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Investir na Argentina? Estamos diante da chance de ‘multiplicar dinheiro’, segundo gestor; Veja destaques do último episódio do Empiricus PodCa$t

Para muitos investidores, juntar as palavras “economia”, “mercado” e “Argentina” na mesma frase acaba invocando imagens não muito positivas: inflação nas alturas, desvalorização da moeda, crise política.

Javier Milei assumiu a presidência do país em 2024 e, desde então, colocou em prática uma série de medidas arrojadas para reajustar a economia. Alguns números já começaram a mudar: a inflação, por exemplo, fechou 2025 no menor nível em 8 anos.

Mesmo assim, muitos ativos argentinos continuam negociando com desconto de crise, como se nada tivesse mudado. 

Enquanto alguns gestores preferem passar longe do país, outros já enxergam o momento atual como uma oportunidade de investir em ativos baratos e que podem capturar valorização em um país a caminho de uma transformação.

Faz sentido investir na Argentina agora? Se sim, como isso é possível? Essas são as perguntas propostas pelo Empiricus PodCa$t deste sábado (25). Confira:

O que há de ‘diferente’ na Argentina a partir de agora que pode atrair potenciais investidores?

Paolo di Sora, CIO e sócio-fundador da RPS Capital, investe na Argentina há mais de uma década. Em entrevista ao podcast, o especialista apontou dois motivos pelos quais é possível acreditar em uma “virada de chave” para a economia do país.

  • Fator sociológico: “Tenho a percepção de que a sociedade argentina, de fato, chegou em um ‘fundo do poço’ em 2022 — e isso é o que cria o ambiente para uma mudança real”, afirma. “Conversando com a base da sociedade, vejo pessoas pedindo por uma mudança estrutural e madura”.
  • Exportação de commodities: Ainda no governo de Alberto Fernández, antecessor de Milei, a Argentina começou um projeto de desenvolvimento de sua província de petróleo. Essa nova “veia exportadora” impulsiona sua balança comercial em dólar. “Isso pode dar mais artilharia para o país se defender de uma próxima crise cambial”, afirma.

    Vai sobrar dólar na Argentina, se as coisas continuarem na direção que estão indo. Isso é transformacional. Há algo estrutural acontecendo, que de fato cria um ambiente estrutural de investimentos”, conclui.

Se Milei eventualmente sair do poder, as perspectivas podem mudar?

“Se Milei perder as eleições [em 2027], não acho que a alternativa será alguém que vai jogar tudo o que foi feito fora. O kirchnerismo enfraqueceu muito”, afirma di Sora. Para o especialista, um possível substituto de Milei deve reconhecer a manutenção de, pelo menos, parte das reformas.

“Não importa se é de direita ou de esquerda: certos valores serão preservados, e então passamos a ter confiança de que esse projeto terá um payback em alguns anos”.

Para especialista, com o tempo, a Argentina carrega potencial de ‘multiplicar seu dinheiro por algumas vezes’

“Sempre que você olhar o múltiplo de uma empresa argentina, tem que pensar no potencial de crescimento que ela tem em um país que ficou parado no tempo por décadas”, afirma di Sora.

Especificamente na bolsa argentina, considerando as reformas econômicas em andamento, os ativos estão em níveis de desconto que carregam o potencial de recompensar investidores dispostos a se expor a esse mercado.  

“O valuation é espetacular. Se se minha tese estiver certa, estamos diante da possiblidade de multiplicar o dinheiro por algumas vezes. Não acho que é no curto prazo, mas também não sabemos exatamente quando pode acontecer”, afirma.

Porém, isso não exclui os riscos políticos e fiscais que já conhecemos. Com isso, o especialista não recomenda “entrar de cabeça”: “Investir na Argentina é como investir na Faixa de Gaza. Você não pode entrar de peito aberto, precisa de um colete à prova de balas.”

Como, então, investir no país com o melhor “colete à prova de balas” possível? Assista ao episódio para conhecer, na íntegra, as perspectivas do gestor. Basta clicar no vídeo abaixo:

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Ceopag aposta em cidades pouco bancarizadas e faz da maquininha um marketplace

Assista ao episódio completo no nosso canal do Youtube

O mercado de meios de pagamento vive uma transformação acelerada no Brasil. Pix, Open Finance, novas regras do Banco Central e a digitalização do varejo mudaram o jogo. Em meio a esse cenário competitivo, a Ceopag avança em ritmo próprio. Segundo seu fundador, Kawel Lotti, a companhia cresce acima de 5% ao mês e prepara uma nova ofensiva focada em regiões menos atendidas pelo sistema bancário tradicional.

A estratégia da empresa mira um espaço deixado pelo fechamento de agências físicas em cidades menores e áreas afastadas dos grandes centros. A proposta é transformar maquininhas em hubs de serviços financeiros e utilidades.

“Nós queremos e vamos lançar uma aplicação que oferece mais de 80% de uma agência bancária numa máquina para um lojista”, afirmou Kawel Lotti, CEO da empresa.

Hoje, a operação reúne 97 colaboradores, mais de 700 unidades franqueadas e 420 operações white label, modelo em que outras marcas utilizam a infraestrutura tecnológica da companhia para oferecer soluções próprias ao mercado.

Lotti participou do programa Do Zero ao Topo. Neste episódio, que tem apoio de XP Empresas, o executivo fala como transformou crise em oportunidade, os bastidores do mercado de maquininhas, franquias e os próximos passos da empresa.

Leia também: “Já existe o ‘sabor’ chocolate. Daqui a pouco terá só o aroma”, diz fundador da Dengo

De maquininha a plataforma de serviços

A expansão da Ceopag passa por ampliar a rentabilidade dos lojistas parceiros. Em vez de vender apenas captura de pagamentos, a empresa quer embarcar novos produtos na base instalada.

“Já lançamos a telemedicina e o televeterinário direto na máquina. É uma forma de oferecer esse lojista uma solução de meios de pagamento”, disse o executivo.

Segundo ele, a lógica é simples. O comerciante deixa de ganhar apenas com vendas tradicionais e passa a participar de receitas recorrentes geradas dentro do ecossistema da plataforma.

“Se ele vende um plano de telemedicina no interior do Maranhão, a pessoa compra, paga, recebe um login no WhatsApp e pode consultar na hora, 24 horas por dia, 7 dias por semana, consultas ilimitadas, com apenas um custo pequeno, como se fosse o Netflix da saúde”, revela.

Na prática, a maquininha deixa de ser apenas um hardware transacional e passa a operar como marketplace de serviços financeiros e digitais. A tese ganha relevância principalmente em cidades onde a presença bancária diminuiu e o varejo local segue como ponto central da economia.

Além da frente comercial, a empresa também reforça a estrutura regulatória e de governança. “A gente tá hoje numa fase constante de crescimento comercial, mas também de adaptação a tudo aquilo que se espera de uma fintech, de uma empresa séria, que tem boa governança corporativa”, afirmou Kawel.

O executivo destaca que o momento exige velocidade sem abrir mão de controles internos e segurança operacional. “Somos mais ágeis, porque é cultura do dono, senso de urgência, atender bem, atender correto e fazer bem feito”, conclui.

Para saber mais detalhes sobre a história da Ceopag, veja o episódio completo no Do Zero ao Topo. O programa está disponível em vídeo no YouTube e em sua versão de podcast nas principais plataformas de streaming como ApplePodcasts, Spotify, Deezer,  Spreaker,  Castbox  e  Amazon Music.

Sobre o Do Zero ao Topo

O podcast Do Zero ao Topo é uma produção do InfoMoney e traz, a cada semana, a história de mulheres e homens de destaque no mercado brasileiro para contar a sua história, compartilhando os maiores desafios enfrentados ao longo do caminho e as principais estratégias usadas na construção do negócio.

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Criptomoedas: o ‘apocalipse’ está chegando? Empiricus PodCa$t deste sábado (11) discute o que esperar dos ativos digitais

Em 2025, o mercado de criptomoedas passou por um rali histórico, no qual o bitcoin (BTC) chegou à máxima de US$ 126 mil.  

Hoje, o cenário virou: os preços estão longe dos vistos no ano passado, e o foco está na guerra no Oriente Médio. Enquanto investidores buscam por proteção para suas carteiras, as criptomoedas ainda tentam “se encontrar”.

Além disso, uma notícia chamou a atenção na semana passada: uma nova descoberta na área de computação quântica, que coloca o futuro dos criptoativos em dúvida.  

Será que pior já passou, ou o mercado cripto “perdeu o chão”?  No Empiricus PodCa$t deste sábado (11), Heloísa Mendonça e Valter Rebelo, especialistas em ativos digitais da Empiricus Research, discutem as perspectivas do mercado. Confira:

‘Apocalipse’ nas criptomoedas: computação quântica coloca futuro cripto em dúvida

No último dia 1º de abril, um paper publicado pelo Google em parceria com a Fundação Ethereum trouxe à tona uma descoberta que coloca o futuro das criptomoedas sob escrutínio.

Segundo o paper, é possível que, até 2029, já seja possível a criação de computadores quânticos potentes o suficiente para quebrar a criptografia de carteiras na blockchain – se o sistema de segurança atual não for atualizado a tempo.

Com isso, carteiras de grande proporção e mais antigas – como a de Satoshi Nakamoto, criador do bitcoin – estão entre as mais vulneráveis.

“Inevitavelmente, até 2029 ou 2030, os bitcoins de Satoshi serão movimentados”, afirma Valter. Caso a carteira do criador do BTC seja ‘hackeada’, cerca de US$ 70 bilhões em BTC estarão em risco.

O quão sensível isso realmente será para o bitcoin e todas as demais criptomoedas? Será que o mercado poderá se sair ‘vencedor’ nessa mudança iminente?

Enquanto isso, por que o bitcoin (BTC) caiu desde a máxima histórica em outubro?

O bitcoin (BTC) já vinha em queda antes do início do conflito no Oriente Médio, em 28 de fevereiro. Para além da geopolítica, Heloísa Mendonça comenta que o mercado cripto testemunhou investidores de longo prazo liquidando suas posições em BTC após a moeda ultrapassar o patamar psicológico dos US$ 100 mil no ano passado.

“Não é exatamente uma falta de convicção do mercado, mas o investidor quer aproveitar os seus lucros”, afirma Heloísa.

Já Valter Rebelo também traz outra perspectiva: “Muitos que compraram bitcoin em 2009 ou 2010 tinham uma perspectiva mais idealista, um movimento mais anárquico. Quando os Estados Unidos começaram a institucionalizar o bitcoin, criou-se a narrativa de que a moeda foi ‘cooptada’”, levando investidores mais antigos a vender.

‘A dinâmica do investidor mudou muito’: Perfil dos compradores de criptomoedas é outro

Em contrapartida, enquanto uns realizam lucros, há um outro grupo de investidores comprando: os institucionais. Segundo Valter, entre 2024 e 2025, o mercado institucional em cripto cresceu mais de 100%, enquanto no varejo (investidores pessoa física), a expansão foi de cerca de 30%.

“Varejo é o fluxo ‘menos informado’, que observa ruídos achando que é sinal”, afirma. “A pessoa física precisa prestar atenção nisso: em como tomar uma decisão marginalmente mais informada”, ao invés de comprar ou vender baseando-se em notícias pontuais.

Com isso, o especialista propõe a pergunta: “O que o institucional está vendo que o varejo não está vendo?”

Assista ao episódio na íntegra para conferir as respostas a essa e outras perguntas:

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“Gastamos milhões até aprender”, diz CEO da Cheirin Bão sobre virada da empresa


Em muitos negócios, o erro custa caro. Em alguns casos, além de pesar no bolso pode vir acompanhado de um risco real de quebra. Foi esse o cenário enfrentado pela Cheirin Bão antes de sua virada.

“Crescemos muito rápido. No início, houve uma rampagem muito grande. E consumimos muito caixa para finalidades extra empresa. Gastamos milhões até aprender”, diz Wilton Bezerra, sócio-fundador e CEO da rede.

A fala resume um período de decisões equivocadas e crescimento desordenado –segundo ele, um erro clássico e muito comum entre empreendedores em expansão.

A Cheirin Bão é hoje uma das maiores redes de cafeterias do Brasil, com mais de 800 lojas e um faturamento, que em 2026, deve superar os R$ 500 mil. A empresa renasceu há dez anos com a liderança de Eduardo Schroeder e Wilton Bezerra, espalhando o gostinho mineiro pelo país e mirando, agora, em uma expansão internacional.

Em entrevista para Mariana Amaro, em mais um episódio Do Zero ao Topo, Wilton Bezerra falou sobre como quase quebrou, a decisão radical durante a pandemia e como transformou uma marca problemática em um negócio de sucesso.

Leia também: “Já existe o ‘sabor’ chocolate. Daqui a pouco terá só o aroma”, diz fundador da Dengo

Da crise à virada

O principal erro, segundo Wilton, foi clássico e comum entre empreendedores em fase de expansão: “Quando estava tudo bem, estávamos usando o dinheiro para outras finalidades. E quando ficava mal, tínhamos que recorrer a crédito — e crédito, no Brasil, custa caro. Uma coisa é você tomar crédito para desenvolver o negócio. Outra coisa é fazer isso para cobrir rombo de caixa”, diz Bezerra.

Em 2019, a empresa já estava altamente alavancada. Quando a pandemia chegou, o cenário se agravou rapidamente. Foi nesse contexto que veio a decisão que mudaria o rumo da empresa.

Wilton e seu sócio decidiram operar de forma radical. Eles cortaram os próprios salários e passaram a depender exclusivamente de novos resultados. “Decidimos: a partir de hoje, mudamos todo o nosso jeito de fazer negócio. Agora, vamos ter que viver de dinheiro novo. Só vamos ganhar dinheiro na empresa, mesmo sendo dono dela, se criarmos negócios e produtos que deem mais dinheiro do que atualmente”, lembra o CEO.

A mudança de postura e pensamento não era tão comum, mas, para a época da pandemia fazia sentido e foi, inclusive, decisiva para saúde da empresa.

“Situações extremas pedem medidas extremas. Isso nos deu uma força de vender mais, de criar mais produtos, de homologar mais fornecedores, de vender mais produto e de motivar o franqueado a vender mais. E o fizemos também nos educou e fez com que olhássemos para o negócio de uma maneira diferente”, revela.

Esse movimento marcou o início de uma nova fase para Cheirin Bão: enquanto todo mundo pisava no freio, a empresa investiu e lançou novos produtos, reforçou o apoio aos franqueados e fez uma aposta ousada em marketing, incluindo uma parceria com Michel Teló.

“Quando vem uma crise, alguém tem que ter coragem de fazer as pessoas tirarem o olho da crise e olhar para a luz. Quando isso passar, nós já vamos estar do outro lado do rio e as pessoas vão estar pensando em pular. E foi exatamente o que acabou acontecendo. Aquele ato de coragem ali foi muito importante. Acho até que essa é uma característica que o empreendedor tem que ter”, afirma o CEO.

Para saber mais detalhes sobre a os desafios e a trajetória da Cheirin Bão, veja o episódio completo no Do Zero ao Topo. O programa está disponível em vídeo no YouTube e em sua versão de podcast nas principais plataformas de streaming como ApplePodcasts, Spotify, Deezer,  Spreaker,  Castbox  e  Amazon Music.

Sobre o Do Zero ao Topo

O podcast Do Zero ao Topo é uma produção do InfoMoney e traz, a cada semana, a história de mulheres e homens de destaque no mercado brasileiro para contar a sua história, compartilhando os maiores desafios enfrentados ao longo do caminho e as principais estratégias usadas na construção do negócio.

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Selic a 14,75% ao ano, inflação, greve dos caminhoneiros e Ibovespa no ‘fogo cruzado’: veja destaques do Empiricus PodCa$t neste sábado (21)

A semana que se encerra neste sábado (21) não veio sem suas emoções no mercado. Na última quarta-feira (18), o Copom optou por reduzir a taxa básica de juros (Selic) em 0,25 ponto percentual, deixando-a em 14,75% ao ano. Enquanto isso, nos Estados Unidos, o Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) manteve os juros no mesmo patamar por lá.

Enquanto isso, o conflito no Oriente Médio segue:

  • Expandindo a aversão ao risco nos mercados,
  • Levando o Ibovespa à queda nos últimos pregões;
  • Mantendo o preço do petróleo acima dos US$ 100.

O petróleo em alta, inclusive, levanta discussões sobre pressão na inflação brasileira, especialmente nos setores de alimentos, transportes e combustíveis, e uma possível greve dos caminhoneiros tomou conta dos noticiários. E agora, como o investidor deve se posicionar nesse momento?

Esses são os destaques do novo episódio do Empiricus PodCa$t, que foi ao ar nesse sábado (21), com a participação de Lais Costa, analista de renda fixa e fundos de investimento da Empiricus Research, e Bruno Henriques, head de renda variável do BTG Pactual. Clique abaixo e confira:

Selic a 14,75% ao ano, e agora?

Em um tom dovish, o Copom optou por iniciar o ciclo de corte de juros no Brasil, que já estava previamente contratado para sua reunião da última quarta-feira (18).

Porém, o tom do comunicado deu a entender que os próximos passos estão em aberto, justamente por conta do cenário de incerteza e pressão inflacionária nos mercados.

Os dados da inflação (IPCA) do mês de fevereiro vieram levemente acima do esperado pelo mercado (0,7%, contra 0,6% das expectativas). Para Lais Costa, os últimos dados ainda não refletem os riscos da guerra.

Porém, o mercado segue sob temores de que a alta no petróleo pressione os preços dos alimentos, combustíveis e transportes a partir dos próximos meses.

Greve dos caminhoneiros no radar: o que esperar?

Temores sobre uma nova greve dos caminhoneiros, aos moldes daquela vista em 2018, tomaram conta do mercado durante a semana.

Na sexta-feira (20), Renan Filho, ministro dos Transportes do governo Lula, afirmou que o risco de greve foi afastado, após o governo publicar uma Medida Provisória (MP) endurecendo as regras de fiscalização do piso mínimo do frete, o que pode favorecer os caminhoneiros.

Porém, apesar de “afastado”, o risco de paralização pode não ser totalmente descartado por ora, dada a imprevisibilidade do cenário do petróleo no futuro próximo.

Onde investir agora?

Segundo Lais Costa, especialista em renda fixa e fundos de investimento, a redução de 0,25 ponto percentual na taxa de juros “muda muito pouco” para o investidor pessoa física no momento, mas alguns títulos de renda fixa em especial devem estar no radar de quem deseja aproveitar a janela de oportunidades.

Já para Bruno Henriques, do lado da renda variável, “vale a pena olhar a bolsa brasileira com carinho” após a semana de quedas no Ibovespa, especialmente no caso de investidores com posições pequenas em bolsa. “Não acho que passou o bonde [da bolsa]”, afirma.

Durante o programa, os analistas compartilharam suas recomendações para o momento na íntegra. Para conferi-las, assista ao episódio. Basta clicar logo abaixo:

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