Nova funcionalidade foca em fotos reais e espontâneas (imagem: reprodução/Meta)Resumo
Instagram lançou o Instants, um recurso para compartilhar fotos sem filtro ou edição.
A nova ferramenta, disponível globalmente dentro do app do Instagram, não permite edição das fotos antes de compartilhá-las.
Diferente dos Stories, os Instants desaparecem após a visualização, mas compartilham as mesmas configurações de segurança do Instagram.
Após poucas semanas de testes restritos na Europa, o Instagram começou a liberar oficialmente, nesta quarta-feira (13/05), o Instants, novo recurso de compartilhamento de fotos voltado a registros mais rápidos e sem filtro. A proposta é a espontaneidade: o usuário pode tirar uma foto na hora e enviá-la para a seção de Amigos Próximos ou seguidores mútuos, sem retoques ou edição.
A novidade, que bebe da mesma fonte que o BeReal, passa a ficar disponível globalmente como uma seção dentro do próprio aplicativo do Instagram. Em alguns países, a Meta também liberou o Instants como um app independente.
Esse app fez parte dos testes da Meta em mercados como Espanha e Itália, em abril. Naquele momento, a empresa ainda parecia avaliar o melhor formato para o produto. Agora, com a integração ao Instagram, a maior parte dos usuários não vai precisar baixar outro app no celular.
“Você não pode editar seus Instants antes de compartilhá-los, permitindo que você compartilhe momentos autênticos enquanto eles acontecem”, diz a empresa em comunicado.
Como funciona o Instants?
Instants aparece como um card no canto direito das DMs no Instagram (gif: reprodução/Instagram)
No Instagram, o acesso ao Instants ocorre pela caixa de entrada de mensagens. Para usar, o usuário deve tocar no ícone de “pilha de fotos” no canto inferior direito da DM e capturar a imagem diretamente pela câmera.
O formato tem algumas limitações intencionais, como não poder enviar imagens da galeria e nem editar o conteúdo capturado com filtros. As fotos, diferente dos Stories, desaparecem para as pessoas após a visualização e não ficam acessíveis após 24 horas.
A empresa, no entanto, não quer que os momentos sejam esquecíveis: o sistema deve criar automaticamente um resumo com os compartilhamentos do período.
Quem recebe um instant pode reagir com emoji, responder por texto ou enviar outro registro de volta, mantendo a conversa dentro do mesmo fluxo.
Instants chega com configurações de segurança
O Instants já chega conectado às ferramentas de segurança existentes no Instagram, como bloqueio e restrição de contas. No caso de adolescentes, a função é integrada à Central da Família e às Contas de Adolescente.
Segundo a Meta, as proteções incluem:
Limite de tempo: o uso do Instants entra na contagem diária definida pelos pais para o Instagram;
Modo Noturno: notificações ficam silenciadas por padrão entre 22h e 7h para menores de idade;
Aviso aos responsáveis: se o adolescente baixar o app independente do Instants, os pais supervisores recebem uma notificação.
Novo função do Android 17 quer frear a rolagem infinita nas redes sociais (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
Android 17 terá um recurso para ajudar a combater o vício em redes sociais.
O Pause Point vai exigir uma espera de 10 segundos antes de abrir aplicativos considerados “viciantes”, como Instagram e TikTok.
Durante a espera, o Android deve sugerir atividades mais construtivas e permitir visualizar fotos pessoais.
O Google revelou um novo recurso que chegará nativamente com o Android 17 para ajudar a combater o doomscrolling — hábito de ficar rolando a tela do celular de forma viciosa. Chamada Pause Point, a função cria uma trava de segurança: em vez de só alertar o usuário sobre o tempo excessivo de uso, agora o sistema exige uma espera obrigatória antes de abrir apps classificados como distrações.
A novidade deve congelar a inicialização de um app por 10 segundos, caso ele seja marcado pelo usuário como “viciante”. A tela, no entanto, não ficará apagada durante esse intervalo: o Android vai aproveitar esse tempo para sugerir atividades mais construtivas.
O recurso vai exibir desde atalhos para um exercício rápido de respiração até recomendações de aplicativos úteis instalados no celular. Há ainda a opção de visualizar um carrossel com fotos pessoais, funcionando como um estímulo visual para o usuário sair um pouco da tela.
Aplicativos de terceiros focados em controle de tempo, como Finch ou Focus Friend, já têm seu público fiel. O grande trunfo do Pause Point, no entanto, é rodar de forma nativa, o que deve tornar a trava mais difícil de ser ignorada.
Recurso nativo deve ajudar mais o usuário
Recurso aproveita o intervalo obrigatório para sugerir um respiro (imagem: reprodução/Google)
A principal diferença está no momento em que a intervenção acontece. Os limites de tempo tradicionais do Android, lançados em 2018, costumam falhar porque dependem da força de vontade do usuário. A pessoa estoura a cota de uso, recebe um alerta na tela e, na maioria das vezes, o ignora para continuar navegando.
O 9to5Google destaca que, ao bloquear a abertura do aplicativo logo no primeiro toque, a nova função corta a descarga imediata de dopamina gerada pelo carregamento do feed. O usuário é forçado a parar e decidir se realmente quer gastar tempo naquela plataforma ou se o clique foi apenas um movimento no “piloto automático”.
Se, após os 10 segundos, a pessoa confirmar que deseja abrir a rede social, o Android permite até configurar um cronômetro para aquela sessão específica.
Vale mencionar que, para desativar completamente o recurso, será necessário reiniciar o smartphone — uma camada extra criada para dificultar o desligamento da função por impulso. A versão estável do Android 17, que incluirá a novidade, está prevista para junho.
Ao integrar essa barreira de uso ao sistema móvel mais popular do mundo, o Google se posiciona como parte da solução. O diretor de operações de produto da divisão de Plataformas e Ecossistemas do Google, Dieter Bohn, pontuou durante coletiva de imprensa que a empresa reconhece o problema.
“O Android está mais poderoso do que nunca, mas também queremos oferecer as ferramentas para você se desconectar quando precisar”, afirmou. “Acho que todos nós já pegamos o celular, abrimos algum aplicativo e ficamos no piloto automático, e uma hora se passou.”
O Google já confirmou que mais recursos focados em combater o tempo de tela abusivo serão lançados nos próximos meses.
WhatsApp Plus está sendo liberado gradualmente (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
O WhatsApp Plus está sendo liberado para usuários de iOS, oferecendo recursos extras mediante assinatura.
A assinatura custa 2,49 euros mensais na Europa e inclui recursos como figurinhas premium e opções de cores.
O aplicativo básico continua gratuito.
O WhatsApp Plus está sendo liberado para um número limitado de usuários do iOS, o sistema do iPhone. O pacote, que custa 2,49 euros mensais na Europa (R$ 14,50, em conversão direta), inclui recursos extras como stickers premium, limite mais alto de conversas fixadas e configurações adicionais para listas.
Alguns usuários receberam uma semana de teste grátis (imagem: reprodução/WABetaInfo)
Vale dizer que o WhatsApp Plus não é obrigatório. Quem não estiver interessado nos recursos extras poderá continuar usando o app gratuitamente.
Quais são os diferenciais do WhatsApp Plus?
A assinatura dá direito a seis recursos adicionais:
Pacotes de figurinhas premium.
Temas para a interface do aplicativo, com 18 opções.
Ícones coloridos, com 14 opções
Até 20 conversas fixas no topo da lista.
Opções de tema, toque de notificação e toque de chamada para cada lista de conversas.
Ringtones extras, com 10 opções.
Listas ficam mais completas com o pacote (imagem: reprodução/WABetaInfo)
Quanto o WhatsApp Plus custa?
Por enquanto, não houve um anúncio oficial sobre os preços. Tudo que sabemos é o que apareceu em outros mercados.
Europa: 2,49 euros (aproximadamente R$ 14,50, em conversão direta).
Paquistão: 229 rúpias paquistanesas (R$ 4).
México: 29 pesos mexicanos (R$ 8,30).
Isso indica que a Meta não adotou um preço único e o converteu para outras moedas. Em vez disso, a empresa está adaptando os valores para os diferentes mercados.
Segundo o WABetaInfo, o WhatsApp Plus oferece um período de testes, que pode ser de uma semana ou um mês, dependendo do usuário. O pacote é renovado mensalmente e pode ser cancelado até 24 horas antes do próximo ciclo de faturamento. A assinatura é feita pela App Store.
Instagram e Facebook perdem 20 milhões de usuários ativos (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
Instagram, Facebook e WhatsApp, plataformas da Meta, perderam 20 milhões de usuários ativos diários no primeiro trimestre do ano;
Meta informou que queda foi impulsionada por interrupções na internet no Irã e restrições de acesso ao WhatsApp na Rússia;
porém, existe a desconfiança de que o problema também seja causado por uma “fadiga” dos usuários com relação ao uso de redes sociais.
Enquanto acompanhavam a teleconferência da Meta sobre resultados financeiros realizada na quarta-feira (29/04), alguns investidores podem ter levantado a sobrancelha para um “pequeno grande” detalhe: plataformas como Facebook e Instagram perderam 20 milhões de usuários ativos no último trimestre.
A informação se refere a algo que a Meta chama de “usuários ativos diários da família”, em tradução livre. Aqui, “usuários ativos diários” são aqueles que acessam algum serviço da Meta pelo menos uma vez ao dia, obviamente. Já “família” é como a companhia se refere ao conjunto de suas principais plataformas: Facebook, Facebook Messenger, Instagram e WhatsApp.
Os dados em questão dizem respeito ao primeiro trimestre de 2026. Na comparação com o mesmo período do ano anterior, houve um aumento de 4% no número de usuários diários. A perda de 20 milhões de usuários ocorre em relação ao último trimestre de 2025.
Por que a Meta teve um declínio no número de usuários?
Pode ser verdade, afinal, a Meta fechou março com 3,56 bilhões de usuários ativos diários, o que indica que a diminuição de 20 milhões de usuários nesse parâmetro é pequena.
Pequena, mas não desprezível. Como a Meta não detalhou quanto cada uma de suas plataformas perdeu (ou ganhou) em número de usuários diários, existe a desconfiança de que a companhia esteja escondendo algo.
Usuários tendem a postar menos no Instagram com o passar do tempo (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Esse comportamento pode ter diversas causas, entre elas, a percepção de excesso de anúncios na plataforma ou recomendações de conteúdo alheio que acabam fazendo usuários terem as suas publicações aparecendo menos para pessoas próximas.
Levemos em conta, também, uma possível “fadiga” com relação ao uso de redes sociais como forma de prevenir ou reduzir problemas de saúde mental. Eu, por exemplo, acesso cada vez menos redes sociais para combater o excesso de informação e diminuir o tempo de tela. Muita gente tem feito o mesmo.
A Meta tem algum plano para enfrentar o problema?
Ao que tudo indica, tem. O Engadget relata que a Meta pretende ajustar os algoritmos do Instagram para que fotos, carrosséis e Reels originais (gerados pelo próprio usuário, e não oriundos de outras fontes) apareçam com prioridade nas recomendações de conteúdo.
A Meta não comenta, mas pode ser que essa e outras mudanças sejam uma tentativa da companhia de evitar um declínio expressivo no número de usuários do Instagram e das demais plataformas da companhia.
Os avatares se tornaram mais populares à medida que as pessoas passaram a se comunicar em meios virtuais (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
Avatar digital é uma representação gráfica de uma pessoa em ambiente virtual. Em outras palavras, trata-se de um modelo visual que personifica alguém em meios digitais.
Os avatares têm a função de facilitar a identificação de uma pessoa no universo virtual, sem a necessidade de ver o nome de usuário ou dados pessoais dela. Eles também habilitam interações com outros usuários dentro do ambiente digital.
Avatares digitais são comuns em redes sociais (como Instagram e Facebook), em jogos eletrônicos e metaverso. Mas praticamente qualquer aplicação no mundo virtual pode incorporá-los ao seu ambiente.
A seguir, entenda melhor o que são avatares, para que servem e quais os principais tipos.
Avatar digital ou avatar virtual é uma representação gráfica do usuário ou de outra pessoa em ambiente virtual, a exemplo de redes sociais, jogos eletrônicos ou metaverso. Essa figura virtual costuma ser bidimensional (2D) ou tridimensional (3D), e ajuda a identificar o usuário em meios digitais.
O que significa avatar?
“Avatar” vem do sânscrito (originalmente “avatāra”) e significa “descida do céu à Terra”. A expressão foi criada pelo hinduísmo para representar a encarnação ou manifestação física de uma divindade na Terra.
Acontece que o termo foi ressignificado em meados de 1980: o desenvolvedor de videogame Ricardo Garriott é apontado como o principal responsável por atrelar “avatar” ao ser espiritual de alguém em um mundo fictício — que no caso, era o jogo Ultima 4.
Com o tempo, a expressão foi usada para representar a personificação de uma pessoa em ambientes virtuais.
Para que serve o avatar digital?
Um avatar tem a função de personificar alguém em ambiente digital por meio de uma representação gráfica. Isso ajuda, por exemplo, a reconhecer uma pessoa sem precisar ver o nome de usuário dela ou outros dados de identificação.
Além disso, os avatares digitais habilitam certos tipos de interação com terceiros nos meios virtuais: dependendo da aplicação em uso, só será possível conversar ou fazer gestos se ambos tiverem criado um avatar.
Um avatar pode ilustrar como uma pessoa seria em um jogo de videogame, por exemplo (Imagem: Divulgação/Nintendo)
Quais apps ou serviços usam avatares digitais?
Os avatares digitais costumam ser vistos principalmente em:
Jogos eletrônicos: em jogos, os avatares são representados por personagens personalizados ou predefinidos, que ilustram você ou qualquer outra pessoa (seja ela real ou fictícia).
Metaverso: o metaverso é um ambiente que pode integrar realidade virtual (VR) com realidade aumentada (AR), e baseia-se em avatares que representam os usuários dentro desse universo.
Chatbots de IA: chatbots de inteligência artificial podem usar avatares para humanizar seus respectivos serviços.
Criação de conteúdos: conteúdos visuais (como vídeos curtos ou longos ou propagandas) também podem incorporar avatares para dar mais dinâmica aos materiais.
Importante destacar que qualquer aplicação baseada em ambientes virtuais pode adotar avatares digitais, desde um simples sistema baseado em cadastros de usuários até um jogo de videogame.
Quais são os tipos de avatar digital?
Embora não exista uma classificação oficial, avatares digitais podem ser segmentados com base em suas dimensões gráficas, dinamismo e estética:
Avatares bidimensionais: modelos 2D mais simplistas, geralmente representados por ilustrações básicas.
Avatares tridimensionais: modelos 3D que conseguem ilustrar volumes, texturas e outros detalhes de qualquer ângulo.
Avatares estáticos: imagens ou figurinhas que não apresentam recursos dinâmicos.
Avatares animados: modelos capazes de executar movimentos (como aceno de mão ou poses para fotos).
Avatares cartunescos: representações gráficas com estética de desenho, sem tanto foco na fidelidade da pessoa ou elemento.
Avatares realistas: modelos gráficos que tentam replicar com fidelidade uma pessoa ou personagem.
A Nat Natura é um exemplo de avatar 3D, animado e com estética cartunesca (Imagem: Divulgação/Natura)
Qual é a diferença entre avatar e foto de perfil?
Avatar é uma representação gráfica de uma pessoa (real ou fictícia) em um ambiente virtual, podendo ser ilustrada visualmente em 2D ou 3D. Em outras palavras e de forma simplificada, avatares digitais são aqueles “bonequinhos” criados para representar você em redes sociais ou jogos eletrônicos.
Já a foto de perfil é a imagem escolhida para identificar o usuário. Fotos de perfil podem usar fotos reais, desenhos ou mesmo avatares digitais.
Qual é a diferença entre avatar e holograma?
Avatares digitais são representações visuais que personificam algo ou alguém em um meio virtual. Avatares não existem no mundo real, e só aparecem em ambientes como internet e metaverso.
Já hologramas são imagens tridimensionais projetadas no mundo real. Eles são baseados na projeção de luz para ilustrar algo do mundo virtual em um espaço físico, sem depender de telas.
E apesar de serem diferentes, os elementos podem se complementar: você pode criar um avatar para um ambiente virtual, e depois projetar o holograma desse avatar no mundo real.
Instants tenta ser um app de stories efêmeros e realistas (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
Instagram testa um novo aplicativo independente chamado Instants.
O Instants abre direto na câmera e limita a edição a texto em imagens e vídeos, sem filtros e recursos avançados do Instagram principal.
O app está sendo testado em regiões da Europa, tanto para Android quanto para iPhone, mas ainda sem previsão de expansão para outras regiões.
O Instagram iniciou os testes de um novo aplicativo independente, chamado Instants, voltado ao compartilhamento de fotos e vídeos que desaparecem após 24 horas. A ferramenta está sendo lançada de forma limitada em países como Itália e Espanha, tanto para Android quanto para iPhone.
Nos testes iniciais, os usuários podem enviar conteúdos que ficam disponíveis por até um dia, mas que podem ser visualizados apenas uma única vez dentro desse período. Se parece um dejavú para você, é porque esse conceito já teve dias de fama em rivais como Snapchat e BeReal — febre entre os jovens por algum tempo.
De acordo com apuração do Business Insider, a Meta está experimentando diferentes versões do Instants antes de decidir por uma expansão mais ampla. Segundo porta-vozes da empresa ouvidos pelo veículo, a proposta é criar um ambiente de “baixa pressão”, voltado a interações mais espontâneas entre amigos.
Foco na espontaneidade
Instants permite o compartilhamento instantâneo de imagens com pouca edição (imagem: reprodução/Meta)
A proposta do app é reduzir o nível de produção das postagens. Isso aparece já na experiência de uso: o Instants abre diretamente na câmera, incentivando o registro do momento.
As ferramentas de edição também são limitadas de forma intencional. O usuário pode adicionar apenas texto às imagens e vídeos, sem acesso aos filtros mais elaborados e recursos de edição disponíveis no Instagram principal.
O slogan do app, “vida real, rápido” (real life, real quick), reforça essa proposta de capturar e compartilhar momentos do cotidiano sem preocupação estética.
Os conteúdos podem ser enviados para seguidores mútuos ou para a lista de “Amigos Próximos”. Segundo o 9to5Google, a experiência é uma evolução do recurso “Shots”, que antes ficava integrado às mensagens do Instagram e agora ganha um aplicativo próprio.
O uso “low profile” de redes sociais cresceu entre adolescentes nos últimos anos, o que levanta discussões frequentes sobre o impacto das plataformas na comunicação e autoestima desse público. Um levantamento da própria Meta, entre 2023 e 2024, identificou a insatisfação entre adolescentes com o próprio corpo após visualizar postagens no Instagram.
Integração com o ecossistema Meta
Apesar de funcionar como um app separado, o Instants continua vinculado à conta do Instagram, assim como ocorre com o Threads. Todo o conteúdo compartilhado ou recebido também pode ser acessado dentro da plataforma pricnipal, o que mantém a integração com o ecossistema da Meta.
Por enquanto, o Instants segue em fase de testes, sem previsão de lançamento em mercados como Brasil e Estados Unidos, nem confirmação de versão para desktop.
WhatsApp pago é objeto de rumores desde janeiro de 2026 (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
A Meta começou a liberar o WhatsApp Plus, versão paga do WhatsApp, para alguns usuários.
O WABetaInfo reporta preço de 2,49 euros mensais na União Europeia.
O WhatsApp Plus inclui figurinhas premium, mudança de tema do app e ícone personalizado, entre outros recursos.
A Meta começou a liberar uma versão paga do WhatsApp para alguns usuários. Chamada WhatsApp Plus, a assinatura traz, em grande parte, mudanças estéticas, como ícones, temas e ringtones.
De acordo com o site WABetaInfo, especializado na cobertura de notícias sobre o mensageiro, o preço na União Europeia é de 2,49 euros mensais (R$ 14,55, em conversão direta). No Reddit, um usuário paquistanês relatou que, por lá, o WhatsApp Plus custa 299 rúpias paquistanesas (R$ 4,07).
Seleção de cores do app é uma das novidades (imagem: reprodução/WABetaInfo)
Ainda não sabemos quanto o WhatsApp Plus vai custar no Brasil, mas essas informações do exterior indicam que o preço provavelmente será ajustado por mercado.
O que muda no WhatsApp Plus?
Na tela compartilhada pelo WABetaInfo, o WhatsApp lista os diferenciais de sua versão paga:
Figurinhas premium
Mudar tema do app
Escolher um ícone personalizado
Fixar conversas extras
Assinantes poderão fixar até 20 conversas (imagem: reprodução/WABetaInfo)
Em março, já ficou claro que a ideia da Meta não era bem essa. Naquele mês, a empresa começou a liberar uma lista de espera para o pacote por assinatura, apresentando alguns dos diferenciais da lista já citada. A propaganda do recurso começou a aparecer até mesmo na tela de seleção de stickers.
Ter uma assinatura paga opcional não é exclusividade do WhatsApp. O Telegram, um de seus principais concorrentes, oferece um pacote premium com limites maiores para envios de arquivos, downloads mais rápidos, transcrições de voz, imagens de perfil animadas e remoção de anúncios do app, entre outros diferenciais.
WhatsApp finalmente começa a liberar criação de nome de usuário (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
WhatsApp começou a liberar criação de nome de usuário no Android e no iOS;
no momento, liberação alcança um grupo muito restrito de usuários;
nas contas já beneficiadas, o nome de usuário pode ser ativado em Configurações -> perfil; é preciso seguir algumas regras para criar o nome.
Ainda que de maneira tímida, o WhatsApp finalmente começou a liberar a função que permite que contas no serviço sejam baseadas em um nome de usuário (username), fazendo o compartilhamento do número de telefone deixar de ser obrigatório.
Há várias vantagens nessa abordagem. Um exemplo: você poderá se comunicar com outros usuários ou empresas (contas comerciais) sem ter que divulgar o seu número de telefone. Outro: se esse número mudar, ficará mais fácil preservar a sua conta durante a atualização dessa informação.
O progresso da proposta tem sido lento, mas eis que o WABetaInfo descobriu que, nesta semana, o mensageiro começou a permitir que nomes de usuários sejam escolhidos e ativados, tanto no Android quanto no iOS.
A parte negativa é que, no momento, essa liberação envolve um número muito restrito de usuários. Mais contas serão contempladas com a novidade no decorrer das próximas semanas, mas a Meta não informou um prazo para que todos os usuários do WhatsApp tenham acesso ao recurso. Então, continua sendo necessário ter paciência.
Como saber se já posso criar um nome de usuário no WhatsApp?
Em primeiro lugar, certifique-se de usar a versão mais recente do WhatsApp para Android ou iPhone. Em seguida, abra o aplicativo, vá em Configurações e acesse o seu perfil. Se a sua conta já tiver sido beneficiada, você verá uma opção para criar um nome de usuário (não é o campo “Nome” do seu perfil).
Criação de nome de usuário no WhatsApp (imagem: reprodução/WABetaInfo)
Cada nome escolhido é exclusivo, ou seja, outro usuário não poderá usar uma denominação igual. Se o nome de usuário já estiver sendo usado em seu Facebook ou Instagram, você terá que seguir um procedimento para comprovar que é dono dessas contas para a liberação do username no WhatsApp ser feita.
Ah, o nome de usuário não é obrigatório, pelo menos nesta fase inicial. Então, se você quiser continuar usando o seu número de celular como identificação principal no WhatsApp, poderá fazê-lo sem nenhuma restrição.
Júri decidiu que empresas foram negligentes no desenvolvimento dos apps (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
YouTube e Meta foram condenados a pagar US$ 6 milhões (R$ 31,4 milhões) por design viciante de suas plataformas.
A Meta pagará 70% e o YouTube 30% do valor total.
O processo foi movido por uma jovem que alegou vício nos apps desde a infância, o que teria causado problemas de saúde mental.
Um júri de Los Angeles (EUA) decidiu que o YouTube e a Meta, dona do Facebook e Instagram, foram negligentes ao não alertar usuários sobre os riscos de vício em suas plataformas e classificou os aplicativos como produtos defeituosos.
O processo foi movido por uma jovem de 20 anos, que alegou ter se tornado viciada nos apps quando ainda era criança. O veredito condenou as empresas a pagar US$ 6 milhões (cerca de R$ 31,4 milhões) à autora da ação — sendo US$ 3 milhões em danos compensatórios e outros US$ 3 milhões em danos punitivos. Do total, a Meta pagará 70% e o YouTube, 30%.
Tanto a Meta quanto o Google declararam que irão recorrer da condenação. As empresas negam que a arquitetura de seus aplicativos seja a causa raiz dos complexos problemas de saúde mental enfrentados pela juventude.
Acusação contornou isenção de culpa das redes
Acusação focou no projeto dos apps para evitar lei federal (imagem: Unsplash/Bruce Mars)
O resultado validou a abordagem dos advogados da autora, que focou no projeto dos serviços, em vez do conteúdo exibido nas plataformas. O júri concluiu que os aplicativos da Meta, incluindo o Instagram, e o YouTube foram deliberadamente construídos para ser viciantes. A decisão também diz que os executivos das companhias sabiam disso e falharam em proteger os usuários mais jovens.
De acordo com a rede estadunidense NPR, o objetivo da acusação era contornar uma lei federal que isenta as plataformas pelo conteúdo postado por terceiros, a Seção 230 do Communications Decency Act de 1996, legislação similar ao Marco Civil da Internet no Brasil.
A acusação argumentou que recursos como rolagem infinita, reprodução automática, notificações constantes e filtros de beleza transformaram os aplicativos em um “cassino digital”, mesmas características observadas pelo ECA Digital por aqui.
A tese se baseou na história da autora do processo, que começou a usar o YouTube aos 6 anos e o Instagram aos 11. Segundo ela, o tempo de uso a fez desenvolver depressão, dismorfia corporal e pensamentos suicidas devido ao uso compulsivo.
Decisão deve criar precedente
Mark Zuckerberg é CEO da Meta (imagem: reprodução)
Segundo a NPR, a decisão deve guiar os vereditos de outras 2 mil ações judiciais semelhantes contra as plataformas no estado da Califórnia. Além disso, essa tese pode impactar processos contra gigantes da IA, como Google e OpenAI, por danos psicológicos e casos de suicídio. Episódios do tipo ganharam bastante atenção desde a morte de Adam Raine, em 2025.
“O veredito de hoje é um referendo — de um júri para toda uma indústria — de que a responsabilização chegou”, afirmou Joseph VanZandt, co-líder dos advogados que representam as famílias afetadas, em declaração à CNBC.
A responsabilização deve acrescentar mais um prejuízo aos cofres da Meta, que, apenas um dia antes, sofreu outro revés na Justiça. Um júri no Novo México condenou a rede social a pagar US$ 375 milhões (R$ 1,9 bilhão) por enganar os consumidores sobre a segurança. Segundo o processo, as empresas falharam em proteger os jovens contra a ação de predadores sexuais e redes de pedofilia.
Instagram está liberando nova home gradualmente (imagem: Thiago Mobilon/Tecnoblog)Resumo
O Instagram está testando uma nova interface com o feed de reels como página inicial, acessível por convite para alguns usuários do iOS.
A nova página inicial exibe vídeos curtos, fotos e carrosséis em tela cheia, com conteúdo baseado em recomendações do algoritmo.
A barra inferior agora inclui a seção “Seus feeds”, com opções como “Seguindo” e “Amigos”, permitindo uma experiência sem recomendações do algoritmo.
O Instagram está liberando acesso antecipado a uma nova interface. A principal mudança é que o feed de reels se torna a página inicial nessa nova configuração. O experimento apareceu para alguns usuários e parece estar restrito ao iOS por enquanto — não vimos imagens da novidade no Android até o momento.
O convite para o novo feed aparece como um ícone de crachá no topo da tela, à direita, ao lado das notificações. Ao tocar nele, o usuário pode optar por, nas palavras da Meta, “uma página inicial mais divertida”, com interesses e pessoas favoritas.
Como é a nova página inicial do Instagram?
Fotos, carrosséis e vídeos aparecem em tela cheia na nova home (imagem: Thiago Mobilon/Tecnoblog)
A página inicial traz um feed de reels muito parecido com o atual, com rolagem vertical infinita e botões para curtir, comentar, republicar e compartilhar. Além de vídeos curtos, ele exibe fotos e carrosséis, tudo em tela cheia. O conteúdo é baseado em recomendações do algoritmo. Resumindo, é bem parecido com o TikTok.
Os stories continuam na página inicial, com comportamento semelhante ao atual. Ao rolar os reels para cima, os stories ficam escondidos. Para vê-los novamente, é necessário rolar no sentido contrário até chegar no topo ou tocar no ícone da casinha na barra inferior.
Feeds lembram Instagram de antigamente
Feeds atuais vão para outra parte do app e usarão menos recomendações do algoritmo (imagem: Lucas Lima/Tecnoblog)
Por falar em barra inferior, ela ganhou um ícone para outra seção do app, chamada “Seus feeds”. Dá para dizer que é a experiência tradicional do Instagram, sem conteúdo em tela cheia e com mais espaço para legendas e comentários.
A principal mudança é que agora há diversas opções de feeds, como “Seguindo”, “Amigos”, “Mais recentes”, “Somente posts” e “Sugestões”. O usuário pode adicionar ou remover os que deseja.
Dá para notar que há uma ênfase nas opções sem recomendações do algoritmo, o que sugere que a ideia é tornar esse espaço um lugar para quem sente falta de uma experiência mais parecida com a do Instagram de uma década atrás.
Instagram está fazendo mais testes
Vale dizer que esse acesso antecipado não é o único que o Instagram está liberando. Um de nossos colegas aqui no Tecnoblog recebeu um convite parecido, mas a atualização trouxe apenas um visual adaptado ao Liquid Glass da Apple.
Instagram também está testando Liquid Glass (imagem: João Vitor Cruz/Tecnoblog)
Já outro colega também visualizou o crachá para a nova home, mas foi colocado em uma fila de espera. O acesso é antecipado, mas nem tanto.
Acesso antecipado já tem lista de espera (imagem: Caio Hansen/Tecnoblog)
WhatsApp quer facilitar comunicação entre pessoas que não falam a mesma língua (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
O WhatsApp está desenvolvendo tradução automática de mensagens para iOS em 21 idiomas, presente na versão beta 26.11.10.70.
A tradução funciona localmente, mantendo a criptografia de ponta a ponta, e pode ser ativada para cada contato ou grupo.
O recurso já está disponível no Android desde setembro de 2025.
O WhatsApp está trabalhando em uma ferramenta para traduzir automaticamente mensagens de grupos e de contatos, compatível com 21 diferentes idiomas. A funcionalidade está presente no código de uma versão beta para iOS.
O site especializado WABetaInfo encontrou o recurso durante uma análise da versão 26.11.10.70 do aplicativo. Ainda não existe uma previsão para o lançamento oficial.
Mensagens são traduzidas automaticamente, mas é possível reverter o texto para o idioma original (imagem: reprodução/WABetaInfo)
O WABetaInfo compartilhou algumas telas de como seria o tradutor do WhatsApp. A opção fica dentro das configurações da conversa, podendo ser ativada de maneira independente para cada contato ou grupo.
Ao ativar a ferramenta, o usuário seleciona o idioma original das mensagens recebidas e o idioma no qual deseja ler o conteúdo. Também é possível selecionar o texto e, nas opções do menu de contexto, desfazer a tradução e visualizar o que foi escrito na língua original.
O WhatsApp recorrerá a ferramentas de tradução que rodam localmente, o que dispensa que as mensagens sejam enviadas a um serviço na nuvem. Com isso, a criptografia de ponta a ponta não fica comprometida.
WhatsApp já oferece este recurso no Android
A automatização das traduções é uma novidade no iPhone e no iPad, mas não no Android. No sistema do Google, selecione a mensagem desejada, toque nos três pontos no canto superior direito da tela e escolha a opção para traduzir. Depois, aponte quais são os idiomas desejados. No último passo, é possível ativar a tradução automática para as próximas mensagens recebidas.
No iOS, o caminho é parecido — selecione a mensagem desejada, toque em “Mais” no menu suspenso e, depois, toque em “Traduzir”. Aí, basta escolher os idiomas e baixar os pacotes correspondentes.
Estudo indica que impacto varia por região e cultura (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
Um estudo do World Happiness Report indica que Instagram e TikTok têm impacto mais negativo na saúde mental do que o WhatsApp.
Segundo a pesquisa, a América Latina é exceção e o uso de aplicativos de mensagens está associado a maior satisfação com a vida.
Levantamento também sugere que uso moderado das redes é mais positivo.
Plataformas baseadas em feeds controlados por algoritmos — como Instagram e TikTok — podem ser mais prejudiciais à saúde mental do que apps focados em conversas diretas, como WhatsApp, e em socialização, como o Facebook.
A conclusão é da edição de 2026 do World Happiness Report, relatório anual que indica os países “mais felizes” do mundo, desenvolvido na Universidade de Oxford em parceria com a empresa de análise Gallup e a rede de soluções de desenvolvimento sustentável da ONU.
O levantamento aponta que o uso excessivo de redes sociais torna os jovens mais infelizes globalmente, com impacto mais severo em países de língua inglesa e na Europa Ocidental. Ao analisar diferentes regiões, porém, os pesquisadores perceberam que o impacto na saúde mental depende do formato da plataforma e de fatores culturais.
América Latina é exceção
Essa diferença fica clara nos dados de 17 países da América Latina. Na região, o uso frequente de aplicativos de mensagens está diretamente associado a maior satisfação com a vida. Já navegar por plataformas dominadas por influenciadores levou a índices mais baixos de felicidade e a problemas de saúde mental.
O relatório classifica esse contraste como uma “Exceção Latino-Americana” e traça uma divisão entre dois tipos de plataforma:
Plataformas de Conexão Social (SC): focadas na comunicação direta e no fortalecimento de laços existentes, como WhatsApp e Facebook. O uso frequente está associado a afetos positivos e bem-estar.
Plataformas de Conteúdo Algorítmico (AC): baseadas no consumo passivo de feeds curados por algoritmos, como Instagram, TikTok e X. Estão ligadas a maiores níveis de ansiedade e impacto negativo na saúde mental.
Os autores atribuem isso ao papel central do convívio social e familiar na cultura da região. Por aqui, as redes sociais tendem a funcionar como suporte para reforçar laços que já são fortes — o que ajuda a explicar por que os aplicativos de mensagem não “puxam” a felicidade para baixo da mesma forma que ocorre no hemisfério norte.
Banimentos generalizados
ECA Digital limitou acesso de crianças e adolescentes às redes (imagem ilustrativa: Thomas Park/Unsplash)
Os resultados chegam em um momento em que vários governos no mundo, incluindo o Brasil, debatem restrições de acesso de menores às plataformas. Em declaração ao The Guardian, o diretor do Wellbeing Research Centre, Jan-Emmanuel De Neve, defendeu que os dados apontam para uma necessidade de repensar o formato das redes, não necessariamente bani-las.
“Isso sugere que precisamos colocar o ‘social’ de volta nas mídias sociais, e incentivar tanto os provedores dessas plataformas quanto os usuários a alavancar essas ferramentas para fins sociais e para se conectar com pessoas reais”, afirmou.
O pesquisador também destacou que o estudo encontrou maiores índices de satisfação entre jovens que usam as redes por menos de uma hora diária, em comparação com aqueles sem acesso nenhum. Um exemplo para De Neve é a aplicação da lei australiana, que bane redes sociais para menores de 16 anos, mas mantém aplicativos de mensagens.
WhatsApp já testa conversas com quem não tem conta no serviço (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
WhatsApp testa modo de convidado que permite chats via navegador com pessoas sem conta no serviço;
modo de convidado gera um identificador único e criptografia ponta a ponta, mas não suporta grupos, fotos, vídeos ou chamadas;
chats com convidados expiram após dez dias de inatividade; lançamento oficial ainda não tem data definida.
O WhatsApp está testando uma função de chat para convidados, tanto no Android quanto no iOS. A ideia é permitir que você possa estabelecer uma conversa com uma pessoa que não tem conta no serviço, sem que ela tenha que baixar o app oficial para iniciar a comunicação. Tudo é feito via web.
A funcionalidade de convidado no WhatsApp foi encontrada pelo WABetaInfo em agosto de 2025, em uma versão beta do mensageiro para Android. Agora, o veículo descobriu que o recurso evoluiu e, como tal, está sendo testado com um número restrito de usuários do WhatsApp para Android e iOS.
Os usuários que têm acesso à novidade podem convidar pessoas que não têm conta no mensageiro para estabelecer um chat que é realizado via navegador. Neste caso, o link é enviado ao convidado via SMS.
Quando o link é aberto, o que pode ser feito tanto em um celular quanto no desktop, o destinatário tem a opção de baixar o aplicativo do WhatsApp para iniciar a conversa ou continuar como convidado, com a conversa sendo realizada via navegador, como já ficou claro.
No modo de convidado, o WhatsApp gera um identificador único para o destinatário. Com base nessa informação, chaves criptográficas também são geradas para que o chat seja protegido com criptografia ponta a ponta. Na sequência, o serviço pede para o convidado informar um nome. A partir daí, a conversa tem início.
Um modo de convidado no WhatsApp faz sentido?
Em países como o Brasil, onde o número de usuários do WhatsApp é tão grande que faz parecer que todo mundo usa o serviço, o modo de convidado pode não ser tão interessante assim.
Mas em países como os Estados Unidos, onde a comunicação instantânea é feita com mais frequência via SMS ou iMessage, por exemplo, a novidade pode ser mais útil, pois o número de usuários do WhatsApp não é tão grande por lá.
Além disso, o modo de convidado pode ser útil como um “quebra-galho” para quem está trocando de número telefônico ou usando um SIM card temporário, por exemplo.
Modo de convidado no WhatsApp (imagem: reprodução/WABetaInfo)
Modo de convidado é bastante limitado
O modo de convidado do WhatsApp foca no essencial: a interação por mensagens. Por isso, a novidade não suporta recursos como grupos, fotos, vídeos e chamadas de voz ou vídeo. Figurinhas e mensagens de voz são suportadas, porém.
Leve em conta ainda que os chats com convidados expiram quando completam dez dias de inatividade. Quando isso ocorre, é necessário criar um novo convite de convidado para a comunicação continuar.
Quando o modo de convidado vai ser lançado no WhatsApp?
Ainda não há data oficial para isso. Pode até acontecer de, no fim das contas, o recurso nunca chegar ao mensageiro. Mas há boas chances de que o lançamento seja feito, talvez ainda em 2026. Isso porque o recurso aparenta estar em fase avançada de desenvolvimento. Fiquemos de olho.
Recurso será oferecido para usuários da versão para iPhone ao longo das próximas semanas (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
O WhatsApp para iOS agora sugere figurinhas ao digitar emojis, mas a liberação do recurso é gradual.
O recurso não relaciona emojis com stickers criados por usuários, apenas com pacotes oficiais.
A função de sugestão de figurinhas foi mencionada na versão 26.8.75 do aplicativo e está em desenvolvimento desde 2021.
Uma nova atualização no WhatsApp para iOS adicionou o recurso de sugestão de figurinhas. Com ela, ao digitar um emoji, o próprio aplicativo mostra stickers que combinam com aquela expressão. O recurso, porém, tem algumas limitações.
O site WABetaInfo notou a mudança na versão 26.8.75 do aplicativo — a informação está presente até no changelog da versão, disponível na App Store. Apesar disso, a Meta está liberando gradualmente o recurso, então pode demorar algumas semanas até que todos tenham acesso.
Como funcionam as sugestões de figurinhas?
Atalho para acessar sugestões de figurinhas aparece ao lado da mensagem (imagem: reprodução/WABetaInfo)
Ao digitar uma palavra ou frase, o teclado do celular pode sugerir um emoji que combine com aquele conteúdo — para “doido”, aparecem duas carinhas de língua de fora e outra rindo; para “triste”, aparecem três semblantes cabisbaixos.
O novo recurso do WhatsApp é baseado nessa função. Ao escolher um emoji, o aplicativo mostra, no lado direito do espaço para digitar a mensagem, uma figurinha animada. Tocando nela, aparecem sugestões de stickers que combinam com aquele sentimento.
Esse recurso parece estar sendo preparado há bastante tempo. Em 2021, já noticiávamos o desenvolvimento de uma ferramenta do tipo, ainda que um pouco diferente, sem precisar passar pelos emojis para chegar às figurinhas. Três anos depois, a funcionalidade já era mais próxima do que vemos agora, no lançamento oficial.
Você não verá todas as figurinhas
Como dissemos, o recurso de sugestões tem uma limitação: ele não é capaz de relacionar emojis à maioria dos stickers criados pelos próprios usuários. Se você tem um pacote do seu cachorro com várias expressões, por exemplo, ele não aparecerá na lista.
Provavelmente, o que acontece nos bastidores é um “cadastro” dos emojis relacionados a cada figurinha dos pacotes oficiais. Quando você mesmo cria um sticker usando a ferramenta do próprio app, não tem como adicionar essa informação em nenhum lugar — aí, o jeito é procurar manualmente mesmo.
O WhatsApp iniciou uma lista de espera para assinatura premium na versão beta do app para Android.
O pacote pago incluirá stickers exclusivos, temas extras e mais conversas fixadas.
O preço ainda não foi divulgado.
O WhatsApp começou a liberar uma lista de espera de sua assinatura premium na versão beta do aplicativo para Android. Alguns participantes do programa de testes passaram a ver uma opção para serem notificados quando o plano pago, que trará mais recursos, estiver disponível.
O site WABetaInfo, especializado em novidades do mensageiro, encontrou a lista na versão 2.26.9.6 do app, mas nota que alguns usuários podem ter acesso ao cadastro mesmo em compilações mais antigas.
Para que serve a lista de espera para o plano premium?
Lista de espera adianta alguns diferenciais da assinatura premium (imagem: reprodução/WABetaInfo)
A publicação explica que, ao se inscrever na lista, o usuário receberá uma notificação quando o plano estiver disponível para assinatura. O cadastro não obriga o usuário a comprar o pacote, que será opcional.
Os usuários que já têm acesso à lista estão sendo convidados ao abrir o menu de figurinhas (stickers) do aplicativo. Um banner diz que figurinhas exclusivas estarão disponíveis em breve — uma das vantagens do plano premium.
Quais são os diferenciais do WhatsApp premium?
A página da lista de espera dá algumas dicas do que podemos esperar do plano pago do WhatsApp: stickers exclusivos, mais temas e possibilidade de fixar mais conversas na lista de contatos e grupos. O aplicativo diz ainda que haverá outros benefícios.
Na ocasião, imaginou-se que o pacote traria recursos adicionais da Meta AI, como geração de vídeo, além de bloqueio de anúncios nos Status e Atualizações. A página da lista de espera não menciona explicitamente essas mudanças, mas elas podem estar incluídas na tal lista de outros benefícios. Ainda não se sabe qual seria o preço.
Vale lembrar que a Meta criou um plano pago na União Europeia, mas, por lá, o objetivo era outro: dar uma opção para navegação sem propaganda. Quem não quisesse pagar, poderia continuar com a versão gratuita, mas teria que ceder seus dados para receber anúncios personalizados.
Google Mensagens deve ganhar compartilhamento de localização em tempo real (imagem: reprodução/Google)Resumo
Google Mensagens está testando compartilhamento de localização em tempo real, similar ao WhatsApp e Telegram;
recurso permite definir a duração do compartilhamento e funciona mesmo se o destinatário não tiver a versão mais recente do app;
funcionalidade foi encontrada em uma versão beta e não há garantia de lançamento público.
O Google está preparando a introdução de uma ferramenta de compartilhamento de localização em tempo real para o mensageiro nativo do Android. A novidade, descoberta no código de uma versão de testes do Google Mensagens, aproxima o app de rivais de terceiros ao permitir a transmissão contínua de deslocamento durante a conversa.
A ferramenta, identificada inicialmente pelo Android Authority em novembro, foi ativada e testada recentemente na versão “messages.android_20260220_01_RC00.phone.openbeta_dynamic” do software.
Nos últimos anos, o Google Mensagens evoluiu de um simples aplicativo de SMS para uma plataforma completa, impulsionado pela adoção do padrão RCS, respostas diretas e melhorias no compartilhamento de mídia.
Quanto à localização, no entanto, de modo semelhante ao Apple iMessage, o serviço se limita ao envio de endereços fixos, dificultando encontros com pessoas em movimento. Concorrentes como o Telegram e o WhatsApp adicionaram a funcionalidade há quase dez anos.
Como funcionará o envio da localização?
Ao selecionar a opção de compartilhamento em tempo real, na aba de anexo dentro das conversas, o usuário precisará conceder permissões de localização (se já não tiver feito isso) e poderá definir a duração do compartilhamento nas opções: uma hora, apenas hoje, ou um período personalizado.
Durante a transmissão, um banner será fixado no topo do chat indicando que o compartilhamento está ativo. O dono do aparelho pode encerrar a exibição imediatamente ao tocar no banner e selecionar a opção “Parar” no menu inferior. O veículo demonstrou o funcionamento da ferramenta em vídeo:
Visualização pode ser universal
Uma possível vantagem que os testes do Android Authority revelaram é a de que o sistema funcionará mesmo se o destinatário não possuir a versão mais recente do aplicativo ou a própria funcionalidade ativada. A pessoa que recebe a mensagem ganha um link de acesso.
Caso tenha o aplicativo Google Find Hub instalado, o mapa abrirá por lá. Caso contrário, a rota ao vivo será exibida diretamente em um navegador web. Com isso, a funcionalidade se torna útil mesmo entre dispositivos e configurações diferentes.
Como a ferramenta foi encontrada em códigos de uma versão de trabalho em andamento, o veículo ressalta que não há garantias de que os recursos descobertos cheguem a um lançamento público final.
WhatsApp começa a testar agendamento de mensagens (imagem: Vitor Padua/Tecnoblog)Resumo
WhatsApp está testando recurso de agendamento de mensagens na versão 26.7.10.72 para iOS no TestFlight;
Recurso permite agendar o envio de mensagens em data e horário específicos, com opção de cancelar ou reagendar;
Nova função deverá estar disponível para conversas individuais e em grupo, com possibilidade de lançamento para iOS e Android.
É provável que você já tenha passado por alguma situação que te fez pensar: “puxa, seria bom se o WhatsApp pudesse deixar eu agendar o envio desta mensagem”. Pois saiba que esse recurso foi encontrado recentemente em uma versão de teste do app do serviço.
Para ser exato, a opção de agendamento de mensagens foi encontrada pelo WABetaInfo na versão 26.7.10.72 do WhatsApp para iOS no programa de testes TestFlight, da Apple.
Embora a nova função ainda não esteja disponível para os participantes do programa, o veículo conseguiu registrar uma captura de tela que mostra um recurso de nome Scheduled Messages (“Mensagens Agendadas”, em tradução livre) no menu que aparece quando você toca em uma foto de perfil.
O recurso permitirá que o usuário crie uma mensagem para um contato, mas faça o seu envio em data e horário específicos. Com isso, a mensagem ficará em uma espécie de fila de espera até o momento do disparo.
Na área Scheduled Messages, o usuário poderá consultar qualquer mensagem programada e, se for o caso, cancelar o seu envio ou fazer um reagendamento. No caso de cancelamento, o destinatário não receberá nenhuma notificação indicando que uma mensagem agendada direcionada a ele foi apagada, pois o seu conteúdo é excluído antes da entrega.
A expectativa é a de que o recurso funcione tanto com conversas individuais quanto com chats em grupo.
Função de agendamento de mensagens no WhatsApp (imagem: reprodução/WABetaInfo)
Quando o agendamento de mensagens chegará oficialmente ao WhatsApp?
Talvez nem a própria Meta saiba ainda. O agendamento é um recurso que está em fase de desenvolvimento, por isso, só deverá ser lançado depois que passar pela etapa de testes com usuários selecionados, o que pode levar algum tempo.
É torcer para que não demore e para que o recurso seja realmente lançado, afinal, há várias utilidades possíveis aí, como facilitar a comunicação com uma pessoa que está em fuso horário diferente.
E, sim: embora o recurso tenha aparecido na versão para iPhone do WhatsApp, a opção de agendamento também deverá ser lançada no aplicativo para Android, mesmo que isso ocorra em momentos diferentes.
Messenger.com deixará de existir (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
A Meta encerrará o site messenger.com em abril, redirecionando usuários para facebook.com/messages.
Usuários sem conta no Facebook poderão usar o aplicativo móvel do Messenger.
A decisão visa reduzir custos e simplificar a manutenção do serviço.
A Meta anunciou que vai desligar o site independente do Messenger, encerrando de vez o endereço messenger.com. A mudança passa a valer em abril e afeta quem ainda usa o serviço de mensagens diretamente pelo navegador, fora do ecossistema principal do Facebook.
Com a decisão, o Messenger segue o mesmo caminho de outras plataformas descontinuadas pela empresa nos últimos meses. A Meta afirma que usuários ainda poderão trocar mensagens pela web, mas apenas acessando o serviço por meio do site do Facebook ou pelo aplicativo móvel do Messenger.
O que muda para quem usa o Messenger?
Segundo uma página oficial de suporte, quem tentar acessar o messenger.com após o encerramento será automaticamente redirecionado para facebook.com/messages. O texto explica: “Você poderá continuar suas conversas lá ou no aplicativo Messenger para celular”.
Para usuários que utilizam o Messenger sem uma conta ativa no Facebook, a alternativa será apenas o aplicativo móvel. Ainda assim, a empresa afirma que o histórico de conversas pode ser recuperado em qualquer plataforma usando o PIN configurado no backup do Messenger. Caso o código tenha sido esquecido, é possível redefini-lo.
Por que a Meta está acabando com plataformas do Messenger?
A partir de abril de 2026, o site do Messenger não estará mais disponível (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
O encerramento do site acontece poucos meses depois da empresa desativar os aplicativos independentes do Messenger para Windows e macOS. Na época, usuários desses apps já vinham sendo direcionados para usar o serviço diretamente pelo Facebook, o que indicava que o site também poderia ter o mesmo destino.
Nas redes sociais, parte dos usuários reagiu negativamente à decisão, especialmente aqueles que não querem depender do Facebook para acessar o Messenger no computador ou que mantêm suas contas desativadas. Ainda assim, do ponto de vista da empresa, reduzir o número de plataformas ajuda a diminuir custos e simplificar a manutenção do serviço.
O Messenger surgiu em 2008 como Facebook Chat e ganhou um aplicativo próprio em 2011. Durante anos, a Meta tentou posicioná-lo como um serviço separado da rede social. Em 2014, o Facebook chegou a remover o chat do app principal. Esse movimento começou a ser revertido em 2023, quando a empresa passou a reintegrar o Messenger ao aplicativo do Facebook — um processo que agora se consolida também na versão web.
Desabilitar o histórico de visualizações do TikTok vai permitir que você veja perfis e posts de forma anônima (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
Para visualizar perfis e posts do TikTok de forma anônima, você deve entrar nas configurações da plataforma pelo celular (Android ou iPhone), acessar a guia “Espectadores” dentro dos ajustes de privacidade, e desabilitar o histórico de visualizações.
Ao fazer isso, você poderá acessar perfis de outros usuários e visualizar posts de pessoas que você segue sem que o TikTok notifique os acessos. Trata-se de um recurso extra de privacidade ao utilizar a plataforma.
A seguir, veja como desabilitar o histórico de visualizações do TikTok para ver perfis e posts de outros usuários sem que eles saibam.
Abra o aplicativo do TikTok em seu smartphone (Android ou iPhone). Em seguida, toque no ícone “Perfil”, localizado no canto inferior direito da tela.
Acessando o perfil do TikTok pelo celular (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
2. Acesse o menu de três linhas do TikTok
Toque no menu de três linhas da rede social, que fica localizada no canto superior direito da tela.
Abrindo o menu do TikTok pelo celular (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
3. Vá em “Configurações e privacidade”
Selecione a opção “Configurações e privacidade” para acessar o menu de ajustes do TikTok.
Acessando as configurações do TikTok pelo celular (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
4. Entre nos ajustes de privacidade
No menu de configurações, acesse a guia “Privacidade” para prosseguir.
Entrando nos ajustes de privacidade do TikTok pelo celular (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
5. Acesse a guia “Espectadores” do TikTok
Desça a tela e abra a guia “Espectadores”. É nessa seção que você poderá desativar a visualização de perfil do TikTok.
Acessando a guia Espectadores do TikTok pelo celular (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
6. Desative o histórico de visualizações
Desabilite a chave “Histórico de visualizações” para visualizar o TikTok anonimamente ao acessar perfis e posts de outros usuários.
Desativando o histórico de visualizações do TikTok (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
Posso desativar a visualização de perfil do TikTok pelo PC?
Não, já que as versões de navegador e app para desktop não permitem a configuração para ver o perfil do TikTok anonimamente. Só é possível desativar a visualização de perfis e posts pelo aplicativo para smartphone (Android ou iPhone) e, então, os ajustes serão replicados para as demais plataformas.
O que acontece ao desabilitar o histórico de visualizações?
Ao desativar o histórico de visualizações para ver o TikTok anonimamente, você:
poderá visualizar os perfis de outros usuários sem que a plataforma notifique os seus acessos;
vai conseguir ver posts de pessoas que você segue sem que elas saibam disso;
não poderá mais ver quem visualizou seu perfil e quais seguidores entraram em suas publicações.
E caso queira ainda mais privacidade, você pode tirar o online do TikTok. Com esse ajuste, ninguém saberá quando você está online na plataforma.
Consigo ver stories do TikTok de forma anônima?
Sim, com o uso de serviços de terceiros. Como exemplo, o SnapTik oferece uma ferramenta online que permite visualizar stories do TikTok de forma anônima a partir do link de perfil da pessoa na rede social.
Posso deixar de ver perfis e posts do TikTok anonimamente?
Sim. Você pode desabilitar o modo anônimo para a visualização de perfis e posts do TikTok ao entrar nas configurações do app via smartphone (Android ou iPhone), acessar a guia “Privacidade”, entrar na opção “Espectadores” e habilitar o histórico de visualizações.
Ao usar o TikTok com o histórico de visualizações ativado, você poderá ver pessoas que entraram no seu perfil e seguidores que abriram seus posts, desde que elas também estejam com o histórico de visualizações habilitado. Do mesmo modo, usuários com a função ativada poderão ver que você acessou os perfis delas.
Telegram afirma ser a maior atualização de interface do app já feita no Android (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
Telegram lançou uma grande atualização de interface, com foco em mudanças no Android.
Agora há uma maior padronização visual, com o app para Android adotando um estilo visual Liquid Glass, similar ao iPhone.
A atualização também introduziu ferramentas de gestão de comunidades e a “Fabricação de Presentes” para monetização.
O Telegram lançou ontem (09/02) uma grande atualização que reformula a experiência de uso do app em dispositivos móveis. Segundo a plataforma, esse é o maior update de interface já feito no Android, mas o pacote também traz melhorias pontuais para os iPhones e iPads.
O movimento busca unificar a identidade visual do mensageiro em diferentes sistemas, com a versão para Android adotando o design Liquid Glass do iOS. Além das mudanças visuais, o update traz novidades para presentes virtuais e novas regras para a sucessão de administradores em grupos e canais.
A nova versão já está sendo distribuída para todos os usuários.
Maior atualização no Android
A versão para Android recebeu o que a equipe de desenvolvimento classifica como a “maior atualização de interface da história” do aplicativo. A mudança mais evidente é a substituição do antigo menu lateral por uma nova barra de navegação inferior com quatro abas fixas — Conversas, Contatos, Configurações e Perfil. A novidade permite alternar entre as funções principais com apenas um toque.
Segundo a empresa, o código da interface foi totalmente reconstruído para maximizar a eficiência. O aplicativo agora adota de forma integral a estética Liquid Glass, estilo visual com transparências e efeitos de desfoque que antes eram predominantes na versão para iOS.
Nova barra inferior centraliza navegação no Android (imagem: reprodução/Telegram)
Para reduzir o impacto dessas animações no hardware, o Telegram incluiu controles de efeitos nas configurações de Economia de Energia, permitindo que o usuário limite as transições visuais para preservar a bateria.
Embora o Android tenha recebido mais mudanças, o iOS não passou despercebido. A atualização refinou o visualizador de mídias e os painéis de pré-visualização de stickers. Já os usuários de iPad ganharam suporte ao atalho Command + Enter em teclados físicos.
Gestão de comunidades
Além da estética, a atualização soluciona um problema em comunidades: a sucessão de comando. Caso o proprietário de um grupo abandone o chat sem nomear um sucessor, a titularidade será transferida automaticamente para um dos administradores ativos após o período de uma semana.
O sistema também permite que a transferência de propriedade seja feita de forma manual e instantânea, garantindo a continuidade da gestão sem a necessidade de o antigo dono sair da conversa.
Grupos agora terão sucessão automática de administradores (imagem: reprodução/Telegram)
No campo da monetização, o mensageiro introduziu a “Fabricação de Presentes”. O sistema permite que usuários combinem até quatro presentes colecionáveis que seguem uma escala de raridade que vai do Incomum ao Lendário. Esses ativos podem ser negociados no marketplace de presentes da plataforma.
A API de Bots também melhorou e agora permite aos desenvolvedores personalizar a estética dos botões com cores e emojis para tornar a navegação em sistemas automatizados mais intuitiva.
Telegram em queda no Brasil
Apesar das novidades, o Telegram enfrenta um cenário de retração no país. Segundo a pesquisa Panorama Mobile Time/Opinion Box, a penetração do app nos smartphones brasileiros caiu de 63% para 57% em um intervalo de doze meses. O auge da plataforma foi em 2023, quando atingiu 65% dos aparelhos.
Em comparação, o WhatsApp detém quase 99% de presença nos dispositivos e possui mais de 169 milhões de usuários ativos, segundo a agência TheZarc. Enquanto o rival foca em comunicação cotidiana e transações comerciais, o Telegram atrai usuários por sua capacidade de suportar grupos de até 200 mil membros e pela robustez de sua API de bots.
Globalmente, no entanto, o mensageiro superou a marca de 1 bilhão de usuários ativos mensais em 2025, impulsionado por mercados na Ásia e no Leste Europeu.
Musk usou sua própria plataforma para disparar ofensas pessoais (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
Elon Musk chamou o primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, de “tirano”e “traidor do povo espanhol” após proposta de regularização das redes.
Espanha quer banir menores de 16 anos das redes sociais e responsabilizar criminalmente CEOs e proprietários de plataformas.
A medida prevê verificação rigorosa de idade, como integração com o sistema de identidade digital ou biometria facial.
O primeiro-ministro da Espanha, Pedro Sánchez, anunciou ontem (03/02) um novo pacote legislativo que pode proibir o acesso de menores de 16 anos às redes sociais no país. Em resposta, Elon Musk o chamou de “tirano” e “traidor do povo espanhol”.
O projeto estabelece sistemas rigorosos de verificação de idade e prevê, inclusive, a responsabilização judicial de executivos de tecnologia, o que provocou a reação imediata do dono do X/Twitter.
Quais são as mudanças propostas pela Espanha?
O anúncio de Sánchez faz parte de um plano para combater o que ele define como um “estado de anarquia digital”. Segundo o Euronews, o argumento do premiê espanhol é que as redes sociais falharam em proteger crianças contra discursos de ódio e conteúdos predatórios, motivo pelo qual se exige agora uma intervenção direta.
A nova legislação, que deve ser apresentada formalmente ao parlamento nas próximas semanas, deve eliminar as atuais “caixas de seleção” de idade. O governo pretende obrigar que plataformas como X, Instagram e TikTok adotem ferramentas de verificação mais robustas, como a integração com o sistema de identidade digital da Espanha ou o uso de biometria facial para validar a idade do usuário antes da criação de qualquer conta.
Diferente de regulamentações anteriores que permitiam o uso de redes por menores com autorização parental, o plano de Madri estabelece limite mínimo de 16 anos, sem exceções.
CEOs podem ser responsabilizados
Um dos pontos mais polêmicos da medida é a introdução da responsabilidade criminal para CEOs e proprietários de plataformas. Caso uma rede social permita o acesso de menores ou falhe na moderação de conteúdo, executivos como Musk poderão ser processados e responsabilizados criminalmente em solo espanhol, conforme detalhado pelo portal português Eco Sapo.
A reação de Musk foi rápida e carregada de ofensas. No X, o bilionário utilizou o apelido “Sánchez Sujo”, acompanhado de um emoji ofensivo, alegando que o governo está tentando “destruir a liberdade de informação”.
Esse conflito não é novo e escala uma tensão iniciada em 2025, quando Musk criticou as políticas migratórias de Sánchez. O desgaste do bilionário estende-se ao bloco europeu: no final de janeiro, o X tornou-se alvo de uma nova investigação da União Europeia, agravando os atritos com os reguladores locais.
Grécia e França aumentam o cerco contra as redes sociais
A movimentação espanhola não é um fato isolado no continente europeu. A Grécia também está finalizando um projeto de lei para banir menores de redes sociais, seguindo o modelo aprovado pela Austrália. O primeiro-ministro grego, Kyriakos Mitsotakis, afirmou que o objetivo é combater o vício digital e o cyberbullying.
Já a França tem reforçado o rigor das leis atuais. Nesta semana, a sede do X em Paris foi alvo de buscas e apreensões por autoridades francesas. A investigação apura a manipulação de algoritmos, possível interferência estrangeira e a negligência na remoção de conteúdos ilícitos.
Segundo o Diário de Notícias, Elon Musk foi formalmente intimado a prestar depoimento perante os tribunais franceses. Em nota oficial, a equipe jurídica do X afirmou que as alegações são “infundadas”, alegando que a ação põe em risco a liberdade de expressão global.
Banimento de redes sociais para menores ganha força na Espanha e Grécia (imagem: Robin Worrall/Unsplash)
Se a Espanha conseguir implementar com sucesso a integração de IDs digitais para acesso a redes, abrirá um precedente técnico que forçará gigantes como a Meta e o X a alterarem suas arquiteturas para evitar o bloqueio em mercados europeus.
Historicamente, plataformas digitais se posicionam como “canais neutros”, sem responsabilidade pelo conteúdo gerado por terceiros. No entanto, o pacote legislativo de Sánchez passa a tratar as redes sociais como editoras de conteúdo. O argumento central é que, se a plataforma utiliza algoritmos para lucrar com o engajamento, ela deve ser juridicamente responsável pelo impacto social desse conteúdo.
WhatsApp pago? Meta quer cobrar por algumas funções (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
Meta planeja lançar planos de assinatura (pagos) para WhatsApp, Facebook e Instagram, mantendo os recursos principais gratuitos;
Recursos pagos incluirão funções de inteligência artificial, como geração de vídeos via Vibes e agentes de IA da Manus;
WhatsApp pode ainda ter versão paga sem anúncios por 4 euros mensais.
Um dos serviços de mensagens instantâneas mais populares do mundo deve ganhar uma modalidade paga nos próximos meses. A Meta revelou que está se preparando para testar planos de assinatura no WhatsApp. Novos recursos pagos também devem chegar ao Facebook e ao Instagram.
Em todos esses serviços, os recursos principais continuarão gratuitos. Apenas funções extras ou complementares farão parte dos planos pagos. Isso significa que WhatsApp, Facebook e Instagram não se tornarão obrigatoriamente pagos, mas oferecerão recursos premium a quem estiver disposto a pagar por eles.
Pagar quanto? Bom, estimativas de preços ainda não foram dadas pela Meta.
Quais serão os recursos pagos do WhatsApp?
Talvez nem a própria Meta saiba ao certo. A companhia informou ao TechCrunch que testará recursos pagos nos mencionados serviços, mas deu poucos detalhes sobre eles.
Sabe-se, contudo, que recursos de inteligência artificial deverão fazer parte do pacote. Nesse sentido, a Meta considera oferecer uma opção de geração de vídeos via Vibes, ferramenta anunciada em 2025 que usa IA para produzir filmes curtos. Esse recurso deverá ser interessante principalmente para quem gosta de publicar Reels no Instagram ou vídeos nos Status do WhatsApp.
Ainda no campo da inteligência artificial, está nos planos colocar entre os recursos pagos os agentes de IA da Manus, startup adquirida pela Meta no fim de 2025 por cerca de US$ 2 bilhões.
Tratando especificamente do WhatsApp, o WABetaInfo reportou recentemente que o mensageiro poderá ter uma versão paga que não exibe anúncios publicitários.
Plano pago no WhatsApp que não exibe anúncios, recurso ainda não oficial (imagem: reprodução/WABetaInfo)
Neste ponto, convém destacar que alguns usuários já se deparam com anúncios nos Status do WhatsApp ou sob a forma de canais promovidos na área Atualizações do serviço.
O WABetaInfo divulgou capturas de tela que mostram a ativação do recurso que inibe anúncios no WhatsApp mediante o pagamento de 4 euros (R$ 25, na conversão direta) por mês. Isso sugere que essa opção, quando for lançada, será oferecida à parte em relação aos planos pagos que terão funções de IA.
De igual forma, o Meta Verified, que adiciona selo de verificação e recursos para criadores de conteúdo ou organizações nos serviços da companhia, deverá continuar sendo oferecido como uma assinatura mensal à parte.
É claro que tudo isso pode mudar quando a Meta lançar os tais planos pagos. Fiquemos de olho.
Veja o passo a passo para excluir uma conta do Telegram via link, Android ou iPhone (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
O Telegram oferece diferentes formas de apagar a conta do mensageiro. O método mais rápido é usar o portal oficial no navegador, inserindo o número do telefone e o código recebido no aplicativo para deletar a conta pelo link imediatamente.
No Android, a exclusão ocorre via autodestruição, onde a pessoa define um período de inatividade nas configurações de segurança para o perfil expirar. Já no iPhone (iOS), o sistema permite escolher entre o cronômetro de inatividade ou a exclusão instantânea.
É essencial saber que apagar a conta do Telegram é uma ação que exclui permanentemente todas as mensagens, grupos e contatos salvos na nuvem da plataforma. Por ser um processo irreversível, certifique-se de salvar arquivos importantes antes de confirmar a limpeza total dos dados e privacidade.
A seguir, veja o passo a passo para apagar a conta do Telegram pelo link, Android ou iPhone.
1. Acesse a página de exclusão de conta do Telegram
Abra o navegador de internet no computador ou celular e acesse my.telegram.org/auth. Essa é a página oficial do Telegram para a exclusão da conta ou gerenciamento do aplicativo.
Acessando a página oficial de exclusão do Telegram (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
2. Informe o número do telefone do Telegram
No campo “Your Phone Number”, digite o número do telefone vinculado a conta do Telegram usando o formato internacional completo (ex: +55 11 99999-9999). Então, clique em “Next” para avançar.
Informando o número de telefone vinculado a conta do Telegram (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
3. Insira o código de verificação do Telegram
No campo “Confirmation code”, insira o código de verificação enviado no aplicativo do Telegram no celular. Depois, clique em “Sign In”.
Inserindo o código de confirmação (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
4. Selecione “Delete Account”
Na próxima tela, clique em “Delete account” para ver a opção para a exclusão definitiva da conta do Telegram.
Abrindo a opção “Delete account” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
5. Confirme a exclusão da conta
Se desejar, preencha o campo “Why are you leaving?” informando o motivo pelo qual você está encerrando a conta do Telegram. Em seguida, clique em “Delete My Account” para confirmar a ação.
Confirmando a exclusão da conta do Telegram (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
Como apagar a conta do Telegram pelo Android
1. Acesse as configurações do Telegram
Abra o aplicativo do Telegram no celular Android e toque no ícone de três riscos, no canto superior esquerdo da tela. Em seguida, selecione a opção “Configurações” para avançar.
Acessando as configurações do Telegram no Android (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
2. Abra o menu “Privacidade e Segurança”
Na seção “Configurações”, toque em “Privacidade e Segurança” para ver mais opções.
Abrindo o menu “Privacidade e Segurança” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
3. Toque em “Apagar minha conta” do Telegram
Desça a tela até encontrar a seção “Apagar minha conta” e toque na opção “Se inativa por”.
Selecionando a opção “Se inativa por” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
4. Defina o período para a autodestruição da conta
Selecione o período de inatividade para a autodestruição da conta. Ao ativar essa opção, o perfil será excluído, incluindo mensagens e contatos, após a data selecionada.
Importante: após definir o cronômetro para a autodestruição, você não poderá mais abrir o app ou acessar o Telegram. Caso contrário, a contagem será reiniciada.
Definindo o tempo para a autodestruição da conta do Telegram (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
Como apagar a conta do Telegram pelo iPhone (iOS)
1. Abra as configurações do Telegram no iPhone
Abra o aplicativo do Telegram no iPhone e toque em “Configurações”, ícone de engrenagem na parte inferior da tela.
Abrindo as configurações do Telegram no iPhone (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
2. Acesse o menu “Privacidade e Segurança”
Desça a página de configurações até encontrar a opção “Privacidade e Segurança” e toque nela para ver mais recursos.
Acessando o menu “Privacidade e segurança” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
3. Toque em “Se Inativo por”
Role a tela até encontrar a seção “Apagar minha conta automaticamente”. Então, toque em “Se Inativo por” para ver as opções para excluir o Telegram.
Abrindo a opção “Se inativo por” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
4. Escolha o método “Autodestruição” ou “Apagar Conta Agora”
Defina o método para excluir sua conta no Telegram:
Autodestruição: escolha o período de 1 mês a 24 meses para a conta ser excluída se não houver inatividade. Dessa forma, o perfil, mensagens e contatos serão automaticamente deletados após o prazo estabelecido;
“Apagar Conta Agora”: seguir com o procedimento para excluir a conta imediatamente.
Importante: caso escolha o método de autodestruição, basta selecionar o tempo de inatividade, fechar o app e não acessar mais o Telegram no celular ou computador. Se optar por “Apagar Conta Agora”, continue o guia para ver os próximos passos.
Escolhendo o tempo para autodestruição ou a exclusão imediata da conta do Telegram (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
5. Toque em “Apagar Minha Conta”
Desça a tela “Alternativas” até o final e toque no botão “Apagar Minha Conta” para iniciar o processo de exclusão imediata do perfil no mensageiro.
Selecionando a opção “Apagar Minha Conta” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
6. Continue o processo de exclusão da conta
Nas próximas telas, toque em “Continuar” para avançar no processo para deletar a conta do Telegram.
Avançando no processo de excluir conta do Telegram (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
7. Informe o número do telefone do Telegram
Insira o número cadastrado no Telegram, incluindo o DDD, e toque em “Continuar” para avançar.
Informando o telefone vinculado a conta do Telegram (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
8. Confirme a exclusão do Telegram
Na janela pop-up, toque no botão “Apagar Minha Conta” para confirmar a ação. Então, todas as mensagens, contatos e mídias serão excluídas imediatamente.
Confirmando a exclusão da conta do Telegram (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
Em vídeo: como excluir a conta do Telegram
O que acontece ao excluir uma conta do Telegram?
Estas são as ações que ocorrem ao excluir uma conta do Telegram:
Exclusão permanente de dados: todas as mensagens, mídias e contatos são apagados permanentemente dos servidores. Não há suporte para recuperação de arquivos ou do histórico após a confirmação;
Anonimização do perfil: o nome, foto e username da pessoa desaparecem para todos os contatos. As conversas antigas exibirão apenas o nome “Conta Deletada” e ninguém poderá enviar novas mensagens;
Desligamento de comunidade: a pessoa é removida instantaneamente de todos os grupos e canais privados. Os membros restantes verão a sinalização de que o perfil deixou de existir na lista de participantes;
Abandono de conteúdos autorais: canais ou grupos criados pelo usuário inativo continuam ativos, mas ficam sem um proprietário definido. Caso a pessoa seja o único administrador, um novo membro pode assumir o controle total;
Restrição de reentrada: o Telegram pode impôr um intervalo de alguns dias antes de permitir o uso do mesmo número para um novo registro. Ao retornar, a conta será tratada como um novo perfil, sem qualquer dado anterior.
Por que não consigo excluir a conta do Telegram?
Existem alguns pontos que podem impedir a exclusão da conta Telegram. Os mais comuns são:
Uso incorreto do código de confirmação: o código de exclusão é enviado exclusivamente pelo chat interno do Telegram, e não por SMS. Também verifique se está digitando a combinação exata respeitando letras maiúsculas e minúsculas;
Formatação do número de telefone: o sistema exige o formato internacional completo (ex: +55 11 99999-9999) para solicitar a exclusão. A ausência do sinal de “+” ou do código do país impede o reconhecimento da conta pelo servidor;
Bloqueios de segurança temporários: tentativas excessivas de login ou solicitações repetidas de exclusão podem gerar bloqueios. Nesses casos, o sistema suspende ações críticas por 24 ou 48 horas por questões de segurança;
Interferência de rede ou VPN: ferramentas de VPN ou firewalls podem bloquear o acesso à página oficial de desativação. Tente realizar o procedimento por meio de uma conexão de rede estável e sem filtros;
Redefinição do timer de autodestruição: se a conta está programada para ser excluída por inatividade, cada novo login reinicia o cronômetro e interrompe o processo de encerramento automático;
Restrições por violações de termos: contas denunciadas ou limitadas por spam podem ter funções de gerenciamento restritas. Nessas situações, a exclusão manual pode ser bloqueada até que a análise do suporte seja concluída.
Por que o código do Telegram não chega ao excluir a conta?
Alguns cenários podem impedir que o código do Telegram seja enviado para o usuário. Por exemplo:
Entrega no chat interno: o código é enviado como uma mensagem no próprio app do Telegram em vez de SMS, fazendo muitos usuários esperarem por um canal de entrega errado;
Formatação do DDI e DDD: o sistema exige o uso do prefixo internacional – +55 para o Brasil – e o código de área. Sem o sinal de “+” ou com dígitos extras, o servidor descarta a solicitação;
Bloqueio por excesso de tentativas: muitas tentativas geram um bloqueio temporário por segurança. Nesses casos, o sistema para de enviar códigos por até 48 horas para evitar invasões;
Sessões inativas ou instáveis: se você não estiver logado em nenhum dispositivo ou houver interferências de VPNs e filtros de rede, a notificação interna pode ser bloqueada ou não aparecer.
Quanto tempo demora para excluir a conta do Telegram?
O tempo para excluir uma conta do Telegram depende do método escolhido:
Exclusão imediata (via navegador e iOS): ocorre instantaneamente após a confirmação no portal de desativação ou nos ajustes do app para iPhone. Todos os dados são apagados na hora, mas o sistema pode bloquear a criação de uma nova conta com o mesmo número por alguns dias;
Autodestruição programada (configurações do app): a conta é deletada automaticamente após um período de inatividade que varia entre 1 mês a 24 meses. O cronômetro é reiniciado sempre que a pessoa abre o app, exigindo ausência total para que o processo se complete.
É possível recuperar uma conta do Telegram excluída?
A exclusão de uma conta do Telegram é irreversível, pois o processo de encerramento ocorre imediatamente nos servidores. Não existe suporte oficial ou ferramentas de terceiros que recuperem os dados após a confirmação definitiva da exclusão.
Caso a conta seja deletada por inatividade (autodestruição), basta realizar um novo cadastro, mas as conversas antigas não estarão disponíveis. Se o usuário foi banido do Telegram por engano, a única alternativa é conectar o suporte para solicitar uma revisão.
Se eu excluir o Telegram, posso criar outra conta com o mesmo número?
Sim, dá para criar outra conta do Telegram com o mesmo número após a exclusão definitiva do perfil anterior. Contudo, o sistema pode exigir um intervalo de dias de espera por questões de segurança.
Para voltar a usar o mensageiro, basta reinstalar o aplicativo e realizar a verificação padrão via SMS. No entanto, a conta será totalmente nova, sem histórico de mensagens, grupos ou contatos salvos anteriormente.
Excluir a conta do Telegram é uma forma de remover todas as mensagens, mídias e contatos do usuário dos servidores do mensageiro, encerrando o vínculo com a plataforma
Veja o passo a passo para excluir uma conta do Telegram via link, Android ou iPhone (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
Acessando a página oficial de exclusão do Telegram (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
Informando o número de telefone vinculado a conta do Telegram (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
Inserindo o código de confirmação (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
Abrindo a opção "Delete account" (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
Confirmando a exclusão da conta do Telegram (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
Acessando as configurações do Telegram no Android (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
Abrindo o menu "Privacidade e Segurança" (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
Selecionando a opção "Se inativa por" (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
Definindo o tempo para a autodestruição da conta do Telegram (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
Abrindo as configurações do Telegram no iPhone (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
Acessando o menu "Privacidade e segurança" (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
Abrindo a opção "Se inativo por" (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
Escolhendo o tempo para autodestruição ou a exclusão imediata da conta do Telegram (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
Selecionando a opção "Apagar Minha Conta" (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
Avançando no processo de excluir conta do Telegram (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
Informando o telefone vinculado a conta do Telegram (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
Confirmando a exclusão da conta do Telegram (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
Threads é uma rede social da Meta, dona do Instagram (imagem: divulgação e Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
O Threads registrou 141,5 milhões de acessos diários via Android e iOS no começo de 2026, superando o X, com 125 milhões.
X lidera em acessos via navegador com 145,4 milhões de visitas diárias, comparado a 8,5 milhões do Threads.
Crescimento é impulsionado pelas outras redes da Meta e por novas funcionalidades, enquanto o X enfrenta crise de imagem.
O Threads ultrapassou o X/Twitter em número de usuários ativos diários em smartphones, segundo dados da empresa de inteligência de mercado Similarweb. Em 7 de janeiro de 2026, o aplicativo registrou 141,5 milhões de acessos via Android e iOS, contra 125 milhões da concorrente.
A medição considera exclusivamente o uso em aplicativos móveis para Android e iOS. No acesso via navegador, o X continua muito à frente do Threads: são 145,4 milhões de visitas diárias à rede de Elon Musk, um abismo de diferença para os 8,5 milhões registrados pela plataforma da Meta no desktop.
Threads supera X em quantidade de usuários ativos por dia (imagem: reprodução/Similarweb)
Lançado em julho de 2023 como rede de texto, o Threads surgiu como uma alternativa “aberta e amigável” em um momento de turbulência no então Twitter, logo após a aquisição da empresa por Elon Musk.
Segundo a análise do relatório, a ascensão do Threads tem base na estratégia multiplataforma da Meta. A empresa, para os analistas, tem utilizado a força dos outros produtos (Facebook e Instagram) para promover a rede de textos, além de ter acelerado o lançamento de recursos que faltavam na estreia.
Funcionalidades como mensagens diretas, filtros de conteúdo, comunidades baseadas em interesses e até testes recentes com jogos na plataforma estariam ajudando a reter o público.
Em dados oficiais divulgados em outubro de 2025, a própria Meta afirmava já ter superado a marca de 150 milhões de usuários ativos diários e 400 milhões mensais, sugerindo que o engajamento na plataforma pode ser maior do que o rastreamento dos relatórios.
X enfrenta crise de imagem
O X, por outro lado, tem sido alvo de investigações no mundo todo, incluindo o Brasil, após a IA Grok ter gerado imagens com teor pornográfico a partir de fotos de usuários, especialmente mulheres, publicadas na plataforma.
Segundo o TechCruch, o relatório aponta que o Bluesky, concorrente menor e descentralizado, também registrou um aumento no número de instalações nos últimos dias, surfando na onda de insatisfação. Ainda assim, vale ressaltar que o X mantém sua liderança nos Estados Unidos.
Conta para a gente nos comentários: qual tem sido a sua rede social principal no dia a dia, Threads ou X?
WhatsApp anuncia chegada de recursos focados em conversas em grupo (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
O WhatsApp anunciou um conjunto de novidades para tornar as conversas em grupo mais organizadas e expressivas. As mudanças chegam no início de 2026 com foco em facilitar a comunicação entre pessoas que usam o aplicativo para diferentes finalidades, como família, trabalho, estudos ou lazer.
Entre os recursos apresentados estão etiquetas personalizadas para identificar o papel de cada participante, figurinhas criadas a partir de texto digitado e lembretes configuráveis para eventos compartilhados nos grupos. As funções começam a ser liberadas de forma gradual para usuários de diferentes plataformas.
Etiquetas ajudam a identificar papéis nos grupos
Uma das principais novidades do WhatsApp é a chegada das etiquetas de membros (imagem: divulgação/WhatsApp)
Uma das principais novidades é a chegada das etiquetas de membros. A proposta é permitir que cada pessoa indique sua função dentro de um grupo específico. Elas são personalizáveis e variam de acordo com o chat. Assim, um mesmo usuário pode aparecer como “Pai da Ana” numa conversa familiar e como “Goleiro” num grupo de futebol.
Essa identificação fica visível para os demais integrantes e pode facilitar interações em grupos grandes ou com objetivos bem definidos.
Segundo o WhatsApp, o recurso será disponibilizado aos poucos, o que significa que nem todos os usuários terão acesso imediato à funcionalidade. A ideia é testar o uso em escala antes de uma liberação mais ampla.
Mais novidades no WhatsApp
Agora, qualquer palavra digitada pode ser transformada em figurinha diretamente pela busca de figurinhas do aplicativo. O recurso amplia as possibilidades de expressão sem depender apenas de imagens ou emojis.
Figurinhas recém-criadas podem ser adicionadas diretamente aos pacotes pessoais, sem a necessidade de enviá-las antes em uma conversa.
Ao criar um evento e compartilhá-lo numa conversa em grupo, o organizador pode definir lembretes personalizados para os convidados.
Recado foi relançado no final de 2025, e agora traz novas limitações e formas de exibição (Imagem: Divulgação/WhatsApp)
O recado no WhatsApp é um recurso de compartilhamento temporário de uma mensagem curta com até 50 caracteres, que fica visível para outros usuários do mensageiro. A funcionalidade é similar ao recurso Notas, do Instagram.
Você pode usar o recado para compartilhar seu humor no dia, informar uma atividade que está fazendo, citar trechos de obras artísticas, ou avisar sobre suas férias.
Para usar o recurso, basta acessar as configurações do WhatsApp pelo celular (Android ou iOS), tocar no campo de recado (localizado abaixo do seu nome), criar um texto e configurar o prazo de expiração.
A seguir, entenda melhor o que é o recado do WhatsApp, veja sugestões de quais frases colocar, saiba como usar o recurso, e confira características de funcionamento.
O recado do WhatsApp é um recurso para compartilhar uma mensagem temporária de no máximo 50 caracteres. Trata-se de uma funcionalidade atualizada da antiga seção “Sobre” no perfil do WhatsApp, mas que suporta menos caracteres, tem prazo de expiração, e pode ser exibida nos próprios chats.
Para efeito de comparação, o recado para WhatsApp é similar às notas do Instagram.
Onde fica o recado para WhatsApp?
O recado de WhatsApp fica localizado na sua página de perfil (logo abaixo do número de telefone), e próximo ao seu nome nas conversas individuais. Usuários com permissão para visualizar seu recado poderão ver o recurso nessas páginas.
Para que serve o recado para WhatsApp?
O recado do WhatsApp serve como um bloco de notas temporário para você compartilhar um sentimento, status, ação que está fazendo ou qualquer outra coisa que caiba em 50 caracteres.
A Meta sugere que você use o recurso para contar “o que está acontecendo na sua vida”, mas você pode usar o campo de texto para outras coisas, como compartilhar o trecho de uma música, citar uma frase icônica, ou lembrar a todos que é seu aniversário.
O que colocar no recado do WhatsApp?
Você pode usar frases para o recado do WhatsApp, informar ações que está fazendo, citar trechos de obras artísticas ou mesmo colocar avisos. Confira abaixo uma lista com sugestões de recado para colocar no WhatsApp.
Status predefinidos: status sugeridos pelo próprio WhatsApp, como “Disponível para conversar”, “Respondo mais tarde” e “Com amigos”.
Status personalizados: frases personalizadas (diferentes das sugestões do WhatsApp) de acordo com o que você deseja informar.
Estado de espírito: adjetivos como “triste”, “feliz” ou “doente”, informando como está seu humor ou estado naquele determinado momento.
Informativos profissionais: texto curto explicando o que seu negócio faz, endereço de e-mail ou página da web da empresa para contato ou slogan de seu empreendimento.
Aviso de férias: texto curto para informar o aviso de férias no WhatsApp, e evitar de ser incomodado durante o período de descanso.
Frases icônicas: citações de livros, filmes ou pensadores, seja para passar uma mensagem, causar reflexão ou por simplesmente gostar do trecho.
Letras de músicas: trechos de músicas que você admira ou que fazem sentindo para o período.
Emojis: ícones ou símbolos digitais que podem expressar humor ou ação, sem precisar de complementos em texto.
Como colocar recado no WhatsApp
Você só pode configurar um recado para WhatsApp por meio de dispositivos móveis (smartphones ou tablets), sejam eles Android ou iOS. Confira abaixo o tutorial.
1. Entre nas configurações do WhatsApp
Abra o app do WhatsApp em seu celular (Android ou iPhone). Em seguida, acesse as configurações do mensageiro de acordo com os passos correspondentes ao seu sistema operacional.
Android: toque no menu de três pontos e vá em “Configurações”.
iOS: aperte no ícone “Configurações”, localizado no canto inferior direito.
Entrando nas configurações do WhatsApp (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
2. Toque no campo de recado e crie um texto
Toque no campo de recado (localizado logo abaixo de seu nome). Na tela seguinte, use uma opção predefinida ou crie o seu próprio texto respeitando o limite de 50 caracteres. Caso queira, toque no ícone de emoji (à esquerda do campo de recado) para adicionar um ícone ou símbolo.
Criando um recado para WhatsApp (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
3. Defina o prazo de duração do recado
Aperte em “Duração” e defina o prazo de duração do recado. Depois, vá em “Salvar” para guardar as alterações.
Configurando a duração do recado do WhatsApp (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
4. Finalize o post do recado do WhatsApp
Por fim, toque no símbolo verde de “check” para finalizar a mensagem para colocar no perfil do WhatsApp.
Postando o recado de WhatsApp (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
Consigo mudar a letra do recado para WhatsApp?
Sim. Você pode criar recados com fontes diferentes no WhatsApp ao acessar serviços como invertexto.com, digitar o texto desejado, copiar o trecho com a fonte escolhida, e colar a seleção no campo “Recado”.
Vale destacar que esse mesmo processo também permite o uso de letras alternativas em outros campos do WhatsApp, como nome de exibição e chat de conversas.
O recado é exibido de duas formas diferentes no WhatsApp. Em chats individuais com você, as pessoas vão visualizar o seu recado dentro de um balão, logo abaixo do nome de seu contato. Toda vez que alguém abrir a conversa com você, verá o recado — mesmo que já tenha visualizado o recurso anteriormente.
Recado do WhatsApp na conversa individual (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
Outra forma de exibição do recado é na página de perfil: o conteúdo ficará visível logo abaixo do seu número de telefone, no mesmo campo que era ocupado pela seção “Sobre”.
Recado do WhatsApp na página de perfil (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
Quem pode ver meu recado no WhatsApp?
Você pode definir quem poderá ver seus recados no WhatsApp ao acessar os ajustes de privacidade do WhatsApp e entrar na seção “Recado”. Então, será possível escolher entre as seguintes opções para visibilidade do recado:
Todos;
Meus contatos;
Meus contatos, exceto…;
Ninguém.
Posso esconder o recado de contatos específicos no WhatsApp?
Sim. Você pode ocultar o recado do WhatsApp para pessoas específicas ao entrar nas configurações do mensageiro, acessar a aba “Privacidade”, entrar em “Recado”, selecionar “Meus contatos, exceto…” e adicionar todos os contatos que não devem visualizar o seu recado.
Se preferir, também é possível apagar todos os contatos da agenda do seu smartphone que não devem ter acesso aos recados do seu WhatsApp. Depois, é só acessar as configurações do mensageiro, entrar em “Privacidade”, tocar na guia “Recado” e selecionar “Meus contatos”.
Por que o recado para WhatsApp da pessoa sumiu?
O recado do WhatsApp de outro usuário do mensageiro pode sumir pelos seguintes motivos:
Exclusão do recurso: o indivíduo pode ter apagado o recado manualmente antes do tempo de expiração.
Prazo de expiração: o período de duração do recado chegou ao fim, fazendo com que o campo de recado da pessoa desapareça automaticamente.
Alterações de privacidade: a pessoa pode ter alterado a visibilidade do recado.
Você foi apagado da agenda: se a pessoa deixou o recado visível apenas para os contatos dela e apagou seu número da agenda posteriormente, você não poderá mais visualizar a mensagem para recado do WhatsApp.
Caracteres invisíveis: o indivíduo pode estar usando caracteres invisíveis, passando a impressão de que não está compartilhando nenhum post de recado.
Quanto tempo dura o recado para WhatsApp?
O recado de perfil do WhatsApp tem diferentes prazos de duração, que podem ser estipulados durante a configuração do recurso. Você pode escolher entre as seguintes opções:
1 hora;
8 horas;
1 dia;
2 dias;
1 semana;
Personalizada (de 1 minuto a 30 dias).
Se necessário você poderá prolongar o recado do WhatsApp para um período superior a 30 dias, configurando um novo recado pelo tempo desejado após o prazo de expiração do recado anterior.
O recado do WhatsApp some quando um usuário bloqueia um contato?
Não. Se você bloquear um contato, a pessoa continuará vendo seu recado do WhatsApp. Do mesmo modo, você continuará vendo o recado de uma pessoa no mensageiro mesmo que ela tenha te bloqueado.
O WhatsApp salva os recados postados?
Sim. Você pode visualizar todos os seus recados de WhatsApp que já expiraram ao acessar as configurações do mensageiro, tocar no campo de recado (localizado abaixo de seu nome), e rolar a tela.
Tocar em um dos atalhos expirados funcionará como um atalho para que você poste o mesmo conteúdo em um novo recado.
Qual é a diferença entre o antigo e o novo recado do WhatsApp?
O antigo recado do WhatsApp era um recurso de mensagem para colocar no perfil do WhatsApp. A funcionalidade era similar à nova versão do recado, mas suportava até 139 caracteres, não tinha tempo de expiração, e era exibida somente na página de perfil do usuário.
Já o novo recado do WhatsApp é uma versão atualizada da funcionalidade, que foi relançada no final de 2025. O recurso agora tem limite de 50 caracteres, permite configuração do prazo de expiração, e pode ser exibido tanto na página de perfil do usuário quanto no chat individual da pessoa.
Posso voltar com o antigo recado depois de habilitar a nova versão dos recados?
Não. Assim que você usar a nova versão do recado pela primeira vez, não poderá mais usar o modelo antigo, e sua mensagem vai sumir automaticamente após o prazo de expiração.
E quem decidiu criar uma conta no WhatsApp de novembro de 2025 até agora só terá acesso à nova versão dos recados do mensageiro.
Qual é a diferença entre recado e status do WhatsApp?
O recado do WhatsApp é um recurso usado para informar um estado de espírito, alerta importante ou qualquer outra coisa que caiba em 50 caracteres. Trata-se de uma versão atualizada do antigo campo “Sobre” dos usuários do mensageiro, e que tem prazo de duração de um minuto até 30 dias.
Já o status do WhatsApp é um formato de post temporário com suporte para fotos, vídeos, áudios ou texto. As postagens de status ficam na guia “Atualizações” do mensageiro, e se expiram automaticamente 24 horas após a publicação.
Uma curiosidade é que os recados tinham o nome de status anteriormente. Mas com a evolução da história do WhatsApp, “Status” foi designado para ilustrar os posts temporários estilo Stories do Instagram, enquanto “recado” se tornou o nome do antigo campo “Sobre” do WhatsApp.
A Meta Platforms investe em tecnologias de realidade virtual e inteligência artificial, além das redes sociais (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
A Meta Platforms é a empresa-mãe que controla um ecossistema de tecnologia social, realidade virtual e inteligência artificial. Ela é o nome corporativo do antigo Facebook Inc., adotado oficialmente em outubro de 2021.
O rebranding ocorreu para refletir o novo foco da companhia no metaverso e em tecnologias imersivas. Além disso, a mudança buscou distanciar a marca de associações negativas e escândalos passados do Facebook.
Atualmente, a Meta Platforms atua como uma holding que gerencia produtos globais como o Facebook, Instagram, WhatsApp, Messenger e Threads. A organização também investe em hardware de realidade virtual através da divisão Reality Labs.
A seguir, saiba a origem do nome Meta e como a empresa mudou de denominação jurídica. Também saiba quais são os produtos e redes sociais que estão sob o guarda-chuva da big tech liderada por Mark Zuckerberg.
A Meta Platforms é a empresa controladora de serviços como Facebook, Instagram e WhatsApp, focada em conectar bilhões de usuários globalmente. A companhia também investe no desenvolvimento de tecnologias imersivas por meio da divisão Reality Labs, visando consolidar a visão estratégica do metaverso.
O que significa Meta?
O nome “Meta” deriva do grego “além” e indica algo autorreferencial, como o conceito de metadados na ciência. Para a empresa, o nome simboliza a transição das redes sociais tradicionais para um ecossistema digital interconectado que integra realidades virtuais e aumentadas.
Segundo Mark Zuckerberg, o nome reflete o foco estratégico na construção do metaverso e de tecnologias imersivas. Sob este novo guarda-chuva, a marca busca liderar futuras interações digitais e o avanço da inteligência artificial.
Meta é dona de WhatsApp, Instagram e Facebook (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Meta e Facebook são a mesma coisa?
Sim, a Meta Platforms é a nova denominação jurídica do Facebook Inc., tratando-se da mesma entidade após um processo de rebranding em 2021. Essa alteração foi exclusivamente nominal e identitária, sem afetar as operações, liderança executiva ou propriedade da empresa.
Quando o Facebook mudou de nome para Meta?
O Facebook Inc. alterou o nome corporativo para Meta Platforms em 28 de outubro de 2021, durante o evento Facebook Connect. A mudança, anunciada por Mark Zuckerberg, visava priorizar o desenvolvimento do metaverso e tecnologias de realidade virtual.
Mark Zuckerberg, cofundador e CEO da Meta, anunciou a mudança do nome em outubro de 2021 (imagem: Reprodução/Meta)
Por que o Facebook virou Meta?
A mudança para Meta reflete a evolução na história do Facebook, redirecionando o foco para a construção do metaverso. Essa estratégia busca liderar a criação de ambientes virtuais imersivos, transcendendo o modelo limitado das redes sociais e aplicativos de mensagens.
O rebranding também serviu para desvincular a imagem corporativa de crises reputacionais e escândalos sobre a privacidade de dados dos usuários. Ao adotar uma nova identidade, a empresa buscou se distanciar das associações negativas ligadas especificamente ao nome Facebook.
Embora a rede social Facebook continue existindo, a mudança destaca o objetivo da marca em criar ecossistemas digitais imersivos para o futuro. A Meta agora se posiciona como uma companhia de tecnologia social focada em novas formas de conexão humana.
A alteração do nome do Facebook para Meta representa o objetivo da big tech em liderar o metaverso (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
O que a Meta Platforms faz?
As empresas da Meta Platforms usam tecnologias para conectar pessoas por meio de redes sociais, publicidade digital e o desenvolvimento do metaverso. Os principais produtos e redes sociais da Meta são:
Facebook: principal rede social com bilhões de usuários mensais, focada na construção de comunidades, compartilhamento de atualizações, gestão de eventos e conexões entre grupos de interesse;
Messenger: ferramenta de comunicação integrada ao Facebook que permite mensagens de texto, chamadas em grupo e interações automatizadas com empresas;
Instagram: plataforma visual para compartilhamento de fotos e vídeos curtos, como Stories e Reels, conectando usuários a criadores de conteúdo e marcas globais;
Threads: rede social focada em conversas públicas baseadas em texto e atualizações em tempo real, integrado diretamente ao ecossistema e base de usuários do Instagram;
WhatsApp: serviço de mensagens instantâneas com criptografia de ponta a ponta, oferecendo chamadas de voz, vídeo e soluções corporativas como pagamentos e catálogos;
Meta AI: assistente de inteligência artificial generativa integrada aos aplicativos da empresa para criação de conteúdo, busca de informações e automação de tarefas;
Horizon Worlds: plataforma social de realidade virtual onde os usuários podem explorar, jogar e participar de eventos usando avatares em um ambiente digital;
Meta Quest: dispositivos de realidade virtual e mista que lideram a expansão do metaverso por meio de jogos, treinamentos e ambientes de trabalho colaborativo;
Ray-Ban Meta:óculos inteligentes que combinam designs clássicos com câmeras e IA para captura de mídia, chamadas e transmissões ao vivo com as mãos livres.
Meta AI funciona no WhatsApp, Messenger, Instagram e Facebook (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Quem é o dono da Meta?
A propriedade da Meta é dividida entre investidores institucionais e individuais, mas o empresário Mark Zuckerberg detém cerca de 13% das ações totais. Ele concentra sozinho mais de 60% do poder de voto por conta de ações de Classe B, garantindo o controle absoluto da empresa dona do Facebook.
Embora grandes grupos como Vanguard e BlackRock possuam a maioria do capital financeiro, a influência estratégica final permanece com Zuckerberg. Essa estrutura de votação assegura que o fundador mantenha a palavra final sobre todas as decisões e diretrizes da companhia.
Qual é o valor de mercado da Meta?
O valor de mercado da Meta é de aproximadamente US$ 1,66 trilhões, segundo dados da Companies Market Cap em janeiro de 2026. Isso coloca a marca na sétima posição entre as mais valiosas do mundo.
Mark Zuckerberg possui controle absoluto sobre a Meta (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Qual é a diferença entre Meta e Facebook?
Meta Platforms é a empresa-mãe que controla um ecossistema focado no metaverso, inteligência artificial e redes sociais. Atua como a entidade jurídica que detém subsidiárias, como o Facebook, Instagram, WhatsApp e Reality Labs.
Facebook Inc. era o antigo nome corporativo da Meta, usado entre 2005 e 2021, quando a marca priorizava apenas a rede social homônima. Atualmente, o termo “Facebook” refere-se exclusivamente ao aplicativo, deixando de representar a estrutura administrativa global.
Qual é a diferença entre Meta e a rede social Facebook?
A Meta Platforms é a holding que gerencia um ecossistema de tecnologia, incluindo hardware de realidade virtual, inteligência artificial e aplicativos globais. Ela atua como a entidade jurídica que sustenta o desenvolvimento de inovações para o futuro da conectividade digital.
O Facebook é uma plataforma de rede social voltada à interação entre usuários por meios de perfis, grupos e compartilhamento de mídia. O aplicativo funciona como um produto individual do grupo Meta, sendo apenas um dos diversos serviços oferecidos pela holding.
Informar sobre as férias no WhatsApp evita contatos e solicitações profissionais no período de descanso (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
Existem duas formas principais de deixar um aviso de férias no WhatsApp: escrever uma mensagem no campo de Recado ou fazer uma publicação no Status do mensageiro. O Recado exibe uma mensagem em balão de texto no chat individual, enquanto o Status funciona como um post temporário que some após 24 horas.
Se preferir, você também pode mudar a foto de perfil para uma imagem que remeta à sua ausência. E caso use o WhatsApp Business, é possível configurar uma mensagem automática para períodos específicos.
Usar esses recursos ajudam a evitar contatos para demandas profissionais durante o seu período de descanso. Com isso, você pode aproveitar melhor a folga prolongada sem ser incomodado.
A seguir, saiba como configurar o aviso de férias no WhatsApp para evitar notificações indesejadas enquanto você está longe do trabalho.
Uma das formas de colocar um aviso de férias no WhatsApp é pelo recurso Recado do mensageiro. O Recado é basicamente uma funcionalidade que deixa um texto de até 50 caracteres visível (por tempo limitado) na conversa individual e na página de perfil do usuário. É uma boa forma de avisar sobre sua ausência.
Para usar o recurso Recado no WhatsApp, entre nas configurações do mensageiro pelo celular (Android ou iOS), toque em cima do seu nome de usuário e vá em “Recado”. Depois, vale escrever um texto como “De férias”, colocar a duração da sua ausência (limite de até 30 dias) e salvar o Recado. Importante também entrar nos ajustes de privacidade e deixar o recado visível para “Todos”.
Durante o período estipulado, qualquer pessoa que abrir uma conversa individual com você verá um balãozinho com a mensagem de férias no WhatsApp. Logo, as pessoas não terão como afirmar que não sabiam da sua ausência, já que a mensagem será exibida no chat e na sua página de perfil.
Colocando o aviso de férias no Recado do WhatsApp (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
2. Coloque uma foto de férias no perfil
Outra forma de avisar sobre suas férias é trocar a foto de perfil do WhatsApp para uma imagem que remeta a esse período de recesso. Para isso, basta acessar as configurações do WhatsApp pelo celular (Android ou iOS) ou PC (WhatsApp Web ou WhatsApp Desktop), tocar em sua foto, selecionar “Editar” (pelo celular) ou “Mudar foto de perfil” (pelo PC), e carregar a imagem desejada.
Você pode baixar e usar uma foto de perfil de férias para WhatsApp achada na internet ou criar a sua própria arte. Mas é essencial que a imagem contenha “Férias” para deixar claro que você está no período de descanso e evitar de receber demandas do trabalho.
Colocando uma foto de perfil de férias no WhatsApp (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
3. Informe sobre as férias pelo Status
Você também pode criar um Status de férias para WhatsApp para avisar seu contato que entrou de férias. O Status do WhatsApp funciona como um post de story do Instagram, com prazo de expiração de 24 horas, e que pode ter elementos como texto e figurinhas além da foto.
Para criar um Status de férias, vá na guia “Atualizações” do WhatsApp pelo celular (Android ou iOS) ou PC (WhatsApp Web ou WhatsApp Desktop), selecione “Adicionar status”, e faça uma capture ou carregue uma foto. Vale também tocar no recurso “Aa” e adicionar texto, indicando o período de descanso e informações extras como número de telefone ou e-mail para as pessoas direcionarem as demandas.
Importante destacar dois pontos. O primeiro é que as pessoas só conseguem ver seu Status se elas estiverem salvas em sua agenda, e se elas também salvaram seu número como contato. E o segundo ponto é que o Status dura somente 24 horas antes de sumir automaticamente, logo, quem não visualizou o post não saberá que você está de férias.
Colocando o aviso de férias no Status do WhatsApp (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
4. Use a mensagem automática do WhatsApp Business
Por fim, você pode configurar uma mensagem automática de férias no WhatsApp Business. Mas vale ressaltar: a funcionalidade só está disponível para a versão Business do mensageiro, e não pode ser habilitada na versão padrão.
Para colocar mensagem de ausência no WhatsApp Business, entre no app do WA Business pelo celular (Android ou iOS), vá na guia “Ferramentas” e selecione “Mensagem de ausência”. Depois, ative a chave “Enviar mensagem de ausência”, escreva o texto desejado, configure “Enviar sempre” em “Horário”, e selecione “Enviar para todos” em “Destinatários”.
Ao fazer essa configuração, sua mensagem de férias no WhatsApp Business será enviada automaticamente quando uma pessoa te chamar no chat dentro do prazo estipulado. Contudo, seu celular precisará estar conectado à internet para que as mensagens sejam enviadas automaticamente.
Colocando o aviso de férias nas mensagens automáticas do WhatsApp Business (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
Para que serve o aviso de férias no WhatsApp?
O aviso de férias no WhatsApp serve para informar aos seus contatos do mensageiro que você está em período de descanso. Isso evita que pessoas te chamem para falar sobre questões profissionais enquanto você está de recesso.
E dependendo da forma escolhida para o aviso de férias no WhatsApp, clientes e colegas de trabalho não ficam sem resposta, e podem receber informações importantes sobre qual setor ou qual pessoa ficará responsável pelas demandas durante a sua ausência.
O que colocar na mensagem de férias do WhatsApp?
O conteúdo do aviso ou mensagem de férias para WhatsApp pode variar, dependendo da forma escolhida. Mas três pontos são essenciais para esse tipo de comunicado:
Destacar que está de férias: apesar de parecer algo óbvio, é importante destacar que o motivo da sua ausência é relacionado às suas férias para que terceiros entendam que você estará fora do trabalho por um tempo prolongado; na maioria das situações, um simples “férias” ou “de férias” pode explicar tudo.
Período de ausência: além de informar que está de férias, vale indicar até quando estará descansando ou a data de retorno.
Informações adicionais: por fim, vale adicionar contatos de colegas de trabalho ou de setores que vão cobrir suas demandas durante seu descanso, ou mesmo informar um contato adicional seu para casos urgentes — se necessário.
Mesmo que você vá avisar sobre suas férias por meio de uma foto de perfil, vale incluir essas informações na foto com algum editor de imagem.
Consigo tirar o aviso de férias do WhatsApp?
Sim, você pode remover o aviso de férias do WhatsApp independentemente do método adotado. No entanto, o processo vai variar de acordo com a forma escolhida.
Removendo o aviso de férias via Recado: entre nas configurações do WhatsApp, toque no seu nome, vá na seção “Recado” e selecione “Limpar”; outra maneira consiste em aguardar o prazo de duração estipulado durante a criação do Recado.
Tirando o aviso de férias via foto de perfil: vá nas configurações do WhatsApp, toque na sua foto de perfil, selecione “Editar” ou “Mudar foto de perfil”, e carregue uma nova imagem.
Excluindo o aviso de férias via Status: abra o seu post de Status, toque no menu de três pontos e escolha “Apagar”; outra maneira consiste em aguardar 24 horas após a publicação para que a postagem se expire automaticamente.
Removendo o aviso de férias via mensagem automática: acesse a guia “Ferramentas”, entre em “Mensagem de ausência”, e desmarque a chave “Enviar mensagem de ausência”.
Número de interações no Tinder cresce nos dois primeiros meses do ano (imagem: divulgação)Resumo
O primeiro domingo do ano, chamado “Dating Sunday”, é o dia mais movimentado no Tinder.
Segundo o levantamento da plataforma, há um aumento de 13% em swipes, 10% em mensagens e 10% em likes comparado à média anual.
Em 2025, o Tinder registrou cerca de 380 matches por segundo no dia, aumento de 9% em relação ao restante do ano.
O primeiro domingo do ano ganhou um apelido curioso no universo dos aplicativos de relacionamento: Dating Sunday. Em 2025, a data voltou a confirmar a fama. Segundo dados divulgados pelo Tinder, o volume de interações em 4 de janeiro superou com folga as médias registradas ao longo do ano.
De acordo com o relatório Year In Swipe 2025, a lógica por trás do fenômeno passa pelas resoluções de Ano Novo. Depois das festas e do balanço pessoal que marca a virada do calendário, muitos usuários encaram com mais disposição a possibilidade de encontros através do aplicativo.
O que os números revelam?
Os dados mostram que, no Dating Sunday de 2025, a atividade de Swipe (deslizar para a esquerda) foi quase 13% maior do que a média anual. O número de mensagens enviadas cresceu cerca de 10%, enquanto os likes aumentaram mais de 10%. O engajamento também apareceu no tempo de resposta: usuários responderam, em média, 2 horas e 25 minutos mais rápido do que no último Dating Sunday.
Outro indicador importante foi o volume de matches. No dia, foram registrados cerca de 380 matches por segundo, um crescimento de aproximadamente 9% em relação ao restante do ano. As conversas também acompanharam o ritmo, com quase 7% a mais de diálogos iniciados na plataforma.
Esse movimento não se restringe a um único dia. Entre 1º de janeiro e 14 de fevereiro, período considerado alta temporada pelo app, os usuários enviaram cerca de 10 milhões de mensagens a mais por dia e 40 milhões de likes adicionais em comparação com as médias anuais.
Tinder é um dos principais aplicativos de relacionamento (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Interesses que afastam
O começo do ano também costuma vir acompanhado de mudanças nos perfis. O relatório indica que temas como justiça racial, valores familiares e direitos LGBTQIAPN+ estão entre os critérios mais valorizados pelos usuários.
Entre os interesses mais citados aparecem Viagem, Natureza, Esportes, Cantar e Caminhada. Já os chamados “icks” — termo usado para definir hábitos ou gostos que geram rejeição imediata — incluem:
Instagram limitou a quantidade de tags nas publicações (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
Instagram limitou o número de hashtags em posts para cinco, visando melhorar a qualidade das recomendações.
A plataforma quer que os usuários utilizem hashtags mais específicas, evitando confundir o algoritmo e prejudicar a distribuição do conteúdo.
O recurso “Seu algoritmo” vai permitir que usuários controlem os tópicos que desejam ver mais ou menos nos Reels.
O Instagram anunciou nesta quinta-feira (18/12) que passará a impor um limite oficial no número de hashtags que podem ser inseridas em postagens e Reels. Segundo a empresa, controlada pela Meta, a nova regra visa combater o uso indiscriminado da ferramenta e melhorar a qualidade das recomendações aos usuários.
A partir de agora, a recomendação é focar em apenas cinco hashtags por publicação para melhorar a eficácia e performance do conteúdo em vez de lotar a legenda com dezenas de termos genéricos.
Em comunicado, a rede social explicou que o excesso de marcadores, como “#explorar”, “#reels” ou “#viral”, não ajuda o post a aparecer mais no feed. Pelo contrário: a prática pode confundir o algoritmo sobre o real tema do vídeo ou foto, prejudicando sua distribuição para o público correto.
Fim do excesso de tags
Desde 2011, quando o recurso foi introduzido, as hashtags eram vistas como o principal motor de crescimento orgânico na rede, permitindo até 30 marcações por post. Criadores de conteúdo e profissionais de marketing digital desenvolvem diversas estratégias aproveitando esse limite máximo para pescar audiência.
No entanto, a eficácia dessa tática vem sendo questionada pela própria chefia da empresa. Adam Mosseri, head do Instagram, já declarou publicamente que as hashtags “não funcionam” mais como ferramenta de alcance massivo.
A mudança também visa limpar a poluição visual e o spam na plataforma. Ao limitar a quantidade, o Instagram espera que os usuários parem de tentar “burlar” o sistema de recomendação com palavras-chave irrelevantes. Com isso, espera-se que os usuários foquem na qualidade do material e na descrição correta para atrair comunidades específicas, como a de beleza ou tecnologia, citadas como exemplo pela empresa.
Consumidores também ganharam controle
IA no Reels ajuda a entender entrega d e conteúdo (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Enquanto aperta o cerco contra o spam de hashtags dos criadores, o Instagram também revelou um novo recurso chamado “Seu algoritmo”. A ferramenta exibe uma lista de tópicos que a IA identificou como interesses recentes nos Reels.
O usuário pode visualizar categorias e decidir ativamente se quer ver “Mais” ou “Menos” daquele assunto específico. A funcionalidade de controle de algoritmo começou a ser liberada para usuários nos Estados Unidos e deve chegar globalmente de forma gradual.
Novo tipo de golpe digital no WhatsApp explora o recurso de dispositivos conectados (imagem: Guilherme Reis/Tecnoblog)Resumo
Criminosos usam o recurso de dispositivos conectados do WhatsApp para assumir contas sem senha e acessar conversas.
O golpe, chamado GhostPairing, foi identificado pela Gen Digital e já ocorreu na República Tcheca, com potencial para se espalhar globalmente.
Vítimas são enganadas por links de contatos conhecidos, levando a páginas falsas que ativam o pareamento de dispositivos do WhatsApp.
O WhatsApp voltou a ser alvo de um novo tipo de golpe digital que dispensa invasões complexas e se apoia em engenharia social. A estratégia explora o próprio recurso de dispositivos conectados para assumir contas de usuários e monitorar conversas em tempo real, sem que a vítima perceba de imediato.
Batizada de GhostPairing, a campanha foi identificada pela Gen Digital, empresa de segurança que reúne marcas como Symantec e Norton. Embora os primeiros registros tenham ocorrido na República Tcheca, especialistas alertam que o método facilita a disseminação global, já que contas comprometidas podem ser usadas como porta de entrada para outros ataques.
Como funciona o golpe do pareamento falso
O ataque começa com uma mensagem curta enviada por um contato conhecido da vítima. O texto costuma incluir um link que supostamente leva a uma foto ou conteúdo pessoal, acompanhado de uma prévia que imita uma postagem do Facebook, o que aumenta a sensação de legitimidade.
Ao clicar, o usuário é direcionado a uma página falsa hospedada em domínios muito semelhantes aos oficiais. Nela, surge um aviso de que é necessário verificar a identidade para visualizar o conteúdo. Esse processo, porém, não tem relação com as redes sociais.
Na prática, a página aciona o fluxo real de pareamento de dispositivos do WhatsApp. A vítima é induzida a informar seu número de telefone, permitindo que o criminoso inicie o processo legítimo de vinculação de um novo dispositivo. Em seguida, um código de pareamento é exibido na tela falsa e o WhatsApp solicita que o usuário o confirme.
Apesar de o aplicativo indicar que se trata da adição de um novo dispositivo, a mensagem costuma passar despercebida. Após a confirmação, o atacante obtém acesso total à conta via WhatsApp Web.
Engenharia social transforma pareamento do WhatsApp em risco de segurança (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Por que esse ataque é tão difícil de perceber?
Uma vez conectado, o criminoso passa a acompanhar conversas, baixar mídias e enviar mensagens em nome da vítima. O acesso acontece em segundo plano, o que dificulta a detecção imediata.
Segundo a Gen Digital, “muitas vítimas não percebem que um segundo dispositivo foi adicionado em segundo plano, o que torna o golpe ainda mais perigoso”.
A única forma de identificar o problema é acessar Configurações > Dispositivos Conectados e verificar se há sessões desconhecidas ativas.
Para reduzir riscos, especialistas recomendam desconfiar de links inesperados, mesmo quando enviados por contatos conhecidos, ativar a verificação em duas etapas e nunca agir sob pressão. Caso haja suspeita de golpe, o ideal é encerrar imediatamente sessões não reconhecidas e reportar a mensagem no próprio aplicativo.
Instagram ainda não se manifestou oficialmente sobre o episódio (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Alguns usuários do Instagram relatam estar recebendo inúmeras notificações de novos stories. Em alguns casos, as publicações são de contas que a pessoa nem sequer segue. O comportamento incomum do aplicativo começou nesta quinta-feira (18/12).
As reclamações estão em diversas redes sociais, como o X (antigo Twitter) e o Reddit, e vêm de diversas partes do mundo. Nos prints compartilhados pelos usuários, dá para ver que tanto a versão do app para Android quanto a para iOS foram afetados.
Instagram envia notificação de novos stories (imagem: reprodução/Diego Rodrigues)Versão do Instagram para Android avisa sobre novos stories (imagem: reprodução/Michael Fisher)
O Tecnoblog procurou a assessoria de imprensa da Meta, que enviou a seguinte declaração:
“Estamos cientes de que algumas pessoas estavam enfrentando problemas com as notificações do Instagram Stories. Isso já foi resolvido e pedimos desculpas pelo inconveniente.”
Caso você ainda esteja passando por essa situação, uma solução é desativar as notificações do Instagram diretamente nas configurações de sistema do Android ou do iOS — assim, ele perde a permissão para enviar esse tipo de aviso. Outro jeito é desinstalar o aplicativo e esperar até que a rede volte ao normal antes de instalá-lo novamente.
Conheça a historia do Telegram e os principais recursos da plataforma de mensagens (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
O Telegram é uma rede social e aplicativo de mensagens que prioriza a velocidade e a segurança, sendo concorrente direto do WhatsApp da Meta. Ele se diferencia por oferecer armazenamento em nuvem ilimitado e ser multiplataforma.
Com origem russa, o app foi fundado pelos irmãos Pavel e Nikolai Durav em 2013. Embora tenha sido desenvolvido pelos empresários russos, o Telegram é uma organização descentralizada e sem fins lucrativos.
Os recursos do Telegram incluem chats individuais e em grupo, chamadas de voz e vídeo, e a criação de canais para transmissão de conteúdo público. O aplicativo também oferece bots personalizáveis, criptografia para bate-papo individuais e permite o envio de arquivos de qualquer tipo e tamanho.
A seguir, conheça mais sobre o Telegram, sua origem, funcionamento e principais funções. Também conheça as vantagens e desvantagens do popular aplicativo de mensagens.
O Telegram é um aplicativo de mensagens instantâneas baseado em nuvem, permitindo a sincronização multiplataforma em diversos dispositivos. Atuando também como plataforma social, permite criar grupos, canais públicos e chats privados, oferecendo armazenamento ilimitado de mídia e dados para os usuários.
O que significa Telegram?
O nome “Telegram” deriva das palavras gregas “tele”, que significa “distante”, e “gramma”, que significa “algo escrito” ou “carta”. O nome foi historicamente aplicado aos telegramas, mensagens escritas e enviadas por sinais elétricos do telégrafo, significando literalmente “escrita distante” e sendo estendido à plataforma digital moderna.
Telegram está disponível para celulares Android, iPhone, além de versões desktop para Windows, macOS e navegadores (imagem: Ana Marques/Tecnoblog)
Para que serve o Telegram?
O Telegram possibilita a comunicação privada e pública, desde conversas pessoais e grupos até canais com audiências ilimitadas. Ele prioriza a segurança e a privacidade, oferecendo envio de mensagens, mídias, arquivos de grande porte com criptografia, além de sincronização em nuvem.
Seu objetivo é fornecer uma plataforma robusta para interação e colaboração entre amigos, empresas e grandes comunidades. Acessível em múltiplos dispositivos, ele possui recursos como armazenamento na nuvem ilimitado, chamadas de voz e vídeo, e a criação de bots para automação.
Quando foi criado o Telegram?
O Telegram foi concebido pelos irmãos russos Pavel e Nikolai Durov, sendo criado e lançado em 2013. A ideia surgiu do desejo de desenvolver um serviço de mensagens focado em segurança e velocidade, buscando privacidade diante da crescente vigilância governamental da Rússia que enfrentaram ao administrar a rede social VKontakte.
O lançamento inicial do Telegram ocorreu em 14 de agosto de 2013 para iOS, seguido pela versão para Android em outubro do mesmo ano. Desde o início, o aplicativo se destacou pela criptografia de ponta a ponta e a infraestrutura descentralizada para garantir a privacidade dos dados dos usuários.
Empresário russo Pavel Durov, criador do Telegram (imagem: TechCrunch/WikiMedia)
Quem criou o Telegram?
O Telegram foi fundado pelos empresários russos Pavel Durov, que atua como CEO e figura pública, e Nikolai Durov, responsável por desenvolver o protocolo de criptografia MTProto e a tecnologia central focada em velocidade e segurança da plataforma.
O Telegram é de qual país?
O Telegram tem sua origem na Rússia, mas a empresa adota uma estrutura descentralizada e opera globalmente. A mudança foi motivada pela busca por independência e liberdade após pressão do governo russo.
Atualmente, o Telegram tem sede principal registrado nas Ilhas Virgens Britânicas e mantém o centro de operações em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos. Essa estrutura atual garante que o ele possa oferecer uma plataforma segura, privada e livre de interferência estatal.
Apesar da origem na Russia, o Telegram opera globalmente (imagem: André Fogaça/Tecnoblog)
Como funciona o Telegram?
O Telegram opera com uma arquitetura de armazenamento baseado em nuvem, mantendo mensagens e mídias em data centers distribuídos globalmente e não apenas nos dispositivos. Essa configuração permite que os dados permaneçam acessíveis e seguros em qualquer lugar, mesmo com falhas em uma localização específica.
Para otimizar o acesso, o sistema usa uma Rede de Distribuição de Conteúdo (CDN) com servidores locais para armazenar cópias de arquivos, acelerando a recuperação de dados. Quando um arquivo é solicitado, o sistema reconstrói rapidamente a partir de partes menores localizadas em diferentes data centers, garantindo velocidade e eficiência.
Em termos de segurança, o Telegram oferece criptografia de ponta a ponta nos “chats secretos”, assegurando que somente os participantes leiam o conteúdo. Nos chats comuns, ele adota a Transport Layer Security (TLS), que criptografa a comunicação no trânsito entre o dispositivo e os servidores.
A infraestrutura desse tipo de rede social é projetada para alta escalabilidade e balanceamento de carga, distribuindo eficientemente as requisições entre servidores. Isso possibilita o suporte a um volume massivo de usuários e dados, garantindo um serviço de mensagens rápido e consistentemente confiável.
Os conteúdos do Telegram ficam salvos em servidores na nuvem, facilitando o acesso em qualquer dispositivo (imagem: Ana Marques/Tecnoblog)
Quais são as funções do Telegram?
O Telegram oferece uma ampla gama de recursos para os usuários. Os principais são:
Conversas
Canais de transmissão
Chamadas de vídeo e voz
Bots dinâmicos
Armazenamento em nuvem e arquivos grandes
Pagamentos integrados
Privacidade e segurança
Ferramentas de organização e personalização
Telegram Premium
1. Conversas
Permite chats individuais e em grupos para troca de textos, mídias e documentos, oferecendo criptografia de ponta a ponta (E2EE) somente nos Chats Secretos para máxima privacidade.
2. Canais de transmissão
Canais que possibilitam o envio de mensagens para uma audiência ilimitada. Eles funcionam como um broadcast onde somente os administradores publicam conteúdos, mas com opção de comentários abertos.
3. Chamadas de vídeo e voz
Oferece chamadas de voz e vídeo criptografadas pela internet, sendo uma alternativa robusta e privada às ligações convencionais ou a outras plataformas de videoconferência.
4. Bots dinâmicos
Como uma interface de programação de aplicativos (API) aberta, é possível criar bots para automatizar tarefas diversas, desde suporte ao cliente em comércios eletrônicos até a criação de jogos interativos diretamente pelo aplicativo.
Os bots são um importante diferencial do Telegram (imagem: Iana Codes/Unsplash)
5. Armazenamento em nuvem e arquivos grandes
Permite a transferência de arquivos de até 2 GB, um limite superior à concorrência, e funciona como um serviço de armazenamento em nuvem gratuito para backup de todas as mídias e documentos.
6. Pagamentos integrados
Possibilita que empresas e pequenos empreendedores configurem lojas virtuais e processem transações e pagamentos diretamente no próprio aplicativo de mensagens.
7. Privacidade e segurança
Prioriza o uso de nomes de usuários em vez do número do telefone para manter a privacidade, e reforça a segurança com a verificação em duas etapas para proteger a conta.
8. Ferramentas de organização e personalização
Permite aos usuários otimizar a usabilidade organizando chats em pastas e personalizando a interface com temas, além de fixar mensagens cruciais no topo da lista.
9. Telegram Premium
Pacote de recursos exclusivos obtidos por meio de uma assinatura paga, incluindo limetes dobrados de canais, pastas, uploads e download de arquivos. Também permite o uso ilimitado das ferramentas de transcrição de mensagens de voz em texto e tradução em tempo real de chats e canais.
Telegram Premium oferece recursos extras para os usuários do mensageiro (Imagem: Bruno Gall De Blasi/Tecnoblog)
Quais são as vantagens do Telegram?
Estes são os pontos fortes do Telegram?
Sincronização na nuvem ilimitada: armazena todo o histórico de mensagens e mídias em uma nuvem segura e acessível, garantindo acesso imediato em qualquer dispositivo, mesmo que o celular principal esteja offline;
Capacidade de grupos e canais elevada: suporta a criação de supergrupos com até 200 mil membros e canais públicos ou privados com um número ilimitado de inscritos para transmissões em massa;
Compartilhamento de arquivos de grande porte: facilita o envio de qualquer tipo de arquivo, como documentos e vídeos, suportando um tamanho máximo de até 2 GB por item, sem compressão ou perda de qualidade;
Recursos de privacidade e segurança: oferece “chats secretos” com criptografia de ponta a ponta (E2EE), recurso de autodestruição de mensagens e proteção adicional com verificação em duas etapas (2FA);
Funcionalidades de bots e automação: possui uma API aberta para desenvolver bots customizados que podem automatizar tarefas, criar jogos interativos ou fornecer serviços completos como atendimento de e-commerce.
Quais são as desvantagens do Telegram?
Estes são os pontos fracos do Telegram:
Ausência de criptografia de ponta a ponta (E2EE) por padrão: apenas os “Chats secretos” oferecem criptografia completa. As conversas comuns usam criptografia cliente-servidor, tornando-as potencialmente mais vulneráveis a interceptações;
Preocupações com privacidade e armazenamento de dados na nuvem: o app armazena histórico de chats e metadados em seus servidores, o que, apesar de ser conveniente, levanta questões sobre a segurança dos dados na nuvem;
Código do lado do servidor fechado e protocolo próprio (MTProto): o código do servidor não é aberto para auditoria de segurança externa, e o seu protocolo de criptografia MTProto não é tão amplamente testado e validado quanto padrões mais consolidados;
Moderação de conteúdo deficiente e facilidade para conteúdo nocivo: a pouca moderação permite a proliferação de canais e grupos que hospedem facilmente material ilegal, golpes, conteúdo extremista e grande volume de desinformação;
Associação com atividades ilegais e riscos de reputação: a reputação do app é prejudicada pela grande atração de hackers e criminosos para atividades ilícitas e golpes, criando preocupações de segurança para o usuário médio.
O Telegram oferece diversos recursos de segurança, mas peca na moderação de conteúdo mais branda (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Qual é a diferença entre Telegram e WhatsApp?
O Telegram é uma plataforma focada em recursos avançados para comunidades, permitindo grupos massivos, canais de transmissão e o compartilhamento de arquivos de até 2 GB. Sua criptografia padrão é baseada em nuvem, garantindo a sincronização instantânea e o acesso completo em múltiplos dispositivos sem o telefone principal estar online.
O WhatsApp é um mensageiro da Meta que prioriza a facilidade de uso e a segurança em comunicações privadas por meio da criptografia de ponta a ponta em todas as conversas. Ideal para interação pessoal diária, mas possui limitações em grupos e dependência inicial do telefone para acesso em outros dispositivos.
Qual é a diferença entre Telegram e Facebook Messenger?
O Telegram é um serviço de mensagens independente focado em privacidade, recursos avançados de nuvem e grandes capacidades de grupo, como canais e bots. Ele oferece sincronização em nuvem multi-dispositivos e usa criptografia de ponta a ponta somente em “Chats Secretos”, não por padrão.
O Facebook Messenger é a plataforma de mensagens da Meta, integrada com o ecossistema do Facebook e priorizando a conexão social. Sua criptografia de ponta a ponta está disponível por padrão em todas as conversas, mas o app realiza uma ampla coleta de dados para a empresa controladora.
O Telegram é seguro?
O Telegram é moderadamente seguro para uso geral, oferecendo criptografia de ponta a ponta (E2EE) nos Chats Secretos e recursos essenciais como autenticação de dois fatores (2FA). A sua segurança é forte, mas não é ativada por padrão na sua configuração mais alta.
O maior risco reside nos chats individuais ou em grupo em nuvem, que usa apenas criptografia cliente-servidor, o que significa que o Telegram tem acesso teórico aos dados armazenados. A criptografia total só é aplicada nos “Chats Secretos”, que precisam ser ativados manualmente para proteger conversas sensíveis.
Para maior segurança, o usuário deve habilitar o 2FA, usar sempre os “Chats Secretos” para comunicações privadas e limitar quem pode encontrá-lo nas configurações de privacidade. Também é necessário cuidado pessoal contra golpes e phishing, devido à política de moderação mais branda da plataforma.
TikTok se tornou um fenômeno cultural ao focar no compartilhamento de vídeos curtos na vertical (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
O TikTok é uma rede social chinesa focada no compartilhamento de vídeos curtos em formato vertical. O aplicativo permite que o usuário crie, edite e assista a clipes dinâmicos sobre diversos assuntos, geralmente com foco em entretenimento e criatividade.
Lançado na China pela ByteDance com o nome original de Douyin em 2016, a plataforma foi relançada globalmente como TikTok em 2017. Ele teve um amplo crescimento em pouco tempo, tornando-se um fenômeno cultural e um dos apps mais baixados do mundo.
O grande diferencial do TikTok está no algoritmo, que aprende rapidamente os interesses do usuário e entrega conteúdo personalizado na aba “Para Você”. A entrega é baseada no comportamento de visualizações e interações, e não somente nas contas que a pessoa segue.
A seguir, conheça mais sobre o TikTok, sua origem, como funciona e principais características. Também descubra as vantagens e desvantagens da rede social focada em vídeos curtos.
O TikTok é uma rede social chinesa onde os usuários criam, compartilham e assistem a vídeos curtos. Impulsionado por um algoritmo que oferece conteúdo personalizado com base no interesse do usuário, ele se tornou uma plataforma de entretenimento, tendências, aprendizado e marketing.
Quem é o dono do TikTok?
O TikTok pertence à ByteDance, empresa de tecnologia chinesa co-fundada por Zhang Yiming. Contudo, a estrutura acionária é majoritariamente global, com cerca de 60% detidos por grandes investidores institucionais internacionais, como Sequoia Capital, BlackRock e General Atlantic.
O controle restante está dividido entre fundadores/funcionários (20%) e investidores chineses (20%). A ameaça de um banimento ou venda forçada nos EUA, devido a preocupações de segurança nacional, busca justamente forçar uma transferência de controle para uma entidade primariamente americana.
A chinesa ByteDance é a dona do TikTok, embora a empresa tenha uma estrutura acionária global (imagem: Cottonbro/Pexels)
Quando o TikTok foi criado?
A ByteDance criou o TikTok em setembro de 2016, inicialmente lançado com o nome de Douyin e focado exclusivamente no mercado chinês. A versão chinesa demonstrou grande sucesso, superando a marca de 100 milhões de usuários ativos em apenas um ano.
A expansão global começou em setembro de 2017, quando a ByteDance introduziu o aplicativo sob o nome TikTok para o público internacional. Um movimento crucial para o crescimento foi a aquisição do app de lip sync Musical.ly em novembro do mesmo ano.
A consolidação definitiva da presença mundial do TikTok ocorreu em agosto de 2018, com a fusão completa de suas operações com as do Musical.ly. O rápido crescimento e aceitação global foram impulsionados pelo algoritmo de recomendação e a interface de usuário intuitiva.
A plataforma atingiu um pico de popularidade global e se tornou um fenômeno cultural durante o período da pandemia de COVID-19 em 2020. Esse aumento exponencial de engajamento solidificou o TikTok como uma das principais e mais influentes redes sociais em todo mundo.
Quando o TikTok chegou no Brasil?
O TikTok chegou oficialmente ao Brasil em 2018, após a fusão global do app original com o Musical.ly no ano anterior. A estratégia inicial de lançamento focou em convidar criadores de conteúdo locais para a plataforma, demonstrando o potencial de engajamento do aplicativo.
O crescimento do TikTok no Brasil ganhou escala a partir de 2020, impulsionado pelo aumento do uso de mídias sociais durante a pandemia de COVID-19. Assim como ocorreu no mundo, ele se solidificou como uma das principais redes sociais do Brasil.
O TikTok teve um lançamento global em 2017, chegando oficialmente ao Brasil em 2018 (Imagem: Pexels)
Para que serve o TikTok?
O Tik Tok serve como uma rede social de vídeos curtos focada em entretenimento, expressão criativa e descoberta, impulsionando conteúdo personalizado por meio do feed “Para Você”. Seu uso se estende ao ser um catalisador de tendências virais, aprendizado rápido e ferramenta robusta para marketing e engajamento de marca.
Como funciona o TikTok?
O TikTok é um tipo de rede social de vídeos curtos, operando por meio de um algoritmo de recomendação que personaliza o feed “Para Você”. Ele exibe o conteúdo com base em métricas de interação, como curtidas e tempo de visualização, visando o máximo de engajamento do usuário.
O algoritmo inicialmente testa novos vídeos com um pequeno grupo de usuários e, se houver bom desempenho, impulsiona-os para audiências maiores. Essa mecânica permite que criadores desconhecidos alcancem viralidade rapidamente, o que difere do funcionamento do Instagram em seu começo, que focava mais nas conexões entre amigos.
Essencialmente, o TikTok é uma plataforma de hospedagem e compartilhamento de mídia que se transformou em uma vasta comunidade global. Nela, influenciadores, marcas e usuários comuns interagem, criando tendências e exploram a liberdade criativa em diversos formatos de conteúdo.
Embora o foco primário sejam os vídeos, a plataforma suporta funções adicionais como chats, compartilhamento de mídia e compras no aplicativo. O feed principal é um fluxo contínuo onde os usuários podem facilmente deslizar para o próximo conteúdo ou engajar com vídeos de seu interesse.
O feed do TikTok é alimentado por um algoritmo que seleciona conteúdos baseados nas interações do usuário (imagem: Divulgação/TikTok)
Quais são as características do TikTok?
Estes são alguns dos recursos disponíveis no TikTok:
Gravação de vídeo: permite registrar vídeos em segmentos curtos ou um clipe único diretamente no aplicativo, tornando a criação de conteúdos dinâmicos e fluídos muito simples;
Edição de vídeo: oferece um conjunto de ferramentas nativas para ajustar a duração, cortar, juntar e aplicar loops, permitindo um aprimoramento rápido e eficiente do conteúdo gravado;
Filtros e efeitos: apresenta uma variedade de filtros, incluindo os de embelezamento, e efeitos de realidade aumentada interativos para personalizar e adicionar criatividade aos vídeos;
Sons e voice-overs: disponibiliza uma extensa biblioteca de músicas e efeitos sonoros, além da função de narração (voice-over) para complementar a trilha sonora dos vídeos;
Live streaming (Transmissão ao vivo): permite que os usuários transmitam vídeos em tempo real, estabelecendo uma conexão instantânea e possibilitando a interação direta com os seguidores;
Duet (Dueto): recurso que incentiva a cocriação, permitindo a gravação de um novo vídeo exibido lado a lado com o conteúdo original de outro usuário;
Stitch (costura): funcionalidade que possibilita incluir trechos de um vídeo de terceiros na gravação do próprio usuário, oferecendo contexto único e uma resposta criativa ao conteúdo original;
Resposta em vídeo: oferece a opção de criar um vídeo como resposta direta a um comentário recebido, promovendo interações mais engajadoras e visuais que o texto simples;
Hashtag challenges (desafios de hashtag): estratégia que incentiva a participação e viralidade, encorajando os usuários a criarem conteúdo seguindo uma premissa ou tarefa definida por uma hashtag popular;
Text-only posts (Posts somente de texto): apesar de ser uma plataforma de vídeo, esta função permite o compartilhamento de ideais, opiniões e discussões breves no formato tradicional de texto de rede social.
Dueto é um dos formatos de conteúdo que podem ser criados no TikTok (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
Quais são as vantagens do TikTok?
Estes são os pontos fortes do TikTok:
Entretenimento rápido e diversificado: proporciona um fluxo constante de vídeos curtos, envolventes e de alta frequência, ideal para o consumo rápido de conteúdo;
Alcance massivo e potencial viralidade: o algoritmo é eficiente em impulsionar o conteúdo rapidamente para públicos amplos, permitindo que qualquer vídeo ganhe destaque entre os usuários;
Expressão criativa e desenvolvimento de comunidades: é um espaço que encoraja a diversidade de vozes, permitindo que usuários e criadores se expressem e encontrem comunidades em torno de interesses específicos;
Autenticidade e conexão genuína: a plataforma de entretenimento valoriza a criação de conteúdo mais espontâneo e relacionável, facilitando que indivíduos, criadores e marcas construam relacionamentos autênticos;
Ferramentas de produção de conteúdo acessíveis: oferece uma ampla gama de recursos, filtros e bibliotecas de áudio, democratizando a produção de vídeo de alta qualidade para todos os usuários.
Quais são as desvantagens do TikTok?
Estes são os pontos fracos do TikTok:
Preocupações com privacidade e segurança de dados: a coleta extensa de informações do usuário levanta sérias questões sobre como esses dados são usados e o risco de serem comprometidos em violações de segurança;
Alto potencial de vício e desperdício de tempo: um estudo da Universidade de Catania, na Italia, cita que o algoritmo de recomendação é extremamente eficaz em prender a atenção, o que frequentemente resulta em uso excessivo, distração e queda na produtividade diária e na capacidade de foco;
Exposição a conteúdo inapropriado ou ofensivo: uma investigação da Global Witness constatou que os usuários, incluindo os mais jovens, podem encontrar com facilidade vídeos que contenham temas maduros ou linguagens inadequadas;
Impactos negativos na saúde mental e autoestima:pesquisadores do Centro de Saúde da Universidade de Connecticut observaram que o ambiente de comparação social contínua, juntamente com o consumo viciante, pode desencadear ansiedade, depressão e insatisfação com a própria imagem corporal.
TikTok pode ser uma ótima plataforma de entretenimento, mas exige atenção em relação ao uso (imagem: Swello/Unsplash)
Qual é a diferença entre TikTok e Reels do Instagram?
O TikTok é uma plataforma independente focada em vídeos curtos, destacando-se por seu conteúdo autêntico, espontâneo e impulsionado por tendências. Seu algoritmo prioriza a descoberta e o interesse do usuário, expondo criadores a novas audiências rapidamente.
O Reels do Instagram é um recurso de vídeo curto integrado ao Instagram, permitindo criar e compartilhar conteúdo que tende a ser mais visualmente atrativo. Ele é projetado para equilibrar a descoberta com a rede social existente do usuário, visando tanto o crescimento da comunidade quanto o engajamento na plataforma.
Qual é a diferença entre TikTok e YouTube Shorts?
O TikTok é um aplicativo autônomo focado exclusivamente em vídeos curtos. Sua principal força reside em um algoritmo personalizado, impulsionando a descoberta de conteúdo viral e tendências culturais por meio de uma experiência de scroll infinito.
O YouTube Shorts é um recurso de vídeo curto em formato vertical integrado ao Youtube, aproveitando a ampla base de criadores e usuários globais. Ele atua como uma porta de entrada para o conteúdo de formato longo e se beneficia da poderosa infraestrutura de pesquisa e monetização da plataforma principal.
O TikTok é uma plataforma independente, diferente do Reels do Instagram e do YouTube Shorts (Imagem: Aaron Weiss/Unsplash)
O TikTok é seguro?
Sim, o TikTok é seguro, desde que o usuário priorize a segurança digital. A plataforma possui riscos comuns a outras redes sociais, como golpes online e a possibilidade de exposição a conteúdo inapropriado ou cyberbullying.
Criminosos usam o ambiente para aplicar fraudes de investimento, esquema de ganho de seguidores e ataques de phishing via mensagens diretas. O algoritmo também pode expor usuários, especialmente jovens, a desafios perigosos e materiais inadequados.
Para se proteger, é crucial reforçar as configurações de privacidade, habilitar a autenticação de dois fatores (2FA) e ser cético com estranhos. O uso de recursos de controle parental é vital para oferecer proteção adicional aos menores de idade.
O TikTok rouba dados pessoais dos usuários?
O TikTok não “rouba” dados no sentido ilegal, pois a coleta ocorre mediante ao consentimento explícito dos usuários por meio da aceitação dos termos de serviço e da política de privacidade. No entanto, ele coleta uma enorme quantidade de dados pessoais e comportamentais.
Essa coleta massiva de dados, juntamente com os laços da ByteDance com a China, gerou preocupações com a privacidade e desafios legais. Basicamente, os usuários autorizam a coleta, mas o grande volume e as conexões da empresa-mãe levantam algumas questões.
Quais dados pessoais o TikTok tem acesso?
O TikTok coleta uma ampla variedade de dados para personalizar o conteúdo, fornecer serviços e exibir anúncios direcionados. Por exemplo:
Informações de contato e perfil: nome, nome de usuário, e-mail, telefone e data de nascimento usados para criar e gerenciar o perfil do usuário na plataforma;
Conteúdo gerado e interações: vídeos, comentários, mensagens e fotos que o usuário cria e compartilha, incluindo metadados como hora e local de criação e as interações diretas com esse conteúdo;
Dados comportamentais: detalhes sobre a atividade do usuário, como vídeos assistidos, o tempo de visualização, itens curtidos, compartilhados, contas seguidas e histórico de pesquisa dentro do app;
Informações do dispositivo: modelo do aparelho, sistema operacional, endereço IP, localização (via IP ou GPS com permissão) e padrões de digitação do usuário;
Dados biométricos: coleta de impressões faciais e vocais a partir do conteúdo para funcionalidades como filtros e moderação, em estrita conformidade com a legislação local e mediante consentimento;
Dados de parceiros e terceiros: informações recebidas de anunciantes, parceiros de negócios e outras plataformas, especialmente se o usuário usar o TikTok para login ou vincular outras contas.
Após a aprovação do usuário para a coleta dos dados, é possível ajustar configurações de privacidade e limitar permissões no app para minimizar a exposição. Já a medida mais drástica é desativar o TikTok permanentemente, removendo os dados dos servidores após um período de inatividade.
Tem como ganhar dinheiro com o TikTok?
Sim, é possível ganhar dinheiro com o TikTok usando diferentes estratégias de monetização, como o Fundo de Criadores ou o Programa de Recompensas. Entretanto, o sucesso depende da consistência nas postagens e um público engajado para otimizar os lucros.
As receitas diretas vêm da conversão de presentes virtuais recebidos durante as transmissões ao vivo em dinheiro. O TikTok Shop expande a monetização, permitindo a venda de produtos próprios ou o lucro por comissão como afiliado.
Parcerias com marcas e a criação de conteúdo patrocinado (publi posts) representam uma fonte externa de grande potencial de renda. Para maximizar os ganhos, o ideal é combinar todas as estratégias, incluindo anúncios ou venda de serviços.
Reddit afirma que não se enquadra na definição legal de “rede social” (imagem: Brett Jordan/Unsplash)Resumo
Reddit abriu um processo na Suprema Corte da Austrália para invalidar a lei que proíbe menores de 16 anos de acessar redes sociais.
A plataforma alega violação da liberdade de expressão política e diz que não se enquadra na categoria de “redes sociais”.
O governo australiano comparou a ação do Reddit a estratégias da indústria do tabaco e afirmou que a medida visa proteger os jovens.
O Reddit protocolou, nesta sexta-feira (12/12), uma ação judicial na Suprema Corte da Austrália para invalidar a legislação que proíbe o acesso de menores de 16 anos às redes sociais no país. O processo foi aberto apenas dois dias após a medida, considerada inédita no mundo, entrar em vigor. Na petição, a plataforma sustenta que a proibição fere o debate democrático.
Segundo a argumentação jurídica da empresa, embora os menores de 16 anos não votem, suas opiniões influenciam as escolhas eleitorais de pais e outros cidadãos — uma forma de comunicação política protegida, ainda que implicitamente, pela Constituição australiana.
O que diz o governo australiano?
A reação foi imediata. O ministro da Saúde, Mark Butler, comparou a estratégia jurídica do Reddit às ações movidas historicamente pela indústria do tabaco contra regulações de saúde pública. “Lutaremos contra essa ação em todas as instâncias”, afirmou, sugerindo que a empresa prioriza lucros em detrimento da segurança dos jovens.
Um porta-voz da ministra das Comunicações, Anika Wells, reforçou o posicionamento, declarando que o governo está “do lado dos pais e filhos australianos, não das plataformas”.
Reddit alerta para “efeito reverso”
Plataforma diz que banimento expõe adolescentes a riscos maiores (imagem: AppsHunter IO/Unsplash)
Além da questão constitucional, o Reddit alega que há um paradoxo técnico: a lei pode diminuir a segurança online. A defesa explica que, ao bloquear contas de menores, a legislação força esses jovens a navegarem no modo “somente leitura” (sem login).
O problema, segundo a plataforma, é que usuários logados podem ativar filtros de segurança que bloqueiam conteúdos inadequados. Sem uma conta, os jovens ficariam expostos ao conteúdo bruto dos fóruns, perdendo as camadas de proteção que o cadastro oferece.
Outro ponto central da defesa é a própria definição do serviço. O Reddit alega não atender aos critérios da lei, pois seu propósito principal não seria a “interação social online”, mas sim a discussão de tópicos, muitas vezes anônima. A empresa busca isenção argumentando que a natureza de seus fóruns difere consideravelmente de redes focadas em exposição pessoal e conectividade direta.
Como é a nova lei australiana?
A nova legislação entrou em vigor na quarta-feira (10/12) e impõe que a responsabilidade pelo bloqueio das contas de menores seja inteiramente das plataformas. A regra prevê multas que podem chegar a 49,5 milhões de dólares australianos (quase R$ 180 milhões) para as empresas que descumprirem a decisão.
O texto da lei foca em serviços cujo propósito principal é permitir a interação social e a postagem de material. No entanto, o governo estabeleceu exceções para serviços essenciais ou de baixo risco:
Mensageiros: aplicativos de comunicação como WhatsApp e Facebook Messenger (sem feed social) continuam liberados;
Jogos e educação: plataformas como Roblox, Discord, Google Classroom e YouTube Kids estão isentas;
Mídia passiva: o consumo de conteúdo, como assistir a vídeos no YouTube sem estar logado, segue permitido.
O Tinder é um dos principais aplicativos de relacionamento disponíveis no mercado (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
O Tinder é um aplicativo de namoro que se estabeleceu como uma rede social focada em encontros e relacionamentos. Lançado em 2012, ele simplificou a forma de iniciar conexões, transformando o ato de encontrar alguém em um “jogo”.
Seu funcionamento se baseia no sistema de deslizar (Swipe): para a direita, a pessoa curte o perfil de outro usuário (Gostei); para a esquerda, a pessoa ignora o possível contato (Passei). Se dois usuários se curtirem, ocorre o Match, desbloqueando um chat privado para a conversa.
Além da ampla base de usuários, o diferencial do Tinder é o mecanismo de Swipe, tornando a seleção rápida e anônima até o Match. Isso o coloca à frente de outras plataformas, garantindo ser o maior app de namoro para quem busca relacionamentos ou encontros.
A seguir, entenda melhor o que é o Tinder, como ele foi criado e seu funcionamento. Também saiba as vantagens e desvantagens de usar o app de relacionamento.
O que é Tinder?
O Tinder é um aplicativo de namoro baseado em geolocalização que facilita a conexão entre usuários por meio do sistema de deslizar (Swipe) em perfis. Se houver um interesse mútuo (Match), a plataforma libera um chat para as pessoas poderem conversar e, potencialmente, se encontrar.
O que significa Tinder?
O nome “Tinder” deriva da palavra inglesa que significa “isca” ou “material inflamável” para iniciar uma fogueira. Essa escolha se baseia na metáfora para o objetivo do aplicativo de “acender” novas conexões e iniciar “faíscas” românticas entre os usuários.
O app teve o nome provisório de “MatchBox” (Caixa de fósforos), mas os fundadores optaram por “Tinder” após encontrá-lo em um dicionário de sinônimos relacionados a fogo. Para eles, a metáfora de “acender” relacionamentos era mais concisa e poderosa.
O Tinder permite que o usuário se conecte com pessoas com base na sua localização (imagem: Tinder/divulgação)
Para que serve o Tinder?
O Tinder possibilita se conectar com pessoas com base na geolocalização do usuário. Dessa maneira, o aplicativo permite promover encontros, expandir círculos sociais ou somente fazer amizades a partir de interesses em comum.
Quando o Tinder foi criado?
O Tinder foi desenvolvido na incubadora Hatch Labs e lançado oficialmente na App Store em agosto de 2012. A ideia central do app foi concebida pelos empresários Sean Rad, Justin Mateen e Whitney Wolfe.
O diferencial do aplicativo era o sistema inovador de deslizar (Swipe), permitindo aos usuários demonstrar interesse ou rejeitar os perfis de forma rápida. Essa mecânica simplificada garantiu sua rápida adoção inicial, principalmente entre o público universitário.
Em 2014, o Tinder já era um fenômeno global, registrando mais de um bilhão de swipes por dia. Essa ascensão transformou o namoro online, popularizando o aplicativo como o principal meio para encontros e conexões sociais de forma “gamificada”.
Tinder ganhou grande popularidade entre o público universitário (imagem: Divulgação/Tinder)
Como funciona o Tinder?
O Tinder é um tipo de rede social de namoro que usa um mecanismo de “deslizar” perfis baseados em geolocalização. O usuário configura o perfil com fotos e preferências, e o algoritmo sugere pessoas próximas, buscando conexões em potencial.
Ao visualizar um perfil sugerido, o usuário indica o interesse com um “Deslizar para a direita” (Gostei) ou descarta a pessoa com um “Deslizar para a esquerda” (Passei). Este processo de triagem rápida é a dinâmica central de interação no aplicativo.
Se duas pessoas se curtirem no Tinder, isso gera um “Match” (combinação de perfis). Esse mecanismo é chamado de “aceitação mútua” e é o elemento-chave para o funcionamento do aplicativo.
Somente após o Match as duas partes são liberadas para iniciar uma conversa no chat privado, estabelecendo o contato. Se não houver a combinação mútua, a interação é encerrada discretamente, mantendo a privacidade e evitando notificações indesejadas.
O Match é um dos principais elementos para o funcionamento do Tinder (imagem: Yogas Design/Unsplash)
Quais são os recursos do Tinder?
O Tinder oferece uma variedade de funcionalidades, desde as básicas para conectar usuários até recursos premium que aprimoram a experiência de busca e interação:
Mecanismos de Swipe: a ação fundamental de deslizar a foto do perfil para a direita indica interesse, e para a esquerda, um descarte, simplificado a triagem de perfis;
Match e chat: um match ocorre somente quando ambos os usuários deslizam para a direita, liberando o recurso de chat para poderem iniciar uma conversa privada;
Baseado em localização: o app prioriza a exibição de perfis próximos, utilizando a geolocalização do usuário para facilitar encontros reais;
Personalização de perfil: permite que o usuário adicione fotos, uma biografia descritiva e selecione interesses, além de integrar contas como Spotify e Instagram;
Intenções de relacionamento: os usuários podem usar tags ou ativar modos predefinidos para sinalizar explicitamente o tipo de conexão que estão buscando (exemplo: namoro sério, amizade, casual);
Recurso “Explorar”: uma seção dedicada onde perfis de usuários são categorizados por interesses ou atividades comuns, facilitando a descoberta de novas pessoas além do feed principal;
Super Likes: envia uma notificação destacada para o perfil desejado, indicando um interesse muito alto e aumentando significativamente as chances de um Match;
Curtidas ilimitadas (premium): remove completamente o limite diário de vezes que a pessoa pode deslizar para a direita, permitindo curtir quantos perfis desejar;
Ver quem curtiu (premium): permite o acesso instantâneo à lista de pessoas que já deslizaram o perfil do usuário para a direita, transformando o Match em uma garantia imediata;
Rewind (premium): oferece a capacidade de desfazer a última ação de deslizar, útil para reverter um deslize acidental e corrigir a escolha;
Passport (premium): altera a localização virtualmente, possibilitando visualizar e dar Match em perfis de outras cidades ou países antes mesmo de viajar para lá;
Boost (premium): impulsiona o perfil para ser exibido a um número significativamente maior de pessoas na área por um período limitado;
Modo incógnito (premium): oculta o perfil de todos no feed principal, exceto das pessoas que o usuário já curtiu, garantindo o máximo de privacidade.
Tinder permite que os usuários criem um perfil detalhado para chamar atenção de outras pessoas (imagem: Divulgação/Tinder)
O Tinder mostra quem visitou seu perfil?
Não, o Tinder não permite que os usuários vejam diretamente quem visitou seus perfis. A única forma de saber que alguém demonstrou interesse é se ambos derem match, ou por meio de uma assinatura paga para acessar a lista de quem já curtiu o perfil.
O Tinder é pago?
O Tinder opera em um modelo “freemium”, cuja versão padrão é gratuita e oferece a funcionalidade essencial de dar match e conversar com outros usuários. No entanto, há diferenças entre os planos do Tinder como o Tinder Plus, Gold e Platinum, que são assinaturas pagas.
Esses planos premium e as compras avulsas (Super Likes e Boosts) desbloqueiam recursos avançados, como curtidas ilimitadas e a opção de ver quem curtiu o perfil. Tais funções pagas visam otimizar a experiência do usuário, embora o uso gratuito seja totalmente funcional e suficiente para a maioria.
Recurso premium do Tinder permite ver quem curtiu seu perfil (imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
Quais são as vantagens do Tinder?
Estes são os pontos positivos do Tinder:
Grande alcance de pessoas: possui uma enorme base global de usuários, aumentando significativamente as chances de encontrar pessoas diversas e com interesses compatíveis;
Mecanismo intuitivo de Swipe: o simples ato de deslizar para esquerda ou direita torna a manifestação de interesse rápida, divertida e extremamente fácil de usar para qualquer pessoa;
Flexibilidade de intenções: a plataforma é versátil, atendendo a diversos objetivos, seja para encontros casuais, fazer novas amizades ou buscar um relacionamento sério;
Conexão próxima e imediata: a função baseada em geolocalização conecta o usuário com solteiros próximos, facilitando a organização de encontros espontâneos e o contato com a comunidade local;
Controle e privacidade: o processo de rejeição é privado, garantindo que o usuário tenha um maior controle sobre as interações e a experiência de exploração.
Quais são as desvantagens do Tinder?
Estes são alguns pontos fracos do Tinder:
Segurança e golpes: há um risco de encontrar perfis falsos (catfishing) e golpistas, além do potencial para situações de assédio ou perseguição (stalking) na vida real;
Riscos de privacidade: o aplicativo exige o compartilhamento de dados pessoais e de localização, expondo os usuários a riscos de uso indevido ou exploração dessas informações;
Superficialidade e objetificação: o mecanismo de Swipe prioriza o julgamento rápido baseado em fotos, o que pode levar a conexões superficiais e à objetificação das pessoas;
Baixa qualidade dos matches: muitos usuários citam que o grande volume de perfis não se traduz em conexões significativas, sendo difícil encontrar pessoas genuinamente compatíveis e interessantes;
Impacto na saúde mental: um estudo da Universidade do Arizona sugere que o uso constante pode afetar a autoestima devido à rejeição frequente, e a natureza viciante do aplicativo pode levar à fadiga de decisão (dating burnout).
O Tinder conta com uma ampla base de usuários, mas ainda exige atenção em relação a privacidade (imagem: AppsHunter IO/Unsplash)
Qual é a diferença entre Tinder e Facebook Dating?
O Tinder é um aplicativo independente, concebido para encontros e conexões rápidas, priorizando a proximidade geográfica e a atração inicial. Seu mecanismo central é o deslize de perfis (Swipe) para curtir ou dispensar, com foco na eficiência do match.
O Facebook Dating é uma plataforma de encontro integrada ao Facebook, visando criar conexões mais significativas e duradouras. Ele usa dados do perfil social, como interesses, eventos e grupos em comum, para sugerir parceiros compatíveis com base em afinidades mais profundas.
Qual é a diferença entre Tinder e Bumble?
Tinder é um aplicativo de namoro que popularizou a interface Swipe, permitindo que qualquer pessoa inicie o contato após um match. Sua dinâmica é vista como mais acelerada e é amplamente usada para encontros casuais ou para a busca por relacionamentos de longo prazo.
Bumble é um aplicativo que dá o controle inicial às mulheres, exigindo que elas enviem a primeira mensagem para matches heterossexuais dentro de 24 horas. Ele é frequentemente associado a conexões mais intencionais e oferece modos adicionais para encontrar amizades (BFF) até fazer networking profissional (Bizz).
Qual é a diferença entre Tinder e Happn?
O Tinder é um app de relacionamento de alcance massivo que prioriza a velocidade do match por meio do mecanismo Swipe. Ele exibe perfis próximos em um raio geográfico definido, focando em um grande volume de usuários para gerar encontros rápidos.
O Happn é um app de encontros focado em “conexões perdidas” baseadas na proximidade e casualidade da vida. Ele exibe em um feed cronológico somente os perfis de pessoas com quem o usuário cruzou o caminho fisicamente, a poucos metros de distância, transformando encontros cotidianos em oportunidades de match.
O Tinder é seguro?
O Tinder incorpora recursos de segurança digital essenciais, como a verificação de perfis e ferramentas de denúncia. Contudo, a segurança completa da experiência depende fundamentalmente da cautela e do bom senso de cada usuário ao interagir com estranhos.
A plataforma apresenta riscos inerentes, incluindo catfishing (perfis falsos), potenciais golpes financeiros e perigos associados a encontros pessoais. Além da possibilidade de assédio ou abuso, o app levanta preocupações sobre privacidade ao coletar um grande volume de dados.
A responsabilidade pessoal é a principal defesa contra esses perigos. É crucial proteger informações sensíveis, manter a comunicação inicial no app e priorizar encontros sempre em locais públicos, evitando terminantemente o envio de qualquer quantia em dinheiro.
Facebook promove ajustes de interface em seus apps móveis (imagem: reprodução/Meta)Resumo
Facebook adota dinâmica semelhante à do Instagram, aparentemente para atrair público jovem;
Feed recebe grade padronizada para múltiplas fotos e facilita curtidas, por exemplo;
Recursos de navegação, buscas e criação de conteúdo também foram ajustados.
Não se deixe enganar: o Facebook continua sendo uma rede social de amplo alcance, em escala global. É por isso que a Meta decidiu mudar alguns aspectos da interface do aplicativos móveis do serviço. O objetivo é facilitar a criação, a descoberta e o compartilhamento de conteúdo.
Na primeira olhada, as mudanças são sutis, mas podem tornar a rede social mais atraente para o público jovem. Nesse sentido, o Verge destaca que o Facebook ficou com uma dinâmica de uso que remete ao Instagram. Se as alterações visam conquistar a chamada geração Z (nascidos entre o final dos anos 1990 e os anos 2010), faz sentido que a intenção tenha sido essa.
O principal ajuste está no Feed. Agora, ao publicar mais de uma foto no Facebook, o usuário verá que elas são organizadas em uma grade que segue um formato padronizado e uniforme. Se o usuário tocar em uma foto, ela ficará em tela cheia; se tocar duas vezes seguidas na imagem, ela será curtida.
Essa abordagem, que lembra justamente a dinâmica de uso do Instagram, está disponível há algum tempo para grande parte dos usuários, mas agora está sendo liberada em todas as contas de modo oficial.
Fotos organizadas em grade padronizada no Facebook (imagem: reprodução/Meta)
O que mais há de novo na interface do Facebook?
O Facebook também começará a dar destaque aos recursos mais usados pelo usuário no serviço, como Reels, Marketplace e página de perfil, na barra de abas.
Além disso, os resultados de pesquisas serão exibidos em um layout de grade mais bem organizado e que dá acesso a todos os tipos de conteúdo suportados pelo serviço.
Resultados de buscas em grade no Facebook (imagem: reprodução/Meta)
Para estimular a criação de conteúdo, o Facebook dará acesso mais fácil a recursos muito usados na publicação de stories ou de postagens convencionais, a exemplo das funções para acréscimo de música de fundo e de marcação de amigos.
Outros ajustes incluem:
mais praticidade para inserir comentários em grupos, Reels e Feed, o que envolve simplificar respostas, selos de destaque e ferramentas de fixação para facilitar o acompanhamento de conversas;
novos controles para administradores de grupos gerenciarem conversas;
mais facilidade para encontrar pessoas com interesses semelhantes aos seus na rede social.
Essas mudanças já começaram a ser liberadas nas versões móveis do Facebook. A plataforma promete mais novidades em 2026.
Saiba como o Reddit se transformou um importante fórum global sobre assuntos diversos (Imagem: reprodução/Shutterstock)
O Reddit é uma rede social que atua como um grande fórum composto por milhares de comunidades sobre tópicos específicos. É um espaço de conteúdo gerado pelo usuário, abrangendo desde notícias a interesses de nicho, onde é possível postar textos, links e mídias.
Seu funcionamento se baseia em publicações dentro dessas comunidades (subreddits), onde a visibilidade é definida por um sistema de votação. Conteúdos relevantes ou populares sobem ao topo, garantindo que as melhores contribuições ganhem destaque na página inicial.
O diferencial do Reddit reside na descentralização e na qualidade da curadoria, graças aos moderadores voluntários de cada comunidade. Eles mantêm as regras específicas de cada subreddit, criando discussões mais focadas e autênticas do que outras redes.
A seguir, saiba mais sobre o que é o Reddit, sua história, origem do nome e funcionamento. Também conheça as siglas e termos mais utilizados pelos usuários da plataforma.
O Reddit é uma rede social organizada como um fórum global, onde os usuários compartilham conteúdo e participam de discussões públicas em comunidades (subreddits). Ele serve como um grande espaço digital para debates, conversas e interações sobre praticamente qualquer tema.
O que significa Reddit?
A palavra “Reddit” é um trocadilho fonético com a expressão em inglês “I read it” (“Eu li isso”), simbolizando a plataforma como o lugar onde os usuários descobrem, leem e debatem o conteúdo na internet. Embora haja semelhança com a palavra latina que significa “ele retorna”, os fundadores confirmam que a intenção sempre foi o jogo de palavras em inglês.
Página inicial do Reddit (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
Para que serve o Reddit?
O Reddit atua como um agregador social que hospeda milhares de comunidades temáticas, permitindo que os usuários compartilhem e discutam sobre diferentes conteúdos. Assim, ele funciona como um fórum global e dinâmico para a troca de informações e experiências.
Qual é a origem do Reddit?
O Reddit foi fundado em junho de 2005 por Steve Huffman e Alexis Ohanian, como um site de agregação de links. O projeto inicial, apelidado de “a primeira página da internet”, obteve financiamento da aceleradora Y Combinator.
A plataforma foi adquirida pela Condé Nast em outubro de 2006, mas recuperou a autonomia em 2011, operando como subsidiária da Advance Publications. Ela introduziu a funcionalidade de subreddits em 2008, permitindo que os usuários criassem seus próprios fóruns temáticos e se tornou o principal atrativo.
A necessidade de maior moderação de conteúdo e segurança surgiu nos anos seguintes, resultando na contratação de uma equipe dedicada em 2015. Nesse mesmo ano, Huffman retornou como CEO para supervisionar a transição e a estruturação mais formal da plataforma.
A evolução constante, com o lançamento da versão móvel e atualizações de políticas, transformou o Reddit em uma ampla rede global de comunidades. Esse crescimento culminou na sua Oferta Pública Inicial (IPO) na Bolsa de Valores de Nova York em março de 2024.
Alexis Ohanian e Steve Huffman, fundadores do Reddit (imagem: Reprodução/RVA Magazine)
Como o Reddit funciona?
O Reddit é um tipo de rede social organizada em milhares de comunidades independentes, os subreddits, nos quais os usuários publicam conteúdos como links, imagens ou textos. Cada sub possui regras próprias e foco definido, abrangendo uma vasta gama de tópicos, desde conversas de nicho até notícias globais.
A visibilidade do conteúdo é determinada por um sistema de votação: os usuários atribuem upvotes (aprovação) ou downvotes (desaprovação) aos posts e comentários. Assim, as publicações bem avaliadas alcançam maior visibilidade na página inicial ou no topo do subreddit.
Essa mecânica de votação cria uma plataforma autogerenciada, onde o que é popular é decidido pela comunidade. Além disso, moderadores voluntários garantem que as regras de cada comunidade sejam cumpridas, mantendo as discussões relevantes.
O Reddit se divide em comunidades com assuntos específicos (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
Quais são as siglas usadas no Reddit?
Estas são algumas siglas e termos usados pelos usuários do Reddit em diferentes situações:
AFAIK (As far as I Know): significa “Até onde eu sei”. É usado ao compartilhar uma afirmação, indicando que a informação é baseada no conhecimento atual do usuário, mas sem garantir exatidão absoluta;
AMA (Ask Me Anything): traduzido como “Pergunte-me qualquer coisa”. Refere-se a um formato popular onde uma pessoa, geralmente conhecida, se dispõe a responder a perguntas da comunidade em uma discussão aberta;
DAE (Does anybody/anyone else): usado para iniciar uma pergunta. O objetivo é saber se “mais alguém” compartilha uma experiência, sentimento, hábito ou observação específica que o autor da postagem está descrevendo;
ELI5 (Explain like I’m 5 year old): significa “Explique como se eu tivesse 5 anos”. É um pedido para um assunto complicado ser simplificado e explicado em termos extremamente básicos e de fácil entendimento;
FIFY/FTFY (Fixed It For You/Fixed That For You): abreviação de “Consertei/Melhorei isso para você”. É usado quando um usuário corrige um erro factual ou sugere uma modificação/melhoria na declaração de outro usuário;
FWP (First World Problems): traduzido como “Problemas de Primeiro Mundo”. Uma expressão irônica para descrever queixas, aborrecimentos ou preocupações que são triviais, mas ocorrem somente com pessoas com alto padrão de vida;
HMB (Hold my beer): literalmente “Segure minha cerveja”. É usada sarcasticamente, geralmente antes de descrever uma ação particularmente boba, arriscada ou uma história que resultou em um desastre memorável;
IIRC (If I Recall Correctly): significa “Se bem me lembro”. Indica que a informação que está sendo fornecida é uma recordação do usuário e, portanto, há uma pequena chance de que ela possa não ser totalmente precisa;
IMO/IMHO (In My Opinion/In My Honest Opinion): usado para introduzir uma declaração, deixando claro que o que se segue é uma opinião estritamente pessoal e subjetiva do usuário na discussão atual;
IRL (In Real Life): significa “Na vida real”. Refere-se a eventos, situações ou pessoas que existem fora do ambiente da internet, do Reddit ou qualquer plataforma online;
Karma: uma pontuação agregada, visível no perfil do usuário. É calculada pela soma de upvotes e downvotes recebidos em seus posts e comentários, servindo como uma medida de sua contribuição;
MRW/MFW (My Reaction When/My Face When): usado como legenda para um GIF ou imagem expressiva, ilustrando visualmente a reação ou a expressão facial do usuário diante de uma situação específica descrita no post ou comentário;
NSFL (Not Safe For Life): significa “Não é seguro para a vida”. Um aviso de conteúdo extremamente gráfico, chocante, perturbador ou violento, que deve ser acessado com cautela;
NSFW (Not Safe For Work): significa “Não é seguro para o trabalho”. Uma etiqueta obrigatória para qualquer conteúdo que é considerado impróprio para visualização em público ou perto de menores, como material explícito ou ofensivo;
OC (Original content): traduzido como “Conteúdo original”. Usada para garantir que o material (texto, imagem ou vídeo) foi criado pelo próprio usuário que está compartilhando naquele momento;
OP (Original poster): refere-se ao “Autor da postagem original”. É o usuário que iniciou a discussão ou thread com o conteúdo que está sendo comentado;
PSA (Public service announcement): um “anúncio de serviço público” é usado para compartilhar ativamente uma informação crítica, um alerta ou um aviso importante que a comunidade Reddit deve estar ciente;
Subreddit (Sub): uma comunidade virtual dedicada a um único tema específico. Cada sub é um fórum distinto, operando com suas próprias regras e sendo administrado por um conjunto de moderadores (mods);
Threads: é o termo que designa o conjunto completo de uma postagem. Inclui o conteúdo inicial, o título e toda a sequência hierárquica de comentários e respostas que seguem a ela;
TIL (Today I Learned): significa “Hoje eu aprendi”. É comumente usada como título ou introdução para compartilhar um fato interessante ou um novo conhecimento que o usuário adquiriu recentemente;
TL;DR (Too long; Didn’t read): literalmente “Muito longo; não li”. Uma abreviação colocada no início ou final de um texto extenso para fornecer um resumo extremamente conciso para usuários que não querem ler tudo;
YSK (You Should Know): significa “Você deveria saber”. Semelhante a um PSA, mas focado em compartilhar conhecimentos menos urgentes, dicas úteis ou informações que beneficiam a comunidade;
Upvotes e downvotes: mecanismo central de classificação do Reddit, agindo como votos. Os upvotes são positivos e elevam a visibilidade do conteúdo, enquanto os downvotes são negativos e diminuem a classificação.
Os Subreddit contam com páginas iniciais com as públicações mais populares (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
Quais são as vantagens do Reddit?
Estes são alguns dos benefícios oferecidos pelo Reddit:
Comunidades especializadas: permite o acesso a fóruns altamente segmentados sobre qualquer assunto, de notícias a hobbies raros, facilitando a conexão com usuários de interesses idênticos;
Anonimato e discussões sinceras: a possibilidade de participar sem obrigatoriedade de identidade pessoal incentiva o diálogo mais livre, aberto e honesto, inclusive sobre temas sensíveis;
Sistema de votação (curadoria): o mecanismo de upvote e downvote filtra e destaca organicamente o conteúdo mais relevante e de alta qualidade, garantindo a visibilidade de informações valiosas;
Rica fonte de conhecimento: muitos subreddits são dedicados à educação e ao compartilhamento de informações, atuando como um vasto recurso para aprendizado e obtenção de conselhos especializados;
Variedade de conteúdo e engajamento: oferece uma ampla gama de formatos (textos, links, imagens, perguntas e respostas) que promovem interação contínua, mantendo os usuários sempre engajados;
Interface amigável e acessível: possui um design conhecido por ser intuitivo e fácil de navegar, tornando a plataforma rapidamente acessível para usuários de todos os níveis de experiência.
Quais são as desvantagens do Reddit?
Estes são alguns dos pontos fracos do Reddit:
Variação da qualidade da moderação: a fiscalização das regras por parte dos moderadores voluntários pode ser inconsistente, resultando em comunidades com assédio ou conteúdo prejudicial sem intervenção eficaz;
Propagação de desinformação: a falta de verificação de fatos integrada à plataforma permite que informações falsas ou tendenciosas se espalhem rapidamente, influenciando a opinião dos usuários sobre temas importantes;
Formação de Câmaras de Eco: o sistema de votos pode isolar usuários em bolhas de pensamento, privilegiando opiniões populares e suprimindo visões minoritárias ou críticas legítimas;
Comportamento tóxico e agressivo: o anonimato facilita que alguns usuários ajam com agressividade ou má-fé, gerando discussões hostis, trolling e ataques pessoais nas comunidades;
Questões de coleta de dados: apesar de permitir o uso anônimo, a plataforma registra o comportamento e as interações do usuário, levantando preocupações sobre a privacidade e o uso desses dados;
Exposição a conteúdo nocivo: a ampla liberdade na plataforma expõe os usuários a material gráfico, controverso ou emocionalmente negativo, o que pode ser impactante ou afetar o bem-estar mental.
Reddit promove acesso a comunidades sobre diferentes assuntos, mas exige cautela (imagem: AppsHunter IO/Unsplash)
Qual é a diferença entre Reddit e Twitter (X)?
O Reddit é uma rede centrada em comunidades temáticas (subreddits), nos quais a interação é primariamente baseada no interesse de nicho e no conteúdo aprofundado. Ele promove um senso de comunidade anônima e discussão de longo prazo, onde a relevância do conteúdo é determinada por um sistema de votação comunitária.
O Twitter (X) é um feed global de microblogging, priorizando a transmissão individual de conteúdo conciso e efêmero (tweets). A plataforma é voltada para notícias de última hora, eventos em tempo real e interações diretas, onde o foco é a velocidade, a rápida disseminação de informações e reações imediatas.
Qual é a diferença entre Reddit e Discord?
O Reddit é um fórum público para discussões assíncronas baseadas em tópicos, organizadas em comunidades. Seu objetivo é a navegação, o compartilhamento de conteúdo estruturado (posts) e o arquivamento de debates de longo prazo.
O Discord é uma plataforma de comunicação em tempo real para comunidades privadas ou semi-privadas (servidores), atuando como salas de chat ao vivo. É otimizado para interações instantâneas e dinâmicas, incluindo canais de texto, voz e vídeo.
O Reddit é seguro?
Sim, o Reddit é seguro quando usado com as devidas precauções, similar a outras redes sociais. Ou seja, a segurança depende muito do comportamento individual e das comunidades com as quais o usuário interage.
Existem riscos potenciais como a desinformação e o cyberbullying devido ao conteúdo gerado pelos usuários, além da ameaça de golpes de phishing por meio de links maliciosos. Também há preocupações com a privacidade devido à robusta coleta de dados da plataforma.
Para se proteger, é fundamental ter atenção com as informações compartilhadas e habilitar a autenticação de dois fatores (2FA). É recomendado evitar clicar em links suspeitos e dar prioridade para comunidades bem moderadas e reconhecidas.
TikTok diz que objetivo é ajudar na organização (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
O TikTok lançou Coleções Compartilhadas e Feeds Compartilhados para organizar e compartilhar conteúdo com amigos.
As Coleções Compartilhadas permitem que usuários salvem vídeos em pastas acessíveis para ambos.
Os Feeds Compartilhados recomendam até 15 vídeos diários baseados em preferências mútuas e serão liberados gradualmente.
O TikTok anunciou dois novos recursos nesta segunda-feira (08/12): Coleções Compartilhadas e Feeds Compartilhados. Como os nomes indicam, a ideia é dividir o conteúdo da rede com amigos e familiares, seja salvando publicações ou navegando pelo feed.
As novidades, porém, não são inéditas. O Instagram já oferece o Blend, que cria um feed baseado em interesses mútuos, e também permite compartilhar com amigos as pastas de itens salvos.
Como funcionam as Coleções Compartilhadas do TikTok?
Vamos começar pelas Coleções Compartilhadas (ou Shared Collections, em inglês). O TikTok já oferece um recurso para salvar publicações e organizá-las em diferentes pastas — pense em coisas como recomendações de restaurantes, dicas de viagens, receitas e por aí vai.
Coleções Compartilhadas podem ajudar a organizar interesses (imagem: divulgação)
Agora, com as Coleções Compartilhadas, o usuário poderá dividir uma pasta com um contato para que os dois salvem vídeos nela, deixando o conteúdo acessível para ambos.
A ferramenta já foi ativada globalmente para usuários com mais de 16 anos. Ela funciona apenas se as duas pessoas se seguirem.
“Seja conteúdo de seus criadores favoritos, inspiração para um projeto de decoração ou um novo hobby que estejam aprendendo juntos, as Coleções Compartilhadas facilitam a organização enquanto as pessoas descobrem e salvam vídeos no TikTok”, diz a rede social em seu blog.
Feeds Compartilhados reúnem preferências em comum
Além disso, o TikTok anunciou os Feeds Compartilhados. Eles trarão conteúdo recomendado de acordo com as preferências dos dois usuários, levando em consideração o que curtem, veem e comentam. Vale notar que esse feed não é infinito: serão apenas 15 vídeos por dia.
Feed Compartilhado terá número limitado de vídeos (imagem: divulgação)
Para criar um Feed Compartilhado, o usuário terá que mandar um convite para a outra pessoa. Uma vez aceito, será possível ver o conteúdo e conversar sobre ele nas DMs. O TikTok também vai mostrar quais vídeos as duas pessoas curtiram.
De acordo com a empresa, os Feeds Compartilhados serão liberados gradualmente em todo o mundo durante os próximos meses.
Zuckerberg anunciou oficialmente o aplicativo Threads em 2023 (imagem: divulgação/Meta e Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
O Threads testa ferramenta para permitir que usuários personalizem temporariamente o algoritmo com o comando “dear algo” para ajustar recomendações.
O ajuste dura cerca de três dias e os prompts aparecem como posts normais no perfil.
O YouTube e o X também estão implementando ferramentas similares para personalização de conteúdo.
O Threads terá uma nova forma de personalizar o algoritmo: usuários poderão escrever “dear algo” e o que desejam ver em seu feed — “dear algo” é uma forma carinhosa de dizer “querido algoritmo”.
A novidade foi anunciada por Mark Zuckerberg, CEO da Meta, em um post na própria rede social. Em outra publicação, Connor Hayes, chefe do Threads, disse que o recurso ainda está em fase de testes e não foi liberado para todos, mas o acesso deve ser expandido em breve.
Como funcionam os ajustes do algoritmo do Threads?
A ideia é digitar o que você quer ver mais ou ver menos — por exemplo, “dear algo, mostre mais posts sobre basquete”. O resultado esperado é passar a receber mais atualizações sobre o esporte após esse comando.
Threads reconhece “dear algo” e destaca comando (imagem: Connor Hayes/Threads)
Existem alguns pontos importantes a observar. Um deles é que o ajuste é temporário, durando cerca de três dias, de acordo com Hayes. Depois disso, a ideia é que o algoritmo volte ao normal.
Além disso, as mensagens iniciadas com “dear algo” aparecem como posts normais no perfil e nos feeds dos seguidores (e também de outras pessoas, caso seu perfil seja público).
A Meta não revelou se o recurso funciona somente em inglês ou se também está disponível para outros idiomas.
Redes sociais querem que usuário diga o que deseja ver
O YouTube apresentou, no fim de novembro de 2025, uma ferramenta muito parecida com essa novidade do Threads. Com ela, o usuário pode digitar que tipo de vídeos deseja ver. Também é possível selecionar entre sugestões, como “estou na vibe de ver alguma coisa de ciência” ou “recomende vídeos que explorem diferentes culturas e modos de vida”.
O X também pretende seguir esses passos. Em setembro, Elon Musk, dono da rede, disse que seria possível ajustar o feed fazendo pedidos ao Grok, inteligência artificial integrada à rede. No fim de novembro, o Grok passou a ser o responsável pelas recomendações de posts na aba “Seguindo”.
WhatsApp passou a apresentar problemas por volta das 9h (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
O WhatsApp Web ficou fora do ar na manhã desta quarta-feira (03/12). Ao tentar abrir a plataforma, a mensagem “Ocorreu um erro inesperado” era exibida. Não era possível nem mesmo visualizar a lista de conversas.
Limpar os cookies do navegador — um método trivial para solucionar falhas técnicas — não resolvia o problema. Desconectar e conectar novamente a conta também não funcionava.
Mensagem de alerta não dá mais detalhes sobre erro (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)
De acordo com o DownDetector, os relatos sobre problemas no WhatsApp começaram pouco antes das 9h e atingiram um pico às 10h. A queda não afetou o WhatsApp em celulares (Android e iOS) nem nos apps nativos para desktop (Windows e macOS).
Número de reclamações atingiu pico por volta das 10h (imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Dicionário de Oxford define “rage bait” como expressão do ano (imagem: reprodução)Resumo
“Rage bait” é a Palavra do Ano de 2025 do dicionário Oxford.
O termo reflete o aumento de conteúdos que geram raiva para engajamento.
Segundo a instituição, o uso da expressão triplicou nos últimos 12 meses.
O termo venceu a disputa com as expressões “Aura farming” e “Biohack”.
Se você usa redes sociais com frequência, já se deparou com perfis que postam qualquer coisa que possa gerar engajamento através da indignação e da raiva dos usuários. Essa é a atitude que define a Palavra do Ano de 2025 do dicionário Oxford: rage bait, ou “isca de raiva”.
Embora sejam duas palavras, a designação é concedida a expressões que funcionam como termos compostos, com significado unificado. Segundo a instituição, o uso de rage bait triplicou nos últimos 12 meses, refletindo uma mudança no comportamento das interações nas redes sociais.
O presidente da Oxford Languages, Casper Grathwohl, afirma que a escolha demonstra uma conscientização crescente sobre como os algoritmos e criadores de conteúdo operam. “Antes, a internet focava em capturar nossa atenção despertando curiosidade em troca de cliques, mas agora vimos uma mudança dramática para o sequestro e influência das nossas emoções”, explicou.
O que é rage bait?
Rage bait é a produção de conteúdo feito para viralizar pelo ódio (imagem: Drazen Zigic/Freepik)
O termo rage bait é bastante comum no “internetês” há algum tempo, considerado um primo mais agressivo do clickbait. O objetivo é fazer com que a pessoa comente, compartilhe ou reaja à publicação movida pela raiva, o que sinaliza relevância para os algoritmos das plataformas e amplia o alcance do post. Isso inclui críticas a conteúdos e personalidades populares e opiniões políticas controversas.
A escolha de 2025 segue uma linha temática observada nos anos anteriores. Em 2024, a palavra escolhida foi brain rot (podridão cerebral), usada para descrever o estado mental resultante do consumo excessivo de conteúdo trivial.
Para Grathwohl, existe uma conexão direta entre os vencedores: “Juntos, eles formam um ciclo poderoso onde a indignação gera engajamento, os algoritmos o amplificam e a exposição constante nos deixa mentalmente exaustos”.
Biohack e Aura: outros termos concorrentes
A lista de finalistas deste ano buscou capturar os diferentes “humores” que definiram 2025. Rage bait venceu a disputa contra dois termos fortes:
Aura farming (“farmar” aura): o termo descreve o cultivo cuidadoso de uma persona pública para transmitir uma imagem de carisma, confiança ou mística (“aura”).
Biohack: refere-se à prática de tentar otimizar o desempenho físico ou mental e a longevidade através de alterações na dieta, exercícios, suplementos ou tecnologia.
YouTube testa novo recurso de personalização da home (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
YouTube testa um novo recurso que permite personalização manual do conteúdo na página inicial.
Usuários podem inserir termos específicos para ajustar sugestões, respondendo a críticas ao algoritmo de recomendações.
A ferramenta está disponível para testes a um grupo limitado nos EUA, sem previsão de lançamento global.
O YouTube está desenvolvendo um recurso para permitir que usuários ajustem manualmente o conteúdo exibido na página inicial. Segundo o TechCrunch, a ferramenta — chamada “Your Custom Feed” — está em fase experimental e busca responder às críticas ao algoritmo de recomendações, acusado de priorizar vídeos repetitivos ou fora dos interesses reais dos usuários.
Quem participa dos testes verá o recurso como uma aba ao lado do tradicional botão “Home”. Ao acessá-la, o usuário pode inserir termos específicos, como “receitas” ou “jogos”, para direcionar as sugestões que vão aparecer na página de início.
Um exemplo seria a exposição massiva a vídeos de um único tema, como filmes da Disney e relacionados, mesmo após interações mínimas. O novo recurso deve oferecer controle direto, substituindo parcialmente opções já existentes como “Não estou interessado” ou “Não recomendar este canal”.
A interface permite inserir múltiplos termos e ajustar prioridades, o que seria um passo para reduzir a dependência de IA na curadoria de conteúdo.
Plataforma quer diminuir críticas sobre sugestões do algoritmo (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
YouTube não é o único
Essa nova aposta em mais personalização não é exclusiva do YouTube. O X/Twitter tem explorado a integração com a IA Grok para filtrar posts, enquanto o Threads recentemente testou configurações avançadas para seu algoritmo.
Novo Recado está mais visível (imagem: divulgação)Resumo
O WhatsApp agora permite exibir avisos temporários abaixo da foto de perfil na tela de conversa.
Os usuários podem configurar mensagens como “Disponível para conversar” ou “Viajando”, com validade de um minuto a uma semana.
A atualização visa tornar os Recados mais visíveis, corrigindo a localização anterior, que era pouco acessada.
A Meta anunciou nesta quinta-feira (20/11) que o WhatsApp passará a contar com uma nova versão da ferramenta Recado. Com ela, os usuários poderão exibir avisos de forma temporária. Segundo a empresa, o recurso chegará a partir desta semana para todos os usuários no Android e no iOS.
“Pensado para aqueles dias em que você só tem um minuto livre, o Recado indica às pessoas por que você não pode conversar ou sobre o que você quer falar com apenas um emoji e uma frase curta”, diz o comunicado da Meta.
Usuário passa a ver aviso ao abrir a conversa (imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Como colocar um Recado no seu WhatsApp?
Para definir um recado, vá até “Configurações” e toque em “O que você está fazendo?”, logo ao lado da foto de perfil. O app dá algumas opções, como “Disponível para conversar”, “Respondo mais tarde” e “Viajando”. Também é possível configurar manualmente um emoji e uma mensagem.
O usuário ainda escolhe a validade do aviso (de um minuto a uma semana) e a privacidade (para todos no WhatsApp, apenas contatos, apenas contatos com exceções ou ninguém).
Recado tem opções predefinidas (imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Recado já existia e está sendo atualizado
A empresa trata a novidade como um relançamento. Presente desde as primeiras versões do WhatsApp, o Recado era uma mensagem rápida que aparecia ao abrir o perfil do usuário.
Essa localização não ajudava muito, já que ficava meio escondida, em um lugar que pouca gente olha. Isso levava a algumas gambiarras, como colocar um aviso de férias na foto de perfil, por exemplo.
Nesta nova versão, a Meta tenta resolver justamente esse problema: o recurso ficará mais visível, aparecendo na janela de conversa, logo abaixo do avatar.
YouTube testa ferramenta de mensagens diretas dentro do app (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
YouTube testa o retorno das mensagens diretas no app para facilitar o compartilhamento de vídeos.
O novo sistema de DMs inclui travas de segurança, como convites prévios para iniciar conversas e ferramentas para bloquear ou denunciar usuários.
A reintrodução das mensagens diretas deve integrar melhor os YouTube Shorts com a parte social, semelhante ao Instagram e TikTok.
O YouTube parece disposto a voltar atrás quanto à existência de uma ferramenta de chat dentro da rede. A plataforma começou a testar mensagens diretas (DMs) no app para dispositivos móveis, e a novidade já está sendo distribuída para um grupo seleto de usuários na Europa.
O teste, anunciado na página de suporte do YouTube, é descrito pela própria plataforma como uma resposta aos pedidos da comunidade. Atualmente, a funcionalidade, que permite o compartilhamento de vídeos e conversas sem sair do ambiente do YouTube, é restrita a usuários maiores de 18 anos na Irlanda e na Polônia.
Como funciona o chat nativo?
A proposta é simples e semelhante ao funcionamento de outras redes sociais, como o Instagram e o TikTok. Com a mudança, ao encontrar um vídeo, o usuário poderá enviá-lo para um amigo e iniciar uma conversa sem precisar copiar o link e abrir outro app.
Segundo a página de suporte encontrada pelo 9to5Google, o sistema foi desenhado com travas de segurança. Para iniciar um bate-papo, será necessário enviar um convite prévio. O destinatário poderá aceitar ou recusar a solicitação, além de ter ferramentas para bloquear usuários ou denunciar conversas mal-intencionadas.
O YouTube também deixa claro que o espaço não será “terra sem lei”. As mensagens trocadas estarão sujeitas às mesmas Diretrizes da Comunidade que regem os vídeos e comentários públicos.
Isso significa que sistemas automatizados poderão escanear o conteúdo dos chats em busca de violações e aplicar punições, se necessário.
Novidade para alavancar os Shorts?
Usuários poderiam compartilhar vídeos e conteúdos do Shorts sem sair do app (imagem: divulgação)
Além de ser um suposto pedido dos usuários, o movimento deve tentar repetir no YouTube Shorts o sucesso que a Meta e a ByteDance tiveram com a integração entre suas seções de vídeos curtos e a parte social do Instagram e do TikTok.
Os dois apps integram um robusto sistema de mensagens diretas que incentiva o compartilhamento interno entre amigos.
Ao reimplementar as mensagens, a estratégia do YouTube é transformar a plataforma em uma rede social mais completa, aumentando o tempo de tela e evitando que o engajamento “vaze” para mensageiros concorrentes.
Recurso parecido já existiu
YouTube teve seção de mensagens há alguns anos (imagem: André Fogaça/Tecnoblog)
O YouTube manteve um recurso nativo de mensagens diretas entre 2017 e 2019, mas decidiu matá-lo em setembro daquele ano.
Na época, a justificativa oficial da empresa foi a necessidade de priorizar “conversas públicas”, como comentários, posts na comunidade e stories. A decisão gerou críticas imediatas, especialmente entre o público mais jovem. Agora, meia década depois, o Google parece ter percebido que abrir mão desse canal de comunicação foi um erro estratégico.
Múltiplas contas ajudam quem tem números diferentes para conversas pessoais e de trabalho (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
O WhatsApp Beta para iOS começou a receber suporte a múltiplas contas, recurso disponível no Android há mais de dois anos.
A função permite adicionar um segundo número no app, separando conversas pessoais e profissionais.
A novidade está em fase de testes e não tem previsão de lançamento para o público geral.
O WhatsApp Beta para iOS começou a receber o suporte a múltiplas contas em um mesmo dispositivo. A novidade está sendo liberada gradualmente para participantes do programa de testes do app para iPhone. A ferramenta deverá ajudar quem quer ter números diferentes para separar conversas pessoais e profissionais, por exemplo.
Em junho de 2025, esse recurso tinha aparecido no código do aplicativo beta para iOS, mas não estava ativado. Ainda não há previsão de lançamento para o público geral, mas essa distribuição indica que a ferramenta está quase pronta.
Usuário poderá trocar contas por meio de atalho no botão de configurações (imagem: reprodução/WABetaInfo)
Com a novidade, a Meta fica perto de equiparar essa versão ao app para Android, que conta com o recurso há mais de dois anos. Na ocasião, a empresa advertiu contra o uso de soluções que “clonavam” o aplicativo, permitindo ter duas instalações paralelas.
Como funciona o suporte a múltiplas contas no WhatsApp?
O funcionamento do recurso é praticamente idêntico ao encontrado no Android — inclusive, em ambas as plataformas, o limite é de duas contas por aparelho.
Na tela de configurações, haverá uma opção chamada “Lista de contas”, próxima ao perfil do usuário. Por lá, é possível adicionar um segundo cadastro ao app. Basicamente, existem três cenários para essa função:
Cadastrar um novo número no WhatsApp, gerando assim um novo perfil.
Mover uma conta já existente para aquele aparelho.
Usar o app como acesso secundário a uma conta atualmente em funcionamento em outro dispositivo.
Para alternar entre contas, a forma mais fácil é tocar e segurar o botão de configurações, que fica na barra inferior do aplicativo.
Como explica o WABetaInfo, cada conta tem suas próprias configurações, como notificações, sons, download automático, ajustes de privacidade e frequência de backup. Mesmo assim, o WhatsApp receberá notificações das duas contas, independentemente da que estiver ativa no momento.
Algoritmo do TikTok vai respeitar preferência do usuário sobre IA (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
TikTok anunciou um recurso para ajustar a quantidade de vídeos gerados por IA no feed.
O ajuste ficará na seção “Gerenciar tópicos” e permitirá ao usuário definir se deseja ver mais ou menos vídeos gerados por IA.
A plataforma usará uma marca d’água invisível para identificar conteúdo sintético e personalizar a exibição sem removê-lo completamente.
O TikTok anunciou nesta quarta-feira (19/11) um novo recurso que permite ajustar quanto conteúdo gerado por inteligência artificial aparece no feed. A atualização chega nas próximas semanas e faz parte de um esforço da plataforma para aumentar a transparência e oferecer maior personalização.
A funcionalidade opera dentro da ferramenta “Gerenciar tópicos”, sistema que já permitia ajustar a frequência de exibição de categorias como esportes, culinária e dança. O objetivo é permitir que o algoritmo continue sugerindo vídeos criados por IA para aqueles que têm interesse, ao mesmo tempo em que reduz a exposição para usuários que preferem consumir conteúdo orgânico.
Como ajustar a exibição de conteúdo no TikTok?
O recurso será acessível através das configurações de privacidade do aplicativo. Para utilizar o recurso, o usuário deve acessar o menu “Configurações e privacidade”, selecionar a aba “Preferências de conteúdo” e clicar na opção “Gerenciar tópicos”.
Dentro dessa seção, a plataforma disponibilizará um controle deslizante específico, “Conteúdo gerado por IA”. Ao mover esse controle, o usuário sinaliza ao algoritmo se deseja ver “mais”, “menos” ou manter a frequência padrão desse tipo de material.
O TikTok conseguirá identificar o conteúdo gerado por IA através de uma marca d’água invisível, que insere um sinal imperceptível ao usuário, mas detectável pelos sistemas internos. Segundo o comunicado oficial, a nova ferramenta visa “personalizar a diversidade de conteúdo nos feeds, em vez de remover ou substituir completamente”.
Ferramenta permite calibrar exibição de vídeos sintéticos no feed (imagem: divulgação/TikTok)
A novidade chega em meio à crescente saturação de mídias sintéticas na rede social. Desde o lançamento de modelos avançados de geração de vídeo, como o Sora, da OpenAI, o TikTok registrou um aumento expressivo de publicações criadas por IA.
Ao mesmo tempo, concorrentes seguem caminhos diferentes: a Meta lançou o Vibes, um feed dedicado a vídeos curtos gerados por IA, enquanto a OpenAI estreou uma rede social própria focada nesse tipo de conteúdo.
Reserva de nomes de usuário pode ser vinculada às da Meta (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
WhatsApp pode exigir que os futuros nomes de usuário estejam registrados no Instagram ou Facebook para reserva antecipada.
Segundo o WABetaInfo, a verificação será feita pela Central de Contas da Meta, associando o nome à conta do WhatsApp após confirmação.
A função pode chegar a testadores até 2026, com regras próprias de formatação para os identificadores.
A reserva antecipada de nomes de usuário do WhatsApp pode ser integrada ao ecossistema da Meta. Aparentemente, o usuário precisará ter o nome de usuário desejado no Instagram ou no Facebook para conseguir reivindicá-lo no mensageiro.
O sistema, descoberto pelo site especializado WABetaInfo na versão beta 2.25.34.3 do app para Android, indica que a Meta priorizará a unificação de identidade digital, exigindo que o usuário comprove ser o “dono” do username em outra plataforma da casa.
O WhatsApp prepara esse sistema de reserva para que usuários garantam seus @ antes do lançamento global da ferramenta.
Como vai funcionar?
Reserva de nome de usuário no WhatsApp (imagem: reprodução/WABetaInfo)
Segundo o portal, o usuário deverá inserir o nome de usuário que já utiliza no Instagram ou Facebook. Em seguida, o WhatsApp o guiará por um processo de verificação através da Central de Contas da Meta para confirmar a propriedade.
Uma vez confirmada a posse, o nome de usuário será automaticamente associado à conta do WhatsApp e ficará “reservado”. Isso garante que, mesmo quando a função for liberada para todos, ninguém poderá pegar o nome que você já verificou. Para empresas, a medida deve proteger a identidade da marca.
Entretanto, a obrigação de posse no ecossistema da Meta limitaria o recurso (ou ao menos a reserva) para quem já possui um Facebook ou Instagram.
Usuários que desejam criar um nome de usuário completamente novo, sem qualquer vínculo com suas outras contas da Meta, provavelmente terão que esperar o lançamento completo do sistema de @ para o público geral.
Quando chega a atualização?
Meta prevê nova funcionalidade até 2026 (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
A reserva dos nomes de usuário deve ser liberada em uma atualização futura, primeiro para um grupo limitado de testadores. Ainda não há data definida para isso, mas a expectativa é que o sistema completo de nomes de usuário comece a funcionar no WhatsApp até o segundo semestre de 2026.
Para quem aguarda a liberação, vale relembrar as regras de formatação que o WhatsApp deve impor para os @. Embora o foco da reserva seja em nomes existentes, o formato final dos identificadores deve seguir um padrão:
Tamanho: entre 3 e 30 caracteres;
Conteúdo: deve incluir ao menos uma letra, podendo usar números, pontos e underlines;
Proibições: o sistema deve bloquear nomes que comecem com “www”, terminem com domínios (como “.com”), comecem ou terminem com pontos, ou que contenham pontos em sequência (..).
Botão de “Curtir” será removido de sites externos (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
O Facebook anunciou o fim dos tradicionais botões de Curtir e Comentar usados por sites fora da plataforma. A Meta informou que os dois plugins sociais serão descontinuados em 10 de fevereiro de 2026, data em que deixarão de aparecer nas páginas e passarão a ser exibidos apenas como um elemento invisível — sem causar erros nos sites que ainda mantiverem o código ativo.
Segundo comunicado da empresa, a decisão faz parte de uma estratégia de modernização. “À medida que a plataforma de desenvolvedores da Meta continua a evoluir, estamos tomando decisões estratégicas para nos concentrarmos em ferramentas e recursos que ofereçam o máximo valor para desenvolvedores e empresas.”
O que muda com o fim dos botões do Facebook?
Os dois recursos — Facebook Like Button e Facebook Comment Button — permitiam, respectivamente, que usuários curtissem conteúdos e comentassem diretamente em sites externos usando suas contas do Facebook. No entanto, a empresa aponta que o uso desses recursos caiu significativamente nos últimos anos, à medida que a forma de interação na web evoluiu e as redes sociais passaram a priorizar conteúdos internos.
Com a mudança, os plugins não irão gerar falhas nem afetar outras funções dos sites. A Meta garante que a mudança não exige nenhuma ação dos desenvolvedores, embora recomende a remoção do código para uma experiência de navegação mais limpa.
Facebook desativa plugins sociais em 2026 (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Por que o Facebook decidiu acabar com os plugins sociais?
A empresa afirma que a decisão está ligada à necessidade de simplificar sua infraestrutura e direcionar investimentos a novas ferramentas. “Esses plugins refletem uma era anterior do desenvolvimento web, e seu uso naturalmente diminuiu à medida que o cenário digital evoluiu”, diz o comunicado.
A mudança entrará em vigor em fevereiro de 2026. Embora nenhuma ação seja obrigatória, desenvolvedores podem optar por remover o código para manter as páginas mais organizadas.
WhatsApp: Meta confirma que nomes de usuário estão a caminho (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
Em aviso a empresas, Meta confirma que está desenvolvendo função de nome de usuário para o WhatsApp;
Empresas e pessoas físicas poderão usar nomes de usuário como alternativa ao número de telefone, melhorando a privacidade;
A expectativa é a de que o novo recurso seja liberado até o segundo semestre de 2026.
Já faz algum tempo que a Meta vem trabalhando em uma atualização que fará o WhatsApp suportar nomes de usuário como alternativa à identificação por número de telefone. Quando? Ainda não está claro, mas não deve demorar. A companhia passou a avisar empresas de que os nomes de usuário estão a caminho.
O aviso começou a ser emitido por e-mail. Na mensagem, a Meta dá a entender que tanto pessoas físicas quanto organizações poderão exibir seus nomes de usuário nas interações via WhatsApp, sem necessidade de ter que divulgar um número de telefone para esse fim.
Isso significa que, se você estiver conversando com o serviço de atendimento de uma empresa e ambas as partes estiverem usando um nome de usuário, um lado não precisará saber o número de telefone do outro, o que contribui para o aspecto da privacidade.
No caso de empresas, o nome de usuário também poderá ajudar a prevenir fraudes baseadas em números de telefone que se passam pela companhia no WhatsApp. Para tanto, os nomes de usuários corporativos poderão exibir o selo de verificação que já é oferecido pela Meta.
Criação de nome de usuário no WhatsApp (imagem: divulgação/WABetaInfo)
Quando os nomes de usuário finalmente chegarão ao WhatsApp?
Como já informado, ainda não há data definida para isso. Mas a expectativa é a de que os nomes de usuário comecem a funcionar no WhatsApp até o segundo semestre de 2026. Isso porque a Meta avisou as empresas que usam o WhatsApp Business de que elas têm até junho de 2026 para atualizar os seus sistemas de modo a torná-los compatíveis com a nova abordagem em seu lançamento.
Isso se houver interesse pelo uso de nome de usuário, pois esse recurso será opcional.
WhatsApp Web está fora do ar (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
O WhatsApp enfrentou problemas na manhã desta terça-feira (04/11). De acordo com relatos nas redes sociais, a versão web do mensageiro da Meta ficou fora do ar. O Tecnoblog realizou testes e comprovou o erro: o WhatsApp Web ficava travado na tela de carregamento por um bom tempo. Depois disso, a interface até aparecia, mas sem exibir as conversas.
Os problemas afetaram apenas o WhatsApp Web. As versões para Android e iOS funcionavam normalmente, bem como os apps para desktop no Windows e no macOS.
De acordo com a plataforma DownDetector, que monitora serviços da web, os relatos de problemas com o WhatsApp começaram por volta das 10h30, com uma subida muito repentina em poucos minutos. As reclamações atingiram um pico às 11h30 e começaram a cair logo em seguida.
Pico de reclamações ocorreu por volta de 11h30 (imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Nas redes sociais, usuários expressaram frustração com a indisponibilidade do WhatsApp Web.
WhatsApp pode ganhar opção para inserir foto de capa (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
WhatsApp testa um recurso de foto de capa para perfis, semelhante ao de outras redes sociais.
Segundo o site WABetaInfo, a função deve incluir ajustes de privacidade e seguir o modelo do WhatsApp Business.
A Meta tem focado em tornar o app mais social e personalizável, e informações anteriores sugerem mudanças visuais nesse sentido.
O WhatsApp pode disponibilizar uma opção para adicionar foto de capa aos perfis. A função, semelhante à existente em plataformas como Facebook, LinkedIn e X, permitiria que cada usuário escolhesse uma imagem para exibir no topo do seu perfil pessoal.
Segundo o site especializado WABetaInfo, o recurso está sendo testado na versão beta 2.25.32.2 do aplicativo para Android. A novidade ainda não tem data confirmada para chegar à versão estável do app, mas pode ser liberada em uma atualização futura.
Como seriam as capas de perfil?
Recurso seria acessível no perfil do usuário (imagem: reprodução/WABetaInfo)
A ideia seria expandir um recurso que já existe no WhatsApp Business. Hoje, contas comerciais podem incluir uma imagem em formato de banner no topo do perfil, ajudando a reforçar a identidade visual da marca e causar uma boa primeira impressão.
Caso a novidade seja confirmada para perfis pessoais, os usuários comuns poderão fazer o mesmo. A foto de capa ficaria posicionada no topo da página do perfil e também apareceria nas configurações do aplicativo, sempre que o usuário acessasse essa área.
Além disso, o WhatsApp estaria desenvolvendo configurações de privacidade específicas para o recurso. O WABetaInfo menciona as opções “Todos”, “Meus contatos” e “Ninguém”, permitindo controlar quem pode ver a imagem. Mas, diferente do Status, ainda não haveria a opção “Meus contatos exceto”, que exclui pessoas específicas.
Por que o WhatsApp está testando fotos de capa?
A introdução dessa ferramenta reforçaria o movimento da Meta em tornar o WhatsApp um ambiente mais personalizável, aproximando o mensageiro de outras redes sociais. O app, que sempre se destacou pela simplicidade, tem testado recursos que dão mais liberdade ao usuário — como nomes de usuário personalizados.
Essa mudança também seria estratégica: com a chegada dos nomes de usuário, perfis mais visuais e identificáveis podem ajudar a tornar as contas mais reconhecíveis e, ao mesmo tempo, seguras.
Embora ainda não haja previsão para o lançamento global, o recurso deverá ser liberado primeiro para um grupo restrito de testadores. Caso os testes sejam bem-sucedidos, a função poderá chegar a todos os usuários nas próximas atualizações.
Posts temporários chegam ao Threads (imagem: reprodução/Meta)Resumo
O Threads introduziu um novo recurso de posts temporários, que desaparecem após 24 horas.
A novidade permite interações privadas, sem a criação de novas threads.
Segundo a Meta, dona da rede social, a função visa reduzir a “pressão da permanência”, inspirando postagens mais espontâneas e casuais.
O Threads, rede social de texto da Meta, anunciou nessa segunda-feira (27/10) um recurso de posts temporários, publicações que são automaticamente arquivadas após 24 horas.
Segundo a empresa, o objetivo é permitir que os usuários compartilhem “pensamentos sem filtro” e opiniões espontâneas. Em comunicado, a companhia diz que a ideia é reduzir a “pressão” que existe sobre posts permanecerem nas redes sociais, incentivando postagens mais casuais.
A motivação segue o conceito de funções como os Stories, do Instagram — que remete ao formato original do Snapchat —, que se tornaram o foco de postagens momentâneas, enquanto o feed passou a ser usado para conteúdo mais elaborado.
Como funcionam os posts temporários?
Post temporário pode ser ativado na criação de post (imagem: reprodução/Meta)
Ativar a novidade é simples. Para criar um post temporário, o usuário só precisa selecionar o “ícone de fantasma” na tela de criação de post, antes de publicar. Uma vez ativado, tudo o que for escrito desaparecerá do feed 24 horas depois.
O que realmente diferencia a função é a privacidade. Diferente de um post comum, as respostas enviadas a um post temporário não aparecem publicamente na plataforma, mas são encaminhadas diretamente para a caixa de entrada de mensagens do usuário.
Por outro lado, a função limita as interações ao autor do post, impedindo que outras threads se criem, algo comum em redes sociais baseadas no antigo Twitter.
Da mesma forma, as curtidas e a lista de quem respondeu também são privadas, e apenas o autor do post pode ver essas interações.
Threads aposta em ferramentas de texto
Threads segue investindo em ferramentas para postagens (arte: Vitor Pádua/Tecnoblog)
O lançamento dos posts temporários é mais uma das várias ferramentas que o Threads tem implementado recentemente para fortalecer a plataforma como um espaço de conversação.
A empresa destacou no comunicado o lançamento, há pouco tempo, dos anexos de texto, permitindo publicações muito mais longas, de até 10.000 caracteres, voltadas para quem deseja compartilhar pensamentos mais elaborados ou trechos de artigos sem depender de links externos.
Além disso, a plataforma também introduziu, no meio do ano, a capacidade de ocultar mídias ou trechos de texto em publicações que contenham spoilers.
A Meta afirma que continuará atualizando o Threads para “se tornar mais fácil e divertido compartilhar seus pensamentos e se conectar com os outros”.
WhatsApp vai mostrar arquivos mais pesados de cada conversa (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
O WhatsApp está testando um atalho para visualização de mídias pesadas na página de detalhes da conversa na versão beta 2.25.31.13 para Android.
A nova função facilita o acesso a arquivos grandes, permitindo apagá-los para liberar espaço de armazenamento.
A função está disponível para alguns usuários beta, sem previsão oficial de lançamento para o público geral.
O WhatsApp prepara uma nova opção para visualizar as mídias e os arquivos mais pesados de uma conversa. A ideia é que fique mais fácil apagá-los para liberar espaço no armazenamento.
A mudança foi vista pelo site WABetaInfo, especializado no mensageiro, na versão 2.25.31.13 do app para Android, ainda em versão beta. Alguns participantes do programa de testes já receberam essa função, e espera-se que o acesso seja ampliado ao longo das próximas semanas.
Como funciona a nova opção para visualizar mídias?
Nas configurações do WhatsApp, há a opção “Gerenciar armazenamento”. Ela mostra itens grandes e encaminhados com frequência, que são ótimos “candidatos” na hora de escolher o que apagar e liberar espaço.
Por lá, há uma lista de contatos e grupos, em que dá para ver quais foram os arquivos mais pesados trocados em cada conversa. Também existe a opção de ordenar pelos mais recentes ou mais antigos. É possível selecionar vários e apagar de uma só vez.
O que o WhatsApp está testando é colocar um novo atalho para essa visualização. Ele ficaria na página de detalhes, aquela que aparece ao tocar no nome de um contato e que reúne opções como notificações, privacidade e tema, entre outras.
Atalho fica nos detalhes da conversa (imagem: reprodução/WABetaInfo)
Atualmente, o WhatsApp conta com a opção “Mídias, links e docs” nas conversas, que mostra um histórico de fotos, vídeos e arquivos trocados naquele chat. Esses itens estão ordenados apenas de forma cronológica, começando com os mais recentes.
A ideia da Meta, ao que tudo indica, é facilitar o acesso a um recurso das configurações que pouca gente conhece. Além disso, faz sentido verificar quais são os arquivos mais pesados de conversas específicas — provavelmente você vai querer apagar vídeos encaminhados no grupo da família, por exemplo.
Por enquanto, não há nenhum anúncio oficial sobre essa mudança, nem previsão de quando ela chegará à versão pública do WhatsApp. Além disso, por se tratar de um teste, pode haver alterações até o lançamento oficial.
Instagram ganhou seis opções de ícones (imagem: Bruno Andrade/Tecnoblog)Resumo
O Instagram agora permite que as contas de adolescentes personalizem o ícone do aplicativo.
São seis versões estilizadas, acessíveis diretamente pelo feed.
A novidade é voltada para o público jovem e não deve ser liberada para adultos.
O Instagram liberou a customização do ícone do aplicativo, mas só para adolescentes. A novidade permite que jovens escolham entre seis versões estilizadas do logo tradicional da rede social para usar na tela inicial do celular.
A troca do ícone do app é feita a partir do próprio feed: basta tocar no logotipo do Instagram, exibido no topo da tela inicial, para acessar as opções de personalização. Entre as variações disponíveis estão versões em neon, vidro translúcido, fogo, flores e um design com aparência de “gosma verde”.
An update just for Teen Accounts: now you can change your Instagram app icon to match your aesthetic
To change the icon, press the Instagram logo at the top of the home feed after opening the app pic.twitter.com/XZbZzOQ2DR
Segundo o TechCrunch, o Instagram quer tornar as contas de adolescentes mais atraentes. A empresa afirmou ao site que lançou os ícones personalizados após descobrir que jovens gostam de customizar a experiência no app. O recurso não deve ser liberado para adultos.
O Instagram vem investindo desde 2024 em versões específicas para menores de idade, que incluem limites de conteúdo classificados para maiores de 13 anos. A empresa também utiliza inteligência artificial para identificar contas de adolescentes que inseriram idades incorretas, migrando-as automaticamente.
Novo recurso do Instagram mira o público adolescente (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Essas medidas, porém, foram contestadas em um relatório interno da própria Meta. O documento revela falhas nos sistemas de triagem do Instagram e indica que a plataforma exibe mais conteúdo nocivo para adolescentes vulneráveis.
Ainda assim, o Instagram busca conquistar os jovens com recursos que ampliem a sensação de controle e pertencimento à plataforma. Como observa o TechCrunch, a decisão segue uma tendência já consolidada desde o iOS 14, quando a Apple popularizou os widgets e a personalização da tela inicial, especialmente entre adolescentes usuários de iPhone.
YouTube Shorts ganha aviso para usuário parar de assistir (imagem: divulgação)Resumo
O YouTube lançou recurso para limitar o tempo diário de Shorts em dispositivos móveis
Usuários podem definir tempo máximo, e a reprodução pausa ao atingir o limite, embora seja possível dispensar o aviso.
Segundo a plataforma, a função estará disponível para todos os dispositivos ao longo do dia.
O YouTube finalmente está colocando em prática, a partir de hoje (22/10), um novo recurso de limite de tempo diário para interromper o scroll infinito no Shorts, a seção de vídeos curtos. A ideia é ajudar os usuários a terem mais controle sobre o consumo de conteúdo.
A função não é exatamente uma surpresa. Em abril, indícios dessa ferramenta apareceram no código do aplicativo. Na época, a análise sugeria um bloqueio focado exatamente no que o YouTube está implementando agora: uma forma de paralisar a sequência.
De acordo com o The Verge, a novidade será liberada ao longo do dia para todos os usuários em dispositivos móveis. Ainda não está claro se a funcionalidade chega a todas as regiões de uma vez.
Como funciona?
Nova funcionalidade será ampliada nos próximos meses (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Para quem quiser ativar a novidade, poderá encontrá-la nas configurações da conta do YouTube. Ali, o usuário pode definir um período máximo de consumo de Shorts por dia. Quando esse tempo se esgota, o próprio aplicativo pausa a reprodução e uma notificação aparece na tela com um aviso: “os Shorts estão pausados por hoje”.
Ainda assim, o YouTube não te força a fechar o app e a ferramenta depende inteiramente da disciplina do usuário. Isso porque o aviso é mais um lembrete do que um bloqueio efetivo, que pode ser simplesmente dispensado por um toque, e a rolagem infinita recomeça.
O YouTube defende a função dizendo que, embora os Shorts sejam “uma parte central da experiência”, o novo limite “permite essa exploração, ao mesmo tempo em que ajuda os usuários a serem mais deliberados sobre seus hábitos”.
A plataforma, no entanto, já adiantou um próximo passo: a função será expandida para o controle parental ainda este ano. E, nesse caso, o bloqueio será para valer. Para os pais que ativarem o recurso, a notificação de tempo esgotado não poderá ser dispensada.
Com isso, o YouTube se alinha aos principais concorrentes no formato. Os Reels no Instagram e o TikTok já oferecem há algum tempo recursos opcionais semelhantes para que os usuários possam gerenciar o tempo gasto nos apps.
Airbnb atualizou o app para ter foco em interação (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
Airbnb adicionou mais recursos sociais ao app, permitindo que hóspedes conversem e vejam participantes das experiências antes da reserva.
As novidades são voltadas para a seção Experiências no Airbnb, que reúnem atividades oferecidas pelos anfitriões.
A atualização acompanha outras melhorias na busca, mapas detalhados e suporte por IA em inglês, espanhol e francês.
O Airbnb está aprimorando o aplicativo. Nesta terça-feira (21/10), a empresa anunciou novos recursos sociais, voltados para a seção Experiências, que permitem aos hóspedes se conectar no app e manter contato mesmo após a viagem.
Essas mudanças acompanham uma série de atualizações lançadas pela companhia nos últimos meses, incluindo melhorias no sistema de busca, mapas mais detalhados e a expansão do suporte por inteligência artificial.
O que muda nas Experiências do Airbnb?
Airbnb vai oferecer mais conexões entre viajantes (imagem: divulgação)
As Experiências do Airbnb reúnem atividades oferecidas por anfitriões locais em diversas partes do mundo. Agora, a seção terá novos recursos sociais, entre eles a possibilidade de ver quem mais vai participar de uma atividade antes mesmo da reserva.
Além disso, os usuários poderão enviar mensagens diretas para participantes que conheceram durante uma Experiência, sem precisar trocar contatos externos. Essas conversas poderão ser acessadas diretamente no aplicativo, na aba Conexões, na qual também será possível revisar e reencontrar pessoas conhecidas em viagens anteriores.
O Airbnb afirma que essas interações são opcionais: cada usuário poderá decidir se quer compartilhar o perfil em uma atividade específica e quem pode enviar mensagens.
Mais novidades
Segundo o comunicado, a proposta da plataforma é estimular conexões reais entre viajantes, ampliando a experiência para além da hospedagem. A iniciativa aproxima o Airbnb de modelos de redes sociais, ao mesmo tempo em que mantém o foco no controle de privacidade dos usuários.
A atualização também traz carrosséis de busca mais inteligentes, que exibem acomodações fora dos critérios iniciais de pesquisa — como opções com preços parecidos, comodidades diferentes ou localizações próximas. Os mapas interativos foram aprimorados e agora mostram pontos de interesse como restaurantes, atrações e distâncias até o local reservado.
Além disso, o assistente de inteligência artificial da plataforma evoluiu. Agora o chatbot oferece atendimento em inglês, espanhol e francês para usuários dos Estados Unidos, México e Canadá e pode executar ações diretas, como cancelar reservas ou alterar datas, sem sair da conversa.
Para anfitriões, o Airbnb está adicionando novas ferramentas de gestão, incluindo políticas de cancelamento dinâmicas, dicas de preços mais precisas e um painel de ganhos reformulado, que permitirá comparar o desempenho financeiro ao longo do ano.
Elon Musk quer incentivar novos pagantes na plataforma (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
O X lançará um marketplace de venda de usernames inativos para assinantes Premium.
Os usernames serão divididos em “priority handles” (gratuitos) e “rare handles” (vendidos em valores que podem passar os US$ 2.500).
Usuários que cancelarem a assinatura perderão o username adquirido, que retornará ao sistema.
A plataforma X/Twitter vai começar a vender nomes de usuário inativos para assinantes de suas versões pagas. A empresa está lançando um marketplace que permitirá que usuários Premium Plus e Premium Business pesquisem e solicitem handles (os “@”s) que não estão mais em uso.
Segundo a empresa, alguns nomes podem custar mais de US$ 2.500 (cerca de R$ 13.400, em conversão direta). A medida faz parte da estratégia de Elon Musk para ampliar as vantagens das assinaturas e incentivar novos pagantes. Com o marketplace de usernames, algo que antes era gratuito passa a ser um serviço exclusivo.
Como vai funcionar o X Handle Marketplace?
De acordo com informações oficiais, os usernames disponíveis serão divididos em duas categorias: prioritários e raros. A primeira, chamada “priority handles”, inclui combinações mais comuns, como nomes completos, frases ou conjuntos alfanuméricos — e poderá ser resgatada sem custo adicional pelos assinantes qualificados.
Já os “rare handles”, considerados mais cobiçados por sua brevidade ou singularidade, serão vendidos. Segundo a plataforma, esses nomes podem custar entre US$ 2.500 e mais de sete dígitos, dependendo da demanda e exclusividade.
O processo será contínuo, e não um benefício pontual. O X pretende manter o marketplace ativo, atualizando a disponibilidade conforme novos perfis forem desativados ou removidos.
Elon Musk é o dono do X, antigo Twitter (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
O que acontece se o usuário cancelar a assinatura?
A empresa informou que, ao adquirir um novo username, o antigo será congelado — ou seja, não poderá ser usado por outra conta. Segundo o The Verge, há planos de oferecer futuramente um recurso de redirecionamento pago, permitindo que quem visitar o handle antigo seja levado ao novo perfil.
Por outro lado, a plataforma deixou claro que assinantes que cancelarem a assinatura Premium perderão o direito ao nome adquirido. Nesses casos, a conta voltará automaticamente ao username original, e o handle obtido no marketplace retornará ao sistema.
A novidade é mais um passo de Musk para tornar o X um ecossistema sustentado por assinaturas e serviços premium, após mudanças como o pagamento pela verificação e acesso à IA Grok nas respostas e novas mensagens.
Ainda não há uma data oficial para o lançamento do X Handle Marketplace, mas a plataforma liberou uma lista de espera. A expectativa é que o sistema entre em funcionamento nos próximos meses, primeiro para um grupo restrito de assinantes.
Veja o passo a passo para acessar o catálogo de contas comerciais do WhatsApp (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Você pode ver o catálogo de produtos do WhatsApp em chats com empresas que usam o WhatsApp Business pelo aplicativo para Android e iPhone ou pelo WhatsApp Web. Para visualizar a lista de produtos ou serviços disponíveis, basta acessar uma conversa com uma conta comercial e tocar na opção “Catálogo”.
O catálogo do WhatsApp tem objetivo de ser uma vitrine virtual para as empresas, apresentando itens com fotos, descrições e preços organizadamente. Isso simplifica a navegação dos clientes, a escolha de produtos ou serviços e agiliza o processo de compra.
A seguir, saiba o passo a passo para visitar um catálogo de produtos do WhatsApp.
Como ver o catálogo de uma loja no WhatsApp pelo celular
1. Acesse a conversa com a empresa no WhatsApp
Abra o WhatsApp no seu celular e acesse o bate-papo com a empresa que você deseja ver o catálogo de produtos.
Importante: este guia serve tanto para usuários de Android quanto para donos de iPhone. Embora o layout seja diferente, o caminho será o mesmo nas duas versões do aplicativo de mensagens.
Abrindo a conversa com uma conta comercial do WhatsApp (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
2. Toque no ícone de loja do WhatsApp
Caso a conta comercial tenha um catálogo de produtos no WhatsApp, um ícone de loja será exibido no canto superior direito da tela. Então, toque nele para ver os itens disponíveis para compra.
Acessando o catálogo da empresa (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
3. Explore o catálogo da empresa no WhatsApp
Navegue pela loja do WhatsApp para ver todos os serviços ou produtos disponibilizados pela empresa.
Explorando o catálogo de produtos e serviços da empresa (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
4. Adicione os produtos ou serviços ao carrinho da loja
Em alguns casos, a empresa possibilita fazer a compra diretamente pelo aplicativo WhatsApp. Para isso, toque no botão “+” ao lado do item desejado para adicioná-lo ao carrinho e, em seguida, toque em “Mostrar Pedido”.
Selecionando os itens do pedido (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
5. Conclua a compra do item pelo WhatsApp
Na tela “Seu pedido”, verifique as informações da compra e toque em “Enviar pedido”. Depois, siga as instruções para realizar o pagamento e obter o produtor ou serviço.
Enviando o pedido para a empresa via WhatsApp (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
Como ver o catálogo de uma loja no WhatsApp pelo PC
1. Abra a conversa com a empresa no WhatsApp
Use o navegador para acessar web.whatsapp.com e, se necessário, faça login na sua conta. Então, abra a conversa com a empresa que você deseja acessar o catálogo do WhatsApp Business.
Acessando o bate-papo com uma conta comercial no WhatsApp (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
2. Clique no ícone de loja para abrir o catálogo
Se a empresa tiver um catálogo disponível no WhatsApp, um ícone de loja aparece no canto superior direito da tela do chat. Então, clique nele para abrir o catálogo de produtos ou serviços ofertados.
Abrindo a opção “Catálogo” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
3. Conheça o catálogo da empresa
Na janela na parte direita da tela, explore os produtos ou serviços cadastrados pela empresa no WhatsApp.
Visualizando o catálogo da empresa no WhatsApp (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
4. Adicione itens ao carrinho do WhatsApp
Algumas empresas oferecem a opção de compra direta pelo WhatsApp. Nesses casos, clique no botão “+” ao lado do produto ou serviço que você deseja adquirir e, em seguida, clique no ícone de carrinho no canto superior direito da tela.
Selecionando os produtos e acessando o carrinho (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
5. Finalize a compra pelo WhatsApp
Na tela “Seu Pedido”, revise as informações da sua compra. Se estiver tudo certo, clique em “Enviar pedido” e siga as instruções para concluir a aquisição do produto ou serviço.
Enviando o pedido para empresa pelo WhatsApp (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
Consigo acessar o catálogo de uma loja no WhatsApp via link?
Sim, a empresa consegue gerar um link de catálogo do WhatsApp para o acesso direto à loja no aplicativo de mensagens. Depois, a conta comercial pode compartilhar o link diretamente em conversas individuais ou em grupos e no Status.
Também há opção de criar links para o compartilhamento externo em outras plataformas, como redes sociais, sites e e-mail. Tudo isso simplifica a navegação do cliente e o acesso direto aos produtos e serviços disponíveis.
Por que não consigo ver o catálogo da loja no WhatsApp?
Há alguns cenários nos quais você não consegue ver o catálogo da loja no WhatsApp. Os mais comuns são:
A loja não usa o WhatsApp Business: a funcionalidade de catálogo é exclusiva da versão WhatsApp Business, mas a loja pode estar usando a versão para contas pessoais do aplicativo;
A loja ainda não criou o catálogo: o negócio pode não ter finalizado a etapa de criar catálogo do WhatsApp Business ou não ter adicionado itens;
Itens ocultos ou excluídos: a empresa pode ter ocultado produtos específicos ou os itens podem ter sido excluídos do catálogo virtual;
Catálogo em processo de análise: novos catálogos ou itens adicionados estão sob análise do WhatsApp, o que pode levar um breve período antes de ficarem visíveis para o público;
Produtos rejeitados por violação de regras: os itens adicionados pela loja foram reprovados por não cumprirem as Políticas Comerciais do WhatsApp e, por isso, não são exibidos no catálogo;
Conta do WhatsApp bloqueada: se a loja bloqueou seu número do WhatsApp, não será possível ver as informações do perfil business, incluindo o catálogo;
Problemas de conexão com a internet: uma conexão fraca ou instável pode impedir que o catálogo carregue corretamente. Tente se conectar a uma rede Wi-Fi robusta ou com sinal de dados móveis mais forte;
Aplicativo desatualizado: o aplicativo instalado no celular pode precisar ser atualizado para a versão mais recente para que todos os recursos funcionem como esperado. Acesse a App Store do iPhone ou a Play Store do Android para obter a atualização.
Posso deixar de ver o catálogo da loja no WhatsApp?
Não dá para ocultar o catálogo de uma loja no WhatsApp quando a pessoa é um cliente, pois a vitrine digital é uma funcionalidade padrão de contas comerciais. Mesmo bloqueando o contato da loja, o catálogo permanecerá visível ao acessar o perfil.
Contudo, a empresa que gerencia a conta via WhatsApp Business tem controle total para ocultar individualmente os itens do catálogo ou simplesmente desativar a ferramenta. Assim, os produtos ou serviços não serão mais acessíveis a todos os clientes.
Problema incomoda usuários de WhatsApp há pelo menos uma semana (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
O WhatsApp corrigiu um bug que impedia o compartilhamento completo de contatos no iPhone.
A atualização para a versão mais recente do app está disponível na App Store.
Os usuários de WhatsApp no iPhone vêm enfrentando dificuldades para compartilhar contatos com outras pessoas. O app dá um erro e envia somente o nome da pessoa, mas não o mais importante: o telefone. Depois de quase uma semana de pane, o WhatsApp confirmou ao Tecnoblog que a situação está corrigida.
De acordo com a empresa, trata-se de uma instabilidade causada “por um bug pontual no aplicativo”. O que fazer a partir de agora? Atualizar o WhatsApp no iOS para a versão mais recente. Para isso, basta acessar a App Store e forçar a atualização do aplicativo, controlado pela Meta.
Apesar do contratempo ao compartilhar contatos, esse problema não trouxe maiores problemas para os mais de 120 milhões de usuários do mensageiro no país.
Saiba o passo a passo para ativar a Tradução de Vozes no Instagram (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
É possível traduzir Reels do Instagram ativando a opção “Traduzir vozes com a Meta AI” nas configurações, antes de publicar. O recurso usa a inteligência artificial da Meta para “dublar” suas falas para outros idiomas, expandindo o alcance global.
A Meta AI pode traduzir reels para português, inglês, espanhol e híndi, ajudando a quebrar barreiras linguísticas e atingir um público de outras regiões. Essa ferramenta é um diferencial para criadores que buscam internacionalizar o conteúdo rapidamente.
Conheça o passo a passo para usar a IA do Instagram para traduzir os conteúdos do Reels.
1. Inicie uma publicação no Instagram
Abra o aplicativo do Instagram no seu celular Android ou no iPhone e toque no botão “Criar”, ícone de “+” na parte inferior da tela, para acessar a tela de criação da rede social.
Abrindo a opção “Criar” do Instagram (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
2. Selecione a opção “Reel”
Selecione a guia “Reel”, na parte inferior da tela, para iniciar uma nova publicação no formato Reel.
Selecionando a guia Reel (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
3. Escolha o vídeo que terá as vozes traduzidas
Toque em cima do vídeo disponível na galeria do seu telefone que você deseja publicar no perfil e ter as vozes traduzidas.
Selecionando o vídeo que será traduzido (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
4. Edite o vídeo do Reel
Se desejar, use as ferramentas do Instagram para editar o Reel antes de publicá-lo. Depois, toque no botão azul de “Avançar” para acessar a tela de publicação do Instagram.
Editando o vídeo antes da publicação (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
5. Acesse “Mais opções” do Instagram
Desça a tela “Novo Reel” até o final e toque em “Mais opções” para ver outros recursos de configurações do Reel.
Acessando o menu “Mais opções” do Reel (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
6. Ative a opção “Traduzir vozes com a Meta AI”
Role a tela “Mais opções” até encontrar a seção “Acessibilidade e tradução”. Então, toque na chave ao lado da opção “Traduzir vozes com a Meta AI” para ativar a funcionalidade no Reel.
Importante: uma caixa de diálogo irá surgir na primeira vez que você ativar o recurso de tradução. Então, toque em “Permitir” para autorizar que o Meta AI traduza a sua voz.
Ativando a opção “Traduzir vozes com a Meta AI” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
7. Abra as configurações de tradução de voz
Após ativar o recurso, toque em “Configurações de tradução” para abrir um menu de opções. Lá, você poderá adicionar a função de sincronização labial, escolher os idiomas disponíveis para tradução e solicitar a aprovação das traduções.
Abrindo as configurações de tradução do Instagram (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
8. Defina os idiomas para a tradução
Para ver os idiomas disponíveis para tradução, toque na opção “Traduzir para”. Então, marque as caixas das línguas que você deseja que a inteligência artificial da Meta “duble” a sua voz.
Selecionando os idiomas para traduzir automaticamente (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
9. Volte a tela “Novo Reel”
Quando concluir as configurações de tradução, volte a tela “Novo Reel” usando as setas no canto superior esquerdo da tela.
Retornando para a tela “Novo Reel” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
10. Compartilhe o reel com a opção de tradução
Crie uma legenda e realize os demais ajustes do Reel antes de enviá-lo para o ar. Por fim, toque em “Compartilhar” ou “Avançar” para finalizar a publicação no Instagram.
Importante: a tradução de voz do Instagram para outros idiomas não é instantânea. A rede social dá um prazo de até 24 horas para o recurso ser aplicado no conteúdo e, durante esse período, ele exibe um selo “Tradução em andamento”.
Compartilhando o Reel com a opção de traduzir voz ativada (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
Para quais idiomas eu posso traduzir um Reel no Instagram?
O recurso de tradução e dublagem automática de Reels do Instagram oferece quatro opções de idiomas: português, híndi, espanhol e inglês. A Meta já anunciou planos de expandir esse número de línguas disponíveis, visando aumentar o alcance global dos criadores de conteúdo na plataforma.
Por que não consigo traduzir meu Reel no Instagram?
A ferramenta de tradução de voz do Reels do Instagram está sendo lançada gradualmente e, por isso, ainda pode estar indisponível para alguns usuários. A recomendação é manter o aplicativo sempre atualizado e aguardar a liberação da funcionalidade.
Posso escolher em qual idioma desejo ver um Reel no Instagram?
Sim, você pode selecionar o idioma da tradução de um Reel do Instagram quando ele exibe o rótulo “Traduzido por IA” no topo da tela. Ao tocar nessa opção, a rede social exibirá as opções de idiomas disponíveis para a “dublagem” por IA.
Por que não consigo traduzir um Reel no Instagram para português?
Em alguns casos, não é possível traduzir a voz para o português porque o criador do conteúdo não ativou a opção antes de publicar Reels no Instagram. Dessa forma, só dá para ver o conteúdo com a tradução automática no formato de legenda.
Tem como remover uma tradução no Reels do Instagram?
Sim, dá para remover a tradução de voz de um Reel ao tocar no ícone de três pontos enquanto assiste ao conteúdo. Em seguida, selecione “Traduções” para acessar as opções e “Desativar” a funcionalidade da inteligência artificial da Meta.
Se o recurso de tradução tiver sido adicionado por você em um Reel, o processo é semelhante. Após tocar nos três pontos, vá em “Gerenciar” e busque a opção “Excluir tradução” para remover o recurso do seu conteúdo.
É possível desativar as traduções automáticas no Reels do Instagram?
Sim, você pode desativar a tradução automática no Reel ao acessar o menu “Configurações e atividade” do Instagram. Vá até a opção “Idioma e traduções”, e em “Não traduzir” selecione os idiomas que você prefere ver no original, sem a tradução da Meta AI.
Instagram muda forma de navegar no app e prioriza Reels (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)Resumo
O Instagram reorganizou as abas principais, destacando Reels e DMs, e alterou a posição do botão da câmera.
A navegação por gestos foi modificada, priorizando o acesso ao Reels antes das DMs.
A mudança é opcional e será implementada gradualmente, com usuários podendo testar o novo layout antes do lançamento oficial.
O Instagram apresentou um novo layout do aplicativo destacando ainda mais o Reels e as Mensagens Diretas (DMs). Na nova organização, a primeira aba continua sendo a de Stories e Feed, mas a parte de vídeos (Reels) passa a ocupar a segunda posição, seguido pelas DMs, em terceira.
Na nova versão, o botão para abrir a câmera e criar um Story ou um post no Feed sai da aba inferior principal e passa para o canto superior esquerdo, onde atualmente fica a marca da rede. O logo, por sua vez, passa a ficar centralizado na parte superior do app. A mudança até o momento é opcional.
O chefe da rede social, Segundo Mosseri, disse hoje no Threads que este é um reflexo do comportamento atual dos usuários. “Estamos organizando o aplicativo em torno do que as pessoas mais usam, que tem sido cada vez mais o Reels e as DMs”, explicou o executivo na publicação.
O que mudou nos gestos?
Novo layout do Instagram (imagem: reprodução/Instagram)
Além da reorganização das abas, a atualização muda a navegação por gestos na tela para alterar entre as seções. Se, antes, o usuário deslizava da direita para esquerda e acessava as DMs, agora a aba imediata é do Reels, e só depois disso há o chat.
O chefe do Instagram reconhece que as mudanças de interface podem levar tempo para serem absorvidas pelos usuários e, por isso, a novidade será implementada de forma gradual.
“Sei que esses tipos de mudanças podem levar tempo para nos acostumarmos, então estamos dando às pessoas a opção de experimentar isso mais cedo, antes de lançarmos para todos”, afirmou. Ele também incentivou os usuários que ativarem a nova visualização a compartilharem suas opiniões sobre a experiência.
Os perfis que receberem o novo layout serão informados por um pop-up com a opção “Atualizar agora”. Caso recuse à primeira vista, o usuário ainda pode encontrar a opção nas configurações do app.
App apresenta nova versão como uma atualização (imagem: Felipe Faustino/Tecnoblog)
Mais uma tentativa de priorizar o Reels
Essa já é a segunda reorganização nas abas do Instagram anunciada por Mosseri em outubro. A outra, mais agressiva, abre o aplicativo diretamente na aba de vídeos curtos, semelhante ao TikTok. Entretanto, o Instagram testa essa versão exclusivamente na Índia (e para usuários selecionados).
Facebook busca recuperar relevância entre usuários mais jovens (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
Meta anunciou novos recursos e aprimorou o algoritmo de recomendação de vídeos do Facebook.
A plataforma agora mostra até 50% mais Reels por dia e inclui o recurso “bolhas de amigos”, que destaca curtidas e interações sociais.
O objetivo é atrair usuários mais jovens e competir diretamente com o TikTok.
O Facebook continua seu movimento para se aproximar do TikTok. Ontem (07/10), a Meta anunciou uma série de mudanças voltadas aos Reels. Entre as novidades, está o aprimoramento do sistema de recomendações dos vídeos, que agora deve aprender mais rapidamente os interesses dos usuários e exibir conteúdos recentes e mais relevantes.
A atualização faz parte da estratégia da empresa para revitalizar a rede social e reconquistar o público mais jovem — algo que Tom Alison, vice-presidente global da plataforma, comentou com exclusividade ao Tecnoblog. Segundo Alison, o foco é atrair usuários entre 18 aos 29 anos.
Mark Zuckerberg também tem destacado desde o início deste ano que está “animado para voltar ao Facebook original”. As alterações nos vídeos refletem essa tentativa, especialmente nos de curta duração, que dominam a plataforma rival.
Quais são as novas funções lançadas pela Meta?
“Bolhas de amigos” exibe um balão flutuante com a foto de amigos que curtiram o mesmo Reels (imagem: divulgação)
De acordo com a empresa, o Facebook agora exibe 50% mais Reels publicados no mesmo dia, o que significa que os usuários devem ver com mais frequência vídeos novos de criadores que seguem ou que o algoritmo considera interessantes. Outra adição é o recurso “bolhas de amigos”, que mostra no canto inferior esquerdo do vídeo quando um amigo já curtiu aquele conteúdo.
A Meta afirma que a ideia é reforçar o aspecto social da plataforma. “Ver as curtidas dos seus amigos sempre foi parte essencial da experiência no Facebook, e estamos criando recursos — como as bolhas — que nos reconectam às nossas origens”, explicou a empresa em comunicado.
Além disso, ao tocar na bolha, o usuário pode abrir um chat privado para comentar o vídeo diretamente com o amigo, incentivando mais interações dentro do aplicativo.
Meta tenta recuperar tempo perdido com os jovens
Empresa de Zuckerberg renova o Facebook com foco em vídeos curtos (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
A companhia tem investido pesado para que o Facebook volte a crescer entre as gerações mais novas — e não apenas com vídeos. No mês passado, a rede reintroduziu o recurso “cutucar”, implementou novos filtros de privacidade e ajustou o feed para priorizar conteúdos recomendados por IA.
Esses esforços parecem surtir efeito: segundo o último relatório de resultados da Meta, o tempo gasto assistindo a vídeos no Facebook aumentou mais de 20% em relação ao ano anterior.
Em junho, a empresa já havia anunciado que todos os vídeos da plataforma passariam a ser Reels, sem limite de duração, consolidando de vez o formato na rede.
Aplicativo deve permitir que usuários reservem seu “@” preferido (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
WhatsApp deve disponibilizar um sistema de reserva de nomes de usuário antes do lançamento oficial do recurso.
Segundo o WABetaInfo, a novidade ainda está em desenvolvimento e não tem data oficial de lançamento.
Antes, o site especializado já identificou um conjunto de regras que incluem ter entre 3 e 30 caracteres e não começar com “www”.
O WhatsApp está avançando no lançamento de nomes de usuário e deve permitir que os perfis reservem seu próprio username antes do lançamento oficial. A principal vantagem seria a possibilidade de ocultar o número de telefone pessoal.
Segundo o site especializado WABetaInfo, a versão beta 2.25.22.9 para Android revela o desenvolvimento da função, que permite reservar um identificador desejado mesmo antes da novidade principal chegar para todos. No entanto, ainda não há previsão de disponibilidade.
Como deve funcionar?
Opção de reserva aparece abaixo do número de telefone (imagem: reprodução/WABetaInfo)
A reserva de nome de usuário é uma etapa preliminar ao novo sistema de usernames, ainda sem prazo definido para chegar na versão estável do WhatsApp. É um recurso dedicado que deve ser liberado para todos em breve e que permitirá garantir seu nome de usuário antes que a funcionalidade completa esteja amplamente disponível em uma atualização futura.
O sistema de nomes de usuário, por sua vez, é um projeto de longo prazo, com os primeiros indícios no código do aplicativo surgindo ainda em 2023, mas que tem avançado neste ano. Apesar do progresso, a Meta ainda não definiu um cronograma público para o lançamento.
Vale mencionar que a empresa já estabeleceu um conjunto de regras para a criação desses identificadores únicos. Os nomes de usuário deverão ter entre três e 30 caracteres e poderão conter apenas letras, números, pontos e underlines.
Além disso, existem restrições para evitar fraudes ou confusão com endereços de internet: os nomes não poderão começar com “www” nem terminar com um domínio, como “.com”. Também não será permitido começar ou terminar um username com ponto ou usar sequência de pontos.
A mudança deve ter grande impacto no Brasil, considerado um dos principais mercados do app. A possibilidade de interagir sem expor o número de telefone pessoal também deve ajudar no combate a golpes e spam.
Mais camadas de proteção
Medida prepara terreno para a chegada dos nomes de usuário (imagem: Bruno Gall De Blasi/Tecnoblog)
Paralelamente, o aplicativo trabalha em camadas extras de segurança para proteger os usuários de mensagens não solicitadas. Um dos recursos em desenvolvimento é a “chave de acesso”, que funcionará como um código ou senha opcional que o usuário poderá configurar. Dessa forma, mesmo que alguém descubra o seu nome de usuário, só poderá enviar uma mensagem se souber a chave correspondente.
A função foi encontrada na versão de testes 2.25.22.9 para Android e confirma a estratégia do WhatsApp de dar mais controle aos usuários, preparando o aplicativo para o sistema de nomes de usuário.
Recurso permite que usuários se aprofundem em discussões (imagem: divulgação/Meta)Resumo
A Meta lançou as Comunidades no Threads para competir com o X/Twitter, conectando usuários por interesses.
Os espaços são públicos, com feeds personalizados e recursos exclusivos.
Por enquanto, apenas a Meta pode criar as comunidades, sem opção de criação direta pelos usuários.
A Meta anunciou nessa quinta-feira (02/10) o lançamento das Comunidades no Threads, uma novidade voltada para aprofundar o engajamento dos usuários e que intensifica a competição da plataforma com o X/Twitter.
A novidade está em testes com mais de 100 tópicos populares e permitirá que os 400 milhões de usuários ativos do Threads se conectem para discutir desde basquete e K-pop até livros e programas de TV.
O que são as Comunidades do Threads?
A Meta explica que as comunidades são espaços públicos e informais nos quais os usuários podem participar de conversas sobre assuntos de seu interesse.
As interações ganham uma estrutura com feeds personalizados e funcionalidades exclusivas para os membros, em continuidade à opção de compartilhar feeds customizados, que a plataforma liberou no começo do ano.
Ao ingressar em uma comunidade, o usuário passa a ter acesso a um feed dedicado àquele tópico. Essa participação é pública, ou seja, a comunidade da qual o usuário faz parte será exibida em seu perfil e fixada no menu de feeds, sinalizando seus principais interesses. Segundo a Meta, essa transparência facilita conexões baseadas em afinidades.
Cada comunidade também tem um emoji personalizado para o botão “Curtir”. Por exemplo, na comunidade “NBA Threads”, o emoji de curtida é uma bola de basquete.
Novidade libera a criação de feeds exclusivos (imagem: divulgação/Meta)
A descoberta de novas comunidades pode ser feita através da barra de pesquisa ou ao tocar em uma tag de tópico em uma postagem. Tópicos que possuem uma comunidade dedicada são identificados por um ícone de três pontos ao lado da tag. Para participar, basta selecionar a opção “Participar” no canto superior direito da página da comunidade.
A Meta também informou que mais comunidades serão adicionadas no futuro. A empresa planeja introduzir novos recursos para aprofundar a experiência. Entre as novidades previstas estão emblemas especiais para destacar os “colaboradores de destaque”, reconhecendo os membros mais engajados que ajudaram a construir conversas em torno dos tópicos mais populares.
Além disso, a companhia trabalha em melhorias nos sistemas de classificação de conteúdo. O objetivo é que os algoritmos priorizem postagens mais relevantes tanto nos feeds das comunidades quanto no feed principal “Para Você”.
Comunidades seguem modelo diferente do X/Twitter
Threads quer se consolidar como alternativa ao X (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Embora o conceito de agrupar usuários por interesses seja parecido com as comunidades do X, a versão criada pela Meta é diferente.
No X, as comunidades são, na maioria, criadas e moderadas pelos próprios usuários, em um modelo que se assemelha ao Reddit. As postagens dentro dessas comunidades são visíveis para todos, mas somente membros podem interagir.
Já no Threads, a criação das comunidades é, pelo menos no início, responsabilidade da própria Meta. A empresa está selecionando os temas com base nos interesses mais ativos na plataforma, sem, por enquanto, permitir que os usuários criem seus próprios espaços.
Outra distinção importante é que, no Threads, pessoas que não são membros de uma comunidade ainda podem participar das discussões, embora não tenham acesso aos privilégios exclusivos dos membros, como o emoji de “Curtir” personalizado.