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Yduqs (YDUQ3) tem queda de 54% no lucro líquido ajustado no 2T26 e resultado fica abaixo do esperado

A Yduqs (YDUQ3) encerrou o segundo trimestre de 2026 com lucro líquido ajustado de R$ 14 milhões, queda de 54,2% em relação ao mesmo período de 2025. Sem ajustes, a empresa teve prejuízo de R$ 15 milhão no período.

O Ebitda (lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado da companhia somou R$ 400,2 milhões no 2T26, alta de 1,6% na base anual. A margem Ebitda ajustada passou de 28,6% para 28,7%.

Os números ficaram abaixo das estimativas de analistas, que esperavam, em média, lucro líquido de R$29 milhões e Ebitda de R$408 milhões, segundo dados da LSEG.

A receita líquida ficou em R$ 1,392 bilhão, avanço de 1% frente aos R$ 1,378 bilhão registrados no mesmo período do ano passado. Com ajustes, excluindo o efeito da queda na receita DIS, a receita somou R$ 1,415 bilhão, aumento de 2,6% na mesma base comparativa.

Segundo a companhia, o desempenho foi sustentado pelo Idomed e pelo Ibmec, cujas receitas cresceram 7,4% e 12,5%, respectivamente. Já Estácio & Wyden teve queda de 2,2%, com avanço de 38,2% na receita do ensino semipresencial compensado por recuos de 1,2% no presencial e de 15,2% no digital.

A dívida líquida, excluindo o efeito do IFRS 16, ficou em R$ 2,908 bilhões no período, queda de 1,9% ante os R$ 2,964 bilhões registrados um ano antes.

A alavancagem, medida pela relação entre dívida líquida ex-IFRS 16 e Ebitda ajustado dos últimos 12 meses, caiu de 1,66x no 2T25 para 1,55x no 2T26.

Base de alunos

A base consolidada de alunos da Yduqs ficou em 1,419 milhão no 2T26, queda de 0,9% em relação aos 1,432 milhões de alunos registrados no 2T25.

A composição, porém, mostra uma mudança importante no perfil da base.

No ensino presencial, considerando Estácio & Wyden, Idomed e Ibmec, a base total avançou 19,1%, de 319,1 mil para 380 mil alunos. Na graduação, a base presencial tradicional recuou 3,6%, de 211,8 mil para 204 mil; enquanto o formato semipresencial saltou 66,6%, de 99,2 mil para 165,3 mil alunos. Já o

No ensino à distância, a base de alunos caiu 6,9%, de 1,092 milhão para 1,016 milhão de alunos. A graduação foi a principal responsável pelo recuo, com queda de 18,3%, de 542,1 mil para 443 mil alunos.

A companhia atribui a redução às restrições do novo marco regulatório, que impede a captação de novos alunos em EAD em cursos de Engenharia, Saúde e Licenciaturas, além da migração de estudantes para o formato semipresencial.

*Conteúdo em atualização

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Ibovespa Hoje Ao Vivo: Bolsa finalmente sobe com exterior; SANB11 dispara 12%

Ibovespa Hoje

  • Ibovespa não consegue abrir na hora padrão e abre apenas 12h30, com duas horas e meia de atraso; índice sobe a 177,8 mil pontos.
  • Dólar comercial apresenta leve alta, a R$ 5,07; juros futuros abrem com altas por toda a curva.
  • B3 atrasa abertura de ativos após problemas na Câmara; contratos futuros em leilão.
  • “Sem precedentes”: mercado repercute B3 fora do ar e impactos futuros para a Bolsa.

Confira as últimas dos mercados

update 17h00

Principais índices em Nova York fecham com altas confortáveis; semana termina bastante positiva, mas julho fecha misto

Investidores em Wall Street ganharam novo impulso das ações de tecnologia, após turbulências do setor na Ásia e o susto tomado após a decisão do Federal Reserve na quarta-feira (29). “Os investidores estão recalibrando as expectativas em relação aos cortes nas taxas de juros do Fed, reduzindo o excesso de liquidez que alimentou mercados especulativos e impulsionados pelo momento”, disse à CNBC Richard Bernstein, chefe global de investimentos da Janus Henderson Investors. “A liderança do mercado está se expandindo para além das ‘Sete Magníficas’, à medida que os investidores recompensam cada vez mais a melhoria dos fundamentos em vez do ímpeto impulsionado pela euforia”.
Dia (%) Semana (%) Julho (%)
Dow Jones 0,58 1,04 0,32
S&P 500 0,70 1,05 -0,13
Nasdaq 1,00 1,59 -3,20
 
update 16h55

Ibovespa fecha, preliminarmente, com alta de 0,57%, aos 178.161,46 pontos

update 16h51

Minutos finais e Ibovespa avança 0,58%, aos 178.178,27 pontos

update 16h47

Embraer (EMBJ3) segue com alta confortável: mais 1,06%, a R$ 87,05

update 16h46

Preço do petróleo sobe após Irã anunciar que interceptou navios no Estreito de Ormuz

O Irã informou que outros quatro petroleiros voltaram atrás após a intervenção de suas forças.

update 16h42

Santander (SANB11) segue com forte alta: mais 13,78%, a R$ 28,73

update 16h40

ONU: El Niño deve se intensificar em agosto e agravar crises climáticas globais

Fenômeno combinado com “Dipolo do Oceano Índico positivo” pode amplificar secas, inundações e riscos de incêndios florestais.

update 16h37

Small caps: nos minutos finais, a maior alta é de ARML3, com mais 3,53%, seguida de LJQQ3, com mais 3,31%

update 16h36

Small caps: nos minutos finais, a maior baixa é de ONCO3, com menos 6,90%, seguida de PCAR3, com menos 5,47%

update 16h33

Na reta final, Ibovespa Futuro (INDFUT) avança 0,71%, aos 178.865 pontos

update 16h31

Imea: colheita de milho de Mato Grosso está perto do fim

A colheita de milho de Mato Grosso está próxima de ser finalizada, com 96,77% da área total do estado sendo colhida até esta sexta-feira, alta semanal de 6,11 pontos percentuais, informou o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea). A colheita de algodão no estado, também o maior produtor brasileiro da pluma, avançou 15,56 pontos percentuais em relação à semana anterior para 28,67% da área total, segundo o instituto ligado aos produtores. O total colhido de algodão está atrás do índice registrado na média histórica para esta época (31,18%). (Reuters)

update 16h26

Ibovespa: EMBJ3 é a maior alta do mês, com mais de 30%; veja as demais

Julho (%)Dia (%)
EMBJ336,120,77
MOTV326,21-1,07
BRAP421,081,29
MULT320,28-0,14
NATU320,141,44
update 16h24

Ibovespa: GGBR4 é a maior queda de julho; veja as outras

Julho (%)Dia (%)
GGBR4-18,460,72
KLBN11-14,151,11
PETR4-14,001,33
SMFT3-13,61-1,25
CMIN3-11,89-0,52
update 16h23

Ibovespa: MBRF3 é a maior alta da semana; confira

Semana (%)Dia (%)
MBRF317,92-2,56
HAPV313,712,45
TOTS312,67-0,58
COGN311,060,00
SANB118,9613,66
update 16h21

Ibovespa: USIM5 é a maior baixa da semana; veja

Semana (%)Dia (%)
USIM5-13,92-3,31
TIMS3-10,25-0,16
CSNA3-8,96-1,41
VIVT3-7,070,64
CXSE3-4,890,60
update 16h21

Azul (AZUL3) mantém queda e recua 1,34%

update 16h16

Small caps: ARML3 é a maior alta de julho; confira as outras

Julho (%)Dia (%)
ARML321,094,71
GOAU418,89-0,09
RCSL317,95-2,13
PCAR312,55-5,11
CASH311,822,02
update 16h14

Small caps: GFSA3 é a maior baixa de julho; veja a lista

Julho (%)Dia (%)
GFSA3-74,770,00
ONCO3-56,10-6,90
MEAL3-36,461,67
TTEN3-21,59-1,91
DIRR3-18,39-0,87
update 16h12

Small caps: MBRF3 é a maior alta da semana; veja as outras

Semana (%)Dia (%)
MBRF317,92-2,56
SEQL316,670,00
LJQQ311,613,31
COGN311,060,00
ARML39,884,71
update 16h11

Casas Bahia (BHIA3) perde força e cai para o negativo com -1,27%

update 16h11

Small caps: TTEN3 é a maior baixa da semana, com queda acima de 20%; veja as demais

Semana (%)Dia (%)
TTEN3-21,22-1,91
GFSA3-20,000,00
USIM3-14,64-3,14
USIM5-13,21-2,52
ENJU3-11,251,43
update 15h58

Hypera (HYPE3) recua 1,20%

update 15h52

Petróleo: Brent com vencimento em setembro fecha com alta de 1,22%, a US$ 90,12

update 15h50

Braskem (BRKM5) recua 0,67%

update 15h44

Ganhos aumentam e Ibovespa tem nova máxima no dia: +0,85%, com 178.660 pontos

update 15h39

Ibovespa amplia ganhos e atualiza máxima com +0,82% a 178.613 pontos

update 15h36

Petróleo: WTI com vencimento em setembro fecha com alta de 1,29%, a US$ 84,67

update 15h30

Supermercadistas operam com mistas: ASAI3, +0,24%; GMAT3, +0,25%; PCAR3, -3,65%

update 15h24

Axia Energia (AXIA3) tem alta de 0,32%

update 15h19

Siderúrgicas operam com mistas: GGBR4, +1,20%; GOAU4, +0,55%; USIM5, -1,85%; CSNA3, -1,21%

update 15h14

Embraer (EMBJ3) mantém ritmo e tem alta de 0,84%

update 15h11

Ibovespa: SANB11 é a ação mais negociada do dia até aqui; veja a lista

NegóciosDia (%)
SANB1122.68113,27
PETR420.3491,52
AXIA315.8270,21
VALE315.3650,59
SBSP313.4621,09
update 15h00

Setor de papel e celulose no azul: SUZB3, +0,70%; KLBN11, +0,66%; RANI3, +0,12%

update 14h51

Magazine Luiza (MGLU3) permanece oscilando e agora tem alta de 0,80%

update 14h50

Ibovespa amplia ganhos e renova máxima do dia com +0,79%, aos 178.457 pontos

update 14h43

Santander (SANB11) mantém destaque com alta de 13,31%

update 14h31

Petrobras amplia ganhos e sobe mais de 1%: PETR3, +1,44%; PETR4, +1,31%

update 14h24

Hapvida (HAVP3) mantém alta e tem +2,0%

update 14h18

Frigoríficos operam com mistas: BEEF3, +1,67%; MBRF3, -2,28%

update 14h11

Vale (VALE3) volta a subir com +0,37%

update 14h06

CVCB3 tem queda de 0,77%

update 13h58

B3 (B3SA3) tem alta de 0,96%

update 13h57

Bradesco (BBDC4, +0,76%) tem a ação mais negociada do dia até então

update 13h50

Construtoras oscilam e agora operam com mistas: MRVE3, +1,06%; TEND3, +0,17%; EZTC3, -1,48%; CURY, -0,49%; DIRR3, -0,17%

update 13h44

MGLU3 troca sinais e volta a cair com -0,20%

update 13h44

EZTC3 contraria setor de construtoras e tem queda de 1,48%

update 13h43

Vale (VALE3) perde força e tem queda a -0,08%

update 13h42

Ambev (ABEV3) reverte queda e avança com +0,38%

update 13h41

Principais índices de Nova York operam com altas

Down Jones: +0,47%
S&P 500: +0,41%
Nasdaq: +0,53%

update 13h35

Petrobras mantém ganhos: PETR3, +0,87%; PETR4, +0,84%

update 13h33

Varejistas revertem queda e sobem para o azul: AMER3, +3,75%; BHIA3, +1,27%; MGLU3, +0,20%

update 13h32

Embraer (EMBJ3) reverte queda e tem alta de 0,58%

update 13h31

Ibovespa amplia ganhos e volta aos 178 mil pontos: +0,58%, com 178.162 pontos

update 13h20

Varejistas operam com mistas: BHIA3, -3,80%; MGLU3, -1,0%; AMER3, +3,75%

update 13h16

Grandes bancos no azul, com destaque para Santander: SANB11, +12,95%; BBDC4, +0,71%; ITUB4, +0,61%; BBAS3, +0,38%

update 13h16

DIs: juros futuros abrem com altas por toda a curva

Taxa (%)Variação (pp)
DI1F2713,8150,010
DI1F2813,9350,080
DI1F2914,1750,095
DI1F3114,4400,085
DI1F3214,5500,080
DI1F3314,6150,080
DI1F3414,6500,085
DI1F3514,6850,080
update 13h12

Vale (VALE3) tem queda de 0,79%

update 13h11

Banco Central informa a PTAX de fechamento com compra a R$ 5,0767 e venda a R$ 5,0773

COMPRAVENDA
Ontem (30)5,07335,0739
1ª parcial5,06985,0704
2ª parcial5,08255,0831
3ª parcial5,07965,0802
4ª parcial5,07485,0754
update 13h10

Problemas na B3: especialista diz que deve ser uma sessão mais concentrada, com maior volume logo após a liberação das negociações e possível aumento de volatilidade no início

Joao Henrique Delibaldo, planejador financeiro pela Planejar, diz que já viu situações parecidas em mercados organizados, como o caos que aconteceu hoje na abertura do Ibovespa, “embora sejam eventos raros e normalmente tratados como exceção operacional”. O ponto central, ele diz, “é que o mercado tende a reagir com cautela no primeiro momento, porque a abertura concentra muitas ordens represadas e o leilão inicial passa a ter um papel ainda mais relevante na formação de preço. Sobre volume, eu evitaria dizer que tudo o que deixou de ser negociado pela manhã foi ‘perdido’. Parte desse volume provavelmente é apenas deslocada para o período posterior à abertura, especialmente ordens institucionais, ajustes de carteira e operações que precisam ser executadas no mesmo dia. Mas há, sim, uma perda potencial em operações de curtíssimo prazo, arbitragem, giro de investidores pessoa física e estratégias intradiárias que dependem da janela normal de liquidez. Na prática, o efeito deve ser uma sessão mais concentrada, com maior volume logo após a liberação das negociações e possível aumento de volatilidade no início. Para o investidor comum, a orientação é evitar decisões impulsivas na reabertura, acompanhar os leilões e preferir ordens limitadas em vez de ordens a mercado, porque os preços podem passar por ajustes rápidos até a liquidez se normalizar”.

update 13h01

Varejistas mistos nesta abertura: AMER3, +0,44%; AZZA3, +1,20%; AUAU3, +1,47%; BHIA3, -3,80%; CEAB3, +0,64%; LREN3, estável; MGLU3, -1,59%; RIAA3, -0,51%; VIVA3, -0,23%

update 12h59

VXBR: índice de volatilidade na Bolsa brasileira abre com baixa de 0,68%, aos 19,02 pontos

update 12h59

Vale (VALE3) retorna ao negativo, agora com menos 0,30%, a R$ 75,86

update 12h58

Bitcoin Futuro (BITFUT) abre dia com menos 3,27%, aos 321.360,00

update 12h58

Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) renova alta do dia, com mais 0,11%, aos 3.810,36 pontos

update 12h57

Muitas ações do IBOV que abriram retornaram para leilão, em começo atrasado e tumultuado de pregão desta sexta-feira

update 12h56

Vale (VALE3) vira para alta, com mais 0,22%, a R$ 76,26

update 12h55

Ibovespa sai dos leilões com alta de 0,63%, aos 178.278,38 pontos

update 12h55

Hapvida (HAPV3) vira para alta, com mais 0,36%, a R$ 11,05

update 12h54

Petro juniores sobem nesta abertura: PRIO3, +0,53%; RECV3, +1,14%; BRAV3, +0,44%

update 12h53

Embraer (EMBJ3) já vira para alta, com mais 0,59%, a R$ 86,65

update 12h52

Hapvida (HAPV3) começa com menos 0,09%, a R$ 11,00

update 12h52

Supermercadistas mistos nesta abertura tumultuada: ASAI3, -0,83%; GMAT3, +0,75%; PCAR3, -1,09%

update 12h51

Frigoríficos abrem de forma mista, com BEEF3 subindo 0,84% e MBRF3 caindo 0,22%

update 12h50

Axia Energia (AXIA3) começa com alta de 0,62%, a R$ 53,28

update 12h49

Embraer (EMBJ3) começa dia com baixa de 0,02%, a R$ 86,12

update 12h48

Índice de Small Caps (SMLL) abre, preliminarmente, com alta de 0,03%, aos 2.183,51 pontos

update 12h48

Petrobras inicvia dia com altas contidas de 0,31% (PETR3) e 0,56% (PETR4)

update 12h47

B3 (b3SA3) inicia pregão com alta de 0,19%, a R$ 15,66

update 12h46

Vale (VALE3) abre com baixa de 0,53%, a R$ 75,69, após balanço do 2T26

update 12h46

Ibovespa abre, preliminarmente, com queda de 0,08%, aos 177.018,94 pontos

update 12h45

Ibovespa futuro (INDFUT) faz nova máxima do dia, com mais 0,71%, cotado aos 178.845 pontos

update 12h38

Ibovespa futuro (INDFUT) renova máxima do dia, com mais 0,62%, cotado aos 178.650 pontos

update 12h35

Ibovespa futuro (INDFUT) abre em alta de 0,12%, cotado aos 177.880 pontos

update 12h34

Mini-índice com vencimento em agosto de 2026 (WINQ26) abre dia com baixa de 0,05%, aos 177.565 pontos

update 12h34

ROLOU! Minidólar com vencimento em setembro (WDOU26) começa com alta de 0,22%, cotado a 5.114,50

update 12h32

Minidólar com vencimento em agosto (WDOQ26) começa seu último dia de negociação com alta de 0,21%, cotado a 5.078,00

update 12h21

“Sem precedentes”: mercado repercute B3 fora do ar e impactos futuros para a Bolsa

“Não lembro de ter dado problema nesse nível. Já vi o futuro abrir meia hora depois. Mas isso, de hoje, é novidade. Gera estresse, pois muda a rotina operacional dos operadores”, afirmou à Broadcast, Rubens Cittadin, especialista em renda variável da Manchester Investimentos.

update 12h19

Especialistas alertam para volatilidade nas operações após atraso na abertura da B3

Especialistas ouvidos pelo InfoMoney apontam que o atraso tende a concentrar ordens que seriam executadas ao longo da manhã.

update 12h17

Problemas na B3: comunicado da operadora da Bolsa brasileira reafirma que abertura deve acontecer às 12h30

update 12h13

Futuros do petróleo apresentam altas: WTI tem mais 2,67%, a US$ 85,82; e Brent ganha 1,25%, a US$ 90,14

update 12h06

Banco Central informa terceira parcial PTAX com compra a R$ 5,0796 e venda a R$ 5,0802

update 12h04

Vale (VALE3) tem confiança em dívida perto de US$ 15 bi até fim do ano, diz VP

A companhia divulgou seus resultados do segundo trimestre de 2026 na noite desta quinta-feira.

update 12h02

Congressistas vão ao TCU contra licitação de R$ 1 bi no Porto de Santos

Representação sustenta que área indicada no edital como “não afetada” pela operação portuária está classificada no sentido oposto no Plano de Desenvolvimento e Zoneamento do porto.

update 11h59

Dólar comercial segue em alta, agora com mais 0,34%, a R$ 5,079 na venda e R$ 5,078 na compra

update 11h47

Russell 2000: índice de small caps nos EUA apresenta uma forte baixa de 1,02%

update 11h46

Principais índices em Nova York perdem força, após abertura consistente; veja cenário atual

  • Dow Jones: +0,01% (na abertura: +0,46%)
  • S&P 500: +0,02% (na abertura: +0,53%)
  • Nasdaq: +0,18% (na abertura: +0,92%)
update 11h36

B3 prevê reabertura do mercado a partir de 12h30 após problemas em Câmara

B3 informou nesta sexta que atrasou a abertura do pregão de listados devido a problemas relacionados ao envio de arquivos e à abertura da Câmara B3.

update 11h33

B3 atualiza sobre a abertura do pregão de hoje; veja os horários

“Informamos que seguimos trabalhando na disponibilização dos arquivos, na abertura da Câmara B3 e na liberação da negociação continua dos ativos e contratos”, diz a B3. Seguem abaixo as atualizações com mais detalhes:

  • BVBG017: divulgado às 9h22
  • Contratos de Dólar (DOL, DR1, FRP0 e FRP1): negociação liberada às 9h35
  • BVBG021 (sem chamada de margem): divulgado às 11h00
  • BVBG021 (complementar): previsão de envio às 12h00
  • Negociação do MiniIndice (WIN) e MIniDolar (WDO): previsão de abertura às 12h30 (com leilão de pré-abertura às 12h28)
  • Negociação de todos os demais ativos e contratos: previsão de abertura a partir das 12h30 (o encerramento dos leilões ocorrera a partir desse horário)
  • Abertura da Câmara B3: previsão de 14h00 (estimativa de horários das grades de liquidação será divulgada em breve)
  • Abertura do BTB: previsão de 14h00
update 11h25

Problemas na B3: comunicados projetam abertura de ativos por volta das 12 horas

update 11h21

Desempenho das pequenas empresas industriais melhora no 2º trimestre, mostra CNI

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) informou que o desempenho das pequenas empresas industriais melhorou no segundo trimestre. De acordo com o Panorama da Pequena Indústria (PPI), o índice que mede a performance das indústrias de pequeno porte, subiu 1,5 ponto em relação ao primeiro trimestre e chegou aos 45,2 pontos. Com o resultado, o indicador está 2,1 pontos acima da média para o trimestre, que é de 43,1 pontos. O patamar registrado nos três primeiros meses do ano foi o menor desde a pandemia de covid-19. O índice de desempenho da pequena indústria é calculado a partir de três variáveis: volume de produção (ou nível de atividade, no caso da construção); utilização da capacidade instalada (ou operacional, no caso da construção) efetiva em relação ao usual; e evolução do número de empregados. Ele vai de 0 a 100 pontos. Quanto maior, melhor o desempenho das pequenas empresas do setor no período.

update 11h12

Banco Central informa segunda parcial PTAX com compra a R$ 5,0825 e venda a R$ 5,0831

update 11h10

Logan/Fed: uma ação modesta na política monetária reduziria a probabilidade de precisar de medidas mais drásticas posteriormente

update 11h09

Logan/Fed: preferia um aumento de 0,25 pp na taxa para melhor equilibrar as perspectivas e riscos

update 11h08

Logan/Fed: sem qualquer restrição monetária, inflação provavelmente continuará acima da meta até que haja um choque inesperado

update 11h07

Logan/Fed: política monetária não está restringindo a economia e a inflação não está a caminho da meta de 2%

update 11h06

Logan/Fed: riscos de inflação são de alta e mercado de trabalho sólido está se fortalecendo um pouco

Lorie K. Logan é presidente do Federal Reserve de Dallas.

update 11h04

Setor público tem déficit primário de R$ 55,313 bilhões em junho, afirma BC

O déficit do mês passado foi mais intenso do que o previsto pela mediana da pesquisa Projeções Broadcast, de R$ 49,300 bilhões.

update 11h03

Copom: Natalie Victal, da SulAmérica, é “voz dissonante” e defende Selic em pausa

Economista faz distinção entre o “desejo” da autoridade monetária e a “realidade” dos dados: o BC sinaliza preferência em continuar o ciclo de cortes, mas indicadores de atividade e risco fiscal demandam pausa.

update 10h56

Dólar Futuro (DOLFUT) em alta de 0,29%, aos 5.116,50

update 10h50

Dólar comercial renova máxima do dia, com mais 0,50%, a R$ 5,087

update 10h47

Irani (RANI3): resultados do 2T26 em linha com o esperado e melhor sazonalidade à vista, ressalta XP

A Irani (RANI3) reportou resultados do 2T26 em linha com as expectativas da XP, com Ebitda ajustado de R$ 132 milhões, alta de 16% trimestralmente e mais 2% acima da expectativa, enquanto a margem Ebitda atingiu 30,5% (+2,8 p.p. trimestralmente, +0,6 p.p. XPe). Principais destaques foram o volume de caixas de papelão ondulado totalizou 44,0 kt (+5% trimestralmente), superando o mercado brasileiro (+3,5% segundo a Empapel), enquanto os preços permaneceram praticamente estáveis; e os embarques de papel para embalagens atingiram 32,0 kt, refletindo a normalização operacional após as paradas para manutenção no 1T26. Olhando para o futuro, a projeção é de um 3T26E mais construtivo, apoiado por uma melhor sazonalidade nos volumes e pela ausência de interrupções relacionadas ao TG#4, parcialmente compensadas por custos mais elevados de OCC”. A visão segue positiva sobre as ações da Irani.

update 10h40

PP decide ficar neutro nas eleições e esfria tentativa de Flávio por Tereza Cristina

Partido consultou diretórios estaduais e manteve posição de não apoiar candidatos ao Planalto.

update 10h38

Índice de BDRs (BDRX) recua 0,54%, aos 26.002,43 pontos, após abrir em alta

update 10h30

Principais índices em Nova York abrem mais dia com altas confortáveis

Investidores em Wall Street ganharam novo impulso das ações de tecnologia, após o susto tomado após a decisão do Federal Reserve na quarta-feira (29). “Os investidores estão recalibrando as expectativas em relação aos cortes nas taxas de juros do Fed, reduzindo o excesso de liquidez que alimentou mercados especulativos e impulsionados pelo momento”, disse à CNBC Richard Bernstein, chefe global de investimentos da Janus Henderson Investors. “A liderança do mercado está se expandindo para além das ‘Sete Magníficas’, à medida que os investidores recompensam cada vez mais a melhoria dos fundamentos em vez do ímpeto impulsionado pela euforia”.

  • Dow Jones: +0,46%
  • S&P 500: +0,53%
  • Nasdaq: +0,92%
update 10h29

Dólar comercial tem nova mínima do dia, mas ainda em alta, com mais 0,01%, a R$ 5,061

update 10h23

Problemas na B3: site da operadora da Bolsa comunica que inúmeras ações ficarão em leilão até por volta do meio-dia

update 10h18

Dólar hoje sobe após tombo na sessão anterior

Dólar caiu quase 1% na véspera, com investidores repercutindo dados de inflação nos EUA.

update 10h15

Problemas na B3: por enquanto, apenas dólar e dólar futuro seguem em negociação, ambos com altas curtas

update 10h09

Banco Central informa primeira parcial PTAX com compra a R$ 5,0698 e venda a R$ 5,0704

update 10h04

Problemas na B3: SMLL, IBOV, IFIX não abriram às 10h, como de praxe, apenas o índice de BDRs (BDRX), com mais 0,02%, aos 26.148,64 pontos

update 9h57

Dólar comercial renova mínima do dia, mas ainda em alta, com mais 0,04%, a R$ 5,063

update 9h54

PMI industrial da China cai para 49,2 em julho e indica contração da atividade

Já o PMI composto cedeu para 49,3 em julho, bem abaixo dos 50,6 registrados no mês anterior.

update 9h51

Problemas na B3: por ora, apenas dólar comercial e dólar futuro estão em negociação

update 9h47

Hamas reforça que seu desarmamento depende da retirada de Israel

“O compromisso da ocupação em pôr fim às mortes é o pré-requisito fundamental para prosseguir com a implementação e o estabelecimento de um cronograma para o que foi acordado”, disse o Hamas.

update 9h42

Minério tem maior queda semanal em 6 meses, após contração da indústria na China

O contrato de minério de ferro para setembro mais negociado na Bolsa ⁠de ‌Mercadorias de Dalian (DCE) da China registrou queda de 1,31%, ⁠para 716 iuanes.

update 9h39

Dólar comercial abre com com alta de 0,26%, a R$ 5,075 na venda

update 9h36

Dólar futuro (DOLFUT) abre em alta de 0,21%, cotado aos 5.112,00 pontos

update 9h35

B3 segue sem abrir as negociações de minis, DIs, dólar e futuros

update 9h34

Canadá: salário mínimo no 2T26 sobe 0,90%, acima do 0,80% no 1T26

update 9h33

Canadá: PIB de maio sobe 0,3% em relação a abril, acima da expectativa de mais 0,1%, mas abaixo do 0,5% do mês anterior

update 9h32

Japão pode ter vendido até US$ 59 bilhões em intervenção de compra de ienes

O Japão pode ter vendido até US$ 58,97 bilhões em suas últimas medidas para fortalecer sua moeda, indicaram dados do banco central nesta sexta-feira, sinalizando esforços repetidos para conter a desvalorização do iene. A projeção do Banco do Japão para as condições do mercado monetário para o dia seguinte sugere uma saída líquida de 8,2 trilhões de ienes, em comparação com previsões das corretoras que variam entre um superávit de 1,4 trilhão de ienes e um déficit de 1,73 trilhão de ienes. A atividade de compra de ienes envolve o Banco do Japão retirando a moeda dos mercados, portanto qualquer déficit excessivo de fundos pode servir como uma estimativa do tamanho de uma intervenção. O Japão realizou uma intervenção de compra de ienes e venda de dólares em Nova York na quinta-feira (30), segundo uma fonte do mercado, sua primeira ação desse tipo em três meses, já que a queda da moeda para os níveis mais baixos em quatro décadas ameaçava agravar o custo de vida, já afetado pelo choque energético causado pela guerra no Irã. A medida ocorreu antes da conclusão da reunião de política monetária do Banco do Japão nesta sexta-feira. O banco central manteve a taxa de juros, mas sinalizou que continuará a política de aperto monetário. O Banco do Japão elevou sua taxa básica de juros para 1% em junho, o maior nível em 31 anos. (Reuters)

update 9h24

B3 atrasa abertura de ativos após problemas na Câmara; contratos futuros em leilão

B3 informou nesta sexta que atrasou a abertura do pregão de listados devido a problemas relacionados ao envio de arquivos e à abertura da Câmara B3.

update 9h14

DIs: juros futuros também ainda não abriram

update 9h13

DXY: índice dólar apresenta alta de 0,49%, aos 100,35 pontos

update 9h11

Futuros em Nova York seguem em alta; veja cenário atual

  • Dow Jones Futuro: +0,49%
  • S&P 500 Futuro: +0,32%
  • Nasdaq Futuro: +1,05%
update 9h09

B3 informa sobre atraso na abertura de minis e demais ativos

“Informamos que, em decorrência do atraso no envio dos arquivos e na abertura da Câmara B3, previamente comunicados, excepcionalmente no pregão de Listados de hoje, postergaremos a abertura da negociação dos contratos MiniIndice (WIN) e MiniDolar (WDO) e todos os demais ativos e contratos permanecerão em leilão ate que tenhamos concluído a disponibilização dos arquivos da clearing para o mercado”, informa a B3. “Manteremos o mercado informado com atualizações periódicas por esse canal ate a completa normalização dos serviços e a abertura regular da negociação”, conclui.

update 9h00

Índice de Preços ao Produtor (IPP) em junho no Brasil tem deflação de 0,77%, ante deflação de 0,30% em maio

update 8h55

Arena Trader XP: Day Trade AO VIVO com Alex Carvalho

update 8h54

Vale (VALE3): resultados ligeiramente melhores no 2T26; e previsão de custos revisada para cima, como esperado, segundo a XP

A Vale (VALE3) apresentou resultados do 2T26 ligeiramente melhores do que o esperado pela XP, com Ebitda Ajustado Pro Forma de US$ 4,1 bilhões (cerca de 3-4% acima das estimativas e do consenso), impulsionado principalmente por um desempenho melhor do que o previsto nos custos operacionais da divisão de Minério de Ferro (US$ 24,1/t, mais 4% acima da expectativa). A Vale revisou para cima sua projeção para 2026, elevando os custos operacionais para US$ 22,5-23,5/t e os custos totais para US$ 58-62/t, amplamente esperado pelo mercado, refletindo a valorização do real e os preços spot mais altos do Brent, com o mercado já utilizando um valor superior a US$ 23/t como base para os custos operacionais. Outros destaques positivos incluem uma projeção ligeiramente melhor para a produção de cobre (360-380 kt) e níquel (185-200 kt), o anúncio de um dividendo de US$ 1,7 bilhão (aproximadamente R$ 2,03/ação, rendimento anualizado de 5,3%) e um novo programa de recompra de ações de até 100 milhões de ações (aproximadamente 2,3% das ações em circulação). No geral, a XP mantém recomendação neutra.

update 8h48

BC: dívida pública líquida do Brasil fica em 68,5% do PIB em junho, acima do esperado de 68,4%

update 8h47

BC: dívida pública bruta do Brasil fica em 81,9% do PIB em junho

A dívida pública bruta do Brasil como proporção do PIB chegou a 81,9% em junho, de 81,0% no mês anterior, informou o Banco Central agora há pouco. No mês, o setor público consolidado registrou um déficit primário de R$ 55,313 bilhões. Economistas consultados esperavam saldo negativo de R$ 49,8 bilhões. (Reuters)

update 8h40

Preços dos combustíveis no Brasil diminuem a ampla diferença abaixo da paridade internacional, diz Abicom

Petrobras (PETR3;PETR4) anunciou há 64 dias reajuste dos preços da gasolina. Sobre o diesel, a estatal reajustou os preços há 61 dias. A Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis publica o estudo diariamente, de segunda a sexta, exceto em feriados.

  • Diesel A S10 (média nacional): -72%, ou -R$ 2,34 (ontem: -79%, ou -R$ 2,58)
  • Gasolina A (média nacional): -49%, ou -R$ 1,26 (ontem: -58%, ou -R$ 1,48)
update 8h34

Futuros do petróleo sobem: WTI ganha 1,38%, a US$ 84,74; e Brent avança 1,37%, a US$ 90,25

update 8h32

Ações da Puma caem diante de decepção por falta de revisão positiva nas projeções

A fabricante de roupas esportivas Puma divulgou há pouco um prejuízo operacional no 2T26 menor do que o esperado e confirmou suas perspectivas para o ano, enquanto as vendas continuaram caindo em meio à fraca demanda. As ações da Puma caíram até 7% no início do pregão, já que os investidores ficaram decepcionados com o fato de a empresa não ter melhorado suas projeções. A empresa alemã reduziu custos, cortou empregos e reorganizou a administração, em uma tentativa de recuperar seus negócios em meio à fraca demanda e ao impacto das tarifas dos EUA sobre o setor. A empresa registrou um prejuízo operacional (Ebit) de 53,1 milhões de euros no período, valor inferior à estimativa dos analistas de um prejuízo de 68,7 milhões de euros em uma pesquisa realizada pela própria empresa, graças ao corte de despesas relacionadas ao seu programa de eficiência de custos e aos reembolsos de tarifas dos EUA. A empresa confirmou suas projeções anuais, que agora incluem um possível impacto do conflito no Oriente Médio e possíveis efeitos positivos decorrentes de alíquotas tarifárias mais baixas e reembolsos de tarifas no valor de pouco acima ou abaixo de 50 milhões de euros. (Reuters)

update 8h28

BCE: decisões no fim do ano dependerão de dados sobre a inflação

O membro do Banco Central Europeu (BCE) Martin Kocher afirmou hoje que o banco tomará decisões no fim deste ano com base nos dados que forem divulgados, a fim de levar a inflação de volta à meta de 2%. “As últimas semanas, em particular, mostraram com que rapidez os acontecimentos geopolíticos podem afetar os preços da energia e, consequentemente, as perspectivas de inflação”, afirmou o presidente do banco central da Áustria em comunicado, ao comentar os dados sobre a inflação austríaca. (Reuters)

update 8h24

Irani (RANI3) tem queda de 70,3% no lucro no 2T, para R$ 30,9 milhões

Redução do lucro líquido decorre, principalmente, da menor contribuição da variação do valor justo dos ativos biológicos.

update 8h23

O que fez índice sul-coreano Kospi saltar 18% e ter maior ganho diário da história

As ações da gigante de semicondutores Samsung Electronics avançaram 26,8%, enquanto a fabricante de chips de memória SK Hynix saltou 30%.

update 8h21

Raízen (RAIZ4): Justiça aprova plano de recuperação extrajudicial

O plano contou com a adesão de 81,6% dos credores financeiros quirografários da companhia.

update 8h12

Ecorodovias (ECOR3): resultados positivos no 2T26, segundo a XP

A Ecorodovias (ECOR3) reportou resultados positivos no 2T26, segundo a XP, com Ebitda ajustado de R$ 1,35 bilhão (+9% ano a ano, excluindo a Ecovias Sul; em linha com a expectativa). No lado positivo, um sólido crescimento da receita das rodovias pedagiadas; e tarifas mais altas. No lado negativo, margem Ebitda ajustada das rodovias pedagiadas mais fraca; e um ligeiro aumento da alavancagem para 4,1x dívida líquida/Ebitda (+0,2x em relação ao trimestre anterior). A XP mantém visão positiva e recomendação de compra.

update 8h10

Vendas da Braskem (BRKM5) caem no 2º tri, mas spreads sobem

A companhia teve queda de ⁠vendas ‌de principais químicos (5%), resinas (8%) e ⁠de polietileno verde (19%) no Brasil.

update 8h08

Bolsas da Ásia: ações do setor tecnológico da China sobem com expectativas de recuperação da IA; KOSPI dispara

As ações do setor de tecnologia chinês se valorizaram, acompanhando os ganhos em Wall Street e em toda a Ásia, impulsionadas pela esperança de que a onda global de vendas motivada pela IA estivesse diminuindo, embora os principais índices ainda tenham registrado perdas significativas em julho, com o STAR 50, focado em tecnologia, sofrendo seu pior mês já registrado. Uma recuperação das ações do setor de tecnologia ajudou a compensar as quedas mensais nos índices de referência, embora o SSEC tenha permanecido com queda de 6,4% neste mês, registrando a maior queda mensal desde março, enquanto o CSI300 recuou 7,9% e parecia caminhar para seu pior desempenho mensal desde julho de 2021. A alta na sexta-feira ocorreu depois que os líderes chineses se comprometeram, em uma reunião na quinta-feira (30), a empenhar-se para alcançar avanços em tecnologias de ponta e promover o desenvolvimento de indústrias do futuro. “Embora não tenha havido grandes surpresas em relação às medidas de estímulo para o setor imobiliário e o consumo, a reunião do Politburo de julho voltou a destacar o ‘aprofundamento da reforma abrangente do financiamento e investimento no mercado de capitais’ e o foco no ‘fortalecimento da resiliência do mercado e da confiança dos investidores’”, afirmaram analistas do BNP Paribas em uma nota. A atividade industrial da China entrou inesperadamente em contração em julho, pressionada pela queda nos novos pedidos que reforçou as preocupações com a desaceleração do crescimento econômico, a fraca demanda interna e os elevados custos de produção. (Reuters)

  • Shanghai SE (China), +0,72%
  • Nikkei (Japão): +3,86%
  • Hang Seng Index (Hong Kong): +0,10%
  • Nifty 50 (Índia): +0,27%
  • ASX 200 (Austrália): +0,10%
  • KOSPI (Coreia do Sul): +17,91%
update 8h05

Após blue chips, small caps podem liderar nova alta da Bolsa, diz André Moraes

Analista prevê que o capital estrangeiro deve entrar primeiro em ações mais líquidas e, depois, buscar oportunidades em varejo e construção.

update 8h02

EUA: índices futuros operam com ganhos

Os índices futuros de Nova York ganham novo impulso das ações de tecnologia, após o susto tomado após a decisão do Federal Reserve na quarta-feira (29). “Os investidores estão recalibrando as expectativas em relação aos cortes nas taxas de juros do Fed, reduzindo o excesso de liquidez que alimentou mercados especulativos e impulsionados pelo momento”, disse à CNBC Richard Bernstein, chefe global de investimentos da Janus Henderson Investors. “A liderança do mercado está se expandindo para além das ‘Sete Magníficas’, à medida que os investidores recompensam cada vez mais a melhoria dos fundamentos em vez do ímpeto impulsionado pela euforia”.

  • Dow Jones Futuro: +0,67%
  • S&P 500 Futuro: +0,47%
  • Nasdaq Futuro: +1,19%
update 8h00

Abertura dos mercados

A queda de 35% no lucro da Vale (VALE3) no segundo trimestre deve repercutir nos mercados na sessão de hoje, enquanto no exterior resultados robustos da Amazon e da Microsoft tranquilizavam investidores a retornarem à inteligência artificial. A Vale informou na véspera que teve lucro líquido de US$ 1,375 bilhão no segundo trimestre, queda de 35% em relação ao mesmo período do ano anterior, em um balanço pressionado pela piora do resultado financeiro. A mineradora realiza às 11h teleconferência para comentar o resultado. A Multiplan (MULT3) também realiza teleconferência depois de a operadora de shopping centers e empreendimentos divulgar um salto de 61,7% no lucro líquido do segundo trimestre ante o mesmo período de 2025, alcançando R$ 427,4 milhões, em um desempenho acima do esperado pelo mercado. No exterior, os temores dos investidores de que a alta impulsionada pela IA pudesse perder força em breve diminuíram após os resultados da Microsoft divulgados na quarta-feira (29), quando a empresa projetou geração de caixa ao longo do ano fiscal de 2027. No dia seguinte, a Amazon apresentou o crescimento mais forte de sua unidade de nuvem em mais de quatro anos, tranquilizando investidores ávidos por sinais de que os bilhões de dólares investidos na expansão da infraestrutura de IA estão dando resultado. (Reuters)

update 7h54

Principais índices em Nova York fecharam ontem com fortes altas

Investidores em Wall Street conseguiram um novo ânimo com os dados positivos da inflação de consumo pessoal, o PCE, em junho, que se mostrou bastante comportada, assim como a prévia do PIB do 2T26 mostrou uma expansão robusta de 1,5%. “O Fed permanece paciente e em modo de espera, e continuará monitorando a evolução da economia nos próximos meses”, disse à CNBC Sameer Samana, chefe de ações globais e ativos reais do Wells Fargo Investment Institute. “Isso torna a reunião de setembro uma oportunidade crucial para o Fed agir, caso os dados econômicos indiquem segurança, a fim de amenizar as crescentes pressões inflacionárias”. Ontem, o Fed decepcionou os investidores, apontando uma rota de possível alta das taxas. Além disso, os balanços trimestrais da Microsoft e da Meta deram sinais mistos sobre o setor de tecnologia e IA, mas foram suficientes para devolver as altas aos principais índices.

Dia (%)Pontos (pts)
Dow Jones+1,1952.209,57
S&P 500+1,677.437,98
Nasdaq+2,7825.122,18
update 7h52

DIs: juros futuros fecharam com baixas por toda a curva

Taxa (%)Variação (pp)
DI1F2713,805-0,045
DI1F2813,855-0,120
DI1F2914,080-0,170
DI1F3114,355-0,160
DI1F3214,470-0,130
DI1F3314,535-0,120
DI1F3414,565-0,095
DI1F3514,605-0,100
update 7h50

Dólar comercial terminou ontem com baixa de 0,92%, na mínima do dia

O dólar comercial teve a segunda queda seguida frente ao real. O movimento foi na mesma direção da moeda norte-americana ante outras divisas de países emergentes, com o DXY, o índice dólar, com menos 0,93%, aos 99,95 pontos.

  • Venda: R$ 5,061
  • Compra: R$ 5,060
  • Mínima: R$ 5,060
  • Máxima: R$ 5,106
update 7h48

Maiores baixa, maiores altas e as mais negociadas de ontem

Maiores baixas

Dia (%)Valor (R$)
USIM5-9,257,55
CSNA3-4,814,95
CMIN3-4,355,72
BRAV3-2,0720,39
AZZA3-1,8015,86

Maiores altas

Dia (%)Valor (R$)
MBRF37,8017,96
TOTS35,7431,13
COGN35,482,31
MGLU35,465,02
CURY35,3730,40

Mais negociadas

NegóciosDia (%)
PETR451.4962,00
ABEV347.1470,38
VALE334.1731,39
BBDC433.7960,22
BBAS329.2541,97
update 7h45

Ibovespa terminou ontem com alta de 1,88%, aos 177.158,86 pontos, máxima do dia

  • Máxima: 177.158,86
  • Mínima: 173.884,55
  • Diferença para a abertura: +3.273,52 pontos
  • Volume: R$ 16,10 bilhões

Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:

  • Segunda-feira (27): +0,74%
  • Terça-feira (28): +0,70%
  • Quarta-feira (29): -1,52%
  • Quinta-feira (30): +1,88%
  • Semana: +1,79%
  • Julho: +2,98%
  • 3T26: +2,98%
  • 2026: +9,95%

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CSN Mineração (CMIN3) salta 21% e MRV (MRVE3) tem pior saldo semanal no Ibovespa; veja os destaques do índice

O Ibovespa (IBOV) engatou a terceira semana consecutiva de ganhos com a expectativa da retomada de negociações entre Estados Unidos e Irã para um acordo de paz definitivo no Oriente Médio e aumento das apostas de continuidade do ciclo de afrouxamento monetária pelo Banco Central brasileiro.

O principal índice da bolsa brasileira acumulou ganho de 2,18% na semana e encerrou a última sessão aos 177.866,37 pontos.

Já o dólar à vista terminou a R$ 5,1084 com desvalorização de 1,17% no acumulado da semana.

Por aqui, os investidores reagiram à desaceleração da inflação na comparação mensal. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu 0,16% em junho, após avanço de 0,58% em maior.

No acumulado dos 12 meses, a inflação subiu 4,64% — ainda acima da meta perseguida pelo Banco Central (BC), de 3%, com uma margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos.

Após o dado, o Bank of America (BofA) alterou a projeção de manutenção para uma redução da Selic em 25 pontos-base na próxima decisão do Copom, marcada para 5 de agosto, considerando um cenário externo mais favorável – entre outros fatores, os preços do petróleo abaixo de US$ 80 o barril.

O banco ainda considera o ‘risco’ de um corte adicional na Selic de 25 pontos-base na decisão seguinte, embora o cenário-base seja de manutenção da taxa a 14% ao ano até dezembro.

A ‘surpresa’ positiva também reforçou a expectativa de continuidade do ciclo de cortes na taxa básica de juros, a Selic, iniciado em março pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central. O mercado precifica um novo corte de 25 pontos-base na decisão de agosto, que levaria a Selic de 14,25% para 14% ao ano.

O mercado também acompanharam atentos as audiências públicas realizadas pelo Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR, na sigla em inglês), que segue discutindo políticas e práticas do Brasil, sob a Seção 301 da Lei de Comércio dos EUA de 1974.

Em junho, o governo Trump propôs tarifas sobre o Brasil alegando violações comerciais, como desmatamento ilegal e o que chama de práticas desleais em pagamentos eletrônicos, pouco depois de Flávio, filho mais velho do ex-presidente Jair Bolsonaro, ter se reunido com altos funcionários norte-americanos em Washington.

Tensão no Oriente Médio

A semana começou com a troca de ataques entre Estados Unidos e Irã. Na terça-feira (7), a Casa Branca revogou uma licença geral que autorizava a venda de petróleo iraniano – renovando as incertezas sobre o frágil cessar-fogo entre Washington e Teerã e as pressões sobre a inflação global.

No dia seguinte, o presidente norte-americano, Donald Trump, declarou que o memorando de entendimento assinado com o Irã para encerrar o conflito “acabou”, acrescentando que não deseja manter negociações com Teerã.

Já na sexta-feira, Trump afirmou que aceitou o pedido do Irã de continuar as negociações para um acordo de paz definitivo no Oriente Médio.

“A República Islâmica do Irã nos pediu para continuarmos as ‘negociações’. Concordamos em fazê-lo, mas os Estados Unidos declararam a eles, em termos inequívocos, que o cessar-fogo ACABOU!”, disse o chefe da Casa Branca em uma publicação na rede social Truth.

Em meio às incertezas, o contrato mais líquido do petróleo Brent, referência para o mercado internacional, para agosto avançou 5,39% na semana, encerrando a última sessão a US$ 76,01 o barril, na Intercontinental Exchange (ICE), em Londres.

Sobe e desce do Ibovespa

As ações da CSN Mineração (CMIN3) saltaram mais de 21% na semana, em recuperação às perdas do primeiro semestre. Apesar da forte valorização, os papéis ainda acumulam queda de 4,04% no acumulado do ano.

O Citi espera resultados fracos no segundo trimestre (2T26). “Os preços realizados foram pressionados pelo aumento dos custos de frete, que ficaram aproximadamente US$ 9 por tonelada mais altos durante o período”, afirmou o banco em relatório divulgado nesta semana.

Os analistas, porém, consideram que os volumes embarcados em abril e junho, particularmente fortes, devem ser destaque no trimestre, apesar de uma parada de manutenção de 15 dias.

Já o BTG Pactual projeta receita líquida de R$ 4,25 bilhões entre abril e junho, avanço de 5% na comparação anual. O Ebitda deve recuar 20%, para R$ 1,02 bilhão, em meio ao aumento dos custos, enquanto os volumes de minério devem cair 3%. O lucro líquido é estimado em R$ 499 milhões no 2T26.

Confira as maiores altas do Ibovespa entre 6 e 10 de julho:

CÓDIGONOMEVARIAÇÃO SEMANAL
CMIN3CSN Mineração ON21,35%
MGLU3Magazine Luiza ON17,30%
UGPA3Ultrapar ON11,55%
AZZA3Azzas 215411,44%
RADL3RD Saúde ON9,96%
SLCE3SLC Agrícola9,45%
VBBR3VIBRA energia ON8,62%
CSMG3Copasa ON8,60%
ISAE4Isa Cteep ON8,50%
AURE3Auren ON8,49%
Fonte: B3

Já a ponta negativa do Ibovespa foi liderada por MRV&Co (MRVE3), em realização dos ganhos recentes.

Na última quinta-feira (9), a companhia divulgou a prévia operacional no 2T26. A divisão de incorporação reportou um crescimento de 3,4% na base anual nas vendas líquidas, a R$ 2,75 bilhões no 2T25.

A geração de caixa da companhia foi de R$77,2 milhões. No segmento de incorporação, houve geração de R$121,1 milhões, ante consumo de caixa de R$55,1 milhões observado um ano antes.

Em relação aos lançamentos, as unidades totalizaram valor geral de vendas (VGV) de R$2,95 bilhões para a incorporação, queda de 14,4% em relação ao mesmo período do ano passado, somando um valor lançado de quase R$5,87 bilhões no primeiro semestre.

O Bradesco BBI avaliou os números da prévia como “ligeiramente positivos”. Em relatório, o banco destacou principalmente a retomada da geração de caixa operacional, que alcançou R$ 19,6 milhões na frente de incorporação — um dos principais pontos de atenção da tese de investimento da companhia nos últimos anos.

Veja as maiores quedas da semana:

CÓDIGONOMEVARIAÇÃO SEMANAL
MRVE3MRV ON-7,73%
MBRF3MBRF ON-7,33%
DIRR3Direcional ON-7,00%
VALE3Vale ON-5,91%
USIM5Usiminas PNA-3,65%
BRAP4Bradespar PN-3,25%
ABEV3Ambev ON-2,89%
CEAB3C&A Modas ON-2,82%
POMO4Marcopolo PN-2,52%
CURY3Cury ON-2,06%
Fonte: B3
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Ibovespa Hoje Ao Vivo: Bolsa cai com peso do exterior e ata do Copom

Ibovespa hoje

  • Ibovespa cai aos 168,5 mil pontos, dólar comercial sobe a R$ 5,17 e juros futuros operam mistos.
  • BC diz que trajetórias da Selic mais próximas às previstas pelo mercado são mais adequadas.
  • Taxas de juros futuros sobem com dólar e após ata sinalizar Selic alta por mais tempo.
  • Irã nega inspeção nuclear da AIEA e anuncia ‘linha telefônica direta’ sobre Ormuz.

Confira as últimas dos mercados

update 10h28

SpaceX caminha para nova queda e valor de mercado deve ficar abaixo de US$ 2 tri

As perdas ocorrem no momento em que a empresa se prepara para vender títulos de grau de investimento pela primeira vez.
update 10h23

Siderúrgicas começam dia em queda; USIM5 cai 3,95%, CSNA3 perde 2,43%, GGBR4 perde 2,37% e GOAU4 cai 1,36%

update 10h21

Vale (VALE3) amplia baixa para menos 2,25%, a R$ 79,09

update 10h21

Ibovespa cai com exterior negativo

O Ibovespa opera em baixa nos primeiros negócios desta terça-feira (23), aos 168,7 mil pontos, acompanhando o movimento global de aversão a risco nesta manhã, com a continuidade da venda de ações de tecnologia liderando as perdas em Nova York, enquanto investidores locais digerem a ata da última reunião do Banco Central. Recuam as ações de VALE3, grandes bancos, varejistas e PETR4. O dólar comercial sobe a R$ 5,17 e os juros futuros operam mistos. O Banco Central avalia serem mais adequadas, no momento, trajetórias de Selic menos discrepantes às apontadas pelo mercado no boletim Focus, questionário pré-Copom e precificação da política monetária, por evitarem induzir volatilidade excessiva nos ativos financeiros e agregados macroeconômicos, mostrou nesta terça-feira a ata da última reunião do Copom. Na véspera, a pesquisa Focus do BC mostrou que a projeção para a taxa Selic no fim deste ano foi de 13,75% para 14,00%, com os especialistas esperando apenas mais um corte em agosto. No exterior, as expectativas de aumentos iminentes da taxa de juros pelo Federal Reserve e as preocupações com o aumento dos gastos corporativos em inteligência artificial afetavam o sentimento. Os futuros do petróleo Brent caíram ligeiramente para abaixo de US$76 por barril pela primeira vez desde o início de março, e os investidores agora estão focados no que a disparada dos preços da energia significará para a política monetária dos bancos centrais. Em Wall Street, o Dow Jones Futuro recua 0,32%, S&P Futuro cai 1,52% e Nasdaq Futuro tem baixa de 2,56%. (Felipe Alves)

update 10h18

Setor de papel e celulose recua nesta manhã: KLBN11, -0,30%; SUZB3, -0,81%

update 10h14

Principais varejistas começam sessão de forma mista: AUAU3, -0,94%; AZZA3, +0,31%; LREN3, -0,42%; MGLU3, -1,07%; VIVA3, -0,57%

update 10h13

Banco Central informa primeira parcial PTAX com compra a R$ 5,1690 e venda a R$ 5,1696

update 10h12

Petro juniores iniciam dia no vermelho: PRIO3, -0,69%; RECV3, -0,59%; BRAV3, -0,80%

update 10h11

Braskem (BRKM5) começa com baixa de 1,88%, a R$ 7,29

update 10h11

Hapvida (HAPV3) começa sessão com menos 1,32%, a R$ 10,46

update 10h10

Frigoríficos começam de forma mista: BEEF3 desce 2,29% e MBRF3 sobe 0,07%

update 10h09

Grandes bancos em baixa nesta abertura: BBAS3, -0,87%; BBDC4, -1,07%; ITUB4, -1,22%; SANB11, -1,15%

update 10h08

B3 (B3SA3) inicia pregão com queda de 1,43%, a R$ 14,49

update 10h08

Vale (VALE3) inicia sessão com queda de 2,19%, a R$ 79,14

update 10h07

Ibovespa sai dos leilões com queda de 1,06%, aos 168.558,70 pontos

update 10h07

Acia Energia (AXIA3) começa com perdas de 1,37%, a R$ 52,18

update 10h06

Embraer (EMBJ3) começa dia com queda de 1,09%, a R$ 77,49

update 10h05

Supermercadistas começam com baixas: ASAI3 desce 1,04% e PCAR3 cai 0,98%

update 10h05

Petrobras começa dia com baixas: PETR3 tem menos 0,39% e PETR4 perde 0,26%

update 10h02

Ibovespa abre, preliminarmente, com baixa de 0,01%, aos 170.361,15 pontos

update 10h01

Índice de Small Caps (SMLL) abre, preliminarmente, com queda de 0,04%, aos 2.150,51 pontos

update 9h58

Taxas de juros futuros sobem com dólar e após ata sinalizar Selic alta por mais tempo

Comitê reconheceu explicitamente que o seu balanço de riscos para a inflação passou a ter uma “assimetria altista”.

update 9h56

Ibovespa futuro recua 1,12%, aos 171.590 pontos

update 9h51

Heineken nomeia Rafael Oliveira como CEO com missão de impulsionar as vendas

A Heineken nomeou Rafael Oliveira como seu novo presidente-executivo e presidente do conselho de administração nesta terça-feira, marcando a primeira vez que a cervejaria holandesa nomeia alguém de fora para o cargo de liderança, em um momento em que as empresas do setor de bebidas alcoólicas buscam impulsionar as vendas por meio de mudanças na liderança. Oliveira é CEO da JDE Peet’s, fabricante holandesa de café e chá, desde 2024. Ele passará a integrar a Heineken, a segunda maior cervejaria do mundo, por um período de quatro anos a partir de 1º de outubro, informou a empresa, acrescentando que espera que ele acelere a estratégia já definida para 2030. “Após uma rigorosa busca global, o conselho de supervisão escolheu Rafa por unanimidade por sua combinação única de visão estratégica, experiência operacional e perspicácia financeira”, afirmou a Heineken. As ações da Heineken subiam cerca de 3%, superando o desempenho do mercado em geral e atingindo seu nível mais alto desde março. (Reuters)

update 9h45

Datafolha: 36% acreditam que economia brasileira vai melhorar nos próximos meses

Parcela que espera melhora nos próximos meses subiu de 30% para 36%.

update 9h40

Compass (PASS3): XP inicia cobertura com recomendação de compra e preço-alvo de R$ 36,70

A XP iniciou a cobertura da Compass (PASS3) com recomendação de compra e preço-alvo de R$ 36,70, consolidando a empresa como mais uma potencializadora de crescimento de longo prazo. A tese de investimento é dupla: a empresa possui um portfólio premium de distribuição de gás natural nas regiões mais desenvolvidas economicamente do Brasil, o que proporciona fluxos de caixa previsíveis e crescimento constante; e a Edge (plataforma de comercialização de gás) oferece à empresa uma considerável possibilidade de crescimento com retornos marginais muito atrativos. O negócio de gás natural proporciona fluxos de caixa de longo prazo que crescem em termos reais com retornos marginais acima do custo de capital. Este portfólio robusto, aliado a um posicionamento estratégico que torna a empresa uma consolidadora natural do setor, cria uma narrativa de investimento atraente que, combinada com a TIR real atrativa de 13,0%.

update 9h39

Israel atacou crianças de Gaza, o que resultou em genocídio, diz inquérito da ONU

As autoridades e forças de segurança israelenses atacaram deliberadamente crianças palestinas, o que resultou em genocídio, crimes contra a humanidade e crimes de guerra em Gaza, além de crimes de guerra na Cisjordânia ocupada, afirmou nesta terça-feira uma comissão de inquérito independente da ONU. O relatório da Comissão Internacional Independente de Inquérito da ONU sobre o Território Palestino Ocupado, incluindo Jerusalém Oriental, e Israel examinou as violações contra crianças palestinas desde o início da guerra entre Israel e o Hamas, em 7 de outubro de 2023. Cerca de 30% das vítimas fatais na guerra de Gaza eram crianças, segundo o relatório. Um relatório anterior da comissão, divulgado em setembro, concluiu que Israel havia cometido genocídio em Gaza e que altas autoridades israelenses, incluindo o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, incitaram esses atos — acusações que Israel considerou escandalosas. A missão de Israel em Genebra afirmou que o país rejeitou o que chamou de “segundo relatório difamatório e tendencioso” da Comissão. (Reuters)

update 9h38

Eduardo Bolsonaro intensifica articulação nos EUA durante impasse sobre tarifas

Ex-deputado participou de jantar em Washington com parlamentares republicanos e relatou conversas sobre política brasileira, STF e governo Lula.

update 9h34

HMOBI diz que Mubadala Capital está analisando seu investimento na companhia que controla o MetrôRio 

A HMOBI comunicou nesta terça-feira que o acionista controlador Mubadala Capital informou que tem conduzido análises, com a assessoria do Banco Santander, relacionadas ao seu investimento na companhia. O Fundo de Investimento em Participações Multiestratégia Mubadala Capital IAV detém 51,52% na HMOBI, que, por sua vez, é a controladora do MetrôRio. A Mubadala Capital, conforme o fato relevante da HMOBI, informou que as análises ora conduzidas possuem caráter preliminar e exploratório para avaliação de mercado e de alternativas que podem envolver ou não uma eventual transferência de controle da companhia. “Não há, contudo, qualquer definição a respeito de uma efetiva transação”, acrescentou.

update 9h31

Secretário-geral da ONU pede que empresas de IA sejam transparentes sobre custos ambientais

O secretário-geral da ONU pediu nesta terça-feira que as principais empresas de inteligência artificial divulgassem publicamente o custo ambiental total de seus data centers e usassem energia renovável, ao lançar uma iniciativa que pede transparência ao setor. O rápido desenvolvimento de centros de dados em todo o mundo para impulsionar a revolução da IA tem atraído o escrutínio de grupos ambientalistas devido ao alto consumo de energia e água por esses empreendimentos e à falta de transparência. “Até 2030, eles poderão consumir mais energia do que todos os países, com exceção de cinco — e água suficiente para atender às necessidades básicas de todos os 1,3 bilhão de habitantes da África Subsaariana durante um ano inteiro”, afirmou o secretário-geral da ONU, António Guterres, em um discurso durante a Semana de Ação Climática de Londres. (Reuters)

update 9h27

BCE obtém apoio parlamentar para euro digital

O Banco Central Europeu obteve, nesta terça-feira, um importante apoio parlamentar para o lançamento do euro digital, um meio de pagamento eletrônico que visa tornar a zona do euro menos dependente dos cartões de crédito dos Estados Unidos em um momento de desgaste das relações transatlânticas. O euro digital, essencialmente uma carteira eletrônica garantida pelo banco central, mas comercializada por bancos ou fintechs, permitirá que todos os residentes da zona do euro realizem pagamentos online e pessoalmente. Em desenvolvimento há seis anos, o dinheiro digital do BCE tornou-se uma questão mais urgente desde que Donald Trump voltou à Casa Branca, impondo tarifas até mesmo a parceiros comerciais consolidados, como a União Europeia, e gerando temores de que os EUA possam, algum dia, usar seu domínio sobre redes de pagamento como Visa e Mastercard como arma. A aprovação do projeto de regulamentação pela comissão de economia do Parlamento Europeu ocorre após três anos de disputas entre o BCE e os bancos, que têm se mostrado preocupados com a saída de depósitos e a perda de receitas e buscaram limitar o escopo do projeto. (Reuters)

update 9h24

Ata do Copom: BC cortou a Selic, mas não cortou as preocupações com a inflação, diz especialista

Olívia Flôres de Brás, CEO da Magno Investimentos, diz que o mercado procurava uma sinalização clara sobre o início de um ciclo de flexibilização monetária. “Encontrou algo diferente: um corte acompanhado de um discurso que continua carregado de cautela. A principal mensagem do documento não está na redução dos juros. Está no diagnóstico. O Copom reconhece que a inflação segue pressionada, que as expectativas continuam desancoradas e que os riscos permanecem assimétricos para cima. Em outras palavras, o Banco Central cortou a taxa, mas não cortou suas preocupações”. Segundo ela, a ata também reforçou um tema que tem aparecido de forma recorrente nas comunicações da autoridade monetária: a questão fiscal. “O documento volta a mencionar que o enfraquecimento da disciplina das contas públicas, a expansão do crédito direcionado e as dúvidas sobre a trajetória da dívida podem elevar o juro estrutural da economia”, sublinha. “O investidor amanhece, portanto, diante de uma mensagem clara. Os juros começaram a cair, mas o Banco Central ainda não está confortável com a trajetória da inflação nem com o comportamento das expectativas. O mercado não procura apenas novos cortes da Selic. Procura sinais de que inflação, credibilidade e contas públicas voltarão a caminhar na mesma direção. E essa resposta continua em aberto”.

update 9h21

Por que as ações de tecnologia estão despencando pelo mundo nesta terça-feira?

A valorização das ações de tecnologia nos EUA perdeu força neste mês, com investidores preocupados com uma possível supervalorização dos preços.

update 9h18

EUA: variação semanal de empregos privados ADP fica positiva em 30,75 mil, acima dos 25,50 mil da semana anterior

update 9h13

Trump destaca fluxo de petróleo no Estreito de Ormuz e queda nos preços

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que 19 milhões de barris de petróleo passaram pelo Estreito de Ormuz na segunda-feira e destacou a queda nos preços do petróleo em uma postagem nas redes sociais nesta terça-feira.

update 9h10

DIs: juros futuros avançam por toda a curva

Valor (%)Variação (pp)
DI1F2714,2550,281
DI1F2814,7600,545
DI1F2914,8500,644
DI1F3114,8000,783
DI1F3214,7750,784
DI1F3314,7150,719
DI1F3514,6150,689
update 9h10

DXY: índice dólar avança 0,30%, aos 101,33 pontos

update 9h06

México: atividade econômica em abril sobe 2,30% em relação a abril de 2025, acima do 1,90% esperado

Em março, na comparação com março de 2025, a expansão foi de 1,40%.

update 9h05

Dólar comercial abre em alta de 0,65%, cotado a R$ 5,173 na compra e a R$ 5,175 na venda

update 9h04

Mini-índice com vencimento em agosto de 2026 (WINQ26) abre dia com queda de 0,62%, aos 172.420 pontos

update 9h04

Ibovespa futuro abre em baixa de 1,00%, cotado aos 171.790 pontos

update 9h04

México: atividade econômica em abril sobe 1,20% em relação a março, acima do 0,40% de março

update 9h03

Minidólar com vencimento em julho (WDON26) começa o dia com alta de 0,62%, cotado a 5.186,00

update 9h02

Bitcoin Futuro (BITFUT) abre dia com menos 1,59%, aos 323.980,00

update 9h02

México: vendas no varejo em abril sobem 4,4% em relação a abril de 2025, acima do dos 2,9% positivos de março

update 9h01

México: vendas no varejo em abril sobem 0,8%, acima do 0,1% positivo de março

update 9h01

Dólar futuro abre em alta de 0,67%, cotado aos 5.187,50 pontos

update 8h55

Arena Trader XP: Day Trade ao vivo com Alex Carvalho e Mauro Botto

update 8h48

CME/FedWatch: projeção de manutenção dos juros nos EUA para julho está em 63%

29/0716/09
4,00%-4,25%18,6%
3,75%-4,00%36,3%50,3%
3,75%-3,50%63,7%31,1%

 

update 8h47

Receita abre consulta ao 2º lote de restituição do Imposto de Renda: como consultar

O pagamento da restituição será feito no dia 30 de junho na conta ou na chave Pix do tipo CPF do contribuinte contemplado.

update 8h45

Trump insiste que Irã concordou com inspeções nucleares

O presidente dos EUA, Donald Trump, insistiu nesta terça-feira que o Irã concordou em permitir inspeções nucleares por um longo período no futuro, apesar das declarações do Irã de que não o fez. Trump também afirmou, em uma postagem nas redes sociais, que os Estados Unidos manterão navios no Estreito de Ormuz, caso seja necessário restabelecer o bloqueio aos portos iranianos.

update 8h43

Ministra das Finanças do Japão conversa com Bessent sobre mercados financeiros

A ministra das Finanças do Japão, Satsuki Katayama, afirmou nesta terça-feira que realizou uma reunião online com o secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, no dia anterior para discutir os mercados financeiros globais, em meio a crescentes preocupações com as fortes oscilações cambiais. “Discutimos a situação em torno dos mercados financeiros globais, incluindo questões relacionadas aos desdobramentos no Estreito de Ormuz e o possível impacto desses fatores”, disse Katayama a repórteres. Questionada se a intervenção cambial foi explicitamente abordada, Katayama evitou confirmar. No entanto, ela ressaltou que o Japão e os Estados Unidos compartilham um entendimento mútuo firme de que medidas decisivas serão tomadas, se necessário. “Isso permanece totalmente inalterado”, disse ela. “Tendo como pano de fundo as diversas mudanças no ambiente econômico global, tivemos discussões construtivas, e sinto que nossos pontos de vista estão muito alinhados.”

update 8h40

Kospi: bolsa da Coreia do Sul desaba 10% e tem circuit breaker com queda de techs

As gigantes de chips Samsung Electronics e SK Hynix caíram mais de 12%.

update 8h35

Kazimir diz que próximos passos do BCE dependerão de dados, mas direção é clara

Os danos causados pelo conflito no Oriente Médio não podem ser sanados da noite para o dia e o Banco Central Europeu ainda tem trabalho a fazer, afirmou na terça-feira Peter Kazimir, membro do BCE. O BCE elevou as taxas de juros neste mês para evitar que os preços mais altos da energia aumentassem as expectativas de inflação no longo prazo, e os mercados financeiros preveem pelo menos mais uma alta ainda este ano, mesmo com os preços da energia tendo caído bem abaixo das máximas recentes. “Acho que a direção está clara e acho que ainda temos trabalho a fazer”, disse ele em uma coletiva de imprensa do banco central da Eslováquia. “Criamos uma posição muito boa com a decisão de aumento das taxas em junho para podermos reagir quando for necessário.” Questionado sobre os desdobramentos nas negociações de paz entre os Estados Unidos e o Irã, ele disse que, em princípio, nada mudou para ele. Kazimir disse que será importante acompanhar os próximos dados, incluindo os de inflação de junho, e estar atento a quaisquer sinais de efeitos secundários que não constem nos dados no momento, mas que possam ser percebidos. (Reuters)

update 8h34

Inflação na zona do euro pode permanecer alta mesmo com acordo de paz, afirma economista-chefe do BCE

A inflação na zona do euro pode permanecer acima da meta de 2% do Banco Central Europeu (BCE) por algum tempo, mesmo que a paz no Oriente Médio se mantenha, mas esse choque ainda assim exige apenas uma resposta moderada da política monetária, afirmou nesta terça-feira o economista-chefe do BCE, Philip Lane. O BCE elevou as taxas de juros neste mês para evitar que os preços mais altos da energia impulsionassem as expectativas de inflação de longo prazo, e os mercados financeiros preveem pelo menos mais um aumento até o final do ano, mesmo com os preços da energia tendo caído bem abaixo das máximas recentes. Em discurso aos parlamentares europeus em Bruxelas, Lane disse que a inflação pode permanecer bem acima da meta até o primeiro semestre de 2027, depois de ter ultrapassado os 3% no mês passado. “Embora os recentes avanços rumo a uma resolução do conflito no Oriente Médio sejam bem-vindos, a incerteza continua elevada e há riscos contínuos de que a inflação permaneça acima de nossa meta de médio prazo de 2% por um bom tempo”, disse Lane.

update 8h33

Investidores de infraestrutura devem ampliar aportes na Colômbia após eleição

Levantamento do GRI Institute com líderes do setor mostra que a maioria planeja expandir investimentos no país, enquanto parte aguardava a definição eleitoral antes de novos aportes.

update 8h32

EUA suspendem sanções contra Irã; Trump adverte Teerã de que precisa cumprir acordo

Os Estados Unidos suspenderam as sanções contra o Irã por 60 dias a partir de segunda-feira, após as primeiras negociações no âmbito de um acordo de paz em fase inicial, e o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que “fará o que for preciso” caso o Irã não cumpra sua parte no acordo. O vice-presidente dos EUA, JD Vance, disse que as negociações com autoridades iranianas na Suíça estabeleceram uma boa base para um acordo de paz definitivo, mas o Irã negou ter iniciado discussões sobre seu programa nuclear ou concordado em convidar inspetores da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) a retornarem ao país. O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Esmail Baghaei, afirmou na terça-feira que as autoridades iranianas não haviam se reunido com o chefe da AIEA, Rafael Grossi, na Suíça, e não tinham planos de permitir que a agência nuclear da ONU inspecionasse as instalações nucleares danificadas do Irã. Os dois lados, buscando dar continuidade ao acordo provisório assinado na semana passada após mais de três meses de guerra, chegaram a um acordo sobre um roteiro para um pacto permanente dentro de 60 dias nas negociações realizadas no resort de montanha suíço de Buergenstock, informaram os mediadores Paquistão e Catar.

update 8h28

Vance diz que negociações criaram “boa base” para acordo definitivo com o Irã

O acordo provisório para encerrar os combates no Irã, assinado na semana passada, estabelece um prazo de 60 dias para negociações sobre temas centrais.

update 8h25

Axia Energia aprova 9ª emissão de debêntures no montante de R$800 mi

update 8h23

PF faz operação e bloqueia até R$ 670 milhões ligados ao banco de Edir Macedo

Investigação aponta manipulação de balanços para ocultar a situação financeira do banco e apura operações consideradas irregulares em benefício da controladora.

update 8h20

Barris de petróleo oscilam e minério de ferro salta 2%

Os preços do petróleo operam mistos, à medida que os investidores demonstraram um otimismo cauteloso em relação ao fim do conflito no Oriente Médio. As cotações do minério de ferro na China fecharam em baixa, pressionados pelas perspectivas de aumento das remessas dos principais fornecedores no período que antecede o final do segundo trimestre e pela queda sazonal na demanda por aço.

  • Petróleo WTI, -0,01%, a US$ 73,84 o barril
  • Petróleo Brent, -0,04%, a US$ 77,87 o barril
  • Minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, +2,33%, a 811,50 iuanes (US$ 118,14)
update 8h18

Bolsas da Ásia encerram dia em queda

Os mercados da Ásia-Pacífico fecharam em baixa, com as ações sul-coreanas liderando as perdas da região. As ações da SK Hynix e da Samsung Electronics caíram mais de 4% cada, evidenciando a dependência do mercado em relação ao setor de inteligência artificial, que impulsionou grande parte da alta deste ano.

  • Shanghai SE (China), -1,37%
  • Nikkei (Japão): -3,55%
  • Hang Seng Index (Hong Kong): -1,82%
  • Nifty 50 (Índia): -0,87%
  • ASX 200 (Austrália): -0,33%
update 8h16

Bolsas da Europa operam em baixa

As ações europeias caem na abertura do pregão desta terça, acompanhando uma onda de vendas global centrada em ações de tecnologia. As ações de tecnologia europeias caíram 2,7% no início do pregão, com as ações regionais de semicondutores registrando algumas das maiores quedas na região.

  • STOXX 600: -0,88%
  • DAX (Alemanha): -1,09%
  • FTSE 100 (Reino Unido): -0,75%
  • CAC 40 (França): -1,18%
  • FTSE MIB (Itália): -1,07%
update 8h13

EUA: índices futuros têm forte queda com onda de venda de ações de tecnologia

Os índices futuros dos EUA operam em baixa nesta terça-feira (23), pressionados por uma onda de vendas de ações de tecnologia, liderada por uma retração nas ações de fabricantes de chips que estiveram na vanguarda de uma alta sem precedentes impulsionada pela inteligência artificial. A pressão sobre o setor ocorre após as perdas registradas na sessão anterior pelas gigantes de tecnologia dos EUA, diante de questionamentos sobre a capacidade de empresas de hiperescala, como a Alphabet, de justificar os elevados investimentos em IA. No mercado corporativo, as ações da SpaceX recuaram ao menor nível desde sua estreia nas negociações secundárias, após a companhia iniciar uma oferta de títulos com grau de investimento. No cenário geopolítico, investidores seguem monitorando as negociações entre Estados Unidos e Irã. Apesar de relatos apontarem avanços nas conversas, a incerteza sobre os desdobramentos do diálogo continua sustentando a cautela nos mercados globais.

  • Dow Jones Futuro: -0,49%
  • S&P 500 Futuro: -1,38%
  • Nasdaq Futuro: -2,73%
update 8h10

Ata/BC: O Copom decidiu reduzir a taxa básica de juros para 14,25% a.a., e entende que essa decisão é compatível com a estratégia de convergência da inflação para o redor da meta

Sem prejuízo de seu objetivo fundamental de assegurar a estabilidade de preços, essa decisão também implica suavização das flutuações do nível de atividade econômica e fomento do pleno emprego.

update 8h08

Ata/BC: No contexto atual de incerteza em níveis historicamente elevados, com riscos assimétricos na direção altista para os preços, o Comitê reitera que a magnitude do ciclo de calibração será ajustada à luz da evolução do cenário, de forma a assegurar a convergência da inflação à meta

update 8h07

Ata/BC: O Comitê debateu que esse conjunto de resultados deve ser ponderado à luz das melhores práticas de política monetária, recomendando não reagir integralmente a variações de preços decorrentes de choques de oferta

update 8h07

Ata/BC: O Comitê julgou como mais adequadas, nesse momento, trajetórias de Selic menos discrepantes às presentes na Focus, QPC e precificação da política monetária, por evitarem induzir volatilidade excessiva nos preços dos ativos financeiros e agregados macroeconômicos

Segundo o BC, essas trajetórias contemplavam cenários com combinações de diferentes momentos de pausa e retomada do ciclo de calibração. Nesse caso, as flutuações de produto se mostraram menores, com a inflação convergindo para a meta no primeiro trimestre de 2028.

update 8h06

Ata/BC: o período prolongado de manutenção da taxa básica de juros em patamar contracionista propiciou evidências da transmissão da política monetária sobre a desaceleração da atividade econômica

update 8h06

Ata/BC: o Comitê avaliou que os riscos para a inflação, tanto de alta quanto de baixa, permanecem mais elevados que o usual, com assimetria altista

update 8h05

Ata/BC: Para além dos efeitos dos conflitos, mantém-se, de um lado, a interpretação de uma inflação pressionada pela demanda e que requer uma política monetária contracionista e, de outro, a interpretação de que a política monetária tem contribuído de forma determinante para a desinflação observada

update 8h04

Ata/BC: Desde a reunião anterior ficou evidente uma desancoragem adicional das expectativas de inflação para horizontes mais longos, em particular para o ano de 2028

O Comitê avalia que perseverança, firmeza e serenidade na condução da política monetária favorecerão a continuidade desse movimento, importante para a convergência da inflação à meta com menor custo. A principal conclusão obtida, e compartilhada por todos os membros do Comitê, foi a de que, em um ambiente de expectativas desancoradas, como é o caso do atual, exige-se uma restrição monetária maior e por mais tempo do que outrora seria apropriado.

update 8h04

Ata/BC: O Comitê reafirma a visão de que o esmorecimento no esforço de reformas estruturais e disciplina fiscal, o aumento de crédito direcionado e as incertezas sobre a estabilização da dívida pública têm o potencial de elevar a taxa de juros neutra da economia

O Comitê mantém a firme convicção de que as políticas devem ser previsíveis, críveis e anticíclicas. Em particular, o debate do Comitê reforça, novamente, a necessidade de políticas fiscal e monetária harmoniosas.

update 8h02

Ata/BC: Em relação ao cenário doméstico, o conjunto dos indicadores mostra aceleração da atividade econômica no primeiro trimestre do ano

O BC destaca que, nas divulgações mais recentes, a inflação cheia e as medidas subjacentes aceleraram, distanciando-se adicionalmente da meta para a inflação, superando seu limite superior na última leitura.

update 8h01

Ata/BC: O ambiente externo permanece incerto em função da indefinição sobre os termos do acordo para cessar os conflitos armados no Oriente Médio

update 8h00

Abertura de mercados

Investidores nacionais devem focar nesta terça-feira a ata da última reunião do Banco Central em busca de esclarecimentos sobre a comunicação da autoridade monetária. O BC divulga o documento às 8h depois de ter cortado a Selic na semana passada em 25 pontos-base, para 14,25% ao ano, adotando um discurso “dovish” em seu comunicado, o que gerou forte reação negativa dos investidores. A leitura foi de que o BC preparou o terreno para novo corte de 25 pontos em agosto, ainda que as expectativas de inflação estejam piorando. Parte do mercado espera que o Copom corrija sua comunicação na ata. Na véspera, a pesquisa Focus do BC mostrou que a projeção para a taxa Selic no fim deste ano foi de 13,75% para 14,00%, com os especialistas esperando apenas mais um corte em agosto. No exterior, as expectativas de aumentos iminentes da taxa de juros pelo Federal Reserve e as preocupações com o aumento dos gastos corporativos em inteligência artificial afetavam o sentimento. Os futuros do petróleo Brent caíram ligeiramente para abaixo de US$76 por barril (LCOc1) pela primeira vez desde o início de março, e os investidores agora estão focados no que a disparada dos preços da energia significará para a política monetária dos bancos centrais. (Reuters)

update 7h54

Principais índices em Nova York fecharam sessão de forma mista

Investidores em Wall Street voltaram do feriadão sem demonstrar muita animação. Começaram se assustando com as tensões entre EUA e Irã voltando a aumentar no final de semana, quando os iranianos avisaram que fecharam novamente o Estreito de Oermuz, por conta de novos ataques de Israel ao Líbano. Mas as coisas acalmaram quando, no próprio domingo, surgiram imagens dos governos os EUA e do Irã trocando apertos de mão e sorrisos, em encontro na Europa. Os preços do petróleo recuaram com alguma amplitude. Tom Lee, da Fundstrat Global Advisors, acredita que diversos catalisadores podem impactar o mercado no futuro, citando a implementação de forças-tarefa no Federal Reserve e os impactos na cadeia de suprimentos decorrentes do fechamento do Estreito de Ormuz, mas que o cenário permanece positivo. “Ainda acreditamos que haverá uma mudança abrupta nas condições de mercado ainda este ano, algo muito semelhante a um mercado em baixa, mas não queremos afirmar que o mercado atingiu o topo”, disse à CNBC. “Acho que as condições ainda são favoráveis ​​para as ações”. O problema maior foram as ações de tecnologia, que caíram em sua maioria e puxaram o Nasdaq  o S&P 500 para baixo.

Dia (%)Pontos
Dow Jones+0,2951.712,53
S&P 500-0,377.473,04
Nasdaq-1,3326.166,60
update 7h50

Dólar comercial terminou ontem com baixa de 0,46%

O dólar comercial emendou a segunda queda frente ao real, após a baixa da sexta-feira (19). O movimento foi na direção contrária da moeda norte-americana ante outras divisas de países emergentes, com o DXY, o índice dólar, com mais 0,17%, aos 101,03 pontos.

  • Venda: R$ 5,141
  • Compra: R$ 5,141
  • Mínima: R$ 5,123
  • Máxima: R$ 5,160
update 7h45

Ibovespa terminou ontem com alta de 1,21%, aos 170.370,38 pontos

  • Máxima: 170.749,76
  • Mínima: 168.326,26
  • Diferença para a abertura: +2.036,77 pontos
  • Volume: R$ 23,90 bilhões

Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:

  • Segunda-feira (22): +1,21%
  • Semana: +1,21%
  • Junho: -1,91%
  • 2T26: -7,91%
  • 2026: +6,70%

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Ibovespa Futuro sobe antes das decisões de juros no Brasil e EUA

O Ibovespa Futuro opera em alta nos primeiros negócios desta quarta-feira (17), com atenções voltadas para as decisões de política monetária do Federal Reserve (Fed), nos Estados Unidos, e do Comitê de Política Monetária (Copom). Às 9h06 (horário de Brasília), o contrato com vencimento em junho subia 0,22%, aos 169.845 pontos.

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O Federal Reserve realiza sua primeira reunião sob o comando de Kevin Warsh e deve manter a taxa básica inalterada, em meioa uma inflação ainda elevada que limita o espaço para afrouxamento.

No Brasil, as atenções se voltam ao Copom, com o mercado projetando um corte de 0,25 ponto percentual da Selic, para 14,25%, embora uma pausa não esteja descartada diante da piora do cenário externo, da alta do petróleo e da deterioração das expectativas deinflação. O tom do comunicado será decisivo para calibrar as apostas dos próximos passos.

Em Wall Street, o Dow Jones Futuro subia 0,02%, S&P Futuro avançava 0,02% e Nasdaq Futuro tinha alta de 0,32%.

Dólar, exterior e commodities

O dólar futuro operava com queda de 0,13%, aos R$ 5,100.

Os mercados da Ásia-Pacífico fecharam majoritariamente em alta nesta quarta, com o índice Nikkei 225, do Japão, atingindo um novo recorde histórico.

Os preços do petróleo operam em alta, apagando parte das perdas da sessão anterior, enquanto os investidores avaliavam o acordo de paz entre os EUA e o Irã.

As cotações do minério de ferro na China fecharam em baixa, com as fortes chuvas na China reduzindo a demanda por aço e insumos siderúrgicos, enquanto o sentimento também foi afetado por discussões em uma conferência do setor em Cingapura, que sugeriram que o apetite chinês por essas commodities dificilmente melhorará.

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Cury (CURY3) salta e Natura (NTCO3) lidera a ponta negativa; veja os destaque do Ibovespa na semana

O Ibovespa (IBOV) interrompeu a sequência histórica de quedas e voltou fechar a semana em tom positivo com alívio nas tensõs geopolíticas.

O principal índice da bolsa brasileira acumulou ganho de 1,25% na semana e encerrou a última sessão aos 171.132,66 pontos.

Já o dólar à vista terminou a R$ 5,0615 com perda de 1,86% no acumulado da semana.

Por aqui, o noticiário corporativo chamou a atenção dos investidores. A privatização da Copasa (CSMG3) movimentou R$ 8,3 bilhões, considerando o lote principal. Esta foi a segunda maior privatização do setor de saneamento no Brasil feita em bolsa, atrás apenas a da Sabesp, em 2024, que movimentou quase R$ 15 bilhões.

Na operação, as ações foram precificadas a R$ 49,303 cada, valor acima dos R$ 47,23 mínimos estabelecidos pelo Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais (TCE-MG).

O cenário eleitoral também continuou no radar com uma nova rodada de pesquisa de intenção de votos.

Em destaque, a pesquisa Genial/Quaest para a eleição presidencial 2026 mostrou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) abriu seis pontos porcentuais de vantagem para Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em um eventual segundo turno.

O presidente chegou a 44% das intenções de voto, ante 42% no levantamento de maio, e venceria o senador, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, que recuou de 41% para 38%.

Já entre os dados, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do país, subiu 0,58% em maio, uma desaceleração frente ao avanço de 0,67% no mês passado.

No acumulado dos 12 meses, a inflação subiu 4,72% — acima da meta perseguida pelo Banco Central (BC) de 3%, com uma margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos.

Os investidores mantiveram a aposta manutenção da Selic em 14,50% ao ano na próxima decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central. Perto do fechamento, a curva de juros futuros precificava 68% de Selic estável em 17 de junho.

Já nos EUA, o mercado voltou a precificar uma elevação nos juros pelo Federal Reserve (Fed, o Banco Central dos EUA) apenas em dezembro.

Para a próxima decisão do Comitê Federal do Mercado Aberto (FOMC, na sigla em inglês), a ferramenta FedWatch, do CME Group, precificava 98,6% de chance de juros inalterados na faixa de 3,50% a 3,75% na próxima quarta-feira (17), no fechamento de ontem (12).

Expectativa de acordo entre EUA e Irã

Na última quinta-feira (11), o presidente norte-americano, Donald Trump, cancelou novos ataques planejados contra o Irã e anunciou o avanço ns negociações para um acordo de paz.

Trump disse que “as discussões e os pontos finais” foram aprovados pelos Estados Unidos, Israel, Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Catar, Turquia, Paquistão, Barein, Kuweit, Jordânia, Egito e outros.

A expectativa é de que a assinatura do memorando entre EUA e Irã aconteça amanhã (14).

Em reação, s preços do petróleo tombaram. O contrato mais líquido do petróleo Brent, referência para o mercado internacional, para agosto recuou 6,19% na semana, encerrando a última sessão a US$ 87,33 o barril, na Intercontinental Exchange (ICE), em Londres.

Sobe e desce do Ibovespa

Cury (CURY3) liderou os ganhos do Ibovespa nesta semana com revisão positiva de banco para a companhia.

Na última terça-feira (9), o Santander elevou o preço-alvo das ações CURY3 para o fim de 2026, de R$ 49 para R$ 52, e elegeu a companhia como sua principal escolha (top pick) no setor de construção civil.

Em relatório, o banco destacou que a companhia apresenta um conjunto de fatores operacionais positivos, como aumento de lançamentos, reajustes de preços dos imóveis, reconhecimento de receita mais forte do que o esperado e diluição de despesas com vendas, gerais e administrativas (SG&A).

Confira as maiores altas do Ibovespa entre 8 e 12 de maio:

CÓDIGONOMEVARIAÇÃO SEMANAL
CURY3Cury ON11,88%
DIRR3Direcional ON8,83%
CYRE3Cyrela ON7,72%
BBSE3BB Seguridade ON7,01%
CXSE3Caixa Seguridade ON5,86%
PSSA3Porto ON5,61%
ITUB4Itaú Unibanco PN4,56%
VIVA3Vivara ON4,46%
EGIE3Engie ON4,39%
HAPV3Hapvida ON4,20%
Fonte: B3

Já a ponta negativa do Ibovespa foi liderada por Natura (NATU3).

Apesar da queda semanal, as ações da varejista ainda acumulam alta de 14,9% no acumulado do ano.

Veja as maiores quedas da semana:

CÓDIGONOMEVARIAÇÃO SEMANAL
NATU3Natura ON-11,93%
TOTS3Totvs ON-9,97%
MRVE3MRV ON-7,50%
CSAN3Cosan ON-6,96%
ASAI3Assaí ON-6,03%
RAIL3Rumo ON-4,16%
USIM5Usiminas PNA-4,07%
MGLU3Magazine Luiza ON-4,04%
SLCE3SLC Agrícola-3,78%
CEAB3C&A Modas ON-3,61%
Fonte: B3
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Copasa (CSMG3) salta e Braskem (BRKM5) lidera a ponta negativa; veja os destaque do Ibovespa na semana

O Ibovespa (IBOV) engatou uma oitava semana consecutiva de perdas, a maior sequência desde o lançamento do Plano Real, em 1994, com incertezas sobre os conflitos no Oriente Médio e risco político no cenário doméstico.

O principal índice da bolsa brasileira acumulou perda de 2,74% na semana e encerrou a última sessão aos 169.019,12 pontos.

Já o dólar à vista terminou a R$ 5,1572 com ganho de 2,27% no acumulado da semana.

Por aqui, o novo ‘tarifaço’ do governo Trump concentrou as atenções do mercado. Na última terça-feira (2), o Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) recomendou a implementação de uma tarifa de 25% sobre produtos importados do Brasil visto que determinadas práticas brasileiras seriam consideradas injustas com empresas norte-americanas.

No dia seguinte, a Casa Branca ameaçou impor uma nova taxa de 12,5% a importações de 60 países, incluindo o Brasil. Caso seja aplicada, a nova cobrança, de 12,5%, se somaria aos 25% anunciados anteriormente.

Além disso, os EUA oficializaram a classificação das facções Comando Vermelho (CV) e Primeiro Comando da Capital (PCC) como ‘organizações terroristas’, em publicação no Diário Oficial norte-americano. A decisão, anunciada em 28 de maio, foi assinada pelo secretário de Estado do país, Marco Rubio.

Na avaliação da Eurasia, a medida traz riscos econômicos imediatos para empresas e instituições financeiras do Brasil. Contudo, a analista Julia Thomson, em entrevista ao Money Times, afirmou que considera “improvável” alguma grande medida ou sanção contra alguma instituição financeira brasileira — pelo menos, por ora.

Dados nos EUA também mexeram com a expectativa de juros por lá e por aqui. O payroll, principal relatório do mercado de trabalho norte-americano, apontou a criação de 172 mil empregos em maio, bem acima do esperado pelo mercado. Os economistas consultados pela Reuters esperavam a criação de 85 mil vagas no mês.

Após o relatório, o mercado voltou a precificar uma elevação nos juros pelo Federal Reserve (Fed, o Banco Central dos EUA) no segundo semestre deste ano.

No Brasil, os investidores passaram a apostar na manutenção da Selic em 14,50% ao ano na próxima decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central. Perto do fechamento, a curva de juros futuros precificava 68% de Selic estável em 17 de junho.

Tensões no Oriente Médio continuam

No início da semana, Israel e Líbano firmaram um novo cessar-fogo. Já as negociações de paz entre Estados Unidos e Irã seguem ‘travadas’.

Nesta sexta-feira (5), Mohsen Rezaei, conselheiro militar do Líder Supremo do Irã, afirmou que “as negociações estão num impasse e [o presidente dos EUA, Donald] Trump precisa romper esse impasse”, em entrevista à CNN.

Segundo ele, sem acordo, o país persa pode expandir a guerra para o Oceano Índico e atacar outras bases militares dos EUA.

As falas aconteceram após os EUA anunciarem novas sanções relacionadas ao Irã, concentradas em entidades, indivíduos e navios-tanque de gás GLP.

Entre as 12 entidades designadas, estão cinco sediadas nas Ilhas Marshall, quatro nos Emirados Árabes Unidos e uma na China, de acordo com detalhes publicados no site do departamento. Seis embarcações foram visadas, incluindo quatro navios-tanque com bandeira do Panamá.

Os preços do petróleo continuaram em alta. O contrato mais líquido do petróleo Brent, referência para o mercado internacional, para agosto avançou 2,16% na semana, encerrando a última sessão a US$ 93,09 o barril, na Intercontinental Exchange (ICE), em Londres.

Sobe e desce do Ibovespa

A ponta positiva do Ibovespa foi liderada por Copasa (CSMG3), em meio ao avanço do processo de privatização da companhia.

Na última quinta-feira (4), a Itaúsa (ITSA4) informou que a Livorno Participações — consórcio formado pelos acionistas de referência da Aegea, incluindo a própria Itaúsa, o fundo soberano de Cingapura GIC e a Equipav — decidiu não apresentar uma nova proposta para adquirir uma participação de 30% do capital.

Com a saída do Livorno Participações, a Equatorial (EQTL3) foi escolhida como a investidora de referência finalista da privatização.

Segundo a proposta apresentada pela companhia, o compromisso é investir R$ 49,03 por ação na alocação prioritária, o equivalente a aproximadamente R$ 5,59 bilhões considerando a totalidade dos papéis dessa etapa.

A Copasa informou também que a Equatorial manifestou interesse em uma eventual alocação adicional de até 48 milhões de ações remanescentes da oferta profissional. Com isso, o montante máximo potencial de investimento pode alcançar cerca de R$ 7,95 bilhões.

Nas contas do JP Morgan, as ações da empresa mineira podem se valorização mais 10% se a privatização se confirmar. O cálculo do banco tem como referência o prêmio de risco atribuído à Sabesp após a desestatização.

Confira as maiores altas do Ibovespa entre 1 e 5 de maio:

CÓDIGONOMEVARIAÇÃO SEMANAL
CSMG3Copasa ON7,19%
GOAU4Metalúrgica Gerdau ON3,67%
BRAV3Brava Energia ON3,60%
GGBR4Gerdau PN2,37%
KLBN11Klabin units2,22%
USIM5Usiminas PNA1,90%
EGIE3Engie ON1,63%
RAIL3Rumo ON1,60%
CMIG4Cemig PN1,30%
TIMS3Tim ON0,78%
Fonte: B3/Broadcast

Já a ponta negativa do Ibovespa foi liderada por Braskem (BRKM5) pela segunda semana consecutiva.

A gestora de private equity IG4 e a Petrobras (PETR4) se tornaram co-controladores da petroquímica, concluindo um negócio assinado em abril.

Sob a nova estrutura de controle, a IG4, por meio do fundo de investimento Shine, deterá 50,1% das ações com direito a voto da Braskem, enquanto a Petrobras terá 47%. A Novonor, controladora anterior, manterá 4% das ações sem direito a voto.

Já na sexta-feira, a companhia afirmou que não tomou qualquer decisão formal sobre uma eventual recuperação extrajudicial ou outras medidas de reestruturação financeira.

A petroquímica ainda declarou que as análises para a otimização da estrutura continuam em andamento e as conversas com assessores de credores estão avançando.

Veja as maiores quedas da semana:

CÓDIGONOMEVARIAÇÃO SEMANAL
BRKM5Braskem PN-16,35%
CYRE3Cyrela ON-11,86%
AZZA3Azzas 2154-11,34%
CSNA3CSN ON-10,73%
HAPV3Hapvida ON-9,88%
CURY3Cury ON-9,61%
MGLU3Magazine Luiza ON-9,03%
DIRR3Direcional ON-8,51%
ENEV3Eneva ON-7,14%
YDUQ3Yduqs ON-6,92%
Fonte: B3/Broadcast
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Hapvida (HAPV3) lidera os ganhos do Ibovespa e C&A (CEAB3) é ação com pior desempenho; veja os destaques da semana

O Ibovespa (IBOV) engatou uma segunda semana consecutiva de perdas com incertezas sobre os conflitos no Oriente Médio.

O principal índice da bolsa brasileira acumulou perda de 2,55% na semana e encerrou a última sessão aos 190.745,02 pontos.

Já o dólar à vista (USDBRL) terminou a R$ 4,9982 e teve valorização de 0,30% ante o real no acumulado dos últimos cinco pregões.

Por aqui, o mercado continuou a concentrar as atenções nos efeitos do conflito no Oriente Médio e suas implicações na política monetária. Os preços do petróleo Brent, referência para o mercado internacional, avançaram % na semana, encerrando a última sessão a US$ 99,13 o barril.

Entre os dados, l, o déficit em transações correntes totalizou US$ 6,036 bilhões em março, com o déficit acumulado em 12 meses totalizando o equivalente a 2,71% do Produto Interno Bruto (PIB), segundo dados do Banco Central.

A expectativa em pesquisa da Reuters com especialistas era de um saldo negativo de US$ 5,489 bilhões no mês. No mesmo período do ano anterior houve déficit de US$ 2,930 bilhões.

Na próxima semana, os investidores devem concentrar as atenções nas decisões de política monetária. No Brasil, a expectativa é um novo corte de 0,25 ponto percentual nos juros, levando a Selic para 14,50% ao ano. Já nos EUA, o mercado espera a manutenção dos juros na faixa de 3,50% a 3,75% ao ano.

De olho no Oriente Médio

No início da semana, a tensão entre Estados Unidos e Irã aumentou após o novo fechamento do Estreito de Ormuz, afetando o fluxo global de petróleo.

Já na quinta-feira (23), Líbano e Israel fecharam mais um acordo temporário. Os dois países estenderam seu cessar-fogo por três semanas após uma reunião de alto nível na Casa Branca, segundo o presidente norte-americano, Donald Trump.

As expectativas de uma nova rodada de negociações entre Washington e Teerã ganharam força na reta final da semana. Na sexta-feira (24), a secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, disse a jornalistas que Trump planejava mandar os enviados especiais Steve Witkoff e Jared Kushner para negociações com Araqchi em Islamabad, e a dupla partirá ao Paquistão na manhã deste sábado (25).

Sobe e desce do Ibovespa

A ponta positiva do Ibovespa foi liderada por Hapvida (HAPV3), que avançou por quatro sessões consecutivas e superou a cotação de R$ 14 pela primeira vez desde janeiro.

Na última quinta-feira, a companhia informou que os acionistas controladores passaram a deter 55,4% do capital social da empresa. Se forem excluídas em ações em tesouraria, a participação agregada dos acionistas corresponde a 58,62%.

Na visão de analistas, a movimentação da família fundadora é uma sinalização de alinhamento e confiança na companhia.

Confira a seguir as altas do Ibovespa entre 20 e 24 de abril:

CÓDIGONOMEVARIAÇÃO SEMANAL
HAPV3Hapvida ON15,21%
USIM5Usiminas PNA5,55%
PETR3Petrobras ON3,88%
RECV3PetroReconcavo ON3,46%
PETR4Petrobras PN3,19%
SBSP3Sabesp ON2,15%
PRIO3PRIO ON1,57%
ENEV3Eneva ON1,52%
GGBR4Gerdau PN1,07%
VBBR3VIBRA energia ON0,27%

Já a ponta negativa do Ibovespa foi liderada por C&A (CEAB3), com pressão da curva de juros futuros em meio à incertezas quanto aos impactos da guerra no Irã na política monetária e consumo dos brasileiros.

Veja as quedas na semana:

CÓDIGONOMEVARIAÇÃO SEMANAL
CEAB3C&A Modas ON-12,96%
YDUQ3Yduqs ON-10,33%
TOTS3Totvs ON-9,51%
COGN3Cogna ON-9,17%
DIRR3Direcional ON-8,12%
MBRF3MBRF ON-7,70%
LREN3Lojas Renner ON-7,45%
EMBJ3Embraer ON-7,33%
IRBR3IRB Re ON-7,10%
BBAS3Banco do Brasil ON-6,97%
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IRB(Re) (IRBR3) cai até 3% após números de fevereiro; Safra diz que resultado foi ‘decepcionante’

As ações do IRB(Re) (IRBR3) operam entre as maiores quedas do Ibovespa (IBOV) nesta quarta-feira (22) em reação a números mensais da companhia.

Por volta de 11h45 (horário de Brasília), IRBR3 tinha queda de 3,45%, a R$ 56,29, figurando como a quarta maior queda do IBOV. Acompanhe o Tempo Real.



Além da aversão a risco doméstica na retomada das negociações após feriado, as ações da resseguradora reagem a números de fevereiro.

Na última segunda-feira (20), a companhia reportou lucro líquido de R$ 11,5 milhões em fevereiro, abaixo dos R$ 30,2 milhões registrados no mesmo mês do ano passado.

Os prêmios emitidos aumentaram de R$ 185,9 milhões em fevereiro de 2025 para R$ 399,4 milhões, assim como os prêmios retidos – de R$ 97,1 milhões para R$ 205,6 milhões – e os prêmios ganhos – de R$ 227,2 milhões para R$ 265,5 milhões.

O resultado de “underwriting”, porém, ficou em R$ 19,8 milhões, contra os R$ 23,2 milhões registrados um ano antes.

O índice de sinistralidade do IRB(Re) passou de 63,9% para 73,6% na base anual.

O Safra clasificou o resultado como “negativo”. Os analistas Daniel Vaz, Maria Luisa Guedes e Rafael Nobre destacaram que o lucro líquido vem caindo desde dezembro, situando-se agora em R$ 460 milhões.

“Isso torna as projeções de consenso para 2026, atualmente em torno de R$ 600 milhões, uma meta difícil de ser alcançada, embora reconheçamos a volatilidade dos números mensais e um melhor desempenho de prêmios emitidos no início do ano”, escreveram em relatório divulgado.

Eles ainda consideraram o lucro líquido de R$ 29 milhões no acumulado no trimestre até fevereiro “decepcionante”.

O Safra mantém a recomendação neutra para IRBR3 com preço-alvo de R$ 61 em dezembro deste ano – o que representa um potencial de valorização de 5% sobre o preço de fechamento anterior. Na última segunda-feira (20), as ações encerraram o dia cotadas a R$ 58,30.

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Braskem (BRKM5) lidera os ganhos do Ibovespa e CSN (CSAN3) é ação com pior desempenho; veja os destaques da semana

O Ibovespa (IBOV) engatou a segunda semana consecutiva de perdas e começou o mês de março em tom negativo com a escalada das tensões geopolíticas. A temporada de balanços e dados locais ficaram em segundo plano.

O principal índice da bolsa brasileira acumulou desvalorização de 5% na semana e encerrou a última sessão aos 179,4 mil pontos.

Já o dólar à vista (USDBRL) terminou a R$ 5,2438 e teve avanço de 2,14% ante o real no acumulado na semana.

O cenário externo ‘roubou as atenções’. No último sábado (28), os Estados Unidos em conjunto com Israel atacaram o Irã, com a confirmação da morte do líder supremo, aiatolá Ali Khamenei, e o fechamento do Estreito de Ormuz, controlado pelo país persa – sendo uma das rotas marítimas mais estratégicas do mundo para o transporte de petróleo.

Em reação, os preços do petróleo Brent dispararam 27% nesta semana, sem qualquer expectativa de retomada do trágefo no Estreito e tratativas de um cessar-fogo.

Ontem (6), o presidente dos Estados Unidos Donald Trump exigiu a “rendição incondicional” do Irã. Os comentários foram realizados horas depois de o presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, anunciar que “alguns países “haviam iniciado os esforços de mediação, um dos primeiros sinais de qualquer iniciativa diplomática para encerrar o conflito.

Com a escalada das tensões e disparada do petróleo, o mercado brasileiro passou a precificar um corte de 0,25 ponto percentual na Selic na próxima decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central.

Desde janeiro, a aposta majoritária era de redução de 0,50 ponto percentual na reunião deste mês, com a sinalização de início de afrouxamento monetário pelo BC.

Os dados, por sua vez, ficaram sem segundo plano. Entre eles, o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro cresceu 0,1% no quarto trimestre de 2025 (4T25). O crescimento econômico acumulado em 2025 foi de 2,3%, em linha com o esperado.

Já o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) mostrou a criação de 112.334 vagas formais de trabalho em janeiro, acima do esperado pelos economistas. Segundo a Reuters, a expectativa era de criação de 92 mil postos de trabalho com carteira assinada no mês.

Sobe e desce do Ibovespa

A ponta positiva do Ibovespa foi liderada por Braskem (BRKM5). Na sexta-feira (6), o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou a transferência do controle da petroquímica para a gestora IG4 Capital, que pertencia à Novonor (ex-Odebrecht).

O destaque, porém, foi Petrobras (PETR4), um dos pesos-pesados do principal índice da bolsa brasileira.

Os papéis PETR3 e PETR4 subiram 7% na semana, com ganhos acumulados apenas no último pregão, em reação ao balanço do quarto trimestre (4T25), ao anúncio de dividendos e à disparada do petróleo.

Entre outubro e novembro, a petroleira registrou lucro líquido de R$ 15,6 bilhões, revertendo o prejuízo de R$ 16,9 bilhões registrado no mesmo período do ano anterior. Na comparação com o terceiro trimestre, porém, o resultado representa uma queda significativa frente aos R$ 32,8 bilhões apurados.

A companhia também anunciou a distribuição de R$ 8,1 bilhões em dividendos referentes ao período e acenou, durante a teleconferência de resultados, a retomada do pagamento de dividendos extraordinários.

Com a forte movimentação, a estatal superou R$ 580,1 milhões em valor de mercado pela primeira vez na história durante o pregão

A ‘turbulência’ geopolítica na primeira semana de março fez com que apenas oito ações encerrassem em alta, das 85 que compõem a carteira teórica do Ibovespa.

Confira a seguir as altas do Ibovespa entre 2 e 6 de março: 

CÓDIGO NOME VARIAÇÃO SEMANAL
BRKM5 Braskem PN 30,34%
PRIO3 PRIO ON 8,99%
PETR3 Petrobras ON 7,14%
PETR4 Petrobras PN 7,07%
BRAV3 Brava Energia ON 5,85%
RECV3 PetroReconcavo ON 4,46%
UGPA3 Ultrapar ON 2,44%
VBBR3 VIBRA energia ON 2,14%

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Já a ponta negativa foi encabeçada por CSN (CSNA3)Segundo notícias, a companhia avançou em negociações e caminha para concluir empréstimo com um grupo de bancos, linha que tem as ações da CSN Cimentos entre as garantias.

O montante envolvido varia de US$ 1,35 bilhão a US$ 1,5 bilhão. O valor final ainda depende de discussões que acontecem em torno dos termos do empréstimo, envolvendo juros e mais garantias, disseram pessoas a par das conversas. Uma delas afirmou que a perspectiva para a conclusão do empréstimo em março é positiva.

Veja as maiores quedas na semana:

CÓDIGO NOME VARIAÇÃO SEMANAL
CSNA3 CSN ON -16,59%
BEEF3 Minerva ON -13,79%
EMBJ3 Embraer ON -13,29%
RAIZ4 Raízen ON -12,70%
MBRF3 MBRF ON -12,62%
ASAI3 Assaí ON -12,31%
CSAN3 Cosan ON -11,13%
VALE3 Vale ON -10,86%
YDUQ3 Yduqs ON -10,55%
RENT4 Localiza PN -10,55%
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Apple, Microsoft, Amazon… 5 dos BDRs das 7 Magníficas estão no negativo em 2025

É um massacre. Enquanto o Ibovespa sobe 30% no ano, o grosso dos BDRs das sete companhias mais valiosas dos EUA amargam quedas. Em alguns casos, duras quedas. 

BDRs, vale lembrar, são “recibos” de ações gringas. Você negocia na B3 em reais, como se fossem papéis brasileiros. E eles refletem a variação das ações para valer, aquelas negociadas em Nova York.

Esses papéis também flutuam ao sabor do câmbio – já que ações americanas são precificadas em moeda americana, lógico. As quedas do dólar puxam os BDRs para baixo. E haja queda. No ano, as notas verdes cedem 15,5%. E o cenário que temos é o seguinte: 

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O tombo da moeda americana cria distorções interessantes. A Alphabet vai bem, obrigado – até a Berkshire, que não tem comprado quase nada, fez uma fezinha de US$ 5 bilhões na dona do Google. A alta, na bolsa americana, é de 50,1% ano ano. Em reais, porém, a alta se restringe a 26,4%. 

A Nvidia, rainha da IA, também segue testando limites, você sabe. Em julho, virou a primeira empresa a romper a barreira dos US$ 4 trilhões em valor de mercado. No final de outubro, inaugurou o patamar dos US$ 5 trilhões. Desde lá, Nvidia cai 12% (US$ 600 bilhões) – e o termo “bolha da IA” entrou de vez para o léxico popular do planeta. Mesmo assim, ela ainda sobe 35% no ano. Em reais, perém, a alta é menos gráfica: 14,5%.

E daí para baixo é todo mundo debaixo d’água: Microsoft (-0,8%), Apple (-8%), Meta (-13,8%) Amazon (-14,1%), Tesla (-17,2%). 

Mas o dólar não é o único vilão, claro. À parte a Microsoft, que sobe razoáveis 17,1% em sua moeda natal, o cenário é modorrento, com Apple abaixo dos 10%; e Amazon, Meta e Tesla praticamente no zero a zero. Aqui:

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Não é novidade: tem crescido entre investidores a percepção de que a bolsa americana está cara. E na letra fria dos dados está mesmo.

Sabe-se se uma bolsa está cara quando você olha o P/L (preço sobre lucro). Você soma o valor de mercado de todas as empresas do índice e divide pelo lucro que elas deram nos últimos 12 meses.

Se essa divisão dá 10, por exemplo, significa que as empresas valem, na média, 10 anos do lucro que elas propiciam hoje. Quanto dá o do S&P 500? 27,6. É mais do que a média dos últimos 10 anos, 22,8. E bem mais do que série de longo prazo (desde 1950), de 19. 

No Brasil é o contrário. P/L de 8,6, contra uma média maior, de 10,5, para os últimos 20 anos.

Em outros países emergentes, a situação é parecida. E tal como o Brasil eles têm recebido mais dinheiro de fora. Tanto dinheiro que as bolsas de alguns países latino americanos estão até mais exuberantes do que a nossa no ano: 

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Mas o fato é que os movimentos de mercado e de câmbio se retroalimentam. Quando cresce o fluxo de dólares para as bolsas dos emergentes, aumenta a oferta de dólares nesses países. E a moeda americana desvaloriza. É justamente o que está acontecendo: 

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Seja como for, a negociação de BDRs é relativamente pequena na B3. Um levantamento da Quantum Finance mostra que as Mag 7 movimentam algo entre 100 mil e 200 mil negócios por dia. Trata-se de um patamar equivalente ao de empresas brasileiras menos expressivas, que ficam de fora do ranking das 100 mais negociadas.

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O Brasil – e a bolsa – pode ser o maior ganhador do novo ciclo de cortes de juros nos EUA

Poucos países reagem tanto às decisões do Federal Reserve, o Banco Central dos Estados Unidos, quanto o Brasil. Quando os juros americanos caem, o dólar tende a perder força e investidores passam a buscar mercados onde há melhores opções de retorno. Nesse cenário, com a Selic ainda em 15%, o Brasil se torna um destino atrativo para parte desse capital. E, como consequência, a bolsa brasileira também ganha.

O efeito acontece em cadeia:

  • O Fed corta juros, o que diminui a atratividade dos produtos de renda fixa nos Estados Unidos.;
  • Em busca de melhores oportunidades de retorno, investidores estrangeiros trazem recursos para o Brasil e compram títulos de renda fixa, como títulos públicos, que pagam mais;
  • Com mais dólares chegando ao país, o real se valoriza e, ao mesmo tempo, melhora a percepção de risco do país no mercado;
  • A inflação sente o alívio do real mais valorizado e, com isso, o Banco Central brasileiro pode ganhar espaço para reduzir a Selic nos próximos anos;
  • Juros mais baixos no Brasil tendem a estimular consumo e investimentos, o que ajuda a impulsionar a bolsa.
  • Em 2025, o real já se valorizou cerca de 11% frente ao dólar, que hoje gira em torno de R$ 5,20. Essa força da moeda reforça o interesse de investidores em ativos locais e reduz pressões inflacionárias internas.

A experiência de outros ciclos reforça esse ponto: em períodos de queda de juros, o Ibovespa subiu em média 10% nos seis meses seguintes ao primeiro corte. Agora, o mercado projeta que a Selic siga elevada até o fim de 2025, mas comece a cair em 2026. E que termine o próximo ano em 12,25% e atinja 9,75% em 2027, segundo estimativas do Goldman Sachs.

Do lado externo, o Goldman também projeta que o Fed faça mais dois cortes em 2025 e outros dois em 2026, levando a taxa americana para algo entre 3% e 3,25% até meados de 2026. Essa trajetória define o ritmo de desvalorização do dólar e o tamanho do fluxo que pode chegar a emergentes como o Brasil.

Esse pano de fundo recoloca a bolsa brasileira no radar de grandes investidores globais. E cria oportunidades em diferentes setores. Analistas dividem essas ações brasileiras em dois blocos:

  • Cíclicas domésticas: companhias ligadas a crédito e consumo, como Localiza, Cyrela, BTG Pactual, Nubank, GPS e Smartfit.
  • Defensivas sensíveis a juros: empresas que mantêm receitas estáveis, mas aumentam margens com custo de financiamento mais baixo, como Eletrobras e Equatorial em energia, Copel e Sabesp em saneamento, Multiplan em shoppings e Rede D’Or na saúde.

Mas é bom lembrar que essa dinâmica positiva não elimina os riscos do cenário: as contas públicas brasileiras seguem pressionadas, a economia chinesa dá sinais de enfraquecimento e o ambiente geopolítico pode atrapalhar o fluxo de capital para emergentes.

Mesmo com essas incertezas, a combinação atual de Selic alta, bolsa negociada a múltiplos baixos e real mais valorizado coloca o Brasil em posição de destaque. Se a dinâmica observada em ciclos anteriores se repetir, o país pode novamente estar entre os maiores beneficiados pelo movimento de cortes de juros iniciado pelo Federal Reserve.

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