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Xiaomi vai vender dois novos smartphones no Brasil

18 de Setembro de 2026, 11:14
Redmi Note 17 Pro vem em quatro opções de cores (imagem: divulgação)
Resumo
  • Xiaomi prepara o lançamento de dois novos smartphones no Brasil: Redmi Note 17 Pro e Poco X8.
  • Os aparelhos foram certificados pela Anatel e têm características similares, incluindo tela AMOLED de 6,83″ e processador Snapdragon 6s Gen 4.
  • Os modelos devem ter baterias de 8.300 mAh ou 9.000 mAh em silício-carbono.

Mais um membro da família Redmi Note 17 recebeu a aprovação da Anatel: é o Redmi Note 17 Pro. O modelo é acompanhado na certificação pelo primo Poco X8, já que ambos compartilham muitas características em comum.

O Redmi Note 17 Pro usa os códigos de modelo 2607DRA18T e 2607DRA18G, enquanto o Poco X8 é o 2607DPC18G. O certificado foi emitido na última terça-feira (15/09) pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), conforme revelam os documentos vistos em primeira mão pelo Tecnoblog.

Captura de tela do certificado de homologação do Redmi Note 17 Pro e Poco X8
Certificado de homologação do Redmi Note 17 Pro e Poco X8 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Por dentro e por fora, os dois smartphones têm características quase idênticas:

Os modelos divergem em três aspectos:

  • O Poco X8 não possui IP, enquanto o Redmi Note 17 Pro tem IP68/69K (dependendo do mercado)
  • A sua segunda câmera traseira é uma mera câmera de 2 megapixels para detectar profundidade, já o Redmi Note 17 Pro usa uma ultrawide de 8 megapixels
  • O design, especialmente as cores e o formato da “ilha” das câmeras
Imagem de divulgação do Xiaomi Poco X8, mostrando suas três opções de cores
Poco X8 tem três opções de cores e design similar ao Redmi Note 17 Pro (imagem: divulgação)

Na caixa, ambos serão acompanhados de carregador de 67 Watts, modelos MDY-15-ET ou MDY-20-EV.

Os celulares também divergem em suas memórias: apenas o Redmi Note 17 Pro oferece opção de 512 GB de armazenamento em alguns países. A memória RAM pode ser de 6 GB, 8 GB ou 12 GB, dependendo de onde é vendido.

A certificação do Redmi Note 17 Pro vem para acompanhar os “irmãos menores” Redmi Note 17 4G e 5G, que já receberam a aprovação da agência. Apenas o Redmi Note 17 Pro Max, com especificações superiores e bateria de até 10.000 mAh, ainda não recebeu o aval.

Foto de certificação do carregador MDY-20-EV da Xiaomi
Carregador MDY-20-EV, uma das opções que virá na caixa do Poco X8 e Redmi Note 17 Pro (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Xiaomi vai vender dois novos smartphones no Brasil

Redmi Note 17 Pro vem em quatro opções de cores (imagem: divulgação)

Certificado de homologação do Redmi Note 17 Pro e Poco X8 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Por que o Windows 11 não tinha Barra de Tarefas móvel? Microsoft explica

17 de Setembro de 2026, 16:09
Barra de Tarefas móvel no Windows 11
Barra de Tarefas, agora móvel no Windows 11 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
Resumo
  • A Barra de Tarefas do Windows 11 foi desenvolvida do zero e não reaproveitou a implementação existente no Windows 10, o que tornou complexo adicionar a funcionalidade de mobilidade.
  • A Microsoft priorizou recursos mais importantes durante o lançamento do Windows 11, considerando que a demanda por essa funcionalidade não era alta o suficiente.
  • A funcionalidade de mover a Barra de Tarefas para diferentes locais da tela foi liberada em uma atualização de setembro de 2026, que pode ser ativada por meio das configurações do sistema.

Lançado em 2021, o Windows 11 chegou com algumas diferenças funcionais notáveis em relação ao Windows 10 (e versões anteriores). Uma delas estava na Barra de Tarefas, que não era móvel. O problema foi corrigido recentemente. Mas uma dúvida ficou no ar: por que o componente tinha essa limitação? A resposta foi dada pela própria Microsoft, discretamente.

No Windows 10, você pode mover a Barra de Tarefas para o topo ou para as laterais da tela com um simples arrastar do cursor do mouse. É por isso que, no primeiro contato com o Windows 11, fiquei surpreso ao descobrir que a Barra de Tarefas não podia ser movimentada ali.

Surpreso, mas não decepcionado, afinal, não uso a Barra de Tarefas em um local diferente do padrão. Mas, pelo jeito, muita gente usa. Tanto que a Microsoft passou os anos seguintes recebendo queixas de usuários insatisfeitos com essa restrição.

A solução só surgiu cinco anos depois. A dúvida continuou, porém: por que a Barra de Tarefas do Windows 11 não era móvel desde o início?

Eis que, ao investigar o assunto, o Windows Latest descobriu uma sessão de perguntas e respostas para participantes do programa Windows Insider realizada em abril de 2022 por Tali Roth, uma gerente de produtos da Microsoft. Uma das perguntas respondidas pela executiva tratava justamente da Barra de Tarefas “imóvel”.

Roth explicou que a Barra de Tarefas do Windows 11 foi desenvolvida praticamente do zero, ou seja, não reaproveitou a implementação existente no Windows 10. Mas fazer a nova Barra de Tarefas se mover não era uma tarefa simples:

Quando você pensa em ter a Barra de Tarefas à direita ou à esquerda, de repente o redimensionamento e o trabalho que todos os aplicativos precisam fazer para oferecer uma experiência excelente nesses ambientes se tornam enormes.

Tali Roth, gerente de produtos da Microsoft

A movimentação da Barra de Tarefas exige que aplicativos e outros elementos se adaptem à nova disposição, o que requer ajustes de layout, escala e afins. O Windows 10 já contava com isso. O Windows 11, por outro lado, introduziu recursos de interface mais modernos, mas que, até o lançamento do sistema, não tratavam desse aspecto.

Então, para não prejudicar o lançamento o Windows 11, a Microsoft optou por priorizar os recursos mais importantes. A mobilidade da Barra de Tarefas não era um deles, razão pela qual foi deixada de lado. Um dos critérios que a companhia usou para isso foi o entendimento de que não havia demanda alta o suficiente para priorizar a mudança de posição do componente (mas havia).

Configurando a posição da Barra de Tarefas no Windows 11
Configurando a posição da Barra de Tarefas no Windows 11 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Agora o Windows 11 tem Barra de Tarefas móvel

Depois de um período de testes, a Microsoft liberou uma atualização para o Windows 11 em agosto que trouxe a Barra de Tarefas móvel de volta às versões finais do sistema operacional.

Na época, aquela era uma atualização opcional. A liberação oficial ocorreu neste mês, com o Patch Tuesday de setembro de 2026 (KB5124008), cuja instalação é automática.

Mas, ao contrário do Windows 10, não é possível mover a Barra de Tarefas usando o mouse. Para mudar a posição do componente, vá em Configurações / Personalização / Barra de Tarefas / Comportamento da Barra de Tarefas / Posição da Barra de Tarefas. Ali, escolha o local onde a barra deve ficar.

É claro que esse procedimento só funcionará após a atualização ser instalada. Se nem isso funcionar, aguarde um pouco. A liberação para o seu computador deverá ocorrer nos próximos dias.

Por que o Windows 11 não tinha Barra de Tarefas móvel? Microsoft explica

Barra de Tarefas móvel no Windows 11 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Configurando a posição da Barra de Tarefas no Windows 11 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Spotify traz programa de monetização para podcasts ao Brasil

17 de Setembro de 2026, 15:02
Dois logos do Spotify em close-up sobre um fundo escuro. Cada logo é um círculo verde vibrante com três barras horizontais curvas e brancas em seu interior, representando ondas sonoras. Na parte inferior direita, está o logotipo do "Tecnoblog".
Spotify Partner Program está sendo expandido para outras regiões (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Spotify lançará seu programa de monetização para podcasts no Brasil.
  • O programa oferece três formas de monetização: tempo de reprodução para assinantes Premium, publicidade automática para usuários gratuitos e patrocínios diretos com marcas.
  • Para participar, é necessário ter mil membros do público do Spotify e 2 mil horas de reprodução nos últimos 30 dias, com pelo menos três episódios lançados.

O Spotify anunciou nesta quinta-feira (17/09) que trará o Spotify Partner Program ao Brasil. A iniciativa, até então em funcionamento nos Estados Unidos, Europa e na Austrália, será disponibilizada nos próximos meses. O programa permite que produtores de podcasts e videocasts no país monetizem seus programas dentro da plataforma por meio de diferentes fontes de receita.

O modelo é semelhante ao adotado por outras plataformas de streaming, como o YouTube. Criadores poderão receber repasses relacionados ao tempo de consumo de vídeos por assinantes ou à publicidade automática que aparece para usuários gratuitos.

A novidade deve facilitar a rentabilidade de programas que, até então, precisam buscar por anunciantes diretamente. Nesses casos, porém, o Spotify também disponibilizará ferramentas de gerenciamento. Vale lembrar que o próprio serviço estaria testando uma ferramenta para pular esses anúncios.

Além do Brasil, o Spotify Partner Program será expandido para mais de 35 países e territórios. Na América Latina, a lista inclui México, Colômbia, Chile, Peru, Equador, Argentina, Uruguai, Paraguai e Bolívia. A disponibilização para os novos mercados será gradual e está prevista para os próximos meses.

Como podcasts podem ser monetizados?

banner do Spotify com o título do programa Spotify Partner Program
Programa de monetização considera tempo de reprodução e anúncios automáticos (imagem: divulgação/Spotify)

O Spotify Partner Program combina três formas de monetização para os programas participantes:

  • Vídeos para assinantes Premium: criadores recebem de acordo com o tempo de reprodução de videocasts assistidos por usuários do plano Premium.
  • Publicidade automática: anúncios podem ser inseridos nas versões gratuitas dos programas no Spotify e em reprodutores de terceiros.
  • Patrocínios diretos: o criador pode negociar campanhas com marcas e usar as ferramentas do Spotify para gerenciamento e acompanhamento dos resultados. Nesse caso, 100% da receita do patrocínio fica com o podcaster.

Para fazer parte do programa de monetização, é preciso ter mil membros do público do Spotify e 2 mil horas de reprodução nos últimos 30 dias, com pelo menos três episódios lançados.

Segundo o Spotify, os pagamentos mensais aos programas participantes cresceram mais de um terço desde que a empresa flexibilizou os critérios de elegibilidade. Os videocasts incluídos no programa também tiveram aumento médio de mais de 45% nas horas de consumo desde o lançamento da iniciativa.

Entre os exemplos citados pela plataforma estão o podcast SOLVED, de Mark Manson, que triplicou sua base de ouvintes no Spotify, e Mystery Mondays, de Bella Fiori, que passou a financiar campanhas sociais com a receita obtida pelo programa.

Premium terá menos anúncios em videocasts

Spotify possui espaço destinado a podcasts e videocasts (gif: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

A novidade também muda a experiência dos assinantes que acompanham podcasts em vídeo. Nos programas participantes, o Spotify deixará de exibir os anúncios dinâmicos inseridos automaticamente durante a reprodução.

Os intervalos comerciais gravados pelos próprios apresentadores, porém, continuam aparecendo. Isso inclui os patrocínios negociados diretamente entre os criadores e as marcas.

Spotify traz programa de monetização para podcasts ao Brasil

Spotify (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

(imagem: divulgação/Spotify)

Melhor Kindle em 2026: qual leitor de livros digitais comprar?

17 de Setembro de 2026, 13:29
Foto do Kindle Colorsoft
Kindle Colorsoft traz tela colorida, sendo ideal para quadrinhos e HQs; confira outros modelos Kindle que valem a compra (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O portfólio de e-readers da Amazon conta com oito modelos de Kindle disponíveis no Brasil em 2026, que atendem a públicos, orçamentos e requisitos de leitura diferentes.

As versões básica e Paperwhite funcionam bem para leituras de conteúdos em preto e branco. Já o Kindle Colorsoft oferece tela coloridas, enquanto as variantes Scribe habilitam anotações na tela com canetas.

Para te ajudar na escolha do melhor leitor digital para o seu dia a dia, o Tecnoblog avalia os prós e contras de cada Kindle a seguir.

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Kindle Paperwhite (12ª Geração)


Prós
  • Tela de 7″ com 17 LEDs
  • 25% mais rápido que seu antecessor
  • Bateria dura até 3 meses
  • Proteção IPX8 contra água
Contras
  • Sem sensor de luz adaptável
  • Não tem suporte para recargas sem fio
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O Kindle Paperwhite de 12ª geração (2024) é uma versão para quem quer ir além do básico. Ele inclui uma tela de 7″ com 300 ppi e design liso, além de iluminação embutida com 17 LEDs e tecnologia antirreflexo para facilitar a leitura em ambientes bem iluminados.

Com 16 GB de memória interna, o Kindle também se destaca por oferecer rolagens e trocas de página 25% mais rápidas que seu antecessor. Uma das vantagens em relação ao modelo básico está na proteção IPX8, suportando submersão em água doce de até 2 metros por uma hora.

A bateria promete uma autonomia de até três meses. O e-reader não tem sensor de luz adaptável como em versões mais avançadas, mas oferece ajuste de temperatura de luz para leituras mais confortáveis sob luz do Sol ou à noite.

Dimensões e peso: 176,6 mm (A) x 127,5 mm (L) x 7,8 mm (E); 211 g

Kindle Paperwhite Signature Edition (12ª Geração)


Prós
  • Tela de 7″ com sensor de luz adaptável
  • 32 GB de memória interna
  • 20% mais rápido que seu antecessor
  • Compatível com carregamento sem fio
  • Proteção IPX8
Contras
  • Mais caro que a versão Paperwhite
  • Sem tela colorida
  • Desempenho similar ao da versão Paperwhite
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O Kindle Paperwhite Signature Edition (12ª Geração) implementa algumas melhorias em relação à versão Paperwhite. Sua tela também possui 7″, 17 LEDs e tecnologia antirreflexo. Contudo, o display chega com sensor de luz adaptável, que ajusta a luz frontal automaticamente de acordo com o ambiente.

O dispositivo possui 32 GB de armazenamento, oferecendo o dobro de memória interna para armazenar livros e documentos. Ele também é 20% mais rápido que a versão antecessora.

A bateria pode durar até três meses e leva aproximadamente 5 h para uma carga completa com adaptador de 9 W. Mas outro diferencial está na compatibilidade com carregamento sem fio, embora o carregador não acompanhe o produto na caixa.

Dimensões e peso: 176,7 mm (A) x 127,5 mm (L) x 7,8 mm (E); 214 g

Kindle (11ª geração)


Prós
  • Design leve e compacto
  • Tela com tecnologia antirreflexo
  • Densidade de pixels de 300 ppi
  • Bateria com autonomia de até 2 meses
Contras
  • Apenas 4 LEDs de iluminação
  • Não tem proteção contra água
  • Sem tela colorida
  • Sem ajuste de temperatura de luz
  • Não tem sensor de luz adaptável
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O Kindle de 11ª geração é o modelo mais básico do portfólio, e se destaca pelo preço mais acessível. Ele é compacto e pesa apenas 158 g para facilitar a portabilidade. A tela e-ink de 6″ possui antirreflexo e 300 ppi, mas conta apenas com 4 LEDs e pode acumular mais poeira por conta do relevo da carcaça.

O e-reader ainda conta com bateria que dura até dois meses e 16 GB de memória interna. Porém, é bom evitar leituras na banheira ou à beira da piscina, já que o dispositivo não tem proteção contra água.

Dimensões e peso: 157,8 mm (A) x 108,6 mm (L) x 8 mm (E); 158 g

Kindle Scribe Colorsoft


Prós
  • Tela Colorsoft de 11″
  • Display simula escrita no papel
  • Tem sensor de luz adaptável
  • Inclui caneta para anotações
  • Compatível com ferramentas de IA
  • 64 GB de memória interna
Contras
  • Custo elevado
  • Densidade de pixels cai para 150 ppi em documentos coloridos
  • Mais pesado que outros modelos
  • Sem certificação IP
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O Kindle Scribe Colorsoft é o e-reader mais avançado da Amazon. O principal destaque está na tela colorida de 11″ compatível com caneta (inclusa na caixa) para anotações. Inclusive, o display tem superfície texturizada e resposta ultrarrápida para simular uma experiência de escrita mais natural.

O dispositivo conta com 64 GB para armazenar HQs, livros, entre outros documentos. Também há suporte para ferramentas de IA que otimizam a experiência, como bate-papo e resumos automáticos.

A bateria tem autonomia de até dois meses, considerando leituras diárias de meia hora e com Wi-Fi desligado. O e-reader não suporta recarga sem fio e o carregamento via cabo USB-C leva cerca de 2,5 horas.

Dimensões e peso: 245 mm (A) x 189 mm (L) x 5,4 mm (E); 400 g

Kindle Colorsoft


Prós
  • Tela colorida com 25 LEDs
  • Design de tela lisa
  • Bateria com boa autonomia
  • Proteção IPX8
  • Carrega mais rápido que o Paperwhite
Contras
  • Apenas 150 ppi em leituras coloridas
  • Não tem sensor de luz adaptável
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O Kindle Colorsoft oferece tela colorida de 7″ com 25 LEDs de iluminação, sendo uma ótima opção para leitura de quadrinhos ou outros documentos coloridos. Um único ponto é que a densidade de pixels de 300 ppi cai para 150 ppi em leituras com cor, fazendo com que as letras e imagens fiquem menos nítidas.

De resto, o e-reader traz as mesmas especificações do Kindle Paperwhite. E isso inclui 16 GB de armazenamento interno, design com tela lisa, ajuste de temperatura de luz e proteção IPX8 contra água.

A bateria do dispositivo também dura até três meses, mas sua recarga completa é relativamente mais rápida (2,5 horas).

Dimensões e peso: 176,7 mm (A) x 127,6 mm (L) x 7,8 mm (E); 215 g

Kindle Colorsoft Signature Edition


Prós
  • Tela colorida de 7 polegadas
  • Sensor de luz adaptável
  • 32 GB de armazenamento
  • Proteção IPX8
  • Suporta carregamento sem fio
Contras
  • Densidade de pixels cai para 150 ppi em conteúdos coloridos
  • Performance equivalente à do Colorsoft
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O Kindle Colorsoft Signature Edition também apresenta uma tela colorida de 7″ com tecnologia antirreflexo e 25 LEDs de iluminação. Contudo, o display chega com sensor de luz adaptável para ajustes automáticos de brilho.

Além disso, ele possui 32 GB de armazenamento — o dobro em relação ao Kindle Colorsoft. E a bateria com autonomia de três semanas é compatível com recarga sem fio para mais praticidade na hora do carregamento.

Dimensões e peso: 176,7 mm (A) x 127,6 mm (L) x 7,8 mm (E); 219 g

Kindle Scribe


Prós
  • Tela ampla de 11″ com suporte para escrita
  • Caneta inclusa na caixa
  • Possui sensor de luz adaptável
  • 32 GB de memória interna
  • Suporta ferramentas de IA
Contras
  • Tela não é colorida
  • Peso considerável (400 g)
  • Sem proteção IP
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O Kindle Scribe traz uma tela ampla de 11″ em preto e branco compatível com caneta para anotações e escritas. Isso faz com que o dispositivo seja recomendado para estudantes, leitores e escritores.

O e-reader possui 32 GB de armazenamento, chega com chatbot de IA e recurso de resumo assistido. Além disso, ele conta com outras funcionalidades mais avançadas, como sensor de luz adaptável e ajuste de temperatura de luz.

Não há proteção contra água. E a bateria pode durar até 10 semanas com uma única recarga.

Dimensões e peso: 245 mm (A) x 189 mm (L) x 5,4 mm (E); 400 g

Kindle Scribe sem luz frontal


Prós
  • Tela de 11″ com suporte para escrita
  • Display simula experiência do papel
  • Caneta acompanha o Kindle
  • Compatível com recursos de IA
  • Bateria duradoura
Contras
  • Relativamente pesado (400 g)
  • Ausência de luz frontal pode comprometer a visibilidade
  • Não tem proteção IP
  • Sem tela colorida
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O Kindle Scribe sem luz frontal é a versão mais básica da linha Scribe. A tela de 11 polegadas suporta escrita e a ausência de luz frontal oferece uma experiência mais próxima do papel. Mas a visibilidade fica comprometida à noite ou em ambientes pouco iluminados.

Por não contar com luz frontal, o dispositivo não possui ajuste de temperatura da luz e nem sensor de luz adaptável. Mas ele também é compatível com recursos de IA e traz 16 GB de memória interna para armazenar livros e documentos.

Sua bateria é duradoura, com autonomia de até quatro meses. Já a recarga leva 2,5 horas com um adaptador de 20 W (vendido separadamente).

Dimensões e peso: 245 mm (A) x 189 mm (L) x 5,4 mm (E); 400 g

Como escolher o melhor Kindle em 2026?

A escolha pelo melhor Kindle vai depender das especificações oferecidas pelo modelo e dos seus requisitos para leitura. Vale ficar de olho nas seguintes especificações:

  • Dimensões e peso: verifique as dimensões e peso do Kindle e escolha aquele que melhor atende seus requisitos de portabilidade.
  • Especificações de tela: escolha tamanhos de tela de acordo com sua preferência; vale também optar por displays com mais LEDs e telas Colorsoft, caso vá ler quadrinhos e conteúdos coloridos.
  • Com ou sem caneta: aposte nos modelos Scribe caso as anotações na tela sejam importantes para você.
  • Autonomia da bateria: prefira modelos com baterias mais duradouras e com carregamentos mais acelerados.
  • Proteção contra água: aposte em modelos com certificação IPX8 se você costuma ler na banheira ou em ambientes próximos à água.
  • Recursos extras: dê preferência a Kindles com sensor de luz ajustável, suporte a escrita e ferramentas de IA, se os recursos fizerem sentido para você.

Qual é a geração mais recente do Kindle em 2026?

A geração mais recente de Kindles varia de acordo com a linha. Confira abaixo as versões mais atuais de cada série:

  • Kindle básico: 11ª geração (2024)
  • Paperwhite e Paperwhite Signature Edition: 12ª geração (2024)
  • Colorsoft e Colorsoft Signature Edition: 1ª geração (2024)
  • Scribe: 3ª geração (2025)
  • Scribe Colorsoft: 1ª geração (2025)

Qual Kindle tem o melhor custo-benefício em 2026?

O Kindle de 11ª geração apresenta a melhor relação custo-benefício. Ele traz um design compacto para facilitar a portabilidade e oferece todos os recursos necessários para leituras simples de conteúdos em preto e branco. E tudo isso pelo preço mais acessível dentre todos os modelos listados.

Quais são as vantagens dos Kindle Signature Edition?

O modelos Kindle Signature Edition introduzem as seguintes melhorias em relação às versões Paperwhite e Colorsoft:

  • Dobro de memória: os modelos chegam com mais espaço de armazenamento para alocar livros e outros documentos.
  • Brilho adaptável: Kindles Signature Edition possuem sensor de luz adaptável, com ajustes automáticos de brilho de acordo com a iluminação do ambiente.
  • Carregamento sem fio: os e-readers suportam carregamento sem fio para mais versatilidade na hora das recargas.

O que é melhor para leitura: Kindle ou tablet?

O Kindle costuma oferecer a melhor experiência para leitura, já que suas telas têm tecnologia e-ink para reduzir a fadiga ocular e proporcionar boa visualização mesmo sob luz solar direta. Além disso, esses dispositivos são mais básicos que tablets e, por isso, consomem menos energia.

Já tablets costumam ser maiores e mais pesados que os Kindles, apesar de oferecerem mais opções de conectividade e interação. E mesmo que não tenham tela e-ink, tablets para leitura podem incluir recursos para uma experiência mais próxima do papel e certificações de proteção ocular.

A escolha entre um ou outro, no entanto, vai depender do seu perfil de uso. Invista em um Kindle se quer um dispositivo exclusivamente para leitura. Ou foque em tablets se a ideia é ler e fazer outras atividades, como jogos e navegação na internet.

Melhor Kindle em 2026: qual leitor de livros digitais comprar?

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Analisamos os prós e contras dos modelos de Kindle disponíveis no Brasil para te ajudar a decidir qual é o melhor leitor de livros digitais para o seu dia a dia

Zelda: Ocarina of Time Remake esgota em 10 minutos de pré-venda

17 de Setembro de 2026, 11:26
Imagem do personagem Link montando um cavalo no remake de The Legend of Zelda: Ocarina of Time
The Legend of Zelda: Ocarina of Time abriu pré-venda no Brasil (imagem: reprodução/Nintendo)
Resumo
  • Nintendo iniciou a pré-venda do remake de The Legend of Zelda: Ocarina of Time no Brasil, com preço sugerido de R$ 439 para a edição física.
  • Ela esgotou em cerca de 10 minutos e traz capa com acabamento especial nas primeiras unidades; ainda não há confirmação de um novo lote.
  • Versão digital custa R$ 329,90 e continua à venda na eShop brasileira; o jogo será lançado em 5 de novembro para Switch 2.

A Nintendo iniciou a pré-venda do remake de The Legend of Zelda: Ocarina of Time no Brasil. A edição física de lançamento, que traz uma embalagem com acabamento especial, combinando elementos metalizados e textura em relevo, esgotou em cerca de 10 minutos nessa quarta-feira (16/09). O acabamento será exclusivo das unidades da primeira tiragem.

A nova versão do clássico do Nintendo 64 chega com preço sugerido de R$ 439 em mídia física e foi comercializada por grandes varejistas, como a Amazon. A Nintendo não confirmou a quantidade de unidades produzidas com o acabamento especial e nem divulgou informações sobre um novo lote.

Quem preferir a versão digital pode fazer a reserva diretamente pela eShop brasileira, por R$ 329,90. A diferença em relação ao preço sugerido da mídia física é de R$ 109,10, embora promoções no varejo ofereçam desconto para pagamento à vista no Pix.

Remake atualiza clássico do Nintendo 64

Lançado originalmente em 1998, Ocarina of Time retorna em uma nova versão para o Switch 2. A Nintendo reformulou os gráficos, a movimentação e os controles de câmera, além de ampliar os diálogos dos personagens e incluir cenas dubladas.

A nova versão traz dublagem e localização em português do Brasil. O jogo terá suporte aos modos TV, mesa e portátil e ocupa cerca de 27 GB de armazenamento no console.

A Nintendo também criou o Zelda Notes, recurso disponível no aplicativo Nintendo Switch App. A ferramenta acompanha o progresso da aventura e pode ajudar o jogador a encontrar locais do jogo a partir de imagens.

Ocarina of Time chega em novembro

O remake será lançado mundialmente em 5 de novembro de 2026 e será exclusivo do Nintendo Switch 2. A nova versão recupera a aventura de Link por Hyrule, agora reconstruída para o hardware atual da Nintendo.

Além do jogo, a Nintendo anunciou uma linha especial de produtos para comemorar os 40 anos de The Legend of Zelda, incluindo uma edição temática do Switch 2, controle Pro e acessórios. Esses produtos chegam antes do jogo, em outubro.

Zelda: Ocarina of Time Remake esgota em 10 minutos de pré-venda

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Edição física para Switch 2 custa R$ 439 e traz capa especial. Versão digital continua disponível por R$ 329,90.

(imagem: reprodução/Nintendo)

O Fedora Linux 45 está vindo aí e estes são seus destaques

16 de Setembro de 2026, 15:27
O Fedora Linux 45 está vindo aí
O Fedora Linux 45 está vindo aí (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
Resumo
  • O Fedora Linux 45 foi anunciado com o Linux 7.2 como kernel e o Gnome 51 como ambiente de desktop.
  • Entre os demais destaques estão o console kmscon, melhor suporte a Macs com chip M3 e o gerenciador de credenciais oo7.
  • A versão final do Fedora Linux 45 é esperada para o fim de outubro ou início de novembro de 2026.

Se você quer experimentar uma distribuição Linux ou trocar a que já usa, saiba que o Fedora Linux 45 está a caminho. A versão beta do sistema operacional foi liberada recentemente. Ela traz o Linux 7.2 como kernel e uma prévia do Gnome 51 como ambiente de desktop.

Sobre o kernel, a versão 7.2 do Linux foi lançada em agosto, sendo a mais recente. As suas novidades incluem suporte introdutório à tecnologia Fixed Rate Link (FRL) em GPUs AMD (permite taxas de transferência de até 48 Gb/s no HDMI 2.1), avanços no desempenho por meio do chamado Agendamento com Consciência de Cache e compatibilidade com mais chips Intel, por exemplo.

Já sobre o ambiente de desktop, bom, ficou claro que o Fedora Linux 45 contará com o Gnome 51, cuja versão final é esperada para… hoje! Sim, o Gnome 51 foi anunciado nesta quarta-feira (16/09). As suas novidades envolvem animações mais suaves, suporte para rotação automática de tela, mapas offline, entre vários outros recursos.

Fedora Workstation vem com o Gnome 51
Fedora Workstation vem com o Gnome 51 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

O que mais há de novo no Fedora Linux 45?

As demais novidades incluem:

  • o uso do kmscon como console de texto; a ferramenta conta com recursos mais modernos, como fontes redimensionáveis e suporte melhorado a Unicode;
  • suporte melhorado para Macs com chip Apple M3, incluindo decodificação de vídeo acelerada por hardware; isso é efeito da integração do Fedora com o projeto Asahi Linux;
  • uso do moderno gerenciador de credenciais oo7, que é importante para armazenar senhas, chaves de acesso (passkeys) e tokens com mais segurança;
  • pacote atualizado de ferramentas; para desenvolvimento, por exemplo, há Python 3.15, Go 1.27, GCC 16.2, glibc 2.44, entre outros;
  • mudança dos dados de configuração de pacotes RPM de /etc para /usr, permitindo uma separação mais adequada de arquivos do próprio sistema operacional de configurações direcionadas ao usuário.
Firefox no Fedora Workstation 45
Firefox no Fedora Workstation 45 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Quando a versão final do Fedora Linux 45 será lançada?

O lançamento oficial do Fedora Linux 45 é esperado para o fim de outubro ou início de novembro de 2026. Se você quiser experimentar a versão beta, os links são os seguintes:

Observe que as novidades abordadas aqui foram baseadas no Fedora Workstation 45 (primeiro link), justamente a versão que conta com o Gnome. Quem não gosta desse ambiente de desktop tem a versão com KDE Plasma como uma alternativa interessante.

Dica: use o Fedora MediaWriter ou o Rufus para criar um pendrive de instalação ou testar a distribuição no modo “live” (sem instalação).

Independentemente da versão escolhida, lembre-se de que sistemas beta estão mais suscetíveis a erros ou instabilidades.

O Fedora Linux 45 está vindo aí e estes são seus destaques

O Fedora Linux 45 está vindo aí (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Fedora Workstation vem com o Gnome 51 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Firefox no Fedora Workstation 45 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Arm revela nova CPU e GPU para rodar IA e jogos no celular

9 de Setembro de 2026, 17:48
Imagem de divulgação mostra uma mulher com um celular azul em mãos
Nova geração de chips da Arm foca em IA local e jogos (imagem: divulgação)
Resumo
  • Arm revelou o CSS for Mobile 2, nova arquitetura para smartphones que processa tarefas complexas de IA localmente.
  • Mali G2-Ultra NX será a primeira GPU da marca com aceleradores neurais integrados, garantindo 14% mais desempenho em renderização tradicional.
  • A CPU combina núcleos C2-Ultra e C2-Pro para equilibrar performance e consumo e processa LLMs até 70% mais rápido que o C1-Ultra.

A Arm oficializou nesta quarta-feira (09/09) o lançamento da CSS for Mobile 2, uma nova plataforma projetada para equipar a próxima geração de smartphones. A novidade foi desenhada pela empresa para lidar com tarefas pesadas de inteligência artificial baseada em agentes e gráficos cada vez mais detalhados.

A arquitetura que combina CPU e GPU foca ainda em rodar inteligência artificial localmente nos celulares. Segundo a empresa, o novo sistema consumirá menos energia entregando o mesmo desempenho.

O que muda na renderização de jogos?

O destaque da plataforma é a nova GPU Mali G2-Ultra NX. De acordo com a Arm, esta é a primeira Unidade de Processamento Gráfico da linha a integrar aceleradores neurais dedicados. Esse design garante um desempenho maior para gráficos aprimorados, reconstruídos ou gerados por IA.

Na renderização tradicional, o ganho de performance é de 14% frente à geração anterior. O componente também estreia uma unidade de ray tracing de última geração, abrindo espaço para iluminação realista e mundos mais ricos nos jogos mobile.

A indústria já abraçou a ideia. Segundo a companhia, desenvolvedoras de motores gráficos e estúdios como Sumo Digital, Tencent Games, Unity China e NetEase já preparam a integração da tecnologia neural em jogos futuros, como Arena Breakout Infinite e Where Winds Meet.

Imagem mostra as novidades técnicas da GPU Mali G2 Ultra NX da fabricante Arm
Mali G2-Ultra NX é a primeira GPU Arm com hardware de aceleração de IA dedicado (imagem: divulgação)

Combinação de núcleos

Com a evolução da IA, o processador assume a função de “maestro” na plataforma. O executivo da Arm responsável pelo setor, Chris Bergey, explicou que a tecnologia atual exige a execução simultânea de aplicativos e a coordenação de diversos modelos de linguagem, tudo dentro dos rigorosos limites térmicos e de desempenho de um celular.

Para suportar essa carga, a Arm combina núcleos C2-Ultra, voltados para desempenho, e núcleos C2-Pro, que priorizam a eficiência energética, além de suportar computação de IA de baixa latência direto na CPU.

Imagem mostra as novidades técnicas da CPU C2-Ultra da fabricante Arm
CPU combina núcleos C2-Ultra e C2-Pro para equilibrar performance e eficiência (imagem: divulgação)

As melhorias impressionam no papel. Há um aumento prometido de 70% na velocidade de processamento de Modelos de Linguagem Pequenos (SLMs) e um desempenho de IA 1,7 vez superior ao do antigo C1-Ultra. Se os dados se comprovarem, o usuário terá um ganho de até 15% em performance de thread único (a velocidade com que um único núcleo do processador consegue executar a linha de instrução de um programa) com economia de energia de até 38%, conforme a Arm.

Para garantir que as fabricantes tirem proveito desse hardware rapidamente, a empresa destaca que a plataforma CSS for Mobile 2 já conta com suporte nativo a pacotes essenciais de desenvolvimento, como o Arm KleidiAI e o Neural Graphics Development Kit, agora localizados no novo Portal de IA da Arm.

Arm revela nova CPU e GPU para rodar IA e jogos no celular

Motorola Edge 60 Fusion (256 GB) baixa de preço no 9.9 com cupom

9 de Setembro de 2026, 17:00
R$ 100 OFF NA PáGINA Mercado Livre 45% OFF Ver preço

Prós
  • Câmera Sony Lytia 700C de 50 MP
  • Boa autonomia de bateria
  • Primeiro smartphone com Moto AI desde o lançamento
  • IP68, IP69 e militar MIL-STD-810H
  • Tela POLED de 120 Hz
  • Brilho com pico de 4.500 nits
Contras
  • 2 anos de atualizações restantes
  • Sem lente teleobjetiva
  • Não suporta carregamento sem fio
PIX Cupom
R$ 100 OFF NA PáGINA Mercado Livre 45% OFF Ver preço
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O Motorola Edge 60 Fusion 5G de 256 GB está saindo por um dos menores preços recentes no Mercado Livre: apenas R$ 1.662,30 no Pix ao aplicar o cupom de R$ 100 OFF na página. A oferta representa um desconto de 45% frente ao preço original do celular da Motorola (R$ 2.999).

Dentre os principais destaques do Edge 60 Fusion, estão o jogo de câmeras avançado para um celular com este preço, e a tela POLED brilhante e fluida.

Motorola Edge 60 Fusion tem câmera de 32 MP para selfies

Smartphone Motorola Edge 60 Fusion visto de frente com a tela ligada, exibindo ícones de aplicativos organizados sobre um fundo gradiente.
Motorola Edge 60 Fusion (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

O Motorola Edge 60 Fusion é equipado com três câmeras, sendo duas na traseira e uma na frente. A lente principal é de 50 MP e conta com estabilização óptica, e vem acompanhada por uma ultrawide de 13 MP com ângulo de 120º. A frontal de 32 MP é acima do esperado para um celular tão barato, e facilita a edição de fotos e vídeos.

A tela POLED com taxa de atualização de 120 Hz, por sua vez, oferece navegação fluida e cores vibrantes para seus vídeos e jogos. Com brilho de até 4.500 nits, você consegue enxergar tudo com clareza mesmo sob a luz direta do sol, garantindo extremo conforto visual em qualquer ambiente do seu dia a dia.

Equipado com o processador MediaTek Dimensity 7300 e 256 GB de armazenamento, o aparelho roda aplicativos pesados e jogos sem travamentos. Você terá espaço de sobra para guardar fotos, vídeos e documentos sem se preocupar com lentidão no sistema operacional.

Smartphone Motorola Edge 60 Fusion na cor rosa caindo na água, destacando sua resistência à água, com um cenário de pedras e natureza ao fundo.
Edge 60 Fusion tem resistência contra água e poeira no padrão IP69 (imagem: divulgação)

A durabilidade é outro ponto forte, trazendo proteção IP68 contra água e poeira, além de resistência militar a quedas. O vidro Gorilla Glass 7i protege a tela contra riscos diários, permitindo que você use o celular em situações extremas sem medo de acidentes.

Para completar, a bateria de 5200 mAh suporta carregamento rápido de 68W, garantindo que o dispositivo passe mais tempo funcionando e menos tempo na tomada. Estes recursos fazem do Edge 60 Fusion uma ótima opção entre os celulares por menos de R$ 1.700 atualmente.

Aproveite a promoção no 9.9 do Mercado Livre para aproveitar o Motorola Edge 60 Fusion 5G de 256 GB com desconto de 45% no Pix com o cupom que aparece na página. Mas não demore pois, segundo a loja, o cupons já está acabando.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Motorola Edge 60 Fusion (256 GB) baixa de preço no 9.9 com cupom

Motorola Edge 60 Fusion (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Edge 60 Fusion tem resistência contra água e poeira no padrão IP69 (imagem: divulgação)

iOS 27 e versão da Siri com IA chegam em 14 de setembro

9 de Setembro de 2026, 16:31
Logo da Apple no centro, expandindo na direção do leitor, num fundo amarelo, rosa e violeta escuro.
Assistente digital ganha aplicativo dedicado para centralizar o histórico de interações (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O iOS 27 e o iPadOS 27 estreiam em 14 de setembro de 2026 com a Siri AI, uma reformulação profunda da assistente treinada com os modelos Gemini do Google.
  • A ferramenta ganha um aplicativo dedicado, compreensão de contexto pessoal, auxílio de escrita, ajustes de voz e Inteligência Visual integrada à câmera.
  • Restrita a dispositivos com alta capacidade de processamento, a nova Siri é compatível com a linha iPhone 15 Pro em diante e iPads (Pro, Air e mini) com chip M1 ou superior; o iOS 27 sem a novidade chega ao iPhone 11 em diante.

A Apple informou que o iOS 27 e o iPadOS 27, novas versões de sistema operacional, serão liberados para o público na próxima segunda-feira, 14 de setembro. Revelada na WWDC 2026, a atualização marca a estreia da aguardada Siri AI, uma grande reformulação da assistente digital com capacidade de executar tarefas mais avançadas.

O anúncio ocorreu hoje, em meio ao evento de lançamento do iPhone 18, do dobrável iPhone Duo e de novos aparelhos da maçã.

Além do salto em IA, o update entrega melhorias de desempenho, ajustes na linguagem de design Liquid Glass e novas ferramentas de segurança. A nova assistente, no entanto, é o grande destaque da vez e concentra a maioria das novidades.

O que muda com a chegada da Siri AI?

A assistente virtual abandona o formato tradicional de respostas curtas para trazer recursos distribuídos pelo ecossistema da Apple:

  • Aplicativo próprio: a Siri passa a contar com um app dedicado no iPhone e no iPad, que reúne o histórico de conversas, permite fixar interações e iniciar um diálogo em um aparelho e continuar em outro.
  • Compreensão de contexto: a IA consegue localizar dados em diferentes áreas com comandos simples, como resgatar fotos antigas de viagens, buscar mensagens na caixa de entrada do Mail ou consultar anotações no Notas.
  • Modo Siri na Câmera: integrado ao app de câmera, o recurso analisa objetos em tempo real, permitindo identificar valores nutricionais de alimentos, traduzir placas ou tirar dúvidas sobre o ambiente com um toque.
  • Auxílio de escrita em qualquer app: a IA gera rascunhos e adapta sugestões ao estilo pessoal do usuário em mensagens e e-mails.
  • Personalização de voz: os ajustes do sistema agora permitem personalizar ritmo de fala, tom, expressividade e até o sotaque da assistente.
IA cruza informações para localizar e-mails, fotos e notas no aparelho (Imagem: Divulgação/Apple)

Parceria com o Google e restrições

A Apple recorreu a uma parceria com o Google, utilizando modelos do Gemini no treinamento da assistente. Consultas complexas que dependem dos servidores em nuvem da Apple terão cotas diárias de uso. Usuários que necessitarem de maior volume de processamento deverão contratar planos pagos do iCloud+.

No lançamento, a Siri AI funcionará apenas em inglês. A expansão para o português, espanhol, francês, japonês e coreano está programada para outubro deste ano.

Tarefas complexas processadas fora do dispositivo terão cota diária de uso (Imagem: Divulgação/Apple)

Quais dispositivos são compatíveis com a Siri AI?

O acesso à nova assistente exige chips com alto poder de processamento. Por conta disso, a Siri AI está restrita a uma lista seleta de aparelhos:

  • iPhones: linha iPhone 15 Pro (2023) em diante.
  • iPads: modelos iPad Pro e iPad Air equipados com chip M1 ou superior, além do iPad mini mais recente.

Quais iPhones vão receber o iOS 27?

A Apple confirmou ainda que o iOS 27 sem a Siri AI será disponibilizado para o iPhone 11 em diante, cobrindo também o iPhone SE de 2ª geração ou posterior. A expectativa é que o macOS 27 e o watchOS 27 também cheguem no dia 14.

iOS 27 e versão da Siri com IA chegam em 14 de setembro

Apple (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

iPhones antigos ficam mais caros

9 de Setembro de 2026, 16:01
Mão segurando iPhone 17 azul-névoa, destacando as câmeras, com mesa em madeira como fundo
iPhone 17 ficou 3,75% mais caro no Brasil (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Resumo
  • Apple aumentou os preços do iPhone 17 e iPhone Air vendidos no Brasil.
  • O iPhone 17 agora custa R$ 8.299, enquanto o iPhone Air agora custa R$ 10.999.
  • Os novos modelos iPhone 18 Pro e iPhone 18 Pro Max foram anunciados com preços a partir de R$ 11.999 e R$ 12.999, respectivamente.

A Apple aumentou os preços dos iPhones de gerações anteriores no país. Estamos falando do iPhone 17, que agora custa R$ 8.299 – R$ 300 a mais –, e do iPhone Air, que passou a ser vendido por R$ 10.999 – um reajuste de R$ 500.

São os únicos modelos do ano passado que permaneceram na loja, já que a Apple revelou apenas parte da nova geração nesta quarta-feira (09/09): iPhone 18 Pro, iPhone 18 Pro Max e o inédito iPhone Duo, primeiro celular dobrável da marca.

As versões mais acessíveis da linha iPhone 18 (base e 18e) devem ser reveladas no começo de 2027. Enquanto isso, a Apple retirou da loja oficial o iPhone 17 Pro e o iPhone 17 Pro Max. Ou seja, os modelos da geração anterior que continuam à venda são justamente aqueles que ainda não têm substitutos apresentados. Confira os novos preços: 

ModeloPreço antigoPreço novo% de reajusteValor do aumento
iPhone 17R$ 7.999R$ 8.2993,75%R$ 300
iPhone 17eR$ 5.799R$ 5.9993,45%R$ 200
iPhone 17 ProR$ 11.499–––
iPhone 17 Pro Max R$ 12.499–––
iPhone 18 Pro–R$ 11.9994,35% mais caro que a versão anteriorR$ 500 mais caro que a versão anterior
iPhone 18 Pro Max–R$ 12.9994% mais caro que a versão anteriorR$ 500 mais caro que a versão anterior
iPhone AirR$ 10.499R$ 10.9994,76%R$ 500
iPhone Duo–R$ 21.999––
Tabela elaborada pelo Tecnoblog

iPhones estão mais caros

Além do reajuste nas versões anteriores, os novos modelos já chegaram mais caros em relação à geração passada. O aumento é de R$ 500 em ambos os casos: o iPhone 18 Pro custa R$ 11.999, ante R$ 11.499 cobrados pelo iPhone 17 Pro no lançamento. Já o iPhone 18 Pro Max passou de R$ 12.499 para R$ 12.999.

A nova faixa de preço ocorre em meio à alta dos custos de produção e à escassez de memórias, causada pela forte demanda por chips voltados à inteligência artificial. Em junho, a Apple já havia reajustado os preços de MacBooks e iPads, mas deixou os iPhones de fora.

Vale lembrar que, até então, o iPhone Pro Max era o modelo mais caro da Apple. Com a estreia do iPhone Duo, o posto passa para o dobrável, que chega ao Brasil por R$ 21.999.

Os novos aparelhos já aparecem na Apple Store e têm entregas previstas para 18 de setembro, após a loja ficado temporariamente fora do ar antes do evento.

iPhones antigos ficam mais caros

O iPhone 17 tem duas câmeras na traseira (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Apple Watch Series 12 e Watch Ultra 4 são oficiais; confira as novidades

9 de Setembro de 2026, 15:10
Apple Watch Series 12 e Watch Ultra 4 são oficiais
Apple Watch Series 12 e Watch Ultra 4 são oficiais (imagem: reprodução/Apple)
Resumo
  • A Apple lançou o Apple Watch Series 12 e o Apple Watch Ultra 4, com o novo chip S11, que oferecem mais desempenho e recursos de saúde, como monitoramento de frequência cardíaca a cada cinco segundos e acompanhamento de atividades de musculação.
  • O Apple Watch Series 12 tem bateria com até 24 horas de autonomia em uso rotineiro e até 10 horas em exercícios ao ar livre, enquanto o Apple Watch Ultra 4 oferece até 50 horas de autonomia em condições normais e até 84 horas no modo de baixo consumo.
  • Os preços de lançamento são de US$ 399 para o Apple Watch Series 12 e US$ 799 para o Apple Watch Ultra 4, com vendas começando em 18 de setembro nos EUA; no Brasil, os preços são a partir de R$ 5.499 e R$ 10.499, respectivamente.

As novidades que a Apple reservou para esta quarta-feira (09/09) incluem dois relógios: o Apple Watch Series 12 e, como opção mais poderosa, o Apple Watch Ultra 4. Por fora, praticamente nada muda em relação aos antecessores. Por outro lado, os novos modelos contam com um chip mais potente, além de novas funcionalidades.

Como é o Apple Watch Series 12?

O design do Apple Watch Series 12 pouco ou nada mudou. Mas o desempenho justifica a nova geração. Enquanto o Apple Watch Series 11 traz o mesmo chip S10 que equipa o seu antecessor (Series 10), o Apple Watch Series 12 atende a expectativa por um chip renovado: trata-se do S11, que é mais rápido. Ele inclui características de CPU, GPU e do Neural Engine que vieram do A20 Pro, que comanda o também novo iPhone 18 Pro / Pro Max.

Pudera. O watchOS 27, o sistema operacional do smartwatch, parece ser um pouco mais exigente em termos de hardware, ainda que prometa funcionar com os chips S9 e S10.

Levemos em conta também que o Apple Watch Series 12 traz características novas ou aprimoradas, e isso pode demandar um pouco mais de processamento.

Um exemplo de novo recurso é o sistema de sensores de saúde, que foi substancialmente melhorado. Agora, a leitura óptica de parâmetros gera dados mais confiáveis, inclusive em situações nas quais a leitura pelo pulso é mais difícil.

O efeito disso está na capacidade de o relógio fazer um acompanhamento mais preciso de atividades de musculação por meio do registro de séries, repetições, peso, equipamento e duração do exercício, por exemplo.

Outro destaque nesse sentido é o recurso Health Sensing System, que faz medições de batimentos cardíacos a cada cinco segundos, durante todo o dia. Isso permite um acompanhamento mais preciso desse parâmetro, mesmo quando o usuário não estiver se exercitando.

O Apple Watch Series 12
O Apple Watch Series 12 (imagem: reprodução/Apple)

Graças ao conjunto renovado de sensores, o relógio passa a oferecer ainda a função Readiness, que gera uma pontuação de 0 a 10 para indicar quando o usuário deve descansar, fazer uma carga mais leve de exercícios ou pode executar atividades mais exigentes com segurança.

A bateria continua oferecendo até 24 horas de autonomia em condições rotineiras de uso, mas agora alcança até 10 horas de duração durante exercícios ao ar livre (número 25% maior que no antecessor), além de permitir recarga mais rápida, de 15 minutos de tomada para até 12 horas de autonomia.

Um detalhe interessante é o retorno da opção de acabamento em cerâmica (Ceramic Shield 2), “que é mais resistente do que qualquer vidro de smartwatch e 60% mais resistente do que o Ion-X dos modelos de alumínio anteriores”, afirma a Apple.

A Apple oferece os modelos Series 12 em três opções de acabamento ao todo, com estas cores:

  • alumínio: preto, prateado e rosa
  • titânio: natural, dourado e ardósia
  • cerâmica: branco e azul escuro

E como é o Apple Watch Ultra 4?

O Apple Watch Ultra 4 segue a mesma abordagem direcionada aos modelos Series 12: praticamente não muda o design externo, mas introduz um novo chip — também o S11 — e os recursos de monitoramento mencionados anteriormente, com a diferença de o foco aqui estar em usuários que praticam atividades físicas de alto rendimento.

Por conta disso, o Apple Watch Ultra 4 oferece autonomia de até 50 horas em condições normais de uso ou de até 84 horas no modo de baixo consumo (com ajustes de desempenho). Ainda nesse aspecto, o modelo trabalha com até 25 horas de exercícios ao ar livre tendo GPS e monitor de frequência cardíaca funcionando integralmente.

Falando em GPS, a Apple afirma que, no Watch Ultra 4, o componente é o mais preciso entre os relógios esportivos disponíveis atualmente no mercado. Recursos introduzidos anteriormente, como a comunicação via satélite, foram preservados.

Vale destacar que o Apple Watch Ultra 4 está disponível com acabamento em titânio natural e titânio preto.

Apple Watch Ultra 4
Apple Watch Ultra 4 (imagem: reprodução/Apple)

Na apresentação, a companhia também destacou o Audio Intelligence, recurso que reconhece sons do ambiente (como sirenes) e gera alertas correspondentes, faz reconhecimento de música via tecnologia do Shazam, e oferece a função Live Rewind para recuperar os 15 segundos de uma fala (útil para quando você não entende o que alguém próximo falou), bem com o modo Siri Recap, que cria resumos de conversas recentes.

Mas não é só para o Apple Watch Ultra 4. O Audio Intelligence também chega para o Apple Watch Series 12.

Disponibilidade e preços dos novos Apple Watches

Considerando os Estados Unidos, os preços de lançamento são estes:

  • Apple Watch Series 12: a partir de US$ 399
  • Apple Watch Ultra 4: a partir de US$ 799

Por lá, as vendas oficiais começam em 18 de setembro.

Já no mercado brasileiro, os preços iniciais são os seguintes:

  • Apple Watch Series 12: a partir de R$ 5.499
  • Apple Watch Ultra 4: a partir de R$ 10.499

Os novos relógios são bem-vindos, mas o destaque da apresentação da Apple ficou para outro dispositivo: o dobrável iPhone Duo.

Apple Watch Series 12 e Watch Ultra 4 são oficiais; confira as novidades

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Apple Watch Series 12 e Apple Watch Ultra 4 se destacam por novo chip (S11) e ganho de funções para a saúde.

Apple Watch Series 12 e Watch Ultra 4 são oficiais

iPhone Duo: Apple lança seu primeiro celular dobrável

9 de Setembro de 2026, 14:56
Imagem mostra um iPhone dobrável aberto, sendo segurado em duas mãos
iPhone Duo é apresentado pela Apple (imagem: reprodução/Apple)
Resumo
  • O iPhone Duo, primeiro celular dobrável da Apple, foi anunciado nos EUA com tela interna de 7,6 polegadas e iOS adaptado para uso com duas mãos.
  • O smartphone tem processador Apple A20 Pro, bateria com 31 horas de reprodução de vídeo no display interno e custa R$ 21.999 na versão de 256 GB.
  • O iPhone Duo é construído em titânio de qualidade aeroespacial e tem câmera de 48 megapixels com ultra wide e teleobjetiva de 12 megapixels.

A Apple fez o lançamento do iPhone Duo nesta tarde, junto com a nova leva de iPhone 18 Pro. Trata-se do primeiro smartphone dobrável da companhia, que tem formato “passaporte” e chega ao Brasil por R$ 21.999 na versão de 256 GB. São duas opções de cor: Star White (branco) e Night Sky (preto).

O anúncio ocorreu na sede da empresa nos Estados Unidos. Com este movimento, a Apple começa a atuar num mercado com diversas opções de dobráveis: Samsung com o Z Fold 8, Motorola com o Razr Fold,  Xiaomi com o recém-lançado 18 Fold e Oppo com o Find N6.

O novo CEO John Ternus disse que “um dispositivo com uma tela maior abriria muitas outras possibilidades”. De acordo com a empresa, o Duo é construído em titânio de qualidade aeroespacial, um material reconhecido pela durabilidade. Há ainda Ceramic Shield na frente e atrás. A companhia ainda prometeu uma dobradiça com controle preciso de abertura.

As telas do Duo

O iPhone Duo tem tela externa de 5,4 polegadas. No entanto, a graça está no display interno dobrável de OLED: ele se abre em 7,6 polegadas, fazendo com que o smartphone ganhe um aspecto mais parecido com o de um tablet diminuto. Ele é 50% maior que o iPhone 18 Pro Max e 80% maior que o iPhone 18 Pro.

De acordo com a Apple, a tela interna traz um acabamento de nano-textura que evita marcas de dedos e arranhões. A laminação prevê um display reto e muito durável.

Imagem mostra um iPhone dobrável fechado, sendo segurado em uma mão
Tela externa do iPhone Duo (imagem: reprodução/Apple)

Câmeras

Falemos de fotografia. A nova aposta da Apple tem duas câmeras na traseira, uma na frontal e uma no interior (quando a tela está aberta).

  • Traseira: Fusion Camera de 48 megapixels (com ultra wide); teleobjetiva de 12 megapixels (zoom de 2x)
  • Frontal: Câmera Center Stage de 12 megapixels, capaz de reconhecer a cena e enquadrar melhor as pessoas
  • Tela interna: Câmera FaceTime

iOS

Todo o sistema iOS foi adaptado para o iPhone Duo. Isso significa que a gestão de janelas e apps está mais próxima da vista no iPad, já que o comprador poderá rodar vários deles simultaneamente – inclusive diversas instâncias de um mesmo aplicativo. O dock de apps fica do lado direito (e não embaixo) quando a tela está aberta.

O desbloqueio se dá pelo Touch ID, com um leitor de impressões digitais na lateral do aparelho. Os usuários podem cadastrar vários dedos, já que existem diversas formas de manuseá-lo.

Mais detalhes da ficha técnica

Imagem mostra a dobradiça do iPhone dobrável
Dobradiça do iPhone Duo (imagem: reprodução/Apple)

O iPhone Duo usa processador Apple A20 Pro, o mesmo presente na linha iPhone 18 Pro, com direito a um motor específico para cuidar das duas telas. Há ainda uma câmara de vapor que possibilita conforto térmico, mesmo com uso prolongado.

A Apple promete uma bateria “para um dia inteiro”, com 31 horas de reprodução de vídeo no display interno e 44 horas no display externo. São duas células posicionadas dentro das metades do produto. Já a recarga rápida prevê 5 horas de autonomia na reprodução de vídeo após 15 minutos na tomada.

Cabe uma ressalva: muito se falou sobre um possível iPhone Ultra, porém os cabeças da Apple optaram pela nomenclatura Duo. Ela não é exatamente inédita no mundo da tecnologia, visto que a Microsoft comercializou o telefone Surface Duo entre 2019 e 2020 (quem lembra?). Ele tinha duas telas em seu interior, mas não era dobrável.

Confira as primeiras impressões do telefone “passaporte” da Samsung

iPhone Duo: Apple lança seu primeiro celular dobrável

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Smartphone tem tela interna de 7,6 polegadas e iOS adaptado para uso com duas mãos.

iPhone Duo (imagem: reprodução/Apple)

Tela externa do iPhone Duo (imagem: reprodução/Apple)

Dobradiça do iPhone Duo (imagem: reprodução/Apple)

Apple anuncia iPhone 18 Pro e 18 Pro Max; veja o que há de novo

9 de Setembro de 2026, 14:18
iPhone 18 Pro em nova cor
Apple anuncia iPhone 18 Pro e 18 Pro Max (imagem: reprodução/Apple)
Resumo
  • A Apple lançou os iPhones 18 Pro e 18 Pro Max, equipados com o chip A20 Pro de 2 nm, telas OLED de até 6,9 polegadas e câmeras com sensores de 48 megapixels.
  • Os novos iPhones trazem uma Dynamic Island menor e uma bateria com maior autonomia: até 36 horas de reprodução de vídeo no iPhone 18 Pro e até 45 horas no iPhone 18 Pro Max.
  • Os preços no Brasil variam de R$ 11.999 para o iPhone 18 Pro de 256 GB a R$ 21.999 para o iPhone 18 Pro Max de 2 TB.

Correspondendo aos rumores, a Apple acaba de fazer o anúncio oficial do iPhone 18 Pro e do iPhone 18 Pro Max. Os dois aparelhos trazem o chip Apple A20 Pro de apenas 2 nm entre os destaques, mas alguns atributos visuais chamam mais atenção no primeiro contato, como a Dynamic Island (Ilha Dinâmica) menor. No Brasil, os preços começam em R$ 11.999. Há quatro opções de cores: preto, prata, branco e bordô.

Antes de seguirmos com os detalhes sobre ambos os aparelhos, convém responder a uma pergunta que talvez você esteja se fazendo: onde está o iPhone 18 “normal”? Esse e outros modelos mais acessíveis, como a segunda geração do iPhone Air, só devem ser anunciados em 2027.

Trata-se de uma mudança na estratégia de lançamentos da Apple. Ou uma questão de prioridade: o grande lançamento do evento realizado hoje pela companhia é o aguardado iPhone Duo, com corpo dobrável.

Como são o iPhone 18 Pro e o 18 Pro Max por fora?

Tal como seus antecessores, o iPhone 18 Pro e o iPhone 18 Pro Max têm telas de 6,3 e 6,9 polegadas, respectivamente. O design externo pouco mudou em relação à linha iPhone 17 Pro. Na traseira, por exemplo, continuamos encontrando um módulo de câmeras que ocupa todo o espaço superior.

Uma das poucas diferenças de design está na já mencionada Dynamic Island, aquele recorte na tela que abriga câmera frontal e sensores, e que se expande virtualmente quando determinados aplicativos ou recursos do iPhone estão em uso.

iPhone 18 Pro com "entalho" menor
iPhone 18 Pro com “entalho” menor (imagem: reprodução/Apple)

Tanto no iPhone 18 Pro quanto no 18 Pro Max, o entalhe ficou aproximadamente 35% menor, permitindo que a Ilha Dinâmica tenha uma capacidade de expansão mais generosa.

Sobre a tela em si, os novos modelos contam com painéis OLED com tecnologia LTPO+ e taxa de atualização ProMotion de até 120 Hz.

Ambos os aparelhos foram anunciados com quatro opções de cores: preto, prata, branco e bordô (vinho). Observe que não há opção na cor laranja metálica que marcou os iPhones 17 Pro e 17 Pro Max.

Como são as câmeras dos novos iPhones?

A nova linha manteve um trio de câmeras na traseira, todas com sensor de 48 megapixels. A principal tem como novidade um sistema de abertura variável, com seis lâminas, que permite ajustar o diafragma automaticamente para posições entre f/1,4 e f/4,0 de modo a favorecer fotos com fundo desfocado ou a qualidade de imagens registradas sob baixa iluminação, por exemplo.

Já a segunda câmera é uma teleobjetiva com zoom óptico de até 8x. Aqui, a abertura permanece fixa, mas está maior. Por fim, a terceira câmera é a ultrawide. Ah, sim: a câmera frontal permanece com um sensor de 18 megapixels.

Um recurso notável sobre fotografia é a tecnologia Apple Reference Image, que faz a câmera “assinar” os dados da imagem no momento do disparo, permitindo verificar modificações, bem como validar a autenticidade de fotos.

As cores do iPhone 18 Pro e iPhone 18 Pro Max
As cores do iPhone 18 Pro e iPhone 18 Pro Max (imagem: reprodução/Apple)

Chip A20 Pro no comando e baterias maiores

A Apple equipou o iPhone 18 Pro e o 18 Pro Max com o novíssimo chip A20 Pro, fabricado com o processo N2 da TSMC, de 2 nanômetros. A otimização da litografia permitiu ao chip ter mais transistores e, com isso, oferecer mais desempenho.

Encontramos seis núcleos de CPU por aqui acompanhados de sete núcleos de GPU, um núcleo gráfico a mais na comparação com o A19 Pro. O conjunto oferece até 20% mais desempenho de CPU e ganho de 40% de GPU.

Para completar, o A20 Pro trabalha com 50% mais largura de banda de memória e traz um novo Neural Engine de 32 núcleos, que dobra a capacidade de processamento de tarefas de IA em relação ao chip antecessor.

Chip Apple A20 Pro
Chip Apple A20 Pro equipa linha iPhone 18 Pro (imagem: reprodução/Apple)

No aspecto do consumo de energia, agora há uma maior autonomia de bateria, segundo a Apple. Ficou assim (considerando reprodução de vídeo):

  • iPhone 18 Pro: até 36 horas de autonomia com uma carga completa
  • iPhone 18 Pro Max: até 45 horas de autonomia com uma carga completa

Disponibilidade e preços dos iPhones 18 Pro e o 18 Pro Max

Nos Estados Unidos, os preços do iPhone 18 Pro partirão de US$ 1.199, enquanto o iPhone 18 Pro Max custará a partir de US$ 1.299. Ambos os modelos serão comercializados em opções que vão de 256 GB a 2 TB de capacidade. A pré-venda começa em 12 de setembro. A disponibilidade oficial está marcada para 18 de setembro.

Já no Brasil, os preços oficiais são os seguintes:

  • iPhone 18 Pro de 256 GB: R$ 11.999
  • iPhone 18 Pro de 512 GB: R$ 13.499
  • iPhone 18 Pro de 1 TB: R$ 16.499
  • iPhone 18 Pro de 2 TB: R$ 20.999
  • iPhone 18 Pro Max de 256 GB: R$ 12.999
  • iPhone 18 Pro Max de 512 GB: R$ 14.499
  • iPhone 18 Pro Max de 1 TB: R$ 17.499
  • iPhone 18 Pro Max de 2 TB: R$ 21.999

Em tempo: o evento de hoje também serviu de palco para o Apple Watch Series 12 e o Apple Watch Ultra 4, bem como para os fones AirPods 5.

Apple anuncia iPhone 18 Pro e 18 Pro Max; veja o que há de novo

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iPhone 18 Pro e iPhone 18 Pro Max trazem chip A20 Pro mais poderoso e uma nova Dynamic Island.

iPhone 18 Pro

iPhone 18 Pro com "entalho" menor (imagem: reprodução/Apple)

As cores do iPhone 18 Pro e iPhone 18 Pro Max (imagem: reprodução/Apple)

Chip Apple A20 Pro

Motorola Edge 70 (512 GB) despenca e sai 55% mais barato no Mercado Livre

9 de Setembro de 2026, 12:47
R$ 100 OFF DISPONíVEL NA PáGINA Mercado Livre 55% OFF Ver preço

Prós
  • Apenas 5,99 mm de espessura
  • Todas as câmeras de 50 MP
  • Construção resistente
  • Tela AMOLED de 6,7″ com 120 Hz
  • Bateria dura até 38 horas
  • Carregamento de 68 W
Contras
  • Sem lente teleobjetiva
  • Chip inferior ao da versão Pro
PIX Cupom na página
R$ 100 OFF DISPONíVEL NA PáGINA Mercado Livre 55% OFF Ver preço
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O Motorola Edge 70 de 512 GB está saindo por R$ 2.474 no Pix com cupom de R$ 100 OFF disponível na página do Mercado Livre. O celular da Motorola com tela POLED de 120 Hz e 4.500 nits e câmeras de 50 MP atinge o 2.º menor preço desde o lançamento, com desconto de 55% sobre o original de R$ 5.499.

Motorola Edge 70 tem tela POLED de 4.500 nits e câmeras de 50 MP

Motorola Edge 70 (Foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Tela POLED do Edge 70 reproduz belas cores com alta fluidez (Foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Lançado em março de 2026, o Edge 70 possui uma tela POLED de 6,7″ com taxa de 120 Hz e brilho intenso de 4.500 nits, que é capaz de reproduzir cores vivas com alta fluidez nas transições em apps e games, além de oferecer garantia de visibilidade em qualquer lugar. O vidro Gorilla Glass 7i protege-a contra quedas e pancadas.

O chip Snapdragon 7 Gen 4 e os 12 GB de RAM física expansível até 24 GB via RAM Boost sustentam apps exigentes em multitarefa e soluções do Moto AI. Os 512 GB de armazenamento oferecem espaço interno de sobra para guardar fotos e vídeos.

A propósito, todas as câmeras deste celular são de 50 MP: há uma wide com OIS e uma ultrawide com ângulo de 120º, que capturam belas imagens em ambientes abertos, e uma frontal que tira selfies com alta resolução. Todas filmam em 4K, com as traseiras suportando 60 fps.

Motorola Edge 70 sendo visto lateralmente e segurado por uma mão com um relógio no pulso
Edge 70 tem apenas 5,99 mm de espessura (Foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

O corpo fino em alumínio de 5,99 mm de espessura e 159 g do Edge 70 recebe as certificações IP68/IP69 e militar MIL-STD-810H, que conferem proteção em situações como poeira intensa, mergulhos acidentais, altas temperaturas e outros cenários.

Sua bateria de 4.800 mAh resiste a até 38 horas de uso, segundo a fabricante. O suporte a carregamento rápido de 68 W via USB-C permite injetar uma carga para o dia inteiro em apenas 15 minutos, recurso excelente para usuários com pouco tempo para recarregar.

O Motorola Edge 70 de 512 GB (R$ 2.474 no Pix com cupom de R$ 100 OFF disponível na página) será atualizado até o Android 20 e possui conectividade 5G, Wi-Fi 6E, Bluetooth 5.4 e NFC.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Motorola Edge 70 (512 GB) despenca e sai 55% mais barato no Mercado Livre

Top de linha: iPhone 17 Pro (256 GB) está com um dos menores preços recentes

9 de Setembro de 2026, 11:31
R$ 250 OFF DISPONíVEL NA PáGINA Mercado Livre 28% OFF Ver preço
R$ 11.499,0028% OFF

Prós
  • Novo visual traseiro
  • Câmeras wide e ultrawide de 48 MP
  • Tela de 120 Hz e brilho de 3.000 nits
  • Chip de alto desempenho
  • Carregamento com fio de 40 W
Contras
  • Preço elevado
  • Usuários relataram desgaste no acabamento da carcaça de alumínio
PIX Cupom na página
R$ 250 OFF DISPONíVEL NA PáGINA Mercado Livre 28% OFF Ver preço
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O iPhone 17 Pro de 256 GB está saindo por R$ 8.229 no Pix com cupom de R$ 250 OFF disponível na página do Mercado Livre. O smartphone da Apple com tela OLED de 120 Hz e câmeras de 48 MP recebe desconto de 28% sobre o preço original de R$ 11.499.

Embora o gadget continue caro, esta oferta do 9.9, data em que o varejo oferece condições especiais, é uma das melhores dos últimos meses.

iPhone 17 Pro tem câmeras de 48 MP e tela OLED de 120 Hz

O kit principal de câmeras do iPhone 17 Pro inclui uma wide com OIS e uma ultrawide, que capturam belas cenas em ambientes abertos, e uma telefoto com zoom óptico de 4x para aproximações, todas de 48 MP. A frontal Center Stage de 18 MP tira excelentes selfies na horizontal mesmo com o celular em pé.

Seu chip A19 Pro e os 12 GB de RAM entregam performance de ponta em apps e games; segundo a Apple, este celular é 40% mais poderoso que concorrentes diretos. Os 256 GB de armazenamento disponibilizam espaço razoável para guardar fotos e vídeos.

A tela Super Retina XDR OLED de 6,3″ traz ProMotion de 120 Hz e brilho de até 3.000 nits, sendo capaz de reproduzir imagens com cores excelentes e alta fluidez nas transições, além de ter visibilidade garantida em qualquer ambiente.

Uma mão segurando o iPhone 17 Pro com a tela ligada na página inicial
Tela OLED de 6,3″ do iPhone 17 Pro tem ProMotion de 120 Hz (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O corpo de alumínio do iPhone 17 Pro conta com o vidro Ceramic Shield de ambos os lados, resistente a pancadas e quedas. A certificação IP68 adiciona proteção em cenários como poeira intensa e mergulhos acidentais.

Sua bateria resiste a 31 horas de reprodução de vídeo, segundo a fabricante. O suporte ao MagSafe o permite receber uma carga de 50% em 20 minutos via USB-C, um recurso excelente para usuários com pouco tempo para carregar durante a correria diária.

O iPhone 17 Pro de 256 GB (R$ 8.229 no Pix com cupom de R$ 250 OFF disponível na página) possui conectividade 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 6.0 e NFC. O celular da Apple roda iOS 26 e deve receber pelo menos cinco atualizações do sistema operacional.

Apple lança hoje a linha iPhone 18 e o esperado Duo

A comunidade tech e o mundo conhecerá hoje, 9 de setembro, de forma oficial os mais novos smartphones da maçã. São esperados os lançamentos do iPhone 18 Pro, iPhone 18 Pro Max e o iPhone Duo, o primeiro dobrável da Apple.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Top de linha: iPhone 17 Pro (256 GB) está com um dos menores preços recentes

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iPhone 17 Pro (256 GB) tem tela OLED de 120 Hz e câmeras de 48 MP; celular da Apple alcança um dos menores preços dos últimos meses com desconto de 28% no Pix

Apple Store sai do ar antes de evento do iPhone 18

9 de Setembro de 2026, 10:06
Ilustração mostra o logo da Apple ao centro, em cor verde claro. O fundo é azul e verde. Na parte inferior direita, o logotipo do "tecnoblog" é visível.
Apple deve revelar novos produtos (arte: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • A loja online da Apple ficou indisponível antes do evento de lançamento do iPhone 18.
  • Apple anunciou novos iPhones, incluindo um inédito modelo dobrável.
  • Os preços dos novos modelos subiram e os modelos chegaram mais caros que o lançamento do ano passado.

A Apple Store ficou fora do ar na manhã desta quarta-feira (09/09). A empresa costuma desativar temporariamente a loja antes de grandes lançamentos, em preparação para a chegada de novos produtos. Às 14h de hoje, a companhia revelou novos iPhones, incluindo o inédito iPhone Duo, primeiro dobrável da marca. 

Também foram revelados novos Apple Watches e AirPods. Com os lançamentos, a Apple também reajustou os preços de produtos que já estavam à venda, incluindo alguns modelos lançados no ano passado.

Captura de tela da Apple Store com mensagem “Voltamos logo” e “Estamos atualizando a Apple Store”
Loja online da Apple ficou fora do ar (imagem: Tecnoblog)

Este foi o primeiro evento comandado pelo novo CEO John Ternus, que sucede Tim Cook à frente da Apple. Ternus assume o cargo após 25 anos de bagagem, atuando como designer de produto e vice-presidente de engenharia de hardware.

O evento foi transmitido ao vivo pelo site da Apple, pelo aplicativo Apple TV e pelo YouTube. Diferentemente dos anos anteriores, porém, a apresentação se concentrou nos modelos mais caros da família. O iPhone 18 base e o iPhone 18e são esperados apenas para o início de 2027.

Apple Store sai do ar antes de evento do iPhone 18

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Loja online da Apple ficou indisponível na manhã desta quarta-feira (9). Empresa revelou novos celulares.

Apple (arte: Vitor Pádua/Tecnoblog)

iPhone 18: como ver o lançamento da Apple ao vivo

9 de Setembro de 2026, 05:55
Logo da Apple com fundo azul, fazendo alusão ao convite para o evento.
Evento da Apple começa às 14 h no horário de Brasília (arte: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • A Apple apresenta novos iPhones nesta quarta-feira (09/09) às 14h, no horário de Brasília, com transmissão ao vivo no site da Apple e no YouTube.
  • Os novos modelos incluem o iPhone 18 Pro, iPhone 18 Pro Max e iPhone Duo, com melhorias como um novo chip de 2 nanômetros e um jogo de câmeras aprimorado.
  • A transmissão ao vivo pode ser assistida no site da Apple ou no YouTube, com opções para adicionar um lembrete ao calendário e receber notificações.

A Apple vai apresentar os novos iPhone 18 Pro, iPhone 18 Pro Max e iPhone Duo (ou Ultra) nesta quarta-feira (09/09), a partir das 14h de Brasília. Este é o primeiro evento comandado pelo novo CEO John Ternus, que sucede Tim Cook à frente da companhia.

Entre as novidades aguardadas estão um novo chip de 2 nanômetros na linha Pro da marca, além de melhorias no jogo de câmeras da versão Max. Além disso, o modelo Ultra promete ser a primeira opção dobrável da Maçã, chegando com opções de até 1 TB e valores mais salgados em relação aos outros celulares da marca.

A transmissão do evento será feita tanto pelo site da maçã quanto no YouTube, pela conta oficial da empresa. A seguir, confira o passo a passo para ver as novidades da Apple ao vivo.

Como assistir ao lançamentos dos novos iPhones ao vivo

No site da Apple, a transmissão acontece logo na primeira página. Basta entrar no apple.com na hora do evento para começar a assistir. Quem entrar antes da hora também pode adicionar um lembrete ao calendário clicando no botão sinalizado. A partir disso, você faz o download de um arquivo ICS, que pode ser importado ao calendário de sua preferência. No iPhone, o evento é adicionado de forma automática ao calendário da Maçã, assim como no macOS.

Já para quem preferir assistir no YouTube, é necessário buscar pela conta oficial da Apple no site ou no app. Ao entrar no canal da maçã, o vídeo do evento estará em destaque. Assim como no site, é possível adicionar um lembrete para assistir ao evento: basta clicar em “Receber notificação”.

O que esperar do evento do iPhone?

Em 2026, o evento de lançamento dos novos iPhones deve focar nas opções premium da linha. O iPhone 18 padrão e o iPhone 18e, por exemplo, são esperados apenas para o início de 2027.

Nesta quarta, três principais modelos devem ser anunciados: os iPhones 18 Pro e 18 Pro Max, além do iPhone Ultra. Os dois primeiros prometem trazer o que há de melhor na linha mobile da Apple, incluindo um novo chip com litografia de 2 nanômetros. Uma diferença importante entre as duas versões é a possibilidade de um sensor de abertura físico no jogo de câmeras do iPhone 18 Pro Max, uma melhoria interessante nos controles de profundidade e captação de luz do modelo.

Imagem mostra um comparativo entre um suposto iPhone dobrável preto, com módulo em “pílula” para duas câmeras principais, e um iPhone 17 Pro Max.
iPhone Ultra deve trazer formato “passaporte” e sistema de duas câmeras traseiras (imagem: reprodução/Jam Online)

Já o iPhone Duo será o primeiro dobrável da maçã, que chega com formate “passaporte” e rivaliza diretamente com o Galaxy Z Fold 8 da Samsung, lançado no início de agosto. Ainda não há uma confirmação dos preços, mas a expectativa é por um aumento significativo: o iPhone 18 Pro deve custar a partir de US$ 1.299 (R$ 6.598), enquanto o Pro Max pode chegar por US$ 1.399 (R$ 7.106). Rumores apontam para um valor mais salgado no iPhone Ultra, com a versão base de US$ 2 mil a US$ 2,5 mil (até R$ 12.700), com uma opção de 1 TB esperada por até US$ 2,9 mil (R$ 14.732).

Seu nome, inclusive, figurou num dos últimos rumores sobre os lançamentos desta quarta. A informação de última hora foi levantada pelo jornalista Mark Gurman, da Bloomberg, conhecido por acertar diversos vazamentos da maçã.

iPhone 18: como ver o lançamento da Apple ao vivo

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Suposto dobrável iPhone Duo deve ser apresentado nesta quarta-feira (09/09) a partir das 14h.

Evento da Apple começa às 14 h no horário de Brasília (arte: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Módulo traseiro em formato de pílula abriga as duas câmeras principais do aparelho (imagem: reprodução/Jam Online)

CEO da Nvidia diz que OpenAI alcançou a AGI com o GPT-6 Astra

8 de Setembro de 2026, 15:54
Jensen Huang, CEO da Nvidia
Jensen Huang, CEO da Nvidia, reafirma chegada da AGI (imagem: divulgação/Nvidia)
Resumo
  • O CEO da Nvidia, Jensen Huang, afirma que o lançamento do GPT-6 Astra da OpenAI marca a chegada da AGI.
  • A AGI é um sistema capaz de realizar tarefas intelectuais com competência comparável ou superior à humana.
  • A Nvidia, fornecedora de hardware para a OpenAI, registrou receita trimestral de US$ 96,2 bilhões.

Todo lançamento de um grande modelo de IA traz a dúvida de quanta evolução realmente recebemos com aquela atualização. Para Jensen Huang, o CEO da Nvidia, o lançamento do GPT-6 Astra marca a chegada da AGI, principal meta das principais empresas do setor.

Em declaração no X, o executivo parabenizou a equipe da OpenAI pelos números atingidos e destacou a evolução dos modelos nos últimos quatro anos. “A AGI chegou”, afirmou Huang, que também ressaltou a participação da própria Nvidia nesse processo.

GPT-6 Astra, trained on ~100K+ NVIDIA Grace Blackwell NVLink72. From ChatGPT to o1 to Astra in 4 years.

AGI has arrived. Congratulations @OpenAI team.

400K GPUs coming online next.

— Jensen Huang (@JensenHuang) September 6, 2026

GPT-6 Astra é um marco para AGI?

mockup do aplicativo do ChatGPT destacando o modelo GPT-6 Astra sendo usado no máximo de capacidade
GPT-6 Astra seria um marco, segundo OpenAI (imagem: divulgação/OpenAI)

A AGI, ou inteligência artificial geral, é geralmente descrita como um sistema capaz de desempenhar uma grande variedade de tarefas intelectuais com competência comparável ou superior ao humano. Entretanto, não existe um teste para determinar quando uma IA atingiu esse ponto, e o entendimento sobre ele varia.

Para a própria OpenAI, a AGI seria um sistema altamente autônomo capaz de superar humanos na maior parte dos trabalhos economicamente valiosos. A empresa aposta que o GPT-6 Astra, lançado na semana passada, deu o pontapé inicial nessa fase da tecnologia.

Segundo o Business Insider, Greg Brockman afirmou que o modelo pode ser visto futuramente como um marco no surgimento da AGI. nova versão traz um grande foco na realização de tarefas como agente, melhorando a capacidade de operar ferramentas autonomamente.

Pesquisador rebate Huang e OpenAI

Uma ilustração digital de um perfil de cabeça humana, formada por linhas e pontos luminosos azuis que simulam uma rede neural ou mapeamento digital. Ao lado direito, em letras brancas, a sigla "AI" (Inteligência Artificial). O fundo é escuro com leves pontos de luz. No canto inferior direito, o logo "tecnoblog".
Pesquisador aponta falta de critérios para considerar modelo como AGI (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Mas a falta de critério para definir esse salto tecnológico leva a dúvidas sobre quando ele realmente ocorrerá. O pesquisador Gary Marcus criticou Huang por “não apresentar evidências” que transformam o lançamento do Astra em um marco, como dito pela OpenAI.

Segundo ele, usando parâmetros convencionais da ciência da computação, o Astra cumpriria apenas um ou dois requisitos. Por isso, o modelo ainda estaria longe do patamar necessário para falar em AGI.

O próprio Sam Altman, CEO da OpenAI, acredita que sigla a tem uma definição frágil e funciona como um termo de marketing. Apesar de frisar a chegada da AGI, Brockman também acha que o fim de cláusulas contratuais, que davam à Microsoft exclusividade sobre as tecnologias da OpenAI até a AGI ser atingida, diminuíram ainda mais a relevância do termo.

Nvidia colabora com infraestrutura da OpenAI

Uma placa de vídeo com detalhes em tons de verde vibrante e preto flutua diagonalmente no centro da imagem. Abaixo dela, em destaque, o logo da "NVIDIA" em verde e branco. O fundo é cinza escuro, com elementos desfocados que remetem a outras placas de vídeo. No canto inferior direito, o logo "tecnoblog".
Nvidia faz parte dos fornecedores de tecnologia para a OpenAI (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Mas essa não é a primeira vez que Jensen Huang toca no assunto. Em março, ele já concordava que IAs seriam capazes de criar, escalar e administrar sozinha uma empresa de tecnologia avaliada em mais de US$ 1 bilhão (aproximadamente R$ 5,1 bilhões). Esse cenário, para ele, já seria um indicativo de que a IA atingiu o patamar superior.

Para Marcus, no entanto, o otimismo de Huang soa mais como “uma tentativa de apropriação indevida de uma questão científica por decreto corporativo.”

Empresas que desenvolvem sistemas de LLMs, como a OpenAI, dependem de grandes volumes de aceleradores para treinar e executar os próprios modelos, e a Nvidia é uma das principais fornecedoras desse hardware.

A demanda por poder computacional também aparece nos resultados da Nvidia. No balanço divulgado em agosto, a empresa registrou US$ 96,2 bilhões (cerca de R$ 493 bilhões) em receita trimestral, mais que o dobro do registrado no mesmo período do ano anterior. Desse total, US$ 89 bilhões (R$ 456 bilhões) vieram do segmento de data centers e chips para inteligência artificial.

Na mesma publicação em que afirmou que a AGI havia chegado, Huang disse que outros 400 mil processadores gráficos da Nvidia entrarão em operação na rede mundial.

CEO da Nvidia diz que OpenAI alcançou a AGI com o GPT-6 Astra

Jensen Huang, CEO da Nvidia (imagem: divulgação/Nvidia)

(imagem: divulgação/OpenAI)

Cloudflare declara guerra a bots de IA (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Placa de vídeo Nvidia (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Sony diz que produção de discos do PlayStation cairá apenas 10%

8 de Setembro de 2026, 10:27
Mão em estilo ilustrado e um disco de PlayStation
Títulos antigos continuarão recebendo versões em disco (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • A Sony confirmou que a produção de discos do PlayStation cairá apenas 10% em 2028, e não 90%.
  • O fim da mídia física está mantido exclusivamente para novos lançamentos a partir de 2028; títulos antigos e encomendas já feitas continuarão sendo fabricados.
  • Shawn Layden, ex-presidente da Sony Interactive Entertainment America, criticou o foco 100% digital, alertando que o fim dos discos ameaça o colecionismo e o real direito de propriedade dos jogadores.

A Sony esclareceu que a produção de discos físicos para o PlayStation sofrerá uma redução de 10% no volume a partir de janeiro de 2028, corrigindo a projeção inicial que apontava para o corte bem mais drástico de 90%. A confusão ocorreu após declarações dadas em julho pelo chefe da Sony Digital Audio Disc Corporation (DADC), Dietmar Tanzer, gerando apreensão no mercado.

Um porta-voz da companhia explicou ao portal Game que o executivo previu um declínio geral de 10% na fabricação, e não uma redução brusca para apenas 10% da capacidade total. O futuro da produção após o ano de 2028, no entanto, segue incerto.

Afinal, o que muda?

Apesar de reconhecer as críticas dos fãs e consumidores, a gigante japonesa deve manter a estratégia de encerrar a mídia física para novos lançamentos a partir de 2028. A boa notícia é que os títulos anteriores e as encomendas já realizadas seguirão em ritmo normal.

Diferentemente da Microsoft, que certifica terceiros para replicar os discos de Xbox, a Sony possui um processo proprietário de prensagem. Essa exclusividade dificulta a fabricação externa, a menos que ocorra um acordo formal de licenciamento.

Segundo o analista da firma Niko Partners, Daniel Ahmad, a estratégia de abandonar os discos busca outra meta: concentrar os gastos dos compradores na PlayStation Store. Para se ter uma ideia, enquanto um jogo de US$ 70 (cerca de R$ 359) rende à empresa aproximadamente US$ 21 (R$ 108) no formato digital, a mesma transação no varejo físico faz o lucro cair pela metade.

PlayStation 5 (Imagem: Vivi Werneck/Tecnoblog)
Processo proprietário da Sony impede que fábricas terceirizadas produzam discos (Imagem: Vivi Werneck/Tecnoblog)

Qual é o impacto na relação com a comunidade?

Para o ex-presidente da Sony Interactive Entertainment America, Shawn Layden, um futuro sem discos é “deprimente, mas solucionável”. Ele alerta que justificar mudanças operacionais usando apenas a matemática financeira ameaça o valor da marca. O descontentamento ficou claro recentemente, a ponto da Sony restringir a comunicação de seus estúdios em resposta à forte indignação da comunidade.

“Se não pode revender, você realmente é dono?”, questionou o ex-executivo, abordando a diferença entre posse e acesso digital. O debate sobre os direitos dos jogadores ganha ainda mais força nos tribunais: recentemente, a própria Sony rebateu uma ação coletiva, afirmando que não engana consumidores quanto às limitações de controle e revenda de itens digitais adquiridos em sua plataforma.

Por fim, Layden comparou o setor de videogames aos livros e ao vinil, mídias que resistiram às previsões de extinção graças aos colecionadores. Para ele, o hábito de preservar jogos na estante e adquirir edições especiais são parte da “identidade gamer” e entregam itens exclusivos que jamais poderão ser substituídos por um download.

Sony diz que produção de discos do PlayStation cairá apenas 10%

PlayStation vai abandonar mídias físicas em 2028 (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

PlayStation 5 (Imagem: Vivi Werneck/Tecnoblog)

Galaxy A37 5G (256 GB) atinge menor preço registrado no Mercado Livre

8 de Setembro de 2026, 09:48
10% OFF DISPONíVEL NA PáGINA Mercado Livre 53% OFF Ver preço
R$ 3.599,0053% OFF

Prós
  • Câmera principal de 50 MP
  • Proteção IP68 inclusa
  • Tela Super AMOLED de 6,7″
  • Taxa de atualização de 120 Hz
  • Carregamento de 45 W
  • Atualizações até o Android 22
Contras
  • Exynos 1480 tem desempenho limitado
  • Poucas mudanças em relação ao A36
PIX Cupom na página
10% OFF DISPONíVEL NA PáGINA Mercado Livre 53% OFF Ver preço
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O Galaxy A37 de 256 GB está saindo por R$ 1.709 no Pix com cupom de 10% OFF disponível na página do Mercado Livre. O smartphone da Samsung com tela Super AMOLED de 6,7″ de 120 Hz e câmera principal de 50 MP alcança o menor preço registrado, com desconto de 53% sobre o original de R$ 3.599.

Galaxy A37 traz tela de 120 Hz e câmera de 50 MP

Um dos lançamentos recentes da Samsung, o Galaxy A37 possui uma tela Super AMOLED de 6,7″ com taxa de 120 Hz, brilho de até 1.900 nits e a tecnologia Vision Booster, que otimiza brilho e contraste. O resultado são imagens com cores fiéis e alta fluidez nas transições, além de visibilidade garantida em qualquer ambiente.

Seu chip Exynos 1480 e os 6 GB de RAM suportam a execução de tarefas cotidianas, games mais modestos e alguns recursos da suíte Galaxy AI. Os 256 GB de armazenamento disponibilizam espaço interno razoável para guardar fotos e vídeos.

O kit principal de câmeras inclui uma wide com OIS de 50 MP e uma ultrawide de 8 MP, que captam belas cenas em ambientes abertos, e uma macro de 5 MP para aproximações de elementos pequenos. A frontal de 12 MP tira ótimas selfies. Todas filmam em 4K.

Galaxy A37 na cor verde
Galaxy A37 possui câmera wide de 50 MP e macro de 5 MP (Imagem: Ana Marques/Tecnoblog)

O corpo do Galaxy A37 recebe o vidro Gorilla Glass Victus+, resistente a quedas e pancadas, de ambos os lados. A certificação IP68 confere proteção em cenários como ambientes com muita poeira e mergulhos acidentais.

Sua bateria de 5.000 mAh resiste a até 29 horas de vídeo segundo a Samsung, e suporta carregamento rápido de 45 W, permitindo ao gadget receber uma carga de 60% em apenas 30 minutos. Dessa forma, o usuário terá energia suficiente para um dia inteiro de uso.

O Galaxy A37 de 256 GB (R$ 1.709 no Pix com cupom de 10% OFF disponível na página) roda Android 16 e deve receber seis updates do sistema operacional. O celular da Samsung possui conectividade 5G, Wi-Fi 6, Bluetooth 5.4 e NFC.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Galaxy A37 5G (256 GB) atinge menor preço registrado no Mercado Livre

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Galaxy A37 (256 GB) tem tela Super AMOLED de 120 Hz e câmera de 50 MP; celular da Samsung alcança o menor preço registrado, com desconto de 53% no Pix com cupom

Os limites do open source: por que código aberto não é terra sem lei

7 de Setembro de 2026, 16:35
Imagem mostrando o Tux (mascote do Linux) com vestimentas de xerife em um deserto; um camaleão aparece na imagem como referência ao Notepad++
Os limites do open source: por que código aberto não é terra sem lei (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Comunidades open source são fascinantes porque, embora projetos do tipo possam ser sustentados por interesses financeiros, essa não é a regra. Outras motivações incluem senso de comunidade, propósitos sociais, ganho de experiência e vontade de não depender de soluções proprietárias. Mas também há quem veja a natureza do código aberto como um “liberou geral”.

“Liberou geral” no sentido de que “posso fazer o que eu quiser com isso” ou “acho que não vou ter problemas se eu usar esse software assim”. Mas há regras a serem seguidas no universo do código aberto. Se elas puderem ser combinadas com uma dose de bom-senso, melhor. Do contrário, as consequências poderão ir além de um mero aborrecimento.

Talvez eu esteja dizendo o óbvio. Mas, às vezes, o óbvio precisa ser dito. Três acontecimentos relativamente recentes abordados aqui no Tecnoblog exemplificam quão problemática pode ser a inobservância das condições de projetos de código aberto ou de princípios relacionados. Daremos uma olhada em cada um deles no melhor estilo “o que podemos aprender com isso”.

Caso 1: o falso Notepad++ para macOS

O Notepad++ é um editor de texto e código lançado em 2003 pelo desenvolvedor Don Ho, que o mantém até hoje. Trata-se de uma ferramenta até que bem conhecida, afinal, é leve, permite edições em várias linguagens de programação, tem código-fonte aberto e não custa nada para o usuário.

Contudo, o Notepad++ só tem versões para Windows. É por isso que alguns usuários ficaram animados com o lançamento de uma versão da ferramenta para macOS, em abril deste ano.

O repositório do então novo projeto tinha “Notepad++” como nome oficial, carregava o logotipo do software e o nome de Don Ho aparecia entre os responsáveis. Mas logo ficou claro que, na verdade, Ho não havia lançado o Notepad++ para Mac, tampouco dado aval para outra pessoa realizar esse trabalho em seu nome.

Alertado pela comunidade, Don Ho adotou uma série de medidas para resolver o problema, como solicitar que Andrey Letov, o verdadeiro autor, mudasse o nome e o logotipo do projeto.

Letov resistiu. Inicialmente, ele argumentou que queria apenas oferecer uma versão do Notepad++ para usuários de Mac e que esperava que Ho desse um sinal verde para isso.

Mas, pressionado por Ho e pela própria comunidade, Letov acabou concordando em promover mudanças: o Notepad++ para Mac foi renomeado para Nextpad++, recebeu domínio e logotipo próprios, e menções que davam a entender que Don Ho participava do projeto foram eliminadas. Recentemente, o editor ganhou uma versão para Linux.

Site do Nextpad++
Nextpad++ tem versões para Mac e, agora, Linux (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Mas, se o Notepad++ é aberto, a reação não foi exagerada?

Há quem tenha esse entendimento, mas não foi o caso. O Notepad++ está disponível sob uma licença GPL 3.0, que permite uso gratuito, acesso ao código-fonte e criação de projetos derivados (forks). Porém, essa licença não transfere ao usuário os direitos sobre marcas registradas utilizadas no projeto.

Aqui está o maior erro de Andrey Letov: ele não poderia presumir que a licença GPL também lhe dava autorização para utilizar o nome e o símbolo do Notepad++ como marca para seu projeto. Para completar, Letov associou o nome de Don Ho ao novo software sem contatar o desenvolvedor sobre isso.

Mas Ho não poderia ter aceitado o convite, ainda que tardio, para apoiar o projeto? Poderia. Mas ele deu razões convincentes para a recusa:

(…) Não posso me responsabilizar pela manutenção a longo prazo de uma versão adaptada ou de um fork que não controlo. Quaisquer problemas críticos, travamentos ou vulnerabilidades de segurança nesse projeto externo poderiam prejudicar a reputação do próprio Notepad++.

Don Ho

Notepad++ no Windows 11
Notepad++ no Windows 11 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Caso 2: a suíte de escritório europeia

Eis um caso em que o lado “errado” não é o que a gente conclui na primeira olhada. O Euro-Office foi anunciado em março de 2026 e introduzido em junho como um pacote de escritório aberto e capaz de contribuir para a soberania digital da União Europeia.

O projeto foi baseado em uma solução aberta que já existe: o OnlyOffice, e isso nunca foi um segredo. Mesmo assim, os responsáveis pelo Euro-Office foram acusados de violar propriedade intelectual e termos de licenciamento.

A base da acusação reside no fato de o OnlyOffice ter cláusulas adicionais à licença do projeto (AGPL-3.0) que determinam a preservação de sua identidade visual e de atribuições de autoria em softwares derivados. O Euro-Office, porém, removeu logotipo e outras referências ao OnlyOffice de suas interfaces.

Ficou parecendo que os responsáveis pelo Euro-Office agiram de má-fé. Mas a contra-argumentação foi coerente: a Nextcloud, uma das organizações que conduzem o projeto, declarou que a Seção 7 da licença AGPL-3.0 prevê que restrições adicionais que causem empecilhos para o uso ou distribuição do código sejam removidas.

Neste caso, o conflito está na obrigação do Euro-Office de exibir uma marca cujos direitos pertencem a terceiros. No entendimento da Nextcloud, essa situação colocaria o Euro-Office em conflito com a AGPL-3.0, razão pela qual essa cláusula pode ser removida conforme o regimento da licença, como forma de a irregularidade ser mitigada.

Quem está com a razão? Bom, não há, aqui, uma decisão judicial ou algo do tipo que encerre definitivamente a discussão.

Mas Bradley M. Kühn, um dos responsáveis pela AGPL, classificou a postura da Ascensio (organização que controla o OnlyOffice) como “a restrição adicional mais ardilosa que já vi”. Isso porque, se uma cláusula extra do projeto prevê que o logotipo original seja mantido, uma segunda cláusula impede o uso dessa marca por terceiros, uma verdadeira contradição.

Até a Free Software Foundation (FSF) se manifestou a favor do Euro-Office:

Esta obrigação de ‘manter o logotipo original do produto’ não está incluída na Sec. 7(b) da (A)GPLv3 (…), sendo, portanto, considerada uma restrição adicional. A (A)GPLv3 deixa claro que permite a todos os licenciados remover quaisquer termos adicionais que sejam “restrições adicionais” nos termos da (A)GPLv3.

Krzysztof Siewicz, gerente de licenciamento e conformidade da FSF

O Euro-Office está envolto em outras polêmicas (como ter sido apontado como um “aliado” da Microsoft pelo time do LibreOffice), mas pelo menos este caso parece caminhar para uma solução: a Ascensio propôs exigir que o OnlyOffice seja citado apenas em áreas apropriadas do código-fonte e em telas de créditos, que é a abordagem padrão de projetos open source.

Euro-Office
Editor de texto do Euro-Office (imagem: reprodução/Nextcloud)

Caso 3: o conflito que ameaçou uma distribuição Linux

Até projetos pequenos precisam ter salvaguardas. O caso do OpenMandriva é um bom exemplo disso. Criado em 2012 após o fim do Mandriva Linux, a distribuição quase teve a sua continuidade comprometida devido a um conflito entre colaboradores.

Davide Beatrici, que é conhecido por manter o aplicativo de mensagens por voz Mumble, ofereceu uma instância privada na OneDev para hospedar repositórios da distribuição Linux quando se juntou à equipe do OpenMandriva.

Se de um lado essa solução eliminaria eventuais custos com hospedagens no GitHub ou oferecia redundância, por outro, deixaria uma infraestrutura importante nas mãos de uma única pessoa. Apesar de alguns membros terem manifestado essa preocupação, a proposta foi aceita.

Tudo ia bem, até que outro colaborador que ingressou no projeto junto com Beatrici passou a apresentar comportamento agressivo com outros integrantes, segundo o mantenedor “AngryPenguin”. Como consequência, essa pessoa foi banida de um dos chats principais do projeto pelo próprio AngryPenguin (mas permaneceu fazendo parte do OpenMandriva).

Contrariado com essa decisão, Beatrici teria decidido deixar a iniciativa. Diante disso, os mantenedores da distribuição resolveram, então, desvincular os repositórios espelhados na instância da OneDev.

Beatrici ficou ainda mais contrariado e, por isso, teria usado seus privilégios de acesso à instância para apagar determinados repositórios e publicar um pacote vazio “que tornou obsoletos todos os pacotes do Gnome e do Cosmic”, relatou AngryPenguin.

Ao The Register, Davide Beatrici admitiu que apagou repositórios e tornou pacotes obsoletos deliberadamente, mas negou ter tentado sabotar o projeto. Seu objetivo foi o de protestar após os mantenedores terem removido arquivos de configuração do OneDev de vários repositórios sem consultá-lo, declarou.

Dias depois do primeiro comunicado sobre o assunto, a OpenMandriva informou que os repositórios apagados haviam sido restaurados e que o pacote problemático foi apagado. Com isso, o projeto voltou a ter repositórios no GitHub, sem depender de contas particulares.

Backups mantidos por outros colaboradores foram essenciais para o retorno à normalidade. Sem eles, o transtorno teria sido muito maior.

Distribuição OpenMandriva Lx
Distribuição OpenMandriva Lx (imagem: reprodução/OpenMandriva)

Os “recados” que esses episódios nos deixam

Eu não sou o tipo de pessoa que acredita que devemos extrair aprendizados de tudo o que nos acontece. Mas é inegável que os casos abordados aqui deixam algumas lições valiosas, que reforçam que código aberto é assunto sério. Em resumo:

  • caso 1 (Notepad++ x Nextpad++): permissões sobre código não devem ser confundidas com permissões sobre marcas; usualmente, licenças abertas permitem consulta, modificação ou reuso do código, mas não dão direito automático ao uso de nomes e identidades visuais, muito menos permitem associações de autoria sem autorização prévia;
  • caso 2 (Euro-Office x OnlyOffice): é necessário ter cuidado para evitar que licenças abertas como a AGPL-3.0 sejam usadas para impor restrições comerciais que se passam por exigências legais; se isso ocorrer, a própria licença pode ser acionada para derrubar amarras que se mostrarem abusivas ou incoerentes;
  • caso 3 (OpenMandriva): esforços altruístas não substituem a necessidade de um projeto seguir boas práticas de gerenciamento e segurança, mesmo que isso contrarie colaboradores; convém estabelecer políticas rígidas de privilégios, priorizar infraestruturas técnicas neutras e deixar claro que anseios pessoais não devem sobrepor os valores comunitários do projeto.

O recado final é este: o open source abre portas para que softwares sejam estudados, compartilhados e derivados a partir de projetos originais, desde que as condições de cada licença sejam observadas. Do contrário, correremos o risco de cair no velho e perigoso chavão de confundir liberdade com libertinagem.

Os limites do open source: por que código aberto não é terra sem lei

Os limites do open source: por que código aberto não é terra sem lei (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Nextpad++ tem versões para Mac e, agora, Linux (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Notepad++ no Windows 11 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

O Euro-Office vem aí (imagem: reprodução/Nextcloud)

Distribuição OpenMandriva Lx (imagem: reprodução/OpenMandriva)

Fone de ouvido Anker Soundcore: 10 modelos para comprar em 2026

7 de Setembro de 2026, 14:49
Imagem do fone Anker Soundcore Space One
Anker Soundcore Space One tem ANC e boa autonomia de bateria; confira outros fones de ouvido da marca que valem a compra (Imagem: reprodução/Soundcore)

O portfólio de fones de ouvido Anker reúne modelos para diferentes públicos e orçamentos. Fones Soundcore mais básicos não costumam trazer cancelamento ativo de ruído e focam na autonomia da bateria. Já modelos mais avançados têm ANC e especificações avançadas, como suporte a áudios de alta resolução.

Para te ajudar na escolha, o Tecnoblog selecionou 10 opções de fone de ouvido Anker Soundcore para comprar em 2026. Confira prós e contras de cada modelo antes de decidir qual é o melhor para seu dia a dia.

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Anker Soundcore Liberty 5 NC


Prós
  • ANC adaptativo 3.0
  • Compatível com Hi-Res Audio Wireless
  • Suporte ao Dolby Audio
  • Proteção IP55
  • Conexão multiponto com LDAC ativado
  • Estojo com carregamento sem fio
Contras
  • Autonomia cai para 5 horas com Dolby Sound + ANC
  • Sem recursos de IA vistos na versão Pro e Pro Max
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O Anker Soundcore Liberty 5 NC é um fone intra-auricular projetado para áudios imersivos com menos interferências de sons externos. Sua cavidade acústica reduz as vozes humanas ao redor, enquanto o cancelamento ativo de ruído (ANC) adaptativo 3.0 ajusta o ANC a cada 0,3 s a fim de otimizar o isolamento.

A certificação de alta resolução sem fio (Hi-Res Audio Wireless) também oferece uma experiência sonora mais envolvente e detalhada em conexões Bluetooth 5.4. Já o suporte ao Dolby Audio otimiza a amplitude e clareza dos áudios.

Com driver de 9,2 mm, os fones pesam 4,6 g cada e ainda suportam multiponto mesmo com o LDAC ativado. A autonomia com ANC fica em 8h, mas pode chegar a 48h no modo transparência e com as recargas do estojo.

O fone também inclui versões Pro e Pro Max, que são mais caras, mas trazem diferenciais como Dolby Atmos, versão superior de ANC e mais microfones. No entanto, a versão base já oferece uma ótima experiência para a maioria dos usuários, representando melhor custo-benefício.

Codecs suportados: SBC, AAC e LDAC

Anker Soundcore Q31i


Prós
  • Tem cancelamento de ruído adaptativo
  • Bluetooth 6.0 com multiponto
  • Áudio de alta resolução com fio ou wireless
  • Ótima autonomia de bateria
  • Recurso de tradução em tempo real
Contras
  • ANC indisponível no modo com fio
  • Sem proteção IP
  • LDAC não suportado em conexões multiponto
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O Anker Soundcore Q31i tem design over-ear e drivers personalizados de 40 mm que atingem até 98 dB. O periférico (265 g) possui cancelamento ativo de ruído adaptativo de 37 dB, com quatro microfones para reduzir barulhos externos em tempo real.

A compatibilidade com áudio de alta resolução é um dos diferenciais, funcionando tanto no modo wireless (Bluetooth 6.0) quanto no modo cabeado. Também há suporte para recursos de inteligência artificial, como tradução em tempo real e redução de ruído para microfone em chamadas.

A autonomia da bateria se destaca, chegando a 50 horas (com ANC) e até 80 horas (sem ANC). Em contrapartida, o formato é over-ear e não há certificação IP contra água e poeira.

Codecs suportados: SBC, AAC e LDAC

Anker Soundcore Space One


Prós
  • ANC adaptativo
  • Hi-Res Audio com fio e sem fio
  • Compatível com conexão multiponto
  • Conchas com rotação para mais conforto
  • Autonomia de até 55 horas
Contras
  • Versão do ANC mais modesta
  • Sem certificação IP
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O Anker Soundcore Space One também é um fone over-ear com driver de 40 mm com ANC adaptativo. O sistema promete reduzir o ruído em até 98% e tem calibração automática para minimizar barulhos externos mesmo sem isolamento perfeito ao redor dos ouvidos.

Há algumas similaridades em relação ao modelo Q31i, como Hi-Res Audio com ou sem fio e suporte ao codec LDAC. Por outro lado, o Space One (265 g) foca em conforto ao trazer conchas com rotação de 8º para mais adaptabilidade de uso.

A bateria tem autonomia de até 40 horas com ANC ligado, mas pode chegar a 55 horas sem o cancelamento de ruído. Demais especificações incluem Bluetooth 5.3 e três microfones com IA para chamadas.

Codecs suportados: SBC, AAC e LDAC

Anker Soundcore P31i


Prós
  • ANC adaptativo de 52 dB
  • Bluetooth 6.1 com multiponto
  • Certificado Hi-Res Audio Wireless
  • Proteção IP55
Contras
  • Áudio espacial não funciona com LDAC ativado
  • Há queixas sobre mau desempenho do modo de tradução
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O fone intra-auricular Anker Soundcore P31i chega com otimizações interessantes em relação à geração anterior: o ANC adaptativo de 52 dB está três vezes mais potente para evitar barulhos externos que podem quebrar a imersão, e os drivers de 11 mm revestidos em titânio oferecem graves duas vezes mais profundos.

A compatibilidade com áudios de alta resolução sem fio garante sons mais detalhados em pareamento com Bluetooth 6.1. Já a autonomia da bateria chega a 10h (com ANC desativado), embora caia para 8h com o cancelamento de ruído ativado.

Os fones Soundcore P31i ainda têm proteção contra suor e chuvas mais leves, garantida pelo selo IP55.

Codecs suportados: SBC, AAC e LDAC

Anker Soundcore Space 2


Prós
  • Bateria duradoura
  • ANC adaptativo 3.0
  • Conexão multiponto com Bluetooth 6.1
  • Suporta recursos de IA
  • Tem detecção de uso
Contras
  • Sem proteção IP
  • Áudio 3D não pode ser usado junto do LDAC
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O Anker Soundcore Space 2 é uma ótima opção de over-ear para viajantes. Isso porque o fone conta com ANC adaptativo 3.0 projetado para lidar com barulhos de baixa frequência, como os ruídos de motores a jato. Seu design dobrável e peso de 264 g também facilitam a portabilidade em viagens.

Assim como o modelo antecessor, o Soundcore Space 2 tem driver de 40 mm e é compatível com áudio de alta resolução no modo com ou sem fio (via conexão Bluetooth 6.1). Ele também suporta ferramentas de IA a partir do app Soundcore.

A autonomia de bateria é um dos destaques, podendo durar 50 horas (com ANC) ou até 70 horas (sem ANC). Não há proteção IP e, por isso, é bom mantê-lo longe da água e poeira.

Codecs suportados: SBC, AAC e LDAC

Anker Soundcore Sport X20


Prós
  • Possui cancelamento ativo de ruídos
  • Compatível com multiponto (Bluetooth 5.3)
  • Proteção IP68 contra água e poeira
  • Ganchos auriculares reforçam encaixe
Contras
  • Sem áudio de alta resolução
  • Não suporta áudio espacial
  • Ganchos auriculares não podem ser removidos
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O Anker Soundcore Sport X20 é um fone intra-auricular leve (6,62 g cada) e voltado para esportistas. O periférico chega com cancelamento ativo de ruído adaptativo para minimizar barulhos externos que podem atrapalhar seus treinos.

Os drivers dinâmicos de 11 mm são empoderados pela tecnologia BassUp para impulsionar os graves. Já as hastes ajustáveis oferecem melhor encaixe diante das atividades físicas, apesar de não serem removíveis.

A bateria dura 7 horas (com ANC), mas você pode estender a autonomia para até 28 horas ao usar as recargas do estojo. A proteção IP68 é outro ponto positivo, suportando mergulhos de até 1,5 m por 30 minutos.

Codecs suportados: SBC e AAC

Anker Soundcore AeroClip


Prós
  • Design leve (6 g)
  • Compatível com som de alta resolução
  • Conexão multiponto (Bluetooth 5.4)
  • Proteção IP55
Contras
  • Sem cancelamento ativo de ruído
  • Design aberto tende a vazar som ao ambiente
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O Anker Soundcore AeroClip é um modelo open-ear. Seu design pode ser uma alternativa para quem não gosta de fones intra-auriculares ou over-ear. No entanto, o formato impede isolamentos mais eficientes do ambiente externo e, por isso, ele não conta com cancelamento ativo de ruído.

Em compensação, o fone traz drivers dinâmicos de 12 mm com a tecnologia Virtual Bass para graves mais presentes. E a certificação Hi-Res Audio Wireless garante qualidade mais elevada de som em conexões Bluetooth 5.4.

A proteção IP55 oferece resistência contra suor leve e chuva fraca. A bateria alcança uma autonomia de 8 horas, que pode chegar a 32 horas com as recargas do estojo.

Codecs suportados: SBC, AAC e LDAC

Anker Soundcore AeroFit 2


Prós
  • Suporta áudios de alta resolução
  • Ganchos de orelha ajustáveis
  • Proteção IP55
  • Estojo com recarga sem fio
Contras
  • Sem cancelamento ativo de ruído
  • Alta latência (até 200 ms)
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O Anker Soundcore AeroFit 2 também é um fone over-ear e, por isso, não possui cancelamento ativo de ruído. Seu design traz ganchos ajustáveis similares ao do Sport X20, embora a área do alto-falante fique sobre a orelha — sem entrar nos canais auditivos.

O fone (10 g cada) possui drivers de 20 mm com tecnologia BassTurbo para amplificar os graves da música. Ele também suporta o codec LDAC e áudios de alta resolução sem fio, com conexões Bluetooth 5.4.

São 10 horas de autonomia com uma única carga, mas a case (compatível com carregamento sem fio) oferece recargas para estender a duração até 42 horas. E o selo IP55 garante proteção contra chuvas leves e suor.

Codecs suportados: SBC, AAC e LDAC

Anker Soundcore Sleep A30


Prós
  • Sistema triplo de redução de ruído
  • Extermamente leve (apenas 3 g cada)
  • Design 3D ergonômico
  • Detecção de sono
  • Proteção IPX4
Contras
  • Custo elevado
  • Não suporta conexão multiponto
  • Não é compatível com áudios de alta resolução
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O Anker Soundcore Sleep A30 é um fone intra-auricular recomendado para uma noite de sono mais tranquila. Ele tem um sistema triplo de redução de ruído para atuar como substituto dos tampões de orelha, mas com o benefício de reproduzir músicas.

O periférico foca em leveza (apenas 3 g cada) e design 3D ergonômico para mais conforto durante o descanso. Por isso, não conta com recursos como áudio de alta resolução e conexão multiponto para o Bluetooth 5.3.

Outro destaque interessante é que o fone consegue detectar o sono e pausar a reprodução, garantindo mais autonomia para a bateria, que dura até 9 horas.

Codecs suportados: SBC e AAC

Anker Soundcore P20i


Prós
  • 22 predefinições de EQ (via app)
  • Controles de toque
  • Proteção IPX5
Contras
  • Sem ANC
  • Não suporta conexão multiponto
  • Não é compatível com Hi-Res Audio
  • Tem apenas dois microfones para chamadas
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O Anker Soundcore P20i é um fone intra-auricular básico para usuários menos exigentes. São apenas dois microfones para chamadas e não há suporte para cancelamento ativo de ruído.

O fone também traz um driver de 10 mm, e oferece 22 predefinições de equalização com o aplicativo para smartphone. Em contrapartida, ele não é compatível com multiponto e nem com áudios de alta resolução.

Ao menos, o modelo tem proteção IPX5 contra respingos e jatos d’água de baixa pressão. A duração da bateria alcança 10h30 e chega a 30h com as recargas do estojo.

Codecs suportados: não informado

Como escolher o melhor fone Anker em 2026?

Para escolher o melhor fone Anker, analise quais modelos oferecem especificações compatíveis com seu perfil de uso e orçamento. Vale considerar aspectos como:

  • Formato do fone: priorize formatos de fone (como over-ear, intra-auricular, entre outros) que se adequam às suas preferências e atividades.
  • Recursos oferecidos: especificações como áudio de alta resolução, ANC e conexão multiponto oferecem experiências mais completas; analise se elas fazem sentido para você e, caso contrário, foque em fones mais básicos.
  • Autonomia da bateria: dê preferência a fones com baterias mais duradouras para mais autonomia de uso; vale também focar em modelos com recargas mais rápidas.
  • Proteção contra água: caso vá fazer exercícios físicos com o fone, aposte em periféricos com proteção parcial ou completa contra água.
  • Preço do produto: reúna modelos que se encaixam no seu orçamento; depois, escolha aquele que melhor atende às suas necessidades.

Qual é o melhor fone Anker Soundcore para exercícios?

O Anker Soundcore Sport X20 é o melhor fone para corrida e exercícios da lista. Ele tem ANC adaptativo para reduzir ruídos externos que podem atrapalhar o treino, além de ganchos ajustáveis para reforçar o encaixe. E o fone ainda suporta mergulhos devido à proteção IP68.

Soundcore P ou Q: qual a diferença entre as linhas da Anker?

A linha P da Anker Soundcore reúne fones intra-auriculares, com ponteiras de silicone que entram no canal auditivo. O portfólio oferece tanto modelos padrão quanto versões mais básicas.

Já a linha Q engloba os fones de ouvido over-ear, com design de headphones. Os modelos possuem conchas que envolvem a orelha para otimizar o isolamento passivo, sendo maiores e mais pesados que os fones da linha P.

Fone de ouvido Soundcore é bom?

Sim. Os fones de ouvido Soundcore são renomados na indústria global, mesmo que a marca tenha pouco mais de 10 anos de história. Prova disso é que a empresa ficou em sexto lugar no ranking global de faturamento do mercado de fones wireless em 2025.

A marca Anker é confiável?

Sim. A Anker é uma empresa chinesa de hardware fundada em 2011, presente em mais de 147 países. Apesar do foco central em energia, a companhia atua no mercado de áudio sob a marca Soundcore, com portfólio amplo de fones de ouvido.

Anker vs JBL: qual marca de fones é melhor?

A JBL foi fundada em 1946 e possui maior tradição no mercado de áudio que a Anker, nascida em 2014. No entanto, o rótulo de “melhor marca” varia de pessoa para pessoa, de acordo com a variedade do portfólio e experiências individuais.

Mais importante que definir qual é a melhor marca é analisar qual das empresas oferece o fone mais adequado para você. A JBL é conhecida pela assinatura sonora encorpada, com graves presentes e ótima durabilidade, enquanto a Anker se destaca ao trazer um preço mais acessível junto a recursos avançados, resultando em um melhor custo-benefício para o usuário comum.

Fone de ouvido Anker Soundcore: 10 modelos para comprar em 2026

Motorola Razr 70 segue caro, mas tem a maior queda de preço registrada

7 de Setembro de 2026, 12:45

Oferta encerrada 🙁
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O Motorola Razr 70 de 256 GB está saindo por R$ 4.179 no Pix com o cupom ESQUENTA320 no Magazine Luiza. O novo dobrável do mercado, com tela AMOLED flexível de 120 Hz e câmeras de 50 MP, atinge o menor preço desde o lançamento em abril de 2026, com desconto de 30% sobre o original de R$ 5.999.

Motorola Razr 70 tem tela AMOLED de 120 Hz e câmeras de 50 MP

Quatro celulares Motorola razr 70 em cores azul, rosa, cinza e translúcida sobre uma mesa de madeira
Razr 70 está disponível em diversas cores (imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

O destaque do Razr 70 é sua tela AMOLED interna flexível de 6,9″ com taxa de 120 Hz, brilho de até 3.000 nits e certificação Pantone com 100% do DCI-P3, que reproduz cores vibrantes com alta fluidez e garante a visibilidade em qualquer lugar. A externa AMOLED de 3,6″ suporta Always-On para acessar rapidamente as notificações.

Seu kit de câmeras inclui uma wide com OIS e uma ultrawide com ângulo de 122º, que captam belas imagens em ambientes abertos, ambas de 50 MP. A frontal de 32 MP tira ótimas selfies. Todas filmam em 4K.

O chip MediaTek Dimensity 7450X e os 8 GB de RAM física expansíveis até 24 GB via RAM Boost sugerem rodar apps pesados em multitarefa e executar funções do Moto AI com eficiência. Os 256 GB de armazenamento disponibilizam espaço interno razoável para guardar fotos e vídeos.

Pessoa segurando o Motorola Razr 70 com a parte traseira virada para cima.
Corpo do Razr 70 resiste a poeira moderada e mergulhinhos (Foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

O corpo de alumínio com dobradiças de titânio do Razr 70 resiste a centenas de movimentos de abre-e-fecha. A certificação IP48 confere proteção em cenários como poeira moderada e mergulhos acidentais, e o vidro Gorilla Glass Victus protege a tela externa contra pancadas e quedas.

A bateria de 4.800 mAh tem autonomia de até 36 horas de uso segundo a Motorola, e suporta carregamento rápido de 30 W (inferior ao Razr 70 Ultra), mas que permite injetar uma carga para um dia inteiro em 15 minutos, afirma a fabricante.

O Motorola Razr 70 de 256 GB (R$ 4.179 no Pix com cupom ESQUENTA320) será atualizado até o Android 19 e conversa com redes 5G, Wi-Fi 6E, Bluetooth 5.4 e NFC.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Motorola Razr 70 segue caro, mas tem a maior queda de preço registrada

Motorola Razr 70 (imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Motorola Razr 70 (Foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Huawei lança Mate XT 2 com nova dobra e tela de privacidade

7 de Setembro de 2026, 11:48
Imagem de um Huawei Mate XT 2 roxo em um fundo preto
Huawei anuncia novo trifold (imagem: divulgação/Huawei)
Resumo
  • A Huawei lançou o Mate XT 2, um smartphone dobrável com três dobras e tela OLED de 10,2 polegadas, que custa 19.999 yuans, cerca de R$ 15.275.
  • O aparelho apresenta uma nova estrutura em Z, tela de privacidade que estreita o ângulo de visão e câmera principal de 50 MP com sensor maior e abertura variável.
  • O Mate XT 2 é equipado com o chip Kirin 9050 Pro, 16 GB de RAM e 1 TB de armazenamento, e tem bateria de 5.600 mAh com carregamento de até 66 W.

O smartphone com três dobras da Huawei recebeu uma nova versão nesta segunda-feira (07/09). O Huawei Mate XT 2 troca o formato de dobra externa das versões passadas pela estrutura em Z, além de trazer uma tela OLED com modo de privacidade, tecnologia semelhante à apresentada pela Samsung.

Assim como o Huawei Mate XTs, o novo trifold da marca não inova muito em design, mantendo o corpo fino e um módulo octagonal na traseira, onde ficam as câmeras. A exceção está na adição de uma tela externa, que aparece pelo novo mecanismo de dobra adotado pela marca.

Na China, o Mate XT 2 parte de 19.999 yuans, cerca de R$ 15.275 em conversão direta, sem impostos. Portanto, chega mais caro que o Mate XTs e a primeira versão, o Mate XT Ultimate Design, que desembarcou no Brasil por R$ 32.999. Por enquanto, a Huawei não anunciou uma versão global.

Mate XT 2 tem novo mecanismo de dobra

imagem de um huawei mate xt 2 sendo dobrado
Huawei Mate XT 2 tem dobra para dentro em vez de formato em Z (imagem: reprodução/Huawei)

Entre as principais mudanças em relação ao Mate XT original está o mecanismo de abertura. Anteriormente, a marca criou um mecanismo de dobra no formato de Z. No Mate XT 2, as duas extremidades do painel se dobram para dentro, em direção ao centro, assim como ocorre no Galaxy Z TriFold.

Aberto, o aparelho oferece uma tela OLED de 10,2 polegadas, com resolução de até 2.232 x 3.148 pixels. O painel interno usa taxa de atualização variável de 1 a 90 Hz. Na parte externa, há uma tela OLED de 6,5 polegadas, com taxa de atualização de 1 a 120 Hz e proteção de vidro Kunlun, da Huawei.

Huawei estreia tela de privacidade

captura de tela do sistema HarmonyOS 7 da Huawei. As configurações apresentam opções sobre o novo sistema de tela de privacidade
Tela privativa do Mate XT 2 é configurável (imagem: reprodução/Huawei)

A outra grande novidade do Mate XT 2 também está no display, que traz um modo de privacidade integrado. A tecnologia, apresentada antes pela Samsung, no Galaxy S26 Ultra, altera a forma de emissão da luz pela tela para estreitar o ângulo de visão.

Com a função ativada, quem olha diretamente para o smartphone vê a imagem normalmente, enquanto ela fica menos visível em posições diferentes. O recurso pode ser útil em situações como transporte público, reuniões ou outros ambientes nso quais o usuário não queira deixar informações pessoais serem vistas por quem está por perto.

Assim como na solução da sul-coreana, é possível ativar a função a todo momento ou apenas quando apps específicos forem abertos.

Câmera com sensor maior e abertura variável

imagem de um huawei mate xt 2 branco
Nova geração recebe leve upgrade no sistema de câmeras (imagem: divulgação/Huawei)

O Mate XT 2 possui uma câmera principal de 50 MP com sensor de 1/1,28 polegada, maior que as gerações anteriores, com abertura física variável de f/1.49 a f/4.0, que permite controlar a quantidade de luz captada e alterar a profundidade de campo. O conjunto inclui, ainda:

  • ultrawide de 40 MP
  • teleobjetiva periscópica de 50 MP
  • sensor de cores Red Maple de terceira geração

Segundo a Huawei, o celular oferece aproximadamente 3,5x de zoom óptico, até 7x de zoom com qualidade óptica e zoom digital de até 100x. As câmeras traseiras podem gravar vídeos em até 4K.

Novo chip Kirin 9050 Pro

O novo trifold da Huawei estreia o chip Kirin 9050 Pro, da própria Huawei, e vem com 16 GB de RAM e 1 TB de armazenamento. A bateria tem 5.600 mAh e suporta carregamento de até 66 W com fio e 50 W sem fio.

Na conectividade, o aparelho traz Wi-Fi 7, Bluetooth 6.0, NFC e suporte a dois chips. A Huawei também inclui comunicação via satélite por meio de redes como a BeiDou na China.

O modelo roda HarmonyOS 7.0 e conta ainda com leitor de digitais na lateral, infravermelho para controle remoto e GPS de dupla frequência.

Relembre o lançamento do Huawei Mate XT

Huawei lança Mate XT 2 com nova dobra e tela de privacidade

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Novo trifold abandona a dobra em sanfona e adota recurso de privacidade apresentado recentemente pela Samsung.

(imagem: reprodução/Huawei)

(imagem: reprodução/Huawei)

(imagem: divulgação/Huawei)

China bane versão especial do Windows 10 em órgãos de governo

19 de Agosto de 2026, 11:20
Monitor exibindo janela que informa que o PC tem o Windows 10
China bane versão especial do Windows 10 em órgãos de governo (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
Resumo
  • O governo da China proibiu o uso do Windows 10 China Government Edition em órgãos públicos devido a preocupações com a segurança digital.
  • A Microsoft afirma não ter conhecimento de problemas de segurança nessa versão especial do sistema.
  • O governo chinês pode estar buscando reduzir a dependência de tecnologias americanas, considerando opções chinesas como o HarmonyOS da Huawei e distribuições Linux Kylin e UOS.

O Ministério da Segurança do Estado da China ordenou que determinados órgãos governamentais deixem de utilizar uma versão especial do Windows 10 em seus computadores. O motivo alegado: preocupações com a segurança digital. Mas essa também é vista como uma ação de distanciamento de tecnologias americanas.

Para ser exato, o governo chinês determinou o fim do uso do Windows 10 China Government Edition. Trata-se, de fato, de uma versão especial do sistema desenvolvida pela C&M Information Technologies (CMIT), uma joint venture criada em 2016 pela Microsoft e a estatal China Electronics Technology Group. O lançamento oficial ocorreu em 2017.

A tal versão é baseada no Windows 10 Enterprise, mas suprime recursos normalmente direcionados a usuários finais, como o aplicativo do OneDrive. Ao mesmo tempo, essa versão prioriza recursos que permitem aos órgãos públicos que a usam terem mais controle sobre coleta de dados e atualizações do sistema, por exemplo.

Se é assim, por que a China quer se livrar dessa edição do Windows 10?

O plano original era o de descontinuar o Windows 10 China Government Edition em fevereiro de 2027, quando o sistema completaria um ciclo de vida de dez anos. Mas, de acordo com a Bloomberg, o governo da China optou por antecipar a descontinuação devido a preocupações com segurança, como já informado.

Contudo, as autoridades chinesas não explicaram quais aspectos do Windows 10 estão no cerne dessa preocupação. Além disso, a Microsoft informou à Bloomberg não ter conhecimento sobre nenhum problema de segurança na tal versão especial do sistema e que atualizações de software continuam sendo oferecidas a ela.

Área de Trabalho do Windows 10
Área de Trabalho do Windows 10 (imagem: Emerson Alecri/Tecnoblog)

É isso que levanta a hipótese de, na verdade, este ser um passo de distanciamento do governo chinês em relação a tecnologias americanas, dada a tensão política existente entre China e Estados Unidos que se fortaleceu nos últimos anos.

Reforçam essa possibilidade as opções de sistemas operacionais que estão sendo consideradas para a substituição: em vez do Windows 11, o HarmonyOS, da Huawei, e as distribuições Linux Kylin e UOS.

Vale lembrar que as versões “normais” do Windows 10 tiveram o seu suporte encerrado em outubro de 2025. Porém, ainda é possível atualizar o sistema por meio do programa Atualizações de Segurança Estendidas (ESU).

Originalmente, as atualizações seriam oferecidas somente até outubro de 2026 para PCs domésticos. Contudo, a Microsoft estendeu o ESU do Windows 10 para consumidores até outubro de 2027, sem custo adicional.

Para usuários domésticos, o ESU do Windows 10 pode ser ativado por meio de um pagamento de US$ 30 ou via procedimentos gratuitos. Para empresas, o programa é pago e pode ter duração de até três anos, com renovação anual.

China bane versão especial do Windows 10 em órgãos de governo

Microsoft revela mais opções para quem quer manter o Windows 10 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Windows 10: "tá tudo bem agora" (imagem: Emerson Alecri/Tecnoblog)

iPhone 18: por que o Pro Max será superior ao Pro (para além do tamanho)

19 de Agosto de 2026, 10:11
Traseira iPhone 17 Pro Max
Novo iPhone 18 Pro Max pode trazer câmera melhor que a versão Pro (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Resumo
  • O iPhone 18 Pro Max pode ter câmera com zoom óptico de 6x e abertura variável da lente com diafragma ajustável, de acordo com rumores.
  • A abertura variável permitiria fotos melhores no escuro, com ajuste de entrada de luz e noção de profundidade ajustável, diferentemente do foco fixo atual.
  • O modelo iPhone 18 Pro Max seria maior e mais pesado que o iPhone 17 Pro Max, com lançamento previsto para setembro, junto ao iPhone Ultra.

Na próxima geração do iPhone, a versão Pro Max pode suplantar o Pro não apenas no tamanho, mas também nas melhores especificações de câmera. A suposta vantagem teria a ver com o alcance do zoom, que seria maior, e uma variação no diafragma da lente, recurso inédito nos celulares da Apple.

Caso a informação se confirme, essa seria apenas a segunda vez na história do iPhone que a versão Pro Max chegaria melhor que a Pro. A primeira aconteceu no iPhone 15 Pro Max, com a lente de tetraprisma, ausente no tamanho menor. Uma abertura variável permitiria fotos mais avançadas no escuro, independentemente do Modo Noturno.

Desejo antigo na câmera do iPhone

A abertura variável de lente em câmeras é um recurso interessante para quem busca o modelo premium pela maior qualidade nas fotos e vídeos. Atualmente, o foco dos celulares da Apple é fixo, com alguns ajustes acontecendo de forma digital. O novo recurso seria mecânico, com um pequeno shutter em uma das câmeras.

iPhone 17 Pro Max (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
iPhone 17 Pro Max tem diafragma fixo em f/1.7, o que deve mudar na nova geração (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O Modo Retrato, por exemplo, simula essa alteração na profundidade garantida pela mudança de abertura no diafragma. Ao invés do f/1.7 fixo utilizado no iPhone 17 Pro e Pro Max, o modelo permitiria ajustar outros padrões, com entrada de mais ou menos luz – e uma noção de profundidade ajustável. Segundo o MacRumors, ainda não está certo se o ajuste será manual ou automático, mas seria uma funcionalidade a mais para posicionar o iPhone como uma DSLR.

A possibilidade de ajustar o diafragma não seria algo inédito em smartphones: a Samsung já utilizou o recurso em modelos mais antigos, como o Galaxy S9 e o Galaxy S10, último da empresa lançado com a abertura variável. Inclusive, rumores recentes apontam que a gigante sul-coreana estaria trabalhando para trazer a funcionalidade de volta no Galaxy S27 Ultra, previsto para o início de 2027 – justamente para concorrer com o iPhone 18 Pro Max.

Atualmente, marcas chinesas têm oferecido os principais celulares no mercado com abertura variável de lente. Entre elas, a Honor, com o Magic6 Pro, e a Huawei, que oferece o recurso nas linhas Pura e Mate, casos do Huawei Pura 70 Ultra e o Huawei Mate 60 Pro+, entre outros. Nos três casos, o ajuste é mecânico e varia entre f/1.4 e f/2.0, no caso do modelo da Honor, chegando a f/4.0, nos modelos top de linha da Huawei.

Câmera melhor estaria, enfim, ligada ao tamanho

O vazamento de junho já indicava a abertura variável, a partir de documentos internos da Tata Electronics, fornecedora de lentes para os celulares da Maçã. A expectativa é por sensores Sony IMX905 no modelo, que permitiriam o ajuste no diafragma. Além disso, o site 9to5Mac indica que o modelo iPhone 18 Pro Max viria com zoom óptico de 6x e melhor desempenho para fotos em ambientes escuros.

Imagem mostra um comparativo entre um suposto iPhone dobrável preto, com módulo em “pílula” para duas câmeras principais, e um iPhone 17 Pro Max.
iPhone 18 Pro Max pode ser lançado junto ao iPhone Ultra, dobrável aguardado para setembro (imagem: reprodução/Jam Online)

A novidade indica que, no final das contas, o tamanho maior da linha seria aproveitado pela Apple para aprimorar seu jogo de câmeras. Os rumores também apontam para um modelo maior e mais pesado que o iPhone 17 Pro Max. Já quanto ao lançamento, a expectativa por chegada em setembro, junto ao iPhone Ultra, primeiro dobrável da Apple.

iPhone 18: por que o Pro Max será superior ao Pro (para além do tamanho)

iPhone 17 Pro Max (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

iPhone 17 Pro Max (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Módulo traseiro em formato de pílula abriga as duas câmeras principais do aparelho (imagem: reprodução/Jam Online)

Empresário do PR hackeia concorrente e tenta “roubar” os clientes

19 de Agosto de 2026, 07:12
ilustração sobre spyware
Spyware em computadores de empresária no Paraná foi usado para atravessar negociações (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Empresário de Ponta Grossa, no Paraná, foi denunciado por hackear a concorrência para obter vantagem e roubar clientes.
  • A vítima teve um “programa espião” instalado em seus computadores, permitindo ao criminoso acessar informações sensíveis e enviar propostas mais vantajosas.
  • O caso foi investigado pela polícia, que identificou o suspeito e o indiciou por invasão de dispositivo informático e concorrência desleal.

Um caso de espionagem digital chamou atenção na cidade de Ponta Grossa, no Paraná: um empresário hackeou a concorrente para interceptar negociações e enviar propostas mais vantajosas para “roubar” clientes. A vítima teve um spyware instalado em seus computadores, o que garantiu acesso do criminoso a informações sensíveis sobre orçamentos. Assim, o homem conseguia atravessar propostas, diminuir preços e alcançar novos compradores.

A rapidez com que o empresário enviava propostas mais vantajosas para clientes com quem não havia negociado anteriormente chamou atenção, e ele foi denunciado. Para confirmar, a equipe da loja da vítima simulou uma negociação e desconfiou de ciberataque. Posteriormente, a polícia confirmou a presença de um programa espião.

Segundo o G1, o caso aconteceu no ramo de venda de pneus para tratores e equipamentos agrícolas. A polícia finalizou o inquérito nesta terça-feira (18/08), chamando a situação de um “esquema de espionagem industrial e concorrência desleal cibernética”.

Clientes denunciaram ciberataque

Esse caso no Paraná se destaca pela forma como foi descoberto. Os próprios clientes suspeitaram das propostas enviadas tão rapidamente por outra empresa. Pesou também, é claro, a fidelidade da clientela da empresária de 37 anos, cujo nome não foi revelado.

Foram incluídas no processo mensagens com ofertas mais vantajosas. Nas conversas, é possível verificar o horário de envio e também o produto oferecido, seguindo exatamente o que estava sendo negociado com a outra empresária.

Troca de mensagens entre clientes e o empresário fraudulento mostraram a rapidez com que ofertas melhores foram enviadas (imagem: reprodução/Polícia Civil)

O delegado Derick Moura Jorge realizou análises técnicas nos dispositivos da vítima para identificar o spyware. Uma vez confirmada a invasão, o homem, também de 37 anos, foi indiciado por dois crimes: invasão de dispositivo informático, previsto no Código Penal, e concorrência desleal mediante meio fraudulento para desviar clientela de outrem, parte da Lei de Propriedade Industrial.

Até o momento, ele responde em liberdade, mas o Ministério Público já está com o inquérito em mãos para formalizar a denúncia.

Como funciona um programa espião

O programa em questão é um exemplo de spyware, que permite ao hacker acessar diversas informações dos dispositivos em que foi instalado. Como o ciberataque deu acesso a mensagens trocadas entre a empresária e os clientes, provavelmente trata-se de um stalkerware.

Essa invasão se dá por meio de links maliciosos ou mesmo downloads aparentemente seguros. Portanto, casos como esse são importantes para reforçar os cuidados ao navegar por sites desconhecidos ou lidar com mensagens de promoção, cobranças etc.

A principal dica ao receber um SMS, email ou mesmo ligação é não inserir seus dados a partir dali: busque diretamente a instituição para sanar suas dúvidas.

Empresário do PR hackeia concorrente e tenta “roubar” os clientes

Spywares são usados por hackers para monitorar as ações dos usuários em busca de dados pessoais e informações bancárias (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Galaxy Tab S12 Ultra vaza na web: confira as novas imagens

18 de Agosto de 2026, 20:01
Foto do Galaxy Tab S11 Ultra
Galaxy Tab S12 Ultra manterá visual da geração passada, na foto (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Resumo
  • O Galaxy Tab S12 Ultra foi vazado em imagens de divulgação e tem especificações quase idênticas às da geração anterior.
  • O tablet tem uma tela Dynamic AMOLED 2x de 14,6 polegadas, chip MediaTek Dimensity 9500, até 16 GB de RAM e bateria de 11.600 mAh.
  • O dispositivo já possui certificação da Anatel para venda no Brasil e deve ser lançado oficialmente no início de setembro.

O Galaxy Tab S12 Ultra voltou a aparecer em vazamentos nesta terça-feira (18/08), agora em imagens que seriam da divulgação do produto. O material mostra que o próximo tablet topo de linha da marca deve manter um visual e especificações muito semelhante à geração passada.

O aparelho já passou pela Anatel no Brasil, conforme a documentação visualizada pelo Tecnoblog. A homologação foi emitida pela agência no mês passado e autoriza a venda oficial do produto no país assim que ele for lançado. O Galaxy Tab S12 Plus (SM-X840) também já tem o passaporte carimbado.

Renders do aparelho vazaram na semana passada (imagem: reprodução/Smartphone Checker)

Visual mais do mesmo

As imagens publicadas pelo site Android Headlines indicam que o tablet deve manter a identidade visual já conhecida da linha. Ele segue pensado para o uso na horizontal, com bordas simétricas e um pequeno notch, centralizado no comprimento da tela, abrigando a câmera frontal.

O conjunto de câmeras mantém duas lentes sem módulo elevado, como a Samsung fazia nos smartphones até o ano passado. O material mostra ainda a área magnética para fixação e recarga da S Pen, na parte traseira.

Imagem vazada do Galaxy Tab S12 Ultra
Galaxy Tab S12 Ultra em imagem vazada (imagem: reprodução/Android Headlines)

Ficha técnica não avança

Outros vazamentos das últimas semanas adiantaram possíveis especificações. Assim como o design, elas também não são muito diferentes do Galaxy Tab S11: deve trazer uma tela em AMOLED Dinâmico 2X de 14,6 polegadas com taxa de atualização de 120 Hz.

Certificado de homologação do aparelho SM-940 na Anatel. O código é referente ao tablet Galaxy Tab S12 Ultra
Tab S12 Ultra já possui certificação no Brasil (imagem: Felipe Faustino/Tecnoblog)

O que muda é o chip: um MediaTek Dimensity 9500, acompanhado de até 16 GB de RAM em opções de 256 GB, 512 ou 1 TB de armazenamento. No mais, o aparelho seguiria com configurações semelhantes:

  • Conjunto de câmeras com uma frontal ultrawide de 12 MP e duas câmeras traseiras (uma principal de 13 MP e outra ultrawide de 8 MP
  • Certificação IP68 contra água e poeira
  • Wi-Fi 7, Bluetooth 6.0 e 5G (no modelo SM-946)(já confirmados pelas certificações das agências reguladoras)
  • Bateria de 11.600 mAh com suporte a carregamento rápido de até 45 W.

Segundo a documentação na Anatel, o tablet chegará com um carregador de 25 Watts na caixa. Ela também aponta a compatibilidade com a mesma capa com teclado e S Pen do Galaxy Tab S11 Ultra – que permanece como um do melhores tablets da Samsung para comprar neste ano.

Detalhes do Galaxy Tab S12 Plus

O Galaxy Tab S12 Plus também teve detalhes vazados e já consta como aprovado para circulação no Brasil. A versão deve ter tela OLED de 12,4 polegadas e, assim como o Ultra, usar o Dimensity 9500 como chip.

A ficha técnica incluiria 12 GB de RAM, 256 GB de armazenamento e bateria de 10.600 mAh com suporte a recarga de 45 Watts. Diferentemente da versão mais cara, o Tab S12 Plus teria suporte apenas ao Wi-Fi 6E, de acordo com o Certificado de Conformidade Técnica.

A expectativa é de que a linha do Galaxy Tab S12 seja apresentada oficialmente no início de setembro, durante a IFA, feira que acontece em Berlim. Os tablets podem dividir espaço com o Galaxy S26 FE no calendário de lançamentos da Samsung.

Galaxy Tab S12 Ultra vaza na web: confira as novas imagens

Galaxy Tab S11 Ultra (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

(imagem: reprodução/OnLeaks)

(imagem: Felipe Faustino/Tecnoblog)

MacBooks, iPhones, iPads: código do macOS dá pistas de futuros produtos

18 de Agosto de 2026, 16:34
Logo da Apple no centro, expandindo na direção do leitor, num fundo amarelo, rosa e violeta escuro.
Codinomes indicam produtos ainda não lançados pela Apple (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • A versão de testes do macOS Tahoe revelou códigos que sugerem o lançamento de diversos produtos da Apple.
  • A lista inclui cinco iPhones, AirPods, iPads e acessórios domésticos.
  • O sistema faz referência a AirPods com câmeras, AirPods Pro 4 e novos acessórios da linha Beats, além de possíveis novos MacBooks e iPads.

A Apple deixou vazar referências a diversos produtos ainda não lançados em uma versão prévia do macOS Tahoe, disponibilizada nesta semana. Arquivos internos do sistema fazem referência à linha iPhone 18, acessórios de automação residencial, AirPods com câmera e novos MacBooks e iPads.

As informações foram descobertas a partir de uma análise do código da compilação, que revelou identificadores associados a dispositivos ainda não anunciados pela empresa.

Quais produtos aparecem no código?

Segundo o MacRumors, o sistema traz códigos de hardware que incluem cinco variantes de iPhones: V62, V63, V64, V67 e V68. As análises apontam que o código V68 corresponde ao aguardado iPhone Ultra (ou iPhone Fold), o primeiro dobrável desenvolvido pela Apple, que deve ser apresentado em setembro ao lado do iPhone 18 Pro (V63) e 18 Pro Max (V64).

Já os identificadores V62 e V67 estariam associados, respectivamente, ao iPhone Air 2 e à versão padrão do iPhone 18, ambos com previsão de disponibilidade para o primeiro semestre de 2027.

No segmento de áudio, o destaque seriam os possíveis AirPods com câmeras integradas (B790). O sistema também faz referência aos AirPods Pro 4, identificados sob a nomenclatura AirPodsPro1,4, além de citar um modelo rotulado como AirPods3,5 e dois novos acessórios da linha Beats, registrados como B518 e B522.

A traseira de um suposto iPhone dobrável preto, com módulo em “pílula” para duas câmeras principais e logo Apple
Este pode ser o design do novo iPhone dobrável (imagem: reprodução/Jam Online)

Novos iPads, Macs e dispositivos de casa inteligente

Os arquivos detalham ainda a central doméstica da marca pelos códigos J490 e J491, o primeiro com base de apoio e o segundo voltado para fixação em paredes. As referências indicam que o equipamento terá tela de 7 polegadas e executará o sistema homeOS.

O código traz evidências do HomePod mini de segunda geração (B525), com suporte aprimorado à assistente Siri e recursos da plataforma Apple Intelligence. Há registros de um dispositivo complementar com múltiplos sensores e captação de imagens (J229), um robô de mesa identificado como HomeAccessory17,3 (J595) e uma listagem de quatro opções de cores para a categoria doméstica: Rosa, Prata, Cinza Espacial e Azul Estelar.

Em computação e tablets, aparece um MacBook Pro de 14 polegadas (J804), modelo de entrada que deve receber o chip M6 ainda este ano. Além dele, foram identificados modelos do MacBook Pro (K114c, K114s, K116c e K116s) associados com telas OLED, bem como atualizações para o iMac sob os códigos J833 e J834. Por fim, a lista inclui a próxima versão do iPad mini (J510 e J511), que deve incorporar painel OLED e o processador A19 Pro.

Pessoa editando imagens em um MacBook Pro
Modelos de entrada do MacBook Pro devem estrear os novos chips M6 (imagem: divulgação/Apple)

O que mais o código do macOS revela?

O arquivo também inclui o código N109, que estaria relacionado a um headset de realidade mista da linha Vision, além do identificador ATVRemote1,5, que sinaliza uma revisão no controle remoto da Apple TV. A lista inclui números de série provisórios sem produto correspondente.

A expectativa é que a empresa confirme os primeiros aparelhos no evento de setembro focado em smartphones, reservando os anúncios de Macs, centrais domésticas e iPads para uma segunda apresentação posterior.

Veja os prováveis dispositivos citados no código

  • V62 — iPhone Air 2
  • V63 — iPhone 18 Pro
  • V64 — iPhone 18 Pro Max
  • V67 — iPhone 18
  • V68 — iPhone Ultra (ou iPhone Fold)
  • B790 — AirPods com câmera
  • AirPodsPro1,4 — AirPods Pro 4
  • AirPods3,5 — novo modelo de AirPods
  • B518 — novo acessório Beats
  • B522 — novo acessório Beats
  • J490 — central doméstica (com base)
  • J491 — central doméstica (para parede)
  • B525 — HomePod mini (2ª geração)
  • J229 — dispositivo doméstico com sensores e câmera
  • J595 / HomeAccessory17,3 — robô de mesa
  • J804 — MacBook Pro de 14 polegadas (chip M6)
  • K114c — MacBook Pro com tela OLED
  • K114s — MacBook Pro com tela OLED
  • K116c — MacBook Pro com tela OLED
  • K116s — MacBook Pro com tela OLED
  • J833 — novo iMac
  • J834 — novo iMac
  • J510 — iPad mini (OLED)
  • J511 — iPad mini (OLED)
  • N109 — headset da linha Vision
  • ATVRemote1,5 — novo controle remoto da Apple TV

MacBooks, iPhones, iPads: código do macOS dá pistas de futuros produtos

Apple (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Este pode ser o design do novo iPhone dobrável (imagem: reprodução/Jam Online)

Edge 70 Pro já custou menos, mas oferta em até 10x sem juros compensa

18 de Agosto de 2026, 12:22

Oferta encerrada 🙁
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O Motorola Edge 70 Pro de 256 GB está saindo por R$ 3.299 em até 12x sem juros com cupom MELICUPOM no Mercado Livre. O celular da Motorola com tela AMOLED de 144 Hz e câmeras (todas elas) de 50 MP recebe desconto de 27% sobre o preço original de R$ 4.499.

Motorola Edge 70 Pro traz câmeras de 50 MP e tela de 144 Hz

Motorola Edge 70 Pro (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Câmeras do Motorola Edge 70 Pro são todas de 50 MP (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Todas as câmeras do Edge 70 Pro, um dos lançamentos mais recentes da Motorola, são de 50 MP: há uma wide com OIS e uma ultrawide, que capturam cenas em ambientes amplos, telefoto telescópica com zoom óptico de 3,5x para aproximações de qualidade, e frontal que tira ótimas selfies. Todas gravam vídeos em 4K, com as traseiras suportando 120 fps.

O chip Mediatek Dimensity 8500 Extreme e os 12 GB de RAM expansível até 24 GB via RAM Boost suportam a execução de apps pesados em multitarefa e soluções do Moto AI. Os 256 GB de armazenamento oferecem espaço interno razoável para guardar fotos e vídeos.

Sua tela Extreme AMOLED de 6,78″ possui taxa alta de 144 Hz, brilho de até 5.200 nits e suporte a HDR10+, sendo capaz de reproduzir imagens e vídeos com cores excelentes e alta fluidez, além de ter visibilidade garantida em qualquer ambiente. O vidro Gorilla Glass 7i protege-a contra acidentes diversos.

Tela do Motorola Edge 70 Pro
Tela Extreme AMOLED do Edge 70 Pro tem taxa de 144 Hz (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

O corpo do Edge 70 Pro traz certificações militar MIL-STD-810H e IP68/IP69, que aumentam a durabilidade ao adicionarem proteção em cenários extremos, como poeira intensa, mergulhos acidentais e altas temperaturas.

Sua bateria de 6.500 mAh resiste até 49 horas de uso segundo a fabricante, e o carregamento ultrarrápido de 90 W permite injetar uma carga para um dia de uso em apenas 9 minutos, sendo este um ótimo recurso para usuários que dependem de cargas duradouras com pouco tempo de tomada.

O Motorola Edge 70 Pro de 256 GB (R$ 3.299 em até 12x sem juros com cupom MELICUPOM) será atualizado até o Android 19 e possui conectividade 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 5.4 e NFC.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Edge 70 Pro já custou menos, mas oferta em até 10x sem juros compensa

Suposto fone com câmera vaza em vídeo da própria Apple

18 de Agosto de 2026, 11:08
Suposto AirPod com câmera vaza em vídeo (imagem: reprodução)
Resumo
  • A Apple está desenvolvendo AirPods com câmeras integradas, segundo informações encontradas em um vídeo incluído na versão release candidate do macOS Tahoe 26.7.
  • Os novos AirPods podem ser lançados junto com o iPhone 18, em setembro.
  • A tecnologia Inteligência Visual da Apple permitirá que os AirPods com câmeras “vejam” o que o usuário vê para realizar ações relacionadas, como responder a perguntas sobre um objeto.

Fones de ouvido com câmeras integradas formam uma ideia inusitada, mas que está prestes a se tornar realidade no ecossistema da Apple: surgiram indícios de que a companhia está desenvolvendo AirPods que contam justamente com esse recurso. Existe a possibilidade de que eles sejam anunciados em breve — talvez já em setembro, junto com a linha iPhone 18.

Uma referência para os tais fones foi encontrada em um pequeno vídeo incluído na recém-liberada versão release candidate do macOS Tahoe 26.7. Publicado pelo perfil @aaronp613, no X, o vídeo mostra um homem usando AirPods enquanto segura e olha para um livro. Enquanto isso, uma narração menciona a tecnologia Inteligência Visual (Visual Intelligence), da Apple:

Com a Inteligência Visual, seu mundo pode ser guardado. Viu algo que gostou? Basta pedir para que eu salve para mais tarde.

A narração sugere que as câmeras não foram integradas aos AirPods para registrar fotos ou vídeos. Bom, talvez isso seja possível de alguma forma, com o conteúdo resultante sendo salvo no iPhone, por exemplo. Mas o foco parece estar em permitir que a Inteligência Visual “veja” o que o usuário vê para realizar ações relacionadas, como responder a perguntas sobre um objeto.

Nesse sentido, os AirPods com câmeras também podem servir de “olhos” para a Siri, permitindo que a assistente realize ações como traduzir uma placa em outro idioma ou fornecer informações sobre uma obra de arte.

Here is your first look at AirPods with Cameras in action using Visual Intelligence.

This video file came from macOS 26.7 RC pic.twitter.com/yo7RI4MCeu

— Aaron (@aaronp613) August 18, 2026

Ainda de acordo com @aaronp613, os novos AirPods serão capazes de avisar quando cabelos estiverem bloqueando as câmeras e ainda oferecerão um modo de emparelhamento seguro, que pede para os fones serem colocados no estojo para esse procedimento ser realizado.

Ainda não há detalhes sobre o aspecto físico dos supostos novos AirPods. Mas, no vídeo, eles parecem ser muito semelhantes aos AirPods Pro atuais, com a diferença principal de terem hastes um pouco mais grossas.

AirPods Pro 3 em destaque com as mesmas expressões ditas em várias línguas ao redor.
Airpods Pro 3 (imagem: divulgação/Apple)

Quando os AirPods com câmeras serão lançados?

Até o momento, não há nenhuma informação sobre esses AirPods por parte da Apple, razão pela qual também não há detalhes sobre datas. Mas, como o vídeo apareceu em uma versão release candidate (de pré-lançamento) do macOS Tahoe 26.7, é de se presumir que o anúncio oficial esteja próximo.

Em setembro, a Apple fará um evento que, muito provavelmente, servirá de palco para a linha iPhone 18. É possível que os AirPods com câmeras sejam revelados na mesma ocasião. Fiquemos de olho!

Com informações de 9to5Mac

Suposto fone com câmera vaza em vídeo da própria Apple

Suposto AirPod com câmera vaza em vídeo (imagem: reprodução)

Airpods Pro 3 (imagem: divulgação)

Galaxy Tab S11 Ultra com alto desempenho tem 28% OFF na Amazon

18 de Agosto de 2026, 11:06

Prós
  • Grande tela AMOLED de 14,6″
  • Desempenho de ponta
  • Bateria de longa duração
  • Suporte ao modo DeX
  • Capa-teclado e S Pen inclusas no kit
Contras
  • Conectividade não inclui 5G
  • Sem suporte a NFC
PIX
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O Galaxy Tab S11 Ultra está saindo por R$ 7.199 no Pix na Amazon, o menor preço desde o Prime Day, e um desconto de 28% sobre o lançamento por R$ 9.999. O tablet da Samsung traz um ficha técnica potente, capaz até de substituir um notebook graças à RAM de 12 GB e à compatibilidade com o modo DeX.

Galaxy Tab S11 Ultra é tablet potente da Samsung

O Galaxy Tab S11 Ultra possui uma tela AMOLED Dinâmico 2X de 14,6″, com taxa de 120 Hz e brilho de até 2.600 nits. Tal display reproduz imagens com cores vivas e alta fluidez nas transições em apps e games, além de ter alta visibilidade e oferecer um espaço amplo para trabalhar.

Seu chip MediaTek Dimensity 9400+ e os 12 GB de RAM entregam performance de ponta em apps pesados, multitarefa e games exigentes, enquanto os 512 GB de armazenamento disponibilizam muito espaço interno para guardar vídeos, projetos e fotos.

A inclusão da caneta S Pen e capa-teclado na caixa facilita fazer anotações e esboços. Já o modo Dex aprimorado oferece interface de desktop com janelas. Estas especificações permitem o uso do tablet como uma estação de trabalho, que nada deve a um laptop.

Galaxy Tab S11 Ultra (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Capa-teclado e nova S Pen vêm inclusos no kit do Galaxy Tab S11 Ultra (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O Galaxy Tab S11 Ultra é equipado com uma câmera wide de 13 MP e uma ultrawide de 8 MP na traseira, capazes de fotografar e digitalizar documentos. A frontal de 12 MP tem boa resolução para sustentar o uso durante videochamadas.

Sua bateria de 11.600 mAh resiste até 23 horas de reprodução de vídeo segundo a Samsung, e suporta carregamento rápido de 45 W via USB-C, permitindo seu uso por um dia inteiro. A S Pen é carregada por indução quando afixada ao corpo do gadget.

O Galaxy Tab S11 Ultra de 512 GB (apenas R$ 7.199 no Pix) conversa com redes Wi-Fi 7 e Bluetooth 5.4. O tablet premium roda Android 16 e deve receber sete atualizações do sistema operacional.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Galaxy Tab S11 Ultra com alto desempenho tem 28% OFF na Amazon

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Galaxy Tab S11 Ultra (512 GB) tem tela AMOLED de 14,6" e 12 GB de RAM; tablet de alta performance da Samsung recebe desconto de 28% no Pix

Galaxy Tab S11 Ultra (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Vai acabar: Motorola Edge 70 (512 GB) fica mais barato no Mercado Livre

18 de Agosto de 2026, 10:44
10% OFF DISPONíVEL NA PáGINA Mercado Livre 41% OFF Ver preço

Prós
  • Apenas 5,99 mm de espessura
  • Todas as câmeras de 50 MP
  • Construção resistente
  • Tela AMOLED de 6,7″ com 120 Hz
  • Bateria dura até 38 horas
  • Carregamento de 68 W
Contras
  • Sem lente teleobjetiva
  • Chip inferior ao da versão Pro
PIX Cupom na página
10% OFF DISPONíVEL NA PáGINA Mercado Livre 41% OFF Ver preço
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O Edge 70 (512 GB) está saindo por R$ 3.239 no Pix com cupom de 10% OFF disponível na página do Mercado Livre. Mas corra: o cupom está quase acabando (segundo o Mercado Livre), e é uma ótima oportunidade para economizar no celular da Motorola com tela de 120 Hz, chip da Qualcomm e todas as câmeras com 50 MP.

Motorola Edge 70 tem câmeras de 50 MP e tela POLED de 120 Hz

Smartphone Motorola na mão, mostrando a parte traseira com módulo de câmeras e logotipo Motorola
Todas as câmeras do Edge 70 são de 50 MP (Foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Um dos lançamentos mais recentes da Motorola, o Edge 70 se destaca por suas câmeras de 50 MP: temos uma wide com OIS e uma ultrawide com ângulo de 120º, que captam belas cenas com grandes ângulos, e uma frontal que tira ótimas selfies. Todas filmam em 4K, com as traseiras suportando 60 fps.

Sua tela POLED de 6,7″ com taxa de 120 Hz e brilho de 4.500 nits reproduz cores vibrantes e entrega alta fluidez nas transições em apps e games, além de garantir a visibilidade em qualquer ambiente. O vidro Gorilla Glass 7i protege-a contra arranhões e quedas.

O chip Qualcomm Snapdragon 7 Gen 4 e os até 24 GB de RAM via RAM Boost sustentam apps pesados em multitarefa e soluções do Moto AI. Para quem gosta de filmar e fotografar, os 512 GB de armazenamento oferecem espaço interno de sobra.

Motorola Edge 70 sendo visto lateralmente e segurado por uma mão com um relógio no pulso
Edge 70 tem apenas 5,99 mm de espessura (Foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

O Edge 70 possui corpo leve de alumínio, com 5,99 mm de espessura, pesando 159 g. Suas certificações militar MIL-STD-810H e IP68/IP69 garantem resistência contra poeira intensa, mergulhos acidentais e altas temperaturas.

A bateria de 4.800 mAh resiste até 38 horas de uso segundo a Motorola. O suporte a carregamento rápido de 68 W via USB-C permite injetar uma carga que dura o dia inteiro em apenas 15 minutos, ideal para usuários com pouco tempo para recarregar.

O Motorola Edge 70 de 512 GB (R$ 3.239 no Pix com cupom de 10% OFF disponível na página) será atualizado até o Android 20 e possui conectividade 5G, Wi-Fi 6E, Bluetooth 5.4 e NFC.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Vai acabar: Motorola Edge 70 (512 GB) fica mais barato no Mercado Livre

Amazon Leo: roteador para internet via satélite é homologado no Brasil

18 de Agosto de 2026, 09:40
Fotografia técnica de homologação de um roteador de cor branca. Ele exibe a gravação cinza "E1" na parte inferior direita de sua superfície; o aparelho está apoiado sobre uma mesa azul e posicionado ao lado de duas réguas milimetradas pretas dispostas em L à esquerda e à direita para medição de suas dimensões, trazendo o logotipo do "tecnoblog" impresso em branco no canto inferior direito.
Roteador L1LA10 do Amazon Leo (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)
Resumo
  • O roteador para o serviço de internet via satélite Amazon Leo foi homologado pela Anatel.
  • O equipamento, com código de modelo L1LA10, oferece conectividade Zigbee, Bluetooth LE e Wi-Fi 6 de duas bandas.
  • A antena, no entanto, ainda não foi certificada pela agência.

O serviço de internet via satélite Amazon Leo deu mais um passo para seu lançamento comercial no Brasil: o roteador que será utilizado pelos clientes foi homologado pela Anatel na sexta-feira (14/08), segundo documentos obtidos pelo Tecnoblog em primeira mão.

A certificação vem bem a tempo, já que o lançamento comercial precisa acontecer no Brasil até dia 29 deste mês, a menos que a empresa solicite um novo adiamento à Anatel. O serviço foi testado em duas cidades brasileiras no ano passado.

Certificado de homologação do L1LA10, roteador do Amazon Leo (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

O equipamento tem código de modelo L1LA10 e oferece conectividade Zigbee, Bluetooth LE (para conexão com o aplicativo, provavelmente) e Wi-Fi 6 de duas bandas.

Fotografia técnica de homologação de um roteador de cor branca. Ele exibe a gravação cinza "L3" na parte superior esquerda de sua superfície e as portas de conectividade; o aparelho está apoiado sobre uma mesa azul e posicionado ao lado de uma régua milimetrada preta para medição de suas dimensões, trazendo o logotipo do "tecnoblog" impresso em branco no canto inferior direito.
Traseira do roteador L1LA10 do Amazon Leo (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Na parte traseira, são três portas: uma RJ45 para conexão com a antena de satélite, outra RJ45 para uso cabeado da internet e uma entrada C6 para o cabo de energia elétrica.

De acordo com as fotos de certificação do FCC (Comissão Federal de Comunicações dos EUA), o L1LA10 aparenta ter em torno de 17 centímetros de largura e profundidade, o que o torna relativamente grande para um roteador. Ele também deve ser pesadinho: quase metade do volume interno é ocupado pela fonte de 140 Watts, e a estrutura interna é feita em metal.

Fotografia técnica de homologação de um roteador desmontado. O aparelho está apoiado sobre uma mesa azul e posicionado ao lado de uma régua milimetrada preta para medição de suas dimensões, trazendo o logotipo do "tecnoblog" impresso em branco no canto inferior direito.
Parte interna do roteador L1LA10 do Amazon Leo (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

O equipamento utiliza diversos chips da Qualcomm: QCA8081 para as portas Ethernet, QCN6112 como rádio de 5 GHz e o SoC IPQ5018, que é o “cérebro” do produto, contendo dois núcleos Cortex-A53 da ARM.

Ainda falta a homologação da antena, que a Amazon denomina ODU em sua documentação, sem revelar o que a sigla significa.

Imagem promocional mostra o receptor do Amazon Leo, antigo Projeto Kuiper
Receptor do Amazon Leo (imagem: divulgação/Amazon)

Mercado aquecido

O Amazon Leo entrará em um mercado que deve ganhar mais competição: hoje a Starlink reina quase sozinha no segmento de internet via satélites de órbita baixa (LEO), especialmente para pessoas físicas, mas a Eutelsat OneWeb também oferece seus serviços no Brasil, apenas para empresas. A chinesa SpaceSail também já obteve autorização para operar no país, algo que precisa ocorrer até 2028.

Estação do satélite da SpaceSail em um píer, com antena e equipamentos ao fundo
SpaceSail deve ser concorrente do Amazon Leo no futuro (imagem: reprodução/SapceSail)

A Starlink lidera o mercado brasileiro de internet por satélite, possuindo a maior clientela do segmento e sendo o 12º provedor de banda larga fixa do país. Em breve, a empresa também deve passar a oferecer serviço diretamente para smartphones em áreas remotas em parceria com a Vivo.

Esse é outro segmento do mercado em que a Amazon pretende competir. Para tanto, a companhia adquiriu a Globalstar por US$ 11,5 bilhões (cerca de R$ 57 bilhões), ganhando acesso à constelação existente de satélites e, mais importante, ao espectro e direitos de uso existentes.

O serviço de banda larga fixa por satélite deve ser vendido no Brasil pela Sky, já que ambas assinaram acordo para tal ainda em 2024.

Amazon Leo: roteador para internet via satélite é homologado no Brasil

Roteador L1LA10 do Amazon Leo (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Certificado de homologação do L1LA10, roteador do Amazon Leo (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Traseira do roteador L1LA10 do Amazon Leo (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Parte interna do roteador L1LA10 do Amazon Leo (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Receptor do Projeto Kuiper (imagem: divulgação/Amazon)

Samsung pode lançar dobrável ainda mais largo após sucesso do Z Fold 8

17 de Agosto de 2026, 19:54
Galaxy Z Fold 8 sendo segurado em uma mão, com todo o painel aberto exibindo uma imagem do fundo do mar, cheia de detalhes
Galaxy Z Fold 8 tem proporção 4:3 (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Resumo
  • A Samsung está desenvolvendo um novo smartphone dobrável com tela interna mais larga, otimizada para vídeos, com lançamento previsto para 2027, segundo o site sul-coreano ETNews.
  • O novo aparelho pode ter uma proporção de tela similar a 16:9 ou outras como 16:10 ou 5:3, diferente do Galaxy Z Fold 8, que tem proporções de 4:3.
  • O Galaxy Z Fold 8, lançado recentemente, foi bem avaliado e vendeu 1,44 milhão de unidades na Coreia do Sul, esgotando em algumas lojas nos Estados Unidos.

A Samsung estaria preparando um smartphone dobrável com formato ainda mais largo do que o recém-lançado (e elogiado) Galaxy Z Fold 8. O novo aparelho, que chegaria em 2027, pode ter uma proporção otimizada para vídeos.

As informações são do site sul-coreano ETNews. A publicação indica também que a fabricante pode lançar mais quatro dobráveis no ano que vem. Além do formato mais largo, chegariam os sucessores de Z Fold 8, Z Fold 8 Ultra, Z Flip 8 e um novo Z TriFold, que teve vida curta e disponibilidade limitada.

O que se sabe sobre o possível novo dobrável da Samsung?

O ETNews diz que funcionários ouvidos pela reportagem disseram que o desenvolvimento de um novo dobrável largo foi promovido, mas ainda não há especificações técnicas do novo aparelho, já que o projeto está em uma fase muito inicial.

Por isso, a reportagem traz poucas informações sobre como seria um novo modelo da linha de foldables da Samsung. Uma delas é que o dispositivo teria uma proporção otimizada para visualização de vídeos.

O padrão para isso é 16:9, mas pode ser que o dispositivo não venha exatamente com esse formato. Olhando para o portfólio da Samsung, vemos tablets com proporções 16:10 (Tab S11) e 5:3 (Tab A11), que despontam como potenciais candidatas, caso a nova opção se torne mesmo realidade.

Galaxy Z Fold 8 faz sucesso

A Samsung colocou uma nova opção de formato nos dobráveis apresentados neste ano. O Galaxy Z Fold 8 estreou o tamanho “passaporte”, com dimensões similares ao documento quando fechado.

Por fora, ele tem uma tela de 5,5 polegadas na proporção 16:10, mais “achatada” que a de um smartphone moderno. Por dentro, o dobrável traz um display de 7,6 polegadas, na proporção 4:3, mais próxima dos tablets encontrados no mercado.

Nas gerações anteriores, o Galaxy Z Fold vinha com uma tela interna quase quadrada, com proporções de 11:10. A usabilidade para leitura e navegação parece mais natural.

Em vídeos, as barras acima e abaixo da imagem são menores, mas ainda não é o formato ideal. O possível novo modelo viria para ocupar justamente esse espaço.

Mesmo assim, um dobrável mais largo parece ter sido uma sacada esperta. O Galaxy Z Fold 8 foi muito elogiado em reviews, bateu 1,44 milhão de unidades vendidas na Coreia do Sul e chegou a ficar esgotado em algumas lojas nos Estados Unidos.

Com informações do Engadget e do Android Police

Samsung pode lançar dobrável ainda mais largo após sucesso do Z Fold 8

💾

Projeto em fase inicial de desenvolvimento tem como objetivo uma tela interna com formato aprimorado para vídeos.

Galaxy Z Fold 8 (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Melhor celular dobrável: 10 modelos para comprar no Brasil em 2026

17 de Agosto de 2026, 15:56
Galaxy Z Flip 8 (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

A compra de um celular dobrável é indicada para o consumidor que deseja telas amplas para multitarefas e consumo de mídia sem abrir mão da praticidade e da portabilidade.

A escolha do melhor modelo depende do tipo de dobra (em formato de livro ou concha), e de outras especificações, como a resistência, e o desempenho do hardware em conjunto com a bateria.

O Tecnoblog reuniu 9 celulares dobráveis para comprar no Brasil em 2026, com opções de ponta de marcas como Samsung, Motorola e Huawei. Veja os prós e contras de cada smartphone.

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Galaxy Z Fold 8 Ultra


Prós
  • Alto desempenho
  • Bateria de silício-carbono
  • Design refinado com estrutura Flex Titanium
  • Conjunto de câmeras completo, com teleobjetiva
  • Recarga rápida de 45 W
Contras
  • Preço elevado
  • Poucas mudanças frente à geração anterior
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O Galaxy Z Fold 8 Ultra tem formato de livro, com tela externa de 6,5 polegadas que permite uso do aparelho como um smartphone tradicional, sem precisar abri-lo. Ele tem 8,9 mm de espessura e pesa 215 g, quando fechado.

Aberto, ele vira uma espécie de tablet, com tela interna de 8 polegadas que também usa a estrutura Flex Titanium, aumentando a sustentação do painel e reduzindo a visibilidade do vinco central.

O celular da Samsung traz marca o amadurecimento da marca no segmento de dobráveis, chegando a apenas 4,1 mm de espessura quando aberto. A câmera traseira é tripla, com sensor de 200 MP, ultrawide de 50 MP e teleobjetiva de 10 MP com zoom óptico de 3x.

Em comparação ao Z Fold 7, o Fold 8 Ultra subiu a bateria para 5.000 mAh, com tecnologia silício-carbono, e ganhou uma ultrawide de 50 MP. Ainda assim, manteve a certificação IP48, que deixa a desejar na resistência à poeira fina frente aos IP68 dos celulares convencionais.

Galaxy Z Fold 8


Prós
  • Novo formato passaporte indicado para consumo de vídeos
  • Desempenho avançado
  • Bateria de silício-carbono
  • Recarga rápida de 45 W
  • Estrutura em Flex Titanium para maior resistência e vinco menos aparente
Contras
  • Sem câmera teleobjetiva
  • Preço elevado
  • Nem todos os apps estão adaptados ao formato
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O Galaxy Z Fold 8 estreia o formato batizado de “passaporte”, com tela externa de 5,5 polegadas em proporção 10:16. Fechado, o dispositivo mede 9,7 mm de espessura e pesa 201 g.

Ao abrir, a tela interna de 7,6 polegadas em proporção 4:3 lembra um tablet compacto, com painel AMOLED Dinâmico 2X e taxa de até 120 Hz, mas sem a Tela de Privacidade.

O aparelho roda o Snapdragon 8 Elite Gen 5, com bateria de silício-carbono de 4.800 mAh e carregamento de 45 W com fio. Como ponto fraco, o conjunto de câmeras traseiras é limitado a dois sensores de 50 MP, sem lente telefoto, ao contrário do Z Fold 8 Ultra.

Galaxy Z Fold 7


Prós
  • Chip de alto desempenho Snapdragon 8 Elite for Galaxy
  • Câmera traseira principal de 200 MP
  • Até 16 GB de memória RAM
  • Tela externa de 6,5″ ligeiramente maior que no Fold 6
Contras
  • Faixa de preço elevada
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O Galaxy Z Fold 7 tem tela externa de 6,5 polegadas, com AMOLED Dinâmico 2X e resolução Full HD+. Fechado, mede 8,9 mm de espessura e pesa 215 g. Aberto, a tela interna de 8 polegadas traz resolução QXGA+ e oferece multitarefa com múltiplas janelas.

O aparelho roda o Snapdragon 8 Elite for Galaxy, com câmera principal de 200 MP e certificação IP48, protegendo parcialmente contra sólidos, mas resistente a respingos d’água.

Como ponto fraco, a bateria de 4.400 mAh é menor que a encontrada na geração seguinte, e o carregamento de apenas 25 W com fio fica abaixo de modelos mais atuais.

Galaxy Z Flip 8


Prós
  • Alto desempenho
  • Bateria de silício-carbono
  • FlexWindow redesenhada
Contras
  • Sem lente teleobjetiva
  • Sem Flex Titanium
  • Recarga de 25 W
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O Galaxy Z Flip 8 tem tela externa de 4,1 polegadas, que permite usar aplicativos e recursos de IA mesmo quando fechado. O dispositivo mede 6,1 mm de espessura e pesa 180 g, sendo mais fino e leve que o antecessor.

Aberto, a tela principal de 6,9 polegadas usa painel AMOLED Dinâmico 2X a 120 Hz. O aparelho vem com Exynos 2600 no Brasil, câmera principal de 50 MP e bateria de silício-carbono de 4.300 mAh com carregamento de 25 W.

Comparado ao Z Flip 7, a atualização é incremental: câmeras, bateria, RAM e armazenamento seguem praticamente iguais, com ganhos concentrados na geração do processador e no design mais fino.

Galaxy Z Flip 7


Prós
  • Telas AMOLED brilhante de 120 Hz
  • Alto desempenho
  • Atualizações até o Android 23
  • Dobradiça reforçada
Contras
  • Menos resistente a poeira (IP48)
  • Sem câmera periscópica
  • Sem lente teleobjetiva
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O Galaxy Z Fold 7 permanece como uma referência em produtividade. A tela externa Super AMOLED tem 4,1 polegadas e é usada para câmera, widgets e notificações rápidas sem abrir o aparelho.

Aberto, a tela interna de 6,9 polegadas traz tecnologia AMOLED Dinâmico 2X com 120 Hz para uma maior fluidez durante o uso. Ele tem 13,7 mm de espessura e pesa 188 g.

O aparelho traz o processador Exynos 2500, câmera principal de 50 MP e ultrawide de 12 MP, além de bateria de 4.300 mAh e certificação IP48. Como ponto fraco, o carregamento de 25 W com fio pode ser considerado lento frente a modelos mais recentes.

Motorola Razr Fold


Prós
  • Câmeras de 50 MP que filmam em 8K
  • Tela interna e externa com alta taxa de atualização
  • Até 16 GB de RAM
  • Ampla bateria de 6.000 mAh
  • Inclui caneta moto pen ultra
Contras
  • Proteção contra água não inclui submersão (IP49)
  • Peso e espessura elevados
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O Motorola Razr Fold traz tela externa de 6,6 polegadas (LTPO P-OLED) e interna AMOLED de 8,1 polegadas, com resolução 2K e taxa de até 120 Hz. Fechado, mede cerca de 9,9 mm; aberto, aproximadamente 4,6 mm.

O aparelho roda o Snapdragon 8 Gen 5 de alto desempenho, com 16 GB de RAM, até 1 TB de armazenamento e bateria de 6.000 mAh com tecnologia de silício-carbono.

O carregamento chega a 80 W com fio, enquanto o conjunto traseiro reúne três câmeras de 50 MP, incluindo uma teleobjetiva periscópica com zoom óptico de 3x.

Como ponto forte, o Razr Fold reúne tela interna grande, bateria de alta capacidade, carregamento rápido e suporte à Moto Pen Ultra, além de um conjunto fotográfico mais completo que o de rivais. Como ponto fraco, seu peso elevado o torna menos compacto no bolso.

Motorola Razr 70 Ultra


Prós
  • Telas POLED de 165 Hz e até 5 mil nits
  • Todas as câmeras com 50 MP
  • Dobradiça reforçada de titânio
  • Processador Snapdragon 8 Elite
  • Grava em até 8K @ 30 fps
Contras
  • Só três anos de atualizações do Android
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O Motorola Razr 70 Ultra tem tela externa de 4 polegadas com resolução de 1080 x 1272 pixels, o suficiente para rodar aplicativos sem precisar abrir o aparelho.

A tela interna de 7 polegadas tem resolução de 1224 x 2992 pixels e chega a 165 Hz, com corpo de 7,19 mm de espessura e 199 g de peso. O conjunto traz três câmeras de 50 MP (grande-angular, ultrawide/macro e selfie).

O aparelho traz hardware avançado: chip Snapdragon 8 Elite, com 12 ou 16 GB de RAM e 512 GB de armazenamento. Além disso, a bateria de 5.000 mAh (silício-carbono) oferece carregamento de 68 W.

Comparado ao Razr 70 “comum”, o Ultra se destaca pela tela externa maior e chip mais potente, mas custa consideravelmente mais caro dentro do portfólio da Motorola.

Motorola Razr 70


Prós
  • Telas com tecnologia AMOLED
  • Construção com dobradiça em titânio
  • Câmeras traseiras de 50 MP
Contras
  • Poucas evoluções ao Razr 60
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O Motorola Razr 70 tem tela externa Extreme AMOLED de 3,6 polegadas com 90 Hz, um formato mais compacto pensado para portabilidade. A tela principal AMOLED chega a 6,9 polegadas e 120 Hz.

O aparelho roda o MediaTek Dimensity 7450X, com 8 GB ou 12 GB de RAM, e traz câmeras principal e ultrawide de 50 MP, além de selfie de 32 MP. O conjunto deve atender multitarefas e produção de fotos e vídeos em alta resolução.

Sua bateria é de 4.800 mAh com carregamento de 33 W. Como ponto fraco, em comparação ao Razr 70 Ultra, a tela externa é bem menor (3,6″ contra 4″) e o carregamento é menos da metade da velocidade do modelo topo de linha (33 W contra 68 W).

Motorola Razr 60


Prós
  • Dobradiça resistente feita de titânio
  • Tela interna de 6,9″ com 120 Hz
  • Brilho máximo de 3.000 nits
  • 12 GB de RAM
  • Câmeras com suporte do Moto AI
Contras
  • Sistema de armazenamento UFS 2.2
  • Atualizações apenas até o Android 18
  • Sem lente teleobjetiva
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O Motorola Razr 60 é um celular dobrável tipo flip que se destaca pelo bom custo-benefício, especialmente após o lançamento da linha Razr 70.

Fechado, o smartphone apresenta tela externa AMOLED de 3,6″ com 90 Hz, que permite ler mensagens, abrir aplicativos e até tirar foto com a câmera traseira de 50 megapixels. Aberto, o aparelho traz a tela interna POLED de 6,9″ com taxa de atualização de 120 Hz.

O processamento é intermediário com o chip MediaTek Dimensity 7400X (4nm) e até 12 GB de RAM, entregando bom desempenho para multitarefa e jogos populares no dia a dia.

Huawei Mate XT Ultimate Design


Prós
  • Tela de até 10,2 polegadas
  • Bateria de 5.600 mAh
  • 16 GB de RAM
  • Grava em 4K
  • Carregamento de 66 W
Contras
  • Peso e preço elevado
  • Sem pacote Google pré-instalado
  • Sem 5G
  • Câmera frontal de 8 MP
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O Huawei Mate XT Ultimate Design é um celular de luxo com dobra tripla (tri-fold), podendo ser usado nas seguintes configurações de tela: 6,4 polegadas (fechado), 7,9 polegadas (dobra dupla) ou 10,2 polegadas (totalmente aberto, como um tablet).

A espessura varia de 3,6 mm a 4,8 mm aberto, chegando a 12,8 mm quando totalmente fechado. O display LTPO OLED tem resolução de 2.232 x 3.184 pixels e taxa de atualização de 90 Hz.

O smartphone oferece alta performance com o processador Kirin 9010, 16 GB de RAM e até 1 TB de armazenamento. A bateria de silício-carbono de 5.600 mAh promete boa autonomia longe das tomadas, e traz carregamento rápido de 66 W com fio e 50 W sem fio.

A câmera principal de 50 MP combina teleobjetiva periscópica de 12 MP (zoom óptico de 5,5x) e ultrawide de 12 MP. Um ponto fraco é o sistema operacional próprio HarmonyOS, que não traz o pacote de serviços do Google e Play Store pré-instalada. O preço elevado também restringe o público.

Quais são as vantagens e desvantagens de um smartphone dobrável?

Um celular dobrável oferece vantagens no uso diário, principalmente em portabilidade e multitarefas:

  • Tamanho compacto: permite ter uma tela grande que se dobra para metade do tamanho, facilitando o transporte no bolso ou em bolsas pequenas;
  • Multitarefa avançada: a área expansível de tela dos modelos em formato “Fold” viabiliza a execução de até mais aplicativos simultâneos de forma nativa;
  • Consumo de mídia: a tela maior dos modelos em formato de livro oferece uma área de visualização significativamente maior, aproximando a experiência de consumo de filmes, séries e transmissões ao vivo à de um tablet compacto;
  • Interatividade: telas externas maiores nos modelos em formato “Flip” permitem respostas rápidas de mensagens, navegação, e controle de mídia sem necessidade de desdobrar o painel principal;

No entanto, a resistência ainda é um ponto fraco dos modelos. As principais desvantagens são:

  • Menor resistência a poeira: embora possuam proteção contra água, as dobradiças e os painéis flexíveis apresentam menor vedação contra partículas sólidas em comparação a aparelhos convencionais;
  • Espessura e peso: celulares dobráveis mantêm corpo mais denso e espesso no bolso em comparação a smartphones tradicionais;
  • Preço e custo elevado de reparo: um modelo dobrável é mais caro que um celular comum. Além disso, a substituição de uma tela flexível e dos componentes da dobradiça tem preços significativamente maiores aos de telas comuns.

Qual é a diferença entre um celular dobrável Flip e Fold?

O modelo Flip é um celular pequeno que dobra na vertical e fica mais compacto quando fechado, como o Galaxy Z Flip 8 e o Motorola Razr 70.

Já o Fold dobra como um livro ou passaporte e, quando aberto, oferece uma tela maior, mais adequada para multitarefa, produtividade e consumo de conteúdo.

Celular dobrável é resistente?

Sim, mas a resistência varia conforme o modelo. A certificação IP48 garante que o celular é resistente à água, mas a proteção contra poeira é inferior, em comparação a modelos com IP68 ou IP69. Além disso, a tela interna é mais suscetível a riscos e impactos.

Como escolher o melhor celular dobrável em 2026?

É importante definir o estilo de uso e quais características são fundamentais para você, antes de escolher um celular dobrável. Atente-se ao seguinte:

  • Defina o formato de uso ideal: opte por modelos estilo “Flip” para priorizar portabilidade e tamanho reduzido no bolso; escolha modelos estilo “Fold” se o objetivo for produtividade e tela maior para consumo de mídia;
  • Avalie os recursos da tela externa: dê preferência a modelos com telas externas amplas que permitam rodar aplicativos completos, reduzindo a necessidade de abrir o aparelho constantemente;
  • Analise a bateria: verifique a capacidade da bateria (em mAh) e o suporte a carregamento rápido, já que telas dobráveis grandes exigem maior consumo energético;
  • Verifique o software do fabricante: confira se a marca oferece bom suporte a janelas flutuantes, recursos de inteligência artificial aplicados à multitarefa e garantia prolongada de atualizações de sistema.

Qual celular dobrável tem o melhor custo-benefício em 2026?

O Motorola Razr 60 é o celular dobrável com o melhor custo-benefício atualmente. Ele entrega a experiência de tela dobrável com um preço significativamente menor do que os modelos topo de linha da categoria. O desempenho é intermediário, mas dá conta de jogos populares, uso simultâneo de aplicativos e navegação em redes sociais sem engasgos.

Celular dobrável ou tablet: qual comprar?

A escolha entre um celular dobrável e um tablet depende do uso principal do dispositivo.

Escolha um dobrável se o foco for mobilidade e versatilidade no dia a dia. Os modelos em formato de livro funcionam como celular comum na tela externa e se transformam em um painel maior para leitura, multitarefa e consumo de mídia.

Já o tablet é voltado para estudos, produtividade prolongada, ilustração digital ou consumo de mídia com tela ampla. O ponto negativo em relação ao dobrável é a falta de portabilidade para uso contínuo em pé ou transporte.

Melhor celular dobrável: 10 modelos para comprar no Brasil em 2026

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Formato passaporte, livro ou flip: encontre o smartphone dobrável ideal para o seu dia a dia neste guia completo

Galaxy Z Flip 8 (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Linux 7.2 é anunciado por Linus Torvalds; confira as principais novidades

17 de Agosto de 2026, 12:00
Tux, o símbolo do Linux, e Linus Torvalds
Linux 7.2 é anunciado por Linus Torvalds; confira as principais novidades (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Linux 7.2 foi anunciado por Linus Torvalds, com previsão de servir de base para distribuições como o Ubuntu 26.10;
  • nova versão traz suporte à tecnologia Fixed Rate Link (FRL) para HDMI 2.1 no driver AMDGPU, melhorias em chips da Intel, como Panther Lake R e Xeon Diamond Rapids, e suporte ao protocolo USB4STREAM;
  • Linux 7.2 também permite inicialização em MacBooks com chip Apple M3, aprimora a compatibilidade com o sistema de arquivos NTFS, oferece suporte a Agendamento com Consciência de Cache, entre outros recursos.

A previsão era a de que o Linux 7.2 seria anunciado no último domingo (16/08). Assim foi feito: a nova versão do kernel foi anunciada oficialmente por Linus Torvalds, como manda a tradição, e deverá servir de base para várias distribuições Linux, a exemplo do Ubuntu 26.10, a ser lançado em outubro.

Havia alguma preocupação sobre um possível atraso porque os desenvolvedores do projeto estão recebendo um grande volume de notificações sobre bugs e ajustes por causa do uso de mecanismos de IA que “caçam” esses problemas.

Mas o próprio Linus Torvalds já havia sinalizado esse cenário como o “novo normal” e voltou a usar esse discurso no anúncio do Linux 7.2:

Bem, esta última semana de lançamento foi — mais uma vez — maior do que eu gostaria [em volume de trabalho], mas, considerando o “novo normal, se eu atrasasse o lançamento [da versão 7.2 ] por esse motivo, provavelmente nunca teríamos um lançamento.

Linus Torvalds, principal mantenedor do Linux

O que o Linux 7.2 traz de novo?

Como de hábito, a nova versão do kernel corrige bugs, otimiza recursos, remove código obsoleto e acrescenta suporte a novos componentes, tanto de software quanto de hardware.

Nesse sentido, um dos destaques do Linux 7.2 é o suporte introdutório à tecnologia Fixed Rate Link (FRL), que eleva a taxa de transferência de dados para até 48 Gb/s no HDMI 2.1, no AMDGPU, o driver aberto para chips gráficos da AMD. Sem o FRL, uma conexão HDMI 2.1 se comporta como se estivesse operando sob os parâmetros da versão 2.0 do padrão.

Com relação à Intel, as novidades incluem suporte para vários chips da família Panther Lake R, ativação de relatórios de erros (ECC) para processadores Nova Lake H e Panther Lake H, e melhorias de compatibilidade com chips Xeon Diamond Rapids.

Ainda no âmbito do hardware, outro avanço está no suporte ao protocolo USB4STREAM para permitir que dois computadores transfiram dados entre si por meio de uma conexão direta via USB4 ou Thunderbolt.

Firefox continua entre os softwares do Ubuntu
Linux 7.2 será a base de várias futuras distribuições, como o Ubuntu (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Outras novidades incluem:

  • suporte para Agendamento com Consciência de Cache (Cache Aware Scheduling), técnica que mantém uma tarefa sob execução em um único núcleo ou em núcleos que compartilham o mesmo cache para diminuir a busca de dados na RAM pelo processador, otimizando o desempenho;
  • o Linux 7.2 permite inicialização em MacBooks com chip Apple M3, embora somente via console serial (linha de comando para depuração) devido ao fato de esse suporte ainda ser inicial;
  • no kernel Linux 7.1, a compatibilidade com o sistema de arquivos NTFS foi melhorada graças a um driver que oferece suporte completo a operações de escrita e leitura de dados; a versão 7.2 aprimora esse recurso.

Como obter o Linux 7.2?

O Linux 7.2 é um kernel (núcleo), não um sistema operacional completo. Por isso, o acesso a essa versão depende de atualizações oferecidas pela distribuição Linux que você usa. Como informado no começo do texto, o futuro Ubuntu 26.10 deverá estar entre os projetos baseados no Linux 7.2.

De todo modo, quem sabe compilar o kernel e quiser se antecipar já pode baixar o Linux 7.2 no site oficial.

Linux 7.2 é anunciado por Linus Torvalds; confira as principais novidades

Tux, o símbolo do Linux, e Linus Torvalds (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Firefox continua entre os softwares do Ubuntu (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Google lança Gemini 3.7 Flash apenas três semanas após versão anterior

13 de Agosto de 2026, 17:44
Imagem mostra o logo do Gemini ao centro. O fundo é levemente colorido, nas cores do Google: azul, verde, amarelo e vermelho
Gemini 3.7 Flash não estará disponível para usuários comuns inicialmente (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O Google lançou o Gemini 3.7 Flash, modelo leve de inteligência artificial generativa, três semanas após o Gemini 3.6 Flash.
  • O Gemini 3.7 Flash custa US$ 0,75 por milhão de tokens de entrada e US$ 3,75 por milhão de tokens de saída, metade do preço do modelo anterior.
  • O Gemini 3.7 Flash oferece melhor desempenho em tarefas de programação e conhecimento, com 43,6% no FrontierCode e 65,3% no DeepSWE.

Levou menos de um mês para o Google atualizar seu modelo mais leve e barato de inteligência artificial generativa. A empresa anunciou a chegada do Gemini 3.7 Flash nesta quinta-feira (13/08). O 3.6 Flash foi liberado ao público em 21 de julho.

O 3.7 Flash está disponível via API, AI Studio e Antigravity, mas ainda não deve chegar ao chatbot disponível na web, Android e iOS. Por outro lado, ele estará presente no Spark, assistente pessoal para assinantes dos planos AI Pro e Ultra.

A empresa diz que o Gemini 3.7 Flash oferece melhor desempenho em tarefas de programação e conhecimento. Além disso, promete mais diligência na hora de pensar, colocando mais atenção no planejamento dos passos e no uso de ferramentas.

Nos testes de benchmarking de geração de código, o 3.7 Flash marcou 43,6% no FrontierCode, contra 34,4% do 3.6 Flash. Já no DeepSWE, o resultado foi de 49% para 65,3%.

Gemini 3.7 Flash custa metade da versão anterior

Como notou o Axios no lançamento do Gemini 3.6 Flash, o mercado de IA parece ter deixado de se preocupar tanto com benchmarks e passado a se concentrar em outro número: o preço.

Nesse sentido, o Gemini 3.7 Flash é um grande avanço em relação ao 3.6 Flash. Ele chega custando US$ 0,75 (R$ 3,90) por milhão de tokens de entrada e US$ 3,75 (R$ 19,52) por milhão de tokens de saída. Isso é metade do que o Google cobrava pelo antecessor.

Mão segurando celular com o app do DeepSeek aberto. Ao fundo, o site do DeepSeek em um monitor.
DeepSeek e outros modelos chineses viraram problema para Google, Anthropic e OpenAI (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Os custos da IA se tornaram um ponto delicado após começarem a pesar no orçamento das empresas, o que levou muitas delas a recorrerem a modelos chineses, que têm pesos abertos e preços mais competitivos.

Um exemplo disso é o DeepSeek V4-Pro, também lançado nesta quinta-feira (13/08). Ele chegou mais caro que de costume para a desenvolvedora, mas mesmo assim cobra um valor bem mais baixo que o Google: US$ 0,435 por milhão de tokens de entrada e US$ 0,87 por milhão de saída (R$ 2,26 e R$ 4,53, respectivamente).

Google derrapa na corrida da IA

Enquanto isso, a versão Pro continua atrasada: o modelo mais recente dessa categoria é o Gemini 3.1 Pro, de fevereiro de 2026. Recentemente, o Google promoveu uma grande reorganização do seu setor de IA, na esperança de diminuir a vantagem de concorrentes como Anthropic e OpenAI.

Com informações do Axios e do The Decoder.

Google lança Gemini 3.7 Flash apenas três semanas após versão anterior

Google Gemini (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

DeepSeek chegou ao topo das listas de apps mais baixados em janeiro de 2025 (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Instagram ganha novo logo; veja o que mudou

13 de Agosto de 2026, 13:30
Parte do logo do Instagram com algumas curvas das letras em destaque
Logo não sofria alteração desde 2016 (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O Instagram lançou um novo logotipo com o nome da rede, que apresenta uma fonte mais moderna e minimalista.
  • A nova fonte é mais tradicional e sem serifas. As letras “s”, “g” e “r” mantiveram curvas que remetem à fonte cursiva original.
  • O novo logotipo gerou opiniões divergentes entre os usuários, com alguns elogiando a atualização e outros criticando a legibilidade.

O Instagram trocou o logo que contém seu nome e aparece no topo do site e do app. Sai a fonte mais cursiva, entram letras de formato muito mais tradicional.

“A wordmark [logotipo de texto] no topo do app não mudava há dez anos, então era hora de atualizar”, diz Adam Mosseri, chefe do Instagram, em um post na rede social. “Mais limpo e moderno, com referências ao original, trazendo a simplicidade e o cuidado artesanal que sempre definiram o Instagram.”

Novo logo do Instagram, com fonte sem serifa e moderna. A letra "s" conserva um traço manuscrito. A letra "g" tem uma volta no seu traço abaixo da linha. A letra "r" tem uma curva que lembra manuscrito.
Novo logo combina fonte sem serifa com elementos manuscritos que remetem ao original (imagem: Adam Mosseri/Meta)

O que mudou no logo do Instagram?

O novo logo apresentado por Mosseri tem visual mais minimalista e moderno, com tipografia sem serifas. Ao dizer que há referências à versão original, o executivo provavelmente se refere às letras “s”, “g” e “r”, que mantiveram um design menos convencional, com curvas que remetem a uma fonte cursiva.

O primeiro logotipo de texto do Instagram, de 2010, tinha uma fonte manuscrita. Em 2013, a Meta (então chamada Facebook) fez a primeira alteração, suavizando as letras. Alguns pequenos retoques foram feitos nos anos seguintes. Desde 2016, o logo era o mesmo.

Três versões da palavra 'Instagram' escritas em preto sobre fundo branco, organizadas lado a lado. À esquerda, acima de '2010', o texto está em uma caligrafia cursiva clássica e inclinada. Ao centro, acima do ano '2016', o texto utiliza uma tipografia cursiva levemente modificada, com traços mais uniformes. À direita, acima de '2026', a palavra aparece em uma fonte arredondada moderna, sem inclinação, com letras bem definidas e espaçamento constante.
Instagram modernizou sua fonte ao longo dos anos (montagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Vale dizer que o ícone do Instagram permanece o mesmo. As primeiras versões eram bastante detalhadas, lembrando uma câmera instantânea, seguindo o esqueumorfismo (design imitando objetos físicos) que estava em alta naquela época.

Em 2016, a Meta fez um redesign radical e deixou apenas as linhas gerais de corpo, lente e visor em um fundo gradiente de laranja para roxo. O ajuste mais recente é de 2022, com cores mais saturadas e claras.

Evolução de três ícones dispostos lado a lado sobre fundo branco, acompanhados por anos. À esquerda, abaixo de '2010', há uma câmera vintage em tons de bege e marrom, com detalhes de arco-íris e o texto 'INST'. Ao centro, sob '2016', um ícone com contorno branco de câmera sobre um fundo em gradiente de amarelo, rosa e roxo. À direita, sob '2022', uma versão do ícone de 2016 com gradiente em cores mais brilhantes, vívidas e saturadas.
Ícone ficou mais minimalista e colorido (montagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

“Irvstagzam”?

O novo logo dividiu opiniões nos comentários do post de Mosseri. Um usuário questionou justamente as letras que fazem referência ao design original, dizendo que parece que está escrito “Irvstagzam”. “Instagzam” e “Instazam” também apareceram nas reclamações.

Outros escreveram coisas como “se não está quebrado, não mexa” e “tive um derrame olhando para isso”. Também houve quem gostasse. “Parabéns à equipe de design! Parece familiar e atualizado ao mesmo tempo!”, comentou um usuário.

Instagram ganha novo logo; veja o que mudou

Logo não sofria alteração desde 2016 (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Instagram modernizou sua fonte ao longo dos anos (montagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Ícone ficou mais minimalista e colorido (montagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

iPhone 20 Pro: smartphone todo em vidro estaria em produção

13 de Agosto de 2026, 08:31
Novo iPhone 20 Pro, com display de bordas infinitas, já estaria em produção (ilustração: reprodução/MacRumors)
Resumo
  • O iPhone 20 Pro, com design todo em vidro e tela “infinita”, está em produção, segundo o leaker Digital Chat Station.
  • A fabricação de displays para o dispositivo já começou, visando o lançamento em 2027, possivelmente entre maio e junho.
  • O novo iPhone seria lançado em comemoração aos 20 anos do lançamento do primeiro celular da Apple, em 2007.

Um novo iPhone feito todo em vidro poderia estar a caminho, segundo o leaker chinês Digital Chat Station (DCS). A informação é de que a fabricação de displays para o dispositivo já teria começado, visando a primeira janela de lançamento da Apple para 2027, que pode acontecer entre maio e junho.

O suposto iPhone 20 Pro seria um modelo comemorativo pelos 20 anos do lançamento do primeiro celular da maçã, teria, pela primeira vez, a chamada “tela infinita”, com as quadro bordas curvas. Ainda não há uma confirmação do nome do modelo, mas rumores apontam para uma estratégia diferente, como já aconteceu no passado com o iPhone X, em 2017, que pulou a edição “9”.

De acordo com o 9to5Mac, a expectativa é por um celular com bordas semelhantes às do Apple Watch, que dá a impressão de display infinito, mas com design mais sofisticado. Vale lembrar que, antes do modelo, devem ser anunciados em setembro deste ano os novos iPhone 18 Pro e o primeiro dobrável da empresa, ainda sem nome definido.

Mudança radical no design?

O aparelho apelidado de iPhone 20 Pro pode ser o primeiro com bordas curvas da Apple, assim como trazer um design com acabamento todo em vidro. Seria uma nova proposta de iPhone na comemoração dos 20 anos do smartphone, lançado em 2007 por Steve Jobs.

iPhone X
iPhone X chegou com nomenclatura diferente, pulou o “9” e marcou mudanças significativas na linha (imagem: Lucas Braga/Tecnoblog)

Apesar da expectativa, rumores recentes apontaram para outra direção. Enquanto um analista afirmou que a empresa classificou as novidades como muito difíceis de implementar, o jornalista Mark Gurman, da Bloomberg conhecido por acertar diversas previsões, afirmou que o projeto não teria sido cancelado.

Também não há unanimidade quanto ao possível novo nome. Alguns veículos especializados falam em um nome especial, como o iPhone X, enquanto outros veem a novidade como um simples update da linha Pro, ou seja, iPhone 19 Pro.

Unidades do display estariam em produção

Fortes rumores vindos da China apontam que o novo iPhone com tela infinita é, sim, uma realidade próxima. Ainda segundo Digital Chat Station, a peça já está na cadeia de produção dos celulares da marca.

Uma imagem mostra um smartphone iPhone 17 sendo testado em um laboratório. Um objeto metálico com a ponta cilíndrica está pressionando o centro da tela, que exibe uma pequena área de dano. O aparelho está apoiado em duas peças de madeira.
Linha de produção da Apple já considera os displays com borda infinita, diz leaker (imagem: reprodução/Tom’s Guide)

A informação casa com o relato de outro leaker, Ice Universe, que também teria visto as peças em fabricação. Segundo ele, a tela tem uma “combinação sofisticada” de efeitos como refração e direcionamento de iluminação, além de criar uma ilusão visual de continuidade. O DCS, por sua vez, fala em quatro bordas curvas e refração da luz que, junto ao design, cria o mesmo efeito de infinito, como se não tivesse bordas.

iPhone 20 Pro: smartphone todo em vidro estaria em produção

iPhone 17 é resistente a riscos na tela (imagem: reprodução/Tom's Guide)

Motorola Signature (512 GB) volta a ficar mais barato com cupom

12 de Agosto de 2026, 16:55

Prós
  • Desempenho avançado
  • Câmeras com sensor Sony
  • Tela com taxa de atualização de 165 Hz
  • Brilho de tela de até 6.200 nits
  • Atualizações até o Android 23
  • Carregamento com fio de 90 W
  • Carregamento wireless de 50 W
Contras
  • Processador é Snapdragon 8, mas não é Elite
  • Autonomia de bateria poderia ser maior
PIX Cupom na página
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O Motorola Signature de 512 GB voltou a um preço menor em oferta encontrada no Mercado Livre. O topo de linha da empresa norte-americana, lançado em 2026, está disponível por R$ 5.399,10 no Pix aplicando o cupom de R$ 3.000 OFF na página.

Portanto, você garante um valor 40% menor em relação ao preço de lançamento de R$ 8.999 do dispositivo que veio para competir com flagships concorrentes.

Motorola Signature traz chip Snapdragon e câmeras de 50 MP

O dispositivo vem equipado pelo processador Snapdragon 8 Gen 5 (3 nm) acompanhado por 12 GB de memória RAM. O chip da Qualcomm para celulares avançados apresenta CPU com 2 núcleos de desempenho com 3.8 GHz e seis núcleos para eficiência energética de 3,32 GHz. Na prática, o hardware proporciona alto desempenho para multitarefa.

O conjunto fotográfico abriga quatro câmeras de 50 MP capazes de gravar em altíssima resolução de 8K (com exceção a frontal). Além disso, os sensores da Sony oferecem resultados nítidos às fotos. Equipados na principal (Sony Lytia 828), periscópica (Sony Lytia 600) e selfie (Sony Lytia 500); além da ultrawide.

O display de 6,8 polegadas utiliza a tecnologia AMOLED combinado a taxa de atualização de até 165 Hz e pico de brilho de 6.200 nits, um dos maiores do mercado. A configuração permite que o Motorola Signature seja um dos melhores celulares em 2026.

Motorola Signature mostrando Apple Music
Motorola Signature reproduz cores intensas com alto nível de contraste e brilho (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

A bateria de silício-carbono tem 5.200 mAh e, como mostrado nos nossos testes, assegura autonomia para um dia intenso de uso. Além de ser interessante para quem busca um smartphone que não drene bateria com rapidez, o suporte a carregamento com fio de 90 W e sem fio de 50W, fornece carregamento rápido em uma hora.

A construção premium em alumínio conta com a presença das certificações IP68, IP69 e MIL-STD-810H para assegurar alta durabilidade em diferentes cenários ou acidentes. A conectividade inclui Wi-Fi 7, Bluetooth 6.0 e tecnologia NFC para compras por aproximação. A Motorola promete suporte de atualizações até o Android 23.

Adquira o Motorola Signature (512 GB) com 40% de desconto no Mercado Livre, por R$ 5.399,10 no Pix aplicando o cupom de R$ 3.000 OFF disponível na página.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Motorola Signature (512 GB) volta a ficar mais barato com cupom

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Motorola Signature de 512 GB sai com 40% de desconto no Mercado Livre. O topo de linha traz Snapdragon 8 Gen 5, câmeras traseiras de 50 MP e tela AMOLED de 165 Hz

(foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Galaxy Tab S11 5G chega ao 2º menor preço que já vimos

12 de Agosto de 2026, 16:43

Prós
  • Inclui capa-teclado e caneta
  • Tela AMOLED Dinâmica 2x de 11″
  • 12 GB de memória RAM RAM
  • Bateria de 8.400 mAh
  • DeX com Modo Estendido
Contras
  • S Pen não tem Bluetooth
  • Carregador na caixa não é de 45 W
  • Sem conectividade a NFC e 5G
PIX Cupom
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O Galaxy Tab S11 5G de 256 GB está saindo por apenas R$ 5.559,10 no Pix com o cupom SMART200 na Amazon, uma das melhores ofertas já registradas. A promoção representa um desconto de 26% em relação ao lançamento por R$ 7.499 pelo tablet da Samsung com alto desempenho para jogos e edição de vídeo.

Galaxy Tab S11 5G traz RAM de 12 GB para jogos

Dois tablets Galaxy Tab S11 estão em exposição em um balcão branco, um em primeiro plano e o outro no fundo. O tablet em primeiro plano está conectado a um teclado, com uma caneta Stylus magnética fixada na lateral. A tela exibe um fundo em gradiente de tons de roxo, rosa e vermelho, e mostra as palavras "Galaxy Tab S11" e "Galaxy AI" com um ícone de estrela. Um pequeno folheto de informações com as mesmas palavras está na frente do dispositivo. O logotipo "tecnoblog" está no canto inferior direito.
Galaxy Tab S11 chegou ao Brasil com preços a partir de R$ 6.999 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Equipado com o processador MediaTek Dimensity 9400+ de 3 nanômetros e 12 GB de RAM, o Galaxy Tab S11 é capaz de rodar jogos pesados e aplicativos de edição sem qualquer travamento. Já o suporte ao Samsung DeX sem fio transforma o aparelho em um computador de forma simples e rápida para tarefas de produtividade.

A tela Dynamic AMOLED 2X de 11 polegadas com taxa de atualização de 120 Hz entrega imagens fluidas e cores vibrantes. Na prática, isso significa que você terá uma experiência de alta resolução para assistir a séries e total precisão ao desenhar com a caneta Stylus que acompanha o tablet.

A bateria de 8400 mAh suporta carregamento rápido de 45W, oferecendo autonomia para até 18 horas de reprodução de vídeo longe das tomadas, segundo a Samsung. O sistema operacional Android com interface One UI oferece funcionalidades de inteligência artificial, ampliando as possibilidades de uso do dispositivo.

Galaxy Tab S11 com teclado em uso, exibindo a tela roxa e o selo de produto da Samsung
Galaxy Tab S11 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

A conectividade 5G dessa versão do Galaxy Tab S11 em oferta (por R$ 5.559,10 com o cupom SMART200) permite navegação em alta velocidade de onde estiver, sem depender do Wi-Fi. Já a proteção IP68 contra água e poeira garante que o dispositivo resista a acidentes cotidianos.

Unindo alto desempenho, tela excelente e a versatilidade do 5G, esse acaba sendo um dos melhores tablets da Samsung atualmente. Ainda mais em promoções como a de hoje na Amazon, que baixa o preço do Galaxy Tab S11 para o 2º menor já registrado.

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Galaxy Tab S11 5G chega ao 2º menor preço que já vimos

Galaxy Tab S11 chegou ao Brasil com preços a partir de R$ 6.999 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Galaxy Tab S11 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Novo Google Pixel repete LED de notificação famoso no BlackBerry

12 de Agosto de 2026, 14:22
captura de tela de vídeo de anuncio do Google Pixel 11 Pro
Nova linha Pixel 11 traz poucas novidades (imagem: reprodução/Google)
Resumo
  • O Google lançou a linha Pixel 11, incluindo os modelos Pixel 11, Pixel 11 Pro, Pixel 11 Pro XL e Pixel 11 Pro Fold, com o novo processador Tensor G6 e preços a partir de US$ 899.
  • A nova geração traz mudanças nas câmeras, com o Pixel 11 tendo um sistema triplo de câmeras de 48 MP, 13 MP e 10,8 MP, enquanto os modelos Pro têm câmeras de 50 MP, 48 MP e 48 MP.
  • Os aparelhos contam com um LED RGB chamado HiLight, que sinaliza notificações específicas, como ligações de contatos favoritos e interações com o Gemini Intelligence.

O Google anunciou nesta quarta-feira (12/08) a nova geração da linha Pixel, formada pelo Pixel 11, Pixel 11 Pro, Pixel 11 Pro XL e o dobrável Pixel 11 Pro Fold. Os aparelhos chegam com o novo processador Tensor G6, mudanças no conjunto de câmeras e recursos de IA, mas poucas grandes novidades.

A geração também estreia um LED de notificação ao lado das câmeras, chamado HiLight, e mantém a aposta do Google em fotografia computacional, sem trazer sensores com números extravagantes.

O Pixel 11 será lançado nos Estados Unidos por preços a partir de US$ 899 (aproximadamente R$ 4.650, em conversão direta), enquanto as versões Pro começam em US$ 1.099 (R$ 5.680) e US$ 1.299 (R$ 6.720) respectivamente — um aumento de US$ 100 em todos eles em relação a geração anterior.

O aumento acompanha a pressão de custos na indústria de semicondutores e memória RAM. Além do preço, enquanto toda a linha Pixel 10 Pro trazia 16 GB de fábrica, a nova geração inicia com 12 GB. Assim como as gerações anteriores, não há previsão de lançamento no Brasil.

LED RGB para o Gemini e ligações

Nos modelos Pro e no Pixel 11 Pro Fold, bem ao lado das câmeras, o Google adicionou o recurso HiLight, um anel de LED RGB que sinalizará algumas notificações.

A empresa deu grande destaque ao recurso em teasers antes do lançamento, criando uma expectativa de possibilidades para o HiLight, entre cores indicando o nível de bateria e novas conexões, atualizando a famosa luz de notificação dos aparelhos BlackBerry.

Mas, como diria Thanos, “a realidade tende a ser decepcionante”. Neste primeiro momento, não há muitas opções de configuração. São só duas: reagir a interações com a Gemini Intelligence e piscar (em cores pré-definidas) ao receber chamadas de contatos favoritos.

Seguindo o vídeo de divulgação, a ideia é que o usuário não seja interrompido por inúmeras notificações diferentes, mas apenas aquelas ligações realmente importantes.

Tensor G6 estreia em toda a linha

O novo Tensor G6 é a principal atualização da família Pixel 11. O chip, primeiro do Google fabricado pela TSMC em litografia de 2 nm, promete eficiência energética até 20% maior em relação ao Tensor G5. Nos três modelos tradicionais, o armazenamento começa em 256 GB e a memória RAM parte de 12 GB.

Na tela, o Pixel 11 traz painel OLED de 6,3 polegadas com taxa de atualização de 60 a 120 Hz. Já o Pixel 11 Pro mantém as 6,3 polegadas, mas usa tela LTPO OLED de 1280 × 2856 pixels, com variação de 1 a 120 Hz, que sobe para 6,8 polegadas no Pixel 11 Pro XL.

Na bateria, o Pixel 11 traz capacidade típica de 4.985 mAh, enquanto o Pixel 11 Pro tem 4.850 mAh e o Pixel 11 Pro XL chega a 5.115 mAh. Todos têm suporte a carregamento sem fio magnético Qi2.2 e certificação IP68 contra água e poeira.

Câmeras e novos recursos para fotos

Imagem destacando o conjunto de câmeras de um Pixel 11
Google segue apostando em recursos de software para fotografia (imagem: divulgação/Google)

O Pixel 11 traz um sistema triplo com câmera principal de 48 MP (f/1.7), ultrawide de 13 MP (f/2.2) e teleobjetiva de 10,8 MP (f/3.1) com zoom óptico de 5x e estabilização óptica.

O conjunto é mais robusto nas versões Pro: ambos usam uma câmera principal de 50 MP (f/1.68), ultrawide de 48 MP com foco automático e macro (f/1.7), além de uma teleobjetiva de 48 MP (f/2.8).

Entre os recursos de software, a linha estreia o Camera Looks, que altera o procesamento para entregar fotografias estilizadas. O aplicativo também ganha o Magic Capture, capaz de criar pequenos clipes e fotos híbridas a partir de gravações longas, e o pacote Creator Suite, com teleprompter, guias de enquadramento para redes sociais e isolamento de voz.

Pixel 11 Pro Fold sem grandes novidades

Imagem do Google Pixel 11 Pro Fold semi-aberto em um fundo preto
Google Pixel 11 Pro Fold mantém estilo da geração passada (imagem: reprodução/Google)

Finalizando a lista de lançamentos da linha, o Pixel 11 Pro Fold mantém a proposta de dobrável premium do Google. A marca não se rendeu à moda dos dobráveis “passaporte” e manteve o estilo tradicional, com uma tela externa maior, de 6,5 polegadas, e uma interna (quando aberto) de 8 polegadas.

O modelo usa o mesmo Tensor G6 da linha principal, tem suporte a Qi2.2, câmera principal de 48 MP herdada do Pixel 11 e, diferente dos irmãos “comuns”, chega já na versão de entrada com 16 GB de RAM e 256 GB de armazenamento.

A bateria, porém, foi reduzida para 4.800 mAh, contra 5.015 mAh no Pixel 10 Pro Fold. Ainda assim, o Google promete até 24 horas de uso.

Novo Google Pixel repete LED de notificação famoso no BlackBerry

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Linha Pixel 11 traz chip Tensor G6 mais eficiente e mudanças sutis nas câmeras.

(imagem: reprodução/Google)

(imagem: divulgação/Google)

(imagem: reprodução/Google)

iPhone 17 Pro atinge 2º menor preço já encontrado em oferta no Magalu

12 de Agosto de 2026, 12:18
R$ 11.499,0028% OFF

Prós
  • Novo visual traseiro
  • Câmeras wide e ultrawide de 48 MP
  • Tela de 120 Hz e brilho de 3.000 nits
  • Chip de alto desempenho
  • Carregamento com fio de 40 W
Contras
  • Preço elevado
  • Usuários relataram desgaste no acabamento da carcaça de alumínio
PIX
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O iPhone 17 Pro de 256 GB está disponível por R$ 8.271 no Pix no Magazine Luiza. O celular da Apple com chip A19 Pro, câmeras de 48 MP e tela OLED de 120 Hz atinge o segundo menor preço desde o lançamento, com um desconto de 28% sobre o preço original de R$ 11.499.

iPhone 17 Pro tem câmeras de 48 MP e chip A19 Pro

O kit principal de câmeras do iPhone 17 Pro inclui uma wide com OIS e uma ultrawide, que captam belas cenas com grandes ângulos, e uma telefoto com zoom óptico de 4x para aproximações com qualidade, todas de 48 MP. A frontal Center Stage de 18 MP possui função para tirar selfies na horizontal, mesmo com o celular em pé.

O chip A19 Pro e os 12 GB de RAM são, segundo a Apple, o kit mais potente do mercado e entregam 40% mais performance do que a geração anterior para rodar apps pesados em multitarefa, games exigentes e soluções do Apple Intelligence. Os 256 GB de espaço interno permitem guardar uma quantidade razoável de fotos e vídeos.

O corpo de alumínio conta com o vidro Ceramic Shield na traseira e sobre a tela, que resiste a pancadas e quedas, enquanto a certificação IP68 adiciona proteção em cenários como poeira intensa e mergulhos acidentais.

Uma mão segurando o iPhone 17 Pro com a tela ligada na página inicial
iPhone 17 Pro (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

A tela Super Retina XDR OLED de 6,3″ do iPhone 17 Pro possui ProMotion de 120 Hz e brilho forte de até 3.000 nits, combinação capaz de reproduzir imagens com cores vibrantes e com alta fluidez nas transições gráficas, e que oferece visibilidade garantida em qualquer lugar.

Sua bateria resiste a 31 horas de reprodução de vídeo segundo a Apple, suporta MagSafe e é capaz de injetar uma carga de 50% em 20 minutos via USB-C. Dessa forma, o usuário não ficará sem energia no corre-corre diário.

O iPhone 17 Pro de 256 GB (apenas R$ 8.271 no Pix) roda iOS 26 e é elegível para pelo menos cinco atualizações do sistema operacional. O celular possui conectividade 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 6.0 e NFC.

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iPhone 17 Pro atinge 2º menor preço já encontrado em oferta no Magalu

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iPhone 17 Pro (256 GB) conta com câmeras de 48 MP e chip de ponta A19 Pro; celular da Apple atinge o 2.º menor preço já visto, com desconto de 28% no Pix

Edge 60 Pro alcança melhor preço em meses com cupom no Mercado Livre

12 de Agosto de 2026, 10:51
APROVEITAESSA 38% OFF Ver preço

Oferta encerrada 🙁
APROVEITAESSA 38% OFF Ver preço
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O Edge 60 Pro de 256 GB está saindo por R$ 2.499 no Pix com cupom APROVEITAESSA no Mercado Livre. O celular da Motorola com tela POLED de 6,7″, até 24 GB de RAM e câmeras de 50 MP recebe desconto de 38% sobre o valor de lançamento de R$ 3.999, a melhor oferta do gadget vista nos últimos meses.

Edge 60 Pro traz tela POLED de 120 Hz e até 24 GB de RAM

Tela do Edge 60 Pro com configurações do botão dedicado da Moto AI
Tela do Edge 60 Pro possui design com bordas infinitas (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

A tela POLED de 6,7″ com taxa de 120 Hz e brilho de até 4.500 nits do Edge 60 Pro permite a reprodução de imagens com cores vibrantes e alta fluidez nas transições, além de garantir a visibilidade em qualquer lugar. O vidro Gorilla Glass 7i protege-a contra arranhões e quedas.

Os 12 GB de RAM física, expansíveis até 24 GB de memória RAM via RAM Boost, assim como no Edge 70 Pro, e o chip MediaTek Dimensity 8350 Extreme suportam apps pesados e games mais exigentes. Os 256 GB de espaço interno permitem guardar uma quantidade razoável de vídeos e fotos.

O kit de câmeras inclui uma wide com OIS e uma ultrawide, voltadas à captura de belas cenas em ambientes amplos, e uma frontal que tira ótimas selfies, todas de 50 MP. A telefoto de 10 MP com zoom óptico de 3x oferece ganhos para aproximações, e todas filmam em 4K.

Traseira roxa do Edge 60 Pro, com destaque na câmera tripla, organizada em um quadrado
Câmeras wide, ultrawide e frontal do Edge 60 Pro são de 50 MP (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

O Edge 60 Pro possui um botão dedicado à suíte Moto AI, que suporta edição inteligente de imagens e vídeos com IA. O corpo do celular conta com as certificações militar MIL-STD-810H e IP68/IP69, que conferem proteção em cenários como poeira intensa, mergulhos acidentais e temperaturas extremas.

A bateria grande de 6.000 mAh resiste até 45 horas de uso, segundo a Motorola. O suporte a carregamento rápido de até 90 W fornece uma carga para 12 horas em apenas 6 minutos, ideal principalmente para usuários gamers.

O Edge 60 Pro de 256 GB (R$ 2.499 no Pix com cupom APROVEITAESSA) será atualizado até o Android 18 e conversa com redes 5G, Wi-Fi 6E, Bluetooth 5.4 e NFC.

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Edge 60 Pro alcança melhor preço em meses com cupom no Mercado Livre

Lançamento: TV LG QNED Mini LED 55” fica por menos de R$ 3.000 no Magalu

15 de Julho de 2026, 12:37

Prós
  • Painel QNED traz cores precisas
  • Mini LED fornece brilho superior
  • IA integrada recomenda conteúdos
  • Controle remoto serve como mouse
Contras
  • Taxa de atualização de 60 Hz
  • Porta S/PDIF foi removida
PIX
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A nova smart TV LG QNED Mini LED de 55″ está saindo por apenas R$ 2.982 no Pix no Magazine Luiza. O televisor de 2026 com painel 4K e tecnologia avançada na reprodução de cores e preto profundo recebe desconto de 17% sobre o preço original de R$ 3.599.

LG QNED70 tem painel 4K Mini LED e IA que recomenda conteúdos

Smart TV LG QNED73
Painel 4K QNED com Mini LED da QNED70 reproduz cores com mais fidelidade (imagem: Divulgação/LG)

O grande destaque da QNED70 é seu painel 4K QNED de 55″ com tecnologia Mini LED, uma combinação que oferece cores mais vivas e alto brilho, com maior controle para evitar “vazamentos” como os efeitos de backlight bleeding.

Embora a taxa seja limitada a 60 Hz, a tela reproduz imagens fiéis e preto profundo com riscos menores de burn-in, mais recorrente em modelos OLED.

Seu processador AI α7 4K Gen9 e o sistema operacional webOS 26 oferecem recursos de inteligência artificial do Copilot e Gemini, como upscaling de conteúdos legados e ajustes de imagem conforme as preferências do usuário. O suporte a chatbots permite que o aparelho faça recomendações de conteúdo e auxilie na resolução de problemas.

O controle remoto conta com uma função em que ele pode ser usado como um mouse, controlando um cursor na tela para acessar menus de maneira facilitada. Assim, a experiência de uso se torna mais prática ao consumir conteúdos diversos, como filmes, séries e esportes.

Controle Remoto da LG QNED73
Controle Remoto da LG QNED70 pode ser usado como um mouse (imagem: Divulgação/LG)

A LG QNED70 suporta plataformas de streaming diversas como Netflix, Globoplay, Apple TV, Disney+ e HBO Max, além de permitir o acesso a jogos na nuvem de plataformas como Xbox Game Pass e Nvidia GeForce Now, sendo uma das primeiras a suportar controles Bluetooth de latência ultrabaixa (ULL).

A smart TV LG QNED70 de 55″ (apenas R$ 2.982 no Pix) possui três portas HDMI, uma Ethernet, uma USB-A e uma saída SPDIF (áudio digital), mas a porta S/PDIF legada foi removida. O aparelho conta com conectividade Wi-Fi 5 e Bluetooth 5.3.

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Lançamento: TV LG QNED Mini LED 55” fica por menos de R$ 3.000 no Magalu

Controle Remoto da LG QNED73 (imagem: Divulgação)

Galaxy Tab S10 Lite com caneta cai 31% nas férias no Mercado Livre

14 de Julho de 2026, 18:25

Oferta encerrada 🙁
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Se você está procurando um tablet para a volta às aulas, o Galaxy Tab S10 Lite em oferta por R$ 1.929,30 no Pix ao aplicar o cupom OFERTASMELI é uma ótima opção. O desconto é de 31% sobre o lançamento (R$ 2.799), e a ficha técnica se destaca pela tela de 10,9″ de 90 Hz com caneta inclusa.

Galaxy Tab S10 Lite: tela de 90 Hz com S Pen e bateria para 16 horas

Galaxy Tab S10 Lite mostrando uma aula no gráfico sobre lançamento de uma bola de tênis, com equações e rótulo “Como largar pode chegar uma bola de tênis?”
(imagem: Divulgação/Samsung)

A tela de 10,9 polegadas com taxa de atualização de 90 Hz facilita a navegação em abas simultâneas, consumo de conteúdo e leitura. O tablet para estudos da Samsung vem com caneta S Pen inclusa no pacote, ampliando suas possibilidades de uso para desenhos e anotações; especialmente com as funcionalidades inteligentes do Galaxy AI.

Segundo a Samsung, a bateria de 8.000 mAh oferece autonomia para até 16 horas de reprodução de vídeos com apenas uma carga. Isso garante maior praticidade quando você estiver na faculdade, no trabalho ou até em café com poucas tomadas disponíveis.

Tablet Samsung Galaxy Tab S10 Lite mostrando capacidade de reprodução com bateria de 8.000 mAh (até 16 horas)
Samsung Galaxy Tab S10 Lite (imagem: Divulgação/Samsung)

O processador Exynos 1380 permite rodar aplicativos de estudos e jogos mais leves, porém a RAM limitada a 6 GB nessa versão pode ser uma dificuldade para multitarefa. O sistema operacional promete atualizações até o Android 22, e já pode receber a One UI 8.5.

O design é fino e leve, com apenas 6.6 mm de espessura e 524 g de peso. As câmeras de 8 MP (traseira) e 5 MP (frontal) devem ser suficientes para videochamadas e eventuais registros de quadros e documentos. E o tablet da Samsung suporta Wi-Fi, Bluetooth 5.3 e GPS, mas não traz conexão 5G independente nessa versão.

Aproveite o desconto de 31% pelo Galaxy Tab S10 Lite Wi-Fi de 128 GB, e pague apenas R$ 1.929,30 no Pix ao aplicar o cupom OFERTASMELI no Mercado Livre.

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Galaxy Tab S10 Lite com caneta cai 31% nas férias no Mercado Livre

(imagem: Divulgação/Samsung)

Samsung Galaxy Tab S10 Lite (imagem: Divulgação/Samsung)

Galaxy A57 em oferta imbatível no Mercado Livre tem câmera boa e IA

14 de Julho de 2026, 17:52
R$ 3.599,0048% OFF

Oferta encerrada 🙁
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O Galaxy A57 5G de 128 GB acaba de cair para apenas R$ 1.863,90 no Pix ao usar o cupom OFERTASMELI. Esta é uma excelente oportunidade para comprar um celular intermediário premium da Samsung pelo menor preço desde o lançamento, com um desconto de 48% sobre o preço original (R$ 3.599).

A ficha técnica se destaca pela versatilidade das câmeras, com sensor principal de 50 MP e recurso para redução de ruídos. Além disso, o A57 suporta as diversas funcionalidades do Galaxy AI da Samsung.

Galaxy A57 traz câmera tripla com ISP e suporte ao Galaxy AI

Smartphone Samsung Galaxy A57 5G em mãos, mostrando a traseira com câmera tripla e o sistema Galaxy AI
Galaxy A57 (imagem: Ana Marques/Tecnoblog)

O conjunto fotográfico do Galaxy A57 é equipado por três lentes traseiras: principal de 50 MP, que deve entregar boa resolução para fotos e vídeos, ultrawide de 12 MP para cenários amplos, e macro de 5 MP para capturar detalhes; além da frontal de 12 MP. A principal filma em 4K até 30 fps, e utiliza ISP para redução de ruído.

Já o sistema operacional vem com Android 16 instalado e deve ser atualizado pelos próximos seis anos. Além da longevidade, o celular custo-benefício da Samsung ainda suporta recursos modernos de inteligência artificial via Galaxy AI, como tradução automática, Circule para Pesquisar e edição generativa de fotos.

A tela Super AMOLED+ de 120 Hz oferece brilho de até 1900 nits garante excelente visibilidade sob o sol e navegação muito fluida. Protegido por Gorilla Glass Victus+ e com resistência à água IP68, o smartphone é resistente contra quedas acidentais e mergulhos rápidos no dia a dia.

Pessoa segurando um celular Samsung Galaxy A57 5G exibindo a tela inicial, ao lado de outros modelos em uma bancada de exposição
Galaxy A57 (imagem: Ana Marques/Tecnoblog)

Graças ao processador Exynos 1680 e 8 GB de RAM, o celular entrega boa eficiência energética. O armazenamento de 128 GB oferece bastante espaço para o básico, apesar da expansão via armazenamento em nuvem ser necessária caso você costume armazenar muitas fotos e vídeos.

Aproveite a oferta para comprar o Galaxy A57 5G de 128 GB pelo menor preço até hoje: R$ 1.863,90 no Pix ao usar o cupom OFERTASMELI no Mercado Livre. O desconto é de 48% sobre o preço original, e não deve durar muito tempo.

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Galaxy A57 em oferta imbatível no Mercado Livre tem câmera boa e IA

Galaxy A57 (imagem: Ana Marques/Tecnoblog)

Galaxy A57 (imagem: Ana Marques/Tecnoblog)

Empresa chinesa vai lançar celular com melhor câmera do mundo no Brasil

14 de Julho de 2026, 14:12
Ilustração mostra o celular Jovi X300 equipado com um kit fotográfico. O fundo da imagem são as cores da bandeira do Brasil. Na parte inferior direita, o logotipo do "tecnoblog" é visível.
Jovi X300 tem kit fotográfico (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Jovi deve lançar o celular X300 em evento em São Paulo, marcado para 4 de agosto.
  • O dispositivo possui câmeras assinadas pela Zeiss, incluindo sensor principal de 200 MP.
  • O preço do X300 ainda não foi divulgado no Brasil, mas é esperado que seja um produto mais caro.

A gigante chinesa Vivo, que atende pelo nome de Jovi no Brasil, marcou o evento de lançamento do X300 por aqui: 4 de agosto. Nesta data, a cidade de São Paulo vai sediar a apresentação do dispositivo, que tem “as melhores câmeras de qualquer telefone”, segundo o site especializado The Verge.

Os executivos da Jovi querem fazer mistério e não confirmam oficialmente o lançamento, mas o convite enviado ao Tecnoblog não deixa dúvidas de que se trata do X300.

Aliás, nós já temos um longo histórico com este produto: revelamos em primeira mão, ainda em janeiro, que o carregador havia passado pela Anatel. Mais recentemente, te mostramos também com exclusividade que o smartphone em si havia passado pela homologação.

Imagem mostra um convite da Jovi, com os escritos "Salve a data: 04/08, São Paulo". O fundo é preto.
Jovi X300 deve ser anunciado em São Paulo (imagem: reprodução)

E o que faz do Vivo X300/Jovi X300 um produto importante para quem curte fotografia? O conjunto de câmeras é assinado pela Zeiss e traz sensor principal de 200 megapixels (Samsung ISOCELL HPB), com abertura f/1,7 e estabilização óptica. A câmera telefoto tem 50 megapixels, sensor Sony LYT-602 e zoom óptico de 3x, enquanto a ultra-angular também soma 50 megapixels. Para selfies, a câmera frontal é de 50 megapixels.

A ficha técnica, ao menos no exterior, fica completa com processador MediaTek Dimensity 9500, 12 GB ou 16 GB de memória RAM e armazenamento de 256 GB, 512 GB ou 1 TB. Ele roda o OriginOS 6, sistema da Jovi baseado no Android 16.

O preço do X300 no Brasil também é mantido em segredo. Não espere um produto barato, pois ele vem para competir com os flagships da Samsung e Apple. Também deve bater de frente com o Find X9 Pro, da Oppo, que chegou recentemente ao país com câmera teleobjetiva de 200 megapixels certificada pela Hasselblad e preço sugerido de R$ 11.999.

Empresa chinesa vai lançar celular com melhor câmera do mundo no Brasil

Jovi X300 tem kit fotográfico (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Jovi X300 deve ser anunciado em São Paulo (imagem: reprodução)

EUA deveriam fiscalizar IA no mundo todo, diz chefe do Google DeepMind

14 de Julho de 2026, 13:06
Foto de Demis Hassabis ao lado de uma placa branca. Ele veste um blazer preto, com uma gravata azul e uma camisa branca.
Demis Hassabis sugere entidade de fiscalização para IAs avançadas (foto: John Sears/Wikimedia)
Resumo
  • O CEO do Google DeepMind, Demis Hassabis, sugere que os EUA liderem uma entidade internacional para fiscalizar modelos de IA.
  • A entidade avaliaria riscos e poderia recomendar que novas tecnologias fossem adiadas pela indústria, mirando os chamados modelos de fronteira.
  • O governo dos EUA já supervisiona empresas de IA do país, tendo barrado novos modelos da Anthropic e OpenAI.

O CEO do Google DeepMind, Demis Hassabis, defendeu a criação de uma entidade internacional, liderada pelos Estados Unidos, para fiscalizar modelos avançados de inteligência artificial antes de se tornarem públicos.

Hassabis apresentou a ideia em um artigo de opinião no LinkedIn em que afirma que a força técnica, econômica e científica do país no setor de IA justificaria o comando da entidade. A instituição avaliaria riscos e poderia recomendar que novas tecnologias fossem adiadas pela indústria.

A proposta mira os chamados modelos de fronteira, nome usado para sistemas mais avançados, com capacidade de executar tarefas complexas e potencial impacto em áreas como segurança, economia, ciência e informação.

O vencedor do Nobel de Química sugere uma estrutura inspirada em entidades já existentes, reunindo cientistas independentes e representantes de comunidades de código aberto. Esse grupo ficaria responsável por avaliar riscos técnicos e possíveis impactos sociais. Se um sistema fosse considerado perigoso, a entidade poderia recomendar uma desaceleração coordenada no setor.

Governo Trump já supervisiona IA nos EUA

Donald Trump durante comício
Governo Donald Trump já controla distribuição de modelos recentes (imagem: Gage Skidmore/Flickr)

Ainda que a tal entidade não exista, o governo estadunidense já supervisiona lançamentos recentes das grandes desenvolvedoras de IA do país e passou a ter a palavra final sobre a distribuição dos novos modelos.

Nas últimas semanas, Anthropic e OpenAI tiveram modelos barrados pela administração de Donald Trump, pelo alto potencial de uso das ferramentas por cibercriminosos.

A empresa de Sam Altman teve que adiar o lançamento do novo modelo GPT-5.6 para o público geral, o que só ocorreu na semana passada, enquanto a dona do Claude foi proibida, em meados de junho, de liberar os modelos Fable 5 e Mythos 5 para estrangeiros (mesmo aqueles que estivessem dentro dos EUA).

A permissão para a expansão do uso do Fable 5 só veio neste mês, enquanto o Mythos 5 segue limitado ao uso de empresas parceiras, por decisão da própria Anthropic.

Segundo o portal Axios, o chefe do Google DeepMind vem discutindo a proposta com autoridades e lideranças do setor há meses, incluindo integrantes do governo de Donald Trump. Ao portal, Hassabis disse que espera ver a organização estruturada ainda este ano, e que a recepção dentro do governo tem sido “muito positiva”.

Promessa pela AGI

Ilustração de tipos de inteligência artificial, com robôs humanoides. Na parte inferior direita, o logo do "tecnoblog" é exibido.
Hassabis acredita que AGI está próxima (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Para Hassabis, a velocidade em que os modelos de IA vem evoluindo justifica a criação da entidade. Segundo ele, a inteligência artificial geral, ou AGI, pode estar a “apenas alguns poucos anos de distância”.

AGI é o termo usado para descrever sistemas capazes de igualar ou superar humanos em diferentes tipos de tarefa intelectual. Ainda não há consenso sobre quando — ou se — isso será alcançado, mas a corrida para chegar até essa superinteligência faz com que a indústria gaste bilhões anualmente em infraestrutura e em novas contratações.

O último ano foi bastante decepcionante para as companhias que tentaram atingir a AGI. Novos modelos como a família Llama 4, da Meta, e o próprio GPT-5, da OpenAI, não tiveram evoluções tão significativas em termos de aprendizagem.

EUA deveriam fiscalizar IA no mundo todo, diz chefe do Google DeepMind

Donald Trump durante comício (imagem: Gage Skidmore/Flickr)

Inteligência artificial (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Oportunidade: Galaxy S26 segue com desconto agressivo em oferta no Magalu

13 de Julho de 2026, 17:13
R$ 7.499,0046% OFF

Prós
  • Alto desempenho proporcionado
  • Tela AMOLED Dinâmico 2X de 120 Hz
  • Câmera de 50 MP e vídeos em 8K
  • Promessa de 7 anos de atualizações
  • Certificação IP68
Contras
  • Sem lente periscópica
  • Não usa chip Snapdragon
  • Carregamento máximo de 25 W
PIX Cupom
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O Galaxy S26 (256 GB) segue em promoção no Magazine Luiza por R$ 4.029 no Pix ao adicionar o cupom TEL300. O valor está bem abaixo da média recente e representa uma queda de 46% em relação ao preço de lançamento de R$ 7.499.

É a sua chance de adquirir o smartphone de última geração da Samsung por praticamente a metade do preço original.

Galaxy S26 faz vídeos em 8K e conta com 12 GB de RAM

O Samsung Galaxy S26 possui um sistema fotográfico capaz de gravações em até 8K a 30 fps. Além de proporcionar filmagens de alta qualidade, recursos disponíveis como Panorama e Timelapse permitem a criação de vídeos criativos. O trio de câmeras traz as wide (50 MP), ultrawide (12 MP) e teleobjetiva (10 MP); cada qual para diferentes cenários.

O smartphone utiliza o processador Exynos 2600 (2 nm) e 12 GB de memória RAM. Embora a Samsung não disponibilize o chip Snapdragon ao Brasil, a combinação ainda faz do S26 um dos melhores celulares da marca. O hardware proporciona alto desempenho e velocidade desde tarefas básicas as mais exigentes.

O painel AMOLED Dinâmico 2X de 6,3″ entrega uma taxa de atualização variável de até 120 Hz. O que significa o ajuste automático a depender do conteúdo, para economia de energia mas sem perder a alta fluidez gráfica. Além disso, o display gera imagens em resolução Full HD+ e atinge brilho de 2.600 nits sob luz intensa.

Tela de bloqueio do Galaxy S26 com data e horário 04/09 e instrução “Swipe to open”
Galaxy S26 leva a proteção do vidro Gorilla Glass Victus 2 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

A bateria comporta capacidade de 4.300 mAh e promete autonomia de até 30 horas de reprodução de vídeo, segundo a Samsung. O carregamento suporta apenas adaptadores de 25 W, mas também oferece recarga sem fio e reversa, fornecendo mais opções ao usuário.

O dispositivo tem construção em alumínio e conta com certificação IP68, o que promete alta resistência contra poeira e imersão em água. No mais, traz a compatibilidade de Wi-Fi 7, Bluetooth 5.4 e NFC.

Aproveite que acabe a oferta e leve o Galaxy S26 de 256 GB por R$ 4.029 no Pix com o cupom TEL300 no Magazine Luiza.

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Oportunidade: Galaxy S26 segue com desconto agressivo em oferta no Magalu

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Galaxy S26 de 256 GB está em promoção no Magazine Luiza ao combinar Pix e o cupom TEL300; celular da Samsung entrega gravações em até 8K e 12 GB de RAM

Galaxy S26 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Crise dos chips leva mercado de celulares ao pior nível em 13 anos

13 de Julho de 2026, 16:38
Ilustração mostra moedas, um celular e um notebook, em um gráfico de seta indicando aumento. Na parte inferior direita, o logotipo do "tecnoblog" é visível.
Aumento de preço da memória RAM afeta indústria de eletrônicos (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • As remessas de smartphones caíram 11% no segundo trimestre de 2026 em relação ao mesmo período de 2023.
  • A crise dos chips de memória RAM e armazenamento aumentou os custos de fabricação e inflacionou os preços dos celulares.
  • Samsung e Apple foram as únicas a crescer, com market shares de 24% e 20%, respectivamente.

As remessas de smartphones no segundo trimestre de 2026 caíram 11% em comparação com o mesmo período do ano anterior. Com isso, as vendas atingiram seu menor patamar desde 2013.

Os dados são estimativas da empresa de pesquisa de mercado Counterpoint Research. E o motivo para a queda, que já era esperada, é a crise envolvendo os chips de memória RAM.

Por que o mercado de smartphones despencou?

Com os grandes investimentos na construção de data centers para inteligência artificial, houve um aumento enorme na demanda por chips de memória.

As fornecedoras, então, passaram a priorizar componentes do tipo HBM (memória de banda larga), usados nessas instalações. Para isso, elas sacrificaram a produção de chips DRAM e NAND (armazenamento flash), usados na produção de celulares.

A menor oferta fez os preços subirem. Com custos maiores, as fabricantes de smartphones repassaram os aumentos aos consumidores, levando a uma queda nas vendas, principalmente entre os celulares mais baratos.

“Aparelhos de entrada e intermediários, que correspondem à maioria do volume global de smartphones e estão mais expostos a impactos econômicos na lista de componentes, tornaram-se estruturalmente inviáveis nos preços antigos”, escreve Shilpi Jain, analista sênior da Counterpoint.

As fabricantes, então, estão adotando estratégias variadas nesses segmentos: aumentar preços, aceitar margens de lucro menores, estender o ciclo de vida de modelos da geração anterior, usar promoções para atrair consumidores com orçamento apertado ou mesmo cancelar lançamentos e produção.

Um segundo fator influenciou nos preços de celulares: as tensões geopolíticas no Oriente Médio. Essa crise aumentou os custos de transporte e combustível, inflacionando ainda mais o valor dos smartphones.

Samsung e Apple crescem enquanto chinesas encolhem

Foto da traseira do Galaxy S26 Ultra
Galaxy S26 Ultra ajudou Samsung a conseguir resultados positivos (foto: Ana Marques/Tecnoblog)

A Counterpoint também trouxe novos dados da divisão de mercado entre as principais marcas de celulares. As grandes vencedoras foram Samsung e Apple, enquanto Xiaomi, Oppo e Vivo Mobile (Jovi no Brasil), que completam o top 5, agora detêm fatias menores.

O market share da Samsung passou de 20% para 24%. A Counterpoint aponta a disponibilidade de produtos, menos reajustes e promoções agressivas como motivos para esse resultado.

A Apple passou de 17% para 20%, e o fato de não ter reajustado os preços dos iPhones foi um fator decisivo para os bons resultados.

Por outro lado, Xiaomi (14% para 12%), Oppo (12% para 11%) e Vivo Mobile (9% para 8%) tiveram dificuldades. As três marcas dependem muito dos segmentos de entrada e intermediário, que foram muito afetados pelo aumento dos custos.

Crise dos chips leva mercado de celulares ao pior nível em 13 anos

Aumento de preço da memória RAM (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

(Imagem: Ana Marques/Tecnoblog)

Paramount enfrenta ação de 12 estados dos EUA por compra da Warner

13 de Julho de 2026, 16:21
Foto da caixa d'agua com o logo da Paramount
Estados tentam barrar compra da Warner pela Paramount (imagem: divulgação/Paramount)
Resumo
  • Califórnia e outros 11 estados dos EUA entraram com uma ação judicial contra a compra da Warner Bros. Discovery pela Paramount.
  • Os estados alegam que a fusão concentraria poder demais em uma única companhia e reduziria a concorrência no cinema e na TV por assinatura.
  • Os procuradores-gerais pedem que a Paramount e a Warner adiem o fechamento da operação.

O apelo da indústria audiovisual dos Estados Unidos contra a compra da Warner Bros. Discovery pela Paramount ganhou mais aliados. A Califórnia e outros 11 estados do país entraram na Justiça nesta segunda-feira (13/07) para tentar barrar o negócio, avaliado em US$ 110 bilhões (aproximadamente R$ 566 bilhões).

Os procuradores-gerais de cada região afirmam que o negócio concentraria poder demais em uma única companhia, reduzindo a concorrência no cinema e na TV por assinatura. A ação foi apresentada pelos seguintes estados:

  • Arizona
  • Califórnia
  • Colorado
  • Connecticut
  • Massachusetts
  • Minnesota
  • Nevada
  • Nova Jersey
  • Novo México
  • Nova York
  • Oregon
  • Washington

O pedido é que a Paramount e a Warner adiem voluntariamente o fechamento da operação até o fim do processo. Caso contrário, os estados buscarão uma ordem judicial para impedir a conclusão da fusão. Vale lembrar que a Paramount se comprometeu a pagar cerca de US$ 650 milhões (R$ 3,3 bilhões) por trimestre aos acionistas da WBD caso o negócio não fosse concluído até o fim de setembro.

Comandada pelo bilionário David Ellison, a Paramount defende que a união criaria uma empresa capaz de competir com Netflix e Disney, que dominam as assinaturas em streaming. O Departamento de Justiça dos EUA (DOJ) já aprovou a compra.

No Brasil, o Conselho Adminstrativo de Defesa Econômica (Cade) também deu o aval para o negócio. Embora seja uma operação entre empresas americanas, a fusão precisou passar pelo órgão brasileiro, já que a Warner e a Paramount operam no país com serviços de streaming, canais de TV e distribuição de filmes.

Risco de concentração de mercado

Warner e Paramount juntas concentrariam poder em diversos setores (imagem: reprodução)

A ação aponta que a empresa combinada ficaria com 27% do mercado de distribuição de filmes nos EUA. Em produções de grande orçamento, os chamados blockbusters, a fatia chegaria a 30%. Com o acordo, a empresa reuniria franquias como Harry Potter, Senhor dos Anéis, Transformers e Star Trek.

Sem a concorrência direta, redes de exibição poderiam enfrentar condições comerciais piores, com reflexosno preço dos ingressos, afirmam os procuradores.

Outra preocupação é quanto à TV por assinatura, colocando, sob o mesmo teto, canais como CNN, CBS, MTV, HGTV, Cartoon Network e Nickelodeon. Segundo a ação, a nova empresa controlaria os mesmos 27% do mercado de canais básicos de TV paga nos EUA, aumentando o poder de negociação com distribuidoras e operadoras. Vale lembrar que a Paramount descontinuou os canais de TV por assinatura no Brasil para focar no streaming.

Paramount quis redes de TV

A inclusão dos canais de TV foi uma exigência de Ellison durante as negociações. A WBD anunciou, em 2025, a pretenção de separar o conglomerado em duas companhias distintas — uma com os ativos de cinema e TV premium, outra voltada a televisão tradicional.

O plano seguiu o mesmo durante o período em que a Netflix havia entrado em acordo para aquisição da divisão de entretenimento. A oferta de Ellison, entretanto, voltou a incluir o conglomerado completo.

Sindicatos e cinemas resistem ao acordo

Placa “HOLLYWOOD” em colina
Indústria teme cortes e diminuição de oferta de empregos (imagem: reprodução)

A fusão é vista pela indústria como uma ameaça, por potencialmente levar a cortes de equipes e sobreposição de departamentos. Donos de cinema também temem que a combinação reduza o número total de filmes lançados por ano, especialmente se a nova companhia concentrar investimentos em menos produções de maior orçamento. A Paramount promete 30 lançamentos por ano nas telonas.

O negócio recebe críticas de opositores da gestão de Donald Trump, que acusam o governo de favorecer aliados políticos. O rumor teve início em uma negociação anterior, quando a produtora de Ellison, Skydance, comprou a Paramount por US$ 8,4 bilhões (R$ 43 bilhões).

À época, críticos acusaram a empresa de favorecer pedidos de Trump para facilitar a aquisição, incluindo a demissão e encerramento do programa de Stephen Colbert e o fim de processos judiciais, segundo a Variety. O presidente Trump negou que essa amizade exista.

As críticas à compra pela Paramount também não significam apoio do mercado à Netflix. Durante o período em que o streaming esteve liderando as propostas, a indústria temia demissões em massa e um efeito dominó que poderia por em risco distribuidoras e exibidores.

Paramount enfrenta ação de 12 estados dos EUA por compra da Warner

(imagem: divulgação/Paramount)

Waze ganha navegação para motos e busca por voz com Gemini

13 de Julho de 2026, 06:00
Tela do Waze mostrando rota no Modo Moto para evitar, com ícone de moto selecionado e tempo de 19 min
Navegação foi personalizada para motociclistas (imagem: divulgação)
Resumo
  • Waze lançou um modo para motociclistas, que deve fornecer estimativas de chegada mais precisas.
  • O app também introduziu novos recursos de IA com o Google Gemini, que permitem conversar para buscar destinos e relatar mudanças no mapa.
  • Recursos começam a ser liberados hoje para Android, iPhone, Android Auto e Apple CarPlay.

O Waze agora tem um modo exclusivo para motociclistas. A partir desta segunda-feira (13/07), uma navegação desenvolvida para veículos de duas rodas estará disponível no app, além de rotas personalizadas e novos recursos de inteligência artificial com o Google Gemini. O Brasil está entre os primeiros países a receber as novidades.

Essa maior integração com o Gemini, no entanto, não deve mudar o funcionamento das rotas. Durante a coletiva acompanhada pelo Tecnoblog, o vice-presidente e gerente-geral do Waze, Gai Berkovich, reforçou que a IA não define os percursos e nem avalia se um caminho é seguro. Segundo o executivo, essas decisões continuam baseadas em relatos da comunidade e nos modelos próprios de machine learning.

Berkovich também revelou que o Brasil abriga a maior comunidade do Waze na América Latina e está entre os três maiores mercados do aplicativo no mundo, com quase 600 milhões de viagens por mês.

Modo Moto

Segundo o Waze, o Modo Moto foi desenvolvido para oferecer uma navegação mais específica. “As necessidades de quem anda de moto são muito diferentes das de quem dirige um carro”, afirmou Berkovich.

Esse novo recurso considera atalhos e restrições exclusivos para motociclistas, oferecendo estimativas de chegada mais precisas. A troca para esse perfil será por um atalho disponível na tela inicial do app.

Em contrapartida, os motociclistas receberão mais alertas de segurança. Além de avisos sobre buracos, lombadas e pista escorregadia, o app passa a alertar sobre travessias elevadas de pedestres, pontes estreitas, fim de faixa e fim de acostamento. 

A plataforma também inseriu um recurso de navegação personalizada, que se baseia no histórico de viagens anteriores. De acordo com o Waze, se você prefere dirigir em rodovias, verá essas opções primeiro. 

Gemini como assistente

Tela do Waze com assistente Gemini ajudando a atualizar mapas e encontrar destinos
Gemini ajuda a atualizar mapas e encontrar destinos (imagem: divulgação)

O Waze anunciou a integração com o Gemini no ano passado. Agora, as novidades chegam ao país com dois novos recursos, ambos baseados em comandos de voz.

  • Waze MapMate: permite relatar mudanças no mapa, como novas ruas, bloqueios ou alterações de conversão, usando linguagem natural. A IA organiza essas informações e as encaminha para validação da comunidade. Para usar o recurso, basta tocar em um botão e iniciar a conversa, mas a empresa vai avaliar a demanda para incluir uma palavra de ativação no futuro, como “Ok, Google”.
  • Waze Search Mate: um assistente para buscar destinos em tom de conversa. Em vez de pesquisar por palavras-chave, o motorista poderá fazer pedidos como “encontre uma cafeteria aberta agora” ou “procure um posto com combustível barato”. Esse recurso chega em fase beta.

Waze reduz instruções por voz

Opção “Menos falante” no Waze para reduzir instruções de navegação por voz
Modo Menos Falante reduz instruções durante a navegação (imagem: divulgação)

O Waze também ganhou o modo de voz Menos Falante, que reduz a quantidade de instruções durante a navegação. Ele mantém apenas os avisos essenciais. 

O motorista continuará recebendo alertas sobre conversões, mudanças de faixa e situações de risco, mas com menos interrupções para ouvir suas músicas durante a viagem. Esse recurso chega primeiro ao Android e deve ser liberado nos iPhones até agosto.

Já as demais novidades começam a ser liberadas simultaneamente para Android, iPhone, Android Auto e Apple CarPlay. O lançamento também acontece no México, Argentina, Peru e Colômbia.

Waze ganha navegação para motos e busca por voz com Gemini

(imagem: divulgação)

(imagem: divulgação)

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Celular Samsung Galaxy Z: qual dobrável comprar em 2026?

10 de Julho de 2026, 18:54
Dois celulares Samsung dobráveis na mesa, mostrando o Galaxy Z Flip e o Galaxy Z Fold abertos, respectivamente
Galaxy Z Flip 7 e Fold 7 são os celulares dobráveis mais recentes da Samsung (Imagem: Thássius Veloso / Tecnoblog)

A linha Samsung Galaxy Z é principal referência em celular dobrável no mercado global, trazendo tecnologia de tela flexível e recursos de produtividade difíceis de encontrar em aparelhos convencionais.

Em 2026, a fabricante sul-coreana expandiu seu portfólio para atingir tanto quem busca o ápice do desempenho e câmeras avançadas quanto quem deseja experimentar o formato flip sem estourar o orçamento.

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O Tecnoblog reuniu os principais modelos da linha Galaxy Z disponíveis no mercado em 2026, e analisou os prós e contras de cada um para ajudar você a decidir qual deles se adapta melhor à sua rotina. Veja a lista a seguir.

Galaxy Z Fold 7


Prós
  • Tela interna de 8 polegadas
  • Alto desempenho com Snapdragon 8 Elite for Galaxy
  • Até 16 GB de memória RAM
  • Câmera traseira principal de 200 MP
Contras
  • Sem suporte à S Pen
  • Carregamento limitado a 25 W
  • Menos resistente a poeira (IP48)
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O Galaxy Z Fold 7 é ideal para profissionais e entusiastas de tecnologia que desejam usar o smartphone para produtividade pesada e jogos. Equipado com o processador Snapdragon 8 Elite for Galaxy e opções de até 16 GB de memória RAM, ele funciona como um smartphone tradicional na tela externa e se transforma em um tablet de 8 polegadas ao ser aberto.

O grande destaque desta geração é a câmera principal de 200 MP, herdada da linha Ultra, que entrega fotos profissionais sob qualquer condição de luz. Sua espessura foi reduzida para apenas 4,2 mm quando aberto (8,9 mm dobrado), tornando-o o Fold mais leve e anatômico já produzido pela marca.

Galaxy Z Flip 7


Prós
  • Telas AMOLED brilhante de 120 Hz
  • Alto desempenho
  • Atualizações até o Android 23
  • Dobradiça reforçada
Contras
  • Menos resistente a poeira (IP48)
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Para quem busca portabilidade extrema sem abrir mão de alta performance, o Galaxy Z Flip 7 é a escolha ideal. O dispositivo traz uma grande evolução estética e funcional: a tela externa FlexWindow cresceu para 4,1 polegadas e agora possui taxa de atualização de 120 Hz, permitindo responder mensagens e usar aplicativos completos com o celular fechado.

Equipado com o chip Exynos 2500 de 3 nm e bateria otimizada de 4.300 mAh, ele soluciona a antiga queixa sobre a autonomia dos compactos. O conjunto de câmeras traz um sensor principal de 50 MP com estabilização óptica (OIS), excelente para criadores de conteúdo usarem o aparelho dobrado como o seu próprio tripé.

Galaxy Z Flip 7 FE


Prós
  • Tela interna AMOLED de 120 Hz
  • Tela externa com Gorilla Glass Victus 2
  • Mesmas câmeras do Flip 7
  • Atualizações até o Android 23
Contras
  • Sem expansão via cartão microSD
  • Processador inferior ao Flip 7
  • Tela externa de 60 Hz
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O Galaxy Z Flip 7 FE (Fan Edition) foca em oferecer a experiência de um smartphone dobrável por um preço muito mais competitivo.

Para reduzir o custo, a Samsung adotou o processador Exynos 2400 e 8 GB de RAM, além de utilizar uma tela externa de 3,4 polegadas (com 60 Hz), semelhante à geração anterior.

Mesmo com essas concessões, ele mantém a câmera principal de 50 MP, suporte total aos recursos de inteligência artificial do Galaxy AI e a mesma política de 7 anos de atualizações do sistema operacional Android.

Galaxy Z Fold 6


Prós
  • Desempenho consistente com o Snapdragon 8 Gen 3
  • Suporte à S Pen
  • Android 14 com sete atualizações de versão
Contras
  • Carregamento com fio de apenas 25 W
  • Câmeras inferiores ao Fold 7
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O Galaxy Z Fold 6 continua sendo um monstro em desempenho em 2026, apesar de ter sido lançado em 2024. Movido pelo processador Snapdragon 8 Gen 3, ele entrega performance de sobra para qualquer aplicativo ou jogo da Play Store.

Embora seja ligeiramente mais espesso que o seu sucessor e possua uma câmera principal de 50 MP (em vez de 200 MP), ele recebeu todas as atualizações de software para a interface One UI 8, garantindo os mesmos truques de produtividade em tela dividida e tradução simultânea via inteligência artificial.

Um destaque adicional do Z Fold 6 é o suporte à S Pen, que foi descontinuada na geração mais recente.

Galaxy Z Flip 6


Prós
  • Chip de alto desempenho Snapdragon 8 Gen 3
  • Android 14 com sete atualizações de versão
  • Tela dobrável com brilho de 2.600 nits no pico
Contras
  • Carregamento com fio de apenas 25 W
  • Bateria de apenas 4.000 mAh
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O Galaxy Z Flip 6 oferece a mesma câmera principal de 50 MP vista no modelo mais recente, e traz o chip Snapdragon 8 Gen 3 junto a 12 GB de RAM para altíssimo desempenho.

A sua tela externa de 3,4 polegadas ainda é altamente funcional para widgets e notificações rápidas. Se você não faz questão da tela externa grande do Flip 7, o Flip 6 entrega praticamente a mesma velocidade no uso diário.

A questão maior fica por conta do preço: caso encontre o Z Flip 6 com uma diferença de preço alta do Flip 7, vale a pena apostar no “irmão mais velho” para economizar.

Como escolher o melhor celular Samsung Galaxy Z em 2026?

A escolha do seu próximo smartphone dobrável deve ser baseada no seu padrão de uso e no espaço disponível no seu bolso (tanto físico quanto financeiro).

  • Estilo e Portabilidade: Se você quer um aparelho que desapareça no bolso da calça e preza pela conveniência de um formato quadrado e estiloso, a linha Galaxy Z Flip é o caminho.
  • Produtividade e Mídia: Se você trabalha muito pelo celular, costuma ler relatórios, editar planilhas ou assistir a muitos vídeos e séries, a tela expandida da linha Galaxy Z Fold substitui a necessidade de carregar um tablet ou notebook leve.
  • Orçamento: Defina se o ganho de hardware das versões numéricas mais novas (série 7) justifica o investimento ou se o custo-benefício das gerações anteriores (série 6) ou da linha FE atende o que você precisa.

Qual é a diferença entre o Galaxy Z Flip e o Galaxy Z Fold?

A diferença está no formato e no objetivo de uso. O Galaxy Z Flip utiliza a dobra vertical (estilo “concha”) para fazer um celular de tamanho normal ficar muito compacto quando fechado. O Galaxy Z Fold adota a dobra horizontal (estilo “livro”), transformando um aparelho comum em um mini tablet focado em multitarefas e produtividade.

O Galaxy Z Flip 7 FE vale a pena pelo preço?

Sim, vale muito a pena. Ele foi projetado exatamente para remover a barreira do preço alto dos dobráveis. Ao manter o mesmo design moderno e as câmeras da linha principal, sacrificando apenas o tamanho da tela externa e usando um processador de geração anterior, ele entrega a experiência premium da linha Galaxy Z por valores equivalentes aos de smartphones tradicionais de gama média-alta.

A tela do celular dobrável da Samsung quebra fácil?

Não mais. Nas gerações atuais, a Samsung utiliza o Ultra Thin Glass (UTG) aprimorado combinado com uma camada de placa de titânio para suporte estrutural e a nova dobradiça Armor FlexHinge. Os aparelhos contam com certificação IP48, garantindo excelente proteção contra água e resistência estrutural contra quedas e poeira acima de 1 mm.

O vinco na tela do Galaxy Z Fold 7 incomoda no dia a dia?

Na prática, não. Com os avanços nos materiais de composição da tela flexível e o novo desenho da dobradiça do Galaxy Z Fold 7, o vinco central tornou-se quase imperceptível visualmente quando a tela está acesa com brilho médio ou alto. No aspecto tátil, você ainda sente uma leve depressão ao passar o dedo bem no centro, mas isso não interfere na navegação diária.

Celular Samsung Galaxy Z: qual dobrável comprar em 2026?

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Flip ou Fold: encontre o melhor celular dobrável para o seu dia a dia; linha Galaxy Z da Samsung tem smartphones com alto desempenho e câmeras avançadas

Galaxy Z Flip 7 e Fold 7 são os celulares dobráveis mais recentes da Samsung (Imagem: Thássius Veloso / Tecnoblog)

OpenAI acaba com navegador após menos de um ano

10 de Julho de 2026, 12:53
OpenAI encerra ChatGPT Atlas menos de um ano após o lançamento (imagem: reprodução)
Resumo
  • OpenAI encerrará o ChatGPT Atlas em 9 de agosto, menos de um ano após seu lançamento.
  • Os recursos do navegador serão incorporados ao ChatGPT Work, um novo aplicativo de desktop que reúne ChatGPT, Codex e navegação.
  • O ChatGPT Work terá um browser interno e uma extensão oficial para o Google Chrome, permitindo que o chatbot acessea página e execute tarefas.

Menos de um ano após chegar ao mercado, o ChatGPT Atlas será encerrado em 9 de agosto. O navegador próprio da OpenAI foi lançado em outubro do ano passado com integração aos modelos de IA da empresa, incluindo funcionalidades agênticas.

A decisão faz parte de uma mudança de foco dentro da empresa, que pretende levar os recursos de navegação automatizada do Atlas para experiências mais centralizadas, como o recém-anunciado ChatGPT Work e uma nova extensão oficial para o Google Chrome, de acordo com o site TechCrunch.

A OpenAI também tenta reduzir iniciativas paralelas e concentrar recursos em produtos mais estratégicos. Essa mudança de foco teria influenciado escolhas recentes envolvendo o fim do aplicativo Sora e os planos para um “modo adulto” no ChatGPT.

ChatGPT Work herda funções do Atlas

Parte das funções do ChatGPT Atlas será incorporada ao ChatGPT Work, novo aplicativo de desktop lançado pela OpenAI junto a nova família de modelos de linguagem GPT-5.6. A união dos serviços da empresa já era esperada desde março e, com a confirmação neste mês, reúne em um único ambiente recursos do ChatGPT, do Codex e do navegador.

O app terá um browser interno para consultas e interações na internet e um outro navegador em nuvem, executado nos servidores da OpenAI, para que agentes possam acessar os sites, fazer login em contas e baixar arquivos em segundo plano.

A OpenAI também está lançando uma extensão oficial do ChatGPT para o Google Chrome. O complemento dá ao chatbot acesso ao contexto da página aberta pelo usuário, permitindo resumir textos, responder perguntas sobre o conteúdo exibido e iniciar tarefas mais longas a partir do próprio navegador.

“Todas essas funcionalidades foram construídas com base no que aprendemos com os usuários do Atlas que deram um voto de confiança a um novo navegador”, publicou James Sun, da equipe de produtos da OpenAI.

Atlas colocou ChatGPT dentro do navegador

A proposta do Atlas era permitir que o ChatGPT acompanhasse a navegação do usuário, entendendo o contexto das páginas abertas e auxiliando em tarefas sem a necessidade de copiar e colar informações entre sites e o chatbot.

O navegador também integrava recursos de agente, permitindo que a IA executasse algumas ações dentro das páginas.

Durante o ano passado, outras companhias entraram nessa onda, apresentando soluções como o Comet AI, da Perplextiy; o Dia, da The Browser Company; e o Opera Neon.

O Google e a Microsoft também colocaram recursos de IA nativos nos seus navegadores: o Chrome fez uma profunda integração com o Gemini, enquanto o Edge recebeu o Copilot Mode.

OpenAI acaba com navegador após menos de um ano

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Recursos do ChatGPT Atlas foram incorporados ao novo app de desktop ChatGPT Work. Navegador será encerrado em 9 de agosto.

Como ativar a nova Alexa+ de graça no benefício do Amazon Prime

10 de Julho de 2026, 11:24
Descubra a nova Alexa+ com acesso antecipado grátis
Veja o passo a passo para se cadastrar no acesso antecipado da Alexa+ (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

A Alexa+ é a nova versão da assistente virtual da Amazon, que integra inteligência artificial generativa para oferecer conversas mais fluidas e contextuais. Evoluindo de um comando de voz rígido para um agente de IA verdadeiramente conversacional, a ferramenta consegue planejar e executar tarefas complexas de forma personalizada.

No Brasil, os clientes Amazon Prime já podem solicitar o acesso antecipado à nova assistente virtual com IA diretamente pelo site oficial da plataforma. Após realizar o cadastro, a Amazon notificará o usuário por e-mail assim que a atualização for liberada para os dispositivos elegíveis.

A seguir, veja o passo a passo para se cadastrar no acesso antecipado e ativar Alexa Plus de graça como benefício do Amazon Prime.

1. Acesse a página da Alexa Plus na Amazon

Use o navegador do celular ou computador para acessar: amazon.com.br/alexaplus, a página oficial da nova versão da assistente virtual da Amazon. Se necessário, faça login na conta Amazon para o sistema reconhecer seu perfil e integre a nova Alexa futuramente.

Importante: caso esteja acessando em um dispositivo móvel, o navegador pode redirecionar você para o aplicativo oficial da Amazon.

Acessando a página oficial da Alexa+ na Amazon, para solicitar o acesso antecipado da Alexa Plus
Acessando a página oficial da Alexa+ na Amazon (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

2. Solicite o acesso antecipado à Alexa+

Desça a página até encontrar a seção “Experimente Alexa+ gratuitamente” e toque no botão “Solicitar Alexa+” para registrar o interesse em participar do acesso antecipado da Alexa com IA. O sistema processará o pedido imediatamente e o botão exibirá a mensagem “Avisaremos quando estiver pronto”.

Tela do celular mostrando “Experimente Alexa+ gratuitamente” e o botão “Solicitar Alexa+” no acesso antecipado
Solicitando o pedido para participar do acesso antecipado da Alexa+ (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

3. Verifique o e-mail de confirmação da Alexa+

Acesse o seu e-mail para verificar o recebimento da mensagem de confirmação do cadastro para acesso antecipado da nova Alexa. É por esse canal de comunicação que a Amazon informará quando será possível atualizar a Alexa nos seus dispositivos Echo.

Verificando o e-mail de confirmação do registro no acesso antecipado da Alexa+
Verificando o e-mail de confirmação do registro no acesso antecipado da Alexa+ (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Por que não consigo ativar a Alexa+?

Existem alguns pontos que podem impedir a ativação da Alexa+. Os mais comuns são:

  • Vínculo de conta e assinatura: estar logado na conta errada do aplicativo ou possuir conflitos de assinaturas pode bloquear instantaneamente o acesso às novas funções da assistente virtual;
  • Incompatibilidade de hardware: a ativação falha caso o Echo antigo não esteja na lista oficial de dispositivos compatíveis com a Alexa+, que exigem processamento mais avançado;
  • Aplicativos e firmwares desatualizados: o aplicativo Alexa desatualizado no celular esconde os menus de configurações, enquanto o sistema operacional do Echo desatualizado impede o recebimento dos novos comandos;
  • Liberação gradual e regional: por ser um lançamento complexo, a tecnologia está sendo distribuída em lotes por meio do acesso antecipado, restringindo o acesso temporariamente para certas regiões e contas.

O que dá para fazer com a nova Alexa?

A Alexa Plus é, essencialmente, uma versão mais conversacional e baseada em inteligência artificial generativa. Isso transformou a assistente virtual em um agente de IA capaz de planejar e agir pelo usuário em várias atividades:

  • Conversas fluidas e contextuais: a nova Alexa pode responder perguntas e manter o contexto ao longo de várias interações em um bate-papo semelhante ao ChatGPT. Tudo isso por conta da infraestrutura de grandes modelos de linguagem (LLMs);
  • Reconhecimento e perfil personalizado: a Alexa Plus identifica a voz de cada morador da casa, adaptando as respostas, sugestões e o histórico de interações de forma individual;
  • Comandos flexíveis de casa inteligente: em vez de frases rígidas, a assistente consegue entender comandos como “deixe a sala aconchegante” para regular luzes, temperatura e aparelhos conectados de uma só vez;
  • Criação de rotinas dinâmicas por voz: é possível programar automações complexas, como mudar a iluminação e tocar música em horários específicos, apenas conversando com a assistente, sem abrir o aplicativo para criar a rotina;
  • Automação de tarefas e produtividade: a Alexa com IA gerencia a agenda inteligentemente, conseguindo transformar uma simples instrução falada ou uma mensagem recebida via apps conectados em um compromisso oficial no calendário;
  • Integração com serviços reais: conectada a contas de aplicativos parceiros, a nova Alexa realiza ações práticas do dia a dia, como pedir delivery ou solicitar transporte por voz;
  • Resumo de e-mails e documentos: o usuário pode compartilhar arquivos de texto com a assistente para extrair dados importantes, criar resumos ou armazenar notas para consultas futuras;
  • Curadoria personalizada de entretenimento: ao atender descrições subjetivas sobre o humor ou gosto do usuário, a Alexa Plus recomenda e reproduz filmes, livros e músicas sob medida nas telas e caixas Echo;
  • Análise visual inteligente por câmera: em dispositivos com tela, como Echo Show, e câmeras de segurança, a Alexa com IA processa imagens para identificar objetos no ambiente e resumir eventos que aconteceram na casa.

Posso ter a Alexa+ sem assinar o Amazon Prime?

Sim, usuários que não são clientes Amazon Prime podem assinar a Alexa+ de forma independente por meio de uma mensalidade de R$ 99,90. O pacote ainda inclui 2 TB de armazenamento de fotos e vídeos no Amazon Fotos.

Consigo reverter a atualização da Alexa+ para a Alexa original?

Sim, é possível voltar à versão original da Alexa desativando a camada de IA generativa diretamente por comando de voz. Basta dizer frases como “Alexa, sair da Alexa Plus”, para desligar o modo conversacional avançado e fazer o ecossistema retornar ao estilo de resposta padrão.

Caso o comando de voz falhe, a reversão pode ser feita gerenciando a assinatura no aplicativo Alexa ou no site da Amazon. Em cenários de erro no dispositivo, uma restauração para os padrões de fábrica resolve o problema ao bloquear o processamento em nuvem da Alexa com IA.

Como ativar a nova Alexa+ de graça no benefício do Amazon Prime

Veja o passo a passo para se cadastrar no acesso antecipado da Alexa+ (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Acessando a página oficial da Alexa+ na Amazon (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Solicitando o pedido para participar do acesso antecipado da Alexa+ (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Verificando o e-mail de confirmação do registro no acesso antecipado da Alexa+ (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Galaxy Watch 8 LTE tem grande desconto com iminente chegada do Watch 9

9 de Julho de 2026, 17:42

Oferta encerrada 🙁
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O Galaxy Watch 8 LTE de 40 mm está com ótimo preço na Amazon saindo por apenas R$ 1.499 em até 12x sem juros. A oferta concede a quem aproveitar esta oportunidade uma economia de 55% em relação ao preço de lançamento de R$ 3.299.

Anunciado pela Samsung em 2025, o smartwatch considerado um topo de linha, se destaca por entregar recursos de saúde de última geração aliado a inteligência artificial. A versão ainda conta com conexão móvel independente.

Galaxy Watch 8 traz sensores avançados e recomendações por IA

O wearable utiliza o sensor BioActive e uma série de outros auxiliares para realizar o acompanhamento da saúde e bem-estar do usuário. Desse modo, o usuário pode monitorar a frequência cardíaca e pressão arterial, medir a temperatura da pele e até realizar um eletrocardiograma (ECG) no dia a dia.

Outro recurso geralmente mais desejado para o período da noite, o Galaxy Watch 8 tem a capacidade de acompanhamento do sono. A funcionalidade permite traçar relatórios com dados a respeito de cada estágio de descanso, horas dormidas e a definição de uma pontuação de energia geral.

O smartwatch premium conta com a integração de inteligência artificial através do Galaxy AI. A tecnologia pode ser proveitosa em vários momentos, como na indicação de treinos personalizados, sugestões de alimentos para consumo e como assistente para responder a perguntas.

Smartwatch no pulso exibindo watchface
Galaxy Watch 8 possui caixa quadrada com cantos arredonados (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

A tela Super AMOLED de 1,34 polegadas traz proteção de cristal safira e atinge um brilho de até 3.000 nits sob luz intensa. Na prática, garante visibilidade clara do display mesmo sob sol de meio-dia e resistência contra possíveis arranhões e quedas acidentais. Além disso, a presença das certificações militar MIL-STD-810H e IP68 asseguram maior durabilidade.

O relógio inteligente conta com o chip Exynos W100 e 2 GB de RAM que aliado ao sistema Wear OS 6 oferece uma navegação fluida e rápida. A bateria de 325 mAh promete entregar autonomia para pelo menos um dia de uso moderado. Por fim, a conexão LTE via eSIM possibilita usar a internet sem precisar do celular.

De acordo com possíveis rumores e vazamentos, a nova geração chega para o próximo Galaxy Unpacked no dia 22 de julho. Portanto, já é possível observar sinais de queda no preço do Galaxy Watch 8 como nesta oferta. Aproveite para adquiri-lo com 55% de desconto e sem precisa pagar à vista, por R$ 1.499 em até 12x sem juros na Amazon.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Galaxy Watch 8 LTE tem grande desconto com iminente chegada do Watch 9

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Leve o Galaxy Watch 8 LTE de 40 mm com 55% de desconto e por até 12x sem juros; smartwatch conta com tela Super AMOLED, sensores completos de saúde e IA

Galaxy Watch 8 não é mais redondo (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

OpenAI lança ChatGPT Work, assistente de IA para o trabalho

9 de Julho de 2026, 17:12
Captura de tela mostra o ChatGPT Work, novo assistente de IA da OpenAI
ChatGPT Work é um assistente capaz de concluir projetos em segundo plano (imagem: divulgação)
Resumo
  • OpenAI lançou o ChatGPT Work, um assistente de IA projetado para executar atividades de forma autônoma e reduzir tarefas repetitivas.
  • O ChatGPT Work conecta arquivos e aplicativos para criar materiais prontos, com integração nativa a ecossistemas populares como Microsoft Teams e Slack.
  • A novidade chega junto com o GPT-5.6 e um novo app para desktop, que integra ChatGPT, Work e Codex.

A OpenAI anunciou nesta quinta-feira (09/07) o lançamento do ChatGPT Work, um novo agente projetado para executar atividades de forma autônoma e reduzir tarefas repetitivas. A novidade chega junto com a família de modelos GPT-5.6, liberada para o público após um período de acesso restrito.

O agente é uma aposta da OpenAI para transformar o popular chatbot em um assistente corporativo capaz de concluir projetos inteiros sozinho.

Como o ChatGPT Work funciona?

A novidade funciona conectando arquivos e aplicativos para criar materiais prontos. Segundo a OpenAI, basta o usuário fornecer um objetivo amplo, como “preparar uma reunião de vendas” ou “analisar o orçamento”, e o agente reunirá todo o contexto necessário para gerar documentos, apresentações e planilhas de forma independente.

Para alcançar esse nível de automação, a ferramenta possui integração nativa a ecossistemas populares, como Microsoft Teams, Slack, Gmail e Google Drive.

Para reduzir os riscos de um agente autônomo operando com dados confidenciais, a OpenAI permitirá que os administradores de TI controlem quais arquivos e aplicativos a IA pode acessar. A empresa destaca que o sistema passou por rigorosos testes e bloqueou todas as tentativas de extração de dados protegidos.

Chegada do GPT-5.6 após pressão regulatória

Introducing ChatGPT Work, a new agent in ChatGPT powered by Codex and GPT-5.6.

It can take action across your apps and files, stay with a project for hours if needed, and turn a goal into finished work.

It’s a whole new way to get work done. pic.twitter.com/uGbvjU1LsV

— OpenAI (@OpenAI) July 9, 2026

A tecnologia que alimenta o agente de IA é a nova família de modelos GPT-5.6, que chega ao público após um período de pré-visualização limitado a clientes aprovados pelas autoridades norte-americanas.

A pausa no lançamento foi um pedido direto do governo de Donald Trump, que exigiu tempo para reavaliar medidas de segurança diante do poder da ferramenta. Após uma colaboração técnica entre a startup e as agências reguladoras, o modelo foi liberado hoje.

O GPT-5.6 se divide em três versões para diferentes demandas de mercado:

  • Sol: é o modelo principal e mais inteligente. Segundo o CEO Sam Altman, ele é 54% mais eficiente no uso de tokens em tarefas de programação e conta com um “modo ultra”, focado em acelerar grandes projetos usando múltiplos agentes.
  • Terra: uma versão intermediária que equilibra desempenho e custo.
  • Luna: o modelo mais leve da família, focado em custo-benefício.
Captura de tela do ChatGPT Work com integração nativa do Slack e Gmail para conectar ferramentas e automatizar tarefas
IA da OpenAI tem integração nativa com ferramentas como Slack e Gmail (imagem: divulgação)

Novo aplicativo com ChatGPT e Codex

Junto com as novidades, um novo aplicativo para Windows e Mac, que centraliza o ChatGPT, o Work e o Codex em uma única interface, também está chegando ao mercado.

Ele foi apresentado na live de lançamento e tem como destaque o recurso “Uso do Computador”, que autoriza a IA a executar ações em segundo plano na máquina, como clicar, digitar e mover arquivos por conta própria. O app também inclui um navegador integrado e a função Sites, que possibilita transformar rascunhos de ideias em páginas interativas.

O cronograma de disponibilidade varia de acordo com o plano do usuário. O novo app para desktop pode ser baixado globalmente por usuários de todos os planos, incluindo a versão gratuita. Na web e dispositivos móveis, o ChatGPT Work está sendo liberado para assinantes Pro, Enterprise e Edu, com previsão de chegada aos planos Plus e Business nos próximos dias.

OpenAI lança ChatGPT Work, assistente de IA para o trabalho

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Agente autônomo de inteligência artificial chega ao mercado junto com a nova família de modelos GPT-5.6.

Meta pode lançar óculos com IA que gravam tudo o tempo todo

9 de Julho de 2026, 15:59
Fotografia em close-up de um homem de pele clara e cabelos curtos usando óculos inteligentes com armação grossa e translúcida marrom. Ele veste uma blusa verde e um cordão vermelho com o logotipo "Meta". O fundo apresenta uma parede azul e um espelho que reflete o ambiente. No canto inferior direito, está escrita a palavra "tecnoblog".
Óculos inteligentes da Meta podem receber função que grava e tira fotos constantemente (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Resumo
  • Meta está testando um protótipo de óculos inteligentes com IA que pode gravar áudio e tirar fotos continuamente, segundo o Financial Times.
  • O recurso é chamado de “super sensing” e visa ajudar o usuário com interações futuras, guardando informações e detalhes do dia a dia.
  • Os registros não seriam salvos no dispositivo, mas sim enviados para a Meta AI para processamento, visando reduzir riscos legais e de privacidade.

A Meta vem ampliando os investimentos nas suas linhas de óculos inteligentes desde 2021. Agora, a companhia estaria testando uma ferramenta capaz de gravar áudio continuamente e tirar fotos a cada poucos segundos. O recurso é chamado internamente de super sensing (superpercepção, em tradução livre), e deve auxiliar o usuário com detalhes do dia a dia.

Segundo o Financial Times, o recurso guardaria informações, como conversas, localização de objetos e outros detalhes. A partir daí, o assistente poderia responder perguntas sobre o dia, relembrando a localização de um objeto ou questões definidas durante reuniões.

As informações indicam que o projeto ainda é um protótipo, mas já estaria provocando discussões dentro da empresa. O ponto mais sensível é a captura constante de dados potencialmente sensíveis, incluindo pessoas que não escolheram ser gravadas.

Fontes ouvidas pelo jornal afirmam que funções do super sensing poderiam ser liberadas até para modelos que já estão em circulação, por meio de atualização de software. Ainda não há confirmação oficial de lançamento.

Dispositivos não salvariam os dados

Foto de uma mão segurando, por uma das hastes, um par de óculos inteligentes Oakley Meta HSTN de armação preta e arredondada. No canto inferior direito da imagem, há o logotipo da marca "tecnoblog".
Dados não seriam liberados para os usuários (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

De acordo com o FT, o super sensing não deve salvar as imagens e áudios no dispositivo nem liberar o acesso ao usuário. Em vez disso, os óculos extrairiam informações desses registros e enviariam os dados processados para a Meta AI.

Essa abordagem é vista por defensores do projeto como uma forma de reduzir riscos legais e de privacidade, já que o usuário não teria acesso direto aos arquivos.

A Meta também estaria discutindo se esses dados poderiam ser usados para treinar os modelos de IA da empresa. A avaliação é que isso pode aumentar a pressão regulatória.

Não seria uma novidade entre as big techs receber uma resposta extremamente negativa caso ocorra o anúncio da funcionalidade, já que o conceito é bastante parecido ao Microsoft Recall. A dona do Windows anunciou o serviço em 2024 e, após vários adiamentos, lançou em 2025 — a repercussão, ainda assim, foi péssima, e diversas ferramentas lançaram atualizações bloqueando o sistema de captura.

Em resposta ao The Verge, a Meta se limitou a dizer que desenvolve seus produtos com foco em “privacidade construída desde a base”.

Meta aposta em óculos inteligentes

O projeto reforça a mudança de foco da Meta em dispositivos de realidade aumentada e virtual. Depois de anos de investimento pesado no metaverso e em headsets, a empresa passou a dar mais atenção a óculos inteligentes, mais leves e próximos de um acessório comum.

O sucesso das linhas da Meta em parceria com a EssilorLuxottica, dona de marcas como Ray-Ban e Oakley, já fez com que o Google voltasse a trabalhar com o Google Glass, agora com integração ao Gemini. Em parceria com a Samsung, a empresa anunciou, em maio, uma nova linha de óculos inteligentes com o novo sistema Android XR.

No mês passado, a companhia de Mark Zuckerberg anunciou uma linha que, pela primeira vez, não levará o nome de outra marca de óculos. A nova linha ainda não foi lançada no Brasil.

Meta pode lançar óculos com IA que gravam tudo o tempo todo

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Protótipo usaria captação contínua para ajudar o usuário com interações futuras.

Óculos smart da Meta têm câmera de 12 MP (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Oakley Meta HSTN tem câmera integrada (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Meta lança Muse Spark 1.1 para competir em programação com IA

9 de Julho de 2026, 15:06
Ilustração com logo da Meta ao centro. Ao fundo, a imagem de duas mãos com os dedos indicadores se tocando. Na parte inferior direita, está o logo do Tecnoblog.
Modelo de IA da Meta é mais barato que os concorrentes (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Meta lançou o Muse Spark 1.1, um modelo de IA para programação e raciocínio lógico que atua como agente autônomo.
  • O modelo permite automação do uso de computadores, navegação na web sem supervisão e processamento de dados.
  • O Muse Spark 1.1 está disponível para desenvolvedores nos Estados Unidos e será integrado ao WhatsApp, Instagram e Facebook.

A Meta anunciou nesta quinta-feira (09/07) o lançamento do Muse Spark 1.1, novo modelo de IA desenvolvido pelo Meta Superintelligence Lab. Embora faça parte da mesma família apresentada em abril, a empresa trata a versão 1.1 como uma grande evolução voltada para agentes de IA, com foco em programação, raciocínio lógico e automação de tarefas.

Além de refinar essa primeira versão, a empresa busca entregar a capacidade de realizar funções completas e mais complexas com o mínimo de supervisão humana. O modelo promete diminuir a distância técnica em relação aos concorrentes e chega como prévia para desenvolvedores nos Estados Unidos.

Como o modelo foi anunciado hoje, ainda não há testes independentes que permitam avaliar seu desempenho. Mas segundo os benchmarks divulgados pela Meta, o Muse Spark 1.1 supera o GPT-5.5, o Gemini 3.1 Pro e o Opus 4.8 em diferentes métricas.

O que o Muse Spark 1.1 tem de novo?

Imagem mostra a IA da Meta realizando tarefas de código, testando interface e aplicando correções para criar uma app web
IA da Meta consegue ler o código, testar a interface e aplicar correções (imagem: reprodução/Meta)

O diferencial do modelo é a sua capacidade melhorada de atuar como um agente autônomo. Segundo a Meta, a atualização foca em três frentes: programação, automação do uso de computadores e raciocínio multimodal, ou seja, a habilidade de processar e cruzar dados de textos, imagens, vídeos e arquivos ao mesmo tempo.

Para dar conta do recado, o sistema consegue gerenciar uma janela de contexto de até 1 milhão de tokens. Na prática, isso significa que o Spark pode memorizar ações em sessões de trabalho muito longas ou recuperar informações de etapas iniciais de um grande projeto, por exemplo.

Imagem mostra a IA Muse Spark 1.1 extraindo dados de um vídeo para preencher campos e automatizar ações no navegador
Muse Spark 1.1 consegue extrair dados de vídeos e automatizar ações no navegador (imagem: reprodução/Meta)

Na área de desenvolvimento de software, a ferramenta apresenta avanços na identificação e correção de bugs. Durante testes internos, o Muse Spark 1.1 conseguiu construir um aplicativo de chat do zero, capturar imagens da tela para diagnosticar erros na interface e até alterar o código-fonte original para aplicar correções, tudo sem intervenção humana.

Fora do ambiente de código, a IA também consegue navegar na web e controlar o sistema operacional de uma máquina sozinha. Em outro exemplo, o assistente extraiu detalhes úteis de um produto a partir de um vídeo e criou um anúncio completo no Facebook Marketplace utilizando o navegador do usuário.

Preço e disponibilidade

Conforme apurado pela agência Reuters, o acesso ao Muse Spark 1.1 é mais barato que modelos concorrentes de ponta, como o Claude Sonnet 4.6. Esta é a comparação de custos a cada 1 milhão de tokens:

  • Muse Spark 1.1: US$ 1,25 (R$ 6,42) para entrada e US$ 4,25 (R$ 21,83) para saída.
  • Claude Sonnet 4.6: US$ 3 (R$ 15,41) para entrada e US$ 15 (R$ 77,04) para saída.

O CEO da companhia, Mark Zuckerberg, voltou ao X/Twitter apenas para compartilhar a novidade. Ele afirmou que o foco atual é “fornecer modelos robustos, com agentes independentes e multimodais a um custo muito baixo”.

(1) Today we're releasing Muse Spark 1.1 — a strong agentic and coding model at a very low price. It's available through our new Meta Model API and in Meta AI.

— Mark Zuckerberg (@finkd) July 9, 2026

O novo modelo já está disponível no modo Thinking do Meta AI e deve chegar em breve aos chatbots do WhatsApp, Instagram e Facebook, além dos óculos inteligentes da Meta.

Para acalmar as preocupações sobre segurança, a empresa destacou que o modelo passou por rigorosas avaliações e mostrou alta resistência contra ataques de injeção de código e alucinações.

Vale mencionar que o anúncio ocorre na mesma semana em que a Meta apresentou o Muse Image. Seu primeiro modelo de geração de imagens gerou debates por utilizar publicações de usuários do Instagram como base para suas criações.

Meta lança Muse Spark 1.1 para competir em programação com IA

Meta (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Galaxy Z Flip 8, Watch 9 e Watch Ultra 2 aparecem em vazamento de imagens

9 de Julho de 2026, 14:10
Duas imagens de um smartwatch e suas telas com notificações e dados de saúde e relógio. Imagem de um smartphone dobrável aberto, visto de trás.
Novos aparelhos devem ser lançados no evento Galaxy Unpacked, em 22 de julho (imagem: reprodução/Android Headlines)
Resumo
  • Imagens renderizadas oficiais do Galaxy Z Flip 8, Galaxy Watch 9 e Galaxy Watch Ultra 2 vazaram, mostrando designs com poucas mudanças em relação à geração atual.
  • O Galaxy Z Flip 8 teria processador Exynos 2600 ou Snapdragon 8 Elite Gen 5, 12 GB de RAM, bateria de 4.300 mAh e câmeras externas de 50 MP e 12 MP.
  • A Samsung lançará os novos aparelhos no evento Unpacked do dia 22 de julho.

A Samsung realizará seu próximo evento Unpacked no dia 22 de julho. Se você está curioso e não quer esperar até lá para ver o que a marca tem a mostrar, já dá para sentir um gostinho: vazaram imagens renderizadas oficiais de Galaxy Z Flip 8, Galaxy Watch 9 e Galaxy Watch Ultra 2.

Isso, porém, não deve ser tudo. A grande expectativa é pelo Galaxy Z Fold 8 Wide, que, como o nome indica, deverá ter uma largura maior. Assim, quando aberto, as proporções seriam mais próximas de um tablet comum.

Como deve ser o Galaxy Z Flip 8?

Visualmente, o Galaxy Z Flip 8 seria muito parecido com o Z Flip 7, lançado em 2025. Ele deve vir com duas câmeras na parte externa, que também abrigaria uma tela que cobre toda a tampa. Na parte de dentro, a câmera frontal ficaria no topo, centralizada.

Portanto, não haveria muita coisa nova nessa parte. Mesmo assim, o Z Flip 8 seria mais leve que o Z Flip 7, com 180 g (o antecessor tem 188 g).

Conjunto de smartphones dobráveis mostrando a parte frontal e traseira com destaque para as câmeras traseiras e a tela inicial
Galaxy Z Flip 8 manteria design da geração anterior, mas deve ser mais leve (imagem: reprodução/Android Headlines)

As imagens vazadas indicam três cores: creme, grafite e rosa. Como lembra o Android Headlines, que publicou o vazamento, há rumores de uma cor menta, mas essa versão não apareceu entre as imagens obtidas.

Os rumores e palpites também indicam algumas especificações técnicas esperadas:

  • Processador Exynos 2600 ou Snapdragon 8 Elite Gen 5 for Galaxy, dependendo da região.
  • 12 GB de RAM LPDDR5X e armazenamento flash UFS 4.0 ou UFS 4.1.
  • 180 gramas.
  • Bateria de 4.300 mAh.
  • Câmeras externas de 50 MP (principal) e 12 MP (ultrawide), as mesmas do Z Flip 7.
  • Tela interna AMOLED de 6,9 polegadas e tela externa Super AMOLED de 4,1 polegadas, ambas com 120 Hz.

E os novos relógios da Samsung?

O Galaxy Watch 9 também deve vir com poucas mudanças no visual. Ele teria o mesmo esquema de tela circular e caixa quadrada do Galaxy Watch 9. Além disso, haveria dois botões no lado direito, um alto-falante no esquerdo e o já conhecido conjunto de sensores na parte de trás. As opções de tamanho seriam as mesmas: 40 mm e 44 mm.

Três variações de smartwatch com tela circular e recursos de clima/temperatura mostrados no mostrador
Galaxy Watch 9 deve repetir design com visor redondo e caixa quadrada da geração anterior (imagem: reprodução/Android Headlines)

As imagens obtidas pelo Android Headlines indicam três opções de cor: pulseira creme e caixa prata; pulseira grafite e caixa grafite; pulseira verde e caixa cinza.

Pouco se sabe sobre as especificações, mas rumores indicam que os relógios devem vir mais caros que no ano passado, com aumentos que podem chegar a 50 euros no mercado internacional. Isso daria R$ 290, aproximadamente, mas vale dizer que a definição de preço para o mercado local nem sempre segue a conversão direta.

A Samsung vem alternando o lançamento de seus smartwatches de topo de linha. Nos anos pares, versões Pro (em 2022) e Ultra (em 2024), com acabamento superior e inspiração esportiva; nos anos ímpares, versões Classic, com foco em design e elegância. A expectativa para 2026, portanto, é pelo Galaxy Watch Ultra 2.

Relógios inteligentes com mostradores digitais, cada um com ponteiros e informações de saúde e clima
Galaxy Watch Ultra 2 deve contar com caixa de titânio (imagem: reprodução/Android Headlines)

De acordo com as imagens que vazaram, o Ultra 2 teria uma caixa de titânio e uma única opção de tamanho: 47 mm. Ele manteria o visual de tela redonda e caixa quadrada, bem como os três botões do lado direito. Em relação às cores, haveria duas opções: caixa grafite com pulseira preta e caixa cinza com pulseira verde.

Galaxy Z Flip 8, Watch 9 e Watch Ultra 2 aparecem em vazamento de imagens

Novos aparelhos devem ser lançados no evento Galaxy Unpacked, em 22 de julho (imagem: reprodução/Android Headlines)

Galaxy Z Flip 8 manteria design da geração anterior, mas deve ser mais leve (imagem: reprodução/Android Headlines)

Galaxy Watch 9 deve repetir design com visor redondo e caixa quadrada da geração anterior (imagem: reprodução/Android Headlines)

Galaxy Watch Ultra 2 deve contar com caixa de titânio (imagem: reprodução/Android Headlines)

Gastos com IA confundem e assustam empresários

9 de Julho de 2026, 13:12
Ilustração com o texto "AI" ao centro. Na parte inferior direita, o logotipo do "tecnoblog"é visível.
Executivos têm dificuldade para entender uso de tokens de IA (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • 29% dos líderes seniores não compreendem os custos operacionais crescentes associados à IA, segundo um relatório da consultoria KPMG.
  • O modelo de cobrança baseado em consumo surpreendeu empresas, que esperavam um formato de assinatura de software.
  • Grandes empresas de tecnologia, como Amazon e Microsoft, investem bilhões de dólares em infraestrutura para atender à demanda por IA.

Depois da corrida para testar chatbots e agentes autônomos dentro das empresas, muitos executivos agora tentam entender por que a conta da tecnologia ficou imprevisível. 29% dos líderes seniores dizem não compreender de onde vêm os custos operacionais crescentes associados à IA.

Os números são de um relatório da consultoria holandesa KPMG, que ouviu 2.145 executivos em 20 países. Eles demonstram que muitas empresas estão sendo pegas de surpresa pelo modelo de cobrança baseado em consumo. Ele foi revelado pelo site The Register.

Segundo o levantamento, os contratantes trataram a IA como mais uma assinatura de software. No entanto, fornecedoras como OpenAI, Anthropic e GitHub utilizam um formato de cobrança pelo uso real: quanto mais a empresa usa tokens, mais processamento consome e maior pode ser a fatura.

ilustração sobre token de IA
Os tokens em IA também atuam como moedas simbólicas, ajudando a calcular o consumo de dados dos usuários (imagem: Reprodução/CCN)

Executivos de gigantes, como a Uber e Microsoft, já afirmaram publicamente que a conta da IA está vindo alta demais.

A empresa de transporte por aplicativo, por exemplo, consumiu todo o orçamento de 2026 para ferramentas de IA em apenas quatro meses, e forçou a criação de ferramentas internas para supervisionar o uso. Outras big techs, como Amazon e Meta, também recorreram a um acompanhamento mais próximo, uma saída que muitas outras organizações estão procurando, segundo a KPMG.

De acordo com a consultoria, um terço dos líderes ouvidos pelo levantamento vê a falta de entendimento sobre a enconomia da IA como uma barreira para implementar agentes com sucesso.

Empresas adiam projetos para entender retorno

A preocupação já afeta decisões de implantação. Segundo a pesquisa, quase metade das organizações reestruturou ou adiou projetos de IA após perceber que os custos poderiam superar o valor esperado. Elas tentam separar os usos que geram retorno daqueles que apenas aumentam a fatura.

O ajuste também aumentou a busca por modelos mais baratos e eficientes, em relação ao trimestre passado. Em vez de usar sempre os modelos mais poderosos, companhias passaram a avaliar quando uma opção mais simples já é suficiente para as demandas.

O relatório também cita que empresas ainda não têm regras maduras para definir quando humanos devem revisar respostas da IA, quem responde por erros, como resultados são auditados e o que ocorre quando um sistema falha.

Anteriormente, a própria KPMG teve de retirar de circulação um relatório sobre IA porque o próprio documento — que também analisava a adoção de IA por empresas pelo mundo — apresentava alucinações geradas por IA.

Indústria precisa justificar gastos bilionários

Big techs deverão mostrar se combate a golpistas é efetivo em seus ecossistemas
Big techs devem gastar bilhões com infraestrutura (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Enquanto a cautela dos clientes aumenta, Amazon, Microsoft e outras empresas gastam bilhões de dólares em infraestrutura para atender à demanda por IA.

Os investimentos vêm impactando toda a cadeia produtiva, fazendo com que fornecedoras atinjam valores de mercado estratosféricos, enquanto os preços de hardware para o público comum continuam a subir.

Só neste ano, a empresa de Jeff Bezos prevê investir cerca de US$ 200 bilhões (aproximadamente R$ 1 trilhão) para expandir a capacidade de IA da AWS, enquanto a Microsoft projeta gastos de US$ 190 bilhões (R$ 975 bilhões). Ao todo, as grandes empresas de tecnologia devem ultrapassar US$ 700 bilhões (R$ 3,5 trilhões) em gastos com infraestrutura para IA.

Gastos com IA confundem e assustam empresários

Inteligência artificial (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

IA do Instagram poderá usar seu perfil para gerar imagens; veja como bloquear

8 de Julho de 2026, 16:48
Arte com a logomarca da Meta ao centro e o rosto de Mark Zuckerberg abaixo. Na parte inferior direita está a logomarca do Tecnoblog.
Mark Zuckerberg é fundador e CEO da Meta (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Meta lançou o Muse Image, um modelo de geração de imagens que pode usar conteúdo de perfis públicos do Instagram.
  • Para bloquear o uso do seu conteúdo, é necessário acessar as configurações do Instagram e seguir um passo a passo.
  • Também é possível bloquear o uso de sua aparência nas imagens geradas nas configurações do app da Meta AI.

A Meta lançou seu novo modelo de geração de imagens, chamado Muse Image. Com ele, o Instagram liberou a reutilização de fotos, vídeos e reels de contas públicas da rede nas criações. Isso significa que, se seu perfil não é privado e você tem mais de 18 anos, qualquer pessoa pode se apropriar do seu conteúdo em criações com IA, já que a opção padrão autoriza o uso dessa ferramenta.

Por enquanto, essa funcionalidade não chegou ao Brasil. Mesmo assim, vale ficar atento ao assunto para que você possa revogar a autorização assim que ela for lançada, caso assim prefira.

Como funciona o uso de imagens de outras pessoas no Instagram?

Se você tem uma conta pública e é maior de 18 anos, outros usuários poderão “marcar” seu perfil ao escrever um prompt para a Meta AI. Assim, é possível gerar uma imagem realista com a sua aparência.

Captura de tela de um smartphone exibindo a interface de um chat de inteligência artificial. No topo, uma caixa de texto mostra um comando do usuário solicitando a criação de um cartão de aniversário. O prompt menciona dois usuários do Instagram. Logo abaixo, a IA responde com uma mensagem de texto e exibe a imagem gerada: uma fotografia de três mulheres sorridentes, abraçadas em um ambiente festivo decorado com balões e luzes. Na base da tela, encontram-se o campo de digitação para resposta e ícones de comandos por voz.
Cartão de aniversário é exemplo de uso para ferramenta da Meta AI (imagem: divulgação)

Caso alguém faça isso com a sua imagem, você não recebe nenhuma notificação. Mudar sua conta de pública para privada não exclui as imagens já geradas com base no seu perfil.

Como você pode imaginar, isso é bem problemático. A CNET ilustra bem a situação: “A Meta tem uma nova ferramenta de imagens com IA e eu já usei para criar um deepfake do Instagram da minha amiga”, diz o título de uma matéria publicada horas depois do lançamento do Muse Image.

Como impedir que a Meta AI use imagens do seu Instagram?

A opção para liberar o uso do seu conteúdo no Instagram por outras pessoas é do tipo opt-out. Isso significa que, por padrão, ela permite as criações usando IA nas contas públicas de maiores de 18 anos. Menores de idade com perfis públicos recebem a opção “Pessoas que você segue” por default. Páginas privadas não permitem que o Muse Image acesse seu conteúdo.

Para bloquear o uso, é preciso entrar nas configurações e remover a autorização. A Meta indica os seguintes passos nos apps para Android ou iOS:

  1. Acesse seu perfil no Instagram, tocando no ícone do canto inferior direito ou na sua foto.
  2. Toque em Menu (ícone com três barras horizontais), no canto superior direito.
  3. Procure a seção “Como outras pessoas podem interagir com você” e entre em “Compartilhamento e reutilização”.
  4. Na seção “Permitir que as pessoas reutilizem seu conteúdo no Instagram e com recursos de IA da Meta”, desative a autorização ao lado de posts e reels. Se você for menor de 18 anos, selecione a opção “Ninguém”.
Usuários podem desativar o compartilhamento (imagem: reprodução/Tecnoblog)

Meta AI permite bloquear uso do seu rosto

Além disso, como observa a CNET, é possível bloquear o uso de sua aparência nas imagens geradas pela Meta AI. Para isso, é necessário baixar o app da Meta AI e entrar em “Configurações” e “Sua imagem”.

Esse processo já está disponível para usuários brasileiros. Ele envolve tirar uma foto do seu rosto e, de modo opcional, enviar até três fotos. Depois, é possível definir quem pode gerar imagens com a sua aparência: somente você mesmo, seguidores aprovados, seguidores recíprocos ou todo mundo.

O que diz a Meta?

Em posicionamento enviado ao Tecnoblog, a Meta declara que desenvolveu o Muse Image “com controles rigorosos e mecanismos de segurança” e que tomará medidas “contra qualquer conteúdo que viole nossos Padrões da Comunidade”. A empresa reforça que apenas contas públicas de maiores de 18 anos estarão automaticamente disponíveis para reutilização por todos e que há controles para desativar esse acesso.

IA do Instagram poderá usar seu perfil para gerar imagens; veja como bloquear

Mark Zuckerberg é fundador e CEO da Meta (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Galaxy Watch 8 Classic tem promoção histórica no Mercado Livre

26 de Junho de 2026, 18:26

Prós
  • Integra Galaxy AI e Google Gemini
  • Design com coroa giratória
  • Painel Super AMOLED brilhante
  • Resistência a água e poeira
  • Conectividade 4G LTE
Contras
  • Peso considerável de 63,5 g
  • Display pequeno de 1,34 polegadas
  • Autonomia inferior à do Ultra
PIX Cupom
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O Galaxy Watch 8 Classic LTE de 46 mm está com uma oferta imperdível no Mercado Livre. O relógio inteligente sai por R$ 1.826,20 no Pix usando o cupom MELICUPOM. Essa é uma excelente oportunidade para garantir um smartwatch avançado com desconto de 59% frente ao lançamento por R$ 4.499.

A coroa giratória traz um visual mais tradicional ao relógio, enquanto os sensores garantem acompanhamento avançado de saúde no smartwatch da Samsung. Já a conectividade LTE permite acesso à internet sem que o relógio esteja conectado ao celular.

Galaxy Watch 8 Classic traz LTE, funcionalidade fitness e design clássico

A conexão LTE, que pode ser ativada via eSIM, permite atender chamadas, responder mensagens e ouvir músicas e podcasts online sem o celular por perto. Já design com coroa giratória oferece um visual clássico e também permite a navegação entre os recursos do relógio girando a coroa.

Os sensores avançados do Galaxy Watch 8 Classic monitoram pressão arterial, eletrocardiograma e composição corporal, ajudando você a acompanhar sua saúde de forma precisa e em tempo real. Além disso, o relógio inteligente da Samsung acompanha cerca de 100 modalidades esportivas, e também monitora sono e ciclo menstrual.

Com vidro de cristal de safira e corpo em aço inoxidável, o smartwatch é altamente resistente a riscos. Já a proteção IP68 garante resistência contra água e poeira. A tela Super AMOLED de 3.000 nits, por sua vez, oferece alta visibilidade mesmo sob o sol forte.

imagem do relógio samsung galaxy watch 8 classic
Galaxy Watch 8 Classic (imagem: Divulgação)

Além disso, o processador Exynos W1000 de 3 nm garante navegação extremamente fluida, aliado à RAM de 2 GB. O armazenamento é de 64 GB e o wearable é compatível com GPS, NFC, e Bluetooth 5.3. A bateria de 445 mAh suporta até 30 horas de uso com o Always On Display ativado, segundo a Samsung.

Com um desconto impressionante em oferta histórica, o Galaxy Watch 8 Classic LTE de 46 mm sai por apenas R$ 1.826,20 no Pix usando o cupom MELICUPOM. Mas o cupom não deve durar muito tempo, então aproveite antes que acabe no Mercado Livre.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Galaxy Watch 8 Classic tem promoção histórica no Mercado Livre

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Galaxy Watch 8 Classic com 59% OFF tem conexão LTE e design com coroa giratória; smartwatch da Samsung nunca esteve tão barato

(imagem: Divulgação/Samsung)

OpenAI revela prévia do GPT 5.6, que chega com acesso restrito

26 de Junho de 2026, 17:56
Ilustração com o logo do ChatGPT ao centro. Na parte inferior direita, o logotipo do "tecnoblog" é visível.
OpenAI revelou o GPT-5.6, com três novos modelos: Sol, Terra e Luna (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • OpenAI disponibilizou uma prévia do GPT 5.6, com acesso restrito a parceiros selecionados.
  • A nova geração da IA conta com três modelos: Sol, Terra e Luna.
  • Segundo o comunicado, a OpenAI planeja lançar os modelos globalmente “nas próximas semanas”.

A OpenAI decidiu tornar público o novo conjunto de modelos GPT-5.6, após as informações de que o governo dos Estados Unidos teria pedido para segurar o lançamento global. De fato, o modelo está chegando em versão prévia, com um acesso limitado a “clientes selecionados”.

A nova geração da família de modelos de linguagem da OpenAI conta com três novos modelos: Sol, o principal; Terra, de nível intermediário para uso diário; e Luna, o mais “rápido e acessível”.

Inicialmente, o acesso às novas versões da IA ficará limitado a um “grupo seleto de parceiros de confiança e organizações”, em um modelo de distribuição semelhante ao Project Glasswing, da Anthropic, associado ao anúncio do Claude Mythos Preview, também submetido a restrições do governo Trump.

Três novos modelos: Sol, Terra e Luna

Introducing a limited preview of GPT-5.6 Sol, our next generation frontier model, as well as GPT-5.6 Terra, a balanced model for efficient, everyday work, and GPT-5.6 Luna, a fast and affordable model for high-volume work.https://t.co/OoM83SyISN

— OpenAI (@OpenAI) June 26, 2026

O carro-chefe do pacote é o modelo Sol, que chega com a “mais robusta estrutura de defesa até hoje”, segundo o anúncio da OpenAI. A companhia fala em reforço nas proteções para atividades consideradas de alto risco, mas mantendo o acesso à alta capacidade em trabalhos de coding, buscas por vulnerabilidades de cibersegurança e testagem de defesa.

Aliás, a OpenAI dedicou a maior parte da publicação ao tema de segurança e ao risco de uso indevido. O texto também faz referências indiretas às tensões no setor, incluindo a acusação da Anthropic contra a Alibaba sobre suposto uso indevido de dados do Claude.

Em benchmark divulgado pela OpenAI, as inteligências artificiais anunciadas recentemente pela concorrente ficariam abaixo do GPT 5.6 Sol em algumas tarefas, incluindo trabalhos de codificação.

Arte com o logotipo da OpenAI. À direita, há a imagem da sombra de uma pessoa mexendo em um celular. Na parte inferior direita, está o logotipo do Tecnoblog.
Modelo GPT 5.6 chega em versão limitada (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A OpenAI aposta em treinamentos simulando situações reais de uso malicioso, e traz como exemplo testes na busca por bugs e vulnerabilidades nos navegadores Chromium e Firefox, em que o GPT 5.6 não explora essas falhas de forma autônoma.

Ainda assim, a empresa reconhece que seus benchmarks não cobrem todas as possibilidades de uso, motivo pelo qual as defesas ainda serão reforçadas ao longo da liberação gradual do modelo. Além de cibersegurança, a OpenAI também trouxe exemplos da alta capacidade com foco em trabalhos científicos, assim como seu comportamento ao identificar solicitações de risco por parte dos usuários.

Essas defesas valem também para os modelos Terra e Luna, sendo o primeiro mais voltado para atividades do dia a dia, competindo com a versão anterior GPT-5.5, e o segundo uma versão de maior custo-benefício, entregando alta performance a um custo menor de operação.

Ainda não há informações sobre limites de acesso para os planos pagos da OpenAI, uma vez que os modelos ainda não foram disponibilizados para o público geral.

Expectativa de lançamento “nas próximas semanas”

Imagem de um celular com o aplicativo ChatGpt
Novidades ficam restritas por agora (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Apesar de atender à solicitação de Trump, a OpenAI afirmou que não vê o processo como uma solução de longo prazo. Segundo o comunicado da empresa, a medida restringe o acesso às ferramentas mais avançadas, especialmente para profissionais de cibersegurança, desenvolvedores e empresas.

Ainda assim, reconheceu o movimento como um passo relevante para a liberação dos modelos “nas próximas semanas”. Até lá, o GPT-5.6 continuará em testes e ajustes voltados a melhorias de segurança.

OpenAI revela prévia do GPT 5.6, que chega com acesso restrito

ChatGPT, da OpenAI (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

ChatGPT, da OpenAI, é preferência nas empresas (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Apple pode mudar estratégia e pular chips M6 Pro e Max

26 de Junho de 2026, 17:10
Apple Silicon (Imagem: Reprodução/Apple)
Nova geração do Apple Silicon deve ter estreia solo (imagem: reprodução/Apple)
Resumo
  • Apple pode lançar apenas o chip M6 básico em 2026, adiando as versões Pro e Max para a geração M7, prevista para o ano que vem.
  • O M6 deve ser produzido em processo de 2 nanômetros e largura de banda de memória de cerca de 200 GB/s.
  • Segundo Mark Gurman, da Bloomberg, o M5 Ultra seria a principal atualização de alto desempenho no curto prazo.

A Apple pode mudar o ritmo de lançamento dos chips usados nos Macs com o lançamento solo de uma versão básica do chip M6 neste ano. Caso se confirme, a estratégia quebraria o ciclo adotado desde a estreia dos Apple Silicon nos computadores da marca.

De acordo com o jornalista Mark Gurman, da Bloomberg, a ideia seria concentrar os esforços na geração seguinte, a M7, prevista para 2027. Com isso, a empresa não deve desenvolver as versões M6 Pro e M6 Max para a próxima linha, que deve estrear ainda em 2026.

Como ficaria o cronograma?

Com a mudança, o calendário de chips da Apple ficaria mais enxuto em 2026, voltando a ganhar versões profissionais a partir de 2027:

  • M6: chip básico da geração, voltado aos Macs de entrada;
  • M7: versão básica prevista para a primeira metade de 2027;
  • M7 Pro e M7 Max: modelos profissionais esperados para o fim de 2027;
  • M7 Ultra: versão mais poderosa da família, prevista para 2028.

A ausência de um M6 Pro e M6 Max afetaria principalmente linhas como MacBook Pro, Mac mini e futuros desktops de alto desempenho, que costumam depender das versões profissionais para receber atualizações mais relevantes.

M6 deve estrear processo de 2 nanômetros

Com quantos nanômetros a Lei de Moore acaba? (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)
Versão base estreará fabricação de 2 nanômetros nos chips da empresa (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Mesmo sem versões Pro e Max, o M6 básico deve trazer uma mudança importante de fabricação. Dessa forma, segundo o MacRumors, o chip seria o primeiro da Apple produzido em processo de 2 nanômetros da TSMC, deixando para trás a litografia de 3 nanômetros das últimas gerações.

Além disso, o M6 também deve ter uma nova arquitetura de memória, Neural Engine atualizado para tarefas de IA e melhorias em decodificação de vídeo.

De acordo com a Bloomberg, o chip teria largura de banda de memória de cerca de 200 GB/s, contra 153 GB/s no M5. A Apple também estaria testando versões de GPU de 12 núcleos, acima do limite de 10 núcleos do M5. O chip deve estrear em um MacBook Pro de 14 polegadas, ainda neste ano.

M5 Ultra deve segurar Macs mais potentes

Imagem ilustrativa com o logo do chip M5 da Apple
M5 tem acelerador neural em cada núcleo da GPU (imagem: divulgação)

Sem M6 Pro e M6 Max no caminho, a principal atualização de alto desempenho no curto prazo deve ser o M5 Ultra. O chip é esperado para equipar uma nova versão do Mac Studio, segundo a Bloomberg.

Hoje, a família M5 já tem versões Pro e Max, lançadas em março deste ano, usadas nos modelos mais recentes do MacBook Pro, que passaram a custar até R$ R$ 53.999 após o reajuste da Apple no Brasil.

Os chips trouxeram avanços em CPU, largura de banda de memória e desempenho para tarefas de IA, mas ainda não chegaram a desktops como Mac Studio e Mac Pro.

Apple pode mudar estratégia e pular chips M6 Pro e Max

Com quantos nanômetros a Lei de Moore acaba? (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

M5 tem acelerador neural em cada núcleo da GPU (imagem: divulgação)

Os 10 melhores celulares da linha Samsung Galaxy S em 2026

26 de Junho de 2026, 15:16
Galaxy S26 Ultra é o melhor celular da linha Galaxy S em 2026
Galaxy S26 Ultra é o melhor celular da linha Galaxy S em 2026 (Foto: Ana Marques / Tecnoblog)

Se você está procurando o melhor celular Galaxy S para comprar em 2026, o portfólio da Samsung oferece opções que combinam o que há de mais avançado em hardware móvel com novos recursos de inteligência artificial.

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A linha de smartphones premium da gigante sul-coreana se destaca no mercado pelo ecossistema Galaxy AI mais maduro, telas Dynamic AMOLED 2X de altíssimo brilho, câmeras avançadas e suporte de atualizações de longo prazo de até 7 anos.

Seja você um entusiasta de fotografia que busca o zoom definitivo ou alguém que prefere a ergonomia de um topo de linha compacto, existe um modelo ideal para as suas necessidades de consumo e produtividade.

Abaixo, o Tecnoblog analisou os prós e contras dos 10 principais modelos da linha Galaxy S disponíveis no mercado para ajudar a decidir qual smartphone comprar.

Galaxy S26 Ultra


Prós
  • Alto desempenho
  • Tela de Privacidade
  • Câmera de 200 MP
  • Grava em 8K a 30 fps / 4K @ 60 fps
  • Boa autonomia de bateria
  • 7 anos de atualizações
Contras
  • S Pen sem Bluetooth
  • “Calombo” do módulo de câmera
  • Tela com ângulo de visão inferior ao S25 Ultra
  • Construção em alumínio
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O Galaxy S26 Ultra é um dos melhores smartphones que testamos em 2026. O principal diferencial é a Tela de Privacidade, que evita espiadinhas ao desligar pixels de forma inteligente. O display tem 6,9 polegadas e tecnologia AMOLED Dinâmico 2X com taxa de atualização de 120 Hz para ótima fluidez gráfica.

O alto desempenho é garantido pelo processador Snapdragon 8 Elite Gen 5 for Galaxy e até 16 GB de RAM. Desse modo, esse é um smartphone que roda aplicações de IA e jogos pesados sem travamentos ou engasgos.

Por fim, o conjunto de câmeras do Galaxy S26 Ultra traz um sensor principal de 200 MP aprimorado com o ProVisual Engine, garantindo fotos noturnas de tirar o fôlego.

Galaxy S25 FE


Prós
  • Tela AMOLED Dinâmico 2X de 6,7″ com taxa de 120 Hz
  • Chipset Exynos 2400 otimizado para jogos
  • Suporte a carregamento de 45 W
  • Certificação IP68
Contras
  • Sem chip Qualcomm
  • Carregador na caixa é de 25 W
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O Galaxy S25 FE é a porta de entrada ideal para o ecossistema premium da marca sem estourar o orçamento. Focado em entregar as funções mais desejadas da linha premium por um preço muito mais competitivo, o celular adota o chipset Exynos 2400, otimizado para eficiência térmica, e traz os principais recursos de edição de fotos e tradução em tempo real do Galaxy AI.

Outros destaques do smartphone são a tela AMOLED Dinâmico 2X de 6,7 polegadas, que entrega cores vibrantes e contrastes intensos, e o conjunto de câmeras, que inclui uma telefoto para zoom óptico de 3x.

Galaxy S25 Ultra


Prós
  • Tela AMOLED Dinâmico 2X de 6,9″
  • Chip Snapdragon 8 Elite de ponta
  • Câmera wide de 200 MP com OIS
  • Atualiza até o Android 22
Contras
  • S Pen sem Bluetooth para tirar fotos remotamente
  • Peso relativamente alto de 218 g
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Lançamento de destaque em 2025, o Galaxy S25 Ultra continua sendo uma compra extremamente inteligente devido à natural queda de preço. Ele traz uma estrutura robusta em titânio, tela plana brilhante e o processador Snapdragon 8 Elite, que ainda roda qualquer tarefa ou processamento do Galaxy AI com folga total.

Suas lentes teleobjetivas duplas continuam entre as melhores do mercado, e ele também traz suporte à caneta S Pen, que ajuda em anotações, edição de imagens e outras tarefas de produtividade.

Galaxy S26 Plus


Prós
  • Alto desempenho
  • Tela de 6,7″ de 120 Hz
  • Câmera de 50 MP e vídeos em 8K
  • Promessa de 7 anos de atualizações
  • Carregamento de 45 W
  • Certificação IP68
Contras
  • Sem Privacy Display
  • Sem lente periscópica
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O Galaxy S26 Plus é o equilíbrio perfeito para quem exige uma tela grande de 6,7 polegadas e bateria de longa duração, sem o peso ou o preço do modelo Ultra.

Com corpo fino, ele entrega boa ergonomia, tem painel Quad HD+ de 120 Hz e o processador Exynos 2600 de alto desempenho. É um dispositivo ideal para consumo de mídia e multitarefa graças aos seus 12 GB de RAM nativos e armazenamento inicial de 256 GB.

Galaxy S26


Prós
  • Alto desempenho
  • Tela AMOLED Dinâmico 2X de 120 Hz
  • Design fino e leve
  • Câmera 50 MP e vídeos em 8K
  • Promessa de 7 anos de atualizações
  • Certificação IP68
Contras
  • Sem lente periscópica
  • Carregamento máximo de 25 W
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Para quem prioriza portabilidade sem abrir mão de performance topo de linha, o Galaxy S26 padrão é a melhor escolha. Ele mantém o formato compacto com tela AMOLED Dinâmico de 6,3 polegadas e peso reduzido.

Outro destaque é o upgrade na eficiência energética graças ao chip Exynos 2600 (2 nm), e a promessa de 7 anos de atualizações de versão do Android — o que faz desse smartphone uma ótima opção para quem busca longevidade.

Galaxy S24 Ultra


Prós
  • Alto desempenho com Snapdragon 8 Gen 3
  • Câmera principal de 200 MP
  • Construção em titânio
  • Atualiza até o Android 21
  • S Pen com Bluetooth
Contras
  • Sem Tela de Privacidade
  • Peso (232 gramas)
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Mesmo duas gerações atrás, o Galaxy S24 Ultra envelheceu muito bem. Ele foi o pioneiro na introdução das ferramentas do Galaxy AI e na construção em titânio.

Equipado com o Snapdragon 8 Gen 3, tela com proteção Gorilla Armor que reduz drasticamente os reflexos e uma câmera principal de 200 MP, ele entrega uma experiência premium idêntica à de modelos mais novos, custando uma fração do valor de lançamento.

Além disso, é o último modelo no qual a S Pen era compatível com Bluetooth, permitindo realizar comandos à distância.

Galaxy S25 Plus


Prós
  • Tela AMOLED Dinâmico 2X 6,7″ de 120 Hz
  • Câmera principal de 50 MP
  • Lente teleobjetiva (3x)
  • Alto desempenho
  • Certificação IP68
  • Carregamento rápido de até 45 W
Contras
  • Pouca inovação em relação ao Galaxy S24 Plus
  • Carregador de 25 W na caixa
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O Galaxy S25 Plus destaca-se pelo excelente custo-benefício no mercado premium atual. Equipado com uma tela generosa e bateria de alta capacidade, ele entrega uma autonomia sólida que frequentemente supera a versão Ultra do mesmo ano.

Se você busca uma tela de alta qualidade para jogar e assistir a vídeos, mas quer economizar em relação aos lançamentos mais recentes de 2026, este modelo é uma escolha certeira.

Galaxy S25 Edge


Prós
  • Espessura ultrafina e peso leve
  • Tela grande LTPO AMOLED 2X de 6,7″
  • Chip Snapdragon 8 Elite
  • Câmera principal de 200 MP
Contras
  • Bateria 3.900 mAh
  • Não inclui câmera teleobjetiva
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O Galaxy S25 Edge aposta em design ultrafino e moldura resistente de titânio para oferecer durabilidade e elegância no mesmo pacote.

O celular tem tela LTPO AMOLED 2X de 6,7 polegadas, que entrega cores vivas e fluidez gráfica com até 120 Hz de taxa de atualização. Também se destacam a câmera principal de 200 MP e o processador Snapdragon 8 Elite.

É o modelo perfeito para quem busca sofisticação técnica e refinamento estético, caso você tenha folga no seu orçamento. No entanto, a bateria de 3.900 mAh pode deixar a desejar a longo prazo.

Galaxy S25


Prós
  • Desempenho topo de linha
  • Câmera principal de 50 MP
  • Tela AMOLED de até 2.600 nits
  • Atualizações até o Android 22
Contras
  • Bateria limitada a 4.000 mAh
  • Carregamento com fio de 25 W
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O Galaxy S25 base é uma das opções mais recomendadas para quem quer gastar menos e ainda ter um celular premium atualizado.

Compacto, leve e com display AMOLED Dinâmico 2X de 6,2 polegadas, ele compartilha grande parte do processamento de inteligência artificial de seus irmãos maiores devido ao chip Snapdragon 8 Elite (3 nm) e memória RAM de 12 GB.

Quem compra o Galaxy S25 em 2026 se beneficia de uma desvalorização de preço que o torna muito competitivo em termos de custo-benefício.

Galaxy S24 Plus


Prós
  • Tela Dynamic LTPO AMOLED 2X de 6,7″ com 120 Hz
  • Câmera principal de 50 MP e gravação em 8K
  • Chip Exynos 2400 com desempenho eficiente
  • Seis anos de atualizações garantidos
Contras
  • Bateria de 4.900 mAh abaixo do padrão
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Fechando a lista, o Galaxy S24 Plus continua sendo uma opção muito viável dois anos após seu lançamento. Este smartphone deve agradar quem busca uma tela grande (6,7 polegadas QHD+), câmeras de qualidade e desempenho avançado por um preço reduzido.

Como a Samsung estendeu o suporte de software e os recursos do Galaxy AI para este modelo, ele entrega uma experiência de uso fluida e moderna, batendo de frente com muitos intermediários premium atuais.

Como escolher o melhor celular Galaxy S em 2026?

Para acertar na escolha do seu novo smartphone premium da Samsung, é importante avaliar três pilares principais:

  • Tamanho de tela vs. portabilidade: se você prefere usar o celular com apenas uma mão e guardá-lo facilmente no bolso, os modelos base (S25 e S26) são ideais. Caso priorize consumo de vídeos, jogos ou trabalho, as telas de 6,7 polegadas do S26 Plus e S25 Edge, ou a de 6,9 polegadas do S26 Ultra são as mais indicadas.
  • Avanço em câmeras: os modelos com a nomenclatura Ultra trazem os sensores principais de 200 MP e as lentes de zoom mais avançadas. Se fotografia profissional não for sua prioridade máxima, as lentes de 50 MP dos modelos base e Plus atendem com excelência.
  • Orçamento e custo-benefício: os lançamentos da linha Galaxy S26 entregam o ápice da tecnologia atual, mas os modelos das gerações S25 e S24 oferecem praticamente as mesmas funções de inteligência artificial (Galaxy AI) e desempenho similar custando significativamente menos.

Qual celular da linha S tem o melhor custo-benefício em 2026?

Atualmente, o Galaxy S25 FE tem o melhor custo-benefício da linha. Ele entrega a experiência premium cortando excessos estruturais. Para entender melhor como avaliar esses fatores de preço em outras categorias, confira o nosso guia completo sobre o melhor celular custo-benefício em 2026.

Qual é a melhor: linha Galaxy S, A ou Z?

A resposta depende do seu perfil de uso. A linha Galaxy S representa o topo de linha tradicional da Samsung, focada em entregar o máximo de performance, longevidade e as melhores câmeras do mercado.

A linha Galaxy A foca no mercado intermediário, ideal para quem busca bom desempenho diário sem gastar muito. Já a linha Galaxy Z traz o ecossistema de smartphones dobráveis (Flip e Fold) para quem prioriza inovação e novos formatos de produtividade.

Se você acha que outra linha pode atender melhor às suas necessidades, não deixe de ler o nosso artigo sobre o melhor celular Samsung em 2026.

Os 10 melhores celulares da linha Samsung Galaxy S em 2026

💾

Veja os smartphones da Samsung lançados na linha Galaxy S que valem a pena em 2026; celulares têm design premium e recursos avançados

Galaxy S26 Ultra é o melhor celular da linha Galaxy S em 2026

Google lança app com IA para administrar investimentos

26 de Junho de 2026, 13:03
Imagem mostra os escritos "Google Finance", cercado por imagens que representam o mercado financeiro e IA, como gráficos e uma aba de chatbot
Usuários podem enviar prints para importar o histórico financeiro no Google Finanças (imagem: reprodução/Google)
Resumo
  • Google lançou um aplicativo de investimento com IA para ajudar investidores a organizar portfólios e monitorar o mercado financeiro.
  • O app permite importar carteira via PDF, criar alertas personalizados e entender variações do mercado com auxilio de IA.
  • A novidade está sendo distribuída globalmente, primeiro para Android, com uma versão para iPhone prevista para o fim do ano.

O Google anunciou ontem (25/06) o lançamento de um app dedicado para o Google Finanças (Google Finance). A novidade está sendo distribuída globalmente e traz uma série de recursos baseados em inteligência artificial para ajudar investidores a organizar portfólios, acompanhar cotações e monitorar o mercado financeiro de forma centralizada pelo celular.

O Google Finanças com IA chegou ao Brasil em abril, ainda em fase beta e apenas na versão web. A atualização representa uma mudança importante para o serviço, que deixa de ser apenas uma página acessível pelo navegador para se tornar um assistente de investimentos de bolso. O app chega primeiro para Android, mas uma versão para iPhone deve ser lançada até o fim do ano.

Como a IA do Google Finanças analisa investimentos?

Tela do app do Google Finanças mostrando “Edit portfolio” e “Edit investments” com opções para adicionar, alterar e excluir investimentos
App reúne cotações, notícias e carteira de investimentos em um só lugar (imagem: Gabriel Sérvio/Tecnoblog)

Na seção de portfólios, os usuários agora podem visualizar o desempenho geral e a alocação de todos os ativos em um único painel. Outro destaque fica para a simplificação na importação de dados. O investidor pode adicionar seu histórico financeiro enviando arquivos em PDF e CSV, fazendo o upload de capturas de tela ou apenas descrevendo os ativos em texto simples, deixando que a IA entenda e organize as informações automaticamente.

Com a carteira estruturada, uma nova ferramenta de pesquisa permite fazer consultas em linguagem natural. Além disso, o serviço introduz os “momentos-chave”, pequenos resumos gerados por IA que explicam os motivos por trás de variações bruscas no preço de uma ação. O objetivo seria facilitar a compreensão do contexto por trás de altas ou quedas repentinas de um papel.

Resumos automatizados

A atualização também incorpora a criação de relatórios periódicos. O usuário pode instruir a IA a entregar levantamentos específicos, como um resumo diário pré-mercado sobre movimentações da noite anterior nas principais criptomoedas. Ao final do processamento, uma notificação com as informações é enviada.

O software deve receber novos recursos nos próximos meses, incluindo suporte a transmissões ao vivo de balanços financeiros.

Google lança app com IA para administrar investimentos

(imagem: reprodução)

Motorola Edge 60 Fusion despenca metade do preço em promoção histórica

26 de Junho de 2026, 12:54

Prós
  • Câmera wide Sony de 50 MP
  • Bateria ampla de 5.200 mAh
  • Moto AI desde o lançamento
  • Certificações IP68 e IP69
Contras
  • Apenas três anos de atualizações
  • Sem lente teleobjetiva
PIX Cupom
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O Edge 60 Fusion de 256 GB está saindo por R$ 1.505 no Pix com cupom OFERTAPARAVC no Mercado Livre. O celular custo-benefício da Motorola com câmera Sony de 50 MP, tela POLED de 120 Hz e até 16 GB de RAM atinge menor preço histórico com desconto de 50% sobre o original de R$ 2.999.

Motorola Edge 60 Fusion traz tela de 120 Hz e câmera Sony de 50 MP

Smartphone Motorola Edge 60 Fusion visto de frente com a tela ligada, exibindo ícones de aplicativos organizados sobre um fundo gradiente.
Edge 60 Fusion possui tela POLED de 120 Hz (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

O Edge 60 Fusion é um celular com bom custo-benefício, equipado com uma tela POLED de 6,67″ com taxa de 120 Hz e brilho de até 4.500 nits, que permite reproduzir imagens com alta fluidez e qualidade de cores, além de oferecer visibilidade em qualquer ambiente. O vidro Gorilla Glass 7i protege-a contra arranhões e pancadas.

Seu chip MediaTek Dimensity 7300 e os até 16 GB de RAM via RAM boost permitem rodar apps exigentes e algumas funções do Moto AI. Os 256 GB de armazenamento entregam espaço adequado para guardar vídeos e arquivos.

O kit traseiro de câmeras inclui uma wide que utiliza o sensor Sony Lytia 700C de 50 MP com OIS capaz de anular fotos tremidas e ultrawide de 13 MP para cenas com grandes ângulos. Além delas, a lente frontal de 32 MP tira selfies de altíssima qualidade. Todas filmam em 4K.

Smartphone Motorola Edge 60 Fusion na cor rosa caindo na água, destacando sua resistência à água, com um cenário de pedras e natureza ao fundo.
Edge 60 Fusion traz certificações militar MIL-STD-810H e IP68/IP69 (imagem: divulgação)

O corpo do Edge 60 Fusion conta com as certificações militar MIL-STD-810H e IP68/IP69 para alta durabilidade em diversos cenários extremos, como mergulhos acidentais, ambientes com muita poeira e altas temperaturas.

Sua bateria de 5.200 mAh suporta carregamento de até 68 W via USB-C, que segundo a fabricante, injeta carga para um dia inteiro em apenas 9 minutos. Assim, o usuário economiza no tempo de recarga e não fica na mão durante a correria do dia a dia.

O Edge 60 Fusion de 256 GB (R$ 1.505 no Pix com cupom OFERTAPARAVC), que será atualizado até o Android 19, traz conectividade 5G, Wi-Fi 6, Bluetooth 5.4 e NFC. Não perca essa oferta histórica pela metade do preço e leve o celular custo-benefício da Motorola para casa.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Motorola Edge 60 Fusion despenca metade do preço em promoção histórica

OpenAI deve adiar o GPT-5.6 após pedido de Donald Trump

26 de Junho de 2026, 11:49
ilustração sobre são Sam Altman, CEO da OpenAI
Sam Altman, CEO da OpenAI, precisou alterar os planos da empresa (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O governo dos Estados Unidos solicitou que a OpenAI adiasse o lançamento do GPT-5.6.
  • Segundo o The Information, a gestão Trump também pediu que o acesso inicial fosse restrito a um grupo seleto de clientes corporativos aprovados.
  • A OpenAI não terá autonomia para decidir quais parceiros comerciais poderão utilizar o GPT-5.6, cabendo ao governo americano avaliar e aprovar.

A OpenAI deve alterar o cronograma de lançamento do seu próximo grande modelo de linguagem, o GPT-5.6. Segundo o site The Information, o CEO Sam Altman comunicou aos funcionários que a nova versão da IA não será liberada para o público geral de imediato, chegando ao mercado apenas em versão prévia e muito restrita para clientes corporativos. A mudança atende a uma solicitação do governo de Donald Trump.

O presidente dos Estados Unidos teria demonstrado receio em relação a riscos de segurança nacional envolvendo as novas capacidades da inteligência artificial. De acordo com o site, o governo solicitou que a OpenAI alterasse a distribuição do produto para garantir um controle mais rígido.

O objetivo seria acompanhar a disseminação do modelo de perto antes de autorizar um lançamento comercial em larga escala.

Como vai funcionar o acesso ao novo modelo da OpenAI?

Para a maioria dos usuários finais e empresas interessadas, o GPT-5.6 deve permanecer totalmente inacessível neste primeiro momento. As informações até aqui indicam que o acesso inicial à tecnologia será concedido exclusivamente a um grupo reduzido de clientes corporativos, funcionando como uma fase de testes fechada.

No entanto, o fator que mais chama a atenção na dinâmica deste lançamento é a perda de autonomia da própria criadora sobre a distribuição. Durante reunião corporativa, Altman teria esclarecido que a OpenAI não terá a palavra final sobre quais parceiros comerciais poderão utilizar a ferramenta. Conforme apurado pelo The Verge, caberá ao próprio governo americano avaliar e aprovar cada acesso em um formato rigoroso de liberação.

Tela do ChatGPT
Governo americano vai ditar quem pode usar o GPT-5.6 (imagem: Unsplash/Jonathan Kemper)

Restrição foi mais rígida com a Anthropic

Apesar da intervenção direta do Estado, o cenário em que a empresa de Sam Altman se encontra ainda é mais favorável que sua principal concorrente. No início de junho, a Anthropic, desenvolvedora da família de modelos Claude, recebeu um ultimato da administração Trump.

Os Estados Unidos exigiram a suspensão total do acesso aos novos sistemas Mythos 5 e Fable 5 para cidadãos estrangeiros. A sanção proíbe que pessoas que não tenham nascido nos EUA acessem a tecnologia de ponta da companhia, inclusive estrangeiros que vivem dentro do país.

Essa sequência de decisões recentes gerou um estado de alerta e insegurança em toda a indústria. Executivos e investidores consideram a abordagem atual autoritária, apontando um choque com as promessas iniciais do próprio governo.

Anteriormente, a gestão Trump defendeu que “velocidade é tudo” no desenvolvimento da IA, prometendo incentivar um programa de exportação agressivo. Na prática, as preocupações de segurança nacional estão atrasando o mercado que a própria Casa Branca prometeu acelerar.

OpenAI deve adiar o GPT-5.6 após pedido de Donald Trump

Sam Altman, CEO da OpenAI, foi responsável por popularizar a IA generativa (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

(Imagem: Unsplash/Jonathan Kemper)

Motorola Edge 70 Pro surge em oferta imbatível no Mercado Livre com 40% OFF

26 de Junho de 2026, 11:27

Prós
  • Quatro câmeras de 50 MP
  • Bateria de 6.500 mAh
  • Tela Extreme AMOLED de 5.200 nits
  • Taxa de atualização de 144 Hz
Contras
  • Inferior ao Signature
  • Só 3 anos de atualizações OS
PIX Cupom
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O Edge 70 Pro de 256 GB está saindo por R$ 2.691 no Pix com cupom OFERTAPARAVC no Mercado Livre. O celular mid-premium da Motorola com tela AMOLED de 144 Hz e todas as câmeras de 50 MP atinge o melhor preço desde o lançamento, com desconto de 40% sobre o preço original de R$ 4.499.

Motorola Edge 70 Pro tem tela de 144 Hz e câmeras de 50 MP

Motorola Edge 70 Pro (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Câmeras do Motorola Edge 70 Pro são todas de 50 MP (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

O kit do Edge 70 Pro inclui apenas câmeras de 50 MP, com uma wide com OIS e uma ultrawide que captam belas cenas com grande ângulo, uma telefoto telescópica com zoom óptico de 3,5x para aproximações de qualidade, e uma frontal que tira ótimas selfies. Todas gravam vídeos em 4K, com as traseiras suportando 120 fps.

Sua tela Extreme AMOLED de 6,78″ com taxa de 144 Hz, brilho de até 5.200 nits e suporte a HDR10+ reproduz imagens e vídeos com grande qualidade de cor, contraste, alta fluidez e visibilidade. O vidro Gorilla Glass 7i protege-a contra acidentes diversos.

O chip Mediatek Dimensity 8500 Extreme e os até 24 GB de RAM via RAM Boost permitem executar apps pesados e soluções do Moto AI com tranquilidade. Os 256 GB de armazenamento disponibilizam espaço razoável para guardar fotos e vídeos.

Motorola Edge 70 Pro (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Edge 70 Pro possui certificações militar MIL-STD-810H e IP68/IP69 (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

O corpo do Edge 70 Pro possui certificações militar MIL-STD-810H e IP68/IP69, que garantem a durabilidade mesmo nos cenários mais extremos, como poeira intensa, mergulhos acidentais e altas temperaturas.

Sua bateria de 6.500 mAh resiste até 49 horas de uso segundo a fabricante, e o carregamento ultrarrápido de 90 W permite a injeção de uma carga para um dia de uso em apenas 9 minutos, recurso ideal para quem tem uma agenda corrida e precisa de cargas rápidas e duradouras.

O Motorola Edge 70 Pro de 256 GB (R$ 2.691 no Pix com cupom OFERTAPARAVC), que roda Android 16 e deve receber três anos de atualizações do Android, tem conectividade 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 5.4 e NFC.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Motorola Edge 70 Pro surge em oferta imbatível no Mercado Livre com 40% OFF

Review do Xiaomi 17T: câmera que enxerga mais longe

25 de Junho de 2026, 18:00
Close-up na câmera traseira do Xiaomi 17T
Xiaomi 17T traz boas especificações, mas preço de lançamento está “salgado” (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

O Xiaomi 17T renovou a linha T da Xiaomi em 2026, e chega ao Brasil para suceder o Xiaomi 15T na categoria de celulares intermediário-premium. As câmeras são o principal destaque do produto, incluindo uma lente teleobjetiva de 5x para registrar fotos à distância.

E isso não é tudo: o smartphone também tem desempenho avançado e bateria com capacidade para aguentar mais de um dia fora das tomadas.

Mas será que as mudanças justificam o preço de lançamento de R$ 8.699,99? Eu usei o Xiaomi 17T por 10 dias e conto todos os detalhes da experiência a seguir.


Prós
  • Bordas em alumínio
  • Desempenho avançado
  • Tela AMOLED de 6,59″ com 120 Hz
  • Ótimo kit de câmeras
  • Bateria de 6.500 mAh
Contras
  • Desequilíbrio no sistema de som
  • Não suporta carregamento sem fio
  • Carregamento rápido limitado a 67 W
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Assista ao Review do Xiaomi 17T no YouTube

Aviso de Ética

O Tecnoblog é um veículo jornalístico independente que ajuda as pessoas a tomarem sua próxima decisão de compra desde 2005. Nossas análises não têm intenção publicitária, por isso ressaltam os pontos positivos e negativos de cada produto. Nenhuma empresa pagou, revisou ou teve acesso antecipado a este conteúdo.
O Xiaomi 17T foi cedido por empréstimo pela Xiaomi e será devolvido após os testes. Para mais informações, acesse a nossa Política Editorial.

O que vem na caixa do Xiaomi 17T?

Quem comprar um Xiaomi 17T vai receber o celular, um cabo USB-C para USB-A, um carregador de 67 W com tecnologia de carregamento rápido HyperCharge, manuais (um guia rápido e outro documento de garantia do aparelho) e uma chave para slot SIM.

A caixa também inclui uma capinha cinza para você proteger o smartphone logo após o unboxing. O acessório costuma acompanhar celulares da Xiaomi, mas trata-se de um diferencial visto que nem todas as fabricantes oferecem a capa no kit.

Ilustração do celular, manuais, capinha, fonte, cabo e chave para slot SIM do Xiaomi 17T
Caixa do Xiaomi 17T vem com todos os acessórios necessários para uso (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Design reforçado e mais compacto

A Xiaomi decidiu manter grande parte do design visto no Xiaomi 15T. Ainda assim, podemos observar pequenas mudanças que elevaram o visual do Xiaomi 17T a um aspecto mais premium.

O celular está ligeiramente menor que seu antecessor (5,6 mm a menos de altura e 2,8 mm mais estreito), mas ficou 0,67 mm mais grosso e seis gramas mais pesado. Com isso, chegamos às seguintes dimensões:

  • 157,6 mm (altura) x 75,2 mm (largura) x 8,17 mm (espessura)
  • 200 gramas

Trata-se de um bom tamanho, nem muito grande e nem tão compacto assim. O peso também está dentro dos padrões da indústria e não tive problemas ao segurar o smartphone ou ao carregá-lo no bolso.

Imagem do Xiaomi 17T ao lado de uma régua
Xiaomi diminuiu ligeiramente a largura e altura do Xiaomi 17T (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

As molduras agora têm composição em alumínio e reforçam a construção geral do aparelho, com design reto nas laterais e cantos arredondados, sob um tom fosco. O aspecto fosco também é visto na traseira lisa composta por fibra de vidro.

Borda inferior do Xiaomi 17T
Xiaomi 17T agora conta com bordas em alumínio para um aspecto mais premium (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

A traseira do celular também inclui um frame de alumínio que abriga o kit da câmera principal, e o sensor de flash está localizado ao lado desse módulo. Já a câmera de selfie é perfurada na tela em formato circular, sem entalhes.

Câmera traseira do Xiaomi 17T 2
Moldura de alumínio abriga as lentes da câmera traseira do Xiaomi 17T (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Importante destacar que o Xiaomi 17T tem proteção IP68 contra água e poeira, e suporta submersão em água doce com profundidade máxima de 1,5 metro por até 30 minutos. No teste prático, o smartphone continuou funcionando normalmente após ficar debaixo d’água.

E sobre as cores, vale um adendo: a versão global do celular foi lançada nas cores preto (modelo que recebi), azul, violeta e branco opala. Mas até o momento, a loja da Xiaomi no Brasil só está disponibilizando as versões em preto ou azul.

Tela com cores vivas e proteções aos olhos

O display do Xiaomi 17T também foi reduzido, acompanhando a diminuição de tamanho do corpo do aparelho. O celular tem tela AMOLED de 6,59″ — 0,24 polegada a menos que o Xiaomi 15T. A mudança, no entanto, não impactou no uso diário.

Frontal do Xiaomi17T
Tela do Xiaomi 17T está menor que a do Xiaomi 15T (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

O pico de brilho de 3.500 nits oferece boa visibilidade em ambientes escuros ou sob luz solar direta. Inclusive, achei que o ajuste automático funcionou bem ao adaptar os níveis de brilho de acordo com a iluminação.

A tela do smartphone entrega cores vivas e o suporte às tecnologias HDR10+ e Dolby Vision funcionam bem ao otimizar contraste e cores. A taxa de atualização de até 120 Hz também trouxe mais fluidez aos conteúdos, especialmente em streaming e jogatinas.

Xiaomi 17T reproduzindo um vídeo
Tela AMOLED do Xiaomi 17T reproduz cores bem definidas (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

O leitor de impressão digital fica na parte inferior da tela, e chega com tecnologia Wet Touch para melhorar a resposta ao toque mesmo com água, óleo ou espuma sobre o display. Tive dificuldade em fazer a leitura em raros momentos, mas uma limpeza rápida na camiseta solucionou o problema.

Também preciso destacar as proteções encontradas na tela do Xiaomi 17T. O display chega com Corning Gorilla Glass 7i para mais resistência contra quedas e arranhões. E para ainda mais segurança, a Xiaomi envia o celular com uma película pré-aplicada.

Película pré-aplicada do Xiaomi 17T
Película pré-aplicada garante proteção à tela do Xiaomi 17T logo de cara (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

A tela também incorpora o Xiaomi Vision Care, que é uma estrutura de reforço à proteção ocular, desenvolvida com base em metodologias de pesquisa e especialistas médicos. São quatro certificações ao todo:

  • Certificação TÜV Rheinland Low Blue Light
  • Certificação TÜV Rheinland Flicker Free
  • Certificação TÜV Rheinland Circadian Friendly
  • Certificação TÜV Rheinland Intelligent Eye Care

Talvez seja difícil perceber toda essa proteção no dia a dia. Mas qualquer diferencial em benefício da saúde vale a pena, ainda mais se você é um usuário assíduo de smartphone.

Sistema de áudio deixa a desejar

O Xiaomi 17T conta com dois alto-falantes estéreo para a reprodução de áudios: um localizado na borda inferior e outro na abertura auricular usada para atender a chamadas ao pé do ouvido.

No entanto, senti que a falta de um alto-falante na borda superior do aparelho trouxe um desequilíbrio no som, que apresentou uma experiência “seca” e abafado.

Para analisar mais a fundo, coloquei o Xiaomi 17T ao lado do meu Poco F3 lado a lado, com ambos reproduzindo a mesma música. Curiosamente, meu fiel companheiro lançado em 2021 e com alto-falantes na borda superior conseguiu reproduzir um som bem mais encorpado.

Música tocando no Spotify em um Xiaomi 17T
Som do Xiaomi 17T não será a melhor opção para o churrasco da família (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Outro ponto negativo a ser citado foi um ruído de fundo na reprodução de músicas em níveis de volume próximos a 70%. O chiado ficou ainda mais intenso no modo de Som imersivo (que também aumenta o nível de potência sonoro). Por isso, eu recomendo dosar ou mesmo desativar a função em volumes mais altos.

Os médios e agudos são razoáveis (ligeiramente estridentes em algumas reproduções), e os graves são mais discretos. Ainda assim, vale citar que o Xiaomi 17T chega com suporte ao Dolby Atmos e tecnologia Hi-Res Audio para áudios mais imersivos e fiéis.

Câmeras para fotos de perto ou de longe

Se o áudio do Xiaomi 17T deixa a desejar, as câmeras dão um show à parte. Não há grandes mudanças em termos de quantidade, mas o que foi otimizado conseguiu elevar o patamar da linha T.

As especificações são:

  • Lente grande-angular: 50 MP, f/1.7, 23mm, 1/1.55″, 1.0µm, PDAF, OIS
  • Lente ultrawide: 12 MP, f/2.2, 15mm, 1/3.06″, 1.12µm
  • Lente teleobjetiva: 50 MP, f/3.0, 115mm, 1/2.76″, 0.64µm, PDAF, OIS, zoom óptico de 5x e AI Ultra Zoom de até 120x
  • Câmera de selfie: 32 MP, f/2.2, 21mm, 1/3.42″, 0.64µm

No kit triplo de lentes traseiras, a Xiaomi optou por manter as especificações da lente grande-angular e ultra-angular vistas no modelo antecessor. Mas a grande mudança está na teleobjetiva, que agora tem zoom óptico de 5x e consegue capturar objetos mais distantes.

O sensor da câmera de selfie também está ligeiramente maior, permitindo mais captação de luz para imagens mais limpas (principalmente em ambientes com pouca iluminação) e com menos ruídos.

Selfie com o Xiaomi 17T
Selfie tirada com a câmera frontal (50 MP, f/2.2) do Xiaomi 17T (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Nos testes, o Xiaomi 17T conseguiu fazer ótimas fotos com a grande-angular e a ultrawide. As cores são equilibradas e vivas, com boa nitidez e detalhes de texturas. O pós-processamento de imagem também se mostrou eficaz, sem estourar os realces nas fotos.

O efeito bokeh do modo retrato também é agradável, com boa dosagem nos desfoques. Além disso, a estabilização óptica de imagem (OIS) da grande-angular e teleobjetiva dá mais firmeza na hora das capturas e evita tremedeiras.

Foto com a teleobjetiva 5x do Xiaomi 17T
Foto tirada com a Foto com a teleobjetiva 5x (50 MP, f/3.0) do Xiaomi 17T (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
Captura ultrawide realizada com o Xiaomi 17T
Captura com a lente ultrawide (12 MP, f/2.2) realizada com o Xiaomi 17T(Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

É claro que a lente teleobjetiva merece um destaque à parte. Com o zoom óptico nativo de 5x, consegui registrar paisagens e objetos bem distantes com nitidez impressionante e detalhes expressivos. Quem vê somente a foto final talvez não consiga dizer que estava a 100 metros (ou mais) de distância da cena.

O zoom óptico de qualidade 10x — reforçando que não é um zoom óptico nativo de 10x — também merece uma menção honrosa. Ele deixa as cores mais saturadas que o normal, mas consegue preservar texturas e outros detalhes.

Em contrapartida, o zoom digital de até 120x (assistido por inteligência artificial) ficou bem abaixo do esperado. Nem mesmo a estabilização óptica de imagem conseguiu deixar as capturas mais estáveis, e as fotos ficaram bastante pixeladas.

Foto de um passarinho em um galho com a teleobjetiva 5x do Xiaomi 17T
Passarinho na árvore registrado com a teleobjetiva 5x do Xiaomi 17T (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
Capturas com a grande-angular em 1x do Xiaomi 17T
Fotos tiradas com a grande-angular (modo 1x) do Xiaomi 17T (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
Capturas no modo 10x com a teleobjetiva do Xiaomi 17T
Fotos tiradas com a teleobjetiva (modo 10x) do Xiaomi 17T(Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Os registros noturnos também se saíram bem, mas as capturas com a teleobjetiva apresentaram leves ruídos. Um ponto positivo é que a câmera de selfie consegue detectar a luz ambiente e ativa automaticamente um preenchimento de luz ao abrir a câmera de noite.

Foto noturna com o Xiaomi 17T
Foto noturna com a grande-angular do Xiaomi 17T (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Nas filmagens, as gravações se mantiveram estáveis, com boa fluidez e cores vivas. Mas infelizmente não há suporte para filmagens em 8K: a câmera traseira é limitada a gravações em 4K a 60 fps, enquanto a frontal pode gravar em até 4K a 30 fps.

Foto tirada com o modo Leica Live Moments
Leica Live Moments permite escolher o frame certo para a foto (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Uma novidade bem-vinda foi o recurso Leica Live Moments, que transforma as fotos em pequenos vídeos para que você escolha o frame ideal. A função é bastante similar ao Live Photos do iPhone, e é indicada principalmente para capturas em movimento.

E não menos importante, é preciso reforçar que o Xiaomi 17T consegue fazer fotos no modo macro, a partir da teleobjetiva. Algumas fotos saíram boas, mas em outras, foi difícil focar o objeto em destaque e o efeito bokeh acabou invadindo a área de foco.

Foto no modo Macro com o Xiaomi 17T
Captura no modo macro com a teleobjetiva do Xiaomi 17T (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Bom desempenho em jogos e multitarefas

O desempenho do Xiaomi 17T também é sólido. Para isso, o celular combina o processador MediaTek Dimensity 8500-Ultra (4 nm) com a GPU Mali-G720 MC8 e 12 GB de memória RAM LPDDR5X. A versão testada também era equipada com 512 GB de armazenamento no padrão UFS 4.1.

Tela do Xiaomi 17T no CPU-Z
Especificações do Xiaomi 17T no app CPU-Z (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

O System-on-a-Chip (SoC) é o mesmo visto no Poco X8 Pro — que já foi analisado pelo Tecnoblog. Ele consegue lidar tranquilamente com tarefas mais leves (como navegação nas redes sociais) ou mais pesadas, a exemplo de edições e jogos.

Aliás, não notei travamentos durante o uso mesmo com diversas aplicações abertas simultaneamente. O processador também suportou jogos como Genshin Impact e Call of Duty: Mobile com gráficos no máximo e taxa de atualização em 120 Hz, sem maiores problemas.

Jogando CoD com o Xiaomi 17T
Gameplay de Call of Duty: Mobile foi lisa no Xiaomi 17T (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Para ilustrar o desempenho observado em números, fizemos testes de CPU e GPU com o Geekbench 6. E os resultados foram:

  • 1.725 pontos no single-core
  • 6.722 pontos em multi-core
  • 14.863 pontos no teste Vulkan

Os números equiparam o Xiaomi 17T a níveis próximos do Galaxy S23 (1.870 pontos de single-core) e Galaxy S24 Ultra (15.085 pontos no teste Vulkan) em CPU e GPU, respectivamente.

Xiaomi 17T no Geekbench 6
Pontuações do Xiaomi 17T nos testes com o Geekbench 6 (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Outro ponto positivo foi a estabilidade da temperatura em tarefas intensivas. E isso pode ser fruto do sistema de resfriamento Xiaomi 3D IceLoop que, aliado ao gel de alta condutividade térmica, promete resfriamento eficaz sem comprometer a performance.

Sistemas e recursos: por que tantos apps, Xiaomi?

O smartphone roda sob o sistema operacional HyperOS 3, baseado no Android 16. Ele é simples e bem intuitivo. Logo, você não vai levar muito tempo para se adaptar caso esteja acostumado com o Android puro ou interfaces de outras marcas, como a One UI, por exemplo.

Ainda nesse tema, a Xiaomi prometeu atualizações para quatro gerações do Android e seis anos de update para segurança.

Xiaomi 17T roda no sistema da Xiaomi baseado em Android (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Assim como os concorrentes de mercado, o Xiaomi 17T chega com diversos recursos de inteligência artificial, agrupados no ecossistema Xiaomi HyperAI.

Os resultados de tradução e edição de imagens foram eficazes, mostrando que a Xiaomi também está de olho em avanços dos recursos de IA. Fora isso, você também pode traduzir e otimizar textos e até mesmo melhorar esboços de desenho em poucos toques na tela.

O celular ainda traz suporte para o Hyper Island (similar ao Dynamic Island do iPhone), um widget interativo que expande ao redor da câmera de selfie. A função facilita a visualização de notificações e comandos rápidos (como trocar de música), sendo uma função útil no dia a dia.

HyperIsland no Xiaomi 17T
Hyper Island traz dinamismo às notificações e habilita comandos rápidos com um toque (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Mas como padrão dos smartphones da marca, a quantidade de aplicativos pré-instalados pode incomodar a experiência no Xiaomi 17T. É claro que gerenciar os apps desejados vai solucionar isso, mas a marca talvez deveria considerar um sistema mais limpo desde o começo.

Bateria que pode durar mais de um dia

Felizmente, a Xiaomi otimizou a bateria do mais novo membro da linha T: se o Xiaomi 15T trazia uma bateria de 5.500 mAh, o Xiaomi 17T é alimentado por uma bateria Si-C de 6.500 mAh. Em números frios, essa melhoria é traduzida em 1.000 mAh a mais de capacidade.

Na prática, essa otimização permitiu que a bateria durasse quase 48 horas — 46 horas, 26 minutos e seis segundos para ser mais exato.

Eu retirei o aparelho da tomada por volta das 23 horas de um sábado. No domingo e na segunda-feira, saí para fazer os testes com câmera, joguei, vi uns jogos da Copa, entrei nas redes sociais e só fui recarregar o celular de novo às 17h da segunda, quando a bateria estava em 1%.

Claro que não foi um uso intenso ininterrupto. Mas deu pra ver que a bateria do Xiaomi 17T pode aguentar tranquilamente a rotina do dia a dia longe das tomadas.

Tela mostrando o histórico de uso de bateria no Xiaomi 17T
Bateria do Xiaomi 17T suportou bem ao teste de autonomia (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Ainda falando sobre bateria, vale mencionar que o celular suporta carregamento rápido de até 67 W (com tecnologia Hyper Charge) e levou 55 minutos para uma recarga de 1% a 100%.

Não que seja uma limitação baixa de potência, mas outros celulares da marca suportam recargas de 90 W (como o Poco X7 Pro) e 100 W (a exemplo do Xiaomi 17). E eu esperava algo próximo a esses níveis de carregamento.

Outra má notícia é que o celular não suporta carregamento sem fio, recurso que chegou apenas à versão Pro. Em compensação, ele é compatível com carregamento reverso (cabeado) de até 22,5 W, e consegue recarregar outros dispositivos.

Conectividade com outros celulares ou PCs

O Xiaomi 17T é compatível com a tecnologia NFC, chips nano SIM ou eSIM, Bluetooth 6.0 e ainda traz sensor infravermelho. Ele também suporta 5G, Wi-Fi 6E, e vem com Wi-Fi Direct e tecnologia 2×2 MIMO para melhorar o envio e recebimento de dados.

O diferencial fica na conta do Xiaomi HyperConnect, que usa Wi-Fi e Bluetooth para conectar o Xiaomi 17T a dispositivos próximos. Com isso, você pode usar o celular para transmitir tela em outros aparelhos (incluindo iPhone e Mac), redirecionar chamadas e transferir arquivos.

Sistema de interconectividade do Xiaomi 17T
Interconectividade da Xiaomi facilita a conexão do Xiaomi 17T com outros dispositivos (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Uma função útil especialmente para quem usa vários aparelhos eletrônicos ao mesmo tempo e precisa de uma conexão facilitada entre eles.

Vale a pena comprar o Xiaomi 17T?

O Xiaomi 17T é um ótimo smartphone, com bom poder de processamento, câmeras avançadas, e bateria com capacidade para durar horas longe da tomada. Vale a pena comprar o celular, mas talvez não pelo preço de lançamento de R$ 8.699,99, que é considerado “salgado”.

Vale lembrar que o Xiaomi 15T chegou ao mercado brasileiro custando R$ 7.499,99, ou seja, R$ 1,2 mil a menos que o seu sucessor. Hoje, o 15T já pode ser encontrado entre R$ 4 mil e R$ 5 mil, uma faixa de preço em que o 17T se enquadra melhor.

Portanto, o cenário ideal seria aguardar até que os preços baixem um pouco mais. Se isso acontecer, o Xiaomi 17T certamente deve ser considerado, ainda mais se você preza por fotos de alta qualidade.

Frontal do Xiaomi 17T
Xiaomi 17T chegou ao Brasil com preço de lançamento de R$ 8.699,99 (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Se aguardar uma possível queda de preços não for uma opção, vale considerar o Poco X8 Pro. O smartphone tem câmeras inferiores, mas usa o mesmo processador Dimensity Ultra-8500 do 17T. E está custando bem menos, saindo por pouco mais de R$ 2 mil.

Outra alternativa é apostar no Galaxy S26 Ultra, o topo de linha da Samsung. Ele tem mais poder de processamento, conta com câmeras de altíssima qualidade, e custa cerca de R$ 8.800 (valor próximo ao preço de lançamento do Xiaomi 17T).

Por falar em preços, não deixe de acompanhar os Achados do TB diariamente para encontrar celulares ou outros dispositivos com as melhores ofertas. Quem sabe o Xiaomi 17T não aparece por lá?

Mas me diga você: o que achou do Xiaomi 17T? Gostou dos recursos ou sentiu falta de alguma função? Deixe sua opinião na Comunidade do Tecnoblog!

Review do Xiaomi 17T: câmera que enxerga mais longe

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Kit de câmeras Leica e desempenho avançado são alguns destaques do Xiaomi 17T, mas o sistema de áudio do celular deixa a desejar

Xiaomi 17T traz boas especificações, mas preço de lançamento está “salgado” (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

(Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

(Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

(Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

(Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

(Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

(Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

(Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

(Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

(Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

(Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

(Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

(Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

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(Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

(Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

(Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Microsoft aumenta preço do Xbox e encerra vendas do console de 2 TB

25 de Junho de 2026, 16:18
Imagem mostra múltiplos consoles Xbox Series S brancos e um Xbox Series X preto, juntamente com seus respectivos controles sem fio, dispostos sobre um fundo verde brilhante. O Xbox Series X preto está no centro, em destaque, com um controle preto ao lado. O logo da Xbox é visível em cada console e controle. Na parte inferior direita, está o logotipo do "Tecnoblog".
Xbox Series X/S vão ficar mais caros (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Microsoft anunciou um aumento global nos preços dos consoles Xbox, com reajustes de até US$ 150 a partir de agosto.
  • O Xbox Series S de 512 GB passará a custar US$ 499 e o Xbox Series X, com leitor de disco, sairá por US$ 799.
  • Empresa também descontinuará o modelo de 2 TB.

A Microsoft anunciou nesta quinta-feira (25/06) um novo aumento global nos preços dos consoles Xbox. O reajuste começa a valer em 1º de agosto, com um acréscimo de US$ 100 nos modelos de 512 GB de armazenamento e de US$ 150 nas versões de 1 TB.

Em conversão direta pela cotação atual, os reajustes equivalem a cerca de R$ 519 e R$ 779, respectivamente. A Microsoft, porém, ainda não confirmou os preços no Brasil, de modo que os valores servem apenas como referência.

Além do aumento, a empresa decidiu descontinuar o modelo de 2 TB. A mudança ocorre menos de um ano após o último reajuste nos Estados Unidos, feito em outubro de 2025.

Com o reajuste, os preços sugeridos dos consoles Xbox ficam assim nos Estados Unidos, segundo o The Verge:

  • Xbox Series S de 512 GB: US$ 499,99
  • Xbox Series S de 1TB: US$ 599,99
  • Xbox Series X digital, sem leitor de disco: US$ 749,99
  • Xbox Series X com leitor de disco: US$ 799,99

Em comunicado, a Microsoft afirmou que passou os últimos meses negociando com fornecedores para tentar evitar o repasse ao consumidor, mas decidiu reajustar os preços por causa da alta nos custos de componentes.

O anúncio também coincide com o lançamento da pré-venda do GTA 6. O jogo deve movimentar a busca por Xbox e PlayStation 5 no mercado, já que é exclusivo de consoles e ainda não tem data para chegar aos PCs.

Crise de componentes afeta o preço

ilustração sobre memória UFS
Crise de chips de memória é culpada, mais uma vez, pelo aumento de preços (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A principal justificativa da Microsoft está nos custos de memória e armazenamento usados nos consoles. Segundo a empresa, os preços desses componentes subiram mais de 2,5 vezes e podem dobrar novamente até o segundo semestre de 2027.

A razão é a mesma pela qual a Apple também confirmou um novo reajuste hoje, assim como é, possivelmente, o motivo do aumento de preço do PlayStation 5, feito em março.

A alta pesa especialmente nos videogames porque consoles costumam ser vendidos com margens menores do que outros eletrônicos. Em alguns casos, a fabricante aceita ganhar pouco — ou até perder dinheiro — no hardware para compensar depois com jogos, serviços e assinaturas.

Para reduzir o impacto do aumento, a Microsoft diz que vai oferecer opções de financiamento sem juros em varejistas parceiros, como a Amazon nos Estados Unidos. A empresa também manterá a venda de consoles seminovos certificados, com desconto de até US$ 100 em relação ao preço sugerido na Microsoft Store.

Hardware segue em queda

Xbox fez 25 anos em 2026, com o anúncio de um console comemorativo (imagem: reprodução/Xbox)

O reajuste chega em um momento já difícil para o Xbox no varejo. No terceiro trimestre fiscal de 2026, encerrado em março, a receita com venda de consoles caiu 33% na comparação anual, segundo o balanço da Microsoft. A queda seguiu um recuo de 29% no primeiro trimestre, e de 32% no segundo.

Além disso, a divisão de games também sentiu o impacto: a receita total de jogos caiu 7%, enquanto conteúdo e serviços do Xbox recuaram 5%. Ainda assim, o Game Pass recebeu um reajuste para baixo em abril, quando ficou 36% mais barato.

Microsoft aumenta preço do Xbox e encerra vendas do console de 2 TB

Xbox Series X + Series S (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Entenda a importância do Armazenamento UFS para os dispositivos móveis modernos (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Melhor iPad em 2026: qual modelo comprar?

25 de Junho de 2026, 14:29
Tablet Apple iPad mostrando a tela inicial com apps e widgets, em uma mesa com iluminação azul
iPad Air é o modelo intermediário da Apple (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)

Definir qual o melhor iPad exige analisar as especificações técnicas de cada versão. É importante verificar o modelo do processador (linhas A ou M), a compatibilidade com as versões do Apple Pencil e o suporte aos recursos de inteligência artificial da marca, fatores que determinam a vida útil do dispositivo.

  • Melhor escolha 1
    iPad Air (M4, 2026)
    Desempenho excepcional com chip M4 e 12 GB de RAM, tela Liquid Retina imersiva, conectividade Wi-Fi 7 e gravação em 4K.
  • 2
    iPad (A16) 128 GB
    Aproveite a tela generosa de 11 polegadas, design elegante e custo acessível.
  • 3
    iPad Pro (M5, 2025)
    Tela OLED de alto brilho, chip M5 para inteligência artificial, taxa de 120 Hz e conexão Thunderbolt 4.
  • 4
    iPad Mini (A17 Pro, 2024)
    Leve e potente, ideal para jogos e criatividade com Apple Pencil Pro e gravação em 4K.
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Se você precisa de um tablet para edição de vídeo, renderização ou projetos gráficos deve focar no iPad Pro. Já quem busca um aparelho para leitura, anotações de estudo e navegação pode achar o iPad 11 e o iPad Air ideais, pelo melhor custo-benefício.

A seguir, o Tecnoblog detalha os principais modelos de iPad do mercado, apresentando os prós e contras de cada um deles. Confira a lista antes de decidir qual atende às suas necessidades.

iPad Air (M4, 2026): melhor custo-benefício


Prós
  • Alto desempenho com chip M4
  • Tela Liquid Retina (11″ ou 13″)
  • Suporta Apple Pencil Pro e Magic Keyboard
  • Suporta Apple Intelligence
  • Suporta Stage Manager
  • Suporta monitor externo independente
  • Suporta monitor externo até 6K
  • Wi-Fi 7
Contras
  • Tela com taxa de atualização de 60 Hz
  • Sem tela OLED
  • Sistema de áudio inferior ao iPad Pro
  • Acessórios vendidos separadamente
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O iPad Air lançado em 2026 é a opção intermediária da Apple e tem o melhor custo-benefício em 2026. Equipado com o chip M4, o mesmo dos MacBook Air e iPad Pro anteriores, ele apresenta uma folga considerável de processamento em relação ao modelo de entrada (iPad 11).

Na prática, o hardware executa edições de vídeo e multitarefas pesadas sem travamentos, sendo ideal para estudantes e criadores de conteúdo.

O iPad Air tem opções de tela de 11 e 13 polegadas com tecnologia Liquid Retina, mantendo a taxa de atualização em 60 Hz, servindo como alternativa para quem precisa de potência sem pagar o preço da linha Pro.

iPad 11 (A16 Bionic, 2025): o menor preço


Prós
  • Tela grande (11″)
  • Design moderno
  • Suporta Magic Keyboard Folio
  • Câmera frontal boa para videochamadas
  • USB-C
  • Preço mais acessível
Contras
  • Tela de 60 Hz
  • Processamento mais modesto
  • Sem Apple Intelligence
  • Sem Apple Pencil Pro
  • Sem monitor externo independente (apenas espelhamento)
  • Sem Stage Manager
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O iPad 11 é um tablet de entrada da Apple lançado em 2025, indicado para quem busca uma opção com preço acessível. Seu destaque vai para a tela grande de 11 polegadas, confortável para leitura e escrita, e para o design moderno, com opções variadas de cores.

A compatibilidade com o Apple Pencil é limitada à primeira geração e ao Apple Pencil (USB-C) — ambos vendidos separadamente.

Além disso, o modelo traz um chip A16 Bionic, o mesmo presente nos iPhones 14 Pro, 14 Pro Max, 15 e 15 Plus, e por isso não é compatível com o Apple Intelligence, a suíte de IA da Apple. Ainda assim, o iPad 11 deve rodar de forma fluida aplicativos de redes sociais, streaming e produtividade.

iPad Pro (M5, 2025): para substituir o desktop


Prós
  • Tela Ultra Retina XDR OLED
  • 120 Hz ProMotion
  • Chip M5 focado em IA
  • Taxa de atualização até 120 Hz
  • Porta USB-C (Thunderbolt 4)
  • Compatível com Stage Manager
  • Monitor externo independente
  • Compatível com monitores até 6K
Contras
  • Preço mais alto
  • iPadOS limita o aproveitamento do hardware
  • Acessórios vendidos separadamente
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O iPad Pro (2025) é voltado ao público profissional, com o processador M5 — o chip mais potente da Apple. Ele é capaz de renderização 3D, edição de vídeo e desenvolvimento de software. Desse modo, o tablet pode funcionar como um substituto para o seu desktop.

Todos os modelos de Apple Pencil funcionam com o iPad Pro, e o dispositivo também é compatível com monitores externos 4K, 5K e 6K. Além disso, ao ativar o Stage Manager, é possível organizar a área de trabalho para lidar melhor com multitarefa.

Outro diferencial é a tela Ultra Retina XDR com tecnologia OLED e taxa de atualização ProMotion de 120 Hz, para máxima fidelidade visual.

iPad Mini (A17 Pro, 2024): para leitura e mobilidade


Prós
  • Design leve e portátil com tela de 8,3″
  • Bom desempenho em jogos com chip A17 Pro
  • Suporte ao Apple Intelligence
  • Compatibilidade com Apple Pencil Pro
Contras
  • Taxa de atualização fixa em 60 Hz
  • Sem suporte a teclados magnéticos oficiais
  • Sem Stage Manager
  • Sem monitor externo independente
  • Sem Magic Keyboard oficial
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O iPad Mini lançado em 2024 é a alternativa da Apple para quem busca portabilidade. O tablet é equipado com o chip A17 Pro, apresentado em 2023 na linha iPhone 15 Pro.

É um processador de geração anterior, mas que ainda apresenta desempenho acima do chip presente no modelo básico — além do suporte ao Apple Intelligence.

Sua tela Liquid Retina tem 8,3 polegadas, resolução de 2266 x 1488 pixels e 60 Hz de taxa de atualização. Ele não apresenta suporte ao teclado da Apple, então pode ser útil para consumo de mídia, leitura e reprodução de jogos.

Como escolher o melhor iPad em 2026?

A escolha do melhor iPad depende do seu orçamento e da forma como você pretende usar o tablet. Os principais pontos a se considerar são:

  • Processador: define o desempenho do iPad. Usuários comuns podem ficar satisfeitos com processadores da linha A, enquanto profissionais e consumidores mais exigentes devem optar por modelos com chip M.
  • Tela: modelos mais caros têm tela OLED, que oferece maior contraste e cores mais vivas; além disso, opte por um iPad com taxa de atualização de 120 Hz caso necessite de maior fluidez gráfica.
  • Acessórios compatíveis: para expandir a experiência de uso, verifique a compatibilidade do iPad desejado com acessórios oficiais, incluindo a geração do Apple Pencil, suporte ao Magic Keyboard e nível de compatibilidade com monitores externos.
  • Recursos: todos os iPads rodam o iPadOS, o sistema operacional da Apple para tablets, mas os recursos do sistema variam conforme o processador. Usuários avançados devem buscar suporte a funções como Stage Manager e ao Apple Intelligence.

Qual é a diferença entre o iPad e as versões Pro, Mini e Air?

As diferenças entre as linhas de iPad variam entre tela, processamento, acessórios compatíveis e recursos disponíveis, o que reflete do preço de cada produto.

  • iPad 11 – o iPad mais barato: indicado para quem deseja um tablet da Apple mais acessível para tarefas do dia a dia, como: navegar na internet, assistir a vídeos e séries, estudar, ler documentos e PDFs, utilizar aplicativos de produtividade. É a melhor opção para quem quer entrar no ecossistema da Apple sem pagar por recursos avançados.
  • iPad Air – o melhor custo-benefício: recomendado para usuários que precisam de mais potência para trabalho, estudos e criação de conteúdo. Ele traz bom desempenho e melhor experiência em multitarefa sem custar tanto como a linha Pro. É o modelo mais equilibrado da linha para a maioria dos usuários.
  • iPad Mini – foco em portabilidade: combina alto desempenho com um formato compacto. É um tablet é ideal para leitura de livros e PDFs, anotações rápidas, viagens, uso em deslocamentos, transporte em bolsas pequenas. Seu principal diferencial é a mobilidade, já que ocupa menos espaço e pesa menos que os demais modelos.
  • iPad Pro – máximo desempenho: o iPad Pro é o tablet mais avançado da Apple e atende usuários que precisam de recursos profissionais. Os destaques do modelo incluem: chip mais potente da linha, tela de alta qualidade, melhor suporte a acessórios, excelência para edição de vídeo e foto. Por outro lado, também é o iPad mais caro disponível no mercado.

Qual é o último iPad lançado?

O iPad Air com processador M4 foi o último modelo lançado pela Apple. O tablet foi anunciado no dia 2 de março de 2026 com preço sugerido de R$ 7.499, junto com o iPhone 17e.

Qual iPad suporta chip SIM?

Apenas os iPads Wi-Fi + Cellular têm suporte à rede móvel, exclusivamente por eSIM.

A Apple removeu completamente a entrada de chip físico em tablets lançados a partir de 2024. Ou seja, caso queira um modelo com entrada para chip SIM, terá que optar por um iPad lançado antes de 2024.

Qual iPad vem com caneta?

Nenhum. É necessário comprar o Apple Pencil separadamente para usar a caneta em um iPad.

Vale a pena comprar o Apple Pencil?

O Apple Pencil vale a pena para usuários que desejam usar o tablet como um caderno, para anotações. A versão de entrada (Apple Pencil com USB-C) tende a ser a mais vantajosa nesse caso, por custar menos.

Já profissionais encontram recursos avançados no Apple Pencil Pro, como detecção de aperto para abrir o menu de ferramentas, feedback tátil e maior precisão para desenhos com detecção de inclinação e pressão, além de pareamento e recarga magnéticos.

Melhor iPad em 2026: qual modelo comprar?

Preço de GTA 6 no Brasil é revelado: R$ 449

25 de Junho de 2026, 10:58
Edição física do jogo inclui apenas código de download (imagem: divulgação/Rockstar)
Resumo
  • A Rockstar Games anunciou que o jogo Grand Theft Auto VI (GTA 6) será lançado em 19 de novembro de 2026 para PlayStation 5 e Xbox Series X/S, com preço de R$ 449,90 para a edição padrão no Brasil.
  • A edição física do jogo não incluirá disco, mas sim um código de download para resgatar nas lojas virtuais da Sony e Microsoft, medida adotada para evitar vazamentos antecipados.
  • A Rockstar oferece uma edição Ultimate por R$ 549,90, com conteúdos adicionais como o Pacote Vintage Vice City e um mês de assinatura gratuita do serviço GTA Plus.

A Rockstar Games encerrou o mistério em torno do jogo mais aguardado do ano: Grand Theft Auto VI (GTA 6) será lançado globalmente no dia 19 de novembro de 2026 para PlayStation 5 e Xbox Series X/S. A edição padrão (Standard) chega ao Brasil custando R$ 449,90. O anúncio ocorreu na virada de terça para quarta-feira (24).

Um detalhe que chamou a atenção foi uma mudança na distribuição. O estúdio confirmou que as edições físicas de GTA 6 não incluirão a mídia em Blu-ray. Em vez do disco tradicional, os compradores encontrarão dentro do encarte um código impresso que deverá ser resgatado nas lojas virtuais da Sony e da Microsoft.

Para garantir que nenhum jogador seja prejudicado no dia da estreia, a distribuidora elaborou um calendário de entregas diferenciado. O envio das caixas de GTA 6 para o varejo e consumidores começará no dia 12 de novembro, uma semana antes do lançamento. Esse intervalo foi planejado para que os usuários realizem o pre-load (o download dos arquivos de instalação) com antecedência e iniciem a campanha assim que os servidores da Rockstar liberarem o acesso.

Por que a edição física não virá com disco?

A decisão foi tomada para impedir vazamentos antecipados. Uma ocorrência comum na indústria de games são lotes de cópias físicas que chegam aos estoques de lojistas semanas antes da data oficial de comercialização, permitindo que funcionários e clientes com acesso privilegiado joguem os títulos antes da hora e publiquem imagens não autorizadas na internet.

Ao atrelar o produto a um código digital que depende da validação de um servidor, a Rockstar Games elimina a possibilidade de o título ser executado antes de 19 de novembro. Por enquanto, a desenvolvedora não confirmou se pretende fabricar discos físicos após essa janela inicial de lançamento.

Rockstar adota embalagens sem mídia para evitar vazamentos (imagem: divulgação/Rockstar)

O que vem na edição mais cara de GTA 6?

A pré-venda oficial de GTA 6 já está valendo. Os consumidores que buscam o pacote completo têm à disposição a edição definitiva, batizada de Ultimate Edition, comercializada no Brasil por R$ 549,90 (US$ 99,99 nos Estados Unidos). O salto nos valores reflete uma tendência de encarecimento nos custos de desenvolvimento.

Para impulsionar as reservas nos meses que antecedem o lançamento, a Rockstar preparou incentivos para os compradores das duas edições, como o Pacote Vintage Vice City, com conteúdos clássicos do GTA: Vice City de 2002. As reservas incluem, ainda, um mês de assinatura gratuita do serviço GTA Plus. Já a Ultimate oferece vantagens extras desbloqueadas durante a progressão da história, como novos veículos, arsenal expandido, roupas, tatuagens e passe livre para lojas exclusivas no mapa.

Pré-venda garante itens nostálgicos do clássico GTA: Vice City (imagem: Gabriel Sérvio/Tecnoblog)

Cuidado com o falso GTA 6 para PC

Chegando mais de dez anos após GTA V e tendo passado por vários adiamentos, o título protagonizado pela dupla Jason e Lucia no estado fictício de Leonida, em Vice City, desponta como o maior lançamento do ano no mundo dos games. Por conta do alto volume de interesse, especialistas reforçam alertas de segurança.

Como GTA 6 foi confirmado primeiro para as plataformas PlayStation e Xbox, cibercriminosos estão explorando a desinformação com instaladores falsos de GTA 6 para PC distribuídos em fóruns e redes sociais. A isca contém malwares e potencial para roubar dados dos usuários. A recomendação é ignorar qualquer link de download paralelo e realizar a compra do jogo apenas por lojas oficiais.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Preço de GTA 6 no Brasil é revelado: R$ 449

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Rockstar Games revela preços da aguardada sequência e adota caixas com códigos de download para o maior lançamento do ano.

(imagem: Gabriel Sérvio/Tecnoblog)

TIM libera transferência de eSIM entre Android e iPhone

24 de Junho de 2026, 19:13
Mulher sentada com celular na mão, em destaque. Na tela aparece a marca da TIM.
TIM decreta fim do zero rating de redes sociais nos planos controle (Ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • A TIM liberou a transferência de eSIM entre Android e iPhone.
  • A operadora é a primeira da América do Sul a oferecer essa solução.
  • A função está disponível para iPhones (desde o iOS 16.5) e telefones da Motorola.

Trocou de celular? Não tem problema: a TIM liberou a ferramenta para transferir o eSIM entre Android e iPhone. Até agora, as operadoras brasileiras ofereciam opções mais limitadas, como de iPhone antigo para um novo, ou de Android velho para u mais moderno.

Nós avistamos a página oficial dedicada ao assunto. Em resposta exclusiva ao Tecnoblog, a TIM confirmou a novidade e explicou que ela dá mais autonomia para os consumidores. Ela é a primeira operadora da América do Sul com a tecnologia.

Por enquanto, a função está disponível para iPhones (de várias gerações, desde que tenham iOS 26.5) e telefones da Motorola, em ambos os sentidos de troca. A TIM utilizou o Entitlement Server como plataforma orquestradora para habilitar o uso, a partir de padrões determinados pela GSMA no Android, e uma especificação proprietária da Apple suportada pelos iPhones.

O processo leva poucos minutos. Os aparelhos precisam estar próximos e é exibido um PIN para confirmar a transferência. Ao contrário de outras prestadoras, não é preciso fazer biometria para concluir o procedimento.

A novidade envolve somente duas marcas de celular. A TIM nos explicou que outras fabricantes devem adotar a solução com o passar do tempo, mas nenhum prazo foi divulgado. O lançamento envolveu um trabalho conjunto de diferentes áreas, com os principais players globais de sistemas operacionais.

TIM libera transferência de eSIM entre Android e iPhone

TIM decreta fim do zero rating de redes sociais nos planos controle (Ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Melhor tablet Samsung: qual modelo comprar em 2026?

24 de Junho de 2026, 18:34
Imagem do tablet Samsung Tab S11
Galaxy Tab S11 está entre os melhores tablets da Samsung de 2026; confira a lista completa (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Ao escolher o melhor tablet Samsung, você deve considerar fatores como especificações de hardware, recursos de software, acessórios compatíveis e orçamento disponível.

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Se você quer um tablet apenas para tarefas básicas, pode focar em modelos de entrada ou intermediários, que trazem desempenho modesto, mas têm melhor relação custo-benefício. Já tablets topo de linha são indicados para atividades mais pesadas (como jogos e edição de vídeo) e costumam ser mais caros.

Neste guia, o Tecnoblog reúne oito opções de tablets da Samsung que valem a compra em 2026, dos mais baratos até as opções premium. Confira a lista seguir.

Galaxy Tab S10 FE: tablet Samsung com melhor custo-benefício


Prós
  • Tela grande de 10,9″ (90 Hz)
  • Bom desempenho para jogos
  • Carregamento rápido de 45 W
  • Certificação IP68
  • Entrada para microSD
  • Capa e caneta inclusas
  • Recursos de IA integrados
Contras
  • Tecnologia LCD inferior ao AMOLED
  • Sem suporte a NFC
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O Galaxy Tab S10 FE é um tablet com caneta e características premium, mas preço inferior aos modelos topo de linha. Ele usa o chip intermediário Exynos 1580, o mesmo presente no smartphone Galaxy A56, aliado a 8 GB de memória RAM.

Na prática, você poderá usá-lo para navegar as tarefas comuns do dia a dia sem travamentos, o que inclui: navegação em redes sociais, assistir a vídeos, ouvir música, fazer anotações, jogar títulos populares e manter múltiplos apps abertos em segundo plano.

A caneta S Pen, inclusa na caixa do produto, permite que você desenhe ou faça anotações na tela LCD de 10,9″ com taxa de atualização de 90 Hz. Além disso, o suporte a recursos de IA pode otimizar a produtividade em estudos ou trabalho.

Tanto o Galaxy Tab S10 FE quanto a S Pen têm proteção IP68 contra água e poeira, aguentando submersão de até 1,5 m em água doce por até 30 minutos.

Galaxy Tab A11 Plus: melhor tablet barato da Samsung


Prós
  • Tela grande (11″) com 90 Hz
  • Áudio estéreo com Dolby Atmos
  • Boa autonomia de bateria
  • Design em alumínio
  • Até 7 anos de atualizações do Android
  • Suporte ao Samsung DeX
  • Saída P2 para fone de ouvido
Contras
  • Tela TFT com contraste e brilho limitados
  • Engasga em edição de vídeo
  • Áudio peca nos graves
  • Câmeras básicas
  • Carregador de 15 W na caixa
  • Não é compatível com a S Pen
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O Galaxy Tab A11 Plus é um tablet intermediário que atende a tarefas menos exigentes. O processamento fica na conta do chipset MediaTek Dimensity 7300, aliado a 6 GB de RAM. Fora isso, temos 128 GB de memória interna (expansível via microSD).

Em nossa análise, o tablet se comportou bem em tarefas do dia a dia, sendo recomendado para streaming, estudos e apps de produtividade. Ele também consegue rodar jogos, mas não se sai bem em edições de vídeos.

A bateria de 7.040 mAh é outro destaque do Galaxy Tab A11 Plus, com autonomia para aguentar um dia inteiro longe das tomadas. E com suporte para até sete anos de atualização do Android, o tablet pode se tornar um bom companheiro no longo prazo.

Galaxy Tab S10 Lite: tablet premium com preço acessível


Prós
  • Caneta S Pen e capa inclusas
  • Tela de 10,9″ com 90 Hz
  • Bateria de 8.000 mAh
  • Suporte a recursos de IA
  • Atualizações até 2032
Contras
  • Painel LCD
  • Conectividade limitada a Wi-Fi
  • Câmeras inferiores às do Tab S10 FE
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O Galaxy Tab S10 Lite é um tablet voltado para estudantes, equipado com o chipset Exynos 1380 — uma versão menos potente do que o chip visto no Tab S10 FE. Há versões com 6 GB ou 8 GB de memória RAM, mas recomendamos escolher a opção com mais memória para evitar engasgos durante o uso.

O aparelho também traz suporte a ferramentas de IA (como Assistente de Caligrafia e Assistente Matemático) para melhorar a produtividade nos estudos com o uso da S Pen, que acompanha o tablet junto de uma capa.

E caso seja complicado usar as tomadas da escola, faculdade ou trabalho, saiba que o Galaxy Tab S10 Lite inclui uma bateria de 8.000 mAh com autonomia para até 16 horas de reprodução de vídeo antes de precisar de uma recarga.

Galaxy Tab A11: tablet básico para estudos


Prós
  • Atualizações até o Android 22
  • Tela de 90 Hz
  • Áudio com Dolby Atmos
  • Compatível com recursos de IA
Contras
  • Apenas 4 GB de RAM
  • Processamento básico
  • Sem suporte à S Pen
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O Galaxy Tab A11 é um tablet básico, com especificações inferiores às da versão Plus: processador MediaTek Helio G99, 4 GB de memória RAM e 64 GB de armazenamento interno (com expansão via cartão microSD de até 2 TB).

A performance limitada faz com que o tablet seja mais indicado para entretenimento (streaming de áudio e vídeo), navegação na web e leitura. Em compensação, ele apresenta tela de 8,7″ com taxa de atualização de 90 Hz e áudio com suporte ao Dolby Atmos.

Galaxy Tab S11: tablet poderoso para edição e jogos


Prós
  • Tela grande 14,6″ AMOLED Dinâmico 2X
  • Inclui capa-teclado e S Pen
  • Alto desempenho
  • Conectividade 5G
  • Bateria de 11.600 mAh
  • DeX com Modo Estendido
Contras
  • Carregador na caixa não é de 45 W
  • Sem conectividade a NFC
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O Galaxy Tab S11 é um tablet avançado, com design leve e fino. Ele tem uma tela grande de 11 polegadas, com tecnologia AMOLED Dinâmico 2X e taxa de atualização de 120 Hz para uma experiência visual mais fluida e imersiva.

As especificações incluem o System-on-a-Chip (SoC) Mediatek Dimensity 9400+, além de 12 GB de RAM e armazenamento máximo de 512 GB. A combinação desses hardwares resultam em um desempenho avançado, com poder suficiente para lidar com trabalho, estudo ou entretenimento (incluindo jogos e edições mais pesadas).

E a caixa do Galaxy Tab S11 também acompanha uma capa-teclado e a caneta S Pen com design renovado e latência mínima. Logo, o dispositivo também se torna uma ótima opção de compra para artistas e criadores.

Galaxy Tab S11 Ultra: um tablet para substituir seu notebook


Prós
  • Inclui S Pen e teclado com capa
  • Tela AMOLED dinâmica 2X de 14,6″
  • Desempenho de ponta
  • Bateria de 11.600 mAh
  • Sistema de câmera dupla na traseira
Contras
  • S Pen sem Bluetooth
  • Sem suporte a NFC
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O Galaxy Tab S11 Ultra é um tablet de categoria ultra-premium, que pode facilmente substituir um notebook. Ele é mais largo e mais alto que a versão padrão e, por isso, traz uma tela AMOLED Dinâmica 2X de 14,6″ e uma bateria robusta de 11.600 mAh.

O Tab S11 Ultra apresenta o mesmo processador MediaTek Dimensity 9400+ visto no Tab S11, mas oferece versões de até 16 GB de RAM e 1 TB de armazenamento, sendo ideal para quem deseja ainda mais desempenho em multitarefas e mais espaço para guardar os arquivos.

Em resumo: o Galaxy Tab S11 Ultra é um tablet potente, recomendado para qualquer tipo de uso (estudos, uso profissional, jogos ou edições). E quem comprar o dispositivo também receberá a caneta S Pen e capa-teclado para uma experiência ainda completa.

Como escolher o melhor tablet Samsung?

Antes de escolher o melhor tablet Samsung para comprar em 2026, faça uma análise inicial sobre suas necessidades e orçamento disponível. Em seguida, avalie:

  • Processador e memória RAM: um tablet para estudo básico e leitura pode ter configurações mais modestas, como RAM de 4 GB e chip mais básico; já modelos para jogos, edição ou multitarefa deve ter no mínimo 8 GB de RAM e um processador mais potente.
  • Tipo de Tela: tablets com tela OLED/AMOLED exibem melhores cores e contrastes, enquanto os modelos com display LCD devem exibir pretos acinzentados. Para designers, editores e usuários mais exigentes, um painel OLED pode ser essencial.
  • Bateria: se a sua ideia é passar muitas horas longe das tomadas, considere opções com bateria acima de 8.000 mAh.
  • Acessórios: tablets que trazem caneta e teclado podem ser a melhor opção para quem busca um dispositivo para estudar, aumentando a produtividade.

E vai uma dica: fique de olho nos Achados do TB para encontrar produtos no precinho.

Galaxy Tab S10 FE com app de edição de imagens aberto
Entender o perfil de uso é essencial para escolher um tablet mais compatível (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Qual é o melhor tablet Samsung com caneta?

O Galaxy Tab S11 Ultra é o melhor tablet com caneta da Samsung até o momento. Ele chega com o chip MediaTek Dimensity 9400+ e até 16 GB de RAM, podendo rodar desde as tarefas mais simples até as mais pesadas.

Vale a pena comprar o Galaxy Tab S6 Lite em 2026?

Não. O Galaxy Tab S6 Lite (2024) é um tablet intermediário, equipado pelo chip Exynos 1280 e 4 GB de RAM. Por conta das suas limitações de hardware, ele é indicado para tarefas mais básicas, como streaming e navegação na internet. Com o preço encontrado atualmente (R$1.500), é mais vantajoso considerar comprar Galaxy Tab A11+ ou Tab S10 Lite.

Melhor tablet Samsung: qual modelo comprar em 2026?

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Descubra qual é o melhor tablet Samsung para suas necessidades; lista reúne tablets básicos, intermediários e modelos topo de linha

Samsung promete que apps pesados rodam no tablet (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

OpenAI revela seu primeiro chip de IA: o Jalapeño

24 de Junho de 2026, 12:49
Sam Altman e Hock Tan em foto segurando o processador Jalapeño, com chip em destaque
Sam Altman, CEO da OpenAI, e Hock Tan, CEO da Broadcom (imagem: divulgação)
Resumo
  • OpenAI lançou o Jalapeño, seu primeiro chip de IA desenvolvido em parceria com a Broadcom.
  • O Jalapeño foca em melhorar a velocidade de resposta dos modelos de IA e promete maior estabilidade no serviço gratuito.
  • Chip foi desenvolvido em apenas nove meses, utilizando IA para acelerar o design e otimização.

A OpenAI e a gigante de semicondutores Broadcom anunciaram, nesta quarta-feira (24/06), o lançamento do Jalapeño, o primeiro processador de inteligência artificial desenhado do zero pela dona do ChatGPT.

Segundo o comunicado, ele é focado na fase de inferência de Grandes Modelos de Linguagem (LLMs) e promete derrubar os custos da companhia, aumentando a velocidade de resposta do chatbot.

Para entender o peso da novidade, basta entender o que é inferência: trata-se, basicamente, do momento em que a IA “trabalha” para responder em tempo real toda vez que você envia um prompt. O Jalapeño foi construído para otimizar essa etapa.

Chip prevê maior estabilidade no ChatGPT gratuito

O impacto principal deve ser sentido na fluidez da interação e no custo para manter plataformas como o próprio ChatGPT e o Codex funcionando. Na prática, a arquitetura do chip une o poder de processamento bruto a uma latência extremamente baixa. Isso significa respostas geradas de forma quase instantânea na tela do seu celular ou computador.

Amostras de engenharia do Jalapeño já estão em operação nos laboratórios da companhia. Os resultados preliminares apontam para uma performance por watt superior à que existe hoje como referência no mercado.

A meta é tornar a inteligência artificial financeiramente viável, reduzindo o consumo energético e o tempo de processamento. Com isso, a empresa consegue cobrar menos pelo uso dos seus serviços, ao mesmo tempo em que garante disponibilidade e estabilidade para usuários gratuitos durante picos de acesso.

“Ao projetarmos componentes da infraestrutura internamente, podemos oferecer maior eficiência e continuar impulsionando a IA para um acesso mais amplo”, destacou o presidente da OpenAI, Greg Brockman.

Imagem de um celular com o aplicativo ChatGpt
Chip proprietário promete ChatGPT mais rápido na versão gratuita (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Desenvolvimento recorde com ajuda da IA

Outro destaque do projeto é a agilidade. O ciclo completo de desenvolvimento do chip durou apenas nove meses. Na indústria de semicondutores, esse é considerado um dos prazos de elaboração mais curtos já registrados.

Essa velocidade recorde não aconteceu por acaso. A OpenAI utilizou os seus próprios modelos de inteligência artificial para acelerar partes complexas do design e otimização do processador.

A colaboração com a Broadcom, por sua vez, trouxe tecnologias de conectividade que permitem fluxo de altíssima velocidade entre milhares de chips interligados. A engrenagem de produção inclui ainda a empresa canadense Celestica, encarregada da montagem e integração dos sistemas.

O plano é que o Jalapeño comece a alimentar data centers já no fim de 2026, construídos em parceria com gigantes do setor, como a Microsoft.

OpenAI revela seu primeiro chip de IA: o Jalapeño

Sam Altman, CEO da OpenAI, e Hock Tan, CEO da Broadcom (imagem: divulgação)

É necessário ter um equilíbrio ao usar o ChatGPT e outros chatbots (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Oportunidade: Motorola Edge 70 Fusion sai com menor preço desde lançamento

24 de Junho de 2026, 12:49

Prós
  • Tela AMOLED de 6,78″ com 144 Hz
  • Câmera de 50 MP com OIS
  • RAM expansível para até 24 GB
  • IP68/IP69 e MIL-STD-810H
  • Bateria de 5.200 mAh
Contras
  • Sem câmera teleobjetiva
  • Não traz carregamento sem fio
  • Atualizações por somente 3 anos
PIX Cupom
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O Motorola Edge 70 Fusion (256 GB) lançado em março por R$ 2.999, já se encontra em oferta com 41% de desconto. O celular está disponível por R$ 1.779 no Pix com a adição do cupom OFERTAPARAVC no Mercado Livre, esse é o menor preço encontrado até então nas principais lojas varejistas.

Edge 70 Fusion: tela AMOLED de 144 Hz e bateria de 5.200 mAh

Motorola Edge 70 Fusion (esq.) e Fusion Plus (dir.) (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Motorola Edge 70 Fusion (a esquerda) foi lançado em cinco cores (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Um dos destaques é o painel, a ponto de obter especificações superiores ao ‘irmão’ mais avançado Edge 70. O display AMOLED de 6,78″ conta com HDR10+ e taxa de 144 Hz, proporcionando fluidez gráfica excelente. Além disso, atinge pico de 5.200 nits de brilho, um nível bastante elevado.

O Edge 70 Fusion possui bateria de 5.200 mAh, com promessa de autonomia extensa de até 39 horas de uso pela Motorola. Inclui na caixa um adaptador TurboPower de 68 W, que realiza carregamento rápido e apto para uso em um curto período; a fabricante fala em apenas dez minutos.

O sistema de câmeras leva a lente principal Sony Lytia 710 de 50 MP, também equipada no Edge 70. O sensor promete entregar fotografias ricas em detalhes, além de possuir estabilização óptica e cores validadas pela Pantone. As demais integradas são a ultrawide de 13 MP e frontal de 32 MP. Todo o conjunto tem a capacidade de gravação em 4K.

Motorola Edge 70 Fusion (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Edge 70 Fusion aposta em módulo de câmeras destacado na traseira (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

O dispositivo utiliza o chip Snapdragon 7s Gen 3 e 8 GB de RAM. A configuração não é a das mais avançadas, mas através do RAM Boost pode proporcionar um desempenho otimizado. Na prática, vai corresponder para a maioria das tarefas comuns no dia a dia, a exemplo de navegação em múltiplos apps sem travamentos.

O corpo com espessura de 7,2 mm combina diversas certificações, como a militar MIL-STD-810H, IP68 e IP69. Portanto, promete fornecer alta resistência a cenários que envolvam altas temperaturas, poeira e até jatos d’água de alta pressão.

Por fim, vem com Android 16 e promessa de três atualizações do sistema operacional. Adquira o Motorola Edge 70 Fusion nesta oferta pelo menor preço desde o lançamento, por R$ 1.779 no Pix com o cupom OFERTAPARAVC no Mercado Livre.

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Oportunidade: Motorola Edge 70 Fusion sai com menor preço desde lançamento

Motorola Edge 70 Fusion (esq.) e Fusion Plus (dir.) (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Motorola Edge 70 Fusion (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Galaxy A37 sai pelo menor preço desde lançamento com cupom no Mercado Livre

23 de Junho de 2026, 18:08
R$ 3.299,0048% OFF

Prós
  • Câmera principal de 50 MP
  • Proteção IP68
  • Tela Super AMOLED de 6,7″
  • Taxa de atualização de 120 Hz
  • Atualizações até o Android 22
Contras
  • Apenas 6 GB de RAM
  • Exynos 1480 um tanto limitado
  • Não suporta cartões microSD
PIX Cupom
10% OFF DISPONÍVEL NA PÁGINA R$ 1.708,91  Mercado Livre
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O Galaxy A37 (128 GB) lançado há poucos meses por R$ 3.599 já se encontra com 48% de desconto. A oferta encontrada no Mercado Livre registra o dispositivo por R$ 1.708 no Pix ao adicionar o cupom de 10% disponível na página.

O novo celular intermediário da Samsung com três câmeras traseiras e painel de 120 Hz sai pelo menor preço desde que foi lançado, não perca esta oportunidade.

Galaxy A37: tela Super AMOLED e câmera principal de 50 MP

O smartphone apresenta uma tela Super AMOLED de 6,7″ que reproduz cores mais intensas e contraste aprimorado, a ponto de entregar pretos mais profundos. Além disso, a taxa de 120 Hz proporciona fluidez gráfica adequada para consumo de vídeos e jogos, sem ‘atrasos’ nas transições de cenas. O visor atinge um pico de brilho de 1.900 nits.

O Galaxy A37 possui um sistema fotográfico triplo na traseira, além da câmera frontal de 12 MP capaz de gravar vídeos em 4K. O destaque fica para a lente principal com tamanho maior (1/1,56″) e estabilização óptica, que entrega ótimos resultados. Assim como o A36, permanece com os sensores ultrawide de 8 MP e macro de 5 MP.

O dispositivo apresenta o processador Exynos 1480 (fabricado em 4 nanômetros). O chip junto aos 6 GB de memória RAM gerencia tarefas simultâneas, mas tem os seus limites. O sistema Android 16 instalado de fábrica junto com a One UI 8.5 fornece alguns dos mais novos recursos da suíte Galaxy AI.

Pessoa segurando um smartphone Galaxy com tela inicial aberta, ao lado de embalagens de Galaxy A57 5G
Galaxy A37 utiliza Gorilla Glass Victus+ para proteção frontal (imagem: Ana Marques/Tecnoblog)

A certificação IP68 fornece uma grande durabilidade ao smartphone por assegurar resistência avançada contra poeira e água, com possibilidade de imersão. A bateria de 5.000 mAh somada ao suporte a carregamento de até 45 W, fornece carga para uso em poucos minutos. A Samsung promete até dois dias de autonomia, um período bem satisfatório.

O Galaxy A37 de 128 GB em oferta por R$ 1.708 no Pix ao adicionar o cupom de 10% disponível no Mercado Livre inclui 5G, Wi-Fi 6, Bluetooth 5.4 e NFC. Aproveite esta oferta com o menor preço desde o lançamento do celular da Samsung.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Galaxy A37 sai pelo menor preço desde lançamento com cupom no Mercado Livre

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Galaxy A37 (128 GB) aparece com 48% de desconto nesta oferta. Celular da Samsung traz tela Super AMOLED com 120 Hz, trio de câmeras traseiras e bateria de 5.000 mAh

Galaxy A37 (imagem: Ana Marques/Tecnoblog)

A Odisseia ganha audiolivro com voz clonada de Michael Caine

23 de Junho de 2026, 15:57
Fotografia do ator Michael Caine, um homem de cabelos brancos
Voz clonada do ator narra A Odisseia (imagem: divulgação/Fox Searchlight)
Resumo
  • ElevenLabs lançou um audiolivro gratuito de 13 horas de A Odisseia, narrado por uma réplica digital autorizada da voz do ator Michael Caine.
  • A voz sintética foi criada a partir de uma parceria comercial firmada entre Caine e a empresa no ano passado, e a produção levou seis semanas.
  • O audiolivro está disponível no aplicativo ElevenReader e inclui uma trilha sonora de fundo gerada sinteticamente.

A ElevenLabs lançou uma versão em audiolivro de A Odisseia, de Homero, narrada por uma réplica gerada por inteligência artificial da voz do ator Michael Caine. A produção tem 13 horas de duração e está disponível gratuitamente no aplicativo ElevenReader.

A voz sintética foi criada a partir de uma parceria comercial firmada entre Caine e a empresa no ano passado, segundo o site Deadline, e a produção levou seis semanas no sistema da ElevenLabs.

Além da narração principal com a voz clonada de Caine, o audiolivro usa outras vozes de IA para compor o elenco da história. A produção também inclui uma trilha sonora de fundo gerada sinteticamente.

Caine defende uso da tecnologia

A clonagem de voz por IA é uma das ferramentas permitidas pela tecnologia que mais causa alvoroço no mundo real, pois é extremamente associada a usos ilegais. Para Caine, porém, a inovação permite reimaginar a obra para o público moderno.

Em comunicado, o ator, que anunciou aposentadoria no ano passado, associou o projeto à tradição oral de A Odisseia, poema que atravessou gerações antes mesmo de circular como texto escrito, e que ganhará nova adaptação pelas mãos do cineasta Christopher Nolan no mês que vem.

“A Odisseia é uma das maiores histórias já contadas. Por quase três milênios, seus temas de perseverança, lealdade, tentação e o chamado duradouro do lar ressoaram em várias culturas e gerações”, afirmou Caine.

Hollywood ainda debate IA

Uma ilustração digital em tons de laranja e marrom escuro, representando inteligência artificial. O olho direito está em foco e o nariz e a bochecha são formados por linhas retas e blocos, como se a imagem estivesse sendo construída por pixels e códigos. À esquerda e ao fundo, linhas e números de programação em alto-relevo se estendem por toda a imagem, que possui um gradiente de tons quentes, do mais claro ao mais escuro. No canto inferior direito, o logotipo "tecnoblog" aparece em branco.
Inteligência artificial ainda gera debates em Hollywood (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A iniciativa do ator ocorre em um contexto sensível para a indústria od entretenimento, que enxerga a IA como um concorrente. Em 2023, o Sindicato de Atores dos Estados Unidos (SAG-AFTRA) chegou a entrar em greve contra a expansão do uso de IA em produções cinematográfias, em apoio ao Sindicato dos Roteiristas.

Os setores criativos da indústria temem que a inteligência artificial acabe roubando empregos, especialmente de atores menores, e que tecnologias de escaneamento (de voz e imagem) levem a precarização do trabalho.

Mas Caine não é o primeiro grande astro de Hollywood a se envolver com a tecnologia. Ben Affleck e Ashton Kutcher fundaram empresas no setor, enquanto Matthew McConaughey, que trabalhou com Caine no filme Interestelar, é um dos investidores da ElevenLabs.

ElevenLabs vê audiolivro como vitrine

Para a ElevenLabs, o projeto também deve servir como demonstrativo das ferraemtnas de voz sintética, um dos carros-chefe da empresa. O executivo da área de parcerias da ElevenLabs, Dustin Blank, disse ao Deadline que a intenção é tornar o épico mais acessível em um momento de grande interesse pela obra.

O lançamento também serve como vitrine para outros criadores interessados em usar vozes geradas por IA em produções narrativas.

A Odisseia ganha audiolivro com voz clonada de Michael Caine

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Audiolivro gratuito tem 13 horas de duração e usa réplica digital autorizada do ator britânico.

Inteligência artificial no SAC não agrada clientes (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Galaxy A57 com oferta imbatível hoje é destaque pelo custo-benefício

23 de Junho de 2026, 15:32
R$ 3.599,0046% OFF

Prós
  • Tela Super AMOLED+ de 120 Hz
  • Câmera de 50 MP com OIS
  • Bom para fotos noturnas
  • Câmara de vapor interna
  • Ultrafino e leve
  • Carregamento rápido de 45 W
Contras
  • Bateria de 5.000 mAh (íon-lítio) inferior à da concorrência
PIX Cupom
10% OFF NA PáGINA R$ 1.953,63  Mercado Livre
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

Esta é a sua oportunidade de comprar um smartphone com bom custo-benefício por um preço abaixo da média. O Galaxy A57 5G (128 GB) está por apenas R$ 1.953 no Pix aplicando o cupom de 10% OFF na página. O desconto de 46% sobre o preço de lançamento de R$ 3.599 é o maior até o momento, e o preço é bastante atrativo para um celular da categoria.

Galaxy A57 apresenta boa durabilidade, desempenho e câmeras

Traseira do Galaxy A57
Galaxy A57 (imagem: Ana Marques/Tecnoblog)

Além de ser um modelo recente, e portanto com longos anos de uso pela frente, o Galaxy A57 promete ser atualizado até o Android 22, o que estende significativamente seu tempo de vida útil. A ficha técnica ainda inclui certificação IP68, conferindo-lhe proteção contra água e poeira e, consequentemente, contra eventuais acidentes.

O desempenho está melhor que o do Galaxy A56 do ano passado, que segundo os testes do Tecnoblog, já era apresentava boa performance desde tarefas diárias até jogos mais exigentes. O Galaxy A57 vem com o novo chip Exynos 1680, uma evolução que representa melhorias CPU, GPU e NPU, para aprimorar o processamento e a eficiência.

Outro destaque é o conjunto fotográfico, que faz do Galaxy A57 um dos celulares Samsung com melhores câmeras em 2026. O sistema triplo de lentes oferece versatilidade, já que o smartphone captura desde cenários amplos até pequenos detalhes, e qualidade, com uma principal de 50 MP. Recursos de processamento de imagem também o diferenciam.

Galaxy A57 sobre Galaxy A37 em visão lateral para mostrar diferença mínima em espessura
Laterais do Galaxy A57 (cima) e Galaxy A37 (baixo) mostram diferença mínima em espessura (Imagem: Ana Marques / Tecnoblog)

Ademais, a ficha técnica traz um painel Super AMOLED+ com 6,7 polegadas e taxa de atualização de 120 Hz, e uma bateria compatível com carregamento rápido de 45 W. A união dessas características faz do Galaxy A57 um dos melhores celulares custo-benefício de 2026, segundo análise do Tecnoblog.

Ainda mais em ofertas como a de hoje, onde a versão de 128 GB do A57 sai por apenas R$ 1.953 no Pix aplicando o cupom de 10% OFF na página; reduzindo o preço para o menor já visto pelo modelo.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Galaxy A57 com oferta imbatível hoje é destaque pelo custo-benefício

Galaxy A57 (imagem: Ana Marques/Tecnoblog)

Laterais do Galaxy A57 (cima) e Galaxy A37 (baixo) mostram diferença mínima em espessura (Imagem: Ana Marques / Tecnoblog)

Como saber se o carregador do iPhone é original? Confira 6 dicas de análise

23 de Junho de 2026, 15:17
Carregador de tomada do iPhone 12 Pro (Imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)
Conheça os principais detalhes que ajudam a identificar um carregador original de iPhone (imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)

Identificar as diferenças entre um carregador de iPhone original e falso é essencial para preservar a saúde da bateria e evitar danos ao dispositivo. Embora não exista uma solução única, a autenticidade pode ser confirmada por meio de uma inspeção detalhada tanto na embalagem quanto na construção do produto.

Sempre verifique a presença do selo da Anatel e a qualidade do acabamento plástico, que deve ser impecável e livre de rebarbas. Além disso, observe se as marcações a laser no acessório são nítidas e se o número de série corresponde exatamente ao que está impresso na caixa do produto.

A seguir, conheça 6 formas de identificar a autenticidade do carregador do iPhone.

1. Verifique o lacre da embalagem

O primeiro passo para identificar o carregador original da Apple é examinar o lacre pull-tab, aquela fita de papel destacável na traseira da embalagem. Esse selo de fábrica precisa estar perfeitamente alinhado e sem vestígios de cola, garantindo a integridade do circuito de distribuição.

Contudo, como o mercado paralelo já comercializa falsificações idênticas desses lacres plásticos e de papel, a inspeção visual externa não confirma totalmente a originalidade. Por isso, é necessário se atentar a outros detalhes do acessório.

2. Analise os manuais da caixa

Os carregadores do iPhone costumam ter três manuais que ajudam a atestar a autenticidade do acessório. Ao abrir a caixa, o usuário deve encontrar o Manual de Guia Prático impresso em papel fosco de alta gramatura, com fontes nítidas e sem erros gramaticais.

No Brasil, o documento da Anatel com o selo de homologação é obrigatório e deve detalhar as especificações elétricas do acessório. Esse encarte técnico comprova que o circuito interno passou pelos testes de segurança e conformidade do país.

O kit é finalizado com o certificado de garantia global, trazendo os termos regulatórios padronizados internacionalmente pela Apple. A ausência de qualquer um desses três folhetos ou falhas na impressão são sinais claros de um produto falsificado.

imagem de uma mão segurando a caixa de um carregador de iphone
A caixa e os folhetos internos do carregador do iPhone já dão pistas de que o acessório é original (imagem: João Vitor/Tecnoblog)

3. Confirme se há cabos no pacote

Os carregadores originais da Apple vendidos avulsos não incluem o cabo de energia e dados na embalagem. A fabricante adotou essa política de sustentabilidade Eco-friendly assumindo que o usuário já possui o cabo USB-C que acompanha a caixa do iPhone.

A única exceção fica por conta de acessórios de marcas parceiras homologadas pelo programa MFi (Made for iPhone). Essas empresas terceiras costumam comercializar kits completos, trazendo o adaptador de tomada e o cabo de carregamento rápido no mesmo combo.

imagem de um carregador da apple com um cabo
Os carregadores originais da Apple não acompanham o cabo de energia (imagem: Homemade Media/Unsplash)

4. Observe as gravações no carregador 

Ao examinar a fonte do iPhone, a nitidez das marcações gravadas a laser é o principal indicativo da autenticidade. O texto com as especificações de tensão e corrente elétrica deve ter alinhamento perfeito, sem borrões ou erros ortográficos comuns em peças falsificadas.

Essas informações regulatórias e o código de modelo ficam dispostos de forma sutil e precisa na superfície de policarbonato do acessório. Uma gravação grosseira, com fontes desalinhadas ou em alto-relevo rústico na carcaça plástica, serve como um imediato sinal de alerta.

imagem de um carregador da apple de 20w com as informações técnicas gravadas a laser
Os acessórios originais trazem as informações técnicas gravadas a laser (imagem: João Vitor/Tecnoblog)

5. Veja se a fonte tem o selo da Anatel

No mercado brasileiro, o selo da Anatel colado diretamente na carcaça do carregador do iPhone é obrigatório e atesta que o circuito elétrico cumpre as normas de segurança. Essa marcação traz o logotipo oficial da agência reguladora e um número de homologação exclusivo de 12 dígitos.

Contudo, como os falsificadores costumam replicar essa identidade visual, a mera presença física da estampa não garante a procedência. O método infalível é checar essa numeração no Sistema de Consulta de Produtos da agência para validar a certificação de conformidade.

Baterias de sódio podem ser a solução para recargas rápidas de verdade (imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)
Todos os carregadores originais do iPhone trazem o selo da Anatel, permitindo checar as informações no Sistema de Consulta de Produtos (imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)

6. Compare os números de série

Uma das táticas eficientes para flagrar uma falsificação é cruzar o código alfanumérico de identificação gravado em cada componente. Embora não exista uma ferramenta oficial para consultar o número de série do carregador Apple, a correspondência exata desses dígitos é um forte indicativo de autenticidade.

O consumidor deve comparar a sequência impressa no adaptador com o código de barras da embalagem e a nota fiscal emitida. Qualquer divergência nos caracteres ou no espaçamento das fontes revela uma falha na cadeia de suprimentos ou adulteração no lote.

Como os falsificadores costumam replicar sequências válidas em massa, esse batimento de dados não deve ser o único teste. A validação definitiva exige combinar essa checagem física na construção do produto e os materiais enviados na caixa.

imagem de um carregador da apple de 20w
Verificar o número do modelo do acessório com as informações da caixa é uma das formas de verificar se o produto é original (imagem: João Vitor/Tecnoblog)

Quais são os riscos de usar um carregador de iPhone falso? 

Estes são alguns riscos que o usuário corre ao utilizar um carregador de iPhone falso:

  • Incêndio por superaquecimento: fontes paralelas costumam falhar em testes básicos de isolamento térmico e elétrico, acumulando calor excessivo nos componentes internos até o ponto de ignição física;
  • Choque elétrico por falha de isolamento: a ausência de blindagem interna adequada e a montagem rústica do circuito integrado expõem o consumidor a descargas elétricas de alta tensão potencialmente letais;
  • Danos severos à bateria e aos circuitos: o fornecimento instável de corrente e a flutuação de tensão estressam as células de íons de lítio, reduzindo drasticamente a saúde da bateria do smartphone;
  • Carregamento lento por ineficiência energética: componentes de baixa qualidade não mantêm o fluxo de energia linear, resultando em um processo de recarga demorado que superaquece o chassi do aparelho;
  • Explosões causadas por falha estrutural: em cenários de picos na rede elétrica, o colapso dos capacitores internos de baixa qualidade pode provocar o rompimento da carcaça plástica e queimaduras graves;
  • Ausência completa de certificações de segurança: esses produtos ignoram os rigorosos protocolos de controle de qualidade e os testes laboratoriais exigidos por órgãos reguladores internacionais para proteção do consumidor.

Onde posso encontrar um carregador de iPhone original?

A melhor estratégia para ter um carregador e outros acessórios originais para diferentes tipos de iPhone é adquirir diretamente em canais oficiais da Apple. Comprar nas lojas físicas ou no site da marca elimina o risco de investir em componentes falsificados que danificam a bateria do dispositivo.

O consumidor deve evitar ofertas suspeitas em marketplaces e dar preferência para revendedores autorizados que emitem nota fiscal e garantia de fábrica. Essa procedência certificada é a única segurança real para os circuitos integrados de gerenciamento de energia e chips de proteção do smartphone.

Só a Apple vende carregadores de iPhone originais?

Não, o mercado oferece carregadores autorizados pela Apple, desenvolvidos por fabricantes parceiras. Para garantir a segurança e compatibilidade com o ecossistema, o consumidor precisa procurar pelo selo MFi (Made for iPhone) estampado na embalagem do produto.

Essa chancela técnica internacional atesta que o acessório foi homologado nos laboratórios da Maçã. Isso significa que o componente passou por rigorosos testes de qualidade, protegendo o smartphone contra sobretensões e oscilações na rede.

Também consigo saber se o cabo do iPhone é original?

Sim, analisar o acabamento das conexões e as inscrições no revestimento é essencial para saber se o cabo do iPhone é original. Os fios genuínos trazem a frase “Designed by Apple in California” seguida por um número de série de 12 dígitos impresso a laser de forma nítida.

No aspecto físico, os conectores moldados por injeção precisam apresentar superfícies metálicas polidas e contatos elétricos arredondados. Cabos falsificados exibem rebarbas plásticas na junção e pinos desalinhados, comprometendo a condução da corrente e do barramento de dados do smartphone.

Como saber se o carregador do iPhone é original? Confira 6 dicas de análise

Carregador de tomada do iPhone 12 Pro (Imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)

Os acessórios originais trazem as informações técnicas gravadas a laser (imagem: João Vitor/Tecnoblog)

Baterias de sódio podem ser a solução para recargas rápidas de verdade (imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)

Verificar o número do modelo do acessório com as informações da caixa é uma das formas de verificar se o produto é original (imagem: João Vitor/Tecnoblog)

Meta lança linha de óculos inteligentes com preço mais baixo

23 de Junho de 2026, 14:48
Seis Meta Glasses de cores variadas em um fundo de cor branca
Linha aposta na diversidade de estilos (imagem: divulgação/Meta)
Resumo
  • Meta lançou uma nova linha de óculos inteligentes, os Meta Glasses, em parceria com a EssilorLuxottica.
  • Os óculos estão disponíveis a partir de US$ 299, sendo US$ 80 mais baratos que o Ray-Ban Meta de 2ª geração.
  • Por enquanto, não há preços ou data de lançamento no Brasil.

A Meta e a EssilorLuxottica, dona da Ray-Ban e Oakley e maior fabricante do ramo de armações e lentes de óculos do mundo, anunciaram uma nova linha de óculos inteligentes com inteligência artificial. Os Meta Glasses chegam em três estilos de armação e aceitam diferentes tipos de lentes.

Diferentemente dos modelos anteriores, os novos óculos não trazem a marca Ray-Ban e chegam mais baratos, com preços a partir de US$ 299 (cerca de R$ 1.554). Para comparação, o Ray-Ban Meta de 2ª geração foi lançado por US$ 379 e chegou ao Brasil por R$ 3.299.

Por enquanto, o novo modelo será vendido apenas em mercados selecionados, como Estados Unidos, Reino Unido, Austrália e parte da Europa. Ainda não há previsão de lançamento no Brasil.

Mulher usando óculos inteligentes Meta Glasses sem marca Ray-Ban
Meta Glasses não trazem a marca Ray-Ban (imagem: divulgação/Meta)

Os aparelhos não têm tela — a função segue exclusiva do Meta Ray-Ban Display — e a interação ocorre principalmente por voz e áudio, reproduzido por alto-falantes de ouvido aberto. Para chamadas e comandos de voz, os modelos usam múltiplos microfones com redução de ruído de vento.

A câmera integrada de 12 MP permite tirar fotos e gravar vídeos em até 3K a 30 fps. A Meta afirma que o dispositivo conta com alertas para indicar quando a câmera está em uso, além de controles simplificados para compartilhamento de dados.

A Meta promete mais de 8 horas de uso contínuo, com carregamento diretamente no estojo do produto — o que pode adicionar mais 40 horas de energia.

Três armações e 26 combinações

Três modelos de armação do Meta Glasses
Meta Glasses contam com três formatos de armação (imagem: divulgação/Meta)

A linha estreia em três formatos:

  • Meta Adventurer: possui um formato retangular convencional, focado em um visual versátil, sendo comercializado nos tamanhos padrão e grande
  • Meta Fury: apresenta uma armação com linhas mais grossas e formato robusto
  • Meta Glasses by Kylie: uma armação com formato oval fino, inspirada no estilo pessoal de Kylie Jenner

As armações terão cores como preto, verde, merlot, mogno e arenito. As lentes podem ser de sol, polarizadas, transparentes ou com tecnologia Transitions, que se adapta à luminosidade. Ao todo, a Meta fala em 26 combinações no catálogo de lançamento.

Óculos aceitam lentes de grau

Os modelos também são compatíveis com lentes de prescrição. Para isso, a Meta introduziu o Rx Lens Swap, sistema uqe permite trocar as lentes com um oftalmologista após a compra.

Segundo a empresa, o procedimento não anula a garantia do produto. A ideia é permitir que o usuário adapte os óculos à própria prescrição sem depender apenas das combinações oferecidas no momento da compra.

IA adaptada aos vestíveis

Os Meta Glasses usam o Muse Spark, que permite aos vestíveis usarem a Meta IA para interpretar o contexto ao redor do usuário pela câmera e pelos comandos de voz.

Com isso, os óculos podem responder a perguntas sobre o ambiente, consultar informações do dia a dia, dar recomendações de locais e passar outras informações. As funcionalidades são restritas a usuários nos Estados Unidos e Canadá, por enquanto.

Entre os recursos anunciados estão a foto dinâmica, que captura múltiplos quadros e sugere a melhor imagem para compartilhamento, e uma futura navegação passo a passo para pedestres, adaptada para óculos sem tela.

A tradução de conversas em tempo real também foi ampliada. O recurso ganhou suporte a 14 novos idiomas, passando a funcionar em 20 línguas, incluindo português.

Relembre o lançamento do Meta Ray-Ban Display

Meta lança linha de óculos inteligentes com preço mais baixo

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Meta Glasses custam a partir de US$ 299 e saem US$ 80 mais baratos que o Ray-Ban Meta de 2ª geração. Ainda não há previsão de lançamento no Brasil.

(imagem: divulgação)

(imagem: divulgação/Meta)

Motorola Edge 70 Pro (256 GB) volta a aparecer em oferta imbatível no Magalu

22 de Junho de 2026, 18:12

Prós
  • Quatro câmeras de 50 MP
  • Bateria de 6.500 mAh
  • Tela Extreme AMOLED de até 5.200 nits
  • Taxa de atualização de 144 Hz
Contras
  • Inferior ao Motorola Signature
  • Só 3 anos de atualizações OS
PIX Cupom
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O Motorola Edge 70 Pro (256 GB) retornou com o menor preço registrado desde o seu lançamento em maio por R$ 4.499. O celular topo de linha com bastante autonomia e desempenho avançado sai por R$ 3.149 no Pix com o cupom EDGEPRO1000 no Magazine Luiza. Garanta-o já em oferta com 30% de desconto!

Edge 70 Pro tem câmeras de 50 MP e bateria de 6.500 mAh

Câmeras do Edge 70 Pro
Conjunto traseiro apresenta três sensores de 50 megapixels (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

O dispositivo impressiona pela bateria de 6.500 mAh, um componente de silício-carbono cuja capacidade nominal é superior a de flagships concorrentes. De acordo com a Motorola, o Edge 70 Pro entrega autonomia extensa de até 49 horas de uso. Enquanto oferece suporte a carregamento rápido com adaptador de 90 W.

O celular mais avançado da linha Edge conta com quatro câmeras de 50 MP. Sendo elas: a frontal, e as traseiras wide com estabilização óptica (OIS), ultrawide para fotos panorâmicas e teleobjetiva para capturar detalhes aproximados. O sistema recebe validação de cores Pantone e tem capacidade de gravação em 4K.

A tela AMOLED mede 6,78 polegadas, entrega às imagens resolução 1,5K e taxa de atualização de 144 Hz que assegura experiência fluida durante o uso; especialmente com vídeos e jogos. Além disso, o painel com revestimento do vidro Gorilla Glass 7i atinge brilho forte de 5.200 nits em condições de alta luminosidade.

O desempenho fica a cargo do chip Mediatek Dimensity 8500 Extreme e de memória RAM de 12 GB que alcança até 24 GB via RAM Boost. O conjunto proporciona um alto poder de fogo para executar aplicações exigentes, como as ferramentas auxiliadas por inteligência artificial pelo Moto AI.

O Edge 70 Pro traz conectividade 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 5.4 e NFC para compras por aproximação. Em relação a durabilidade, a Motorola afirma que a certificação IP69 assegura ao gadget resistência avançada a poeira, temperaturas extremas e jatos d’água de alta pressão.

O Motorola Edge 70 Pro com promessa de somente três anos de atualizações está à venda por R$ 3.149 no Pix com o cupom EDGEPRO1000 no Magazine Luiza. Adquira-o nesta oferta com o menor preço encontrado desde o seu lançamento.

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Motorola Edge 70 Pro (256 GB) volta a aparecer em oferta imbatível no Magalu

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Motorola Edge 70 Pro sai pelo menor preço registrado desde o seu lançamento com cupom de R$ 1.000 OFF. Celular tem bateria de 6.500 mAh e câmera quádrupla de 50 MP

Conjunto traseiro tem três câmeras de 50 megapixels (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Valve revela preços da Steam Machine: a partir de US$ 1.049

22 de Junho de 2026, 16:47
Imagem exibe uma Steam Machina sobre uma mesa de madeira. Se trata de um cubo preto, com um led branco na parte inferior.
Nova Steam Machine ultrapassa marca dos US$ 1.000 (imagem: divulgação)
Resumo
  • Valve anunciou o preço e iniciou a pré-venda da Steam Machine.
  • Produto parte de US$ 1.049 (R$ 5.400) e chega a US$ 1.428 (R$ 7.363) na configuração de 2 TB com controle incluso.
  • Primeiras unidades começarão a ser faturadas em 29 de junho.

A Valve finalmente revelou, nesta segunda-feira (22/06), os preços do PC compacto Steam Machine. O aparelho custará a partir de US$ 1.049 (cerca de R$ 5.400, em conversão direta) na versão básica, com SSD de 512 GB.

As primeiras unidades começarão a ser faturadas daqui a uma semana, em 29/06. A Valve abrirá uma lista de interesse e fará um sorteio para definir a ordem de compra dos usuários, em sorteio que ocorre na próxima quinta-feira, às 13h no horário de Brasília.

Quem se registrar depois desse prazo irá para o fim da fila. As autorizações de compra serão enviadas por e-mail a partir da data de lançamento. O PC chega em quatro pacotes:

  • Steam Machine 512 GB: US$ 1.049 (R$ 5.400)
  • Steam Machine 512 GB + Steam Controller: US$ 1.128 (R$ 5.816)
  • Steam Machine 2 TB: US$ 1.349 (R$ 6.956)
  • Steam Machine 2 TB + Steam Controller: US$ 1.428 (R$ 7.363)

Como nota o The Verge, a Steam Machine supera o preço de consoles nos EUA, como PS5 Digital (US$ 599,99), Xbox Series X (US$ 649,99) e PS5 Pro (US$ 899,99), embora o desempenho seja próximo ao do PS5.

Brasil fica fora da pré-venda

A Steam Machine não tem previsão de lançamento oficial no Brasil e brasileiros não conseguem participar da lista de interesse. Ao acessar a página oficial do produto, a Steam exibe o aviso: “Este item não está disponível para compra na sua região”.

A situação repete o histórico da primeira Steam Machine, lançada em 2015, que nunca chegou oficialmente ao mercado nacional.

Especificações técnicas

Imagem mostra uma disposição de produtos de jogos eletrônicos na cor preta sobre um fundo bege claro. Os itens incluem um headset de realidade virtual com dois controladores de mão, um console portátil Steam Deck, um controle tradicional de console e um pequeno computador (mini PC) em formato de cubo.
Valve também apresentou novo controle e headset de realidade virtual (imagem: divulgação)
  • CPU: AMD Zen 4 semipersonalizada, 6 núcleos e 12 threads, até 4,8 GHz (TDP de 30 W)
  • GPU: AMD RDNA3 semipersonalizada, 28 unidades de computação, até 2,45 GHz (TDP de 110 W)
  • Memória RAM: 16 GB DDR5 + 8 GB de VRAM GDDR6
  • Armazenamento: opções com SSD NVMe de 512 GB ou SSD NVMe de 2 TB; ambas as versões trazem leitor de cartão microSD de alta velocidade para expansão.
  • Rede sem fio: Wi-Fi 6E 2×2 e Bluetooth 5.3 com antena interna dedicada. Inclui receptor sem fio de 2,4 GHz embutido de fábrica, capaz de parear diretamente até quatro joysticks Steam Controller simultâneos sem necessidade de adaptadores USB externos.
  • Saídas de Vídeo: 1x DisplayPort 1.4 (suporta até 4K a 240 Hz ou 8K a 60 Hz, com HDR, FreeSync e encadeamento em série daisy-chain) e 1x HDMI 2.0 (suporta até 4K a 120 Hz, com HDR, FreeSync e protocolo CEC).
  • Conexões USB: 2x portas USB-A 3.2 Gen 1 (localizadas na parte frontal), 2x portas USB-A 2.0 de alta velocidade (na traseira) e 1x porta USB-C 3.2 Gen 2 (na traseira).
  • Rede cabeada: 1x porta Gigabit Ethernet.
  • Sistema Operacional: SteamOS 3 (distribuição customizada baseada em Arch Linux) com interface unificada e modo de suspensão/despertar rápidos.

Segundo a Valve, o novo hardware tem mais de seis vezes a potência gráfica do Steam Deck, mirando jogos em 4K a 60 fps com ajuda do FSR, tecnologia de upscaling da AMD. Jogos otimizados para a plataforma acompanharão o selo Steam Machine Verified.

Crise forçou adiamento

A nova Steam Machine foi anunciada em novembro de 2025 ao lado do Steam Controller e do headset Steam Frame. Na época, a Valve prometeu revelar preços e datas de lançamento no início desse ano.

O cronograma mudou por causa da alta nos preços e da baixa disponibilidade de componentes essenciais, especialmente memória RAM e chips de armazenamento. Em comunicado emitido em fevereiro, a empresa admitiu que a escassez no setor obrigou a revisão dos planos de preço e data de lançamento.

Valve revela preços da Steam Machine: a partir de US$ 1.049

(imagem: divulgação)

Valve também apresentou novo controle e headset de realidade virtual (imagem: divulgação)

Galaxy Watch 8 tem desconto agressivo e sai por até 10x sem juros no Mercado Livre

22 de Junho de 2026, 16:03

Oferta encerrada 🙁
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O Galaxy Watch 8 BT (40 mm) está em oferta por R$ 1.349,10 em até 10x sem juros ao usar HOJETEMCUPOM no Mercado Livre. O valor representa uma grande redução de 55% em relação ao preço de lançamento de R$ 2.999.

O smartwatch de última geração da Samsung é equipado por inteligência artificial, corpo resistente e tela brilhante. Não perca essa oportunidade, pois o cupom deve esgotar a qualquer momento.

Galaxy Watch 8 traz display AMOLED e IA com recomendações

O wearable da Samsung apresenta sensores dispostos a monitorar mais de 100 atividades físicas distintas e a saúde em geral. As funcionalidades disponíveis permitem ao usuário acompanhar sua frequência cardíaca, SpO2, realizar um Eletrocardiograma e obter relatório a respeito da qualidade do sono.

Uma das novidades do Galaxy Watch 8 se dá pela capacidade de medir os níveis de antioxidantes. Equipado por IAs generativas, como Galaxy AI e Google Gemini, a inteligência artificial recomenda a ingestão de alimentos a partir do que foi monitorado. Além disso, com base na condição física do usuário, sugere treinos personalizados.

O Galaxy Watch 8 utiliza uma tela AMOLED de 1,47 polegada com brilho de até 3.000 nits, permitindo ao painel não sofrer com reflexos sob sol forte. A construção é formada por uma caixa de alumínio e a combinação das certificações IP68, 5 ATM e militar MIL-STD-810H proporcionam resistência avançada contra água e outros cenários.

Smartwatch no pulso exibindo watchface
Galaxy Watch 8 tem formato “Squircle” com cantos arredondados (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O gadget vem equipado por 2 GB de RAM, 32 GB de armazenamento e pelo processador Exynos W1000 no qual proporcionam uso fluido no dia a dia. A bateria de 325 mAh entrega autonomia de até 40 horas com o modo Always On Display desligado, segundo a fabricante.

Por fim, o relógio inteligente carrega o corpo mais fino já feito pela Samsung, com espessura de 8,6 mm. Adquira o Galaxy Watch 8 BT (40 mm) com 55% de desconto, por R$ 1.349,10 em até 10x sem juros com HOJETEMCUPOM no Mercado Livre.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Galaxy Watch 8 tem desconto agressivo e sai por até 10x sem juros no Mercado Livre

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Galaxy Watch 8 BT (40 mm) está com 55% de desconto ao resgatar cupom disponível; smartwatch traz IA, tela AMOLED de 1,47” com brilho de até 3.000 nits e sensores avançados

Galaxy Watch 8 não é mais redondo (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Xiaomi 17T chega ao Brasil com câmeras Leica e bateria de 6.500 mAh

22 de Junho de 2026, 12:01
Câmera traseira do Xiaomi 17T 2
Xiaomi 17T chega ao Brasil com câmeras Leica (foto: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
Resumo
  • Xiaomi 17T foi lançado no Brasil com câmeras traseiras equipadas com lentes Leica e bateria de 6.500 mAh.
  • Smartphone tem também tela AMOLED de 6,59 polegadas, processador octa-core MediaTek Dimensity 8500-Ultra e 12 GB de memória LPDDR5X.
  • Preço de lançamento no Brasil é de R$ 8.699,99 para a versão com 12 GB de RAM e 512 GB de armazenamento.

A semana começou com o lançamento oficial do Xiaomi 17T no Brasil. O smartphone tem como destaque um conjunto traseiro de câmeras equipadas com lentes Leica. A tela AMOLED de 6,59 polegadas e a bateria de 6.500 mAh são outros atributos interessantes. No Brasil, o preço de lançamento é de R$ 8.699,99.

A chegada do aparelho ao mercado brasileiro era questão de tempo, afinal, o Xiaomi 17T foi homologado pela Anatel em abril deste ano. Na ocasião, ficou evidente que o visual do modelo não mudou muito em relação ao seu antecessor, o Xiaomi 15T. As principais novidades residem nos recursos técnicos.

Pois bem, falando das câmeras, há três delas na traseira, todas desenvolvidas em parceria com a Leica. A principal, com 50 megapixels e Estabilização Óptica de Imagem (OIS), tem sensor Light Fusion 800 que promete capturas de imagem com nitidez elevada.

A segunda câmera também tem 50 megapixels, mas se diferencia por oferecer zoom óptico de 5x ou de até 120x com a tecnologia AI Ultra Zoom, suportando também registros de imagens em macro (a partir de 30 cm). Completa o trio uma câmera ultrawide de 12 megapixels.

Caixa e acessórios do Xiaomi 17T, com carregador de 67W e capa do smartphone
Xiaomi 17T vem com um carregador de 67 W na caixa (foto: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Já sobre a tela, falamos de um painel AMOLED de 6,59 polegadas com resolução 1,5K, taxa de atualização de até 120 Hz e brilho de até 3.500 nits (pico). A Xiaomi destaca a presença da tecnologia Vision Care, que consiste em um conjunto de funções que traz mais conforto visual para o usuário, fazendo ajuste automático de brilho, reduzindo a luz azul ou amenizando a cintilação, por exemplo.

Comandando o Xiaomi 17T está o octa-core MediaTek Dimensity 8500-Ultra, com tecnologia de 4 nm. O chip trabalha com 12 GB de memória LPDDR5X e, na versão brasileira, 512 GB de armazenamento interno.

Esse conjunto é auxiliado pela tecnologia Xiaomi 3D IceLoop, sistema de refrigeração que promete manter o processador em níveis adequados de temperatura mesmo durante a execução de atividades exigentes, como jogos.

O celular conta ainda com uma bateria de silício-carbono com capacidade de 6.500 mAh. Há suporte para recarga rápida de 67 W via tecnologia HyperCharge.

Outros recursos dignos de menção incluem:

  • câmera frontal de 32 megapixels
  • certificado IP68 para resistência à água e poeira
  • alto-falantes estéreo duplos com Dolby Atmos, Hi-Res Audio e Hi-Res Audio Wireless
  • Wi-Fi 6E e Bluetooth 6.0
  • sistema operacional Android 16 com HyperOS 3

Disponibilidade e preço do Xiaomi 17T no Brasil

As vendas do Xiaomi 17T no mercado brasileiro começam nesta semana. O preço de lançamento é este:

  • Xiaomi 17T (12 GB de RAM + 512 GB de armazenamento): R$ 8.699,99

O aparelho também conta com uma versão com 256 GB de armazenamento, mas que não tem previsão de lançamento oficial no Brasil.

Tela do Xiaomi 17T mostrando a hora 17:46 e os aplicativos
Tela do Xiaomi 17T tem 6,59 polegadas (foto: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Ficha técnica do Xiaomi 17T

  • Tela: 6,59 polegadas, AMOLED, 2756 x 1268 pixels (1,5K), 120 Hz, 3.500 nits (pico), 68 bilhões de cores (DCI-P3), HDR10, Dolby Vision, certificados TÜV Rheinland
  • Processador: octa-core MediaTek Dimensity 8500-Ultra com GPU Mali-G720 MC8 e NPU 880
  • Memória RAM: 12 GB de LPDDR5X
  • Armazenamento interno: 512 GB de UFS 4.1
  • Câmeras traseiras (com lentes Leica):
    • Principal: 50 MP, f/1,7, OIS, sensor Light Fusion 800, tecnologia 4-in-1 Super Pixel
    • Teleobjetiva: 50 MP, f/3,0, OIS, zoom de 5x, zoom de até 120x com modo AI Ultra Zoom
    • Ultrawide: 12 MP, f/2,2
  • Câmera frontal: 32 MP, f/2,2
  • Bateria: silício-carbono de 6.500 mAh
  • Conectividade sem fio: 5G, NFC, Wi-Fi 6E, Bluetooth 6.0
  • Sistema operacional: Android 16 com HyperOS 3
  • Outros: alto-falantes estéreo duplos, cores preta e azul, tecnologia de resfriamento Xiaomi 3D IceLoop, certificado IP68, tecnologia HyperCharge para recarga de 67 W
  • Dimensões: 157,6 x 75,2 x 8,17 mm
  • Peso: 200 g

Xiaomi 17T chega ao Brasil com câmeras Leica e bateria de 6.500 mAh

(foto: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

(foto: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

(foto: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Samsung já tem outro dobrável homologado no Brasil

22 de Junho de 2026, 11:14
Dois smartphones dobráveis parcialmente dobrados sobre uma mesa
Galaxy Z Flip 7 e Z Fold 7 ganharão sucessores em breve (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Resumo
  • Samsung obteve homologação na Anatel para o Galaxy Z Fold 8 Ultra, que já pode ser vendido no Brasil.
  • O smartphone terá bateria de 5.000 mAh, 600 mAh maior que a do antecessor, e deve ser equipado com o Snapdragon 8 Elite Gen 5.
  • O lançamento do Galaxy Z Fold 8 Ultra pode ocorrer em julho, durante um evento Galaxy Unpacked.

Nem demorou muito: após certificar o Galaxy Z Flip 8, o Galaxy Z Fold 8 também está homologado no Brasil. O novo smartphone dobrável em formato de livro da Samsung tem o código de modelo SM-F976B e recebeu o documento na última sexta-feira (19/06). Rumores e vazamentos apontam que ele o smartphone deverá se chamar Galaxy Z Fold 8 Ultra.

O documento, no entanto, não traz nenhuma revelação inesperada: o celular terá 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth, carregamento sem fio reverso, NFC e UWB, características já presentes no modelo atual.

Certificado de homologação do Galaxy Z Fold 8
Certificado de homologação do Galaxy Z Fold 8 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Infelizmente, o restante da documentação ainda não está disponível na Anatel para confirmar quais acessórios serão inclusos na caixa do Fold 8. É provável que ele venha com o mesmo carregador de 25 W que acompanhará o Flip 8, modelo EP-TA800.

O Galaxy Z Fold 8 deverá utilizar as baterias EB-BF976DAY e EB-BF977DAY, com capacidades nominais de 2.369 mAh e 2.485 mAh, respectivamente, totalizando 4.854 mAh nominais. Provavelmente, ele será vendido como 5.000 mAh típicos, um aumento de 600 mAh em relação ao Z Fold 7. Ambas já estão certificadas pela Anatel.

O que mais muda?

Além da bateria maior, a principal novidade deve ficar no interior do aparelho, com um novo SoC: tipicamente os Galaxy Fold usam o chip topo de linha da Qualcomm, portanto o Fold 8 Ultra deverá vir com o Snapdragon 8 Elite Gen 5.

Há expectativa de que o novo modelo venha com uma camada mais espessa de vidro ultra-fino para reduzir o vinco formado pela tela dobrável.

O smartphone também deve chegar acompanhado de um segundo dobrável, o Galaxy Z Fold 8 Wide, que deve oferecer um formato mais “achatado” e com tela mais larga (como o nome indica). Este modelo, contudo, ainda não foi certificado pela Anatel.

Quando vou poder comprar?

A expectativa é de que o Galaxy Z Fold 8 Ultra, além do Flip 8 e do Fold 8 Wide, sejam lançados em um vindouro Galaxy Unpacked previsto para o dia 22 de julho. Até o momento, a Samsung não oficializou o evento, no qual também devem ser revelados os novos modelos de smartwatch da coreana, já certificados aqui.

Para comparação, o Galaxy Z Fold 7 foi lançado no início de julho de 2025 durante um evento em Nova York, nos EUA. No Brasil, o modelo chegou no fim do mesmo mês pelo valor de R$ 14.599, mas pode ser encontrado hoje no varejo brasileiro em torno dos R$ 9.000, ou até menos em promoções.

Espere um preço ainda maior, já que a Samsung aumentou os valores até dos intermediários devido à escassez de memórias.

Samsung já tem outro dobrável homologado no Brasil

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Galaxy Z Fold 8 Ultra agora pode ser vendido no país, junto com o Flip 8. Modelo terá bateria maior que a do antecessor.

Galaxy Z Flip 7 e Z Fold 7 foram lançados na Samsung Unpacked (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Certificado de homologação do Galaxy Z Fold 8 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

TV 4K TCL MiniLED 65″ aparece 33% mais barata durante a Copa do Mundo

19 de Junho de 2026, 18:22

Prós
  • MiniLED sustenta melhor o brilho
  • QD-LED traz maior gama de cores
  • Fluidez garantida pelos 144 Hz
  • Suporte a AMD FreeSync
Contras
  • Design mais simples
PIX Cupom
10% OFF NA PÁGINA R$ 3.329,10  Mercado Livre
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

A smart TV TCL C6K de 65 polegadas está com 27% de desconto no Mercado Livre. A televisão com preço de lançamento de R$ 7.499 é superior a concorrentes de entrada, trazendo tecnologia Mini LED e taxa de 144 Hz.

Além disso, tem previsão de entrega nas principais capitais antes da final da Copa do Mundo FIFA 2026. Você pode adquiri-la em oferta por R$ 3.329,10 no Pix aplicando o cupom de 10% OFF disponível na página.

TCL C6K possui até 512 zonas de iluminação e taxa de 144 Hz

Smart TV TCL C6K QLED com MiniLED traz maior gama de cores, brilho e taxa de atualização de até 144 Hz
Smart TV TCL C6K traz maior gama de cores, brilho e taxa de atualização de até 144 Hz (imagem: Divulgação)

A tecnologia QLED combinada por MiniLED proporciona uma gama de cores precisas e contraste aprimorado por utilizar camadas de pontos quânticos e LEDs minúsculos como fontes geradoras de luz. Além disso, a televisão de 65 polegadas utiliza 512 zonas para controle de iluminação nas cenas, resultando em imagens realistas e com detalhes mais perceptíveis.

O painel conta com resolução 4K Ultra HD e taxa de atualização de até 144 Hz, proporcionando alta fluidez para consumo de conteúdo e jogos. O reforço da tecnologia AMD FreeSync Premium Pros contribui para a jogatina sem atrasos nas cenas. Além disso, a televisão ainda possui suporte a HDR10+.

A TCL C6K possui sistema de som de 2.1 canais com subwoofer e potência de áudio potente de 40 W. O Dolby Atmos aprimora a experiência sonora, trazendo mais imersão ao assistir séries e filmes. O sistema operacional Google TV fornece acesso ao Google Assistente e comando de voz para navegação dentro dos aplicativos.

Controle remoto RC813A da TCL em frente a uma planta
Controle remoto RC813A da TCL C6K tem botões para acesso rápido a plataformas de streaming (foto: Everton Favretto/Tecnoblog)

Em relação a conectividade, possui compatibilidade a Bluetooth 5.4, Wi-Fi 5 e traz entradas para HDMI 2.1 (eARC e ARC). Por fim, um recurso interessante é o modo de economia de energia disponível, que pode ajustar automaticamente o brilho da tela.

A smart TV TCL C6K chega antes da final da Copa do Mundo FIFA 2026 nas principais capitais e está à venda por R$ 3.329,10 no Pix com o cupom de 10% OFF na vitrine no Mercado Livre.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

TV 4K TCL MiniLED 65″ aparece 33% mais barata durante a Copa do Mundo

Smart TV TCL QLED com MiniLED traz maior gama de cores, brilho e taxa de atualização de até 144 Hz; TV de 55 polegadas fica 28% mais barata em promoção

Controle remoto RC813A da TCL, utilizado na linha 2025 de televisores da empresa (foto: Everton Favretto/Tecnoblog)

Motorola Edge 70 (256 GB) despenca de preço com desconto imbatível na Amazon

19 de Junho de 2026, 14:52

Prós
  • Apenas 5,99 mm de espessura
  • Todas as câmeras de 50 MP
  • Tela POLED de 6,7″ com 120 Hz
  • Bateria dura até 38 horas
Contras
  • Sem lente teleobjetiva
PIX Cupom
R$ 1.000 OFF R$ 1.905,20  Amazon
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O Motorola Edge 70 de 256 GB está saindo por apenas R$ 1.905,20 no Pix ao aplicar o cupom de R$ 1.000 OFF que aparece na página do produto na Amazon. A oferta representa um desconto generoso de 58% frente ao preço de lançamento de R$ 4.999; e o celular da Motorola se destaca pelo custo-benefício por esse preço.

Motorola Edge 70 traz chip Snapdragon e RAM de até 24 GB

Motorola Edge 70 sendo exibido na mão, com tela ligada e ícones de apps; celular premium da marca
Motorola Edge 70 (Foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

O Motorola Edge 70 faz parte da nova linha de smartphones premium da marca lançada ainda no começo desse ano. Sua ficha técnica é equipada com o Snapdragon 7 Gen 4 com litografia de 4 nanômetros, acompanhada pela RAM de 8 GB que podem ser expandidos até 24 GB via RAM Boost para rodar jogos e apps pesados com maior fluidez.

Em relação à fluidez, o smartphone da Motorola ainda é equipado com uma tela POLED com taxa de atualização de 120 Hz, que permite uma transição mais suave entre os aplicativos. O display mele de 6,7 polegadas e conta com vidro Corning Gorilla Glass 7i, resistente a quedas de até 1 metro sobre superfícies ásperas, segundo a fabricante.

Outro destaque do Edge 70 é o conjunto de câmeras, equipado somente por sensores de 50 megapixels, garantindo uma melhor qualidade de imagem para impressões e edições de fotos e vídeos. O conjunto traz duas lentes traseiras, uma wide padrão e outra ultrawide para cenários amplos, mais a frontal; todos os sensores gravam em 4K.

Motorola Edge 70
Espessura de 5,99 mm é o destaque do Edge 70 (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Ademais, o celular da Motorola tem uma bateria de 4.800 mAh que pode ser rapidamente carregada com o carregador de 68 W. E conta com proteções IP68 e IP69, além da certificação militar MIL-STD-810H, que lhe conferem maior resistência, inclusive contra água e poeira.

Como um smartphone premium na casa dos cinco mil reais, o celular da Motorola até saía atrás de concorrentes mais fortes. Contudo, por menos de R$ 2.000 com cupom, o Motorola Edge 70 5G de 256 GB oferece vantagens significativas se comparados com outros modelos Android na mesma faixa de preço. Por isso a oferta é tão interessante.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Motorola Edge 70 (256 GB) despenca de preço com desconto imbatível na Amazon

Motorola Edge 70 (Foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Espessura de 5,99 mm é o destaque do Edge 70 (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

O que é CGNAT? Entenda a tecnologia e por que afeta sua internet

19 de Junho de 2026, 14:36
Diagrama mostrando o CGNAT: endereços WAN/ISP e a tradução de IPv4 para múltiplas redes residenciais
Saiba como o CGNAT é utilizado para compensar a escassez de endereços IPs públicos (imagem: Reprodução/Proxidize)

O CGNAT é uma tecnologia adotada por provedores de internet para compartilhar um único endereço público (IPv4) entre diversos assinantes. Essa solução foi criada para contornar a escassez global de endereços, permitindo a expansão das redes enquanto ocorre a transição gradual para o padrão IPv6.

O funcionamento ocorre na infraestrutura da operadora, que traduz os endereços privados de uma residência para um IP público compartilhado antes de roteá-los à rede. O processo é transparente para navegação comum, possibilitando que múltiplos usuários usem o mesmo recurso de endereçamento sem conflitos.

Entre as vantagens, a tecnologia viabiliza a expansão rápida da conectividade com custos reduzidos, mantendo a internet acessível a milhões de pessoas. No entanto, a grande desvantagem é o bloqueio de redirecionamento de portas, o que frequentemente causa instabilidades em jogos online e redes VPN.

A seguir, saiba mais sobre o conceito do CGNAT, para que serve e como saber se você está navegando utilizando esta tecnologia.

O que é CGNAT? 

O CGNAT é uma técnica de provedores de internet que compartilha um único IP público (IPv4) entre vários assinantes para contornar a falta de endereços. Essa espécie de “ramal de rede” economiza conexões, mas pode bloquear o redirecionamento de portas e afetar jogos online, câmeras de segurança e VPNs.

O que significa “CGNAT”?

O termo CGNAT une o conceito de Carrier-Grade, que define a infraestrutura de grande porte dos provedores de internet, à tecnologia NAT (Network Address Translation), que remapeia IPs. Essa fusão conceitual surgiu para diferenciar o robusto sistema de operadoras do roteamento simples em equipamentos domésticos.

A expressão ganhou força nos anos 2000 com a chegada das redes móveis e a iminente escassez global de endereços IPv4. O padrão nasceu como uma solução de engenharia emergencial para estender a vida útil da antiga internet antes da transição para o IPv6.

imagem da sala de servidores
A técnica do CGNAT é aplicada a partir da infraestrutura dos provedores de internet (imagem: Kevin Ache/Unsplash)

Para que serve o CGNAT?

O CGNAT atua como uma sobrevida para a internet antiga, compartilhando um único IP público (IPv4) entre vários assinantes diante da escassez global de endereços. Essa manobra reduz custos operacionais das operadoras e viabiliza a expansão das redes enquanto o mercado migra gradualmente para o padrão IPv6.

Na prática, a tecnologia acelera a ativação de novos clientes sem depender de novos blocos de IP, funcionando também como uma blindagem inicial. Ao esconder os dispositivos atrás de um endereço coletivo, o sistema cria uma barreira extra que dificulta ataques cibernéticos diretos contra os usuários.

Como funciona o CGNAT?

O funcionamento do CGNAT se baseia em uma dupla tradução que adiciona uma camada extra de remapeamento diretamente na infraestrutura do provedor de internet (ISP). Primeiro, o roteador doméstico recebe os dados dos dispositivos locais e os converte em um endereço IP privado intermediário.

Na segunda etapa, esse fluxo chega ao gateway da operadora, que converte esse endereço temporário em um IP público IPv4. Para que milhares de clientes naveguem ao mesmo tempo, a tecnologia utiliza o PAT (Tradução de Portas), distribuindo portas TCP/UDP exclusivas para cada conexão.

Para garantir que as respostas da internet voltem ao usuário correto, o sistema adota o mecanismo de State Tracking (Rastreamento de Estado). Essa ferramenta mantém uma tabela de tradução dinâmica que monitora ativamente a entrada e saída de dados de milhões de assinantes.

Essa engenharia complexa opera em escala massiva para driblar as limitações físicas do protocolo IPv4. Enquanto o mercado faz a transição definitiva para o IPv6, os provedores conseguem reaproveitar os mesmos endereços sem interromper a navegação geral da web.

Esquema com 3 etapas do CGNAT traduzindo IPs privados (RFC1918) para um IPv4 público compartilhado no roteador do provedor
Esquema de funcionamento do CGNAT (imagem: Reprodução/RapidSpeed)

Qual é o limite de clientes por endereço IP no CGNAT?

O teto de clientes por endereço IP público no CGNAT não depende do hardware da operadora, mas da matemática das portas lógicas disponíveis. Como cada IP possui um limite fixo de 65.535 portas, esse ecossistema precisa ser fatiado milimetricamente para os usuários navegarem simultaneamente.

Especialistas de rede apontam que o equilíbrio ideal é de 128 assinantes compartilhando o mesmo IP, reservando cerca de 500 portas para cada residência. Em cenários de tráfego intenso, os provedores reduzem essa média para 32 clientes por endereço, evitando quedas e lentidões nas conexões.

Tem como saber se estou em CGNAT?

É possível saber se a conexão está sob CGNAT ao cruzar duas informações básicas da rede. Primeiro, você deve acessar a página de administração do roteador doméstico e localizar o endereço de IP cadastrado na aba WAN ou Internet.

Em seguida, entre em um site verificador público, como o whatsmyip.org, e compare o código exibido na tela com o do aparelho. Se o número do roteador for diferente daquele apontado pelo site, você está navegando por meio do IP compartilhado.

Outro sinal definitivo é se o identificador interno do roteador começar com os dígitos entre 100.64 e 100.127. Essa faixa numérica específica foi reservada globalmente pela engenharia de redes para servir como a assinatura exclusiva da tecnologia CGNAT.

Tela do WhatsMyIP mostrando “Your IP Address is” e opções como Hostname & User Agent para identificar CGNAT
Plataformas como WhatsMyIP podem ajudar a identificar se a conexão está sob CGNAT (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Quais são as vantagens do CGNAT?

Estes são os pontos fortes da tecnologia CGNAT:

  • Sobrevida ao IPv4: permite que múltiplos assinantes compartilhem o mesmo endereço público, estendendo a vida útil desse protocolo escasso enquanto a migração para o IPv6 avança;
  • Economia e eficiência: evita a compra inflacionada de novos blocos de IP, otimizando a infraestrutura atual das operadoras para suportar milhões de conexões sem encarecer o serviço;
  • Expansão simplificada: facilita a entrada rápida de novos clientes e dispositivos na rede do provedor, agilizando o gerenciamento interno de tráfego em larga escala;
  • Barreira de segurança: cria uma camada de proteção nativa ao esconder os IPs residenciais atrás de um endereço coletivo, dificultando ataques cibernéticos diretos aos equipamentos;
  • Rastreamento legal: gera relatórios detalhados de tráfego (logs) que ajudam a diagnosticar gargalos e servem como exigência legal para identificar cibercriminosos quando necessário.

Quais são as desvantagens do CGNAT?

Estes são pontos fracos do CGNAT:

  • Bloqueio de conexões diretas: impede o redirecionamento de portas, inviabilizando o acesso remoto a câmeras de segurança, servidores domésticos, dispositivos de armazenamento (NAS) e à hospedagem de jogos;
  • Gargalos em P2P e streaming: prejudica o tráfego ponto a ponto, como torrents, e pode fazer com que plataformas de vídeo bloqueiem o acesso ao confundirem o IP coletivo com uma VPN;
  • Instabilidade em jogos e VoIP: causa quedas de sessão, picos de latência e variações de IP, afetando diretamente a qualidade de chamadas de vídeo e o desempenho em partidas online;
  • Risco de punição coletiva: se um único usuário cometer crimes virtuais ou disparar spam, o IP compartilhado pode ser banido de sites e jogos, punindo dezenas de vizinhos de rede inocentes;
  • Efeito cascata em ataques DDoS: ataques de negação de serviço direcionados ao endereço comum podem sobrecarregar o gateway do provedor, derrubando a internet de vários clientes de uma só vez.
Ilustração de uma VPN compatível (VPS Gateway) conectando dispositivos e ajudando a contornar problemas do CGNAT
Em alguns casos, uma VPN compatível pode solucionar os problemas gerados pelo CGNAT (imagem: Reprodução/Oslks)

CGNAT atrapalha os jogos online? 

O CGNAT não impede a jogabilidade, mas costuma afetar negativamente partidas multiplayer online. O sistema altera o NAT para o Tipo 3 (Estrito/Fechado), dificultando o bate-papo por voz e bloqueando o redirecionamento de portas nos consoles.

Títulos modernos com servidores centralizados rodam sem problemas, já que a comunicação não depende de uma rota direta. O gargalo surge em jogos baseados em conexões P2P ou quando o jogador tenta hospedar seu próprio servidor de jogo.

Para escapar desse isolamento, existem saídas práticas que restabelecem a estabilidade das partidas. As alternativas envolvem ativar o protocolo IPv6 na rede, utilizar uma VPN compatível ou solicitar IP público dinâmico diretamente com o provedor de internet.

É possível desativar o CGNAT?

Não é possível desativar o CGNAT mudando as configurações do roteador doméstico, já que esse controle pertence exclusivamente à infraestrutura do provedor. A saída é entrar em contato com o suporte técnico da operadora e solicitar a migração para um IP público dinâmico.

Caso a empresa aceite o pedido, o que varia segundo as políticas da operadora, o aparelho sairá da faixa restrita de IPs privados compartilhados e liberará recursos bloqueados. Para consolidar a mudança e validar o novo mapeamento de portas, basta reiniciar o modem após a confirmação do suporte.

Qual é a diferença entre CGNAT e NAT?

O NAT (Network Address Translation) é a tecnologia clássica que opera em residências ou empresas. Ela permite que o roteador doméstico gerencie vários IPs privados internos e os converta em um único IP público, conectando todos os dispositivos à internet.

O CGNAT (Carrier-Grade NAT) eleva essa mesma tecnologia à escala industrial, funcionando diretamente na infraestrutura do provedor de internet. Ele cria uma camada extra de tradução para fazer com que milhares de assinantes diferentes compartilhem um grupo ainda menor de IPs públicos.

O que é CGNAT? Entenda a tecnologia e por que afeta sua internet

Saiba como o CGNAT é utilizado para compensar a escassez de endereços IPs públicos (imagem: Reprodução/Proxidize)

(imagem: Kevin Ache/Unsplash)

Esquema de funcionamento do CGNAT (imagem: Reprodução/RapidSpeed)

Plataformas como WhatsMyIP podem ajudar a identificar se a conexão está sob CGNAT (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Em alguns casos, uma VPN compatível pode solucionar os problemas gerados pelo CGNAT (imagem: Reprodução/Oslks)

Nubank atinge 1 milhão de clientes na operadora móvel NuCel

19 de Junho de 2026, 12:13
Ilustração de um chip de telefonia roxo com a marca do Nu
NuCel é o serviço de telefonia do Nubank (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Nubank atinge 1 milhão de clientes na operadora de celular NuCel, em parceria com a Claro, após um ano e meio de funcionamento.
  • O serviço oferece contratação 100% pelo app, sem fidelidade, cobertura 5G em todo o território nacional, WhatsApp ilimitado e uma Caixinha Turbo com rendimento de 120% do CDI.
  • A NuCel ampliou recursos desde o lançamento, como chip físico, Reserva de GB e pagamento via saldo da Conta Nubank, e abriu planos para jovens de 16 a 18 anos em 2026.

O Nubank anunciou hoje, pela primeira vez, o número de clientes da operadora móvel NuCel: 1 milhão de pessoas. O número foi alcançado um ano e meio após o lançamento do serviço, em janeiro de 2025. Não custa lembrar: o movimento foi antecipado meses antes, numa reportagem exclusiva do Tecnoblog.

Nesta semana, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) ordenou a divulgação das informações sobre o NuCel, após meses de avaliação de um pedido para que os dados permanecessem sob sigilo.

Gráfico de acessos das 10 maiores MVNOs credenciadas, destacando a evolução do NuCel ao longo dos meses
Gráfico mostra desempenho de MVNOs até abril; em maio, NuCel bateu 1 milhão de clientes (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

O NuCel funciona sem fidelidade, com contratação 100% pelo app do Nubank e cobertura 5G em todo o território nacional. A infraestrutura é da Claro. Todos os planos incluem WhatsApp ilimitado, além de uma Caixinha Turbo com rendimento de 120% do CDI. O serviço também sugere ajustes de plano em tempo real, conforme o padrão de uso.

Os preços praticados pelo NuCel são os seguintes:

  • 25 GB por R$ 45
  • 30 GB por R$ 60
  • 40 GB por R$ 70

Desde o lançamento, a operadora incorporou novidades como o chip físico, a Reserva de GB (que libera dados extras automaticamente quando a franquia está perto de acabar, sem custo adicional) e passou a aceitar pagamento via saldo da Conta Nubank, além do cartão de crédito. Já em 2026, os planos foram abertos a jovens de 16 a 18 anos.

“Chegar a 1 milhão de clientes confirma que os brasileiros valorizam uma proposta simples e transparente, que devolve autonomia às pessoas”, afirmou Livia Chanes, CEO do Nubank no Brasil, em nota à imprensa. Ela destacou que o resultado amplia a presença da empresa na vida de quem já usa os serviços financeiros do Nu.

Para Carlos Araújo, diretor de Novos Negócios da Claro, o resultado mostra “o que é possível quando duas empresas atuam com complementaridade real” e reforça a relevância dos MVNOs na estratégia da operadora.

Relembre o lançamento do NuCel

Nubank atinge 1 milhão de clientes na operadora móvel NuCel

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NuCel utiliza a infraestrutura de rede da Claro e tem WhatsApp ilimitado.

NuCel é o serviço de telefonia do Nubank(ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Gráfico com número de acessos das 10 maiores MVNOs credenciadas (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Galaxy A37 já se encontra próximo de 50% OFF na melhor oferta desde o lançamento

19 de Junho de 2026, 12:05
R$ 3.299,0048% OFF

Prós
  • Câmera de 50 MP
  • Proteção IP68
  • Tela Super AMOLED de 6,7″
  • Taxa de atualização de 120 Hz
  • Atualizações até o Android 22
Contras
  • Apenas 6 GB de RAM
  • Exynos 1480 um tanto limitado
  • Não suporta cartões microSD
PIX Cupom
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O novo Galaxy A37 de 128 GB está saindo por R$ 1.719 no Pix com cupom TEL200 no Magazine Luiza, um desconto de 48% sobre o preço original de R$ 3.299. Não deixe de conferir a melhor oferta desde o lançamento do gadget.

O smartphone da Samsung possui tela Super AMOLED de 6,7″ com taxa de 120 Hz, câmera principal de 50 MP e 6 GB de RAM.

Galaxy A37 tem câmera de 50 MP e tela de 120 Hz

O Galaxy A37 possui uma câmera wide com OIS de 50 MP com lente um pouco maior que a do Galaxy A36 (1/1,56), podendo captar mais luz e entregar fotos melhores. As demais, que incluem ultrawide de 8 MP, macro de 5 MP e frontal de 12 MP para ótimas selfies, permanecem iguais. Todas gravam vídeos em 4K.

O chip Exynos 1480 e os 6 GB de RAM suportam a execução de tarefas básicas e alguns recursos da Galaxy AI. Já os 128 GB de armazenamento podem ser expandidos com serviços na nuvem.

A tela Super AMOLED de 6,7 polegadas com resolução Full HD+ oferece boa resolução e fluidez graças à taxa de 120 Hz. Além disso, por entregar brilho de até 1.900 nits com tecnologia Vision Booster, garante a visibilidade mesmo sob luz forte.

Galaxy A37 sendo segurado por uma mão e com a tela ligada na página inicial
Tela Super AMOLED de 6,7″ do Galaxy A37 possui taxa de 120 Hz e brilho de até 1.900 nits (imagem: Ana Marques/Tecnoblog)

O corpo do Galaxy A37 é protegido pelo vidro Gorilla Glass Victus+ na traseira e sobre a tela contra quedas e outros acidentes, enquanto a certificação IP68 adiciona resistência contra poeira e mergulhos acidentais em água doce por até 30 minutos.

O gadget possui uma bateria de 5.000 mAh que resiste até 29 horas de vídeo segundo a fabricante, e o carregamento rápido de 45 W permite que receba uma carga de 60% em apenas 30 minutos.

O Galaxy A37 de 128 GB (por R$ 1.719 no Pix com cupom TEL200), que suporta redes 5G, Wi-Fi 6, Bluetooth 5.4 e NFC, roda Android 16 com One UI 8.5 e deve receber seis atualizações de sistema operacional, garantindo a sua longevidade.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Galaxy A37 já se encontra próximo de 50% OFF na melhor oferta desde o lançamento

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Galaxy A37 (128 GB) tem tela Super AMOLED de 120 Hz e câmera de 50 MP; melhor oferta desde o lançamento oferece celular da Samsung com desconto de 48% no Pix com cupom

Galaxy A37 (imagem: Ana Marques/Tecnoblog)

Loja de apps alternativa anuncia chegada ao iPhone no Brasil

19 de Junho de 2026, 11:19
Ilustração gráfica com textura granulada e fundo inteiramente verde. No centro, destaca-se uma combinação de logotipos da Apple: a silhueta clássica da maçã mordida na cor azul serve de fundo para a letra "A" estilizada da App Store (formada por três palitos de cantos arredondados) na cor amarela.
Acordo com o Cade e a Apple libera lojas de terceiros no iPhone (arte: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • A loja de aplicativos AltStore PAL anunciou oficialmente sua chegada ao Brasil.
  • Download é possível graças ao acordo entre a Apple e o Cade, que exigiu a abertura do iOS para lojas de terceiros.
  • Outra loja de aplicativos alternativa, a holandesa Onside, também prepara sua entrada no mercado brasileiro, seguindo as novas regras.

A loja de aplicativos AltStore PAL anunciou oficialmente a sua chegada aos iPhones do Brasil. Esse é o primeiro desdobramento do acordo firmado entre a Apple e o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), que determinou a abertura do iOS para lojas de terceiros, encerrando a exclusividade da App Store no país.

Com as mudanças, o mercado brasileiro entra para um seleto grupo de regiões que contam com vias alternativas para a distribuição dos apps. Um marco tanto para os consumidores, que ganham mais opções, quanto para os desenvolvedores, que esbarravam nas rígidas normas de aprovação e altas taxas cobradas para distribuir aplicativos na loja oficial da Maçã.

Como instalar a AltStore PAL no iPhone?

Captura de tela da interface de um aplicativo em um iPhone com Dynamic Island no topo. O app mostra as lojas alternativas Delta e AltStore prontas para download.
Usuários brasileiros já podem instalar a AltStore PAL no iPhone (imagem: reprodução/AltStore PAL)

O processo de download já está disponível para o público brasileiro. A AltStore exige três pré-requisitos para a instalação:

  • Você deve estar fisicamente localizado no Brasil;
  • Utilizar uma conta da App Store vinculada à região brasileira;
  • Ter um iPhone rodando a versão iOS 26.5 ou superior.

Cumpridas as exigências, o procedimento de download deve ser feito pelo navegador Safari, seguindo o passo a passo oficial da plataforma:

  1. Acesse a página oficial (altstore.io/download) e toque em “Download“.
  2. Um aviso surgirá na tela, solicitando permissão para baixar os arquivos da AltStore LLC.
  3. Feche o navegador temporariamente e abra o aplicativo “Ajustes“.
  4. Na área superior da tela, logo abaixo do seu nome e Apple ID, aparecerá uma opção chamada “Permitir Marketplace da AltStore LLC“. Toque nela e selecione “Permitir“.
  5. Volte ao Safari, toque mais uma vez no botão “Download” e confirme a etapa final selecionando “Instalar App Marketplace” na janela que será exibida.

Após a instalação, o usuário também pode definir a AltStore como loja principal de aplicativos, acessando o caminho: Ajustes > Aplicativos > Instalação de Aplicativos.

Imagem mostra a seção de apps instalados no iPhone, com a loja alternativa AltStore disponível
AltStore pode ser definida como loja de aplicativos padrão do sistema (imagem: reprodução)

Onside também prepara lançamento no Brasil

A quebra da exclusividade da App Store atraiu o interesse de outras distribuidoras de softwares. A Onside, uma loja de aplicativos alternativa com sede em Amsterdã, na Holanda, confirmou que também prepara a entrada no mercado brasileiro. A companhia opera a mesma infraestrutura descentralizada na União Europeia e Japão e atua cobrando uma comissão fixa de 10% sobre as transações digitais.

Vale lembrar que, conforme o cronograma estipulado pelo Cade, a partir de 6 de julho de 2026, qualquer programador brasileiro terá o direito de distribuir aplicativos por canais independentes, incluindo a liberdade para processar pagamentos de clientes sem usar o sistema fechado da Apple.

Ao Tecnoblog, o cofundador e CEO da Onside, Alexander Baksheev, detalhou que a empresa está analisando as regras exigidas pela Apple no país antes de bater o martelo. Caso o modelo se prove eficiente, o país será prioridade de expansão.

“O Brasil é um mercado muito promissor. Já operamos a mesma infraestrutura na UE desde novembro de 2024 e no Japão desde fevereiro de 2026, então sabemos que a verdadeira questão não é apenas se o mercado está aberto, mas como ele será aberto”.

“Para os desenvolvedores, o fluxo real precisa funcionar: instalação, integração, pagamentos e experiência do usuário precisam ser viáveis, e não apenas formalmente disponíveis.”

– Alexander Baksheev, CEO da Onside

Apple ainda controla a segurança

Apesar da abertura para novas plataformas, a Apple não abriu mão da segurança. Todas as lojas alternativas ainda precisam de autorização da fabricante para operar. Além disso, para que os apps sejam instalados de fora da App Store, é preciso passar por um processo que certifica a capacidade de executar funções sem apresentar falhas, garantindo que o código não inclui ameaças ocultas, como malwares.

Loja de apps alternativa anuncia chegada ao iPhone no Brasil

App Store vs Brasil (arte: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Exclusivo: Galaxy Z Flip 8 se aproxima do lançamento no Brasil

19 de Junho de 2026, 10:13
Smartphone dobrável flip semiaberto sobre uma mesa
Galaxy Z Flip 7 ganhará sucessor em breve (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Resumo
  • Galaxy Z Flip 8 foi homologado pela Anatel e pode ser vendido no Brasil.
  • O dobrável terá suporte a 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth, NFC e carregamento reverso, e as baterias somam 4.174 mAh.
  • O lançamento do Galaxy Z Flip 8 é esperado em um Galaxy Unpacked em julho, junto com os novos Fold 8.

A Samsung começa a preparar o terreno para o lançamento dos novos dobráveis de 2026. O Galaxy Z Flip 8 recebeu homologação da Anatel na quarta-feira (17/06), por solicitação da filial brasileira da firma coreana.

Segundo a documentação visualizada pelo Tecnoblog, o novo dobrável flip da Samsung tem o código de modelo SM-F776B, se alinhando perfeitamente com a lógica usual de códigos de modelo da fabricante (o Flip 7 usa o código SM-F766B).

Certificado de homologação do Galaxy Z Flip 8
Certificado de homologação do Galaxy Z Flip 8 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

O que o Galaxy Flip 8 vai oferecer?

Na conectividade, nada muda: o Flip 8 tem suporte a 5G, Wi-Fi 7 de três bandas (2,4, 5 e 6 GHz), Bluetooth, NFC e carregamento reverso.

Falando em carregamento, é algo que também não deve mudar: as duas baterias (EB-BF776BAY e EB-BF777DAY) somam 4.174 mAh nominais, exatamente a mesma capacidade nominal do antecessor.

A única mudança nelas é que a bateria “principal” está maior (3.024 mAh), e a bateria na parte superior encolheu (1.150 mAh), indicando mudanças no layout interno do Flip 8.

Para recarregar as baterias, o Flip 8 continua com o carregador de 25 W na caixa, modelo EP-TA800, já fornecido com os dobráveis da Samsung desde o Flip 4, além da linha S.

Imagem mostra o carregador Samsung, de cor preta, com o selo da Anatel
Carregador Samsung EP-TA800 (Foto: Everton Favretto/Tecnoblog)

Então, o que mudará?

A documentação de certificação não revelou nada realmente novo ou inesperado. No departamento de rumores e vazamentos, a expectativa também é de poucas novidades: SoC novo, como esperado, e melhorias na dobradiça e tela para reduzir o vinco no AMOLED dobrável.

Segundo o GSMArena, o Flip 8 receberá o chip Exynos 2600 em alguns mercados e um chip da Qualcomm em outros, sem especificar de qual chip se trata — potencialmente o Snapdragon 8 Elite Gen 5 ou apenas o 8 Gen 5.

Se a informação se concretizar, o modelo brasileiro virá com o chip da Qualcomm, que tende a ser preferido por entusiastas e consumidores.

E quando chega?

A expectativa é de que o Galaxy Z Flip 8, além dos dois novos Fold 8, sejam lançados em uma vindoura Galaxy Unpacked no dia 22 de julho. Até o momento, a Samsung não oficializou o evento. O evento também deve anunciar os novos modelos de smartwatch da coreana, também já certificados aqui.

O Galaxy Z Flip 7 foi lançado no início de julho de 2025 durante um evento em Nova York, nos EUA. No Brasil, o modelo chegou no fim do mesmo mês pelo valor de R$ 8.199, mas pode ser encontrado no varejo hoje na faixa de preço dos R$ 5.500.

Exclusivo: Galaxy Z Flip 8 se aproxima do lançamento no Brasil

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Dobrável da Samsung foi homologado na Anatel e já pode ser vendido no país. Modelo é esperado para o fim de julho.

Galaxy Z Flip 7 vermelho infelizmente não vem para o Brasil (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Certificado de homologação do Galaxy Z Flip 8 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Carregador Samsung EP-TA800 (Foto: Everton Favretto/Tecnoblog)

iPhone Air 2 deve ganhar segunda câmera e mais bateria

18 de Junho de 2026, 17:45
Imagem mostra um iPhone Air branco sendo segurado em uma mão. O modelo está virado com a parte traseira para a câmera.
Segunda geração do iPhone Air pode trazer outra câmera ultrawide (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Resumo
  • Apple deve lançar o iPhone Air 2 no começo de 2027, com uma segunda câmera e mais bateria.
  • Segundo Mark Gurman, o modelo terá uma nova câmera ultrawide na traseira e processador A20 Pro.
  • Esse lançamento deve inaugurar o novo calendário de anúncios da Apple, que pretende distribuir suas apresentações ao longo do ano.

A Apple pode resolver algumas queixas dos consumidores com a segunda geração do seu smartphone ultrafino. O iPhone Air 2 deve ser lançado já no primeiro semestre de 2027, entre os meses de março e junho, trazendo uma segunda câmera e mais bateria.

As informações foram reveladas pelo jornalista Mark Gurman, da Bloomberg, conhecido por antecipar os passos da empresa de Cupertino.

O que deve mudar na segunda geração do iPhone Air?

Internamente, o projeto já seria conhecido pelo codinome V62 e teria como principal novidade o acréscimo de uma segunda câmera ultrawide na traseira. Rumores anteriores já indicavam que essa seria uma das estratégias para tentar reverter as vendas fracas do iPhone Air.

Além disso, é esperado que o smartphone venha equipado com o processador A20 Pro, o mesmo que estará nos modelos mais caros, e traga melhorias na duração da bateria, uma das maiores exigências de quem comprou a primeira versão.

Lançado em setembro de 2025, o primeiro iPhone Air chamou a atenção da indústria pelo visual radicalmente mais fino, com apenas 5,6 milímetros de espessura. No entanto, a finura cobrou o seu preço. A Apple precisou fazer ajustes e deixou de fora componentes encontrados na linha Pro. Contar com apenas uma lente fotográfica, por exemplo, foi apontado como um dos grandes pontos negativos do dispositivo.

Segundo Gurman, os protótipos da nova geração já estão em fase avançada de testes e mantêm a mesma estrutura. O mistério que fica é como a empresa vai entregar mais autonomia de energia. Ainda não se sabe se uma bateria maior fará parte do pacote ou se o ganho será mérito da eficiência energética do novo chip A20 Pro.

Imagem mostra um iPhone Air branco sendo segurado em uma mão. O modelo está virado de perfil para a câmera, mostra a fina espessura
Desafio da Apple é entregar mais bateria sem comprometer o chassi ultrafino (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

No passado, tentativas de criar formatos diferenciados, como as linhas Mini e Plus, acabaram não decolando nas vendas. Mas as informações reforçam que a ideia do celular ultrafino segue firme no portfólio da Maçã.

Segundo a própria companhia, o iPhone Air cumpre bem o papel de diversificar as opções de compra para quem busca portabilidade e design premium, mas não faz questão dos recursos avançados da categoria Pro.

Novo calendário para bater de frente com a Samsung

A janela de lançamento do iPhone Air 2 também confirma uma mudança de rota da Apple. Por muitos anos, a empresa concentrou quase todos os seus anúncios de celulares no mês de setembro. Agora, a tática seria adotar um cronograma rotativo para manter a marca em evidência ao longo de todo o ano.

O iPhone Air de segunda geração deve chegar às lojas cerca de um ano e meio após a estreia do modelo original, dividindo os holofotes com o iPhone 18 padrão. Essa divisão de datas é uma resposta direta à concorrência, ajudando a Apple a competir com rivais como a Samsung, que tradicionalmente pulveriza lançamentos de peso por vários meses do ano.

Já a programação do segundo semestre de 2026 ficará reservada para os dispositivos de alto padrão: o iPhone 18 Pro, o iPhone 18 Pro Max e, provavelmente, o tão aguardado primeiro dobrável da Apple.

As novidades não devem parar por aí, já que a Apple prepara um iPhone comemorativo de 20 anos para o final de 2027.

iPhone Air 2 deve ganhar segunda câmera e mais bateria

iPhone Air (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

iPhone Air (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

“Sabores” do Ubuntu Linux só poderão ser lançados se tiverem versões beta

18 de Junho de 2026, 16:53
Os vários sabores do Ubuntu Linux (imagem: Guilherme Reis/Tecnoblog)
“Sabores” do Ubuntu Linux só poderão ser lançados se tiverem versões betas (imagem: Guilherme Reis/Tecnoblog)
Resumo
  • Canonical anunciou que “sabores” oficiais do Ubuntu só terão versões finais se cumprirem prazo de liberação das versões beta;
  • decisão visa padronizar controle de qualidade e estabilidade das variantes após exceções recentes;
  • medida vem depois de variante Ubuntu Kylin ter sido lançada sem sua respectiva versão beta ser liberada dentro do prazo.

O Ubuntu é uma das distribuições Linux mais populares da atualidade e, como se não bastasse, também conta com “sabores”, como são chamadas as variantes reconhecidas oficialmente. Mas, a partir de agora, elas só poderão ser lançadas se seguirem uma nova condição: terem versões beta liberadas no prazo.

As variantes oficiais do Ubuntu são aquelas que trazem ambientes de desktop diferentes do Gnome (padrão na versão original). É o caso do Kubuntu, que vem com o KDE Plasma, ou do Xubuntu, que é baseado no Xfce.

Um sabor também pode atender a um segmento específico. Por exemplo, o Edubuntu vem com ferramentas educativas pré-instaladas, enquanto o Ubuntu Studio é pré-configurado para atividades de edição de mídia.

Normalmente, os “sabores” são lançados simultaneamente ou logo depois de uma nova versão do Ubuntu original ser liberada. Para tanto, cada projeto deve seguir critérios de qualidade, sendo um deles, agora, a submissão de versões beta dentro do cronograma estabelecido pela Canonical.

Não que isso já não ocorresse, mas, vez ou outra, havia exceções. Um exemplo vem da versão mais recente do Ubuntu Kylin (variante direcionada ao público chinês), que passou do prazo para a liberação da versão beta, mas teve a sua versão final lançada mesmo assim.

Mas isso não vai mais acontecer. Sem uma versão beta, não haverá versão final, como informa a Canonical na lista de discussão oficial:

Para garantir que todos os sabores estejam totalmente preparados para o lançamento final, informamos que nenhuma versão será considerada para um lançamento oficial a menos que tenha submetido com sucesso uma versão beta seguindo o cronograma previsto.

As diferenças entre as versões beta e final devem ser mínimas e conter apenas correções de bugs.

Oliver Reiche, engenheiro de software da Canonical

Ubuntu 26.04 "Resolute Raccoon"
Ubuntu 26.04 “Resolute Raccoon”, a versão original mais recente (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Por que versões beta agora são obrigatórias nos sabores do Ubuntu?

A liberação de versões beta faz parte de um ritual padrão. O caso do Ubuntu Kylin foi uma ocorrência isolada. O que a Canonical quis quiser com o aviso é que exceções como essa não serão mais aceitas. Motivo: “manter a qualidade e a estabilidade dos nossos produtos finais”, explica Reiche.

Faz sentido. Ainda que a Canonical não controle diretamente o desenvolvimento das variantes, cada uma delas deve seguir critérios de qualidade e segurança para continuarem sendo reconhecidas como “sabores” e, assim, receberem apoio técnico da organização.

Sem esse cuidado, o Ubuntu e a própria Canonical podem ter o “filme queimado” em caso de problemas de qualidade relacionados a uma variante.

Você pode conhecer todos os sabores do Ubuntu nesta página.

Em tempo: a versão mais recente da distribuição original é o Ubuntu 26.04 “Resolute Raccoon”, lançado em abril (como de hábito).

Em tempo²: o Kubuntu foi citado mais acima; vale pegar o gancho para lembrar que o ambiente de desktop KDE Plasma 6.7 foi lançado nesta semana.

“Sabores” do Ubuntu Linux só poderão ser lançados se tiverem versões beta

Os vários sabores do Ubuntu Linux (imagem: Guilherme Reis/Tecnoblog)

Ubuntu 26.04 "Resolute Raccoon" (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Midjourney agora tem um scanner corporal com IA

18 de Junho de 2026, 16:11
A imagem mostra a tela de um monitor exibindo o que parece ser um escaneamento corporal ou médico em andamento. O fundo da tela é totalmente escuro, e duas silhuetas humanas aparecem brilhando em tons de vermelho e laranja, lembrando uma imagem térmica ou de raio-X.
Inteligência artificial processa dados para criar mapas 3D do corpo (imagem: reprodução/Midjourney)
Resumo
  • Midjourney revelou o Midjourney Scanner, um equipamento de ultrassom de corpo inteiro que usa inteligência artificial.
  • O scanner usa um anel com milhares de sensores submersos em água para emitir ondas ultrassônicas e capturar alterações milimétricas nas ondas.
  • A empresa planeja criar uma rede de spas para oferecer exames de saúde enquanto os clientes relaxam.

A Midjourney revelou seu primeiro produto de hardware: um scanner de ultrassom de corpo inteiro. A companhia, mundialmente conhecida pelo gerador de imagens realistas com IA, fez o anúncio nesta quinta-feira (18/06).

Segundo o comunicado, o Midjourney Scanner não é um equipamento de ressonância magnética. O sistema deve funcionar por meio de um anel com centenas de milhares de sensores submersos em água, que emitem ondas ultrassônicas para reconstruir modelos tridimensionais do corpo humano.

Já esta é a outra parte do anúncio: a companhia terá uma rede de spa, com a primeira unidade a ser inaugurada em São Francisco, nos EUA, onde as pessoas poderão fazer exames para monitoramento da saúde enquanto descansam. “Hoje vamos anunciar algo um pouco estranho e um pouco louco”, avisou a empresa.

Como funciona o Midjourney Scanner?

A imagem mostra as costas de uma pessoa vista de trás, posicionada no centro de um anel de scanner. Ela veste um maiô ou collant preto com um decote redondo nas costas.
Anel do scanner conta com meio milhão de sensores (imagem: reprodução/Midjourney)

No lugar de tubos fechados e ruídos das máquinas de ressonância magnética, o exame com o scanner da Midjourney deve durar apenas 60 segundos. O processo começa com o usuário de pé sobre uma plataforma que desce suavemente para um tanque raso com água morna e iluminação relaxante.

Durante a submersão, o corpo atravessa um anel equipado com cerca de meio milhão de minúsculos sensores, cada um do tamanho de um grão de areia. Eles emitem ondas ultrassônicas de todos os ângulos contra o paciente. Como o som viaja de forma diferente ao penetrar na água, pele, gordura, músculos e ossos, essas ondas mudam de formato ao encontrar cada uma dessas densidades.

O equipamento conta com dois petaflops de poder de processamento bruto para capturar alterações milimétricas nas ondas milhões de vezes por segundo, e o volume de dados gerado é gigantesco. Segundo a própria companhia, seria necessário assistir a 500 horas de filmagem para cada segundo de escaneamento.

É aqui que a especialidade da Midjourney vai entrar em ação: IA. A inteligência artificial deve processar esse banco de dados em tempo real e reconstruir mapas 3D detalhados do corpo humano, fatiando virtualmente os tecidos e órgãos com precisão.

Segundo o site Crypto Briefing, a Midjourney assinou em novembro de 2025 um acordo de licenciamento exclusivo com a Butterfly Network, empresa responsável pela tecnologia de ultrassom em chip que será utilizada no projeto.

No centro de uma tela preta, destaca-se uma secção transversal do corpo humano, como uma tomografia, que brilha intensamente em tons de amarelo e branco.
Exame dura apenas 60 segundos (imagem: reprodução/Midjourney)

Meta de um bilhão de exames

Para popularizar essa infraestrutura, a companhia não pretende focar em vendas para hospitais ou clínicas. A estratégia é criar o Midjourney Spa. A primeira unidade tem inauguração prevista para o final de 2027, em São Francisco.

A proposta é que o local funcione 24 horas por dia e ofereça um ambiente com academias, saunas e piscinas. O exame ocorrerá dentro de salas equipadas com banheiras de hidromassagem, tornando a coleta de dados de saúde parte de uma “experiência de relaxamento”, afirma a empresa.

Em relação à privacidade, os usuários terão controle sobre a “biblioteca de exames” pessoal. Esses dados poderão ser compartilhados a critério do cliente com médicos, nutricionistas ou outras plataformas de IA voltadas para a saúde.

No contexto regulatório, ainda há um caminho a percorrer. Para contornar a burocracia da FDA (órgão regulador de saúde dos Estados Unidos), a Midjourney iniciará a operação criando “mapas de composição corporal”. Os resultados clínicos serão enviados à agência para, futuramente, liberar de forma oficial a detecção de anomalias.

Após a fase de refinamento, que durará cerca de 12 meses, a Midjourney prevê o lançamento de um scanner de terceira geração em 2028, que reduzirá ainda mais o tempo e elevará a qualidade das imagens. A meta para 2031 é criar uma frota de 50 mil scanners globalmente, com capacidade para realizar um bilhão de exames por mês. A promessa é que o mapeamento preventivo rápido e de baixo custo evite mortes precoces e corte os gastos com sistemas de saúde.

Midjourney agora tem um scanner corporal com IA

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