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Why I gave up on getting an H-1B visa

In September 2025, President Trump set in motion a change that would throw the H-1B visa application process into disarray. His proposed $100,000 fee on new H-1B petitions changed the immigration landscape for employers, employees, and visa hopefuls alike.

Indian national Shreya Mishra Reddy graduated from Duke University in 2022 with a master's in engineering management. She had set her sights on working and living in the US. But after learning that potential employers would have to pay a $100,000 fee to hire her, she pivoted.

Since last September, Business Insider has been interviewing people who have borne the brunt of the chaos, including those who have applied for visas and are debating whether to stay in the US. Others have opted to tap out of the system altogether.

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É o fim das ondas de calor? Anvisa aprova medicamento não hormonal inédito para menopausa

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou na segunda-feira (22) um novo tratamento para os sintomas da menopausa que não utiliza hormônios.

A agência aprovou a chegada do fezolinetanto ao país através do Veoza, medicamento desenvolvido pela Astellas Farma.

O tratamento acontece por meio do consumo diário de um comprimido e é voltado para mulheres que não podem ou preferem não recorrer a terapia com reposição hormonal.

Como funciona o tratamento da menopausa sem hormônio?

As ondas de calor e os suores noturnos são dois dos grandes sintomas que o fezolinetanto busca tratar.

A substância bloqueia o receptor específico no qual a neurocinina B se encaixa nos neurônios. Sem a conexão, o hipotálamo regula a temperatura corpórea de maneira mais estável.

Ao invés de repor o estrogênio, hormônio usado nos demais tratamentos, o remédio ajuda a equilibrar o controle de temperatura do cérebro. Assim, a intercorrência e a intensidade dos sintomas são reduzidos.

A importância do remédio vai além do tratamento dos sintomas da menopausa. Quando as ondas de calor e os suores noturnos não são tratados, há o aumento do risco cardiovascular e de doenças neurodegenerativas, como a demência.

O fezolinetanto funciona?

A aprovação da Anvisa acontece após os resultados de três ensaios clínicos de Fase 3. Os testes incluíram mais de 3 mil pessoas na Europa, nos Estados Unidos e no Canadá.

Segundo os dados, o fezolinetanto mostrou eficácia e segurança de curto e longo prazos. Além disso, o tratamento mostrou melhora na frequência e na intensidade dos sintomas.

Os resultados foram percebidos no primeiro dia de uso do remédio.

Ainda não foi divulgada uma data de lançamento no mercado brasileiro nem o preço recomendado do medicamento. Isso ainda será definido pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED).

*Sob supervisão de Ricardo Gozzi.

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Cristália tem fábrica aprovada pela Anvisa para produzir sua versão do Ozempic

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou a fábrica em que a farmacêutica Cristália irá produzir sua versão da caneta emagrecedora à base da semaglutida. Técnicos da agência estiveram na província chinesa de Guangdong para liberar o parque fabril da farmacêutica Livzon, uma farmacêutica que já obteve o registro na China e que também […]

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Carteira internacional da Empiricus passa por ajustes após resultados das empresas; veja novas recomendações

Para o mês de março, em meio a conflitos globais e volatilidade nas bolsas ao redor do mundo, a Empiricus Research apresentou alterações na sua carteira recomendada de ações internacionais. A relação de ações indicadas é formada por Brazilian Depositary Receipts (BDRs).

Alphabet (GOOGL),  Visa e Microsoft (MSFT34) tiveram suas posições aumentadas. As duas primeiras subiram para o peso 15%, enquanto a última dobrou o seu espaço, saindo de 5% em fevereiro, para 10% neste mês.

Já as ações da Amazon,  Berkshire Hathaway (BERK34) e TSMC (TSMC34) foram reduzidas. As duas primeiras saíram de 15% para 10%, já a terceira perdeu metade do espaço de fevereiro, saindo de 10% para 5%.

De acordo com o relatório, a nova formatação da carteira foi realizada a partir da análise dos resultados do quarto trimestre de 2025 divulgado em fevereiro pelas companhias.

O analista Enzo Pacheco, que assina a carteira, explicou que o aumento de espaço da Alphabet aproveita o enfraquecimento da ação, visando ainda um potencial de crescimento consistente da plataforma de nuvem Google Cloud e da aceleração do ciclo de Inteligência Artificial.

Apesar dos riscos competitivos entre ferramentas de pesquisa e de regulamentações sobre publicidade, a Alphabet ainda possui uma diversificação de receitas advindas de assinaturas pagas, que contrapõem possíveis impactos negativos.

Sobre a valorização da Visa, o relatório afirma que a tese se sustenta após a companhia divulgar resultados “acima das expectativas, com crescimento de receita e lucro acima dos 10% pelo terceiro trimestre consecutivo”. Para a Empiricus, o preço de negociação do papel segue atrativo em um bom ponto de entrada

No caso da Microsoft, Pacheco enxerga boas perspectivas para a empresa, após recente desvalorização desde a divulgação dos resultados. “Entendo esse momento como uma oportunidade para aumentarmos a posição a um preço mais favorável”, conclui.

Já entre as baixas, a perda e espaço da TSMC foi justificada pela aposta em teses de mercado mais favorável, uma vez que a ação foi valorizada recentemente. Apesar da redução, a análise ainda ressalta a aposta em companhias no mercado de semicondutores, que avalia como “essencial”.

A queda da Berkshire Hathaway e da Amazon seguem a mesma lógica, segundo a Empiricus.

Para a Berkshire, a redução aconteceu antes da divulgação dos resultados do quarto trimestre de 2025, prevendo uma possível reação negativa do mercado que considera a recente mudança de CEO no início de janeiro, quando a companhia finalizou a gestão de Warren Buffett e Greg Abel assumiu o cargo.

Ainda assim, Pacheco ressalta que a Empiricus mantém a exposição em teses de tecnologia, ainda que com a ressalva sobre o sentimento negativo sobre o setor. Segundo o relatório, a casa busca a diversificação na carteira.

As 10 melhores ações internacionais para investir em março:

Empresa BDR Ação (EUA) Peso (%)
Alphabet GOGL34 GOOGL 15
Novo Nordisk N1VO34 NVO 15
Visa VISA34 V 15
Amazon AMZO34 AMZN 10
Berkshire Hathaway BERK34 BRK/B 10
Coinbase C2OI34 COIN 10
Microsoft MSFT34 MSFT 10
Alibaba BABA34 BABA 5
Baidu BIDU34 BIDU 5
Taiwan Semiconductor (TSMC) TSMC34 TSM 5

*Com supervisão de Juliana Américo

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Visa testa uso de stablecoins para pagamentos no exterior

A Visa vai testar um programa piloto que dá às instituições financeiras, bancos e provedores de remessas a opção de usar stablecoins. A ideia é tornar os pagamentos internacionais mais rápidos, sem que os usuários tenham que reter dinheiro por longos períodos.

A Visa Direct, plataforma em tempo real da rede de pagamentos, utilizará stablecoins lastreadas em dólar americano (USC) e euro (EURC) do Circle Internet Group para o projeto piloto. O representante da Circle não respondeu a um pedido de comentário.

O programa da Visa tem o potencial de eliminar o pior cenário para os clientes: uma conta subfinanciada causando atrasos no serviço para seus clientes finais.

Hoje, uma empresa de remessas precisa manter contas pré-financiadas em cada um dos mercados em que opera, em preparação para as solicitações de saque dos clientes.

Se a empresa receber mais solicitações do que o esperado e não conseguir financiar todas elas, corre o risco de interrupções no serviço. Se isso ocorrer quando os sistemas de pagamento tradicionais não estiverem funcionando, como nos fins de semana, pode haver atrasos de vários dias para os consumidores que utilizam o serviço, de acordo com Mark Nelsen, chefe de produto para soluções comerciais e de movimentação de dinheiro da Visa.

“Estamos oferecendo a capacidade imediata de transferir dinheiro para as contas em tempo real”, disse Nelsen. “É um uso mais eficiente do capital, permitindo que você o aplique conforme necessário, em vez de ter que aplicar o equivalente a dois ou três dias de dinheiro de uma só vez.”

Visa Direct ajuda os clientes a enviar dinheiro para cerca de 11 bilhões de cartões Visa, contas bancárias e carteiras digitais atualmente conectados à plataforma em 195 países.

O serviço opera nos bastidores, apoiando operações globais para empresas, fintechs e empresas de criptomoedas que desejam alavancar suas conexões com sistemas de pagamento nacionais em todo o mundo.

O suporte adicional para stablecoins significa que os clientes agora podem financiar sua rede de contas globais em tempo real e evitar os atrasos fora do horário comercial associados aos sistemas de pagamento existentes, disse Nelsen.

Os pagamentos transfronteiriços são um dos mais populares casos de uso para stablecoins, que a Visa vem integrando à sua rede desde pelo menos 2021. As moedas são ativos digitais atrelados a moedas fiduciárias como o dólar e frequentemente lastreadas por reservas mantidas em dinheiro e títulos do Tesouro americano de curto prazo.

Os tokens têm sido apresentados como uma alternativa aos sistemas de pagamento tradicionais e até mesmo como uma ferramenta potencial para eliminar redes de cartões como Visa e Mastercard, que definem taxas de processamento que frequentemente geram reclamações dos comerciantes. Ambas as redes têm se movido rapidamente para adotar a tecnologia e posicionar os tokens como um complemento aos sistemas existentes, em vez de uma ameaça.

Stablecoin da Visa

A Visa já liquidou mais de US$ 225 milhões em volume de stablecoins em sua rede, uma fração crescente, porém pequena, do volume total de pagamentos e dinheiro da rede, de US$ 16 trilhões, no ano fiscal de 2024.

Outros casos de uso do Visa Direct incluem o pagamento de trabalhadores autônomos globalmente ou a permissão para que corretoras de criptomoedas ofereçam uma opção de saque instantâneo para os clientes.

O serviço é um pilar da estratégia da Visa para ir além de seu negócio de cartões, que facilita pagamentos ao consumidor, e capturar fluxos de caixa como pagamentos entre empresas. No entanto, a empresa enfrenta forte concorrência pelos lucrativos pagamentos comerciais de bancos, como JPMorgan Chase &, que estão desenvolvendo seus próprios produtos baseados em blockchain para oferecer opções mais rápidas para clientes empresariais.

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