em testes de temperaturas extremas, mudanças de pressão e impactos. Além disso, contam com a classificação IP64 contra poeira e respingos d’água.

A tela, por sua vez, é protegida por Gorilla Glass 7i, que promete proteção três vezes superior em quedas, e o acabamento externo utiliza material com toque suave inspirado em couro.

Os smartphones têm telas FHD+ de 6,72 polegadas e taxa de atualização de 120 Hz. O display inclui o Modo de Alto Brilho, que atinge até 1.050 nits para visualização externa, e a tecnologia Water Touch, que mantém a responsividade da tela mesmo quando molhada. O áudio possui suporte a Dolby Atmos, Hi-Res Audio e alto-falantes estéreo.

Imagem de estúdio com fundo neutro e cinza. Um smartphone turquesa (verde-água) da Motorola flutua na diagonal, mostrando sua traseira com o logo da marca e o módulo de câmera tripla. Abaixo dele, em primeiro plano, a tela frontal do mesmo modelo está ligada, exibindo uma foto vibrante de três pessoas jovens e sorridentes, vistas de baixo para cima.
Modelos possuem recursos de inteligência artificial (imagem: divulgação/Motorola)

Qual a diferença entre os modelos?

A principal distinção entre as duas versões está na capacidade e tecnologia das baterias. O Moto G57 Power é equipado com uma bateria de 7.000 mAh, que utiliza uma composição de silício-carbono de alta densidade.

Segundo a fabricante, essa capacidade pode oferecer mais de dois dias de uso. O modelo suporta carregamento TurboPower de 30 W e conta com um sistema de otimização que visa manter mais de 80% da saúde da bateria após 1.000 ciclos de carga.

Foto de um smartphone Motorola de cor turquesa com a traseira texturizada e um módulo de câmera triplo. O aparelho está apoiado sobre o seu lado, exibindo sua tela frontal ligada, que mostra um papel de parede abstrato e a hora "11:35".
Moto G57 Power tem câmera principal de 50 MP (imagem: divulgação/Motorola)

Já o Moto G57 padrão possui uma bateria de 5.200 mAh. A estimativa de duração para este modelo é de até 47 horas com uma única carga, dependendo das condições de uso.

O sistema de câmeras dos dois smartphones possui um sensor principal de 50 MP Sony LYTIA 600, com tecnologia Quad Pixel para capturar mais luz em ambientes escuros. O conjunto inclui ainda uma câmera ultra-angular de 8 MP e uma câmera frontal também de 8 MP.

A Motorola integrou a tecnologia Moto AI, sua inteligência artificial, no processamento de imagens, aplicando ajustes automáticos de cor, brilho e textura, além de ferramentas de edição baseadas na IA do Google Fotos.

Preço e disponibilidade

O Moto G57 Power foi lançado inicialmente na Europa com preço sugerido de 279 euros (R$ 1.720, em conversão direta). Já o Moto G57 chega primeiro ao mercado do Oriente Médio, com valor sugerido de 249 euros (R$ 1.536).

A Motorola não informou, até o momento, a data oficial de chegada dos aparelhos ao Brasil, nem os preços para o mercado nacional.

A fabricante também apresentou globalmente o novo Motorola Edge 70, dispositivo premium ultrafino com apenas 5,99 milímetros de espessura.

Motorola lança linha Moto G57 com dois aparelhos

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Apple deve pagar US$ 1 bilhão por ano para usar IA do Google na Siri

ilustração sobre a assistente virtual Siri
Siri é a assistente virtual disponível em dispositivos da Apple (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Apple deve fechar um contrato de US$ 1 bilhão por ano com o Google para usar o Gemini no desenvolvimento da nova Siri.

  • Segundo a Bloomberg, o modelo do Google substituirá temporariamente os sistemas internos da Apple.

  • A parceria deve ser discreta e seguir até que a Apple desenvolva modelos de IA que suportem as tarefas.

A Apple deve fechar um contrato bilionário com o Google para utilizar o modelo de inteligência artificial Gemini no desenvolvimento da nova Siri. Segundo Mark Gurman, da Bloomberg, o acordo prevê o pagamento de US$ 1 bilhão por ano ao Google e também inclui o uso do sistema da Alphabet como base para aprimorar a Siri, cuja reformulação é prevista para 2026.

A decisão representa uma mudança estratégica para a empresa de Cupertino, que vem tentando acelerar sua presença no setor de IA generativa. À Bloomberg, fontes próximas ao assunto afirmam que o modelo Gemini usado terá 1,2 trilhão de parâmetros e substituirá temporariamente os modelos internos da Apple.

O sistema deve oferecer uma capacidade muito maior de processar informações e entender o contexto das solicitações dos usuários.

Por que a Apple decidiu recorrer ao Google?

Após testar modelos de outras empresas, incluindo o ChatGPT da OpenAI e o Claude da Anthropic, a Apple teria optado pelo Gemini por seu desempenho superior em tarefas complexas. A intenção, segundo a Bloomberg, é usar a tecnologia do Google como uma solução provisória enquanto a empresa trabalha em seu próprio modelo.

Internamente, o projeto é conhecido como “Glenwood”, e é liderado por Mike Rockwell, criador do headset Vision Pro, e Craig Federighi, chefe de engenharia de software. O novo assistente de voz — com codinome “Linwood” — é planejado para o iOS 26.4.

O acordo prevê que o Gemini seja responsável por funções de resumo e planejamento, que permitem à Siri sintetizar informações e executar tarefas mais complexas. Outros recursos continuarão a operar com modelos desenvolvidos pela própria Apple.

A infraestrutura deve ser executada nos servidores Private Cloud Compute da companhia, mantendo os dados dos usuários isolados da rede do Google.

Parceria silenciosa

Um iPhone sendo segurado por uma mão exibe a tela de configurações da Apple Intelligence e Siri, com um design escuro. O texto informa que se trata de um sistema de inteligência pessoal integrado ao iPhone e à Siri, ainda em fase beta. O botão de ativação está ligado. A interface está em português, e no canto superior direito, há ícones de Wi-Fi e bateria indicando 70% de carga. O fundo da imagem tem uma superfície de madeira desfocada.
Apple Intelligence chegou aos dispositivos brasileiros em março (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Apesar da dimensão do acordo, a Apple não deve divulgar amplamente a colaboração. Segundo Gurman, a ideia é tratar o Google apenas como um fornecedor de tecnologia nos bastidores, diferentemente do acordo que tornou o buscador padrão do Safari.

Para o Google, o contrato reforça a influência do Gemini 2.5 Pro, atualmente um dos modelos mais bem avaliados do mercado. Já para a Apple, representa uma tentativa de recuperar o terreno perdido na corrida da IA.

A promessa é desenvolver, nos próximos anos, um modelo próprio de 1 trilhão de parâmetros, capaz de competir com o sistema do Google. O atraso nas funções de IA da Siri, porém, já obrigou a empresa a rever a campanha do iPhone 16.

Apple deve pagar US$ 1 bilhão por ano para usar IA do Google na Siri

Saiba como funciona a Siri, assistente virtual disponível em dispositivos da Apple (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Apple Intelligence chega ao Brasil (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
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Google Maps usará Gemini como copiloto na navegação

Google Maps
IA deve chegar nas próximas semanas (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O Google Maps terá integração com o Gemini, permitindo pedidos para procurar locais, reportar incidentes e marcar compromissos.
  • A ferramenta permitirá encontrar carregadores de veículos elétricos, compartilhar horários de chegada e adicionar paradas, tudo por comandos de voz.
  • A integração será liberada gradualmente no Android e iOS, com uma versão para Android Auto em desenvolvimento.

O Google anunciou nesta quarta-feira (05/11) uma nova integração entre o Maps e o Gemini. O assistente com inteligência artificial passará a funcionar como uma espécie de copiloto, entendendo diversos pedidos do motorista e executando tarefas sem sair do aplicativo de navegação.

“É como ter um amigo experiente no banco do passageiro, que pode te ajudar com segurança a chegar ao seu destino”, explica a empresa.

O Google promete que, com o novo recurso, vai ficar mais fácil “encontrar lugares que estão perto do seu caminho, conferir se há carregadores de veículos elétricos disponíveis ou, no Android, compartilhar seu horário estimado de chegada com os amigos”, tudo isso apenas com comandos de voz, feitos em linguagem natural.

A integração com o Gemini será liberada gradualmente ao longo das próximas semanas no Android e no iOS, em todas as regiões onde o Gemini está disponível — o Brasil, portanto, deve receber a ferramenta. De acordo com o anúncio, uma versão para o Android Auto está a caminho.

Como funciona a integração entre Maps e Gemini?

Além dos exemplos já mencionados, o Google exibe mais alguns casos do que pode ser feito usando o aplicativo e o assistente em conjunto.

A empresa promete que o Gemini será capaz de entender tarefas compostas por várias etapas, como: “Tem algum restaurante barato com opções vegetarianas no caminho, desviando uns dois quilômetros? E dá para estacionar?”. A IA compreende o que você quer e fornece uma resposta. Para adicionar a parada, basta dizer algo como “Ok, vamos lá”.

O motorista poderá reportar incidentes de trânsito a partir de falas naturais, como “Estou vendo um acidente”, “Parece que encheu de água ali na frente” ou “Olha só, está tudo parado”. Esse é um recurso já anunciado para o Waze.

A integração também pode envolver outros serviços do Google, como a Agenda e a Busca, para adicionar compromissos, consultar placares esportivos e saber as últimas notícias.

Mais recursos a caminho

Além da integração com o Gemini, que deve estar disponível para boa parte do mundo, o Google também anunciou ferramentas de IA que serão oferecidas inicialmente apenas para os Estados Unidos:

  • Instruções de direção considerando estabelecimentos como postos de combustível, restaurantes e prédios, como “vire a direita depois do restaurante tailandês”, por exemplo.
  • Alertas de trânsito proativos, mesmo quando o usuário não está dirigindo.
  • Opção para ativar o Lens diretamente do Maps.

Google Maps usará Gemini como copiloto na navegação

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Motorista poderá conversar com inteligência artificial para procurar locais, reportar incidentes e marcar compromissos na agenda

Google Maps (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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NotebookLM agora tem contexto 8x maior e respostas mais precisas

Resumo
  • O NotebookLM agora possui uma janela de contexto de 1 milhão de tokens, aumentando a capacidade de processar documentos extensos e melhorando a coesão em interações múltiplas.
  • Usuários podem personalizar o modelo para funções específicas, como orientador acadêmico ou estrategista de marketing, ajustando o comportamento em “Personalizado”.
  • O histórico de conversas é salvo automaticamente, permitindo retomar discussões a qualquer momento, com privacidade mantida em notebooks compartilhados.
NotebookLM Google
NotebookLM melhora precisão e aumenta contexto com novas atualizações (Imagem: Google/Divulgação)

O Google anunciou atualizações significativas no NotebookLM, com aumento de 8 vezes na janela de contexto (agora 1 milhão de tokens) e memória de conversas seis vezes maior. As melhorias para a plataforma de IA, baseadas no modelo Gemini, já estão disponíveis para todos os usuários.

Antes a janela de contexto era limitada a 125 mil tokens, enquanto o novo limite permite processar documentos extensos, como livros inteiros ou transcrições de reuniões longas em uma única conversa. A memória ampliada também permite maior coesão mesmo depois de múltiplas interações.

Novo sistema de objetivos personaliza respostas

Outra melhoria do NotebookLM é que qualquer usuário pode configurar o modelo para assumir papéis específicos, como orientador acadêmico, estrategista de marketing ou mestre de jogo. Basta clicar no ícone de configuração no chat e definir o comportamento desejado em “Personalizado”.

Configuração de Chat do NotebookLM, onde o usuário define a meta conversacional, estilo ou papel personalizado para adaptar o assistente de IA às necessidades específicas do projeto
Usuário define estilo para adaptar assistente de IA aos objetivos da conversa (imagem: Diego Amorim/Tecnoblog)

Exemplos incluem “Rigorosamente desafie minhas suposições”, “Forneça um plano de ação imediato” ou “Analise o material de três perspectivas distintas: acadêmico, criativo e crítico”. A personalização se adapta a necessidades variadas e ajuda a entregar uma resposta que atenda seu objetivo específico com o material que você carregou para o modelo.

Melhorias técnicas e desempenho

NotebookLM transforma uma consulta inicial em múltiplos ângulos de pesquisa (Retrieval & Ranking) para sintetizar uma resposta fundamentada e complexa (Imagem: Google/Divulgação)

O NotebookLM agora explora documentos de diferentes ângulos, sintetizando informações em respostas mais precisas. Isso é especialmente útil para notebooks com grandes volumes de fontes com dados, como relatórios financeiros ou pesquisas acadêmicas, em que a análise contextual com mais nuance ajuda a entregar respostas mais confiáveis.

As atualizações levaram a uma alta de 50% na qualidade percebida pelos usuários, segundo o Google.

Histórico de conversas fica salvo

Talvez uma das novidades mais importantes seja o histórico de conversas, que ficará salvo automaticamente, de modo que o usuário retome as discussões a qualquer momento. Até então, cada sessão era temporária, exigindo que os usuários repetissem o contexto ou que salvem respostas específicas como notas.

Este recurso será disponibilizado gradualmente nas próximas semanas. Em notebooks compartilhados, o chat permanece privado, visível apenas para quem o criou.

NotebookLM agora tem contexto 8x maior e respostas mais precisas

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Google quer colocar o Nano Banana direto no Chrome

Ilustração mostra o logo do Google ao centro, uma letra G gradiente em tons vermelho, amarelo, verde e azul, e um fundo amarelo com bananas. Na parte inferior direita, o logotipo do "tecnoblog" é visível.
Google está testando o Nano Banana nativamente Chrome (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo

O Google está testando uma integração do popular modelo Nano Banana de geração de imagens diretamente no navegador Chrome. Além disso, o aplicativo também pode ganhar Deep Search, para buscar aprofundadas, o que o tornaria mais prático para o acesso a ferramentas de IA já bastante utilizadas.

As novas funcionalidades aparecem como pequenos botões na página inicial, logo abaixo da barra de pesquisa padrão, permitindo que os usuários supostamente realizem as tarefas sem sair do navegador. Essas novidades foram avistadas inicialmente na versão Canary do Chrome, utilizada para testes.

Captura de Tela do Google Chrome Canary com os botões experimentais de Nano Banana e Deep Search na página inicial
Versão Canary do Google Chrome com botões de Nano Banana e Deep Search na página inicial do navegador (Imagem: Venkat/Windows Report)

Como o Nano Banana funciona no Chrome?

Quando você clica no botão do Nano Banana, a caixa de busca passa a exibir “Crie uma imagem de…” onde antes tinha um “Pesquise no Google ou digite uma URL”.

Os usuários podem descrever a imagem e aguardar que a inteligência artificial do Google produza a ilustração. A funcionalidade continua em fase experimental, o que significa que não sabemos detalhes sobre a eventual integração com outros serviços ou onde as imagens serão salvas.

Captura de Tela do Google Chrome Canary com o botão de Nano Banana em testes
Versão Canary do Google Chrome com interface experimental do Nano Banana (Imagem: Venkat/Windows Report)

Deep Search também tem um botão dedicado

Já o recurso Deep Search permite pesquisas aprofundadas em questões complexas. Antes, os usuários precisavam acessar o Modo IA de pesquisa para usá-lo. Essa funcionalidade usa o Gemini para fazer uma varredura em diversas fontes e compila tudo num único relatório.

Captura de Tela do Google Chrome Canary com o botão de Deep Search em testes
Versão Canary do Google Chrome com interface experimental do Deep Search (Imagem: Venkat/Windows Report) (Imagem: Venkat/Windows Report)

Como usar o Nano Banana?

O Nano Banana ainda não está disponível diretamente no Chrome, mas você ainda pode acessá-lo pelo chatbot do Gemini no computador ou celular.

Para criar uma imagem do zero, basta selecionar a ferramenta de imagem e digitar uma descrição detalhada na caixa de texto, como “um gato deitado à frente de uma lareira”.

Chatbot do Gemini em modo claro usando a geração de imagem com Nano Banana para gerar uma imagem de um gato na frente de uma lareira
Captura de tela do Nano Banana no Google Gemini (Imagem: Diego Amorim/Tecnoblog)

Caso queira editar uma foto existente, clique no ícone de câmera, envie a imagem e descreva as alterações, como “mude a cor da camisa” ou “adicione um fundo de praia”.

O Nano Banana é impressionante por manter a consistência dos elementos originais mesmo com múltiplas edições consecutivas, permitindo ajustes contínuos.

Google quer colocar o Nano Banana direto no Chrome

Nano Banana já ultrapassou 5 bilhões de imagens criadas (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

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Vibe coding chega ao Google AI Studio; veja como criar apps com IA

Interface do Google AI Studio com o título "Build your ideas with Gemini" (Construa suas ideias com Gemini) e a seção "Supercharge your apps with AI" abaixo. A parte superior central exibe um prompt box com algumas sugestões pré-preenchidas de projetos, como 'Generate images with a prompt', 'AI powered chatbot' e 'Create a trivia game featuring an AI host', usando o Modelo: Gemini 2.5 Pro. A seção de casos de uso na parte inferior corresponde à primeira imagem.
AI Studio recebe plataforma de vibe coding (imagem: divulgação/Google)
Resumo
  • Google AI Studio introduziu o vibe coding, que permite a criação de apps com IA usando o Gemini para integrar APIs de vídeo e imagem automaticamente.
  • A plataforma permite a descrição de apps multimodais e cria com base em prompts de texto, sem necessidade de conhecimento em programação.
  • O AI Studio oferece uma cota gratuita, com a opção de adicionar uma chave de API para uso contínuo após o esgotamento do limite.

O Google adicionou uma nova experiência de vibe coding no AI Studio, plataforma da empresa com modelos de IA ainda em desenvolvimento, mas disponíveis para testes pelo público. O objetivo, como de costume, é permitir que qualquer pessoa (mesmo sem conhecimento em programação) possa criar um app funcional de IA, usando prompts de texto.

A ferramenta usa os modelos Gemini mais recentes para fazer o trabalho pesado. O usuário descreve o app que deseja, assim como pediria o desenvolvimento de uma imagem, e a IA conecta automaticamente os modelos e APIs necessários para que ele funcione.

A nova plataforma de vibe coding se junta à Opal — que chegou ao Brasil neste mês — no portfólio da gigante de buscas. No AI Studio, voltado para desenvolvedores, a ideia é que aplicações integrem APIs da companhia e até mesmo protótipos do Gemini antes de uma aplicação em larga escala.

Como funciona?

Segundo o Google, o usuário pode descrever o aplicativo multimodal que deseja. Por exemplo, ao pedir um app que “gere vídeos a partir de um roteiro” ou “crie uma ferramenta de edição de fotos”, o AI Studio entende o comando e conecta automaticamente os modelos necessários, como o Veo ou o Nano Banana, respectivamente.

Entretanto, essa definição também pode ser manual. Abaixo da caixa de texto, a plataforma disponibiliza todos os modelos e APIs para que o próprio usuário possa selecionar.

Captura de tela da seção "Supercharge your apps with AI" (Potencialize seus aplicativos com IA) no Google AI Studio. A tela exibe uma grade de doze cartões (cards), cada um descrevendo um caso de uso ou recurso de API com IA, como: 'Create conversational voice apps' (Criar apps de voz conversacionais), 'Animate images with Veo' (Animar imagens com Veo), 'Use Google Search data' (Usar dados de pesquisa do Google), 'Generate images with a prompt' (Gerar imagens com um prompt) e 'AI powered chatbot' (Chatbot com IA).
Usuários podem definir modelos e APIs do Google para integrar aos apps (imagem: Felipe Faustino/Tecnoblog)

Para auxiliar, a plataforma também reformulou a galeria de apps, transformando-a em uma biblioteca visual de projetos. Os usuários podem explorar ideias, aprender com o código inicial e remixar os apps para as próprias criações.

Além da criação inicial, o vibe coding traz um novo Modo de Anotação. Com ele, o usuário pode alterar o app de forma visual, sem precisar editar o código-fonte diretamente. Basta destacar um elemento na interface (como um botão ou um card) e instruir o Gemini com comandos como “Mude a cor deste botão para azul”.

Animação (GIF) demonstrando um recurso de edição e anotação dentro do Google AI Studio ou de uma ferramenta de desenvolvimento. No lado esquerdo, são exibidas sugestões de modificação ou adição de recursos a um aplicativo, como 'Add decade selection' e 'Improve loading states'. Um cursor de mouse clica em um ícone que se assemelha a um pincel ou caneta na barra inferior, sugerindo uma funcionalidade de anotação visual ou edição de imagem dentro da plataforma.
Sistema possui modo para alterar interface facilmente (imagem: divulgação/Google)

Limite de uso gratuito

O acesso ao AI Studio opera com uma cota de uso gratuito. O Google informa que, caso o usuário esgote o limite, ele pode adicionar a própria chave de API (associada a um projeto pago do Google Cloud) para “continuar o vibe coding sem interrupção”.

Segundo a empresa, o objetivo é “reduzir a barreira entre uma grande ideia e um app funcional com o Gemini, para que qualquer um possa construir com IA”. A ideia é ousada no momento: até mesmo o responsável por cunhar o termo “vibe coding”, o ex-OpenAI Andrej Karpathy, revelou que o método ainda é limitado quando se trata de projetos maiores.

Vibe coding chega ao Google AI Studio; veja como criar apps com IA

(imagem: Felipe Faustino/Tecnoblog)
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Google Gemini agora te ajuda a criar slides para apresentações

Marca do Gemini em cores claras, num fundo azul. Na parte superior direita, o logotipo do "tecnoblog"é visível.
IA Gemini está cada vez mais integrada às ferramentas do Google (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Google Gemini agora gera apresentações a partir de texto ou arquivos no Canvas, espaço interativo do chatbot.
  • O sistema cria slides completos que podem ser exportados para o Google Slides.
  • A novidade está sendo liberada para assinantes do Gemini Pro e usuários gratuitos.

O Google anunciou uma nova função para simplificar a criação de apresentações. O Canvas, espaço interativo integrado ao Gemini, agora consegue gerar slides completos a partir de um simples comando de texto ou de arquivos enviados pelo usuário, como relatórios, planilhas e artigos.

Na prática, basta escrever algo como “crie uma apresentação sobre [tema]” ou carregar um documento que sirva de base. O Gemini, então, organiza o conteúdo em um conjunto de slides com tema visual, imagens e estrutura prontos para uso.

Todo o material pode ser exportado diretamente para o Google Slides. O recurso está sendo liberado gradualmente tanto para contas pessoais quanto para usuários do Google Workspace.

Como a novidade funciona?

Captura de tela mostra o recurso Google Canva no Gemini
Google Canvas ganhou nova função de criação de slides (imagem: reprodução/Google)

A proposta é eliminar o obstáculo comum enfrentado por quem precisa montar apresentações do zero. Em vez de começar com uma tela em branco, o usuário recebe um primeiro rascunho visual, que pode ser refinado conforme a necessidade.

O Canvas estreou no Gemini em março de 2025, inicialmente como um espaço para que usuários compartilhassem textos ou códigos com a IA para revisão ou aprimoramento. Agora, o recurso vai além: transforma automaticamente informações brutas em uma apresentação estruturada, com seções, títulos, imagens e formatação aplicada.

5/ Up your presentation game in Canvas

Upload any source to create entire decks with images and data visualization. Export to Google Slides to add any finishing touches. Rolling out to Pro subscribers today and to Free users in the coming weeks pic.twitter.com/70qercWf4E

— Google Gemini App (@GeminiApp) October 24, 2025

Em um post no X, o Google destaca a praticidade do novo sistema: “Carregue qualquer fonte para criar decks completos com imagens e visualização de dados”.

O recurso já está disponível para assinantes do Gemini Pro e chegará aos usuários gratuitos nas próximas semanas. Para utilizar o espaço, basta:

  1. Acessar gemini.google.com
  2. Abrir uma nova conversa
  3. Clicar em “Ferramentas” e selecionar “Canvas”

Google Gemini agora te ajuda a criar slides para apresentações

Gemini substituiu Google Assistente em smartphones (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Google Canva (imagem: Google)
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Google lança plano mais barato com IA avançada no Brasil; saiba o preço

Marca do Gemini em cores claras, num fundo azul. Na parte superior direita, o logotipo do "tecnoblog"é visível.
AI Plus inclui limites maiores e modelos mais avançados do Gemini (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O Google lançou o plano AI Plus no Brasil por R$ 24,99 mensais, com seis meses promocionais a R$ 12,50 por mês. O plano oferece 200 GB de armazenamento e 200 créditos de IA mensais.
  • O AI Plus inclui recursos aprimorados do Nano Banana, maior acesso ao Veo 3 Fast, integração do Gemini com Gmail, Docs e Planilhas, e maior capacidade de análise no NotebookLM.
  • Diferenças entre AI Plus e AI Pro incluem armazenamento (200 GB vs. 2 TB), créditos de IA (200 vs. 1.000), e recursos premium do Google Meet e agendamento no Google Agenda, que são exclusivos do AI Pro.

O Google anunciou, na terça-feira (07/10), a chegada do plano AI Plus no Brasil, com preço de R$ 24,99 mensais. O lançamento conta ainda com seis meses promocionais no valor de R$ 12,50 por mês.

O pacote é consideravelmente mais barato que o AI Pro, que custa R$ 96,99 por mês e era, até então, o plano mais acessível. Por outro lado, o AI Plus tem 200 GB de armazenamento e 200 créditos de IA mensais, contra 2 TB e 1.000 créditos do AI Pro.

O que o AI Plus inclui?

Segundo o Google, seu novo pacote acessível vem com as seguintes ferramentas.

  • Recursos aprimorados do Nano Banana (editor e gerador de imagens) no app do Gemini.
  • Maior acesso ao Veo 3 Fast (gerador de vídeos) no app do Gemini.
  • Gemini integrado a Gmail, Docs, Planilhas e mais.
  • Maior capacidade de análise no NotebookLM.
  • 200 GB de armazenamento para Fotos, Drive e Gmail.
  • Compartilhamento com até cinco membros da família.

Quais são as diferenças entre o AI Plus e o AI Pro?

O Google oferece uma tabela comparativa com o que cada um de seus planos inclui. Para facilitar, vamos desconsiderar o AI Ultra, que é de um nível totalmente diferente, custando R$ 1.209,90 mensais.

Vale notar que o Google distingue algumas características como “mais” e “superior”, sem descrever as diferenças ou limites.

RecursoAI PlusAI Pro
Armazenamento200 GB2 TB
Modelos mais avançados do GeminiMaisSuperior
Deep ResearchMaisSuperior
Upload de arquivosMaisSuperior
Tokens na janela de contexto128K1 milhão
Créditos de IA mensais2001.000
Whisk Animate com Veo 3MaisSuperior
JulesLimitadoAmpliado
Gemini Code Assist e CLI do GeminiLimitadoSuperior
Recursos premium do Google MeetNão inclusoIncluso
Agendamento de horários no Google AgendaNão InclusoIncluso

Com informações do Google

Google lança plano mais barato com IA avançada no Brasil; saiba o preço

Gemini substituiu Google Assistente em smartphones (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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Google avança para próxima geração da IA com Gemini Pro

Na manhã desta quarta-feira (13), o Google liberou a versão Pro de seu novo modelo de inteligência artificial, o Gemini. Focado em desenvolvedores e empresas, o lançamento chega ao mercado com três principais melhorias em ferramentas da plataforma:
  • "Gemini Pro API": a chave de programação gratuita, exclusiva e de fácil acesso disponível no Google AI Studio
  • "Image 2 Text": a ferramenta de leitura e conversão de imagens, vídeos e produtos digitais em diferentes conteúdos de texto
  • "Duet AI for Security Operations": o assistente virtual do Google agora conta com um sistema unificado de segurança de forma mais eficaz

Gemini Pro API no AI Studio ou Vertex AI

Desenvolvedores interessados em experimentar o Gemini Pro podem utilizar a nova API por meio do AI Studio, uma ferramenta gratuita do Google WorkSpace. Para níveis mais avançados, programadores e empresas podem facilmente transferir seu código do AI Studio para o Vertex AI, obtendo recursos adicionais de personalização e funcionalidades do Google Cloud.
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Image 2 Text

O Vertex AI, a interface mais avançada de programação do Google, melhorou a ferramenta de conversão de imagem para texto. Agora, além de transformar fotos em anúncios, legendas e até mesmo propagandas complexas, será possível gerar logos, emblemas, marcas e abstrações.

Leia também:

Duet AI Security Operations

O Duet AI, ferramenta de assistência para desenvolvedores do Google, já está disponível com códigos e chats alimentados por IA. Então, além de ajudar os usuários a construir aplicativos dentro de seu editor de código, os desenvolvedores podem contar com a segurança de operações e um suporte integrado em relação à privacidade, segurança e compliance.

Afinal, o que é o Google AI Studio?

O Google AI Studio é uma ferramenta gratuita que permite desenvolvedores, programadores e entusiastas a criarem rapidamente comandos, códigos, aplicativos, entre outros produtos digitais com uma chave de API. Para entrar no Google AI Studio basta ter uma conta do Google e aproveitar a cota gratuita, que permite 60 solicitações por minuto. Quando estiver pronto, o usuário pode clicar em "obter código" para transferir seu trabalho para o local de escolha. A primeira versão do Google Gemini Pro está disponível em mais de 180 países e 38 idiomas, incluindo o Brasil. Em comunicado à imprensa, o Google anunciou o lançamento do Gemini Ultra, o modelo mais amplo e capaz de IA da Big Tech, para o início de 2024.
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