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Google prepara informações especiais sobre a Copa do Mundo

10 de Junho de 2026, 16:34
Captura de tela de um smartphone exibindo uma busca no Google pelo termo "Mexico vs South Africa". Na parte superior, há o logotipo do Google e um menu horizontal com as abas "AI Mode", "All", "Images" e "News". Abaixo, um painel da "FIFA World Cup 2026™", correspondente ao "Group A". No centro, há os escudos circulares do "Mexico" e da "South Africa" com o placar de "0" a "0" e a indicação "Live 1:38". Botões azuis mostram as opções "Overview", "Timeline" e "Lineups".
Torneio recebe atenção especial do Google (imagem: divulgação)
Resumo
  • O Google anunciou novidades para a Copa do Mundo, incluindo informações em tempo real sobre as partidas, explicações sobre regras e histórico, apresentadas durante o evento Google For Brasil.
  • As informações em tempo real sobre jogos da Copa serão apresentadas na busca de forma mais visual, com um carrossel de dados e conteúdos das redes sociais, e exibe em quais canais cada jogo está passando, como o YouTube pela CazéTV.
  • O Modo IA oferece explicações de regras e informações sobre histórico de jogadores para todos os usuários, e campos virtuais com estatísticas detalhadas de cada partida para assinantes dos planos AI Pro e AI Ultra.

O Google anunciou novidades preparadas especialmente para a Copa do Mundo, que começa nesta quinta-feira (11/06). O cardápio é variado, indo de informações em tempo real mais ricas sobre as partidas até explicações sobre regras e histórico.

As funcionalidades foram apresentadas nesta quarta-feira (10/06) durante o evento Google For Brasil, realizado em São Paulo. A empresa ainda teve outras notícias envolvendo futebol, como a recriação de um gol histórico de Pelé, que não tem registros em vídeo, com a ajuda da inteligência artificial.

O que o Google vai oferecer sobre a Copa do Mundo?

Análises táticas são exclusivas para assinantes de planos pagos (imagem: divulgação)

Segundo a empresa, as informações em tempo real sobre jogos da Copa serão apresentadas na busca de forma mais visual, contando com um carrossel de dados e conteúdos das redes sociais.

Além disso, a ferramenta exibe em quais canais cada jogo está passando. No evento, o Google enfatizou que todas as partidas serão transmitidas pelo YouTube pela CazéTV.

No Modo IA, assinantes dos planos AI Pro e AI Ultra poderão gerar campos virtuais com estatísticas detalhadas de cada partida, como trajetórias de chutes a gol e explicações de esquemas táticos.

Para os demais usuários, o Modo IA oferece explicações de regras e informações sobre histórico de jogadores.

Além disso, o Google também pretende ajudar quem quer ver os jogos fora de casa. A gigante das buscas firmou parcerias com as plataformas Anota AI, Abrasel e Sympla para mostrar quais partidas serão transmitidas em cada estabelecimento, além de promoções relacionadas ao Mundial.

Google prepara informações especiais sobre a Copa do Mundo

Torneio recebe atenção especial do Google (imagem: divulgação)

Análises táticas são exclusivas para assinantes de planos pagos (imagem: divulgação)

Gemini no Chrome chega ao Brasil para auxiliar navegação na web

10 de Junho de 2026, 13:32
Marca do Google Chrome
Gemini no Chrome já estava disponível no exterior (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O Google lançou o assistente Gemini integrado ao Chrome no Brasil, auxiliando na navegação web com ferramentas como resumir artigos e comparar produtos.
  • Disponível inicialmente nas versões de desktop e iOS, chegando depois ao Android, o Gemini no Chrome pode ser acessado por um painel lateral.
  • O assistente pode resumir artigos, criar quizzes, destacar pontos principais de vídeos no YouTube e realizar ações em conexão com Gmail, Maps, Agenda e YouTube.

O Google anunciou que o assistente Gemini integrado ao Chrome estará disponível para usuários brasileiros. A barra lateral adiciona ferramentas para auxiliar na navegação, como resumir matérias e artigos, comparar produtos e destacar pontos principais de vídeos no YouTube, entre outras funcionalidades.

O lançamento foi feito no evento Google For Brasil nesta quarta-feira (10/06), em São Paulo (SP). Além da chegada do assistente ao navegador, a companhia apresentou novidades no Maps e no YouTube, além de parcerias nas áreas de trânsito e esporte.

novo painel lateral do Google Chrome
Gemini fica em painel lateral do Chrome (imagem: reprodução/Google)

O Gemini no Chrome estará disponível inicialmente nas versões de desktop e iOS, chegando depois ao Android.

Quais são os recursos do Gemini no Chrome?

O Gemini no Chrome fica em um painel lateral. Para acessá-lo, basta clicar no botão que fica no canto superior esquerdo. O assistente é capaz de resumir artigos longos, tirar dúvidas sobre o que você está lendo ou até criar um quiz com o conteúdo.

Além disso, o Gemini tem conexão direta com Gmail, Maps, Agenda e YouTube. É possível pedir para destacar os pontos principais de um vídeo ou enviar um e-mail diretamente do painel lateral. O Google garante que nenhuma ação será tomada sem a confirmação do usuário.

O assistente também é capaz de cruzar informações de várias abas, sem que seja preciso alternar entre elas. Isso ajuda a comparar produtos ou pacotes de viagem, por exemplo, e gerar uma tabela com as principais informações.

Por fim, o Gemini conta com suporte ao Nano Banana 2, podendo editar imagens encontradas na web diretamente na página, sem necessidade de colar ou fazer uploads.

Gemini no Chrome chega ao Brasil para auxiliar navegação na web

Google Chrome (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

(imagem: reprodução/Google)

Gemini terá simulados e planos de estudo para Enem

10 de Junho de 2026, 13:07
Executiva no palco. Atrás, telão mostra simulado do Enem no Gemini.
Estudante poderá escolher testes completos ou de áreas específicas (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Resumo
  • O Google anunciou parceria com a edtech Akira Enem para oferecer simulados e planos de estudo personalizados para o Enem via Gemini.
  • Os simulados permitirão que estudantes façam testes de múltipla escolha e recebam um diagnóstico de desempenho, incluindo pontos fortes e lacunas de aprendizagem.
  • Os planos de estudo personalizados estarão disponíveis no Gemini e no Modo IA da Busca a partir de julho de 2026.

O Google anunciou que o Gemini contará com simulados do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e poderá gerar planos de estudo personalizados com base no desempenho nos testes. As funcionalidades são resultado de uma parceria com a edtech Akira Enem.

A novidade foi apresentada nesta quarta-feira (10/06) no evento Google For Brasil, em São Paulo (SP). Os simulados e planos de estudo estarão disponíveis a partir de julho de 2026. A empresa também trouxe para o país um assistente para criadores de conteúdo no YouTube e uma experiência conversacional para o Maps.

Como o Gemini vai ajudar no Enem?

De acordo com a empresa, a Akira Tech desenvolveu os testes práticos que serão integrados diretamente ao Gemini. Os estudantes poderão fazer o teste de múltipla escolha completo ou escolher áreas de conhecimento específicas.

O principal diferencial vem depois do simulado: o Gemini não dá apenas a nota, mas oferece um diagnóstico do desempenho do aluno, detalhando pontos fortes, identificando lacunas de aprendizagem e explicando as respostas das questões incorretas.

A partir dessas informações, a IA do Google pode criar planos de estudo para totalmente personalizados, focados nos assuntos em que o aluno precisa de mais reforço.

As funcionalidades dedicadas ao Enem estarão disponíveis tanto no Gemini quanto no Modo IA da Busca.

Vale lembrar que o Google já conta há algum tempo com uma ferramenta dedicada a estudos, o NotebookLM. Com ele, é possível gerar resumos de matérias em texto e áudio, e dá para criar até mesmo um podcast com os assuntos a serem revisados.

Gemini terá simulados e planos de estudo para Enem

Estudante poderá escolher testes completos ou de áreas específicas (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Google Maps vai usar IA para entender perguntas e conversar com usuário

10 de Junho de 2026, 11:28
Executiva no palco. Atrás, um telão mostrando interface conversacional do Pergunte ao Maps.
IA do Maps vai entender o que o usuário deseja, mesmo que seja um pedido longo e detalhado (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Resumo
  • O Google lançará no Brasil a ferramenta “Pergunte ao Maps”, que utiliza IA para compreender perguntas complexas e fornecer sugestões de estabelecimentos, roteiros e trajetos.
  • A ferramenta permite que os usuários façam buscas em linguagem natural, por texto ou voz, e será liberada gradualmente para os usuários brasileiros.
  • O “Pergunte ao Maps” considera informações de estabelecimentos, comentários de usuários e histórico do próprio usuário para sugerir locais e rotas.

O Google vai trazer ao Brasil a ferramenta Pergunte ao Maps. Com ela, usuários poderão fazer buscas em linguagem natural no aplicativo de mapas, como se fossem uma pergunta ou uma conversa. Os comandos podem ser feitos por texto ou voz no botão dedicado da ferramenta.

O anúncio foi feito nesta quarta-feira (10/06) durante o evento Google For Brasil, com novidades da empresa para o mercado nacional. O Pergunte ao Maps começará a ser liberado gradualmente para os Local Guides, membros mais ativos da comunidade do aplicativo, chegando a todos os usuários brasileiros daqui a algumas semanas.

Como funciona o Pergunte ao Maps?

O Pergunte ao Maps tem um botão dedicado na página inicial do Google Maps. Basta tocar nele e fazer uma pergunta em linguagem natural, como você faria a uma pessoa.

Como exemplos de uso, o Google apresentou os comandos “Planeje um tour de arquitetura urbana em São Paulo com acessibilidade para cadeirantes” e “Preciso de um lugar para comer com fraldário, que não seja ao ar livre e que não seja em um shopping”.

Além das informações cedidas pelos próprios estabelecimentos, o Google Maps considera comentários feitos por outros usuários. O histórico e as listas do próprio usuário também são levadas em conta na hora de sugerir locais.

O Pergunte ao Maps não se limita a encontrar estabelecimentos. O Google afirma que a ferramenta é capaz de responder usando mais informações presentes no Maps, como rotas, linhas de transporte público, entradas de estações e mais.

Em outras novidades envolvendo o Maps e IA, o Google também passará a mostrar resumos das avaliações nas páginas de locais e estabelecimentos. Os resumos são personalizados, considerando os interesses dos usuários.

Google Maps vai usar IA para entender perguntas e conversar com usuário

IA do Maps vai entender o que o usuário deseja, mesmo que seja um pedido longo e detalhado (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

YouTube libera assistente de IA para criadores no Brasil

10 de Junho de 2026, 11:20
Executivo no palco. Atrás dele, o telão mostra a interface conversacional do Ask Studio.
Assistente visa ajudar criadores de conteúdo (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Resumo
  • O YouTube lançou o “Pergunte ao Studio”, um assistente de IA para criadores de conteúdo no Brasil, que utiliza o Gemini para fornecer informações sobre audiência e ajudar em roteiros.
  • A ferramenta, disponível no YouTube Studio, oferece resumos de desempenho de vídeos, análise de métricas, feedback de comentários e sugestões para melhorar o conteúdo.
  • Com o “Pergunte ao Studio”, criadores podem fazer perguntas específicas, como dados demográficos de audiência e ideias para vídeos, recebendo respostas personalizadas com base nos dados do canal.

O YouTube trará para o Brasil o Ask Studio, um chatbot de inteligência artificial para criadores de conteúdo. Chamado de “Pergunte ao Studio” na versão nacional, o recurso é apresentado pelo Google como um parceiro para ajudar no crescimento da audiência do canal.

O lançamento foi feito nesta quarta-feira (10/06), durante o evento Google For Brasil, em que a companhia mostra suas novidades para o mercado local.

Segundo a empresa, a ferramenta já está disponível para canais que não são supervisionados e conteúdos de música — nesse último caso, há soluções específicas. Para acessá-lo, basta acessar o YouTube Studio pela web e clicar no ícone que fica no canto superior esquerdo.

O Google também aproveitou para mostrar alguns dados sobre sua plataforma de vídeos no Brasil. De acordo com a companhia, YouTube e criadores geraram 150 mil empregos e geraram R$ 6 bilhões de reais (ano)

O que é possível fazer com o Pergunte ao Studio?

Entre as funcionalidades disponíveis, estão resumos rápidos de desempenho de vídeos recentes, feedback de comentários, análise de métricas com gráficos, brainstorming e ajuda para roteiros, conceitos e ideias.

Com isso, o criador pode fazer perguntas como “qual a demografia que mais assiste aos meus vídeos?”, o que minha comunidade está dizendo sobre o meu estilo de edição?” ou “dê ideias para um vídeo sobre inteligência artificial para criadores de conteúdo”.

Nesse último caso, as sugestões de ideias são personalizadas de acordo com o canal, incluindo dados sobre audiência — a promessa é de um resultado mais elaborado do que seria obtido ao se perguntar diretamente ao Gemini, por exemplo. Também é possível copiar e colar o rascunho de um script para receber recomendações de como aperfeiçoá-lo.

YouTube libera assistente de IA para criadores no Brasil

Assistente visa ajudar criadores de conteúdo (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

IA para táticas e gol de Pelé: as novidades do Google para o futebol

10 de Junho de 2026, 11:14
Cena em preto e branco de gol de Pelé
Gol contra o Juventus é considerado o mais bonito da carreira de Pelé (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Resumo
  • O Google DeepMind desenvolveu a ferramenta TacticAI, que está em uso pelo Palmeiras e será adotada pela Seleção Brasileira, para análise de jogo e previsão de movimentações e posicionamentos.
  • A TacticAI permite análise quantitativa de opções táticas, relacionando ações individuais e coletivas.
  • O Google usou o Gemini Omni para recriar o gol de Pelé contra a Juventus em 1959, que não foi registrado em vídeo, utilizando fotografias e depoimentos de jogadores.

Em ritmo de Copa do Mundo, o Google anunciou novidades de futebol para o Brasil. A ferramenta TacticAI, desenvolvida pelo Google DeepMind, está em uso pelo Palmeiras e será adotada também pela Seleção Brasileira. Além disso, a empresa usou o Gemini Omni para recriar um gol histórico de Pelé que não foi registrado em vídeo.

Os lançamentos foram feitos pela empresa no evento Google For Brasil, realizado nesta quarta-feira (10/06) em São Paulo (SP).

Palmeiras é pioneiro em TacticAI

Segundo o Google, o Palmeiras é o primeiro clube da América Latina a adotar o TacticAI para analisar jogo aberto. Antes, as equipes recorriam ao modelo apenas para jogadas de bola parada.

O TacticAI foi desenvolvido pelo Google DeepMind, laboratório de inteligência artificial da empresa. Com a tecnologia, é possível analisar opções táticas de forma quantitativa e prever movimentações e posicionamentos, relacionando ações individuais e coletivas, como o impacto do deslocamento de um zagueiro na linha defensiva.

Gol de Pelé foi recriado com IA

Em outro anúncio, o Google anunciou a recriação do gol de Pelé contra o Juventus em 1959, considerado pelo próprio Rei do Futebol como o mais bonito de sua carreira. O momento não foi registrado em vídeo, o que foi visto como uma oportunidade para o uso da IA.

Para gerar o vídeo com o modelo Gemini Omni, o Google recorreu a fotografias do jogo e depoimentos de jogadores presentes na partida. A peça estará disponível em um minidocumentário a ser lançado no fim de junho.

IA para táticas e gol de Pelé: as novidades do Google para o futebol

Gol contra o Juventus é considerado o mais bonito da carreira de Pelé (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Google vai sugerir ajustes em semáforos de São Paulo para melhorar o trânsito

10 de Junho de 2026, 10:49
Executivo Fábio Coelho em palco de evento. Atrás, um telão mostra uma imagem de uma cidade e o texto "Green Light"
Projeto chega à quarta cidade no Brasil (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Resumo
  • O Google lança o projeto Green Light em São Paulo (SP), parceria com a CET e a Prodam, para melhorar o trânsito com ajustes em semáforos usando inteligência artificial.
  • O projeto analisa dados de tráfego do Maps para identificar gargalos em cruzamentos e sugere ajustes para melhorar o fluxo de carros e reduzir emissões poluentes.
  • O Green Light já está presente em mais de dez cidades em quatro continentes e, no Brasil, foi adotado em 83 cruzamentos, com redução de 9% no consumo de combustível.

O Google trará o projeto Green Light, voltado a melhorias em semáforos, para São Paulo (SP), em parceria com a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) e a Prodam (empresa de tecnologia do município).

“Estamos usando a IA como uma ferramenta poderosa para tornar o trânsito mais fluido e o ar mais limpo, economizando tempo e combustível dos motoristas sem a necessidade de construir novas infraestruturas”, afirma Paula Aluani, gerente de parcerias estratégias de Geo, área da empresa responsável por Google Maps e Waze.

O que é o projeto Green Light do Google?

O projeto Green Light usa dados de tráfego e mapas para analisar o comportamento de semáforos e identificar gargalos, com o auxílio de inteligência artificial.

A partir daí, o Google pode sugerir a autoridades ajustes para melhorar o fluxo de carros, reduzindo o movimento de parar e acelerar, que é responsável por emissões adicionais de gases poluentes.

As alterações são de segundos no tempo em que o sinal fica aberto em horários específicos. Cabe aos municípios acatar ou não o que foi recomendado.

Menos paradas, menos poluição

A capital paulista é a quarta cidade brasileira a receber a tecnologia, depois de Rio de Janeiro (RJ), Campinas (SP) e São Caetano do Sul (SP).

Segundo o Google, o projeto já reduziu em cerca de 30% o número de paradas de carros nas cidades onde foi adotado, considerando dados globais. No Brasil, as medidas foram adotadas em 83 cruzamentos, com redução de 9% no consumo de combustível.

Globalmente, o projeto Green Light já está presente em mais de dez cidades em quatro continentes — a lista inclui Seattle (Estados Unidos), Hamburgo (Alemanha), Budapeste (Hungria) e Jacarta (Indonésia).

Google vai sugerir ajustes em semáforos de São Paulo para melhorar o trânsito

Projeto chega à quarta cidade no Brasil (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Zabbix prepara lançamento de versão 8.0, aplicativo para celular e marketplace

10 de Junho de 2026, 10:00
Homem branco em pé no centro de um palco, vestindo camisa social branca, calça azul-marinho e tênis azul com sola branca. Ele segura um passador de slides na mão direita. Ao fundo, um grande telão exibe a identidade visual do evento "ZABBIX '26 CONFERENCE LATIN AMERICA". Há três blocos de texto no telão com a frase "Zabbix 8.0 LTS: more than a release" em fundo azul. No centro, abaixo do título do evento, lê-se "ZABBIX 8.0: MORE THAN A RELEASE" e "ALEXEI VLADISHEV FOUNDER & CEO, ZABBIX".
Conferência em São Paulo (SP) teve apresentação dos planos da Zabbix para os próximos meses (imagem: divulgação)

A Zabbix prepara o lançamento do Zabbix 8.0 LTS para o terceiro trimestre de 2026. O software de monitoramento de infraestrutura e serviços de TIC caminha para se tornar ainda mais abrangente em termos de observabilidade, com mais recursos para acompanhar eventos complexos, nuvens públicas e até mesmo uso de serviços de inteligência artificial.

“Não é só um lançamento. É um marco, praticamente um novo produto”, disse Alexei Vladishev, CEO e fundador da companhia, durante a Zabbix Conference Latam 2025, em São Paulo (SP).

O Zabbix 8.0 está sendo construído tendo quatro pilares: inteligência artificial, processamento de eventos complexos (CEP), monitoramento de desempenho de aplicações (APM) e escalabilidade. “Estamos dando os primeiros passos na observabilidade, mas acreditamos que são passos importantes”, avalia Vladishev.

“A 8.0 coloca o Zabbix em outro campo de jogo. Ela move a nossa atuação para outro lugar. Eu deixo de monitorar logs com o Zabbix e passo a gerenciar logs com o Zabbix, o que é outro universo”, observa Luciano Alves, CEO da Zabbix no Brasil. “Nosso posicionamento geral é ser uma plataforma universal, ser a plataforma definitiva de coleta e análise de dados, de monitoramento e observação.”

Quais são as novidades do Zabbix 8.0?

Homem de pele parda, óculos de armação preta, barba e cabelos grisalhos, vestindo camisa social branca e um colete inflável cinza com a palavra "ZABBIX" em vermelho no peito esquerdo. Ele está com a mão esquerda erguida e aberta, e segura um passador de slides na mão direita. Ao fundo, um telão azul com a imagem estilizada de um iceberg exibe logotipos de empresas e tecnologias como "WhatsApp", "Netflix", "Amazon", "Spotify", "Linux" e "Apache", além de textos em português.
Zabbix vai englobar IA e novas ferramentas sem deixar para trás seus princípios open source (imagem: divulgação)

Um dos assuntos mais quentes da tecnologia nos últimos anos, a IA estará presente de modo marcante na próxima atualização do Zabbix. A tecnologia vai funcionar em um novo assistente de manutenção e auxiliar na criação de gatilhos, entendendo perguntas e comandos escritos de modo natural. O painel do sistema também terá um widget de chatbot para tirar dúvidas rápidas.

Não para por aí. O Zabbix 8.0 terá monitoramento de uso de serviços de provedores como OpenAI, Claude e Copilot. A ferramenta chega em um momento em que muitas empresas precisam lidar com custos cada vez mais altos de tokens de IA.

O software também vai oferecer um conector para agentes de IA, baseado no Model Context Protocol (MCP), padrão aberto para comunicação entre modelos, bancos de dados, ferramentas e serviços. Com isso, será possível automatizar tarefas e relatórios.

“A interface MCP para o Zabbix permitirá que ele seja conectado com facilidade ao ecossistema de agentes de IA para automações, diferentes fluxos de trabalho e muitas coisas diferentes”, explica Vladishev, em entrevista.

O processamento de eventos complexos (CEP) é outro aspecto importante da próxima versão do Zabbix. Ele permitirá identificar, entre todos os serviços, equipamentos e aplicações monitorados, o que é mais importante para a infraestrutura de TI da organização.

Com os recursos de CEP, será possível criar regras para encontrar padrões e correlações nos valores monitorados, bem como desfazer duplicatas nos dados. Isso significa uma ajuda na hora de entender o que é a causa e o que são os sintomas de um determinado problema.

O monitoramento de desempenho de aplicações (APM) da versão 8.0 vai ajudar a entender por que ferramentas do sistema estão lentas ou não estão funcionando direito. Isso será possível unindo identificadores temporais (timestamps) e dados estruturados em novo formato, usando JSON, que pode receber informações de múltiplas origens.

A ideia é observar o timing dos eventos das aplicações e, assim, identificar quais são os gargalos de desempenho dos sistemas. Para isso, o Zabbix 8.0 oferecerá visualizações em traçados, métricas e logs.

A plataforma permitirá, inclusive, criar uma base de dados com informações históricas organizadas em JSON, que pode funcionar como ponto de partida para análise e diagnóstico de problemas passados. Outra novidade é o acesso de dados de streaming da OpenTelemetry pelo Zabbix Proxy.

Para acompanhar tantos recursos novos, a interface do Zabbix 8.0 trará melhorias em relação à acessibilidade e à usabilidade, contando com uma aparência atualizada.

Uma dessas melhorias são as visualizações customizáveis de dados (customizable data views). Com elas, será possível selecionar tags para acompanhar informações específicas. As tags também podem ser importadas de outras bases de dados de forma dinâmica, dando mais contexto às visualizações.

Na interface atualizada, haverá formas de combinar dados, texto e macros, facilitando a compreensão do que está sendo monitorado. A ferramenta de filtros também ficará mais fácil de usar, contando com uma separação clara entre as informações desejadas e as opções de visualização.

Os widgets do painel receberão controles e opções extras, como a possibilidade de maximização. O Zabbix 8.0 trará ainda um widget de gráfico de dispersão, permitindo cruzar diferentes dados e encontrar correlações entre itens, agilizando diagnósticos, solução de problemas e medidas de prevenção.

Configurar os painéis também vai ficar mais fácil na nova versão do software, graças à possibilidade de importar e exportar layouts. Assim, será possível salvar os ajustes favoritos e recuperá-los posteriormente.

Zabbix prepara aplicativo móvel e marketplace

A versão 8.0 do Zabbix é apenas uma das novidades nas quais a empresa trabalha mirando os próximos meses. A lista inclui um aplicativo móvel para Android e iOS, ferramenta bastante aguardada pela comunidade. Ele permitirá o gerenciamento de problemas sem depender de um computador, facilitando a solução de problemas mesmo longe do ambiente de trabalho.

Para isso, o app contará com notificações instantâneas, avisando quando alguma métrica monitorada estiver fora do esperado. Mesmo em uma tela menor, o Zabbix móvel oferecerá uma visualização agregada de múltiplos servidores.

O aplicativo terá compatibilidade tanto com o Zabbix on-premise quanto com a versão cloud do software de monitoramento. A conexão entre o smartphone e o sistema é feita de modo seguro, por um túnel de acesso – nem mesmo a Zabbix consegue saber quais dados foram acessados pelo celular.

“O aplicativo móvel do Zabbix foi realmente impulsionado pelo que ouvimos da comunidade”, conta Vladishev. O CEO também observa que alguns desenvolvedores chegaram a criar seus próprios aplicativos para a plataforma, mas isso não é o ideal. “Clientes empresariais maiores estão interessados em um bom nível de suporte e em altos padrões de qualidade. É por isso que decidimos implementar nosso próprio aplicativo.”

Outra novidade que a empresa prepara é um marketplace de soluções criadas pela comunidade, por parceiros ou por desenvolvedores independentes. Alguns exemplos são um mapa de calor de incidentes, um visualizador de topologia de rede e um incidente de IA. Essas ferramentas poderão ser disponibilizadas de modo gratuito ou pago, a critério do criador da extensão.

“O objetivo principal do marketplace é conectar usuários e fornecedores, empresas ou indivíduos que desenvolvem soluções adicionais para o Zabbix”, explica Vladishev. “Eu acho que o produto será muito mais forte, porque poderá ser impulsionado por diferentes soluções disponíveis no marketplace.”

O aplicativo móvel e o marketplace se somam a outras partes do ecossistema Zabbix para formar um conjunto abrangente, que vai muito além de um mero software de monitoramento.

A solução inclui a Zabbix Academy, que passou a contar com cursos em português e espanhol no mês de maio de 2026. Além disso, a companhia oferece treinamentos profissionais com quatro níveis de certificação possíveis, bem como serviços profissionais de consultoria, migração, implementação do zero e integração com ecossistemas.

A Zabbix oferece ainda a opção do Zabbix Cloud, como SaaS. Ele conta com as mesmas funcionalidades, motor e inteligência da versão local, sendo pronto para uso e contando com o gerenciamento da desenvolvedora.

Conferência anual mostra força da comunidade e do open source

Imagem em plano médio e perfil esquerdo de um homem branco de cabelos grisalhos e camisa social branca. Ele gesticula com a mão esquerda aberta e segura um passador de slides na mão direita. Ao fundo, há um telão iluminado com uma foto borrada de dezenas de pessoas vestindo camisetas vermelhas. Na parte superior da tela de fundo, é possível ler o final da palavra "Team". O homem usa um microfone headset discreto próximo à boca e uma pequena insígnia vermelha no peito esquerdo.
Evento reuniu quase 400 participantes (imagem: reprodução)

A Zabbix Conference Latam 2026 contou com a participação de quase 400 pessoas de nove países. O evento contou com palestras, laboratórios técnicos e encontros de negócios, mostrando a força da comunidade criada em torno do software de código aberto.

“Talvez, dez anos atrás, a comunidade fosse menor e o uso do Zabbix fosse mais limitado. Agora, vemos todos os tipos de uso possíveis do Zabbix em toda a comunidade”, avalia Vladishev.

A confiabilidade e a robustez do Zabbix são comprovadas pelo uso em organizações das esferas pública e privada, e isso ficou demonstrado em um painel que contou com a participação de Maira Cristine de Souza Silva, gerente do Serpro, e Jackson Becker, head de tecnologia da Selbetti.

“Nós temos quase 120 soluções, e toda nossa infraestrutura utiliza tecnologia open source. O IRPF está sendo agora monitorado pelo Zabbix, e até na nuvem soberana estamos colocando no Zabbix também”, conta Silva.

No setor privado, o open source também se mostra competitivo. “Hoje, tranquilamente, eu conseguiria dizer que a gente não teria o nível de observabilidade que a gente tem com o Zabbix com uma plataforma privada”, avalia Becker. O head de tecnologia da Selbetti menciona ainda que a adoção de uma solução de código aberto significa uma economia da ordem de R$ 1,5 milhão anualmente.

Mesmo com mais de 20 anos de história, o Zabbix se mantém fiel à proposta de ser uma plataforma de código aberto. Alves observa que a questão já foi superada, já que soluções open source estão na base de muitos dos aplicativos e serviços que usamos diariamente. “O open source não pode ser mais um debate. Isso é uma conversa antiga, que ficou nos anos 90. A gente está vivendo uma outra era.”

Zabbix prepara lançamento de versão 8.0, aplicativo para celular e marketplace

Zabbix vai englobar IA e novas ferramentas sem deixar para trás seus princípios open source (imagem: divulgação)

Evento reuniu quase 400 participantes (imagem: reprodução)

Apple apresenta iOS 27, macOS 27 e mais atualizações

8 de Junho de 2026, 14:34
Logotipo da Apple
Apple abriu conferência para desenvolvedores com novas versões de seus sistemas operacionais (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A Apple anunciou, nesta segunda-feira (08/06), as novas versões dos sistemas operacionais de seus produtos: iOS 27, iPad 27, macOS 27, watchOS 27, tvOS 27 e visionOS 27. As atualizações apresentadas na WWDC 2026 terão melhorias de desempenho, visando deixar os sistemas mais rápidos, além de ajustes no design.

O iOS 27 estará disponível para o iPhone 11 e modelos mais recentes — é a mesma lista de compatibilidade do iOS 26. O macOS 27 seguirá a tradição de homenagear a Califórnia receberá o “apelido” de Golden Gate.

Ao contrário do que costuma fazer, a Apple não teve apresentações separadas para cada uma de suas plataformas, preferindo demonstrar em linhas gerais o que estará disponível em todas elas. Grande parte do evento foi dedicada à inteligência artificial, com os anúncios da Siri AI e de novidades da Apple Intelligence.

Visual e desempenho

A Apple deu uma atenção especial a corrigir os problemas envolvendo o Liquid Glass, linguagem de design que fez sua estreia na geração passada dos sistemas operacionais e foi muito criticada.

A interface receberá um controle deslizante para definir a opacidade dos elementos de vídeo. A empresa também aplicou ajustes em grupos de botões e barras laterais. O esquema de cores também marcará uma divisão entre apps em primeiro plano e no fundo da tela. Botões serão agrupados para facilitar na hora de encontrar o que o usuário deseja.

Controle deslizante do Liquid Glass no iOS 27
Liquid Glass terá mais ajustes (imagem: reprodução)

No desempenho, a Apple promete transições de tela mais suaves, além de mais velocidade, como 30% mais na hora de abrir apps no iPhone e no iPad e 80% mais no AirDrop. As novas versões dos sistemas também terão controles otimizados para usar a CPU de forma mais eficiente.

Ainda nesse assunto, a companhia diz que as transições entre Wi-Fi e dados móveis estão mais ágeis, identificando com mais precisão quando é hora de trocar de rede.

Cantos de janelas do Slack e do Música lado a lado, mostrando cantos com mesmo raio
Todas as janelas terão cantos feitos com o mesmo raio, mesmo que os desenvolvedores não tenham adaptado a interface para o Liquid Glass (imagem: reprodução)

A Apple deu destaque à Busca do iOS, iPadOS e macOS em sua apresentação. Segundo a empresa, o método de indexação recebeu uma nova arquitetura, capaz de trazer resultados em menos tempo e ler novos arquivos com mais rapidez.

Novidades em aplicativos e serviços

Nos apps da marca, o Fotos terá compartilhamento de álbuns com resolução máxima, e o Mapas passará a contar com imagens aéreas com melhor definição. O aplicativo de saúde terá suporte a perimenopausa e menopausa no acompanhamento de ciclo menstrual, com avisos sobre irregularidades nos períodos.

O modo especial para crianças e adolescentes ganhou mais proteções, como controle de quais aplicativos podem ser baixados da App Store e permissões extras para tempo de uso em jogos e entretenimento. Será possível bloquear a navegação na web, cabendo às crianças e aos adolescentes pedir, pelo próprio celular, para o adulto responsável liberar o acesso a sites específicos.

Falando de aparelhos específicos, os AirPods terão equalizadores customizáveis, e o Apple Watch terá um grid com cinco apps sugeridos para a Siri.

Tela do iPhone mostrando recurso de equalização de som dos AirPods
AirPods terão equalizador dedicado (imagem: reprodução)

Apps com Apple Intelligence

A Apple também anunciou recursos do Apple Intelligence para aplicativos, em aparelhos compatíveis com o conjunto de ferramentas de IA.

O Safari no macOS terá um recurso de organização automática de abas, que identificará qual o assunto de cada página. O navegador também será capaz de monitorar sites em segundo plano, com suporte a pedidos feitos em linguagem natural. A Apple criou ainda uma ferramenta para gerar extensões para o browser usando vibe coding.

O gerenciador de senhas da Apple vai verificar credenciais comprometidas e será capaz de entrar nos sites de cada serviço e realizar a mudança, sem precisar que o usuário tenha esse trabalho.

O aplicativo de e-mail consegue reconhecer informações nas mensagens e sugerir compromissos. O Calendário agora usa a Apple Intelligence para entender entradas feitas em linguagem natural, sem precisar que o usuário preencha cada campo.

Quem também recebeu novidades de IA é o Atalhos, que também é capaz de usar a Apple Intelligence para entender pedidos feitos em linguagem natural para criar ferramentas e automações.

Apple apresenta iOS 27, macOS 27 e mais atualizações

Apple (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

Todas as janelas terão cantos feitos com o mesmo raio, mesmo que os desenvolvedores não tenham adaptado a interface para o Liquid Glass (imagem: reprodução)

AirPods terão equalizador dedicado (imagem: reprodução)

iFood testa opção de dividir pagamento com outra pessoa

4 de Junho de 2026, 16:35
Ilustração de celular na mão com o logo do iFood na tela
iFood está liberando opção gradualmente (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O iFood está testando uma opção para utilizar duas formas de pagamento em um mesmo pedido, como dois cartões diferentes, ou cartão e Pix, por exemplo. Isso abre a possibilidade de dividir a conta com outra pessoa.

A informação foi noticiada pelo Canaltech na quarta-feira (03/06) e confirmada pelo iFood. “O iFood Pago informa que está testando a possibilidade de combinar duas formas de pagamento em um mesmo pedido no app do iFood com um grupo restrito de usuários”, disse a empresa ao site.

Ainda não há previsão do lançamento para o público geral. Por aqui, eu conferi o iFood no Android e no iOS, e a divisão de pagamentos não apareceu em nenhum dos dois apps.

Como funciona a opção de dividir pagamento no iFood?

iFood
Opção permite escolher o valor cobrado de cada modalidade de pagamento (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Ao finalizar um pedido, a opção “Combinar pagamentos” aparece listada junto aos cartões cadastrados, NuPay, Pix e Apple Pay ou Google Pay (dependendo do sistema). Ao selecioná-la, o iFood pede para escolher duas opções entre essas citadas.

O próximo passo é definir quanto será cobrado de cada uma das duas formas de pagamento. O app tem um botão de atalho para preencher com 50% do valor, mas caso o cliente não queira uma divisão meio a meio, ele pode digitar a quantia desejada. A partir daí, é só concluir o pagamento como de costume.

Vale notar que não é possível repetir as formas de pagamento na hora de combinar. Não dá para gerar dois códigos Pix ou usar duas vezes o Apple Pay, por exemplo.

Para que serve o recurso?

Dividir o pagamento em duas formas diferentes é uma opção relativamente comum em lojas online, mas que ainda não aparece com tanta frequência no delivery.

Uma utilidade possível é dividir o pagamento entre duas pessoas. Nesse caso, cada uma pode cadastrar seu cartão no app, ou uma pode usar o cartão e a outra fazer um Pix. Assim, ninguém fica devendo para ninguém, nem é necessário fazer uma transferência mais tarde.

Outro cenário é o de não ter como pagar o valor total do pedido em uma única modalidade. Se sua compra deu mais do que o limite disponível no cartão ou o saldo na conta, dá para dividir o pedido entre as duas formas de pagamento.

iFood testa opção de dividir pagamento com outra pessoa

Código de confirmação do iFood é essencial para o login (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

iFood (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Instagram Plus chega ao Brasil trazendo recursos extras; saiba o preço

4 de Junho de 2026, 13:00
Logotipo do Instagram
Instagram Plus tem ferramentas e personalizações (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O Instagram Plus foi lançado no Brasil a um preço mensal de R$ 10.
  • A assinatura oferece recursos adicionais como story em destaque e prévias de stories.
  • O Instagram continua gratuito, apesar da opção premium.

A Meta anunciou o lançamento global do Instagram Plus. No Brasil, o serviço vai custar R$ 10 por mês. O pacote inclui ferramentas adicionais e é opcional — a rede social continua sendo gratuita.

Entre os recursos extras, estão mais opções ao publicar stories, informações adicionais sobre quem vê as publicações e personalizações para ícone e fonte.

Quais são os recursos do Instagram Plus?

Imagem digital com fundo azul exibindo três telas de smartphones lado a lado. A primeira tela mostra a edição da biografia do perfil com um teclado virtual ativo na metade inferior e um campo de texto estilizado no topo. A segunda tela exibe a aba de visualizadores de um story, destacando um ícone redondo de relógio em zoom no lado direito, logo acima de uma lista de usuários com avatares e nomes. A terceira tela exibe o menu de compartilhamento de um story, apresentando opções de envio em formato de lista, incluindo "Your story", "Close Friends" e uma lista personalizada chamada "Squad", além de botões para criar novas listas.
Fontes personalizadas, tempo extra para stories e listas de audiência adicionais estão entre os recursos do Instagram Plus (imagem: divulgação)

A Meta divulgou uma lista com todos os recursos da assinatura premium da rede social:

  • Story em destaque, para que ele apareça com prioridade para seus amigos.
  • Super likes com animações.
  • Múltiplas audiências de stories, que permitem criar diferentes listas semelhantes aos Amigos Próximos.
  • Story estendido, com duração de 48 horas.
  • Prévia de story, que permite acessar publicações sem aparecer na lista de quem visualizou.
  • Insights de rewatches de stories, com número de quantas vezes seus stories foram reassistidos.
  • Busca na lista de visualizações.
  • Ícone personalizado do app.
  • Fonte personalizada na bio.
  • Pins no perfil, com possibilidade de fixar até seis publicações.
  • Publique direto no perfil, sem aparecer no feed dos amigos.

Facebook Plus e WhatsApp Plus vêm aí

Captura de tela de interface mobile com fundo escuro e bordas verdes. No topo, o texto "Experimente o WhatsApp Plus grátis por um mês. Dê um upgrade na sua experiência de mensagens. R,00/mês • O preço pode incluir impostos". Abaixo, uma lista de opções com ícones brancos e setas para a direita: "Envie figurinhas exclusivas", "Escolha um ícone personalizado para o app", "Altere o tema do seu app", "Receba toques exclusivos", "Atualize suas listas de conversas" e "Fixe mais conversas".
WhatsApp Plus já apareceu para alguns usuários brasileiros (imagem: reprodução)

A Meta também avisou que novas assinaturas premium para seus produtos estão a caminho: o Facebook Plus e o WhatsApp Plus devem chegar em breve. As assinaturas foram anunciadas no dia 27 de maio, com disponibilidade inicial limitada.

O WhatsApp Plus, que inclui figurinhas exclusivas e número ampliado de conversas fixadas, já começou a ser oferecido a alguns usuários no Brasil, com preço mensal de R$ 7. Já o Facebook Plus, que deve ter recursos semelhantes ao Instagram Plus, ainda não apareceu para os brasileiros.

Além deles, a Meta prepara pacotes chamados Meta One, sendo dois deles com limites de uso maiores para a Meta AI e outros dois com ferramentas avançadas para criadores de conteúdo.

Instagram Plus chega ao Brasil trazendo recursos extras; saiba o preço

Instagram (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Fontes personalizadas, tempo extra para stories e listas de audiência adicionais estão entre os recursos do Instagram Plus (imagem: divulgação)

WhatsApp Plus já apareceu para alguns usuários brasileiros (imagem: reprodução)

Xô, Microsoft: estado na Alemanha cancela contrato bilionário

4 de Junho de 2026, 11:36
Bandeira da Alemanha (Imagem: Supermac1961/Flickr)
Governo federal da Alemanha também tomou medidas a favor de software livre (Imagem: Supermac1961/Flickr)
Resumo
  • O estado alemão da Baviera cancelou um contrato de 1 bilhão de euros com a Microsoft para implementar um conjunto de aplicativos de produtividade na administração pública.
  • A decisão foi tomada para adotar um “pacote de produtividade básico soberano” feito com base em componentes de código aberto, visando garantir o uso dos serviços em crises e proteger o estado contra aumentos de preço.
  • A mudança faz parte de um movimento mais amplo na Europa, com países como França, Suíça e Holanda, que buscam alternativas de código aberto para reduzir a dependência de empresas dos EUA, bem como promover transparência e segurança.

O estado alemão da Baviera anunciou o cancelamento de um acordo com a Microsoft. O contrato previa a implementação do conjunto de aplicativos de produtividade da empresa na administração pública. Ainda em fase de planejamento, ele teria o valor de 1 bilhão de euros (cerca de R$ 5,91 bilhões, em conversão direta) por um período de cinco anos.

A decisão foi anunciada pelo Ministério de Assuntos Digitais da Baviera. Segundo o órgão, o estado vai procurar um “pacote de produtividade básico soberano”, feito com base em componentes de código aberto.

Por que a Baviera preferiu o open source?

Fabian Mehring, chefe da pasta de Assuntos Digitais, defendeu que a mudança para ferramentas open source garantiria o uso dos serviços em crises, protegeria o estado contra aumentos de preço e permitiria priorizar a segurança dos dados.

Segundo o site Cybernews, o cancelamento foi assunto de uma queda de braço que durou meses. De um lado, estava o Ministério das Finanças, que defendia consolidar os contratos existentes e garantir descontos. Do outro, estava o Ministério de Assuntos Digitais, que defendia o uso de soluções open source.

Europa busca alternativas de código aberto

Captura de tela mostra uma videochamada com quatro pessoas no app Visio
França vai adotar o Visio para videoconferências (imagem: reprodução/Governo da França)

O movimento da Baviera não é isolado. Munique, a capital do estado, passou a adotar ferramentas de código aberto como padrão para seus setores administrativos, deixando de lado os produtos da Microsoft.

O governo local quer seguir o princípio de “dinheiro público, código público”, que defende que software pago com dinheiro de impostos deve estar disponível para o público no futuro. Além disso, a ideia é fugir dos preços altos e dos pacotes fechados oferecidos pelas grandes empresas.

A decisão encontra eco no governo federal: em março de 2026, a Alemanha anunciou que os documentos do setor público seriam publicados somente em formatos abertos, deixando de lado formatos proprietários como o do Microsoft Word.

Não é só a Alemanha que está fugindo de softwares proprietários — outros órgãos públicos europeus têm tomado decisões semelhantes, em países como a França, a Suíça e a Holanda.

Além da economia, da segurança e da transparência, esse movimento visa reduzir a dependência de empresas dos Estados Unidos, temendo a imprevisibilidade do governo de Donald Trump e a possível ingerência nessas companhias.

A França, inclusive, vai deixar de usar até mesmo plataformas de videochamadas como Microsoft Teams e Google Meet, adotando o Visio, desenvolvido especialmente para servidores públicos do país.

Com informações do Cybernews

Xô, Microsoft: estado na Alemanha cancela contrato bilionário

iFood: nomes e CPFs de 1,2 milhão de clientes vazaram na web

3 de Junho de 2026, 15:25
Mão segurando um cartaz pichado com a palavra “iFood” em estilo glitch, diante de um fundo tecnológico
iFood confirmou incidente ocorrido em dezembro de 2025 (ilustração via IA: Tecnoblog)
Resumo
  • Vazamento confirmado: O iFood confirmou um incidente de segurança ocorrido em dezembro de 2025 que expôs dados cadastrais (nome e CPF) de aproximadamente 1,2 milhão de pessoas, o que corresponde a 2% de sua base de usuários.
  • Origem e dados afetados: O acesso indevido partiu de um portal dedicado a solicitações judiciais e administrativas; a empresa garantiu que senhas, contas e meios de pagamento não foram comprometidos.
  • Divergência de números: A plataforma negou categoricamente os boatos de que 43 milhões de contas teriam sido afetadas, afirmando não haver qualquer evidência que comprove as alegações publicadas por invasores em fóruns de internet.

O iFood confirmou um incidente de segurança que afetou 2% de sua base de usuários, número estimado em 1,2 milhão de pessoas. Entre as informações acessadas indevidamente estavam dados cadastrais como nome e CPF.

A ação maliciosa ocorreu em dezembro de 2025. No entanto, só foi confirmada nesta semana, após uma reportagem do site TecMundo.

O que se sabe sobre o vazamento?

Ilustração de celular na mão com o logo do iFood na tela
Empresa diz que dados de pagamento não foram comprometidos (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A publicação foi contactada por um indivíduo identificado como “Harold Baker” e recebeu três amostras de dados, que foram compartilhadas com o iFood. Após análises, a empresa de delivery confirmou, em nota, que “o material disponibilizado na internet se refere a um incidente isolado”.

De acordo com a companhia, o evento “envolveu dados cadastrais, como nome e CPF, sem qualquer comprometimento de senhas, meios de pagamento ou registros financeiros”.

Na análise publicada pelo TecMundo, uma das amostras tem dados de quatro clientes, com informações como CPF, nome completo, número de telefone, e-mail, CPFs associados e histórico de endereços de entrega. Há cartões de crédito, mas os números estão incompletos, e não constam data de validade e código de segurança.

As outras duas amostras envolvem um cadastro de funcionários da empresa e um cadastro de funcionários de órgãos públicos. Faz sentido, já que o suposto responsável pelo vazamento diz que a origem dos dados é um portal do iFood dedicado a solicitações judiciais, administrativas ou de vigilância sanitária.

iFood nega vazamento de dados de 43 milhões de usuários

As informações sobre um possível incidente de segurança começaram a circular na semana passada. Em um fórum, um usuário identificado como “bacen” alegou ter dados de 43,8 milhões de consumidores.

Em nota, a empresa nega categoricamente a afirmação: “O iFood não encontrou qualquer evidência de que 43 milhões de dados de usuários foram vazados.” Já o TecMundo, que teve acesso às amostras, explica que não há evidências diretas que comprovem as alegações dos agentes do ataque sobre o número de usuários afetados pelo vazamento.

O que diz o iFood?

Esta é a nota enviada pelo iFood ao Tecnoblog:

“O iFood não encontrou qualquer evidência de que 43 milhões de dados de usuários foram vazados. Após sucessivas análises, identificamos que o material disponibilizado na internet se refere a um incidente isolado, ocorrido em dezembro de 2025, e que foi rapidamente neutralizado pelos nossos protocolos de segurança. O evento envolveu dados cadastrais, como nome e CPF, sem qualquer comprometimento de senhas, meios de pagamento ou registros financeiros, com impacto restrito a cerca de  2% da nossa base de usuários.

O iFood lamenta o ocorrido e reforça para os usuários que todas as comunicações são feitas somente pelos canais oficiais da plataforma. A segurança da nossa comunidade é prioridade e seguimos atuando em estrita conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) para aprimorar constantemente nossos sistemas.”

A empresa enviou um posicionamento adicional, após questionarmos se houve uma notificação a autoridades ou usuários.

“O incidente foi tratado e avaliado em estrita conformidade com a legislação, que dispensa o reporte e comunicação quando o evento não acarreta risco ou dano relevante aos titulares, de acordo com os critérios regulatórios definidos pela ANPD.”

iFood: nomes e CPFs de 1,2 milhão de clientes vazaram na web

iFood confirma vazamento (ilustração via IA: Tecnoblog)

Código de confirmação do iFood é essencial para o login (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

iFood inicia entregas com drones na Grande São Paulo

1 de Junho de 2026, 12:00
Foto em plano médio de um drone multi-rotor branco e preto voando de perfil, em um dia nublado. O drone carrega acoplada em sua base uma caixa quadrada de papelão pardo, contendo um adesivo retangular vermelho com o logotipo da marca "iFood" escrito em letras brancas. À esquerda do adesivo, há o logotipo estilizado e o nome da empresa "speedbird aero" gravados em preto na própria caixa. Ao fundo, vê-se a fachada de um edifício residencial ou comercial alto com janelas espelhadas.
Entrega com drone promete agilizar pedidos (imagem: divulgação)
Resumo
  • O iFood iniciou as entregas com drones na Grande São Paulo, conectando o Shopping Iguatemi Alphaville em Barueri a condomínios fechados de Alphaville.
  • Os drones, desenvolvidos pela Speedbird Aero, podem transportar até 5 kg e voam a até 50 km/h, a uma altitude de 60 metros.
  • A utilização de drones visa reduzir o tempo de entrega e aumentar a oferta, driblando os gargalos como filas, portarias e a complexidade de acesso aos condomínios.

O iFood começou a usar drones em entregas na cidade de Barueri (SP) nesta segunda-feira (01/06). O modelo será empregado nos condomínios fechados da região para facilitar a entrada e diminuir o tempo de entrega.

Como explica a companhia, os drones vão trabalhar de forma integrada às modalidades existentes. Nos pedidos feitos a restaurantes do Shopping Iguatemi Alphaville, um mensageiro ou robô coleta a refeição e a leva até a aeronave.

O equipamento, então, percorre um trecho de 3,6 km em cinco minutos, deixando o pacote com um motociclista, que fica responsável pela entrega ao consumidor.

Este não é o primeiro trecho operado por drones pelo iFood. Em Aracaju (SE), as aeronaves conectam um shopping ao município de Barra dos Coqueiros, fazendo um voo de 4 km em três minutos.

Por que o iFood vai usar drones em Barueri?

Foto em plano aberto mostrando um drone multi-rotor branco e preto voando em ambiente urbano, sob um céu encoberto. O drone está centralizado na imagem e carrega uma caixa de papelão pardo na parte inferior, onde se destaca um adesivo vermelho com o logotipo da marca "iFood" em branco. Ao fundo, há uma linha de horizonte repleta de arranha-céus residenciais e comerciais de diferentes cores, formatos e alturas, além de árvores e casas de menor porte na base da paisagem.
Barueri é conhecida por condomínios fechados e centro empresarial (imagem: divulgação)

O iFood explica que a escolha por Alphaville, região de condomínios fechados de alto padrão em Barueri, se deu pelas “rotas de rejeição” da localidade. Esse termo é usado pela companhia para designar áreas com alta taxa de recusa pelos entregadores.

No caso de Alphaville, a rejeição chega a quase 50% dos pedidos. Os trabalhadores precisavam enfrentar gargalos como complexidade de acesso aos condomínios e longos tempos de espera.

O drone pode “saltar” esse processo e levar o pedido diretamente a um entregador dentro do condomínio. A promessa é aumentar a oferta e a praticidade, diminuindo o tempo de espera.

Como são os drones usados pelo iFood?

Os drones foram desenvolvidos pela empresa brasileira Speedbird Aero. O iFood vai usar duas aeronaves na região, que podem ser acionadas ao mesmo tempo.

Os equipamentos têm capacidade de até 5 kg. Eles voam a até 50 km/h, a uma altitude de 60 metros, podendo suportar ventos de até 55 km/h e chuvas leves, de até 5 mm de precipitação por hora. Eles contam com paraquedas para casos de emergência.

Os drones possuem certificações da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea). A Anac, inclusive, certificou a Speedbird para atuar em regiões com densidade de até 5 mil habitantes por quilômetro quadrado.

As aeronaves são comandadas pela Speedbird Aero em um centro de controle localizado em Franca (SP), a quase 400 km de distância.

iFood inicia entregas com drones na Grande São Paulo

Barueri é conhecida por condomínios fechados e centro empresarial (imagem: divulgação)

YouTube Premium terá ajuste automático de velocidade para podcasts

28 de Maio de 2026, 20:04
Mão segurando um celular que exibe o YouTube, com um fundo de cor vermelha. Na parte inferior direita, está o logotipo do "tecnoblog".
YouTube vai liberar recursos primeiro no Android (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O YouTube lançou o recurso Auto Speed para usuários Premium, que ajusta automaticamente a velocidade de reprodução de podcasts, acelerando em trechos com fala lenta e desacelerando em trechos com muitas informações.
  • O recurso está disponível para assinantes do YouTube Premium no Android e chegará ao iOS nos próximos meses.
  • O YouTube também anunciou um modo on-the-go para podcasts com controles rápidos e simplificados.

O YouTube anunciou novos recursos para podcasts exclusivos para usuários Premium. O mais curioso entre eles se chama Auto Speed e ajusta automaticamente a velocidade de reprodução. Além disso, há uma nova ferramenta de recomendação e acesso rápido a controles.

O Auto Speed ajusta a velocidade do podcast de maneira dinâmica: durante trechos em que alguém fala de modo devagar, a ferramenta acelera a reprodução, e durante segmentos com muitas informações, ela desacelera. A ideia é ter uma experiência de audição mais consistente ao longo de todo o episódio.

Segundo o Google, o Auto Speed está sendo liberado para assinantes do YouTube Premium no Android e deve chegar nos próximos meses ao iOS.

Quais são as outras novidades do YouTube?

O YouTube também anunciou um modo on-the-go para podcasts, pensado para atividades como correr, usar o transporte público ou alternar entre tarefas. Ele tem controles rápidos e simplificados para ações como avançar, retroceder e passar para o próximo episódio.

Assim como o Auto Speed, o modo on-the-go será liberado inicialmente para assinantes Premium no Android e chega nos próximos meses ao iOS.

Captura de tela em um smartphone exibindo a interface do recurso "On-the-go" do YouTube "Premium". No topo, há um "X" no canto direito. No centro, um vídeo mostra uma mulher loira de óculos e camiseta preta, apontando o indicador para cima. À direita do vídeo, destaca-se um ícone circular cinza com um fone de ouvido branco. Abaixo, a barra de progresso marca "35:15 / 56:50". Na base, estão os botões de controle de mídia: retroceder, voltar 10 segundos, reproduzir, avançar 10 segundos e pular.
On-the-go tem controles simplificados (imagem: divulgação)

Outros recursos anunciados não estarão disponíveis no Brasil, pelo menos por enquanto. Um deles é a expansão do Ask Music para os podcasts. A ferramenta permite descrever, em linguagem natural, o que você deseja ouvir — o YouTube se encarrega de achar um podcast que se encaixe na descrição.

Google também aposta em feed gerado por IA

As novidades para podcasts anunciadas nesta quinta-feira (28/05) se juntam a outro lançamento recente do YouTube: o feed gerado por inteligência artificial.

Com ele, o usuário poderá digitar ou falar um comando em linguagem natural — alguma coisa como “me mostra algo diferente do que costuma aparecer no meu feed” ou “me ajude a relaxar depois do trabalho com meditações guiadas de menos de 10 minutos”. A plataforma, então, processa o pedido e gera uma lista de vídeos adequados àquela descrição.

O feed gerado por IA está disponível apenas nos Estados Unidos e em inglês.

Com informações do TechCrunch.

YouTube Premium terá ajuste automático de velocidade para podcasts

YouTube no celular (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

On-the-go tem controles simplificados (imagem: divulgação)

Meta considera entrar no mercado de cloud para aproveitar data centers

28 de Maio de 2026, 12:13
Arte com a logomarca da Meta ao centro e o rosto de Mark Zuckerberg abaixo. Na parte inferior direita está a logomarca do Tecnoblog.
Mark Zuckerberg é fundador e CEO da Meta (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Meta avalia entrar no mercado de computação em nuvem para aproveitar a capacidade ociosa de seus data centers, segundo o CEO Mark Zuckerberg.
  • A empresa recebe pedidos semanais de outras empresas para oferecer serviços de API ou capacidade de processamento, o que poderia ser uma fonte de receita.
  • A companhia planeja gastar entre US$ 125 bilhões e US$ 145 bilhões em investimentos para IA até 2026 e busca formas de rentabilizar isso.

Mark Zuckerberg, CEO da Meta, afirmou que entrar no mercado de computação em nuvem “está definitivamente em consideração”. A companhia poderia aproveitar capacidade ociosa de seus data centers para prestar esse tipo de serviço.

Em uma conferência com acionistas, o executivo disse que a Meta vem sendo procurada por outras empresas, que pedem por um serviço de API ou buscam capacidade de processamento. Segundo Zuckerberg, isso tem acontecido quase semanalmente.

O movimento tornaria a Meta uma concorrente de Google Cloud, Microsoft Azure e Amazon Web Services no setor de cloud. Como observa a CNBC, as quatro empresas são as que mais investem em infraestrutura computacional, mas apenas a gigante das redes sociais não trata isso como uma unidade de negócios.

Por que a Meta considera entrar no setor de cloud?

Imagem área do Data Center do Google em Saint-Ghislain-Mons, na Bélgica
Um data center pode ocupar grandes espaços físicos (imagem: reprodução/Google)

A Meta tem a previsão de gastar, até o fim de 2026, entre US$ 125 bilhões e US$ 145 bilhões em investimentos para inteligência artificial. Em abril, esse número foi reajustado: antes, as cifras ficavam entre US$ 115 bilhões e US$ 135 bilhões.

O mercado financeiro vê com preocupação esse volume de despesas. Como nota a CNBC, as ações da Meta tiveram uma queda de 7%, mesmo com a divulgação de resultados financeiros melhores que as expectativas. É um sinal de que os investidores estão preocupados.

Ao dizer que considera entrar no mercado de cloud, Zuckerberg sinaliza que pode haver uma forma de transformar os investimentos em data centers em uma fonte de receitas para a Meta.

“Nós ainda não fizemos isso porque achamos que essa capacidade computacional terá utilidade para nós”, afirmou o executivo. “Obviamente, se chegarmos a um ponto em que sentirmos que construímos [data centers] além do necessário, então essa é uma opção que temos, e isso é, em parte, o que nos dá confiança para investir e construir.”

Meta terá assinaturas para recursos extras de IA

Enquanto os serviços de cloud são apenas uma possibilidade, a Meta já toma algumas medidas concretas para tentar ganhar dinheiro com seus investimentos em IA.

Nesta quarta-feira (28/05), a empresa revelou o Meta One Plus e o Meta One Premium, dois pacotes por assinatura com recursos extras e limites maiores de uso para a Meta AI. Eles serão lançados em caráter experimental no próximo mês.

Com informações da CNBC

Meta considera entrar no mercado de cloud para aproveitar data centers

Mark Zuckerberg é fundador e CEO da Meta (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Um data center pode ocupar grandes espaços físicos (imagem: reprodução/Google)

Facebook, Instagram, WhatsApp e Meta AI terão planos pagos com recursos extras

27 de Maio de 2026, 17:47
Ilustração com os ícones de WhatsApp, Instagram e Facebook inseridos numa caixa com a marca da Meta
Meta é dona de WhatsApp, Instagram e Facebook (ilustra: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • A Meta lançará planos pagos para Facebook, Instagram e WhatsApp.
  • Os preços nos EUA são de US$ 3,99/mês para Facebook Plus e Instagram Plus, e US$ 2,99/mês para WhatsApp Plus.
  • No Brasil, a assinatura do WhatsApp custará R$ 7/mês.

A Meta oficializou, nesta quarta-feira (27/05), que Facebook, Instagram e WhatsApp terão assinaturas pagas opcionais, que darão acesso a recursos adicionais. A companhia também vai testar novos planos para negócios e criadores, bem como para usuários da Meta AI.

Nos Estados Unidos, o Facebook Plus e o Instagram Plus custarão US$ 3,99 por mês (aproximadamente R$ 20 em conversão direta), e o WhatsApp Plus sairá por US$ 2,99 por mês (aproximadamente R$ 15).

Já faz algum tempo que circulam rumores sobre a chegada de opções pagas aos aplicativos da Meta. Até agora, só tínhamos visto oficialmente o WhatsApp Plus, que começou a ser liberado no Brasil nas últimas semanas. Ele traz mais alternativas de personalização e maior número de chats fixados, entre outras ferramentas adicionais.

Já sabemos que, no Brasil, a assinatura do WhatsApp terá mensalidade de R$ 7, o que é menos que a conversão direta do dólar para o real. Portanto, dá para esperar que os preços para as duas outras redes fiquem um pouco acima disso, mas sem chegar aos R$ 20 mensais.

Como serão o Facebook Plus e o Instagram Plus?

Logotipo do Instagram
Instagram terá recursos extras principalmente para stories (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

De acordo com informações compartilhadas pela Meta com o TechCrunch, o Instagram Plus terá os seguintes recursos:

  • Ver o número de pessoas que assistiram ao seu story mais de uma vez.
  • Criar listas ilimitadas para stories (além dos amigos próximos).
  • Destacar um story por semana para obter visualizações adicionais.
  • Estender a duração de um story para além de 24 horas.
  • Acessar um preview de um story sem aparecer na lista de usuários que visualizaram a publicação.
  • Pesquisar na lista de pessoas que visualizaram um story.
  • Publicar diretamente no perfil e nos destaques sem aparecer no feed dos seguidores.
  • Enviar reações animadas exclusivas.
  • Ter acesso a ícones personalizados e fontes customizáveis para bio.
  • Fixar mais publicações no perfil.

O Facebook Plus deve ter recursos semelhantes — a empresa não especificou quais seriam eles.

Vale dizer que os pacotes Plus não dão acesso ao selo de verificação — a assinatura Meta Verified continua sendo vendida à parte.

Quais serão as outras assinaturas da Meta?

Ilustração com logo da Meta ao centro. Ao fundo, a imagem de duas mãos com os dedos indicadores se tocando. Na parte inferior direita, está o logo do Tecnoblog.
Meta AI seguirá modelo de negócios de ChatGPT, Claude e mais chatbots (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A Meta terá, além disso, quatro assinaturas Meta One: Plus, Premium, Essential e Advanced. Apesar de estarem sob um mesmo guarda-chuva, há diferenças entre elas: Plus e Premium trazem recursos extras para a Meta AI, enquanto Essential e Advanced são voltadas a criadores de conteúdo.

No exterior, estes são os preços:

  • Meta One Plus: US$ 7,99
  • Meta One Premium: US$ 19,99
  • Meta One Essential: US$ 14,99
  • Meta One Advanced: US$ 49,99

Os planos Plus e Premium terão acesso a recursos de raciocínio da Meta AI, bem como mais capacidade para gerar imagens e vídeos. A diferença entre os dois está nos limites de uso: o plano mais caro oferece mais capacidade.

O Meta One Essential tem:

  • Selo de verificado.
  • Proteção contra falsificação de identidade.
  • Lista de links para outras redes sociais ou sites do usuário.

O Meta One Advanced tem tudo do Essential, mais:

  • Destaque no feed do Facebook.
  • Posicionamento mais alto nos resultados da busca do Facebook e do Instagram.
  • Botão “Seguir” em destaque nos reels.
  • Envio automático de convites para seguir a usuários que interagirem com o conteúdo.

Os planos da Meta AI começarão a ser testados em junho em Singapura, Guatemala e Bolívia. Já os pacotes para criadores serão liberados em caráter experimental a partir da semana que vem na Arábia Saudita, Marrocos, Tailândia e Bangladesh.

Com informações do TechCrunch

Facebook, Instagram, WhatsApp e Meta AI terão planos pagos com recursos extras

Meta é dona de WhatsApp, Instagram e Facebook (Ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Instagram (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

Meta (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Wix planeja demissão em massa de mil funcionários, diz site

25 de Maio de 2026, 14:34
Foto em ângulo contra-plongê do complexo arquitetônico moderno e espelhado da Wix. O edifício central, de múltiplos andares com fachada de vidro azulado, traz a palavra "Wix" em letras brancas no topo esquerdo. Abaixo, no térreo de painéis escuros, há uma entrada com letras coloridas e espaçadas formando "CAMPUS". Na calçada em frente, um carro branco está estacionado de costas, bicicletas ocupam um bicicletário e duas pessoas com capacetes de obra caminham à direita. O céu está azul com nuvens brancas.
Sede da Wix em Tel Aviv, Israel (foto: Yonifra/Wikimedia Commons)
Resumo
  • A Wix planeja demitir 1 mil funcionários.
  • A empresa de construção de sites teve prejuízo líquido de US$ 57,5 milhões no primeiro trimestre de 2026.
  • A Wix comprou a empresa de IA Base44 por US$ 80 milhões em junho de 2025.

A empresa de construção de sites Wix tem planos de fazer um layoff e demitir cerca de 1 mil funcionários. No primeiro trimestre de 2026, a companhia registrou um prejuízo líquido de US$ 57,5 milhões (R$ 288 milhões, em conversão direta), e suas ações tiveram uma desvalorização de quase 50% desde o começo do ano.

As informações sobre a demissão em massa foram obtidas pelo site israelense Calcalist — a empresa tem sua sede no país, onde trabalham mais de 60% dos funcionários. Procurada pela publicação, a Wix não quis comentar o assunto.

Captura de tela de um navegador web exibindo a página inicial do Wix. O logotipo "WIX" aparece no canto superior esquerdo. O título principal diz "The new way to create a website", seguido pelo subtítulo "Go from words to a business-ready site that's entirely yours to shape, on the first hybrid website builder." Centralizado, há um botão azul com o texto "Get Started". Abaixo, uma interface gráfica simula a criação de um site de móveis chamado "rubi marlowe".
Wix oferece ferramentas para construir website (imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Na última reunião com investidores, a companhia afirmou ter 5.280 funcionários. Um corte de 1 mil, portanto, corresponderia a quase 20% da força de trabalho da empresa, tornando essa a demissão em massa mais drástica de sua história.

A redução do número de empregados não é uma tendência recente na Wix. Na mesma conferência, a companhia destacou que, desde 2022, a quantidade de pessoas caiu em 40%. A empresa chama isso de otimização, obtida em parte devido ao uso de inteligência artificial internamente em áreas como atendimento ao consumidor.

O Calcalist lembra que a Wix exigiu que seus trabalhadores voltassem ao trabalho totalmente presencial há alguns meses, uma decisão que teve repercussões negativas entre os funcionários e também no setor de tecnologia de Israel.

Compra de empresa de IA ajuda a explicar prejuízo

A Wix teve um aumento de 14% nas receitas no primeiro trimestre de 2026, chegando a US$ 541 milhões. Mesmo assim, voltou a apresentar prejuízo, após vários trimestres de resultados positivos. A empresa aponta alguns motivos para as perdas, como pagamentos adicionais feitos pela compra da empresa de IA Base44.

Captura de tela da página inicial do site "Base 44", em português. No topo, uma barra de navegação traz a logomarca com um sol estilizado e o texto "Base 44", seguida pelos links "Preços", "Empresarial", "Recursos", "Integrações" e o botão "Comece já". O fundo tem um degradê suave de azul-claro para branco. Ao centro, destaca-se o título "Transforme suas ideias em apps" e a frase "Com a Base44, você cria aplicativos totalmente funcionais em minutos, usando apenas suas palavras. Sem precisar programar.". Logo abaixo, há uma barra de pesquisa com o texto "Crie um planejador de treino simples para iniciante" e uma seta laranja para enviar. Na parte inferior, abaixo do texto "NÃO SABE POR ONDE COMEÇAR? EXPERIMENTE UMA DESTAS OPÇÕES:", estão dispostos botões ovais com as sugestões: "Painel de relatórios", "Plataforma de jogos", "Portal de Integração", "Visualizador de ambientes" e "Aplicativo de networking".
Base44 é aposta da Wix para se manter relevante (imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

A Base44 é uma startup de vibe coding, que oferece um serviço para criar códigos a partir de comandos em linguagem natural. Ela foi adquirida em junho de 2025 por US$ 80 milhões.

O Calcalist comenta que a Base44 tem poucos funcionários, mas exige investimentos substanciais em marketing e tem custos elevados em computação. Por outro lado, a nova subsidiária foi responsável por grande parte do crescimento das receitas da Wix.

A negociação foi uma resposta aos riscos que a própria IA representa para a plataforma de criação de sites. Entre os investidores, existe o temor de que esse tipo de serviço seja substituído por ferramentas de IA. Ao apostar em vibe coding, a Wix estaria se preparando para uma mudança radical no mercado.

Com informações do Calcalist

Wix planeja demissão em massa de mil funcionários, diz site

Wix oferece ferramentas para construir website (imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Base44 é aposta da Wix para se manter relevante (imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Como profissionalizar a gestão do suporte e atendimento ao cliente em uma única plataforma

25 de Maio de 2026, 10:00
Foto de dois profissionais em um escritório moderno com paredes de vidro ao fundo. No centro, um homem de paletó azul e camisa branca fita um tablet que segura com as mãos. Ao seu lado direito, uma mulher de perfil, com cabelos castanhos, observa a tela do aparelho de forma atenta. Entre eles e a câmera, flutuam elementos gráficos digitais semitransparentes em azul claro, exibindo gráficos de pizza, barras, uma lista de checagem com marcadores e fluxogramas de processos organizacionais.
Soluções completas vão além de gerenciar tickets de suporte (imagem: divulgação)

O atendimento ao cliente é uma das partes mais importantes de qualquer negócio, mas ele vai muito além de receber e resolver demandas de usuários internos e dos consumidores: sua empresa precisa estar preparada para gerenciar os recursos necessários à resolução de problemas.

Esse assunto, porém, não para por aí: é preciso estar atento a diversos elementos da companhia não só para dar respostas mais rápidas, mas também para prever problemas e atuar preventivamente, de forma a evitar que o suporte técnico fique sobrecarregado.

Para lidar com tanta coisa ao mesmo tempo, a plataforma de service desk escolhida não pode ser limitada: ela precisa integrar solicitações, automatizar fluxos, controlar service level agreements (SLAs) e reunir indicadores. Assim, ela agrega em suporte, produtividade, previsibilidade e eficiência.

Mas como saber encontrar a solução que traz todas essas vantagens entre tantas opções disponíveis no mercado? É o que vamos explicar neste artigo.

O que uma plataforma de service desk precisa ter para centralizar o atendimento ao cliente?

Como dissemos, uma boa plataforma de service desk precisa ser abrangente. Ela tem que ir além de simplesmente receber e organizar tickets, tornando todo o fluxo mais eficiente para todas as partes envolvidas.

O primeiro ponto a se pensar é a experiência do usuário. Ele deve encontrar uma interface intuitiva, que permita a abertura de chamados com facilidade. Ao mesmo tempo, é necessário coletar as informações para solucionar o problema, levando a um menor atrito para agentes e gestores.

Uma exigência é centralizar os canais de atendimento. Em um mundo com tantas opções para acionar o suporte, não dá para deixar essas informações fragmentadas. WhatsApp, e-mail, chat, telefone, formulários, portal do cliente e demais canais precisam estar em um só lugar.

Essa, porém, é apenas a ponta de lança do sistema. Depois de abertos, os tickets precisam de um bom sistema de gerenciamento, que permita definir prioridades, acompanhar trabalhos e controlar prazos.

É nesse momento que as automações entram em cena, garantindo um processamento eficiente dos dados para organizar os trabalhos. Recursos como distribuição inteligente, gatilhos e respostas automáticas economizam tempo das suas equipes.

Ilustração vetorial com fundo branco e elementos em linhas azuis, detalhando um fluxo de atendimento digital da esquerda para a direita através de ícones interligados por setas. Começa com quatro canais de entrada (carta, mensagem, telefone e documento) que convergem para uma caixa de arquivos com fichas de clientes. A sequência passa por um relógio com um visto, uma engrenagem ao lado de um robô, um painel com gráficos de barras e pizza, um livro aberto e termina em um escudo com um visto e um rosto sorridente.
Controle completo permite agir de forma proativa (imagem: divulgação)

O time de TI também precisa ter ferramentas integradas à plataforma de service desk. Nessa lista, estão itens como inventário de ativos e monitoramento de dispositivos. Eles servem não apenas para conseguir reagir satisfatoriamente aos pedidos, mas também para atuar de forma proativa, identificando problemas antes mesmo de eles virarem um ticket de ajuda.

E, para garantir que tudo esteja correndo como esperado, a solução de atendimento precisa fornecer dados para análise, como indicadores de produtividade, tempo de resposta, tempo de solução e volume de chamados. Assim, fica mais fácil identificar gargalos no fluxo de trabalho.

Por que o Milvus é a melhor solução para gestão de atendimento?

O Milvus reúne as ferramentas necessárias para trabalhar em todas essas frentes, aliando soluções para centralizar canais de atendimento e recursos para ter mais controle sobre a operação de TI. Com isso, ele supera concorrentes que têm atuação mais limitada.

Centralização de atendimento

A plataforma conta com um sistema omnichannel, capaz de receber em um só lugar as solicitações abertas pelo cliente, sejam elas pelo WhatsApp, chat, telefone, e-mail ou portal. No WhatsApp, por exemplo, é possível abrir tickets diretamente, transferir a conversa entre departamentos e utilizar mais de um número na mesma tela. Já os e-mails recebidos podem ser facilmente etiquetados, agrupados e distribuídos, graças a automações do sistema.

Sistema de Service Desk

O Milvus também permite desenhar fluxos de trabalho para padronizar e automatizar o atendimento, organizando as etapas por responsáveis e criando caminhos diferentes para cada cenário. O editor é visual, sem depender de códigos: basta arrastar e soltar etapas, conectar ações e deixar o processo do jeito desejado. Caso sejam necessárias alterações, é possível ajustá-lo quando o processo muda.

O software conta com automações que podem ser gerenciadas de forma simples, que podem ser pausadas com facilidade, bem como editadas ou excluídas. Com elas, é possível estipular regras com base em eventos do ticket (como abertura ou alteração) e campos do atendimento (como categorias ou clientes específicos).

As automações não se limitam aos tickets: é possível configurar alertas no módulo de inventário, com critérios como espaço em disco, uso de RAM, temperatura, vulnerabilidade ou atualização. Assim, a equipe de TI consegue antecipar riscos e ir além de “apagar incêndios”.

Gestão de prazos (SLA)

A gestão de SLAs também se beneficia das automações. No Milvus, é possível definir prazos automaticamente de acordo com o tipo de solicitação, como forma de cumprir as metas estipuladas. Outro cenário é criar gatilhos para quando houver SLA estourado, como mudanças de status instantâneas, ajudando o time a focar no que é crítico naquele momento.

Foto interna de um centro de controle de TI. Em primeiro plano, um homem de costas, vestindo camisa social clara, opera um computador com três monitores. As telas exibem mapas mundiais interativos e fluxogramas de dados em tons azuis e verdes. Ao fundo, um enorme painel de LED cobre a parede, preenchido por gráficos de barras, linhas de tendência e diagramas complexos de redes. O ambiente é escuro, iluminado principalmente pelo brilho azulado dos monitores e racks de servidores à esquerda.
Monitoramento ajuda a identificar gargalos e urgências (imagem: divulgação)

Gestão de contratos

Uma plataforma de service desk completa deve oferecer ferramentas para gerenciar contratos com seus clientes – e o Milvus faz isso. Com ele, é possível escolher entre diferentes modelos de cobrança, como hora, tickets, dispositivos ou outros.

Também é possível estabelecer valor de franquias, diferenciar horas de acordo com a categoria da solicitação e definir preços diferentes para atendimentos dentro ou fora do horário comercial, interno ou externo.

O software oferece ainda um sistema de controle de limite de gastos, que pode ser adaptado para cada cliente, e ferramentas para reajustar contratos de maneira fácil e simples.

Inventário completo de ativos

Para prestar o melhor serviço possível e garantir a satisfação de seus clientes, não basta resolver problemas com celeridade. É preciso adotar uma postura proativa e trabalhar para evitá-los sempre que possível.

É por isso que o Milvus oferece um inventário inteligente de TI, trazendo listagem de dispositivos, visualização de terminais e controle de equipamentos.

Monitoramento inteligente 24/7 e acesso remoto seguro

A plataforma oferece ferramentas para monitorar temperatura, memória, CPU, antivírus e vulnerabilidades. Assim, ao notar algo errado, já é possível agir para solucionar o problema antes mesmo da abertura de um ticket.

O fator de vulnerabilidades conta, inclusive, com uma maior atenção, permitindo bloqueio de mídias removíveis, monitoramento de links e gestão de licenciamentos. Dessa forma, sua equipe poderá agir rápido assim que detectar que um dispositivo corre risco de ataques.

O Milvus traz ainda recursos de acesso remoto, que permitem resolver ocorrências sem precisar se deslocar até o cliente, economizando tempo do seu time e dinheiro da sua empresa.

O serviço conta com uma vasta biblioteca de softwares, com mais de 14 mil programas prontos para serem instalados ou atualizados, garantindo que os clientes estejam sempre com a melhor versão e protegidos de falhas de segurança.

Outro diferencial é o controle de licenças, que serve tanto para garantir o compliance dos clientes quanto para evitar compras desnecessárias.

Dashboard e relatórios

Uma plataforma realmente centralizada não pode apenas cobrir diversas tarefas e soluções do seu time, ela também tem que permitir o acompanhamento das métricas e índices.

Com o Milvus, isso é possível. O software é capaz de exibir dados de desempenho em tempo real de vários setores, permitindo tomar decisões estratégicas para otimizar o suporte. Além de um painel geral da operação, há também telas com status dos operadores, demandas no chat, central de tickets, mesas de trabalho, fluxos de atendimento e gestão de SLA.

Por que o Milvus é melhor que outras soluções disponíveis no mercado?

O Milvus é a melhor plataforma de service desk para quem precisa de uma operação completa. Enquanto isso, softwares disponíveis no mercado não alcançam o mesmo nível de abrangência.

O Zendesk, por exemplo, depende de integrações e apps adicionais para agregar a gestão técnica de TI à plataforma, o que aumenta o custo da gestão, situação similar à encontrada com o Zoho Desk.

Já o Freshdesk não tem o mesmo foco em inventário, monitoramento e operação técnica de TI. Por fim, o Jira Service Management pode exigir mais esforços para configuração e implantação.

Para facilitar a comparação, resumimos os pontos fortes e fracos nesta tabela:

PlataformaMelhor usoPontos fortesLimitações principais
MilvusService desk, suporte técnico, atendimento omnichannel e gestão de TIInventário, monitoramento, acesso remoto, tickets, SLAs, contratos, automação e OneClickPode ser mais completa do que o necessário para operações muito simples
ZendeskAtendimento ao cliente e CXPlataforma global, IA, multicanalidade, automações e analyticsPara gestão técnica de TI, pode depender de integrações e apps adicionais, aumentando o custo da gestão.
FreshdeskSuporte ao cliente omnichannelInterface amigável, chatbots, tickets e automaçõesMenos focado em inventário, monitoramento e operação técnica de TI
Zoho DeskAtendimento e suporte integrados ao ecossistema ZohoTickets, automação, multicanalidade e IAPode exigir soluções separadas para recursos técnicos de TI, aumentando o custo da gestão.
Jira Service ManagementITSM corporativoIncidentes, mudanças, ativos, configurações e integração AtlassianPode exigir maior maturidade, configuração e tempo de implantação

Como profissionalizar a gestão do suporte e atendimento ao cliente em uma única plataforma

Soluções completas vão além de gerenciar tickets de suporte (imagem: divulgação)

Controle completo permite agir de forma proativa (imagem: divulgação)

Monitoramento ajuda a identificar gargalos e urgências (imagem: divulgação)

Starbucks deixa de usar sistema de IA após erros

22 de Maio de 2026, 16:09
Copo com bebida da Starbucks
IA errava contagem e não sabia diferenciar produtos (imagem: divulgação)
Resumo
  • A Starbucks descontinuou o uso de um sistema de IA chamado Automated Counting, que foi implementado há nove meses para contabilizar estoque em lojas da América do Norte.
  • O sistema, que utilizava tablets, câmeras e LiDAR, apresentou erros frequentes na contagem e identificação de produtos, como confundir tipos de leite ou ignorar itens.
  • A empresa afirmou que a decisão visa padronizar a contagem de estoque nas cafeterias, e que o foco está na consistência e execução em larga escala.

A Starbucks deixou de usar um programa de inteligência artificial para fazer contagens de estoque nas lojas da América do Norte. O sistema havia sido implementado há cerca de nove meses.

As informações foram obtidas pela Reuters, que teve acesso a uma newsletter interna da companhia e consultou duas pessoas com conhecimento sobre o assunto.

Qual foi o problema da IA da Starbucks?

Fachada de loja do Starbucks
Lojas sofrem com falta de itens do cardápio nos EUA (foto: Colin McLaughlin/Wikimedia Commons)

De acordo com a agência de notícias, o programa era usado para agilizar a contabilidade e a visualização de estoque nas lojas. No entanto, a IA cometia erros frequentemente na contagem e na identificação dos produtos, como confundir tipos de leite ou simplesmente ignorar produtos.

“A partir de hoje, o [programa] Automated Counting será aposentado. Componentes e leite usados nas bebidas serão contados da mesma maneira que você conta outras categorias de inventário na sua cafeteria”, diz a mensagem a que a Reuters teve acesso.

Em uma matéria publicada em fevereiro, a agência explicava o funcionamento do Automated Counting, implementado em setembro de 2025: os empregados usavam tablets com câmera e LiDAR para escanear armários com leite, xarope e outros ingredientes usados em bebidas. A inteligência artificial, então, ficava responsável por identificar e contar os itens.

A reportagem dizia ter visto vídeos de falhas na tecnologia, bem como fotos de baristas mostrando entregas excessivas de produtos, uma consequência das contagens erradas da IA. Mesmo assim, a companhia disse à Reuters que o programa estava funcionando, com melhorias na disponibilidade de bebidas e alimentos nas cafeterias.

Procurada pela Reuters, a Starbucks afirmou que a decisão visa “padronizar como o estoque é contado nas cafeterias” e que o foco da empresa está na consistência e na execução em larga escala. Já a NomadGo, fornecedora da solução de IA, afirmou estar “constantemente aprendendo por meio dos feedbacks de consumidores e usuários”.

Estoque é um problema da Starbucks nos EUA

O Automated Counting foi uma aposta da Starbucks para tentar solucionar um problema que a empresa enfrenta na América do Norte: falta de estoque para alguns produtos, que afeta a disponibilidade de certos itens do cardápio e prejudica as vendas da companhia.

A ideia era que o sistema ajudasse a controlar os produtos guardados nas lojas e comunicar o que era necessário receber. Segundo a Reuters, em 2024, menos de um terço das entregas nos centros de distribuição da Starbucks era descarregado no tempo certo e continha a quantidade correta de leite, doces e outros produtos.

Com informações da Reuters

Starbucks deixa de usar sistema de IA após erros

Bebida da Starbucks (Imagem: Divulgação/Starbucks)

Lojas sofrem com falta de produtos nos EUA (foto: Colin McLaughlin/Wikimedia Commons)

Waymo admite que seus carros autônomos não sabem o que fazer em enchentes

21 de Maio de 2026, 18:16
Carro autônomo da Waymo (Imagem: Divulgação/Waymo)
Carros autônomos da Waymo entraram em áreas alagadas quando estavam sem ocupantes (foto: divulgação)
Resumo
  • A Waymo admitiu que ainda não desenvolveu uma solução definitiva para evitar enchentes.
  • A empresa suspendeu serviços em Atlanta e San Antonio após robotáxis enfrentarem problemas em áreas alagadas.
  • A companhia implementou restrições via atualização de software, usando alertas climáticos como base.

A empresa de carros autônomos Waymo declarou a autoridades dos Estados Unidos ainda não ter terminado de desenvolver um “conserto definitivo” para evitar que seus veículos entrem em áreas alagadas.

A informação surge após incidentes em duas cidades dos EUA. Uma atualização de software chegou a ser liberada, mas não conseguiu dar conta de evitar problemas, obrigando a companhia a suspender serviços e fazer um recall.

A Waymo é uma subsidiária da Alphabet, holding que também é dona do Google.

O que aconteceu com os carros da Waymo?

A Waymo pausou suas atividades em Atlanta, no estado da Geórgia, após um de seus carros ter sido visto tentando cruzar uma rua alagada — ele ficou preso no local por cerca de uma hora.

Uma semana antes, o serviço também foi suspenso em San Antonio, no Texas, após um robotáxi da empresa entrar em uma estrada cheia d’água. Por lá, a companhia realizou um recall, tirando de circulação quase 4 mil robotáxis. Em ambos os casos, não havia ocupantes.

Clima é desafio para carros autônomos

Segundo documentos liberados pela Administração Nacional de Segurança no Trânsito em Rodovias dos EUA (NHTSA), a atualização de software implementada pela Waymo impõe restrições em horários e regiões onde há risco elevado de encontrar uma via de alta velocidade alagada.

Essas restrições, porém, não foram suficientes para evitar o incidente em Atlanta. Ao TechCrunch, a Waymo afirmou que a tempestade foi tão intensa que os alagamentos aconteceram antes de o Serviço Nacional de Meteorologia dos EUA emitir alertas de risco.

A empresa admite não ter terminado de desenvolver o “conserto definitivo” para esse tipo de problema. Curiosamente, isso contradiz o que ela mesma disse, meses antes, ao jornal San Francisco Chronicle. Na ocasião, a Waymo declarou que seus veículos analisam dados dos sensores para decidir entre parar, mudar de rota ou voltar, além de serem capazes de compartilhar as informações com outros carros da companhia.

Com informações do TechCrunch e Engadget

Waymo admite que seus carros autônomos não sabem o que fazer em enchentes

Carro autônomo da Waymo (Imagem: Divulgação/Waymo)

Governo altera regras para big techs e redes sociais; veja o que muda

21 de Maio de 2026, 15:07
Foto de smartphone com ícones de Instagram, Facebook e Twitter em destaque
Plataformas terão que remover conteúdos ilegais mesmo sem decisão judicial (foto: dole777/Unsplash)
Resumo
  • O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou dois decretos que aumentam a responsabilidade das plataformas de redes sociais.
  • O primeiro decreto altera a regulamentação do Marco Civil da Internet, tornando as empresas responsáveis por remover conteúdos após notificação de ilícitos.
  • O segundo decreto protege mulheres e meninas na internet, exigindo que as plataformas tenham um canal específico para denúncias.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assinou dois decretos com novas regras para a atuação das redes sociais no Brasil. Um deles diz respeito à regulamentação do Marco Civil da Internet, dando seguimento a uma decisão tomada em 2025 pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

Já o outro decreto traz medidas para proteção de mulheres e meninas na web, principalmente no que diz respeito a imagens de nudez, sejam reais ou geradas por inteligência artificial.

O que muda no Marco Civil da Internet?

O novo decreto altera a regulamentação do Marco Civil da Internet, que estava vigente desde 2016, para contemplar um novo entendimento.

Em 2025, o STF declarou que o artigo 19 do MCI era parcialmente inconstitucional. Esse artigo dizia que as plataformas só seriam responsabilizadas civilmente por conteúdos produzidos por terceiros se descumprissem ordens judiciais para removê-los.

Prédio do Palácio do Planalto visto à noite, com iluminação
Planalto reforçou entendimento do STF sobre o Marco Civil (foto: Roberto Stuckert Filho/Presidência da República)

Com a nova decisão da corte, as empresas passaram a ter a responsabilidade de adotar uma postura proativa para remover conteúdos ligados a terrorismo, instigação à automutilação ou ao suicídio, atos antidemocráticos, discriminação, crimes contra a mulher, crimes sexuais contra crianças e adolescentes e tráfico de pessoas.

Esses conteúdos devem ser removidos após a notificação de ilícitos, sem necessidade de ordem judicial. Os usuários devem ser informados e ter a possibilidade de contestar essas decisões.

O novo decreto transforma essa decisão do STF em uma regulamentação dentro do Marco Civil da Internet. O texto prevê que as medidas sejam aplicadas considerando o contexto das publicações, a liberdade religiosa e de crença e a finalidade informativa, educativa, de crítica, sátira ou paródia.

A nova regulamentação também define que a fiscalização será feita pela Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD). Vale lembrar que esse órgão foi criado originalmente para aplicar a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), mas já tinha recebido a incumbência de supervisionar as medidas do ECA Digital.

O texto do decreto não para por aí. Ele prevê também que as empresas atuem para coibir fraudes digitais e anúncios enganosos. Para isso, além de moderar posts desse tipo, as companhias devem guardar dados de quem produziu esse tipo de conteúdo para facilitar processos futuros.

Em todos os casos, as big techs só serão punidas quando houver falha sistêmica — isto é, quando ficar comprovado que as empresas não tomaram medidas em larga escala para evitar esses problemas. Ainda não se sabe quais serão as penalidades.

Quais são as medidas para proteger mulheres?

Um segundo decreto foi assinado e tem como objetivo proteger mulheres e meninas contra violência na internet, principalmente no que diz respeito a conteúdos envolvendo nudez e a ataques coordenados.

As plataformas de conteúdo deverão ter um canal específico para denúncias envolvendo nudez, sejam imagens reais ou geradas por IA. Essas publicações devem ser removidas em até duas horas após a notificação.

O canal também deve indicar o 180, número telefônico da central de atendimento voltada a denúncias desse tipo.

As empresas também ficam proibidas de disponibilizar ferramentas de IA que criam imagens falsas de nudez, como os aplicativos que “retiram” roupas de mulheres usando IA. O texto ainda estipula que os algoritmos das redes sociais deverão ser programados para reduzir o alcance de ataques coordenados contra mulheres.

Com informações do G1

Governo altera regras para big techs e redes sociais; veja o que muda

Como mudar o nome no Facebook, Instagram, Twitter e TikTok (Imagem: dole777/Unsplash)

Realme 16 chega ao Brasil com baterias grandes; veja os preços

20 de Maio de 2026, 17:21
Dois smartphones cinza escuro virados para baixo, em uma bandeja de vime
Dois modelos da Realme 16 Séries estão disponíveis no Brasil (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Resumo
  • A Realme iniciou as vendas da 16 Series no Brasil, com o Realme 16 por R$ 2.999 e o Realme 16 Pro Plus por R$ 4.499.
  • O Realme 16 tem bateria de 6.550 mAh, tela AMOLED de 6,57 polegadas, 12 GB de RAM e câmera traseira de 50 megapixels.
  • O Realme 16 Pro Plus tem bateria de 7.000 mAh, tela AMOLED de 6,8 polegadas, chip Snapdragon 7 Gen 4, 12 GB de RAM e câmera tripla com sensor de 200 megapixels.

A Realme iniciou nesta quarta-feira (20/05) as vendas dos aparelhos da 16 Series no Brasil. O Realme 16 tem preço sugerido de R$ 2.999, e o Realme 16 Pro Plus sai por R$ 4.499. Até o dia 31 de maio, a loja oficial da marca no Mercado Livre dá um cupom de R$ 500 de desconto na compra dos aparelhos.

Apresentados no exterior em janeiro de 2026, os aparelhos se destacam por baterias grandes: o Realme 16 tem 6.550 mAh de capacidade, enquanto o Realme 16 Pro Plus tem 7.000 mAh. Entre outras características importantes, estão as telas AMOLED e 12 GB de RAM.

Quais são os destaques do Realme 16?

O Realme 16, como dito, tem bateria de silício-carbono de 6.550 mAh e suporte a carregamento rápido de 45 W. O aparelho conta com tela AMOLED de 6,57 polegadas, 120 Hz de taxa de atualização e pico de brilho de 4.200 nits.

Em desempenho, o modelo traz um chip MediaTek Dimensity 6400 Turbo, com CPU de 2,5 GHz. A versão vendida no Brasil tem 12 GB de RAM e 256 GB de armazenamento.

Celular cinza escuro na mão
Realme 16 tem câmeras mais simples (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Celular na mão, mostrando a tela inicial do Android
Câmera frontal do Realme 16 tem 50 megapixels (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

A câmera traseira tem sensor Sony IMX852, de 50 megapixels. Ela trabalha praticamente sozinha: a câmera secundária é monocromática e tem apenas 2 megapixels, sendo usada para ajudar no modo retrato. Um detalhe interessante é a presença de um espelho para selfies. Do lado oposto, a câmera frontal também tem 50 megapixels.

O Realme 16 está com preço promocional de R$ 2.499 no Mercado Livre até o dia 31 de maio.

Quais são os destaques do Realme 16 Pro Plus?

Celular cinza escuro na mão
Câmera tripla é o destaque do Realme 16 Pro Plus (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

O Realme 16 Pro Plus tem características que o aproximam de um segmento mais premium. O modelo usa chip Snapdragon 7 Gen 4, com CPU de até 2,8 GHz. Ainda no setor de desempenho, temos 12 GB de RAM e 512 GB de armazenamento.

O conjunto de câmeras é triplo, bem mais completo que o modelo básico: a principal tem 200 megapixels; a ultrawide, 8 megapixels; e a teleobjetiva de 50 megapixels com zoom óptico de 3,5x. O aparelho conta ainda com uma câmera frontal de 50 megapixels.

Celular na mão, mostrando a tela inicial do Android
Tela do Realme 16 Pro Plus tem bordas curvas (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

A tela da versão Pro Plus é maior, com 6,8 polegadas, tecnologia AMOLED, 144 Hz de atualização e pico de brilho de 6.500 nits. A bateria é outro componente que supera o modelo básico: com tecnologia de silício-carbono, ela tem 7.000 mAh de capacidade e suporta carregamento rápido de até 80 Hz.

O Realme 16 está com preço promocional de R$ 3.999 no Mercado Livre até o dia 31 de maio.

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Realme 16 chega ao Brasil com baterias grandes; veja os preços

Dois modelos da Realme 16 Séries estão disponíveis no Brasil (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Realme 16 tem câmeras mais simples (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Câmera frontal do Realme 16 tem 50 megapixels (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Câmera tripla é o destaque do Realme 16 Pro Plus (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Tela do Realme 16 Pro Plus tem bordas curvas (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Busca do Google terá agentes de IA e mais espaço para digitar

19 de Maio de 2026, 14:45
Captura de tela em close de um smartphone focado em um campo de pesquisa multimodal. No topo da caixa branca, aparecem duas miniaturas de fotos: uma mulher de vestido longo amarelo em uma varanda e um tecido em degradê laranja e rosa pendurado em um ambiente interno. Abaixo delas, há um texto digitado solicitando ajuda para encontrar um vestido semelhante ao da foto, mas com a paleta de cores do tecido e por menos de 150 dólares. Um grande botão azul circular com uma seta branca aponta para a direita no canto inferior.
Caixa de pesquisa do Google agora é multimodal e aceita imagens, vídeos e arquivos (imagem: divulgação)
Resumo
  • Busca do Google agora utiliza o modelo Gemini 3.5 Flash como padrão no Modo IA, disponível globalmente, permitindo pesquisas mais detalhadas e complexas com inteligência artificial generativa.
  • A caixa de busca do Google passou a ser multilinha, expandindo-se à medida que o usuário escreve, e agora sugere frases inteiras para ajudar na pesquisa.
  • Os agentes de informação permitem buscas contínuas e personalizadas, enviando notificações regulares sobre tópicos específicos, estando disponíveis primeiro para assinantes dos planos Google AI Pro e Ultra.

O Google anunciou novidades para seu buscador nesta terça-feira (19/05), durante o evento de abertura da conferência Google I/O. Como você pode imaginar, isso significa mais inteligência artificial generativa.

A pesquisa agora conta com o novo modelo Gemini 3.5 Flash — também lançado nesta terça — como padrão do Modo IA. Ele já está disponível globalmente.

O Google também mudou a caixa de busca, aquele campo de texto onde você escreve o que quer pesquisar. Agora, ela não será mais de apenas uma linha: à medida que o usuário escreve, ela se expandirá, mostrando todo o texto.

Segundo a empresa, isso é um reflexo de uma mudança no comportamento: as pessoas estão fazendo pesquisas mais detalhadas e complexas, que agora são possíveis graças à IA.

A caixa também fará sugestões mais longas. Até agora, ao digitar alguns termos, o Google indicava algumas palavras para complementar a busca. A partir de hoje, essas recomendações ficarão mais longas, com frases inteiras.

O buscador ficou mais flexível quanto às formas de pesquisa. É possível colocar imagens, vídeos e arquivos no comando — se você usa o Chrome, também pode indicar abas do navegador no processo.

Busca terá agentes de IA

Imagem em close da tela de bloqueio de um smartphone com fundo em degradê azul-escuro. No topo esquerdo, o relógio digital marca 9 horas e 46 minutos, seguido pela data de terça-feira, 3 de março, e a temperatura de 68 graus Fahrenheit com um ícone de sol. Logo abaixo, destaca-se um balão de notificação branco com o logotipo colorido do Google, exibindo um aviso sobre uma tarefa de colaboração de tênis e informando o anúncio do modelo Nike A'Two por A'ja Wilson.
Google pode fazer pesquisas em segundo plano e notificar o usuário quando encontrar o que ele procura, como um tênis específico (imagem: divulgação)

A busca do Google ganhou o que a empresa chama de agentes de informação. Com eles, o usuário pode fazer uma pesquisa contínua, que funciona em segundo plano 24 horas por dia, sete dias por semana, dando notificações regulares sobre o que foi encontrado.

“Com os agentes de informação, você pode ficar atualizado sobre o que mais importa para você. Seu agente vai procurar de maneira inteligente tudo na web, como blogs, sites de notícias e redes sociais, além de nossos dados mais recentes, como informações em tempo real sobre finanças, compras e esportes, monitorando as mudanças relacionadas à sua questão específica”, escreve a empresa.

A companhia dá um exemplo disso: se você está procurando um apartamento, pode digitar tudo o que procura em um imóvel — o agente fará buscas contínuas e notificará quando encontrar um que se encaixe nos requisitos.

Os agentes de informação chegarão primeiro aos assinantes dos planos Google AI Pro e Ultra no terceiro trimestre de 2026.

Antigravity vai ajudar nos resultados

Interface de um smartphone exibindo o resultado de uma busca no Google sobre o efeito de buracos negros. No topo, a barra de pesquisa mostra o início da pergunta e, logo abaixo, abas de navegação destacam a opção de Inteligência Artificial ativa. O centro da tela exibe uma ilustração digital de uma esfera negra deformando uma rede de linhas azuis que representa o espaço-tempo, acompanhada de um controle deslizante de massa e um parágrafo explicativo com trechos destacados em azul.
Google terá mais visualizações e infográficos nos resultados (imagem: divulgação)

A ferramenta de programação com IA Antigravity será integrada ao buscador. Ela vai ajudar a gerar ferramentas visuais e simulações para responder às perguntas feitas ao Google.

“Seja para se dedicar à astrofísica ou visualizar como seu relógio funciona, a busca pode criar layouts customizados, montando componentes (como visualizações, tabelas, gráficos ou simulações) em tempo real”, explica a companhia.

A ferramenta também servirá para criar painéis ou monitores, que poderão ser reutilizados, caso o usuário precise fazer pesquisas semelhantes várias vezes. O Google dá um exemplo de monitor de atividades físicas, que poderá agregar dados como mapas e previsão do tempo.

As visualizações simples nas respostas serão liberadas para todos os usuários ainda no terceiro trimestre. Já os mini apps estarão disponíveis nos próximos meses apenas nos Estados Unidos, chegando primeiro aos assinantes dos planos Google AI Pro e Ultra.

Busca do Google terá agentes de IA e mais espaço para digitar

Caixa de pesquisa do Google agora é multimodal e aceita imagens, vídeos e arquivos (imagem: divulgação)

Google pode fazer pesquisas em segundo plano e notificar o usuário quando encontrar o que ele procura, como um tênis específico (imagem: divulgação)

Google terá mais visualizações e infográficos nos resultados (imagem: divulgação)

App do Gemini ganha redesign com foco em agentes e resumo diário

19 de Maio de 2026, 14:45
Um mosaico de capturas de tela de um smartphone exibe a interface do assistente virtual Gemini. As telas variam de fundo escuro com padrões pontilhados a fundo branco e mostram diferentes funções, como uma ilustração de um cachorro Poodle com a mensagem "Vibe check, Camille", a tela principal com "What's the word, Camille?" e um teclado, e uma listagem de anotações e roteiros de viagem como "Mushroom ceviche recipe". Outra tela exibe imagens de pessoas praticando esportes e natureza ao redor da mensagem "Describe an idea in chat".
Novo visual do Gemini se chama Neural Expressive (imagem: divulgação)
Resumo
  • O aplicativo do Gemini foi redesenhado com uma nova linguagem de design chamada Neural Expressive, que inclui animações fluidas, cores vibrantes e uma nova tipografia, além de respostas mais visuais e conversas mais fluidas.
  • O aplicativo agora inclui agentes de IA, como o Daily Brief, que fornece um resumo diário com informações de apps conectados, como mensagens do Gmail e compromissos da Agenda, e o Gemini Spark, que executa tarefas em segundo plano a pedido do usuário.
  • O Gemini Spark pode realizar tarefas como revisar faturas de cartão de crédito, monitorar e-mails e resumir anotações de reuniões, e estará disponível em fase beta para assinantes do Google AI Ultra nos Estados Unidos.

O app do Gemini tem um novo visual e novos recursos. As mudanças foram apresentadas pelo Google nesta terça-feira (19/05), durante a abertura da conferência para desenvolvedores Google I/O 2026.

A nova linguagem de design se chama Neural Expressive, e ela virá acompanhada por respostas mais visuais e conversas mais fluidas. A empresa também apresentou os agentes Daily Brief, que funciona como um assistente diário, e Gemini Spark, que executa tarefas em segundo plano a pedido do usuário.

O que é o Neural Expressive?

Captura de tela em fundo preto mostrando uma ilustração de um aqueduto romano em um vale montanhoso. No topo, o texto parcial: "and the architectural arch, they built networks that hydrated an empire.". A ilustração traz rótulos apontando para seus elementos: "Mountain Source", "Underground Conduits", "Aqueduct Bridge", "Inverted Siphon" e "Distribution Station". Abaixo da imagem, lê-se o título "The Timeline of Rome's Water Supply" seguido pelo início da frase "Rome eventually grew to have 11 different".
Respostas terão mais elementos visuais (imagem: divulgação)

Neural Expressive é a nova linguagem de design do app do Gemini. Segundo o Google, a interface agora contará com animações fluidas e cores vibrantes, além de uma nova tipografia. Outra mudança é o feedback háptico — o app dará uma “vibradinha” durante as interações.

As mudanças não são apenas cosméticas: o comportamento do app do Gemini também vai mudar. Será possível ativar o modo de conversa por voz Gemini Live em interações por texto. Esse recurso também foi reestruturado: agora, o usuário poderá falar ideias mais complexas e longas em seu ritmo, sem ser cortado pela inteligência artificial.

Daily Brief e Gemini Spark trazem agentes para o app

O app do Gemini também contará com agentes de IA que se propõem a ajudar o usuário no dia a dia. Um deles é o Daily Brief. Ele dá um resumo diário logo pela manhã, usando informações de apps conectados, como mensagens do Gmail e compromissos da Agenda.

Uma captura de tela vertical de smartphone apresenta um fundo branco com o resumo "you've got going on" e um emoji de sol no topo. Logo abaixo, o título "Top of mind" com um ícone de círculo. Seguem-se dois blocos de tarefas: o primeiro detalha a coordenação entre a chegada do voo dos pais e uma carona para Kate para o aeroporto SFO no dia 24 de maio, com opções de "Set reminder" e "View booking". O segundo bloco refere-se à resposta a um email de Kate sobre o jantar em Eff's no dia 20 de maio, com opções de "View message" e "Draft reply". Ambos os blocos de tarefas têm ícones de menu de três pontos no canto inferior direito.
Daily Brief reúne informações importantes (imagem: divulgação)

“O Daily Brief organiza e prioriza com base em metas específicas, sugerindo até mesmo os próximos passos. Você pode ajustá-lo facilmente, dando um sinal de positivo ou negativo às respostas exibidas ao longo do tempo”, explica o Google.

O Daily Brief estará disponível inicialmente apenas nos Estados Unidos, para assinantes dos planos Google AI Plus, Pro e Ultra.

A outra ferramenta do tipo é o Gemini Spark. Ele é um agente pessoal de IA que funciona 24 horas por dia, sete dias por semana, podendo realizar a qualquer momento as tarefas pedidas pelo usuário.

O Google dá alguns exemplos disso:

  • Revisar a fatura do cartão de crédito todo mês para procurar assinaturas e taxas.
  • Monitorar e-mails da escola dos seus filhos, extrair prazos e mandar um resumo para você e seu cônjuge.
  • Resumir anotações de reuniões presentes em e-mails e conversas, criar um documento e escrever um rascunho para iniciar um novo projeto.
Duas telas de smartphone e uma de tablet são dispostas sobre um fundo branco. A tela da esquerda exibe "Daily Brief" e o resumo "Hi Josh, here's what you've got going on" com uma pequena ilustração de sol e duas tarefas. A tela central detalha uma lista de tarefas intitulada "Morning priorities digest", "Team offsite budget proposal" e "NYC summer trip planning", algumas marcadas com "Needs input". A tela da direita, maior e do tablet, mostra uma barra de tarefas do Gemini com opções "Chat" e "Tasks" e a área de entrada de texto com a mensagem "Describe your task". O texto "Daily Brief" em fonte grande preta está no canto superior esquerdo e "Gemini Spark" no canto inferior direito.
Gemini Spark funciona em segundo plano (imagem: divulgação)

O Spark se conecta aos produtos do Google, como Gmail, Docs e Slides, de acordo com as preferências do usuário. Ele estará disponível em fase beta para assinantes do Google AI Ultra nos Estados Unidos a partir da semana que vem.

App do Gemini ganha redesign com foco em agentes e resumo diário

Novo visual do Gemini se chama Neural Expressive (imagem: divulgação)

Respostas terão mais elementos visuais (imagem: divulgação)

Daily Brief reúne informações importantes (imagem: divulgação)

Gemini Spark funciona em segundo plano (imagem: divulgação)

Funcionários da Amazon fazem “tokenmaxxing” para driblar meta de uso de IA

12 de Maio de 2026, 18:18
Ilustração de inteligência artificial, com um rosto gerado por computador
Uso de IA nas empresas pode dar prejuízo (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Funcionários da Amazon estão fazendo “tokenmaxxing” para atingir metas de uso de IA.
  • A Amazon implementou uma ferramenta chamada MeshClaw para automatizar tarefas com IA e estabeleceu metas semanais de uso de IA para mais de 80% dos desenvolvedores.
  • A empresa teria afirmad que as estatísticas não seriam usadas em avaliações, mas os trabalhadores continuam sob pressão para usar as ferramentas.

Funcionários da Amazon estão automatizando tarefas não essenciais de seu trabalho para elevar os indicadores de uso de inteligência artificial e cumprir as metas semanais de adoção da tecnologia. A técnica de gastar tokens de IA desnecessariamente ganhou até apelido: “tokenmaxxing”.

As informações são do Financial Times, que falou com três pessoas familiarizadas com o assunto. De acordo com a publicação, a Amazon implementou uma ferramenta chamada MeshClaw, que permite criar agentes de IA e conectá-los aos softwares da companhia. Assim, eles poderiam executar tarefas de maneira automática.

Não foi só isso: a companhia também colocou metas semanais de uso de IA para mais de 80% dos seus desenvolvedores, acompanhando o uso de tokens de cada um deles.

“Tokenmaxxing” para impressionar o chefe

Ilustração com várias caixas
Amazon teria implementado metas de uso de IA para 80% dos desenvolvedores (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Segundo a reportagem, a Amazon divulgava as estatísticas de uso de IA pelos times para todos os funcionários, mas passou a limitar as informações apenas para os próprios funcionários e para os chefes.

Os líderes estariam sendo desencorajados a usar o uso de tokens como métrica de desempenho. A empresa também teria dito aos empregados que as estatísticas não seriam usadas em avaliações. Os trabalhadores, porém, não parecem ter confiado muito.

“Quando eles monitoram o uso, criam incentivos distorcidos, e algumas pessoas são muito competitivas”, disse um dos funcionários ouvidos pelo Financial Times em condição de anonimato.

“Há muita pressão para usar essas ferramentas. Algumas pessoas estão usando o MeshClaw apenas para maximizar a contagem de tokens”, afirmou outro trabalhador.

Procurada pelo Financial Times, a Amazon afirmou que a ferramenta permite automatizar tarefas diárias repetitivas e é um exemplo de empoderamento de equipes através da adoção de IA.

Adoção de IA vira dor de cabeça

Como nota a publicação, empresas do Vale do Silício estão cobrando que seus empregados usem IA como forma de justificar os investimentos em infraestrutura e mostrar métricas de adoção das ferramentas.

Jensen Huang, CEO da Nvidia, declarou recentemente que ficaria alarmado se um engenheiro que ganha US$ 500 mil por ano não estivesse gastando US$ 250 mil por ano em tokens. Ele não é a pessoa mais isenta para falar disso, já que, quanto maior a demanda por IA, mais a Nvidia vende GPUs.

Isso, porém, pode representar custos altos sem retorno — e algumas companhias já perceberam que só cobrar o uso de IA não resolve. A Zapier, por exemplo, monitora o gasto de tokens para encontrar padrões e discrepâncias: quem usa muito pode estar recorrendo à IA de forma ineficiente ou ter descoberto novas formas de fazer seu trabalho.

Com informações do Financial Times e do Tom’s Hardware

Funcionários da Amazon fazem “tokenmaxxing” para driblar meta de uso de IA

(ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Amazon (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Gemini Intelligence é o novo conjunto de ferramentas de IA do Android

12 de Maio de 2026, 14:01
Marca do Gemini em cores claras, num fundo azul. Na parte superior direita, o logotipo do "tecnoblog"é visível.
IA chega primeiro ao Pixel e ao Galaxy (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O Google lançou o Gemini Intelligence, um conjunto de ferramentas de IA para Android.
  • Os modelos mais avançados das linhas Pixel e Galaxy serão os primeiros a receber o Gemini Intelligence no segundo semestre deste ano.
  • O Gemini Intelligence oferece recursos como automação de tarefas, assistente no Chrome, preenchimento automático de formulários, transcrição de fala e criação de widgets.

O Google anunciou que o Android contará com um conjunto de ferramentas chamado Gemini Intelligence, que usará inteligência artificial para automatizar tarefas, auxiliar na navegação na internet, preencher formulários, transcrever fala e criar widgets.

Segundo a empresa, os modelos mais avançados das linhas Pixel, do próprio Google, e Galaxy, da Samsung, serão os primeiros a receber o Gemini Intelligence no segundo semestre deste ano. Outros aparelhos com Android serão contemplados logo depois, incluindo smartwatches, carros, óculos e laptops.

Como funciona a automação de tarefas do Gemini Intelligence?

Sequência de três smartphones ilustrando uma reserva de viagem. Na primeira tela, uma mão segura um folheto "EL CAFÉ DE COSTA RICA Tasting Tour" diante da câmera. Na segunda, um pop-up do "Google Gemini" diz "I’m on it... Opening Expedia app...". Na terceira, o app da Expedia mostra detalhes da reserva: "La Fortuna: North Fields Coffee and Chocolate Tour", preço de "6.00" e botão azul "Book". O design tem tons escuros e elementos verdes e azuis. O topo indica o horário "10:00".
IA poderá realizar tarefas envolvendo apps (imagem: divulgação)

A automação de tarefas é o recurso mais chamativo do Gemini Intelligence. Ela é capaz de se integrar com vários apps para chegar ao resultado desejado pelo usuário.

O Google compartilhou alguns exemplos do que será possível realizar com sua nova ferramenta.

  • Reservar uma bicicleta para a aula de spinning.
  • Encontrar o conteúdo programático de uma disciplina no Gmail, buscar os livros em uma loja online e colocá-los no carrinho.
  • Colocar todos os produtos de uma lista de compras de supermercado no carrinho.
  • Tirar uma foto de um guia de viagens e pedir para o Gemini procurar um passeio como aquele para um grupo de seis pessoas.

A empresa explica que o progresso da tarefa será informado por meio de notificações. O Gemini só age quando o usuário manda e para assim que a tarefa estiver terminada, deixando a confirmação final para o humano.

Quais são os outros recursos?

O Gemini Intelligence tem mais truques na manga além da automação de tarefas. Um deles é um assistente no Chrome, capaz de ajudar em pesquisas, comparar páginas ou gerar resumos. Ele também é capaz de navegar automaticamente para marcar horários ou reservar lugares, por exemplo.

Três smartphones exibindo o uso do Gemini no Chrome. Na primeira tela, o chat com "Hello, Mindy" mostra o comando "Reserve parking with spothero for this event". Na segunda, sobre o site "Community Playhouse", um plano de ação diz "Find the best parking spot...". Na terceira, o site "SPOT HERO" aparece ao fundo com o valor ".85" e o Gemini confirma as etapas concluídas com um check: "Remembering the date...", "Opening tab...", "Going to Spothero.com..." e "Task done".
Gemini Intelligence no Chrome pode ajudar a reservar estacionamento (imagem: divulgação)

Outra novidade é o preenchimento automático de formulários. A Personal Intelligence do Gemini poderá buscar os dados necessários nos apps conectados para completar as informações solicitadas. O Google esclarece que o recurso é opcional e vem desativado por padrão.

O Gemini Intelligence inclui ainda o Rambler, recurso destinado a transformar fala natural em um texto escrito de forma coerente e refinada, eliminando repetições, silêncios e vícios de linguagem, como “ahn”, “hum” ou “tipo”. Ele é capaz, inclusive, de entender mais de um idioma na mesma fala.

O pacote vem também com um criador de widgets, que gera esses elementos com base em prompts escritos em linguagem natural.

Montagem com dois smartphones mostrando a criação de um widget. Na tela esquerda, o título "Describe your widget" acima de uma bolha azul-ciano e um campo de texto com "Countdown to my first marathon". Um teclado virtual ocupa a metade inferior. Na tela direita, o título "How’s this?" exibe o widget finalizado: um círculo azul escuro com bordas onduladas, um ícone de corredor, o texto "42 days", "Marathon" e "06/25/2026". Abaixo, botões "Edit", "+ Add" e ícones de positivo e negativo.
Basta descrever o widget desejado para o Gemini Intelligence criá-lo (imagem: divulgação)

Gemini Intelligence é o novo conjunto de ferramentas de IA do Android

Gemini substituiu Google Assistente em smartphones (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

IA poderá realizar tarefas envolvendo apps (imagem: divulgação)

Gemini Intelligence no Chrome pode ajudar a reservar estacionamento (imagem: divulgação)

Basta descrever o widget desejado para o Gemini Intelligence criá-lo (imagem: divulgação)

Edge 70 Pro, com quatro câmeras de 50 MP, chega ao Brasil; saiba quanto custa

12 de Maio de 2026, 10:48
Câmeras do Edge 70 Pro
Conjunto traseiro tem três câmeras de 50 megapixels (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Além de renovar sua linha de dobráveis, a Motorola apresentou ao mercado brasileiro o Edge 70 Pro, com preço sugerido de R$ 4.499. O aparelho é um “quase topo de linha”, com muitas especificações avançadas, mas ainda abaixo do Signature, carro chefe da marca.

Entre os destaques, estão quatro câmeras de 50 megapixels, bateria com capacidade para 6.500 mAh e chip MediaTek Dimensity 8500 Extreme.

Quais são os destaques do Edge 70 Pro?

Smartphone Edge 70 Pro mostrando a tela inicial do Android
Edge 70 Pro tem tela de 6,8 polegadas (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

O Edge 70 Pro tem muitas características que poderiam estar em um smartphone flagship e outras que ficam bem próximas. Entre elas, há um trio de câmeras traseiras (principal, ultrawide e teleobjetiva com zoom de 3,5x) de 50 megapixels. A frontal também tem 50 megapixels.

A bateria usa a tecnologia de silício-carbono, atingindo a capacidade de 6.500 mAh e contando com suporte a recarga rápida de 90 W com fio e 15 W sem fio. O Edge 70 Pro usa chip MediaTek Dimensity 8500 Extreme, que trabalha com 12 GB de RAM. No Brasil, estão disponíveis versões de 256 GB e 512 GB.

A tela do aparelho usa tecnologia AMOLED, tem 6,8 polegadas, resolução 1,5K e taxa de atualização de 144 Hz. Um detalhe de design interessante são as curvas nas quatro bordas.

Edge 70 Pro, com quatro câmeras de 50 MP, chega ao Brasil; saiba quanto custa

Conjunto traseiro tem três câmeras de 50 megapixels (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Edge 70 Pro tem tela de 6,8 polegadas (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Motorola lança dobráveis Razr Fold e Razr 70 Ultra no Brasil; veja os preços

12 de Maio de 2026, 10:09
Motorola Razr Fold aberto, mostrando a tela inicial do Android. A tela tem 8,08 polegadas e é quase quadrada.
Razr Fold alterna entre formatos de smartphone e tablet (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

A Motorola lançou, nesta terça-feira (12/05), o smartphone dobrável Razr Fold no Brasil. O aparelho tem preço sugerido de R$ 15.999 para as versões regulares e R$ 16.999 para a edição especial da Copa do Mundo. A marca também anunciou a chegada do Razr 70 Ultra, com preço sugerido de R$ 12.999.

Além deles, a Motorola também trouxe um smartphone no tradicional formato de barra: o Edge 70 Pro (R$ 4.499).

O Razr Fold foi apresentado no começo do ano, durante a CES 2026, em Las Vegas (Estados Unidos). Primeiro produto da marca no formato de livro, ele desembarca no mercado nacional para competir com nomes como Galaxy Fold 7.

O aparelho vem com uma caneta Motorola Pen Ultra, que conta com tecnologias como sensibilidade à pressão e rejeição de palma. Compatível com o Signature e com alguns dos tablets da Lenovo, ela também será vendida separadamente, com preço sugerido de R$ 999.

Motorola Razr 70 Ultra aberto, mostrando tela de 7 polegadas alongada na vertical
Razr 70 Ultra tem tela interna de 7 polegadas (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Já o Razr 70 Ultra é o novo aparelho mais avançado da Motorola entre as opções com formato flip. Ele tem chip Snapdragon 8 Elite, da Qualcomm, tela interna de 7 polegadas e bateria de 5.000 mAh.

Quais são os destaques do Razr Fold?

O Razr Fold tem tela externa AMOLED de 6,56 polegadas, com taxa de atualização de 165 Hz, e tela interna pOLED de 8,09 polegadas e 120 Hz. O formato de tablet tem proporção quase quadrada, com 2.200 x 2.480 pixels de resolução.

Motorola Razr Fold com uma caneta Motorola Pen Ultra apoiada sobre ele. Na tela, está escrito "Olá Tecnoblog"
Razr Fold vem com caneta Motorola Pen Ultra

Ele tem 16 GB de RAM, 1 TB de armazenamento e chip Snapdragon 8 Gen 5, o mesmo empregado no Signature. A bateria de silício-carbono tem capacidade para 6.000 mAh e suporte a carregamento rápido de 80 W.

Em câmeras traseiras, são três sensores (principal, ultrawide e zoom de 3x) com 50 megapixels de resolução e capacidade de gravar 8K a 30 fps. A câmera frontal tem 20 megapixels.

Quais são os destaques do Razr 70 Ultra?

Razr 70 Ultra fechado, visto de costas, com acabamento que imita madeira
Razr 70 Ultra tem duas opções de acabamento e cor (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

O Razr 70 Ultra é o irmão mais potente do Razr 70, apresentado há algumas semanas. Ele tem chip Snapdragon 8 Elite (de 2024), bateria de 5.000 mAh e carregamento rápido de 68 W.

Ele conta com uma tela interna de 7 polegadas, com resolução 1,5K e taxa de atualização de até 165 Hz. Do lado de fora, uma tela secundária de 4 polegadas, capaz de rodar todos os apps do Android.

Em câmeras, há uma principal, uma ultrawide e uma frontal na tela interna, todas com sensores de 50 megapixels.

Motorola lança dobráveis Razr Fold e Razr 70 Ultra no Brasil; veja os preços

Razr Fold alterna entre formatos de smartphone e tablet (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Razr 70 Ultra tem tela interna de 7 polegadas (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Razr Fold vem com caneta Motorola Pen Ultra

Razr 70 Ultra tem duas opções de acabamento e cor (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

WhatsApp Plus começa a ser liberado no iPhone; conheça as diferenças

11 de Maio de 2026, 13:44
Imagem mostra o logo do WhatsApp ao centro, sobre um fundo verde com faixas diagonais em verde mais claro. O logo consiste em um balão de diálogo branco com um contorno verde mais escuro, contendo um ícone de telefone branco dentro. Na parte inferior direita, o logotipo do "Tecnoblog" é visível, em fonte de cor branca.
WhatsApp Plus está sendo liberado gradualmente (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O WhatsApp Plus está sendo liberado para usuários de iOS, oferecendo recursos extras mediante assinatura.
  • A assinatura custa 2,49 euros mensais na Europa e inclui recursos como figurinhas premium e opções de cores.
  • O aplicativo básico continua gratuito.

O WhatsApp Plus está sendo liberado para um número limitado de usuários do iOS, o sistema do iPhone. O pacote, que custa 2,49 euros mensais na Europa (R$ 14,50, em conversão direta), inclui recursos extras como stickers premium, limite mais alto de conversas fixadas e configurações adicionais para listas.

No fim de abril, o WhatsApp Plus foi liberado para alguns usuários da versão para Android em caráter de teste. Agora, segundo o site especializado WABetaInfo, a assinatura está sendo liberada gradualmente para quem tem iPhone ou iPad.

Duas capturas de tela de um iPhone lado a lado. Na esquerda, o menu "Try WhatsApp Plus free for one week" detalha os benefícios: "Send premium stickers", "Choose a custom app icon", "Change your app's theme", "Get premium ringtones", "Upgrade your lists" e "Pin extra chats". Há um botão azul "Start your free week" e o logo da "Meta" abaixo. Na direita, a aba "Chats" exibe um pop-up com o título "More ways to make WhatsApp yours" e um botão verde escrito "Explore benefits".
Alguns usuários receberam uma semana de teste grátis (imagem: reprodução/WABetaInfo)

Vale dizer que o WhatsApp Plus não é obrigatório. Quem não estiver interessado nos recursos extras poderá continuar usando o app gratuitamente.

Quais são os diferenciais do WhatsApp Plus?

A assinatura dá direito a seis recursos adicionais:

  • Pacotes de figurinhas premium.
  • Temas para a interface do aplicativo, com 18 opções.
  • Ícones coloridos, com 14 opções
  • Até 20 conversas fixas no topo da lista.
  • Opções de tema, toque de notificação e toque de chamada para cada lista de conversas.
  • Ringtones extras, com 10 opções.
Captura de tela de um iPhone exibindo a interface "New list" do WhatsApp. No topo, há um campo "List name" preenchido com "WABetaInfo". Abaixo, a seção "Included" mostra o item "WBI". Uma nova seção chamada "WhatsApp Plus" apresenta três opções de personalização: "Theme", "Alert Tone" com o ajuste "Default (Note)" e "Ringtone" definido como "Default". No rodapé, o texto informativo diz "Included with your subscription. See all benefits" em letras pequenas e na cor verde.
Listas ficam mais completas com o pacote (imagem: reprodução/WABetaInfo)

Quanto o WhatsApp Plus custa?

Por enquanto, não houve um anúncio oficial sobre os preços. Tudo que sabemos é o que apareceu em outros mercados.

  • Europa: 2,49 euros (aproximadamente R$ 14,50, em conversão direta).
  • Paquistão: 229 rúpias paquistanesas (R$ 4).
  • México: 29 pesos mexicanos (R$ 8,30).

Isso indica que a Meta não adotou um preço único e o converteu para outras moedas. Em vez disso, a empresa está adaptando os valores para os diferentes mercados.

Segundo o WABetaInfo, o WhatsApp Plus oferece um período de testes, que pode ser de uma semana ou um mês, dependendo do usuário. O pacote é renovado mensalmente e pode ser cancelado até 24 horas antes do próximo ciclo de faturamento. A assinatura é feita pela App Store.

WhatsApp Plus começa a ser liberado no iPhone; conheça as diferenças

Marca do WhatsApp (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Alguns usuários receberam uma semana de teste grátis (imagem: reprodução/WABetaInfo)

Listas ficam mais completas com o pacote (imagem: reprodução/WABetaInfo)

FMI alerta: IA coloca em risco segurança do sistema financeiro global

8 de Maio de 2026, 19:23
Cédulas de dólar (Imagem: Mackenzie Marco/Unsplash)
Desigualdade pode tornar países em desenvolvimento um elo fraco na cadeia global (foto: Mackenzie Marco/Unsplash)
Resumo
  • O Fundo Monetário Internacional afirma que novos modelos de inteligência artificial representam um risco de cibersegurança para o sistema financeiro global.
  • Modelos avançados de IA podem reduzir tempo e custos para identificar e explorar vulnerabilidades.
  • O FMI recomenda supervisão humana, integração, governança e resiliência nas instituições para proteger os mercados globais de ataques cibernéticos.

O Fundo Monetário Internacional (FMI) afirma que novos modelos de inteligência artificial representam um risco de cibersegurança para o sistema financeiro global. A organização usa o Claude Mythos, da Anthropic, como exemplo do poder da tecnologia.

“Modelos avançados de IA podem reduzir drasticamente o tempo e os custos necessários para identificar e explorar vulnerabilidades, tornando mais provável a descoberta e o ataque simultâneos de brechas em sistemas amplamente usados”, diz a entidade em seu blog.

Por que o FMI está preocupado?

Uma ilustração digital em tons de laranja e marrom escuro, representando inteligência artificial. O olho direito está em foco e o nariz e a bochecha são formados por linhas retas e blocos, como se a imagem estivesse sendo construída por pixels e códigos. À esquerda e ao fundo, linhas e números de programação em alto-relevo se estendem por toda a imagem, que possui um gradiente de tons quentes, do mais claro ao mais escuro. No canto inferior direito, o logotipo "tecnoblog" aparece em branco.
Claude Mythos, da Anthropic, é usado como exemplo dos novos riscos (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O FMI explica que o setor financeiro compartilha infraestruturas técnicas com as áreas de energia, telecomunicações e serviços públicos. Além disso, a dependência de um pequeno número de plataformas de software e provedores de computação na nuvem pode aumentar o impacto de um ataque.

“Esses elementos elevam o risco cibernético a um patamar de choque macrofinanceiro”, explica o FMI, citando quebras de sistemas de pagamento, restrições de liquidez e crises de confiança como potenciais problemas.

IA deve ser usada na defesa cibernética, diz FMI

A organização diz que a própria IA pode ajudar nessa tarefa. “A IA pode ajudar a reduzir vulnerabilidades na fase de desenvolvimento em vez de corrigi-las depois da implementação”, escreve a entidade.

Mesmo assim, o FMI defende que haja supervisão humana, integração e governança nas instituições. A instituição também enfatiza a necessidade de resiliência.

“As defesas serão inevitavelmente quebradas. Por isso, a resiliência também deve ser uma prioridade, especialmente para limitar o alcance dos incidentes e garantir velocidade na recuperação”, escreve o FMI. “Controles para interromper a disseminação dos ataques podem impedir que vulnerabilidades locais escalem até se tornar falhas generalizadas nos sistemas.”

O FMI também recomenda uma coordenação internacional para proteger os mercados globais de ataques cibernéticos e tornar os sistemas mais resilientes. O órgão alerta que uma supervisão inconsistente pode enfraquecer sistemas globalmente interconectados.

“Economias emergentes e em desenvolvimento, que frequentemente têm restrições de recursos mais graves, podem estar expostas de maneira desproporcional a ataques”, explica o fundo, que pede mais coordenação internacional e um maior compartilhamento de informações.

FMI alerta: IA coloca em risco segurança do sistema financeiro global

Cédulas de dólar (Imagem: Mackenzie Marco/Unsplash)

Inteligência artificial no SAC não agrada clientes (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Banco Digio suspende serviços e prejudica pagamentos da Uber Conta

30 de Abril de 2026, 19:07
Ilustração que mostra um celular com o app Uber segurado por uma pessoa dentro de um carro. Na parte inferior direita, o logotipo do "tecnoblog" é visível.
Uber Conta agiliza repasses a motoristas e entregadores (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O banco digital Digio suspendeu seus serviços devido a uma possível tentativa de ataque cibernético.
  • A suspensão prejudicou os pagamentos dos trabalhadores da Uber que usam a Uber conta. Eles relatam atrasos em repasses e dificuldades no acesso às contas.
  • A Uber informou que pausou o repasse automático para as contas afetadas e isentou taxas em serviços de antecipação.

O banco digital Digio suspendeu seus serviços após identificar uma possível tentativa de ataque cibernético. A medida afetou motoristas da Uber, já que a instituição financeira é responsável por operar a Uber Conta, usada por muitos trabalhadores da plataforma.

Em nota reproduzida pelo jornal Valor Econômico, o Digio diz ter identificado “um movimento atípico em seu ambiente de infraestrutura”, que o levou a suspender temporariamente os serviços financeiros. A empresa afirma que não houve prejuízo nos saldos dos clientes nem vazamento de dados.

Motoristas da Uber são afetados

Cartão do Digio (Imagem: Divulgação)
Digio é uma empresa financeira do Bradesco (Imagem: Divulgação)

O Digio opera a Uber Conta, conta digital da plataforma de transporte que oferece repasses mais rápidos como principal vantagem. Sem ela, o trabalhador precisa esperar até a data da transferência semanal (entre terça e quarta-feira) para receber seu dinheiro.

Nos últimos dias, motoristas relataram dificuldades no acesso às contas, impedindo saques, pagamentos, Pix e uso do cartão. Segundo relatos presentes no site Reclame Aqui, os problemas começaram por volta do dia 24/04.

Nas redes sociais, há mais reclamações semelhantes.

@.claudiao_

‼A Uber Conta caiu de novo? 😤 Pois é, motorista! Apenas dois dias após a Uber anunciar que os problemas de instabilidade tinham sido resolvidos, o aplicativo Uber Conta voltou a apresentar falhas graves. Neste vídeo, mostro que o erro de “falta de conexão” aparece mesmo com o 5G e Wi-Fi funcionando perfeitamente, impedindo milhares de motoristas de realizarem o PIX e movimentarem seus ganhos. O que você vai ver neste vídeo: • A prova de que a falha é no sistema da Uber, não na sua internet. • A mensagem de “manutenção” que está travando o dinheiro da categoria. • O alerta sobre a solução “parcial” anunciada pela plataforma. 💬 E POR AÍ, COMO ESTÁ? Sua Uber Conta está funcionando ou você também está impedido de fazer transferências? Deixe seu relato nos comentários para sabermos a real dimensão desse problema hoje! . . . . . #claudiao #motoristadeaplicativo #uber #uberconta #uberemsalvador

♬ som original – Claudio Sena

Na página do Reclame Aqui, o Digio colocou um comunicado, dizendo que os ganhos de corridas realizadas a partir de 17h55 de 29/04 estão disponíveis na carteira da Uber, podendo ser transferidos para qualquer conta da titularidade do trabalhador.

O que diz a Uber

Ao Valor, a Uber afirmou ter sido avisada em 29/04 sobre uma nova instabilidade técnica no Digio. A plataforma de transportes informa ter pausado o repasse automático para as contas, bem como isentado as taxas em serviços de repasse antecipado ou instantâneo do período.

A Uber ressalta ainda que é possível indicar contas bancárias de outras instituições para receber os ganhos com serviços no aplicativo. Além disso, a companhia orienta os parceiros a acompanharem as atualizações pelo próprio app do Digio ou pelos canais de suporte oficiais da instituição bancária.

Banco Digio suspende serviços e prejudica pagamentos da Uber Conta

Uber anuncia conta sênior para facilitar uso do app por idosos (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Alelo adiciona mais um tipo de cartão à Carteira do Google

30 de Abril de 2026, 16:36
Dois cartões Alelo Pod flutuam sobre um fundo roxo uniforme. O cartão superior, em orientação vertical, exibe um degradê do roxo ao azul-escuro. No topo, há o logotipo da "alelo" em um círculo verde, seguido pela palavra "pod" em letras minúsculas azul-claras. Abaixo, consta "UTILIZAR NA FUNÇÃO CRÉDITO" e o logotipo da "elo". Possui um chip prateado e o ícone de pagamento por aproximação. O cartão inferior é verde-água, contém ícones da Apple e Android, o texto "BAIXE O APP ALELO POD" e o número "4004-7733".
Alelo Pod se junta a outros cartões da marca a ter suporte ao Google Pay (imagem: divulgação)
Resumo
  • A Alelo anunciou que o cartão Alelo Pod, de benefícios flexíveis, agora é compatível com a Carteira do Google.
  • O cartão pode ser usado para pagamentos por aproximação com smartphone ou smartwatch com NFC.
  • Para adicionar o Alelo Pod à Carteira do Google, basta seguir o passo a passo no app Meu Alelo.

A Alelo anunciou que seu cartão de benefícios flexíveis Alelo Pod agora é compatível com Carteira do Google. Com isso, os trabalhadores poderão fazer pagamentos por aproximação usando celulares com Android ou smartwatches com Wear OS, desde que tenham NFC.

Os cartões de alimentação e refeição da marca já ofereciam suporte à carteira digital do Android desde novembro de 2024. Agora, a funcionalidade chega ao Alelo Pod.

Esse cartão tem bandeira Elo e é aceito em maquininhas compatíveis com a bandeira. Ele também permite gastos em itens diversos com um saldo livre, como transporte, saúde e combustível, entre outros, de acordo com a autorização pelo RH da empresa. É um produto similar a soluções que surgiram no mercado nos últimos anos, como Flash e Caju.

Ilustração da carteira do Google
Carteira do Google está disponível em smartphones Android com NFC (imagem: divulgação)

“Com a novidade, o Alelo Pod amplia o uso do cartão em ambientes físicos e digitais, atendendo consumidores que já utilizam smartphone ou smartwatch como principal meio de pagamento. A iniciativa também reforça o avanço do Pod na digitalização da experiência do consumidor”, afirma Márcio Alencar, CEO da Alelo, em comunicado divulgado pela empresa.

O suporte a carteiras digitais já chegou aos cartões de várias empresas de benefícios. Flash, Caju, Swile, Pluxee (antiga Sodexo), iFood Benefícios e Ticket têm compatibilidade com Apple Pay ou Google Pay.

Como adicionar o Alelo Pod à Carteira do Google?

De acordo com a página de suporte da Alelo, este é o passo a passo para adicionar o cartão Alelo Pod à Carteira:

  1. Abra o app Meu Alelo.
  2. Selecione o cartão Alelo Pod a ser cadastrado; se houver dois ou mais, é necessário cadastrá-los separadamente.
  3. Toque em “Carteira Digital” e siga as verificações de segurança; se não houver um cartão virtual, ele será criado automaticamente.
  4. Toque em “Adicionar ao Google Pay”; o app abrirá a Carteira do Google.
  5. Leia e concorde com os Termos de Uso.

Alelo adiciona mais um tipo de cartão à Carteira do Google

Alelo Pod se junta a outros cartões da marca a ter suporte ao Google Pay (imagem: divulgação)

Carteiras digitais podem ser acessadas via app, site ou hardware (Imagem: Divulgação/Google)

Justiça impede Cade de multar Meta por limitar IAs no WhatsApp

30 de Abril de 2026, 12:11
Imagem mostra o logo do WhatsApp ao centro, sobre um fundo verde com faixas diagonais em verde mais claro. O logo consiste em um balão de diálogo branco com um contorno verde mais escuro, contendo um ícone de telefone branco dentro. Na parte inferior direita, o logotipo do "Tecnoblog" é visível, em fonte de cor branca.
Empresas de IA usam mensageiro como canal para seus serviços (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • A Justiça Federal em São Paulo suspendeu a multa diária de R$ 250 mil à Meta, aplicada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), por limitar o uso de inteligência artificial no WhatsApp.
  • A decisão atende a um pedido de tutela cautelar da Meta e determina que Cade e Meta iniciem procedimentos de conciliação.
  • A Meta afirmou estar satisfeita com a decisão, alegando que o Cade excedeu suas atribuições ao exigir acesso gratuito a um serviço pago.

A Justiça Federal em São Paulo ordenou a suspensão da multa diária de R$ 250 mil à Meta aplicada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). A decisão do órgão, mantida na semana passada, havia sido tomada por a empresa não permitir que serviços de inteligência artificial usem o WhatsApp gratuitamente para conversar com seus usuários.

A medida vem em resposta a um pedido de tutela cautelar protocolado pela Meta junto à Justiça. O processo está em sigilo, mas a decisão é mencionada por um documento enviado pelos advogados da companhia ao Cade. Além disso, segundo a decisão do tribunal, Cade e Meta devem iniciar procedimentos de conciliação.

Em nota, a Meta afirmou estar satisfeita com a decisão. “Ao exigir acesso gratuito a um serviço pago, acreditamos que a autoridade antitruste vai além de suas atribuições”, escreve a companhia em um comunicado.

Relembre o caso envolvendo IAs e WhatsApp

Em outubro de 2025, o WhatsApp anunciou uma alteração em seus termos de uso e proibiu que empresas forneçam serviços de IA usando o WhatsApp. Companhias como Luzia e Zapia, que oferecem chatbots pelo mensageiro, acionaram o Cade, alegando risco à concorrência.

Mão segurando smartphone com o WhatsApp aberto em uma conversa com o ChatGPT. A mensagem enviada pede ao chat para sugerir um cardápio de natal para cinco pessoas, e a IA responde abaixo com as sugestões.
ChatGPT respondia mensagens via WhatsApp (foto: Lucas Braga/Tecnoblog)

Desde então, o entendimento do órgão é de que, ao proibir ou restringir esse tipo de serviço, a Meta está favorecendo sua própria solução, a Meta AI, podendo prejudicar o mercado.

A Meta chegou a adotar um modelo de cobrança por mensagem, estratégia também aplicada na União Europeia, mas o Cade determinou que, preventivamente, as fornecedoras de IA mantenham seu acesso gratuito, como era antes da mudança de outubro de 2025.

O que diz a Meta

A gigante das redes sociais defende a tese de que o uso gratuito da API do WhatsApp por fornecedoras de serviços de IA será subsidiado por pequenos e médios clientes da plataforma comercial do mensageiro. O comunicado enviado nesta quinta-feira (30/04) menciona explicitamente a OpenAI — ela oferecia uma versão do ChatGPT pelo WhatsApp.

“Pequenas e médias empresas que usam legitimamente a API do WhatsApp não deveriam estar subsidiando o uso gratuito do serviço pela OpenAI e por outros grandes chatbots de IA”, afirma a Meta.

Justiça impede Cade de multar Meta por limitar IAs no WhatsApp

Marca do WhatsApp (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

ChatGPT responde mensagens via WhatsApp (Imagem: Lucas Braga/Tecnoblog)

Edge 70 Pro é o smartphone premium da Motorola logo abaixo do Signature

29 de Abril de 2026, 14:04
Quatro modelos Edge 70 Pro (marrom, azul, branco e vermelho) lado a lado
Motorola aposta em design para conquistar clientes (imagem: divulgação)
Resumo
  • O Edge 70 Pro da Motorola tem três câmeras traseiras e uma frontal de 50 megapixels, recarga rápida de 90 W e bateria de 6.500 mAh.
  • Ele é equipado com o chip MediaTek Dimensity 8500 Extreme, 12 GB de RAM e até 1 TB de armazenamento.
  • A tela do Edge 70 Pro é AMOLED de 6,8 polegadas com resolução 1.5K, 144 Hz de taxa de atualização e curvas nas quatro bordas.

Além de dois novos modelos da linha Razr 70, a Motorola apresentou o Edge 70 Pro nesta quarta-feira (29/04). Ele tem características bastante avançadas, como três câmeras traseiras e uma frontal de 50 megapixels, recarga rápida de 90 W e bateria de silício-carbono com capacidade para 6.500 mAh. Por enquanto, nada de lançamento no Brasil.

O modelo Pro da linha Edge, em algumas das gerações passadas, costumava ser o smartphone mais avançado da Motorola entre os modelos de formato tradicional. Isso não é mais verdade, já que agora esse posto pertence ao Signature, aposta da empresa para brigar com Apple e Samsung no chamado segmento ultrapremium.

Mesmo assim, não tem como fugir da comparação, e algumas pequenas diferenças separam o Edge 70 Pro e o Signature.

Chip MediaTek e câmeras menos avançadas

Uma dessas diferenças entre os dois está no chip do Edge 70 Pro: um MediaTek Dimensity 8500 Extreme. Os 12 GB de RAM são os mesmos, e há opções de até 1 TB de armazenamento.

As câmeras empregadas pelo Edge 70 Pro também são parecidas, mas não iguais. Apesar de terem 50 MP, assim como o modelo mais caro, elas usam sensores menores. A captação de luz deve continuar boa, mas o Signature está em um patamar superior.

Edge 70 Pro
Edge 70 Pro tem tela de 6,78 polegadas (imagem: divulgação)

Na traseira, o trio é composto por uma principal com sensor Sony Lytia 710, uma ultrawide com 122 graus de ângulo de visão e uma teleobjetiva com zoom óptico de 3,5x. A câmera frontal se destaca pela abertura de f/1,9.

Tela e carregamento muito parecidos

A partir daí, começam a surgir mais similaridades entre os modelos. A tela é uma AMOLED 6,8 polegadas com resolução 1.5K, 144 Hz de taxa de atualização e curvas nas quatro bordas.

O smartphone oferece suporte a recarga de até 90 W com fio e 15 W sem fio. A bateria é até maior, com 6.500 mAh (o Signature tem capacidade para 5.200 mAh).

Veja nosso review do Signature

Edge 70 Pro é o smartphone premium da Motorola logo abaixo do Signature

Motorola aposta em design para conquistar clientes (imagem: divulgação)

Motorola lança linha Razr 70 com dois celulares dobráveis flip; veja o preço

29 de Abril de 2026, 13:00
Razr 70 Ultra, smartphone dobrável, sobre uma mesa, dobrado em ângulo de 90 graus, mostrando uma mulher captada pela câmera frontal
Razr 70 Ultra tem câmera frontal de 50 MP (imagem: divulgação)
Resumo
  • A Motorola lançou a linha Razr 70 com dois celulares dobráveis flip: Razr 70 e Razr 70 Ultra.
  • O Razr 70, versão de entrada, chega ao Brasil por R$ 5999.
  • O Razr 70 Ultra tem chip Snapdragon 8 Elite, bateria de 5.000 mAh e câmeras capazes de gravar em 4K e tecnologia Dolby Vision.

A Motorola apresentou, nesta quarta-feira (29/04), sua família de dobráveis flip para 2026, com o Razr 70 e o Razr 70 Ultra. O Razr 70 chega ao Brasil com preço sugerido de R$ 5.999. Ainda não há informações sobre a chegada dos outros dois modelos ao mercado nacional.

Eles terão a companhia do Motorola Razr Fold, anunciado globalmente em janeiro. Ele é primeiro smartphone da empresa a adotar o formato dobrável fold, alternando entre dimensões de smartphone quando fechado e tablet quando aberto.

Razr 70 Ultra

Vamos começar pelo aparelho mais potente. O Razr 70 Ultra tem chip Snapdragon 8 Elite, bateria de 5.000 mAh e carregamento rápido, com 8 minutos sendo suficientes para garantir autonomia para o dia inteiro. As câmeras são capazes de gravar em 4K e tecnologia Dolby Vision.

O Snapdragon 8 Elite foi apresentado no fim de 2024. Ele é o antecessor do Snapdragon 8 Elite Gen 5, atual carro-chefe da Qualcomm e empregado em smartphones como o Galaxy S26 Ultra, da Samsung.

Dois aparelhos Razr 70 Ultra lado a lado
Tela externa maior é uma das diferenças visíveis do modelo Ultra (imagem: divulgação)

Resumindo: a Motorola não está usando o que há de mais novo e potente no portfólio da fabricante de chips. Isso não significa que o desempenho vá ser ruim — longe disso, o Snapdragon 8 Elite continua entregando muita potência, com uma CPU que chega a 4,47 GHz. Mesmo assim, é uma estratégia que chama a atenção.

Voltando ao Razr 70 Ultra, ele conta com tela interna de 7 polegadas, com resolução 1,5K, brilho máximo de 5.000 nits e taxa de atualização de até 165 Hz. Quando fechado, o aparelho tem uma tela externa de 4 polegadas e brilho máximo de 4.000 nits.

Na construção, o smartphone conta com dobradiça reforçada com titânio e proteção contra água e poeira no padrão IP48. A bateria tem capacidade para 5.000 mAh, suporte a carregamento com fio de 68 W e wireless de 30 W.

O aparelho conta com uma câmera principal, uma ultrawide e uma frontal na tela interna, todas de 50 megapixels.

Razr 70

O Razr 70 é o mais básico dos modelos da família. Visualmente, ele se diferencia por ter uma moldura maior na tela externa. Não por acaso, ela é menor, com apenas 3,6 polegadas. Em outras especificações, o visor do lado de fora usa tecnologia AMOLED, tem taxa de atualização de 90 Hz e brilho máximo de 1.700 nits.

A tela interna AMOLED oferece bastante espaço, com 6,9 polegadas, mas troca a resolução 1,5K Super HD por uma Full HD+. A taxa de atualização é de 120 Hz e o brilho atinge um pico de 3.000 nits.

O Razr 70 usa chip Dimensity 7450X, da MediaTek, com CPU que atinge 2,6 GHz.

Dois aparelhos Razr 70 lado a lado
Razr 70 básico tem tela de 3,6 polegadas (imagem: divulgação)

A construção também conta com dobradiça reforçada com titânio e resistência contra água e poeira no padrão IP48. A bateria menor, com 4.800 mAh, mas oferece suporte a 30 W de recarga com fio, menos que os irmãos maiores. Sem fio, consegue receber 15 W.

Na parte de fora, o Razr 70 conta com duas câmeras de 50 megapixels, a principal e a ultrawide. Na parte de dentro, uma lente com sensor de 32 megapixels.

Motorola lança linha Razr 70 com dois celulares dobráveis flip; veja o preço

Razr 70 Ultra tem câmera frontal de 50 MP (imagem: divulgação)

Tela externa maior é uma das diferenças visíveis do modelo Ultra (imagem: divulgação)

Razr 70 básico tem tela de 3,6 polegadas (imagem: divulgação)

OpenAI não bateu metas de crescimento e receita, diz jornal

28 de Abril de 2026, 16:07
Arte com o logotipo da OpenAI. À direita, há a imagem da sombra de uma pessoa mexendo em um celular. Na parte inferior direita, está o logotipo do Tecnoblog.
OpenAI pode concentrar esforços em ferramentas de programação, diz reportagem (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • OpenAI não atingiu metas de crescimento e receita no início de 2026 e não alcançou 1 bilhão de usuários ativos semanalmente no final de 2025, segundo o Wall Street Journal.
  • Empresa diz estar em curva acentuada de crescimento entre consumidores, empresas e desenvolvedores.
  • Companhia descontinuou o gerador de vídeos Sora e lançou o modelo GPT-5.5, com foco em programação.

A OpenAI não conseguiu cumprir várias estimativas mensais de receita no início de 2026 e não atingiu a marca de 1 bilhão de usuários ativos semanalmente no final de 2025, segundo uma reportagem do Wall Street Journal.

A empresa rebateu a publicação, chamando a matéria de “clickbait” e dizendo que está “a todo vapor” nos ramos de consumidores individuais e clientes corporativos.

O que está acontecendo com a OpenAI?

A imagem é uma composição gráfica com dois elementos principais: à esquerda, o CEO da OpenAI, Sam Altman, um homem de cabelo castanho escuro e pele clara, vestindo um suéter verde e falando enquanto gesticula, usando um microfone de lapela. À direita, o logotipo da OpenAI em destaque central, sobre um fundo com tons de verde e formas geométricas. No canto inferior direito, aparece o logotipo do "tecnoblog" em branco.
Sam Altman nega problemas no crescimento da OpenAI (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

De acordo com as fontes ouvidas pelo WSJ, a CFO da OpenAI, Sarah Friar, teria expressado preocupação, pois teme que, caso o faturamento não cresça no ritmo esperado, a empresa não consiga pagar por mais capacidade computacional no futuro.

A reportagem afirma que Friar e outros executivos estão procurando maneiras de cortar custos, enquanto o conselho de diretores revisa contratos feitos com fornecedores para construção de data centers.

Não é a primeira vez que o Wall Street Journal aborda possíveis dificuldades internas da OpenAI. Em março, o jornal publicou uma reportagem afirmando que a empresa concentrará seus esforços em ferramentas para desenvolvedores, seguindo os passos da Anthropic.

A publicação também apurou que o encerramento da ferramenta de geração de vídeos Sora se deu por causa dos elevados custos e da queda no número de usuários.

Na última quinta-feira (23/04), a OpenAI apresentou o modelo GPT-5.5, com foco em tarefas de programação, análise de dados, criação de documentos e planilhas e operação de softwares.

O que diz a OpenAI?

A OpenAI negou que estaria abaixo de suas metas ou com dificuldades para honrar compromissos.

“Isso é ridículo. Estamos alinhados em investir o máximo que podemos em computação e trabalhando duro para isso todos os dias”, afirmaram Friar e o CEO Sam Altman em um comunicado enviado à CNBC.

“Estamos em uma curva acentuada de crescimento entre consumidores, empresas e desenvolvedores”, declarou Steve Sharpe, chefe de comunicações da OpenAI, à NBC News.

Com informações da CNBC e da NBC News

OpenAI não bateu metas de crescimento e receita, diz jornal

ChatGPT, da OpenAI, é preferência nas empresas (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Sam Altman, CEO da OpenAI, quer nível 5 antes de 2030 (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Meta quer captar energia solar com satélites para data centers de IA

27 de Abril de 2026, 18:15
Ilustração com a marca da Meta e o avatar de Mark Zuckerberg
Meta procura alternativas para abastecer data centers (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • A Meta fechou um acordo com a Overview Energy para obter 1 GW de potência para abastecer seus data centers de inteligência artificial com energia solar capturada por satélites.
  • A Overview Energy planeja lançar satélites a 35.000 km de altitude para captar energia solar e redirecioná-la para usinas solares na Terra, permitindo fornecimento de energia 24 horas por dia.
  • O projeto enfrenta desafios regulatórios, de segurança e técnicos, e críticos como Elon Musk sugerem alternativas, como a colocação de data centers no espaço para captação direta de energia solar.

A Meta anunciou um acordo com a startup Overview Energy para obter 1 GW de potência, que tentará ajudar a levar eletricidade a seus data centers dedicados a tarefas de inteligência artificial. A companhia pretende usar satélites para captar energia solar e, então, redirecioná-la a painéis instalados na superfície terrestre.

O consumo de energia por data centers é um dos principais gargalos no caminho da expansão da inteligência artificial generativa. Só em 2024, a Meta gastou eletricidade suficiente para abastecer 1,7 milhão de casas nos Estados Unidos.

Como funciona a tecnologia da Overview Energy?

A Overview Energy pretende colocar satélites na linha do equador, a uma altitude de 35.000 km. Nessa faixa, segundo a Meta, a luz solar é constante. Esses equipamentos, então, captariam a energia e disparariam um feixe quase-infravermelho de baixa intensidade em direção a usinas solares na Terra.

“Isso significa que usinas fotovoltaicas que ficam ociosas à noite poderiam continuar fornecendo eletricidade 24 horas por dia, maximizando sua produção e criando mais energia para o grid”, explica a gigante das redes sociais em seu texto. Atualmente, para usar energia solar, um data center precisa de baterias ou de outra fonte de abastecimento à noite.

We’re announcing two new partnerships to bring innovative energy generation and storage to our data centers:

1/ 🛰 Space Solar: Partnering with Overview Energy to beam up to 1 GW of space solar power from orbit to Earth for around the clock power production. pic.twitter.com/l5lPCz75C7

— Engineering at Meta (@Meta_Engineers) April 27, 2026

A Overview Energy foi fundada há quatro anos em Ashburn, no estado americano da Virgínia. Até o momento, ela não tem nenhum satélite em órbita — o plano é lançar o primeiro em janeiro de 2028. O conceito foi demonstrado usando somente um avião.

Por isso, os planos são vistos com alguma desconfiança. O TechCrunch lembra que provavelmente haverá questões regulatórias e de segurança envolvendo essa transmissão de energia. Já a PC Mag recorda o jogo SimCity 2000, que tinha uma usina desse tipo.

Outro crítico da ideia é o bilionário Elon Musk, CEO da SpaceX. Ele defende outra solução pouco ortodoxa: colocar data centers diretamente no espaço, onde eles seriam abastecidos pela luz solar e de onde transmitiriam as informações para a Terra. Também não existe nenhuma comprovação da viabilidade desse projeto até o momento.

Meta quer captar energia solar com satélites para data centers de IA

Meta e avatar de Mark Zuckerberg (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Licenciamento de modelos da OpenAI não será mais exclusivo da Microsoft

27 de Abril de 2026, 13:51
A imagem é uma composição gráfica com dois elementos principais: à esquerda, o CEO da OpenAI, Sam Altman, um homem de cabelo castanho escuro e pele clara, vestindo um suéter verde e falando enquanto gesticula, usando um microfone de lapela. À direita, o logotipo da OpenAI em destaque central, sobre um fundo com tons de verde e formas geométricas. No canto inferior direito, aparece o logotipo do "tecnoblog" em branco.
Sam Altman é CEO e cofundador da OpenAI (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • A Microsoft e a OpenAI anunciaram uma revisão nos termos de sua parceria, permitindo que a Microsoft continue a ter acesso aos modelos de IA da OpenAI, mas não de forma exclusiva.
  • A divisão de receitas será aplicada apenas ao faturamento da OpenAI, com a empresa pagando 20% de seu faturamento à Microsoft até 2030, com um limite total.
  • A OpenAI poderá oferecer seus produtos em qualquer plataforma de computação em nuvem, não apenas na Azure da Microsoft, mas a Azure será a primeira a receber os produtos.

Microsoft e OpenAI anunciaram, nesta segunda-feira (27/04), uma revisão nos termos de sua parceria. Com o novo acordo, a Microsoft continua tendo as licenças dos modelos de inteligência artificial da OpenAI, mas não mais de forma exclusiva.

Além disso, houve mudanças na divisão de receitas, e a OpenAI poderá oferecer seus produtos em qualquer plataforma de computação em nuvem — a Azure, da Microsoft, será apenas a primeira a receber.

O que mudou no acordo entre Microsoft e OpenAI?

Sam Altman e Satya Nadella
Sam Altman e Satya Nadella juntos em 2019 (foto: divulgação/Microsoft)

A divisão de receitas vai se aplicar apenas ao dinheiro da OpenAI — a Microsoft não fará mais pagamentos à startup. A desenvolvedora do ChatGPT fará pagamentos até 2030, sujeitos a um limite total, independentemente do progresso tecnológico dos modelos.

Essa última parte é importante: o acordo anterior incluía mudanças após a OpenAI atingir a chamada inteligência artificial geral, ou AGI, na sigla em inglês. Esse é um conceito controverso e difícil de definir — por isso, ele se tornou objeto de disputa entre as duas empresas. Agora, o termo some dos contratos.

O anúncio não entra em detalhes, mas, segundo a CNBC, a OpenAI paga à Microsoft 20% de seu faturamento, porcentagem que não sofrerá alteração nos novos termos.

O acordo mantém que a Microsoft é o principal provedor de cloud e que os produtos da OpenAI devem fazer sua estreia na Azure. Por outro lado, a startup pode oferecê-los em qualquer provedor, como AWS e Google Cloud.

A Microsoft ainda terá licenças das propriedades intelectuais da OpenAI até 2032, mas elas não serão exclusivas, segundo as empresas. Isso significa que a desenvolvedora do ChatGPT pode fazer acordos envolvendo seus modelos de inteligência artificial com outras empresas.

Relembre a parceria

A Microsoft foi uma das primeiras investidoras da OpenAI: ela apostou na empresa em 2019, anos antes do ChatGPT surgir. Ao todo, foram US$ 13 bilhões de investimentos. Graças a isso, a companhia esteve bem posicionada e foi capaz de acelerar o lançamento de produtos com IA generativa no Bing, no Edge e no Windows, por exemplo.

Em outubro de 2025, a OpenAI fez uma reestruturação em seu braço com fins lucrativos, criando uma corporação de benefício público chamada OpenAI Group PBC. A Microsoft tem uma fatia de cerca de 27% da empresa — na época, a fatia estava avaliada em cerca de US$ 135 bilhões.

Licenciamento de modelos da OpenAI não será mais exclusivo da Microsoft

Sam Altman, CEO da OpenAI, quer nível 5 antes de 2030 (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Exclusivo: Clientes do cartão Amazon são vítimas de compras não reconhecidas

24 de Abril de 2026, 16:12
Ilustração com pessoa encapuzada segurando um cartão Amazon gigante
Clientes suspeitam de clonagem e fraude (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Clientes do cartão Amazon, administrado pelo Bradescard, relatam compras não autorizadas em sequência desde 20 de abril.
  • As transações, geralmente no valor de R$ 499 e alguns centavos, ocorrem em intervalos de poucos minutos, com casos registrando até oito compras.
  • O Bradescard afirma estar investigando o ocorrido e recomenda que os clientes afetados contatem o telefone 0800 721 3244.

Diversos clientes do cartão Amazon, administrado pelo Bradescard, sofrem do mesmo problema desde o dia 20 de abril: compras feitas sem sua autorização. Os relatos, apurados em primeira mão pelo Tecnoblog, apontam para transações com valores parecidos e dificuldades no atendimento.

O caso foi trazido a nós por um leitor que também foi vítima dessa ação. Ele apontou a existência de vários episódios semelhantes no Reclame Aqui. Na plataforma, conseguimos ver pelo menos 15 reclamações nas últimas 24 horas, e há muito mais do que isso desde o dia 20.

Quase nenhuma teve retorno do banco — no único caso que encontramos com resposta, a empresa aceitou a contestação e cedeu um reembolso provisório até a análise definitiva.

Print do Reclame Aqui: Tenho um cartão Bradesco em convênio com a Amazon, que utilizo exclusivamente para compras na própria Amazon, sempre de forma online. Esse cartão permanece guardado em casa, junto ao meu passaporte, dentro de uma bolsa, ou seja, não ando com ele e não houve qualquer uso presencial de minha parte. Nesta terça-feira, 21 de abril, foram realizadas indevidamente 7 compras de aproximadamente R$ 500,00 cada, totalizando R$ 3.468,37. Além disso, meu cartão foi cadastrado em outra conta da Amazon, o que evidencia uma utilização [Editado pelo Reclame Aquil por terceiros.
Valores são parecidos em todos os incidentes (imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Print do Reclame Aqui: Transações não autorizadas em cartão Amazon BR vinculado ao Bradesco, com dificuldade de contato com o atendimento. No dia 21/04/2026, foram identificadas OITO compras indevidas, no cartão: - Três transações no valor de R$ 499,85 cada, direcionadas a ***** as 20:00; - Três transações no valor de R$ 499,83, direcionadas a ***** 5 cajamar as 20:04; -Duas transações no valos de 499,53, para ***** as 19:57.
Transações desconhecidas se repetem em poucos minutos (imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

A administradora de cartões de crédito do Bradesco diz estar “atuando ativamente na apuração do ocorrido” e instrui os clientes a buscarem o telefone 0800 721 3244.

O que aconteceu com o cartão Amazon?

As queixas são bastante parecidas: um número repetido de compras não reconhecidas, chegando a até oito em alguns casos, com poucos minutos de intervalo entre elas. Quase sempre os débitos são no valor de 499 reais e alguns centavos.

Esse é um ponto curioso, já que, caso se trate mesmo de uma fraude, o mais lógico seria tentar despistar as compras indevidas. Apesar do comportamento incomum, elas foram autorizadas pela administradora.

Print do Reclame Aqui: Tenho um cartão de crédito da Amazon. Ele é gerenciado pelo Bradescard. No dia 21/04 as 16:33 eu recebi 3 SMSs ao mesmo tempo sobre 3 débitos no meu cartão Amazon ao mesmo tempo, todas do mesmo valor de R$ 499,69. No cartão Amazon não existe nenhuma confirmação de autorização de compra, então o [Editado pelo Reclame Aquil faz a festa! O meu limite ficou em menos de R$ 150 reais, sendo que na semana passada, eu tinha pago a fatura.
Casos se multiplicam no Reclame Aqui (imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Print do Reclame Aqui: Bom dia! Dia 21/04/2026, chegou uma notificação no meu telefone informando que foi realizado uma 3 compras na empresa vila da carne, por volta de 11:00 e 11:01 nos valores de R$ 499,01, R$ 499,01 e R$ 499,01 cada, porem desconheço essas transações, acredito que tenham clonado meu cartão, pois só eu que o utilizo . Acessei o aplicativo e fiz o bloqueio do cartão, porem o cartão sumiu do aplicativo e não consigo realizar a contestação da compra. Estou ligando (*****) desde ontem para informar e comunicar o bradescard/Amazon da situação, clico em falar com algum atendente.. Passo por volta de 40 minutos aguardando o atendimento e não o consigo.
Número de relatos nos últimos dias chega a dezenas (imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Para piorar, quase todos os clientes reclamam da dificuldade no atendimento ao cliente. Alguns dizem ter ficado mais de duas horas na linha do SAC sem conseguir contestar as transações. Ao contrário do que acontece em outras empresas, o app Bradesco Cartões não emite o aviso de compras não reconhecidas.

O que disseram as empresas?

O Bradescard respondeu ao Tecnoblog que “está atuando ativamente na apuração do ocorrido” e “adotando as medidas necessárias para a solução”. A instrução a quem foi vítima dessas ações é ligar para 0800 721 3244. A Amazon apenas disse estar de acordo com o posicionamento da empresa parceira.

Exclusivo: Clientes do cartão Amazon são vítimas de compras não reconhecidas

Clientes suspeitam de clonagem e fraude (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Itaú fora do ar: clientes ficaram sem acesso ao app na manhã desta sexta (24)

24 de Abril de 2026, 09:54
Aplicativo do Itaú em um iPhone
Aplicativo do Itaú não funciona (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

O aplicativo do Banco Itaú ficou fora do ar nesta manhã de sexta-feira (24/04). Clientes disseram que não era possível usar o app e reclamaram que não era possível concluir compras e fazer pagamentos usando Pix. O internet banking via web continuou funcionando, e cartões aparentemente não tiveram problemas.

Após a publicação deste texto, o Itaú enviou o seguinte comunicado:

O Itaú Unibanco informa que identificou uma instabilidade pontual na manhã desta sexta-feira (24), que impactou uma parcela de clientes para acesso ao app. O banco ressalta que a situação já foi regularizada e que o acesso a todos os clientes está retornando gradativamente. O Itaú pede desculpas aos clientes pelo inconveniente.

No X, a empresa enviou respostas às queixas, reconhecendo o transtorno e informando sobre os trabalhos em um reparo:

Olá! Já estamos cientes dessa falha no app e pedimos desculpas pelos possíveis transtornos causados.
O time responsável já está cuidando de tudo para realizar os ajustes necessários o quanto antes.
Qualquer dúvida envia uma mensagem via DM, tá?

— Itaú (@itau) April 24, 2026

O que aconteceu com o Itaú?

Segundo o DownDetector, site que monitora a disponibilidade de serviços online, as reclamações começaram a surgir por volta de 9h, atingindo um pico por volta das 9h30. Às 10h, o número de relatos já era menor, mas ainda significativo. Poucos minutos depois, o acesso foi praticamente normalizado.

Gráfico do Itaú no DownDetector mostrando um pico por volta das 9h30
Número de queixas subiu e caiu rapidamente (imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Os relatos sobre o problema foram compartilhados no X e nos comentários do post mais recente da instituição financeira no Instagram. Inicialmente, segundo os clientes, uma mensagem de erro aparecia. Depois, correntistas passaram a dizer que um aviso de senha incorreta impedia o login.

@itau pic.twitter.com/yo24hEYEeD

— Ithallo Kelwyn (@KelwynIthallo) April 24, 2026

desgraça itau minha senha não esta erradaaaaaaa

— joão vitor (@caprisongzzz) April 24, 2026

Itaú fora do ar: clientes ficaram sem acesso ao app na manhã desta sexta (24)

Aplicativo do Itaú no celular (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Número de queixas subiu e caiu rapidamente (imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Nubank volta a receber Pix após instabilidade nesta quinta (23)

23 de Abril de 2026, 17:30
Ilustração com a marca "Nu" cerca por placas de alerta
Nubank tem problemas em transferências (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Correntistas do Nubank disseram que transferências via Pix enviadas para suas contas não apareciam em seus extratos, apesar de debitadas das contas de origem. O problema começou no meio da tarde desta quinta-feira (23/04), por volta das 16h45. Às 19h30, usuários ainda enfrentavam dificuldades. Às 20h45, o problema estava praticamente resolvido.

O Nubank entrou em contato com o Tecnoblog e enviou o seguinte comunicado:

“O Nubank informa que a instabilidade já foi integralmente solucionada.”

O que aconteceu com o Nubank?

Segundo o DownDetector, site que monitora problemas em serviços online, foram mais de 300 reclamações no fim de tarde e mais de 500 no início da noite.

Gráfico de linha de reclamações do Nubank, mostrando um primeiro pico, menor, perto das 17h, e um segundo pico, maior, perto das 19h
Reclamações se intensificaram perto das 17h e cresceram por volta das 19h (imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

O Tecnoblog encontrou no X pelo menos 20 outros relatos de clientes com problemas no recebimento de pagamentos. Em posts recentes no Instagram, há correntistas indignados nos comentários.

Print do Instagram do Nubank. São exibidos quatro comentários feitos em um intervalo de um minuto. Os quatro reclamam de Pix não creditados
Clientes usam Instagram para reclamar (imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

meu pix pro nubank não caiu

— miloca (@anelimso) April 23, 2026

@nubank cadê meu dinheiro que fiz uma transferência Pix pra minha conta e até agora o dinheiro não caiu

— 𝑬𝒗𝒆𝒓𝒔𝒐𝒏 (@eversonmateusx) April 23, 2026

eu entrando a cada momento no nubank pra ver se meu pix ja caiu, MAS N CAIU AINDA

eu to entrando em desespero!!!! e se a nubank tiver me assaltado???????

— sana (@_pjmxstars) April 23, 2026

Aparentemente, o problema não afetou outras funcionalidades da conta e do cartão. A questão ficou restrita ao Nubank: testamos o Pix em outros bancos, como C6 e XP, e não houve dificuldades.

Nubank volta a receber Pix após instabilidade nesta quinta (23)

Nubank fica fora do ar (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Reclamações se intensificaram perto das 17h e cresceram por volta das 19h (imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Clientes usam Instagram para reclamar (imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Acionistas aprovam venda da Warner para Paramount por US$ 111 bilhões

23 de Abril de 2026, 14:22
Foto da caixa d'agua com o logo da Paramount
Paramount é controlada pela família Ellison, que comanda a Oracle (imagem: divulgação/Paramount)
Resumo
  • Acionistas da Warner Bros. Discovery aprovaram a venda para o grupo da Paramount Skydance por aproximadamente R$ 552 bilhões.
  • A compra precisa de aprovação de autoridades regulatórias nos Estados Unidos e em outros países.
  • O grupo poderá fundir os serviços HBO Max e Paramount+.

Os acionistas da Warner Bros. Discovery votaram pela aprovação da aquisição da empresa pela Paramount Skydance em uma oferta de US$ 111 bilhões (aproximadamente R$ 552 bilhões, em conversão direta).

A sinalização para que o negócio siga é mais um capítulo da batalha pelo controle da Warner, que teve início com um acordo com a Netflix em dezembro de 2025, no valor de US$ 83 bilhões.

A compra ainda precisa ser aprovada por autoridades regulatórias nos Estados Unidos e em outros países — executivos imaginam que isso deve acontecer até o fim de setembro.

Com a aquisição, a Paramount Skydance passa a ser dona também de marcas famosas como CNN, HBO, TNT, DC Comics e Discovery. Vale lembrar que a empresa é controlada pela família Ellison, que também comanda a Oracle.

Os acionistas também votaram contra bônus milionários para os atuais executivos da Warner. O presidente David Zaslav, por exemplo, pode receber até US$ 887 milhões (cerca de R$ 4,4 bilhões). A decisão final, porém, ficará a cargo do conselho da empresa.

A HBO Max vai ficar mais cara?

HBO Max fica mais caro no Brasil
HBO Max ficou mais caro no Brasil em agosto de 2025 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Por enquanto, não há nada concreto sobre um novo aumento da HBO Max. No Brasil, o reajuste mais recente aconteceu em agosto de 2025, com aumentos de até 21,2%. O plano mais barato (Básico com Anúncios) custa R$ 29,90 mensais ou R$ 274,80 anuais (equivalente a R$ 22,90 por mês).

Outro streaming do novo grupo é o Paramount+, que teve aumento em fevereiro de 2026 no Brasil, com altas de até 29%. O plano mais barato sai por R$ 34,90 mensais ou R$ 309,90 anuais (equivalente a R$ 25,83 por mês).

O que temos para o futuro das duas plataformas são especulações. Em uma chamada com investidores realizada em março de 2026, David Ellison, da Paramount Skydance, disse que HBO Max e Paramount+ podem passar por uma fusão.

Apesar de Ellison não falar em preços, a fusão representaria menos opções para consumidores, podendo levar a preços mais altos, como nota a Associated Press. Hoje, se você quer ver uma série da HBO, você assina apenas a HBO Max. Futuramente, você terá que assinar um serviço maior, com um catálogo que talvez não te interesse tanto, a um preço mais alto.

Com informações da CNN e da Variety

Acionistas aprovam venda da Warner para Paramount por US$ 111 bilhões

(imagem: divulgação/Paramount)

HBO Max fica mais caro no Brasil (imgem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Google diz que 75% dos novos códigos da empresa são gerados por IA

23 de Abril de 2026, 11:01
Imagem mostra a palavra "Google", exibida em letras pretas com um brilho azul neon ao redor, centralizada em um fundo azul escuro. O fundo apresenta uma rede de polígonos azuis claros conectados por linhas finas, criando um efeito de tecnologia ou rede digital. Na parte inferior direita, o logotipo do "Tecnoblog" é visível.
Google vai cobrar uso de IA em avaliações de desempenho de funcionários (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O Google afirmou que 75% do novo código dos produtos da empresa é gerado por inteligência artificial e revisado por engenheiros humanos.
  • Migrações de código têm levado 6 vezes menos tempo ao combinar trabalho de engenheiros e agentes de IA.
  • Microsoft disse que 20% a 30% do código de alguns projetos já é escrito por IA; a Meta mira 55% das alterações com assistência de agentes de IA.

O Google declarou que 75% dos novos códigos dos produtos desenvolvidos pela empresa são gerados por inteligência artificial e revisados por engenheiros humanos. No quarto trimestre de 2025, esse número era de 50%.

A informação foi apresentada na quarta-feira (22/04), mesmo dia em que a empresa realizou um grande evento com foco em IA. A companhia também anunciou dois novos chips para treinamento de modelos e inferência e confirmou a chegada de uma nova Siri ainda em 2026, fruto da parceria com a Apple.

Como o Google está usando IA na programação?

Sundar Pichai é CEO do Google (foto: divulgação)
Sundar Pichai ressaltou a contribuição da IA em tarefas complexas (foto: divulgação)

Como explica a Business Insider, a estratégia do Google é colocar os engenheiros para usar modelos Gemini para gerar código. Alguns receberam metas bastante específicas de uso da tecnologia, que serão consideradas nas avaliações de desempenho deste ano.

No Google DeepMind, braço da empresa dedicado à pesquisa em IA, alguns funcionários receberam autorização para usar o Claude Code. Segundo a publicação, isso causou um certo mal-estar dentro da companhia.

Seja como for, parece estar dando resultado. “Recentemente, uma migração de código particularmente complexa foi feita por agentes e engenheiros. Trabalhando juntos, eles conseguiram completar a tarefa seis vezes mais rapidamente do que seria possível há um ano, somente com engenheiros”, explica Sundar Pichai, CEO do Google.

Não são só os engenheiros que estão usando IA no Google. De acordo com uma reportagem de fevereiro de 2026 da Business Insider, gerentes têm cobrado que funcionários de cargos não-técnicos empreguem a tecnologia em suas tarefas, como para fazer anotações durante reuniões.

O que outras empresas estão fazendo com IA?

Em abril de 2025, Satya Nadella, CEO da Microsoft, disse que entre 20% e 30% dos códigos de alguns dos projetos da empresa estavam sendo escritos com IA. Kevin Scott, CTO da companhia, fez uma previsão de que 95% da programação será feita por essa tecnologia nos próximos cinco anos.

A Meta pretende que 55% das alterações de códigos feitas por engenheiros de software tenham assistência de agentes de IA. Para o segundo semestre de 2026, a companhia deseja que 65% dos engenheiros usem IA em 75% do código.

A gigante das redes sociais também pretende contar com um “clone de IA” de seu CEO e fundador, Mark Zuckerberg, para dar feedback a funcionários. A ideia é que eles se sintam mais próximos da cultura da empresa.

Com informações da Business Insider

Google diz que 75% dos novos códigos da empresa são gerados por IA

Google investe em inteligência artificial há mais de uma década, Sundar Pichai disse no Google I/O 2024 (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Duolingo libera cursos de nível B2 gratuitamente; veja os idiomas

22 de Abril de 2026, 12:12
Ilustração com ícone do Duolingo em uma tela de celular
Duolingo terá cursos mais longos (imagem: divulgação)
Resumo
  • O Duolingo disponibiliza cursos de nível B2 no plano gratuito, incluindo inglês, espanhol, francês, alemão, italiano, português, japonês, coreano e chinês (mandarim).
  • O nível B2 é o quarto de 6 níveis do CEFR e classifica o aluno como “usuário independente”, capaz de interagir, compreender textos complexos e expressar pontos de vista.
  • Os cursos incluem aulas para compreender notícias, filmes e piadas, com formatos como DuoRadio, explicações de respostas e miniunidades.

O Duolingo anunciou que os cursos de inglês, espanhol, francês, alemão, italiano, português, japonês, coreano e chinês (mandarim) agora chegam à pontuação 129 no app, equivalente ao fim do nível B2 na escala CEFR.

O nível B2 é o quarto de um total de seis do Quadro Europeu Comum de Referência para Línguas (CEFR, na sigla em inglês). Ao atingi-lo, o aluno é considerado um “usuário independente da língua”, capaz de interagir, compreender textos complexos e expressar pontos de vista em vários assuntos.

“Há um motivo pelo qual insistimos em disponibilizar conteúdo de nível B2 para nossos cursos mais populares: em geral, esse é o nível de proficiência que permite conseguir um emprego”, explica a empresa em seu blog.

Quais são as novidades nos cursos?

Três telas de smartphones lado a lado exibem a interface do aplicativo Duolingo em um fundo azul vibrante com ícones flutuantes. Na primeira tela, em espanhol, um chat pergunta se o pão está vencido ou pintado de verde; as opções são "Ay, melhor no lo comas" e "Ay, sí, ese es el mejor". A tela central, em francês, pede o significado de "Décapotable" com o texto "Le toit des voitures décapotables peut être enlevé"; a resposta correta é "convertible". A terceira tela, em coreano, exibe o comando "Speak this sentence" sobre um texto em caracteres coreanos e o botão "TAP TO SPEAK". Abaixo de cada celular, há um ícone circular com as bandeiras da Espanha, França e Coreia do Sul, respectivamente.
Espanhol, francês e coreano são alguns dos cursos que receberam mais conteúdo (imagem: divulgação)

De acordo com a plataforma, os programas agora incluem aulas para compreender notícias, filmes e piadas. Formatos apresentados nos últimos anos também farão parte dos cursos, como episódios da DuoRadio (um podcast fictício), explicações de respostas e miniunidades.

Um ponto importante é que a extensão será oferecida para falantes de quase todos os outros idiomas presentes na plataforma, que quase sempre não encontram opções em cursos online sem ser inglês. Como exemplifica o Duolingo, isso pode ajudar um ucraniano aprendendo alemão, um espanhol estudando japonês ou um chinês procurando trabalho na França.

Vale dizer que a empresa entrou com tudo na onda da inteligência artificial generativa, usando a tecnologia para dar explicações sobre erros e fazer chamadas de vídeo com personagens do app. Internamente, porém, a transição teve pontos polêmicos, como a obrigatoriedade de usar IA no trabalho, abandonada após críticas.

Com informações do TechCrunch

Duolingo libera cursos de nível B2 gratuitamente; veja os idiomas

Espanhol, francês e coreano são alguns dos cursos que receberam mais conteúdo (imagem: divulgação)

Meta vai monitorar computador de funcionários para treinar IA, diz reportagem

21 de Abril de 2026, 18:42
Arte com a logomarca da Meta ao centro e o rosto de Mark Zuckerberg abaixo. Na parte inferior direita está a logomarca do Tecnoblog.
Mark Zuckerberg é fundador e CEO da Meta (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • A Meta vai instalar software de monitoramento nos computadores de funcionários nos Estados Unidos para treinar modelos de inteligência artificial.
  • O programa roda em apps e sites relacionados ao trabalho e tenta entender como humanos usam computadores, incluindo atalhos de teclado e escolha de menus do tipo dropdown.
  • Funcionários demonstraram indignação nas redes internas, pois não há como desativar o monitoramento.

A Meta está instalando software de monitoramento nos computadores de seus funcionários nos Estados Unidos. A ideia é capturar movimentos de mouse, cliques e digitação para treinar modelos de inteligência artificial, com o objetivo de que eles sejam capazes de realizar tarefas profissionais futuramente. As informações constam em duas reportagens: uma da Reuters e outra da Business Insider.

Segundo a Reuters, o projeto se chama Model Capability Initiative (”iniciativa de capacitação de modelos”, em tradução livre) e vai rodar em apps e sites relacionados ao trabalho, além de capturar ocasionalmente o que está nas telas dos computadores.

A Business Insider diz que o software tentará entender como os humanos usam computadores, incluindo o uso de atalhos de teclado e escolha de menus do tipo dropdown.

Funcionários mostram desconforto com iniciativa

De acordo com a Business Insider, a iniciativa foi recebida com indignação pelos trabalhadores da Meta.

“Isso me deixa super desconfortável. Como eu desativo?” foi, segundo a reportagem, o comentário com mais curtidas no post sobre a mudança na rede interna da Meta. Além disso, a carinha com raiva foi a reação mais comum ao anúncio.

Andrew Bosworth, CTO da empresa, confirmou que não há como desativar o monitoramento — e também recebeu carinhas de choro, choque e raiva como reação.

Como observa a Business Insider, os funcionários da Meta já tinham seus computadores de trabalho sob vigilância há bastante tempo, o que significa que o novo programa é mais uma extensão das regras existentes do que uma mudança de política.

Advogados ouvidos pela Reuters disseram que não há leis que impeçam a prática nos Estados Unidos — na Europa, monitorar equipamentos de funcionários pode ser considerado ilegal.

Meta aposta em IA para produtividade

Arte com o rosto de Mark Zuckerberg à esquerda, em arte de cor rosa, e outra foto de Zuckerberg à direita, em arte de cor azul. Na parte inferior direita está a logomarca do Tecnoblog.
Mark Zuckerberg quer usar clone para se aproximar de funcionários (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Colocar a IA para aprender a trabalhar é parte de um esforço maior da Meta, que deseja que a tecnologia consiga auxiliar (ou mesmo executar) tarefas internas e como forma de elevar a produtividade da companhia.

O próprio Mark Zuckerberg, CEO da Meta, está participando ativamente de projetos do tipo. Ele vem desenvolvendo um agente de IA para auxiliar em suas próprias tarefas, e já consegue dar respostas com mais rapidez graças à tecnologia. O executivo também pretende criar uma espécie de clone para conversar com funcionários e dar feedback a eles.

Com informações da Reuters e da Business Insider

Meta vai monitorar computador de funcionários para treinar IA, diz reportagem

Mark Zuckerberg é fundador e CEO da Meta (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Mark Zuckerberg é fundador e CEO da Meta (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

WhatsApp Plus começa a ser testado; conheça as diferenças da versão paga

21 de Abril de 2026, 16:37
Imagem mostra o logo do WhatsApp ao centro, sobre um fundo verde com faixas diagonais em verde mais claro. O logo consiste em um balão de diálogo branco com um contorno verde mais escuro, contendo um ícone de telefone branco dentro. Na parte inferior direita, o logotipo do "Tecnoblog" é visível, em fonte de cor branca.
WhatsApp pago é objeto de rumores desde janeiro de 2026 (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • A Meta começou a liberar o WhatsApp Plus, versão paga do WhatsApp, para alguns usuários.
  • O WABetaInfo reporta preço de 2,49 euros mensais na União Europeia.
  • O WhatsApp Plus inclui figurinhas premium, mudança de tema do app e ícone personalizado, entre outros recursos.

A Meta começou a liberar uma versão paga do WhatsApp para alguns usuários. Chamada WhatsApp Plus, a assinatura traz, em grande parte, mudanças estéticas, como ícones, temas e ringtones.

De acordo com o site WABetaInfo, especializado na cobertura de notícias sobre o mensageiro, o preço na União Europeia é de 2,49 euros mensais (R$ 14,55, em conversão direta). No Reddit, um usuário paquistanês relatou que, por lá, o WhatsApp Plus custa 299 rúpias paquistanesas (R$ 4,07).

Três smartphones exibem a interface do WhatsApp Plus. No primeiro, o menu "App theme" mostra uma grade com vinte círculos coloridos para personalização, com o verde selecionado. Abaixo, o botão "Get WhatsApp Plus". O segundo aparelho mostra a lista de conversas com elementos em tom coral, como o botão de nova mensagem e notificações. O terceiro exibe um chat com fundo bege claro e detalhes em coral. No topo das telas, lê-se o texto "WABETAINFO" em marca-d'água transparente.
Seleção de cores do app é uma das novidades (imagem: reprodução/WABetaInfo)

Ainda não sabemos quanto o WhatsApp Plus vai custar no Brasil, mas essas informações do exterior indicam que o preço provavelmente será ajustado por mercado.

O que muda no WhatsApp Plus?

Na tela compartilhada pelo WABetaInfo, o WhatsApp lista os diferenciais de sua versão paga:

  • Figurinhas premium
  • Mudar tema do app
  • Escolher um ícone personalizado
  • Fixar conversas extras
Um smartphone centralizado mostra a lista de conversas do WhatsApp sobre um fundo verde claro. Uma janela sobreposta no centro da tela exibe o aviso: "You can only pin 20 chats". Abaixo, o texto "Add this chat to a list instead. Lists appear as filters at the top of your Chats tab.", seguido pelos botões "Cancel" e "Add to list instead". Na lista de conversas ao fundo, vê-se um ícone de fixação (pin) cinza ao lado de um chat. A marca-d'água "WABETAINFO" cruza o centro da imagem.
Assinantes poderão fixar até 20 conversas (imagem: reprodução/WABetaInfo)
  • Ringtones premium
  • Listas de conversas com melhorias

Assinatura é esperada há meses

Algumas das primeiras notícias sobre uma versão paga do WhatsApp surgiram em janeiro de 2026. Na época, a especulação era de recursos extras turbinados por inteligência artificial.

Em março, já ficou claro que a ideia da Meta não era bem essa. Naquele mês, a empresa começou a liberar uma lista de espera para o pacote por assinatura, apresentando alguns dos diferenciais da lista já citada. A propaganda do recurso começou a aparecer até mesmo na tela de seleção de stickers.

Ter uma assinatura paga opcional não é exclusividade do WhatsApp. O Telegram, um de seus principais concorrentes, oferece um pacote premium com limites maiores para envios de arquivos, downloads mais rápidos, transcrições de voz, imagens de perfil animadas e remoção de anúncios do app, entre outros diferenciais.

Com informações do Android Police e do TechCrunch

WhatsApp Plus começa a ser testado; conheça as diferenças da versão paga

Marca do WhatsApp (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Seleção de cores do app é uma das novidades (imagem: reprodução/WABetaInfo)

Assinantes poderão fixar até 20 conversas (imagem: reprodução/WABetaInfo)

GitHub congela novas assinaturas do Copilot para evitar quedas e prejuízos

21 de Abril de 2026, 13:13
Logo do GitHub
Segundo empresa, custos estão superando preço da assinatura com facilidade (imagem: divulgação)
Resumo
  • O GitHub, da Microsoft, pausou novas assinaturas dos planos pagos Copilot Pro, Pro+ e Student.
  • A plataforma terá avisos de limite de uso no VS Code e no Copilot CLI, com mensagem ao atingir 75% do teto.
  • O serviço relacionou as mudanças a custos altos, causados por fluxos de trabalho com agentes de IA por longos períodos.

O GitHub, da Microsoft, anunciou mudanças nos planos individuais do Copilot, seu assistente para geração de códigos com inteligência artificial. A principal medida é uma pausa em novas assinaturas dos planos pagos Pro, Pro+ e Student. Além disso, haverá avisos para controle dos limites de uso

O que mudou?

O GitHub fará três ações para impedir o desgaste do serviço.

  • Novas assinaturas de planos Pro, Pro+ e Student estão pausadas — o Copilot Free continua disponível, e usuários atuais podem fazer upgrades.
  • Limites de uso agora aparecem no VS Code e no Copilot CLI para que os clientes consigam administrar esses recursos. Nas duas plataformas, uma mensagem aparecerá quando o uso chegar a 75% do teto.
  • Modelos Opus, da Anthropic, não estão mais disponíveis para assinantes Pro.

GitHub quer combater custos altos

“Sabemos que essas mudanças são disruptivas”, diz Joe Binder, vice-presidente de produto, em um post no blog da empresa. Ele explica que as limitações têm relação com fluxos de trabalho que envolvem agentes de IA.

Captura de tela de uma interface de chat de inteligência artificial intitulada "ADDING MISSING UNIT TESTS". No topo, há um balão azul com a pergunta: "Can you make sure to add unit tests to the new load balancing functionality that was introduced?". Abaixo, a resposta da IA diz: "I've evaluated the current test cases and identified additional unit tests. Creating additional tests and updating relevant documentation.". Um quadro de aviso exibe um ícone de alerta amarelo e o texto: "You've used 75% of your weekly rate limit. Your weekly rate limit will reset on April 27 at 8:00 PM.", seguido pelo link "Learn More". Na barra inferior, o modelo selecionado é o "Claude Opus 4.7". No canto inferior esquerdo, lê-se "Local" e "Default Approvals". O fundo da interface é cinza escuro com textos em branco e azul.
Avisos aparecerão no VS Code e no Copilot CLI (imagem: divulgação)

“Agentes têm se tornado responsáveis por mais trabalho, e mais clientes estão atingindo os limites projetados para manter a confiabilidade do serviço”, analisa. “Se não tomarmos medidas mais drásticas, a qualidade do serviço vai piorar para todos.”

Outro problema envolvendo o serviço são os custos. Binder diz isso no fim do texto. “Esses fluxos de trabalho paralelos e de longa duração são muito vantajosos para os clientes, mas também desafiam nossa infraestrutura e nossos preços”, explica. “Hoje em dia, é comum que algumas solicitações incorram em custos que excedem o preço do plano!”

A questão não é exclusiva do GitHub Copilot — que, diga-se, dá prejuízo há alguns anos. Algumas empresas passaram a monitorar o uso de IA por seus funcionários: quem gasta muitos tokens está recebendo atenção especial, pois pode se tratar de uma alta produtividade ou de uma ineficiência enorme.

Com informações do The Next Web e do Neowin

GitHub congela novas assinaturas do Copilot para evitar quedas e prejuízos

Avisos aparecerão no VS Code e no Copilot CLI (imagem: divulgação)

WhatsApp testa resumo de IA para múltiplas conversas

21 de Abril de 2026, 11:17
Imagem mostra a tela de um celular mostrando uma conversa no WhatsApp. A parte superior da tela exibe o nome "João", a informação "visto por último hoje às 05:55", ícones de videochamada e chamada de voz, além de indicadores de sinal e bateria. A interface do WhatsApp é verde e branca. O fundo da imagem é verde claro e, na parte inferior direita, está o logotipo do "Tecnoblog".
Ideia é ganhar tempo e saber quais são as mensagens mais importantes (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • WhatsApp testa recurso para resumir mensagens não lidas de múltiplas conversas com a Meta AI; a função só resume um conversa por vez no estado atual
  • O botão “Get a summary” aparece no código do app beta para iOS, mas não tem data prevista para estreia
  • A Meta diz que o resumo usa processamento em ambiente de execução de confiança (Private Processing/TEE) e que terceiros não podem acessar os dados.

A Meta está trabalhando em uma funcionalidade para resumir mensagens não lidas de diversas conversas de uma vez só, usando a inteligência artificial Meta AI. Atualmente, isso só pode ser feito separadamente para cada conversa.

O recurso, que não tem data prevista para estrear, está no código da versão beta do app para iOS. O site especializado WABetaInfo descobriu o recurso e conseguiu uma prévia da interface.

Como funcionará o resumo de conversas do WhatsApp?

Duas capturas de tela lado a lado mostram a interface do WhatsApp para iOS em modo escuro. No topo, lê-se "Chats" e uma barra de busca com o texto "Search unread chats". Filtros como "All", "Unread 2" e "Favorites" aparecem abaixo. Na imagem à esquerda, acima de duas conversas não lidas ("WBI-U" e "WBI"), surge o botão flutuante "Get a summary" com um ícone roxo da Meta AI. Na imagem à direita, o botão foi substituído por um card que exibe o título "Summary" e a mensagem "No unread chats found".
Recurso aparece no código da versão beta, mas ainda não funciona (imagem: reprodução/WABetaInfo)

Nas telas compartilhadas pela publicação, há um botão “Get a summary” (”Receba um resumo”, em tradução livre) logo acima da lista de conversas. Não está claro se esse atalho aparece na lista geral ou só quando o filtro de mensagens não lidas está ativo.

Ao tocar nele, o WhatsApp resume as conversas ainda não acessadas e mostra os pontos mais importantes de cada uma delas.

WhatsApp já resume conversas individualmente

O futuro recurso expande uma ferramenta já presente no mensageiro da Meta. Ao acessar uma conversa, o WhatsApp apresenta um botão logo antes das mensagens não lidas com a opção de resumi-las.

A questão é que, hoje, é necessário fazer isso a cada conversa. Como observa o WABetaInfo, é pouco prático, principalmente caso você fique offline por um período longo e tenha que se atualizar sobre muitas conversas.

Com o futuro recurso, a ideia é facilitar esse processo, reunindo resumos de todas as conversas em um só lugar.

Meta promete privacidade

O resumo das conversas não lidas deverá seguir o mesmo procedimento da ferramenta atual. A Meta afirma que os conteúdos são resumidos usando um ambiente de execução de confiança (TEE, na sigla em inglês).

Nesta arquitetura, os dados são enviados a uma área isolada de um servidor, e terceiros não podem acessá-los. A companhia deu o nome de Private Processing à implementação dessa tecnologia no WhatsApp.

Mesmo com esses cuidados, há críticas ao modelo: especialistas consideram que o simples fato de os dados saírem do aparelho do usuário já é um aumento no risco de ciberataques.

Com informações do WABetaInfo

WhatsApp testa resumo de IA para múltiplas conversas

WhatsApp (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Recurso aparece no código da versão beta, mas ainda não funciona (imagem: reprodução/WABetaInfo)

Uber: código para confirmar viagens passa a ser fixo

17 de Abril de 2026, 16:46
Imgem mostra uma pessoa ao volante, teclando sobre um celular preso ao lado do volante. O aparelho está abrindo o aplicativo Uber. Na parte inferior direita, o logotipo do "tecnoblog" é visível.
Código evita embarque no carro errado (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • A Uber vai alterar o código de confirmação de viagens para uma combinação fixa, gerada aleatoriamente no primeiro uso e válida para as próximas corridas, com opção de o passageiro alterar a combinação.
  • O recurso segue opcional: pode ser ativado por usuários para corridas em horários selecionados ou por motoristas para solicitar a combinação nos períodos escolhidos.
  • A Uber recusa combinações fáceis de adivinhar, como 1234 e 0000; o código é exigido para iniciar a corrida e evita desencontros entre passageiro e motorista.

A Uber fará uma alteração no seu código para confirmar viagens: ele vai passar a ser uma combinação fixa, podendo ser decorada pelo passageiro para iniciar uma corrida. A mudança ocorrerá nos próximos dias, segundo a empresa.

Até agora, o código de segurança da Uber era aleatório e mudava a cada viagem, obrigando o cliente a checar o novo número. “Entendemos que nossos usuários enfrentam situações em que o tempo é precioso — quando a bateria do celular está acabando após já ter solicitado a corrida ou quando querem minimizar o tempo parado dentro do veículo para comunicar o código”, diz a empresa.

Ilustração de pessoa sentada no capô de um carro preto. Ao fundo, um aplicativo de transporte.
Código continuará sendo opcional (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O recurso continua sendo opcional e pode ser programado para todas as corridas ou apenas em horários específicos. A configuração pode ser ativada pelos usuários (que passam a informar o código nos horários selecionados) ou pelos motoristas (que passam a perguntar a combinação nos períodos escolhidos).

Como o novo código da Uber vai funcionar?

Segundo o comunicado enviado pela empresa, o primeiro código será gerado aleatoriamente e continuará cadastrado para as próximas viagens. O usuário terá a opção de alterá-lo por uma combinação de sua preferência.

A Uber recomenda não usar informações pessoais na combinação. Além disso, sequências fáceis de adivinhar, como 1234 ou 0000, são recusadas pelo aplicativo.

Para que serve o código da Uber?

O código é necessário para iniciar uma corrida. É uma forma de garantir que passageiro e motorista estão na viagem certa. Isso evita, por exemplo, que o condutor inicie a viagem sem o usuário — coisa que pode acontecer até mesmo por acidente — ou mesmo que um cliente entre no carro errado.

Como explica a Uber, a ferramenta é pensada para situações como “saídas de eventos, aeroportos, rodoviárias e outros locais com grande aglomeração de pessoas”.

Uber: código para confirmar viagens passa a ser fixo

Uber (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Uber (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Apple vai corrigir mudança que impediu usuário de usar seu próprio iPhone

17 de Abril de 2026, 13:47
iPhone 17 Pro (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
iPhone ficou inacessível sem o caractere especial (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Resumo
  • A Apple trabalha em correção de mudança no teclado do iOS que impediu um usuário de digitar a senha de desbloqueio do iPhone.
  • O caso envolve o estudante Connor Byrne, que usou uma senha alfanumérica com o caractere caron (ˇ), removido do teclado tcheco na atualização do iOS 26.
  • Byrne disse, em entrevista, que pretende trocar o iPhone por um Android.

A Apple está trabalhando em uma correção para a mudança no teclado que impediu um usuário de digitar sua senha e, com isso, poder usar seu iPhone.

As informações foram obtidas pelo site The Register e são um desdobramento do caso do estudante Connor Byrne, que teve repercussão durante a semana. O conserto deve vir em uma futura atualização do iOS, mas ainda não se sabe como isso se dará na prática.

O que aconteceu com a senha do iPhone?

Celular exibe a tela da troca de senha do iPhone
PIN é a forma mais simples de senha (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Byrne usava uma senha alfanumérica (com letras, números e caracteres especiais) para desbloquear seu iPhone. Essa é uma opção menos conhecida de usuários do iOS, que geralmente preferem PINs (senhas numéricas) de quatro ou seis dígitos. As senhas alfanuméricas são mais seguras.

O estudante foi além e incluiu um caractere especial pouco comum na sua combinação: o caron ou háček, que é uma espécie de acento circunflexo invertido (ˇ).

O caron é usado em línguas bálticas e eslavas. Ele estava presente no teclado tcheco do iOS, mas foi removido na atualização para o iOS 26. Ainda é possível digitar letras com o sinal (“ě”, por exemplo), mas não o acento sozinho.

Byrne, então, deixou de ter como digitar sua senha e ficou sem acesso a fotos e arquivos, além de não poder usar o aparelho.

No Reddit, outras pessoas relataram problemas semelhantes: um usuário disse que não conseguiu mais digitar sua senha em um iPad depois do iPadOS 15, problema que só teria uma correção no iPadOS 17. O tablet, porém, não tinha suporte à atualização.

Estudante vai trocar iPhone por Android

Em entrevista ao Register, Byrne disse ter sentimentos contraditórios sobre a informação: estava impressionado por um conserto estar a caminho nove dias após o relato, mas também estava incrédulo que a mudança havia sido aprovada.

O estudante também revelou que, mesmo com o reparo, vai trocar de aparelho e comprar um com Android, em busca de câmeras melhores.

Com informações do Register

Apple vai corrigir mudança que impediu usuário de usar seu próprio iPhone

iPhone 17 Pro (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Veja o passo a passo para criar uma nova senha para o iPhone (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Órgão americano vai reduzir análises de vulnerabilidades de cibersegurança

16 de Abril de 2026, 18:59
Notebook com símbolos de segurança no entorno
CVE ajuda na catalogação de falhas e serve para facilitar comunicação entre profissionais do setor (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O NIST anunciou redução de análises de vulnerabilidades do programa Common Vulnerabilities and Exposures (CVE), com “enriquecimento” apenas para CVEs que atendam critérios específicos.
  • O órgão fará análises detalhadas quando a CVE estiver no catálogo KEV da CISA, afetar softwares usados pelo governo federal dos EUA e estiver relacionada a softwares críticos.
  • Segundo o instituto, houve um aumento de 263% nas descobertas entre 2020 e 2025, o que gerou sobrecarga nos trabalhos.

O Instituto Nacional de Padrões e Tecnologia dos Estados Unidos (NIST, na sigla em inglês) anunciou que limitará as análises que atualmente executa em vulnerabilidades de cibersegurança. Esse trabalho faz parte do programa Common Vulnerabilities and Exposures (CVE).

Com a nova política, nem todas as vulnerabilidades listadas no CVE receberão o que a agência chama de “enriquecimento”, isto é, uma análise detalhada, que inclui notas de gravidade para as brechas encontradas.

O que vai mudar?

Placa de sinalização externa da entrada "Gate A" do "NIST". A estrutura possui um design moderno com painéis sobrepostos em branco e azul, apoiada sobre uma base retangular de pedras rústicas em tons de cinza e marrom. À esquerda, destaca-se "Gate A" em azul. No painel principal, lê-se o logotipo "NIST" seguido por "NATIONAL INSTITUTE OF STANDARDS AND TECHNOLOGY" e "U.S. DEPARTMENT OF COMMERCE". O fundo apresenta gramado verde, árvores densas e um poste de iluminação sob luz diurna.
NIST adicionava informações detalhadas a CVEs (foto: R. Wilson/NIST)

De acordo com um comunicado publicado na quarta-feira (15/04), o NIST só fará análises detalhadas de vulnerabilidades que atendam a certos critérios, como:

  • inclusão no catálogo de vulnerabilidades conhecidas e exploradas (KEV) da Agência de Cibersegurança e Segurança de Infraestrutura (CISA)
  • presença em softwares usados pelo governo federal dos EUA
  • presença em softwares críticos

Além disso, o NIST continuará a listar todas as vulnerabilidades descobertas em sua Base Nacional de Dados de Vulnerabilidades (NVD).

Por que o NIST vai mudar sua política?

Como explica o site Cybersecurity Dive, ferramentas de inteligência artificial para detectar vulnerabilidades criaram uma onda gigante de descoberta de falhas — de acordo com o NIST, foi um crescimento de 263% entre 2020 e 2025. Com isso, instituições que mantêm bases de dados desse tipo passaram a ficar sobrecarregadas.

Foi o que aconteceu com o NIST. O órgão não vem conseguindo acompanhar o volume de vulnerabilidades nos últimos anos, levando-o a repensar sua abordagem.

“Isso nos permitirá focar nas CVEs com maior potencial para impacto generalizado”, explica o instituto. “Embora CVEs que não atendam a esses critérios tenham um impacto significativo nos sistemas afetados, elas geralmente não apresentam o mesmo nível de risco sistêmico do que as que estão nas categorias priorizadas.”

O que é o CVE?

CVE é a sigla para Common Vulnerabilities and Exposures, ou “vulnerabilidades e exposições comuns”, em tradução livre. Trata-se de uma base de dados de falhas de cibersegurança identificadas.

Geralmente, quando escrevemos sobre vulnerabilidades, listamos um código composto por CVE, o ano e mais alguns dígitos. Esse é um identificador daquele problema específico, e serve para evitar confusões entre profissionais do setor.

Esse não é o primeiro abalo na base de dados CVE nos últimos anos. Em abril de 2025, o projeto quase ficou sem verbas diante da demora da CISA em renovar o contrato com a organização sem fins lucrativos Mitre, que administra a base de dados.

Com informações do Cybersecurity Dive

Órgão americano vai reduzir análises de vulnerabilidades de cibersegurança

Roteadores foram comprometidos pela botnet AyySSHush (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

NIST adicionava informações detalhadas a CVEs (foto: R. Wilson/NIST)

Amazon apresenta nova geração do Fire TV Stick HD

16 de Abril de 2026, 16:55
Imagem em plano superior oblíquo mostrando um Amazon Fire TV Stick e seu controle remoto correspondente sobre uma superfície de concreto claro. O Fire TV Stick é um dispositivo preto e retangular, com o conector HDMI metálico visível em uma extremidade e o logo "fire tv" na parte superior. O controle remoto é preto e ovalado, com diversos botões cinzas, incluindo um botão azul redondo no topo com o ícone de microfone. Abaixo, há um anel direcional central e botões para navegação, volume, mute e botões de atalho coloridos com os logos de "prime video" (azul) e "NETFLIX" (vermelho). A luz suave incide sobre os objetos.
Design compacto é a principal novidade (imagem: divulgação)
Resumo
  • A Amazon lançou a nova geração do o Fire TV Stick HD no exterior por US$ 34,99; não há informação de lançamento no Brasil.
  • O novo Fire TV Stick HD tem 30% menos largura e foi pensado para portabilidade.
  • O aparelho traz suporte a alimentação por porta USB da TV, Wi‑Fi 6 e Bluetooth 5.3.

A Amazon lançou, nesta quarta-feira (15/04), a mais nova geração do dongle para streaming Fire TV Stick HD. Nos Estados Unidos, ele custará US$ 34,99 (cerca de R$ 175, em conversão direta). Por enquanto, não há informações sobre lançamento no Brasil.

Um dos principais diferenciais do novo modelo é o tamanho. Segundo a Amazon, ele é 30% menor que a geração anterior, sendo mais compacto que os modelos antigos em volume e largura.

Comparando os dois modelos, temos pequenos aumentos em comprimento e espessura, mas uma grande redução na largura. Estas são as medidas:

  • Novo Fire TV Stick HD: 91,5 x 21,1 x 14,5 mm
  • Fire TV Stick HD anterior: 86 x 30 x 13 mm

Além disso, pode funcionar com a energia de uma porta USB da própria TV, dispensando o uso de um adaptador de tomada. Isso não é inédito em produtos dessa categoria, mas é sempre interessante pela praticidade.

Fotografia de um quarto de hotel de luxo à noite. No centro, uma cama de casal com cabeceira cinza, lençóis claros, travesseiros brancos e cinzas, e uma manta escura aos pés. Ao lado esquerdo, um criado-mudo branco com uma luminária acesa, um vaso de flores e prateleiras com livros. Ao fundo, uma grande janela do chão ao teto com cortinas escuras abertas, revelando uma vista noturna da cidade. Na parede direita, uma TV de tela plana exibe um menu de streaming. Um círculo em destaque mostra o detalhe lateral da TV, onde um Fire TV Stick (dispositivo preto) com a marca "fire tv" está conectado a uma porta HDMI, junto a outros cabos. Uma seta branca aponta da TV para o círculo.
Amazon quer que você compre um Fire TV Stick HD para levar na mala (imagem: divulgação)

A Amazon destaca a possibilidade de usá-lo durante viagens, em televisores de hotéis, por exemplo. “O novo aparelho é projetado não apenas para caber em uma mala de bordo ou bolso, mas também para se encaixar com mais facilidade em uma porta HDMI junto a outras tomadas e cabos na traseira de uma TV”, diz o comunicado da companhia.

Alexa+ e mais recursos

Um dos destaques do Fire TV Stick HD é o suporte à Alexa+. Essa é uma versão da Alexa que promete ser poderosa, graças a poderes da inteligência artificial generativa. Por enquanto, a Alexa+ está disponível apenas nos Estados Unidos, no Canadá e no Reino Unido.

Em outros recursos, o Fire TV Stick HD tem suporte a resolução Full HD (apenas modelos mais caros têm 4K), Wi-Fi 6 e Bluetooth 5.3 — não são especificações de última geração, mas são evoluções em relação à versão anterior, que tinha Wi-Fi 5 e Bluetooth 5.0.

A Amazon diz que o novo modelo é 30% mais rápido que seu antecessor — curiosamente, ambos usam processadores quad-core de 1,7 GHz.

A empresa também destaca a experiência redesenhada do sistema Vega OS. Este é o segundo aparelho da marca a contar com o sistema operacional que, ao contrário de seu antecessor, não usa o Android como base.

A interface conta com categorias separadas para filmes, séries e programas, conteúdo ao vivo, esportes e notícias. Ainda em software, há novos recursos de acessibilidade, como ferramentas para reforçar o volume dos diálogos, descrições em áudio e texto em alto contraste.

Atualizado às 11:38 de 17/04 com informações sobre o Vega OS.

Amazon apresenta nova geração do Fire TV Stick HD

Design compacto é a principal novidade (imagem: divulgação)

Amazon quer que você compre um Fire TV Stick HD para levar na viagem (imagem: divulgação)

Review do Motorola Signature: câmera e desempenho para brigar pelo topo

8 de Abril de 2026, 14:17
Motorola Signature
Chegou o novo desafiante (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

O Motorola Signature é um smartphone ultra-premium da marca anunciado durante a CES 2026, que chegou ao Brasil com preço sugerido de R$ 8.999.

Para concorrer no segmento de topo de linha, o Signature terá que enfrentar modelos poderosos das linhas iPhone 17 e Galaxy S26, entre outros pesos-pesados.

Nessa disputa, seus atrativos são quatro câmeras de 50 megapixels, tela de 165 Hz, carregador de 125 W e o chip Snapdragon 8 Gen 5, que não é o Elite.

Nós testamos todos os detalhes, e contamos para você os prós e contras do Motorola Signature neste review completo.


Prós
  • Ótima construção e acabamento
  • Smart Connect para se ligar a outros dispositivos
  • Carregamento muito rápido
  • Desempenho de alto nível
  • Câmeras excelentes
Contras
  • Tamanho meio desajeitado
  • Falta calibração de cores e brilho nas câmeras
  • Limitações da Moto AI
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

Assista ao Review do Motorola Signature no YouTube

Aviso de ética

Tecnoblog é um veículo jornalístico independente que ajuda as pessoas a tomarem sua próxima decisão de compra desde 2005. Nossas análises não têm intenção publicitária, por isso ressaltam os pontos positivos e negativos de cada produto. Nenhuma empresa pagou, revisou ou teve acesso antecipado a este conteúdo.

O Signature foi cedido por empréstimo pela Motorola e será devolvido após os testes. Para mais informações, acesse a nossa Política Editorial.

O que vem na caixa do Motorola Signature?

Ao comprar um Motorola Signature você recebe essa caixa, que vem com o celular, obviamente. Dentro dela, tem também um carregador de 125 W, um cabo USB-C para USB-C, um documento com a garantia e uma chave para abrir a bandeja do chip nanoSIM. Se você queria também uma capinha, vai ter que comprar separadamente, porque não vem nenhuma.

Motorola Signature, carregador e caixa
Carregador de 125 W é mais que suficiente para recarga máxima de 90 W (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Um detalhe interessante é que a caixa vem perfumada! A Motorola tem se dedicado muito ao design e aos materiais dos aparelhos e, nessa linha, passou a colocar um cheirinho na embalagem. Chique, né?

Design: caprichado nos mínimos detalhes

Traseira em vegan leather do Motorola Signature
Cor verde-oliva puxa para o dourado (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

A Motorola caprichou no acabamento do Signature. Na parte de trás, ele tem um revestimento de material sintético que imita couro, também conhecido como vegan leather. Nas laterais, a moldura é de alumínio. É bem bonito, viu?

Essa unidade que a Motorola mandou para a gente é da cor verde oliva – apesar do nome, eu diria que está mais para um dourado. Para quem prefere ser discreto, tem também uma opção em azul bem escuro, quase preto.

Na borda direita, o smartphone tem os botões de volume e bloqueio de tela. Na esquerda, fica o botão de atalho para Moto AI – logo, logo a gente fala mais sobre isso. Na parte de baixo, fica uma entrada USB-C, uma bandeja para chip nanoSIM e um alto-falante. Tem outro alto-falante na parte superior do aparelho – o som é estéreo e tem suporte ao formato Dolby Atmos.

Botão de atalho do Motorola Signature
Atalho para Moto AI fica sozinho na esquerda (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Todo esse conjunto conta com as certificações IP68 e IP69. Isso significa que, ao menos na teoria, ele deve resistir a jatos d’água de alta pressão e a profundidades de 1,20 m por 30 minutos, além de ser selado contra a entrada de poeira.

O celular também passou pelos testes para obter a certificação MIL-STD-810H de padrão militar, o que significa que ele foi aprovado para funcionar sob condições extremas de temperatura e outros fatores. É bom explicar que isso não significa resistência a quedas.

O Signature tem 162,1 mm de altura por 76,4 mm de largura por 7 mm de espessura, pesando 186 gramas. Na mão, a impressão é de um aparelho leve e fininho.

Na parte superior esquerda, fica o módulo de câmeras, com três lentes e um flash organizados em um quadrado com acabamento de metal. Ele tem um calombo, mas as bordas são bem suaves e acaba sendo um bom lugar para colocar o dedo indicador. O aparelho só não é totalmente confortável de usar porque ele é bem grande, com tela de 6,8 polegadas.

Tela: para quem gosta de cores intensas

E já que estamos falando de tela, vamos a mais detalhes. O Signature conta com um painel AMOLED de taxa de atualização variável, que vai de 1 a 165 Hz, podendo alternar entre modos mais econômicos e outros mais focados em desempenho.

A resolução é Super HD, de 1264 x 2780 pixels – mais que Full HD, portanto. Isso dá aproximadamente 446 pixels por polegada. Para quem precisa de visibilidade sob o sol, o Signature oferece um pico de brilho de 6.200 nits. A tela conta com a proteção do Gorilla Glass Victus 2, e vale dizer que ela tem bordas curvadas nos quatro lados.

Motorola Signature mostrando cena de Peanuts
Cores vivas são destaque da tela do Signature (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Deixando de lado todos os números e especificações, o que a gente tem é uma tela com contraste muito alto e cores bastante saturadas. São três opções de ajuste: cores naturais, radiantes e intensas. Tirando a primeira opção, que é mais apagadinha, as outras duas mostram cores bem vivas, com um brilho muito alto. Ler sob o sol não é tão difícil, mas ficaria melhor se o vidro não refletisse tanto a luz do sol.

A alta taxa de atualização também merece elogios, deixando todas as transições e rolagens de conteúdo bem agradáveis aos olhos. O Signature oferece três opções, podendo ficar só com 120 Hz, só com 60 Hz ou equilibrar os dois conforme o uso, para não gastar muita bateria. É bom notar que essas diferenças são meramente estéticas – se você preferir economizar bateria, não vai perder muita coisa.

Áudio: qualidade de ponta, volume ok

O Signature tem dois alto-falantes desenvolvidos em parceria com a marca Bose, uma das principais empresas de áudio do planeta. Com isso, o smartphone tem suporte ao padrão Dolby Atmos de som surround, criando uma sensação espacial para músicas, séries e filmes.

Porta USB-C do Motorola Signature
Signature tem um alto-falante na parte de baixo e outro na parte de cima, oferecendo som estéreo (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Os alto-falantes não chegam a ser tão potentes – eu diria que o volume é mais alto que a média de um celular, mas ainda longe de uma caixinha de som. O que muda mesmo é a qualidade: o Signature tem um som encorpado, aconchegante, com atenção especial a graves e médios. Não fica aquele som de caixinha de abelha de celular – é muito mais denso.

O estéreo e o Dolby Atmos também ajudam muito a criar essa sensação. Eu vi algumas cenas do filme F1, vencedor do Oscar de melhor som, e o Signature não vai ser um cinema inteiro nas suas mãos, mas ele capta um pouco das nuances de espaço das cenas.

Câmeras: ricos detalhes, mas cuidado com a exposição

O Signature tem um conjunto triplo de câmeras na traseira e uma câmera frontal. Todas elas têm 50 megapixels. Mas vamos pausar um pouquinho para explicar melhor isso.

Sensor de 50 megapixels significa que as imagens que ele gera têm essa resolução, mas isso não significa que todos os sensores de 50 megapixels são iguais.

A diferença mais importante entre eles está no tamanho. Isso mesmo, você pode ter sensores de 50 megapixels com tamanhos diferentes. Quanto maior o tamanho, mais luz ele capta, e a tendência é que as imagens tenham mais qualidade, principalmente em situações em que a iluminação não ajuda, como à noite ou em lugares fechados.

Existem algumas formas de você saber o tamanho do sensor. Uma das mais simples é pelo tamanho do pixel. Ele é expresso em micrômetros, nome dado a um milésimo de milímetro.

Motorola Signature
Todas têm 50 megapixels, mas não são iguais (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Depois de toda essa explicação, acho que fica mais fácil entender como são as câmeras do Signature.

  • A câmera principal tem um sensor Sony Lytia 828 de 50 megapixels com 1,22 micrômetros cada.
  • A câmera periscópica teleobjetiva tem zoom óptico de 3x. Ela usa um sensor Sony Lytia 600, de 50 megapixels com 0,8 micrômetros cada.
  • A câmera ultrawide tem ângulo de visão de 122 graus e sensor de 50 megapixels com 0,64 micrômetros cada. Aqui, a Motorola não especificou quem é o fabricante do componente.
  • Por fim, a câmera frontal usa sensor Sony Lytia 500.

Um ponto importante do Motorola Signature é que ele é capaz de filmar em 8K a 30 frames por segundo com o conjunto traseiro de câmeras e 4K a 60 frames por segundo com a câmera frontal, o que é bem interessante para quem precisa de muita definição em seus conteúdos.

Legal, eu falei um monte de números aqui, mas e na prática? Olha, a câmera é realmente muito boa. As imagens são bastante detalhadas, e o processamento feito pela Motorola deixa tudo bem claro e iluminado, de noite ou de dia, no sentido da luz ou contra a luz.

O modo retrato consegue um bom desfoque das imagens ao fundo, aplicando o efeito com muita precisão e permitindo ajustar a profundidade de campo. Mesmo na câmera frontal, que depende de um único sensor e dos algoritmos para conseguir o efeito de retrato, o resultado é muito bom, com um recorte bastante preciso.

Duas fotos de uma mesma mulher em um bar, com um quadro ao fundo. Na primeira, o desfoque é sutil. Na segunda, é mais agressivo.
Modo retrato oferece opções de profundidade de campo e entrega imagens de qualidade, mas tons saem puxados para o vermelho (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Foto de homem em uma área externa. A parede ao fundo e uma planta estão desfocadas.
Câmera frontal também faz bom trabalho no modo retrato (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

A alta resolução do sensor usado na lente periscópica permite um nível excelente de detalhes mesmo com o zoom ativado. Eu até brinquei aqui em casa que nunca tinha feito fotos tão bonitas da minha gata.

Foto em close de gata cinza, com rosto em cinza, preto e laranja. A foto é muito aproximada e tem muitos detalhes dos pelos.
Zoom óptico de 3x e sensor de 50 MP garantem fotos ricas em detalhes (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

E por falar em zoom, a Motorola também colocou um recurso de zoom de até 100x usando IA. Ele funciona de modo satisfatório em paisagens, para mostrar alguns detalhes de árvores, animais, construções. Mas, olha, não dá para você esperar milagre: se você for tentar tirar fotos muito aproximadas de um show, por exemplo, o resultado é bastante artificial.

Duas fotos lado a lado. Na primeira, cadeiras de praia, palmeiras e dois prédios. Na segunda, um detalhe das folhas da palmeira.
Zoom com IA se sai bem em paisagens (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

A explicação é simples: para “preencher” as informações da imagem, ele usa IA e tenta adivinhar o que é aquilo na lente. É por isso que o rosto do seu cantor favorito vai acabar ficando meio esquisito na foto.

Rosto da cantora Alcione visto em close. Há várias listras duplicadas nos cabelos, e é praticamente impossível ver o microfone, que se tornou uma mancha dourada amorfa.
Zoom com IA do Signature pode alucinar e criar imagens com aspecto muito artificial (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

A estabilização em vídeos é ótima, tanto com a câmera frontal quanto com as três câmeras traseiras. A Motorola oferece ainda um modo chamado Action Shot, que serve para tirar fotos de itens em movimento sem que eles fiquem desfocados. Na viagem que eu fiz a convite da marca para acompanhar uma sessão de surfe, pude ver isso na prática, e o resultado é bastante satisfatório.

Foto de mulher surfando em uma piscina de ondas artificiais.
Action Shot garante imagens de movimento sem borrões (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Tem alguns pontos que eu notei na câmera do Signature que podem incomodar algumas pessoas. Em algumas fotos, eu notei que a câmera puxou um pouco para o vermelho e até mesmo para o marrom, resultando em uma imagem menos natural.

Outro problema é ao gravar e dar zoom – ao passar de uma câmera para outra, as cores mudam bastante. Essa é uma queixa comum em smartphones, mas eu achei que o Signature tem isso de modo um pouco mais acentuado que o de outros aparelhos da mesma categoria.

Também em vídeos, eu achei que a câmera zoom tende a deixar as imagens muito estouradas de brilho em shows. Dá para compensar isso reduzindo a exposição, mas esse controle no app padrão da câmera do Signature é muito sensível, então apanhei bastante para conseguir gravar do jeito que eu queria.

Foto de palco de show do cantor Gilberto Gil. As imagens do telão estão claras demais
Vídeos tendem a ficar com brilho demais (imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Foto de palco do cantor Gilberto Gil. Desta vez, o palco está com uma boa iluminação, mais puxada para o escuro, mas a plateia praticamente desapareceu.
Controles de exposição são muito sensíveis, e encontrar equilíbrio pode ser difícil (imagem: Giovanni Santa Rosa)

Desempenho: esquentadinho, mas dá conta do recado

O Motorola Signature vendido no Brasil tem 512 GB de armazenamento e 12 GB de RAM, que podem ser expandidos para 24 GB com ajuda do armazenamento. No dia a dia, não tive problemas: usei WhatsApp, redes sociais, Slack, ClickUp, apps bancários, Gmail, calendário e alguns jogos casuais sem travamentos ou engasgos. Como mencionei, o modo de 120 Hz da tela reforça essa sensação de agilidade.

A Motorola optou por usar o chip Snapdragon 8 Gen 5. A Qualcomm andou fazendo uma bagunça no nome das suas plataformas, então é melhor explicar direitinho: existe o Snapdragon 8 Elite Gen 5, que é o que o Xiaomi 17 e o Galaxy S26 Ultra usam, e o Snapdragon 8 Gen 5 “não Elite”, se é que a gente pode chamar assim, que está aqui no Signature.

Tela do Geekbench 6 no Motorola Signature
Desempenho rivaliza com segmento ultra-premium do ano passado (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Nos testes do Geekbench 6, o chip mostrou que é muito próximo ao do Snapdragon 8 Elite for Galaxy usado no S25, do ano passado, tanto em CPU quanto em GPU, o que confirma a impressão de alto desempenho que eu tive ao usar o aparelho.

  • Geekbench 6 CPU single-core: 2885
  • Geekbench 6 CPU multi-core: 9180
  • Geekbench 6 GPU: 17676

Na prática, em momentos de maior exigência, o Signature saiu bem. Eu joguei cerca de uma hora de Genshin Impact com todos os gráficos no máximo e ele conseguiu manter os 60 fps durante quase todo o período, com só uma leve queda instantânea, sem lag e sem travar.

O único porém é que ele esquenta consideravelmente – segundo a própria ferramenta de games da Motorola, que vem pré-instalada no aparelho, a temperatura chegou a 44 graus. Nas mãos, você sente isso principalmente nas bordas e no módulo da câmera, que são de alumínio. É um pouco desconfortável, mas dá para aguentar.

Sistema e recursos: Smart Connect brilha, Moto AI derrapa

O Signature vem com Android 16 e promessa de sete atualizações de sistema operacional e sete anos de updates de segurança.

Motorola Signature mostrando o logo do Android 16
Signature deve receber até o Android 23 (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Muita gente se lembra daquela fase da Motorola com Android puro e tudo mais… a interface Hello UI não é mais tão pura e traz algumas alterações – tem um feed de notícias do lado da bandeja de aplicativos, por exemplo. Mesmo assim, são alterações bem menos agressivas que de uma One UI da Samsung, por exemplo. E os gestos clássicos de girar para abrir a câmera e chacoalhar para ligar a lanterna continuam por aqui.

Dá para ver bem isso nos aplicativos pré-instalados. Enquanto outras concorrentes colocam seus próprios aplicativos de calendário, contatos, navegação na internet e galeria, a Motorola opta por usar apenas os apps do Google – Chrome, Google Fotos, Arquivos. A notícia ruim é que não dá para desinstalar nenhum deles, apenas desativar.

Isso não quer dizer que não tem nenhum app próprio da Motorola no aparelho – tem sim, e como tem! A fabricante colocou aplicativos como Notas, Dolby Atmos, Moto Secure e Moto Unplugged. A nota negativa fica para o Dimo, que é uma espécie de banco digital da marca. E de novo, nada de desinstalar, apenas desativar.

Três fotos lado a lado mostrando personalizações de interface do Motorola Signature
Motorola inclui apps próprios e personalizações no Android (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Por outro lado, o destaque positivo é o Smart Connect. A Motorola vem, ao longo dos últimos anos, aprimorando a conectividade dos smartphones da marca com outros aparelhos. O Smart Connect centraliza tudo isso.

Uma coisa bem bacana é a possibilidade de plugar um monitor externo pela porta USB-C. Eu fiz um teste usando um monitor, um adaptador e um cabo HDMI e o resultado foi ótimo. A interface do Smart Connect tem diversos modos para acessar o conteúdo do Signature.

O modo desktop, por exemplo, permite usar os apps em janelas, com ajuda de um mouse e teclado. Já o modo TV abre um menu com os serviços de streaming instalados no celular, para você poder ver filmes e séries em uma tela maior. O modo de videoconferência faz ligações usando a câmera do smartphone, e o modo de jogos lista os games e permite rodá-los com auxílio de um controle.

Tela de computador rodando Android, com o site do Tecnoblog aberto
Smart Connect dá acesso a apps do Android em uma tela maior (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

E isso é só a parte mais legal do que o Smart Connect pode fazer. Com um app para Windows, o smartphone e o computador ficam conectados, e dá para acessar mensagens SMS, usar o celular como webcam e sincronizar o Ctrl+C Ctrl+V, entre outros recursos do tipo. A plataforma inclui ainda ferramentas de sincronização com tablets, fones, tags de localização e até iPhones.

Outro diferencial do Signature é a Moto AI, conjunto de ferramentas de inteligência artificial generativa da marca, como resumo de notificações, gerador de imagens e criador de playlists. Ao acionar a assistente da marca pelo botão de atalho que fica na lateral esquerda do aparelho, a IA lê a tela e sugere ações, como armazenar as informações presentes, salvar contatos ou agendar compromissos.

O ponto negativo é que nada funciona localmente, nem mesmo o resumo de notificações – você precisa estar conectado à internet para usar.

Bateria: grande o suficiente para um smartphone fino

A bateria de silício-carbono do Signature tem 5.200 mAh — ao contrário das marcas que usaram a tecnologia para expandir a capacidade, a Motorola parece ter optado por um componente mais compacto, equilibrando autonomia e design.

Além disso, o smartphone tem suporte a carregamento com fio de 90 W. O carregador que a Motorola manda na caixa é mais que suficiente, com 125 W.

No uso diário, eu não tive problema com o aparelho em nenhum dia. Mesmo quando exagerei e joguei algum game mais casual por mais de uma hora, ele conseguiu chegar até a hora de dormir com uma boa carga.

Motorola Signature mostrando AccuBattery
Bateria dura bastante e tem recarga muito rápida (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Um exemplo disso: em um fim de semana, eu tirei o Signature da tomada pela manhã, por volta das 8h, com 100% de carga. Até umas 14h, estive fora de casa, usando redes sociais e WhatsApp ocasionalmente. A bateria caiu para 80%. Depois, por volta das 18h, eu saí com 68% de bateria e usei a direção do Google Maps por cerca de 45 minutos, chegando a 61%. Eu fui a um show, e aproveitei para testar bastante a câmera com fotos e principalmente vídeos durante três horas. À meia-noite, cheguei em casa ainda com 30%, uma boa folga.

No nosso teste de desgaste total, coloquei o Signature para tocar uma transmissão infinita no YouTube. Ele durou 17h29min até a bateria esgotar por completo.

Mesmo que você se esqueça de carregar o Signature, o carregador de 125 W te salva. Nos nossos testes, ele entregou em média entre 1,5% e 1,6% de capacidade por minuto. Ou seja, em meia hora, ele recebe 45% da bateria, e uma hora é suficiente para encher o celular.

Conectividade: Wi-Fi 7 e Bluetooth 6 presentes

E um último ponto da ficha técnica do Signature é a conectividade. Nesse quesito, o smartphone da Motorola tem tudo o que é esperado de um flagship, como o suporte a eSIM, Wi-Fi 7, NFC para pagamentos por aproximação e Bluetooth 6.0 – além de 5G, é claro.

Vale a pena? Preço mais baixo pode tornar Signature atraente

O Signature é voltado para quem não tem medo de gastar muito em um celular e quer o que há de melhor no mercado em câmeras e desempenho.

Se seu uso é mais básico e voltado ao dia a dia, é melhor ficar longe do Signature – fique com um aparelho mais modesto e acessível para acessar as redes sociais, tirar fotos sem grandes pretensões e jogar um joguinho de vez em quando. Você vai economizar muito dinheiro.

Se a gente for pegar os preços oficiais, o Signature é R$ 1.800 mais barato que o Galaxy S26 Plus de 512 GB e R$ 3.500 mais barato que o iPhone 17 Pro Max de 512 GB, que são as principais referências em termos de recursos, câmeras e tamanho de tela.

Motorola Signature mostrando tela inicial do Android
(foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

A gente não sabe como isso vai se desenrolar nos próximos meses, quando os preços começarem a cair, mas se essa diferença continuar, o novo modelo da Motorola se mostra bastante competitivo. Se você preferir economizar e levar o Signature no lugar de um Galaxy S26 Plus ou mesmo de um iPhone 17 Pro Max, você terá um smartphone com um conjunto fotográfico excelente, recarga muito mais rápida e, se você se importa com isso, estilo e acabamento diferenciados.

O Signature pode deixar a desejar um pouco por ter uma interface menos polida que a dos concorrentes e um desempenho ligeiramente abaixo, mas o saldo final do conjunto ainda é muito positivo.

E para encontrar preços melhores, acompanhe os Achados do TB! Nossa equipe revira a internet todos os dias para encontrar as ofertas mais vantajosas para você.

Review do Motorola Signature: câmera e desempenho para brigar pelo topo

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Testamos o Signature, novo celular premium da Motorola; veja como o smartphone se sai em câmeras, desempenho, bateria e recursos no dia a dia antes de decidir se vale a pena comprar

Chegou o novo desafiante (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

(foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

(foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

(foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

(foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

(foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Modo retrato oferece opções de profundidade de campo e entrega imagens de qualidade, mas tons saem puxados para o vermelho (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Zoom óptico de 3x e sensor de 50 MP garantem fotos ricas em detalhes (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Zoom com IA se sai bem em paisagens (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Zoom com IA do Signature pode alucinar e criar imagens com aspecto muito artificial (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Action Shot garante imagens de movimento sem borrões (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Vídeos tendem a ficar com brilho demais (imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Controles de exposição são muito sensíveis, e encontrar equilíbrio pode ser difícil

Desempenho rivaliza com segmento ultra-premium do ano passado (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

(foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

(foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Smart Connect dá acesso a apps do Android em uma tela maior (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Bateria dura bastante e tem recarga muito rápida (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

(foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Poco X8 Pro chega ao Brasil com bateria grande e chip inédito; veja o preço

25 de Março de 2026, 19:00
Imagem da traseira do Poco X8 Pro
Poco X8 Pro é novidade para gamers (foto: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
Resumo
  • O Poco X8 Pro chega ao Brasil com o chip Dimensity 8500 Ultra, bateria de 6.500 mAh e certificações IP66, IP68, IP69 e IP69K. O preço sugerido é R$ 6.999.
  • O smartphone possui 512 GB de armazenamento, 12 GB de RAM, tela de 6,59 polegadas, resolução 1,5K, picos de brilho de 3.500 nits e LEDs RGB para notificações.
  • Recursos incluem recarga HyperCharge de 100 W, carregamento reverso de 27 W, câmeras de 50 MP, 8 MP e 12 MP, e comunicação direta sem sinal de operadora.

A submarca Poco, da Xiaomi, trouxe sua nova linha X8 Pro para o Brasil. O modelo que será lançado no Brasil tem 512 GB de armazenamento e 12 GB de RAM, com preço sugerido de R$ 6.999. As vendas no site e nos quiosques e lojas da Xiaomi começam nessa quinta-feira (26/03)

O aparelho foi lançado globalmente em 17 de março e agora chega ao mercado nacional. Como destaques, ele traz o SoC Dimensity 8500 Ultra — que faz sua estreia no smartphone –, a bateria de 6.500 mAh, construção com bordas em metal e certificações IP66, IP68, IP69 e IP69K de resistência à água e à poeira.

O Tecnoblog já testou o Poco X8 Pro e conheceu a fundo os pontos fortes e fracos do aparelho. Você pode ver nossa análise no YouTube ou ler o review aqui no site.

O que o Poco X8 Pro tem de destaque?

O Poco X8 Pro é o primeiro smartphone lançado no Brasil com o chip Dimensity 8500 Ultra, da MediaTek. Segundo a fabricante, o SoC garante um salto de 25% no desempenho gráfico em relação à geração passada, além de trazer suporte a ray tracing.

O smartphone conta ainda com sistema de resfriamento líquido para controlar a temperatura durante games, que é o foco do aparelho.

HyperIsland do Poco X8 Pro
HyperIsland do Poco X8 Pro atualiza sobre atividades em andamento (foto: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

O Poco X8 Pro tem uma bateria de silício-carbono com capacidade de 6.500 mAh, com suporte a recarga HyperCharge de 100 W. O aparelho também oferece carregamento reverso de 27 W para abastecer acessórios ou mesmo o celular de um amigo ou familiar que esteja precisando de energia.

A tela do smartphone tem 6,59 polegadas, com resolução 1,5K e picos de brilho de até 3.500 nits. Outro diferencial é a presença de LEDs RGB ao redor das duas câmeras para indicar notificações. E por falar em câmeras, ele tem uma principal de 50 MP, uma ultrawide de 8 MP e uma frontal de 12 MP.

A conectividade também se destaca, com um modo de comunicação direta entre aparelhos da marca mesmo quando não há sinal de operadora.

Em software, a Poco oferece um suporte a acesso remoto por iPhones e criou até mesmo um modo de compra de ingressos, com direito a lembretes persistentes e desempenho máximo. O HyperOS 3, com base no Android 16, tem promessa de quatro anos de atualizações do sistema operacional e seis anos de correções de segurança.

Poco X8 Pro chega ao Brasil com bateria grande e chip inédito; veja o preço

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Aparelho tem preço sugerido de R$ 6.999. Comunicação sem sinal de operadora e LEDs RGB para notificação.

(Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

HyperIsland do Poco X8 Pro (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Virou TikTok? Instagram muda interface e coloca feed de reels na home

20 de Março de 2026, 18:32
Uma montagem de duas capturas de tela de um iPhone em modo escuro e claro, divididas verticalmente por uma linha branca. Na metade esquerda, uma captura de tela da interface principal do Instagram em modo claro, exibindo a barra superior com o logotipo "Instagram", ícones e histórias de usuários. Uma janela pop-up branca está sobreposta ao feed, com a ilustração de um smartphone rosa com uma estrela dentro e texto em português que começa com "Este é o acesso antecipado" e inclui um botão azul "Ver as novidades". Na metade direita, uma captura de tela em modo escuro mostra uma tela de "Acesso antecipado" para o Instagram. No topo, uma marcação rosa e roxa "Acesso antecipado" e uma foto do perfil do usuário "mobilon", com um código QR e código de barras. Abaixo, o texto "Você está participando!" e "Reinicie o Instagram para explorar a nova experiência.", seguido de um botão branco "Reiniciar".
Instagram está liberando nova home gradualmente (imagem: Thiago Mobilon/Tecnoblog)
Resumo
  • O Instagram está testando uma nova interface com o feed de reels como página inicial, acessível por convite para alguns usuários do iOS.
  • A nova página inicial exibe vídeos curtos, fotos e carrosséis em tela cheia, com conteúdo baseado em recomendações do algoritmo.
  • A barra inferior agora inclui a seção “Seus feeds”, com opções como “Seguindo” e “Amigos”, permitindo uma experiência sem recomendações do algoritmo.

O Instagram está liberando acesso antecipado a uma nova interface. A principal mudança é que o feed de reels se torna a página inicial nessa nova configuração. O experimento apareceu para alguns usuários e parece estar restrito ao iOS por enquanto — não vimos imagens da novidade no Android até o momento.

O convite para o novo feed aparece como um ícone de crachá no topo da tela, à direita, ao lado das notificações. Ao tocar nele, o usuário pode optar por, nas palavras da Meta, “uma página inicial mais divertida”, com interesses e pessoas favoritas.

Como é a nova página inicial do Instagram?

Duas capturas de tela verticais da interface do Instagram em modo de tela cheia. A imagem à esquerda exibe a visualização de um Reel, com os ícones de interação (curtir, comentar, compartilhar) e informações da conta alinhados verticalmente na lateral direita e na parte inferior. A imagem à direita mostra uma postagem de feed padrão, com o conteúdo da imagem ocupando a maior parte da tela e a legenda e ícones de interação localizados abaixo dela. Ambas mantêm a barra de navegação inferior padrão.
Fotos, carrosséis e vídeos aparecem em tela cheia na nova home (imagem: Thiago Mobilon/Tecnoblog)

A página inicial traz um feed de reels muito parecido com o atual, com rolagem vertical infinita e botões para curtir, comentar, republicar e compartilhar. Além de vídeos curtos, ele exibe fotos e carrosséis, tudo em tela cheia. O conteúdo é baseado em recomendações do algoritmo. Resumindo, é bem parecido com o TikTok.

Os stories continuam na página inicial, com comportamento semelhante ao atual. Ao rolar os reels para cima, os stories ficam escondidos. Para vê-los novamente, é necessário rolar no sentido contrário até chegar no topo ou tocar no ícone da casinha na barra inferior.

Feeds lembram Instagram de antigamente

Duas capturas de tela verticais da interface do Instagram. A imagem à esquerda mostra o topo de uma página com um menu horizontal de filtros em formato de botões ovais ("Seguindo", "Amigos", etc.) e um ícone de "+". Abaixo, uma postagem de feed padrão. A imagem à direita mostra a mesma tela, mas sobreposta por uma janela modal inferior com bordas arredondadas, listando as opções de filtros com ícones à esquerda e botões de "Adicionar" à direita.
Feeds atuais vão para outra parte do app e usarão menos recomendações do algoritmo (imagem: Lucas Lima/Tecnoblog)

Por falar em barra inferior, ela ganhou um ícone para outra seção do app, chamada “Seus feeds”. Dá para dizer que é a experiência tradicional do Instagram, sem conteúdo em tela cheia e com mais espaço para legendas e comentários.

A principal mudança é que agora há diversas opções de feeds, como “Seguindo”, “Amigos”, “Mais recentes”, “Somente posts” e “Sugestões”. O usuário pode adicionar ou remover os que deseja.

Dá para notar que há uma ênfase nas opções sem recomendações do algoritmo, o que sugere que a ideia é tornar esse espaço um lugar para quem sente falta de uma experiência mais parecida com a do Instagram de uma década atrás.

Instagram está fazendo mais testes

Vale dizer que esse acesso antecipado não é o único que o Instagram está liberando. Um de nossos colegas aqui no Tecnoblog recebeu um convite parecido, mas a atualização trouxe apenas um visual adaptado ao Liquid Glass da Apple.

Barra inferior da interface do Instagram com laterais arredondadas, botões sem divisão e um seletor mais escuro
Instagram também está testando Liquid Glass (imagem: João Vitor Cruz/Tecnoblog)

Já outro colega também visualizou o crachá para a nova home, mas foi colocado em uma fila de espera. O acesso é antecipado, mas nem tanto.

Você está na lista de espera para o acesso antecipado
Acesso antecipado já tem lista de espera (imagem: Caio Hansen/Tecnoblog)

Virou TikTok? Instagram muda interface e coloca feed de reels na home

Fotos, carrosséis e vídeos aparecem em tela cheia na nova home (imagem: Thiago Mobilon/Tecnoblog)

Feeds atuais vão para outra parte do app e usarão menos recomendações do algoritmo (imagem: Lucas Lima/Tecnoblog)

Instagram também está testando Liquid Glass (imagem: João Vitor Cruz/Tecnoblog)

WhatsApp prepara tradução automática de mensagens no iPhone

20 de Março de 2026, 16:32
Imagem mostra a tela de um celular mostrando uma conversa no WhatsApp. A parte superior da tela exibe o nome "João", a informação "visto por último hoje às 05:55", ícones de videochamada e chamada de voz, além de indicadores de sinal e bateria. A interface do WhatsApp é verde e branca. O fundo da imagem é verde claro e, na parte inferior direita, está o logotipo do "Tecnoblog".
WhatsApp quer facilitar comunicação entre pessoas que não falam a mesma língua (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O WhatsApp está desenvolvendo tradução automática de mensagens para iOS em 21 idiomas, presente na versão beta 26.11.10.70.
  • A tradução funciona localmente, mantendo a criptografia de ponta a ponta, e pode ser ativada para cada contato ou grupo.
  • O recurso já está disponível no Android desde setembro de 2025.

O WhatsApp está trabalhando em uma ferramenta para traduzir automaticamente mensagens de grupos e de contatos, compatível com 21 diferentes idiomas. A funcionalidade está presente no código de uma versão beta para iOS.

O site especializado WABetaInfo encontrou o recurso durante uma análise da versão 26.11.10.70 do aplicativo. Ainda não existe uma previsão para o lançamento oficial.

Vale lembrar que o WhatsApp oferece traduções automáticas de mensagens no Android desde que a funcionalidade foi incluída no mensageiro, em setembro de 2025.

Como funciona a tradução automática de mensagens?

Três capturas de tela de um iPhone exibem a interface de tradução automática do WhatsApp no iOS. À esquerda, as configurações do chat mostram a opção "Translate messages" ativada e um menu suspenso para escolher o idioma de origem e o inglês como destino. Ao centro, a tela de perfil do contato exibe o ajuste "Translate Spanish to English" ativo. À direita, uma conversa aberta mostra a mensagem original em espanhol e sua tradução logo abaixo, com um menu sobreposto detalhando as opções de tradução e o botão "Remove translation".
Mensagens são traduzidas automaticamente, mas é possível reverter o texto para o idioma original (imagem: reprodução/WABetaInfo)

O WABetaInfo compartilhou algumas telas de como seria o tradutor do WhatsApp. A opção fica dentro das configurações da conversa, podendo ser ativada de maneira independente para cada contato ou grupo.

Ao ativar a ferramenta, o usuário seleciona o idioma original das mensagens recebidas e o idioma no qual deseja ler o conteúdo. Também é possível selecionar o texto e, nas opções do menu de contexto, desfazer a tradução e visualizar o que foi escrito na língua original.

O WhatsApp recorrerá a ferramentas de tradução que rodam localmente, o que dispensa que as mensagens sejam enviadas a um serviço na nuvem. Com isso, a criptografia de ponta a ponta não fica comprometida.

WhatsApp já oferece este recurso no Android

A automatização das traduções é uma novidade no iPhone e no iPad, mas não no Android. No sistema do Google, selecione a mensagem desejada, toque nos três pontos no canto superior direito da tela e escolha a opção para traduzir. Depois, aponte quais são os idiomas desejados. No último passo, é possível ativar a tradução automática para as próximas mensagens recebidas.

No iOS, o caminho é parecido — selecione a mensagem desejada, toque em “Mais” no menu suspenso e, depois, toque em “Traduzir”. Aí, basta escolher os idiomas e baixar os pacotes correspondentes.

Com informações do WABetaInfo

WhatsApp prepara tradução automática de mensagens no iPhone

WhatsApp (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Mensagens são traduzidas automaticamente, mas é possível reverter o texto para o idioma original (imagem: reprodução/WABetaInfo)

Meta vai começar a trocar moderadores terceirizados por IA

19 de Março de 2026, 18:45
Logos do Instagram e do Facebook
Redes da Meta terão supervisão automatizada (imagem: Vitor Padua/Tecnoblog)
Resumo
  • A Meta planeja substituir moderadores terceirizados por inteligência artificial para melhorar a moderação de conteúdo, como remoção de publicações ilegais e identificação de golpes.
  • A Meta afirma que a IA oferece mais precisão e rapidez em tarefas como detectar aliciamento, terrorismo, exploração infantil, fraudes e falsificações de perfis.
  • Humanos continuarão envolvidos em revisões de conteúdo e decisões críticas, enquanto a IA assume tarefas repetitivas e áreas de táticas mutáveis, como venda de drogas ilícitas.

A Meta anunciou, nesta quinta-feira (19/03), planos para usar inteligência artificial em tarefas de moderação de conteúdo, como remoção de publicações ilegais e identificação de golpes. Essa transição deve levar alguns anos, segundo a empresa.

Enquanto isso, a dona de Facebook e Instagram vai diminuir a contratação de humanos para esses trabalhos. Geralmente, a moderação de conteúdo ficava a cargo de empresas terceirizadas. A Meta não mencionou nenhum nome, mas sabe-se que ela já delegou essas tarefas a companhias como a Accenture e a Teleperformance.

Meta promete moderação melhor com IA

Ilustração com logo da Meta ao centro. Ao fundo, a imagem de duas mãos com os dedos indicadores se tocando. Na parte inferior direita, está o logo do Tecnoblog.
Meta diz que IA se sai melhor que humanos em tarefas repetitivas (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

De acordo com a empresa, os sistemas de inteligência artificial superam, de forma consistente, os métodos atuais de fiscalização. Por isso, a companhia espera resultados melhores, mais rápidos e mais precisos.

A companhia ressaltou a grande variedade de tarefas em que a IA se sai bem, como detectar conteúdos relacionados a aliciamento para atividades sexuais, terrorismo, exploração infantil, drogas, fraudes e golpes, além de identificar falsificações de perfis de famosos e roubos de contas.

A Meta também destaca que esses sistemas oferecem mais precisão e respostas mais rápidas a acontecimentos do mundo real. Outra vantagem que a companhia alega é a redução de medidas excessivas.

Humanos continuarão com parte do trabalho

A empresa, no entanto, pondera que a mudança só diz respeito à parte do trabalho que pode ser automatizada.

“Ainda teremos pessoas revisando conteúdo, mas esses sistemas [de IA] poderão assumir trabalhos mais adequados à tecnologia, como análises repetitivas de conteúdo gráfico ou áreas em que atores mal-intencionados estão constantemente mudando suas táticas, como venda de drogas ilícitas e golpes”, escreve a Meta em seu blog.

Além disso, a empresa afirma que as tarefas de desenvolvimento, treinamento, supervisão e avaliação da IA continuarão a cargo de especialistas: “As pessoas continuarão a exercer um papel fundamental em como tomamos as decisões de risco elevado e críticas, como recursos após desativações de contas ou relatos a autoridades policiais”.

Mesmo assim, a migração também pode ter a ver com decisões estratégicas. Como lembra a CNBC, uma reportagem da Reuters indicou que a Meta pode demitir até 20% dos seus funcionários para compensar os gastos no desenvolvimento de IA. Em resposta, a empresa disse que a reportagem era “especulativa”.

Moderação é assunto polêmico

Como lembra o TechCrunch, a Meta prometeu mudanças drásticas na moderação de conteúdo de suas redes no início de 2025, afrouxando várias restrições que vigoravam até então. Paralelamente a isso, a empresa e outras gigantes das mídias sociais estão sendo processadas nos Estados Unidos sob acusação de danos à saúde de adolescentes e jovens.

Os próprios moderadores já tiveram problemas com esse tipo de trabalho. A exposição frequente a imagens perturbadoras — acidentes, crueldade animal, estupros, assassinatos e suicídios, por exemplo — pode levar a diversos problemas de saúde mental, como ansiedade, depressão e transtorno de estresse pós-traumático.

Em 2020, a Meta (que ainda se chamava Facebook) fechou um acordo no valor de US$ 52 milhões para indenizar 11.250 trabalhadores terceirizados responsáveis por essas tarefas.

Com informações do TechCrunch e da CNBC

Meta vai começar a trocar moderadores terceirizados por IA

(Imagem: Vitor Padua/Tecnoblog)

Meta (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Android: sideloading sem verificação continua, mas fica mais difícil

19 de Março de 2026, 16:20
Ilustração com robôs do Android
Android permite instalação por fora da Play Store (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O Android exigirá um intervalo de 24 horas para instalação de APKs de desenvolvedores não verificados, visando combater golpes e proteger usuários.
  • A mudança, válida a partir de setembro de 2026, impõe barreiras ao sideloading sem verificação de identidade dos desenvolvedores, em uma tentativa de evitar a distribuição anônima de apps maliciosos.
  • A exigência gerou polêmica entre lojas alternativas e desenvolvedores amadores, devido a complicações e custos adicionais.

A solução do Google para a instalação direta de aplicativos de desenvolvedores não verificados é fazer o usuário esperar — literalmente. Para liberar o sideloading, o Android vai impor um intervalo de 24 horas até a autorização.

O novo processo é mais um capítulo da controversa decisão da empresa de exigir que desenvolvedores passem por um processo de verificação para assinar arquivos APK, que são os pacotes de instalação de apps do Android. Além de restringir a liberdade dos usuários, a regra impõe um custo de US$ 25 (cerca de R$ 131, em conversão direta) de taxa de cadastro.

Como é o novo processo de sideloading?

Ícone do Android ao lado de celular com símbolo de proteção
Nova regra do Google para apps Android gerou críticas (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Caso o usuário queira instalar um APK não verificado, ele precisa seguir estes passos:

  1. Ativar o modo de desenvolvedor nas configurações do sistema.
  2. Confirmar que você não está fazendo isso por influência de outra pessoa.
  3. Reiniciar o telefone e refazer a autenticação.
  4. Aguardar 24 horas.
  5. Confirmar a identidade com biometria ou senha do dispositivo.
  6. Optar por uma autorização temporária de 7 dias ou uma autorização definitiva.
  7. Instalar o aplicativo.

Mesmo depois desse processo, o Android continuará alertando o usuário ao tentar instalar um app não verificado, mas será possível prosseguir com a tarefa.

Por que esperar 24 horas para instalar um app?

De acordo com Sameer Samat, presidente de ecossistema Android no Google, a obrigatoriedade do intervalo de 24 horas visa proteger o usuário.

“Achamos que fica muito mais difícil persistir em um ataque. Nesse tempo, você provavelmente ficará sabendo que seu ente querido não foi preso ou que sua conta bancária não está sendo invadida”, diz Samat ao Ars Technica.

O que vai mudar no Android?

As mudanças anunciadas em agosto de 2025 vão impedir a instalação direta (sideloading) de aplicativos sem verificação de identidade dos desenvolvedores. A medida começa a valer em setembro de 2026 nos dispositivos Android com Google Play Protect e apps do Google pré-instalados.

Segundo a empresa, a restrição visa combater a distribuição anônima de apps e, como consequência, impedir que agentes mal-intencionados usem essa tática para espalhar malware, cometer fraudes e roubar dados.

É importante notar que a verificação de identidade não é uma análise do app em si, mas sim um “cara, crachá” para cadastrar quem criou aquele app. A empresa afirma que, assim, pode descobrir quem é o responsável por um software malicioso, atualizar sua base de dados e impedir que outras pessoas instalem programas daquele mesmo autor.

Por que a mudança gerou polêmica?

Site do projeto F-Droid
Site do projeto F-Droid (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

A exigência gerou uma reação negativa da comunidade Android, com duas críticas principais.

A primeira veio de lojas alternativas, como a F-Droid, que hospeda e distribui aplicativos FOSS (livres e de código aberto). Desenvolvedores por trás do projeto afirmaram que não seria possível se adequar ao processo, ficando somente a alternativa de encerrar as atividades.

A segunda veio de estudantes e desenvolvedores amadores, que passaram a temer uma complicação extra em suas atividades. O Google deve anunciar, em breve, uma solução para esse caso, com contas gratuitas para distribuição de apps a até 20 dispositivos.

Com informações do Google e do Ars Technica

Android: sideloading sem verificação continua, mas fica mais difícil

Android (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Google Play Protect vai impedir instalação de apps potencialmente maliciosos baixados de fontes alternativas (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Site do projeto F-Droid (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

OpenAI vai focar em programação para tentar barrar crescimento da Anthropic

17 de Março de 2026, 13:19
Arte com o logotipo da OpenAI. À direita, há a imagem da sombra de uma pessoa mexendo em um celular. Na parte inferior direita, está o logotipo do Tecnoblog.
OpenAI quer que empresas adotem mais ferramentas além do ChatGPT (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • A OpenAI está focando em ferramentas de programação e consumidores corporativos, colocando projetos paralelos em espera, conforme informações do Wall Street Journal.
  • A mudança de foco ocorre após o crescimento da Anthropic, que tem sucesso como fornecedora de IA para clientes corporativos.
  • A OpenAI já iniciou a revisão de projetos, buscando alinhar prioridades e conquistar mais espaço em grandes empresas.

A OpenAI pode tomar um rumo diferente e concentrar seus esforços de inteligência artificial generativa em duas áreas: ferramentas de programação e consumidores corporativos. Enquanto isso, projetos paralelos seriam colocados em espera.

As informações foram publicadas pelo Wall Street Journal. Elas teriam sido apresentadas por Fidji Simo, CEO de aplicativos, durante uma reunião com todos os funcionários. Procurada pelo WSJ, a OpenAI não quis comentar o assunto.

Sam Altman, CEO da empresa, e Mark Chen, head de pesquisa, estariam revisando as áreas que serão reduzidas. A expectativa é que os trabalhadores sejam informados dos novos planos ao longo das próximas semanas.

Por que a OpenAI vai mudar seus planos?

Imagem mostra o CEO da OpenAI, Sam Altman, à esquerda, e o logo do ChatGPT à direita. Na parte inferior direita, o logo do "tecnoblog"
Sam Altman deve compartilhar planos com funcionários nas próximas semanas (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Segundo o WSJ, a desenvolvedora do ChatGPT decidiu rever seu rumo após o crescimento da Anthropic. A concorrente liderada por Dario Amodei vem tendo sucesso como fornecedora de inteligência artificial para clientes corporativos.

A ferramenta de programação Claude Code, por exemplo, conseguiu muito espaço no setor de tecnologia. Por outro lado, a companhia não oferece ferramentas de geração de vídeo, áudio ou imagens — ela se concentrou nos mercados corporativos e de desenvolvimento.

Enquanto isso, a OpenAI já fez um pouco de tudo: o gerador de vídeos Sora, o navegador Atlas, parcerias com lojas e anunciantes no ChatGPT. Existem ainda planos para um dispositivo de hardware, criado em parceria com o famoso designer Jony Ive.

O Wall Street Journal afirma que funcionários atuais e antigos da OpenAI dizem que o alto número de projetos paralelos atrapalha o direcionamento estratégico, que se tornou difícil de seguir. Mesmo recursos computacionais eram redistribuídos entre os times, que eram avisados com pouca antecedência.

OpenAI já começou a rever seus projetos

Mesmo com tantas iniciativas em diferentes áreas, a OpenAI parece estar alinhando suas prioridades. Em fevereiro de 2026, a empresa apresentou o Frontier, uma ferramenta para organizações construírem e gerenciarem agentes de IA. A plataforma já conta com parceiras como McKinsey e Accenture.

Esses movimentos teriam como objetivo conquistar mais terreno em grandes companhias — atualmente, essa adoção fica muito restrita ao ChatGPT. O desafio é levar mais soluções para os clientes corporativos, como a ferramenta de programação Codex.

Com informações do Decoder

OpenAI vai focar em programação para tentar barrar crescimento da Anthropic

ChatGPT, da OpenAI, é preferência nas empresas (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

ChatGPT e Sam Altman, CEO da OpenAI (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Claude ganha “lousa” para dar explicações com desenhos e diagramas

13 de Março de 2026, 19:32
Ilustração em fundo laranja mostra o contorno preto de um rosto humano de perfil, voltado para a esquerda, com uma mão aberta abaixo do queixo. À frente do rosto, flutua um símbolo branco circular com pontos conectados, semelhante a órbitas ou a um diagrama molecular, sugerindo inteligência artificial e interação entre humano e tecnologia.
Recursos gráficos estão disponíveis para todos os usuários (imagem: divulgação)
Resumo
  • O Claude, da Anthropic, agora gera tabelas, gráficos e diagramas usando HTML e SVG, disponível para todos os usuários.
  • A ferramenta visual pode ser ativada por pedido do usuário ou quando o Claude julgar necessário, oferecendo explicações visuais detalhadas.
  • O anúncio da “lousa” do Claude ocorreu dois dias após a OpenAI lançar recurso semelhante para o ChatGPT.

O chatbot de inteligência artificial Claude, da Anthropic, ganhou uma ferramenta para gerar tabelas, gráficos, diagramas e outros elementos visuais como parte de suas respostas. A novidade está disponível para todos os usuários, sejam assinantes de planos pagos ou não.

A Anthropic diz que o recurso não é um gerador de imagens. Em vez disso, o Claude usa códigos HTML e gráficos vetoriais em SVG para dar explicações visuais. Para a empresa, é como se o robô tivesse ganhado uma lousa.

Como funciona a ferramenta visual do Claude?

O recurso de geração de diagramas pode entrar em cena a partir de um pedido explícito do usuário ou quando o Claude julgar que uma demonstração visual é mais adequada na hora de dar uma resposta.

No vídeo de apresentação da ferramenta, a Anthropic mostra instruções de construção, simulações de luz e sombra, linhas do tempo e fluxogramas de decisão como demonstrações do que é possível fazer.

A CNET, por exemplo, conseguiu que o Claude fornecesse instruções visuais sobre como trocar um pneu. Por aqui, eu abri o chatbot para testar a ferramenta e ele já saiu com uma demonstração interativa de juros compostos.

Também pedi para mostrar o que é o esquema tático 4-2-3-1 no futebol e ele cumpriu a tarefa com sucesso. Parece bobo, mas geradores de imagem costumam erram, colocando jogadores a mais ou a menos.

Print do Claude mostrando um campinho de futebol com um goleiro, quatro defensores, dois volantes, três meias e um atacante. Abaixo, um texto explica o esquema tático.
Claude gera gráfico em HTML e SVG, diferente de uma imagem comum (imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

ChatGPT recebeu recurso parecido

O anúncio da “lousa” do Claude foi feito na quinta-feira (12/03), dois dias após a OpenAI lançar uma ferramenta semelhante para o ChatGPT. O chatbot concorrente agora consegue explicar conceitos de ciências e matemática usando recursos visuais — alguns exemplos são o Teorema de Pitágoras e a Lei de Ohm.

O Claude conseguiu atrair a atenção de usuários do ChatGPT nas últimas semanas, após as duas empresas se envolverem em polêmicas com o Departamento de Defesa dos Estados Unidos. A Anthropic, inclusive, criou uma ferramenta para importar memórias e configurações de outros chatbots.

Com informações do Engadget e da CNET

Claude ganha “lousa” para dar explicações com desenhos e diagramas

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Inteligência artificial da Anthropic consegue gerar imagens vetoriais para responder visualmente a perguntas do usuário

Anthropic já oferece Haiku 4.5 e Sonnet 4.5, versões menores do modelo de IA (imagem: divulgação)

Claude gera gráfico vetorial, diferente de uma imagem comum (imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Adobe faz acordo nos EUA após processo por taxa de cancelamento

13 de Março de 2026, 16:55
Imagem mostra o logotipo de aplicativos do Adobe Creative Cloud
Assinaturas de produtos da Adobe não eram claras, segundo Departamento de Justiça dos EUA (imagem: reprodução)
Resumo
  • A Adobe fez um acordo de US$ 150 milhões com o governo dos EUA para encerrar um processo sobre taxas de cancelamento.
  • A empresa pagará US$ 75 milhões ao Departamento de Justiça dos EUA e fornecerá US$ 75 milhões em serviços gratuitos aos clientes.
  • No Brasil, a Adobe adotou práticas mais transparentes, mas a taxa de cancelamento ainda é de 20% do valor restante do contrato.

A Adobe anunciou um acordo com o governo dos Estados Unidos no valor total de US$ 150 milhões (aproximadamente R$ 800 milhões, em conversão direta) para colocar fim a um processo movido por autoridades do país. A ação acusava a empresa de prejudicar os consumidores ao cobrar altos valores em taxas de cancelamento, além de dificultar o procedimento.

A empresa vai pagar US$ 75 milhões ao Departamento de Justiça dos EUA (DoJ) e fornecer US$ 75 milhões em serviços gratuitos aos clientes. “Apesar de discordarmos das acusações do governo e negarmos qualquer conduta incorreta, estamos satisfeitos em resolver essa questão”, diz o comunicado publicado pela Adobe.

Por que a Adobe foi processada?

imagem de um computador exibindo os ícones dos programas adobe lightroom, photoshop
Adobe migrou para modelo de assinaturas e não vende mais licenças (foto: Szabo Viktor/Unsplash)

O DoJ iniciou um processo contra a Adobe em junho de 2024, alegando que a empresa dificulta o cancelamento dos seus planos, além de cobrar uma taxa que “pode chegar a centenas de dólares”, nas palavras das autoridades americanas.

Ao contratar algum dos produtos da Adobe nos EUA, o cliente tem a opção de assinatura anual, com valores pagos mensalmente. Esse plano sai mais barato que a assinatura mensal “verdadeira”, mas há alguns riscos.

Segundo o DoJ, cancelar antes dos 12 meses era um processo “oneroso e complicado”, que envolvia passar por diversas páginas ou falar com muitas pessoas pelo telefone. Além disso, a taxa de cancelamento e os termos da assinatura ficavam escondidos em letras pequenas, caixas de texto e links, nas palavras das autoridades.

Em seu comunicado, a Adobe afirma que seus procedimentos de assinatura e cancelamento foram aperfeiçoados nos últimos anos para serem mais diretos e transparentes.

E o Brasil?

O Tecnoblog mostrou, em uma reportagem publicada em junho de 2022, que a Adobe tinha práticas similares no mercado brasileiro. A companhia não exibia a informação de que o preço que constava na primeira página se referia ao plano anual com pagamentos mensais.

Além disso, cobrava à vista uma multa de 50% do valor restante em caso de cancelamento antecipado. Essa informação não constava em nenhum aviso, apenas nos termos de assinatura e cancelamento.

Até onde sabemos, nenhuma autoridade brasileira processou a Adobe. Mesmo assim, a empresa adotou práticas mais transparentes. Na home, há o aviso de que os preços se referem aos planos anuais com cobrança mensal.

Página com produtos da Adobe. Eles têm o aviso "Anual, cobrado mensalmente" ao lado do preço.
Aviso ganhou destaque na página inicial da Adobe (imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Além disso, a taxa de cancelamento ficou mais branda: 20% do valor restante do contrato. Entretanto, essa informação continua sem destaque, estando presente apenas nos termos de assinatura e cancelamento.

Print do site da Adobe: Para clientes no Brasil, você pode cancelar sua assinatura a qualquer momento na página Conta da Adobe ou entrando em contato com o Suporte ao Cliente. No entanto, se você cancelar dentro de 14 dias após o pedido inicial, receberá um reembolso integral. Se você cancelar após 14 dias, será cobrado um valor fixo de 20% da sua obrigação contratual restante e seu serviço continuará até o fim do período de cobrança daquele mês.
Adobe só explica taxa nos termos de assinatura e cancelamento (imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

O Tecnoblog entrou em contato com a Adobe para entender se o acordo firmado com a Justiça dos EUA terá alguma consequência para os consumidores brasileiros. Atualizaremos este texto caso haja uma resposta.

Com informações da Reuters

Adobe faz acordo nos EUA após processo por taxa de cancelamento

(imagem: reprodução)

Adobe Photoshop (Imagem: Szabo Viktor/ Unsplash)

Aviso ganhou destaque na página inicial da Adobe (imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Adobe só explica taxa nos termos de assinatura e cancelamento (imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Motorola explica política de updates: “Atualizações nem sempre são boas”

12 de Março de 2026, 12:02
Mão segurando celular Motorola Signature mostrando a tela
Motorola Signature é a aposta da marca para brigar com segmento superior de celulares (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Resumo
  • O presidente da Motorola, Sérgio Buniac, afirma que atualizações de Android não são prioridade para todos os consumidores, destacando que podem até prejudicar o desempenho.
  • A Motorola lançou o Signature, prometendo sete atualizações do Android, mas não aplicará essa política a todos os modelos.
  • A empresa enfatiza a importância das atualizações de segurança, destacando parceria com a GrapheneOS Foundation para melhorar a segurança do sistema operacional.

A Motorola mirou o segmento ultra-premium com seu mais novo lançamento, o Signature. Um dos destaques do aparelho é a promessa de sete atualizações do Android, mas não espere que outros smartphones da marca ganhem novas versões do sistema operacional por tanto tempo.

Sérgio Buniac, presidente global da Motorola, diz que não faz sentido que todos os aparelhos sejam contemplados por esse tipo de política. Ele argumenta que isso não é uma prioridade para todos os consumidores e, em alguns casos, um update pode ser até prejudicial para o desempenho.

“As atualizações não são necessariamente boas, geralmente elas consomem mais memória. Tem gente que fala, ‘minha performance piorou, será que eu queria mesmo?’”, argumenta o executivo.

“Tem gente que realmente quer e tem aparelhos que realmente eu não vou ter problema, como o Signature. Já no Moto G, se você botar sete atualizações, talvez, no final, elas estejam lá pelo motivo errado”, completa.

O presidente da Motorola Mobility participou de uma conversa com o Tecnoblog e mais veículos de imprensa logo após o lançamento do Signature, realizado na segunda-feira (09/03).

Atualização é opção do consumidor

Buniac considera que oferecer mais atualizações do Android faz parte de um conjunto de escolhas, que são feitas tanto pelos consumidores, na hora de optar por um produto, quanto pelas empresas, ao desenvolver um smartphone.

“Tem gente que quer mais cor, umas querem mais câmera, outras querem carregar mais rápido. Eu não acho que é diferente com atualização”, avalia. “Quando a pessoa quiser [um modelo com mais atualizações], ela vai ter opções.”

O executivo diz que a Motorola levou essa opção ao extremo com o Signature. “Eu não imagino um consumidor do Signature com o mesmo telefone por sete anos. Nós vamos dar sete anos de upgrade porque a indústria criou essa barreira”, explica.

Não é a primeira vez que a Motorola fala sobre esse assunto. Em 2024, o Tecnoblog conversou com porta-vozes da marca, que deram respostas muito parecidas: limitações de hardware, trocas frequentes de aparelho e pouco interesse dos próprios consumidores.

Celular Edge 70 (preto, com três câmeras e flash, com logo da Motorola no centro)
Edge 70 tem promessa para quatro updates (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Essa posição, inclusive, é compartilhada por outros nomes da indústria. Também em 2024, Kinder Liu, presidente da OnePlus, defendeu que oferecer muitas atualizações não garante que a experiência de uso do smartphone continue boa anos após seu lançamento.

O assunto ganhou força nos últimos anos com as políticas generosas de Samsung e Google, que chegam a oferecer sete novas versões do Android após o lançamento dos smartphones. No lado do iOS, a Apple não tem uma política definida, mas iPhones costumam receber atualizações por, no mínimo, cinco anos após sua chegada ao mercado.

Segurança e parcerias

O presidente da Motorola defendeu que as atualizações de segurança são as que realmente importam. Nesse sentido, ele destacou a parceria da empresa com a GrapheneOS Foundation, anunciada durante o MWC 2026.

A Graphene Foundation é a associação responsável pelo desenvolvimento do GrapheneOS, um sistema operacional baseado no Android Open Source Project (AOSP), mas sem serviços do Google e com recursos extras de segurança.

“É o sistema operacional mais seguro do mundo. Se eu conseguir realmente trazer elementos para dentro do sistema Android que o façam mais seguro, isso é maior [do que as atualizações]”, avaliou o presidente.

Giovanni Santa Rosa viajou a Porto Feliz (SP) a convite da Motorola

Motorola explica política de updates: “Atualizações nem sempre são boas”

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Presidente da empresa diz que assunto não é prioridade entre os consumidores, mas sim uma opção entre muitos fatores, como cor, memória e carregamento

Motorola Signature é a aposta da marca para brigar com segmento superior de celulares (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Motorola Edge 70 chega ao Brasil com design fininho; veja quanto custa

9 de Março de 2026, 13:01
Edge 70 tem acabamento com cores Pantone (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Resumo
  • O Motorola Edge 70 custa R$ 4.499 e possui design de 5,99 mm de espessura, câmeras de 50 MP, tela P-OLED de 6,7 polegadas e chip Snapdragon 7 Gen 4.
  • O Edge 70 Fusion é mais acessível, custando a partir de R$ 2.999, com espessura de 7,2 mm, chip Snapdragon 7s Gen 3, 8 GB de RAM, e tela AMOLED de 6,78 polegadas.
  • O Edge 70 Fusion Plus combina características do Edge 70 Fusion com câmeras e chip do Edge 70, com Android 16 e três atualizações prometidas.

A Motorola não ficou apenas no Signature: a empresa também olhou para as outras linhas e trouxe mais smartphones para o Brasil. Na família Edge, o Edge 70 tem preço sugerido de R$ 4.499, e o Edge 70 Fusion sai a partir de R$ 2.999.

Como os preços sugerem, o Edge 70 é um aparelho superior. Um dos aspectos em que isso aparece é no design: são apenas 5,99 mm de espessura, pouca coisa mais que o Galaxy S25 Edge (5,8 mm) e o iPhone Air (5,64 mm).

Já o Edge 70 Fusion segue a tradição dessa variante, sendo a opção mais barata da família Edge 70. Por isso, ele não tem o mesmo design fininho nem câmeras com a mesma resolução.

Edge 70 tem câmeras de 50 MP

Além da espessura mínima, o Edge 70 tem nas três câmeras de 50 MP seu principal destaque: a resolução é oferecida pelos sensores da câmera principal, da ultrawide/macro e da frontal/selfie.

Veja alguns detalhes:

  • Câmera principal: 50 MP, gravação de vídeo em 4K, HDR com cobertura três vezes maior.
  • Câmera ultrawide/macro: 50 MP e 120° de campo de visão.
  • Câmera frontal/selfie: 50 MP.

O conjunto conta ainda com sensor de luz 3 em 1, que promete sensibilidade melhor e controle melhor da exposição.

Em outros aspectos técnicos, o Edge 70 tem tela P-OLED de 6,7 polegadas, com taxa de atualização de 120 Hz, pico de brilho de 4.500 nits e proteção Gorilla Glass 7i.

Espessura de 5,99 mm é o destaque do Edge 70 (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

No setor de desempenho, o smartphone conta com um chip Snapdragon 7 Gen 4 — lançado em maio de 2025, ele é fabricado com litografia de 4 nm e tem uma CPU capaz de alcançar 2,8 GHz. O Edge 70 é vendido com 12 GB de RAM e opções de armazenamento de 256 ou 512 GB.

A bateria também conta com a tecnologia de silício-carbono, assim como a do Signature, sendo capaz de armazenar 4.800 mAh, com suporte a carregamento com fio de 68 W e sem fio de 15 W.

O Edge 70 vem com Android 16, mas o suporte para atualizações é mais curto que o do Signature: somente quatro updates, chegando ao Android 20.

Edge 70 Fusion é opção mais acessível

A Motorola repetiu anos anteriores e manteve um smartphone Fusion como porta de entrada da família Edge 70.

A principal diferença, claro, é a espessura: 7,2 mm, bem em linha com outros aparelhos. Outras mudanças estão em duas das três câmeras, que não contam com sensores de 50 MP (ultrawide e selfie). Já a principal mantém o Sony Lytia 710 da versão padrão, com 50 MP.

Outra diferença é o chip Snapdragon 7s Gen 3, da Qualcomm. Anunciado em agosto de 2024, ele também é fabricado com litografia de 4 nm, mas tem um pouco menos de potência de CPU, chegando a 2,5 GHz. A quantidade de RAM no smartphone também é menor, com 8 GB, e o armazenamento fica en 256 GB.

De resto, a tela é bem parecida com a do modelo mais caro: uma AMOLED de 6,78 polegadas e 144 Hz de taxa de atualização e 5.200 nits de brilho, com proteção Gorilla Glass 7i. Já a bateria é um pouco maior, com capacidade para 5.200 mAh e suporte a carregamento cabeado de 68 W, mas sem recarga wireless.

Existe ainda a opção do Edge 70 Fusion Plus. Em resumo, ela é um Edge 70 Fusion com câmeras e chip do Edge 70. Eles vêm com Android 16 e promessa de três atualizações do sistema operacional, chegando ao Android 19.

Giovanni Santa Rosa viajou a Porto Feliz (SP) a convite da Motorola

Motorola Edge 70 chega ao Brasil com design fininho; veja quanto custa

Espessura de 5,99 mm é o destaque do Edge 70 (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Motorola Signature, novo ultra premium da marca, chega ao Brasil; veja preços

9 de Março de 2026, 12:33
Signature é a aposta da marca para brigar com segmento superior de celulares (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Resumo
  • O Motorola Signature foi lançado no Brasil por R$ 8.999,90, com chip Snapdragon 8 Gen 5, 12 GB de RAM e 512 GB de armazenamento.
  • O smartphone possui quatro câmeras de 50 MP com sensores Sony, tela AMOLED de 6,8 polegadas e bateria de 5.200 mAh com carregamento de até 90 W.
  • O Signature vem com Android 16 e receberá atualizações até o Android 23, além de contar com a Moto AI para assistentes e sugestões de tarefas.

O Motorola Signature chegou ao Brasil com preço sugerido de R$ 8.999. A marca fez o lançamento local do seu novo modelo ultra premium nesta segunda-feira (09/03)

Apresentado em janeiro de 2026 durante o keynote da Lenovo na CES, em Las Vegas (Estados Unidos), o Signature é a aposta da Motorola para disputar espaço com iPhone, Galaxy S26 e outros smartphones do alto escalão do mercado. Para isso, o Signature traz o chip Snapdragon 8 Gen 5, 12 GB de RAM e câmeras com sensores da Sony.

Snapdragon 8 Gen 5 e 12 GB de RAM

Vamos começar pelo chip. O Snapdragon 8 Gen 5 é a versão não-Elite do Elite Gen 5. A variante mais potente equipa o Samsung Galaxy S26, Realme GT8 Pro e Xiaomi 17, entre outros.

Mesmo assim, o chip não-Elite tem números promissores, como CPU com frequência máxima de 3,8 GHz. O “coração” do smartphone fica completo com os 12 GB de RAM e 512 GB de armazenamento.

Câmeras com sensores Sony, tela grande e mais

Signature tem três câmeras de 50 MP (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Outro ponto que a Motorola destaque em seu novo flagship são as quatro câmeras de 50 MP, sendo três delas com sensores da Sony:

  • Principal, com sensor Sony Lytia 828, o maior dessa resolução já usado pela fabricante, capaz de gravar vídeos em 8K.
  • Periscópica, com zoom óptico de 3x e sensor Sony Lytia 600.
  • Ultrawide, com campo de visão de 122°.
  • Selfie, com sensor Sony Lytia 500 e gravação de vídeo em 4K.

A tela AMOLED de 6,8 polegadas é outro ponto interessante do aparelho, oferecendo até 165 Hz de taxa de atualização e 6.200 nits de pico de brilho.

A Motorola seguiu os passos de concorrentes chinesas e empregou a tecnologia de silício-carbono na bateria do Signature. Com isso, ela alcançou 5.200 mAh de capacidade, além de oferecer suporte a carregamento de até 90 W com cabo e 50 W wireles.

Suporte até o Android 23

A Motorola seguiu os passos de concorrentes na hora de oferecer suporte de longo prazo ao Signature. O aparelho vem com Android 16 e promessa de sete atualizações do sistema operacional — o que significa que ele deve receber até o Android 23. Os updates de segurança devem ser distribuídos por sete anos.

Ainda em software, vale lembrar que a Motorola conta com a Moto AI, com ferramentas para sugerir tarefas, gerar imagens e resumir notificações, além de diversas opções de assistentes, como Gemini, Copilot e Perplexity.

Giovanni Santa Rosa viajou a Porto Feliz (SP) a convite da Motorola

Motorola Signature, novo ultra premium da marca, chega ao Brasil; veja preços

Motorola Signature é a aposta da marca para brigar com segmento superior de celulares (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Signature tem três câmeras de 50 MP (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Meta vai cobrar chatbots de IA por uso do WhatsApp

6 de Março de 2026, 17:37
Logotipo do WhatsApp
Startups de IA dizem que cobrança feita pelo WhatsApp atrapalha seus planos (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • A Meta cobrará cerca de R$ 0,33 por mensagem não padronizada de chatbots de IA no WhatsApp, segundo o TechCrunch.
  • Empresas como Zapia e Luzia consideram que a cobrança fere decisões regulatórias e inviabiliza seus serviços.
  • A taxa segue modelo adotado na União Europeia, que também barrou as alterações nos termos de uso que proibiriam chatbots.

A Meta vai começar a cobrar taxas de uso do WhatsApp de quem oferece chatbots de inteligência artificial pelo aplicativo. A medida é uma resposta às decisões do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), que obrigaram a empresa a permitir esse tipo de serviço em sua plataforma.

Conforme apurado pelo TechCrunch, para cada mensagem que não seja padronizada, será cobrada uma taxa de cerca de R$ 0,33 (oficialmente, o valor é expresso em dólares: US$ 0,0625). A política de cobrança adotada pelo WhatsApp segue o modelo adotado na União Europeia, onde autoridades do bloco também barraram as alterações dos termos de uso que proibiriam chatbots do tipo.

Em resposta ao Tecnoblog, a Meta apenas reforçou o posicionamento enviado na quarta-feira (04/03):

“Onde formos legalmente obrigados a disponibilizar chatbots de IA por meio da API do WhatsApp, estamos atualizando nossos termos e nosso modelo de preços para que possamos continuar a oferecer suporte a esses serviços.”

Em resposta ao UOL, a empresa uruguaia Zapia considerou que a cobrança fere a decisão do Cade. Já a espanhola Luzia diz que os valores cobrados inviabilizam a escala de seus serviços.

Relembre o caso

Em outubro de 2025, a companhia anunciou mudanças nos termos de uso do WhatsApp Business, proibindo o uso da plataforma para chatbots de IA.

Até então, provedores ofereciam serviços do tipo como se fossem uma conversa comum dentro do mensageiro. Dava até para mandar uma mensagem para o ChatGPT ou o Copilot por lá, mas, diante das novas políticas, a OpenAI e a Microsoft decidiram encerrar essa opção.

Mão segurando smartphone com o WhatsApp aberto em uma conversa com o ChatGPT. A mensagem enviada pede ao chat para sugerir um cardápio de natal para cinco pessoas, e a IA responde abaixo com as sugestões.
ChatGPT já esteve disponível via WhatsApp (foto: Lucas Braga/Tecnoblog)

Outras empresas, como Zapia e Luzia, construíram seus modelos de negócio em torno dessa conveniência para o usuário. Até por isso, as duas entraram com uma representação junto ao Cade para reverter a decisão da Meta.

As autoridades regulatórias brasileiras deram razão às startups de IA, em decisão emitida em janeiro e reforçada na última quarta-feira (04/03). No entendimento do órgão, os novos termos de uso poderiam prejudicar a livre concorrência no mercado. A Meta oferece seu próprio chatbot, a Meta AI, no WhatsApp e em outras de suas plataformas.

Vale dizer que essas medidas só se aplicavam caso o serviço oferecido fosse a IA em si. Se uma empresa de viagens ou uma loja de roupas, por exemplo, tivesse um chatbot de atendimento ao cliente, seu funcionamento estaria liberado.

Meta vai cobrar chatbots de IA por uso do WhatsApp

WhatsApp (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

ChatGPT responde mensagens via WhatsApp (Imagem: Lucas Braga/Tecnoblog)

GPT-5.4 chega com capacidade nativa de usar computadores

5 de Março de 2026, 19:10
Ilustração com o logo do ChatGPT ao centro. Na parte inferior direita, o logotipo do "tecnoblog" é visível.
ChatGPT começou a liberar acesso ao GPT-5.4, mas só para quem paga (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O GPT-5.4 da OpenAI executa tarefas em programas de computador capturando imagens da tela e enviando comandos de mouse e teclado. Ele também escreve códigos e conecta-se a APIs.
  • Disponível no ChatGPT para assinantes dos planos Plus, Team e Pro, o GPT-5.4 oferece um plano de raciocínio antes de executar tarefas. Ele também está no Codex e via API.
  • A OpenAI está em disputa com a Anthropic, com desentendimentos públicos e diferenças em parcerias, como a colaboração da OpenAI com o Departamento de Defesa dos EUA.

A OpenAI anunciou nesta quinta-feira (05/02) o modelo de inteligência artificial GPT-5.4. Pela primeira vez, um modelo da companhia vem com capacidade nativa de uso de computadores, o que significa que ele consegue executar tarefas em diferentes programas.

Para conseguir isso, o agente captura imagens da tela, entende as interfaces e envia comandos de mouse e teclado. Assim, ele pode resolver tarefas envolvendo, por exemplo, planilhas, documentos e apresentações.

Outra solução é escrever códigos para lidar com as tarefas — o GPT-5.4 também faz isso. A IA conta ainda com a capacidade de escolher a ferramenta certa para cada ocasião e, se for necessário, fazer a conexão com APIs.

Segundo a empresa, o GPT-5.4 é um modelo de raciocínio, o que significa que ele leva um tempo extra até chegar a uma resposta. Isso pode ser útil para agentes de IA, que receberiam um passo a passo com instruções mais precisas.

Como usar o GPT-5.4?

O GPT-5.4 já está disponível no ChatGPT para assinantes dos planos Plus, Team e Pro — usuários que não pagam vão ter que esperar, por enquanto. Ele aparece com a denominação GPT-5.4 Thinking. Ele também será oferecido na ferramenta de programação Codex e via API.

No chatbot, a interação é um pouco mais detalhada do que o habitual. O GPT-5.4 oferece primeiro um plano de raciocínio, descrevendo o que pretende fazer para chegar à resposta desejada. O usuário, então, pode fazer alterações no raciocínio, evitando ter que esperar uma resposta e não receber o resultado desejado.

O modelo também recebeu melhorias nos recursos para buscar e reunir informações de diversas fontes e, como em toda atualização, a promessa é que as respostas sejam mais factuais e haja menos alucinações.

OpenAI está em disputa com a Anthropic

Em dezembro de 2025, a OpenAI lançou o GPT-5.2 em tempo recorde. Na ocasião, rumores indicavam que a companhia estava trabalhando em “código vermelho” para barrar o crescimento do Gemini 3, que despontava como um competidor relevante para o ChatGPT.

Existem alguns paralelos possíveis entre aquele episódio e o lançamento desta quinta. O contexto, porém, é bem diferente.

Desta vez, a OpenAI está em uma briga com a Anthropic, e os motivos são diversos. As primeiras semanas tiveram provocações, como o comercial que satirizava as propagandas no ChatGPT. Depois, em um evento na Índia, Sam Altman, da OpenAI, e Dario Amodei, da Anthropic, se recusaram a dar as mãos durante uma foto com líderes do setor e o primeiro-ministro do país, Narendra Modi.

Os capítulos mais recentes, porém, são de outra ordem de importância. A OpenAI anunciou uma parceria com o Departamento de Defesa dos Estados Unidos, enquanto a Anthropic se recusou a fornecer ferramentas de IA para vigilância doméstica ou armas autônomas.

A discordância pública entre as companhias fez alguns usuários deixarem o ChatGPT como forma de protesto — não deve ser um movimento relevante em termos de quantidade, mas faz barulho nas redes sociais. O Claude, da Anthropic, recebeu de braços abertos os insatisfeitos.

Com informações da OpenAI e CNET

GPT-5.4 chega com capacidade nativa de usar computadores

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Novo modelo melhora desempenho em tarefas envolvendo aplicativos, ferramentas, geração de códigos e busca por informações.

ChatGPT, da OpenAI (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

WhatsApp vai sugerir figurinhas ao digitar mensagens

5 de Março de 2026, 17:39
Logos do WhatsApp em balões verdes
Recurso será oferecido para usuários da versão para iPhone ao longo das próximas semanas (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O WhatsApp para iOS agora sugere figurinhas ao digitar emojis, mas a liberação do recurso é gradual.
  • O recurso não relaciona emojis com stickers criados por usuários, apenas com pacotes oficiais.
  • A função de sugestão de figurinhas foi mencionada na versão 26.8.75 do aplicativo e está em desenvolvimento desde 2021.

Uma nova atualização no WhatsApp para iOS adicionou o recurso de sugestão de figurinhas. Com ela, ao digitar um emoji, o próprio aplicativo mostra stickers que combinam com aquela expressão. O recurso, porém, tem algumas limitações.

O site WABetaInfo notou a mudança na versão 26.8.75 do aplicativo — a informação está presente até no changelog da versão, disponível na App Store. Apesar disso, a Meta está liberando gradualmente o recurso, então pode demorar algumas semanas até que todos tenham acesso.

Como funcionam as sugestões de figurinhas?

Duas telas de iPhone mostram o WhatsApp no modo claro com um novo recurso de sugestão de figurinhas. Na imagem da esquerda, o emoji de "rosto rindo" está no campo de texto e uma pequena barra cinza acima do teclado exibe o mesmo emoji entre aspas. Na imagem da direita, essa barra expande um painel com dez opções de figurinhas de diversos estilos (como um bule, um coração e um urso) que correspondem à expressão do emoji. Abaixo, lê-se: "You can search for results from third-party sticker and GIF providers and WhatsApp. Learn more", seguido pelo botão "Show more results".
Atalho para acessar sugestões de figurinhas aparece ao lado da mensagem (imagem: reprodução/WABetaInfo)

Ao digitar uma palavra ou frase, o teclado do celular pode sugerir um emoji que combine com aquele conteúdo — para “doido”, aparecem duas carinhas de língua de fora e outra rindo; para “triste”, aparecem três semblantes cabisbaixos.

O novo recurso do WhatsApp é baseado nessa função. Ao escolher um emoji, o aplicativo mostra, no lado direito do espaço para digitar a mensagem, uma figurinha animada. Tocando nela, aparecem sugestões de stickers que combinam com aquele sentimento.

Esse recurso parece estar sendo preparado há bastante tempo. Em 2021, já noticiávamos o desenvolvimento de uma ferramenta do tipo, ainda que um pouco diferente, sem precisar passar pelos emojis para chegar às figurinhas. Três anos depois, a funcionalidade já era mais próxima do que vemos agora, no lançamento oficial.

Você não verá todas as figurinhas

Como dissemos, o recurso de sugestões tem uma limitação: ele não é capaz de relacionar emojis à maioria dos stickers criados pelos próprios usuários. Se você tem um pacote do seu cachorro com várias expressões, por exemplo, ele não aparecerá na lista.

Provavelmente, o que acontece nos bastidores é um “cadastro” dos emojis relacionados a cada figurinha dos pacotes oficiais. Quando você mesmo cria um sticker usando a ferramenta do próprio app, não tem como adicionar essa informação em nenhum lugar — aí, o jeito é procurar manualmente mesmo.

WhatsApp vai sugerir figurinhas ao digitar mensagens

Mais da metade dos consumidores mudariam de operadora por WhatsApp ilimitado (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Atalho para acessar sugestões de figurinhas aparece ao lado da mensagem (imagem: reprodução/WABetaInfo)

Modo IA do Google poderá gerar documentos, montar listas e até criar apps

5 de Março de 2026, 10:48
A imagem mostra o "AI Mode" do Google, uma interface de desenvolvimento assistido por inteligência artificial. À esquerda, o usuário solicita via chat a criação de um rastreador de bolsas de estudo com funções de "check-off" e cálculo de valores. A IA confirma a atualização, incluindo um status de "Awarded" (Premiado). À direita, o painel Canvas traduz o pedido em código real (HTML/Tailwind), exibindo a estrutura de campos como "Amount", "Deadline" e um menu de seleção de status para gerenciar o progresso das candidaturas.
AI Mode pode gerar, por exemplo, um rastreador de candidaturas de bolsas de estudo (imagem: divulgação)
Resumo
  • O Modo IA do Google agora integra a ferramenta Canvas, permitindo a geração de documentos, listas e aplicativos.
  • A funcionalidade está disponível apenas para usuários nos EUA, sem previsão de lançamento no Brasil.
  • O Canvas, antes restrito ao Gemini, transforma conversas em diversos formatos, como documentos e protótipos de aplicativos.

O Modo IA do Google terá acesso direto à ferramenta Canvas. Essa funcionalidade é um espaço em que a inteligência artificial gera documentos, listas, galerias e até mesmo aplicativos com base nos prompts do usuário.

Até agora, o Canvas estava restrito ao Gemini, tanto na web quanto nos apps para Android e iOS. A integração ao AI Mode é a novidade — esse é o modo de conversa que aparece logo acima dos resultados de busca.

Por enquanto, a ferramenta foi disponibilizada apenas para usuários do AI Mode nos Estados Unidos, e não há previsão para chegar ao Brasil. Antes (e também só nos EUA), o Canvas só era oferecido quando o Modo IA era usado para buscar informações turísticas — no caso, ele gerava planos de viagens com o conteúdo de diversos sites.

Como funciona o Canvas?

Imagem mostra uma tela de computador com a interface do Google aberta em dois painéis. No painel esquerdo, há uma caixa de diálogo com a solicitação "Suggest highly-rated restaurants in Old Town Scottsdale for dinner" e uma resposta gerada destacando o trecho: "I've found a few highly-rated dinner spots in Old Town Scottsdale with different vibes and cuisines that would be perfect for your group. I will add them to the dining section of your plan." Abaixo, há sugestões de ações como “Add the dinner restaurant details to the itinerary section of the canvas”. No painel direito, está um plano de viagem intitulado "Girls’ Trip to Phoenix: A Plan for Hiking, Brunch & Vintage Finds", com a seção "Brunch & Dining". Abaixo, há uma tabela dividida em “Brunch” e “Dinner”, com colunas para nome do restaurante, localização/ambiente e comentários. Acima da tabela, há uma imagem mostrando uma mesa posta com pratos de café da manhã e flores.
Usuário pode “conversar” com IA para montar seu planejamento de viagem (imagem: divulgação)

O Canvas é um espaço presente no Gemini que transforma elementos da sua conversa com o chatbot em outro tipo de formato. Dependendo do contexto, o resultado muda: entre as possibilidades, estão documentos de texto, páginas da web, testes interativos e infográficos. Tudo isso pode ser alterado com mais pedidos do usuário.

No AI Mode do Google, o usuário terá que clicar em um botão abaixo da caixa de prompt. Assim, a ferramenta entende que é para gerar um objeto fora da conversa.

Para que serve o Canvas?

Uma das aplicações mais interessantes do Canvas é gerar códigos e protótipos de aplicativos. Isso junta duas tendências: o vibe coding, como é conhecida a prática de programar escrevendo apenas prompts e contando com o auxílio da IA, e micro apps, soluções personalizadas a gosto do usuário e geradas usando esse método.

A reportagem da PCWorld, por exemplo, conseguiu gerar um protótipo de e-commerce de camisetas e um painel de estações de metrô próximas à localização do usuário.

Nos meus próprios testes há alguns meses, o Canvas foi capaz de criar uma interface para calcular o tempo de carro até o metrô mais próximo da minha casa e, depois, o tempo de metrô até meu destino, um processo que o Maps não resolve tão bem sozinho. Na hora de tentar fazer um joguinho de tabuleiro, o resultado não foi tão bom: ele saiu cheio de bugs.

E como programar sem saber programar está em alta, o Google está, aos poucos, se posicionando como uma solução mais acessível para quem quer dar seus primeiros passos neste terreno.

Enquanto o Canvas está disponível diretamente no Gemini, o Codex, da OpenAI, precisa de um programa dedicado no desktop, e o Claude Code, da Anthropic, é pago. Por outro lado, as ferramentas das concorrentes são mais completas e dedicadas a uso profissional. Para quem quer só brincar um pouquinho, o Canvas já resolve muita coisa.

Com informações do Google e da PCWorld

Modo IA do Google poderá gerar documentos, montar listas e até criar apps

AI Mode pode gerar, por exemplo, um rastreador de candidaturas de bolsas de estudo (imagem: divulgação)

Usuário pode "conversar" com IA para montar seu planejamento (imagem: divulgação)

Android 16 ganha modo PC nativo, desenvolvido em parceria com a Samsung

4 de Março de 2026, 16:39
Ilustração vetorial em tons de azul, verde e cinza mostra um monitor de computador e parte de um smartphone à esquerda. O monitor exibe uma janela de navegador branca com barra de busca, uma mancha verde abstrata no centro e um cursor de mouse verde limão. Ao lado, o desktop escuro contém três ícones de pastas azuis. No canto superior direito, há ícones de Wi-Fi e bateria. Uma linha verde conecta os dispositivos.
Modo desktop está disponível no Android 16 QPR3 (imagem: divulgação)
Resumo
  • O Android 16 QPR3 introduziu um modo PC nativo, disponível apenas para a linha Pixel, que não é vendida no Brasil.
  • O modo PC permite conectar o celular a um monitor via USB-C, oferecendo uma interface similar a de um desktop, com suporte a mouse e teclado Bluetooth.
  • Fabricantes como a Samsung e a Motorola já possuem soluções próprias de modo desktop, como o DeX e o Ready For, respectivamente.

O Android 16 QPR3 trouxe uma novidade: ao ser conectado a um monitor usando um cabo USB-C, ele oferece uma interface similar à de um desktop. Assim, basta conectar um mouse e um teclado por Bluetooth para usar o celular como um computador. O recurso foi desenvolvido em parceira com a Samsung, que oferece o modo DeX há anos, com funcionamento praticamente idêntico.

A atualização, portanto, é uma novidade apenas na linha Pixel, com aparelhos Pixel 8 e posteriores oferecendo suporte. Como os smartphones da marca própria do Google não são vendidos por aqui, pouca coisa muda para o público brasileiro no momento.

O modo desktop já estava presente na versão beta QPR1 Beta 2, distribuída em junho de 2025. Agora, a disponibilidade é mais ampla. O Android QPR é uma versão trimestral do sistema, liberada para aparelhos da linha Pixel. Posteriormente, essas novidades podem chegar à versão estável do sistema, cabendo a outras fabricantes implementá-las.

Como é o desktop mode do Android?

GIF mostra celular conectado a monitor externo. O monitor mostra duas janelas, com Gmail e Chrome. Na parte de baixo, há ícones de aplicativos. No canto direito, há três botões (voltar, início e multitarefas).
Telefone fica liberado para uso (imagem: divulgação)

O ambiente de desktop do sistema operacional é bem parecido com o de concorrentes como Windows e macOS. Os apps rodam em janelas, em modo tablet/dobrável (quando disponível), e é possível redimensioná-las livremente, bem como movê-las ou sobrepô-las.

Na parte de baixo da tela, fica uma barra de tarefas, com atalhos para aplicativos e os três botões padrão do sistema: voltar, tela inicial e tela multitarefas. Na parte superior, há uma barra bastante familiar aos usuários de Android, com hora, data e indicadores de Wi-Fi e bateria.

Um ponto importante é que o smartphone fica liberado para uso, liberando recursos como câmera e ligações, por exemplo. Se for conectado a um tablet, é possível colocar o monitor para funcionar como segunda tela. No momento, nenhum tablet da linha Pixel oferece esse suporte, então isso só funciona com o Galaxy Tab S11 e alguns modelos de gerações anteriores.

O modo desktop do Android gera curiosidade extra porque o Google já confirmou que trabalha em uma versão do sistema para PCs, ainda sem previsão de lançamento. As imagens que vazaram, porém, mostram algumas diferenças para o recurso da linha Pixel, como os botões no canto inferior direito e a barra na parte superior da janela.

Fabricantes já têm soluções próprias

O modo desktop do Android é bastante aguardado, mas muitos usuários do sistema já contam com esse recurso, graças a iniciativas das próprias fabricantes de celulares. Uma delas é a própria Samsung, com o modo DeX.

Outra pioneira nesse tipo de conectividade é a Motorola. Lá em 2011, ela vendia o Atrix, que podia ser conectado a um acessório chamado Lapdock, que era basicamente um monitor e um teclado montados em formato de notebook.

Mais recentemente, os aparelhos mais potentes da marca contam com o recurso Ready For, que também oferece uma interface de desktop ao serem conectados a um monitor.

Com informações do Android Headlines e Android Authority

Android 16 ganha modo PC nativo, desenvolvido em parceria com a Samsung

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Atualização permite conectar celular a um monitor externo e ativar interface de PC. Solução só está disponível para dispositivos selecionados de Google e Samsung.

Modo desktop está disponível no Android 16 QPR3 (imagem: divulgação)

Tribunal do Cade mantém decisão que libera rivais da Meta AI no WhatsApp

4 de Março de 2026, 12:31
Ilustração mostra o logotipo do WhatsApp com um leve blur na imagem, em um fundo de cor vermelha. Na parte inferior direita, o logotipo do "tecnoblog" é visível.
WhatsApp terá que conviver com IAs rivais (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O Cade manteve a decisão que permite chatbots concorrentes da Meta AI no WhatsApp, como Luzia e Zapia.
  • Novos termos de uso do WhatsApp, que proibiam chatbots de concorrentes, foram bloqueados.
  • A decisão do Cade foi unânime, negando o recurso apresentado pela Meta.

O Tribunal do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) decidiu manter a medida preventiva que, na prática, libera chatbots de inteligência artificial concorrentes à Meta AI no WhatsApp, como Luzia e Zapia.

A decisão proíbe a entrada em vigor dos novos termos de uso do WhatsApp. Anunciados em outubro de 2025, eles têm como objetivo barrar o acesso ou o uso de seu ecossistema por provedores e desenvolvedores de IA.

O Tribunal avaliou que a exclusão total das ferramentas de IA não seria proporcional e que as novas regras poderiam prejudicar a livre concorrência no mercado.

O julgamento foi decidido por unanimidade, negando recurso interposto pela Meta e mantendo a medida preventiva imposta pela Superintendência-Geral do Cade (SG-Cade). A companhia argumentava que os chatbots podem sobrecarregar sua infraestrutura e que os desenvolvedores de IA não podem depender do WhatsApp.

Procurada pelo Tecnoblog, a assessoria de imprensa da Meta enviou o seguinte comunicado:

Onde formos legalmente obrigados a disponibilizar chatbots de IA por meio da API do WhatsApp, estamos atualizando nossos termos e nosso modelo de preços para que possamos continuar a oferecer suporte a esses serviços.

Relembre o caso

Os novos termos de uso do WhatsApp foram anunciados em outubro de 2025. Eles têm como objetivo proibir o acesso ou o uso de seu ecossistema por provedores e desenvolvedores de IA.

Luzia e Zapia entraram com representação junto ao Cade e solicitaram uma medida preventiva. As duas empresas oferecem chatbots de IA primariamente via WhatsApp. Elas alegaram que as novas regras poderiam afetar o mercado brasileiro de IA, dado que o mensageiro da Meta é o mais usado no país.

Dois dias antes de as novas regras começarem a valer, o Cade proibiu as mudanças nos termos de uso do WhatsApp, mantendo a permissão para IAs concorrentes no aplicativo.

Tribunal do Cade mantém decisão que libera rivais da Meta AI no WhatsApp

WhatsApp fora do ar (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Apple lança MacBook Neo com chip de iPhone; saiba o preço

4 de Março de 2026, 11:20
MacBook Neo tem quatro opções de cor (imagem: divulgação)
Resumo
  • A Apple lançou o MacBook Neo, que utiliza o chip A18 Pro de iPhone.
  • O computador tem tela de 13 polegadas, 8 GB de RAM, até 512 GB de armazenamento e bateria com autonomia para 16 horas.
  • Ele chega ao Brasil por R$ 7.299, sendo R$ 6.700 mais barato que o MacBook Air vendido por aqui.

A Apple apresentou nesta quarta-feira (04/03) o MacBook Neo. No Brasil, ele tem preço sugerido de R$ 7.299 — para efeito de comparação, o MacBook Air mais barato está saindo por R$ 13.999. Nos Estados Unidos, esses dois valores são de US$ 599 e US$ 1.099, respectivamente.

O grande diferencial (que muita gente pode considerar negativo, nesse caso) está no chip: em vez de adotar um processador da linha M, como o resto da linha Mac, ele vem com um A18 Pro, o mesmo presente no iPhone 16 Pro, lançado em 2024.

Os smartphones da Apple são bastante potentes, mas ainda precisamos ver na prática como isso se traduz em um computador completo. A empresa promete, na comparação com PCs com Intel Core Ultra 5, 50% mais velocidade em navegação na web e até três vezes mais velocidade em tarefas de inteligência artificial executadas no próprio dispositivo.

Como é o MacBook Neo?

Em outras especificações importantes, temos tela de 13 polegadas Liquid Retina, 8 GB de RAM, duas portas USB-C (sendo uma USB 3 e outra USB 2) e saída para fone de ouvido, câmera FaceTime HD de 1080p e bateria para até 16 horas de streaming de vídeo, nas estimativas da Apple.

O MacBook Neo tem suporte a um monitor externo de até 4K a 60 Hz, com seu próprio monitor funcionando simultaneamente. Em som, são dois alto-falantes, com suporte a áudio espacial e Dolby Atmos.

MacBook Neo
MacBook Neo tem duas portas USB-C (imagem: divulgação)

Em dimensões, ele tem 1,27 cm de espessura, 29,75 cm de largura e 20,64 cm de comprimento, sendo um pouco menor que o MacBook Air de 13,6 polegadas. O peso é o mesmo: 1,23 kg.

Em comparação com outros modelos da linha, ficou de fora o carregador MagSafe (com encaixe magnético na lateral do aparelho), o teclado retroiluminado e câmeras com Center Stage. Mas, justiça seja feita, estamos falando de aparelhos que custam o dobro do Neo (ou até mais).

MacBook Neo visto de cima
Teclado do Neo não tem iluminação (imagem: divulgação)

O modelo básico, de R$ 7.299, tem 256 GB de armazenamento e não conta com Touch ID no teclado. A versão superior custa R$ 8.499, vem com 512 GB e leitor de digitais. Há quatro opções de cor: prata, blush (rosa), amarelo-cítrico e índigo (cinza azulado escuro).

O que a Apple quer com o MacBook Neo?

O Neo é o MacBook mais barato que a Apple lança no Brasil em mais de uma década, até onde eu consegui checar. O MacBook de 2015 (que pode ser lido como um equivalente do Neo, já que não era Air nem Pro) chegou custando R$ 8.699 — e aí teríamos que considerar inflação e variação do dólar em 11 anos para saber a equivalência em valores atuais.

Apple apresenta Neo como “seu primeiro Mac” (imagem: divulgação)

Pode parecer um preço caro para um notebook com chip de celular? Sim. Mas, ao mesmo tempo, mostra uma estratégia da Apple de marcar presença em um segmento onde ela não estava disponível. E como o varejo quase sempre pratica preços menores do que os sugeridos, ele pode se tornar ainda mais competitivo.

De novo: temos que ver como é o desempenho do A18 Pro em um computador. Só aí vai dar para saber se o Neo é um concorrente sério para laptops com Windows.

Apple lança MacBook Neo com chip de iPhone; saiba o preço

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Computador é opção mais barata da marca, custando quase R$ 7 mil a menos que o MacBook Air. Chip é o mesmo do iPhone 16 Pro do ano passado.

MacBook Neo tem dois alto-falantes laterais (imagem: divulgação)

Teclado do Neo não tem iluminação (imagem: divulgação)

Apple apresenta Neo como "seu primeiro Mac" (imagem: divulgação)

Chrome vai reduzir ciclo e lançar uma nova versão a cada duas semanas

3 de Março de 2026, 19:59
Ilustração com a interface do Google Chrome
Novos recursos devem chegar ao navegador com mais rapidez (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O Google lançará novas versões estáveis do Chrome a cada duas semanas a partir de setembro de 2025, reduzindo o ciclo atual de quatro semanas.
  • A mudança visa diminuir problemas e facilitar correções de bugs, com atualizações mais frequentes e de menor escopo.
  • O novo ciclo de atualizações se aplica a todas as plataformas, exceto os canais Dev e Canary, e a versão extended stable manterá o ciclo de oito semanas.

O Google fará alterações no ciclo de desenvolvimento do Chrome: uma nova versão estável do navegador será liberada a cada duas semanas — atualmente, o intervalo entre os updates é de quatro semanas. O cronograma mais curto passa a valer a partir de setembro de 2025.

Com a mudança, a versão 153, que estava programada para 22 de setembro, chegará no dia 8 de setembro. A 154, anteriormente esperada para 20 de outubro, chega em 22 de setembro — e assim sucessivamente.

Por que o Chrome terá atualizações mais frequentes?

Ilustração com a marca do Google Chrome
Google Chrome usava ciclo de quatro semanas desde 2021 (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Em um texto publicado no blog de desenvolvedores do Chrome, a equipe explica que as novas versões serão mais frequentes, mas terão um escopo menor. Com isso, os problemas devem diminuir, e as correções de bugs pós-lançamento serão mais simples.

“As plataformas web estão avançando constantemente, e nossa missão é garantir que desenvolvedores e usuários tenham acesso imediato às mais recentes melhorias de desempenho, correções e novas funcionalidades”, diz o comunicado.

A última mudança do tipo ocorreu em março de 2021, quando o ciclo foi reduzido de seis para quatro semanas.

O que vai mudar com o novo ciclo de atualizações?

O Google explica que o novo ciclo de atualização vale tanto para a versão estável quanto para a versão beta — que chegará três semanas antes. Isso afeta todas as plataformas: Android, iOS e desktop. Os canais Dev e Canary não terão alterações, nem as correções de segurança semanais.

Outra versão que permanecerá como é hoje é a extended stable, voltada a administradores de ambientes corporativos — ela segue um ciclo de oito semanas, garantindo tempo extra para lidar com as atualizações.

O time de desenvolvimento diz estar trabalhando para que Chromebooks também estejam alinhados ao ciclo de duas semanas, com as atualizações passando por testes dedicados de plataforma. Intervalos mais longos também estarão disponíveis para esses dispositivos.

Com informações do Bleeping Computer

Chrome vai reduzir ciclo e lançar uma nova versão a cada duas semanas

Google Chrome (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Google Chrome (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

WhatsApp já tem lista de espera para versão premium

3 de Março de 2026, 15:09
Logotipo do WhatsApp
WhatsApp continuará gratuito, mas recursos extras serão cobrados (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O WhatsApp iniciou uma lista de espera para assinatura premium na versão beta do app para Android.
  • O pacote pago incluirá stickers exclusivos, temas extras e mais conversas fixadas.
  • O preço ainda não foi divulgado.

O WhatsApp começou a liberar uma lista de espera de sua assinatura premium na versão beta do aplicativo para Android. Alguns participantes do programa de testes passaram a ver uma opção para serem notificados quando o plano pago, que trará mais recursos, estiver disponível.

O site WABetaInfo, especializado em novidades do mensageiro, encontrou a lista na versão 2.26.9.6 do app, mas nota que alguns usuários podem ter acesso ao cadastro mesmo em compilações mais antigas.

Para que serve a lista de espera para o plano premium?

Dois smartphones Android lado a lado exibem a interface do WhatsApp em modo escuro com novidades sobre uma assinatura. Na tela da esquerda, um chat aberto mostra um banner preto com um ícone de estrela verde e o texto: "Exclusive stickers coming soon. Plus app themes, extra pinned chats and more when you subscribe. Join waitlist". Abaixo, a aba de figurinhas está aberta. Na tela da direita, o menu de configurações exibe um pop-up com a mensagem: "You're on the waitlist", um botão verde escrito "OK" e o link "Leave waitlist".
Lista de espera adianta alguns diferenciais da assinatura premium (imagem: reprodução/WABetaInfo)

A publicação explica que, ao se inscrever na lista, o usuário receberá uma notificação quando o plano estiver disponível para assinatura. O cadastro não obriga o usuário a comprar o pacote, que será opcional.

Os usuários que já têm acesso à lista estão sendo convidados ao abrir o menu de figurinhas (stickers) do aplicativo. Um banner diz que figurinhas exclusivas estarão disponíveis em breve — uma das vantagens do plano premium.

Quais são os diferenciais do WhatsApp premium?

A página da lista de espera dá algumas dicas do que podemos esperar do plano pago do WhatsApp: stickers exclusivos, mais temas e possibilidade de fixar mais conversas na lista de contatos e grupos. O aplicativo diz ainda que haverá outros benefícios.

Em janeiro de 2026, a Meta falou pela primeira vez sobre uma assinatura opcional no WhatsApp, que valeria também para Instagram e Facebook.

Na ocasião, imaginou-se que o pacote traria recursos adicionais da Meta AI, como geração de vídeo, além de bloqueio de anúncios nos Status e Atualizações. A página da lista de espera não menciona explicitamente essas mudanças, mas elas podem estar incluídas na tal lista de outros benefícios. Ainda não se sabe qual seria o preço.

Vale lembrar que a Meta criou um plano pago na União Europeia, mas, por lá, o objetivo era outro: dar uma opção para navegação sem propaganda. Quem não quisesse pagar, poderia continuar com a versão gratuita, mas teria que ceder seus dados para receber anúncios personalizados.

As autoridades não gostaram do modelo de “pagar ou consentir”, argumentando que cobrar entre 10 e 13 euros por mês não configura uma escolha livre e justa para os usuários.

WhatsApp já tem lista de espera para versão premium

WhatsApp (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Lista de espera adianta alguns diferenciais da assinatura premium (imagem: reprodução/WABetaInfo)

Samsung pretende usar chips Exynos em toda a linha Galaxy

3 de Março de 2026, 12:42
Galaxy S26 Ultra, S26 Plus e S26 vistos de costas. Os aparelhos estão sobre suportes transparentes. O S26 Ultra é o maior deles e tem cor dourada. O S26 Plus é o intermediário, um pouco menor que o Ultra, e está na cor cinza. O S26 é o menor dos três e está na cor preta.
S26 Ultra usa chip Snapdragon 8 Elite Gen 5, enquanto S26 Plus e S26 vêm com chips Exynos (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Resumo
  • A Samsung planeja equipar toda a linha Galaxy com chips Exynos, substituindo fornecedores como Qualcomm e MediaTek.
  • O Exynos 2600, com litografia de 2 nm, é usado no Galaxy S26 e S26 Plus, visando melhorar o consumo de energia.
  • A transição para Exynos é um projeto de médio a longo prazo, envolvendo avaliação de necessidades e testes rigorosos.

A Samsung tem planos de médio e longo prazo para equipar toda a linha Galaxy de smartphones e tablets com chips Exynos, desenvolvidos pela própria empresa, deixando de lado fornecedores como Qualcomm e MediaTek.

A declaração foi feita por Moon Sung-hoon, vice-presidente de hardware da divisão mobile da Samsung. Segundo o executivo, a companhia vai trabalhar de maneira próxima a seus parceiros para fazer a transição.

O parceiro, no caso, deve ser outro braço da própria Samsung: a divisão System LSI, responsável pela pesquisa e desenvolvimento de semicondutores lógicos. Vale dizer que ela não é responsável pela fabricação de chips — isso fica a cargo da Samsung Foundry.

Por que a Samsung quer usar Exynos?

Imagem digital com fundo preto destaca um processador quadrado e cinza-escuro posicionado verticalmente sobre um smartphone deitado. No chip, lê-se "SAMSUNG Exynos 2600" em branco, abaixo de um ícone azul formado por quadrados conectados. O smartphone reflete uma luz azulada e está sobre uma superfície que simula circuitos eletrônicos integrados em relevo.
Exynos 2600 é o processador mais moderno da Samsung (imagem: divulgação)

Moon afirmou que o objetivo é entregar uma experiência de uso melhor para os consumidores. Ele ressaltou que o Exynos 2600, que equipa o Galaxy S26 e o Galaxy S26 Plus deste ano, é o primeiro processador móvel fabricado com litografia de 2 nm (quanto menor essa métrica, mais avançado o chip). Segundo o executivo, isso deve melhorar o consumo de energia.

A Samsung não diz isso oficialmente, mas a transição para processadores Exynos também pode significar uma redução de custos para a empresa. Em um mercado com preços em alta e margens mais apertadas, isso faz ainda mais sentido.

Quanto tempo deve levar até a transição para o Exynos?

O executivo não deu um cronograma, mas afirmou que este é um projeto de médio a longo prazo. A transição é um processo complexo, que envolve definir requisitos de cada produto, determinar especificações e conduzir testes rigorosos dos chips produzidos.

No momento, a Samsung usa um mix de chips próprios e componentes de fornecedoras. O Galaxy S26 Ultra, por exemplo, vem com o Snapdragon Elite Gen 5 for Galaxy, desenvolvido pela Qualcomm e otimizado para o aparelho. Já a MediaTek fornece o Dimensity 7300 para o tablet Galaxy Tab A11 Plus 5G e o Dimensity 6300 para o Galaxy A06 5G, entre outros aparelhos.

Com informações do Dealsite (traduzido do coreano) e do SamMobile

Samsung pretende usar chips Exynos em toda a linha Galaxy

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Transição é complexa e envolve avaliação de necessidades de aparelhos, especificações técnicas e testes rigorosos, diz executivo

S26 Ultra é o maior dos modelos da linha Galaxy S26 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Apple anuncia MacBook Pro com novos chips e MacBook Air com M5

3 de Março de 2026, 11:39
Um notebook preto, visto de frente e aberto, está centralizado contra um fundo branco. A tela exibe a interface do software de edição de fotos "Capture One", com menus, histogramas e ferramentas de ajuste de cor à esquerda. No centro da tela, há a foto de um modelo com cabelos pretos e franja, vestindo um casaco roxo brilhante sobre roupas prateadas. O fundo da foto é uma explosão de fumaça nas cores laranja, amarelo e azul. Na barra superior do sistema, lê-se "Capture One" e "Wed Apr 1 9:41 AM".
Apple indica novos MacBooks Pro para trabalhos da indústria criativa (imagem: divulgação)

A Apple apresentou, nesta terça-feira (03/03), dois novos chips da sua família M: o M5 Pro e o M5 Max. Eles já estão disponíveis na linha MacBook Pro, com preços a partir de R$ 26.999 para o M5 Pro e R$ 44.999 para o M5 Max. Além disso, a empresa trouxe uma versão renovada do MacBook Air, agora com M5, a partir de R$ 13.999.

Este é mais um anúncio da grande semana de lançamentos prometida pelo CEO da Apple, Tim Cook, na quinta-feira passada (26/02). Nessa segunda (02/03), a empresa apresentou o iPhone 17e, novo modelo de entrada da linha de smartphones, e uma atualização da linha iPad Air, que agora conta com o chip M5 básico e 12 GB de RAM.

O que o M5 Pro e o M5 Max trazem de novidades?

Ilustração dos chips M5 Pro e M5 Max
Novos modelos têm foco em IA, com aceleradores neurais (imagem: divulgação)

O M5 Pro agora conta com CPU de até 18 núcleos, contra 14 do M4 Pro. A disposição deles também é diferente: o novo modelo tem até 6 “super núcleos”, como chamou a Apple, e 12 núcleos de performance, enquanto a geração passada tinha 10 núcleos de performance e 4 de eficiência.

Outra diferença são os aceleradores neurais, que prometem facilitar a execução local de modelos de linguagem de larga escala avançados (LLMs). A Apple também aumentou a largura de banda de memória, que passou de 273 GB/s para 307 GB/s.

Entre aqueles números que as empresas sempre prometem, estão desempenho de inteligência artificial de quatro vezes em relação à geração passada, e oito vezes os chips da geração M1. O desempenho do SSD também está duas vezes mais rápido, e as opções de armazenamento agora começam em 1 TB no modelo Pro.

O M5 Max repete as configurações de CPU do modelo Pro e também traz aceleradores neurais como novidade. A largura de banda da memória também recebeu melhorias, passando de 546 GB/s para 614 GB/s. As opções de RAM seguem as mesmas, indo de 36 GB a 128 GB, enquanto o armazenamento agora começa em 2 TB.

Entre os comparativos divulgados pela Apple, temos processamentos de prompts de LLMs com quatro vezes mais velocidade em relação à geração passada e geração de imagens oito vezes mais rápida que na família M1. A companhia fala ainda em desempenho gráfico 50% melhor do que o da linha anterior.

Ambos os chips equipam modelos de 2026 do MacBook Pro, que não tiveram outras alterações em relação aos anteriores. Vale notar que o M5 Pro e o M5 Max ainda não estão disponíveis em desktops, como o Mac Studio e o Mac Pro.

MacBook Air recebe M5

A Apple também colocou no mercado uma versão atualizada do MacBook Air. A novidade é o chip M5, presente desde 2025 no MacBook Pro e no iPad Pro. É basicamente o mesmo aparelho do ano anterior com um chip atualizado.

Entre as mudanças da versão com M5 em relação à com M4, estão CPU com 4 super núcleos e 6 núcleos de eficiência, aceleradores neurais para tarefas de IA e largura de banda de memória de 153 GB/s (contra 120 GB/s da geração anterior).

Outra diferença está no armazenamento, que agora começa em 512 GB e vai até 4 TB. A conectividade também melhorou, com suporte a Wi-Fi 7 e Bluetooth 6.

Resta saber se o MacBook Air continuará com o posto de MacBook de entrada. Rumores indicam que a Apple pode apresentar ainda nesta semana um modelo mais barato, que usaria um chip da linha A, a mesma que equipa o iPhone.

Preços dos novos MacBooks

Estes são os preços iniciais de cada modelo. A Apple agora oferece configurações predefinidas de memória e chip, e não é mais possível escolher os componentes de modo separado.

  • MacBook Air M5 13′: R$ 13.999
  • MacBook Air M5 15′: R$ 15.999
  • MacBook Pro M5 Pro 14′: R$ 26.999
  • MacBook Pro M5 Max 14′: R$ 44.999
  • MacBook Pro M5 Pro 16′: R$ 33.999
  • MacBook Pro M5 Max 16′: R$ 47.999

A configuração mais cara — MacBook Pro M5 16′ com GPU de 40 núcleos, 128 GB de RAM e 8 TB de SSD — sai por R$ 88.599.

Apple anuncia MacBook Pro com novos chips e MacBook Air com M5

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M5 Pro e M5 Max fazem sua estreia nos notebooks avançados da marca e prometem desempenho superior em modelos de IA locais. Laptop de entrada recebe atualização.

Apple indica novos MacBooks Pro para trabalhos da indústria criativa (imagem: divulgação)

Novos modelos têm foco em IA, com aceleradores neurais (imagem: divulgação)

HBO Max e Paramount+ podem passar por fusão após compra da Warner Bros

2 de Março de 2026, 18:37
Landing page da HBO Max, com várias capas de filmes, séries e eventos ao fundo
HBO Max já teve diversos nomes (imgem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
Resumo
  • A Paramount Skydance e a Warner Bros Discovery fecharam um acordo de US$ 110 bilhões, com cada ação a US$ 31.
  • Um novo serviço de streaming, nascido da junção de Paramount+ e HBO Max, poderá ter com 200 milhões de assinantes e a HBO deve ser uma submarca.
  • A fusão ainda precisa de aprovação regulatória nos EUA, com algumas autoridades expressando preocupação.

Os serviços de streaming HBO Max e Paramount+ podem ser unidos futuramente, caso a aquisição da Warner Bros Discovery pela Paramount Skydance seja aprovada pelas autoridades regulatórias. Quem disse isso foi David Ellison, CEO da Paramount, em uma chamada com investidores nesta segunda-feira (02/03).

A Paramount Skydance e a Warner Bros Discovery fecharam um acordo no valor estimado de US$ 110 bilhões (cerca de R$ 570 bilhões, em conversão direta), com o pagamento de US$ 31 por ação (aproximadamente R$ 160), derrotando as ofertas anteriores feitas da Netflix.

O que se sabe sobre o novo streaming?

Imagem de um celular exibindo a tela de abertura do serviço de streaming Paramount+
Paramount+ tem filmes, séries e transmissões esportivas (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Por enquanto, não há muitas informações sobre como seria esse novo serviço, muito menos detalhes sobre nome e preço. Ellison disse que o streaming nasceria com 200 milhões de assinantes.

O CEO fez questão de enfatizar que a “HBO vai continuar sendo a HBO”, no que diz respeito à qualidade da programação. Mesmo assim, segundo a CNBC, uma pessoa com conhecimento dos planos da Paramount afirmou que a HBO deve ser uma submarca do novo serviço.

Seria mais um capítulo da confusa história da marca HBO no streaming, que já teve os serviços e marcas HBO, HBO Go, HBO Now, HBO Max, Max e novamente HBO Max.

Quais são os planos da Paramount para a Warner Bros?

Ellison destacou que a empresa resultante da fusão terá muitas franquias sob seu guarda-chuva, como Harry Potter, Top Gun, Star Trek, Looney Tunes e Game of Thrones. Ele também quer manter 30 ou mais lançamentos anuais nos cinemas.

Outro ponto forte da nova gigante estaria nas transmissões esportivas, com a junção da TNT Sports e da CBS Sports. Nos Estados Unidos, elas têm os direitos sobre diversas competições, como NFL, MLB, NHL, Roland Garros e mais. No Brasil, a HBO Max tem a Champions League, e a Paramount+ transmite alguns jogos da Copa Libertadores.

A aquisição, no entanto, ainda precisa passar pelas aprovações regulatórias dos EUA. Ellison confia que isso não será problema — ele defende que a fusão das duas empresas beneficia a competição, os consumidores e a comunidade criativa.

Nem todas as autoridades estão convencidas, entretanto. Rob Bonta, procurador-geral da Califórnia, já declarou que pretende avaliar de maneira rigorosa a negociação.

Com informações da CNBC e do TechCrunch

HBO Max e Paramount+ podem passar por fusão após compra da Warner Bros

HBO Max fica mais caro no Brasil (imgem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

(Imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Motorola terá suporte a Android sem Google, com foco em privacidade

2 de Março de 2026, 17:10
Motorola (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Motorola diz que GrapheneOS chega para complementar suas soluções de tecnologia (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • A Motorola anunciou parceria com a GrapheneOS Foundation para desenvolver smartphones compatíveis com o GrapheneOS, um sistema Android sem Google.
  • O GrapheneOS é um sistema operacional de código aberto, sem aplicativos e serviços do Google, oferecendo opções de segurança como revogação de acesso à rede e controle de sensores.
  • Atualmente, o GrapheneOS é compatível apenas com 20 modelos da linha Pixel, mas a parceria com a Motorola visa expandir essa compatibilidade para futuros dispositivos da marca.

A Motorola confirmou uma parceria com a GrapheneOS Foundation, que desenvolve uma versão do Android sem componentes do Google e focada em privacidade. De acordo com a fabricante, futuros aparelhos da marca poderão ser compatíveis com o sistema.

O anúncio foi feito neste domingo (01/03), no Mobile World Congress 2026, realizado em Barcelona (Espanha).

Como será a parceria da Motorola com o GrapheneOS?

De acordo com o comunicado divulgado, a Motorola e a GrapheneOS Foundation vão trabalhar juntas para “fortalecer a segurança dos smartphones e colaborar em futuros aparelhos projetados para serem compatíveis com o GrapheneOS”. Além disso, a companhia diz que novas ferramentas de segurança devem ser apresentadas em breve, assim como pesquisas e melhorias de software.

No X, a conta oficial do sistema disse que a parceria permitirá levar o sistema alternativo a um “subconjunto” de dispositivos da Motorola por meio de uma instalação direta. A fundação ainda afirmou ter esperança de que futuros aparelhos da marca venham com o GrapheneOS já instalado.

Atualmente, o GrapheneOS só está disponível para 20 modelos da linha Pixel que ainda não atingiram o fim do ciclo de vida.

O que é o GrapheneOS?

O GrapheneOS é um sistema operacional livre e de código aberto, desenvolvido usando o Android Open Source Project como base. Seu principal diferencial é vir sem os aplicativos do Google, como Gmail, Drive e Fotos, além de não contar com elementos que funcionam na base do Android “padrão”, como os Google Play Services.

Celular exibe a tela do Google Play Services na Google Play Store
Google Play Services funciona como base para muitos recursos do Android do Google (foto: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Apesar disso, usuários do sistema ainda têm a opção de instalar uma versão dos Google Play Services em uma sandbox, solução que o “separa” do resto do sistema, limitando acesso a dados e recursos.

Entre outras soluções de segurança e privacidade, o GrapheneOS conta com a possibilidade de revogar o acesso à rede para qualquer aplicativo, além de ter controle individual de cada sensor do aparelho para cada app. Ainda nessa lista, o sistema oferece reinicialização automática, opção para desabilitar o USB-C e uma senha alternativa para tela de bloqueio — que, na verdade, apaga por completo todos os dados do smartphone.

Com informações do 9to5Google

Motorola terá suporte a Android sem Google, com foco em privacidade

Motorola (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Veja algumas soluções para os problemas com o Google Play Services (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Apple apresenta iPhone 17e com MagSafe e iPad Air com M4

2 de Março de 2026, 11:26
Dois iPhones 17e sobrepostos. O de cima é rosa e está com a tela virada para baixo, mostrando sua única câmera traseira. O de baixo é preto e está com a tela virada para cima, mostrando o notch na tela.
Câmera única e notch continua presentes na linha de entrada da Apple (imagem: divulgação)
Resumo
  • O iPhone 17e custa a partir de R$ 5.799 com armazenamento de 256 GB, chip A19 e suporte a MagSafe, mantendo notch e câmera traseira única de 48 MP.
  • O iPad Air com chip M4 custa a partir de R$ 7.499, oferece 50% mais memória unificada e 30% mais velocidade que o modelo anterior, além de compatibilidade com Wi-Fi 7 e 5G aprimorado.
  • Ambos os dispositivos mantêm preços iniciais das gerações anteriores, com melhorias em armazenamento e desempenho.

A Apple anunciou dois novos produtos nesta segunda-feira (02/03). Um deles é o iPhone 17e: com preços a partir de R$ 5.799, ele chega com armazenamento de 256 GB ou superior, chip A19 e suporte a acessórios MagSafe, mas continua com notch na tela e apenas uma câmera traseira. O outro é o iPad Air com chip M4, com preço sugerido de R$ 7.499 e poucas novidades além do processador.

Os dois lançamentos fazem parte do que o CEO Tim Cook chamou de “grande semana” — então, espere mais novidades nos próximos dias. Uma delas deve ser um MacBook de baixo custo, com chip da linha A, presente nos iPhones e também nos iPads mais baratos.

Quais são as novidades do iPhone 17e?

Quatro iPhones 17e lado a lado, parcialmente sobrepostos. Os três primeiros estão virados para trás e são das cores preto, branco e rosa. O quarto, também rosa, está virado para frente.
Cor rosa é uma das novidades da família iPhone 17e (imagem: divulgação)

A primeira atualização da linha “e”, que se propõe a ser a opção de baixo custo para quem quer um iPhone sem gastar muito, resolveu parcialmente as críticas feitas à ao iPhone 16e.

Uma dessas alterações é o suporte a acessórios MagSafe. O iPhone 16e já tinha carregamento sem fio, mas não era possível grudar carregadores e power banks usando ímãs, sem contar opções de estilo, com porta-cartões. A solução era usar uma capinha com o tal ímã. O iPhone 17e resolve esse problema ao trazer a conexão magnética de modo nativo. E o iPhone 16e vem com Ceramic Shield 2 na tela, o que promete deixá-la mais resistente a quedas.

Outra alteração bem-vinda é o armazenamento base em 256 GB, acompanhando o que a Apple já tinha feito com o iPhone 17. Como o preço de lançamento (R$ 5.799) é o mesmo do que o do iPhone 16e, dá para dizer que o iPhone 17e ficou mais barato (ou, no mínimo, entrega mais pelo mesmo preço).

Algumas características, no entanto, permanecem inalteradas. A tela é a mesma da geração anterior, com 6,1 polegadas e brilho mais fraco do que o do iPhone 17. Ela inclui o polêmico notch, aquela franjinha na tela que já foi substituída pela Dynamic Island nos modelos mais caros.

A câmera de 48 MP continua sendo a única na parte de trás, e a Apple fala em zoom óptico de 2x, mas é basicamente um recorte para deixar a foto com 12 MP. Ainda faltam informações sobre o tamanho do sensor — o do iPhone 16e era menor do que o do iPhone 16, mesmo com a mesma resolução.

O chip é o A19 também presente no iPhone 17, mas a empresa segue com o esquema de colocar um núcleo de processamento gráfico (GPU) a menos no modelo mais barato.

Estes são os preços do iPhone 17e:

  • iPhone 17e 256 GB: R$ 5.799
  • iPhone 17e 512 GB: R$ 7.299

O que o iPad Air com chip M4 traz de diferente?

iPad Air com M4 mostrando janelas com uma videochamada, um app de anotações e um app de design gráfico
Apple enfatiza capacidades multitarefas do iPad Air M4 e do iOS 26 (imagem: divulgação)

A parte mais óbvia da nova geração do iPad Air é, claro, o chip M4, que está presente na versão Pro do tablet desde maio de 2024. A Apple afirma que ele traz 50% mais memória unificada do que a geração anterior — 12 GB contra 8 GB –, e promete 30% mais velocidade que o iPad Air M3 e 2,3x o desempenho do iPad Air M1.

O novo iPad Air vem acompanhado de novos chips de comunicação criados pela própria Apple, o N1 e o C1X — com isso, o novo modelo é compatível com Wi-Fi 7 e promete 5G com 50% mais velocidade e 30% menos uso do modem.

De resto, é um iPad Air igual aos modelos anteriores, com M2 e M3: telas IPS Liquid Retina de 11 ou 13 polegadas com brilho máximo de 500 nits, câmeras traseira e frontal de 12 MP cada, compatibilidade com Apple Pencil Pro e Apple Pencil USB-C, bem como Magic Keyboard, e bateria suficiente para 10 horas de navegação no Wi-Fi ou 9 horas no 5G.

Assim como no iPhone 17e, o iPad Air com M4 repete o preço inicial da geração anterior: R$ 7.499 pelo modelo Wi-Fi de 128 GB.

Estes são os preços do iPad Air (M4):

  • iPad Air (M4) 11′ Wi-Fi 128 GB: R$ 7.499
  • iPad Air (M4) 11′ Wi-Fi 256 GB: R$ 8.699
  • iPad Air (M4) 11′ Wi-Fi 512 GB: R$ 11.099
  • iPad Air (M4) 11′ Wi-Fi 1 TB: R$ 13.499
  • iPad Air (M4) 11′ Wi-Fi + Cellular 128 GB: R$ 9.499
  • iPad Air (M4) 11′ Wi-Fi + Cellular 256 GB: R$ 10.699
  • iPad Air (M4) 11′ Wi-Fi + Cellular 512 GB: R$ 13.099
  • iPad Air (M4) 11′ Wi-Fi + Cellular 1 TB: R$ 15.499
  • iPad Air (M4) 13′ Wi-Fi 128 GB: R$ 9.999
  • iPad Air (M4) 13′ Wi-Fi 256 GB: R$ 11.199
  • iPad Air (M4) 13′ Wi-Fi 512 GB: R$ 13.599
  • iPad Air (M4) 13′ Wi-Fi 1 TB: R$ 15.999
  • iPad Air (M4) 13′ Wi-Fi + Cellular 128 GB: R$ 11.999
  • iPad Air (M4) 13′ Wi-Fi + Cellular 256 GB: R$ 13.199
  • iPad Air (M4) 13′ Wi-Fi + Cellular 512 GB: R$ 15.599
  • iPad Air (M4) 13′ Wi-Fi + Cellular 1 TB: R$ 17.999

Apple apresenta iPhone 17e com MagSafe e iPad Air com M4

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iPhone de entrada agora conta com mais armazenamento e suporte a acessórios magnéticos. iPad Air tem poucas mudanças além de chip.

Câmera única e notch continua presentes na linha de entrada da Apple (imagem: divulgação)

Cor rosa é uma das novidades da família iPhone 17e (imagem: divulgação)

Apple enfatiza capacidades multitarefas do iPad Air M4 e do iOS 26 (imagem: divulgação)

Governo desiste de aumentar imposto de smartphones e eletrônicos

27 de Fevereiro de 2026, 19:07
Fachada do prédio do Ministério da Fazenda, com letreiro identificando o órgão
Ministério da Fazenda defendeu aumento, alegando risco de colapso da cadeia produtiva brasileira (foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)
Resumo
  • O governo federal revogou o aumento do imposto de importação para 15 itens de informática e telecomunicações, retornando às alíquotas antigas.
  • A decisão inclui tarifas de 16% para smartphones e notebooks e 10,8% para gabinetes, placas-mãe, mouses, mesas digitalizadoras e SSDs.
  • 105 itens de bens de capital, informática e telecomunicações terão tarifa zero por 120 dias, seguindo regras de ex-tarifário.

O governo federal revogou, nesta sexta-feira (27/02), o aumento no imposto de importação cobrado de 15 itens de informática. Com a decisão do Comitê-Executivo de Gestão da Câmara de Comércio Exterior (Gecex), as alíquotas anteriores voltam a valer.

Os seguintes produtos voltarão a ter as tarifas indicadas:

  • Smartphones: 16%
  • Notebooks: 16%
  • Gabinetes com fonte de alimentação: 10,8%
  • Placas-mãe: 10,8%
  • Mouses e track-balls: 10,8%
  • Mesas digitalizadoras: 10,8%
  • Unidades de memória SSD: 10,8%

Além disso, 105 itens de bens de capital, informática e telecomunicações terão tarifa zero por 120 dias. Essa segunda lista acolheu pedidos protocolados por empresas, seguindo as regras de ex-tarifário, que permitem zerar imposto para produtos sem similar nacional.

Aumento de imposto teve reação negativa

O aumento dos tributos foi anunciado no fim de janeiro e definia alíquotas até 7,2 pontos percentuais maiores para mais de 1,2 mil produtos, com uma lista que vai de prensas a reatores nucleares. O recuo, portanto, ainda deixa muitos produtos na lista.

O Ministério da Fazenda argumentou que o aumento era necessário diante de uma escalada da importação de bens de capital e bens de informática e telecomunicações, que ameaçaria “colapsar elos da cadeia produtiva”.

Fernando Haddad, titular da pasta, afirmou que a tarifa maior não encareceria smartphones, pois 90% dos aparelhos comprados no Brasil eram produzidos no próprio país. Já a Abinee (Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica) declarou, em nota, que o aumento do imposto fortaleceria a indústria nacional e aumentaria a geração de empregos.

A medida teve repercussões negativas no Congresso Nacional, nos setores industriais (de máquinas e de eletroeletrônicos, por exemplo) e nas redes sociais. Empresários do setor de importações alegaram que a indústria nacional de bens de capital não consegue atender à demanda interna e está defasada em relação ao mercado externo.

A revogação não chega a surpreender, já que, desde o início da semana, integrantes do governo defendiam rever a decisão para evitar desgaste em ano eleitoral.

Com informações do G1, Folha de S.Paulo e Agência Brasil

Governo desiste de aumentar imposto de smartphones e eletrônicos

Shopee é multada em R$ 14 milhões pelo Procon-SP

26 de Fevereiro de 2026, 19:16
Caixa de entrega da Shopee
Procon-SP aplicou multa após análise de reclamações de clientes (foto: divulgação)
Resumo
  • O Procon-SP multou a Shopee em R$ 14 milhões por cláusulas abusivas e falta de transparência.
  • O órgão avaliou que a Shopee não forneceu informações cadastrais essenciais de forma acessível e tentou isentar-se de responsabilidade por vícios.
  • No entendimento da entidade, termos de serviço da Shopee permitem cancelamento unilateral e não definem “comportamento abusivo”, possibilitando banimentos arbitrários.

O Procon-SP aplicou uma multa de mais de R$ 14 milhões à empresa dona da Shopee por considerar que os termos de serviço continham cláusulas abusivas e que houve falta de transparência no site e nos aplicativos.

O órgão entende que plataformas digitais de intermediação e vendas devem responder solidariamente por falhas na prestação de serviços, já que integram a cadeia de fornecimento.

O Tecnoblog entrou em contato com a Shopee e atualizará este texto assim que receber uma resposta.

Quais foram as infrações da Shopee?

Em resposta ao Tecnoblog, a assessoria de imprensa do Procon-SP deu mais detalhes sobre as irregularidades encontradas. Sua atuação se deu após analisar reclamações de consumidores e avaliar a própria plataforma de varejo.

Segundo o órgão, a Shopee não cumpriu “normas de transparência previstas no Código de Defesa do Consumidor, como a ausência de informações cadastrais essenciais em local de fácil visualização”. O Procon-SP identificou ainda que os termos de serviço da Shopee incluem uma tentativa de isenção de responsabilidade por vícios.

Centro de distribuição da Shopee em Santana do Parnaíba (SP)
Possibilidade de banimento arbitrário foi um dos motivos da multa (foto: divulgação)

Outros pontos considerados problemáticos são a previsão de cancelamento unilateral do contrato e a falta de uma definição sobre o que seria um “comportamento abusivo” do usuário. Para o órgão, esses dois itens podem levar a banimentos arbitrários da plataforma.

Como os Procons são órgãos administrativos, eles não têm poder legal para obrigar mudanças nos termos de serviço (ou quaisquer outras medidas do tipo). A multa é a única forma de penalidade prevista.

Shopee é multada em R$ 14 milhões pelo Procon-SP

Caixa de entrega da Shopee (Imagem: Divulgação/Shopee)

Centro de distribuição da Shopee em Santana do Parnaíba (SP) (Imagem: Divulgação/Shopee)

Meta processa golpistas por deepfake de Drauzio Varella e outros famosos

26 de Fevereiro de 2026, 17:28
Montagem com oito capturas de tela de vídeos que simulam reportagens jornalísticas e depoimentos. No topo, textos como "QUE CURA AS DORES CRÔNICAS" e "FAKE NEWS SOBRE O SEU REMÉDIO". Aparecem imagens do médico Drauzio Varella, uma radiografia de joelho, a cantora Simone Mendes e a atriz Suzana Vieira. Legendas inferiores dizem "MÉDICO GLOBAL REVELA COMO ACABAR COM AS DORES CRÔNICAS" e "Simone conta como perdeu 25kg". Há logotipos adulterados de veículos como G1, Fantástico e Canal UOL.
Publicidades fraudulentas usam imagens adulteradas de Drauzio Varella e outros famosos (imagem: reprodução/Globo)
Resumo
  • A Meta processou empresas e indivíduos por uso de deepfakes de celebridades em anúncios fraudulentos.
  • Empresa notifica ex-participantes do Meta Business Partners por cloaking e serviços abusivos.
  • Estudo da UFRJ revela irregularidades em 76% das publicidades de saúde no Instagram e no Facebook.

A Meta anunciou processos contra anunciantes e consultores de marketing que estariam envolvidos em fraudes usando a imagem de celebridades e marcas conhecidas. Duas empresas e quatro indivíduos brasileiros estão entre os acionados judicialmente. Segundo a empresa, um dos casos foi “uma operação de golpes que usou deepfakes de um médico famoso para anunciar produtos de saúde sem aprovação regulatória”.

A Meta não cita nomes em seu comunicado, mas nos bastidores, sabe-se que se trata do médico Drauzio Varella — ele mesmo alerta há anos sobre o uso de sua imagem em anúncios falsos. O Tecnoblog também apurou que os deepfakes usavam imagens do médico Lair Ribeiro, da cantora Maiara, do apresentador Luiz Bacci e da influenciadora Maira Cardi.

De acordo com o processo, dois brasileiros “usaram imagens e vozes alteradas de celebridades para promover produtos fraudulentos de saúde”. Também foram movidas ações legais contra uma empresa chinesa e uma vietnamita.

Cloaking e formas de burlar o sistema

O comunicado da Meta menciona a prática conhecida como “cloaking”. Trata-se de exibir um anúncio aparentemente legítimo para os sistemas de revisão da plataforma, mas distribuir um conteúdo diferente para os usuários. A companhia diz estar usando inteligência artificial para combater esse tipo de abuso.

A gigante das redes sociais enviou ainda notificações extrajudiciais a outros ex-participantes do programa Meta Business Partners. A companhia alega que eles ofereciam serviços como “desbanimento” ou restauração de contas, além de aluguel de contas para burlar sistemas de fiscalização. As mensagens têm como objetivo cessar as práticas abusivas — caso não colaborem, poderá haver medidas judiciais.

Anúncios fraudulentos são problema antigo em redes da Meta

As medidas anunciadas nesta quinta-feira (26/02) vêm depois de vários episódios negativos para a reputação da empresa.

Em novembro de 2025, uma reportagem calculou que 10% da receita da companhia vinham de anúncios fraudulentos. Um dos problemas apontados era que a companhia cobrava mais caro ao suspeitar que uma propaganda era golpe, visando inibir e afastar esse tipo de prática.

O Comitê de Supervisão da Meta considerou, em junho de 2025, que a companhia não fez o suficiente para combater golpes com deepfakes e tinha falhas em suas políticas. Esse comitê conta com relativa independência e funciona como uma espécie de Suprema Corte das redes da empresa, mas tem apenas poder para recomendar condutas.

Ronaldo Fenômeno durante coletiva de imprensa
Golpes já usaram imagem do ex-jogador Ronaldo (imagem: reprodução)

O caso em questão envolvia um vídeo falso do ex-jogador Ronaldo, cuja imagem foi usada para promover um cassino online. O conteúdo teve mais de 600 mil visualizações, e mais de 50 denúncias apontando a propaganda como golpe não foram suficientes para a Meta retirá-la do ar.

Os anúncios envolvendo produtos de saúde são particularmente problemáticos. Um estudo da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) analisou cerca de 170 mil peças publicitárias veiculadas no Instagram e no Facebook e encontrou algum tipo de irregularidade ou fraude em 76% delas.

Meta processa golpistas por deepfake de Drauzio Varella e outros famosos

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Duas empresas e duas pessoas foram processadas por criar deepfakes de Drauzio Varella. Consultores que ensinavam como burlar segurança receberam notificações.

Apple promete novidades para próxima semana; saiba o que deve vir por aí

26 de Fevereiro de 2026, 12:41
Close de uma mão humana com pele clara realizando um gesto de pinça sobre uma superfície metálica fosca e cinza. Os dedos polegar e indicador tocam as extremidades superior e inferior de um entalhe sutil no metal. Esse entalhe possui o formato de uma maçã estilizada, porém sem o pedúnculo e sem a tradicional "mordida" lateral, apresentando-se como uma silhueta contínua e minimalista. A iluminação é suave, criando sombras leves nos dedos e destacando a textura acetinada do material.
Vídeo compartilhado pelo CEO mostra maçã sendo moldada (imagem: reprodução/Apple)
Resumo
  • A Apple planeja anunciar novos produtos a partir de 2 de março, possivelmente de forma escalonada no site da empresa.
  • O iPhone 17e pode ser apresentado, com Dynamic Island e suporte MagSafe.
  • Um MacBook de baixo custo com chip A18 Pro e possíveis novos modelos de iPad e MacBook Air estão entre os rumores.

Tim Cook, CEO da Apple, confirmou que a empresa deverá mostrar novos produtos na semana que vem, que começa no dia 2 de março. “Uma grande semana pela frente. Começa na segunda de manhã”, escreveu em sua conta no X, com a hashtag #AppleLaunch.

Antes disso, a Apple havia marcado um evento para o dia 4 de março. O novo comunicado indica que os produtos podem ser apresentados de maneira “pingada”, por meio de comunicados distribuídos em diferentes dias no site da fabricante.

A big week ahead. It all starts Monday morning! #AppleLaunch pic.twitter.com/PQ9gM2Gl2r

— Tim Cook (@tim_cook) February 26, 2026

O que a Apple está preparando?

O anúncio de Cook não traz mais detalhes, apenas um vídeo com uma pessoa moldando o logo da Apple em uma superfície metálica. Será um indício de novidades nas linhas de produtos com telas touch?

Segundo informações que circulam na mídia há alguns meses, o iPhone 17e deve ser um dos apresentados. A linha de baixo custo deve ganhar Dynamic Island e abandonar o notch, além de contar com ímãs para acessórios MagSafe.

Imagem mostra um iPhone 16e branco sendo segurado em uma mão. Ele está com a tela desbloqueada, exibindo os aplicativos.
iPhone 16e ainda tem notch (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Na linha iPad, as coisas são mais nebulosas. Entre os candidatos a dar as caras, estão um iPad Air com chip M4 e um iPad 12 “basicão” com A18.

MacBook “menos caro” deve ser apresentado

Outro dispositivo que provavelmente deve dar as caras é o MacBook de baixo custo (ou menos caro, se você preferir). Ele usaria uma versão do chip A18 Pro, presente no iPhone 16 Pro. O uso de um processador de celular em um MacBook desperta curiosidade.

Duas unidades do novo MacBook Air
MacBook Air atual tem chip Apple M4 (imagem: divulgação/Apple)

O restante da linha Mac pode ganhar novidades, mas há menos certeza em meio aos rumores. Um MacBook Air com M5 e MacBooks Pro com M5 Pro e M5 Max podem estar nessa fornada de anúncios, assim como dois novos monitores da linha Studio Display.

E, apesar da alusão a toque no pequeno clipe compartilhado por Cook, não se anime para ver o aguardado MacBook Pro com tela touch — ele só deve dar as caras no segundo semestre de 2026.

Com informações do MacRumors

Apple promete novidades para próxima semana; saiba o que deve vir por aí

Vídeo compartilhado pelo CEO mostra maçã sendo moldada (imagem: reprodução/Apple)

iPhone 16e é o modelo mais barato com acesso ao Apple Intelligence (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Novo MacBook Air tem chip Apple M4 (imagem: divulgação/Apple)

Pix: brasileiros estão satisfeitos, mas querem mais agilidade, diz pesquisa

26 de Fevereiro de 2026, 09:01
Ilustração da seção Pix em um app bancário
Há diversos tipos de serviço do Pix para diferentes necessidades de uso (foto: Bruno Peres/Agência Brasil)
Resumo
  • 87% dos usuários do Pix desejam que o processo leve menos de 15 segundos. 69% estão dispostos a vincular dados bancários para agilizar pagamentos.
  • Pix Parcelado é o mais conhecido, com 83% de reconhecimento e 31% de uso. Pix por Aproximação tem 76% de reconhecimento e 42% de uso.
  • Pix Internacional é pouco conhecido, com 74% desconhecendo sua existência. Apenas 8% usaram, e 57% demonstram interesse.

A pesquisa Panorama E-commerce, realizada pela Visa Conecta, revelou que 87% dos consumidores entrevistados que já usaram Pix consideram atraente que o processo leve menos de 15 segundos.

O trabalho também descobriu que as modalidades Pix por Aproximação e Pix Parcelado são bem conhecidas, mas o Pix Internacional — ainda não regulamentado e oferecido de forma não oficial por algumas empresas — não deslanchou.

O questionário envolveu 1.521 entrevistas com consumidores brasileiros digitalizados e maiores de 18 anos. A amostra buscou refletir classes sociais, gêneros e regiões da população digitalizada do Brasil.

O que os brasileiros pensam do Pix?

A pesquisa Panorama E-commerce mostrou que o tempo necessário para fazer um Pix é um gargalo relevante — e os consumidores estão dispostos a ceder dados para acelerar o processo.

Ilustração de tela do site do Banco Central na tela do Pix
Pix tornou-se o meio de pagamento mais popular do Brasil (foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil)

Dos 1.442 entrevistados que já usaram Pix, 65% consideraram que seria muito melhor se a transferência levasse aproximadamente 15 segundos, e 23% pensam que isso seria melhor.

Entre os 1.260 que desejam mais agilidade, 69% se mostraram dispostos a vincular suas informações da conta bancária a um site ou app de loja online para pagar com mais facilidade.

Novas modalidades são conhecidas, mas pouco usadas

A Panorama E-commerce também verificou qual o grau de conhecimento e interesse dos brasileiros por três novas modalidades do Pix: Pix por Aproximação, Pix Parcelado e Pix Internacional.

O Pix Parcelado é, de longe, o mais conhecido entre os três, com 83% do público demonstrando saber de sua existência. O interesse é grande, com 35% afirmando que com certeza irão usar a modalidade e outros 28% dizendo que provavelmente usarão.

Na prática, porém, apenas 31% já fizeram pagamentos em parcelas usando Pix. O nível de satisfação desse subgrupo é alto, com 87% de aprovação.

O Pix por Aproximação é menos conhecido, com 76% dizendo que sabiam de sua existência. A intenção de uso é menor, com 70% manifestando interesse. O uso real foi de 42%, com alto grau de satisfação: 96%.

Pix Internacional desperta pouco interesse

Por fim, o Pix Internacional enfrenta o maior grau de desconhecimento, com 74% dos entrevistados sem saber que ele existia. Além disso, apenas 8% usaram esse método. A intenção de uso também é menor do que a das outras categorias, com 57% demonstrando interesse.

Vale fazer a ressalva de que o Pix Internacional faz mais sentido para quem compra produtos importados, viaja ou faz remessas ao exterior, o que, por si só, já exclui uma boa parcela da população brasileira.

Outro ponto de atenção é que essa modalidade ainda não foi lançada oficialmente. O que existe no momento são serviços de intermediação que tornam isso possível.

Assim, dá para fazer um Pix para uma conta internacional ou pagar dessa forma em lojas no exterior, método já visto na Argentina, na França e nos Estados Unidos, por exemplo. Nesses casos, uma companhia brasileira faz o meio de campo entre contas locais e estrangeiras.

Pix: brasileiros estão satisfeitos, mas querem mais agilidade, diz pesquisa

Galaxy S26: como assistir ao evento Unpacked ao vivo

25 de Fevereiro de 2026, 10:55
Ilustração que mostra a "silhueta" de um smartphone, com o texto "Vem aí Galaxy S26" ao lado
Galaxy S26 vem aí (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O Galaxy Unpacked ocorrerá em 25 de fevereiro, com destaque para o lançamento do Galaxy S26 nas versões básica, Plus e Ultra.
  • O Galaxy S26 Ultra deve ter tela com recurso de privacidade e suporte a carregamento de até 60 W, enquanto as versões base e Plus podem suportar até 45 W.
  • O modelo Ultra provavelmente usará o chip Snapdragon 8 Elite Gen 5, e os demais, o Exynos 2600. A Samsung também anunciou uma assistente Bixby renovada e parceria com a Perplexity.

A Samsung realiza, nesta quarta-feira (25/02), mais uma edição do Galaxy Unpacked. Desta vez, a estrela do evento deve ser a nova família Galaxy S26, que deve contar com as versões básica, Plus e Ultra, se os rumores estiverem corretos.

Você pode acompanhar tudo isso online para saber como são os novos smartphones e ver o que mais a fabricante sul-coreana vai apresentar. O lançamento terá transmissão ao vivo pelo YouTube.

Além disso, Thássius Veloso, editor do Tecnoblog, está em San Francisco (Estados Unidos) e vai mostrar em primeira mão tudo sobre os novos produtos da Samsung.

O que dizem os rumores sobre o Galaxy S26?

A principal novidade do Galaxy S26 Ultra deve ser uma tela com recursos de privacidade, que até já apareceu em teasers divulgados pela própria Samsung. A ferramenta funciona como uma das famosas películas do tipo, que bloqueiam a visibilidade de pessoas que estão ao lado do usuário, só que com a vantagem de poder ativá-la ou desativá-la a qualquer momento.

Três fotografias de um smartphone Samsung branco com moldura metálica. Na imagem da esquerda, a tela frontal exibe o menu "Privacy" com as opções "Privacy Notice", "Security and privacy" e um interruptor ligado em "Privacy display". Na foto central, a traseira do aparelho revela três câmeras verticais, flash LED e o logotipo "SAMSUNG" centralizado. À direita, o celular é visto de perfil lateral em ângulo agudo, mostrando a tela escurecida pelo recurso de filtro de privacidade.
Tecnologia deve restringir o ângulo de visão da tela (imagem: reprodução/Sahil Karoul)

Outra novidade da linha deverá estar nas velocidades de carregamento atualizadas, algo pedido pelos usuários há algum tempo. As versões base e Plus teriam suporte a até 45 W, enquanto o modelo Ultra seria compatível com até 60 W.

Ainda em hardware, a versão Ultra deve vir com o chip Snapdragon 8 Elite Gen 5, da Qualcomm, enquanto as demais usariam o Exynos 2600, da própria Samsung.

Em software, a Samsung segue apostando em inteligência artificial: a companhia já anunciou uma assistente Bixby renovada e mais poderosa e uma parceria com a Perplexity, com direito à frase de ativação “Hey, Plex!”.

E vale lembrar: todos os aparelhos já foram homologados junto à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), o que significa que eles estão liberados para venda no Brasil. Movimentos desse tipo geralmente indicam que os aparelhos devem chegar às lojas muito em breve.

Galaxy S26: como assistir ao evento Unpacked ao vivo

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Nova linha de celulares premium da Samsung será apresentada nesta quarta-feira (25), com cobertura especial do Tecnoblog

Galaxy S26 vem aí (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

YouTube Premium Lite ganha reprodução em segundo plano (com ressalvas)

24 de Fevereiro de 2026, 17:38
Mão segurando um celular que mostra o YouTube
YouTube ganhou nova opção para ouvir vídeos com a tela desligada (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O YouTube Premium Lite agora permite reprodução em segundo plano, mas não para conteúdos musicais e Shorts.
  • O plano Premium Lite, por R$ 16,90 mensais, inclui reprodução offline e vídeos sem anúncios, mas mantém limitações para música e Shorts.
  • A reprodução em segundo plano foi adicionada após o YouTube bloquear métodos gratuitos de reprodução contínua via navegador.

O YouTube adicionou o recurso de reprodução em segundo plano em smartphones à assinatura Premium Lite, que custa R$ 16,90 mensais. A plataforma também liberou o download de vídeos para reprodução offline — são, portanto, duas funcionalidades antes exclusivas do plano Premium, de R$ 26,90.

“Começando hoje [24/02] e chegando nas próximas semanas a todos os lugares onde o Premium Lite está disponível, assinantes poderão assistir à maioria dos vídeos sem anúncios, offline e em segundo plano”, diz o comunicado do Google.

Reparou que eles escreveram “maioria dos vídeos”? Pois é, aí começam as desvantagens.

Reprodução em segundo plano não funciona para música

As novidades seguem limitações já existentes no YouTube Premium Lite: conteúdos musicais e Shorts não poderão ser reproduzidos em segundo plano nem baixados no aparelho. Na prática, isso significa que o Premium Lite no celular pode servir para podcasts ou canais de diversos assuntos, mas não para ouvir música.

Antes desses recursos, o principal argumento para vender o Premium Lite era a retirada de anúncios, que funciona com as mesmas regras: videoclipes, shows, gravações continuam com propaganda, e o mesmo vale para Shorts de todos os tipos de conteúdo.

Tabela comparativa "Comparar assinaturas" do YouTube com duas colunas. A primeira, "Premium", custa "R$ 26,90/mês" e inclui todos os recursos: vídeos sem anúncios, YouTube Kids sem anúncios, tocar em segundo plano, downloads offline e YouTube Music sem anúncios. A segunda, "Premium Lite", custa "R$ 16,90/mês" e oferece os mesmos recursos para "A maioria dos vídeos*", exceto o app Music, que não está incluso. Uma nota rodapé explica que o Lite exclui músicas e Shorts de benefícios sem anúncios.
Novos benefícios já aparecem na página brasileira do YouTube (imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Essa acaba sendo uma forma de diferenciar as duas ofertas. Para quem se interessa pelo conteúdo musical presente no YouTube, a versão Lite pode não ser vantajosa, enquanto a versão Premium mais cara oferece também o YouTube Music.

YouTube fechou “jeitinho” para reprodução em segundo plano

O acréscimo da reprodução em segundo plano ao YouTube Premium Lite chega poucas semanas após o streaming criar barreiras para quem fazia isso sem pagar.

Um método bastante famoso era recorrer ao navegador do celular para manter a plataforma tocando vídeos ao trocar de aplicativo ou desligar a tela. Vivaldi e Brave eram alguns exemplos.

Com informações do Verge

YouTube Premium Lite ganha reprodução em segundo plano (com ressalvas)

YouTube no celular (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Novos benefícios já aparecem na página brasileira do YouTube (imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Banco gamer do Itaú vai encerrar atividades

24 de Fevereiro de 2026, 15:25
Foto do site do Player's Bank, mostrando o logo do banco digital e o logo do Itaú sobre um fundo preto
Player’s Bank foi aposta do Itaú em 2022 (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Resumo
  • O Itaú vai encerrar o Player’s Bank em 31 de março, permitindo movimentação via Pix ou TED até essa data.
  • O produto oferecia cashback e descontos em jogos e hardware, além de atendimento via Discord.
  • Baixa adesão e simplificação de produtos do Itaú podem estar entre os motivos para a decisão.

O Itaú vai descontinuar os serviços do Player’s Bank, seu segmento de carteiras digitais voltado ao público gamer. A conta e o cartão de crédito serão encerrados no dia 31 de março.

Após contato do Tecnoblog, o Itaú informou que, até essa data, o dinheiro estará disponível para movimentação e transferência via Pix ou TED. Se houver saldo quando a conta for encerrada, o cliente deverá ir até uma agência do Itaú ou acessar o Sistema de Valores a Receber (SVR) do Banco Central.

“Todo esse movimento foi comunicado previamente aos clientes impactados e está sendo conduzido com cuidado para garantir um processo transparente e seguro”, afirmou a assessoria de imprensa do banco.

O que era o Player’s Bank?

O Player’s Bank era um segmento do Itaú voltado ao público gamer, oferecendo contas digitais com rendimento automático e cartão de crédito sem anuidade.

Os diferenciais, porém, estavam nos benefícios para quem gosta de jogar, como desconto e cashback na compra de games, PCs, peças de hardware, consoles e periféricos. Um exemplo disso era a devolução de 10% do valor gasto na loja digital do Xbox.

Imagem promocional do Player's Bank e do Xbox
Parceria com Xbox foi uma das ações do banco (imagem: divulgação)

Ainda havia algumas vantagens curiosas, como atendimento via Discord e cartão personalizado com personagens desse universo.

Por que o Player’s Bank será encerrado?

Em 2024, na Comunidade do Tecnoblog, já havia relatos de que o Player’s Bank encerraria a parceria com o Xbox e deixaria de oferecer cashback no plano gratuito, o que sugere que os cortes começaram há algum tempo.

O assunto chamou nossa atenção ao encontrarmos queixas de clientes no Reclame Aqui. Mesmo assim, elas são poucas, o que reforça a suspeita de que o serviço não teve muita adesão.

O Itaú vem passando por um processo de simplificação de seus produtos. As contas do banco digital Iti, por exemplo, foram migradas para a operação principal do banco. Além disso, houve a unificação de sete apps em um, e o próprio aplicativo atual do Player’s Bank era quase idêntico ao do Itaú.

Banco gamer do Itaú vai encerrar atividades

Player's Bank foi aposta do Itaú em 2022 (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Outlook tem novo bug e Microsoft sugere gambiarra para consertar

24 de Fevereiro de 2026, 11:10
Ilustração apresenta o logotipo do Microsoft Outlook. Na parte superior direita, o logo do "Tecnoblog" é visível.
Versão clássica do cliente de email vem tendo problemas em 2026 (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O Outlook clássico tem um bug onde o cursor do mouse desaparece, mas ainda é possível interagir com o programa.
  • A Microsoft sugere soluções temporárias, como selecionar emails ou usar o PowerPoint para tentar fazer o cursor reaparecer.
  • A Microsoft enfrenta outros problemas, incluindo bugs no Windows 11 e serviços de armazenamento em nuvem.

O Outlook clássico está com um problema: para alguns usuários, o cursor do mouse desaparece ao entrar na interface do cliente de email. Mesmo assim, ainda é possível interagir com o programa.

Esse é mais um bug a assombrar a Microsoft em 2026. Durante o mês de janeiro, o Outlook começou a travar e não abrir novamente, obrigando o usuário a matar o processo ou reiniciar o computador. A falha estava em outro lugar — na sincronização com o OneDrive, mais especificamente.

O que acontece com o Outlook?

Em uma página de suporte atualizada em 19 de fevereiro, a Microsoft descreve o problema.

Ao usar o Outlook clássico, o ponteiro ou cursor do mouse pode desaparecer ao movê-lo sobre a interface. Embora o ponteiro não esteja visível, a cor do email na lista de mensagens muda conforme você passa o cursor sobre ele. Esse problema também foi relatado, embora em menor grau, no OneNote e em outros aplicativos do Microsoft 365.

A empresa diz que a equipe responsável pelo programa está investigando a questão e que o tópico será atualizado quando houver mais informações.

Como resolver o bug do Outlook?

PowerPoint com Copilot gera apresentações a partir de pedidos do usuário ou documentos
Por algum motivo, o PowerPoint ajuda a solucionar o problema (imagem: divulgação)

Enquanto uma correção oficial não chega, a Microsoft sugere três jeitinhos para conseguir navegar pelos emails — e o item 2 da lista é uma gambiarra bastante esquisita.

  1. Selecionar um email quando a cor da mensagem na lista mudar. O cursor pode reaparecer.
  2. Abrir o PowerPoint, clicar em uma janela editável, clicar de volta no Outlook. O cursor pode reaparecer.
  3. Reiniciar o computador.

Microsoft está tendo problemas

Além dos dois bugs já citados envolvendo o Outlook, a Microsoft atravessa uma má fase que também afeta outros produtos.

Com informações do Neowin

Outlook tem novo bug e Microsoft sugere gambiarra para consertar

(ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

PowerPoint com Copilot gera apresentações a partir de pedidos do usuário ou documentos (Imagem: Divulgação/Microsoft)

E se a IA superar as expectativas? Relatório alerta para uma crise global

23 de Fevereiro de 2026, 20:12
Ilustração de inteligência artificial, com um rosto gerado por computador
IA pode causar crise por causar demissões e queda no nível de consumo (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O relatório da Citrini Research projeta que a adoção de IA pode dobrar o desemprego e reduzir o índice S&P 500 em 38%.
  • Especialistas criticam o relatório por pressupostos exagerados, como a capacidade da IA de substituir tarefas complexas sem supervisão.
  • A divulgação do relatório causou queda de mais de 1% na Nasdaq, afetando empresas de software como Asana e DocuSign.

Um documento publicado no domingo (22/02) repercutiu no setor de tecnologia: ao imaginar um cenário em que a inteligência artificial superou expectativas, analistas projetam o dobro do desemprego e queda de mais de um terço do valor das ações.

O documento foi produzido pela consultoria de investimentos Citrini Research e publicado na plataforma Substack. Algumas consequências da divulgação foram concretas: a bolsa de valores Nasdaq teve uma queda de mais de 1%, com empresas de software como Asana e DocuSign liderando as quedas.

Alguns especialistas em IA, por outro lado, consideraram as projeções exageradas e imprecisas, já que desconsideram pormenores do mercado de trabalho e da economia.

O que diz o relatório?

Ilustração sobre inteligência artificial mostra um cérebro transparente sobre uma placa metálica, que se assemelha a um processador. Na parte inferior direita, o logotipo do "tecnoblog" é visível.
Agentes eliminariam necessidade de intermediários (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Intitulado “A crise global de inteligência de 2028”, o documento da Citrini já alerta, logo nos primeiros parágrafos, que o conteúdo é um cenário, não uma previsão. Para os analistas, o uso disseminado de agentes de IA poderia causar uma destruição econômica gigantesca nos próximos dois anos, em um “loop negativo sem freio”.

O documento considera que uma hipotética adoção em larga escala da tecnologia levaria a demissões em massa de trabalhadores do setor corporativo. Isso reduziria o poder de compra, comprometendo o crescimento econômico. Até mesmo o setor imobiliário sentiria o baque, já que haveria menos dinheiro para pagar aluguéis caros em áreas nobres de grandes cidades.

Para o impacto ser tão grande, a Citrini parte do pressuposto de que a IA seria adotada por todos os setores, desintegrando segmentos “construídos para monetizar a fricção para humanos”, como corretores, agências de viagem, serviços de contabilidade e recrutadores.

No fim, o desemprego nos Estados Unidos dobraria, e o índice S&P 500, que tem as maiores empresas listadas nas bolsas americanas, cairia 38%.

Quais são as críticas ao documento?

Após o relatório viralizar, especialistas em IA apontaram problemas no cenário montado pela Citrini Research. Pradeep Sanyal, conselheiro ligado à OpenAI, à Universidade de San Francisco e à W3C, avaliou que o texto não é uma previsão, e sim um teste narrativo de estresse.

Escrevendo em seu LinkedIn, Sanyal que aponta há uma série de pressupostos “milagrosos” no cenário hipotético da Citrini. A análise imagina, por exemplo, que agentes de IA seriam capazes de assumir, sem supervisão, tarefas complexas e de alto risco.

Outra simplificação seria considerar que cargos corporativos se resumem a trabalhos burocráticos e de programação.

Joe McKendrick, colunista da Forbes, lembrou de declarações recentes de Alex Pentland, especialista de IA da Universidade de Stanford. Pentland não acha que a IA vai substituir trabalhadores em um futuro próximo e considera que agentes automatizados sempre precisarão ser supervisionados.

Para o pesquisador, um ponto crucial é que a IA é treinada com dados passados, o que torna a tecnologia pouco sensível a eventos atuais e a novos contextos. Aí estaria uma vantagem dos humanos.

Análise teve consequências no mercado

Discussões à parte, fato é que o relatório viralizou em meios como o mercado financeiro e o setor de tecnologia. E o cenário otimista para a IA e pessimista para a sociedade acabou atingindo as ações de empresas de software.

Empresas como AppLovin, Asana, Zscaler, Varonis Systems, DocuSign, Oracle, Salesforce e Circle Internet Group tiveram quedas expressivas nesta segunda-feira (23/02).

Investidores consideram que o alerta da Citrini mostra como esse segmento pode sofrer com as transformações tecnológicas — seus clientes podem perder terreno, e seus próprios produtos podem ser substituídos por soluções caseiras, montadas com IA.

Não é a primeira vez que o mercado reage mal a notícias desse tipo. No início de fevereiro, novas ferramentas para gerar códigos plantaram dúvidas sobre o futuro das empresas de software — se qualquer um puder programar, quem vai contratar soluções prontas?

Com informações do TechCrunch e da Business Insider

E se a IA superar as expectativas? Relatório alerta para uma crise global

(ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Inteligência artificial (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Anthropic acusa DeepSeek de usar o Claude para melhorar seus modelos de IA

23 de Fevereiro de 2026, 17:31
Mão segurando celular com o app do DeepSeek aberto. Ao fundo, o site do DeepSeek em um monitor.
DeepSeek chegou ao topo das listas de apps mais baixados em janeiro de 2025 (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Resumo
  • A Anthropic acusa DeepSeek, Moonshot e MiniMax de usar o Claude para melhorar seus modelos de IA por meio de destilação, violando termos de serviço.
  • As três empresas teriam usado 24 mil contas falsas para criar mais de 16 milhões de interações com o Claude.
  • A destilação envolve o uso de um modelo de IA estabelecido para treinar outro, tornando o processo mais rápido e barato.

A Anthropic publicou um comunicado em que acusa as companhias chinesas DeepSeek, Moonshot e MiniMax de usar o Claude para melhorar seus próprios modelos de inteligência artificial, por meio de uma técnica conhecida como destilação.

Segundo a companhia americana, as três empresas usaram cerca de 24 mil contas falsas e criaram mais de 16 milhões de interações com seu chatbot, o que violaria seus termos de serviço e restrições regionais de acesso.

Procuradas pela Reuters, as três companhias chinesas não enviaram suas respostas sobre o assunto.

Qual é a acusação da Anthropic?

Uma ilustração em estilo "recorte de papel" sobre um fundo laranja claro. No centro, uma seta de cor branca. Em torno, uma linha preta sinuosa se estende, para cima e para a direita, sugerindo uma mão e um rosto.
Claude é o principal produto da Anthropic (imagem: divulgação/Anthropic)

A empresa diz ter sido vítima de três campanhas de destilação, todas seguindo um mesmo manual: usar contas fraudulentas e serviços de proxy para acessar o Claude em larga escala e, ao mesmo tempo, driblar os sistemas de detecção.

Os prompts enviados também destoavam de padrões de uso normais, tendo como objetivo a extração de informações sobre como o Claude trabalha — escolhendo a opção de raciocínio para ter acesso à linha de “pensamento” do robô, com o passo a passo para chegar a cada resposta.

O DeepSeek teria interagido mais de 150 mil vezes para acessar as habilidades de raciocínio do Claude, bem como usá-lo para avaliar as respostas do modelo da startup chinesa.

No caso da Moonshot, teriam sido mais de 3,4 milhões de interações, que estariam tentando aprender as habilidades de raciocínio, uso de ferramentas, programação, análise de dados, desenvolvimento de agentes e visão computacional.

A maior parte da atividade estaria ligada à MiniMax, com mais de 13 milhões de prompts trocados que teriam como alvo programação de agentes e uso de ferramentas.

O que é a destilação?

Destilação é o nome dado ao uso de um modelo de inteligência artificial para treinar outro modelo de inteligência artificial.

Geralmente, o treinamento de uma IA envolve o processamento de um conjunto enorme de dados. Através desse trabalho, a tecnologia identifica padrões e relacionamentos entre as informações.

A destilação, por sua vez, é uma forma de treinamento que parte de uma IA já estabelecida. Em vez de processar um volume massivo de dados, a nova IA interage com a IA mais antiga e usa as respostas para seu treinamento.

Com isso, o processo se torna muito mais rápido e barato, já que usa dados selecionados como ponto de partida e exige menos trabalho computacional.

A Anthropic ressalta que a destilação em si pode ser legítima — uma empresa pode destilar um modelo de IA enorme para criar uma versão menor, mais barata e mais leve.

Para a empresa, o problema começa quando concorrentes usam o método para entregar produtos similares sem ter que arcar com os custos do treinamento. Além disso, a Anthropic considera que essas ações são uma ameaça à segurança nacional dos Estados Unidos.

A Anthropic não é a primeira empresa a fazer acusações desse tipo. Quando o DeepSeek ganhou os holofotes no começo de 2025, a OpenAI fez questionamentos semelhantes.

Com informações da Reuters

Anthropic acusa DeepSeek de usar o Claude para melhorar seus modelos de IA

DeepSeek chegou ao topo das listas de apps mais baixados em janeiro de 2025 (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

(imagem: divulgação/Anthropic)

Galaxy S26 terá suporte a agente de IA da Perplexity

23 de Fevereiro de 2026, 10:48
Mão segurando Galaxy S25 Ultra com tela bloqueada.
Galaxy S25 Ultra teve integração com o Gemini como uma de suas principais novidades (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Resumo
  • O Galaxy S26 terá suporte ao agente de IA da Perplexity, integrando-se a apps nativos como Notas, Relógio e Galeria, além de apps de terceiros ainda não revelados.
  • A ativação do agente da Perplexity ocorrerá por comando de voz “Hey, Plex” ou botão lateral.
  • A Perplexity também está disponível em TVs Samsung, expandindo o ecossistema de IA da marca.

A Samsung anunciou que a Galaxy AI terá a opção de usar um agente de inteligência artificial da Perplexity. Ele se conectará a alguns apps nativos dos smartphones da marca, como Notas, Relógio, Galeria, Lembretes e Calendário.

“Firmamos o compromisso de construir um ecossistema de IA aberto e inclusivo, que dá aos usuários mais escolhas, flexibilidade e controle para executar tarefas complexas de uma forma rápida e fácil”, diz Won-Joon Choi, COO da Samsung Electronics.

A parceria foi revelada poucos dias antes do evento Unpacked, que acontece na quarta-feira (25/02) e apresentará o Galaxy S26.

Como será a integração com a Perplexity?

O comunicado da Samsung traz poucas informações. Uma delas é que o agente da Perplexity poderá ser ativado com a frase “Hey, Plex” ou apertando e segurando o botão lateral.

Imagem com fundo branco e um balão de fala preto centralizado. Dentro do balão, está o texto "Hey, Plex!" escrito em letras brancas com fonte sem serifa.
“Hey, Plex” será uma forma de ativar o agente (imagem: divulgação)

Além da integração com os apps nativos da Samsung, haverá conexão com apps de terceiros selecionados — ainda não há mais informações sobre quais serão eles.

Segundo a companhia sul-coreana, o agente da Perplexity “permitirá fluxos de trabalho de múltiplos passos de maneira suave, possibilitando aos usuários navegar de modo contínuo entre tarefas sem ter que lidar com apps de maneira individual”.

Samsung expande possibilidades de IA

O lançamento do Galaxy S25 teve como grande destaque a integração com o Gemini, do Google. Para o S26, a Samsung parece estar apostando em ampliar o número de alternativas.

Na semana passada, a companhia fez outro anúncio envolvendo IA: a Bixby, assistente virtual “caseira” da marca, ganhará um LLM atualizado para permitir conversas mais fluidas e controle sobre diversos recursos. Em 2025, ela praticamente não teve destaque nas apresentações das linhas Galaxy S e Galaxy Z.

A Perplexity estará presente não só nos celulares, mas também nas TVs da Samsung, que começaram a receber o assistente neste mês. Esses equipamentos já contavam com a presença do Copilot, da Microsoft.

A Samsung não está sozinha nesse movimento. A Motorola já oferece suporte ao Gemini, ao Copilot e à Perplexity na Moto AI, e a Apple usará tecnologias do Google como base para a próxima reformulação da Siri.

Com informações do Engadget

Galaxy S26 terá suporte a agente de IA da Perplexity

Galaxy S25 Ultra tem tela AMOLED de 6,9 polegadas (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Meta decide que futuro do metaverso não está na realidade virtual

20 de Fevereiro de 2026, 17:37
Meta
VR não emplacou como o esperado, diz Meta (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • A Meta separou o Horizon Worlds dos projetos de realidade virtual Quest, focando em smartphones e tablets.
  • O mercado de realidade virtual não cresceu como esperado, levando ao fechamento do Horizon Workrooms.
  • Horizon Worlds se tornará concorrente do Roblox, com foco em monetização e crescimento em plataformas móveis.

A Meta anunciou que vai separar o Horizon Worlds, seu ambiente virtual, dos projetos da plataforma de realidade virtual Quest, que inclui a linha de headsets de mesmo nome. Com isso, o foco do mundo digital agora é ter uma presença mais forte em smartphones. Enquanto isso, as equipes que trabalham no sistema de VR vão se concentrar em ferramentas para desenvolvedores.

É um sinal de que a proposta apresentada em 2021 não vingou como o esperado. Na ocasião, a empresa então conhecida como Facebook mudou de nome para sinalizar que seu futuro passava pela construção de, nas palavras de Mark Zuckerberg, “uma internet corpórea, em que você está na experiência, não apenas olhando para ela”.

Por que a Meta mudou seus planos?

O comunicado divulgado pela Meta repete uma afirmação bastante direta: o mercado de realidade virtual não cresceu tanto quanto o esperado. Mais do que isso, ele não emplacou em todos os públicos-alvo como a empresa gostaria.

Os headsets fazem algum sucesso com crianças e adolescentes interessados em jogos casuais, mas jovens e adultos não aderiram à novidade para fazer reuniões ou participar de espaços profissionais colaborativos — tanto que a Meta encerrou o Horizon Workrooms, espécie de metaverso corporativo que ela oferecia.

Ilustração 3D representando uma reunião no metaverso. Dois avatares estilizados, de aparência juvenil e expressiva, estão sentados à mesa de um escritório virtual flutuante. À esquerda, uma mulher negra com tranças observa enquanto, à direita, um homem loiro gesticula. O cenário integra elementos digitais a uma paisagem externa ensolarada com montanhas. A estética é de um videogame moderno, com iluminação suave e texturas simplificadas, simulando uma experiência de realidade virtual.
Horizon Workrooms permitia reuniões de trabalho em realidade virtual (imagem: divulgação)

“Para continuar impulsionando o crescimento da plataforma VR no futuro, estamos focados em apoiar a comunidade de desenvolvedores terceirizados e sustentar nosso investimento em VR a longo prazo”, dia a publicação.

Qual o futuro do metaverso?

Se quase ninguém tem headsets de realidade virtual, por que continuar investindo em criar um ambiente digital com essas características? Essa parece ter sido a pergunta na cabeça dos executivos da Meta.

Com o anúncio, a empresa declara algo que já era esperado: o Horizon Worlds vai, aos poucos, deixar de ser um espaço imersivo para se tornar uma plataforma de mundos virtuais com foco em smartphones e tablets.

Ambiente virtual com avatares de pessoas, nomes de usuário e locais como um clube de comédia e um espaço para festas
Horizon Worlds será espaço de joguinhos e mundos virtuais (imagem: divulgação)

“Tivemos um crescimento de mundos exclusivos para plataformas móveis de 0 para mais de 2 mil [em 2025]”, diz o comunicado, que também sublinha um aumento de quatro vezes nos usuários ativos mensalmente em smartphones e tablets ao longo do ano passado.

O Horizon Worlds, então, passa de um metaverso para um concorrente de plataformas como o Roblox, que também tem mundos e jogos criados por usuários. Esse tipo de plataforma também permite monetização, e a Meta já vê sinais positivos nisso, com quatro criadores atingindo a marca de US$ 1 milhão em receitas.

Com informações do Engadget

Meta decide que futuro do metaverso não está na realidade virtual

Meta (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Horizon Workrooms permitia reuniões de trabalho em realidade virtual (imagem: divulgação)

Horizon Worlds (Imagem: Reprodução/Meta)

WhatsApp terá opção para evitar que você dê spoilers

19 de Fevereiro de 2026, 18:21
Imagem mostra a tela de um celular mostrando uma conversa no WhatsApp. A parte superior da tela exibe o nome "João", a informação "visto por último hoje às 05:55", ícones de videochamada e chamada de voz, além de indicadores de sinal e bateria. A interface do WhatsApp é verde e branca. O fundo da imagem é verde claro e, na parte inferior direita, está o logotipo do "Tecnoblog".
Recurso tenta evitar leitura acidental (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O WhatsApp está desenvolvendo uma opção para ocultar spoilers em mensagens de texto, disponível nas versões beta para Android e iOS.
  • O recurso permite que o usuário formate trechos de texto como spoilers, que só são revelados quando o leitor toca na tela.
  • A funcionalidade está presente no código do aplicativo, mas ainda não foi liberada para participantes do programa de testes.

A Meta está desenvolvendo uma opção de spoiler para a formatação de texto do WhatsApp. Com ela, o usuário poderá “censurar” trechos de suas mensagens, que só serão revelados se o leitor tocar na tela.

A novidade foi encontrada nas versões beta dos aplicativos para Android e iOS. Segundo o WABetaInfo, site especializado em novidades do mensageiro, o recurso está presente no código, mas ainda não foi liberado para os participantes do programa de testes.

Como o WhatsApp vai ocultar spoilers?

Duas capturas de tela de um smartphone mostram a interface do WhatsApp em um chat chamado "WBI Group" com fundo verde de campo de futebol. Na imagem à esquerda, o texto "WABetaInfo" está selecionado no campo de mensagem, exibindo um menu flutuante com as opções "Bold", "Italic", "Strikethrough", "Monospace" e "Spoiler". Na imagem à direita, o texto aparece entre barras verticais duplas, "||WABetaInfo||", e acima, uma mensagem enviada está coberta por um efeito de desfoque cinza.
Spoiler fica escondido atrás de efeito de desfoque (imagem: reprodução/WABetaInfo)

De acordo com a publicação, o aplicativo beta para iOS tem uma opção oculta que permite formatar texto como spoiler. Então, além das opções de colocar, por exemplo, itálico ou negrito, você pode selecionar um trecho da mensagem para que ele fique censurado.

Do outro lado, quem recebe a mensagem vê, inicialmente, apenas um bloco cobrindo as letras. A pessoa precisa tocar na “bolha” da mensagem para revelar a parte do texto que está escondida. A ideia é que ninguém leia uma informação acidentalmente.

E, claro, vamos ter que dizer mais uma vez: o Telegram tem essa opção há anos.

Para que serve a formatação de spoiler?

O uso mais óbvio é poder comentar sobre um filme ou uma série em um grupo sem estragar a experiência de quem ainda não viu. Em fóruns, esse tipo de formatação também virou uma forma de humor, podendo indicar um comentário mais ácido, que não deveria ser feito em público.

Outra possibilidade é usar esse tipo de recurso para esconder imagens que podem ser sensíveis ou perturbadoras. Assim, nenhum participante da conversa bate o olho em alguma coisa que vai lhe fazer mal.

Porém, até agora, o recurso em desenvolvimento pelo WhatsApp só funciona em texto, não em imagens. Uma gambiarra possível em situações assim é mandar o conteúdo como foto de visualização única, que também só aparece quando o usuário toca na mensagem, e avisar que o conteúdo pode ser desagradável.

Com informações do WABetaInfo

WhatsApp terá opção para evitar que você dê spoilers

WhatsApp (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Spoiler fica escondido atrás de efeito de desfoque (imagem: reprodução/WABetaInfo)

Google Docs vai usar Gemini para criar resumos em áudio

13 de Fevereiro de 2026, 17:01
Ícones de folha azul do Google Docs lado a lado
Google aposta em áudio gerado por IA (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O Google Docs agora usa o Gemini para criar resumos em áudio, disponíveis em breve para assinantes dos planos Google AI Pro e Ultra.
  • A ferramenta permite acelerar ou desacelerar o áudio, com opções de 0,5 a 2 vezes a velocidade normal.
  • A tecnologia já é usada em outros aplicativos, como o NotebookLM, que cria podcasts a partir de materiais didáticos.

O Google adicionou ao Docs uma ferramenta para resumir textos e gerar áudios com explicações breves sobre o documento. Segundo a empresa, o Gemini está na base da tecnologia.

A companhia destaca que os resumos de áudio podem ser úteis para relembrar anotações ou revisar os pontos principais em apenas alguns minutos. “Esses sumários duram pouco menos de que alguns minutos e usam um estilo natural de fala, que ajuda você a se preparar de maneira rápida e eficiente”, diz o anúncio do Google Docs.

Como funcionam os resumos em áudio no Google Docs?

GIF mostra interface do Google Docs, com seleção de opção para gerar resumo de áudio no menu de ferramentas. Após a criação, um player de áudio pequeno, em formato de barra, aparece suspenso na tela.
Resumo pode ser acelerado até 2x (imagem: divulgação)

Para gerar um resumo em áudio, o usuário precisa ir ao menu “Ferramentas” e procurar o item “Áudio”, selecionando a opção “Ouvir o resumo do documento”.

O Google Docs, então, exibe um pequeno player suspenso, com barra de progresso para avançar ou retroceder. Também dá para acelerar ou desacelerar o áudio, com opções que vão de 0,5 a 2 vezes.

A ferramenta será liberada nos próximos 15 dias para assinantes dos planos Google AI Pro e Ultra, disponíveis para usuários comuns, além de opções corporativas e educacionais:

  • Business Standard and Plus
  • Enterprise Standard and Plus
  • Google AI Ultra for Business add-on
  • Google AI Pro for Education add-on

Gemini é responsável por áudio em outros apps

Os resumos de áudio no Google Docs não chegam a ser uma grande surpresa, se considerarmos que a companhia tem apostado nesse tipo de funcionalidade há algum tempo.

A ferramenta de estudos NotebookLM, por exemplo, é capaz de criar podcasts com base em conjuntos de artigos e materiais didáticos. Assim, o estudante pode rever a matéria como se fosse uma conversa entre dois apresentadores.

O Google vem fazendo experiências com uma ferramenta semelhante nos resultados de busca: em vez de gerar um texto resumindo as informações presentes nas páginas encontradas, o Gemini criaria um áudio, também ao estilo podcast.

Com informações do Google

Google Docs vai usar Gemini para criar resumos em áudio

(imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Resumo pode ser acelerado até 2x (imagem: divulgação)

Proton Drive: alternativa com privacidade e desconto especial

13 de Fevereiro de 2026, 13:25
Visualização de uma plataforma de armazenamento em nuvem em modo escuro. A lateral esquerda contém um painel de navegação vertical com ícones e rótulos de texto para organização de pastas e configurações de conta. No topo, há uma barra de busca centralizada. A área de conteúdo principal exibe uma biblioteca de fotos organizada em colunas. Uma das imagens está destacada por uma borda brilhante e um ícone de seleção. Elementos visuais de segurança, como etiquetas roxas com ícones de cadeado, estão sobrepostos a algumas miniaturas, simbolizando criptografia de dados.
Proton oferece nível superior de privacidade (imagem: divulgação/Proton)

Quando procuramos um serviço de armazenamento online, normalmente, só olhamos para os gigabytes oferecidos. Mas o fator privacidade é tão ou mais importante. É por isso que o Proton Drive aparece como uma alternativa para quem quer espaço na nuvem com privacidade em primeiro lugar.

Mas o que é o Proton Drive?

O Proton Drive é um serviço online que permite a você guardar seus arquivos e acessá-los de qualquer lugar. Há planos com diferentes capacidades de armazenamento, começando pelo Proton Free (gratuito), que oferece 5 GB de espaço. 

Porém, o plano mais interessante no momento é o Drive Plus, que oferece 200 GB por apenas R$ 7 no primeiro mês ou 38% de desconto no primeiro ano (já falaremos mais dele).

Mais do que armazenar arquivos, você pode editar muitos deles. Isso porque o Proton Drive inclui o Proton Docs, ferramenta para criação e edição de textos a partir do navegador. Ali, você pode aplicar vários estilos de formatação, inserir comentários e até trabalhar junto a outras pessoas, em tempo real.

Além disso, o Proton Drive inclui o Proton Sheets, serviço online de edição de planilhas e que, como tal, é compatível com formatos como CSV e XLSX (Microsoft Excel). Em ambas ferramentas, é possível trabalhar em conjunto com outras pessoas.

Captura de tela de uma interface de produtividade com duas janelas lado a lado. A janela da esquerda apresenta uma planilha estruturada com cabeçalhos em verde e diversas linhas preenchidas com dados alfanuméricos e datas. Há um cursor rosa selecionando uma célula específica. A janela da direita exibe um editor de texto com barras de ferramentas no topo, contendo opções de formatação, fontes e zoom. O documento possui parágrafos de texto com marcações coloridas de edição em tempo real e cursores flutuantes que indicam a presença de múltiplos editores simultâneos.
Pacote traz ferramentas colaborativas de edição de planilhas e documentos (imagem: divulgação/Proton)

O Proton Drive também é uma opção prática para backup de fotos: com o app para Android e iOS, você pode ativar o envio automático de fotos para a nuvem, mantendo sua galeria protegida caso perca o celular, troque de aparelho ou precise restaurar arquivos.

Composição gráfica com fundo roxo escuro decorado por uma matriz de caracteres ao fundo. No centro, um painel branco com bordas arredondadas serve de moldura para a fotografia de duas pessoas. À frente deste painel, destaca-se uma representação de pasta digital com efeito de vidro fosco (glassmorphism), que abriga uma grade de nove ícones coloridos representando diferentes extensões de arquivos digitais. No canto superior direito, um ícone flutuante de pasta em tons de gradiente rosa e roxo está posicionado dentro de um círculo branco, criando um efeito de profundidade.
Backup mantém fotos protegidas (imagem: divulgação/Proton)

Agora vem o aspecto que costuma ser falho em serviços similares oferecidos por grandes empresas de tecnologia: recursos efetivos de privacidade.

Por que big techs tendem a ser fracas em privacidade?

As chamadas big techs oferecem diversos serviços gratuitamente, inclusive para armazenamento ou gerenciamento online de arquivos. Mas essa gratuidade não é verdadeira em todos os sentidos: em geral, parte desses serviços é financiada por publicidade e pela coleta massiva de dados e comportamentos dos usuários, que são analisados, armazenados e utilizados para criar perfis detalhados, comprometendo a privacidade e o controle sobre as informações pessoais — prática que a Proton condena.

Esses dados podem ser usados de diversas formas. Eis alguns exemplos:

  • analisar seu comportamento digital (como horários de acesso, tipos de arquivos e padrões de uso) para criar perfis detalhados e exibir anúncios cada vez mais direcionados
  • coletar e reutilizar dados (inclusive metadados sensíveis) para fins comerciais que fogem do propósito original do serviço contratado;
  • treinar mecanismos de inteligência artificial — esses sistemas são altamente dependentes de grandes volumes de dados externos.

Em linhas gerais, quanto mais dados uma organização tiver sobre você, maior tende a ser sua capacidade de prever e influenciar sua experiência online. Por isso, o aspecto da privacidade não pode ser negligenciado.

Como a Proton protege a sua privacidade?

Para começar, todos os serviços da Proton seguem os princípios da Proton Foundation, organização sem fins lucrativos criada para incentivar a privacidade, a segurança e a liberdade na internet. Na prática, isso se traduz em um modelo baseado em assinatura, sem depender de anúncios para gerar receita.

Por conta disso, a Proton não vende dados de usuários ou os usa para fins pouco claros de monetização. A receita da Proton é oriunda dos planos de assinatura de seus serviços ou, no caso da Proton Foundation em si, de doações.

Ilustração digital de elementos de interface sobrepostos em um fundo roxo. À esquerda, uma janela branca lista arquivos com ícones de pastas laranjas e ícones de formatos específicos. No centro, uma imagem quadrada de uma paisagem natural sustenta um pequeno menu suspenso branco com três ícones de mídia. À direita, uma fotografia vertical está levemente inclinada. Sobrepondo as camadas à direita, há um botão circular roxo com uma seta branca apontada para baixo, indicando a função de download, cercado por anéis concêntricos que sugerem propagação ou foco.
Proton Drive pode ser acessado pela web (imagem: divulgação/Proton)

Do ponto de vista técnico, o compromisso com a privacidade dos usuários começa com a criptografia de ponta a ponta, que impede que pessoas não autorizadas tenham acesso aos dados do usuário. Somente a origem e o destino têm as chaves para criptografar e descriptografar os arquivos protegidos.

Essa tecnologia é padrão nos serviços da Proton, incluindo o renomado Proton Mail e, claro, o Proton Drive. Nem mesmo a própria Proton consegue acessar os arquivos presentes nesses serviços.

Além disso, a Proton não coleta ou revende seus dados, ou monitora seus hábitos online para exibir anúncios, e também não usa o conteúdo dos usuários para treinar IA. A organização tem sede na Suíça e, por isso, segue as leis de privacidade do país, que são mais rigorosas em relação aos Estados Unidos ou ao Brasil, por exemplo.

Para completar, os aplicativos da Proton têm código-fonte aberto, razão pela qual podem ser inspecionados por qualquer pessoa com conhecimentos para isso. Nesse sentido, esses softwares também são regularmente analisados por auditores independentes ou especialistas em segurança externos. Isso aumenta a transparência e facilita que falhas sejam identificadas e corrigidas publicamente.

Interface de aplicativo para dispositivos móveis com predominância de cores claras sobre fundo roxo. No topo, uma barra de navegação exibe o título da seção, um menu lateral e um botão de adição. Abaixo, ícones circulares de usuários indicam colaboração. O corpo principal é composto por uma galeria de imagens em grade com miniaturas de fotografias variadas. Um botão de ação flutuante na cor roxa, contendo um ícone de seta para cima saindo de um colchete, destaca-se no lado esquerdo da tela, sugerindo a funcionalidade de exportação ou upload de arquivos.
Armazenamento na nuvem também está disponível em smartphones (imagem: divulgação/Proton)

Assine o Proton Drive com um super desconto!

Lembra do plano Drive Plus? Pois bem, você pode assiná-lo pagando apenas R$ 7 no primeiro mês (60% de desconto) ou, então, optar pelo pacote de 12 meses com 38% de desconto, o que corresponde a somente R$ 10,89 por mês.

Além dos recursos mencionados anteriormente, o plano Drive Plus oferece benefícios como:

  1. 200 GB de capacidade de armazenamento
  2. recuperação de arquivos sobrescritos ou alterados acidentalmente
  3. compartilhamento de conteúdo com senha ou data de expiração
  4. suporte a arquivos de qualquer tamanho

A melhor parte é que os aplicativos do Proton Drive são de uso fácil, afinal, não é porque um serviço é focado em privacidade que ele precisa ser complexo.

Uma última dica: você também pode ter acesso a todos os serviços da Proton assinando o Proton Unlimited, novamente com um super desconto 😉

Proton Drive: alternativa com privacidade e desconto especial

(imagem: divulgação/Proton)

(imagem: divulgação/Proton)

(imagem: divulgação/Proton)

(imagem: divulgação/Proton)

(imagem: divulgação/Proton)

Nintendo deixa você testar o Switch 2 de graça em SP

13 de Fevereiro de 2026, 12:02
Console portátil Nintendo Switch 2 aparece flutuando com os Joy-Cons parcialmente destacados. Ao fundo, há a bandeira do Brasil com brilho verde e feixes de luz. Logo do Tecnoblog no canto inferior direito.
Nintendo Switch 2 foi lançado no Brasil em junho de 2025 (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Evento ocorre no Shopping Anália Franco entre 22 de fevereiro e 3 de março de 2026.

  • Nintendo disponibiliza o Switch 2 para testes gratuitos com diversos jogos da nova geração.

  • Participação exige agendamento prévio dos visitantes.

A Nintendo realizará a etapa de São Paulo (SP) do Mall Tour entre os dias 22 de fevereiro e 3 de março de 2026. O evento acontece no Shopping Anália Franco, na zona leste da capital, e permitirá testar o Nintendo Switch 2.

A Nintendo Mall Tour América Latina passou por outros cinco países da região antes de chegar ao Brasil. Por aqui, ela já esteve em Maceió (AL) e Rio de Janeiro (RJ) entre dezembro de 2025 e janeiro de 2026.

Depois da capital paulista, ela segue para Curitiba (PR), onde fica no Shopping Mueller entre os dias 7 e 16 de março, e Brasília, onde se instalará no Iguatemi entre 11 e 21 de abril.

O que você pode testar no Nintendo Mall Tour?

Segundo a empresa, os visitantes do espaço poderão testar demonstrações de Mario Kart World e Donkey Kong Bananza no Switch 2, entre outros lançamentos. A nova geração do console portátil chegou ao Brasil em junho de 2025, com preço sugerido de R$ 4.499,90.

Esta é a lista completa de jogos disponíveis para teste no Switch 2 em São Paulo:

  • Donkey Kong Bananza
  • Kirby Air Raiders
  • Mario Kart World
  • Metroid Prime 4: Beyond
  • EA FC 26
  • Super Mario Galaxy 1+2

Haverá também experiências com o Switch original, como Super Mario Galaxy 1+2. Apesar de não ser uma novidade, ele continua à venda e fazendo sucesso — recentemente, o modelo se tornou o console Nintendo mais vendido de todos os tempos, desbancando o DS.

Esta é a lista completa de jogos disponíveis para teste no Switch original em São Paulo:

  • Metroid Prime 4: Beyond
  • EA FC 26
  • Super Mario Bros. Wonder
  • Super Mario Galaxy 1+2

O que mais você precisa saber sobre a Nintendo Mall Tour?

O evento contará ainda com distribuição de brindes, como pôsteres e cartelas de adesivos, mas isso depende do estoque disponível. Os personagens Mario e Luigi estarão presentes para sessões de fotos.

Os horários de funcionamento podem variar e é necessário agendar a visita. A Nintendo recomenda consultar a administradora de cada shopping para obter informações detalhadas.

Com informações do Canaltech

Nintendo deixa você testar o Switch 2 de graça em SP

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Nintendo Mall Tour chega à capital paulista após passar por Maceió e Rio. Evento terá experiências com consoles, além de brindes e personagens.

Nintendo Switch 2 (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

WhatsApp prepara aba dedicada à Meta AI

12 de Fevereiro de 2026, 19:12
Ilustração com a marca do WhatsApp e a marca da Meta AI
Meta AI pode ganhar mais espaço e deixar de ser somente uma conversa no app (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O WhatsApp está desenvolvendo uma aba dedicada à Meta AI, substituindo a seção de Comunidades na barra inferior do app.
  • A nova aba incluirá um campo de texto, botão de voz, sugestões de prompts, arquivos de mídia e histórico de conversas.
  • O recurso está em fase experimental na versão 2.25.1.24 do WhatsApp beta para Android e ainda não foi disponibilizado para testadores.

O WhatsApp pode passar por uma mudança importante na interface: a Meta AI ganharia uma aba dedicada na barra inferior da tela. O novo botão substituiria a parte de Comunidades do app.

A alteração está em desenvolvimento e foi encontrada pelo site WABetaInfo na versão 2.25.1.24 do WhatsApp beta para Android. Como se trata de um recurso experimental, ele ainda não foi disponibilizado nem mesmo para os participantes do programa de testes.

Como seria a aba de Meta AI no WhatsApp?

Três smartphones lado a lado exibem a interface do WhatsApp para Android com foco no novo recurso "Meta AI". O primeiro aparelho mostra a aba "Chats" com uma barra de pesquisa no topo onde se lê "Ask Meta AI or Search". O segundo smartphone exibe a aba "Meta AI", destacada no menu inferior. Na tela, lê-se "How's it going?" acima de botões de sugestão como "Create image", "Animate my photo", "Learn something", "Shopping help" e "Write anything". Um menu suspenso aberto no topo mostra as opções "Voice", "Memory" e "Media". O terceiro aparelho exibe uma barra lateral de pesquisa sobreposta à interface, com o histórico "Dec 2025" e a mensagem "Hi Meta AI!". O design utiliza tons de branco, cinza e o verde característico do aplicativo. No rodapé das telas, os ícones são "Chats", "Updates", "Meta AI" e "Calls". Marcas d'água "WABetaInfo" aparecem discretamente nas capturas.
Meta AI terá destaque especial (imagem: reprodução/WABetaInfo)

O WABetaInfo conseguiu visualizar a nova seção para a inteligência artificial generativa da empresa. Na tela, haveria um campo de texto e um botão de voz na parte inferior, permitindo diferentes formas de interação.

A área traria também diversas sugestões de prompts, como criar imagem, animar foto, aprender alguma coisa, obter ajuda para compras ou escrever um texto. A aba contaria ainda com partes dedicadas a arquivos de mídia e memórias, além de um histórico de conversas.

Atualmente, no Android, o WhatsApp exibe um botão suspenso para acessar a Meta AI. Ao tocar nele, o usuário entra em uma tela de conversa praticamente idêntica às de chats com pessoas ou grupos.

Meta já ensaiou outras mudanças envolvendo IA

Ainda não se sabe se esse design será definitivo — e o histórico da empresa nesse sentido deixa ainda mais dúvidas.

Em fevereiro de 2025, a Meta começou a desenvolver uma tela dedicada a inteligências artificiais no WhatsApp, que ficaria na barra inferior do app.

A proposta era um pouco diferente, envolvendo diversos personagens e chatbots criados com a plataforma da Meta AI, como Chun-li (de Street Fighter), Goku (da franquia Dragon Ball), celebridades indianas e games.

Mesmo assim, esse plano não viu a luz do dia, e a Meta nunca liberou oficialmente essas alterações no WhatsApp. Vale lembrar que as regras dos chatbots foram alvo de críticas ao longo de 2025.

Com informações do WABetaInfo

WhatsApp prepara aba dedicada à Meta AI

Chat com Meta AI irá aparecer no WhatsApp dos brasileiros (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Meta AI terá destaque especial (imagem: reprodução/WABetaInfo)

Samsung começa a fornecer memória de última geração para IA

12 de Fevereiro de 2026, 16:54
Dois chips de memória Samsung HBM4 estão posicionados no centro sobre um fundo composto por uma pastilha de silício dourada e padronizada. O chip da esquerda está de frente, exibindo uma superfície cinza metálica com o texto "SAMSUNG HBM4" em branco. O chip da direita está inclinado, revelando sua parte inferior com circuitos dourados detalhados e trilhas complexas. A iluminação é suave, destacando as texturas metálicas e os padrões repetitivos da base semicondutora ao fundo.
HBM4 é a sexta geração de memórias de alta largura de banda (imagem: divulgação)
Resumo
  • A Samsung iniciou a produção em massa dos chips de memória HBM4, que possuem velocidade de processamento 22% maior que a geração anterior, HBM3E.
  • Chips HBM4 são fabricados com litografia de 4 nanômetros e atingem velocidade de 11,7 Gb/s, sendo essenciais para data centers e IA.
  • A Samsung busca aumentar sua participação no mercado de memórias HBM, liderado pela SK Hynix e seguido pela Micron Technology.

A Samsung anunciou, nesta quinta-feira (12/02), o início da produção em massa de chips de memória de alta largura de banda de última geração (HBM4). A companhia afirma ser a primeira do mundo a alcançar essa etapa.

De acordo com a fabricante, os primeiros modelos comerciais já foram enviados aos compradores. A empresa não revelou os nomes desses clientes, embora os maiores compradores desse setor sejam Nvidia e AMD.

O que é a memória HBM4?

Fotografia em close-up de uma bandeja preta contendo dezenas de pequenos chips semicondutores quadrados dispostos em fileiras organizadas. Cada componente possui uma superfície brilhante com tons de dourado e cobre. Ao lado da bandeja, sobre uma superfície bege, está estampada a palavra "SAMSUNG" em letras maiúsculas pretas e fonte robusta. O foco da imagem está nos chips em primeiro plano, enquanto o nome da marca ao fundo apresenta um leve desfoque, criando profundidade de campo.
Empresa disputa terreno com SK Hynix e Micron (imagem: divulgação)

Os chips HBM4 da Samsung são fabricados com processo lógico de litografia de 4 nanômetros na camada de base. De acordo com a empresa, eles entregam uma velocidade consistente de processamento de 11,7 Gb/s, 22% a mais que a geração anterior, HBM3E. Apesar do nome, a HBM4 é a sexta geração das memórias desse tipo.

Chips do tipo HBM são usados nas placas aceleradoras de inteligência artificial, essenciais para treinar e rodar modelos de IA.

Os investimentos trilionários na construção de data centers fizeram a procura por memórias dessa categoria disparar, causando escassez e aumento de preços em todos os produtos desse mercado. Isso inclui a RAM usada em eletrônicos de consumo, como smartphones e notebooks. Como consequência, é provável que os aparelhos lançados em 2026 sejam mais caros e mais fracos do que os do ano passado.

Samsung corre atrás da concorrência

A empresa sul-coreana SK Hynix é a líder nesse segmento, sendo seguida pela americana Micron Technology, em segundo lugar, e pela Samsung Electronics, em terceiro. O lançamento dos chips HBM4 é, portanto, parte de uma estratégia da Samsung para conquistar terreno nesse mercado.

As três empresas aproveitam a alta procura, impulsionada pelo boom da inteligência artificial, com crescimentos nos lucros que chegam a 209% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior.

Com informações da Reuters e da Korea JoongAng Daily

Samsung começa a fornecer memória de última geração para IA

Siri mais inteligente pode ser adiada novamente

12 de Fevereiro de 2026, 12:38
Uma mulher está em pé, à direita de um grande painel branco, em um ambiente amplo e minimalista com teto circular e iluminação embutida. O painel central exibe um ícone quadrado de cantos arredondados com um degradê de cores vibrantes em laranja, rosa, roxo e azul. No centro do ícone, há um símbolo branco que lembra o formato de um "infinito" estilizado dentro de um círculo. Abaixo do ícone, está escrita a palavra "Siri" em fonte preta. A mulher veste roupas escuras e segura um smartphone na mão esquerda.
Promessa de Siri mais “esperta” está mais de um ano atrasada (imagem: reprodução/Apple)
Resumo
  • A Siri com IA generativa pode ser adiada para o iOS 27, previsto para setembro de 2026, devido a problemas nos testes.
  • A Apple usará modelos de IA da família Gemini, do Google, pagando US$ 1 bilhão por ano, para melhorar a Siri.
  • A assistente enfrenta atrasos desde o anúncio na WWDC 2024, devido a uma taxa de erros considerada inaceitável pela própria empresa.

A Siri com recursos de inteligência artificial generativa pode ficar para o segundo semestre de 2026, chegando somente no lançamento do iOS 27. Antes, a expectativa era de que ela estaria disponível em março ou abril, no iOS 26.4.

As informações são do jornalista Mark Gurman, da Bloomberg. De acordo com a publicação, a Apple encontrou dificuldades ao testar a nova versão da assistente, precisando de mais tempo para corrigir os problemas.

O adiamento para o iOS 27, em setembro de 2026, é o pior cenário. Existe ainda a possibilidade de a Siri turbinada chegar em maio de 2026, em uma atualização do iOS posterior ao 26.4.

O que sabemos sobre a nova Siri?

ilustração sobre a assistente virtual Siri
Nova Siri vai usar Gemini, do Google, como base (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A notícia mais recente e mais importante sobre a assistente da Apple é a confirmação de que ela usará modelos de inteligência artificial da família Gemini, desenvolvida pelo Google. O anúncio feito pelas duas empresas foi discreto.

A parceria terá duração de vários anos, e o Gemini servirá de base para os Foundation Models da Apple. Segundo informações de bastidores, a Apple vai pagar US$ 1 bilhão por ano ao Google, e o Gemini ficará responsável por “quebrar” prompts complexos enviados pelo usuário à Siri.

Siri já passa de um ano de atraso

A Siri mais potente foi anunciada na WWDC 2024, realizada em junho daquele ano, como parte do pacote da Apple Intelligence.

Enquanto outros recursos da IA da empresa foram liberados nos meses seguintes, a assistente ainda não recebeu sua grande atualização — tudo o que chegou foi uma integração com o ChatGPT.

Executivos do alto escalão da Apple admitiram que o motivo para tanto atraso foi a baixa qualidade da nova assistente, que tinha uma taxa de erros considerada inaceitável. A demora resultou até mesmo em um processo na Justiça americana por propaganda enganosa.

Com informações da Bloomberg e do TechCrunch

Siri mais inteligente pode ser adiada novamente

Siri deverá ficar mais "esperta" a partir de 2025 (imagem: reprodução/Apple)

Saiba como funciona a Siri, assistente virtual disponível em dispositivos da Apple (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Operadora americana terá chamadas com tradução sem precisar de aplicativo

12 de Fevereiro de 2026, 11:11
Close-up em ângulo lateral das mãos de uma pessoa segurando um smartphone na horizontal. A mão em primeiro plano tem unhas pintadas de branco e segura a base do aparelho, enquanto a outra mão, ao fundo e desfocada, parece tocar a tela. O smartphone possui uma capa protetora com padrão marmorizado em tons de azul, cinza e branco. O fundo da imagem está totalmente desfocado, sugerindo um ambiente interno iluminado. A luz incide lateralmente, destacando as mãos e o brilho da tela.
Vantagem do serviço é funcionar em todos os celulares (foto: Jae Park/Unsplash)
Resumo
  • A T-Mobile lançará um serviço de tradução direta na linha telefônica em 2026, sem necessidade de aplicativos ou smartphones.
  • O serviço suportará mais de 50 idiomas e usará IA para imitar entonação e emoções, ativado por código no teclado durante chamadas.
  • O serviço estará disponível inicialmente para clientes pós-pagos em um programa beta, com detecção automática de idiomas baseada na localização.

A T-Mobile anunciou que terá um serviço de tradução diretamente na linha, sem precisar de aplicativos, nem mesmo de um smartphone. A funcionalidade começará a ser testada no segundo trimestre de 2026.

O serviço terá suporte a mais de 50 idiomas e contará com a ajuda de um agente de inteligência artificial da rede da T-Mobile. Inicialmente, apenas clientes de planos pós-pagos poderão se inscrever no programa beta.

Como funciona a tradução na linha?

Smartphone com tela de discagem
Código no teclado ativa tradutor da operadora (foto: Paulo Higa/Tecnoblog)

O serviço funciona diretamente na linha, sem depender de aplicativos. Isso significa que ele funciona em qualquer Android, iOS ou mesmo em um dumb phone.

Para ativar a ferramenta, o cliente da T-Mobile precisa teclar *87* (asterisco-oito-sete-asterisco) durante uma chamada, comando usado para ativar o agente de IA. Só uma das pontas da chamada precisa ser cliente da operadora e inscrita no beta do tradutor.

A ideia é que os participantes da chamada possam conversar naturalmente. Quando um deles para de falar, o agente entra em cena e repete o que foi dito no idioma da outra pessoa.

A T-Mobile diz que a voz não será robótica, já que o modelo de IA usado é capaz de clonar a voz humana e preservar entonação, ritmo e emoções.

Segundo a operadora, não é necessário escolher os idiomas. No caso de chamadas internacionais, o agente se baseia na localização para configurar as línguas — uma ligação dos Estados Unidos para o Brasil, por exemplo, seria definida inicialmente para inglês e português.

Se isso não estiver certo, ou caso seja uma chamada local, a IA também é capaz de detectar quais são os dois idiomas. Se as duas pessoas estiverem falando a mesma língua, a tradução é interrompida automaticamente.

Quais apps oferecem tradução simultânea?

A T-Mobile não presta serviços no Brasil. Por aqui, a solução é recorrer a smartphones e aplicativos com ferramentas de tradução simultânea.

As linhas Galaxy S e Z, da Samsung, contam com esse recurso como parte da Galaxy AI. iPhones compatíveis com a Apple Intelligence também oferecem o intérprete virtual.

Deixando as chamadas telefônicas tradicionais um pouco de lado, alguns apps de videoconferências contam com ferramentas do tipo. É o caso do Google Meet, do Microsoft Teams e do Zoom.

Com informações da CNET

Operadora americana terá chamadas com tradução sem precisar de aplicativo

Anatel anunciou identificador de chamadas aprimorado (Imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)
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