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iPhone pode ficar ainda mais caro após reajuste da Samsung

18 de Setembro de 2026, 11:14
iPhone 18 Pro Max e Pro, lado a lado (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Resumo
  • A Samsung reajustou os preços dos chips de memória para o primeiro trimestre de 2027, o que pode aumentar o custo dos futuros iPhones.
  • Os novos preços representam uma alta de até 40% em comparação aos preços anteriores, afetando componentes de DRAM e NAND flash.
  • O aumento pode ser repassado aos consumidores, elevando o preço dos próximos iPhones, após o aumento recente dos modelos iPhone 18 Pro.

A Apple aceitou os novos preços de chips de memória da Samsung para o primeiro trimestre de 2027, segundo informações da cadeia de fornecimento. O acordo envolve componentes de DRAM e NAND flash, que enfrentam uma forte pressão de demanda. A alta pode aumentar novamente os custos dos iPhones.

O reajuste da Samsung ocorre pouco depois do anúncios dos novos modelos iPhone 18 Pro, que já chegaram mais caros em relação ao iPhone 17 Pro. No Brasil, os novos iPhones começam a ser vendidos nesta sexta-feira (18/09), com preços a partir de R$ 11.999. Tanto o Pro quanto o Pro Max tiveram aumento de R$ 500 em relação aos antecessores.

Fabricantes de smartphones chinesas, como Oppo e Vivo (que opera a marca Jovi no Brasil) teriam resistido aos aumentos propostos pela Samsung para o fim de 2026, segundo o Semiconductor Insider.

Memória sobe até 40%

Ilustração sobre memória flash mostra dois pentes de memória em um fundo de cor rosa. Na parte inferior direita, o logotipo do "tecnoblog" é visível
Chips de memória DRAM e NAND sofreram aumentos na Samsung (ilustração: Vitor Pádua/tecnoblog)

As novas cotações negociadas entre Samsung e Apple representam uma alta considerável em comparação aos preços praticados até o momento:

  • LPDDR5X: cerca de US$ 2 por gigabit (Gb), ante US$ 1,50/Gb no terceiro trimestre de 2026
  • NAND flash: aproximadamente US$ 0,33/Gb, contra US$ 0,26/Gb.

Dependendo do componente, os valores representam aumentos de aproximadamente 30% a 40%. A alta ocorre em um momento de restrição na oferta de chips de memória, enquanto fabricantes de eletrônicos disputam capacidade de produção com empresas que desenvolvem infraestrutura para inteligência artificial.

Para a Apple, o impacto final dependerá de quanto de memória cada aparelho utiliza e de como a empresa distribuirá o aumento de custos entre fornecedores, margens e preço dos produtos. O novo acordo não significa, necessariamente, que um próximo iPhone — seja uma próxima geração ou o iPhone 18 base, que lança apenas no ano que vem — terá um reajuste equivalente, mas há motivos para acreditar que sim.

Rumores de junho apontam que a estratégia de mercado da Apple para o fornecimento de chips permitira a manutenção dos preços do iPhone 17 na nova geração, que ainda assim aumentaria o valor base de memória. No entanto, o mesmo foi dito sobre o iPhone 18 Pro.

Boom da IA pressiona produção de memória

Ilustração que mostra um celular e um notebook ao lado de uma moeda para representar um aumento de preços desses produtos
Aumento de preço da memória RAM impacta mercado de eletrônicos (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A expansão dos data centers de inteligência artificial aumentou a procura por diferentes tipos de memória, especialmente por componentes usados em servidores e aceleradores de IA. Em agosto, a Samsung já havia aumentado os preços de fabricação dos componentes.

Samsung, SK Hynix e Micron, as três maiores fabricantes do setor, vêm direcionando parte de sua capacidade para produtos destinados ao mercado de servidores, incluindo a HBM (High Bandwidth Memory), essencial para aceleradores de IA.

Esse movimento reduz a disponibilidade de componentes usados em outros eletrônicos e aumenta a pressão sobre os preços de DRAM e NAND. Grande parte da capacidade produtiva prevista para 2027 já está até comprometida.

iPhone pode ficar ainda mais caro após reajuste da Samsung

iPhone 18: Pro Max e Pro lado a lado (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

(imagem: Vitor Pádua/tecnoblog)

Aumento de preço da memória RAM (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Apple lança iPhone 18 Pro hoje no Brasil

18 de Setembro de 2026, 00:01
Imagem mostra um iPhone 18 Pro Max roxo sendo segurado em uma mão
iPhone 18 Pro Max estreia nova cor (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Resumo
  • Início oficial das vendas no varejo brasileiro acontece hoje (18), acompanhando o calendário dos Estados Unidos.
  • Preços partem de R$ 11.999 (iPhone 18 Pro) e R$ 12.999 (iPhone 18 Pro Max), representando um aumento de R$ 500 frente à geração anterior.
  • Principais destaques incluem a inédita lente de abertura variável, o chip A20 Pro de 2 nanômetros e baterias que prometem até 45 horas de uso.

A Apple inicia hoje (18) as vendas oficiais dos novos iPhone 18 Pro e iPhone 18 Pro Max no Brasil, com preços a partir de R$ 11.999. Anunciados em 9 de setembro, durante um evento nos Estados Unidos , os smartphones chegam ao mercado nacional com foco em atualizações nas câmeras, na capacidade de processamento e, principalmente, na autonomia energética.

Assim como em 2025, os produtos desembarcam por aqui simultaneamente com o as vendas nos Estados Unidos, um indicativo de que a companhia passou a tratar o Brasil com maior importância, segundo fontes do mercado. Os aparelhos já vêm de fábrica rodando o sistema iOS 27. Cabe lembrar que, nesta safra, a Apple optou por lançar apenas os dispositivos com Pro no nome, enquanto os modelos mais básicos são esperados para o primeiro trimestre de 2027.

Quanto custam o iPhone 18 Pro e Pro Max no Brasil?

A nova linha de celulares premium da Apple desembarca por aqui com uma alta de R$ 500 em relação ao ano anterior. O iPhone 18 Pro tem preço sugerido a partir de R$ 11.999 (256 GB), enquanto o iPhone 18 Pro Max começa em R$ 12.999 (256 GB).

Traçando um comparativo com a família passada, o iPhone 17 Pro estreou no mercado brasileiro em 2025 custando R$ 11.499 na versão básica, de 256 GB. Já o iPhone 17 Pro Max chegou ao país por R$ 12.499.

ArmazenamentoiPhone 18 ProiPhone 18 Pro Max
256 GBR$ 11.999R$ 12.999
512 GBR$ 13.499R$ 14.499
1 TBR$ 16.499R$ 17.499
2 TBR$ 20.999R$ 21.999
Compilação feita pelo Tecnoblog

A Apple oferece opções de parcelamento em até 12 vezes sem juros no site oficial, além de um desconto de 10% para compras à vista. Os consumidores que realizaram a reserva na pré-venda têm previsão de entrega entre os dias 7 e 15 de outubro.

Quais são as principais novidades?

Imagem mostra a parte traseira do iPhone 18 Pro Max de cor roxa
Conjunto de câmeras do iPhone 18 Pro Max (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O grande destaque desta geração é a câmera principal de 48 MP, que estreia a primeira lente de abertura variável na história da Apple e permite o controle manual da entrada de luz no sensor. Segundo a Apple, a abertura de f/1.48 consegue entregar um desempenho 50% superior em fotografias noturnas ou ambientes com baixa luminosidade.

Todo o poder de fogo é comandado pelo chip A20 Pro, o primeiro da maçã fabricado na litografia de 2 nanômetros. Na prática, a sua GPU é até 40% mais veloz que a do antecessor A19 Pro, aliada a um ganho de 50% na largura de banda de memória. O componente Neural Engine também teve sua capacidade de operação duplicada justamente para rodar as novas ferramentas de IA.

Imagem mostra dois iPhones 18 Pro e Max lado a lado
Entalhe está 25% menor (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

A autonomia também foi alvo de melhorias importantes. O iPhone 18 Pro Max promete fôlego para até 45 horas de reprodução de vídeo. Já o iPhone 18 Pro alcança até 36 horas nos modelos restritos ao eSIM. O tempo na tomada encolheu. Cinco minutos de carga rendem até sete horas de tela no modelo Max, enquanto a versão Pro recupera metade da capacidade em apenas 15 minutos, conforme as projeções da Apple.

Em conectividade, a companhia introduziu o C2, um modem de celular desenvolvido internamente que diminui o consumo de energia em 15% e usa algoritmos para manter o sinal de rede mais estável. Por fim, o design frontal trouxe um refinamento no recorte da Dynamic Island, que ficou fisicamente menor, mas pode mostrar até três atividades ao vivo ao mesmo tempo sem interferir nos sensores do Face ID.

Apple lança iPhone 18 Pro hoje no Brasil

iPhone 18 Pro estreia nova cor (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Conjunto de câmeras do iPhone 18 Pro Max (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

iPhone 18: Pro Max e Pro lado a lado (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Como acessar o WhatsApp Web pelo celular (Android ou iPhone)

17 de Setembro de 2026, 10:31
Ilustração do site do WhatsApp Web no navegador do celular
Usuário pode conectar-se no WhatsApp Web pelo navegador do celular (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Entrar no WhatsApp Web pelo celular pode ser uma alternativa para usar o mensageiro sem ocupar espaço com aplicativos. Essa ferramenta em formato web facilita o acesso rápido a perfis profissionais ou secundários direto pelo navegador do smartphone.

Embora seja um recurso útil para emergências ou acessos pontuais, o próprio mensageiro oferece opções práticas para o dia a dia. Por exemplo, você pode ter duas contas do WhatsApp no mesmo celular utilizando a função nativa no aplicativo oficial.

A seguir, o Tecnoblog te ensina como acessar o WhatsApp Web pelo celular Android ou iPhone.

Como entrar no WhatsApp Web no celular Android

Você pode acessar o WhatsApp Web no celular Android ao alterar a visualização da página para a versão desktop no navegador Google Chrome. Para isso, siga os seguintes passos:

  • Acesse o site web.whatsapp.com pelo Google Chrome no smartphone Android.
  • Toque no menu de três pontos, no canto superior direito, e marque a opção “Para Computador”.
  • Atualize a página do WhatsApp Web para forçar a exibição da versão desktop com um QR Code.
  • Abra o app WhatsApp em outro celular e acesse as “Configurações”.
  • Selecione o menu “Dispositivos conectados” e toque em “Conectar dispositivos”.
  • Leia o QR Code na tela do smartphone Android que você deseja usar o WhatsApp Web. (Caso não tenha um segundo aparelho para escanear o QR Code, use a opção de login pelo número de telefone).
  • Aguarde a autenticação para concluir a sincronização e acessar o WhatsApp Web pelo navegador do celular Android.
Configurando o site do WhatsApp Web para modo de leitura para PC
Configurando o site do WhatsApp Web para modo de leitura para PC (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Como acessar o WhatsApp Web no iPhone

Os usuários do iPhone podem acessar o WhatsApp no celular pelo navegador Safari ao alterar o modo de visualização da página para o modo Desktop. Veja o passo a passo para utilizar o mensageiro de forma alternativa:

  • Entre no site web.whatsapp.com usando o Safari no iPhone.
  • Toque no ícone “aA” ao lado da barra de endereço e escolha a opção “Solicitar Versão para Computador”.
  • Digite o endereço web.whatsapp.com novamente e, agora, selecione a opção com ícone de globo para visualizar o QR Code.
  • Em outro dispositivo, abra o aplicativo WhatsApp e vá até as Configurações.
  • Entre no menu “Dispositivos conectados” e toque em “Conectar dispositivos”.
  • Use a câmera do aparelho secundário para escanear o QR Code na tela do iPhone.
    (Se você não tiver um celular secundário para ler o QR Code, o login deve ser feito via telefone)
  • Aguarde alguns segundos até o sistema validar a sincronização e carregar todas as conversas no navegador do iPhone.
Ajustando o site do WhatsApp Web para modo de leitura para PC
Ajustando o site do WhatsApp Web para modo de leitura para PC (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Qual a vantagem de usar o WhatsApp Web no celular?

Usar o WhatsApp no celular é uma opção para quem precisa de flexibilidade, produtividade e acesso rápido a mais de um perfil no mesmo aparelho. Essa solução simplifica a rotina digital, contornando diversos obstáculos do aplicativo convencional:

  • Sem instalações adicionais: permite conectar o WhatsApp Web em outro celular diretamente pelo navegador, economizando espaço na memória interna e dispensando o download de aplicativos secundários;
  • Layout otimizado para multitarefas: exibe abas de conversas e mensagens simultaneamente na tela, tornando a troca de informações e o envio de links mais ágeis no dia a dia;
  • Solução para instabilidades: funciona como um atalho seguro caso o aplicativo oficial esteja travando, com falhas de sincronização ou incompatibilidade temporária com o sistema operacional do smartphone;
  • Acesso sem restrições: garante que você gerencie sua conta do WhatsApp mesmo em redes Wi-Fi restritas ou aparelhos corporativos que bloqueiam a instalação de novos softwares.

Dá para entrar no WhatsApp Web sem o celular principal?

Abrir o WhatsApp Web no celular secundário exige o uso do aparelho principal durante a configuração inicial por motivos de segurança. É indispensável utilizar o telefone titular para validar a conexão via leitura do QR Code ou autorização no login pelo número.

No entanto, após realizar a primeira autenticação, é possível usar o WhatsApp sem o celular principal por perto ou desligado. A conta permanece sincronizada e funcional na versão para navegador do segundo aparelho. 

É possível baixar uma versão do WhatsApp Web no celular?

O WhatsApp Web não pode ser baixado no celular, pois a ferramenta é um serviço exclusivo para navegadores. A plataforma foi desenvolvida nativamente para execução via browser, dispensando a instalação no dispositivo.

Como acessar o WhatsApp Web pelo celular (Android ou iPhone)

Usuário pode conectar-se no WhatsApp Web pelo navegador do celular (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Configurando o site do WhatsApp Web para modo de leitura para PC (Imagem: Reprodução/WhatsApp Web e Google Chrome)

Ajustando o site do WhatsApp Web para modo de leitura para PC (Imagem: Reprodução/WhatsApp Web e Safari)

AirPods 5 trazem cancelamento de ruído melhorado e IA

9 de Setembro de 2026, 16:33
Imagem mostra um AirPods 5 branco, com case aberta
Apple anuncia novos AirPods 5 (imagem: reprodução/Apple)
Resumo
  • A Apple lançou os AirPods 5, fones de ouvido com cancelamento ativo de ruído (ANC) e integração à inteligência artificial da Apple, segundo a Apple.
  • Os novos fones de ouvido trazem melhorias na reprodução de som e cancelamento de ruído, com preços a partir de R$ 1.499 no Brasil.
  • Os AirPods 5 estão disponíveis em duas versões, uma com carregamento sem fio, que custa R$ 200 a mais e oferece recursos adicionais como sensor de força e 5 horas de música com ANC ativado.

A Apple apresentou nesta quarta-feira (09/09) a quinta geração dos seus AirPods tradicionais, com melhorias nas tecnologias de cancelamento ativo de ruído (ANC). Os fones foram anunciados junto com os novos iPhones, incluindo o iPhone Duo, primeiro celular dobrável da marca. Os AirPods 5 chegam ao mercado em duas versões, e ambas contam com ANC.

O AirPods 5 já está em pré-venda no Brasi. A versão de entrada custa R$ 1.499, enquanto o modelo com carregamento sem fio chega a R$ 1.699. As entregas começam em 18 de setembro.

Os novos modelos mantém o formato dos AirPods traidicionais, sem ponteiras de silicone, e não receberam nenhuma atualização em design frente aos AirPods 4, lançados em 2024. Ainda assim, a nova geração promete melhor adaptação para “diferentes formatos de orelhas”, com uma arquitetura acústica redesenhada e auxílio do Adaptative EQ, tecnologia que ajusta as frequências com base no encaixo do dispositivo.

As melhorias também têm impacto no ANC, o melhor em um fone aberto, de acordo com a Apple. A empresa afirma que a tecnologia está 50% mais eficiente em relação a geração anterior, o que também resulta num modo de Áudio Espacial Personalizado melhorado.

Integração com IA

Mulher com o AirPods 5 integragindo com IA
AirPods 5 têm integração com sistemas de IA da empresa (imagem: reprodução/Apple)

Na apresentação, a empresa deu destaque a integração dos fones com a inteligência artificial dos iPhones, como a ferramenta de Tradução Ao Vivo e a Siri inteligente. É possível ativar a assistente e pedir informações sem a necessidade de usar o celular.

Não confunda com os supostos AirPods com câmera que apareciam em rumores. A versão, que deve permitir a captura de imagens para análise de cenas, só deve ser anunciada e lançada no ano que vem, provavelmente junto ao iPhone 18 base.

Ambos os modelos também incluem o modo de Áudio Adaptativo, em que define automaticamente o volume e os modos de cancelamento de ruído, Transparência e Detecção de Conversa, que diminui o volume do som caso o usuário comece a falar.

Modelo com carregamento sem fio

Imagem reúne as novidades do AirPods 5, com informações sobre Siri AI e bateria
Modelo chega em segunda versão com mais funcionalidades (imagem: reprodução/Apple)

Diferente da geração anterior, que separou AirPods com e sem cancelamento ativo de ruído, desta vez a empresa resolveu lançar uma segunda versão em uma case com suporte a carregamento sem fio. Ela traz pequenas melhorias, mantendo o mesmo design.

Por R$ 200 a mais, o dispositivo chega com um sensor de força que permiu aumentar ou diminuir o som deslizando o dedo. Essa versão também sobe para 5 horas de música com ANC ativado, contra 4 horas do modelo padrão.

Confira os detalhes do novo iPhone

AirPods 5 trazem cancelamento de ruído melhorado e IA

(imagem: reprodução/Apple)

(imagem: reprodução/Apple)

(imagem: reprodução/Apple)

iPhone 17e (256 GB) sofre queda de preço com cupom no Magazine Luiza

9 de Setembro de 2026, 16:32
R$ 5.799,0032% OFF

Prós
  • Chip Apple A19 de 3 nanômetros
  • Câmera wide de 48 MP
  • Suporte ao MagSafe
Contras
  • Sem câmeras ultrawide e telefoto
  • Sem Dynamic Island
PIX Cupom Somente no APP
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O iPhone 17e (256 GB) está com 32% de desconto, saindo por R$ 3.949 no Pix ao usar o cupom MAGALU350 no Magazine Luiza. Entretanto, o cupom funciona apenas pelo aplicativo. O smartphone, lançado em março de 2026 por R$ 5.799, segue a proposta de possuir um custo menor ao de outros iPhones mais avançados.

iPhone 17e usa chip A19 e tela de 6,1 polegadas

Um dos destaques principais do celular ‘baratinho’ é o processador Apple A19 de 3 nanômetros, também equipado no iPhone 17 padrão, porém com um núcleo de GPU a menos. O chip conta com a companhia de 8 GB de RAM e fornece um desempenho bem consistente, permitindo executar apps em multitarefa sem engasgos.

A tela Super Retina XDR de 6,1″ com tecnologia OLED reproduz cores bem intensas e fidedignas, além de um pico de brilho que atinge 1.200 nits. Embora não seja um nível alto, o display conta com um revestimento antirreflexo. O Ceramic Shield 2 promete maior proteção – em relação ao Ceramic Shield – contra quedas e pancadas.

O iPhone 17e abre mão das câmeras ultrawide e teleobjetiva. O dispositivo possui apenas uma câmera traseira de 48 MP com estabilização óptica (OIS) e abertura de lente ƒ/1.6. Todavia, é possível obter fotografias de alto nível e ricas em detalhes. Em relação a gravações, tem a capacidade de filmar em 4K a 60 fps.

iPhone 17e não suporta Dynamic Islad, e sim o notch
iPhone 17e também não conta com a Dynamic Island (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

De acordo com a Apple, a bateria de 4.005 mAh oferece autonomia para até 26 horas de reprodução de vídeo e um carregamento rápido de 50% em 30 minutos. Um período bem curto para voltar a usar o celular. Além disso, o iPhone 17e suporta o carregamento MagSafe que oferece maior comodidade, e que ficou de fora na geração anterior.

No mais, a certificação IP68 assegura a vedação contra a entrada de poeira e água, em até 6 metros de profundidade. Portanto, para quem deseja ter um iPhone e releva algumas características para pagar um pouco menos, o iPhone 17e está à venda por R$ 3.949 no Pix com o cupom MAGALU350 exclusivo pelo app Magalu.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

iPhone 17e (256 GB) sofre queda de preço com cupom no Magazine Luiza

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iPhone 17e recebe 32% de desconto no 9.9 do Magazine Luiza. Utilize o cupom MAGALU350 válido apenas pelo aplicativo

iPhone 17e (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

iOS 27 e versão da Siri com IA chegam em 14 de setembro

9 de Setembro de 2026, 16:31
Logo da Apple no centro, expandindo na direção do leitor, num fundo amarelo, rosa e violeta escuro.
Assistente digital ganha aplicativo dedicado para centralizar o histórico de interações (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O iOS 27 e o iPadOS 27 estreiam em 14 de setembro de 2026 com a Siri AI, uma reformulação profunda da assistente treinada com os modelos Gemini do Google.
  • A ferramenta ganha um aplicativo dedicado, compreensão de contexto pessoal, auxílio de escrita, ajustes de voz e Inteligência Visual integrada à câmera.
  • Restrita a dispositivos com alta capacidade de processamento, a nova Siri é compatível com a linha iPhone 15 Pro em diante e iPads (Pro, Air e mini) com chip M1 ou superior; o iOS 27 sem a novidade chega ao iPhone 11 em diante.

A Apple informou que o iOS 27 e o iPadOS 27, novas versões de sistema operacional, serão liberados para o público na próxima segunda-feira, 14 de setembro. Revelada na WWDC 2026, a atualização marca a estreia da aguardada Siri AI, uma grande reformulação da assistente digital com capacidade de executar tarefas mais avançadas.

O anúncio ocorreu hoje, em meio ao evento de lançamento do iPhone 18, do dobrável iPhone Duo e de novos aparelhos da maçã.

Além do salto em IA, o update entrega melhorias de desempenho, ajustes na linguagem de design Liquid Glass e novas ferramentas de segurança. A nova assistente, no entanto, é o grande destaque da vez e concentra a maioria das novidades.

O que muda com a chegada da Siri AI?

A assistente virtual abandona o formato tradicional de respostas curtas para trazer recursos distribuídos pelo ecossistema da Apple:

  • Aplicativo próprio: a Siri passa a contar com um app dedicado no iPhone e no iPad, que reúne o histórico de conversas, permite fixar interações e iniciar um diálogo em um aparelho e continuar em outro.
  • Compreensão de contexto: a IA consegue localizar dados em diferentes áreas com comandos simples, como resgatar fotos antigas de viagens, buscar mensagens na caixa de entrada do Mail ou consultar anotações no Notas.
  • Modo Siri na Câmera: integrado ao app de câmera, o recurso analisa objetos em tempo real, permitindo identificar valores nutricionais de alimentos, traduzir placas ou tirar dúvidas sobre o ambiente com um toque.
  • Auxílio de escrita em qualquer app: a IA gera rascunhos e adapta sugestões ao estilo pessoal do usuário em mensagens e e-mails.
  • Personalização de voz: os ajustes do sistema agora permitem personalizar ritmo de fala, tom, expressividade e até o sotaque da assistente.
IA cruza informações para localizar e-mails, fotos e notas no aparelho (Imagem: Divulgação/Apple)

Parceria com o Google e restrições

A Apple recorreu a uma parceria com o Google, utilizando modelos do Gemini no treinamento da assistente. Consultas complexas que dependem dos servidores em nuvem da Apple terão cotas diárias de uso. Usuários que necessitarem de maior volume de processamento deverão contratar planos pagos do iCloud+.

No lançamento, a Siri AI funcionará apenas em inglês. A expansão para o português, espanhol, francês, japonês e coreano está programada para outubro deste ano.

Tarefas complexas processadas fora do dispositivo terão cota diária de uso (Imagem: Divulgação/Apple)

Quais dispositivos são compatíveis com a Siri AI?

O acesso à nova assistente exige chips com alto poder de processamento. Por conta disso, a Siri AI está restrita a uma lista seleta de aparelhos:

  • iPhones: linha iPhone 15 Pro (2023) em diante.
  • iPads: modelos iPad Pro e iPad Air equipados com chip M1 ou superior, além do iPad mini mais recente.

Quais iPhones vão receber o iOS 27?

A Apple confirmou ainda que o iOS 27 sem a Siri AI será disponibilizado para o iPhone 11 em diante, cobrindo também o iPhone SE de 2ª geração ou posterior. A expectativa é que o macOS 27 e o watchOS 27 também cheguem no dia 14.

iOS 27 e versão da Siri com IA chegam em 14 de setembro

Apple (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

iPhones antigos ficam mais caros

9 de Setembro de 2026, 16:01
Mão segurando iPhone 17 azul-névoa, destacando as câmeras, com mesa em madeira como fundo
iPhone 17 ficou 3,75% mais caro no Brasil (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Resumo
  • Apple aumentou os preços do iPhone 17 e iPhone Air vendidos no Brasil.
  • O iPhone 17 agora custa R$ 8.299, enquanto o iPhone Air agora custa R$ 10.999.
  • Os novos modelos iPhone 18 Pro e iPhone 18 Pro Max foram anunciados com preços a partir de R$ 11.999 e R$ 12.999, respectivamente.

A Apple aumentou os preços dos iPhones de gerações anteriores no país. Estamos falando do iPhone 17, que agora custa R$ 8.299 – R$ 300 a mais –, e do iPhone Air, que passou a ser vendido por R$ 10.999 – um reajuste de R$ 500.

São os únicos modelos do ano passado que permaneceram na loja, já que a Apple revelou apenas parte da nova geração nesta quarta-feira (09/09): iPhone 18 Pro, iPhone 18 Pro Max e o inédito iPhone Duo, primeiro celular dobrável da marca.

As versões mais acessíveis da linha iPhone 18 (base e 18e) devem ser reveladas no começo de 2027. Enquanto isso, a Apple retirou da loja oficial o iPhone 17 Pro e o iPhone 17 Pro Max. Ou seja, os modelos da geração anterior que continuam à venda são justamente aqueles que ainda não têm substitutos apresentados. Confira os novos preços: 

ModeloPreço antigoPreço novo% de reajusteValor do aumento
iPhone 17R$ 7.999R$ 8.2993,75%R$ 300
iPhone 17eR$ 5.799R$ 5.9993,45%R$ 200
iPhone 17 ProR$ 11.499–––
iPhone 17 Pro Max R$ 12.499–––
iPhone 18 Pro–R$ 11.9994,35% mais caro que a versão anteriorR$ 500 mais caro que a versão anterior
iPhone 18 Pro Max–R$ 12.9994% mais caro que a versão anteriorR$ 500 mais caro que a versão anterior
iPhone AirR$ 10.499R$ 10.9994,76%R$ 500
iPhone Duo–R$ 21.999––
Tabela elaborada pelo Tecnoblog

iPhones estão mais caros

Além do reajuste nas versões anteriores, os novos modelos já chegaram mais caros em relação à geração passada. O aumento é de R$ 500 em ambos os casos: o iPhone 18 Pro custa R$ 11.999, ante R$ 11.499 cobrados pelo iPhone 17 Pro no lançamento. Já o iPhone 18 Pro Max passou de R$ 12.499 para R$ 12.999.

A nova faixa de preço ocorre em meio à alta dos custos de produção e à escassez de memórias, causada pela forte demanda por chips voltados à inteligência artificial. Em junho, a Apple já havia reajustado os preços de MacBooks e iPads, mas deixou os iPhones de fora.

Vale lembrar que, até então, o iPhone Pro Max era o modelo mais caro da Apple. Com a estreia do iPhone Duo, o posto passa para o dobrável, que chega ao Brasil por R$ 21.999.

Os novos aparelhos já aparecem na Apple Store e têm entregas previstas para 18 de setembro, após a loja ficado temporariamente fora do ar antes do evento.

iPhones antigos ficam mais caros

O iPhone 17 tem duas câmeras na traseira (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

iPhone Duo: Apple lança seu primeiro celular dobrável

9 de Setembro de 2026, 14:56
Imagem mostra um iPhone dobrável aberto, sendo segurado em duas mãos
iPhone Duo é apresentado pela Apple (imagem: reprodução/Apple)
Resumo
  • O iPhone Duo, primeiro celular dobrável da Apple, foi anunciado nos EUA com tela interna de 7,6 polegadas e iOS adaptado para uso com duas mãos.
  • O smartphone tem processador Apple A20 Pro, bateria com 31 horas de reprodução de vídeo no display interno e custa R$ 21.999 na versão de 256 GB.
  • O iPhone Duo é construído em titânio de qualidade aeroespacial e tem câmera de 48 megapixels com ultra wide e teleobjetiva de 12 megapixels.

A Apple fez o lançamento do iPhone Duo nesta tarde, junto com a nova leva de iPhone 18 Pro. Trata-se do primeiro smartphone dobrável da companhia, que tem formato “passaporte” e chega ao Brasil por R$ 21.999 na versão de 256 GB. São duas opções de cor: Star White (branco) e Night Sky (preto).

O anúncio ocorreu na sede da empresa nos Estados Unidos. Com este movimento, a Apple começa a atuar num mercado com diversas opções de dobráveis: Samsung com o Z Fold 8, Motorola com o Razr Fold,  Xiaomi com o recém-lançado 18 Fold e Oppo com o Find N6.

O novo CEO John Ternus disse que “um dispositivo com uma tela maior abriria muitas outras possibilidades”. De acordo com a empresa, o Duo é construído em titânio de qualidade aeroespacial, um material reconhecido pela durabilidade. Há ainda Ceramic Shield na frente e atrás. A companhia ainda prometeu uma dobradiça com controle preciso de abertura.

As telas do Duo

O iPhone Duo tem tela externa de 5,4 polegadas. No entanto, a graça está no display interno dobrável de OLED: ele se abre em 7,6 polegadas, fazendo com que o smartphone ganhe um aspecto mais parecido com o de um tablet diminuto. Ele é 50% maior que o iPhone 18 Pro Max e 80% maior que o iPhone 18 Pro.

De acordo com a Apple, a tela interna traz um acabamento de nano-textura que evita marcas de dedos e arranhões. A laminação prevê um display reto e muito durável.

Imagem mostra um iPhone dobrável fechado, sendo segurado em uma mão
Tela externa do iPhone Duo (imagem: reprodução/Apple)

Câmeras

Falemos de fotografia. A nova aposta da Apple tem duas câmeras na traseira, uma na frontal e uma no interior (quando a tela está aberta).

  • Traseira: Fusion Camera de 48 megapixels (com ultra wide); teleobjetiva de 12 megapixels (zoom de 2x)
  • Frontal: Câmera Center Stage de 12 megapixels, capaz de reconhecer a cena e enquadrar melhor as pessoas
  • Tela interna: Câmera FaceTime

iOS

Todo o sistema iOS foi adaptado para o iPhone Duo. Isso significa que a gestão de janelas e apps está mais próxima da vista no iPad, já que o comprador poderá rodar vários deles simultaneamente – inclusive diversas instâncias de um mesmo aplicativo. O dock de apps fica do lado direito (e não embaixo) quando a tela está aberta.

O desbloqueio se dá pelo Touch ID, com um leitor de impressões digitais na lateral do aparelho. Os usuários podem cadastrar vários dedos, já que existem diversas formas de manuseá-lo.

Mais detalhes da ficha técnica

Imagem mostra a dobradiça do iPhone dobrável
Dobradiça do iPhone Duo (imagem: reprodução/Apple)

O iPhone Duo usa processador Apple A20 Pro, o mesmo presente na linha iPhone 18 Pro, com direito a um motor específico para cuidar das duas telas. Há ainda uma câmara de vapor que possibilita conforto térmico, mesmo com uso prolongado.

A Apple promete uma bateria “para um dia inteiro”, com 31 horas de reprodução de vídeo no display interno e 44 horas no display externo. São duas células posicionadas dentro das metades do produto. Já a recarga rápida prevê 5 horas de autonomia na reprodução de vídeo após 15 minutos na tomada.

Cabe uma ressalva: muito se falou sobre um possível iPhone Ultra, porém os cabeças da Apple optaram pela nomenclatura Duo. Ela não é exatamente inédita no mundo da tecnologia, visto que a Microsoft comercializou o telefone Surface Duo entre 2019 e 2020 (quem lembra?). Ele tinha duas telas em seu interior, mas não era dobrável.

Confira as primeiras impressões do telefone “passaporte” da Samsung

iPhone Duo: Apple lança seu primeiro celular dobrável

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Smartphone tem tela interna de 7,6 polegadas e iOS adaptado para uso com duas mãos.

iPhone Duo (imagem: reprodução/Apple)

Tela externa do iPhone Duo (imagem: reprodução/Apple)

Dobradiça do iPhone Duo (imagem: reprodução/Apple)

Apple anuncia iPhone 18 Pro e 18 Pro Max; veja o que há de novo

9 de Setembro de 2026, 14:18
iPhone 18 Pro em nova cor
Apple anuncia iPhone 18 Pro e 18 Pro Max (imagem: reprodução/Apple)
Resumo
  • A Apple lançou os iPhones 18 Pro e 18 Pro Max, equipados com o chip A20 Pro de 2 nm, telas OLED de até 6,9 polegadas e câmeras com sensores de 48 megapixels.
  • Os novos iPhones trazem uma Dynamic Island menor e uma bateria com maior autonomia: até 36 horas de reprodução de vídeo no iPhone 18 Pro e até 45 horas no iPhone 18 Pro Max.
  • Os preços no Brasil variam de R$ 11.999 para o iPhone 18 Pro de 256 GB a R$ 21.999 para o iPhone 18 Pro Max de 2 TB.

Correspondendo aos rumores, a Apple acaba de fazer o anúncio oficial do iPhone 18 Pro e do iPhone 18 Pro Max. Os dois aparelhos trazem o chip Apple A20 Pro de apenas 2 nm entre os destaques, mas alguns atributos visuais chamam mais atenção no primeiro contato, como a Dynamic Island (Ilha Dinâmica) menor. No Brasil, os preços começam em R$ 11.999. Há quatro opções de cores: preto, prata, branco e bordô.

Antes de seguirmos com os detalhes sobre ambos os aparelhos, convém responder a uma pergunta que talvez você esteja se fazendo: onde está o iPhone 18 “normal”? Esse e outros modelos mais acessíveis, como a segunda geração do iPhone Air, só devem ser anunciados em 2027.

Trata-se de uma mudança na estratégia de lançamentos da Apple. Ou uma questão de prioridade: o grande lançamento do evento realizado hoje pela companhia é o aguardado iPhone Duo, com corpo dobrável.

Como são o iPhone 18 Pro e o 18 Pro Max por fora?

Tal como seus antecessores, o iPhone 18 Pro e o iPhone 18 Pro Max têm telas de 6,3 e 6,9 polegadas, respectivamente. O design externo pouco mudou em relação à linha iPhone 17 Pro. Na traseira, por exemplo, continuamos encontrando um módulo de câmeras que ocupa todo o espaço superior.

Uma das poucas diferenças de design está na já mencionada Dynamic Island, aquele recorte na tela que abriga câmera frontal e sensores, e que se expande virtualmente quando determinados aplicativos ou recursos do iPhone estão em uso.

iPhone 18 Pro com "entalho" menor
iPhone 18 Pro com “entalho” menor (imagem: reprodução/Apple)

Tanto no iPhone 18 Pro quanto no 18 Pro Max, o entalhe ficou aproximadamente 35% menor, permitindo que a Ilha Dinâmica tenha uma capacidade de expansão mais generosa.

Sobre a tela em si, os novos modelos contam com painéis OLED com tecnologia LTPO+ e taxa de atualização ProMotion de até 120 Hz.

Ambos os aparelhos foram anunciados com quatro opções de cores: preto, prata, branco e bordô (vinho). Observe que não há opção na cor laranja metálica que marcou os iPhones 17 Pro e 17 Pro Max.

Como são as câmeras dos novos iPhones?

A nova linha manteve um trio de câmeras na traseira, todas com sensor de 48 megapixels. A principal tem como novidade um sistema de abertura variável, com seis lâminas, que permite ajustar o diafragma automaticamente para posições entre f/1,4 e f/4,0 de modo a favorecer fotos com fundo desfocado ou a qualidade de imagens registradas sob baixa iluminação, por exemplo.

Já a segunda câmera é uma teleobjetiva com zoom óptico de até 8x. Aqui, a abertura permanece fixa, mas está maior. Por fim, a terceira câmera é a ultrawide. Ah, sim: a câmera frontal permanece com um sensor de 18 megapixels.

Um recurso notável sobre fotografia é a tecnologia Apple Reference Image, que faz a câmera “assinar” os dados da imagem no momento do disparo, permitindo verificar modificações, bem como validar a autenticidade de fotos.

As cores do iPhone 18 Pro e iPhone 18 Pro Max
As cores do iPhone 18 Pro e iPhone 18 Pro Max (imagem: reprodução/Apple)

Chip A20 Pro no comando e baterias maiores

A Apple equipou o iPhone 18 Pro e o 18 Pro Max com o novíssimo chip A20 Pro, fabricado com o processo N2 da TSMC, de 2 nanômetros. A otimização da litografia permitiu ao chip ter mais transistores e, com isso, oferecer mais desempenho.

Encontramos seis núcleos de CPU por aqui acompanhados de sete núcleos de GPU, um núcleo gráfico a mais na comparação com o A19 Pro. O conjunto oferece até 20% mais desempenho de CPU e ganho de 40% de GPU.

Para completar, o A20 Pro trabalha com 50% mais largura de banda de memória e traz um novo Neural Engine de 32 núcleos, que dobra a capacidade de processamento de tarefas de IA em relação ao chip antecessor.

Chip Apple A20 Pro
Chip Apple A20 Pro equipa linha iPhone 18 Pro (imagem: reprodução/Apple)

No aspecto do consumo de energia, agora há uma maior autonomia de bateria, segundo a Apple. Ficou assim (considerando reprodução de vídeo):

  • iPhone 18 Pro: até 36 horas de autonomia com uma carga completa
  • iPhone 18 Pro Max: até 45 horas de autonomia com uma carga completa

Disponibilidade e preços dos iPhones 18 Pro e o 18 Pro Max

Nos Estados Unidos, os preços do iPhone 18 Pro partirão de US$ 1.199, enquanto o iPhone 18 Pro Max custará a partir de US$ 1.299. Ambos os modelos serão comercializados em opções que vão de 256 GB a 2 TB de capacidade. A pré-venda começa em 12 de setembro. A disponibilidade oficial está marcada para 18 de setembro.

Já no Brasil, os preços oficiais são os seguintes:

  • iPhone 18 Pro de 256 GB: R$ 11.999
  • iPhone 18 Pro de 512 GB: R$ 13.499
  • iPhone 18 Pro de 1 TB: R$ 16.499
  • iPhone 18 Pro de 2 TB: R$ 20.999
  • iPhone 18 Pro Max de 256 GB: R$ 12.999
  • iPhone 18 Pro Max de 512 GB: R$ 14.499
  • iPhone 18 Pro Max de 1 TB: R$ 17.499
  • iPhone 18 Pro Max de 2 TB: R$ 21.999

Em tempo: o evento de hoje também serviu de palco para o Apple Watch Series 12 e o Apple Watch Ultra 4, bem como para os fones AirPods 5.

Apple anuncia iPhone 18 Pro e 18 Pro Max; veja o que há de novo

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iPhone 18 Pro e iPhone 18 Pro Max trazem chip A20 Pro mais poderoso e uma nova Dynamic Island.

iPhone 18 Pro

iPhone 18 Pro com "entalho" menor (imagem: reprodução/Apple)

As cores do iPhone 18 Pro e iPhone 18 Pro Max (imagem: reprodução/Apple)

Chip Apple A20 Pro

Apple Store sai do ar antes de evento do iPhone 18

9 de Setembro de 2026, 10:06
Ilustração mostra o logo da Apple ao centro, em cor verde claro. O fundo é azul e verde. Na parte inferior direita, o logotipo do "tecnoblog" é visível.
Apple deve revelar novos produtos (arte: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • A loja online da Apple ficou indisponível antes do evento de lançamento do iPhone 18.
  • Apple anunciou novos iPhones, incluindo um inédito modelo dobrável.
  • Os preços dos novos modelos subiram e os modelos chegaram mais caros que o lançamento do ano passado.

A Apple Store ficou fora do ar na manhã desta quarta-feira (09/09). A empresa costuma desativar temporariamente a loja antes de grandes lançamentos, em preparação para a chegada de novos produtos. Às 14h de hoje, a companhia revelou novos iPhones, incluindo o inédito iPhone Duo, primeiro dobrável da marca. 

Também foram revelados novos Apple Watches e AirPods. Com os lançamentos, a Apple também reajustou os preços de produtos que já estavam à venda, incluindo alguns modelos lançados no ano passado.

Captura de tela da Apple Store com mensagem “Voltamos logo” e “Estamos atualizando a Apple Store”
Loja online da Apple ficou fora do ar (imagem: Tecnoblog)

Este foi o primeiro evento comandado pelo novo CEO John Ternus, que sucede Tim Cook à frente da Apple. Ternus assume o cargo após 25 anos de bagagem, atuando como designer de produto e vice-presidente de engenharia de hardware.

O evento foi transmitido ao vivo pelo site da Apple, pelo aplicativo Apple TV e pelo YouTube. Diferentemente dos anos anteriores, porém, a apresentação se concentrou nos modelos mais caros da família. O iPhone 18 base e o iPhone 18e são esperados apenas para o início de 2027.

Apple Store sai do ar antes de evento do iPhone 18

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Loja online da Apple ficou indisponível na manhã desta quarta-feira (9). Empresa revelou novos celulares.

Apple (arte: Vitor Pádua/Tecnoblog)

iPhone 18: como ver o lançamento da Apple ao vivo

9 de Setembro de 2026, 05:55
Logo da Apple com fundo azul, fazendo alusão ao convite para o evento.
Evento da Apple começa às 14 h no horário de Brasília (arte: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • A Apple apresenta novos iPhones nesta quarta-feira (09/09) às 14h, no horário de Brasília, com transmissão ao vivo no site da Apple e no YouTube.
  • Os novos modelos incluem o iPhone 18 Pro, iPhone 18 Pro Max e iPhone Duo, com melhorias como um novo chip de 2 nanômetros e um jogo de câmeras aprimorado.
  • A transmissão ao vivo pode ser assistida no site da Apple ou no YouTube, com opções para adicionar um lembrete ao calendário e receber notificações.

A Apple vai apresentar os novos iPhone 18 Pro, iPhone 18 Pro Max e iPhone Duo (ou Ultra) nesta quarta-feira (09/09), a partir das 14h de Brasília. Este é o primeiro evento comandado pelo novo CEO John Ternus, que sucede Tim Cook à frente da companhia.

Entre as novidades aguardadas estão um novo chip de 2 nanômetros na linha Pro da marca, além de melhorias no jogo de câmeras da versão Max. Além disso, o modelo Ultra promete ser a primeira opção dobrável da Maçã, chegando com opções de até 1 TB e valores mais salgados em relação aos outros celulares da marca.

A transmissão do evento será feita tanto pelo site da maçã quanto no YouTube, pela conta oficial da empresa. A seguir, confira o passo a passo para ver as novidades da Apple ao vivo.

Como assistir ao lançamentos dos novos iPhones ao vivo

No site da Apple, a transmissão acontece logo na primeira página. Basta entrar no apple.com na hora do evento para começar a assistir. Quem entrar antes da hora também pode adicionar um lembrete ao calendário clicando no botão sinalizado. A partir disso, você faz o download de um arquivo ICS, que pode ser importado ao calendário de sua preferência. No iPhone, o evento é adicionado de forma automática ao calendário da Maçã, assim como no macOS.

Já para quem preferir assistir no YouTube, é necessário buscar pela conta oficial da Apple no site ou no app. Ao entrar no canal da maçã, o vídeo do evento estará em destaque. Assim como no site, é possível adicionar um lembrete para assistir ao evento: basta clicar em “Receber notificação”.

O que esperar do evento do iPhone?

Em 2026, o evento de lançamento dos novos iPhones deve focar nas opções premium da linha. O iPhone 18 padrão e o iPhone 18e, por exemplo, são esperados apenas para o início de 2027.

Nesta quarta, três principais modelos devem ser anunciados: os iPhones 18 Pro e 18 Pro Max, além do iPhone Ultra. Os dois primeiros prometem trazer o que há de melhor na linha mobile da Apple, incluindo um novo chip com litografia de 2 nanômetros. Uma diferença importante entre as duas versões é a possibilidade de um sensor de abertura físico no jogo de câmeras do iPhone 18 Pro Max, uma melhoria interessante nos controles de profundidade e captação de luz do modelo.

Imagem mostra um comparativo entre um suposto iPhone dobrável preto, com módulo em “pílula” para duas câmeras principais, e um iPhone 17 Pro Max.
iPhone Ultra deve trazer formato “passaporte” e sistema de duas câmeras traseiras (imagem: reprodução/Jam Online)

Já o iPhone Duo será o primeiro dobrável da maçã, que chega com formate “passaporte” e rivaliza diretamente com o Galaxy Z Fold 8 da Samsung, lançado no início de agosto. Ainda não há uma confirmação dos preços, mas a expectativa é por um aumento significativo: o iPhone 18 Pro deve custar a partir de US$ 1.299 (R$ 6.598), enquanto o Pro Max pode chegar por US$ 1.399 (R$ 7.106). Rumores apontam para um valor mais salgado no iPhone Ultra, com a versão base de US$ 2 mil a US$ 2,5 mil (até R$ 12.700), com uma opção de 1 TB esperada por até US$ 2,9 mil (R$ 14.732).

Seu nome, inclusive, figurou num dos últimos rumores sobre os lançamentos desta quarta. A informação de última hora foi levantada pelo jornalista Mark Gurman, da Bloomberg, conhecido por acertar diversos vazamentos da maçã.

iPhone 18: como ver o lançamento da Apple ao vivo

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Suposto dobrável iPhone Duo deve ser apresentado nesta quarta-feira (09/09) a partir das 14h.

Evento da Apple começa às 14 h no horário de Brasília (arte: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Módulo traseiro em formato de pílula abriga as duas câmeras principais do aparelho (imagem: reprodução/Jam Online)

iPhone 17 (256 GB) tem grande queda de preço no Mercado Livre

8 de Setembro de 2026, 13:58
R$ 7.999,0037% OFF

Prós
  • Tela OLED com ProMotion de 120 Hz
  • Câmeras de 48 MP
  • Selfies com Center Stage e 18 MP
  • Wi-Fi 7 e Bluetooth 6.0
  • Chip A19 de alta performance
  • Certificação IP68
Contras
  • Sem câmera teleobjetiva
PIX Cupom na página
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O iPhone 17 de 256 GB está com um desconto imbatível no Mercado Livre, saindo por R$ 5.074 no pagamento via Pix com cupom disponível na página. Com uma redução de 37% sobre o preço original de R$ 7.999, este é o momento ideal para quem busca atualizar seu iPhone para o modelo mais recente, que tem a fluidez como destaque.

iPhone 17 tem tela de 120 Hz e chip Apple A19

Com o chip Apple A19 de 3 nanômetros e 8 GB de RAM, o iPhone 17 rodará jogos pesados e aplicativos de inteligência artificial sem engasgos. Sua tela OLED conta com 120 Hz de taxa de atualização, uma evolução em relação ao antecessor, que oferece mais fluidez na transições entre aplicativos e nas jogatinas.

O conjunto de câmeras também é avançado: na traseira, a dupla de sensores de 48 megapixels permite capturar fotos ricas em detalhes e gravar vídeos em 4K com estabilização profissional. Na frente, a lente de 18 megapixels conta com sensor Center Stage para enquadramento automático de selfies, e também filma em 4K até 60 fps.

A bateria de 3.692 mAh suporta carregamento rápido de 50% em apenas 20 minutos, e é compatível com MagSafe de 25 W para recarga sem fios. E graças ao processador avançado, o iPhone 17 oferece ótima eficiência energética, chegando até 30 horas de reprodução de vídeos segundo a Apple.

iPhone 17 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
iPhone 17 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Sua construção em Ceramic Shield 2 oferece resistência contra quedas e riscos, enquanto a certificação IP68 protege contra água e poeira. O iPhone de última geração ainda conta com suporte ao 5G, Wi-Fi 7 e conexão USB-C para transferência rápida de dados.

Com tudo isso, o iPhone 17 de 256 GB por R$ 5.074 no Pix acaba sendo uma ótima opção para quem busca atualizar o seu iPhone antigo por um mais recente ou pensa em comprar seu primeiro celular da Apple. A promoção é válida para compras no Pix somente do modelo nas cor verde.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

iPhone 17 (256 GB) tem grande queda de preço no Mercado Livre

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iPhone 17 tem tela de 120 Hz e processador poderoso da Apple; celular atinge 37% OFF em promoção combinada com cupom

iPhone 17 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

iPhone 18: por que o Pro Max será superior ao Pro (para além do tamanho)

19 de Agosto de 2026, 10:11
Traseira iPhone 17 Pro Max
Novo iPhone 18 Pro Max pode trazer câmera melhor que a versão Pro (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Resumo
  • O iPhone 18 Pro Max pode ter câmera com zoom óptico de 6x e abertura variável da lente com diafragma ajustável, de acordo com rumores.
  • A abertura variável permitiria fotos melhores no escuro, com ajuste de entrada de luz e noção de profundidade ajustável, diferentemente do foco fixo atual.
  • O modelo iPhone 18 Pro Max seria maior e mais pesado que o iPhone 17 Pro Max, com lançamento previsto para setembro, junto ao iPhone Ultra.

Na próxima geração do iPhone, a versão Pro Max pode suplantar o Pro não apenas no tamanho, mas também nas melhores especificações de câmera. A suposta vantagem teria a ver com o alcance do zoom, que seria maior, e uma variação no diafragma da lente, recurso inédito nos celulares da Apple.

Caso a informação se confirme, essa seria apenas a segunda vez na história do iPhone que a versão Pro Max chegaria melhor que a Pro. A primeira aconteceu no iPhone 15 Pro Max, com a lente de tetraprisma, ausente no tamanho menor. Uma abertura variável permitiria fotos mais avançadas no escuro, independentemente do Modo Noturno.

Desejo antigo na câmera do iPhone

A abertura variável de lente em câmeras é um recurso interessante para quem busca o modelo premium pela maior qualidade nas fotos e vídeos. Atualmente, o foco dos celulares da Apple é fixo, com alguns ajustes acontecendo de forma digital. O novo recurso seria mecânico, com um pequeno shutter em uma das câmeras.

iPhone 17 Pro Max (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
iPhone 17 Pro Max tem diafragma fixo em f/1.7, o que deve mudar na nova geração (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O Modo Retrato, por exemplo, simula essa alteração na profundidade garantida pela mudança de abertura no diafragma. Ao invés do f/1.7 fixo utilizado no iPhone 17 Pro e Pro Max, o modelo permitiria ajustar outros padrões, com entrada de mais ou menos luz – e uma noção de profundidade ajustável. Segundo o MacRumors, ainda não está certo se o ajuste será manual ou automático, mas seria uma funcionalidade a mais para posicionar o iPhone como uma DSLR.

A possibilidade de ajustar o diafragma não seria algo inédito em smartphones: a Samsung já utilizou o recurso em modelos mais antigos, como o Galaxy S9 e o Galaxy S10, último da empresa lançado com a abertura variável. Inclusive, rumores recentes apontam que a gigante sul-coreana estaria trabalhando para trazer a funcionalidade de volta no Galaxy S27 Ultra, previsto para o início de 2027 – justamente para concorrer com o iPhone 18 Pro Max.

Atualmente, marcas chinesas têm oferecido os principais celulares no mercado com abertura variável de lente. Entre elas, a Honor, com o Magic6 Pro, e a Huawei, que oferece o recurso nas linhas Pura e Mate, casos do Huawei Pura 70 Ultra e o Huawei Mate 60 Pro+, entre outros. Nos três casos, o ajuste é mecânico e varia entre f/1.4 e f/2.0, no caso do modelo da Honor, chegando a f/4.0, nos modelos top de linha da Huawei.

Câmera melhor estaria, enfim, ligada ao tamanho

O vazamento de junho já indicava a abertura variável, a partir de documentos internos da Tata Electronics, fornecedora de lentes para os celulares da Maçã. A expectativa é por sensores Sony IMX905 no modelo, que permitiriam o ajuste no diafragma. Além disso, o site 9to5Mac indica que o modelo iPhone 18 Pro Max viria com zoom óptico de 6x e melhor desempenho para fotos em ambientes escuros.

Imagem mostra um comparativo entre um suposto iPhone dobrável preto, com módulo em “pílula” para duas câmeras principais, e um iPhone 17 Pro Max.
iPhone 18 Pro Max pode ser lançado junto ao iPhone Ultra, dobrável aguardado para setembro (imagem: reprodução/Jam Online)

A novidade indica que, no final das contas, o tamanho maior da linha seria aproveitado pela Apple para aprimorar seu jogo de câmeras. Os rumores também apontam para um modelo maior e mais pesado que o iPhone 17 Pro Max. Já quanto ao lançamento, a expectativa por chegada em setembro, junto ao iPhone Ultra, primeiro dobrável da Apple.

iPhone 18: por que o Pro Max será superior ao Pro (para além do tamanho)

iPhone 17 Pro Max (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

iPhone 17 Pro Max (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Módulo traseiro em formato de pílula abriga as duas câmeras principais do aparelho (imagem: reprodução/Jam Online)

Suposto fone com câmera vaza em vídeo da própria Apple

18 de Agosto de 2026, 11:08
Suposto AirPod com câmera vaza em vídeo (imagem: reprodução)
Resumo
  • A Apple está desenvolvendo AirPods com câmeras integradas, segundo informações encontradas em um vídeo incluído na versão release candidate do macOS Tahoe 26.7.
  • Os novos AirPods podem ser lançados junto com o iPhone 18, em setembro.
  • A tecnologia Inteligência Visual da Apple permitirá que os AirPods com câmeras “vejam” o que o usuário vê para realizar ações relacionadas, como responder a perguntas sobre um objeto.

Fones de ouvido com câmeras integradas formam uma ideia inusitada, mas que está prestes a se tornar realidade no ecossistema da Apple: surgiram indícios de que a companhia está desenvolvendo AirPods que contam justamente com esse recurso. Existe a possibilidade de que eles sejam anunciados em breve — talvez já em setembro, junto com a linha iPhone 18.

Uma referência para os tais fones foi encontrada em um pequeno vídeo incluído na recém-liberada versão release candidate do macOS Tahoe 26.7. Publicado pelo perfil @aaronp613, no X, o vídeo mostra um homem usando AirPods enquanto segura e olha para um livro. Enquanto isso, uma narração menciona a tecnologia Inteligência Visual (Visual Intelligence), da Apple:

Com a Inteligência Visual, seu mundo pode ser guardado. Viu algo que gostou? Basta pedir para que eu salve para mais tarde.

A narração sugere que as câmeras não foram integradas aos AirPods para registrar fotos ou vídeos. Bom, talvez isso seja possível de alguma forma, com o conteúdo resultante sendo salvo no iPhone, por exemplo. Mas o foco parece estar em permitir que a Inteligência Visual “veja” o que o usuário vê para realizar ações relacionadas, como responder a perguntas sobre um objeto.

Nesse sentido, os AirPods com câmeras também podem servir de “olhos” para a Siri, permitindo que a assistente realize ações como traduzir uma placa em outro idioma ou fornecer informações sobre uma obra de arte.

Here is your first look at AirPods with Cameras in action using Visual Intelligence.

This video file came from macOS 26.7 RC pic.twitter.com/yo7RI4MCeu

— Aaron (@aaronp613) August 18, 2026

Ainda de acordo com @aaronp613, os novos AirPods serão capazes de avisar quando cabelos estiverem bloqueando as câmeras e ainda oferecerão um modo de emparelhamento seguro, que pede para os fones serem colocados no estojo para esse procedimento ser realizado.

Ainda não há detalhes sobre o aspecto físico dos supostos novos AirPods. Mas, no vídeo, eles parecem ser muito semelhantes aos AirPods Pro atuais, com a diferença principal de terem hastes um pouco mais grossas.

AirPods Pro 3 em destaque com as mesmas expressões ditas em várias línguas ao redor.
Airpods Pro 3 (imagem: divulgação/Apple)

Quando os AirPods com câmeras serão lançados?

Até o momento, não há nenhuma informação sobre esses AirPods por parte da Apple, razão pela qual também não há detalhes sobre datas. Mas, como o vídeo apareceu em uma versão release candidate (de pré-lançamento) do macOS Tahoe 26.7, é de se presumir que o anúncio oficial esteja próximo.

Em setembro, a Apple fará um evento que, muito provavelmente, servirá de palco para a linha iPhone 18. É possível que os AirPods com câmeras sejam revelados na mesma ocasião. Fiquemos de olho!

Com informações de 9to5Mac

Suposto fone com câmera vaza em vídeo da própria Apple

Suposto AirPod com câmera vaza em vídeo (imagem: reprodução)

Airpods Pro 3 (imagem: divulgação)

Firefox para iPhone ganha bloqueador de anúncios

17 de Agosto de 2026, 14:52
Imagem mostra o logo do navegador Mozilla Firefox, que é uma raposa laranja e amarela abraçando um globo roxo e azul. Há dois outros logos menores e desfocados ao fundo, em um cenário de degradê de tons rosa e roxo. No canto superior direito, a marca d'água "tecnoblog" é visível.
Novo recurso bloqueia propagandas nativamente (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • A Mozilla anunciou um bloqueador de anúncios nativo para o Firefox no iOS, que pode ser ativado nas configurações do navegador.
  • O bloqueador atua contra publicidade de terceiros e rastreadores, utilizando uma lista de filtros, antes mesmo que a página seja carregada.
  • O bloqueador não oculta anúncios em resultados de busca do Google, Bing ou DuckDuckGo, nem conteúdo patrocinado na página inicial e nova aba do Firefox.

A Mozilla começou a liberar um bloqueador de anúncios nativo para o Firefox no iPhone. A novidade permite que os usuários do navegador diminuam a exibição de publicidade intrusiva, como pop-ups e sobreposições, sem a necessidade de instalar soluções de terceiros.

O bloqueio ocorre diretamente no nível da rede, utilizando uma lista de filtros baseada no popular EasyList. A ferramenta atua contra ecossistemas de publicidade de terceiros e rastreadores antes mesmo que a página seja totalmente carregada.

Como ativar o ad blocker?

Novo recurso deve ser ativado no aplicativo (imagem: reprodução/Mozilla)

A nova funcionalidade vem desativada no jLS. Para utilizá-la, os usuários devem seguir um caminho simples no menu do navegador: Configurações – rolar a tela até “Navegação” – e ativar a opção correspondente ao bloqueador de anúncios dentro do submenu “Conteúdo”.

Também é possível controlar a ferramenta em tempo real pelo menu da página durante a navegação. A interface exibe indicadores visuais para confirmar o status da proteção. Quando o bloqueador está ativo, a aba exibe ícones de pequenos escudos verdes. A desenvolvedora recomenda desativar a ferramenta pontualmente caso algum site apresente problemas de carregamento ou formatação.

Ícones confirmam que a proteção está ativa (imagem: reprodução/Mozilla)

Por que alguns anúncios ainda vão aparecer?

Apesar de atuar contra rastreadores e pop-ups invasivos, a ferramenta possui exceções programadas de fábrica. O bloqueador não oculta anúncios exibidos nas páginas de resultados de mecanismos de busca, o que inclui plataformas como Google, Bing e DuckDuckGo. O conteúdo patrocinado exibido na tela inicial do Firefox e em novas abas também permanece visível, pois é uma fonte de receita direta para a Mozilla.

A decisão de não interferir nos resultados de busca está ligada ao modelo de negócios da empresa. Dados de 2025 indicam que 90% do faturamento vinha do navegador e, desse montante, cerca de 85% eram resultado de um acordo para manter o Google como buscador padrão.

Além das exceções intencionais para não prejudicar parceiros, a desenvolvedora ressalta que certas tecnologias avançadas de publicidade ainda podem contornar a lista de filtros atual, impossibilitando um bloqueio total.

Firefox para iPhone ganha bloqueador de anúncios

Mozilla Firefox (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Custo-benefício: iPhone 15 (256 GB) tem desconto no Mercado Livre

13 de Agosto de 2026, 17:55

Prós
  • Entrada USB-C para carregamento
  • Suporte ao Dynamic Island
  • Câmera principal de 48 MP
  • Painel Super Retina XDR
  • Certificação IP68 contra água e poeira
Contras
  • Taxa de atualização de 60 Hz
  • Sem lente ultra-angular
  • Chip não suporta Apple Intelligence
PIX
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O iPhone 15 (256 GB) entrou em promoção por R$ 4.679,10 no Pix no Mercado Livre. Lançado em 2023 por R$ 8.099, o smartphone da Apple com display OLED e câmera traseira de 48 MP recebe um desconto de 42% e ainda é uma ótima opção custo-benefício em 2026.

iPhone 15 tem tela OLED e câmeras que filmam em 4K

iPhone 15 no evento da Apple
O Dynamic Island do iPhone 15 é um dos destaques do smartphone da Apple (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O iPhone 15 adota uma tela Super Retina XDR OLED de 6,1 polegadas com o design Dynamic Island e proteção Ceramic Shield. O painel com brilho máximo de 2.000 nits ainda traz os recursos HDR10 e ProMotion para elevar a qualidade da reprodução de imagem.

A câmera dupla traseira do aparelho tem um sensor principal de 48 MP, ideal para gravar vídeos em 4K e tirar fotos em alta resolução com Estabilização Óptica de Imagem (OIS). A câmera frontal de 12 MP fica responsável por selfies detalhadas com Modo Retrato e faz registros em 4K.

Na lista de iPhones de custo-benefício, o iPhone 15 entrega alto desempenho em tarefas básicas ao adotar o chip Apple A16 Bionic e 6 GB de RAM. Os 256 GB de armazenamento interno oferecem um espaço equilibrado para aplicativos, mídias e outros arquivos, exigindo o uso do iCloud para extensão da memória.

iPhone 15 tem duas câmeras
Câmera traseira do iPhone 15 traz um sensor principal de 48 MP e o antigo módulo quadrado (imagem: Thássius Veloso / Tecnoblog)

A bateria de 3.349 mAh do smartphone da Apple promete uma autonomia de até 20 horas de reprodução de vídeo, segundo a marca. A recomendação é utilizar um adaptador de até 25 W, vendido à parte, para ter um carregamento rápido que vai de 0 a 50% em cerca de meia hora.

Na parte de conexões, o aparelho conta com 5G, Wi-Fi 6, Bluetooth 5.3 e NFC para ações por aproximação. O modelo vem de fábrica com o iOS 17, mas a Apple promete ao menos cinco grandes atualizações do sistema operacional.

O iPhone 15 (R$ 4.679,10 no Pix) ainda é construído com estrutura premium de alumínio e acabamento traseiro em vidro. Por fim, a certificação IP68 de resistência à água protege o aparelho de mergulhos acidentais de até 3 metros em água doce por 30 minutos.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Custo-benefício: iPhone 15 (256 GB) tem desconto no Mercado Livre

iPhone 15 no evento da Apple (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Câmera iPhone 15 (Imagem: Thássius Veloso / Tecnoblog)

iPhone 20 Pro: smartphone todo em vidro estaria em produção

13 de Agosto de 2026, 08:31
Novo iPhone 20 Pro, com display de bordas infinitas, já estaria em produção (ilustração: reprodução/MacRumors)
Resumo
  • O iPhone 20 Pro, com design todo em vidro e tela “infinita”, está em produção, segundo o leaker Digital Chat Station.
  • A fabricação de displays para o dispositivo já começou, visando o lançamento em 2027, possivelmente entre maio e junho.
  • O novo iPhone seria lançado em comemoração aos 20 anos do lançamento do primeiro celular da Apple, em 2007.

Um novo iPhone feito todo em vidro poderia estar a caminho, segundo o leaker chinês Digital Chat Station (DCS). A informação é de que a fabricação de displays para o dispositivo já teria começado, visando a primeira janela de lançamento da Apple para 2027, que pode acontecer entre maio e junho.

O suposto iPhone 20 Pro seria um modelo comemorativo pelos 20 anos do lançamento do primeiro celular da maçã, teria, pela primeira vez, a chamada “tela infinita”, com as quadro bordas curvas. Ainda não há uma confirmação do nome do modelo, mas rumores apontam para uma estratégia diferente, como já aconteceu no passado com o iPhone X, em 2017, que pulou a edição “9”.

De acordo com o 9to5Mac, a expectativa é por um celular com bordas semelhantes às do Apple Watch, que dá a impressão de display infinito, mas com design mais sofisticado. Vale lembrar que, antes do modelo, devem ser anunciados em setembro deste ano os novos iPhone 18 Pro e o primeiro dobrável da empresa, ainda sem nome definido.

Mudança radical no design?

O aparelho apelidado de iPhone 20 Pro pode ser o primeiro com bordas curvas da Apple, assim como trazer um design com acabamento todo em vidro. Seria uma nova proposta de iPhone na comemoração dos 20 anos do smartphone, lançado em 2007 por Steve Jobs.

iPhone X
iPhone X chegou com nomenclatura diferente, pulou o “9” e marcou mudanças significativas na linha (imagem: Lucas Braga/Tecnoblog)

Apesar da expectativa, rumores recentes apontaram para outra direção. Enquanto um analista afirmou que a empresa classificou as novidades como muito difíceis de implementar, o jornalista Mark Gurman, da Bloomberg conhecido por acertar diversas previsões, afirmou que o projeto não teria sido cancelado.

Também não há unanimidade quanto ao possível novo nome. Alguns veículos especializados falam em um nome especial, como o iPhone X, enquanto outros veem a novidade como um simples update da linha Pro, ou seja, iPhone 19 Pro.

Unidades do display estariam em produção

Fortes rumores vindos da China apontam que o novo iPhone com tela infinita é, sim, uma realidade próxima. Ainda segundo Digital Chat Station, a peça já está na cadeia de produção dos celulares da marca.

Uma imagem mostra um smartphone iPhone 17 sendo testado em um laboratório. Um objeto metálico com a ponta cilíndrica está pressionando o centro da tela, que exibe uma pequena área de dano. O aparelho está apoiado em duas peças de madeira.
Linha de produção da Apple já considera os displays com borda infinita, diz leaker (imagem: reprodução/Tom’s Guide)

A informação casa com o relato de outro leaker, Ice Universe, que também teria visto as peças em fabricação. Segundo ele, a tela tem uma “combinação sofisticada” de efeitos como refração e direcionamento de iluminação, além de criar uma ilusão visual de continuidade. O DCS, por sua vez, fala em quatro bordas curvas e refração da luz que, junto ao design, cria o mesmo efeito de infinito, como se não tivesse bordas.

iPhone 20 Pro: smartphone todo em vidro estaria em produção

iPhone 17 é resistente a riscos na tela (imagem: reprodução/Tom's Guide)

WhatsApp deve ganhar backup próprio com 2 GB grátis e opções pagas

14 de Julho de 2026, 12:45
Como fazer backup do WhatsApp
WhatsApp poderá ter backup próprio com 2 GB grátis e opções pagas (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • WhatsApp está desenvolvendo um serviço de backup próprio, com 2 GB de armazenamento gratuitos e opções pagas, conforme informações do WABetaInfo;
  • o recurso, encontrado em uma versão de teste do WhatsApp para iOS, permite que usuários escolham entre backup nos servidores do WhatsApp e o Apple iCloud;
  • os planos pagos do WhatsApp começarão em 50 GB por US$ 0,99 por mês, com opções de até 1 TB de capacidade.

Se você não gosta de usar o iCloud para fazer backup de suas mensagens do WhatsApp no iPhone, não perca as esperanças: surgiram indícios de que o mensageiro terá um serviço de backup próprio, com armazenamento gratuito de 2 GB. Haverá opções pagas com mais capacidade para quem precisa guardar mais dados.

Pelo menos é o que conta o WABetaInfo. O veículo encontrou o recurso escondido em uma versão de teste do WhatsApp para iOS, disponível via TestFlight (plataforma da Apple para recursos experimentais em aplicativos).

Quando o recurso fica disponível, a área correspondente permite que o usuário escolha entre backup nos servidores do WhatsApp e o Apple iCloud, que é a única opção disponível atualmente de modo oficial.

Valerá a pena usar o backup do próprio WhatsApp?

Depende dos preços. Se olharmos para as opções gratuitas, o backup via iCloud continua sendo interessante, pois o serviço oferece 5 GB gratuitamente. Porém, essa capacidade vale para toda a conta do usuário, não só para o WhatsApp, razão pela qual os 5 GB podem não ser suficientes.

As capturas de tela sugerem que o WhatsApp terá 2 GB grátis de capacidade, mas, como é muito comum o serviço de mensagens ser usado para compartilhamento de fotos, vídeos e documentos, essa capacidade deve ser insuficiente para grande parte dos usuários.

Aí o ideal é comparar os valores dos planos pagos do iCloud e do WhatsApp.

Segundo o WABetaInfo, os planos pagos do WhatsApp começarão em 50 GB por US$ 0,99 por mês nos Estados Unidos, o mesmo preço que é praticado pelo plano mais acessível do iCloud+, também com 50 GB de capacidade.

Mas deverá haver outras opções pagas para o backup do WhatsApp, incluindo um plano com capacidade de 1 TB.

Tela do WhatsApp que permite selecionar entre backup nativo e no iCloud
Tela do WhatsApp que permite selecionar entre backup nativo e no iCloud (imagem: reprodução/WABetaInfo)

Quando o backup do WhatsApp será lançado?

Ninguém sabe ao certo. Pode até ocorrer de, no fim das contas, a Meta desistir de lançar o backup do WhatsApp em servidores próprios.

Mas eu acredito que, sim, o recurso será lançado em algum momento, até porque esta é uma forma de a Meta obter mais uma fonte de receita com o WhatsApp.

Não será algo exclusivo para iPhone: uma opção semelhante foi encontrada para Android pelo WABetaInfo no fim de abril deste ano.

Por ora, saiba como fazer backup do WhatsApp no iPhone ou Android via iCloud ou Google Drive se você ainda não ativou essa opção.

WhatsApp deve ganhar backup próprio com 2 GB grátis e opções pagas

WhatsApp oferece restauração de backup pelo Google Drive, iCloud ou arquivos locais do Android (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Tela do WhatsApp que permite selecionar entre backup nativo e no iCloud (imagem: reprodução/WABetaInfo)

Como assinar (ou cancelar) o Instagram Plus

13 de Julho de 2026, 14:43
Veja o passo a passo para utilizar o plano premium da rede social (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

A assinatura do Instagram Plus é feita por meio do menu principal da rede social no próprio aplicativo para iPhone ou Android. Nesse caso, a assinatura fica vinculada ao seu perfil na loja de apps oficial do sistema operacional do aparelho.

O plano premium oferece maior alcance orgânico, visualização anônima e Stories com duração estendida de 48 horas. O pacote ainda inclui ferramentas exclusivas de segmentação de contatos e personalizações avançadas para o perfil e ícone do app.

A seguir, veja o passo a passo para assinar o Instagram Plus. Também descubra como cancelar a assinatura do serviço da rede social da Meta.

Como assinar o Instagram Plus

  1. Abra o Instagram no celular e toque na sua foto de perfil, localizada no canto inferior direito da tela.
  2. Toque no ícone de três riscos, no canto superior direito, para abrir as configurações do aplicativo.
  3. Desça a página até a seção “Assinaturas” e selecione “Instagram Plus”.
  4. Leia os detalhes da assinatura premium e toque em “Obter oferta” ou “Assinar” para ativar Instagram Plus.
  5. Veja os dados de cobrança e confirme a transação via biometria ou senha utilizando o sistema de pagamento nativo da App Store no iPhone ou Play Store no Android.
A assinatura do Instagram Plus disponível no menu de configurações do app e uma oferta de 50% de desconto
A assinatura do Instagram Plus está disponível no menu principal da rede social (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Como cancelar o Instagram Plus no iPhone

O cancelamento do Instagram no iPhone é feito via App Store seguindo os seguintes passos:

  1. Abra a App Store e toque na sua foto ou iniciais, localizadas no canto superior direito da tela.
  2. Toque na opção “Assinaturas” no menu de gerenciamento da ID Apple.
  3. Na seção “Ativa”, selecione “Instagram” ou “Instagram Plus”.
  4. Toque no botão “Cancelar assinatura”, na parte inferior da tela, e confirme a ação na janela do sistema.
Acessando a aba Assinaturas na App Store do iPhone para gerenciar assinaturas do Apple ID
Acessando a aba “Assinaturas” na App Store do iPhone (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Como cancelar o Instagram Plus no Android

O cancelamento do Instagram no Android é feito por meio da Google Play Store. Siga o seguinte caminho:

  1. Abra a Google Play Store e toque no ícone com sua foto de perfil, no canto superior direito da tela.
  2. Toque em “Pagamentos e assinaturas” para avançar.
  3. Selecione a opção “Assinaturas” para visualizar a lista completa de serviços recorrentes ativos no ecossistema Android.
  4. Na seção “Ativo”, toque em “Instagram” ou “Instagram Plus”.
  5. Toque em “Cancelar assinatura”, na parte inferior da tela, e conclua o processo seguindo as instruções do sistema.
Abrindo a área “Pagamentos e assinaturas” na Google Play Store do Android (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
Abrindo a área “Assinaturas” na Google Play Store do Android (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Quais as vantagens em assinar o Instagram Plus?

Os benefícios do Instagram Plus giram em torno de maior alcance orgânico, privacidade estratégica e personalização. Esses são os principais atrativos da assinatura da rede social:

  • Alcance orgânico ampliado: as publicações ganham prioridade no carrossel de stories do Instagram, ampliando a entrega natural para os seguidores sem investir em anúncios ou posts impulsionados;
  • Privacidade e modo anônimo: o monitoramento silencioso permite assistir a conteúdos e prévias sem deixar rastros na lista de visualizadores;
  • Janela de exibição estendida: é possível estender a duração dos stories de 24 horas para até 48 horas, garantindo mais tempo para a audiência interagir e melhorar o engajamento;
  • Segmentação avançada de público: além de “Amigos Próximos”, a assinatura permite criar múltiplas listas personalizadas para direcionar conteúdos específicos, funcionando semelhantemente às listas de transmissão;
  • Estética de perfil customizável: o usuário pode personalizar a identidade visual da conta alterando o ícone do aplicativo na tela inicial do celular e utilizar fontes exclusivas na biografia, sendo ideal para criadores e marcas que utilizam o perfil como portfólio digital.

O Instagram Plus também dá o selo de verificado?

Não, o Instagram Plus não inclui o famoso selo azul de verificado no pacote de recursos. O ícone de autenticidade permanece atrelado exclusivamente à assinatura do Meta Verified ou ao processo tradicional para figuras públicas notórias.

Enquanto o Instagram Plus foca em ferramentas de customização e engajamento, o Meta Verified atua como um serviço independente de segurança. Ele é voltado para a validação de identidade na plataforma, oferecendo monitoramento proativo contra contas falsas e suporte técnico prioritário.

Perco o verificado se eu cancelar o Instagram Plus?

Não, você não perde o selo de verificado se encerrar sua assinatura do Instagram Plus. Como ambos os serviços funcionam em ecossistemas independentes, abrir mão dos recursos premium de customização não afeta a autenticação.

O selo azul permanece ativo na conta porque a validação está atrelada estritamente ao ecossistema do Meta Verified. Portanto, o status de perfil verificado só expira se o usuário decidir cancelar especificamente esse segundo plano de segurança ofertado pela Meta.

Como assinar (ou cancelar) o Instagram Plus

Veja o passo a passo para utilizar o plano premium da rede social (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

A assinatura do Instagram Plus está disponível no menu principal da rede social (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Acessando a aba "Assinaturas" na App Store do iPhone (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Abrindo a área "Assinaturas" na Google Play Store do Android (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Apple processa OpenAI por suposto roubo de segredos comerciais

13 de Julho de 2026, 11:49
Logotipo da Apple em um fundo escuro. Na parte inferior direita, o logotipo do "tecnoblog" é visível.
Apple acusa OpenAI de roubo de informações sigilosas (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Apple processou a OpenAI por suposto roubo de segredos comerciais.
  • Empresa alega que a startup de IA usou ex-funcionários da Apple para obter informações confidenciais sobre projetos e fornecedores.
  • A dona do iPhone pede indenização por danos e uma ordem judicial para impedir a OpenAI de manter ou usar qualquer segredo comercial obtido.

A Apple processou a OpenAI na justiça federal dos Estados Unidos por suposto roubo de segredos comerciais. De acordo com a fabricante do iPhone, a empresa de Sam Altman estaria usando informações confidenciais para acelerar uma possível entrada no mercado de dispositivos físicos.

Esse movimento faria parte de uma estratégia que levou à contratação de mais de 400 ex-funcionários da empresa, e, com eles, muito conhecimento interno sobre design, manufatura, fornecedores e futuros produtos, diz a Apple.

Entre esses funcionários, estariam o engenheiro elétrico sênior Chang Liu e Tang Yew Tan, ex-vice-presidente de design do iPhone e do Apple Watch. O processo também menciona a io Products, startup de hardware fundada por Jony Ive, ex-vice-presidente sênior da Apple, comprada pela OpenAI no ano passado.

A preocupação da fabricante é que essas informações confidenciais estejam sendo usadas para o desenvolvimento de futuros dispositivos da OpenAI. A dona do ChatGPT estaria preparando um teclado voltado ao uso de IA para ser lançado entre esse ano e o próximo, além de um alto-falante inteligente (como o Echo Dot, da Amazon) e até mesmo um smartphone.

Na ação, a Apple pede indenização por danos e uma ordem judicial para impedir a OpenAI de manter ou usar qualquer segredo comercial obtido de forma indevida.

Apple acusa ex-funcionários

Segundo o jornal The Guardian, Liu, que trabalhou por oito anos na Apple antes de ir para a OpenAI em janeiro, teria mantido um notebook corporativo após deixar a empresa e usado uma falha de autenticação para acessar a rede interna da companhia.

Ele teria baixado apresentações de engenharia, especificações técnicas e dados de projetos de hardware ainda não anunciados. Além disso, a ação diz que Liu orientou uma colega da Apple sobre como copiar arquivos confidenciais sem acionar alertas da equipe de segurança. As conversas teriam ocorrido pelo Line Messenger.

Já Tang Tan, atualmente chefe de hardware da OpenAI, teria enviado dados sobre fornecedores para o e-mail pessoal antes de sair da Apple. O executivo trabalhou em áreas centrais do design de produtos da Apple e era um veterano, com 24 anos de empresa.

OpenAI estaria sondando funcionários da Apple

Imagem mostra o CEO da OpenAI, Sam Altman, à esquerda, e o logo do ChatGPT à direita. Na parte inferior direita, o logo do "tecnoblog"
OpenAI estaria usando até entrevistas para conseguir informações internas da Apple (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

De acordo com a Apple, a possível futura concorrente no mercado de smartphones estaria tentando extrair informações sigilosas logo nos processos de contratação. Recrutadores teriam pedido que profissionais mostrassem materiais, como protótipos, já durante as entrevistas.

Na ação, a Maçã descreve essas sessões como uma tentativa de obter detalhes sobre tecnologias e processos de manufatura desenvolvidos ao longo dos anos.

A empresa afirma ter procurado a OpenAI em fevereiro para alertar sobre suas preocupações e pedir medidas internas de conformidade. Segundo a denúncia, a startup não respondeu.

Apesar do imbróglio, as duas empresas mantêm um histórico recente de parceria. Em 2024, ambas anunciaram a integração do ChatGPT ao iPhone, iPad e Mac dentro dos recursos do Apple Intelligence. Agora, no entanto, a base será os modelos de IA do Google.

Em nota enviada à imprensa, o porta-voz da OpenAI, Drew Pusateri, disse que a empresa está revisando a ação judicial. “Não temos interesse nos segredos comerciais de outras empresas. Continuamos focados em construir tecnologia inovadora que capacite as pessoas em todos os lugares”, afirmou.

Apple processa OpenAI por suposto roubo de segredos comerciais

Apple (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

ChatGPT e Sam Altman, CEO da OpenAI (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

iPhone Air (512 GB) é caro, mas cupom garante menor preço desde março

13 de Julho de 2026, 09:42
R$ 11.999,0044% OFF

Prós
  • Tela Super Retina XDR de até 120 Hz
  • Boa performance com o chip A19 Pro
  • iPhone mais fino já feito com 5,64 mm
  • Smartphone leve, com apenas 165 g
Contras
  • Sem slot para cartão SIM
  • Bateria de 3.149 mAh
  • Somente uma câmera traseira
PIX Cupom
R$ 400 OFF DISPONíVEL NA PáGINA Mercado Livre 44% OFF Ver preço
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O iPhone Air de 512 GB está saindo por R$ 6.749 no Pix com cupom de R$ 400 OFF disponível na página do Mercado Livre. O celular da Apple com corpo fininho, chip A19 Pro e câmera de 48 MP atinge o menor preço visto desde março de 2026, com desconto de 44% sobre o original de R$ 11.999.

iPhone Air tem corpo fininho, chip A19 Pro e câmera de 48 MP

iPhone Air (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
iPhone Air é o celular mais fino da Apple (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O destaque do iPhone Air é seu corpo fino e leve, de apenas 5,64 mm de espessura e 165 g de peso. Mesmo sendo “esbelto”, o smartphone entrega performance no nível dos demais iPhones de 2025. Seu processador Apple A19 Pro e os 12 GB de RAM rodam apps pesados em multitarefa e todas as funcionalidades do Apple Intelligence.

Na traseira, a única câmera wide de 48 MP com OIS captura cenários amplos com bons ângulos e alta resolução. Já a frontal Center Stage de 18 MP tira ótimas selfies no modo Paisagem, mesmo com o celular na posição em pé. Ambas as câmeras filmam em 4K a 60 fps e suportam Dolby Vision.

A tela Super Retina XDR OLED de 6,5″ possui ProMotion de 120 Hz e brilho de até 3.000 nits, uma combinação que reproduz cores vibrantes com alta fluidez na transição de imagens, além de garantir a visibilidade em qualquer lugar. O vidro Ceramic Shield 2 protege o display contra quedas e pancadas.

iPhone Air (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Tela OLED do iPhone Air possui ProMotion de 120 Hz (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O corpo de titânio do celular conta com a certificação IP68, que adiciona resistência em cenários como poeira intensa e mergulhos acidentais. E sua bateria de 3.149 mAh é compatível com MagSafe, e recebe uma carga de 50% em 30 minutos via USB-C segundo a Apple.

O iPhone Air de 512 GB (R$ 6.749 no Pix com cupom de R$ 400 OFF) roda iOS 26 e deve receber cinco atualizações do sistema operacional. O celular da Apple traz conectividade 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 6.0 e NFC.

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iPhone Air (512 GB) é caro, mas cupom garante menor preço desde março

iPhone Air (1 TB) alcança menor preço em meses no Mercado Livre

9 de Julho de 2026, 15:53
R$ 13.499,0043% OFF

Prós
  • Tela Super Retina XDR de até 120 Hz
  • Boa performance com o chip
  • iPhone mais fino já feito com 5,64 mm
  • Smartphone leve, com apenas 165 g
Contras
  • Sem slot para cartão SIM
  • Bateria de 3.149 mAh
  • Somente uma câmera traseira
PIX Cupom Cupom na página
R$ 400 OFF NA PáGINA Mercado Livre 43% OFF Ver preço
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O iPhone Air (1 TB) entrou em oferta por R$ 7.649,10 no Pix usando o cupom de R$ 400 OFF na página do produto no Mercado Livre. Lançado por R$ 13.499, o smartphone da Apple com tela OLED e Apple Intelligence fica 43% mais barato e atinge o menor preço visto pela equipe do Achados do TB em meses. 

iPhone Air tem chipset premium, painel de 120 Hz e câmeras que filmam em 4K

iPhone Air (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
iPhone Air tem tela OLED de 6,5 polegadas com taxa de atualização de 120 Hz (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O iPhone Air usa o chipset Apple A19 Pro e 12 GB de RAM, entregando alto desempenho em tarefas do dia a dia e suporte ao Apple Intelligence. O modelo conta com 1 TB de armazenamento interno, permitindo baixar e salvar aplicativos, fotos, vídeos e vários outros arquivos sem preocupações.

O telefone traz a tela Super Retina XDR OLED de 6,5 polegadas com design Dynamic Island e proteção Ceramic Shield. Na parte técnica, o painel com taxa de atualização de 120 Hz atua com os recursos ProMotion e HDR e brilho máximo de até 3.000 nits.

A câmera traseira do iPhone Air é composta por um único sensor de 48 MP, mas capaz de filmar vídeos em 4K e realizar fotos com Estabilização Óptica de Imagem (OIS). Já a câmera frontal de 18 MP fica responsável por selfies detalhadas com o Modo Retrato, além de gravar vídeos em 4K.

Imagem mostra um iPhone Air branco sendo segurado em uma mão. O modelo está virado de perfil para a câmera, mostra a fina espessura
iPhone Air tem um design compacto com 5,64 mm de espessura (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O smartphone mais fino da Apple (5,64 mm de espessura) se destaca por ter uma estrutura reforçada em titânio e acabamento traseiro em vidro com proteção Ceramic Shield. Com ampla resistência à poeira e à água, a certificação IP68 garante que o aparelho sobreviva a mergulhos acidentais de até 6 metros por 30 minutos.

O design extremamente fino reflete na bateria de 3.149 mAh, que promete uma autonomia de até 27 horas de reprodução de vídeo. Trazendo um equilíbrio, o carregamento rápido com um adaptador de 20 W – vendido à parte – vai de 0 a 50% em somente 30 minutos na tomada.

O iPhone Air (R$ 7.649,10 no Pix com cupom de R$ 400 OFF na página) ainda traz conexões 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 6.0, Ultra Wideband (UWB), NFC para ações por aproximação. O telefone vem de fábrica com o iOS 26, mas ele receberá ao menos cinco grandes atualizações do sistema operacional.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

iPhone Air (1 TB) alcança menor preço em meses no Mercado Livre

iPhone Air (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

iPhone Air (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Como salvar fotos no iCloud e apagar do iPhone 

8 de Julho de 2026, 17:21
Tela do iPhone mostrando o iCloud Fotos com a opção “Otimizar no iPhone” selecionada para economizar espaço
Entenda como o recurso “Otimizar no iPhone” ajuda e economizar espaço de armazenamento (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

O iCloud Fotos atua como um espelho sincronizado entre o iPhone e os servidores da Apple, mantendo a biblioteca de mídias sempre atualizada. Essa dinâmica impede a exclusão de imagens apenas no dispositivo sem que elas sejam removidas da nuvem, já que qualquer alteração é refletida em todos os aparelhos conectados.

A melhor solução para contornar a falta de espaço é ativar o recurso “Otimizar no iPhone” nas configurações do iCloud e não perder o acesso às mídias. Essa função substitui as fotos originais em alta resolução por versões menores, liberando o armazenamento físico enquanto mantém os arquivos completos na nuvem.

A seguir, veja o passo a passo para otimizar o espaço para fotos e vídeos no iPhone.

1. Acesse os ajustes do iPhone

Abra o aplicativo “Ajustes” para visualizar as configurações do iPhone.

Acessando o app “Ajustes” no iPhone, para iniciar a configuração do iCloud
Acessando o “Ajustes” do iPhone (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

2. Toque na sua ID Apple

No menu “Ajustes”, toque no seu nome no topo da tela para acessar as informações do seu ID Apple.

Tela do app Ajustes com o ID Apple selecionado (Lupa Charleaux/Tecnoblog)
Abrindo a opção de ID Apple (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

3. Abra o menu “iCloud”

Toque em “iCloud” para ver os aplicativos e opções relacionadas ao serviço na nuvem da Apple.

Abrindo o menu iCloud nas Configurações do iPhone (Conta Apple)
Entrando no menu “iCloud” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

4. Selecione a opção “Fotos”

Na seção “Salvos no iCloud”, toque em “Fotos” para as opções de armazenamento de mídias na nuvem da Apple.

Tela de configurações do iCloud com “Fotos” selecionado, mostrando “43 itens” (para acessar opções do recurso)
Acessando a opção “Fotos” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

5. Ative a opção “Otimizar no iPhone”

Toque em cima da opção “Otimizar no iPhone” para ativar o recurso que economiza espaço de armazenamento. Assim, todas as fotos e vídeos do dispositivo serão automaticamente substituídas por versões menores que ocupam menos espaço na memória do dispositivo.

Ativando o recurso “Otimizar no iPhone” nas configurações do iCloud Fotos para liberar espaço no aparelho
Ativando o recurso “Otimizar no iPhone” para liberar espaço de armazenamento (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Posso apagar as fotos do iPhone e mantê-las no iCloud?

Não é possível apagar totalmente as fotos do iPhone e mantê-las apenas no iCloud Fotos. O serviço na nuvem atua como um espelho do dispositivo da Apple, o que significa que apagar uma imagem no iPhone irá deletar o arquivo automaticamente da nuvem.

Embora seja possível desativar a sincronização do iCloud para isolar os arquivos, as novas mídias não serão enviadas para a nuvem e integrarão ao backup geral do iPhone. Além disso, essa ação pode excluir todas as fotos do dispositivo ou forçar o download de todas as imagens e lotar a memória do aparelho.

Desativar a sincronização vai manter as fotos apagadas do iPhone no iCloud?

Sim, a desativação da sincronização interrompe o vínculo direto, permitindo que as imagens deletadas no iPhone continuem salvas no iCloud. No entanto, esse método congela a biblioteca na nuvem, impedindo o envio de novas mídias para o serviço de armazenamento da Apple.

Além disso, toda vez que o usuário ativar a sincronização, o sistema tentará unificar os acervos e baixará tudo de volta para o dispositivo. Esse processo gera um retrabalho massivo, forçando o usuário a apagar manualmente as mesmas fotos que retornaram para a memória física do iPhone.

Consigo baixar fotos em alta resolução do iCloud para o iPhone?

Sim, você pode baixar fotos em alta resolução do iCloud fazendo o seguinte caminho: Ajustes > ID Apple > iCloud > Fotos. Entretanto, selecione a opção “Baixar e Manter Originais” em vez de “Otimizar no iPhone”.

Esse ajuste força o sistema a fazer download dos arquivos em qualidade máxima dos servidores da Apple para o iPhone. A desvantagem é que as mídias em alta resolução consomem muito mais espaço de armazenamento, não sendo recomendado se o aparelho tiver pouca memória disponível.

Existem outros meios de salvar fotos do iPhone antes de apagá-las?

Sim, existem diferentes meios de salvar fotos do iPhone antes de apagá-las. Os principais são:

  • Google Fotos: você pode fazer backup das fotos no Google Fotos para guardá-las na nuvem do Google de forma independente, permitindo limpar a galeria do iPhone sem sincronizar com o iCloud;
  • Transferência para o PC: a alternativa física mais segura é transferir fotos e vídeos do iPhone para o PC, armazenando os arquivos diretamente no disco rígido do computador;
  • Serviços de nuvem alternativos: outra opção é fazer upload manual dos arquivos para plataformas como o DropBox, garantindo acesso remoto e seguro às mídias de qualquer dispositivo.

Como salvar fotos no iCloud e apagar do iPhone 

Entenda como o recurso "Otimizar no iPhone" ajuda e economizar espaço de armazenamento (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Acessando o "Ajustes" do iPhone (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Abrindo a opção de ID Apple (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Entrando no menu "iCloud" (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Acessando a opção "Fotos" (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Ativando o recurso "Otimizar no iPhone" para liberar espaço de armazenamento (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

DuckDuckGo agora remove anúncios do YouTube

8 de Julho de 2026, 15:25
Captura do YouTube exibindo vídeos sugeridos do canal TB Responde, do Tecnoblog
DuckDuckGo remove publicidade do YouTube (imagem: Bruno Andrade/Tecnoblog)
Resumo
  • O navegador DuckDuckGo, focado em privacidade, agora remove anúncios do YouTube.
  • A função já vem ativada por padrão no Windows, Mac e iPhone e utiliza filtros do uBlock Origin.
  • A novidade bloqueia anúncios exibidos antes e durante as reproduções, mas pode causar um pequeno atraso no carregamento do vídeo.

Quem não aguenta mais os anúncios do YouTube acaba de ganhar uma nova alternativa. O DuckDuckGo anunciou nesta quarta-feira (08/07) que o seu navegador agora bloqueia nativamente anúncios na plataforma de vídeos do Google. A novidade deve barrar as propagandas exibidas antes e durante as reproduções e chega ativada por padrão para os usuários de Windows, Mac e iOS.

Essa atualização amplia o pacote de proteção do browser, que já bloqueia rastreadores na web. Conforme o comunicado da empresa, quem utiliza o aplicativo no Android receberá a ativação automática em breve. Até lá, os usuários do sistema do Google podem habilitar a função manualmente acessando o caminho: Configurações → Bloqueio de anúncios.

Como funciona o bloqueio de anúncios do YouTube?

Tela de “Definições” com “Bloquear anúncios” ativado e “Bloquear anúncios no YouTube” marcado por padrão
Recurso já vem ativado por padrão no iOS e PC (imagem: Bruno Andrade/Tecnoblog)

A ferramenta funciona usando listas de filtros colaborativos do uBlock Origin. Mantidas por uma comunidade ativa de código aberto, essas listas são atualizadas constantemente para acompanhar as mudanças na forma como as propagandas são entregues pelos servidores do Google. Além de herdar essa base de dados, o DuckDuckGo aplica regras próprias para evitar que a página “quebre” ou apresente bugs.

A empresa adverte que esse processamento extra pode causar um pequeno atraso inicial no carregamento do vídeo (o famoso buffering). No entanto, depois que o vídeo começa a rodar, a reprodução segue normalmente, sem interrupções por anúncios. O impacto pode ser mais perceptível em transmissões ao vivo, como jogos da Copa do Mundo (mas nós ensinamos como melhorar sua conexão).

É possível ligar ou desligar o escudo antianúncios. No computador, basta clicar no ícone de escudo ao lado da barra de endereços; no celular, a opção fica no menu principal. Caso esbarre em algum erro de reprodução, o navegador perguntará se o usuário deseja enviar um relatório anônimo para ajudar a equipe de desenvolvimento a refinar o recurso.

Funciona só no navegador

Captura de tela mostra a página inicial do navegador DuckDuckGo
Navegador foca em privacidade (imagem: Bruno Andrade/Tecnoblog)

Um detalhe prático para se atentar é que o bloqueio atua apenas dentro do browser. Se você usar o navegador pelo celular e clicar em um link, o sistema pode te redirecionar para o aplicativo oficial do YouTube e, por lá, as propagandas voltarão a aparecer. Para assistir sem interrupções, é necessário acessar o site da plataforma de vídeos direto pela barra de endereços do DuckDuckGo.

Já os usuários do navegador pelo PC devem se atentar que o bloqueador é diferente do Duck Player, reprodutor de vídeo que roda em uma interface própria. O que você assiste por lá não afeta, por exemplo, o algoritmo de recomendações do YouTube. O novo bloqueador age na interface padrão do YouTube na web, permitindo continuar logado na plataforma, salvando vídeos e registrando o histórico.

DuckDuckGo desafia o Google

O movimento é uma resposta direta ao momento do mercado. O YouTube tem aplicado alterações frequentes para quebrar o funcionamento de bloqueadores de anúncios e extensões, uma manobra para fechar o cerco contra ferramentas gratuitas e incentivar os usuários a pagarem pela assinatura do YouTube Premium.

A atualização do DuckDuckGo também não deixa de ser uma “alfinetada” no rival Google Chrome para atrair um público insatisfeito. Vale mencionar que o tráfego do buscador cresceu recentemente, impulsionado por quem procura uma navegação livre de anúncios e alternativas para fugir dos recursos de IA da gigante das buscas.

DuckDuckGo agora remove anúncios do YouTube

Navegador foca em privacidade (imagem: Bruno Andrade/Tecnoblog)

(imagem: Bruno Andrade/Tecnoblog)

iPhone definitivamente vai ficar mais caro, prevê consultoria

26 de Junho de 2026, 16:25
Ilustração com iPhone e fundo abstrato
Apple poupou os iPhones do último reajuste de preços (arte: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • A diretora sênior de pesquisa da IDC, Nabila Popal, afirma que o aumento no preço do iPhone é apenas uma questão de tempo.
  • Segundo a analista, a importância do smartphone para as receitas da Apple e a alta nos custos de memória e armazenamento tornam o reajuste inevitável.
  • Na quinta-feira (25/06), a Apple aumentou os preços de MacBooks, iMacs e iPads, mas manteve inalterados os valores do iPhone.

O aumento no preço do iPhone é apenas uma questão de tempo. É o que afirma a diretora sênior de pesquisa da consultoria IDC, Nabila Popal. Em entrevista à Bloomberg, a analista afirmou que a Apple ainda não reajustou o valor dos smartphones porque “apenas adiou” a decisão.

Ontem (25/06), a Apple anunciou um aumento global nos preços dos MacBooks Pro, MacBook Air, MacBook Neo e iPads. O reajuste deixou alguns produtos até R$ 5 mil mais caros no Brasil. Os iPhones e AirPods, no entanto, ficaram de fora da rodada de aumento. 

Antes, o CEO Tim Cook já havia classificado a alta dos preços como “inevitável”, atribuindo a medida ao aumento dos custos de memória impulsionado pela demanda por inteligência artificial.

Após o reajuste ser anunciado, as ações da Apple caíram 6,1% e fecharam cotadas a US$ 275 na quinta-feira – a maior queda diária desde 4 de abril de 2025. 

“O iPhone não escapa ileso. Isso é apenas um atraso. Os iPhones são a maior fonte de receita da Apple. Considerando o aumento dos custos de memória e, se a empresa quiser preservar suas margens de lucro, não há como evitar um reajuste.

Não acho que seja uma questão de ‘se’, mas de ‘quando’ e ‘quanto’.”

– Nabila Popal, diretora sênior de pesquisa da IDC

Segundo a analista, a IDC já projetava um reajuste para o iPhone desde o fim do ano passado, quando a crise global de memória começou a se intensificar. Na avaliação da consultoria, o aumento sempre fez parte do cenário esperado para a linha de smartphones da Apple, justamente pela importância do produto no quadro da empresa.

iPhone definitivamente vai ficar mais caro, prevê consultoria

Apple vs Procon (arte: Vitor Pádua/Tecnoblog)

iPhone 15 tem câmera ultra-angular e preço mais acessível com cupom

25 de Junho de 2026, 17:45
R$ 7.299,0048% OFF

Prós
  • Entrada USB-C para carregamento
  • Suporte ao Dynamic Island
  • Câmera principal de 48 MP
  • Painel Super Retina XDR OLED
  • Certificação IP68 contra água e poeira
Contras
  • Taxa de atualização de 60 Hz
  • Sem lente ultra-angular
  • Chip não suporta Apple Intelligence
PIX Cupom
R$ 200 OFF NA PáGINA R$ 3.798,86  Amazon
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O iPhone 15 está saindo por apenas R$ 3.798,86 no Pix aplicando o cupom de R$ 200 OFF na página do produto na Amazon. O celular da Apple com 48% de desconto (lançado por R$ 7.299) é uma opção acessível para quem quer comprar um iPhone que ainda vale a pena e não faz questão do Apple Intelligence.

iPhone 15 tem câmera dupla e modo Cinema

Se você procura um iPhone mais barato para tirar fotos e gravar vídeos, o iPhone 15 ainda pode ser uma boa opção de celular da Apple para comprar em 2026. Apesar de não ser um modelo recente, ele ainda entrega boas configurações, incluindo um conjunto de câmeras mais completo que o do iPhone 16e e iPhone 17e.

Enquanto os celulares da família “iPhone e” só contam com um sensor principal de 48 MP, o iPhone 15 traz duas câmeras na traseira: a principal de 48 MP e uma ultra-angular de 12 MP. O sensor ultrawide permite registros de cenários mais amplos, com ângulo de 120º. Além disso, o iPhone 15 suporta modo Cinema e modo Ação, ausentes nos outros modelos.

Em relação ao desempenho, a ficha técnica naturalmente volta alguns anos para o processador Apple A16 Bionic, acompanhado por uma RAM de 6 GB. Contudo, o hardware ainda entrega bom desempenho na multitarefa, apesar de não ser compatível com os recursos de IA do Apple Intelligence.

Dynamic Island no iPhone 15 (Imagem: Thássius Veloso / Tecnoblog)
Dynamic Island no iPhone 15 (Imagem: Thássius Veloso / Tecnoblog)

A tela é uma Super Retina OLED de 6,1 polegadas, que teve poucas mudanças nos últimos anos (o iPhone 17 foi o primeiro modelo de base com 120 Hz, mas ele ainda custa muito mais que o iPhone 15). Já a bateria tem 3.349 mAh de capacidade e garante até 20 horas de reprodução de vídeo, segundo a Apple.

Lembrando que o iPhone 15 de 128 GB em oferta sai por apenas R$ 3.798,86 no Pix aplicando o cupom de R$ 200 OFF na página. O desconto é de 48% na Amazon, fazendo o smartphone da Apple chegar a um valor bastante vantajoso pelo custo-benefício, mesmo frente a modelos mais atuais da marca.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

iPhone 15 tem câmera ultra-angular e preço mais acessível com cupom

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iPhone 15 com 48% OFF ainda acaba sendo dos melhores celulares da Apple em 2026 para quem busca preço baixo, câmeras versáteis e abre mão de IA

Dynamic Island no iPhone 15 (Imagem: Thássius Veloso / Tecnoblog)

Baixou mais: iPhone Air (256 GB) cai mais de 40% em oferta na Amazon

25 de Junho de 2026, 10:16
R$ 10.499,0042% OFF

Prós
  • Tela Super Retina XDR de até 120 Hz
  • Boa performance com o chip
  • iPhone mais fino já feito com 5,64 mm
  • Smartphone leve, com apenas 165 g
Contras
  • Sem slot para cartão SIM
  • Bateria de 3.149 mAh
  • Somente uma câmera traseira
PIX Cupom
R$ 300 OFF + R$ 100 OFF DISPONÍVEL NA PÁGINA R$ 6.079,10  Amazon
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O iPhone Air de 256 GB está saindo por R$ 6.079 no Pix com cupons R$ 300 OFF e R$ 100 OFF disponíveis na página da Amazon. O celular fininho da Apple baixou mais em relação à oferta desta quarta-feira (24) e atinge novo menor preço divulgado pelo Achados, com desconto de 42% sobre o original de R$ 10.499. Mas a oferta é válida apenas para o modelo de cor Dourado-claro.

iPhone Air é celular fininho com chip A19 Pro e câmera de 48 MP

iPhone Air (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
iPhone Air é o celular mais fino da Apple (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O iPhone Air chama a atenção para seu corpo fino de apenas 5,64 mm de espessura que mantém a performance estelar da linha Apple 2025. O chip A19 Pro e os 12 GB de RAM permitem rodar apps e games pesados em multitarefa, já os 256 GB de armazenamento garantem espaço suficiente para guardar fotos e documentos.

Sua câmera wide de 48 MP com OIS capta cenas amplas com alta qualidade, enquanto a frontal Center Stage de 18 MP tira ótimas selfies no modo Paisagem, mesmo com o celular na posição em pé. Ambas filmam em 4K a 60 fps com suporte a Dolby Vision.

A tela Super Retina XDR OLED de 6,5″ traz ProMotion de 120 Hz e brilho de até 3.000 nits, sendo capaz de reproduzir cores vivas com fluidez na transição de imagens, além de visibilidade em qualquer ambiente. O vidro Ceramic Shield 2 protege o display contra acidentes.

iPhone Air (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Tela OLED do iPhone Air possui ProMotion de 120 Hz (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Este celular suporta 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 6.0 e NFC. Sua bateria de 3.149 mAh resiste a um dia de uso moderado, é compatível com MagSafe e recebe uma carga de 50% em 30 minutos via USB-C, segundo a Apple.

O iPhone Air de 256 GB (R$ 6.179 no Pix com os cupons OFF300 e R$ 100 OFF) tem corpo de titânio reforçado pela certificação IP68, que confere resistência contra poeira e mergulhos acidentais. O gadget roda iOS 26 e deve receber cinco atualizações do sistema operacional.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Baixou mais: iPhone Air (256 GB) cai mais de 40% em oferta na Amazon

TIM libera transferência de eSIM entre Android e iPhone

24 de Junho de 2026, 19:13
Mulher sentada com celular na mão, em destaque. Na tela aparece a marca da TIM.
TIM decreta fim do zero rating de redes sociais nos planos controle (Ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • A TIM liberou a transferência de eSIM entre Android e iPhone.
  • A operadora é a primeira da América do Sul a oferecer essa solução.
  • A função está disponível para iPhones (desde o iOS 16.5) e telefones da Motorola.

Trocou de celular? Não tem problema: a TIM liberou a ferramenta para transferir o eSIM entre Android e iPhone. Até agora, as operadoras brasileiras ofereciam opções mais limitadas, como de iPhone antigo para um novo, ou de Android velho para u mais moderno.

Nós avistamos a página oficial dedicada ao assunto. Em resposta exclusiva ao Tecnoblog, a TIM confirmou a novidade e explicou que ela dá mais autonomia para os consumidores. Ela é a primeira operadora da América do Sul com a tecnologia.

Por enquanto, a função está disponível para iPhones (de várias gerações, desde que tenham iOS 26.5) e telefones da Motorola, em ambos os sentidos de troca. A TIM utilizou o Entitlement Server como plataforma orquestradora para habilitar o uso, a partir de padrões determinados pela GSMA no Android, e uma especificação proprietária da Apple suportada pelos iPhones.

O processo leva poucos minutos. Os aparelhos precisam estar próximos e é exibido um PIN para confirmar a transferência. Ao contrário de outras prestadoras, não é preciso fazer biometria para concluir o procedimento.

A novidade envolve somente duas marcas de celular. A TIM nos explicou que outras fabricantes devem adotar a solução com o passar do tempo, mas nenhum prazo foi divulgado. O lançamento envolveu um trabalho conjunto de diferentes áreas, com os principais players globais de sistemas operacionais.

TIM libera transferência de eSIM entre Android e iPhone

TIM decreta fim do zero rating de redes sociais nos planos controle (Ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Como saber se o cabo do iPhone é original? Veja 5 dicas para descobrir

24 de Junho de 2026, 14:38
Cabos de iPhone (Lightning e USB) em feixe, para ilustrar detalhes de autenticidade e diferenças entre original e falso
Saiba os detalhes que ajudam a identificar a autenticidade do cabo do iPhone (imagem: Mika Baumesiter/Unsplash)

Identificar as diferenças entre cabo de iPhone original e falso exige atenção a detalhes, como a qualidade do acabamento da embalagem e a presença do selo MFi (Made for iPhone). Verificar as inscrições a laser e a anatomia dos conectores também ajuda a constatar a autenticidade.

Atualmente, as falsificações estão mais sofisticadas ao reproduzir caixas e logotipos com fidelidade, dificultando a distinção visual. No entanto, os produtos paralelos têm falhas técnicas sutis, como defeitos na fundição, pinos desalinhados ou variações de cor que não condizem com o padrão premium.

A seguir, veja 5 formas de saber as diferenças entre cabo de iPhone original e falso.

1. Observe o lacre da caixa

Examinar o lacre de papel na parte traseira da caixa do cabo de iPhone vendido avulso é o primeiro passo para checar a procedência do acessório. O selo deve estar perfeitamente alinhado e sem indícios de violação, exibindo impressões nítidas dos logotipos e o selo holográfico MFi (Made for iPhone).

Contudo, como a pirataria replica embalagens com facilidade, esse lacre externo não representa uma garantia absoluta de autenticidade. Então, é necessário explorar outros detalhes do acessório para confirmar a originalidade.

Caixa de cabo de carregamento USB-C da Apple (USB-C 60W, 1 m), usada para ilustrar detalhes de autenticidade como lacres e selos MFi
Certos detalhes na caixa do cabo de iPhone vendido avulso podem entregar se ele é falsificado (imagem: Reprodução/Mobile Pro)

2. Veja se há selos MFi na embalagem

O selo MFi (Made for iPhone) indica que o cabo passou pelo programa oficial de licenciamento e certificação da Apple. Presente em produtos de marcas parceiras credenciadas, ele atesta que o acessório cumpre as exigências técnicas e as normas de compatibilidade.

Assim como ocorre com os lacres, os selos não são garantia absoluta de autenticidade, pois os falsificadores clonam a identidade visual no mercado paralelo. Por isso, o consumidor deve encarar o selo como um segundo filtro, sem dispensar outras verificações de segurança.

Comparação de selos MFi “Made for iPhone/iPad/iPod” em diferentes modelos (novo e antigo)
Os diferentes modelos de selo MFi disponíveis em produtos (imagem: Reprodução/Apple)

3. Verifique as gravações no cabo

Os cabos originais do iPhone trazem no revestimento isolante a inscrição padrão “Designed by Apple in California” gravada a laser. Essa informação é seguida pelo local de montagem, como “Assembled In China”, “Assembled in Vietnam” ou “Indústria Brasileira”.

O texto inclui obrigatoriamente um número de série alfanumérico de 12 dígitos, que funciona como uma assinatura digital do produto. Em geral, os cabos piratas apresentam erros ortográficos ou omitem esse código, além de utilizarem tintas mais escuras na impressão.

Diagrama com exemplos de gravações a laser em cabos originais: “Designed by Apple in California”, “Indústria Brasileira/Assembled in China/Vietnam” e número de série de 12 dígitos
As inscrições padrões encontradas nos cabos originais do iPhone (imagem: Reprodução/Apple)

4. Analise o plugue Lightning 

A “anatomia” do conector Lightning é um dos principais pontos para apurar a autenticidade do cabo do iPhone. O plugue original é construído em uma peça única e sólida, apresentando contatos arredondados, lisos e com acabamento refinado em tom dourado ou prateado.

Além disso, a base emborrachada de alívio de tensão (boot) mantém dimensões milimetricamente simétricas em toda a extensão. Outro detalhe de engenharia da Apple é a placa frontal de inserção (faceplate), que deve ser obrigatoriamente cinza ou metálica.

No mercado paralelo, as falsificações entregam falhas de fundição, exibindo pinos quadrados, encaixes ásperos e placas frontais brancas ou pretas. Notar esses detalhes visuais e táteis no plugue é um forte indício de que o acessório não é original.

Comparação de plugues Lightning: cabo Apple original à esquerda e cabo falsificado à direita, com cortes ampliados dos contatos
As diferenças dos plugues Lightning originais e falsificados (imagem: Reprodução/Apple)

5. Cheque o plugue USB-A

A engenharia dos plugues USB-A também apresenta pistas sobre a autenticidade do cabo do iPhone. O conector original apresenta travas de segurança metálicas (interlocks) em formato trapezoidal, espaçadas uniformemente em relação à borda da carcaça externa.

Ao olhar a parte interna do plugue, os contatos de metal exibem um banho dourado de alta condutividade. Já a superfície do bloco isolante plástico (insulator) precisa ser totalmente plana e lisa.

Os cabos falsificados trazem travas em ângulos retos de 90º graus e superfícies visivelmente ásperas ou granulares. A presença de rebarbas ou sulcos de retenção na peça são outros detalhes que denunciam que o acessório não passou pelos testes da Apple.

Diferenças entre plugues USB-A originais e falsificados: travas e contatos metálicos comparados
As diferenças dos plugues USB-A originais e falsificados (imagem: Reprodução/Apple)

Quais são os riscos de usar um cabo de iPhone falsificado?

Utilizar acessórios paralelos traz perigos reais à integridade do iPhone e à segurança física do usuário. Estes são os principais riscos:

  • Pane elétrica e superaquecimento: a ausência de reguladores de tensão faz o cabo esquentar perigosamente durante a recarga, danificando os componentes sensíveis da placa lógica e a porta de entrada de energia do dispositivo;
  • Degradação da bateria: a transmissão instável de corrente e flutuações de voltagem estressam as células de íons de lítio do iPhone, reduzindo drasticamente a vida útil e capacidade de retenção de carga;
  • Incêndios e choques: o uso de isolamento plástico inferior e fiação interna subdimensionada cria um cenário propício para curtos-circuitos, estalos elétricos, severas descargas eletrostáticas e até princípios de incêndio;
  • Bloqueio e incompatibilidade: devido às atualizações frequentes do iOS, o cabo falsificado pode simplesmente parar de funcionar intermitentemente ou exibir o temido alerta de “acessório não suportado”;
  • Falhas de sincronização: a engenharia simplificada dos fios impede a correta transferência de dados via USB, fazendo com que computadores deixem de reconhecer e parear com o ecossistema do iPhone;
  • Ruptura física do conector: a fragilidade estrutural da solda faz com que a ponta metálica quebre com facilidade, podendo ficar presa e obstruir definitivamente a entrada de energia do aparelho.

Onde posso encontrar cabos de iPhone originais?

O meio mais seguro para adquirir cabos e acessórios originais é diretamente nas lojas físicas e no site da Apple ou em revendedores autorizados pela marca. Grandes varejistas com canais oficiais de distribuição homologada também garantem a procedência do produto contra falsificações.

Por outro lado, o consumidor deve evitar ofertas com preços muito abaixo da média em marketplaces e sites de procedência duvidosa. Caso opte por marcas parceiras, a dica é exigir o selo MFi de certificação para garantir total compatibilidade e segurança de hardware.

Também consigo saber se o carregador do iPhone é original?

Sim, dá para saber se o carregador do iPhone é original observando alguns detalhes na construção do acessório. Por exemplo, eles trazem marcações gravadas a laser perfeitamente alinhadas e, no Brasil, o selo de homologação da Anatel.

Além disso, a embalagem original traz manuais impressos com alta qualidade e um número de série que deve bater com o código do produto. No mercado paralelo, as fontes borradas, erros ortográficos nas especificações de voltagem e pinos tortos denunciam a falsificação do hardware.

Como saber se o cabo do iPhone é original? Veja 5 dicas para descobrir

Certos detalhes na caixa do cabo de iPhone vendido avulso podem entregar se ele é falsificado (imagem: Reprodução/Mobile Pro)

As diferenças dos plugues Lightning originais e falsificados (imagem: Reprodução/Apple)(imagem: Reprodução/Apple)

As diferenças dos plugues USB-A originais e falsificados (imagem: Reprodução/Apple)

iPhone Air está com maior desconto que vimos desde o Mês do Consumidor

24 de Junho de 2026, 11:24
R$ 10.499,0039% OFF

Prós
  • Tela Super Retina XDR de até 120 Hz
  • Boa performance com o chip A19 Pro
  • iPhone mais fino já feito com 5,64 mm
  • Smartphone leve, com apenas 165 g
Contras
  • Sem slot para cartão SIM
  • Bateria de 3.149 mAh
  • Somente uma câmera traseira
PIX Cupom Exclusivo Amazon Prime
OFF300 E R$ 100 OFF NA PáGINA R$ 6.439,10  Amazon
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O iPhone Air (256 GB) está disponível para clientes Amazon Prime por R$ 6.439,10 no Pix aplicando os cupons OFF300 e de R$ 100 OFF que aparecem na página do produto. O smartphone mais fino da Apple com tela OLED e câmera de 48 MP, lançado por R$ 10.499, recebe um desconto de 39% nesta oferta “Achou, Correu!” na Amazon.

iPhone Air tem tela de 120 Hz, câmeras que filmam em 4K e suporte ao Apple Intelligence

iPhone Air (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
iPhone Air tem tela OLED de 6,5 polegadas com taxa de atualização de 120 Hz (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O iPhone Air adota a tela Super Retina XDR OLED de 6,5 polegadas, reproduzindo imagens fluidas com taxa de atualização de 120 Hz. O painel com design Dynamic Island ainda oferece brilho máximo de 3.000 nits e os recursos ProMotion e HDR.

Fugindo um pouco do padrão da marca, a câmera traseira do dispositivo tem um único sensor de 48 MP capaz de filmar vídeos em 4K com Estabilização Óptica de Imagem (OIS). A câmera frontal de 18 MP também capta imagens em 4K e realiza selfies detalhadas com o Modo Retrato.

Focado em alto desempenho e no Apple Intelligence, o iPhone Air é equipado com o chipset Apple A19 Pro combinado com 12 GB de RAM. O dispositivo traz 256 GB de armazenamento interno, exigindo o uso do iCloud para os usuários que desejam mais espaço para fotos, vídeos e outros arquivos.

Imagem mostra um iPhone Air branco sendo segurado em uma mão. O modelo está virado com a parte traseira para a câmera.
iPhone Air conta com uma única câmera traseira de 48 MP (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Extremamente fino, o smartphone da Apple tem apenas 5,64 mm de espessura, uma estrutura reforçada em titânio e acabamento traseiro e tela protegidos com Ceramic Shield. O modelo também conta com a certificação IP68 de resistência à poeira e à água, podendo ficar submerso por até 6 metros pelo tempo limite de 30 minutos.

O telefone traz uma bateria de 3.149 mAh que, segundo a marca, entrega autonomia para até 27 horas de reprodução de vídeo. Para tentar compensar, o modelo suporta carregamento rápido de 20 W que vai de 0 a 50% em 30 minutos.

Fechando o pacote, o iPhone Air (R$ 6.439,10 no Pix aplicando os cupons OFF300 e de R$ 100 OFF para clientes Amazon Prime) oferece conexões 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 6.0, Ultra Wideband (UWB) e NFC para ações por aproximação. Ademais, ele sai da caixa com o iOS 26 e receberá pelo menos 5 grandes atualizações do sistema.

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iPhone Air está com maior desconto que vimos desde o Mês do Consumidor

iPhone Air (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

iPhone Air (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

iPhone 16 Plus (256 GB) tem um dos menores preços do ano na Amazon

24 de Junho de 2026, 10:49
R$ 10.299,0038% OFF

Prós
  • Botão dedicado a ajustes de câmera
  • Chip A18 de alto desempenho
  • Tela OLED de 6,7″ e 2.000 nits
  • Certificação IP68
  • Feito para Inteligence
Contras
  • Carregamento limitado a 25 W
  • Taxa de atualização de 60 Hz
PIX Cupom Exclusivo Amazon Prime
R$ 300 OFF DISPONíVEL NA PáGINA R$ 6.369,10  Amazon
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O iPhone 16 Plus de 256 GB está saindo por R$ 6.369 no Pix com cupom de R$ 200 OFF exclusivo para assinantes do Amazon Prime. O celular da Apple com chip A18, tela OLED de até 2.000 nits e câmera wide de 48 MP está na terceira melhor oferta do ano, sendo que a melhor estava somente R$ 150 mais barata.

iPhone 16 Plus tem tela OLED e câmera wide do iPhone 17e

O iPhone 16 Plus traz um kit de câmeras ótimo para captar cenas amplas com maior facilidade, formado por um sensor wide de 48 MP com OIS igual ao do novo iPhone 17e e um ultrawide de 12 MP com ângulo de 120º. A frontal de 12 MP tira ótimas selfies, e todas filmam em 4K a 60 fps com suporte a Dolby Vision.

O chip Apple A18 e os 8 GB de RAM sustentam alta performance ao rodar apps pesados em multitarefa e os games mais exigentes, enquanto os 256 GB de armazenamento permitem guardar uma quantidade razoável de fotos e vídeos.

Sua tela LPTO Super Retina XDR OLED de 6,7″ com brilho de até 2.000 nits e suporte a HDR10+ reproduz imagens nítidas com cores vibrantes e garante a visibilidade em qualquer ambiente. A proteção do vidro Ceramic Shield garante resistância a quedas e outros acidentes.

Tela do iPhone 16
Tela OLED do iPhone 16 tem brilho de até 2.000 nits (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O corpo de alumínio do iPhone 16 Plus conta com a certificação IP68, conferindo proteção contra poeira intensa e mergulhos acidentais, garantindo assim a durabilidade do gadget por muito tempo.

Sua bateria de 4.674 mAh resiste até 27 horas de reprodução de vídeo segundo a fabricante, podendo ser usado por um dia inteiro de forma moderada, além de suportar MagSafe e carregamento rápido de 25 W via USB-C.

O iPhone 16 Plus de 256 GB (R$ 6.369 no Pix com cupom de R$ 200 OFF exclusivo Amazon Prime), que foi atualizado para o iOS 26 e deve receber pelo menos mais quatro atualizações do sistema operacional, conversa com redes 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 5.3 e NFC.

Amazon Prime Day 2026 será na próxima semana

Faltam poucos dias para o Prime Day, que será entre 1 e 7 de julho esse ano. A data será repleta de oferta especiais para assinantes como a pelo iPhone 16 Plus. E a dica do Achados para quem não assina o Amazon Prime é começar um teste grátis de 30 dias para aproveitar o descontos e outros benefícios exclusivos.

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iPhone 16 Plus (256 GB) tem um dos menores preços do ano na Amazon

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iPhone 16 Plus (256 GB) com tela OLED de 2.000 nits e câmera wide do iPhone 17e atinge 3º menor preço de 2026 com desconto exclusivo Amazon Prime de 38% no Pix com cupom

iPhone 16e tem preço de Android com cupom exclusivo Amazon Prime

24 de Junho de 2026, 10:02
R$ 5.799,0042% OFF

Prós
  • Desempenho elevado com Apple A18
  • Câmera de 48 MP com vídeos em
  • Tela Super Retina XDR
  • Resistente a água e poeira
  • Feito para Apple Inteligence
Contras
  • Não traz suporte a MagSafe
  • Sem Dynamic Island
  • Apenas uma câmera traseira
PIX Cupom Exclusivo Amazon Prime
R$ 300 OFF DISPONíVEL NA PáGINA R$ 3.349,50  Amazon
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O iPhone 16e de 128 GB está saindo por R$ 3.349 no Pix com cupom de R$ 300 OFF exclusivo para assinantes do Amazon Prime. O celular acessível da Apple com chip A18, tela OLED de 1.200 nits e câmeras idênticas às do iPhone 17e recebe desconto de 42% sobre o preço original de R$ 5.799, ficando paralelo a concorrentes Android.

iPhone 16e tem tela OLED e processador Apple A18

O iPhone 16e é uma das principais opções de celular custo-benefício para quem deseja comprar um iPhone em 2026, concorrendo diretamente com o iPhone 17e. Seu chip Apple A18, amparado por 8 GB de RAM, é em geral mais potente que os presentes em concorrentes Android, enquanto os 128 GB podem ser expandidos com planos do iCloud.

As câmeras do iPhone 16e são as mesmas do 17e: a wide de 48 MP com OIS na traseira entrega imagens excelentes e amplas, e a frontal de 12 MP tira ótimas selfies com o recurso Center Stage, que centraliza elementos. Ambas filmam em 4K a 60 fps.

Sua tela Super Retina XDR OLED de 6,1″ com brilho de 1.200 nits também é igual à do novo iPhone 17e, e oferece cores vibrantes e visibilidade garantida em qualquer ambiente. O vidro Ceramic Shield garante proteção contra quedas e acidentes diversos.

Imagem mostra um iPhone 16e sendo segurado em uma mão. A parte traseira está para cima.
Câmera wide de 48 MP é a mesma do iPhone 17e (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O corpo de alumínio conta com a certificação IP68 para reforçar a durabilidade, adicionando resistência contra poeira intensa e mergulhinhos acidentais. Assim, o smartphone “aguenta o tranco” entre as situações mais inesperadas.

Sua bateria de 4.005 mAh resiste até 26 horas de reprodução de vídeo segundo a Apple, e suporta carga rápida de 0 a 50% em apenas 30 minutos via cabo USB-C, permitindo seu uso durante o dia inteiro.

O iPhone 16e de 128 GB (R$ 3.349 no Pix com cupom de R$ 300 OFF exclusivo Amazon Prime), que foi atualizado para o iOS 26 e deve receber pelo menos mais cinco atualizações do sistema operacional, conversa com redes 5G, Wi-Fi 6, Bluetooth 5.3 e NFC.

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iPhone 16e tem preço de Android com cupom exclusivo Amazon Prime

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iPhone 16e com 42% OFF é celular custo-benefício da Apple; câmeras são idênticas ao iPhone 17e e processador A18 é diferencial frente a Androids na mesma faixa de preço

Como saber se o carregador do iPhone é original? Confira 6 dicas de análise

23 de Junho de 2026, 15:17
Carregador de tomada do iPhone 12 Pro (Imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)
Conheça os principais detalhes que ajudam a identificar um carregador original de iPhone (imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)

Identificar as diferenças entre um carregador de iPhone original e falso é essencial para preservar a saúde da bateria e evitar danos ao dispositivo. Embora não exista uma solução única, a autenticidade pode ser confirmada por meio de uma inspeção detalhada tanto na embalagem quanto na construção do produto.

Sempre verifique a presença do selo da Anatel e a qualidade do acabamento plástico, que deve ser impecável e livre de rebarbas. Além disso, observe se as marcações a laser no acessório são nítidas e se o número de série corresponde exatamente ao que está impresso na caixa do produto.

A seguir, conheça 6 formas de identificar a autenticidade do carregador do iPhone.

1. Verifique o lacre da embalagem

O primeiro passo para identificar o carregador original da Apple é examinar o lacre pull-tab, aquela fita de papel destacável na traseira da embalagem. Esse selo de fábrica precisa estar perfeitamente alinhado e sem vestígios de cola, garantindo a integridade do circuito de distribuição.

Contudo, como o mercado paralelo já comercializa falsificações idênticas desses lacres plásticos e de papel, a inspeção visual externa não confirma totalmente a originalidade. Por isso, é necessário se atentar a outros detalhes do acessório.

2. Analise os manuais da caixa

Os carregadores do iPhone costumam ter três manuais que ajudam a atestar a autenticidade do acessório. Ao abrir a caixa, o usuário deve encontrar o Manual de Guia Prático impresso em papel fosco de alta gramatura, com fontes nítidas e sem erros gramaticais.

No Brasil, o documento da Anatel com o selo de homologação é obrigatório e deve detalhar as especificações elétricas do acessório. Esse encarte técnico comprova que o circuito interno passou pelos testes de segurança e conformidade do país.

O kit é finalizado com o certificado de garantia global, trazendo os termos regulatórios padronizados internacionalmente pela Apple. A ausência de qualquer um desses três folhetos ou falhas na impressão são sinais claros de um produto falsificado.

imagem de uma mão segurando a caixa de um carregador de iphone
A caixa e os folhetos internos do carregador do iPhone já dão pistas de que o acessório é original (imagem: João Vitor/Tecnoblog)

3. Confirme se há cabos no pacote

Os carregadores originais da Apple vendidos avulsos não incluem o cabo de energia e dados na embalagem. A fabricante adotou essa política de sustentabilidade Eco-friendly assumindo que o usuário já possui o cabo USB-C que acompanha a caixa do iPhone.

A única exceção fica por conta de acessórios de marcas parceiras homologadas pelo programa MFi (Made for iPhone). Essas empresas terceiras costumam comercializar kits completos, trazendo o adaptador de tomada e o cabo de carregamento rápido no mesmo combo.

imagem de um carregador da apple com um cabo
Os carregadores originais da Apple não acompanham o cabo de energia (imagem: Homemade Media/Unsplash)

4. Observe as gravações no carregador 

Ao examinar a fonte do iPhone, a nitidez das marcações gravadas a laser é o principal indicativo da autenticidade. O texto com as especificações de tensão e corrente elétrica deve ter alinhamento perfeito, sem borrões ou erros ortográficos comuns em peças falsificadas.

Essas informações regulatórias e o código de modelo ficam dispostos de forma sutil e precisa na superfície de policarbonato do acessório. Uma gravação grosseira, com fontes desalinhadas ou em alto-relevo rústico na carcaça plástica, serve como um imediato sinal de alerta.

imagem de um carregador da apple de 20w com as informações técnicas gravadas a laser
Os acessórios originais trazem as informações técnicas gravadas a laser (imagem: João Vitor/Tecnoblog)

5. Veja se a fonte tem o selo da Anatel

No mercado brasileiro, o selo da Anatel colado diretamente na carcaça do carregador do iPhone é obrigatório e atesta que o circuito elétrico cumpre as normas de segurança. Essa marcação traz o logotipo oficial da agência reguladora e um número de homologação exclusivo de 12 dígitos.

Contudo, como os falsificadores costumam replicar essa identidade visual, a mera presença física da estampa não garante a procedência. O método infalível é checar essa numeração no Sistema de Consulta de Produtos da agência para validar a certificação de conformidade.

Baterias de sódio podem ser a solução para recargas rápidas de verdade (imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)
Todos os carregadores originais do iPhone trazem o selo da Anatel, permitindo checar as informações no Sistema de Consulta de Produtos (imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)

6. Compare os números de série

Uma das táticas eficientes para flagrar uma falsificação é cruzar o código alfanumérico de identificação gravado em cada componente. Embora não exista uma ferramenta oficial para consultar o número de série do carregador Apple, a correspondência exata desses dígitos é um forte indicativo de autenticidade.

O consumidor deve comparar a sequência impressa no adaptador com o código de barras da embalagem e a nota fiscal emitida. Qualquer divergência nos caracteres ou no espaçamento das fontes revela uma falha na cadeia de suprimentos ou adulteração no lote.

Como os falsificadores costumam replicar sequências válidas em massa, esse batimento de dados não deve ser o único teste. A validação definitiva exige combinar essa checagem física na construção do produto e os materiais enviados na caixa.

imagem de um carregador da apple de 20w
Verificar o número do modelo do acessório com as informações da caixa é uma das formas de verificar se o produto é original (imagem: João Vitor/Tecnoblog)

Quais são os riscos de usar um carregador de iPhone falso? 

Estes são alguns riscos que o usuário corre ao utilizar um carregador de iPhone falso:

  • Incêndio por superaquecimento: fontes paralelas costumam falhar em testes básicos de isolamento térmico e elétrico, acumulando calor excessivo nos componentes internos até o ponto de ignição física;
  • Choque elétrico por falha de isolamento: a ausência de blindagem interna adequada e a montagem rústica do circuito integrado expõem o consumidor a descargas elétricas de alta tensão potencialmente letais;
  • Danos severos à bateria e aos circuitos: o fornecimento instável de corrente e a flutuação de tensão estressam as células de íons de lítio, reduzindo drasticamente a saúde da bateria do smartphone;
  • Carregamento lento por ineficiência energética: componentes de baixa qualidade não mantêm o fluxo de energia linear, resultando em um processo de recarga demorado que superaquece o chassi do aparelho;
  • Explosões causadas por falha estrutural: em cenários de picos na rede elétrica, o colapso dos capacitores internos de baixa qualidade pode provocar o rompimento da carcaça plástica e queimaduras graves;
  • Ausência completa de certificações de segurança: esses produtos ignoram os rigorosos protocolos de controle de qualidade e os testes laboratoriais exigidos por órgãos reguladores internacionais para proteção do consumidor.

Onde posso encontrar um carregador de iPhone original?

A melhor estratégia para ter um carregador e outros acessórios originais para diferentes tipos de iPhone é adquirir diretamente em canais oficiais da Apple. Comprar nas lojas físicas ou no site da marca elimina o risco de investir em componentes falsificados que danificam a bateria do dispositivo.

O consumidor deve evitar ofertas suspeitas em marketplaces e dar preferência para revendedores autorizados que emitem nota fiscal e garantia de fábrica. Essa procedência certificada é a única segurança real para os circuitos integrados de gerenciamento de energia e chips de proteção do smartphone.

Só a Apple vende carregadores de iPhone originais?

Não, o mercado oferece carregadores autorizados pela Apple, desenvolvidos por fabricantes parceiras. Para garantir a segurança e compatibilidade com o ecossistema, o consumidor precisa procurar pelo selo MFi (Made for iPhone) estampado na embalagem do produto.

Essa chancela técnica internacional atesta que o acessório foi homologado nos laboratórios da Maçã. Isso significa que o componente passou por rigorosos testes de qualidade, protegendo o smartphone contra sobretensões e oscilações na rede.

Também consigo saber se o cabo do iPhone é original?

Sim, analisar o acabamento das conexões e as inscrições no revestimento é essencial para saber se o cabo do iPhone é original. Os fios genuínos trazem a frase “Designed by Apple in California” seguida por um número de série de 12 dígitos impresso a laser de forma nítida.

No aspecto físico, os conectores moldados por injeção precisam apresentar superfícies metálicas polidas e contatos elétricos arredondados. Cabos falsificados exibem rebarbas plásticas na junção e pinos desalinhados, comprometendo a condução da corrente e do barramento de dados do smartphone.

Como saber se o carregador do iPhone é original? Confira 6 dicas de análise

Carregador de tomada do iPhone 12 Pro (Imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)

Os acessórios originais trazem as informações técnicas gravadas a laser (imagem: João Vitor/Tecnoblog)

Baterias de sódio podem ser a solução para recargas rápidas de verdade (imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)

Verificar o número do modelo do acessório com as informações da caixa é uma das formas de verificar se o produto é original (imagem: João Vitor/Tecnoblog)

WhatsApp vai deixar mais fácil descobrir quem está online

22 de Junho de 2026, 16:43
Imagem mostra o logo do WhatsApp ao centro, sobre um fundo verde com faixas diagonais em verde mais claro. O logo consiste em um balão de diálogo branco com um contorno verde mais escuro, contendo um ícone de telefone branco dentro. Na parte inferior direita, o logotipo do "Tecnoblog" é visível, em fonte de cor branca.
WhatsApp vai deixar mais fácil descobrir quem está online (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • WhatsApp está desenvolvendo uma funcionalidade para indicar quando um contato está online;
  • versão beta do WhatsApp para Android já exibe um ponto verde na foto de perfil dos contatos online;
  • nova funcionalidade deve complementar a área de contatos, que está sendo reformulada.

Em um futuro próximo, o WhatsApp deverá ser mais direto em apontar quando um contato está disponível para conversar, pelo menos no Android: a versão beta mais recente do mensageiro na plataforma passou a exibir um ponto verde na foto de perfil dos contatos que estão online.

Não que já não seja possível fazer isso. Já há bastante tempo que, tanto no Android quanto no iPhone, o aplicativo do WhatsApp mostra uma etiqueta com a palavra “online” abaixo do nome de uma pessoa que está… online.

O ponto verde é mais interessante porque, em vários outros serviços, já o associamos a pessoas que podem conversar naquele momento. Além disso, o atual aviso com a palavra “online” só é visualizado quando você abre uma tela de conversação com o contato; na nova abordagem, o ponto verde aparece na foto de perfil da pessoa.

Também podemos esperar pelo sinal verde aparecendo na tela que mostra a lista de contatos, mas de um modo um pouco diferente: no fim de maio, o WABetaInfo descobriu que a área de contatos está sendo reformulada para, entre outras possibilidades, permitir que apenas a lista de pessoas online seja exibida, se desejável. O ponto verde na tela de perfil é uma abordagem complementar, portanto.

Ponto verde de "online" no WhatsApp beta
Ponto verde de “online” no WhatsApp beta (imagem original: reprodução/WABetaInfo)

Quando o indicador de contato online chegará ao WhatsApp?

Ninguém sabe ao certo, afinal, o recurso ainda está em teste (assim como a nova área de contatos). O WABetaInfo o encontrou na versão 2.26.24.5 do WhatsApp beta para Android e, mesmo assim, o recurso só está disponível para alguns testadores. Já a lista de contatos online foi encontrada na versão 2.26.13.3 do mesmo aplicativo.

Como esse não parece ser um recurso de desenvolvimento complexo, eu apostaria em liberação geral ainda em 2026. Apesar de as informações a respeito serem baseadas no Android, é provável que o WhatsApp para iPhone também receba a novidade.

Se você não quiser ser “dedurado” sobre estar online, atualmente, essa opção pode ser desativada em Configurações / Privacidade / Visto por último e online. É de se presumir que a configuração também funcionará para o sinal verde.

WhatsApp vai deixar mais fácil descobrir quem está online

Marca do WhatsApp (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Ponto verde de "online" no WhatsApp beta (imagem original: reprodução/WABetaInfo)

Ainda dá tempo: iPhone Air com mais R$ 4 mil de desconto no Mercado Livre

22 de Junho de 2026, 10:59
R$ 10.499,0038% OFF

Prós
  • Tela Super Retina XDR de até 120 Hz
  • Boa performance com o chip A19 Pro
  • iPhone mais fino já feito com 5,64 mm
  • Smartphone leve, com apenas 165 g
Contras
  • Sem slot para cartão SIM
  • Bateria de 3.149 mAh
  • Somente uma câmera traseira
PIX Cupom
R$ 400 OFF DISPONÍVEL NA PÁGINA R$ 6.479,10  Mercado Livre
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O iPhone Air de 256 GB fica por R$ 6.479 no Pix com cupom de R$ 400 OFF disponível na página do Mercado Livre. O celular fininho da Apple segue com o menor preço divulgado pelo Achados desde março de 2026, com um desconto de 38% sobre o original de R$ 10.499. Mas a oferta é válida apenas para o modelo de cor dourado-claro.

iPhone Air tem corpo fino, chip A19 Pro e câmera de 48 MP

iPhone Air (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
iPhone Air é o celular mais fino da Apple (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Mesmo com apenas 5,64 mm de espessura, o iPhone Air entrega a mesma performance de ponta dos demais modelos da linha 2025 da Apple. O chip A19 Pro e os 12 GB de RAM sustentam apps e games pesados em multitarefa. Os 256 GB de armazenamento garantem espaço adequado para guardar fotos e documentos.

Sua câmera wide de 48 MP com OIS possui um sensor de 1/1.56″ que capta cenas com grande quantidade de detalhes, já a frontal Center Stage de 18 MP permite tirar ótimas selfies no modo Paisagem mesmo mantendo o celular em pé. Ambas gravam vídeos em 4K a 60 fps com suporte a Dolby Vision.

A tela Super Retina XDR OLED de 6,5″ tem ProMotion de 120 Hz e brilho de até 3.000 nits, combinação que oferece preto profundo e cores vibrantes, além de alta fluidez na transição de imagens e visibilidade garantida em qualquer ambiente. O vidro Ceramic Shield 2 protege o display contra arranhões e outros acidentes.

iPhone Air (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Tela OLED do iPhone Air possui ProMotion de 120 Hz (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Sobre conectividade, este celular suporta 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 6.0 e NFC. Já sua bateria de 3.149 mAh resiste a um dia de uso moderado, é compatível com MagSafe e recebe uma carga de 50% em 30 minutos via USB-C, segundo a fabricante.

O iPhone Air de 256 GB (R$ 6.479 no Pix com cupom de R$ 400 OFF disponível na página do Mercado Livre) roda iOS 26 e deve receber cinco atualizações do sistema operacional. Seu corpo de titânio é reforçado pela certificação IP68, que adiciona resistência contra poeira e mergulhos acidentais.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Ainda dá tempo: iPhone Air com mais R$ 4 mil de desconto no Mercado Livre

Loja de apps alternativa anuncia chegada ao iPhone no Brasil

19 de Junho de 2026, 11:19
Ilustração gráfica com textura granulada e fundo inteiramente verde. No centro, destaca-se uma combinação de logotipos da Apple: a silhueta clássica da maçã mordida na cor azul serve de fundo para a letra "A" estilizada da App Store (formada por três palitos de cantos arredondados) na cor amarela.
Acordo com o Cade e a Apple libera lojas de terceiros no iPhone (arte: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • A loja de aplicativos AltStore PAL anunciou oficialmente sua chegada ao Brasil.
  • Download é possível graças ao acordo entre a Apple e o Cade, que exigiu a abertura do iOS para lojas de terceiros.
  • Outra loja de aplicativos alternativa, a holandesa Onside, também prepara sua entrada no mercado brasileiro, seguindo as novas regras.

A loja de aplicativos AltStore PAL anunciou oficialmente a sua chegada aos iPhones do Brasil. Esse é o primeiro desdobramento do acordo firmado entre a Apple e o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), que determinou a abertura do iOS para lojas de terceiros, encerrando a exclusividade da App Store no país.

Com as mudanças, o mercado brasileiro entra para um seleto grupo de regiões que contam com vias alternativas para a distribuição dos apps. Um marco tanto para os consumidores, que ganham mais opções, quanto para os desenvolvedores, que esbarravam nas rígidas normas de aprovação e altas taxas cobradas para distribuir aplicativos na loja oficial da Maçã.

Como instalar a AltStore PAL no iPhone?

Captura de tela da interface de um aplicativo em um iPhone com Dynamic Island no topo. O app mostra as lojas alternativas Delta e AltStore prontas para download.
Usuários brasileiros já podem instalar a AltStore PAL no iPhone (imagem: reprodução/AltStore PAL)

O processo de download já está disponível para o público brasileiro. A AltStore exige três pré-requisitos para a instalação:

  • Você deve estar fisicamente localizado no Brasil;
  • Utilizar uma conta da App Store vinculada à região brasileira;
  • Ter um iPhone rodando a versão iOS 26.5 ou superior.

Cumpridas as exigências, o procedimento de download deve ser feito pelo navegador Safari, seguindo o passo a passo oficial da plataforma:

  1. Acesse a página oficial (altstore.io/download) e toque em “Download“.
  2. Um aviso surgirá na tela, solicitando permissão para baixar os arquivos da AltStore LLC.
  3. Feche o navegador temporariamente e abra o aplicativo “Ajustes“.
  4. Na área superior da tela, logo abaixo do seu nome e Apple ID, aparecerá uma opção chamada “Permitir Marketplace da AltStore LLC“. Toque nela e selecione “Permitir“.
  5. Volte ao Safari, toque mais uma vez no botão “Download” e confirme a etapa final selecionando “Instalar App Marketplace” na janela que será exibida.

Após a instalação, o usuário também pode definir a AltStore como loja principal de aplicativos, acessando o caminho: Ajustes > Aplicativos > Instalação de Aplicativos.

Imagem mostra a seção de apps instalados no iPhone, com a loja alternativa AltStore disponível
AltStore pode ser definida como loja de aplicativos padrão do sistema (imagem: reprodução)

Onside também prepara lançamento no Brasil

A quebra da exclusividade da App Store atraiu o interesse de outras distribuidoras de softwares. A Onside, uma loja de aplicativos alternativa com sede em Amsterdã, na Holanda, confirmou que também prepara a entrada no mercado brasileiro. A companhia opera a mesma infraestrutura descentralizada na União Europeia e Japão e atua cobrando uma comissão fixa de 10% sobre as transações digitais.

Vale lembrar que, conforme o cronograma estipulado pelo Cade, a partir de 6 de julho de 2026, qualquer programador brasileiro terá o direito de distribuir aplicativos por canais independentes, incluindo a liberdade para processar pagamentos de clientes sem usar o sistema fechado da Apple.

Ao Tecnoblog, o cofundador e CEO da Onside, Alexander Baksheev, detalhou que a empresa está analisando as regras exigidas pela Apple no país antes de bater o martelo. Caso o modelo se prove eficiente, o país será prioridade de expansão.

“O Brasil é um mercado muito promissor. Já operamos a mesma infraestrutura na UE desde novembro de 2024 e no Japão desde fevereiro de 2026, então sabemos que a verdadeira questão não é apenas se o mercado está aberto, mas como ele será aberto”.

“Para os desenvolvedores, o fluxo real precisa funcionar: instalação, integração, pagamentos e experiência do usuário precisam ser viáveis, e não apenas formalmente disponíveis.”

– Alexander Baksheev, CEO da Onside

Apple ainda controla a segurança

Apesar da abertura para novas plataformas, a Apple não abriu mão da segurança. Todas as lojas alternativas ainda precisam de autorização da fabricante para operar. Além disso, para que os apps sejam instalados de fora da App Store, é preciso passar por um processo que certifica a capacidade de executar funções sem apresentar falhas, garantindo que o código não inclui ameaças ocultas, como malwares.

Loja de apps alternativa anuncia chegada ao iPhone no Brasil

App Store vs Brasil (arte: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Apple abre iPhone do Brasil a lojas de apps alternativas

18 de Junho de 2026, 12:00
Arte “Apple vs Brasil” com logotipo da Apple sobre fundo colorido, representando mudanças na App Store no iOS no país
Apple adota mudanças no Brasil (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • A Apple fez um acordo com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) para mudar o funcionamento da App Store no Brasil, permitindo que os desenvolvedores usem lojas de aplicativos alternativas e métodos de pagamento fora da plataforma da Apple.
  • Os usuários de iPhone poderão instalar aplicativos de lojas alternativas, que precisarão ser autorizadas pela Apple e atender a requisitos de segurança.
  • A Apple cobrará uma comissão de 5% a 21% pela comercialização de itens digitais, dependendo do canal de pagamento escolhido, e os aplicativos precisarão exibir os preços na App Store e em lojas alternativas.

O funcionamento do iOS, o sistema dos iPhones, passa por mudanças a partir de hoje no Brasil. A Apple anunciou um acordo com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) que prevê alterações na App Store. Na prática, os desenvolvedores de apps do país poderão adotar lojas alternativas, sem precisar necessariamente passar pela loja nativa da maçã.

O Tecnoblog participou de uma reunião com executivos da companhia. Eles elogiaram a disposição do Cade em entender as necessidades de segurança e privacidade dos usuários do iPhone. De acordo com a Apple, o órgão regulador “fez um trabalho melhor” que o da União Europeia, onde a Apple está em rota de colisão com o Digital Markets Act (DMA).

A denúncia original ao Cade partiu do Mercado Livre, que apontou um possível abuso de posição dominante no mercado de distribuição de aplicativos para dispositivos iOS. A tese central girava em torno de venda casada e bloqueio de concorrência em pagamentos. O processo começou a tramitar em 2022.

O que muda na App Store?

O logo da App Store da Apple domina o centro da imagem, apresentado como um quadrado azul com cantos arredondados e um "A" branco estilizado formado por três barras. Outros logos da App Store, de tamanhos variados e com diferentes graus de desfoque, flutuam ao redor em um fundo azul claro gradiente. Na parte inferior direita, o logotipo do "Tecnoblog" é visível.
Consumidores poderão baixar aplicativos por fora da App Store (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

As mudanças começam a valer hoje e é preciso estar com o iOS 26.5, que foi liberado há algumas semanas. Não é necessário baixar nenhuma nova versão de sistema.

Os usuários poderão perceber mais opções para instalar aplicativos e pagar por serviços digitais no iPhone. Será possível recorrer a outras lojas de aplicativos, de forma similar ao que ocorre no Android. A instalação de novos apps poderá ser feita a partir das lojas alternativas. Essas lojas, porém, precisarão de autorização da Apple e deverão atender a todos os requisitos que a empresa estabelecer para oferecer seus serviços a desenvolvedores e usuários.

Já dentro da própria App Store, a forma de pagamento também muda. Os desenvolvedores poderão escolher entre processar o pagamento pelo sistema da Apple ou incluir métodos alternativos – como links diretos para pagamento no site oficial do app. Não importando a opção, a Apple cobrará uma comissão pela comercialização do item digital, mas o percentual varia bastante segundo o canal escolhido: pode ir de 5% a 21%.

Como parte do acordo, os aplicativos deverão sempre exibir o preço na App Store junto com o da loja ou método de pagamento alternativo.

iPhone 17 Pro (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
iPhone 17 Pro foi lançado em 2025 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Ao fazer a aquisição por fora do sistema da Apple, o consumidor não poderá gerenciar as assinaturas nem solicitar os reembolsos diretamente com a empresa. Tudo isso ficará a cargo do dono do app. Os downloads ainda ficarão registrados no histórico do iOS.

A tese no Cade é de que, ao proporcionar mais opções aos usuários de iPhone, pode ser que os criadores de aplicativos encontrem novas maneiras de rentabilizar e até mesmo baixar os preços dos itens. Resta saber se isso ocorrerá de fato.

Empresa alerta sobre segurança

Os executivos da Apple disseram, na sessão de que participamos, que a empresa continuará trabalhando com os órgãos reguladores e cumprindo as leis de cada território, mesmo que discordem de alguns pontos.

No caso específico do Brasil, a companhia enfatizou que os apps da App Store passam por um processo de revisão para atender “aos altos padrões da Apple em relação à privacidade e à segurança”. O mesmo pode não ocorrer com os apps provenientes de lojas alternativas, que passam apenas por uma verificação mais básica – batizada de “autenticação”.

Segundo a Apple, esse processo combina checagens automatizadas e revisões humanas para garantir que os apps funcionem conforme descrito e estejam livres de malware, vírus e outras ameaças conhecidas, mas não é tão abrangente quanto a análise aplicada a todos os apps dentro da própria App Store.

Proteção adicional para crianças

A Apple propôs e o Cade aceitou que as contas de crianças no iOS fossem tratadas de forma especial. Os menores de 18 anos terão proteções específicas: apps da categoria Infantil não poderão incluir links para sites de transação; qualquer app que use pagamento alternativo e seja usado por um menor precisará de um controle parental que exija autorização do responsável antes da compra; e esses apps também ficam proibidos de ter links para sites de pagamento, justamente para reduzir o risco de golpes contra crianças.

A Apple ainda prevê lançar uma API para que pais e responsáveis monitorem e aprovem compras feitas fora do sistema de pagamento da própria empresa.

Apple abre iPhone do Brasil a lojas de apps alternativas

Apple vs Brasil (arte: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Ícone da App Store da Apple (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

iPhone 17 Pro (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

iPhone 18 pode ganhar mais RAM enquanto mantém o mesmo preço

17 de Junho de 2026, 19:33
Uma mão segurando o iPhone 17 Pro com a tela ligada na página inicial
Apple pode trazer mais memória RAM no iPhone 18, mas sem mexer no preço (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Resumo
  • O iPhone 18 pode ter 12 GB de RAM, aumento de 4 GB em relação aos 8 GB do iPhone 17, segundo informações divulgadas pelo fundo de investimento sul-coreano KB Security e repercutidas pelo MacRumors.
  • A Apple pode manter o mesmo preço do modelo base, que foi lançado por R$ 7.999, mas atualmente pode ser encontrado por cerca de R$ 5,6 mil no e-commerce.
  • O aumento de memória RAM visa suportar as novidades da Siri, que deve rodar localmente e ter uma integração maior com o sistema operacional, com lançamento previsto para setembro de 2027.

A Apple pode aumentar a quantidade de memória RAM em seu modelo base: dos atuais 8 GB no iPhone 17 para 12 GB no futuro iPhone 18. A expansão seria necessária para dar conta das novidades da Siri, já que a inteligência artificial deve rodar localmente e ter uma integração maior com o sistema operacional.

Apesar do upgrade, o modelo base continuaria na mesma faixa de preço. O valor cobrado pelo iPhone 17 no lançamento foi de R$ 7.999, mas já é possível encontrá-lo por pouco mais de R$ 5,6 mil no e-commerce.

As previsões foram divulgadas pelo fundo de investimento sul-coreano KB Security e repercutidas pelo MacRumors. A expectativa já existia por conta do anúncio da Siri AI na WWDC 2026.

Pedidos de mais memória já eram monitorados

A possibilidade de mais memória RAM na próxima geração já era levantada desde o ano passado. Em outubro, o site coreano The Bell apontou que o iPhone 18 teria cerca de 50% mais RAM do que a geração anterior. Os rumores apontam para a encomenda de mais chips no padrão LPDDR5X, que é próprio dos dispositivos móveis.

Novidades da Siri levariam Apple a trazer mais RAM no iPhone 18 (imagem: reprodução/Apple)

Ainda segundo a KB Security, a Apple deve seguir comprando memórias DRAM das principais fabricantes do setor por preços abaixo do mercado, o que contribuiria para a manutenção dos valores no iPhone 18 base. Vale lembrar que, em maio, o analista de mercado Jeff Pu destacou que a empresa teria uma estratégia “agressiva” de preços para o iPhone 18 Pro mesmo em meio à escassez de RAM enfrentada pela indústria.

Ainda não há informações sobre uma possível expansão de memória nos outros modelos da linha. Atualmente, o 17 Pro, 17 Pro Max e Air já vêm com os mesmos 12 GB.

Lançamento do iPhone 18 apenas em 2027

Ao que tudo indica, a Apple vai adotar uma nova estratégia de lançamento para a próxima geração de telefones: os primeiros modelos devem chegar em setembro, com as opções Pro, Pro Max e o novo iPhone dobrável. Já o iPhone 18 estaria previsto para a primeira metade de 2027, junto a outros dois modelos intermediários: iPhone 18e e iPhone Air 2.

iPhone 18 pode ganhar mais RAM enquanto mantém o mesmo preço

iPhone 17 Pro (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Demonstração da Siri AI no iOS 27 (imagem: reprodução)

Como transferir fotos do iCloud para o Google Fotos

17 de Junho de 2026, 10:44
Ilustração que representa a transferência de mídias do iCloud para o Google Fotos com uma ferramenta da própria Apple
É possível usar uma ferramenta da própria Apple para transferir mídias para o Google Fotos (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Transferir mídias do iCloud para o Google Fotos é um processo de envio automatizado feito por meio do portal de privacidade da Apple. A ferramenta permite que o usuário solicite uma cópia da sua biblioteca, garantindo que todo o backup seja migrado com segurança para o serviço de destino.

O procedimento leva de 3 a 7 dias para ser concluído, gerando uma duplicata de todas as fotos e vídeos selecionados. Vale dizer que a exclusão manual dos conteúdos originais no iCloud ainda será necessária posteriormente, caso a intenção seja liberar espaço de armazenamento na conta Apple.

Como método alternativo, o usuário pode baixar os arquivos manualmente do iCloud para um computador e realizar o upload para o serviço do Google Fotos. No entanto, o método oficial automatizado é mais indicado para a transferência de amplas bibliotecas de mídia.

A seguir, veja o passo a passo para transferir fotos do iCloud para o Google Fotos.

1. Acesse o portal de privacidade da Apple

Use o navegador do celular ou computador para acessar o site oficial de dados e privacidade da Apple: privacy.apple.com. Então, faça login na sua Conta Apple para iniciar o uso da ferramenta nativa de migração de arquivos.

Tela do portal de Dados e Privacidade da Apple no iPhone, com opção de iniciar sessão na Conta Apple
Iniciando uma sessão na página de Dados e Privacidade da Apple (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

2. Solicite a transferência de uma cópia de dados

Navegue pela página até encontrar a seção “Transferir uma cópia dos seus dados”. Depois, toque em “Solicitar transferência” para iniciar a migração entre as plataformas.

Tocando em "Solicitar a transferência de uma cópia dos seus dados" na página de Dados e Privacidade da Apple
Tocando em “Solicitar a transferência de uma cópia dos seus dados” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

3. Escolha o conteúdo que será exportado

Na área “Escolha o que você quer exportar”, selecione a opção “Fotos e vídeos do iCloud”. Em seguida, toque em “Próximo” para continuar o processo para transferir fotos do iCloud para o Google Fotos.

Selecionado a opção “Fotos e vídeos do iCloud” para exportar para o Google Fotos
Selecionado a opção “Fotos e vídeos do iCloud” para a transferência (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

4. Defina o serviço de destino dos arquivos

Desça a página de privacidade, toque em “Selecionar destino” e escolha a opção do “Google Fotos” como o local para o envio do lote de mídias.

Mostrando a opção Google Fotos como destino na transferência de cópia de dados do iCloud
Escolhendo o Google Fotos como destino para cópia dos arquivos (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

5. Marque as mídias que deseja transferir

Marque as caixas correspondentes aos formatos de mídia que você moverá do iCloud para o Google Fotos. Então, toque em “Continuar” para seguir com a organização do lote de transferência.

Marcando formatos de mídia para transferir do iCloud para o Google Fotos (Fotos e vídeos do iCloud)
Marcando quais formatos de mídias serão transferidos do iCloud para o Google Fotos (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

6. Revise os detalhes da exportação das mídias

Verifique os formatos de mídia que serão enviados do iCloud para o Google Fotos. Se estiver tudo certo, toque em “Continuar”.

Tela do portal de privacidade da Apple mostrando a exportação para Google Fotos e a opção “Continuar”
Revisando os detalhes da exportação de arquivos (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

7. Conecte a Conta Google

Insira o e-mail e a senha da conta Google para qual você realizará a transferência das fotos ou vídeos do iCloud. Essa autenticação garante que o ecossistema receptor reconheça o usuário legítimo dos dados.

Fazendo login na conta Google que receberá a transferência iCloud para o Google Fotos
Fazendo login na conta Google que receberá a transferência (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

8. Autorize a transferência dos arquivos para o Google Fotos

Após o login, marque a opção “Adicione à biblioteca do Google Fotos” para conceder a permissão para o sistema receber os novos arquivos. Em seguida, toque em “Continuar” para seguir com a migração.

Telas do login no Google para autorizar a integração do Apple Data and Privacy com o Google Fotos
Autorizando a interação entre o iCloud e o Google Fotos (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

9. Confirme a transferência entre o iCloud e o Google Fotos

Revise as informações da transferência, como o e-mail da conta Google de destino e o espaço de armazenamento necessário para receber o lote de arquivos. Se estiver tudo certo, toque em “Confirmar transferência” e aguarde a mensagem de confirmação.

Por fim, a Apple enviará um e-mail informando o prazo de conclusão da migração das fotos do iCloud para o Google Fotos. A marca também notifica o usuário quando o processo estiver completo.

Tela do portal de privacidade da Apple confirmando a transferência de fotos do iCloud para o Google Fotos (198 fotos)
Confirmando a transferência dos arquivos entre o iCloud e o Google Fotos (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Existem outras maneiras de migrar fotos do iCloud para o Google Fotos

Além da ferramenta oficial da Apple, existem outras formas práticas para salvar fotos na nuvem no celular ou PC. Uma delas é utilizar o aplicativo do Google Drive diretamente no iPhone para realizar o backup manual e sincronizar os arquivos de mídia.

A outra opção é baixar fotos do iCloud no PC via navegador e, em seguida, fazer upload manual direto na plataforma do Google Fotos. Esse método oferece total controle ao usuário, permitindo selecionar e transferir pastas ou mídias específicas de um servidor para o outro.

O que acontece ao transferir fotos do iCloud para o Google Fotos?

A migração entre as nuvens da Apple e Google envolve regras automatizadas de processamento e armazenamento. Os principais pontos são:

  • Cópia de segurança intacta: o procedimento gera apenas uma duplicata dos arquivos no destino e não serve para liberar espaço no iCloud automaticamente, sendo necessário uma exclusão manual na conta Apple após o envio;
  • Janela de processamento e aviso: o ecossistema leva entre 3 a 7 dias para concluir a migração devido às checagens de segurança da ID Apple, que envia uma notificação por e-mail ao finalizar upload;
  • Conversão de formatos padrão: as mídias são transferidas em extensões universais (.jpg, .png e .mp4), mas imagens em formato RAW ou extensões proprietárias da Apple podem sofrer incompatibilidade e ficar de fora do lote;
  • Edições definitivas e perda de Live Photos: as modificações visuais feitas nas imagens tornam-se permanentes após a migração, enquanto as Live Photos perdem os metadados de movimento e se transformam em imagens estáticas;
  • Restrições de álbuns e organizações: álbuns inteligentes e compartilhados não são transferidos, os vídeos saem das pastas originais e recebem o prefixo “Cópia de” nos servidores do Google;
  • Duplicatas e limite de armazenamento: o sistema do Google elimina imagens idênticas para otimizar o espaço, mas o usuário deve respeitar o teto de 20 mil mídias por álbum e o limite do plano de armazenamento da conta Google.

Por que não consigo passar as fotos do iCloud para o Google Fotos?

Há alguns pontos que podem interferir na migração de fotos do iCloud para o Google Fotos. O motivo mais comum é a falta de autenticação de dois fatores ativa (2FA) na conta Apple ou o recurso iCloud Photos estar desabilitado.

Outro obstáculo frequente é o gargalo no armazenamento, já que o Google Fotos precisa de espaço suficiente para receber o lote de mídias. Caso novos arquivos entrem na fila após o início do processo, o sistema pode falhar por falta de limite.

Por fim, a incompatibilidade de formatos, como arquivos pesados em RAW ou mídias proprietárias da Apple, costuma causar rejeições nos servidores. Nesses casos, o ecossistema do Google barra a conversão automática, interrompendo a transferência de partes da biblioteca.

Posso cancelar a transferência de fotos do iCloud para o Google Fotos?

Sim, é possível interromper a migração diretamente pela página de Dados e Privacidade da Apple durante o prazo de transferência, que leva de 3 a 7 dias. Basta acessar a plataforma, verificar o status do envio dos arquivos e selecionar a opção para encerrar o procedimento.

Caso o cancelamento seja feito no meio do caminho, os dados já processados pelos servidores continuarão salvos no Google Fotos. A interrupção impede apenas o envio do restante do lote, exigindo a exclusão manual do conteúdo parcial se você desistir do processo.

Também posso migrar as fotos do Google Fotos para o iCloud?

Sim, é viável transferir fotos do Google Fotos para o iCloud utilizando ferramentas oficiais ou manuais. O caminho mais simples é o Google Takeout, que envia os arquivos em segundo plano diretamente para os servidores da Apple após a autenticação.

Para quem prefere uma curadoria detalhada, o método tradicional de download e upload via navegador confere total controle ao usuário. Enquanto o ecossistema automatizado agiliza o envio de amplas bibliotecas, o processo manual se destaca na seleção de mídias específicas de uma nuvem para a outra.

Como transferir fotos do iCloud para o Google Fotos

É possível usar uma ferramenta da própria Apple para transferir mídias para o Google Fotos (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Iniciando uma sessão na página de Dados e Privacidade da Apple (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Tocando em "Solicitar a transferência de uma cópia dos seus dados" (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Selecionado a opção "Fotos e vídeos do iCloud" para a transferência (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Escolhendo o Google Fotos como destino para cópia dos arquivos (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Marcando quais formatos de mídias serão transferidos do iCloud para o Google Fotos (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Revisando os detalhes da exportação de arquivos (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Fazendo login na conta Google que receberá a transferência (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Autorizando a interação entre o iCloud e o Google Fotos (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Confirmando a transferência dos arquivos entre o iCloud e o Google Fotos (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Como liberar espaço no iCloud? Veja 7 dicas para poupar armazenamento

16 de Junho de 2026, 11:40
Tela do iPhone mostrando o gerenciamento do armazenamento do iCloud, com “Fotos”, “Drive”, “Mensagens”, “Notas” e “Mail”
Saiba como otimizar o espaço no iCloud e garantir mais GB livres de espaço na nuvem (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Liberar espaço no iCloud é um meio de remover dados desnecessários salvos nos servidores da Apple, recuperando capacidade para novos arquivos. Essa manutenção é essencial para evitar interrupção na sincronização do iPhone ou Mac, garantindo que os backups continuem ocorrendo com segurança.

Uma estratégia eficaz é gerenciar as mídias, deletando fotos e vídeos pesados que ocupam a maior parte da cota disponível. Também é recomendado excluir backups de dispositivos antigos ou desativar a sincronização automática de apps que não precisam de armazenamento na nuvem.

Outra opção é transferir arquivos importantes para uma pasta local no PC antes de removê-los do servidor, mantendo uma cópia física. É importante lembrar que é necessário esvaziar a pasta “Apagados Recentemente” após a limpeza para, de fato, liberar espaço na conta.

A seguir, conheça 7 práticas que ajudam a liberar espaço no iCloud.

1. Apague fotos e vídeos 

É possível apagar fotos e vídeos do iCloud de forma simples e rápida via navegador no iCloud.com ou pelo app Fotos do iPhone. Por conta do recurso de sincronização automática da Apple, qualquer imagem deletada some instantaneamente de todos os dispositivos conectados.

Ao fazer isso, os arquivos vão para a pasta “Apagados Recentemente”, onde continuam ocupando a cota de armazenamento por 30 dias. Para liberar espaço imediatamente, você deve abrir esse álbum e limpar o lixo permanentemente do servidor na nuvem.

Como as mídias são as grandes vilãs do armazenamento na nuvem, essa faxina reduz drasticamente o volume de dados. Cada arquivo removido recupera de 2 MB a 100 MB de memória, otimizando o espaço total disponível na hora.

Captura de tela do site iCloud mostra como excluir uma foto
O site iCloud.com permite acessar a Fototeca para excluir fotos e vídeos armazenados na nuvem (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

2. Baixe mídias do iCloud no PC 

Você pode baixar fotos e vídeos do iCloud para o computador utilizando o site iCloud.com, o sistema nativo do Mac ou o aplicativo para Windows. Esse processo cria uma cópia de segurança no HD, permitindo escolher arquivos em formatos de alta compatibilidade.

Contudo, fazer o download isolado não libera espaço na nuvem automaticamente, já que os originais continuam ocupando a cota de armazenamento. Após salvar os conteúdos em uma pasta local, você pode deletar as mídias salvas no serviço e esvaziar a pasta de itens apagados para recuperar essa memória.

A estratégia de transferir arquivos para o armazenamento físico reduz drasticamente o volume de dados consumidos pelo perfil da Apple. Além de garantir total controle sobre os registros, evita custos extras com assinaturas de planos de dados mais caros.

Tela do iCloud com 999 itens selecionados para baixar no armazenamento local (até 1.000 fotos)
É possível baixar até 1.000 fotos no iCloud para o armazenamento local (imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

3. Migre fotos do iCloud para o Google Fotos 

A Apple oferece uma ferramenta nativa para mover fotos do iCloud para o Google Fotos diretamente entre os servidores das empresas. Feita por meio da página oficial da Maçã, a migração leva de três a sete dias e preserva a organização original dos álbuns diretamente na conta de destino.

Vale destacar que a transferência apenas duplica as mídias, sem liberar espaço de armazenamento na Apple automaticamente. Para recuperar a cota após a transferência completa, é necessário apagar manualmente os arquivos originais do iCloud e, depois, esvaziar a pasta de itens apagados.

Essa estratégia limpa os dados mais pesados dos servidores da Apple, transferindo o consumo de memória para o serviço do Google. O processo é ideal para quem deseja centralizar ou dividir os arquivos em uma plataforma diferente, equilibrando o uso de armazenamento na nuvem.

Ferramenta da Apple para transferir mídias do iCloud para o Google Fotos
É possível usar uma ferramenta da própria Apple para transferir mídias para o Google Fotos (imagem: Reprodução/9to5Mac)

4. Verifique outros itens salvos no iCloud

Ao acessar os ajustes do iPhone e tocar na barra de gerenciamento do iCloud, você visualiza o gráfico com tudo o que consome a memória na nuvem. Esse painel detalha o espaço ocupado por backups de aparelhos antigos, e-mails com anexos pesados e dados de aplicativos.

A exclusão desses arquivos secundários reduz o volume total de dados salvos nos servidores e otimiza a cota digital. Ao desativar o backup de apps dispensáveis e limpar o histórico de conversas de e-mails e mensageiros, você recupera espaço instantaneamente

Embora as mídias dominem o armazenamento, essa faxina em documentos e backups esquecidos alivia significativamente o limite da conta Apple. Para garantir a liberação imediata dessa memória oculta, lembre-se de sempre esvaziar a lixeira do iCloud.

Tela do iPhone mostrando o iCloud+ com a barra de “Armazenamento” e categorias que consomem espaço (Fotos, Drive, Senhas etc.)
O iCloud permite verificar quais tipos de arquivos ocupam mais espaço de armazenamento (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

5. Gerencie as sincronizações com o iCloud

Para gerenciar as sincronizações com o iCloud, basta acessar os ajustes do iPhone e selecionar quais aplicativos podem enviar dados para a nuvem. Ao desativar o pareamento de apps pesados, como Mensagens e Fotos, os dados passam a ser armazenados apenas localmente no aparelho.

Essa estratégia de segmentação reduz o volume da conta digital ao impedir que conteúdos pesados sobrecarreguem o servidor remoto. Além de otimizar o espaço disponível imediatamente, você passa a ter um controle muito mais rígido sobre a privacidade digital.

Vale lembrar que apenas desligar a sincronização não apaga o que já foi salvo nos servidores da Apple. Para recuperar a memória ocupada, você precisa deletar manualmente os arquivos na nuvem e, depois, esvaziar a pasta de itens apagados.

Selecionar quais apps e arquivos serão sincronizados na nuvem ajuda a evitar dados desnecessários no iCloud
Selecionar quais arquivos serão sincronizados na nuvem ajuda a evitar dados desnecessários no iCloud (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

6. Exclua ou diminua o backup na nuvem

Uma forma eficiente de reduzir o consumo na nuvem é acessar o ajuste do iPhone e entrar na área de gerenciamento de armazenamento. Para apagar um backup do iCloud de aparelhos antigos, basta selecionar o dispositivo desejado e confirmar a exclusão definitiva.

Outra opção para economizar espaço é diminuir o tamanho da cópia de segurança desmarcando apps pesados, como WhatsApp e Mensagens. Essa triagem impede que mídias redundantes sejam enviadas desnecessariamente para os servidores da Apple durante a rotina automática.

Essa faxina remove pacotes de dados obsoletos que costumam ocupar de 5 GB a 50 GB da conta digital de forma invisível. Ao eliminar esses arquivos pesados do servidor, a cota é liberada na hora, mantendo salvos apenas os dados essenciais.

Tela do iPhone em “Gerenciar armazenamento” mostrando backups no iCloud de um aparelho antigo para liberar espaço na nuvem
Apagar backups de aparelhos antigos da Apple ajuda a liberar armazenamento na nuvem (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

7. Apague o backup do WhatsApp no iCloud

Para excluir o backup do WhatsApp e recuperar espaço, acesse os ajustes do iPhone, toque no gerenciamento do iCloud e selecione o mensageiro da Meta. Depois, basta escolher a opção de apagar os dados salvos na nuvem e confirmar a remoção definitiva do pacote.

Essa ação elimina apenas a cópia de segurança remota nos servidores da Apple, mantendo o histórico de conversas e mídias intacto localmente no aparelho. Para evitar que o app volte a lotar a conta, lembre-se de desativar a chave de sincronização automática.

Como o acúmulo de arquivos do WhatsApp costuma ocupar de 1 GB a 10 GB de dados, a limpeza gera um alívio imediato no iCloud. Ao deletar esse conteúdo pesado do servidor, você recupera GB na hora para utilizar com documentos mais essenciais.

Telas do iPhone mostrando como apagar dados do WhatsApp no iCloud para ganhar espaço
Excluir o backup do WhatsApp no iCloud pode oferecer um amplo ganho de espaço (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Por que o iCloud fica cheio?

O iCloud lota rapidamente porque os servidores da Apple armazenam em massa fotos, vídeos e backups de todos os dispositivos do usuário. Como a empresa disponibiliza apenas uma franquia gratuita de 5 GB, esse limite é facilmente superado pela sincronização contínua.

Além disso, muitos usuários confundem o serviço com uma expansão da memória física do iPhone, quando ele é um espelho independente. Esse acúmulo de arquivos pesados e históricos de mensagens satura o plano básico, exigindo limpezas constantes ou a assinatura de mais espaço.

O que acontece se eu não liberar espaço no iCloud?

Quando a conta Apple atinge o limite máximo do iCloud, o ecossistema dos dispositivos pode enfrentar algumas consequências técnicas. As principais são:

  • Bloqueio de mídias e e-mails: o aplicativo Fotos suspende o upload de novas imagens e impede o acesso aos arquivos em múltiplos dispositivos, enquanto o iCloud Mail deixa de enviar ou receber mensagens nos servidores;
  • Fim das cópias de segurança: os backups automatizados do iPhone são interrompidos, deixando dados e arquivos desprotegidos contra perdas, furtos ou falhas de hardware;
  • Falha na sincronização nativa: apps como Notas, Lembretes e Contatos param de compartilhar atualizações entre as telas, gerando inconsistências no histórico dos aparelhos;
  • Interrupção no WhatsApp: o mensageiro perde a capacidade de salvar novos históricos de conversas na nuvem, impedindo a recuperação do chat se a pessoa trocar de dispositivo;
  • Paralisação do iCloud Drive: o envio de novos documentos e o compartilhamento de pastas ficam congelados na rede, impedindo o trabalho em arquivos colaborativos;
  • Risco de exclusão definitiva: caso a conta permaneça acima do teto estipulado, a Apple pode congelar o perfil e, após notificações, eliminar o excesso de dados armazenados.

Consigo ver o que está ocupando armazenamento no iCloud?

Sim, você pode monitorar o consumo do iCloud por meio de um gráfico intuitivo disponível nos ajustes do iPhone, no Mac ou no app para Windows. Esse painel exibe uma visão completa do armazenamento, listando no topo da tela os aplicativos e recursos que mais consomem espaço.

Ao navegar por essa lista, o usuário visualiza a divisão exata por categorias, como fotos, backups e mensagens. Clicar em cada um desses tópicos permite examinar os arquivos em detalhes, facilitando a identificação dos grandes vilões do espaço digital.

Posso comprar mais armazenamento no iCloud?

Sim, você pode expandir o espaço em nuvem migrando para o iCloud+, uma assinatura premium da Apple. O processo para comprar armazenamento no iPhone é feito direto nos ajustes, elevando a cota para fotos e backups e liberando recursos extras de segurança.

Essa expansão digital oferece planos que vão de 50 GB até 12 TB, com a vantagem de poder compartilhar o espaço com a família. Além do iPhone, a contratação pode ser feita pelo Mac, app para Windows ou navegador, e o upgrade do perfil com novo limite de memória é atualizado na hora.

Tem como aumentar o armazenamento do iCloud de graça?

Não existe um método para expandir o armazenamento do iCloud além dos 5 GB gratuitos padrão da Apple. A empresa adota uma política rígida, exigindo a assinatura do plano pago iCloud+ caso o usuário precise de mais espaço nos servidores remotos.

A única alternativa sem custos para contornar esse teto é realizar uma faxina digital rigorosa para otimizar a franquia existente. Isso inclui desativar o backup de apps secundários, deletar arquivos duplicados e esvaziar permanentemente a lixeira do sistema.

Como liberar espaço no iCloud? Veja 7 dicas para poupar armazenamento

Saiba como otimizar o espaço no iCloud e garantir mais GB livres de espaço na nuvem (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Clicando na opção de lixeira do iCloud (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Opção que permite baixar até 1.000 fotos no iCloud (imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

O iCloud permite verificar quais tipos de arquivos ocupam mais espaço de armazenamento (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Selecionar quais arquivos serão sincronizados na nuvem ajuda a evitar dados desnecessários no iCloud (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Apagar backups de aparelhos antigos da Apple ajuda a liberar armazenamento na nuvem (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Excluir o backup do WhatsApp no iCloud pode oferecer um amplo ganho de espaço (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Como ativar ou desativar a Proteção de Dispositivo Roubado no iPhone

15 de Junho de 2026, 14:01
Tela de iPhone mostrando a opção “Proteção de Dispositivo Roubado” ativada, com configuração de exigência de adiamento de segurança
Saiba o passo a passo para proteger seu iPhone contra roubos (imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

A Proteção de Dispositivo Roubado é uma camada extra de segurança que impede acessos críticos ao iPhone, mesmo se o criminoso souber a senha do aparelho. O recurso exige autenticação biométrica via Face ID ou Touch ID para modificar configurações sensíveis, blindando os dados da vítima.

Para gerenciar a função, basta acessar os “Ajustes”, entrar em “Face ID e Código” e selecionar a opção “Proteção de Dispositivo Roubado”. Ao desativar o recurso, o sistema inicia um “Adiamento de segurança”, exigindo uma hora de espera para a alteração ser efetivada no dispositivo.

A seguir, veja o passo a passo para configurar a Proteção de Dispositivo Roubado no iPhone.

Como ativar a Proteção de Dispositivo Roubado no iPhone

1. Acesse os “Ajustes” do iPhone

Abra o aplicativo “Ajustes” do iPhone para acessar as configurações do dispositivo e iniciar o processo de segurança.

Abrindo o app Ajustes no iPhone
Abrindo o app “Ajustes” no iPhone (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

2. Entre em “Face ID e Código”

Desça a tela de “Ajustes”, selecione o menu “Face ID e Código” ou “Touch ID e Código” e insira a senha numérica atual para ver as opções de proteção do dispositivo. 

Entrando no menu “Face ID e Código” para ver as configurações de segurança no iPhone
Entrando no menu “Face ID e Código” para ver as configurações de segurança (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

3. Abra o menu “Proteção de Dispositivo Roubado”

Encontre a opção “Proteção de Dispositivo Roubado” e toque nela para abrir a tela para configurar o bloqueio de segurança do iPhone.

Selecionando a opção “Proteção de Dispositivo Roubado” no menu “Face ID e Código” do iPhone
Selecionando a opção “Proteção de Dispositivo Roubado” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

4. Ative a “Proteção de Dispositivo Roubado”

Toque na chave ao lado da opção “Proteção de Dispositivo Roubado” e inicie a configuração para proteger o iPhone do roubo.

Importante: o recurso “Buscar” precisa estar habilitado para acionar a proteção contra roubo do iPhone.

Ativando a função “Proteção de Dispositivo Roubado” no iPhone, com o seletor ligado na tela “Proteção de Dispositivo Roubado”
Ativando a função “Proteção de Dispositivo Roubado” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

5. Marque a opção “Sempre”

Selecione a opção “Sempre” para ativar o bloqueio de segurança do iPhone em qualquer localização geográfica. Com isso, o dispositivo sempre exigirá o uso do Face ID para o desbloqueio e acesso a configurações críticas da conta Apple ou sistema.

Marcando a opção “Sempre” na tela de Proteção de Dispositivo Roubado para iniciar o adiamento de segurança
Marcando a opção “Sempre” para o adiamento de segurança (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Como desativar a Proteção de Dispositivo Roubado no iPhone 

1. Abra os “Ajustes” do iPhone

Acesse os “Ajustes” do iPhone para ver as opções do dispositivo.

Abrindo o app “Ajustes” do iPhone para acessar as configurações do dispositivo
Abrindo o “Ajustes” do iPhone (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

2. Acesse o “Face ID e Código”

Entre no menu “Face ID e Código” e digite a senha numérica do dispositivo para retornar às opções de proteção do iPhone.

Tocando em "Face ID e Código" para ver mais configurações
Tocando em “Face ID e Código” para ver mais configurações (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

3. Toque em “Proteção de Dispositivo Roubado”

Toque na opção “Proteção de Dispositivo Roubado” para revisar as configurações de bloqueio de segurança do iPhone.

Acessando o menu “Proteção de Dispositivo Roubado” em “Face ID e Código” no iPhone
Acessando o menu “Proteção de Dispositivo Roubado” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

4. Desative a chave de “Proteção de Dispositivo Roubado”

Toque na chave da opção “Proteção de Dispositivo Roubado” para desativar a ferramenta anti-ladrão do iPhone.

Tela do iPhone em “Proteção de Dispositivo Roubado”, mostrando a desativação do recurso
Desativando o recurso “Proteção de Dispositivo Roubado” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

5. Inicie o “Adiamento de segurança”

Ao desativar a função, toque em “Iniciar Adiamento de Segurança” e em seguida “OK”. Então, aguarde uma hora e volte para desativar completamente a Proteção de Dispositivo Roubado.

Iniciando o “Adiamento de Segurança” para desativar completamente a Proteção de Dispositivo Roubado no iPhone
Iniciando o “Adiamento de Segurança” para desativar completamente a Proteção de Dispositivo Roubado (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Para que serve a Proteção de Dispositivo Roubado da Apple?

A Proteção de Dispositivo Roubado é uma camada extra de segurança que impede criminosos de assumirem o controle da conta Apple, mesmo que eles saibam a senha. O recurso blinda o sistema ao exigir obrigatoriamente o Face ID ou Touch ID para acessar funções críticas caso a pessoa tenha o celular roubado.

A ferramenta entra em ação em qualquer localização, ativando um atraso de segurança de uma hora para operações sensíveis, como alterar a senha do ID Apple. Esse intervalo de tempo é crucial para a vítima reagir, rastrear o aparelho pelo aplicativo Buscar e bloquear o acesso a cartões e senhas salvas nas chaves do aparelho.

O que acontece quando roubam um iPhone com a proteção ativada? 

O recurso de proteção do celular da Apple ativa travas e barreiras que impedem o controle do iPhone, mesmo se o criminoso tiver a senha numérica.

  • Bloqueio biométrico obrigatório: o sistema exige exclusivamente o Face ID ou Touch ID para acessar senhas, cartões salvos e funções críticas, anulando o uso do código numérico;
  • Barreira contra acessos remotos: o recurso impede que criminosos alterem as configurações de segurança da conta da Apple pelo navegador web, blindando o ecossistema da vítima;
  • Atraso de segurança inteligente: a proteção do celular ativa uma espera de uma hora para autorizar modificações sensíveis, como a troca da senha do ID Apple ou o cadastro de uma nova biometria;
  • Tempo hábil para reação: esse intervalo forçado de 60 minutos neutraliza a ação rápida dos bandidos, dando tempo para a vítima bloquear o dispositivo pelo aplicativo Buscar ou via iCloud.

Quais modelos de iPhone têm Proteção de Dispositivo Roubado? 

A Proteção de Dispositivo Roubado está disponível para todos os iPhones compatíveis com o iOS 17.3 ou versões superiores do sistema. O recurso abrange desde as linhas iPhone 11 até os modelos mais atuais, incluindo também as versões SE de 2ª e 3ª geração.

Para ativar a camada extra de defesa, basta manter o software do aparelho atualizado nas configurações básicas. Para atualizar o iOS, basta abrir o “Ajustes”, selecionar a opção “Geral” e acessar o menu “Atualização de software”.

Como ativar ou desativar a Proteção de Dispositivo Roubado no iPhone

Saiba o passo a passo para proteger seu iPhone contra roubos (imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Abrindo o app "Ajustes" no iPhone (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Entrando no menu "Face ID e Código" para ver as configurações de segurança (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Selecionando a opção "Proteção de Dispositivo Roubado" (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Ativando a função "Proteção de Dispositivo Roubado" (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Marcando a opção "Sempre" para o adiamento de segurança (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Abrindo o "Ajustes" do iPhone (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Tocando em "Face ID e Código" para ver mais configurações (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Acessando o menu "Proteção de Dispositivo Roubado" (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Desativando o recurso "Proteção de Dispositivo Roubado" (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Iniciando o "Adiamento de Segurança" para desativar completamente a Proteção de Dispositivo Roubado (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

iPhone 16e fica 40% mais barato em promoção no Mercado Livre

15 de Junho de 2026, 11:15
R$ 5.799,0040% OFF

Prós
  • Desempenho elevado com
  • Câmera de 48 MP com vídeos em 4K
  • Tela Super Retina XDR OLED
  • Resistente a água e poeira
  • Feito para Apple Inteligence
Contras
  • Não traz suporte a
  • Sem Dynamic Island
  • Apenas uma câmera traseira
PIX
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O iPhone 16e de 128 GB está saindo por apenas R$ 3.498,99 no Pix no Mercado Livre, um desconto de 40% sobre o preço original de R$ 5.799.

O smartphone acessível da Apple possui tela OLED com brilho de 1.200 nits e câmera wide de 48 MP igual à presente no iPhone 17e.

iPhone 16e tem tela OLED e câmeras do iPhone 17e

O iPhone 16e possui uma tela Super Retina XDR OLED de 6,1″ com brilho de 1.200 nits igual à do novo iPhone 17e, revestida com o vidro Ceramic Shield contra o Ceramic Shield 2 do modelo mais recente. Ambos os celulares entregam cores vivas e visibilidade sob luz forte.

O chip Apple A18 e os 8 GB de RAM oferecem alto desempenho em multitarefa, apps e games, enquanto o 17e possui o mais recente A19. Os 128 GB de armazenamento podem ser expandidos com planos do iCloud, seja o gratuito de 5 GB ou pagos com mais espaço na nuvem.

Seu corpo de alumínio é reforçado pela certificação IP68, que confere resistência contra poeira e mergulhos acidentais de até 6 m em água doce por no máximo 30 minutos.

Imagem mostra um iPhone 16e sendo segurado em uma mão. A parte traseira está para cima.
Câmera wide de 48 MP é a mesma do iPhone 17e (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

As câmeras do iPhone 16e são as mesmas do 17e: a wide de 48 MP com OIS na traseira capta cenas com grande campo de visão, e a frontal de 12 MP tira selfies com qualidade com o recurso Center Stage que centraliza elementos. Ambas gravam vídeos em 4K a 60 fps.

Este celular traz conectividade 5G, Wi-Fi 6, Bluetooth 5.3 e NFC que habilita realizar compras por aproximação. Sua bateria de 4.005 mAh resiste até 26 horas de reprodução de vídeo segundo a Apple, e suporta carga rápida de 0 a 50% em apenas 30 minutos via cabo USB-C, mas não tem MagSafe, ao contrário do 17e.

O iPhone 16e (128 GB), que foi atualizado para o iOS 26 e deve receber pelo menos mais cinco atualizações do sistema operacional, sai por apenas R$ 3.498,99 no Pix no Mercado Livre, um abatimento de 40% frente ao valor de lançamento.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

iPhone 16e fica 40% mais barato em promoção no Mercado Livre

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iPhone 16e (128 GB) traz tela OLED e câmeras do iPhone 17e; celular acessível da Apple sai 40% mais barato que preço original no Pix

iPhone 16 recebe 44% de desconto em oferta na Amazon

15 de Junho de 2026, 10:59
R$ 7.799,0044% OFF

Oferta encerrada 🙁
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O iPhone 16 de 128 GB está saindo por R$ 4.339 no Pix com cupom SMART250 na Amazon, um abatimento de 44% sobre o valor original de R$ 7.799. O celular da Apple possui tela OLED com brilho de até 2.000 nits, chip A18 de 3 nanômetros e câmera wide de 48 MP.

iPhone 16 tem tela OLED, câmera de 48 MP e chip A18

Lançado em 2024, o iPhone 16 possui uma tela Super Retina XDR OLED de 6,1 polegadas com taxa de 60 Hz e brilho de até 2.000 nits, entregando cores vivas e visibilidade sob luz forte. O vidro Ceramic Shield protege o display contra riscos e arranhões.

Seu chip Apple A18 de 3 nanômetros e os 8 GB de RAM oferecem alto desempenho em multitarefa e games pesados, enquanto os 128 GB de armazenamento podem ser expandidos com planos do iCloud.

O corpo de alumínio recebe revestimento de vidro na traseira e o reforço da certificação IP68, que adiciona resistência contra poeira e mergulhos de até 6 m de profundidade em água doce por no máximo 30 minutos.

IPhone 16 numa loja da Apple nos Estados Unidos (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
iPhone 16 tem câmera wide de 48 MP e ultrawide de 12 MP (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O kit principal de câmeras do iPhone 16 inclui uma wide de 48 MP com OIS igual à presente no iPhone 17e, e uma ultrawide de 12 MP com ângulo de 120º; juntas, elas captam cenas com grande campo de visão e maior enquadramento. A frontal de 12 MP tira selfies com qualidade, e todas gravam vídeos em 4K a 60 fps.

Este celular conversa com redes 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 5.3 e NFC para ações por aproximação. Sua bateria de 3.561 mAh tem autonomia de até 22 horas de reprodução de vídeo segundo a fabricante, suporta MagSafe e carregamento rápido de 25 W via USB-C.

O iPhone 16 (128 GB) foi atualizado para o iOS 26 e deve receber pelo menos mais cinco updates do sistema operacional. O celular da Apple está em oferta por R$ 4.339 no Pix com cupom SMART250 na Amazon, um desconto de 44% quando comparado ao preço de lançamento.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

iPhone 16 recebe 44% de desconto em oferta na Amazon

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iPhone 16 (128 GB) traz tela OLED, chip A18 e câmera de 48 MP; celular da Apple recebe desconto de 44% sobre preço original no Pix com cupom

O que é True Tone? Entenda a tecnologia usada nas telas de aparelhos da Apple

12 de Junho de 2026, 16:17
Mão segurando o iPhone 17e
Descubra como funciona os sensores que ajustam a temperatura de cor e brilho das telas dos dispositivos da Apple (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O True Tone é uma tecnologia exclusiva da Apple que ajusta instantaneamente a temperatura de cor e o brilho da tela conforme o ambiente. Disponível em modelos recentes de iPhone e iPad, o recurso torna a experiência visual mais natural e reduz o esforço ocular.

O sistema funciona com sensores que analisam a iluminação ao redor, enviando dados para o processador calibrar o balanço de branco do display. Esse ajuste dinâmico alterna entre tons quentes ou frios de forma imperceptível, mantendo a fidelidade visual diante das variações de luz.

O recurso é recomendado para atividades do dia a dia, como leitura e navegação, priorizando o conforto em longos períodos de uso. Por outro lado, ele deve ser desativado durante tarefas profissionais que exigem precisão absoluta, como edição de fotos, vídeos e design gráfico.

A seguir, saiba mais sobre a tecnologia True Tune, seu funcionamento detalhado e quais dispositivos da Apple contam com essa função.

O que é True Tone?

True Tone é uma tecnologia da Apple que utiliza sensores de luminosidade para ajustar automaticamente a temperatura de cor e o brilho com base na luz do ambiente. Simulando o reflexo de uma folha de papel, o recurso deixa as imagens mais naturais e reduz o cansaço visual do usuário.

O que significa True Tone?

O termo “True Tone” foi criado pela Apple em 2016 para batizar a tecnologia de tela com a capacidade de exibir cores autênticas. A palavra “True” se refere à fidelidade e ao aspecto natural das imagens, enquanto o “Tone” remete ao tom de cor e ao balanço de branco.

A inspiração veio do comportamento das páginas impressas, que refletem a iluminação do ambiente sem distorcer as tonalidades. Durante o anúncio da tecnologia, a marca destacou que os sensores imitam essa dinâmica ao rastrear a temperatura de cor ao redor.

Duas telas comparando o ajuste do True Tone: tons mais frios à esquerda e mais quentes à direita conforme a iluminação
O True Tone ajusta os tons da tela de acordo com a iluminação ao redor (imagem: Reprodução/Apple)

Para que serve o True Tone?

O True Tone torna a leitura em telas mais confortável ao adaptar o brilho e a temperatura de cor da tela à luz ambiente. Ao suavizar o display de forma dinâmica, o recurso reduz o cansaço dos olhos causado pelo excesso de luz azul.

Essa tecnologia equilibra tons quentes e frios para simular o comportamento de uma folha de papel sob diferentes iluminações. O resultado é uma experiência visual mais natural para o usuário durante longas sessões de leitura e consumo de mídia.

Como funciona o True Tone

O funcionamento do True Tone no iPhone acontece em tempo real por meio de sensores de luz ambiente de quatro canais embutidos no aparelho. Esse conjunto analisa instantaneamente a iluminação ao redor, medindo tanto a intensidade do brilho quanto a temperatura de cor.

Os dados coletados são enviados ao processador, que recalcula e ajusta o balanço de branco do display a cada 30 milissegundos. Esse processamento dinâmico calibra a tela de forma imperceptível para o usuário, acompanhando qualquer mudança de luz.

Na prática, sob lâmpadas quentes de uma sala, a tela reduz a luz azul e assume tons mais amarelados. Já em ambientes abertos com luz do dia, o sistema adota tons mais frios para manter a fidelidade cromática.

Essa engenharia faz com que a tela Retina Display se comporte exatamente como uma folha de papel impresso sob qualquer iluminação. O resultado é uma visualização sempre natural que elimina o estresse visual causado por contrastes agressivos de luz.

Imagem mostra um iPhone 15 Pro Max sendo segurado em uma mão, exibindo um artigo do "Tecnoblog" sobre o lançamento do iPhone 15 e 15 Pro com USB-C. A tela do celular mostra a manchete "Apple lança iPhone 15 e 15 Pro com USB-C e dá adeus ao conector Lightning". Ao fundo, desfocado, observa-se uma multidão de pessoas em um ambiente interno com iluminação clara e paredes brancas. Outros smartphones são visíveis nas mãos de algumas pessoas na multidão.
O iPhone conta com sensores de luz ambiente que analisam a iluminação em volta para ajustar o balanço de branco (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Preciso ativar o True Tone?

Não é preciso ativar o True Tone, pois o recurso vem habilitado por padrão de fábrica nos dispositivos da Apple. O usuário é apresentado à tecnologia na configuração inicial do aparelho, sem a necessidade de qualquer ação manual imediata.

Caso a pessoa prefira o comportamento padrão do display, a função pode ser desativada ou reativada a qualquer momento. No iPhone ou iPad, basta acessar os ajustes do sistema, tocar na opção “Tela e Brilho” e alternar a chave seletora.

O True Tone gasta muita energia?

O True Tone não exige muita energia, apresentando um impacto na bateria de apenas 2% a 3% do consumo total do aparelho. Desativar o recurso gera um ganho de autonomia tão pequeno que chega a ser imperceptível na rotina diária de uso.

Esse gasto mínimo ocorre porque os sensores de luz e o algoritmo de ajuste são extremamente otimizados. Além disso, a tecnologia economiza energia em locais escuros ao reduzir o brilho da tela, compensando o processamento do balanço de branco.

iPhone 17 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O True Tone é recurso que vem ativado de fábrica, gastando pouca energia no seu funcionamento (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Quais dispositivos são compatíveis com o True Tone?

O True Tone está presente na maior parte das telas modernas da Apple. Veja a lista de aparelhos compatíveis com a tecnologia:

  • iPhones: linhas iPhone 8 e posteriores (incluindo modelos Pro e Pro Max), além do iPhone SE (a partir da 2ª geração);
  • iPads: modelos padrão (9ª geração em diante), iPad mini (5ª geração em diante), iPad Air (3ª geração em diante) e todas as versões do iPad Pro;
  • Macs: notebooks MacBook Pro e MacBook Air lançados a partir de 2018, além dos computadores all-in-one iMac a partir do modelo de 2020;
  • Monitores: telas profissionais e dedicadas da marca, incluindo os modelos Apple Studio Display e Apple Pro Display XDR.

Existe True Tone para Android?

Não, o True Tone é uma tecnologia proprietária da Apple e exclusiva dos aparelhos da Maçã. Apesar disso, o ecossistema Android traz recursos semelhantes de marcas concorrentes que operam sob o mesmo princípio de adaptação ao ambiente.

Assim, os smartphones utilizam funções nativas como o Adaptive Tone do Google Pixel e o Adaptive Color Tone do Samsung Galaxy. Essas ferramentas usam os sensores para equilibrar o balanço de branco e ajustar os tons da tela de forma automática à iluminação ao redor.

iPad Mini em quatro cores: azul, roxo, estelar e cinza espacial
iPad Mini e outros modelos de tablets da Apple também contam com o recurso True Tone (imagem: divulgação/Apple)

Em quais casos o True Tone é indicado?

O True Tone é ideal para o uso cotidiano, priorizando o conforto visual em diferentes cenários de iluminação. Estas são algumas situações em que o recurso se torna um aliado:

  • Leitura e maratona de vídeos: reduz o cansaço visual ao suavizar o contraste da tela e as cores naturalmente durante o consumo prolongado de e-books, artigos ou vídeos;
  • Transição entre ambientes: ideal para quem se desloca constantemente, adaptando o display instantaneamente ao sair de um local fechado com lâmpadas quentes para um ambiente aberto sob a luz do dia;
  • Uso sob a luz solar: eleva a legibilidade ao ar livre, ajustando o balanço de branco para tons mais frios para combater reflexos e garantir nitidez da tela mesmo em locais abertos;
  • Escritórios com luz fluorescente: evita que o display exiba uma aparência excessivamente azulada ou opaca sob as lâmpadas frias de ambientes corporativos, mantendo uma neutralidade agradável;
  • Navegação noturna: minimiza a fadiga em locais escuros ao adotar tons mais quentes, diminuindo a emissão de luz azul que costuma prejudicar a qualidade do sono do usuário;
  • Redes sociais e uso casual: garante cores consistentes e realistas para usuários não profissionais durante a rolagem do feed, tornando a navegação diária muito mais confortável e fluida.

Quando devo evitar usar o True Tone?

O True Tone deve ser desativado em atividades que exigem precisão absoluta de cores. Alguns exemplos são:

  • Edição de fotos e vídeos: a alteração automática na temperatura de cor distorce as tonalidades originais da imagem, prejudicando a exatidão necessária para o tratamento profissional de arquivos;
  • Design gráfico e identidade visual: criar logotipos e materiais de marcas exige fidelidade cromática absoluta, algo que é afetado pelas compensações e calibrações dinâmicas que o recurso aplica na tela;
  • Desenvolvimento de interfaces (UI/UX): programadores e designers precisam visualizar aplicativos e sites exatamente como foram codificados, sem filtros de tela que mascarem a real aparência do software;
  • Trabalhos de color grading: a etapa de finalização de cores no cinema e no audiovisual exige um monitor de referência estático, totalmente livre de correções automáticas de iluminação;
  • Jogos de alta dinâmica (HDR): games de alto contraste dependem das cores vibrantes originais planejadas pelos desenvolvedores, que podem parecer lavadas ou opacas com o recurso ativado;
  • Análise de imagens médicas: profissionais de saúde que avaliam exames digitais, como tomografias e raios-X, necessitam da imagem bruta e sem filtros para evitar qualquer erro de diagnóstico.
Pessoa usando um MacBook em um ambiente de edição profissional, trabalhando em cores e imagens na tela
Os MacBooks e monitores da Apple também possuem o recurso True Tone, no entanto, é recomendado que ele seja desativado em trabalhos de edição profissional (imagem: Reprodução/Apple)

Qual é a diferença entre True Tone e Night Shift?

O True Tone é uma tecnologia dinâmica que utiliza sensores para ajustar, em tempo real, o balanço de branco e o brilho da tela à iluminação ao redor. O objetivo é fazer a tela parecer uma folha de papel, mantendo as cores naturais em qualquer ambiente.

O Night Shift é um recurso programável que aplica um filtro estático para mudar os tons da tela para cores mais quentes e amareladas ao anoitecer. Ativado por horário ou no pôr do sol, ele visa reduzir a luz azul para melhorar a qualidade do sono.

O que é True Tone? Entenda a tecnologia usada nas telas de aparelhos da Apple

iPhone 17e (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O True Tone ajusta os tons da tela de acordo com a iluminação ao redor (imagem: Reprodução/Apple)

Tela iPhone 15 Pro Max (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

iPhone 17 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

iPad Mini é vendido em quatro cores: azul, roxo, estelar e cinza espacial (imagem: divulgação/Apple)

Como recuperar mensagens apagadas no WhatsApp pelo celular ou PC

9 de Junho de 2026, 15:05
Como recuperar mensagens do WhatsApp
Entenda como recuperar mensagens apagadas no WhatsApp (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Existem diferentes meios de recuperar mensagens apagadas do WhatsApp, como ler o histórico de notificações do Android. Outra solução é a extensão WA Web Plus no navegador Google Chrome, que dispensa a existência de uma cópia prévia, mas possui limitações de compatibilidade.

Já a restauração baseada em um backup oficial salvo na nuvem costuma ser o método mais eficaz e seguro, embora seja um processo mais trabalhoso. Essa técnica é o único caminho viável para donos de iPhone reverem conteúdos excluídos, exigindo a reinstalação do app para forçar a sincronização dos dados.

A seguir, conheça quatro meios práticos de recuperar mensagens apagadas do WhatsApp.

1. Acesse o histórico de notificações do smartphone 

Quem tem smartphones Samsung ou Motorola pode ler mensagens excluídas do WhatsApp acessando o histórico nativo do Android. Esse recurso atua como um registro do sistema operacional, mas infelizmente não está disponível para usuários de iPhone (iOS).

O processo é simples: abra as configurações do celular, toque em “Notificações” e selecione “Configurações avançadas”. Lá dentro, basta ativar o recurso “Histórico de notificações”, que funciona como um armazenamento temporário e seguro de todos os alertas recebidos.

Depois, veja a lista cronológica de dados e textos recebidos nas últimas 24 horas para localizar o ícone do WhatsApp. Vale dizer que a leitura do conteúdo apagado só é possível se essa função do Android já estiver habilitada no momento do envio.

Capturas de tela do sistema operacional Android em celular Samsung mostram como acessar a opção "Histórico de Notificações"
Acessando “Histórico de notificações” para ver mensagens do WhatsApp no celular Samsung (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

2. Use a extensão WA Web Plus do Google Chrome

A extensão WA Web Plus, disponível para o Google Chrome, oferece uma solução prática e rápida para recuperar mensagens apagadas do WhatsApp. A ferramenta funciona como um plugin que adiciona novos recursos diretamente à interface do mensageiro no navegador.

Após instalar a extensão, abra o WhatsApp Web e clique no ícone de “+” verde ao lado da barra de endereços para abrir as configurações. Na aba privacidade, ative a opção “Restaurar mensagens de texto apagadas” para ativar o monitoramento de cache das conversas.

A partir daí, o script intercepta as atualizações e exibe o texto original riscado ao lado do aviso de exclusão. Embora eficiente, vale dizer que o recurso pode apresentar instabilidades e não processar todas as mensagens deletadas.

Captura de tela do navegador Google Chrome mostra um exemplo de uma mensagem restaurada com a extensão WA Web Plus no WhatsApp Web
A extensão WA Web Plus permite verificar os conteúdos que foram deletados no WhatsApp Web (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

3. Restaure o backup de conversas do WhatsApp 

Atenção!

Esta ação exclui todas as mensagens e conversas recentes que ocorreram após o último backup automático. Por isso, é recomendado ter cautela ao utilizar esta técnica para não perder dados importantes.

Outro meio de restaurar mensagens apagadas do WhatsApp é forçar a leitura do backup salvo na nuvem. A estratégia serve tanto no Android, que utiliza o Google Drive, quanto no iPhone, que armazena os dados no iCloud.

O primeiro passo é checar nas configurações de conversas se o último backup automático aconteceu antes da exclusão do texto. Se a data for favorável, desinstale o aplicativo para limpar os dados locais e baixe-o novamente na Play Store ou na App Store.

Durante a nova validação do número, o sistema identificará a cópia de segurança salva nos servidores e sugerirá a sincronização de dados. Basta tocar em “Restaurar” para que o histórico e as mídias antigas sejam baixadas, trazendo as mensagens apagadas de volta.

imagem da tela de restauração de backup do whatsapp
Reinstalar o WhatsApp e forçar a restauração do backup pode ajudar a recuperar as mensagens antigas (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

4. Questione o autor da mensagem apagada 

Se os métodos anteriores não funcionarem, a alternativa mais simples e direta é questionar o próprio autor sobre a mensagem deletada no WhatsApp. Essa abordagem dispensa o uso de ferramentas digitais, dependendo somente da transparência do contato.

Embora pareça óbvia, a tática é a única infalível contra falhas de sincronização ou falta de backups salvos. No fim, a engenharia social mais eficaz para “decifrar” a mensagem apagada ainda é uma boa conversa.

imagem do whatsapp com uma perguntando à outra pessoa o conteúdo da mensagem excluída
Perguntar diretamente à pessoa sobre a mensagem excluída pode ser uma solução simples e prática (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Por que não consigo recuperar mensagens apagadas do WhatsApp? 

Existem alguns pontos que podem impedir a recuperação das mensagens apagadas do WhatsApp. Por exemplo:

  • Histórico de notificações inativo: a ferramenta nativa do Android só registra os alertas se estiver ligada antes do recebimento do texto. Caso o recurso de armazenamento temporário esteja desligado, o sistema simplesmente descarta os pacotes de dados;
  • Instabilidade em ferramentas externas: o WA Web Plus depende da leitura do cache do navegador em tempo real para interceptar a mensagem. Se houver oscilação na rede ou atualizações repentinas no código do WhatsApp, o processamento falha;
  • Janela de sincronização inválida: o ato de fazer backup do WhatsApp precisa ocorrer no intervalo entre o recebimento da mensagem e a exclusão pelo contato. Se a cópia for gerada após o cancelamento, o arquivo salvo registrará apenas o status de deletado;
  • Criptografia de ponta a ponta ativa: por questões de privacidade, o WhatsApp blinda o trânsito de informações com chaves de segurança exclusivas. Uma vez que o conteúdo é apagado da memória local do aparelho, os servidores da empresa perdem o acesso definitivo ao texto.

Posso restaurar uma mensagem apagada no WhatsApp pelo iPhone? 

Sim, usuários de iPhone podem recuperar a mensagem apagada no WhatsApp caso o backup automático no iCloud tenha sido feito após o envio e antes da exclusão. Para resgatar o conteúdo, basta desinstalar o app e reinstalá-lo para forçar a sincronização dos dados da nuvem.

Diferente do Android, o iOS não possui um histórico nativo de notificações para registrar os alertas recebidos no aparelho. Por isso, manter a cópia de segurança ativa nos servidores da Apple é a única garantia para reaver o histórico com o conteúdo excluído.

Consigo usar apps de terceiros para ver mensagens apagadas do WhatsApp? 

Sim, aplicativos de terceiros prometem recuperar mensagens apagadas por outra pessoa no WhatsApp ao interceptar o fluxo de notificações do Android. Para que essa leitura em tempo real funcione, o programa paralelo precisa estar instalado quando o texto é recebido.

O problema dessa varredura de dados é a segurança, já que as ferramentas exigem acesso total aos alertas e à tela do celular. Essa permissão invasiva expõe senhas e códigos bancários na memória temporária do app, além de ser um método inviável nas restrições do iPhone.

Embora salvem textos e mídias, esses aplicativos violam as diretrizes de privacidade do WhatsApp. Diante do risco de vazamento de informações para servidores desconhecidos, a recomendação é utilizar ferramentas nativas do sistema Android ou backups oficiais.

Qual é a diferença entre recuperar mensagens apagadas e conversas apagadas do WhatsApp? 

Recuperar mensagens apagadas do WhatsApp consiste em resgatar textos individuais ou mídias isoladas deletadas de um bate-papo. O foco desse processo é capturar pacotes de dados temporários no cache ou registros de notificações do sistema operacional, devolvendo o conteúdo específico à conversa.

Recuperar conversas apagadas do WhatsApp envolve trazer de volta todo o histórico de interações e a linha do tempo completa com um contato específico. Esse método exige a desinstalação do aplicativo para forçar o download e a sincronização do backup principal na nuvem.

Também posso recuperar conversas apagadas do WhatsApp? 

Sim, é possível resgatar chats inteiros e mídias deletadas ao restaurar o backup do WhatsApp armazenado nos servidores da nuvem. O sucesso do processo depende somente da cópia de segurança ter sido gerada em uma data antes da exclusão do bate-papo.

Caso o arquivo salvo seja mais recente e sem a conversa deletada, os dados desaparecerão permanentemente do backup. Para evitar essa perda de sincronização, a dica é configurar a rotina de salvamento automático para o modo diário.

Como recuperar mensagens apagadas no WhatsApp pelo celular ou PC

Como recuperar mensagens do WhatsApp (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

(Imagem: Reprodução/Samsung)

(Imagem: Reprodução/WhatsApp)

Reinstalar o WhatsApp e forçar a restauração do backup pode ajudar a recuperar as mensagens antigas (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Perguntar diretamente à pessoa sobre a mensagem excluída pode ser uma solução simples e prática (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

iOS 27 chegará ao iPhone 11; veja todos os modelos compatíveis

8 de Junho de 2026, 16:19
Apple iPhone 11 e 11 Pro Max (Imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)
Apple iPhone 11 e 11 Pro Max (imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)
Resumo
  • Apple confirmou que iOS 27 será compatível com iPhone 11 e modelos lançados posteriormente, contrariando rumores;
  • lista de aparelhos compatíveis com o iOS 27 inclui desde o iPhone SE de 2ª geração até o iPhone 17 Pro Max;
  • versão final do iOS 27 está prevista para ser lançada em setembro ou outubro de 2026, com uma versão beta para desenvolvedores disponível a partir de hoje.

Como esperado, a Apple aproveitou a WWDC 2026, que teve início nesta segunda-feira (08/06), para anunciar oficialmente o iOS 27. Contrariando o que alguns rumores diziam (ou o que muitos usuários temiam), a linha iPhone 11 está entre as que receberão a nova versão do sistema operacional.

O mesmo vale para modelos que foram lançados depois do iPhone 11, obviamente. A lista completa de aparelhos que receberão o iOS 27 é esta:

  • iPhone 17
  • iPhone 17 Pro
  • iPhone 17 Pro Max
  • iPhone Air
  • iPhone 16e
  • iPhone 16
  • iPhone 16 Pro
  • iPhone 16 Pro Max
  • iPhone 15
  • iPhone 15 Plus
  • iPhone 15 Pro
  • iPhone 15 Pro Max
  • iPhone 14
  • iPhone 14 Plus
  • iPhone 14 Pro
  • iPhone 14 Pro Max
  • iPhone 13
  • iPhone 13 Mini
  • iPhone 13 Pro
  • iPhone 13 Pro Max
  • iPhone 12
  • iPhone 12 Mini
  • iPhone 12 Pro
  • iPhone 12 Pro Max
  • iPhone 11
  • iPhone 11 Pro
  • iPhone 11 Pro Max
  • iPhone SE de 3ª geração
  • iPhone SE de 2ª geração
Controle deslizante do Liquid Glass no iOS 27
Liquid Glass melhorado é uma das novidades do iOS 27 (imagem: reprodução/Apple)

A incerteza sobre a linha iPhone 11 residia no fato de esses aparelhos terem sido anunciados em 2019 e, portanto, correrem o risco de não atenderem aos requisitos técnicos do iOS 27, o que, como sabemos agora, não se confirmou.

Mas é válido destacar que a WWDC 2026 também serviu de palco para o anúncio da Siri AI que, na família iPhone, está atrelada ao iOS 27. A novidade chegará à linha iPhone 16 e aos iPhone 15 Pro e 15 Pro Max, mas alguns recursos avançados de IA executados localmente exigirão hardware mais potente e podem ficar restritos ao iPhone 17 Pro / Pro Max e ao iPhone Air.

Nesse sentido, os novos recursos da Apple Intelligence continuam igualmente exigindo um iPhone 15 Pro / Pro Max ou superior devido ao fato de essa tecnologia demandar mais memória RAM e, principalmente, o chip A17 Pro ou posterior.

Quando o iOS 27 será lançado?

A Apple liberará uma versão beta do iOS 27 para desenvolvedores a partir de hoje. Já uma versão beta direcionada ao público em geral será disponibilizada em julho de 2026.

Por fim, a versão final do sistema operacional é esperada para setembro ou, no mais tardar, outubro deste ano.

Esses prazos também valem para os demais sistemas operacionais anunciados pela Apple na WWDC 2026, como o macOS 27, o iPad 27 e o watchOS 27.

iOS 27 chegará ao iPhone 11; veja todos os modelos compatíveis

Apple iPhone 11 e 11 Pro Max (Imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)

iPhone 16 tem 44% OFF com cupom em oferta na Amazon

4 de Junho de 2026, 13:18
R$ 7.799,0044% OFF

Prós
  • Tela com brilho de até 2.000 nits
  • Processador A18 de alto desempenho
  • Câmera principal de 48 MP com OIS
Contras
  • Carregamento limitado a 25 W
  • Tela com taxa de atualização de 60 Hz
PIX Cupom
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O iPhone 16 de 128 GB está saindo por apenas R$ 4.339,10 no Pix aplicando o cupom APROVEITA10 na Amazon. A oferta representa um desconto de 44% frente ao valor de lançamento de R$ 7.799. E a ficha técnica se destaca pela presença do processador Apple A18 e pela câmera dupla com sensor principal de 48 MP.

iPhone 16 tem Apple A18 e câmera dupla com sensor de 48 MP

Tela do iPhone 16
iPhone 16 atinge brilho com pico de 2.000 nits (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O processador Apple A18 fabricado em 3 nanômetros oferece alto poder de processamento para todas as atividades. O componente trabalha em conjunto com a memória RAM de 8 GB para sustentar a execução fluida de jogos pesados.

O sistema de câmeras traz um sensor principal de 48 megapixels com estabilização. Uma lente secundária ultrawide de 12 megapixels captura imagens com ângulo de visão de 120 graus. E o conjunto óptico grava vídeos em resolução 4K com suporte para a tecnologia Dolby Vision HDR.

A tela Super Retina XDR OLED exibe cores vibrantes com taxa de atualização de 60 Hz. A tecnologia True Tone ajusta a temperatura e o brilho, que chega até 2.000 nits, conforme a iluminação do ambiente e garante excelente visibilidade sob a luz solar direta. Essa calibração automática também protege os olhos do usuário durante leituras longas.

Mão segurando iPhone 16 com as duas câmeras traseiras em foco
iPhone 16 e iPhone 16 Plus têm câmera traseira de 48 MP (Foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

A bateria de 3.561 mAh garante até 22 horas de autonomia, segundo a Apple, e é compatível com carregamento via USB-C 25 W. O design, por sua vez, conta com certificação IP68 que assegura proteção contra água e poeira ao iPhone.

O iPhone 16 de 128 GB (por R$ 4.339,10 no Pix aplicando o cupom APROVEITA10 na Amazon) ainda suporta redes 5G, Wi-Fi 7 e NFC e deve receber atualizações por mais alguns anos, seguindo a política da empresa.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

iPhone 16 tem 44% OFF com cupom em oferta na Amazon

iPhone 16 atinge brilho com pico de 2.000 nits (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

iPhone 16 e iPhone 16 Plus têm câmera traseira de 48 MP (Foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Como baixar todas as fotos do iCloud no PC

2 de Junho de 2026, 13:11
Ilustração da sincronização das fotos com o iCloud
Usuário pode salvar fotos no iCloud para poupar espaço de armazenamento no aparelho (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Você pode baixar suas fotos do iCloud de duas formas diferentes no PC: diretamente pelo site do iCloud — que limita o download para até 1.000 arquivos, ou pelo aplicativo próprio do serviço de armazenamento no Windows. Essa segunda opção sincroniza suas fotos e vídeos diretamente no disco rígido.

Já usuários de Mac podem baixar todos os arquivos em alta definição pelo aplicativo Fotos. Nesse caso, é necessário escolher se deseja duplicar as fotos no disco ou otimizar o download, baixando os arquivos como uma “prévia”, em baixa definição. A seguir, conheça os detalhes de como baixar fotos e vídeos do iCloud.

Índice

Como baixar todas as fotos do iCloud pelo navegador

1. Acesse o iCloud.com

Acesso o site do iCloud no seu navegador de preferência e clique no botão “Iniciar sessão” para ter acesso às suas fotos e vídeos.

Tela inicial do iCloud no navegador, com botão “Iniciar sessão” destacado para fazer login e acessar as fotos
Tela de inicio do iCloud no navegador (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

2. Faça login com sua conta

É necessário fazer login com e-mail ou número de telefone, e senha para acessar o serviço de armazenamento. Pode ser necessário permitir o acesso em um iPhone ou iPad para continuar.

Tela de login do iCloud no navegador com botão “Iniciar sessão” e opção “Iniciar sessão com o iPhone”
Tela de login do iCloud no navegador (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

3. Abra a seção de fotos do iCloud

Após realizar o login, desça a tela e clique na seção de Fotos para visualizar todos os arquivos vinculados à sua conta do iCloud.

Seção de fotos no iCloud, com “Fotos” selecionada e contagem de fotos e vídeos exibida
Seção de fotos no iCloud (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

4. Selecione as fotos que deseja baixar no PC

O iCloud para navegador permite que o usuário baixe até 1.000 fotos por vez no PC. Assim, clique fora da seção de fotos e arraste o mouse para selecionar os arquivos rapidamente.

Quando atingir o limite de 1.000 fotos ou vídeos, clique no ícone de nuvem para baixá-los do iCloud no PC.

Contagem de 999 itens selecionados no app Fotos do iCloud, indicando fotos escolhidas para download no PC
Opção que permite baixar até 1.000 fotos no iCloud (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

Como salvar todas as fotos do iCloud pelo iCloud para Windows

O usuário pode baixar todas as fotos do iCloud no Windows pelo app próprio para o sistema operacional. É necessário baixar e instalar o aplicativo via Microsoft Store para continuar.

1. Abra o app do iCloud para Windows

Após a instalação do iCloud para o Windows, faça login com sua conta e abra o aplicativo. A opção “Desativado” será exibida na seção “Fotos“, caso nunca tenha utilizado o app no PC. Clique para continuar.

Tela do app iCloud para Windows mostrando “Fotos do iCloud” como “Sem configuração” e “Desativado”
Aplicativo do iCloud para o Windows (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

2. Ative a sincronização de fotos entre iCloud e Windows

Verifique onde as fotos do iCloud serão armazenadas no PC e clique na chave “Desativado” para ativar a sincronização do serviço.

Tela de ajustes do iCloud para Windows, com a chave de “Fotos do iCloud” em Desativado
Ative a chave para compartilhar suas fotos do iCloud no Windows (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

3. Verifique o progresso de sincronização

Após ativar a sincronização, você pode verificar todo o processo de transferência de arquivos entre iCloud e Windows. Acesse a pasta mencionada pelo iCloud para encontrar suas fotos e vídeos.

Tela do app iCloud para Windows mostrando “Apps que Usam iCloud”, com “Fotos do iCloud” ativado
Acompanhe o progresso de sincronização de suas fotos no PC (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

Como baixar todas as fotos do iCloud pelo Mac

1. Abra as configurações do aplicativo “Fotos” no Mac

Acesse o aplicativo “Fotos” no seu Mac e clique em “Ajustes” para visualizar as opções, antes de baixar os arquivos.

Seção de ajustes no app Fotos para Mac (Imagem: Lucas Lima/Tecnoblog)

2. Escolha como deseja baixar as fotos do iCloud no Mac

Selecione a opção “iCloud” no topo da tela e escolha uma das opções exibidas:

  • Baixar Originais para este Mac: método que baixa todos as fotos e vídeos em alta resolução para o disco do Mac;
  • Otimizar Armazenamento do Mac: opção para quem tem pouco espaço disponível em disco. As fotos e vídeos serão armazenadas em baixa resolução, como uma prévia. O usuário precisará escolher qual arquivo baixar em alta resolução de forma manual.

O usuário também pode escolher baixar todas as fotos e vídeos para uma pasta específica. Nesse caso, todo o conteúdo será duplicado se a biblioteca do iCloud estiver sincronizada no Mac.

Opções no app Fotos do macOS após abrir Ajustes, com “Fotos do iCloud” selecionadas e alternativas de armazenamento
Opções exibidas no app Fotos após selecionar o menu de ajustes (Imagem: Lucas Lima/Tecnoblog)

Baixar as fotos no PC mantém a qualidade original das imagens?

Sim, caso você baixe os arquivos pelo site do iCloud ou pela opção “Baixar Originais” no app Fotos do Mac.

Ao fazer o download pelo aplicativo do iCloud para o Windows, o serviço de armazenamento cria uma pasta específica no PC com os arquivos em miniatura.

Dessa forma, é necessário baixar os arquivos com alta resolução manualmente. O mesmo acontece com a opção “Otimizar Armazenamento” no Mac.

Tem como baixar mais de 1.000 fotos do iCloud de uma vez no PC?

Apenas pelo aplicativo do iCloud para o Windows, já que o site permite baixar até 1.000 fotos ou vídeos salvos no iCloud por vez. A sincronização de todos os arquivos de uma vez também acontece no Mac.

Onde ficam armazenadas as fotos baixadas do iCloud para Windows?

Você pode verificar o caminho exato de armazenamento no app do iCloud para o Windows, já que o sistema personaliza as pastas para cada PC. Antes de ativar a chave de sincronização dos arquivos, cheque o caminho exato em “Fotos do iCloud“.

Caminho da pasta onde o iCloud adicionará as fotos no PC (Cada PC terá um caminho diferente)
Cada PC terá um caminho diferente para acessar as fotos do iCloud (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

Remover a sincronização com do iCloud com o Windows apaga as fotos no PC?

Sim, o aplicativo do iCloud removerá todas as fotos ou vídeos armazenados do Windows, ao interromper a sincronização entre os serviços, mas seus arquivos continuarão disponíveis para visualização na sua conta do iCloud.

Uma dica é salvar os arquivos em outra pasta do PC, antes de remover a sincronização.

Como baixar todas as fotos do iCloud no PC

Usuário pode salvar fotos no iCloud para poupar espaço de armazenamento no aparelho (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Como ver as senhas salvas no iPhone pelo celular ou PC

1 de Junho de 2026, 18:22
Como ver as senhas salvas no iPhone
Você pode visualizar as senhas salvas no iPhone pelo app “Senhas”; confira (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Você pode ver as senhas salvas no iPhone pelo app Senhas, que é o gerenciador de senhas nativo da Apple. Em versões do iOS 17 ou anteriores, você consegue visualizar as senhas salvas no aparelho ao entrar em “Ajustes” e abrir a seção “Senhas”.

Se preferir, você também pode acessar a lista de senhas salvas pelo app do iCloud para Windows. Mas para isso, é preciso que o iPhone esteja com a sincronização de senhas no iCloud ativada.

A seguir, saiba como verificar senhas salvas no iPhone pelo celular ou computador.

Como ver as senhas salvas no iPhone pelo celular

1. Entre em “Senhas” e confirme sua identidade

Em um iPhone com iOS 18 ou superior, abra o app Senhas e confirme sua identidade com Face ID, Touch ID ou código de acesso.

Caso esteja usando o iOS 17 ou anterior, vá em “Ajustes”, toque em “Senhas” e faça a autenticação de identidade.

Abrindo o app Senhas do iPhone
Abrindo o app Senhas do iPhone (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

2. Vá em “Todas” e escolha o app ou site desejado

Entre na seção “Todas” e escolha o site ou o app que você quer ver a senha salva.

Acessando o login salvo no app Senhas do iPhone
Acessando o login salvo no app Senhas do iPhone (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

3. Toque no campo “Senha” para ver a senha

Por fim, toque no campo “Senha” para visualizar a senha do serviço salva em seu iPhone.

Verificando a senha salva no iPhone
Verificando a senha salva no iPhone (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Como ver as senhas salvas no iPhone pelo PC com Windows

Atenção

Para seguir com os passos do tutorial abaixo, certifique-se de ter habilitado a sincronização do iPhone com as Senhas e Chaves do iCloud

1. Abra o iCloud e vá em “Abrir no App Senhas do iCloud”

Abra o aplicativo do iCloud em seu computador com Windows e faça login com a mesma Conta Apple usada no iPhone. Em seguida, clique em “Abrir no App Senhas do iCloud”, dentro da seção “Senhas e Chaves”.

Acessando o app Senhas do iCloud via PC com Windows
Acessando o app Senhas do iCloud via PC com Windows (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

2. Clique em “Iniciar sessão” e confirme sua identidade

Clique em “Iniciar sessão” e confirme a identidade com o Windows Hello, seja com reconhecimento facial, leitura de impressão digital ou PIN.

Confirmando a identidade da Conta Apple
Confirmando a identidade da Conta Apple (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

3. Escolha o serviço e passe o mouse em cima da senha

Selecione o serviço ou site desejado na coluna à esquerda. Depois, basta passar o mouse em cima da senha para exibir a senha salva.

Verificando a senha salva via iCloud
Verificando a senha salva via iCloud (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Também posso ver as senhas salvas no iPhone pelo Mac?

Sim. Você pode visualizar senhas salvas no iPhone ao fazer login no Mac com a mesma Conta Apple vinculada ao iPhone, abrir o app “Senhas”, escolher o serviço desejado e passar o mouse sobre o campo “Senha”.

E vale reforçar que você precisa ter sincronizado as senhas e chaves do iPhone no iCloud para visualizar os passwords pelo Mac ou outros dispositivos.

Por que não consigo ver senhas salvas no iPhone?

Há situações em que você não consegue visualizar as senhas salvas no iPhone. E os motivos podem envolver:

  • Preenchimento automático de senhas desativado: se o preenchimento automático de senhas não estiver habilitado, é possível que o iPhone não tenha salvado uma senha anteriormente digitada.
  • Conta Apple divergente: certifique-se de que está utilizando a Conta Apple correta, que contém os seus logins salvos.
  • Falha na autenticação: não será possível visualizar as senhas salvas no iPhone se você não confirmar sua identidade via Face ID, Touch ID ou código de acesso.
  • Senha excluída e já expirada: senhas excluídas há mais de 30 dias não vão aparecer no app Senhas do iPhone.
  • Chaves do iCloud desativadas: se você não ativou as senhas e chaves do iCloud, só poderá ver as senhas salvas pelo iPhone.
  • Acesso pela versão web do iCloud: você deve usar o app do iCloud para desktop, já que não é possível visualizar o app Senhas pela versão web do serviço.
  • iOS desatualizado: ao usar uma versão desatualizada do sistema operacional iOS, você pode enfrentar dificuldades para salvar uma senha ou visualizar senhas salvas no iPhone.

Consigo ver senhas que foram apagadas do iPhone?

Sim, desde que a senha tenha sido apagada dentro de 30 dias. Dentro desse prazo, basta abrir o app Senhas, entrar na seção “Apagadas”, localizar a senha apagada desejada e tocar em “Recuperar”.

Então, você conseguirá visualizar a senha recuperada nos serviços salvos dentro da ferramenta Senhas.

Posso excluir uma senha salva no iPhone?

Sim. Para excluir uma senha salva no iPhone, basta abrir o app ou a seção “Senhas”, escolher a conta do site ou serviço, tocar em “Editar”, e selecionar a opção “Apagar”.

Como ver as senhas salvas no iPhone pelo celular ou PC

(Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Abrindo o app Senhas do iPhone (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Acessando o login salvo no app Senhas do iPhone (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Verificando a senha salva no iPhone (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Acessando o app Senhas do iCloud via PC com Windows (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Confirmando a identidade da Conta Apple (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Verificando a senha salva via iCloud (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

iPhone Air (256 GB) tem melhor oferta recente com 36% de desconto

1 de Junho de 2026, 11:37
R$ 10.499,0036% OFF

Prós
  • Tela Super Retina XDR de até 120 Hz
  • Boa performance com o chip A19 Pro
  • iPhone mais fino já feito com 5,64 mm
  • Smartphone leve, com apenas 165 g
Contras
  • Sem slot para cartão SIM
  • Bateria de 3.149 mAh
  • Somente uma câmera traseira
PIX Cupom
R$ 100 OFF E 10% OFF DISPONÍVEIS NA PÁGINA R$ 6.749,10  Amazon
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O iPhone Air de 256 GB está saindo por R$ 6.749 no Pix com cupons de R$ 100 e de 10% OFF disponíveis na página da Amazon, essa é a melhor oferta recente com um desconto de 36% sobre o preço original de R$ 10.499.

O celular da Apple conta com tela OLED de 120 Hz, desempenho de ponta graças ao chip A19 Pro e 12 GB de RAM, tudo isso em um corpo fino de apenas 5,64 mm de espessura.

iPhone Air tem corpo fininho e desempenho de ponta

iPhone Air (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
iPhone Air tem apenas 5,64 mm e pesa 215 g (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O iPhone Air possui um corpo de apenas 5,64 mm e peso de 215 g, porém o celular mais fino da Apple entrega desempenho de ponta com o chip A19 Pro, 12 GB de RAM e 256 GB de armazenamento, não devendo nada a seus “irmãos”.

A câmera wide de 48 MP com OIS na traseira capta cenas com grande campo de visão e a frontal Center Stage de 18 MP tira selfies no modo Paisagem, mesmo com o celular na posição vertical. Ambas gravam vídeos em 4K a 60 fps.

Sua tela Super Retina XDR OLED de 6,5 polegadas possui ProMotion de 120 Hz e brilho de até 3.000 nits, oferecendo cores vibrantes, rolagem fluida e visibilidade sob luz forte. O vidro Ceramic Shield 2 protege o display contra arranhões e quedas.

iPhone Air (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Tela OLED do iPhone Air possui ProMotion de 120 Hz (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O corpo de titânio do iPhone Air recebe o Ceramic Shield na traseira e a certificação IP68, que adiciona resistência contra poeira e mergulhos de até 6 metros de profundidade em água doce por no máximo 30 minutos. 

Este celular conversa com redes 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 6.0 e NFC. Sua bateria de 3.149 mAh resiste a um dia de uso moderado, é compatível com MagSafe e recebe uma carga de 50% em 30 minutos via USB-C, segundo a Apple.

O iPhone Air (256 GB) roda iOS 26 e é elegível a pelo menos cinco atualizações do sistema operacional. O celular fininho da Apple sai por R$ 6.749 no Pix com cupons de R$ 100 e de 10% OFF disponíveis na página da Amazon, um abatimento de 36% em relação ao valor de lançamento.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

iPhone Air (256 GB) tem melhor oferta recente com 36% de desconto

iPhone 16 Plus (256 GB) tem 40% OFF e atinge menor preço do último ano na Amazon

1 de Junho de 2026, 11:15
R$ 10.299,0040% OFF

Prós
  • Botão dedicado a ajustes de câmera
  • Chip A18 de alto desempenho
  • Tela de 6,7″ e 2.000 nits
  • Certificação IP68
  • Feito para Inteligence
Contras
  • Carregamento com fio limitado a 25 W
  • Taxa de atualização de 60 Hz
PIX Cupom
10% OFF DISPONÍVEL NA PÁGINA R$ 6.219,10  Amazon
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O iPhone 16 Plus de 256 GB está saindo por R$ 6.219 no Pix com cupom de 10% disponível na página da Amazon, um desconto de 40% sobre o valor original de R$ 10.299 pela maior oferta vista no último ano.

O celular da Apple possui chip A18, tela OLED com brilho de até 2.000 nits e câmera wide de 48 MP idêntica à do iPhone 17e.

iPhone 16 Plus tem tela OLED e câmera principal do iPhone 17e

Lançado em 2024, o iPhone 16 Plus conta com uma câmera wide de 48 MP com OIS igual à do novo iPhone 17e; já a ultrawide de 12 MP com ângulo de 120º capta cenas com maior campo de visão e enquadramento. A lente frontal de 12 MP tira ótimas selfies. Todas gravam vídeos em 4K a 60 fps.

O processador Apple A18 e os 8 GB de RAM oferecem alto desempenho em multitarefa, apps e games exigentes. Os 256 GB de armazenamento disponibilizam espaço razoável para guardar fotos, vídeos e arquivos.

Sua tela LPTO Super Retina XDR OLED de 6,7 polegadas reproduz cores vibrantes, possui taxa de apenas 60 Hz e brilho de até 2.000 nits, mas que entrega rolagem fluida e visibilidade sob luz forte. O revestimento do vidro Ceramic Shield protege a parte frontal contra arranhões e pancadas.

Tela do iPhone 16
Tela OLED do iPhone 16 tem brilho de até 2.000 nits (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Falando na durabilidade, o corpo de alumínio do iPhone 16 Plus recebe a certificação IP68, que adiciona proteção contra poeira e mergulhos de até 6 m em água por no máximo 30 minutos.

Este celular conversa com redes 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 5.3 e NFC. Sua bateria de 4.674 mAh tem autonomia de até 27 horas de reprodução de vídeo segundo a fabricante, suporta MagSafe e carregamento rápido de 25 W via USB-C.

O iPhone 16 Plus (256 GB) foi atualizado para o iOS 26 e deve receber pelo menos mais quatro atualizações do sistema operacional. O celular da Apple sai por R$ 6.219 no Pix com cupom de 10% disponível na página da Amazon, a maior oferta registrada no último ano.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

iPhone 16 Plus (256 GB) tem 40% OFF e atinge menor preço do último ano na Amazon

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iPhone 16 Plus (256 GB) tem tela OLED de 2.000 nits e câmera do iPhone 17e. A maior promoção do último ano traz celular da Apple com desconto de 40% no Pix com cupom

O que é Face ID? Saiba tudo sobre o sistema de reconhecimento facial da Apple

29 de Maio de 2026, 17:15
Ilustração do Face ID
Face ID confirma a identidade de usuários de aparelhos da Apple (Imagem: Reprodução/Apple)

Face ID é o sistema de reconhecimento facial da Apple, incorporado a iPhones e iPads. Ele é usado como um mecanismo de segurança para confirmar a identidade do usuário.

O Face ID depende de componentes de hardware para fazer mapeamentos e escaneamentos precisos de rostos. Enquanto isso, o sistema operacional e outros softwares processam os dados para validar (ou não) a identidade.

Com o Face ID, você consegue desbloquear iPhones e iPads, autorizar compras pelo aparelho ou executar comandos que exigem níveis altos de privilégios.

A seguir, entenda melhor o que é o Face ID, saiba como ele funciona e veja em quais dispositivos ele está presente.

O que é Face ID?

Face ID é um sistema de reconhecimento facial proprietário da Apple, que combina elementos de hardware e software. O sistema foi desenvolvido especialmente para produtos da maçã, como iPhones e iPads.

O que significa Face ID?

O termo “Face ID” pode ser traduzido como “identidade facial” ou “identidade por rosto”. A expressão combina “face” (traduzido como “rosto” ou “face”) e “ID”, que é a abreviação de “identidade” em inglês.

Para que serve o Face ID?

O Face ID tem a função de proteger informações de iPhones e iPads, atuando como um mecanismo de segurança para confirmar a identidade do usuário.

Assim como o código numérico e o Touch ID, o Face ID é usado para autenticação em dispositivos da Apple, seja para desbloquear o aparelho, executar comandos ou configurações, autorizar compras ou fazer pagamentos.

Como funciona o Face ID

O funcionamento do Face ID é baseado na combinação de elementos de hardware e software, que atuam em conjunto para a operação do sistema.

Para habilitar o mapeamento e leitura facial, o Face ID depende da câmera TrueDepth: um kit formado por câmera de selfie, projetor de pontos, além de sensor infravermelho, sensor de proximidade e sensores de iluminação.

Sensores da True Depth Camera
Componentes da câmera TrueDepth (Imagem: Reprodução/Apple)

Durante a configuração do Face ID, esses componentes trabalham em conjunto para projetar milhares de pontos invisíveis e criar um mapa de profundidade do rosto do usuário. Uma parte do Neural Engine do aparelho transforma esse mapa de profundidade em uma representação matemática, que fica salva internamente.

Então, toda vez que o sistema operacional exige uma confirmação de identidade, a câmera TrueDepth faz um novo escaneamento do rosto e o compara à representação matemática registrada anteriormente. A validação pode acontecer mesmo diante de mudanças visuais (como maquiagem) ou uso de acessórios como máscara e óculos.

Ilustração do Face ID no iPhone
Face ID foi introduzido no iPhone X (Imagem: Reprodução/Apple)

Caso as representações coincidirem, o usuário ganhará acesso para prosseguir com as ações ou comandos. Do contrário, a pessoa terá que confirmar a identidade via código numérico.

O Face ID precisa de internet?

Não. O Face ID funciona de maneira offline e é dependente apenas da câmera TrueDepth do dispositivo e de softwares atualizados. Os mapeamentos de rostos também não precisam de internet, já que ficam salvos no hardware, e não na nuvem.

Quais dispositivos Apple têm Face ID?

O sistema Face ID da Apple está presente somente em alguns tipos de iPhone e em determinados modelos de iPad.

Quais modelos de iPhone têm Face ID?

O Face ID é oferecido em quase todos os modelos de iPhone lançados a partir do iPhone X, incluindo as versões da linha numérica, variantes Pro, Pro Max, Plus, mini, “e” e iPhone Air.

As exceções incluem os iPhones SE de segunda e terceira geração, que foram lançados após o iPhone X e não trazem suporte a esse sistema de biometria.

Existe Face ID para Android?

Não. Smartphones Android podem ter sistemas de reconhecimento facial similares ao do Face ID, mas é preciso lembrar que o Face ID é uma tecnologia proprietária da Apple Inc., que só está disponível em aparelhos da maçã.

O que dá pra fazer com o Face ID?

Você pode usar o sistema de reconhecimento do Face ID para:

  • desbloquear o dispositivo Apple;
  • colocar senha nos aplicativos do iPhone ou iPad;
  • baixar aplicativos da App Store;
  • fazer pagamentos via Apple Pay;
  • iniciar sessões em aplicativos;
  • executar determinadas configurações;
  • acessar pastas ou seções específicas.
Exemplos de uso do Face ID
Face ID é usado para confirmar diversas ações em iPhones e iPads (Imagem: Reprodução/Apple)

O Face ID é seguro?

Sim. O Face ID funciona com base em um modelo tridimensional criado a partir do mapeamento do seu rosto, e não pode ser burlado a partir de fotos, vídeos ou uso de máscaras para falsificar a identidade.

Além disso, a Apple afirma que a probabilidade de outra pessoa desbloquear seu iPhone protegido com Face ID é menor que 1 em 1.000.000.

As probabilidades só aumentam em casos de gêmeos idênticos ou envolvendo menores de 13 anos que ainda não desenvolveram características faciais: nessas situações, é recomendável usar códigos numéricos.

O Face ID pode parar de funcionar?

Sim. Há casos em que o Face ID para de funcionar, devido a software desatualizado ou complicações na câmera TrueDepth. Mas em algumas situações, reiniciar o iPhone ou limpar a tela pode solucionar o problema.

Qual é a diferença entre Face ID e Touch ID?

Face ID é o sistema de reconhecimento facial da Apple, que se baseia na confirmação de identidade a partir de um escaneamento tridimensional do rosto. O sistema está presente em determinados modelos de iPads e em iPhones mais recentes, e é considerado mais seguro que o Touch ID, seu “antecessor”.

Já o Touch ID é o sistema de biometria proprietário da Apple, responsável pela leitura da impressão digital. Esse sistema é considerado menos seguro que o Face ID, é popular nos iPads, e figura somente em modelos mais antigos e básicos de iPhones.

O que é Face ID? Saiba tudo sobre o sistema de reconhecimento facial da Apple

(Imagem: Reprodução/Apple)

(Imagem: Reprodução/Apple)

Apple prepara recurso que bloqueia o iPhone em caso de roubo

28 de Maio de 2026, 15:42
Mão segurando iPhone 17 azul-névoa, destacando as câmeras, com mesa em madeira como fundo
Acelerômetro do iPhone será essencial para detectar movimentos bruscos (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Resumo
  • Apple está desenvolvendo uma nova função de segurança que bloqueia o iPhone se for arrancado da mão do usuário de forma abrupta.
  • O recurso visa impedir o acesso a dados sensíveis em situações de furtos rápidos, quando o celular é levado enquanto ainda está em uso.
  • A tecnologia deve cruzar dados de sensores de movimento, dispositivos conectados e localização em tempo real, avaliando também a distância.

A Apple está trabalhando em uma nova camada de segurança capaz de travar o iPhone automaticamente caso o aparelho seja arrancado da mão do usuário de forma abrupta. A novidade foi descoberta nesta semana a partir da análise de códigos do sistema iOS feita pelo portal 9to5Mac.

O objetivo principal do recurso é impedir que criminosos acessem dados sensíveis e financeiros em situações de furtos rápidos, especificamente quando o celular é levado enquanto ainda está em uso e com a tela desbloqueada. Ainda não há detalhes de quando esse recurso será disponibilizado.

Como o novo bloqueio automático vai funcionar?

Para identificar a ação do criminoso e agir antes que ele acesse os aplicativos, o sistema deve cruzar dados de sensores de movimento, dispositivos conectados e localização em tempo real. De acordo com o 9to5Mac, o acelerômetro do iPhone será a principal peça de hardware para detectar o deslocamento brusco, movimento característico de um puxão.

Para evitar bloqueios acidentais no uso cotidiano, a tecnologia também deverá analisar a distância em relação ao Apple Watch emparelhado: se os dois aparelhos se afastarem em alta velocidade, a suspeita de roubo é confirmada.

Além dos sensores físicos, a ferramenta avaliará o contexto geográfico da vítima. Se o iPhone for retirado repentinamente e afastado de uma rede Wi-Fi conhecida ou de um endereço salvo como familiar (como a própria residência ou o ambiente de trabalho), a tela apagará e o acesso será travado na hora.

Na prática, a dinâmica adotada pela Apple é bastante semelhante ao recurso Bloqueio de Detecção de Roubo, que já existe nativamente no Android.

Fim de uma brecha de segurança

Uma mão segurando o iPhone 17 Pro com a tela ligada na página inicial
Recurso deve focar na proteção de iPhones desbloqueados (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Com o passar dos anos, a Apple aprimorou suas defesas contra crimes com ferramentas eficientes, como a rede Buscar, o tradicional Bloqueio de Ativação e a Proteção contra Roubo de Dispositivo. O obstáculo, no entanto, é que grande parte dessas barreiras perde a eficiência se o ladrão conseguir fugir com o smartphone já desbloqueado em mãos.

Apesar de o iOS contar com um atraso de segurança para impedir mudanças no Apple ID e senhas, a posse da tela livre ainda permite que o invasor cause estragos. Em poucos minutos, é possível acessar aplicativos de mensagens, e-mails, anotações pessoais e até mesmo contornar autenticações.

O novo bloqueio age exatamente sobre essa falha crítica. Ao detectar o roubo em andamento, o sistema não apenas desliga o visor, mas restringe na hora o acesso a todas as áreas sensíveis do aparelho. A Apple ainda não anunciou oficialmente quando a novidade chegará aos usuários, mas as evidências encontradas mostram que o recurso está em desenvolvimento e deve ser liberado nas próximas atualizações do iOS.

Apple prepara recurso que bloqueia o iPhone em caso de roubo

O iPhone 17 tem duas câmeras na traseira (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

iPhone 17 Pro (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Face ID não funciona? Veja 5 formas de resolver o problema no iPhone

28 de Maio de 2026, 12:17
imagem do um iphone com a tela Face ID
Saiba como corrigir eventuais problemas com o Face ID e usar o recurso de biometria do iPhone (imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

O Face ID pode parar de funcionar no iPhone devido a fatores simples, como sujeira na câmera TrueDepth, películas desalinhadas ou até a necessidade de atualizações de software. Em outros casos, os registros de biometria corrompidos impedem o reconhecimento facial.

Para corrigir o Face ID com problema, o usuário pode reiniciar o dispositivo para eliminar bugs em segundo plano, limpar a área do sensor ou redefinir a biometria nos ajustes do sistema. Caso essas etapas não funcionem, pode existir um dano físico interno, sendo necessário buscar uma assistência técnica autorizada.

A seguir, veja algumas ações básicas que você pode fazer quando o Face ID não está funcionando corretamente.

1. Redefina o Face ID 

Redefinir o Face ID corrige falhas de reconhecimento facial porque apaga o mapeamento antigo, que pode estar desatualizado ou corrompido. Isso força o sensor TrueDepth a escanear o rosto novamente, adaptando a mudanças recentes no seu visual.

O processo reconstrói a biometria do zero e elimina erros acumulados no sistema operacional. Para fazer isso, acesse os “Ajustes” do iPhone, selecione “Face ID e Código” e digite a senha do aparelho.

Por fim, toque em “Redefinir Face ID” para limpar os registros antigos e vá em “Configurar Face ID”. Então, basta posicionar seu rosto no enquadramento da câmera e movê-lo lentamente em círculos.

Redefinir o Face ID apaga dados biométricos que podem estar corrompidos
Redefinir o Face ID apaga dados biométricos que podem estar corrompidos (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

2. Reinicie o seu dispositivo

Reiniciar o iPhone resolve problemas no Face ID ao limpar pequenos bugs e conflitos temporários do software que travam a autenticação. Esse processo simples é ideal quando aplicativos em segundo plano geram instabilidade no sistema.

Ao reiniciar, o dispositivo limpa a memória RAM e força o recarregamento do sensor TrueDepth do zero. Isso elimina os erros acumulados e faz com que o reconhecimento facial volte a operar corretamente.

Reiniciar o iPhone pode ser uma forma simples de corrigir erros do Face ID
Reiniciar o iPhone pode ser uma forma simples de corrigir erros do Face ID (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

3. Limpe a tela do seu iPhone

O acúmulo de sujeira e marcas de dedo na parte superior da tela pode obstruir os sensores do Face ID, impedindo o escaneamento facial. Isso ocorre porque a oleosidade ou poeira impedem que o iluminador e o projetor de pontos façam o mapeamento infravermelho do rosto.

A solução é higienizar o celular limpando a região da TrueDepth camera com um pano de microfibra macio e, se possível, levemente úmido com álcool isopropílico. Esse cuidado simples desobstrui os componentes ópticos e restabelece o uso da biometria no dispositivo.

Limpar a tela do iPhone evita que o Face ID seja obstruído por sujeira (imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
Limpar a tela do iPhone evita que o Face ID seja obstruído por sujeira (imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

4. Remova a película do seu iPhone

As falhas no reconhecimento facial muitas vezes acontecem porque películas grossas, trincadas ou desalinhadas cobrem o sensor TrueDepth. Modelos paralelos ou com filtro de privacidade costumam bloquear a luz necessária para a leitura da biometria.

O acessório danificado ou de tamanho errado obstrui fisicamente o projetor de pontos e a câmera infravermelha, impedindo o mapeamento do rosto. Nesses casos, o sistema do iPhone perde a precisão técnica e falha na autenticação.

Remover a proteção serve como um teste rápido de diagnóstico para isolar o problema e liberar a área óptica do aparelho. Se o desbloqueio voltar a funcionar imediatamente, basta substituir a película por um modelo totalmente compatível.

Películas mal posicionadas ou rachadas interferem no uso do Face ID
Películas mal posicionadas ou rachadas interferem no uso do Face ID (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

5. Verifique se há atualizações pendentes

Manter o sistema do iPhone desatualizado pode gerar bugs em segundo plano que afetam o funcionamento do Face ID. Erros crônicos no código do software costumam travar o reconhecimento facial e impedir o desbloqueio.

A própria Apple recomenda atualizar o iOS no iPhone para aplicar patches de correção que eliminam essas instabilidades conhecidas. Versões recentes do sistema operacional restauram a estabilidade dos drivers e garantem a comunicação perfeita com o hardware.

Para completar o processo, o ideal é reiniciar o smartphone logo após o término da instalação dos novos arquivos. Esse procedimento simples força uma inicialização limpa e normaliza o desbloqueio via Face ID.

Atualizações do iOS podem corrigir problemas com o Face ID
Atualizações do iOS podem corrigir problemas com o Face ID (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Por que o Face ID não voltou a funcionar? 

Se você tentou os procedimentos básicos e o Face ID ainda não voltou a funcionar, o problema pode estar relacionado a barreiras físicas ou danos internos. As principais causas são:

  • Falha física no hardware: avisos permanentes de erro indicam que os componentes internos foram danificados por quedas ou impactos, exigindo reparo especializado em uma assistência técnica autorizada;
  • Bloqueio por capas ou acessórios: uma capa nova ou mal encaixada pode cobrir acidentalmente a parte superior do smartphone, obstruindo a visão dos sensores e impedindo o reconhecimento facial;
  • Interferência da película protetora: modelos trincados, desalinhados ou com filtro de privacidade bloqueiam a câmera TrueDepth, interrompendo o feixe infravermelho e impossibilitando a leitura da biometria;
  • Troca de tela recente: a substituição do display pode danificar ou desativar o sistema de segurança por falta de emparelhamento com o processador, sendo recomendado realizar o serviço em locais certificados.

O que significa “Face ID off” no iPhone?

A mensagem “Face ID off” indica que o sistema de reconhecimento facial do iPhone foi completamente desativado nas configurações do aparelho. Com o recurso desligado, o sensor TrueDepth deixa de escanear o rosto e os dados biométricos salvos ficam inativos.

A partir desse momento, o iOS passa a exigir obrigatoriamente a senha numérica para liberar o dispositivo e acessar todas as tarefas. Até que uma nova biometria seja cadastrada, todas as validações de segurança dependerão da digitação manual.

A troca da tela pode afetar o Face ID? 

Sim, a substituição da tela pode afetar o Face ID porque o sensor TrueDepth é extremamente sensível e pode sofrer danos físicos durante a desmontagem. Além disso, os componentes ópticos frontais são emparelhados de fábrica ao processador do iPhone por criptografia.

Se a troca do display quebrar esses filamentos ou for feita sem a transferência do chip original, a biometria é bloqueada por segurança. Para evitar dores de cabeça, o reparo deve ser realizado em assistências autorizadas ou especializadas com certificação da Apple.

Derrubar o celular pode danificar o Face ID? 

Sim, o impacto de uma queda pode quebrar o Face ID, trincando os componentes sensíveis da câmera TrueDepth. A pancada forte costuma rachar os prismas de vidro ou desalinhar o projetor de pontos, uma peça frágil que sai de posição facilmente.

Esse tipo de dano físico rompe as conexões elétricas internas e costuma disparar o aviso “Face ID off” no aparelho. Como o problema afeta o hardware e não o software, a biometria deixa de funcionar, exigindo um reparo técnico em laboratório.

A película de privacidade pode afetar o Face ID no iPhone? 

Sim, a película de privacidade pode atrapalhar o Face ID ao reduzir os feixes de luz que atravessam o vidro frontal. Esse bloqueio angular, projetado para escurecer a tela lateralmente, interfere diretamente na capacidade dos sensores TrueDepth de lerem os traços faciais.

O acessório diminui a precisão do mapeamento infravermelho e costuma fazer a biometria falhar constantemente. Para evitar o problema, o ideal é escolher modelos de alta qualidade ou que possuam um recorte físico vazado exatamente na área da câmera frontal.

Face ID não funciona? Veja 5 formas de resolver o problema no iPhone

Saiba como corrigir eventuais problemas com o Face ID e usar o recurso de biometria do iPhone (imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Redefinir o Face ID apaga dados biométricos que podem estar corrompidos (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Reiniciar o iPhone pode ser uma forma simples de corrigir erros do Face ID (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Limpar a tela do iPhone evita que o Face ID seja obstruído por sujeira (imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Películas mal posicionadas ou rachadas interferem no uso do Face ID (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Atualizações do iOS podem corrigir problemas com o Face ID (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

iPhone 17 (512 GB) baixa 33% com cupom de R$ 350 OFF em oferta na Amazon

28 de Maio de 2026, 11:08
R$ 9.499,0033% OFF

Prós
  • Tela ProMotion com 120 Hz
  • Câmeras wide e ultrawide de 48 MP
  • Wi-Fi 7 e Bluetooth 6.0
  • Chip Apple A19 de 3 nanômetros
Contras
  • Não tem câmera teleobjetiva
PIX Cupom
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O iPhone 17 de 512 GB está em oferta por R$ 6.399 no Pix com o cupom SMART10 na Amazon, um desconto de 33% sobre o valor original de R$ 9.499. Esse é o melhor preço já encontrado pelo dispositivo.

Este celular da Apple tem como destaques tela OLED de 6,3″ com 120 Hz, câmeras wide e ultrawide de 48 MP e chip A19 de alto desempenho.

iPhone 17 tem chip A19 de alta performance e tela OLED de 120 Hz

A tela Super Retina XDR OLED de 6,3 polegadas do iPhone 17 conta com ProMotion de 120 Hz e brilho de até 3.000 nits, que fornece cores vivas, fluidez na rolagem e visibilidade sob luz forte. O vidro Ceramic Shield 2 protege a parte frontal contra arranhões e quedas.

O chip Apple A19 e os 8 GB de RAM entregam alto desempenho em multitarefa, games pesados e soluções do Apple Intelligence. Os 512 GB de armazenamento disponibilizam espaço mais que suficiente para guardar vídeos, fotos e arquivos.

Seu corpo de alumínio conta com o Ceramic Shield 2 na traseira e a certificação IP68, adicionando resistência contra poeira e mergulhos de até 6 m de profundidade em água doce por no máximo 30 minutos.

iPhone 17 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
iPhone 17 possui câmeras wide e ultrawide de 48 MP (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O kit principal de câmeras do iPhone 17 traz uma wide com OIS e uma ultrawide com ângulo de 120º, ambas de 48 MP e que captam cenas com maior enquadramento. A frontal de 18 MP tira selfies no modo Paisagem mesmo com o celular na vertical. Todas gravam vídeos em 4K a 60 fps.

Este celular tem conectividade 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 6.0, Ultra Wideband (UWB), NFC e comporta eSIM. Sua bateria de 3.692 mAh tem autonomia de até 30 horas de reprodução de vídeo segundo a Apple, suporta MagSafe e carregamento rápido de 40 W, recebendo uma carga de 0 a 50% em apenas 20 minutos.

O iPhone 17 (512 GB), que roda iOS 26 e é elegível a pelo menos cinco atualizações do sistema operacional, sai por R$ 6.399 no Pix com cupom SMART10 na Amazon, um abatimento de 33% sobre o preço original.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

iPhone 17 (512 GB) baixa 33% com cupom de R$ 350 OFF em oferta na Amazon

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iPhone 17 (512 GB) conta com tela OLED de 120 Hz e chip A19; celular da Apple sai 33% mais barato que preço original no Pix com cupom

WhatsApp vaza conversas para o Facebook? Entenda a nova polêmica

25 de Maio de 2026, 15:30
WhatsApp fora do ar
Pesquisadores apontaram uma pasta compartilhada entre os apps da Meta (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Pesquisadores do perfil Mysk apontaram que o WhatsApp para iOS guarda o histórico de mensagens sem criptografia adicional, em uma pasta separada do aplicativo.
  • A Meta teria uma “pasta compartilhada” entre Facebook, Instagram e WhatsApp, o que levantou preocupações sobre não autorizado às conversas.
  • O WhatsApp negou as aleg afirmando que utiliza criptografia de ponta a ponta com base no protocolo Signal há uma década.

No Brasil, o WhatsApp virou parte da rotina e dos negócios de muita gente. Por isso, qualquer boato envolvendo a quebra de privacidade no aplicativo acende um alerta. Na última semana, uma treta no X entre pesquisadores de segurança e um dos maiores perfis sobre o mensageiro levantou uma dúvida relevante: será que o Facebook e o Instagram conseguem ler as suas conversas no iPhone sem você saber?

A discussão, que já beira as 460 mil visualizações, começou quando o perfil especializado Mysk fez uma denúncia grave. Os pesquisadores por trás dele apontaram que o WhatsApp para iOS (e também para o macOS) guarda o histórico de mensagens sem uma camada extra de criptografia. Eles mostraram que existe uma “pasta compartilhada” entre Facebook, Instagram e WhatsApp (chamada group.com.facebook.family), mas o banco de conversas do WhatsApp fica guardado em um container separado e dedicado só ao app.

Container compartilhado entre WhatsApp, Facebook e Instagram no macOS (imagem: reprodução/Mysk)

Na teoria, isso abriria as portas para que outros aplicativos da Meta bisbilhotassem as mensagens em texto, sem pedir permissão. Após a repercussão inicial, os pesquisadores responderam que, na prática, não é preciso mover nada. Bastaria a Meta adicionar uma única permissão nos apps do Facebook e do Instagram (uma linha de código no Xcode). Por isso, segundo eles, é apenas uma decisão de política da empresa – e não uma limitação técnica do iPhone.

O WABetaInfo, perfil famoso por antecipar as últimas novidades do aplicativo, entrou na conversa e classificou o alarde como enganoso. Eles confirmaram um detalhe técnico importante: de fato, quando a mensagem chega e é salva na memória do celular, ela não tem a mesma criptografia. Porém, isso não significa que ela está desprotegida.

O arquivo fica trancado em uma espécie de “cofre” virtual do próprio iPhone que existe por um único motivo: permitir que o usuário não perca suas conversas caso decida migrar da conta pessoal para o WhatsApp Business. Se o Instagram ou o aplicativo do Facebook tentarem “bater na porta” dessa pasta para espiar algo, o sistema da Apple imediatamente bloqueia o acesso.

Afinal, o Facebook consegue ler as minhas conversas?

Imagem mostra a tela de um celular mostrando uma conversa no WhatsApp. A parte superior da tela exibe o nome "João", a informação "visto por último hoje às 05:55", ícones de videochamada e chamada de voz, além de indicadores de sinal e bateria. A interface do WhatsApp é verde e branca. O fundo da imagem é verde claro e, na parte inferior direita, está o logotipo do "Tecnoblog".
Sistema da Apple bloqueia a leitura cruzada de dados entre os aplicativos (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A resposta curta e direta é que não. O sistema do celular atua como um cão de guarda e mantém o histórico do WhatsApp isolado das outras redes sociais da Meta. Ainda assim, os pesquisadores do Mysk conseguiram provar que existe, sim, uma “pasta familiar” compartilhada entre os aplicativos da Meta no iPhone. Ou seja, a estrutura técnica para conectar os dados já está montada, afirmam os especialistas.

Isso toca na maior ferida do serviço. A grande promessa do WhatsApp é garantir que ninguém, nem mesmo a própria empresa, saiba o que você está falando. Se o Facebook tivesse acesso aos arquivos salvos no celular, os algoritmos poderiam facilmente caçar palavras-chave nas conversas para enviar anúncios direcionados no Instagram, por exemplo.

Apesar do susto, o WABetaInfo explicou que o banco de dados do WhatsApp continua guardado em um container separado, e não na pasta compartilhada. Os pesquisadores do Mysk concordaram que hoje isso não está acontecendo, mas reforçaram que a mudança seria muito simples – bastaria a Meta adicionar uma permissão nos outros apps.

No final da discussão, os dois lados chegaram a um ponto em comum: criptografar o banco de mensagens no próprio celular seria uma boa medida de proteção extra. O WABetaInfo reconheceu que “não seria uma má ideia”.

A resposta do WhatsApp

O WhatsApp foi procurado e enviou a seguinte nota ao Tecnoblog:

“Qualquer alegação de que as mensagens das pessoas no WhatsApp não são criptografadas é categoricamente falsa e absurda. O WhatsApp utiliza criptografia de ponta a ponta com base no protocolo Signal há uma década.”

WhatsApp vaza conversas para o Facebook? Entenda a nova polêmica

WhatsApp fora do ar (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Container compartilhado entre WhatsApp, Facebook e Instagram no macOS (imagem: reprodução/Mysk)

WhatsApp (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

iPhone 16 Plus volta a receber maior desconto do ano com 41% OFF na Amazon

25 de Maio de 2026, 11:26
R$ 9.499,0041% OFF

Prós
  • Botão dedicado a ajustes de câmera
  • Chip A18 de alto desempenho
  • Tela OLED de 6,7″ e 2.000 nits
  • Certificação IP68
  • Feito para Apple Inteligence
Contras
  • Carregamento com fio limitado a 25 W
  • Taxa de atualização de 60 Hz
PIX Cupom
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O iPhone 16 Plus de 128 GB está saindo por R$ 5.649 no Pix com cupom 350SMART na Amazon, um abatimento de 41% frente ao valor original de R$ 9.499 na maior oferta de 2026 até o momento.

O celular da Apple possui chip A18, tela OLED com brilho de até 2.000 nits e câmera wide de 48 MP.

iPhone 16 Plus tem tela OLED e câmera do iPhone 17e

O iPhone 16 Plus conta com uma câmera wide de 48 MP com OIS igual à do novo iPhone 17e além de uma ultrawide de 12 MP, que captam cenas com grande campo de visão e maior enquadramento. A frontal de 12 MP tira selfies com qualidade, e todas gravam vídeos em 4K a 60 fps.

O processador Apple A18 e os 8 GB de RAM oferecem alto desempenho em multitarefa, apps e games pesados. Os 128 GB de armazenamento podem ser expandidos com planos do iCloud, seja o gratuito de 5 GB ou pagos com mais espaço na nuvem.

Sua tela LPTO Super Retina XDR OLED de 6,7 polegadas tem taxa de 60 Hz e brilho de até 2.000 nits, entregando cores vibrantes, rolagem fluida e visibilidade sob luz forte. O revestimento do vidro Ceramic Shield protege o display contra riscos e arranhões.

Tela do iPhone 16
Tela OLED do iPhone 16 Plus tem brilho de até 2.000 nits (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Ainda sobre a durabilidade do iPhone 16 Plus, seu corpo de alumínio conta com a certificação IP68, adicionando proteção contra poeira e mergulhos de até 6 m em água doce por no máximo 30 minutos.

Este celular possui conectividade 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 5.3 e NFC. Sua bateria de 4.674 mAh tem autonomia de até 27 horas de reprodução de vídeo segundo a fabricante, suporta MagSafe e carregamento rápido de 25 W via USB.

O iPhone 16 Plus (128 GB) foi atualizado para o iOS 26 e é elegível a pelo menos mais quatro atualizações do sistema operacional. O celular da Apple sai por R$ 5.649 no Pix com cupom 350SMART na Amazon, um abatimento de 41% sobre o preço de lançamento e a maior oferta vista em 2026.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

iPhone 16 Plus volta a receber maior desconto do ano com 41% OFF na Amazon

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iPhone 16 Plus (128 GB) possui câmera wide de 48 MP e tela OLED de 2.000 nits; celular da Apple recebe maior oferta do ano com desconto de 41% no Pix com cupom

iPhone 17 (256 GB) recebe 31% de desconto com cupom em promoção

25 de Maio de 2026, 10:11
R$ 7.999,0031% OFF

Prós
  • Tela ProMotion com 120 Hz
  • Câmeras wide e ultrawide de 48 MP
  • Wi-Fi 7 e Bluetooth 6.0
  • Chip Apple A19 de 3 nanômetros
Contras
  • Não tem câmera teleobjetiva
PIX Cupom
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O iPhone 17 de 256 GB está saindo por R$ 5.558 no Pix com cupom SMART250 na Amazon, um desconto de 31% sobre o valor original de R$ 7.999.

O celular da Apple tem tela OLED de 6,3″ com 120 Hz, chip A19 de ponta e câmeras wide e ultrawide de 48 MP.

iPhone 17 traz tela OLED de 120 HZ e chip A19

O iPhone 17 possui uma tela Super Retina XDR OLED de 6,3 polegadas, com ProMotion de 120 Hz e brilho de até 3.000 nits, entregando cores vibrantes, rolagem fluida e visibilidade sob luz forte. O vidro Ceramic Shield 2 protege-a contra riscos e arranhões.

Seu chip Apple A19 de 3 nanômetros e os 8 GB de RAM oferecem alta performance em multitarefa, games pesados e soluções do Apple Intelligence. Os 256 GB de armazenamento disponibilizam espaço razoável para guardar vídeos, fotos e arquivos.

O corpo de alumínio do celular recebe o Ceramic Shield 2 na traseira e o reforço da certificação IP68, que confere resistência contra poeira e mergulhos de até 6 m de profundidade em água doce por no máximo 30 minutos.

iPhone 17 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
iPhone 17 possui câmeras wide e ultrawide de 48 MP (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O kit de câmeras do iPhone 17 inclui uma wide com OIS e uma ultrawide com ângulo de 120º, ambas de 48 MP e voltadas à captura de cenas com grande campo de visão. A frontal de 18 MP tira selfies no modo Paisagem mesmo com o celular na vertical. Todas gravam vídeos em 4K a 60 fps.

Este celular traz conectividade 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 6.0, Ultra Wideband (UWB), NFC e comporta eSIM. A bateria de 3.692 mAh resiste a até 30 horas de reprodução de vídeo segundo a Apple, suporta MagSafe e carregamento rápido de 40 W, recebendo uma carga de 0 a 50% em apenas 20 minutos.

Por fim, o iPhone 17 (256 GB) roda iOS 26 e deve receber pelo menos cinco atualizações do sistema operacional. O celular da Apple sai por R$ 5.558 no Pix com cupom SMART250 na Amazon, um abatimento de 31% frente ao preço de lançamento.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

iPhone 17 (256 GB) recebe 31% de desconto com cupom em promoção

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iPhone 17 (256 GB) traz chip A19 de ponta e tela OLED de 120 Hz; celular da Apple recebe desconto de 31% no Pix com cupom

iPhone 19 com bordas curvas? Apple avança na confecção de protótipos

22 de Maio de 2026, 18:23
Tela infinita e as quatro bordas curvas: iPhone 19 Pro pode trazer novidade no design (imagem: reprodução/MacRumors)
Resumo
  • A Apple está desenvolvendo protótipos do iPhone 19 com tela infinita e bordas curvas, segundo o leaker Digital Chat Station.
  • O iPhone 19 Pro pode ter bordas curvas nos quatro cantos da tela, uma novidade no design que pode ser lançada em 2027.
  • A implementação de sensores do Face ID e da câmera frontal em uma tela infinita está apresentando desafios para a Apple, de acordo com o MacRumors.

O iPhone 19 Pro pode trazer bordas curvas nos quatro cantos da tela. É o que aponta um leaker chinês chamado Digital Chat Station. O rumor já existia desde abril, quando o mesmo perfil apontou a possibilidade envolvendo o 20º aniversário de lançamento do iPhone. Agora, a fabricante teria avançado para a confecção de protótipos com o novo design.

A suposta tela curva no iPhone já apareceu em 2018. Na época, vale lembrar, o principal rival no mercado era o Galaxy S9, que trouxe bordas curvas nas laterais. Esta novidade envolveria a versão Pro do iPhone 19, que também pode estrear um novo nome.

Finalmente teremos tela infinita na Apple?

A Apple tem um histórico de design bastante sóbrio. Desde o primeiro iPhone, lançado por Steve Jobs em 2007, o smartphone sempre apostou em um display convencional e reto, mesmo com diversos modelos concorrentes chegando às lojas com bordas curvas e, mais recentemente, telas dobráveis. Ao que tudo indica, a companhia deve iniciar as mudanças ainda neste ano.

Dynamic Island no iPhone 14 Pro e Pro Max
Dynamic Island é solução da Apple para Face ID e câmera frontal desde o iPhone 14 (imagem: reprodução/Apple)

Os rumores também dão conta de um modelo com acabamento em vidro, no que poderia ser uma versão mais sofisticada e cara do que os modelos 19 Pro e 19 Pro Max. Ainda assim, há muitas dúvidas quanto ao verdadeiro diferencial de um suposto modelo comemorativo de 20 anos.

Segundo informações divulgadas pelo MacRumors, a Apple estaria com dificuldades para concluir a próxima geração. Ela não estaria conseguindo implementar sensores do Face ID nessa tela infinita, assim como esconder a câmera frontal – o que tem se resolvido com a Dynamic Island nos iPhones atuais.

Dois eventos por ano

Outra possibilidade tem circulado no mercado: uma possível nova janela de lançamento dos iPhones, começando neste ano. A empresa dividiria os lançamentos do iPhone 18 em dois períodos, revelando as versões Pro e Pro Max por volta de setembro, como costuma fazer com seus lançamentos anuais, e deixando o modelo padrão para a próxima primavera, daqui a cerca de um ano.

iPhone 19 com bordas curvas? Apple avança na confecção de protótipos

Dynamic Island no iPhone 14 Pro e Pro Max (Imagem: Reprodução / Apple)

iPhone 17e (512 GB) volta a cair 34% para menor preço já visto no Magalu

22 de Maio de 2026, 17:57
R$ 7.299,0034% OFF

Prós
  • Chip Apple A19 de 3 nanômetros
  • Câmera wide de 48 MP
  • Suporte ao MagSafe
Contras
  • Sem câmeras ultrawide e telefoto
  • Sem Dynamic Island
  • Não vem com carregador
PIX Cupom Somente no APP
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O iPhone 17e (512 GB) voltou a registrar o melhor preço desde o seu anúncio em março, com desconto de 34% no Magazine Luiza. O dispositivo está em oferta por R$ 4.829 no Pix com uso do cupom 300INFLU válido só pelo aplicativo. A nova geração do smartphone acessível da Apple possui preço de lançamento de R$ 7.299.

iPhone 17e leva chip Apple A19 e câmera de 48 MP

O iPhone 17e utiliza o processador Apple A19, o mesmo equipado no ‘irmão’ iPhone 17 só que com um núcleo de GPU a menos para processamento gráfico. O chip com litografia de 3 nanômetros na companhia de 8 GB de RAM promete executar sem travamentos tarefas exigentes como jogos, edição de vídeos em 4K e recursos de IA.

A nova geração continua abrindo mão das câmeras ultrawide e periscópia. Aqui só há uma câmera wide de 48 MP com abertura f/1.8 e sensor-shift OIS para melhor estabilização de imagem. Enquanto a câmera frontal registra fotos em resolução de 12 MP.

Uma das mudanças mais notórias é o suporte ao Magsafe, possibilitando o carregamento via indução magnética de até 15 W. A recarga com adaptador USB-C promete atingir 50% em apenas 30 minutos na tomada.

Imagem mostra parcialmente a tela do iPhone 17e ligada no site do Tecnoblog
iPhone 17e, assim como o iPhone 16e, possui o notch na tela (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

A tela Super Retina XDR OLED com HDR10 de 6,1 polegadas entrega boa reprodução de cores e contraste às imagens geradas em resolução de 1.170 x 2.532 pixels. O pico de brilho atinge 1.200 nits em ambientes expostos a luz intensa. O vidro Ceramic Shield 2 está presente e promete 3x mais proteção, segundo a Apple.

As demais especificações incluem bateria de 4.005 mAh, Bluetooth 5.3, Wi-Fi 6 e NFC em conectividade. O iPhone 17e de 512 GB está no seu melhor preço desde o lançamento por R$ 4.829 no Pix com o cupom 300INFLU válido somente no app do Magazine Luiza.

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iPhone 17e (512 GB) volta a cair 34% para menor preço já visto no Magalu

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iPhone 17e traz suporte a Magsafe, chip A19 e câmera de 48 MP. Novo smartphone com proposta acessível da Apple entra em promoção no aplicativo do Magazine Luiza

iPhone 17e (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

iPhone 17 (512 GB) tem o menor preço que já vimos em promoção na Amazon

22 de Maio de 2026, 11:02
R$ 9.499,0033% OFF

Prós
  • Tela ProMotion com 120 Hz
  • Câmeras wide e ultrawide de 48 MP
  • Wi-Fi 7 e Bluetooth 6.0
  • Chip Apple A19 de 3 nanômetros
Contras
  • Não tem câmera teleobjetiva
PIX Cupom
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O iPhone 17 de 512 GB está saindo por R$ 6.399 no Pix com cupom 350SMART na Amazon, um desconto de 33% sobre o valor original de R$ 9.499 e a maior oferta já vista pelo Achados.

O celular da Apple traz chip A19, tela OLED de 120 Hz e câmeras wide e ultrawide de 48 MP.

iPhone 17 tem tela OLED de 120 Hz e câmeras de 48 MP

O iPhone 17 possui uma câmera wide com OIS e uma ultrawide de 120º na traseira, ambas de 48 MP e que captam cenas com grande campo de visão. A frontal Center Stage de 18 MP tira selfies na horizontal sem a necessidade de virar o celular. Todas gravam vídeos em 4K a 60 fps.

O chip A19 e os 8 GB de RAM entregam alta performance em multitarefa, apps e games. Os 512 GB de armazenamento disponibilizam espaço interno vasto para guardar vídeos, fotos e arquivos.

Seu corpo de alumínio conta com a certificação IP68, de resistência contra poeira e mergulhos acidentais de até 6 m em água doce por no máximo 30 minutos.

iPhone 17 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Tela OLED do iPhone 17 tem ProMotion de 120 Hz e brilho de até 3.000 nits (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O display LPTO Super Retina XDR OLED de 6,3 polegadas do iPhone 17 possui ProMotion de 120 Hz e brilho de até 3.000 nits, entregando cores vibrantes, rolagem fluida e visibilidade sob luz forte. O revestimento do vidro Ceramic Shield 2 protege-o contra arranhões e quedas.

Este celular tem conectividade 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 6.0, Ultra Wideband (UWB), NFC e suporta eSIM. Sua bateria de 3.692 mAh possui autonomia de um dia inteiro de uso segundo a fabricante, suporta MagSafe e carregamento rápido de 40 W via USB-C, sendo capaz de receber uma carga de 0 a 50% em apenas 20 minutos.

O iPhone 17 (512 GB) roda iOS 26 e deve receber ao menos cinco atualizações do sistema operacional. A maior oferta já vista pelo Achados traz o celular da Apple por R$ 6.399 no Pix com cupom 350SMART na Amazon, um abatimento de 33% em relação ao preço de lançamento.

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iPhone 17 (512 GB) tem o menor preço que já vimos em promoção na Amazon

💾

iPhone 17 (512 GB) tem tela OLED de 120 Hz, câmeras de 48 MP e chip A19; melhor oferta que já vimos traz celular da Apple com 33% de desconto no Pix com cupom

iPhone 17 Pro Max (256 GB) cai 29% em oferta na Amazon

21 de Maio de 2026, 18:19

Prós
  • Câmera frontal Center Stage de 18 MP
  • Tela OLED com 120 Hz e 3.000 nits
  • Processador Apple A19 otimizado
  • Carregamento com fio de 40 W
  • Wi-Fi 7 e Bluetooth 6.0
Contras
  • Sem modos Noite e Retrato juntos
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O iPhone 17 Pro Max está saindo por apenas R$ 9.881,10 no Pix no Mercado Livre. A oferta é a melhor que já vimos pelo smartphone da Apple, que atualmente é o modelo mais avançado da marca. Na ficha técnica, o celular da Apple é equipado com processador A19 Pro, RAM de 12 GB e câmeras de 48 MP.

iPhone 17 Pro Max tem Apple A19 Pro e RAM de 12 GB

iPhone 17 Pro Max (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
iPhone 17 Pro Max (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O Apple A19 Pro trabalha em conjunto com 12 GB de RAM para entregar alto desempenho no iPhone 17 Pro Max. Essa combinação executa jogos pesados e tarefas simultâneas sem apresentar engasgos. O chip de três nanômetros otimiza o consumo energético da bateria, enquanto a capacidade de hardware garante velocidade fluida para o sistema operacional.

As três câmeras traseiras de 48 megapixels gravam vídeos em resolução 4K até 120 fps. O sensor principal capta imagens nítidas em ambientes escuros. O zoom óptico de 4x aproxima objetos distantes sem perda de qualidade. E o scanner LiDAR realiza medições de profundidade para aperfeiçoar o foco automático e fotos com fundo desfocado.

Traseira iPhone 17 Pro Max
iPhone 17 Pro Max (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

A tela OLED de 6,9 polegadas exibe imagens com resolução de 1.320 x 2.868 pixels. O painel atinge brilho máximo de 3.000 nits para garantir boa visibilidade sob a luz solar direta, e taxa de atualização de até 120 Hz, o que gera transições fluidas no sistema. E o vidro ainda conta com a proteção contra riscos Ceramic Shield 2.

Ainda em relação a proteções, o iPhone premium oferece certificação IP68, garantindo resistência contra água e poeira. E suportar conexões 5G e Wi-Fi 7. Lembrando que o iPhone 17 Pro Max de 256 GB está saindo por apenas R$ 9.881,10 no Pix no Mercado Livre, uma oferta de 29% em relação ao preço original.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

iPhone 17 Pro Max (256 GB) cai 29% em oferta na Amazon

iPhone 17 Pro Max (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

iPhone 17 Pro Max (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Google e Samsung revelam óculos inteligentes com IA

20 de Maio de 2026, 11:06
Detalhes de preço e hardware devem dar as caras no Galaxy Unpacked, em julho (imagem: reprodução)
Resumo
  • Google e Samsung desenvolveram óculos inteligentes com IA do Gemini.
  • Eles serão compatíveis com Android e iPhone, e chegarão ao mercado em dois momentos: versões com áudio chegam até o fim do ano; versões com visor não têm data.
  • Ainda não há informações sobre o hardware nem sobre os preços dos produtos.

O Google quer provar que aprendeu com os erros do passado. Na abertura do Google I/O 2026, ontem (19/05), a empresa revelou uma nova linha de óculos inteligentes desenvolvida em parceria com a Samsung e as marcas Warby Parker e Gentle Monster.

Os dispositivos vêm equipados com Android XR e IA do Gemini e chegam ao mercado no segundo semestre para competir com os badalados óculos da Meta.

A nova aposta será dividida em duas categorias: óculos focados em áudio e modelos mais avançados com tela integrada. O Google confirmou que as versões com áudio chegam primeiro, desembarcando no mercado durante o outono do hemisfério norte (entre setembro e dezembro). Já as variantes com visor ficaram para uma segunda etapa, ainda sem data definida.

O que os óculos inteligentes do Google podem fazer?

Primeira leva de óculos do Google foca em áudio e comandos por voz (imagem: reprodução)

Os novos óculos devem funcionar como uma extensão do celular. Eles vão oferecer recursos de notificações, widgets e comandos para o rosto do usuário. Na versão com áudio — que chega primeiro —, o dispositivo traz câmeras embutidas, microfones e alto-falantes discretos posicionados nas hastes.

O controle será feito de forma simples: basta dizer “Ok Google” ou dar um toque na lateral da armação para acionar o Gemini. A partir daí, a IA usa as câmeras para “enxergar” a cena.

De acordo com o vice-presidente e gerente geral do Android XR, Shahram Izadi, o usuário poderá olhar para a fachada de um restaurante para ler avaliações, traduzir placas de trânsito rapidamente ou pedir instruções de navegação ao Google Maps.

Os óculos também permitem capturar fotos e gravar vídeos em alta resolução. O sistema traz inclusive o recurso Nano Banana, que usa IA para apagar distrações do fundo das imagens ou aplicar efeitos por comandos de voz.

Para fechar o pacote, o ecossistema conversará com relógios que rodam o Wear OS e executará aplicativos de terceiros, como o Uber. Outra boa notícia para quem está do outro lado do muro é que o Google garantiu que os aparelhos terão suporte total ao iOS da Apple.

Proposta para não repetir o fiasco

Armações da Gentle Monster trazem pegada mais futurista (imagem: reprodução)

O mercado de wearables mudou muito desde o controverso Google Glass. Para não repetir os erros de uma década atrás, a empresa decidiu passar o bastão do design para quem entende do assunto. Os primeiros modelos revelados trazem formas diferentes: enquanto a Warby Parker aposta em linhas redondas e clássicas, a sul-coreana Gentle Monster assina armações ovais.

Quem precisa de lentes corretivas também não ficará de fora. Ao contrário de outros concorrentes, tanto a versão de áudio quanto os futuros modelos com visor foram projetados de fábrica para aceitar uma ampla gama de lentes de grau.

Quanto vai custar?

Ainda não há preço definido e nem detalhes sobre as especificações de hardware. Mas, para quem ficou curioso, vale ficar de olho no calendário: a expectativa é que a Samsung revele os próximos detalhes no Galaxy Unpacked de julho.

Google e Samsung revelam óculos inteligentes com IA

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Primeiros modelos chegam no fim de 2026 e serão compatíveis com Android e iPhone.

iPhone 16e (256 GB) tem queda de 41% em oferta na Amazon

19 de Maio de 2026, 16:48
R$ 6.599,0041% OFF

Prós
  • Desempenho elevado com Apple A18
  • Câmera de 48 MP com vídeos em 4K
  • Tela Super Retina XDR OLED
  • Inclui Certificação IP68
  • Feito para Apple Inteligence
Contras
  • Não traz suporte a MagSafe
  • Sem Dynamic Island
  • Apenas uma câmera traseira
PIX
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O iPhone 16e de 256 GB está custando R$ 3.869 no Pix em oferta encontrada na Amazon. O valor corresponde a uma queda de 41% em comparação ao preço original de R$ 6.599 e fica abaixo da média recente, segundo Zoom.

Para quem busca obter um celular da Apple, o modelo certamente é uma boa opção de custo-benefício. Embora abra mão de alguns recursos, ainda assim conta com desempenho avançado, câmera de alta qualidade e chip otimizado para inteligência artificial.

iPhone 16e leva câmera de 48 MP e chip Apple A18

O iPhone 16e apresenta tela Super Retina XDR OLED com suporte a HDR10 mais enxuta de 6,1 polegadas, que entrega uma boa saturação de cores. Enquanto as imagens são geradas em resolução de 1.170 x 2.532 pixels. O componente ainda traz revestimento do vidro Ceramic Shield com promessa de resistência a arranhões e quedas.

O dispositivo traz 8 GB de memória RAM e o processador Apple A18 (3 nm), o mesmo equipado no iPhone 16, mas com a diferença de compor um núcleo de GPU a menos. Na prática, o usuário vai poder executar tarefas simples a mais exigentes com alta performance, o que justifica em algumas visões ser um celular custo-benefício.

Em contrapartida, diferente do restante da linha que leva ao menos dois sensores traseiros, o iPhone 16e conta com apenas uma câmera traseira. O sensor de 48 MP tem a capacidade de gerar fotos detalhadas e também filmar em 4K a 60 fps. Assim como a resolução para vídeos é repetida na câmera frontal de 12 MP.

Imagem mostra um iPhone 16e sendo segurado em uma mão. A parte traseira está para cima.
iPhone 16e é o modelo mais barato com acesso ao Apple Intelligence (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

A bateria de 4.005 mAh promete entregar autonomia de até 26 horas para reprodução de vídeo, segundo a Apple. Portanto, em teoria vai resistir bem a um dia completo de uso típico. O carregamento suporta recarga rápida de 0 a 50% em 30 minutos com uso de adaptador USB-C.

No mais, o dispositivo conta com 5G, Wi-Fi 6, Bluetooth 5.3 e NFC em conectividade, além de apresentar compatibilidade ao inovador sistema operacional iOS 26. O iPhone 16e (256 GB) com proposta acessível pela Apple pode ser adquirido por R$ 3.869 no Pix em oferta na Amazon.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

iPhone 16e (256 GB) tem queda de 41% em oferta na Amazon

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iPhone 16e sai mais barato do que média recente no Pix em oferta da Amazon. Celular da Apple com desempenho avançado apresenta boa proposta custo-benefício

iPhone 16e é o modelo mais barato com acesso ao Apple Intelligence (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Vivo lança seguro de iPhone com cobertura AppleCare para roubo e furto

19 de Maio de 2026, 15:32
Celular com logo da Vivo
Vivo inclui AppleCare ao Seguro Celular e permite cobertura contra roubo e furto (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Vivo lançou um seguro para iPhone com cobertura AppleCare para roubo e furto, com preço de R$ 199,90 por mês.
  • O seguro cobre roubo, furto, danos acidentais e defeitos de hardware, com suporte oficial da Apple.
  • A apólice tem vigência de 24 meses, sem fidelidade, e pode ser contratada presencialmente nas lojas físicas da Vivo.

A Vivo lançou um novo seguro para donos de iPhone com cobertura associada ao AppleCare Services, programa oficial de suporte e assistência técnica da Apple. Com a novidade, usuários passam a ter suporte a proteção contra roubo e furto, além da cobertura para danos acidentais e defeitos de hardware.

As proteções oferecidas pelo novo serviço seguem o padrão do plano mais avançado do Seguro Celular da Vivo, tal como o preço: R$ 199,90 por mês. Ele pode ser contratado presencialmente nas lojas físicas da Vivo. Segundo a operadora, a apólice tem vigência de 24 meses, sem fidelidade.

Consumidores que já têm um aparelho há mais tempo ficam de fora: o seguro só pode ser ativado em até 50 dias após a compra do iPhone. Durante o período de cobertura, o cliente pode acionar o seguro em até dois sinistros por celular.

O que o seguro cobre?

Arte mostra quatro iPhones 15 pretos em movimento em um fundo de cor roxa e lilás.
Nova modalidade de seguro da Vivo é destinada a iPhones (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O Seguro Celular da Vivo é uma linha de proteção da operadora para smartphones. Lançado em 2022, com modalidades contra roubo e furto e danos, ele permite que o cliente contrate uma cobertura adicional para o aparelho, com acionamento direto pela própria operadora.

O novo plano combina a proteção desse serviço ao AppleCare, incluindo, finalmente, a cobertura contra roubo, furto simples e furto qualificado, situações que ainda não eram previstas pela assinatura AppleCare+ no Brasil.

Além dos crimes, o seguro pode ser acionado em casos de quebras acidentais, danos por queda ou contato com líquidos e defeitos funcionais de hardware. Prevê, também, a substituição da bateria, quando estiver desgastada.

A indenização máxima prevista pelo serviço, no entanto, é de até 15 mil. Nos casos de reparo, o cliente precisa pagar franquias fixas, que variam de acordo com o tipo de dano:

  • Reparo ou troca de tela: R$ 179
  • Quebra acidental ou outros danos: R$ 599

Se o aparelho apresentar danos graves que impeçam o conserto ou se houve perda total, o seguro prevê a reposição por um novo. Nos casos em que houver necessidade de Boletim de Ocorrência, a Vivo informa prazo médio de 5 dias úteis para a resolução depois do envio do documento.

Vivo reforça serviços financeiros

O novo produto passa a integrar o portfólio da Vivo Pay, divisão de serviços financeiros e proteção da operadora.

Segundo dados divulgados pela empresa, a divisão acumulou R$ 426 milhões em receita entre abril de 2025 e março de 2026, alta de 13% em relação ao período anterior. Desde 2020, quando iniciou a oferta de empréstimo pessoal, a Vivo afirma já ter concedido mais de R$ 1,2 bilhão em crédito no Brasil.

Vivo lança seguro de iPhone com cobertura AppleCare para roubo e furto

Vivo tem promoções na Black Friday em planos móveis (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

iPhone (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

iPhone 17e (256 GB) tem 29% OFF com cupom em promoção na Amazon

15 de Maio de 2026, 17:37
R$ 5.799,0029% OFF

Prós
  • Chip A19 de 3 nanômetros
  • Câmera wide de 48 MP
  • Suporte ao MagSafe
Contras
  • Sem câmeras ultrawide e telefoto
  • Sem Dynamic Island
  • Não vem com carregador
PIX Cupom
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O iPhone 17e de 256 GB está saindo por apenas R$ 4.139,10 no Pix com o cupom 300SMART na Amazon. A oferta representa um desconto de 29% frente ao valor original de R$ 5.799 cobrando pelo celular da Apple, que se destaca pelo custo-benefício. Na ficha técnica, desempenho é um dos principais destaques.

iPhone 17e tem Apple A19 e melhorias frente ao iPhone 16e

O iPhone 17e é o smartphone mais barato da Apple a ser equipado com o novo processador A19. Mesmo com um núcleo de GPU a menos em relação ao iPhone 17, o chip com arquitetura de 3 nanômetros e frequências de até 4,26 GHz deve entregar execução fluida de jogos pesados e alta eficiência energética no cotidiano.

Segundo a Apple, a bateria possui autonomia para até 26 horas e carrega 50% em apenas 30 minutos utilizando um adaptador de energia de 20 W ou superior. Ainda em relação à bateria, um dos aprimoramentos do iPhone 17e em relação ao iPhone 16e é a compatibilidade com MagSafe, adicionando uma camada a mais de praticidade no uso.

Além disso, a tela está mais resistente graças à proteção Ceramic Shield 2 contra riscos e arranhões, mais avançada que a usada no iPhone 16e. Demais especificações permanecem as mesmas entre as gerações da linha de celulares custo-benefício da Apple. Ainda na tela, são 6,1 polegadas do display Super Retina XDR OLED.

Imagem mostra parcialmente a tela do iPhone 17e ligada no site do Tecnoblog
iPhone 17e (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Nas câmeras, um único sensor traseiro de 48 megapixels é responsável por entregar fotos de alta qualidade, mas com menor versatilidade em relação a modelos mais caros. A lente para selfies é uma wide de 12 MP, e tanto os sensores frontal quanto traseiro filmam em 4K até 60 fps.

O iPhone 17e de 256 GB (por R$ 4.139,10 com o cupom 300SMART no Pix) ainda tem RAM de 8 GB, que contribui para fluidez, e sai de fábrica com sistema operacional iOS 26 da Apple. O celular é compatível com redes 5G, NFC, Bluetooth 5.3 e oferece proteção IP68 contra água e poeira.

Desta forma, se forma uma opção moderna de custo-benefício para quem busca um celular da Apple para chamar de seu.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

iPhone 17e (256 GB) tem 29% OFF com cupom em promoção na Amazon

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iPhone 17e tem Apple A19, tela mais resistente que do iPhone 16e e suporta MagSafe; iPhone recebe desconto com cupom de R$ 350 na Amazon

iPhone 17e (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Como ver imagens antigas no Google Maps pelo celular ou PC

15 de Maio de 2026, 11:31
Como ver imagens antigas no Google Maps pelo celular ou PC
Google Maps permite visualizar mapeamentos antigos de determinadas regiões (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

O registro histórico do Google Maps reúne mapeamentos de regiões feitos em diferentes datas. Com ele, você pode ver como era uma região em tempos passados, acompanhando as mudanças até as capturas mais recentes.

Você pode ver imagens antigas no Google Maps pelo celular ao acessar o Street View, tocar no widget com data, e escolher o ano desejado. Pelo PC, basta clicar em “Confira mais datas” e selecionar mapeamentos mais antigos.

Vale mencionar que nem todas as localidades incluem registros históricos: se o Google Maps mapeou o local somente uma vez, você só vai conseguir visualizar imagens do Street View daquele ano.

A seguir, saiba como ver fotos antigas no Google Maps pelo smartphone (Android ou iOS) ou PC.

Como ver fotos antigas no Google Maps pelo celular

1. Abra o Google Maps e pesquise o endereço desejado

Abra o aplicativo do Google Maps em seu celular (Android ou iOS). Em seguida, use o campo de busca (localizado no topo da tela) para pesquisar o endereço desejado e toque em cima da opção.

Pesquisando um endereço no Google Maps pelo celular
Pesquisando um endereço no Google Maps pelo celular (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

2. Entre no modo Street View e toque no widget com data

Toque na foto reduzida do local para entrar no Google Street View. Feito isso, aperte no widget com data (localizado no canto superior esquerdo) para visualizar o Google Maps em anos anteriores.

Dica: se o widget não abrir nenhuma outra janela, experimente movimentar-se no Google Street View e aperte a janela novamente.

Procurando por datas mais antigas no Street View do Google Maps
Procurando por datas mais antigas no Street View do Google Maps (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

3. Selecione a data desejada mapeada pelo Google Maps

Navegue pela seção estilo carrossel para ver imagens antigas do Google Maps. Por fim, toque no ano desejado para ver como era o local na data escolhida.

Navegando no Street View do Google Maps em datas mais antigas
Navegando no Street View do Google Maps em datas mais antigas (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Como ver imagens antigas no Google Maps pelo PC

1. Entre no site do Google Maps e busque pelo endereço

Abra o navegador de sua preferência e acesse a página google.com/maps. Feito isso, pesquise pelo endereço desejado usando o campo de busca.

Pesquisando um endereço no Google Maps pelo PC
Pesquisando um endereço no Google Maps pelo PC (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

2. Vá na miniatura de paisagem para entrar no Street View

Clique na miniatura da paisagem do endereço para entrar no modo Street View.

Abrindo o Street View do Google Maps pelo PC
Abrindo o Street View do Google Maps pelo PC (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

3. Escolha “Confira mais datas” para ver datas antigas

Clique na opção “Confira mais datas” para mudar a data do Google Maps da região. Caso não encontre a opção, se movimente no modo Street View até que o recurso apareça.

Conferindo datas mais antigas do Google Street View
Conferindo datas mais antigas do Google Street View (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

4. Escolha outras datas em que o local foi mapeado

Navegue pela seção para ver ruas antigas no Google Maps. Você então poderá escolher datas antigas em que o Google mapeou o local.

Escolhendo outras datas no Google Street View
Escolhendo outras datas no Google Street View (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Por que algumas cidades não possuem imagens antigas no Google Maps?

Se o Google Maps mapeou uma região específica apenas uma vez, a opção para ver datas mais antigas não estará disponível, devido à falta de registros históricos. Nesses casos, não será possível usar o Street View do Google para buscar por imagens antigas.

Também há casos em que o Google mapeou o local mais de uma vez, mas precisou excluir registros mais antigos por motivos técnicos ou por questões ligadas à privacidade de pessoas ou estabelecimentos que foram capturadas.

De quanto em quanto tempo o Google Maps atualiza as imagens?

Não existe um prazo determinado para o Google Maps atualizar suas imagens. O serviço do Google costuma fazer novos mapeamentos entre um a três anos em várias regiões do mundo, mas esse intervalo pode variar de acordo com a demanda, viabilidade e cobertura operacional.

Como ver imagens antigas no Google Maps pelo celular ou PC

(Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Pesquisando um endereço no Google Maps pelo celular (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Procurando por datas mais antigas no Street View do Google Maps (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Navegando no Street View do Google Maps em datas mais antigas (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Pesquisando um endereço no Google Maps pelo PC (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Abrindo o Street View do Google Maps pelo PC (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Conferindo datas mais antigas do Google Street View (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Escolhendo outras datas no Google Street View (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

iPhone 16e (256 GB) baixa mais e chega a 43% OFF com cupom na Amazon

15 de Maio de 2026, 11:00
R$ 6.599,0043% OFF

Prós
  • Desempenho elevado com
  • Câmera de 48 MP com vídeos em 4K
  • Tela Super Retina XDR OLED
  • Resistente a água e poeira
  • Feito para Apple Inteligence
Contras
  • Não traz suporte a MagSafe
  • Sem Dynamic Island
  • Apenas uma câmera traseira
PIX Cupom
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O iPhone 16e de 256 GB está em oferta por R$ 3.749 no Pix com cupom 300SMART na Amazon, um desconto de 43% sobre o valor original de R$ 6.599.

O smartphone “baratinho” da Apple lançado em 2025 compartilha várias características com o novo iPhone 17e, o que faz dele uma opção interessante de celular acessível e potente.

iPhone 16e traz câmeras e tela OLED do iPhone 17e

O iPhone 16e possui tela Super Retina XDR OLED de 6,1″ com brilho de 1.200 nits, a mesma presente no novo iPhone 17e; o modelo de 2025 conta com revestimento Ceramic Shield resistente a arranhões, contra o mais novo Ceramic Shield 2 com antirreflexo no mais recente. Ambos celulares oferecem cores vibrantes e visibilidade sob luz forte.

Os dois smartphones possuem 8 GB de RAM mas chips diferentes, Apple A18 no iPhone 16e e A19 no 17e. Nos dois casos, o desempenho entregue é alto em multitarefa, apps e games. Os 256 GB de armazenamento disponibilizam espaço interno razoável para guardar vídeos, arquivos e fotos.

Os dois gadgets contam com certificação IP68, que confere proteção contra poeira e mergulhos acidentais de até 6 m em água doce por no máximo 30 minutos.

Imagem mostra um iPhone 16e sendo segurado em uma mão. A parte traseira está para cima.
Câmera wide de 48 MP é a mesma do iPhone 17e (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

As câmeras do iPhone 16e são as mesmas do iPhone 17e, sendo uma wide de 48 MP com OIS na traseira, que captura cenas com grande campo de visão, e uma frontal de 12 MP que tira selfies com qualidade, graças ao recurso Center Stage de enquadramento inteligente. Ambas gravam vídeos em 4K a 60 fps.

O iPhone 16e traz conectividade 5G, Wi-Fi 6, Bluetooth 5.3 e NFC. Sua bateria de 4.005 mAh tem autonomia de até 26 horas de reprodução de vídeo segundo a fabricante, e suporta carga rápida de 0 a 50% em apenas 30 minutos via cabo USB-C, mas não tem MagSafe, presente no iPhone 17e.

Por fim, o gadget é compatível com iOS 26 e elegível a pelo menos mais cinco atualizações do sistema operacional.

Fotografia colorida mostra um iPhone 16e sendo segurado em uma mão. Ele está com a câmera frontal aberta.
Tela OLED do iPhone 16e possui brilho de até 1.200 nits (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O iPhone 16e (256 GB) está saindo por R$ 3.749 no Pix com cupom 300SMART na Amazon, um desconto de 43% sobre o preço de lançamento do modelo 2025 do celular acessível da Apple, que continua uma boa pedida após a chegada da nova geração.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

iPhone 16e (256 GB) baixa mais e chega a 43% OFF com cupom na Amazon

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iPhone 16e (256 GB) conta com tela OLED e câmeras do iPhone 17e; celular acessível da Apple recebe desconto de 43% sobre preço de lançamento no Pix com cupom

Trump Phone “100% americano” seria versão mais cara de celular chinês

15 de Maio de 2026, 10:43
Imagem de um smartphone com design dourado. Na tela, há a hora "12:00" e a data "January 20, 2025", com o logotipo "TRUMP MOBILE" na parte superior e a frase "Make America Great Again" abaixo. O fundo da tela exibe uma bandeira dos Estados Unidos estilizada. Na parte de trás do aparelho, vê-se uma gravação do símbolo "T" grande, seguido de "1", e a imagem de uma bandeira dos EUA. O telefone possui três câmeras traseiras e uma borda dourada.
T1 Phone “made in USA”, pelo visto, é versão repaginada de celular chinês (imagem: divulgação)
Resumo
  • O Trump Phone pode ser uma versão mais cara de um smartphone fabricado na China.
  • Anunciado como um aparelho “Made in USA”, com tecnologia e fabricação 100% nacional, o celular seria, na verdade, o REVVL 7 Pro 5G.
  • O aparelho original custa US$ 126 por lá, enquanto o smartphone de Donald Trump é vendido por US$ 499.

A Trump Organization anunciou o T1 Phone em junho de 2025 prometendo um celular “Made in USA”, com desenvolvimento e fabricação totalmente norte-americanos. No entanto, o aparelho que começa a chegar aos compradores quase um ano após a pré-venda parece ser apenas uma versão dourada de um modelo chinês.

O lançamento do T1 Phone foi cercado de polêmicas, desde a proposta até as imagens de divulgação. No início, as imagens mostravam um iPhone banhado a ouro, mas depois passaram a exibir uma cópia do Galaxy S25 Ultra com detalhes dourados e referências ao presidente, conforme noticiou o The Verge.

Agora que o produto está entrando na fase de distribuição para quem comprou na pré-venda, analistas de mercado apontam que o smartphone tem as mesmas especificações do REVVL 7 Pro 5G, da fabricante chinesa Wingtech.

O REVVL é vendido nos Estados Unidos pela T-Mobile e custa a partir de US$ 126 (R$ 630, em conversão direta), enquanto o T1 Phone custa US$ 499 (R$ 2,5 mil).

Celular nem tão americano assim

O anúncio do T1 Phone aconteceu em meio ao aumento das tarifas de importação sobre produtos chineses imposto pelo presidente Donald Trump, movimento que gerou preocupação na indústria de tecnologia dos EUA devido à forte dependência de componentes fabricados na China.

Além do país asiático, itens importados de Canadá, México, Japão, Índia e Brasil começaram a receber taxas extras para entrarem nos Estados Unidos.

O novo celular foi revelado pela Trump Organization em junho, junto a um plano de telefonia. Nas especificações, o smartphone teria tela AMOLED de 6,8 polegadas, 12 GB de memória RAM e câmeras com até 50 MP, com três lentes na parte traseira. A bateria seria de 5.000 mAh e o sistema operacional, por sua vez, seria o Android 15.

Donald Trump durante comício
Ao longo de 2025, Donald Trump prometeu tarifas extras para países como a China (imagem: Gage Skidmore/Flickr)

Segundo o site El Español, que repercutiu o início dos envios do T1 Phone para os usuários, o modelo não fugiu muito às promessas: tela AMOLED de 6,78 polegadas, sensor principal de 50 MP e outras duas lentes (grande angular e teleobjetiva) no trio de câmeras traseiras.

As características são as mesmas presentes no Wingtech REVVL 7 Pro de 2024, mas com uma repaginação na parte externa.

Quanto à promessa de produção 100% feita nos Estados Unidos, a própria Trump Mobile voltou atrás nos matérias de divulgação, apontando que se trata de um produto projetado nos EUA, abandonando a alegação de fabricação integral no país.

The T1 Phone has arrived!! Those who pre-ordered the T1 Phone will be receiving an update email. Phones start shipping this week!!! pic.twitter.com/IsOre1cBa1

— Trump Mobile (@TrumpMobile) May 13, 2026

Política de reembolso também é alvo de críticas

As polêmicas envolvendo o T1 Phone vão além do aparelho em si: a política de reembolso ganhou novos termos que apontam para depósitos intransferíveis e sem “valor monetário”. Além disso, rumores apontam que as tentativas de cancelamento levaram a um e-mail avisando que os depósitos de pré-compra não seriam devolvidos.

Antes disso, a empresa nem mesmo confirmava a produção ou disponibilização do celular, e o depósito seria apenas uma “oportunidade condicional”, caso houvesse uma decisão pela venda, segundo a CNN. Atualmente, a posição oficial da Trump Mobile é de que o produto finalmente começará a ser enviado para seus compradores ainda esta semana.

Trump Phone “100% americano” seria versão mais cara de celular chinês

Design dourado e bandeira gravada são diferenciais do T1 (imagem: divulgação)

Donald Trump durante comício (imagem: Gage Skidmore/Flickr)

Apple e OpenAI vivem crise e podem parar na Justiça, diz agência

14 de Maio de 2026, 16:47
Arte com o logotipo da Apple em diferentes gradientes de cores, incluindo tons de azul, roxo, rosa, laranja e amarelo, sobre um fundo preto. Os logos estão levemente inclinados, criando uma sensação de movimento. Na parte inferior direita, está o logotipo do "Tecnoblog".
Apple avançou em um acordo com o Google para substituir o ChatGPT (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • OpenAI pode processar a Apple por quebra de contrato devido à baixa adesão do ChatGPT no iOS.
  • Segundo a Bloomberg, a insatisfação da OpenAI é causada pela limitação do uso do ChatGPT em sistemas operacionais da Apple.
  • A Apple abrirá sua plataforma para modelos concorrentes no iOS 27, permitindo escolher qual motor de IA responderá às solicitações na Siri.

Uma das colaborações promissoras do Vale do Silício corre o risco de acabar nos tribunais. Após dois anos, a aliança estratégica entre Apple e OpenAI apresenta fortes sinais de desgaste. Segundo Mark Gurman, da Bloomberg, a startup de inteligência artificial estuda processar a gigante de Cupertino por quebra de contrato.

O principal motivo para a crise seria a integração do ChatGPT no ecossistema da Maçã, que teria frustrado as expectativas financeiras da desenvolvedora.

Por que a OpenAI pode processar a Apple?

Imagem mostra o CEO da OpenAI, Sam Altman, à esquerda, e o logo do ChatGPT à direita. Na parte inferior direita, o logo do "tecnoblog"
Empresa de Sam Altman pode levar Apple à Justiça (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A insatisfação da OpenAI envolve a maneira como a Apple limitou o uso do ChatGPT em seus sistemas operacionais. Inicialmente, a startup acreditava que a integração nativa com a Siri e o posicionamento privilegiado em outros softwares impulsionariam a adoção de planos pagos.

Mas, na prática, o uso da tecnologia permaneceu restrito. De acordo com pesquisas conduzidas pela própria OpenAI, as respostas fornecidas pela integração nativa acabam sendo limitadas e exibidas em janelas pequenas. Como resultado, os consumidores continuam usando o aplicativo oficial do chatbot.

À Bloomberg, um executivo da OpenAI afirmou que a empresa fez tudo o que estava ao seu alcance, mas a Apple não se esforçou para promover a ferramenta. Diante desse cenário, a startup estuda uma possível notificação antes de avançar legalmente.

O atrito não seria unilateral. A Apple também acumula críticas em relação à parceira, especialmente no que diz respeito às políticas de proteção de dados dos usuários.

Além disso, a companhia de Sam Altman adquiriu a startup de hardware liderada por Jony Ive, ex-chefe de design da própria Apple. Para agravar a situação, a OpenAI estaria recrutando engenheiros da parceira, o que teria gerado um forte mal-estar nos bastidores.

Novos rivais no iOS 27

ChatGPT no iPhone
Integração do ChatGPT deve perder exclusividade no iOS 27 (ilustração: reprodução/Apple)

Como reflexo dessa relação desgastada, a presença exclusiva do ChatGPT nos softwares da Apple está com os dias contados. A fabricante do iPhone abrirá sua plataforma para modelos concorrentes no iOS 27, que terá mais detalhes revelados na WWDC no dia 8 de junho.

O novo sistema permitirá que os usuários escolham qual motor de IA responderá às solicitações na Siri. A Apple já teria testado integrações com o Claude, da Anthropic, e firmou uma parceria de peso com o Google para reformular seus próprios modelos de IA utilizando o Gemini.

Essa diversificação ocorre em um momento delicado para a Apple, que foi alvo de ações por propaganda enganosa nos Estados Unidos e no Brasil, ambas por atrasos na entrega dos recursos de IA prometidos para 2024.

Apple e OpenAI vivem crise e podem parar na Justiça, diz agência

Apple (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

ChatGPT e Sam Altman, CEO da OpenAI (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

iPhone 16 (256 GB) fica 43% mais barato com cupom em oferta no Mercado Livre

14 de Maio de 2026, 10:44
R$ 8.599,0043% OFF

Prós
  • Tela OLED com brilho de até 2.000 nits
  • Processador com alto desempenho
  • Câmera principal de 48 MP com OIS
Contras
  • Carregamento limitado a 25 W
  • Tela com taxa de atualização de 60 Hz
PIX Cupom
R$ 350 OFF DISPONÍVEL NA PÁGINA R$ 4.882,50  Mercado Livre
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O iPhone 16 de 256 GB está em oferta por R$ 4.882 no Pix com cupom de R$ 350 OFF disponível na página do Mercado Livre, um desconto de 43% sobre o preço original de R$ 8.599.

O celular da Apple é equipado com tela OLED com brilho de até 2.000 nits, câmera wide de 48 MP e chip A18 de 3 nanômetros.

iPhone 16 traz tela OLED, chip A18 e câmera de 48 MP

Lançado em 2024, o iPhone 16 possui uma tela Super Retina XDR OLED de 6,1 polegadas com brilho de até 2.000 nits, que entrega cores vivas e visibilidade sob luz forte do sol. O display é protegido contra riscos e arranhões pelo revestimento do vidro Ceramic Shield.

Seu chip Apple A18 de 3 nanômetros e os 8 GB de RAM oferecem desempenho alto em multitarefa e games mais pesados, enquanto os 256 GB de armazenamento disponibilizam espaço interno razoável para guardar vídeos, fotos e arquivos.

O corpo de alumínio traz revestimento de vidro na traseira e é reforçado pela certificação IP68, que adiciona resistência contra poeira e mergulhos de até 6 m de profundidade em água doce por no máximo 30 minutos.

IPhone 16 numa loja da Apple nos Estados Unidos (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
iPhone 16 tem câmera wide de 48 MP igual à do iPhone 17e e ultrawide de 12 MP (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Na traseira, o iPhone 16 acomoda o kit principal de câmeras formado por uma wide de 48 MP com OIS igual à presente no novo iPhone 17e, e uma ultrawide de 12 MP com ângulo de 120º; juntas, elas captam cenas com grande campo de visão. A frontal de 12 MP tira selfies com qualidade. Todas gravam vídeos em 4K a 60 fps.

Este celular traz conectividade 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 5.3 e NFC para ações por aproximação. Sua bateria de 3.561 mAh resiste a até 22 horas de reprodução de vídeo segundo a fabricante, suporta MagSafe e carregamento rápido de 25 W via USB-C.

O iPhone 16 (256 GB) foi atualizado para o iOS 26 e deve receber pelo menos mais cinco updates do sistema operacional. O celular da Apple está saindo por R$ 4.882 no Pix com cupom de R$ 350 OFF disponível na página do Mercado Livre, um abatimento de 43% sobre o valor de lançamento.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

iPhone 16 (256 GB) fica 43% mais barato com cupom em oferta no Mercado Livre

💾

iPhone 16 (256 GB) traz tela OLED, câmera de 48 MP e chip A18; celular da Apple recebe desconto de 43% sobre o preço original no Pix com cupom

Samsung antecipa One UI 8.5: celulares do Brasil já recebem atualização

12 de Maio de 2026, 11:26
Uma mão segura um smartphone com bordas azuis metálicas, exibindo a tela de "Atualização de software". O texto no visor informa: "Baixando e instalando..". Abaixo, uma imagem ilustrativa mostra widgets coloridos e o texto: "Mais você do que nunca. Atualize para o One UI 8.5...". No canto inferior direito da imagem, está o logotipo do site "tecnoblog" em letras brancas sobrepostas a um fundo desfocado.
Galaxy Z Fold 7 começou a receber a One UI 8.5 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Resumo
  • Samsung iniciou a liberação da One UI 8.5 no Brasil antes do previsto.
  • Aparelhos da linha Galaxy S25 e dobráveis do ano passado já estão recebendo o update de interface.
  • Caso o smarpthone não exiba o Quick Share com integração ao AirDrop da Apple, é preciso reiniciar o aparelho uma segunda vez.

A Samsung parece ter se antecipado: ela começou a liberar a One UI 8.5 no Brasil mais cedo do que se imaginava. Aparelhos da linha Galaxy S25 e dobráveis lançados no ano passado já estão recebendo a atualização, segundo relatos nas redes sociais.

Até o momento, o update foi confirmado nos seguintes aparelhos por usuários brasileiros:

  • Galaxy S25
  • Galaxy S25 FE
  • Galaxy S25 Ultra
  • Galaxy Z Flip 7
  • Galaxy Z Fold 7

O Tecnoblog havia apurado anteriormente que a distribuição para a linha S25 estava prevista para quinta-feira (14/05). No entanto, a fabricante sul-coreana parece ter acelerado os planos e iniciado a liberação antes da previsão.

A distribuição indica que a Samsung está priorizando os modelos premium e dobráveis mais recentes nesta primeira fase da atualização.

Problemas com o Quick Share? Temos uma resposta

Após a atualização, alguns usuários relataram problemas com a integração entre Galaxy e iPhone via Quick Share/AirDrop. Em resposta ao Tecnoblog, a Samsung informou que, após o update, é preciso reiniciar o smartphone uma segunda vez. Depois disso, a nova função deve aparecer.

A integração estreou no Galaxy S26, mas a fabricante já havia prometido que expandiria a compatibilidade para outros aparelhos com a nova versão da interface. Durante a fase beta da One UI 8.5, os modelos das linhas Galaxy S23, S24 e S25 receberam o recurso, além dos dobráveis e do Galaxy A36.

ontem atualizei o Galaxy S25 para a OneUI 8.5. prometeram compatibilidade com AirDrop mas não funcionou aqui pic.twitter.com/nJGJT3DulI

— Lucas Braga (@LucasBraga) May 12, 2026

O que a One UI 8.5 traz de novo?

A nova versão da interface traz um conjunto de mudanças discretas, mas ainda assim relevantes. Entre os principais recursos, estão:

  • filtro de chamadas reforçado por IA;
  • Bixby com integração aos recursos de IA do Perplexity AI;
  • ferramenta no Samsung Notes capaz de resolver equações matemáticas automaticamente;
  • novos efeitos visuais e navegação mais fluida na interface;
  • widget de alarme integrado à Now Bar;
  • IA para ocultar dados sensíveis em fotos, como números de documentos;
  • sistema que identifica e silencia aplicativos com excesso de notificações.

Samsung antecipa One UI 8.5: celulares do Brasil já recebem atualização

Galaxy Z Fold 7 começou a receber a One UI 8.5 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Ainda dá tempo: iPhone 17e (512 GB) com 34% OFF na melhor oferta desde lançamento

11 de Maio de 2026, 17:08
R$ 7.299,0034% OFF

Oferta encerrada 🙁
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O iPhone 17e de 512 GB está com o melhor preço desde o seu lançamento, ao custo de R$ 4.829 no Pix aplicando o cupom LU300. A oferta encontrada no Magazine Luiza representa o maior desconto já registrado de 34% em relação ao preço de lançamento de R$ 7.299.

Aproveite essa oportunidade, pois o cupom tem valide só até amanhã (12), segundo o Magalu. O smartphone é a nova geração da linha de iPhone (em teoria) de baixo custo.

iPhone 17e agora suporta MagSafe e tem chip Apple A19

Uma das mudanças mais significativas em comparação a geração passada é o suporte ao MagSafe. A tecnologia já conhecida nos dispositivos da Apple desde o iPhone 12, possibilita através de ímãs internos o carregamento via indução magnética por meio de carregadores e power banks.

O smartphone com proposta acessível utiliza 8 GB de memória RAM e o chip Apple A19 (3 nm), o mesmo equipado no iPhone 17. Entretanto, a Apple coloca um núcleo de GPU a menos no iPhone 17e. Logo, a renderização gráfica deve ser um pouco inferior, mas nada que atrapalhe na alta experiência proporcionada com jogos e conteúdos audiovisuais.

O dispositivo traz uma tela Super Retina XDR OLED de 6,1 polegadas com HDR10 que entrega imagens bem coloridas e adaptadas ao tipo de conteúdo. Além disso, apresenta revestimento do Ceramic Shield 2 com tecnologia antirreflexo, prometendo até 3x mais resistência a quedas, segundo a fabricante.

iPhone 17e (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Apple fornece ao iPhone 17e o Notch na tela, e não a Dynamic Island (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Assim como no iPhone 17e, a nova geração conta com apenas uma câmera traseira. Um sensor wide de 48 MP com OIS para diminuir o risco de fotos borradas e capaz de filmar em 4K. Já a lente frontal fotografa selfies em resolução de 12 MP.

A bateria possui capacidade de 4.005 mAh e oferece carregamento rápido com fio, alcançado 50% de carga em 30 minutos. Como aspectos de conectividade, o smartphone inclui compatibilidade a Bluetooth 5.3, Wi-Fi 6 e tecnologia NFC via Apple Pay.

O iPhone 17e (512 GB) em melhor preço desde sua chegada por R$ 4.829 no Pix com o cupom LU300 no Magazine Luiza possui carcaça em alumínio e certificação IP68 assegurando máxima resistência a poeira e imersão em 6 metros na água doce.

Confira o unboxing do iPhone 17e:

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Ainda dá tempo: iPhone 17e (512 GB) com 34% OFF na melhor oferta desde lançamento

💾

iPhone 17e com suporte a MagSafe, câmera de 48 MP e processador Apple A19 atinge o melhor preço já registrado em oferta no Magazine Luiza com cupom de R$ 300 OFF

iPhone 17e (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Apple é notificada por propaganda enganosa no Brasil

11 de Maio de 2026, 11:02
Procon Carioca abre processo administrativo contra a Apple (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O Procon Carioca notificou a Apple devido à suposta propaganda enganosa do iPhone, especificamente em relação à Apple Intelligence, que prometia realizar tarefas de inteligência artificial diretamente no aparelho, mas nunca foi completamente entregue.
  • A Apple terá que responder em 20 dias e fornecer informações sobre as funcionalidades entregues, comunicação aos consumidores brasileiros, materiais publicitários veiculados e medidas para corrigir o problema.
  • Nos EUA, a Apple se comprometeu a pagar até US$ 250 milhões em indenização para compradores de iPhone afetados pela propaganda enganosa.

A Apple entrou na mira de órgãos de defesa do consumidor do Brasil. O Tecnoblog apurou com exclusividade que o Procon Carioca notificou a empresa e quer esclarecimentos para suposta publicidade enganosa junto a compradores de iPhones lançados a partir de 2023. Na ocasião, a companhia prometeu funções de inteligência artificial que nunca chegaram ao mercado.

Na última sexta-feira (08/05), o Procon Carioca instaurou procedimento administrativo para apurar potencial omissão, descumprimento de oferta e violação ao dever de informação clara, adequada e ostensiva. As práticas são proibidas pelo Código de Defesa do Consumidor.

Como o caso começou?

O lançamento do iPhone 16 marcou também a propaganda em torno da Apple Intelligence, tecnologia de inteligência artificial que, segundo os comerciais da Apple, seria capaz de realizar um sem-número de tarefas diretamente no aparelho. O recurso nunca foi completamente entregue, mesmo dois anos depois.

Diante disso, uma consumidora abriu uma ação civil pública na Justiça dos Estados Unidos que resultou, na semana passada, num compromisso formal de pagamento. A Apple se comprometeu a dar até US$ 95 (cerca de R$ 465, em conversão direta) para cada comprador de iPhone.

O acordo vai custar US$ 250 milhões aos (bem recheados) cofres da companhia, o que dá por volta de R$ 1,23 bilhão. A medida vale para iPhone 16, iPhone 16e, iPhone 16 Plus, iPhone 16 Pro, iPhone 16 Pro Max, iPhone 15 Pro e iPhone 15 Pro Max. O acordo seja formalmente reconhecido pelo juiz do processo, de acordo com a imprensa americana.

Craig Federighi, VP de engenharia de software da Apple, anunciando o Apple Intelligence
Apple Intelligence irrita artistas por falta de transferência (Imagem: Reprodução/Apple)

Um dos vídeos de divulgação da Apple Intelligence trazia a atriz Bella Ramsey interagindo com a Siri. Ela perguntava quem era uma determinada pessoa, que havia conhecido num determinado local, e, ao menos em tese, o iPhone conseguia consultar sua base de conhecimento para revelar a informação correta.

O vídeo sumiu dos canais oficiais da Apple no YouTube quando ficou claro que a Apple Intelligence estava muito distante daquela promessa. Alguns executivos da Apple posteriormente se desculparam pelas alegações, digamos assim, exageradas.

A notificação do Procon

iPhone 15 Pro Max
Compradores de iPhone 15 Pro (na foto) e 16 podem ser beneficiados em processo administrativo do Procon Carioca (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Eu apurei que o Procon Carioca cobrou os seguintes esclarecimentos:

  • Quais funcionalidades foram efetivamente entregues no lançamento?
  • Como as informações foram comunicadas aos consumidores brasileiros?
  • Quais materiais publicitários foram veiculados no país?
  • Qual o cronograma de implementação dos recursos anunciados?
  • Dados de reclamações de consumidores e número de pessoas impactadas
  • Medidas adotadas ou previstas para garantir correção e eventual compensação

De acordo com o órgão, o caso suscita “princípios centrais das relações de consumo, como a boa-fé, a transparência e o cumprimento da oferta”.

A Apple tem 20 dias para responder ao Procon Carioca. O Tecnoblog também procurou a empresa, que não irá se pronunciar junto à imprensa.

Apple é notificada por propaganda enganosa no Brasil

Procon Carioca abre processo administrativo contra a Apple (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Apple Intelligence irrita artistas por falta de transferência (Imagem: Reprodução/Apple)

iPhone 15 Pro Max (Imagem: Thássius Veloso / Tecnoblog)

iPhone 16e tem maior desconto no ano com 46% OFF na Amazon

11 de Maio de 2026, 10:34
R$ 5.799,0046% OFF

Prós
  • Desempenho elevado com Apple A18
  • Câmera de 48 MP com vídeos em 4K
  • Tela Super Retina XDR OLED
  • Resistente a água e poeira
  • Feito para Apple Inteligence
Contras
  • Não traz suporte a MagSafe
  • Sem Dynamic Island
  • Apenas uma câmera traseira
PIX Cupom
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O iPhone 16e de 128 GB está em promoção por R$ 3.149 no Pix com o cupom 300SMART na Amazon, um desconto de 46% quando comparado ao preço de lançamento de R$ 6.599, sendo esta a melhor oferta vista do celular em 2026 até o momento.

O smartphone acessível da Apple lançado em 2025 compartilha diversas características com o novo iPhone 17e, sendo assim uma opção interessante de celular potente que cabe no bolso, em mais de um sentido.

iPhone 16e tem tela OLED e câmeras do iPhone 17e

O iPhone 16e traz o mesmo painel Super Retina XDR OLED de 6,1″ com brilho de 1.200 nits presente no novo iPhone 17e. A diferença está no revestimento do vidro Ceramic Shield resistente a arranhões no modelo de 2025 e o Ceramic Shield 2 com antirreflexo no modelo mais recente. Ambos os celulares entregam cores vivas e visibilidade sob luz forte.

No desempenho, os dois possuem 8 GB de RAM mas chips diferentes, Apple A18 no iPhone 16e e A19 no 17e, que oferecem alta performance em multitarefa, apps e games. Os 128 GB de armazenamento podem ser expandidos com planos do iCloud, seja o gratuito de 5 GB ou pagos com mais espaço na nuvem.

A certificação IP68 está presente nos dois smartphones, que adiciona proteção contra poeira e mergulhos acidentais de até 6 m em água doce por no máximo 30 minutos.

Imagem mostra um iPhone 16e sendo segurado em uma mão. A parte traseira está para cima.
Câmera wide de 48 MP é a mesma do iPhone 17e (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Tanto o iPhone 16e quanto o iPhone 17e possuem as mesmas câmeras: a wide de 48 MP com OIS na traseira é voltada a cenas com grande campo de visão, e a frontal de 12 MP capta selfies com qualidade graças ao recurso Center Stage, que mantém elementos enquadrados no centro da tela. Ambas gravam vídeos em 4K a 60 fps.

O iPhone 16e conversa com redes 5G, Wi-Fi 6, Bluetooth 5.3 e NFC para pagamentos por aproximação. Sua bateria de 4.005 mAh resiste a até 26 horas de reprodução de vídeo segundo a Apple e suporta carga rápida de 0 a 50% em apenas 30 minutos via cabo USB-C, mas ao contrário do iPhone 17e, não suporta MagSafe.

Este celular foi atualizado para o iOS 26 e deve receber mais cinco atualizações do sistema operacional, no mínimo.

Fotografia colorida mostra um iPhone 16e sendo segurado em uma mão. Ele está com a câmera frontal aberta.
Tela OLED do iPhone 16e possui brilho de até 1.200 nits (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O iPhone 16e (128 GB) está saindo por R$ 3.149 no Pix com o cupom 300SMART na Amazon, um abatimento de 46% sobre o valor original e a maior oferta do ano até o momento de um celular que continua interessante, mesmo após a chegada da nova geração.

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iPhone 16e tem maior desconto no ano com 46% OFF na Amazon

💾

iPhone 16e (128 GB) traz câmeras e tela OLED do iPhone 17e; maior oferta de 2026 oferece celular da Apple com desconto de 46% sobre preço original no Pix com cupom

iPhone 16 Plus despenca 41% com cupom e atinge menor preço de 2026

11 de Maio de 2026, 10:05

Prós
  • Botão dedicado a ajustes de câmera
  • Chip Apple A18 de alto desempenho
  • Tela OLED de 6,7″ e 2.000 nits
  • Certificação IP68
  • Feito para Apple Inteligence
Contras
  • Carregamento com fio limitado a 25 W
  • Taxa de atualização de 60 Hz
PIX Cupom
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O iPhone 16 Plus de 128 GB está saindo por R$ 5.649 no Pix com cupom 300SMART na Amazon, um abatimento de 41% em relação ao valor original de R$ 9.499 e a maior oferta de 2026 até o momento.

O celular da Apple é equipado com chip A18, tela OLED com brilho de até 2.000 nits e câmera principal de 48 MP idêntica à presente no iPhone 17e.

iPhone 16 Plus tem tela OLED e câmera do iPhone 17e

Lançado em 2024, o iPhone 16 Plus traz a mesma câmera wide de 48 MP com OIS presente no novo iPhone 17 e uma ultrawide de 12 MP com ângulo de 120º, que captam cenas com grande campo de visão e maior enquadramento. A frontal de 12 MP tira selfies com qualidade, e todas gravam vídeos em 4K a 60 fps.

O processador Apple A18 de 3 nanômetros e os 8 GB de RAM oferecem alto desempenho em multitarefa e ao rodar games pesados. Os 128 GB de armazenamento podem ser expandidos com planos do iCloud, seja o gratuito de 5 GB ou pagos com mais espaço na nuvem.

Seu painel LPTO Super Retina XDR OLED de 6,7 polegadas tem taxa de atualização de 60 Hz e brilho de até 2.000 nits, entregando cores vibrantes, rolagem fluida e visibilidade mesmo sob luz forte do sol. O revestimento do vidro Ceramic Shield protege o display contra riscos e arranhões.

Tela do iPhone 16
Tela OLED do iPhone 16 tem brilho de até 2.000 nits (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Ainda sobre a durabilidade do iPhone 16 Plus, seu corpo de alumíni é reforçado pela certificação IP68, que confere proteção contra poeira e mergulhos de até 6 m em água por no máximo 30 minutos.

Este celular conversa com redes 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 5.3 e NFC para pagamentos por aproximação. Sua bateria de 4.674 mAh tem autonomia de até 27 horas de reprodução de vídeo segundo a fabricante, suporta MagSafe e carregamento rápido de 25 W via USB.

O iPhone 16 Plus (128 GB) foi atualizado para o iOS 26 e deve receber pelo menos mais quatro atualizações do sistema operacional. Lembrando que o celular está em promoção por R$ 5.649 no Pix com cupom 300SMART na Amazon, um desconto de 41% sobre o preço de lançamento e a maior oferta vista esse ano.

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iPhone 16 Plus despenca 41% com cupom e atinge menor preço de 2026

💾

iPhone 16 Plus (128 GB) traz câmera wide do iPhone 17e e tela OLED de 2.000 nits; celular da Apple recebe melhor oferta do ano em promoção na Amazon

iPhone 16 (256 GB) cai 44% para menor preço que já vimos em oferta na Amazon

11 de Maio de 2026, 09:55
R$ 8.599,0044% OFF

Prós
  • Tela OLED com brilho de até 2.000 nits
  • Processador com alto desempenho
  • Câmera principal de 48 MP com OIS
Contras
  • Carregamento limitado a 25 W
  • Tela com taxa de atualização de 60 Hz
PIX Cupom
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O iPhone 16 de 256 GB está em oferta por R$ 4.847 no Pix com cupom 300SMART na Amazon, a melhor oferta já divulgada pelo Achados do TB, com um desconto de 44% sobre o preço original de R$ 8.599.

O celular da Apple possui uma tela OLED com brilho de até 2.000 nits, chip A18 e câmera wide de 48 MP igual à presente no recém-lançado iPhone 17e.

iPhone 16 traz tela OLED, câmera de 48 MP e chip A18

Lançado em 2024, o iPhone 16 é equipado com um painel Super Retina XDR OLED de 6,1 polegadas com brilho de até 2.000 nits, que oferece cores vibrantes e visibilidade sob luz forte. O revestimento do vidro Ceramic Shield protege a tela contra riscos e arranhões.

No desempenho, o chip Apple A18 de 3 nanômetros e os 8 GB de RAM dão conta de executar apps em multitarefa e games mais exigentes. Os 256 GB de armazenamento disponibilizam espaço interno razoável para guardar vídeos, fotos e arquivos.

Seu corpo de alumínio conta com revestimento de vidro na traseira e o reforço da certificação IP68. Consequentemente, conta com resistência contra poeira e mergulhos de até 6 m de profundidade em água doce por no máximo 30 minutos.

IPhone 16 numa loja da Apple nos Estados Unidos (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
iPhone 16 tem câmera wide de 48 MP e ultrawide de 12 MP (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O iPhone 16 possui um kit de câmeras formado por uma wide de 48 MP com OIS, a mesma presente no novo iPhone 17e, e uma ultrawide de 12 MP e ângulo de 120º, que juntas captam cenas com grande campo de visão. A frontal de 12 MP tira selfies com nitidez, e todas gravam vídeos em 4K a 60 fps.

Este celular conversa com redes 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 5.3 e NFC para ações por aproximação. Sua bateria de 3.561 mAh tem autonomia para 22 horas de reprodução de vídeo segundo a Apple, suporta MagSafe e carregamento rápido de 25 W via USB-C.

O iPhone 16 (256 GB) foi atualizado para o iOS 26 e deve receber ao menos mais cinco updates do sistema operacional. O celular da Apple sai por R$ 4.847 no Pix com cupom 300SMART na Amazon, uma oferta inédita via abatimento de 44% sobre o valor de lançamento.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

iPhone 16 (256 GB) cai 44% para menor preço que já vimos em oferta na Amazon

💾

iPhone 16 (256 GB) tem tela OLED, chip A18 e câmera de 48 MP; celular da Apple cai para melhor preço publicado com desconto de 44% no Pix com cupom

iPhone 16e (128 GB) tem melhor oferta recente no Magalu para o Dia das Mães 2026

1 de Maio de 2026, 12:20
R$ 5.79943% OFF

Prós
  • Desempenho elevado com Apple A18 e 8 GB de RAM
  • Câmera de 48 MP com gravação em 4K Dolby Vision
  • Tela Super Retina XDR OLED com suporte HDR10
  • Certificação IP68 contra poeira e água
  • Feito para Apple Intelligence
Contras
  • Não traz suporte a MagSafe como no iPhone 17e
  • Sem a ferramenta Dynamic Island
  • Apenas uma câmera traseira
PIX Cupom Somente no APP
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O iPhone 16e de 128 GB está saindo por R$ 3.319 no Pix com o cupom APITO200 exclusivo no app do Magazine Luiza, um desconto de 43% quando comparado ao preço de lançamento de R$ 5.799.

O celular acessível da Apple lançado em 2025 possui várias características em comum com o novo iPhone 17e, que o tornam uma opção de smartphone mais em conta como presente do Dia das Mães 2026.

iPhone 16e traz tela e câmeras do iPhone 17e

Lançado em 2025, o iPhone 16e possui um painel Super Retina XDR OLED de 6,1″ com brilho de 1.200 nits que é igual ao presente no novo iPhone 17e, ambas entregando cores vivas, fluidez na rolagem e visibilidade sob luz forte.

Sobre o desempenho, o chip Apple A18 oferece alto desempenho em multitarefa, apps e games exigentes. Os 128 GB de armazenamento podem ser expandidos com planos do iCloud, que oferece 5 GB adicionais de graça.

O corpo de alumínio do iPhone 16e traz revestimento Ceramic Shield sobre a tela e é reforçado pela certificação IP68; juntos, conferem proteção contra riscos, arranhões, poeira e mergulhos de até 6 m em água doce por no máximo 30 minutos.

Imagem mostra um iPhone 16e sendo segurado em uma mão. A parte traseira está para cima.
Câmera wide de 48 MP é do iPhone 16e é igual à presente no iPhone 17e (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

As câmeras do iPhone 16e são iguais às do 17e: a traseira é uma wide de 48 MP com OIS, já a frontal de 12 MP tira selfies com qualidade e possui o recurso Center Stage, mantendo o usuário enquadrado no centro da tela. Ambas gravam vídeos em 4K a 60 fps.

Este gadget se conecta a redes 5G, Wi-Fi 6, Bluetooth 5.3 e NFC. Sua bateria de 4.005 mAh suporta carga rápida de 0 a 50% em apenas 30 minutos via cabo USB-C, mas não tem MagSafe como o 17e.

Por fim, o gadget foi atualizado para o iOS 26 e deve receber pelo menos mais cinco atualizações do sistema operacional.

Fotografia colorida mostra um iPhone 16e sendo segurado em uma mão. Ele está com a câmera frontal aberta.
Tela OLED de 6,1″ do iPhone 16e é idêntica à presente no iPhone 17e (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O iPhone 16e (128 GB) está em oferta por R$ 3.319 no Pix com o cupom APITO200 exclusivo no app do Magazine Luiza, um abatimento de 43% frente ao valor original do gadget ainda interessante como presente do Dia das Mães 2026, mesmo após a chegada da nova geração.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

iPhone 16e (128 GB) tem melhor oferta recente no Magalu para o Dia das Mães 2026

💾

iPhone 16e (128 GB) traz tela e câmeras idênticas às do iPhone 17e; celular da Apple sai 43% mais em conta no Pix com cupom em promoção do Dia das Mães 2026

Como usar o timer do Spotify pelo celular ou PC

30 de Abril de 2026, 16:32
Recurso de timer do Spotify disponível para Android, iPhone, Windows e Mac (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

O usuário pode configurar um timer no Spotify para fazer o player de músicas parar de tocar sozinho. A ferramenta está disponível para usuários do aplicativo para Android e iPhone, além dos apps para PCs (Windows e Mac).

Enquanto estiver reproduzindo uma música, basta acessar o fila de reprodução de uma playlist e selecionar o ícone de relógio. Você pode definir um tempo entre 5 minutos e 1 hora, ou fazer o Spotify parar de tocar quando a faixa terminar.

A seguir, veja como encontrar o timer do Spotify no celular ou PC e para que serve a ferramenta.

Como usar o timer do Spotify pelo celular

1. Toque na música em reprodução para exibir as opções do player

Enquanto ouve uma música no Spotify, toque na faixa de reprodução para exibir as opções do player de áudio.

Acesse o menu da música em reprodução para exibir mais opções (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

2. Abra a fila de reprodução do Spotify

Caso esteja ouvindo música, toque no ícone da fila de reprodução para exibir o timer do Spotify. Em podcasts, o ícone de relógio será exibido ao lado no botão de play e pause.

Toque no menu de três traços para exibir a fila de músicas em reprodução (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

3. Vá no ícone de relógio para colocar o timer em uma música do Spotify

Toque no ícone de relógio para exibir as opções de temporizador do Spotify.

Toque no relógio para definir um timer no spotify (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

4. Escolha entre as opções definidas para fazer o Spotify parar de tocar

Você pode interromper a reprodução de músicas no Spotify após os seguintes períodos:

  • 5 minutos;
  • 10 minutos;
  • 15 minutos;
  • 30 minutos;
  • 45 minutos;
  • 1 hora;
  • Ou quando a faixa terminar.
Escolha uma das opções de timer exibidas na tela para fazer o Spotify parar de tocar (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

Como usar o timer do Spotify pelo PC

O timer do Spotify só está disponível no PC pelo aplicativo para Desktop no Windows, ou no app para macOS. Ou seja, a versão Web do reprodutor de músicas não oferece o recurso de temporizador.

1. Clique no menu de três pontos durante a reprodução de uma música

Escolha a música que deseja ouvir e clique no botão de três pontos localizado acima da capa do álbum para abrir as opções da playlist.

Clique no menu de três pontos na música em reprodução no Spotify Desktop (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

2. Vá ao timer e selecione uma das opções exibidas pelo Spotify

Desça o ponteiro do mouse até “Timer” e escolha entre as opções exibidas para programar o Spotify para desligar.

Vá com o mouse no timer e selecione uma das opções para colocar temporizador no Spotify Desktop (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

Para que serve o timer do Spotify?

O timer do Spotify serve para interromper a reprodução de músicas ou podcasts automaticamente, sem a necessidade de intervenção do usuário. O recurso possibilita colocar uma playlist para tocar e definir o tempo de reprodução, além da opção de encerrar a reprodução de podcasts assim que o determinado episódio se encerrar.

A ferramenta também é utilizada por usuários que desejam economizar dados móveis no Spotify, ou que utilizam o streaming antes de dormir. Dessa forma, é possível interromper a reprodução após o tempo definido pelo usuário.

Por que o timer do Spotify não aparece?

O timer do Spotify não aparece para os usuários que utilizam a versão Web do player de música, ou em smart TVs, que permitem configurar um timer de forma nativa.

O recurso de temporizador do Spotify só está disponível para celular (Android e iPhone), além da opção no aplicativo para PCs com Windows e macOS.

Como usar o timer do Spotify pelo celular ou PC

Como mudar o nome do AirDrop no iPhone ou Mac

30 de Abril de 2026, 15:17
AirDrop no iPhone (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
AirDrop no iPhone (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

O AirDrop é uma tecnologia de compartilhamento de arquivos entre dispositivos Apple, e compatível com alguns aparelhos Android da linha Samsung Galaxy.

Para facilitar o processo de transferência de fotos ou vídeos, pode ser necessário alterar o nome de identificação do recurso, encontrando, assim, seu aparelho com mais facilidade no momento da conexão.

Basta acessar as configurações gerais do iOS ou macOS, selecionar a aba “Sobre” e trocar o nome vinculado ao dispositivo. Essa mudança também altera o nome em conexões Bluetooth, no Acesso Pessoal ou na identificação do dispositivo no iCloud.

Veja, a seguir, como trocar o nome do seu AirDrop e tire suas dúvidas sobre o recurso de compartilhamento da Apple.

Como mudar o nome do AirDrop no iPhone

1. Acesse as configurações gerais do iPhone

Para trocar o nome do AirDrop, você precisa acessar o menu de ajustes do seu iPhone. Em seguida, vá até “Geral” para encontrar todas as configurações do seu celular.

Acesse “Ajustes” no iPhone e vá até “Geral” para alterar o nome do AirDrop (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

2. Vá até “sobre” para trocar o nome do AirDrop

Selecione a opção “Sobre” para verificar as informações do seu iPhone. Toque em “Nome” para trocar a identificação pessoal do dispositivo.

Em “Sobre”, selecione a aba “Nome” para fazer a alteração dos dados (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

3. Altere o nome do AirDrop e verifique se a alteração foi realizada

Escreva o novo nome do AirDrop e toque no ícone azul de “check” para concluir o processo. Verifique se as alterações foram realizadas na aba “Nome“. O tutorial é similar em todas as versões modernas do iOS.

Faça a troca do nome do AirDrop, conclua o processo e verifique se as alterações foram realizadas (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

O AirDrop é um sistema de transferência de arquivos que também está disponível no macOS. Veja abaixo como fazer a alteração no computador da Apple.

Como mudar o nome do AirDrop no Mac

1. Acesse a página de configurações do Mac

Para mudar o nome do AirDrop no Mac, é necessário acessar as configurações do dispositivo. Clique para abrir a página de ajustes do sistema operacional.

Acesse as configurações do macOS pelo ícone de ajustes (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

2. Vá até “Geral” no Mac para alterar o nome do AirDrop

No menu posicionado na lateral da página, escolha a opção “Geral” para acessar as configurações do Mac.

Selecione a opção “Geral” para acessar as configurações gerais do macOS (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

3. Selecione a opção “Sobre” para abrir uma nova página

Abra a página “Sobre” para encontrar as informações sobre o Mac, incluindo o nome do dispositivo usado pelo AirDrop.

Vá até “sobre” para alterar o nome do AirDrop no Mac (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

3. Altere o nome do AirDrop no macOS

Basta clicar no nome do dispositivo para mudar a identificação do AirDrop. O passo a passo é o mesmo em todas as versões modernas do macOS, incluindo distribuições de testes.

Clique no nome do dispositivo para alterá-lo (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

O que acontece ao mudar o nome do AirDrop?

Mudar o nome do AirDrop altera a o nome de identificação do seu aparelho. Dessa forma, outra nomenclatura será exibida durante a transferência de arquivos pelo recurso ou via Quick Share.

Além disso, a mudança de nome também altera a identificação do seu aparelho em conexões Bluetooth, no Acesso Pessoal, ao procurar a localização do seu iPhone ou Mac, e na identificação do dispositivo no iCloud.

Por que não consigo mudar o nome do AirDrop?

A mudança de nome do AirDrop pode não ser concluída pelos seguintes motivos:

  • Nome diferente em “Meu Cartão”: pode ser necessário alterar as suas configurações pessoais na página de contatos do dispositivo. Para isso, vá até “Contatos” e toque em “Meu Cartão“. Altere seu nome na seção “Editar” e verifique se as alterações foram realizadas; pode ser necessário ativar o compartilhamento de nome e foto na seção, segundo relatos de usuários no Reddit.
  • Falta de reinicialização do sistema: em alguns casos, pode ser necessário reiniciar o iPhone ou Mac para que as alterações de nome do AirDrop tenham efeito;
  • Tempo de alteração nos servidores da Apple: a mudança de nome do AirDrop pode levar um tempo para surtir efeito devido à lentidão nos servidores usados pela Apple. Nesse caso, aguarde alguns instantes e verifique se a mudança foi realizada.

Como mudar o nome do AirDrop no iPhone ou Mac

AirDrop no iPhone (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

iPhone 16 (256 GB) cai 42% antes do Dia das Mães no Mercado Livre

30 de Abril de 2026, 14:35
R$ 8.599,0042% OFF

Prós
  • Tela OLED com brilho de até 2.000 nits
  • Processador com alto desempenho
  • Câmera principal de 48 MP com OIS
Contras
  • Carregamento limitado a 25 W
  • Tela com taxa de atualização de 60 Hz
PIX Cupom
R$ 250 OFF DISPONÍVEL NA PÁGINA R$ 4.980,19  Mercado Livre
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O iPhone 16 de 256 GB está em oferta por R$ 4.980 no Pix com cupom de R$ 250 OFF disponível na página do Mercado Livre. E recebe um abatimento de 42% quando comparado com o valor de lançamento de R$ 8.599.

O celular da Apple ainda é interessante após a chegada do iPhone 17e e um bom presente para o Dia das Mães 2026. E é equipado com o chip A18, tela OLED com brilho de até 2.000 nits e câmera principal de 48 MP.

iPhone 16 tem chip A18, câmera de 50 MP e tela OLED de 2.000 nits

Lançado em 2024, o iPhone 16 possui uma câmera wide com OIS de 48 MP idêntica à presente no novo iPhone 17e, e uma ultrawide de 12 MP. Juntas, elas captam cenas com grande campo de visão. A frontal de 12 MP tira selfies com qualidade, e todas gravam vídeos em 4K a 60 fps e em Full HD a até 240 fps.

O hardware interno inclui o processador Apple A18 de 3 nanômetros e 8 GB de RAM, dupla que oferece alto desempenho em multitarefa e ao rodar apps e games pesados. Os 256 GB de armazenamento disponibilizam espaço interno razoável para guardar fotos, vídeos e documentos.

Seu painel LPTO Super Retina XDR OLED de 6,1 polegadas traz taxa de atualização de 60 Hz e brilho de até 2.000 nits, sendo capaz de entregar cores vibrantes, fluidez na rolagem e visibilidade sob luz forte. O revestimento do vidro Ceramic Shield protege o display contra riscos e arranhões.

Tela do iPhone 16
Tela OLED do iPhone 16 tem brilho de até 2.000 nits (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Ainda sobre a durabilidade, o corpo de alumínio do iPhone 16 conta com o reforço da certificação IP68, que adiciona proteção contra poeira e mergulhos de até 6 m em água por no máximo 30 minutos.

Este celular é compatível com redes 5G, Wi-Fi 7 e NFC para pagamentos por aproximação. Sua bateria de 3.561 mAh tem autonomia de até 22 horas de reprodução de vídeo segundo a fabricante, suporta MagSafe e carregamento rápido de 25 W via USB.

O iPhone 16 (256 GB) foi atualizado para o iOS 26 e deve receber pelo menos mais quatro atualizações do sistema operacional. Lembrando que o celular está em promoção por R$ 4.980 no Pix com cupom de R$ 250 OFF, e ainda é uma boa opção de presente para o Dia das Mães 2026, mesmo após a chegada do iPhone 17e.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

iPhone 16 (256 GB) cai 42% antes do Dia das Mães no Mercado Livre

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iPhone 16 (256 GB) tem tela OLED e câmera wide de 48 MP do iPhone 17e; celular da Apple recebe desconto de 42% no Pix com cupom do Dia das Mães 2026

iOS 27 deve ganhar “modo Siri” na câmera do iPhone

30 de Abril de 2026, 12:40
Traseira iPhone 17 Pro Max
Integração com a Siri vai permitir que o iPhone leia rótulos, ingressos e contatos (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Resumo
  • O iOS 27 terá um novo “modo Siri” integrado ao aplicativo de Câmera
  • A ferramenta transformará o celular em um leitor inteligente, permitindo que o usuário escaneie tabelas nutricionais, cartões de visita e panfletos.
  • O lançamento do iOS 27 está previsto para setembro deste ano e também deve trazer um aplicativo Fotos redesenhado com ferramentas de IA e uma interface de chatbot reformulada.

O iOS 27 deve trazer um novo “modo Siri” integrado ao aplicativo de Câmera, transformando o celular em uma espécie de leitor inteligente do mundo real. A novidade estaria prevista para a Worldwide Developers Conference (WWDC) no dia 8 de junho.

As informações foram reveladas nesta quarta-feira (29/04) pelo jornalista Mark Gurman, da Bloomberg. De acordo com a reportagem, a fabricante identificou que a atual execução da Inteligência Visual sofre com graves problemas de descoberta. Hoje, o recurso exige que o usuário pressione e segure o botão de Controle da Câmera — atalho físico introduzido na linha iPhone 16 —, um gesto que grande parte do público desconhece ou simplesmente não utiliza.

Para solucionar essa barreira, a Apple deve colocar a IA em evidência na própria interface do sistema. Ao abrir o aplicativo Câmera no iOS 27, o usuário encontraria a opção “Siri” posicionada no menu inferior, exatamente ao lado dos modos tradicionais de Foto, Vídeo, Retrato e Panorama.

Ao selecionar essa aba, o botão branco padrão do obturador seria substituído por um ícone luminoso inspirado na Apple Intelligence, indicando visualmente que a lente do aparelho está pronta para analisar o ambiente, e não apenas para registrar uma fotografia na galeria.

O que o novo Modo Siri poderá fazer?

iPhone 13 Mini (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)
Novidade visa reduzir a dependência de plataformas de terceiros, como o ChatGPT (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)

Entre as novidades, o Modo Siri permitiria escanear tabelas nutricionais de embalagens para registrar calorias e macronutrientes no aplicativo Saúde, além de ler cartões de visita e panfletos para salvar novos contatos na agenda. A ferramenta também funcionaria como uma ponte para o aplicativo Wallet, conseguindo digitalizar ingressos físicos e cartões de fidelidade, eliminando a necessidade de digitação manual.

A principal mudança com a chegada desse modo seria a expansão das capacidades de processamento local do iPhone, reduzindo a dependência do sistema em relação a serviços de terceiros. Conforme análise inicial da Macworld, o ecossistema dependeria muito menos de plataformas como o ChatGPT para entregar respostas rápidas e extrair informações visuais úteis para o usuário.

Apesar desse movimento em prol do ecossistema próprio, as funções legadas de Inteligência Visual continuariam disponíveis. A câmera do iOS 27 ainda conseguiria identificar rapidamente raças de cães, espécies de plantas e adicionar eventos ao Calendário a partir da leitura de pôsteres.

Se o usuário desejar, os atalhos para enviar uma imagem ao ChatGPT ou realizar uma busca reversa no Google permaneceriam acessíveis, mas a ação de pressionar e segurar passaria a invocar essa nova interface da Siri dentro do app.

Preparando o terreno para novos vestíveis

A reformulação seria apenas a ponta do iceberg de uma estratégia mais ampla. A Bloomberg aponta que o aperfeiçoamento da Inteligência Visual é um requisito essencial para o lançamento dos próximos wearables (dispositivos vestíveis) da marca.

A Apple estaria trabalhando no desenvolvimento de novos AirPods equipados com sensores visuais, óculos inteligentes e até um suposto dispositivo de IA em formato de pingente. Todos esses produtos dependeriam diretamente de uma Siri capaz de “enxergar” e analisar o ambiente ao redor do usuário em tempo real.

Além desse novo modo de câmera, o iOS 27 deve trazer um pacote robusto de atualizações. Espera-se um aplicativo Fotos totalmente redesenhado, contando com ferramentas generativas de IA para ampliar, reenquadrar e aprimorar imagens de forma automática.

O sistema também entregaria uma interface de chatbot reformulada e um aplicativo próprio e independente para a assistente de voz. O lançamento público da versão final do sistema está previsto para setembro deste ano.

iOS 27 deve ganhar “modo Siri” na câmera do iPhone

iPhone 17 Pro Max (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

iPhone 13 Mini (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)

Apple pode abandonar o MagSafe em futuros iPhones

29 de Abril de 2026, 16:38
Carteira fixada no iPhone 12 Pro Via MagSafe (imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)
Carteira fixada no iPhone 12 Pro via MagSafe (foto: Paulo Higa/Tecnoblog)
Resumo
  • Apple avalia remover o MagSafe dos próximos iPhones.
  • Segundo rumores, a empresa trabalha em um projeto interno para redesenhar o smartphone, deixando-o mais fino e sem espaço para a tecnologia.
  • O MagSafe estreou no iPhone 12, em 2020, junto com uma postura agressiva de expansão da tecnologia no ecossistema Apple.

A Apple pode abrir mão de um de seus recursos mais populares. Fontes ligadas à cadeia de suprimentos afirmam que a empresa avalia remover o MagSafe dos próximos iPhones para viabilizar designs mais finos e reduzir custos de produção.

A notícia foi divulgada pelo leaker Instant Digital na rede social chinesa Weibo. Segundo o informante, que possui um histórico de vazamentos precisos sobre a marca, o clima nos corredores da Apple mudou nos últimos anos em torno da conexão magnética.

Quando a tecnologia MagSafe estreou no iPhone 12, em 2020, a empresa adotou uma postura de expansão agressiva. Isso promoveu rapidamente um ecossistema sólido, com fabricantes terceirizados lançando dezenas de carteiras, capas de proteção, suportes e carregadores otimizados para o padrão. Hoje, no entanto, a confiança inicial teria dado lugar à incerteza.

Por que a Apple estuda tirar o MagSafe?

Segundo o portal especializado MacRumors, a possível exclusão do MagSafe seria justificada por uma barreira física e financeira. Os componentes magnéticos ocupam um espaço valioso no interior da carcaça e encarecem a linha de montagem.

De acordo com as fontes, a Apple já trabalha em um projeto interno apelidado de “Glasswing”, cujo objetivo é redesenhar o smartphone para que ele seja estruturado como uma “única folha de vidro”, exigindo a miniaturização de todos os componentes internos.

Além da questão estética, o formato do aguardado iPhone dobrável representaria outro obstáculo para a tecnologia. Modelos de demonstração preliminares do dispositivo não apresentam espaço visível capaz de abrigar o anel magnético necessário para o MagSafe.

Bateria MagSafe no iPhone 12 Pro e 12 Pro Max (Imagem: Divulgação/Apple)
Bateria MagSafe no iPhone 12 Pro e 12 Pro Max (imagem: divulgação)

Especula-se que o celular dobrável terá apenas 4,5 mm de espessura quando aberto, tornando fisicamente inviável a acomodação do hardware de carregamento magnético. Caso essa limitação se confirme, o aparelho — que tem preço inicial estimado em US$ 2 mil (cerca de R$ 10 mil, em conversão direta) — será o primeiro topo de linha a chegar ao mercado sem o recurso desde o iPhone 12 Pro.

Paralelamente aos modelos premium, relatos indicam que a Apple também considera simplificar a estrutura interna do futuro iPhone 18 base para baratear o custo final de montagem, tornando a remoção do componente magnético uma opção econômica para a fabricante.

Apple ajudou a consolidar o padrão Qi2

A dificuldade em expandir o MagSafe já teria afetado outras frentes da empresa. Inicialmente, havia planos de levar os ímãs para a linha de tablets. Contudo, mesmo com os rumores, o iPad segue sem qualquer suporte à tecnologia. No ano passado, a Apple também lançou o iPhone 16e sem a matriz de ímãs, tornando-o o primeiro smartphone novo em anos a omitir a função.

A medida forçou os usuários a recorrerem a capas de terceiros para continuar usando seus acessórios. A decisão foi alvo de críticas da imprensa especializada e dos donos do aparelho, que classificaram a experiência como inferior. Pressionada, a Apple recuou e reintegrou o suporte no iPhone 17e, lançado no início deste ano.

Vale lembrar que a empresa contribuiu com as especificações do sistema MagSafe para a criação do Qi2, o padrão aberto de carregamento sem fio amplamente adotado pela indústria. Abandonar a tecnologia magnética logo após ajudar a consolidá-la como o formato universal representaria uma mudança drástica.

Apple pode abandonar o MagSafe em futuros iPhones

Carteira fixada no iPhone 12 Pro Via MagSafe (imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)

Bateria MagSafe no iPhone 12 Pro e 12 Pro Max (Imagem: Divulgação/Apple)

iPhone 16e (256 GB) sai pelo melhor preço do ano com cupom pelo app da Amazon

28 de Abril de 2026, 12:22
R$ 5.79934% OFF

Prós
  • Desempenho elevado com Apple A18 e 8 GB de RAM
  • Câmera de 48 MP com gravação em 4K Dolby Vision
  • Tela Super Retina XDR OLED com suporte HDR10
  • Certificação IP68 contra poeira e água
  • Feito para Apple Intelligence
Contras
  • Não traz suporte a MagSafe como no iPhone 17e
  • Sem a ferramenta Dynamic Island
  • Apenas uma câmera traseira
PIX Cupom
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O iPhone 16e de 256 GB está em promoção por R$ 3.849 no Pix com cupom ELETRO5DO5 na Amazon, um desconto de 34% frente ao preço de lançamento de R$ 5.799.

O celular acessível da Apple lançado em 2025 conta com uma série de características similares às do seu sucessor, o recentemente lançado iPhone 17e, o que faz do gadget uma opção mais econômica de presente para o Dia das Mães 2026.

iPhone 16e possui tela e câmeras do iPhone 17e

Lançado como uma opção “baratinha”, o iPhone 16e possui um painel Super Retina XDR OLED de 6,1″ com brilho de 1.200 nits, idêntico ao presente no novo iPhone 17e. A diferença fica por conta do revestimento, Ceramic Shield resistente a arranhões no modelo de 2025 e Ceramic Shield 2 e revestimento antirreflexo no modelo mais recente.

Ambos possuem 8 GB de RAM, mas o processador é diferente, sendo um Apple A18 no iPhone 16e e A19 no 17e, ambos capazes de oferecer alto desempenho em multitarefa, apps e games. Os 256 GB de armazenamento disponibilizam espaço interno adequado para guardar fotos, vídeos e arquivos.

O corpo de alumínio do iPhone 16e conta com revestimento traseiro de vidro e o reforço da certificação IP68, que adiciona proteção contra poeira e mergulhos acidentais de até 6 m em água doce por no máximo 30 minutos.

Imagem mostra um iPhone 16e sendo segurado em uma mão. A parte traseira está para cima.
Câmera wide de 48 MP é do iPhone 16e é igual à presente no iPhone 17e (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O iPhone 16e possui uma única câmera na traseira, um sensor wide de 48 MP com estabilização óptica de imagem (OIS) voltada a captar cenas com grande campo de visão. A frontal de 12 MP tira selfies com qualidade e o recurso Center Stage mantém o usuário enquadrado no centro da tela. Ambas gravam vídeos em 4K a 60 fps e são iguais às presentes no sucessor.

Este gadget se conecta a redes 5G, Wi-Fi 6, Bluetooth 5.3 e NFC para pagamentos por aproximação. Sua bateria de 4.005 mAh suporta carga rápida de 0 a 50% em apenas 30 minutos via cabo USB-C, mas não possui MagSafe como seu sucessor.

O iPhone 16e (256 GB) foi atualizado para o iOS 26 e deve receber pelo menos mais cinco atualizações do sistema operacional. O celular acessível da Apple está saindo por R$ 3.849 no Pix com cupom ELETRO6DO5 na Amazon, um abatimento de 34% em relação ao valor original de um celular interessante como presente de Dia das Mães 2026.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

iPhone 16e (256 GB) sai pelo melhor preço do ano com cupom pelo app da Amazon

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iPhone 16e (256 GB) tem câmeras e tela iguais às do iPhone 17e; celular da Apple sai 34% mais em conta no Pix com cupom em oferta do Dia das Mães 2026

Honor lança linha 600 com design inspirado no iPhone 17 Pro

23 de Abril de 2026, 16:01
Imagem de um Honor 600 Pro laranja disposto em uma praia, frente ao mar e à luz do sol
Linha Honor 600 parte de design “cópia do iPhone”, mas entrega configurações robustas (imagem: divulgação/Honor)
Resumo
  • A Honor lançou os novos Honor 600 e Honor 600 Pro, modelos que a empresa posiciona como topos de linha acessíveis, com câmera principal de 200 megapixels e baterias de alta capacidade.
  • Os dispositivos têm design inspirado no iPhone 17 Pro e vêm com processadores Snapdragon 7 Gen 4 e Snapdragon 8 Elite na versão Pro, respectivamente.
  • Os aparelhos estão disponíveis na Europa e na Ásia a partir de 30 de abril, com preços que começam em 649,90 euros (cerca de R$ 3.800) para o Honor 600 e 999,90 euros (aproximadamente R$ 5.850) para o Honor 600 Pro.

A Honor anunciou o lançamento global dos novos Honor 600 e Honor 600 Pro, modelos que a empresa posiciona como topos de linha acessíveis. Esses aparelhos chegarão diretamente ao mercado internacional, diferente da geração anterior, que ficou restrita à China.

A estreia ocorre simultaneamente na Europa e na Ásia, com início das vendas previsto para 30 de abril. Os dispositivos chamam atenção por reunir uma câmera principal de 200 megapixels, baterias de alta capacidade e um visual que remete, claramente, à estética adotada pela Apple em seus iPhones mais recentes.

Ainda não há previsão de lançamento do dispositivo no Brasil. Por aqui, a empresa já lista o Honor 600 Lite em seu site oficial, primeiro dispositivo da nova linha e que chegou ao mercado em março.

Estética em linha com a Apple

Imagem de um Honor 600 inclinado em um fundo de céu com nuvens
Honor 600 apresenta tela de 6,57 polegadas com brilho alto (imagem: divulgação/Honor)

O visual da linha 600 lembra, de forma muito próxima, o design implementado pela Apple nos lançamentos do ano passado. Isso se dá, principalmente, graças ao módulo de câmeras e da disposição dos sensores, especialmente na cor alaranjada. Não é a primeira vez, já que a empresa seguiu uma abordagem parecida no Honor Power 2, lançado em janeiro.

Apesar das semelhanças, a empresa mantém algumas escolhas próprias. Ambos os modelos contam com certificação IP69K, que garante resistência a jatos de água de alta pressão e poeira — um nível acima do padrão mais comum no mercado.

O conjunto é complementado por telas AMOLED de 6,57 polegadas, com taxa de atualização de 120 Hz e brilho de pico HDR que chega a 8.000 nits.

Hardware e câmeras

Mockup de especificações técnicas do Honor 600
Honor 600 e 600 Pro chegam com até 12 GB de RAM e 512 de armazenamento (imagem: reprodução/Honor)

Embora compartilhem design e tela, as diferenças entre o Honor 600 e o 600 Pro aparecem principalmente no desempenho e nas câmeras:

  • Processador e memória: o Honor 600 utiliza o Snapdragon 7 Gen 4, enquanto o modelo Pro vem equipado com o Snapdragon 8 Elite, chip presente em flagships de 2025. Ambos oferecem até 12 GB de RAM e 512 GB de armazenamento.
  • Câmeras: os dois modelos trazem sensor principal de 200 MP, ultrawide de 12 MP e câmera frontal de 50 MP. O 600 Pro adiciona uma lente teleobjetiva periscópica de 50 MP com zoom óptico de 3,5x.
  • Bateria e carregamento: a capacidade varia por região — 6.400 mAh na Europa e até 7.000 mAh na Ásia. O carregamento com fio é de 80 W em ambos, mas apenas o modelo Pro conta com carregamento sem fio de 50 W.
  • Software e IA: os aparelhos chegam com o MagicOS 10, baseado no Android 16, com recursos de inteligência artificial integrados. Entre eles está o AI Image to Video 2.0, voltado à geração de vídeos, além de um botão físico dedicado para funções de IA.

Preço e disponibilidade

Na Europa, o Honor 600 parte de 649,90 euros (cerca de R$ 3.800), enquanto o Honor 600 Pro começa em 999,90 euros (aproximadamente R$ 5.850).

Segundo o The Verge, o valor do modelo Pro fica próximo ao de um iPhone básico na região, mas ainda abaixo das versões Pro da Apple, justamente as que serviram de referência visual para os novos aparelhos.

Honor lança linha 600 com design inspirado no iPhone 17 Pro

(imagem: divulgação/Honor)

(imagem: divulgação/Honor)

(imagem: reprodução/Honor)

iPhone 17 surge com o melhor preço desde o lançamento em promoção na Amazon

23 de Abril de 2026, 13:06
R$ 7.999,0031% OFF

Prós
  • Tela ProMotion com 120 Hz
  • Câmera frontal com 18 MP e ultrawide de 48 MP
  • Wi-Fi 7 e Bluetooth 6.0
  • Chip Apple A19 de 3 nanômetros
Contras
  • Não tem câmera teleobjetiva
  • Oferta sem parcelamento pelo preço indicado
PIX Cupom
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

Com o Dia das Mães se aproximando, o iPhone 17 de 256 GB se torna uma boa pedida de presente, ainda mais nesta oferta por apenas R$ 5.509 no Pix adicionando o cupom SMART300 na Amazon. Você garante um desconto histórico de 31% sobre o preço original de R$ 7.999.

O celular da Apple é equipado com processador A19 de 3 nanômetros, câmeras de 48 MP e tela OLED com ProMotion de 120 Hz.

iPhone 17 tem tela OLED de 120 Hz e câmeras de 48 MP

O iPhone 17 possui um kit de câmeras principal formado por uma wide com OIS e uma ultrawide, ambas de 48 MP e voltadas à captura de cenas com grande campo de visão e maior enquadramento. A frontal Center Stage de 18 MP agora é capaz de tirar selfies e filmar na horizontal sem a necessidade de virar o celular. Todos os sensores gravam vídeos em 4K a 60 fps.

O chip Apple A19 de 3 nanômetros e os 8 GB de RAM equipados oferecem alto desempenho em multitarefa e ao rodar aplicações exigentes e games mais pesados. Os 256 GB de armazenamento oferecem espaço interno adequado para guardar vídeos, fotos e arquivos.

O display LPTO Super Retina XDR OLED de 6,3 polegadas possui ProMotion de 120 Hz e brilho de até 3.000 nits, entregando cores vibrantes, fluidez na rolagem e visibilidade mesmo sob luz forte do sol. O revestimento do vidro Ceramic Shield 2 protege a tela contra quedas, arranhões e pancadas.

iPhone 17 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Tela OLED do iPhone 17 tem ProMotion de 120 Hz e brilho de até 3.000 nits (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Ainda sobre durabilidade, o corpo de alumínio do iPhone 17 traz revestimento de vidro na traseira e o reforço da certificação IP68, conferindo resistência contra poeira e mergulhos acidentais de até 6 m em água doce por no máximo 30 minutos.

Este celular conversa com redes 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 6.0, Ultra Wideband (UWB), NFC e suporta eSIM. Sua bateria de 3.692 mAh resiste a um dia inteiro de uso segundo a Apple, suporta MagSafe e carregamento rápido de 40 W via USB-C, capaz de ir de 0 a 50% de carga em apenas 20 minutos.

O iPhone 17 (256 GB) roda iOS 26 e deve receber pelo menos cinco atualizações do sistema operacional. O celular da Apple está saindo por apenas R$ 5.509 no Pix com cupom SMART300 na Amazon, um desconto histórico de 31% sobre o valor de lançamento e a maior oferta já registrada, sendo um excelente presente para o Dia das Mães.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

iPhone 17 surge com o melhor preço desde o lançamento em promoção na Amazon

💾

iPhone 17 (256 GB) traz chip A19, câmeras de 48 MP e tela OLED de 120 Hz; celular da Apple recebe desconto histórico de 31% em promoção para o Dia das Mães

X agora tem feed personalizado diretamente pela IA Grok

23 de Abril de 2026, 11:48
Ilustração do Logo do X (antigo Twitter)
Novo feed personalizado tem curadoria da própria IA da plataforma (imagem: Kelly Sikkema/Unsplash)
Resumo
  • O X lançou feeds personalizados por tema na aba principal do app, usando o Grok para selecionar, classificar e reorganizar publicações.
  • A IA personaliza os feeds com base no comportamento do usuário, sem depender de hashtags ou palavras-chave.
  • Por enquanto, o recurso está disponível no iPhone para assinantes Premium em todos os níveis, com até 10 timelines simultâneas.

A rede social X anunciou o lançamento de feeds personalizados baseados em inteligência artificial. A nova funcionalidade permite acompanhar conteúdos organizados por temas diretamente na aba principal do app, utilizando o Grok — modelo de IA da xAI, também de Elon Musk — para selecionar e classificar publicações em mais de 75 categorias, de política e tecnologia a esportes e entretenimento.

O X afirma que a ferramenta representa uma das “maiores mudanças” recentes no aplicativo. Segundo o TechCrunch, que testou a novidade, além de criar os feeds, o Grok também é responsável por personalizá-los com base no comportamento do usuário dentro da plataforma.

O diferencial em relação ao sistema tradicional é que os feeds não dependem de hashtags ou palavras-chave: o modelo analisa o conteúdo completo de cada post, interpreta o contexto e atribui categorias automaticamente.

Nesta fase inicial, o recurso está disponível exclusivamente para assinantes de todos os níveis do plano Premium no iOS. O suporte para Android já está em desenvolvimento, de acordo com o chefe de produto do X, Nikita Bier.

Como usar

Ladies and gentlemen, today we're launching one of our biggest changes to 𝕏

Introducing Custom Timelines

This feature allows you to pin a specific topic to your home tab. With support for over 75 topics, you can dive deep into your favorite niche on X.

It's powered by Grok's… pic.twitter.com/9jkIEXvubj

— Nikita Bier (@nikitabier) April 21, 2026

Os feeds aparecem ao lado das abas “Para você” e “Seguindo”. Para ativá-los, basta tocar no ícone de “+” e escolher quais temas fixar na interface principal — com limite de até 10 timelines simultâneas. A ordem dos tópicos também pode ser reorganizada na mesma tela.

A chegada dos feeds personalizados acontece ao mesmo tempo em que o X descontinua o Communities, recurso que permitia a criação de grupos organizados por interesse pelos próprios usuários. A mudança sinaliza uma transição de um modelo baseado em participação ativa para um sistema guiado por IA.

Curadoria de informações

Grok, IA generativa do X/Twitter
IA de Elon Musk organizará os feeds personalizados (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Esse formato de organização de temas levantou questões sobre a curadoria de conteúdo. O TechCrunch destaca que algumas categorias iniciais de notícias priorizam assuntos como conflitos, crimes e eleições, o que, à primeira vista, poderia influenciar o tipo de informação que ganha visibilidade.

Uma alternativa mais neutra, como observa o TechCrunch, seria organizar as opções em ordem alfabética, com subcategorias acessíveis ao tocar em cada grande tema.

O uso do Grok como base para essa organização também reacende discussões sobre o papel da IA na mediação de conteúdo. Embora o modelo tenha sido apresentado como neutro e voltado à busca por informação precisa, há preocupações sobre viés político e amplificação de desinformação. A inteligência artificial sofreu críticas duras no início do ano após auxiliar na produção de conteúdo pornográfico.

Nos testes do portal, porém, os feeds exibiram conteúdos de diferentes veículos e linhas editoriais, sem viés evidente no uso inicial.

X agora tem feed personalizado diretamente pela IA Grok

(Imagem: Vitor Padua/Tecnoblog)

iPhone 16e tem redução de 39% no preço com cupom no Magalu

22 de Abril de 2026, 19:55
R$ 5.79939% OFF

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O iPhone 16e de 128 GB está saindo por apenas R$ 3.519 no Pix com o cupom ALO200 no Magazine Luiza. A oferta representa um desconto de 39% em relação ao preço inicial de R$ 5.799 pelo celular da Apple com processador A18 e a tela OLED de 6,1 polegadas.

iPhone 16e tem Apple A18 e tela OLED

Fotografia colorida mostra um iPhone 16e sendo segurado em uma mão. Ele está com a câmera frontal aberta.
iPhone 16e já começou a ser comercializado no Brasil (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O processador Apple A18 conta a CPU de seis núcleos que deve executar jogos pesados sem lentidão. A memória RAM de 8 GB entra para sustentar diversos processos em segundo plano. E o harware garante fluidez extrema durante navegação intensa, incluindo aplicativos de edição de vídeo e de fotos.

O visor Super Retina XDR com tecnologia OLED da Apple na tela de 6,1 polegadas mantém alto contraste e brilho, atingindo 1.200 nits para visualização clara sob sol forte. A densidade de 460 ppi garante textos nítidos e imagens sem serrilhados. E o vidro Ceramic Shield protege a estrutura contra danos por quedas.

A câmera traseira de 48 megapixels deve registrar fotografias nítidas com cores realistas, e utiliza estabilização óptica para evitar tremores em vídeos 4K. O sensor tem abertura f/1.6 para melhorar a entrada de luz natural. E o sensor para selfies oferece 12 megapixels de resolução.

Imagem mostra um iPhone 16e sendo segurado em uma mão. A parte traseira está para cima.
iPhone 16e é o modelo mais barato com acesso ao Apple Intelligence (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

A bateria de 4.005 mAh suporta recarga rápida de 20 watts por cabo USB-C. O corpo apresenta certificação IP68, suportando imersão em água por trinta minutos. E, lembrando, com o cupom ALO200 o iPhone 16e sai por apenas R$ 3.519 no Pix no Magalu, sendo uma ótima opção custo-benefício entre os celulares da Apple.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

iPhone 16e tem redução de 39% no preço com cupom no Magalu

iPhone 16e já começou a ser comercializado no Brasil (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

iPhone 16e é o modelo mais barato com acesso ao Apple Intelligence (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

iPhone 17e (256 GB) despenca 40% com cupom na melhor oferta que já vimos

21 de Abril de 2026, 16:17
R$ 5.799,0040% OFF

Prós
  • Chip Apple A19 de 3 nanômetros
  • Câmera wide de 48 MP
  • Pelo menos 5 anos de atualizações do sistema operacional
Contras
  • Não possui câmeras ultrawide e telefoto
  • Não tem Dynamic Island
  • Não vem com carregador
PIX Cupom
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O iPhone 17e de 256 GB caiu para R$ 3.499,92 no Pix aplicando o cupom GIMBAL10 na Amazon. A promoção representa um desconto de 40% em relação ao preço de lançamento de R$ 5.799, e é a melhor desde o lançamento do smartphone da Apple com chip A19, suporte ao MagSafe e RAM de 8 GB.

iPhone 17e tem processador Apple A19 com RAM de 8 GB

O iPhone 17e foi lançado no início de março de 2026 para suceder o anterior iPhone 16e e dar continuidade à linha de celulares custo-benefício da Apple. O smartphone é equipado com RAM de 8 GB e o novo chip A19 em uma versão com um chip a menos de GPU em relação ao iPhone 17 padrão, devendo oferecer desempenho elevado comparado ao iPhone 16e.

O novo iPhone também traz como novidade o suporte ao MagSafe, possibilitando o carregamento sem fio com conexão magnética, que não era possível no iPhone 16e. Outra novidade bem vinda foi que o iPhone 17e já foi lançado com 256 GB de armazenamento na versão mais barata, ampliando o espaço para aplicativos e arquivos.

Demais características permanecem as mesmas entre as gerações da linha “e” dos iPhones. O iPhone 17e conta com uma bateria de 4.005 mAh, que deve oferecer autonomia para até 26 horas de reprodução segundo a Apple. E tem uma câmera de 48 MP na traseira que filma em 4K a 60 fps, assim como a frontal de 12 megapixels.

Imagem mostra parcialmente a tela do iPhone 17e ligada no site do Tecnoblog
iPhone 17e apresenta notch como geração anterior, sem Dynamic Island (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

A tela conta com tecnologia Super Retina XDR OLED da Apple, mede 6,1 polegadas e atinge até 1.200 nits de brilho para oferecer excelente luminosidade em qualquer situação. O design é o mesmo da geração anterior, que segue o padrão com notch dos iPhones mais antigos (do iPhone 14 para trás), mas oferece resistência IP68 contra água e poeira.

Lembrando que hoje, o iPhone 17e de 256 GB vê uma redução significativa de preço, caindo para apenas R$ 3.499,92 no Pix aplicando o cupom GIMBAL10 na Amazon. O valor é bastante próximo ao que se pagaria por um iPhone 16e de 128 GB dependendo da promoção.

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iPhone 17e (256 GB) despenca 40% com cupom na melhor oferta que já vimos

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iPhone 17e recebe desconto inédito de 40% com cupom na Amazon; celular custo-benefício da Apple traz chip A19 avançado e suporte ao MagSafe

iPhone 17e (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O que é App Store? Conheça a loja de aplicativos do iPhone, iPad e Mac

20 de Abril de 2026, 15:29
Ícone da App Store
App Store da Apple (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

A App Store é a loja digital de aplicativos para dispositivos da Apple. A plataforma funciona como um canal de distribuição e venda de aplicativos mobile e para desktop, além de permitir a atualização de ferramentas baixadas, e assinaturas de serviços do ecossistema da Apple.

Você pode usar a App Store gratuitamente por meio de um ID Apple, mas alguns apps ou serviços só são disponibilizados mediante pagamento. Já desenvolvedores de aplicativos precisam pagar uma assinatura para publicar na plataforma, e ainda dão uma fatia de comissão à big tech referente ao montante total de vendas.

A App Store é exclusiva para dispositivos da Apple, como iPhone (iOS), iPad (iPadOS) e Mac (macOS). Isso significa que usuários de Android não podem usar a plataforma, já que o sistema operacional não é compatível.

A seguir, entenda o que é a App Store, saiba como ela funciona, e confira em quais dispositivos a plataforma está disponível.

O que é App Store?

App Store é a plataforma de distribuição de aplicativos voltados para dispositivos Apple. Em outras palavras, App Store é a loja digital gerenciada pela empresa da maçã, que reúne apps para iPhone, iPad, Mac, Apple Watch, Apple TV, Apple Vision Pro e alguns modelos de iPod.

Para que serve a App Store?

A App Store tem a função de listar, comercializar e distribuir aplicativos e serviços voltados para o ecossistema Apple de maneira segura. Inclusive, a nomenclatura “App Store” significa “Loja de aplicativos” em tradução livre, o que reforça sua proposta como uma plataforma para descoberta, aquisição e download de apps.

Para usuários, a App Store serve como uma biblioteca virtual para descobrir novos apps, instalá-los em seu aparelho Apple, bem como atualizar ferramentas já baixadas. Na plataforma, também é possível comprar aplicativos pagos e assinar serviços digitais.

Já para desenvolvedores, a App Store serve como uma vitrine para que eles possam disponibilizar ou vender os aplicativos criados.

Como funciona a App Store

O funcionamento da Apple Store é baseado em algumas etapas, que vão desde a publicação de uma ferramenta até a experiência pós-instalação.

Tudo começa quando um desenvolvedor elegível envia o aplicativo criado para a Apple. A big tech então valida questões de segurança, usabilidade e diretrizes da ferramenta e, se tudo estiver em conformidade, o app será publicado na App Store.

Conforme esse processo se repete, a App Store passa a catalogar mais aplicações em sua vitrine. Isso faz com que a plataforma se transforme em uma vasta biblioteca virtual de aplicativos que atende aos diferentes sistemas da Apple — como o sistema operacional do iPhone (iOS) ou de Mac (macOS), por exemplo.

Ilustração da App Store para Mac
Interface da App Store para Mac (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Os usuários então acessam a plataforma e buscam pelo aplicativo desejado. Algumas ferramentas podem ser baixadas e instaladas gratuitamente, enquanto outras exigem compra ou assinatura — que são feitas dentro da própria App Store.

Na plataforma, usuários poderão ver os aplicativos baixados na App Store, atualizar ferramentas e gerenciar compras e assinaturas de serviços vinculados ao ID Apple. Também será possível avaliar os apps e deixar comentários com elogios, sugestões ou críticas.

Os feedbacks de usuários são analisados pela Apple, que pode retirar ferramentas da App Store, se necessário. A empresa também gerencia tudo que acontece na plataforma para mantê-la segura e intuitiva.

É preciso pagar para usar a App Store?

Não, desde que você seja um usuário. É possível usar a App Store gratuitamente, bastando fazer login com um ID Apple para validar o acesso à plataforma. Você só terá de pagar por aplicativos ou serviços pagos que deseja adquirir.

No entanto, as regras mudam para desenvolvedores: eles precisam pagar uma taxa anual para publicar qualquer aplicativo na App Store. E além disso, devs também precisam dar parte da comissão adquirida com vendas do app (ou dentro de seus aplicativos) para a Apple.

A App Store está disponível em quais dispositivos?

A App Store está disponível para os seguintes aparelhos da Apple:

  • iPhones;
  • iPads;
  • iPods touch;
  • Macs;
  • Macbooks;
  • Apple TV;
  • Apple Watch;
  • Apple Vision Pro.

Onde fica a App Store no iPhone?

A App Store vem pré-instalada no sistema operacional do iPhone (iOS), e fica localizada na biblioteca de apps dos celulares da Apple. A plataforma pode ser identificada pelo ícone azul com um “A” branco.

Caso não esteja localizando a plataforma, basta tocar no campo de pesquisa “Buscar” e digitar “App Store” para encontrar a ferramenta.

Ilustração da plataforma App Store
Ícone da App Store no iPhone (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

É possível baixar a App Store no Android?

Não. A App Store só funciona em dispositivos da Apple, e não pode ser baixada em aparelhos Android ou que usam sistemas operacionais diferentes de iOS, iPadOS, macOS, tvOS, watchOS e visionOS.

Qual é a diferença entre App Store e Google Play?

App Store é uma plataforma gerenciada pela Apple que distribui aplicativos exclusivamente para iPhones, iPads, Macs, entre outros aparelhos da marca. Somente donos de dispositivos da Apple conseguem usar a App Store para instalar os aplicativos oferecidos em seus aparelhos.

Já o Google Play é a plataforma de distribuição de apps voltados para dispositivos Android. A loja digital é bem similar à App Store, mas só está disponível para donos de smartphones, tablets, TVs, smartwatches e outros dispositivos que utilizem o sistema operacional Android.

Muitas vezes, um mesmo aplicativo pode ser encontrado tanto na App Store quanto no Google Play. Se a pessoa tiver um iPhone, terá de usar a App Store para baixá-lo. Mas caso ela tenha um smartphone Android, terá de instalar a ferramenta via Google Play.

Qual é a diferença entre App Store e Apple Store?

App Store diz respeito à loja digital de aplicativos e serviços compatíveis com o ecossistema da Apple. Já Apple Store é a loja (física ou online) que vende os eletrônicos e acessórios da Apple.

Para entender de vez e memorizar: se você precisa baixar um aplicativo em seu iPhone, terá de usar a App Store; se você quiser comprar um iPhone, vai ter que acessar o site da Apple Store ou ir até uma das lojas físicas.

Por que a App Store não funciona?

Há casos em que você talvez não consiga acessar a App Store e visualize uma mensagem “Não pode conectar”. Dentre os principais motivos que impedem o funcionamento correto da App Store, estão:

  • Interrupção de serviço: o sistema da App Store pode estar fora do ar, impedindo o funcionamento da plataforma.
  • Falha de conexão: problemas de conexão ao Wi-Fi ou rede móvel podem impactar o funcionamento da App Store.
  • Atualizações pendentes: pode ser necessário atualizar o sistema operacional para a versão mais recente para usar a App Store.
  • Data e hora errada: data e hora incorretas afetam o funcionamento de diversos apps, incluindo a App Store.

Posso desinstalar a App Store do celular?

Sim, dependendo de sua localidade. Usuários da União Europeia (UE) e Japão podem desinstalar a App Store de iPhones ou iPads, desde que instalem uma loja de aplicativos alternativa antes, e a definam como padrão para a instalação de apps.

Já usuários do Brasil e de regiões fora da UE ou Japão não podem excluir a App Store dos dispositivos Apple.

Consigo instalar aplicativos fora da App Store no meu iPhone?

Sim. Usuários Apple da União Europeia e Japão podem instalar apps no iPhone ou iPad de lojas de aplicativo alternativas. Nessas mesmas localidades, também é possível baixar e instalar ferramentas no iPhone ou iPad direto de um site, via navegador web.

Além desses meios, você pode instalar apps que não estão na App Store em um iPhone que sofreu jailbreak, estando em qualquer localidade. O processo é similar à instalação de arquivos .APK no Android, mas vale ressaltar que o processo de jailbreak remove algumas restrições de segurança do iOS, o que deixa o aparelho mais vulnerável.

O que é App Store? Conheça a loja de aplicativos do iPhone, iPad e Mac

App Store da Apple (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

Interface da App Store para Mac (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Ícone da App Store no iPhone (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Apple vai corrigir mudança que impediu usuário de usar seu próprio iPhone

17 de Abril de 2026, 13:47
iPhone 17 Pro (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
iPhone ficou inacessível sem o caractere especial (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Resumo
  • A Apple trabalha em correção de mudança no teclado do iOS que impediu um usuário de digitar a senha de desbloqueio do iPhone.
  • O caso envolve o estudante Connor Byrne, que usou uma senha alfanumérica com o caractere caron (ˇ), removido do teclado tcheco na atualização do iOS 26.
  • Byrne disse, em entrevista, que pretende trocar o iPhone por um Android.

A Apple está trabalhando em uma correção para a mudança no teclado que impediu um usuário de digitar sua senha e, com isso, poder usar seu iPhone.

As informações foram obtidas pelo site The Register e são um desdobramento do caso do estudante Connor Byrne, que teve repercussão durante a semana. O conserto deve vir em uma futura atualização do iOS, mas ainda não se sabe como isso se dará na prática.

O que aconteceu com a senha do iPhone?

Celular exibe a tela da troca de senha do iPhone
PIN é a forma mais simples de senha (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Byrne usava uma senha alfanumérica (com letras, números e caracteres especiais) para desbloquear seu iPhone. Essa é uma opção menos conhecida de usuários do iOS, que geralmente preferem PINs (senhas numéricas) de quatro ou seis dígitos. As senhas alfanuméricas são mais seguras.

O estudante foi além e incluiu um caractere especial pouco comum na sua combinação: o caron ou háček, que é uma espécie de acento circunflexo invertido (ˇ).

O caron é usado em línguas bálticas e eslavas. Ele estava presente no teclado tcheco do iOS, mas foi removido na atualização para o iOS 26. Ainda é possível digitar letras com o sinal (“ě”, por exemplo), mas não o acento sozinho.

Byrne, então, deixou de ter como digitar sua senha e ficou sem acesso a fotos e arquivos, além de não poder usar o aparelho.

No Reddit, outras pessoas relataram problemas semelhantes: um usuário disse que não conseguiu mais digitar sua senha em um iPad depois do iPadOS 15, problema que só teria uma correção no iPadOS 17. O tablet, porém, não tinha suporte à atualização.

Estudante vai trocar iPhone por Android

Em entrevista ao Register, Byrne disse ter sentimentos contraditórios sobre a informação: estava impressionado por um conserto estar a caminho nove dias após o relato, mas também estava incrédulo que a mudança havia sido aprovada.

O estudante também revelou que, mesmo com o reparo, vai trocar de aparelho e comprar um com Android, em busca de câmeras melhores.

Com informações do Register

Apple vai corrigir mudança que impediu usuário de usar seu próprio iPhone

iPhone 17 Pro (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Veja o passo a passo para criar uma nova senha para o iPhone (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

iPhone 17e atinge o menor preço desde o lançamento em promoção no Magazine Luiza

17 de Abril de 2026, 10:54
R$ 5.799,0030% OFF

Oferta encerrada 🙁
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O iPhone 17e de 256 GB está em oferta por R$ 4.051 no Pix no Magazine Luiza, um desconto de 30% sobre o valor de lançamento de R$ 5.799 e a maior promoção desde o lançamento do gadget.

O mais recente celular acessível da Apple possui chip A19 de alta performance, câmera principal de 48 MP e tela OLED com brilho de até 1.200 nits.

iPhone 17e traz chip Apple A19 e câmera de 48 MP

O iPhone 17e pode ser o mais novo celular de “baixo custo” da Apple, mas não é fraco. Seu chip A19 de 3 nanômetros é o mesmo que equipa o iPhone 17, e aliado a 6 GB de RAM, entrega performance alta em multitarefa, apps e games. Os 256 GB de armazenamento oferecem espaço interno razoável para guardar fotos, vídeos e arquivos.

O painel Super Retina XDR OLED de 6,1 polegadas possui brilho de até 1.200 nits, garantindo a entrega de cores vibrantes e visibilidade clara mesmo sob luz forte. O revestimento do vidro Ceramic Shield 2 protege o display contra riscos e arranhões.

A traseira acomoda uma única câmera wide de 48 MP com estabilizador óptico de imagem (OIS), com um recurso de “zoom com qualidade óptica” de até 2x (na verdade, zoom digital com melhoramentos por algoritmo), enquanto a frontal de 12 MP tira selfies com alta resolução. Ambas gravam vídeos em 4K a 60 fps.

Imagem mostra parcialmente a tela do iPhone 17e ligada no site do Tecnoblog
iPhone 17e apresenta notch como geração anterior, sem Dynamic Island (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Sobre durabilidade, o corpo de alumínio do iPhone 17e conta com revestimento de vidro na traseira e o reforço da certificação IP68, que confere resistência contra poeira e mergulhos de até 6 m em água doce por no máximo 30 minutos.

Este celular se conecta com redes 5G, Wi-Fi 6, Bluetooth 5.3, NFC para ações por aproximação e suporta eSIM. Sua bateria de 4.005 mAh é compatível com MagSafe e tem autonomia para um dia inteiro de uso segundo a fabricante, além de suportar carregamento rápido que suporta uma carga de 50% em apenas 30 minutos.

O iPhone 17e (256 GB) roda iOS e é elegível a pelo menos cinco grandes atualizações do sistema operacional. O celular acessível da Apple sai por R$ 4.051 no Pix no Magazine Luiza, um abatimento de 30% em relação ao preço original e a maior oferta vista desde o lançamento.

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iPhone 17e atinge o menor preço desde o lançamento em promoção no Magazine Luiza

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iPhone 17e conta com chip A19, tela OLED e câmera de 48 MP; celular "baratinho" da Apple recebe desconto de 30% no Pix sobre preço original

iPhone 17e (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

iPhone 17 (256 GB) recebe desconto de 25% na melhor oferta recente

10 de Abril de 2026, 16:46
R$ 7.999,0025% OFF

Prós
  • Tela ProMotion com 120 Hz
  • Câmera frontal com 18 MP e ultrawide de 48 MP
  • Wi-Fi 7 e Bluetooth 6.0
  • Chip Apple A19 de 3 nanômetros
Contras
  • Não tem câmera teleobjetiva
PIX
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O iPhone 17 (256 GB) está disponível por R$ 6.029,10 no Pix no Mercado Livre. O smartphone da Apple com tela OLED e Apple Intelligence, lançado por R$ 7.999, teve uma redução de 25% no preço nesta oferta.

iPhone 17 tem Apple Intelligence, tela de 120 Hz e câmera que filma em 4K

Com o design moderno Dynamic Island, o iPhone 17 tem uma tela compacta Super Retina XDR OLED de 6,3 polegadas com taxa de atualização de 120 Hz. Reproduzindo imagens detalhadas e fluidas, o painel ainda conta com os recursos ProMotion e HDR.

Na parte de câmeras, o telefone tem um conjunto traseiro liderado pelo sensor de 48 MP para vídeos em 4K com Estabilização Óptica de Imagem (OIS). A câmera frontal de 18 MP promete selfies com alto nível de detalhes no Modo Retrato, além de registrar vídeos em 4K.

O iPhone 17 vem equipado com o chip Apple A19 combinado com 8 GB de RAM, garantindo alto desempenho para tarefas básicas e os recursos do Apple Intelligence. O telefone traz 256 GB de armazenamento interno, o que pode ser bastante limitado e exigir o uso do iCloud para expandir a memória.

Mão segurando iPhone 17 azul-névoa, com mesa em madeira como fundo
O iPhone 17 tem uma câmera dupla traseira com sensor de 48 MP (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O smartphone da Apple adota uma bateria de 3.692 mAh com autonomia para até 30 horas de reprodução de vídeo. Eventualmente exigindo mais de uma recarga diária para usuários ativos, o carregamento rápido de até 50 W recupera metade do tanque de energia em apenas 20 minutos na tomada.

Além do suporte para eSIM, o telefone conta com conexões 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 6.0, Ultra Wideband (UWB) e NFC. Em relação ao software, o aparelho vem de fábrica com o iOS 26 e receberá ao menos 5 grandes atualizações do sistema operacional da Apple.

Mantendo as características premium da marca, o iPhone 17 (R$ 6.029,10 no Pix) tem estrutura de alumínio e acabamento traseiro em vidro. Ademais, o certificado IP68 de resistência à água protege o aparelho de mergulhos acidentais de até 6 metros em água doce.

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iPhone 17 (256 GB) recebe desconto de 25% na melhor oferta recente

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iPhone 17 de 256 GB com Apple Intelligence, tela OLED e câmera de 48 MP fica mais barato com pagamento via Pix no Mercado Livre

O iPhone 17 pesa 177 gramas (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

iPhone 18 Pro pode trazer mini Dynamic Island e nova traseira

10 de Abril de 2026, 12:38
Mão segurando iPhone 17 azul-névoa, destacando a parte frontal e a lateral esquerda, enquadrando metade do aparelho, com mesa em madeira como fundo
Apple estaria testando protótipo com Ilha Dinâmica 35% menor (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Resumo
  • Apple estaria 2 variantes de tela para o iPhone 18 Pro.
  • Segundo o leaker Digital Chat Station, uma variante mantém a Dynamic Island atual e outra reduz o recorte, deixando-a em formato “mini”.
  • O rumor também sugere que a fabricante estuda novos materiais para a traseira do aparelho.

O design do futuro iPhone 18 Pro ainda não está finalizado, mas os bastidores da indústria começam a dar pistas sobre os próximos passos da Apple. Segundo o conhecido leaker Digital Chat Station, a fabricante estuda reduzir as dimensões da Dynamic Island e realizar ajustes sutis no acabamento da parte traseira do aparelho.

De acordo com a publicação, feita na rede social chinesa Weibo nessa quinta-feira (09/04), o objetivo seria corrigir escolhas de design introduzidas no iPhone 17 Pro que acabaram dividindo as opiniões do público.

O que mudaria na Dynamic Island?

O rumor gira em torno da dimensão do recorte superior da tela. Segundo o informante, a cadeia de suprimentos da empresa estaria conduzindo um cenário de testes com duas opções de hardware antes de autorizar o início da produção em massa.

A primeira alternativa manteria o molde de tela já existente, reaproveitando a mesma estrutura frontal adotada nos iPhones lançados no ano passado. Caso essa vertente seja a escolhida, a decisão resultaria em alterações nulas para o consumidor final.

Em contrapartida, a segunda opção introduziria o que o vazamento descreve como uma “Mini Ilha Dinâmica”. Essa versão reduzida do recorte seria viabilizada alterando a posição de alguns componentes do sistema Face ID. Na prática, os sensores de recepção infravermelha, responsáveis por ler a biometria facial em 3D, seriam posicionados por baixo da tela.

iPhone 17 Pro (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Sucessor do iPhone 17 Pro também pode trocar acabamento na traseira (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Traseira com novos materiais

Os rumores também fornecem indicativos sobre a parte traseira do celular. Respondendo a perguntas de seguidores no Weibo, a fonte detalhou que o bloco retangular, responsável por abrigar o conjunto de lentes da câmera, deverá permanecer idêntico ao adotado nos modelos de 2025. Contudo, a carcaça principal do telefone apresentaria pequenos ajustes nos materiais de construção para entregar um visual mais coeso e elegante.

Vale lembrar que o iPhone 17 Pro introduziu um design bicolor, caracterizado por uma quebra entre o chassi de alumínio e o recorte principal de vidro. Para a geração deste ano, a Apple adotaria a estética de dois tons, implementando uma transição mais suave e discreta entre o metal e o vidro traseiro. Adicionalmente, as opções de cores para o catálogo do iPhone 18 Pro também seriam reformuladas.

Considerando o histórico recente da Apple, a estratégia relatada pelos informantes acompanha o padrão de lançamentos da empresa. Como a geração de 2025 já apresentou inovações maiores, seria improvável que a fabricante promovesse grandes novidades em apenas um ano.

De qualquer forma, como o modelo ainda está nos estágios de engenharia e produção de protótipos, todas as informações circulam como rumor.

iPhone 18 Pro pode trazer mini Dynamic Island e nova traseira

A tela Super Retina XDR OLED abriga a Dynamic Island e tem taxa de atualização de 120 Hz (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

iPhone 17 Pro (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

iPhone dobrável deve chegar em setembro com preço acima de US$ 2.000

8 de Abril de 2026, 18:40
Ilustração de um iPhone dobrável
iPhone dobrável se mantém em 2026 (imagem: reprodução/9to5mac)
Resumo
  • A Apple deve lançar o iPhone dobrável em setembro de 2026, junto da linha iPhone 18 Pro.
  • O aparelho deve custar mais de US$ 2.000 e superar o preço de todos os iPhones e da maioria dos iPads.
  • A Apple teria resolvido problemas de durabilidade e vinco na tela. O aparelho deve ter interface híbrida, foco em mídia e formato próximo de um tablet.

A Apple deve entrar no mercado de celulares dobráveis em setembro de 2026, e já na faixa mais alta de preço. O primeiro iPhone com tela flexível deve custar mais de US$ 2.000 (cerca de R$ 10 mil em conversão direta) e chegar junto à linha iPhone 18 Pro.

Caso a informação se confirme, o iPhone Fold (ou iPhone Ultra, segundo rumores) chegaria mais caro que todos os iPhones e a maioria dos iPads. Para o Brasil, ainda que a Apple já seja conhecida por praticar preços elevados, isso pode significar um valor muito maior do que a maioria dos dobráveis mais populares. Um Mac Studio, que custa aproximadamente US$ 1.999, sai na loja oficial da Apple no Brasil por R$ 25 mil.

Ao menos a previsão de lançamento, que contraria relatos recentes de atraso, é positiva. Um relatório do Nikkei Asia publicado na terça-feira (07/04) apontava dificuldades na fase de testes que poderiam resultar em um adiamento dos dispositivos. No entanto, fontes ouvidas pelo jornalista Mark Gurman, da Bloomberg, indicam que o cronograma segue mantido.

Mesmo com possível estoque inicial reduzido nas primeiras semanas, a Apple estaria trabalhando para lançar o dobrável simultaneamente ou pouco depois dos modelos convencionais, segundo a agência.

Fim do vinco

A Apple chegaria mais tarde ao mercado de dobráveis — já dominado pela Samsung e fabricantes chinesas —, mas apostaria em refinamento técnico para se diferenciar.

Segundo fontes ligadas ao projeto, a empresa acredita ter avançado sobre dois dos principais problemas do segmento: a durabilidade da tela e o vinco central. Com o lançamento em setembro, a empresa deverá provar que a tecnologia no display é superior à vista no Oppo Find N6, anunciado no mês passado com esse mesmo diferencial, e, possivelmente, a da próxima geração do Galaxy Z Fold.

Quando aberto, o aparelho deve se aproximar da experiência de um tablet. Imagens vazadas recentemente indicam um dispositivo mais quadrado e menor do que os dobráveis mais famosos.

Foto de dummies em cor rosa de iphones em uma mesa.
Suposto protótipo do iPhone dobrável ao centro (imagem: Sonny Dickson/Bluesky)

A estratégia deve incluir também:

  • Interface híbrida: o iOS serria adaptado para que os aplicativos se comportem de forma semelhante ao sistema do iPad com a tela expandida.
  • Foco em mídia: o display teria orientação mais ampla em modo paisagem, favorecendo vídeos e jogos em relação aos dobráveis mais estreitos disponíveis hoje.

Estratégia de três anos

Segundo a agência, o dobrável é tratado como o segundo passo de um plano de três anos para reposicionar a linha iPhone.

No ano passado, a Apple já havia promovido mudanças com o iPhone Air. Neste aniversário de 20 anos, a empresa prepara uma reformulação mais ampla, seguindo o que fez há 10 anos com o lançamento do iPhone X.

A expectativa é elevar o preço médio de venda e impulsionar a receita. Em paralelo, a empresa deve reorganizar o calendário de lançamentos, com o iPhone 18e e uma nova versão do iPhone Air em 2027.

iPhone dobrável deve chegar em setembro com preço acima de US$ 2.000

(imagem: reprodução/9to5mac)

(imagem: Sonny Dickson/Bluesky)

O que é carregamento reverso? Veja como seu celular pode carregar outros dispositivos

8 de Abril de 2026, 10:13
imagem de dois smartphones xiaomi realizando o carregamento reverso
Entenda como funciona a tecnologia que transforma o smartphone em um “power bank” (imagem: Reprodução/Xiaomi)

O carregamento reverso é a tecnologia que transforma o smartphone em um carregador portátil improvisado para emergências. Com esse recurso, o usuário consegue carregar um celular com outro utilizando cabos USB-C ou apenas o contato por indução.

O sistema inverte o fluxo tradicional para transferir carga da bateria principal para acessórios ou outros aparelhos próximos. Tudo acontece via protocolo USB-OTG ou gerando um campo magnético que alimenta fones de ouvido e smartwatches.

A Samsung lidera o mercado Android com o Wireless Power Share nas linhas Galaxy S e nos dobráveis Z Fold e Z Flip. Enquanto isso, a Apple introduziu o compartilhamento cabeado no iPhone 15, garantindo fôlego extra para outros gadgets.

A seguir, conheça a tecnologia de carregamento reverso, como ela funciona detalhadamente e quais dispositivos podem transferir energia para outros aparelhos. Também saiba os pontos fortes e fracos de usar este método de carregamento no dia a dia.

O que é carregamento reverso?

O carregamento reverso é uma tecnologia que transforma o dispositivo em um “power bank” sem fio ou via cabo, permitindo compartilhar a bateria do celular com outros smartphones. Embora útil em emergências, o recurso possui baixa potência e drena rapidamente a bateria do aparelho principal, servindo apenas como “carga paliativa”.

Como funciona o carregamento reverso?

O carregamento reverso inverte o fluxo tradicional: o dispositivo atua como uma fonte de energia em vez de receber. O smartphone usa o hardware interno para alimentar periféricos ou outros celulares, seja por meio de conexões físicas ou campos magnéticos.

No modo com fio, o protocolo USB-OTG comanda o controlador de energia para inverter a polaridade da porta USB. Assim, o celular deixa de consumir eletricidade e fornece uma corrente contínua estável para o cabo conectado.

O sistema de gerenciamento de energia monitora constantemente a temperatura e a voltagem para evitar o desgaste excessivo da célula principal. Por segurança, a potência é reduzida, tornando essa tecnologia ideal para carregar acessórios menores ou emergências rápidas.

No formato sem fio, a bobina de indução padrão Qi inverte a função original para gerar um campo eletromagnético ativo sobre a parte traseira. Esse método converte energia química em ondas de rádio, resultando em maior dissipação de calor e menor rendimento energético.

infográfico explicando o carregamento reverso sem fio
Como ocorre o carregamento reverso por indução (imagem: Reprodução/Cosmo Magazine)

Carregamento reverso consome muita bateria?

Sim, o carregamento reverso consome energia de forma considerável. Isso ocorre devido à baixa eficiência térmica, o que faz perder muito mais energia na forma de calor durante a transferência do que o dispositivo receptor realmente recebe.

Embora a conexão via cabo OTG seja mais estável que o método por indução, o uso frequente acelera os ciclos de desgaste do hardware principal. Por isso, ele deve ser uma solução somente em casos de emergência.

Quais são os tipos de carregamento reverso?

Existem duas formas principais de carregamento reverso:

  • Carregamento com fio (via USB-C ou OTG): utiliza um cabo físico para enviar energia diretamente da porta USB do dispositivo para outro aparelho. É a forma mais estável e rápida de transferir carga entre baterias;
  • Carregamento sem fio (Wireless Power Sharing): usa as bobinas de indução internas do aparelho para criar um campo eletromagnético que carrega dispositivos compatíveis apenas por contato físico, mas lentamente e dissipando mais calor.
Um homem sorridente utiliza um smartphone OPPO azul para carregar simultaneamente um estojo de fones de ouvido e uma luminária de mesa via cabos USB, demonstrando a função de carregamento reverso.
O carregamento reverso via cabo é o mais recomendado devido à estabilidade e velocidade da transferência de energia (imagem: divulgação/OPPO)

Quais dispositivos suportam carregamento reverso?

Estas são algumas categorias de dispositivos que podem atuar como “estações de energia” portáteis com a tecnologia de carregamento reverso:

  • Smartphones (Android e iPhone): modelos premium como as linhas Samsung Galaxy S e o iPhone 15 ou superiores podem fornecer energia via cabo USB-C ou indução magnética para carregar fones e relógios;
  • Tablets de alto desempenho: iPads com porta USB-C e tablets da linha Galaxy Tab S utilizam as baterias generosas para carregar acessórios periféricos rapidamente por meio de cabos;
  • Notebooks com USB Power Delivery: devido à tecnologia USB-C PD, alguns notebooks modernos conseguem inverter o fluxo de energia para alimentar celulares e tablets, mesmo quando desconectados da tomada;
  • Acessórios e capas com padrão Qi: capas com bateria integrada ou módulos magnéticos podem receber e repassar carga, transformando o conjunto “celular+acessório” em um hub de carregamento para outros dispositivos menores.

Quais celulares da Samsung suportam carregamento reverso?

Estas são as linhas de smartphones da Samsung que contam com Wireless Power Share, recurso que transforma o dispositivo em um carregador portátil:

  • Linha Galaxy S (S10 em diante): presente em todos os modelos premium desde 2019, o recurso usa o padrão universal Qi para transferir energia para outro dispositivo ou acessórios;
  • Linha Galaxy Z Fold (todos os modelos): desde a primeira geração, o dobrável mais robusto da marca permite carregar outros gadgets apenas encostando-os na parte traseira;
  • Linha Galaxy Z Flip (Todos os modelos): o dobrável compacto oferece a recarga reversa por indução em todas as versões lançadas até hoje;
  • Linha Galaxy Note (Note 10 e Note 20): os últimos integrantes da linha com S Pen também contam com a tecnologia, garantindo energia compartilhada para fones e relógios.
imagem de celulares Samsung realizando carregamento reverso em outro celular, smartwatch e fone de ouvido
Desde o Galaxy S10, a Samsung permite que os smartphones premium sejam usados para carregamenro reverso sem fio (imagem: Reprodução/Samsung)

O iPhone carrega outro celular por indução?

O hardware do iPhone não foi desenvolvido para o carregamento reverso por indução. Suas bobinas internas são configuradas apenas para receber energia via padrão Qi ou MagSafe, sendo incapazes de transmitir carga sem fio para outros celulares.

No entanto, a linha iPhone 15 e modelos superiores permitem o compartilhamento de carga via porta USB-C. Utilizando o protocolo Power Delivery, o aparelho consegue alimentar acessórios ou outros smartphones de forma cabeada.

Dá para saber se meu celular suporta carregamento reverso?

Sim, uma forma rápida de saber se o celular tem tecnologia de carregamento reverso é acessando o menu de configurações de Bateria ou Conexões no sistema operacional. Procure por funções como Wireless Power Share ou Compartilhamento de Bateria, que habilitam o aparelho a transferir energia para outros acessórios.

Se a opção não estiver visível, consulte as especificações técnicas oficiais no site da marca ou na área Produtos do Tecnoblog. Se o modelo listar suporte para carregamento reverso com ou sem fio, ele está apto para transferir carga para outros dispositivos.

imagem de dois iphone realizando carregamenro reverso via cabo
A Apple apenas perminte o carregamento reverso cabeado no iPhone (imagem: Reprodução/Vegger)

Quais são as vantagens do carregamento reverso?

Estes são os pontos fortes da tecnologia de carregamento reverso:

  • Opção de emergência: atua como um “power bank” para uma carga rápida em outro celular ou acessórios quando não há tomadas por perto;
  • Ecossistema universal (Padrão Qi): a conveniência é democrática, permitindo transferir energia para aparelhos de diferentes marcas, desde que ambos suportem o padrão de indução sem fio;
  • Otimização de acessórios vestíveis: é a solução ideal para manter smartwatches e fones de ouvido carregados durante o trajeto para o trabalho ou em uma viagem, eliminando a necessidade de levar cabos específicos para cada gadget;
  • Redução da “ansiedade de bateria”: pode proporcionar paz de espírito ao usuário, transformando o celular principal em uma estação de carga centralizada que atende a todo o kit pessoal;
  • Sustentabilidade e menos e-lixo: ao transformar o smartphone em carregador, reduz-se a demanda por novos periféricos e baterias externas, combatendo o acúmulo de lixo eletrônico a longo prazo.

Quais são as desvantagens do carregamento reverso?

Estes são os pontos fracos do carregamento reverso:

  • Dreno acelerado no dispositivo hospedeiro: o aparelho principal consome sua própria carga rapidamente para alimentar o outro dispositivo, o que pode deixar o usuário na mão caso não monitore a porcentagem de energia restante:
  • Velocidade de carregamento limitada: a potência entregue é drasticamente menor que a de um carregador de parede, servindo apenas para “sobrevida” de acessórios ou carga de emergência em outros celulares;
  • Baixa eficiência e desperdício térmico: grande parte da energia compartilhada se dissipa como calor durante a transferência por indução, consumindo muito mais carga do hospedeiro do que o dispositivo receptor efetivamente armazena;
  • Exigência de alinhamento preciso: pequenos deslocamentos entre os aparelhos podem interromper o fluxo de energia por indução ou aumentar ainda mais a perda de eficiência por aquecimento;
  • Desgaste precoce das células de lítio: o calor gerado e os ciclos extras de carga e descarga aceleram o desgaste químico da bateria, reduzindo a vida útil do smartphone a longo prazo.
imagem de um tablet e um smartphone xiaomi realizando o carregamento reverso
O carregamento reverso deve ser uma opção de emergência, pois ele possui velocidade de carregamento limitada e drena mais energia do aparelho principal (imagem: Reprodução/Xiaomi)

Qual é a diferença entre carregamento reverso com fio e sem fio?

O carregamento reverso com fio é a função que usa o padrão USB para transformar o celular em um power bank, transmitindo energia diretamente via cabo para outros dispositivos. Por utilizar condutores metálicos, ele oferece alta eficiência energética, estabilidade constante e velocidades de recarga superiores.

O carregamento reverso sem fio transforma o smartphone em uma base de carregamento por indução, gerando um campo eletromagnético entre as bobinas internas para enviar energia. Embora ofereça a conveniência de eliminar fios, a tecnologia é mais lenta e exige um alinhamento preciso, resultando em maior dissipação de calor.

Qual é a diferença entre carregamento reverso e carregamento por indução?

O carregamento reverso é o método que inverte o fluxo de energia, transformando o smartphone em um carregador portátil para alimentar outros aparelhos e acessórios. Ele pode funcionar via cabo ou sem fio, usando a própria bateria do celular como fonte de carga.

O carregamento por indução é o processo de transferir energia de uma base conectada à tomada para o dispositivo via campos eletromagnéticos. O sistema utiliza bobinas de cobre para converter corrente alternada em contínua, abastecendo a bateria por contato.

O que é carregamento reverso? Veja como seu celular pode carregar outros dispositivos

Além de bateria robusta e carregamento rápido, OPPO A6 Pro possui carregamento reverso (imagem: divulgação/OPPO)

Seria este o iPhone dobrável? Imagem de protótipo cai na rede

7 de Abril de 2026, 13:06
Foto de dummies em cor rosa de iphones em uma mesa.
Protótipo sugere iPhone dobrável diferente de concorrentes (imagem: reprodução/Sonny Dickson)
Resumo
  • Uma imagem publicada no Bluesky mostra o protótipo físico do que seria o iPhone dobrável da Apple.
  • O formato é mais largo que o dos dobráveis atuais, indicando que, quando fechado, lembrará um passaporte.
  • Segundo rumores, o projeto ainda enfrenta indefinições técnicas, com a Apple avaliando o material da dobradiça e até o nome do produto.

Um possível protótipo do primeiro iPhone dobrável vazou na internet e acendeu uma sequência de rumores sobre o projeto. As imagens mostram um suposto modelo físico usado em testes de design, indicando um aparelho mais largo que os dobráveis atuais.

Os registros da unidade sem componentes internos, usada por fabricantes de acessórios e nas etapas iniciais de validação do design, foram compartilhados na rede social Bluesky pelo leaker Sonny Dickson, conhecido por antecipar detalhes de produtos da Apple.

Embora o projeto avance internamente, relatos da cadeia de produção indicam dificuldades técnicas que ainda podem adiar a chegada do modelo ao mercado. A esta altura, a Apple não parece ter decidido sequer como vai chamar o aparelho. O nome “iPhone Fold”, vale lembrar, não é oficial, e rumores da cadeia de suprimentos chinesa sugerem que a empresa pode batizá-lo de iPhone Ultra.

Exclusive First Dummies of what the final size of the iPhone Fold, iPhone 18 Pro and iPhone 18 Pro Max will look like.

— Sonny Dickson (@sonnydickson.bsky.social) 2026-04-07T06:00:47.598Z

Design “passaporte”

As imagens mostram um dobrável que se abre em uma tela interna ampla, com proporção mais próxima do quadrado. Diferente de modelos mais estreitos, o formato aposta no uso horizontal, o que pode favorecer leitura, multitarefa e consumo de conteúdo.

Quando fechado, o aparelho fica mais largo do que os smartphones tradicionais, lembrando o formato de um passaporte. O modelo vazado é mais pequeno e largo do que outros dobráveis, como um livrinho de passaporte.

Na parte externa, o módulo de câmeras aparece disposto na horizontal, ocupando boa parte da traseira. O conjunto reforça a ideia de um design menos “smartphone”, como os Galaxy Z Fold, e mais voltado para produtividade.

Materiais, dobradiça e o desafio do vinco

Ilustração de um iPhone dobrável
Apple ainda define materiais para o dispositivo (imagem: reprodução/9to5mac)

Apesar do avanço no design, o leaker Fixed Focus Digital sugere que a Apple ainda não definiu o material da dobradiça, avaliando opções como metal líquido e ligas de titânio. Relatos indicam que a empresa busca uma solução capaz de suportar um alto número de dobras sem comprometer a estrutura do display, o que tornaria o desenvolvimento mais complexo.

Display esse que, como especula-se há meses, deve ser fornecido pela Samsung. O rumor ganhou força após o presidente da companhia, Lee Cheong, afirmar que a fabricante se preparava para produzir painéis OLED dobráveis para “um cliente norte-americano”.

Na ocasião, a Samsung não citou a Apple diretamente, mas a informação foi associada ao projeto por veículos da imprensa sul-coreana. Meses depois, a fornecedora apresentou publicamente o protótipo de tela sem vinco, que deve chegar na próxima geração de dobráveis da marca. A tecnologia já não é mais uma grande novidade, já que a Oppo se adiantou com o lançamento do Find N6.

Outros rumores, divulgados por leakers da indústria, apontam que a Apple estaria testando baterias entre 5.400 mAh e 5.800 mAh.

Lançamento distante e atrasos na produção

Mesmo com o avanço no desenvolvimento, o lançamento ainda parece distante. O Nikkei Asia aponta que a Apple enfrentou mais problemas do que o esperado na fase de testes de engenharia do dobrável.

Segundo as fontes ouvidas pelo jornal, os desafios, incluindo negociações de custo com parceiros de manufatura e a indefinição sobre componentes, são mais complexos do que o previsto e podem atrasar o cronograma de produção. A previsão mais comum é de que o dispositivo chegue em setembro deste ano.

Seria este o iPhone dobrável? Imagem de protótipo cai na rede

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Vazamento sugere formato mais largo, em design "passaporte". Rumores também indicam desafios técnicos que podem adiar o lançamento da Apple.

(imagem: reprodução/9to5mac)

Por que os astronautas levaram o iPhone ao espaço?

6 de Abril de 2026, 18:45
“Casa, vista da Orion”: NASA revelou foto tirada com o iPhone 17 Pro Max (imagem: divulgação)
Resumo
  • A NASA autorizou celulares pessoais em missões espaciais em fevereiro de 2026. A Artemis II usou essa regra. O Reid Wiseman publicou fotos da Terra e da Lua feitas com um iPhone 17 Pro Max dentro da cápsula Orion.
  • A Artemis II é a primeira missão lunar tripulada do século XXI. A missão alcançou 406.000 quilômetros da Terra e superou o recorde da Apollo 13, de 1970.
  • O programa Artemis reúne a NASA, a ESA e a AEB. O plano prevê volta à superfície da Lua até 2028, criação de uma base lunar e missões futuras a Marte.

A Missão Artemis II chegou à órbita da Lua nesta segunda (6) e já entrou para a história com belas (e atuais) imagens da Terra e da Lua, registrando a volta do ser humano ao nosso satélite natural após 53 anos. Diferentemente de outras fotos encontradas na internet, os registros feitos diretamente da cápsula Orion, onde viajam os quatro tripulantes da missão, foram feitos pelos próprios iPhones dos astronautas.

Vale lembrar que essa é uma decisão recente: a NASA permitiu que os astronautas levassem dispositivos portáteis pessoais apenas em fevereiro deste ano.

Numa das primeiras imagens, o comandante da missão, Reid Wiseman, aparece observando o planeta Terra. Na tripulação da Orion estão também o canadense Jeremy Hansen e os americanos Victor Glover e Christina Koch.

Terra vista da Missão Artemis 2 (2026)
Já esta foi feita com uma Nikon (foto: divulgação/NASA)

Ida à Lua no século XXI

A Missão Artemis II é parte do Acordo Artemis, que envolve diversas agências espaciais pelo mundo, incluindo a NASA, dos Estados Unidos, a ESA, da Europa e a própria AEB, Agência Espacial Brasileira. A ideia é levar o ser humano de volta à superfície da Lua até 2028, além de estudar a possibilidade de montar uma base fixa no satélite natural da Terra no futuro. Mais à frente, o objetivo é chegar a Marte.

Primeira missão lunar tripulada no século, a Artemis II também marca a maior distância já percorrida por seres humanos para além da Terra: 248.655 milhas (cerca de 406 mil quilômetros), segundo a NASA, superando a missão Apollo 13, de 1970. Mas, dessa vez, com as tecnologias atuais, a viagem tem sido acompanhada e transmitida ao vivo pela agência espacial, sendo possível assisti-la diretamente no YouTube.

Traseira iPhone 17 Pro Max
iPhone 17 Pro Max foi o celular usado por Reid Wiseman para tirar a primeira foto inteira da Terra em mais de 50 anos (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Os astronautas também fazem seus próprios registros e dão atualizações da missão em tempo real, rendendo tuítes do comandante Reid diretamente da Orion, assim como a imagem do iPhone 17 Pro Max. A tripulação também levou uma Nikon D5.

Segundo o site USA Today, isso foi possível graças a uma nova regulamentação da NASA, que está em vigor desde fevereiro de 2026, logo antes da missão Crew-12, da SpaceX, empresa espacial de Elon Musk. Ela marcou o décimo terceiro voo comercial para a órbita da Terra.

Outros objetos terráqueos no espaço

Não foram a Crew-12 e a Artemis II que inauguraram a ida de objetos terráqueos do dia a dia ao espaço. Em 2018, a SpaceX enviou ao espaço um carro Falcon Heavy, que no momento está vagando pela Via Láctea, pouco depois de Marte. Até agora, já foram mais de 5,3 órbitas ao redor do Sol – e contando. É possível acompanhar a localização e outras informações curiosas sobre a viagem do automóvel num site especial.

Bonequinhos de LEGO enviados ao espaço, Juno (2011)
Bonequinhos de Lego enviados junto ao satélite Juno rumo a Júpiter, onde seguem a bordo desde 2011 (imagem: divulgação/National Space Centre)

Também há peças de Lego vagando pelo espaço neste momento, por mais estranho que pareça. A missão Juno, de 2011, levou uma “tripulação” de três bonequinhos de LEGO feitos com alumínio espacial, representando justamente Júpiter e Juno, além de Galileo Galilei, astrônomos que descobriu quatro das luas de Júpiter ainda em 1610.

Aparentemente, a LEGO tem um apreço pelas missões espaciais, já que a própria Artemis I, que foi à Lua sem tripulação, tinha quatro bonequinhos da marca a bordo, segundo a National Space Centre.

Por que os astronautas levaram o iPhone ao espaço?

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Foto da Terra tirada pelo astronauta Reid Wiseman durante a Missão Artemis II

iPhone 17 Pro Max (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Bonequinhos de LEGO enviados junto ao satélite Juno rumo a Júpiter, onde seguem a bordo desde 2011.

Nova função do WhatsApp ajuda a liberar espaço no celular

26 de Março de 2026, 12:56
Imagem mostra o logo do WhatsApp ao centro, sobre um fundo verde com faixas diagonais em verde mais claro. O logo consiste em um balão de diálogo branco com um contorno verde mais escuro, contendo um ícone de telefone branco dentro. Na parte inferior direita, o logotipo do "Tecnoblog" é visível, em fonte de cor branca.
WhatsApp introduz gerenciamento de armazenamento nas conversas (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • WhatsApp lançou uma função para identificar e apagar arquivos grandes, liberando espaço no celular.
  • A atualização permite o uso de duas contas simultâneas no iPhone e facilita a transferência de dados entre sistemas.
  • Também há novos recursos de IA, que incluem edição de imagens e sugestões automáticas de respostas e figurinhas.

Em meio às conversas de amigos e grupos de família, há sempre muitos arquivos de mídia que acabam enchendo a memória dos aparelhos. Agora, o WhatsApp facilitou o caminho para encontrar e apagar arquivos grandes dentro de uma conversa específica, sem deletar o histórico de mensagens.

O recurso chega junto a um pacote de atualizações divulgado pela plataforma, que inclui também duas contas simultâneas no iPhone, transferência de dados facilitada entre sistemas e novos recursos de IA.

Como limpar o armazenamento

O caminho para organizar a bagunça dos arquivos ficou bastante intuitivo. Como adiantado em testes do WhatsApp Beta em 2025, para liberar espaço, basta:

  1. Entrar no chat desejado;
  2. Tocar no nome do contato ou do grupo no topo da tela;
  3. Escolher a opção “Gerenciar armazenamento”.

Dentro dessa nova aba, o sistema lista os documentos, fotos e vídeos mais pesados no topo, permitindo que você identifique facilmente esses arquivos. Outra alternativa é usar a tradicional função de “limpar conversa” e marcar a caixa para apagar somente os arquivos de mídia.

Para quem pretende fazer esse processo considerando todos os arquivos de mídia do app, o caminho segue o mesmo. Na aba “Você” (sua foto de perfil), encontre a opção de gerenciar armazenamento nas configurações de armazenamento e dados.

Duas contas no iPhone e transferência entre sistemas

Resolvido o problema do espaço, a atualização também mira em quem precisa separar a vida pessoal do trabalho. Assim como no Android, os usuários do ecossistema da Apple agora podem conectar duas contas diferentes ao mesmo tempo no mesmo aparelho.

Ainda falando sobre a troca de aparelhos, o WhatsApp reforçou sua ferramenta de transferência nativa. O processo para levar o histórico completo (com todas as mídias) de um iOS para um Android, ou mesmo entre celulares com o mesmo sistema, passou a exigir menos etapas de configuração.

Retoques com IA e figurinhas por emoji

Ilustração com a marca do WhatsApp e a marca da Meta AI
Meta expande IA nas conversas no WhatsApp (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Fechando a rodada de anúncios, a Meta decidiu aumentar a integração da Meta AI às conversas. A principal mudança está no envio de imagens, com a possibilidade de remover objetos indesejados da foto, trocar o plano de fundo ou aplicar filtros antes de enviar.

Para quem busca agilidade na digitação, a assistente virtual passará a sugerir respostas automáticas baseadas no contexto da conversa. Para quem prefere se comunicar com imagens, o app passará a sugerir figurinhas automaticamente ao digitar um emoji — basta um toque para substituir.

Todas as novidades estão sendo liberadas de forma gradual e devem chegar a todos os usuários em breve.

Nova função do WhatsApp ajuda a liberar espaço no celular

Marca do WhatsApp (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Chat com Meta AI irá aparecer no WhatsApp dos brasileiros (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

iPhone 15 cai 47% em oferta por até 12x sem juros na loja Magalu no AliExpress

25 de Março de 2026, 16:42
R$ 7.299,0047% OFF

Oferta encerrada 🙁
Avise-me por e-mail
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O iPhone 15 está saindo por apenas R$ 3.840,44 em até 12x sem juros com o cupom NIVER6 na loja do Magazine Luiza no AliExpress. Mas corra porque o cupom acaba ainda hoje. O desconto é de 47% sobre o preço original de R$ 7.299, e a título de comparação, o preço em oferta também fica 34% abaixo do iPhone 17e (R$ 5.799).

E o celular da Apple leva vantagem pelo conjunto de câmeras mais avançado e versátil em relação a outros modelos.

iPhone 15 tem câmera ultrawide e modo Cinema

A principal vantagem do iPhone 15 em relação a outros celulares mais baratos da Apple (leia-se a linha iPhone e) se concentra nas câmeras. Enquanto o iPhone 16e e o iPhone 17e trazem apenas uma lente traseira principal de 48 MP, o iPhone 15 também é equipado com um ultrawide de 12 MP, mais adequado para fotos amplas de paisagem.

Além disso, o iPhone 15 oferece mais modos de câmera, que também contribuem para a qualidade e versatilidade dos conteúdos produzidos. Aqui, se destacam o modo Cinema e o modo Ação, ausentes no iPhone 16e e iPhone 17e. Respectivamente, as funções entregam efeito de profundidade e estabilização em filmagens.

O Dynamic Island também se destaca por não aparecer nos outros modelos, e torna a tela do iPhone 15 mais interativa e funcional em comparação. E a própria qualidade do display é superior, com já que oferece maior resolução (2.556 x 1.179 pixels) e brilho mais intenso (até 1.200 nits), garantindo melhor visibilidade sob luz solar.

Tela do iPhone 15 (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Tela do iPhone 15 (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Contudo, vale reconhecer que o iPhone 17e corrigiu a falta do MagSafe nessa geração, e tanto ele quanto o iPhone 16e são equipados com processadores mais recentes. Mesmo assim, o chip A16 Bionic do iPhone 15 que sai por R$ 3.840,44 em até 12x com o cupom NIVER6 ainda deve entregar excelente desempenho para jogos e apps pesados.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

iPhone 15 cai 47% em oferta por até 12x sem juros na loja Magalu no AliExpress

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iPhone 15 tem câmera ultrawide, modo Cinema e tela mais brilhante que a do iPhone 17e; cupom em celular da Apple acaba hoje

Tela do iPhone 15 (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
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