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Samsung: versão inédita do Galaxy Fold está pronta para venda no Brasil

26 de Junho de 2026, 10:07
Suposto design do Galaxy Z Fold 8 Wide: smartphone dobrável com duas câmeras traseiras e tela interna aberta
Suposto design do Galaxy Z Fold 8 Wide (imagem: reprodução/Ice Universe)
Resumo
  • Galaxy Z Fold 8 Wide foi homologado pela Anatel e pode ser lançado no Brasil.
  • Smartphone terá conectividade 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth, NFC e carregamento sem fio reverso, com bateria de 4.660 mAh.
  • Samsung deve lançar o dobrável junto com o Flip 8 e o Fold 8 Ultra, em evento previsto para julho.

A trifecta de dobráveis da Samsung para 2026 está completa: o Galaxy Z Fold 8 Wide está homologado pela Anatel. O novo dobrável da fabricante sul-coreana deve ser uma segunda opção na linha Fold 8, oferecendo uma tela de proporção mais larga, como o nome indica.

O smartphone tem o código de modelo SM-F971B e sua homologação foi emitida na quarta-feira (24/06).

Certificado de homologação do Galaxy Z Fold 8 Wide
Certificado de homologação do Galaxy Z Fold 8 Wide (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Na conectividade, o Fold 8 Wide será igual ao irmão maior: 5G, Wi-Fi 7 de três bandas, Bluetooth, NFC, UWB e carregamento sem fio reverso.

As baterias, também homologadas, são os modelos EB-BF971DAY e EB-BF972DAY, com capacidades nominais de 2.267 e 2.393 mAh, somando 4.660 mAh nominais.

A capacidade se alinha com os rumores e vazamentos do Z Fold Wide, que indicaram capacidade típica de 4.800 mAh. Para recarga, uma surpresa: o carregador incluso na caixa será de 45 W, modelo EP-TA845.

Segundo o leaker Ice Universe, o Fold 8 Wide terá uma câmera a menos que o modelo Ultra, abrindo mão da teleobjetiva.

A fabricação do Fold 8 Wide fica a cargo de cinco fábricas da Samsung, como de costume: duas no Vietnã, uma na Coreia do Sul, além das duas fábricas da empresa no Brasil (em Manaus e Campinas).

Quando chegam?

A expectativa é de que o Galaxy Z Fold 8 Wide, além do Flip 8 e do Fold 8 Ultra, sejam lançados em um vindouro Galaxy Unpacked previsto para o dia 22 de julho. Até o momento, a Samsung não oficializou o evento, no qual também devem ser revelados os novos modelos de smartwatch da empresa sul-coreana, já certificados aqui.

Para comparação, o Galaxy Z Fold 7 foi lançado no início de julho de 2025 durante um evento em Nova York, nos EUA. No Brasil, o modelo chegou no fim do mesmo mês pelo valor de R$ 14.599, mas pode ser encontrado hoje no varejo brasileiro em torno dos R$ 9 mil, ou até menos em promoções.

Mas, prepare o bolso: a Samsung aumentou os valores até dos intermediários devido à escassez de memórias.

Samsung: versão inédita do Galaxy Fold está pronta para venda no Brasil

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Galaxy Z Fold 8 Wide foi homologado pela Anatel e já pode ser comercializado no país. Certificação completa a nova geração de dobráveis da fabricante sul-coreana.

Certificado de homologação do Galaxy Z Fold 8 Wide (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Copa do Mundo dispara o tráfego de internet no Brasil

25 de Junho de 2026, 18:56
Neymar e Vini Jr na partida contra a Escócia (imagem: reprodução/Fifa)
Resumo
  • O data center da Elea no Rio de Janeiro registrou um pico de 951,89 Gb/s de trânsito de dados durante a partida da seleção brasileira contra a Escócia.
  • A alta demanda de internet durante a Copa do Mundo levou as operadoras a se prepararem para picos de tráfego, com a TIM projetando uma demanda cinco vezes maior do que o habitual.
  • A TIM está preparando sua infraestrutura de rede, incluindo a redução da latência e a utilização de inteligência artificial para gestão dinâmica da rede, para oferecer uma experiência mais estável aos clientes.

O interesse do brasileiro pela Copa do Mundo, com direito a jogos transmitidos em variados apps, levou a uma alta nunca antes vista de consumo de internet, segundo empresas do setor. O data center da Elea no Rio de Janeiro atingiu pico durante a partida de ontem (24/06), com 951,89 Gb/s de trânsito de dados durante o segundo gol de Vini Jr, por volta das 19h30.

O jogo do Brasil contra a Escócia voltou a evidenciar o impacto dos grandes eventos esportivos sobre a infraestrutura digital. Ao longo da competição, a empresa especializada em data centers também detectou outros dois momentos de tráfego intenso: 865,27 Gb/s na partida contra o Haiti (em 19/06) e 865,02 Gb/s na estreia contra o Marrocos (13/06).

No servidor identificado como RJO1 são processadas as transmissões da Globo e do Globoplay.

De acordo com a Elea, a alta decorre não apenas da transmissão dos jogos, mas também da procura por redes sociais, aplicativos de mensagens, plataformas digitais e serviços financeiros durante jogos da seleção masculina de futebol.

Como as operadoras se preparam para os picos de tráfego?

A operadora TIM projeta uma demanda cinco vezes maior do que o habitual nas próximas etapas do evento esportivo. Por conta disso, disse que está preparando a infraestrutura de rede. Ela afirmou que reduziu a latência e tomou outras providências para oferecer uma experiência mais estável aos clientes, mesmo nos momentos de pico extremo de acessos simultâneos.

Por exemplo, a TIM utiliza inteligência artificial para realizar a gestão dinâmica da rede. Tudo corre em tempo real. Há ainda parcerias com plataformas de streaming.

Copa do Mundo dispara o tráfego de internet no Brasil

Neymar e Vini Jr na partida contra a Escócia (imagem: reprodução/Fifa)

Google libera troca de endereço do Gmail no Brasil

25 de Junho de 2026, 14:54
Ilustração com envelope colorido, logotipo do Gmail do Google. Na parte inferior direita, o logo do "tecnoblog" é visível.
Gmail agora permite troca de endereço no Brasil (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Google liberou no Brasil a opção de mudar o endereço principal do Gmail sem criar uma nova conta.
  • Mudança permite que o usuário troque o nome antes do @gmail.com e mantenha os dados da conta.
  • O endereço antigo continua funcionando como um endereço alternativo vinculado à conta do Google.

O Google começou a liberar no Brasil a opção de mudar o endereço principal do Gmail sem precisar criar uma nova conta. Com o recurso, o usuário pode trocar o nome que aparece antes do @gmail.com, mantendo a mesma Conta do Google, os dados dela e o histórico de uso.

A novidade pode ser útil para quem criou um e-mail antigo, quer corrigir um nome pouco profissional ou precisa atualizar a conta sem refazer cadastros do zero. Antes, a alternativa mais comum era criar outro Gmail e migrar manualmente contatos, serviços e assinaturas.

O recurso havia sido anunciado no final de março, inicialmente nos Estados Unidos, e agora aparece para contas no Brasil.

Mensagem enviada pelo Google aos usuários informando possibilidade de mudança do endereço de e-mail
Gmail já permite alteração de e-mail da Conta do Google (imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Como mudar o endereço do Gmail?

A alteração pode ser feita pelas configurações da Conta do Google no aplicativo do Gmail:

  1. Abra o app do Gmail e toque no ícone de perfil;
  2. Selecione “Gerenciar sua Conta do Google”;
  3. Acesse a aba “Informações pessoais”;
  4. Entre em “E-mail”;
  5. Clique em “E-mail da Conta do Google”;
  6. Toque em “Alterar o e-mail da Conta do Google”;
  7. Digite o novo endereço desejado.

Endereço antigo continua funcionando

Arte mostra um padrão repetitivo de logotipos do Gmail em tons de cinza claro, que preenche um fundo cor-de-rosa pálido. No centro, destaca-se um logotipo do Gmail colorido, com abas em vermelho, azul, verde e amarelo, posicionado ligeiramente para a frente. No canto inferior direito da imagem, há a marca d'água "tecnoblog".
Endereço antigo continuará valendo para receber e enviar mensagens (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A troca não apaga o endereço anterior, que continuará funcionando como um endereço anternativo vinculado à conta do Google. Ou seja, mensagens enviadas para o Gmail antigo ainda chegam à mesma caixa de entrada.

Dessa forma, caso o endereço antigo esteja vinculado em redes sociais e outros serviços, e-mails de verificação, mensagens promocionais e outras mensagens devem continuar chegando. Importante frisar que, nesses casos, o usuário precisará atualizar manualmente as credenciais de login em cada site, app e serviço que usam o Gmail antigo.

O endereço antigo pode ser usado como opção de recuperação da conta em caso de perda de senha ou bloqueio de acesso, e o usuário também poderá continuar enviando e-mails pelo endereço anterior, se quiser.

Google impõe limites para a troca

A mudança de endereço, no entanto, não poderá ser feita sem algumas restrições:

  • Cada usuário só poderá escolher um novo endereço a cada 12 meses.
  • Haverá um limite de três novos nomes de usuário por conta ao longo do tempo.
  • É possível voltar ao endereço anterior, em caso de arrependimento, mas a reversão bloqueia a escolha de um novo e-mail por 30 dias.
  • O nome antigo não ficará disponível para criar uma nova Conta do Google. Ele permanece reservado e vinculado ao titular original.

Google libera troca de endereço do Gmail no Brasil

Gmail (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Logo do Gmail (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Preço de GTA 6 no Brasil é revelado: R$ 449

25 de Junho de 2026, 10:58
Edição física do jogo inclui apenas código de download (imagem: divulgação/Rockstar)
Resumo
  • A Rockstar Games anunciou que o jogo Grand Theft Auto VI (GTA 6) será lançado em 19 de novembro de 2026 para PlayStation 5 e Xbox Series X/S, com preço de R$ 449,90 para a edição padrão no Brasil.
  • A edição física do jogo não incluirá disco, mas sim um código de download para resgatar nas lojas virtuais da Sony e Microsoft, medida adotada para evitar vazamentos antecipados.
  • A Rockstar oferece uma edição Ultimate por R$ 549,90, com conteúdos adicionais como o Pacote Vintage Vice City e um mês de assinatura gratuita do serviço GTA Plus.

A Rockstar Games encerrou o mistério em torno do jogo mais aguardado do ano: Grand Theft Auto VI (GTA 6) será lançado globalmente no dia 19 de novembro de 2026 para PlayStation 5 e Xbox Series X/S. A edição padrão (Standard) chega ao Brasil custando R$ 449,90. O anúncio ocorreu na virada de terça para quarta-feira (24).

Um detalhe que chamou a atenção foi uma mudança na distribuição. O estúdio confirmou que as edições físicas de GTA 6 não incluirão a mídia em Blu-ray. Em vez do disco tradicional, os compradores encontrarão dentro do encarte um código impresso que deverá ser resgatado nas lojas virtuais da Sony e da Microsoft.

Para garantir que nenhum jogador seja prejudicado no dia da estreia, a distribuidora elaborou um calendário de entregas diferenciado. O envio das caixas de GTA 6 para o varejo e consumidores começará no dia 12 de novembro, uma semana antes do lançamento. Esse intervalo foi planejado para que os usuários realizem o pre-load (o download dos arquivos de instalação) com antecedência e iniciem a campanha assim que os servidores da Rockstar liberarem o acesso.

Por que a edição física não virá com disco?

A decisão foi tomada para impedir vazamentos antecipados. Uma ocorrência comum na indústria de games são lotes de cópias físicas que chegam aos estoques de lojistas semanas antes da data oficial de comercialização, permitindo que funcionários e clientes com acesso privilegiado joguem os títulos antes da hora e publiquem imagens não autorizadas na internet.

Ao atrelar o produto a um código digital que depende da validação de um servidor, a Rockstar Games elimina a possibilidade de o título ser executado antes de 19 de novembro. Por enquanto, a desenvolvedora não confirmou se pretende fabricar discos físicos após essa janela inicial de lançamento.

Rockstar adota embalagens sem mídia para evitar vazamentos (imagem: divulgação/Rockstar)

O que vem na edição mais cara de GTA 6?

A pré-venda oficial de GTA 6 já está valendo. Os consumidores que buscam o pacote completo têm à disposição a edição definitiva, batizada de Ultimate Edition, comercializada no Brasil por R$ 549,90 (US$ 99,99 nos Estados Unidos). O salto nos valores reflete uma tendência de encarecimento nos custos de desenvolvimento.

Para impulsionar as reservas nos meses que antecedem o lançamento, a Rockstar preparou incentivos para os compradores das duas edições, como o Pacote Vintage Vice City, com conteúdos clássicos do GTA: Vice City de 2002. As reservas incluem, ainda, um mês de assinatura gratuita do serviço GTA Plus. Já a Ultimate oferece vantagens extras desbloqueadas durante a progressão da história, como novos veículos, arsenal expandido, roupas, tatuagens e passe livre para lojas exclusivas no mapa.

Pré-venda garante itens nostálgicos do clássico GTA: Vice City (imagem: Gabriel Sérvio/Tecnoblog)

Cuidado com o falso GTA 6 para PC

Chegando mais de dez anos após GTA V e tendo passado por vários adiamentos, o título protagonizado pela dupla Jason e Lucia no estado fictício de Leonida, em Vice City, desponta como o maior lançamento do ano no mundo dos games. Por conta do alto volume de interesse, especialistas reforçam alertas de segurança.

Como GTA 6 foi confirmado primeiro para as plataformas PlayStation e Xbox, cibercriminosos estão explorando a desinformação com instaladores falsos de GTA 6 para PC distribuídos em fóruns e redes sociais. A isca contém malwares e potencial para roubar dados dos usuários. A recomendação é ignorar qualquer link de download paralelo e realizar a compra do jogo apenas por lojas oficiais.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Preço de GTA 6 no Brasil é revelado: R$ 449

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Rockstar Games revela preços da aguardada sequência e adota caixas com códigos de download para o maior lançamento do ano.

(imagem: Gabriel Sérvio/Tecnoblog)

Apple aumenta preços de MacBooks e iPads no Brasil

25 de Junho de 2026, 10:35
Fotografia colorida mostra um MacBook Neo de cor verde sobre uma bancada, em exposição.
MacBook Neo ficou mais caro no país (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Resumo
  • Apple reajustou os preços de produtos no Brasil, como MacBook Neo, Air com chip M5 e novos iPads.
  • O MacBook Pro com chip M5 de 16 polegadas é um dos produtos que teve maior aumento de preço.
  • O CEO da Apple, Tim Cook, havia sinalizado que os preços subiriam devido ao aumento dos custos de memória e armazenamento.

A Apple reajustou os preços de parte de sua linha de produtos no Brasil. A alta ocorre no mundo todo e, por aqui, atinge as linhas mais recentes de Macs, iMacs, MacBooks e iPads, ao menos por enquanto. O MacBook Pro com chip M5 foi um dos mais afetados e ficou até R$ 5 mil mais caro.

Há poucos dias, o CEO Tim Cook já havia sinalizado que os preços subiriam, classificando o reajuste como “inevitável”. Segundo o executivo, a alta está ligada ao aumento dos custos de memória e armazenamento, pressionados pela forte demanda de IA. A escassez já afeta outras empresas do setor de tecnologia, com reflexos nos preços de PCs, consoles, smartphones e outros eletrônicos.

Os ajustes ocorreram após a Apple Store ter ficado temporariamente indisponível na manhã desta quinta-feira (25/06). A loja online voltou a funcionar já com os novos preços. Até o momento, iPhones e AirPods não foram afetados.

Quais os novos valores?

O MacBook Neo na versão de entrada, que custava R$ 7.299, deixou de ser vendido por esse preço, e o modelo mais barato agora sai por R$ 8.499 com 256 GB de armazenamento. Já a versão com 512 GB e Touch ID passa a custar R$ 9.699.

O mesmo com o MacBook Air com chip M5 de 13 polegadas. O modelo não tem mais a opção de R$ 13.999, começando a ser vendido por R$ 15.999. Já a versão de 15 polegadas ganhou um novo preço: R$ 17.999.

O preço inicial do iPad Air de 11 polegadas subiu de R$ 7.499 para R$ 9.999, enquanto o iPad Air de 13 polegadas passa a ter preço sugerido de R$ 12.999. 

Além disso, outras versões de produtos tiveram alteração nos preços, incluindo o MacBook Pro — com um dos maiores aumentos — e o iMac.

Confira a tabela com as alterações

ProdutoPreço anteriorPreço novo
MacBook Neo 256 GBR$ 7.299R$ 8.499
MacBook Neo 512 GBR$ 8.499R$ 9.699
MacBook Air M5 13″R$ 13.999R$ 15.999
MacBook Air M5 15″R$ 15.999R$ 17.999
MacBook Pro M5 14″R$ 20.999R$ 24.999
MacBook Pro M5 Pro 14″R$ 26.999R$ 30.999
MacBook Pro M5 Max 14″R$ 44.999R$ 49.999
MacBook Pro M5 Pro 16″R$ 33.999R$ 37.999
MacBook Pro M5 Max 16″R$ 47.999R$ 53.999
Mac Mini M4 R$ 9.899 (512 GB)R$ 9.499 (preço caiu, mas armazenamento foi reduzido para 256 GB)
Mac Mini M4 ProR$ 16.999R$ 17.999
Mac Studio M4 MaxR$ 25.999R$ 30.999
Mac Studio M3 UltraR$ 51.999R$ 66.999
iMac com 2 portas ThunderboltR$ 15.499R$ 17.999
iMac com 4 portas ThunderboltR$ 17.999R$ 19.999
iPad Air WiFi 11″ 128 GBR$ 7.499R$ 9.999
iPad Air WiFi 11″ 256 GB R$ 8.699R$ 11.199
iPad Air WiFi 11″ 512 GBR$ 11.099R$ 13.599
iPad Air WiFi 11″ 1 TBR$ 13.499R$ 17.199
iPad Air Wi‑Fi + Cellular 11″ 128 GBR$ 9.499R$ 11.999
iPad Air Wi‑Fi + Cellular 11″ 256 GBR$ 10.699R$ 13.199
iPad Air Wi‑Fi + Cellular 11″ 512 GBR$ 13.099R$ 15.599
iPad Air Wi‑Fi + Cellular 11″ 1 TBR$ 15.499R$ 19.199
iPad Air WiFi 13″ 128 GB R$ 9.999R$ 12.999
Pad Air WiFi 13″ 256 GBR$ 11.199R$ 14.199
iPad Air WiFi 13″ 512 GBR$ 13.599R$ 16.599
iPad Air WiFi 13″ 1 TBR$ 15.999R$ 20.199
iPad Air Wi‑Fi + Cellular 13″ 128 GBR$ 11.999 R$ 14.999
iPad Air Wi‑Fi + Cellular 13″ 256 GBR$ 13.199R$ 16.199
iPad Air Wi‑Fi + Cellular 13″ 512 GBR$ 15.599  R$ 18.599
iPad Air Wi‑Fi + Cellular 13″ 1 TBR$ 17.999 R$ 22.199
Tabela elaborada pelo Tecnoblog

Apple aumenta preços de MacBooks e iPads no Brasil

MacBook Neo (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Amazon Basics: marca própria da Amazon chega ao Brasil com centenas de itens

24 de Junho de 2026, 11:43
Amazon Basics chega ao Brasil
Amazon Basics chega ao Brasil (imagem: divulgação/Amazon)
Resumo
  • marca própria da Amazon, Amazon Basics, foi lançada no Brasil com centenas de itens em categorias como casa, escritório, esportes e pet shop;
  • produtos Amazon Basics oferecem preços geralmente mais acessíveis e trazem benefícios adicionais para membros Amazon Prime, como entrega rápida gratuita e descontos de 15% em determinados itens;
  • Amazon armazena os produtos da marca em centros de distribuição no Brasil para agilizar as entregas, permitindo que membros Prime recebam os produtos no mesmo dia ou no dia seguinte à compra.

A Amazon Basics é uma marca própria da gigante do comércio eletrônico que oferece diversos tipos de produtos do dia a dia a preços geralmente mais acessíveis. A proposta existe desde 2009, mas só agora chegou à Amazon brasileira. Antes tarde do que mais tarde, certo?

Já na estreia, são centenas de produtos divididos em categorias como casa, escritório, esportes e pet shop. Em casa, por exemplo, você encontra cabides, almofadas, caixas organizadoras, ferramentas variadas e assim por diante.

Relacionados à categoria escritório estão produtos como cabos HDMI, cabos Ethernet, mouses, fones de ouvido, suportes para celular, tripés, mochilas, cadernos, entre tantos outros.

Na Amazon, estamos constantemente ouvindo o que nossos consumidores desejam — e Amazon Basics é reflexo direto dessa escuta. Trazer essa marca ao Brasil significa oferecer uma experiência de compra completa, de ponta a ponta: validamos a qualidade, curamos a seleção e garantimos a velocidade da entrega.

Juliana Sztrajtman, presidente da Amazon Brasil

Página do Amazon Basics
Página do Amazon Basics (imagem: divulgação/Amazon)

Benefícios para membros Amazon Prime

Os produtos Amazon Basics estão disponíveis para todos os consumidores. Mas quem possui uma assinatura Amazon Prime conta com entrega rápida gratuita e possibilidade de 15% de desconto em determinados itens.

De acordo com a companhia, os produtos da marca ficam armazenados estrategicamente em centros de distribuição no Brasil, e isso favorece as entregas rápidas para membros Prime que, dependendo da região, podem receber os produtos no mesmo dia da compra ou no dia seguinte.

Essa estreia já era esperada. Ainda que não oficialmente, alguns itens Amazon Basics já podiam ser encontrados no Brasil (se por teste ou descuido, não sabemos). Além disso, apesar de o anúncio oficial ter sido feito nesta quarta-feira (24/06), a área Amazon Basics* estava disponível há alguns dias na Amazon brasileira.

*link de afiliado; ao comprar por ele, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Amazon Basics: marca própria da Amazon chega ao Brasil com centenas de itens

Amazon Basics chega ao Brasil (imagem: divulgação/Amazon)

Página do Amazon Basics (imagem: divulgação/Amazon)

Meta lança linha de óculos inteligentes com preço mais baixo

23 de Junho de 2026, 14:48
Seis Meta Glasses de cores variadas em um fundo de cor branca
Linha aposta na diversidade de estilos (imagem: divulgação/Meta)
Resumo
  • Meta lançou uma nova linha de óculos inteligentes, os Meta Glasses, em parceria com a EssilorLuxottica.
  • Os óculos estão disponíveis a partir de US$ 299, sendo US$ 80 mais baratos que o Ray-Ban Meta de 2ª geração.
  • Por enquanto, não há preços ou data de lançamento no Brasil.

A Meta e a EssilorLuxottica, dona da Ray-Ban e Oakley e maior fabricante do ramo de armações e lentes de óculos do mundo, anunciaram uma nova linha de óculos inteligentes com inteligência artificial. Os Meta Glasses chegam em três estilos de armação e aceitam diferentes tipos de lentes.

Diferentemente dos modelos anteriores, os novos óculos não trazem a marca Ray-Ban e chegam mais baratos, com preços a partir de US$ 299 (cerca de R$ 1.554). Para comparação, o Ray-Ban Meta de 2ª geração foi lançado por US$ 379 e chegou ao Brasil por R$ 3.299.

Por enquanto, o novo modelo será vendido apenas em mercados selecionados, como Estados Unidos, Reino Unido, Austrália e parte da Europa. Ainda não há previsão de lançamento no Brasil.

Mulher usando óculos inteligentes Meta Glasses sem marca Ray-Ban
Meta Glasses não trazem a marca Ray-Ban (imagem: divulgação/Meta)

Os aparelhos não têm tela — a função segue exclusiva do Meta Ray-Ban Display — e a interação ocorre principalmente por voz e áudio, reproduzido por alto-falantes de ouvido aberto. Para chamadas e comandos de voz, os modelos usam múltiplos microfones com redução de ruído de vento.

A câmera integrada de 12 MP permite tirar fotos e gravar vídeos em até 3K a 30 fps. A Meta afirma que o dispositivo conta com alertas para indicar quando a câmera está em uso, além de controles simplificados para compartilhamento de dados.

A Meta promete mais de 8 horas de uso contínuo, com carregamento diretamente no estojo do produto — o que pode adicionar mais 40 horas de energia.

Três armações e 26 combinações

Três modelos de armação do Meta Glasses
Meta Glasses contam com três formatos de armação (imagem: divulgação/Meta)

A linha estreia em três formatos:

  • Meta Adventurer: possui um formato retangular convencional, focado em um visual versátil, sendo comercializado nos tamanhos padrão e grande
  • Meta Fury: apresenta uma armação com linhas mais grossas e formato robusto
  • Meta Glasses by Kylie: uma armação com formato oval fino, inspirada no estilo pessoal de Kylie Jenner

As armações terão cores como preto, verde, merlot, mogno e arenito. As lentes podem ser de sol, polarizadas, transparentes ou com tecnologia Transitions, que se adapta à luminosidade. Ao todo, a Meta fala em 26 combinações no catálogo de lançamento.

Óculos aceitam lentes de grau

Os modelos também são compatíveis com lentes de prescrição. Para isso, a Meta introduziu o Rx Lens Swap, sistema uqe permite trocar as lentes com um oftalmologista após a compra.

Segundo a empresa, o procedimento não anula a garantia do produto. A ideia é permitir que o usuário adapte os óculos à própria prescrição sem depender apenas das combinações oferecidas no momento da compra.

IA adaptada aos vestíveis

Os Meta Glasses usam o Muse Spark, que permite aos vestíveis usarem a Meta IA para interpretar o contexto ao redor do usuário pela câmera e pelos comandos de voz.

Com isso, os óculos podem responder a perguntas sobre o ambiente, consultar informações do dia a dia, dar recomendações de locais e passar outras informações. As funcionalidades são restritas a usuários nos Estados Unidos e Canadá, por enquanto.

Entre os recursos anunciados estão a foto dinâmica, que captura múltiplos quadros e sugere a melhor imagem para compartilhamento, e uma futura navegação passo a passo para pedestres, adaptada para óculos sem tela.

A tradução de conversas em tempo real também foi ampliada. O recurso ganhou suporte a 14 novos idiomas, passando a funcionar em 20 línguas, incluindo português.

Relembre o lançamento do Meta Ray-Ban Display

Meta lança linha de óculos inteligentes com preço mais baixo

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Meta Glasses custam a partir de US$ 299 e saem US$ 80 mais baratos que o Ray-Ban Meta de 2ª geração. Ainda não há previsão de lançamento no Brasil.

(imagem: divulgação)

(imagem: divulgação/Meta)

Xiaomi 17T chega ao Brasil com câmeras Leica e bateria de 6.500 mAh

22 de Junho de 2026, 12:01
Câmera traseira do Xiaomi 17T 2
Xiaomi 17T chega ao Brasil com câmeras Leica (foto: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
Resumo
  • Xiaomi 17T foi lançado no Brasil com câmeras traseiras equipadas com lentes Leica e bateria de 6.500 mAh.
  • Smartphone tem também tela AMOLED de 6,59 polegadas, processador octa-core MediaTek Dimensity 8500-Ultra e 12 GB de memória LPDDR5X.
  • Preço de lançamento no Brasil é de R$ 8.699,99 para a versão com 12 GB de RAM e 512 GB de armazenamento.

A semana começou com o lançamento oficial do Xiaomi 17T no Brasil. O smartphone tem como destaque um conjunto traseiro de câmeras equipadas com lentes Leica. A tela AMOLED de 6,59 polegadas e a bateria de 6.500 mAh são outros atributos interessantes. No Brasil, o preço de lançamento é de R$ 8.699,99.

A chegada do aparelho ao mercado brasileiro era questão de tempo, afinal, o Xiaomi 17T foi homologado pela Anatel em abril deste ano. Na ocasião, ficou evidente que o visual do modelo não mudou muito em relação ao seu antecessor, o Xiaomi 15T. As principais novidades residem nos recursos técnicos.

Pois bem, falando das câmeras, há três delas na traseira, todas desenvolvidas em parceria com a Leica. A principal, com 50 megapixels e Estabilização Óptica de Imagem (OIS), tem sensor Light Fusion 800 que promete capturas de imagem com nitidez elevada.

A segunda câmera também tem 50 megapixels, mas se diferencia por oferecer zoom óptico de 5x ou de até 120x com a tecnologia AI Ultra Zoom, suportando também registros de imagens em macro (a partir de 30 cm). Completa o trio uma câmera ultrawide de 12 megapixels.

Caixa e acessórios do Xiaomi 17T, com carregador de 67W e capa do smartphone
Xiaomi 17T vem com um carregador de 67 W na caixa (foto: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Já sobre a tela, falamos de um painel AMOLED de 6,59 polegadas com resolução 1,5K, taxa de atualização de até 120 Hz e brilho de até 3.500 nits (pico). A Xiaomi destaca a presença da tecnologia Vision Care, que consiste em um conjunto de funções que traz mais conforto visual para o usuário, fazendo ajuste automático de brilho, reduzindo a luz azul ou amenizando a cintilação, por exemplo.

Comandando o Xiaomi 17T está o octa-core MediaTek Dimensity 8500-Ultra, com tecnologia de 4 nm. O chip trabalha com 12 GB de memória LPDDR5X e, na versão brasileira, 512 GB de armazenamento interno.

Esse conjunto é auxiliado pela tecnologia Xiaomi 3D IceLoop, sistema de refrigeração que promete manter o processador em níveis adequados de temperatura mesmo durante a execução de atividades exigentes, como jogos.

O celular conta ainda com uma bateria de silício-carbono com capacidade de 6.500 mAh. Há suporte para recarga rápida de 67 W via tecnologia HyperCharge.

Outros recursos dignos de menção incluem:

  • câmera frontal de 32 megapixels
  • certificado IP68 para resistência à água e poeira
  • alto-falantes estéreo duplos com Dolby Atmos, Hi-Res Audio e Hi-Res Audio Wireless
  • Wi-Fi 6E e Bluetooth 6.0
  • sistema operacional Android 16 com HyperOS 3

Disponibilidade e preço do Xiaomi 17T no Brasil

As vendas do Xiaomi 17T no mercado brasileiro começam nesta semana. O preço de lançamento é este:

  • Xiaomi 17T (12 GB de RAM + 512 GB de armazenamento): R$ 8.699,99

O aparelho também conta com uma versão com 256 GB de armazenamento, mas que não tem previsão de lançamento oficial no Brasil.

Tela do Xiaomi 17T mostrando a hora 17:46 e os aplicativos
Tela do Xiaomi 17T tem 6,59 polegadas (foto: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Ficha técnica do Xiaomi 17T

  • Tela: 6,59 polegadas, AMOLED, 2756 x 1268 pixels (1,5K), 120 Hz, 3.500 nits (pico), 68 bilhões de cores (DCI-P3), HDR10, Dolby Vision, certificados TÜV Rheinland
  • Processador: octa-core MediaTek Dimensity 8500-Ultra com GPU Mali-G720 MC8 e NPU 880
  • Memória RAM: 12 GB de LPDDR5X
  • Armazenamento interno: 512 GB de UFS 4.1
  • Câmeras traseiras (com lentes Leica):
    • Principal: 50 MP, f/1,7, OIS, sensor Light Fusion 800, tecnologia 4-in-1 Super Pixel
    • Teleobjetiva: 50 MP, f/3,0, OIS, zoom de 5x, zoom de até 120x com modo AI Ultra Zoom
    • Ultrawide: 12 MP, f/2,2
  • Câmera frontal: 32 MP, f/2,2
  • Bateria: silício-carbono de 6.500 mAh
  • Conectividade sem fio: 5G, NFC, Wi-Fi 6E, Bluetooth 6.0
  • Sistema operacional: Android 16 com HyperOS 3
  • Outros: alto-falantes estéreo duplos, cores preta e azul, tecnologia de resfriamento Xiaomi 3D IceLoop, certificado IP68, tecnologia HyperCharge para recarga de 67 W
  • Dimensões: 157,6 x 75,2 x 8,17 mm
  • Peso: 200 g

Xiaomi 17T chega ao Brasil com câmeras Leica e bateria de 6.500 mAh

(foto: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

(foto: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

(foto: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Samsung já tem outro dobrável homologado no Brasil

22 de Junho de 2026, 11:14
Dois smartphones dobráveis parcialmente dobrados sobre uma mesa
Galaxy Z Flip 7 e Z Fold 7 ganharão sucessores em breve (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Resumo
  • Samsung obteve homologação na Anatel para o Galaxy Z Fold 8 Ultra, que já pode ser vendido no Brasil.
  • O smartphone terá bateria de 5.000 mAh, 600 mAh maior que a do antecessor, e deve ser equipado com o Snapdragon 8 Elite Gen 5.
  • O lançamento do Galaxy Z Fold 8 Ultra pode ocorrer em julho, durante um evento Galaxy Unpacked.

Nem demorou muito: após certificar o Galaxy Z Flip 8, o Galaxy Z Fold 8 também está homologado no Brasil. O novo smartphone dobrável em formato de livro da Samsung tem o código de modelo SM-F976B e recebeu o documento na última sexta-feira (19/06). Rumores e vazamentos apontam que ele o smartphone deverá se chamar Galaxy Z Fold 8 Ultra.

O documento, no entanto, não traz nenhuma revelação inesperada: o celular terá 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth, carregamento sem fio reverso, NFC e UWB, características já presentes no modelo atual.

Certificado de homologação do Galaxy Z Fold 8
Certificado de homologação do Galaxy Z Fold 8 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Infelizmente, o restante da documentação ainda não está disponível na Anatel para confirmar quais acessórios serão inclusos na caixa do Fold 8. É provável que ele venha com o mesmo carregador de 25 W que acompanhará o Flip 8, modelo EP-TA800.

O Galaxy Z Fold 8 deverá utilizar as baterias EB-BF976DAY e EB-BF977DAY, com capacidades nominais de 2.369 mAh e 2.485 mAh, respectivamente, totalizando 4.854 mAh nominais. Provavelmente, ele será vendido como 5.000 mAh típicos, um aumento de 600 mAh em relação ao Z Fold 7. Ambas já estão certificadas pela Anatel.

O que mais muda?

Além da bateria maior, a principal novidade deve ficar no interior do aparelho, com um novo SoC: tipicamente os Galaxy Fold usam o chip topo de linha da Qualcomm, portanto o Fold 8 Ultra deverá vir com o Snapdragon 8 Elite Gen 5.

Há expectativa de que o novo modelo venha com uma camada mais espessa de vidro ultra-fino para reduzir o vinco formado pela tela dobrável.

O smartphone também deve chegar acompanhado de um segundo dobrável, o Galaxy Z Fold 8 Wide, que deve oferecer um formato mais “achatado” e com tela mais larga (como o nome indica). Este modelo, contudo, ainda não foi certificado pela Anatel.

Quando vou poder comprar?

A expectativa é de que o Galaxy Z Fold 8 Ultra, além do Flip 8 e do Fold 8 Wide, sejam lançados em um vindouro Galaxy Unpacked previsto para o dia 22 de julho. Até o momento, a Samsung não oficializou o evento, no qual também devem ser revelados os novos modelos de smartwatch da coreana, já certificados aqui.

Para comparação, o Galaxy Z Fold 7 foi lançado no início de julho de 2025 durante um evento em Nova York, nos EUA. No Brasil, o modelo chegou no fim do mesmo mês pelo valor de R$ 14.599, mas pode ser encontrado hoje no varejo brasileiro em torno dos R$ 9.000, ou até menos em promoções.

Espere um preço ainda maior, já que a Samsung aumentou os valores até dos intermediários devido à escassez de memórias.

Samsung já tem outro dobrável homologado no Brasil

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Galaxy Z Fold 8 Ultra agora pode ser vendido no país, junto com o Flip 8. Modelo terá bateria maior que a do antecessor.

Galaxy Z Flip 7 e Z Fold 7 foram lançados na Samsung Unpacked (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Certificado de homologação do Galaxy Z Fold 8 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Pix por aproximação não terá mais limite de R$ 500 por transação

19 de Junho de 2026, 13:21
Mãos segurando um celular com o logotipo do Pix na tela
Pix por aproximação não terá mais limite de R$ 500 por transação (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Banco Central determinou o fim do limite de R$ 500 por transação para o Pix por aproximação a partir de 1º de outubro de 2026, conforme Instrução Normativa BCB Nº 746;
  • Pix por aproximação permite pagamentos sem a necessidade de ler um QR Code ou autenticar no aplicativo da instituição financeira, bastando aproximar o celular ou outro dispositivo móvel de um terminal de pagamento;
  • para usar o Pix por aproximação, é necessário cadastrar a conta na Carteira do Google ou na Samsung Wallet; recurso segue não sendo compatível com iPhones.

O Pix por aproximação começou a funcionar em fevereiro de 2025. Mas, desde então, a modalidade permite, por padrão, apenas pagamentos com valor de até R$ 500 por transação. Mas isso vai mudar em breve: por determinação do Banco Central, esse limite deixará de existir a partir de 1º de outubro de 2026 em todo o Brasil.

Esse prazo foi dado para que as instituições financeiras tenham tempo para se adaptar à determinação, que foi definida formalmente por meio da Instrução Normativa BCB Nº 746.

Com isso, será possível usar o Pix por aproximação definindo limites mais generosos ou que estejam dentro do valor máximo de movimentação diária suportado pela conta.

A decisão do Banco Central deve, sobretudo, favorecer a aquisição de bens ou serviços de maior valor por consumidores que não podem ou não querem recorrer a outra modalidade de pagamento, como cartão de crédito ou débito.

Mas o que é o Pix por aproximação?

Como já dito, o Pix por aproximação foi introduzido em fevereiro de 2025 para permitir que o usuário faça compras com Pix aproximando seu celular ou outro dispositivo móvel de um terminal de pagamento, de modo semelhante ao que pode ser feito com cartões.

Trata-se de um avanço em relação ao modo de pagamento por Pix tradicional, que condiciona o consumidor a fazer autenticação no aplicativo da instituição financeira na qual tem conta, bem como a leitura de um QR Code, procedimentos que podem levar um tempo considerável para serem concluídos.

Para tanto, é necessário cadastrar a conta na Carteira do Google ou na Samsung Wallet, que passou a suportar o Pix por aproximação em abril deste ano.

Samsung Wallet já suporta o Pix por aproximação (imagem: reprodução/Samsung)

Quando a modalidade estiver ativada, você poderá pagar por compras em estabelecimentos físicos usando o Pix (se essa opção estiver disponível no local) apenas aproximando seu celular, smartwatch ou dispositivo móvel da máquina de pagamento. O débito será feito imediatamente.

Vale destacar que, até o momento, não é possível usar o Pix por aproximação no iPhone, afinal, o sistema do Apple Pay segue sem suporte à modalidade. Isso porque a Apple não aderiu às condições técnicas estabelecidas pelo Banco Central do Brasil para esse fim.

Pix por aproximação não terá mais limite de R$ 500 por transação

Boletos bancários agora podem ser pagos via Pix (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Samsung ganha Pix por aproximação (imagem: reprodução)

Alexa+: veja quais dispositivos são compatíveis ou não

19 de Junho de 2026, 12:34
Dispositivos Echo com a assistente Alexa+ em destaque, expostos em uma mesa branca com o logo da Alexa+
Alexa+ roda em dispositivos Echo (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Resumo
  • Amazon lançou a Alexa+ no Brasil, uma versão atualizada da assistente virtual com inteligência artificial generativa.
  • A Alexa+ é compatível com 98% dos dispositivos, como o Echo Dot (2ª geração em diante) e o Echo tradicional (2ª geração em diante).
  • Modelos Echo Dot (1ª geração), Echo (1ª geração), Echo Plus (1ª geração), Echo Show (1ª e 2ª gerações) e Echo Spot (1ª geração) não são compatíveis.

A Amazon anunciou ontem (18/06) a chegada da Alexa+ ao Brasil, introduzindo uma versão atualizada da assistente virtual equipada com inteligência artificial generativa. O objetivo é ampliar o processamento de comandos e entregar conversas contínuas aos consumidores na maioria dos eletrônicos da companhia.

A novidade foi oficializada em um evento em São Paulo, acompanhado pelo Tecnoblog, e chega em acesso antecipado após uma etapa de testes com clientes selecionados. A Amazon utilizou o período para analisar o tempo de resposta e a precisão do reconhecimento do idioma antes da distribuição oficial.

Vale mencionar que a nova assistente já está inclusa na assinatura Amazon Prime. Para os consumidores que não participam do programa, os recursos avançados podem ser habilitados por uma assinatura avulsa, estipulada em R$ 99 mensais.

Veja os dispositivos compatíveis com a Alexa+

Os aparelhos a partir da segunda geração contam com suporte garantido. A lista de produtos habilitados inclui:

  • Echo Dot, incluindo o Echo Dot Max;
  • Echo tradicional;
  • Echo Show 5, Echo Show 8, Echo Show 10, Echo Show 11 e Echo Show 15;
  • Echo Studio, e caixas compactas, como o Echo Pop.

Produtos recentes, como o novo Echo Show 8, Echo Show 11, Echo Dot Max e Echo Studio, foram desenvolvidos nativamente para a plataforma Alexa+, com chips focados em IA que conseguem processar as interações com mais agilidade.

O suporte à Alexa mais inteligente também chega aos dipositivos de streaming da Amazon. São compatíveis:

  • Fire TV Stick HD (2ª geração);
  • Fire TV Stick 4K Select;
  • Fire TV Cube (3ª geração);
  • Fire TV Stick 4K Max e 4K Plus (2ª geração).

Já os modelos abaixo não são compatíveis

Alto-falante inteligente com tela sobre uma mesa, visto pela frente
Projetado para IA, Echo Show 11 processa comandos mais rápido (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Ainda que exista uma probabilidade alta de que o seu aparelho atual receba a atualização, segundo os dados oficiais da Amazon que indicam 98% de compatibilidade na base ativa do Brasil, uma pequena parcela dos aparelhos não será contemplada com a atualização.

A Amazon oficializou que a Alexa+ não funciona e não será distribuída para os seguintes aparelhos:

  • Echo Dot (1ª geração);
  • Echo (1ª geração);
  • Echo Plus (1ª geração);
  • Echo Show (1ª e 2ª gerações);
  • Echo Spot (1ª geração).

A empresa explica que o processamento dos novos algoritmos e grandes modelos de linguagem (LLMs) acontece na nuvem, aliviando a carga sobre os componentes das caixas de som e permitindo entregar o serviço sem forçar a troca da maioria dos equipamentos.

No entanto, limitações físicas de memória e processamento dos chips mais antigos não suportam as exigências da nova Alexa turbinada.

Mas, se isso não é um problema para usuários desses produtos mais antigos, não há com o que se preocupar: a Alexa original continuará funcionando com as habilidades tradicionais de forma gratuita, apenas sem a integração com a nova inteligência artificial.

Como funciona a Alexa+?

Ilustração com o logo da Alexa+ ao centro do que seria a bandeira do Brasil. O fundo é verde com setas sorridentes, símbolo da Amazon.
Alexa+ já está disponível no Brasil (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Conforme verificamos, a Alexa+ utiliza a IA generativa para entender o contexto. Agora, o usuário não precisa mais repetir o comando de ativação “Alexa” no começo de cada nova instrução, por exemplo, o que torna as interações mais fluidas.

Segundo a Amazon, mais de 70 grandes modelos de linguagem operam em segundo plano. O software decide sozinho qual desses modelos é o mais eficiente para gerar a resposta correta. O sistema também passou por localização para identificar sotaques, gírias e expressões regionais dos brasileiros.

Pelo celular, o aplicativo da Alexa também ganha uma interface no formato de chatbot, permitindo que os clientes enviem documentos, relatórios ou imagens. A assistente lê o conteúdo do arquivo, estrutura um resumo e sugere ações, como marcar reuniões ou enviar e-mails.

O acesso antecipado já está ativo. Clientes que possuem dispositivos Echo compatíveis e desejam usar as funções da Alexa+ no Brasil podem se inscrever pela página oficial da Amazon ou utilizando o comando de voz: “Alexa, quero Alexa+”.

Relembre o anúncio global da Alexa+

Alexa+: veja quais dispositivos são compatíveis ou não

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Nova assistente da Amazon com IA generativa chegou ao Brasil. Confira se o seu produto suporta a atualização.

Alexa+ (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Novo Echo Show tem tela de 8 ou 11 polegadas (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Amazon prepara lançamento da Alexa+ no país (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Loja de apps alternativa anuncia chegada ao iPhone no Brasil

19 de Junho de 2026, 11:19
Ilustração gráfica com textura granulada e fundo inteiramente verde. No centro, destaca-se uma combinação de logotipos da Apple: a silhueta clássica da maçã mordida na cor azul serve de fundo para a letra "A" estilizada da App Store (formada por três palitos de cantos arredondados) na cor amarela.
Acordo com o Cade e a Apple libera lojas de terceiros no iPhone (arte: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • A loja de aplicativos AltStore PAL anunciou oficialmente sua chegada ao Brasil.
  • Download é possível graças ao acordo entre a Apple e o Cade, que exigiu a abertura do iOS para lojas de terceiros.
  • Outra loja de aplicativos alternativa, a holandesa Onside, também prepara sua entrada no mercado brasileiro, seguindo as novas regras.

A loja de aplicativos AltStore PAL anunciou oficialmente a sua chegada aos iPhones do Brasil. Esse é o primeiro desdobramento do acordo firmado entre a Apple e o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), que determinou a abertura do iOS para lojas de terceiros, encerrando a exclusividade da App Store no país.

Com as mudanças, o mercado brasileiro entra para um seleto grupo de regiões que contam com vias alternativas para a distribuição dos apps. Um marco tanto para os consumidores, que ganham mais opções, quanto para os desenvolvedores, que esbarravam nas rígidas normas de aprovação e altas taxas cobradas para distribuir aplicativos na loja oficial da Maçã.

Como instalar a AltStore PAL no iPhone?

Captura de tela da interface de um aplicativo em um iPhone com Dynamic Island no topo. O app mostra as lojas alternativas Delta e AltStore prontas para download.
Usuários brasileiros já podem instalar a AltStore PAL no iPhone (imagem: reprodução/AltStore PAL)

O processo de download já está disponível para o público brasileiro. A AltStore exige três pré-requisitos para a instalação:

  • Você deve estar fisicamente localizado no Brasil;
  • Utilizar uma conta da App Store vinculada à região brasileira;
  • Ter um iPhone rodando a versão iOS 26.5 ou superior.

Cumpridas as exigências, o procedimento de download deve ser feito pelo navegador Safari, seguindo o passo a passo oficial da plataforma:

  1. Acesse a página oficial (altstore.io/download) e toque em “Download“.
  2. Um aviso surgirá na tela, solicitando permissão para baixar os arquivos da AltStore LLC.
  3. Feche o navegador temporariamente e abra o aplicativo “Ajustes“.
  4. Na área superior da tela, logo abaixo do seu nome e Apple ID, aparecerá uma opção chamada “Permitir Marketplace da AltStore LLC“. Toque nela e selecione “Permitir“.
  5. Volte ao Safari, toque mais uma vez no botão “Download” e confirme a etapa final selecionando “Instalar App Marketplace” na janela que será exibida.

Após a instalação, o usuário também pode definir a AltStore como loja principal de aplicativos, acessando o caminho: Ajustes > Aplicativos > Instalação de Aplicativos.

Imagem mostra a seção de apps instalados no iPhone, com a loja alternativa AltStore disponível
AltStore pode ser definida como loja de aplicativos padrão do sistema (imagem: reprodução)

Onside também prepara lançamento no Brasil

A quebra da exclusividade da App Store atraiu o interesse de outras distribuidoras de softwares. A Onside, uma loja de aplicativos alternativa com sede em Amsterdã, na Holanda, confirmou que também prepara a entrada no mercado brasileiro. A companhia opera a mesma infraestrutura descentralizada na União Europeia e Japão e atua cobrando uma comissão fixa de 10% sobre as transações digitais.

Vale lembrar que, conforme o cronograma estipulado pelo Cade, a partir de 6 de julho de 2026, qualquer programador brasileiro terá o direito de distribuir aplicativos por canais independentes, incluindo a liberdade para processar pagamentos de clientes sem usar o sistema fechado da Apple.

Ao Tecnoblog, o cofundador e CEO da Onside, Alexander Baksheev, detalhou que a empresa está analisando as regras exigidas pela Apple no país antes de bater o martelo. Caso o modelo se prove eficiente, o país será prioridade de expansão.

“O Brasil é um mercado muito promissor. Já operamos a mesma infraestrutura na UE desde novembro de 2024 e no Japão desde fevereiro de 2026, então sabemos que a verdadeira questão não é apenas se o mercado está aberto, mas como ele será aberto”.

“Para os desenvolvedores, o fluxo real precisa funcionar: instalação, integração, pagamentos e experiência do usuário precisam ser viáveis, e não apenas formalmente disponíveis.”

– Alexander Baksheev, CEO da Onside

Apple ainda controla a segurança

Apesar da abertura para novas plataformas, a Apple não abriu mão da segurança. Todas as lojas alternativas ainda precisam de autorização da fabricante para operar. Além disso, para que os apps sejam instalados de fora da App Store, é preciso passar por um processo que certifica a capacidade de executar funções sem apresentar falhas, garantindo que o código não inclui ameaças ocultas, como malwares.

Loja de apps alternativa anuncia chegada ao iPhone no Brasil

App Store vs Brasil (arte: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Exclusivo: Galaxy Z Flip 8 se aproxima do lançamento no Brasil

19 de Junho de 2026, 10:13
Smartphone dobrável flip semiaberto sobre uma mesa
Galaxy Z Flip 7 ganhará sucessor em breve (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Resumo
  • Galaxy Z Flip 8 foi homologado pela Anatel e pode ser vendido no Brasil.
  • O dobrável terá suporte a 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth, NFC e carregamento reverso, e as baterias somam 4.174 mAh.
  • O lançamento do Galaxy Z Flip 8 é esperado em um Galaxy Unpacked em julho, junto com os novos Fold 8.

A Samsung começa a preparar o terreno para o lançamento dos novos dobráveis de 2026. O Galaxy Z Flip 8 recebeu homologação da Anatel na quarta-feira (17/06), por solicitação da filial brasileira da firma coreana.

Segundo a documentação visualizada pelo Tecnoblog, o novo dobrável flip da Samsung tem o código de modelo SM-F776B, se alinhando perfeitamente com a lógica usual de códigos de modelo da fabricante (o Flip 7 usa o código SM-F766B).

Certificado de homologação do Galaxy Z Flip 8
Certificado de homologação do Galaxy Z Flip 8 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

O que o Galaxy Flip 8 vai oferecer?

Na conectividade, nada muda: o Flip 8 tem suporte a 5G, Wi-Fi 7 de três bandas (2,4, 5 e 6 GHz), Bluetooth, NFC e carregamento reverso.

Falando em carregamento, é algo que também não deve mudar: as duas baterias (EB-BF776BAY e EB-BF777DAY) somam 4.174 mAh nominais, exatamente a mesma capacidade nominal do antecessor.

A única mudança nelas é que a bateria “principal” está maior (3.024 mAh), e a bateria na parte superior encolheu (1.150 mAh), indicando mudanças no layout interno do Flip 8.

Para recarregar as baterias, o Flip 8 continua com o carregador de 25 W na caixa, modelo EP-TA800, já fornecido com os dobráveis da Samsung desde o Flip 4, além da linha S.

Imagem mostra o carregador Samsung, de cor preta, com o selo da Anatel
Carregador Samsung EP-TA800 (Foto: Everton Favretto/Tecnoblog)

Então, o que mudará?

A documentação de certificação não revelou nada realmente novo ou inesperado. No departamento de rumores e vazamentos, a expectativa também é de poucas novidades: SoC novo, como esperado, e melhorias na dobradiça e tela para reduzir o vinco no AMOLED dobrável.

Segundo o GSMArena, o Flip 8 receberá o chip Exynos 2600 em alguns mercados e um chip da Qualcomm em outros, sem especificar de qual chip se trata — potencialmente o Snapdragon 8 Elite Gen 5 ou apenas o 8 Gen 5.

Se a informação se concretizar, o modelo brasileiro virá com o chip da Qualcomm, que tende a ser preferido por entusiastas e consumidores.

E quando chega?

A expectativa é de que o Galaxy Z Flip 8, além dos dois novos Fold 8, sejam lançados em uma vindoura Galaxy Unpacked no dia 22 de julho. Até o momento, a Samsung não oficializou o evento. O evento também deve anunciar os novos modelos de smartwatch da coreana, também já certificados aqui.

O Galaxy Z Flip 7 foi lançado no início de julho de 2025 durante um evento em Nova York, nos EUA. No Brasil, o modelo chegou no fim do mesmo mês pelo valor de R$ 8.199, mas pode ser encontrado no varejo hoje na faixa de preço dos R$ 5.500.

Exclusivo: Galaxy Z Flip 8 se aproxima do lançamento no Brasil

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Dobrável da Samsung foi homologado na Anatel e já pode ser vendido no país. Modelo é esperado para o fim de julho.

Galaxy Z Flip 7 vermelho infelizmente não vem para o Brasil (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Certificado de homologação do Galaxy Z Flip 8 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Carregador Samsung EP-TA800 (Foto: Everton Favretto/Tecnoblog)

Apple abre iPhone do Brasil a lojas de apps alternativas

18 de Junho de 2026, 12:00
Arte “Apple vs Brasil” com logotipo da Apple sobre fundo colorido, representando mudanças na App Store no iOS no país
Apple adota mudanças no Brasil (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • A Apple fez um acordo com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) para mudar o funcionamento da App Store no Brasil, permitindo que os desenvolvedores usem lojas de aplicativos alternativas e métodos de pagamento fora da plataforma da Apple.
  • Os usuários de iPhone poderão instalar aplicativos de lojas alternativas, que precisarão ser autorizadas pela Apple e atender a requisitos de segurança.
  • A Apple cobrará uma comissão de 5% a 21% pela comercialização de itens digitais, dependendo do canal de pagamento escolhido, e os aplicativos precisarão exibir os preços na App Store e em lojas alternativas.

O funcionamento do iOS, o sistema dos iPhones, passa por mudanças a partir de hoje no Brasil. A Apple anunciou um acordo com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) que prevê alterações na App Store. Na prática, os desenvolvedores de apps do país poderão adotar lojas alternativas, sem precisar necessariamente passar pela loja nativa da maçã.

O Tecnoblog participou de uma reunião com executivos da companhia. Eles elogiaram a disposição do Cade em entender as necessidades de segurança e privacidade dos usuários do iPhone. De acordo com a Apple, o órgão regulador “fez um trabalho melhor” que o da União Europeia, onde a Apple está em rota de colisão com o Digital Markets Act (DMA).

A denúncia original ao Cade partiu do Mercado Livre, que apontou um possível abuso de posição dominante no mercado de distribuição de aplicativos para dispositivos iOS. A tese central girava em torno de venda casada e bloqueio de concorrência em pagamentos. O processo começou a tramitar em 2022.

O que muda na App Store?

O logo da App Store da Apple domina o centro da imagem, apresentado como um quadrado azul com cantos arredondados e um "A" branco estilizado formado por três barras. Outros logos da App Store, de tamanhos variados e com diferentes graus de desfoque, flutuam ao redor em um fundo azul claro gradiente. Na parte inferior direita, o logotipo do "Tecnoblog" é visível.
Consumidores poderão baixar aplicativos por fora da App Store (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

As mudanças começam a valer hoje e é preciso estar com o iOS 26.5, que foi liberado há algumas semanas. Não é necessário baixar nenhuma nova versão de sistema.

Os usuários poderão perceber mais opções para instalar aplicativos e pagar por serviços digitais no iPhone. Será possível recorrer a outras lojas de aplicativos, de forma similar ao que ocorre no Android. A instalação de novos apps poderá ser feita a partir das lojas alternativas. Essas lojas, porém, precisarão de autorização da Apple e deverão atender a todos os requisitos que a empresa estabelecer para oferecer seus serviços a desenvolvedores e usuários.

Já dentro da própria App Store, a forma de pagamento também muda. Os desenvolvedores poderão escolher entre processar o pagamento pelo sistema da Apple ou incluir métodos alternativos – como links diretos para pagamento no site oficial do app. Não importando a opção, a Apple cobrará uma comissão pela comercialização do item digital, mas o percentual varia bastante segundo o canal escolhido: pode ir de 5% a 21%.

Como parte do acordo, os aplicativos deverão sempre exibir o preço na App Store junto com o da loja ou método de pagamento alternativo.

iPhone 17 Pro (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
iPhone 17 Pro foi lançado em 2025 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Ao fazer a aquisição por fora do sistema da Apple, o consumidor não poderá gerenciar as assinaturas nem solicitar os reembolsos diretamente com a empresa. Tudo isso ficará a cargo do dono do app. Os downloads ainda ficarão registrados no histórico do iOS.

A tese no Cade é de que, ao proporcionar mais opções aos usuários de iPhone, pode ser que os criadores de aplicativos encontrem novas maneiras de rentabilizar e até mesmo baixar os preços dos itens. Resta saber se isso ocorrerá de fato.

Empresa alerta sobre segurança

Os executivos da Apple disseram, na sessão de que participamos, que a empresa continuará trabalhando com os órgãos reguladores e cumprindo as leis de cada território, mesmo que discordem de alguns pontos.

No caso específico do Brasil, a companhia enfatizou que os apps da App Store passam por um processo de revisão para atender “aos altos padrões da Apple em relação à privacidade e à segurança”. O mesmo pode não ocorrer com os apps provenientes de lojas alternativas, que passam apenas por uma verificação mais básica – batizada de “autenticação”.

Segundo a Apple, esse processo combina checagens automatizadas e revisões humanas para garantir que os apps funcionem conforme descrito e estejam livres de malware, vírus e outras ameaças conhecidas, mas não é tão abrangente quanto a análise aplicada a todos os apps dentro da própria App Store.

Proteção adicional para crianças

A Apple propôs e o Cade aceitou que as contas de crianças no iOS fossem tratadas de forma especial. Os menores de 18 anos terão proteções específicas: apps da categoria Infantil não poderão incluir links para sites de transação; qualquer app que use pagamento alternativo e seja usado por um menor precisará de um controle parental que exija autorização do responsável antes da compra; e esses apps também ficam proibidos de ter links para sites de pagamento, justamente para reduzir o risco de golpes contra crianças.

A Apple ainda prevê lançar uma API para que pais e responsáveis monitorem e aprovem compras feitas fora do sistema de pagamento da própria empresa.

Apple abre iPhone do Brasil a lojas de apps alternativas

Apple vs Brasil (arte: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Ícone da App Store da Apple (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

iPhone 17 Pro (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Samsung já pode vender o Galaxy A27 no Brasil

18 de Junho de 2026, 11:45
Galaxy A27 em ilustração promocional, com câmera traseira tripla
Galaxy A27 está a caminho do Brasil (imagem: reprodução/Samsung Magazine)
Resumo
  • O Galaxy A27 foi homologado na Anatel e já pode ser vendido no Brasil.
  • Celular terá 5G, Wi-Fi 5, Bluetooth e NFC.
  • Ainda não há data de lançamento ou preço divulgados para o mercado nacional.

Foi rápido: o novo Galaxy A27 surgiu na República Tcheca na semana passada, sorrateiramente, e agora já está aprovado para venda no nosso país. O Tecnoblog obteve os documentos de certificação do aparelho, com homologação emitida na terça-feira (16/06), cujo código de modelo é SM-A276B/DS.

A certificação não chega a surpreender. Em maio, a Samsung brasileira já havia deixado escapar a existência do modelo na página do Samsung Wallet.

Certificado de homologação da Anatel para o Galaxy A27 (SM-A276B/DS) com emissão em 16/06/2026
Certificado de homologação do Galaxy A27 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Sabemos que o modelo será oferecido lá fora em opções de 6 ou 8 GB de RAM, 128 ou 256 GB de memória interna e com o SoC Snapdragon 6 Gen 3 da Qualcomm.

Se o chip for o mesmo para o modelo vendido na América Latina, se trata de um grande upgrade em relação ao antecessor, que veio com o Exynos 1280, processador que estreou com o Galaxy A53, de 2022. Porém, a certificação não nos permite confirmar esse detalhe.

No Brasil, o modelo virá com o o carregador EP-TA200 de meros 15 W, que a Samsung inclui em modelos mais baratos há anos, apesar de suportar recarga de até 25 W. A inclusão deste modelo de carregador também implica na inclusão de um cabo USB-A para USB-C na caixa.

Mão segurando carregador de celular sobre fundo abstrato
Carregador EP-TA200 de 15 W da Samsung (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog

A bateria também é um ponto em que a Samsung decidiu reaproveitar partes existentes: o componente, modelo EB-BA166ASY, é o mesmo utilizado no Galaxy A16, com 5.000 mAh. Não é algo incomum, considerando que até mesmo o Galaxy A57 reaproveita a bateria do antecessor.

Na parte de conectividade, os documentos corroboram o que já sabíamos graças aos vazamentos e à Samsung da República Tcheca: o modelo tem 5G, Wi-Fi 5 e Bluetooth. A certificação também confirma que o modelo tem NFC — pelo menos na versão homologada aqui, algo que ainda não estava claro mas era esperado pela faixa de preço e a presença no antecessor.

A fabricação do Galaxy A27 ficará a cargo de cinco fábricas da Samsung: duas no Vietnã, uma na Coréia e as duas usuais no Brasil, em Campinas e Manaus.

Quando e quanto?

Linha Galaxy A27 5G
Galaxy A27 5G virá em quatro opções de cores (imagem: reprodução/Samsung)

Ainda permanece o mistério de quando será o lançamento do Galaxy A27. O modelo ainda não recebeu anúncio oficial e as páginas dele no site tcheco foram removidas.

Segundo o GSMArena, o smartphone será vendido em países da Zona do Euro a partir de 350 euros (6 GB de RAM e 128 GB de armazenamento), um aumento de 50 euros em relação ao preço de lançamento do A26. O modelo de 8/256 GB subiu mais ainda: 70 euros, e deverá ser vendido por 439 euros (cerca de 2.610 reais)

No Brasil, o A26 foi lançado no ano passado apenas na opção de 8 GB de RAM e 256 GB de armazenamento por R$ 2.299. Hoje, ele pode ser encontrado no varejo em torno dos R$ 1.500.

Para comparação, os irmãos A37 e A57 chegaram ao Brasil com preços de lançamento cerca de 600 reais maiores que os antecessores.

Samsung já pode vender o Galaxy A27 no Brasil

Certificado de homologação do Galaxy A27 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Carregador EP-TA200 de 15 W da Samsung (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog

Amazon lança Alexa+ no Brasil, com nova voz e inteligência artificial

18 de Junho de 2026, 10:03
ALEXA+ no lábio azul, com fundo verde e seta amarela, sorrindo e usando o símbolo de risadas
Amazon faz lançamento da Alexa+ em evento na capital paulista (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • A Amazon lançou a Alexa+, uma versão mais inteligente da assistente virtual Alexa no Brasil, que utiliza inteligência artificial generativa para melhorar a compreensão e resposta a comandos.
  • A Alexa+ estará inclusa no serviço Prime ou poderá ser assinada por R$ 99 por mês, e oferece recursos como nova voz mais natural, conversas mais fluídas e capacidade de entender comandos complexos.
  • A nova assistente virtual é capaz de realizar tarefas como resumir documentos, interagir com serviços de streaming e realizar compras por voz, com recursos que dependem do aplicativo da Alexa no telefone.

A Alexa brasileira está ficando mais inteligente: a Amazon anuncia a chegada da Alexa+, serviço que se vale de inteligência artificial generativa para dar novas habilidades – e até uma nova voz, mais natural – à assistente que todos conhecem. A nova ferramenta estará inclusa no Prime ou terá preço avulso de R$ 99 por mês (sim, eu chequei com executivos e este valor está correto).

O Tecnoblog já havia revelado os testes realizados com consumidores locais para a liberação da Alexa+. A ideia da Amazon era checar se a assistente de IA entendia bem as perguntas feitas em português e se dava respostas condizentes. Menos de um mês depois, a tecnologia chega ao mercado. O anúncio ocorre num evento em São Paulo, para jornalistas, influenciadores e convidados.

A diretora-geral Talita Bruzzi Taliberti comemorou a novidade: “a Alexa+ é fruto do trabalho para entregar a melhor experiência ao nosso consumidor”. O trabalho de localização para o português incluiu o aprendizado de sotaques, gírias, expressões e formas de falar do brasileiro. Ela compreende quando um mineiro solta um “trem” sem necessariamente significar o meio de transporte.

Como funciona a Alexa+?

Alexa+ roda em diversos dispositivos Echo (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Eu participei do anúncio global da Alexa+, em fevereiro de 2025, nos Estados Unidos. Na ocasião, os executivos bateram na tecla de que a ferramenta pode utilizar diferentes modelos, dependendo do que o usuário deseja fazer. O benefício está na melhor compreensão de instruções complexas, que fogem do “timer de 15 minutos” ou “qual a previsão do tempo”.

Já na demonstração durante um evento em São Paulo, realizado em 18/06, os executivos reforçaram que a assistente está mais conversacional. A ferramenta também mantém conversas mais naturais, sem precisar repetir o nome da Alexa no início de cada nova interação. Segundo a Amazon, ela também consegue entender o momento de parar de responder.

Alexa+ rodando em um Echo Show (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Por exemplo, a Alexa+ sabe o que está na tela do Prime Video e dá respostas referentes àquele conteúdo, o que deve encantar os cinéfilos e seriemaníacos de plantão.

Outra funcionalidade tem a ver com documentos externos: o usuário pode enviar anexos pelo aplicativo da Alexa. O sistema escaneia, depreende as informações principais e pode realizar ações por conta própria, como enviar um resumo por email, adicionar itens à lista de compras ou criar novos compromissos no calendário. Alguns recursos dependem do aplicativo da Alexa no telefone, que recebe interface diferenciada, com cara de chatbot, quando o serviço premium é ativado.

Por fim, os consumidores devem notar que a nova Alexa se lembra das suas preferências expressas durante as interações. Ela grava suas restrições alimentares, quantos filhos você possui, e essencialmente qualquer coisa que a ajude a dar respostas melhores no futuro. Isso não existe na Alexa tradicional.

Alexa+ conversando no Echo Show e lembrando preferências e interações passadas
Alexa+ lembra de preferências e interações passadas (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

IA generativa

A Alexa+ roda mais de 70 modelos de inteligência artificial. A cada nova frase ou comando, um sistema de orquestração decide qual tecnologia utilizar para dar a melhor resposta possível.

Nas demonstrações que vimos na capital paulista, foi possível notar que, conforme as nossas frases ficam mais complexas, a Alexa+ leva mais tempo para responder. Às vezes é necessário esperar alguns bons segundos até que ela dê um retorno. Em outras palavras, deixa de ser instantâneo.

Alexa, peça um Uber

Tela do Echo Show mostrando uma reserva de Uber feita pela Alexa+ em São Paulo, com valor e destinos
Uber no Alexa+ (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Um dos pontos altos do evento em São Paulo foi o uso da Alexa para pedir um carro na Uber. Os sistemas ficam integrados e basta dizer o endereço para o qual você deseja ir. Por meio da interação de voz e os cards na tela do Echo Show, a assistente repete os endereços de origem e destino, informa a tarifa e pede a confirmação do consumidor.

Eu notei que o cliente precisa expressar muito claramente que deseja concluir aquela transação. O mesmo vale para a compra de produtos no marketplace da Amazon, que pode ser feita via comando de voz. Os representantes da empresa explicaram que a assistente digital reconhece a voz ou imagem do usuário antes de fazer o pedido – um alívio para quem tem criança travessa em casa.

Como obter o acesso antecipado?

Palco contendo duas poltronas com um homem e uma mulher sentados. Ao fundo um púlpito com a inscrição Alexa+
Michele Butti e Talita Bruzzi Taliberti, executivos da Amazon (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

A Amazon inicia hoje o acesso antecipado. Existem duas possibilidades: inscrever-se com um dispositivo que você já possua ou comprar um novo produto das linhas Echo e Fire TV. Para se candidatar, é necessário entrar numa página especial ou dar o comando “Alexa, quero Alexa+”.

De acordo com a empresa, 98% dos dispositivos Echo no mercado brasileiro são compatíveis. Os novos Echo Show 8, Echo Show 11, Echo Dot Max e Echo Studio “foram projetados para Alexa+, com mais poder de processamento e sensores avançados”.

Relembre o anúncio global da Alexa+

Thássius Veloso viajou para São Paulo a convite da Amazon

Amazon lança Alexa+ no Brasil, com nova voz e inteligência artificial

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Empresa inicia acesso antecipado. Serviço está incluso na assinatura do Prime.

Amazon prepara lançamento da Alexa+ no país (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Alexa+ (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Uber no Alexa+ (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Nio confirma parceria com Surf Telecom para lançar planos móveis

17 de Junho de 2026, 18:10
Operadora Nio herdou o antigo serviço Oi Fibra (arte: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • A Nio firmou parceria com a Surf Telecom para oferecer planos móveis.
  • Os combos de fibra ótica e 5G estarão disponíveis no segundo semestre em cerca de 300 cidades brasileiras.
  • Os valores das assinaturas ainda não foram divulgados.
  • A Nio é a terceira maior operadora de banda larga fixa do Brasil, com 3,2 milhões de clientes

A operadora de telecomunicações Nio confirmou ao Tecnoblog que está de fato se associando à Surf Telecom, com o objetivo de ampliar o portfólio e realizar a expansão do ecossistema de serviços digitais. A empresa se pronunciou hoje, um dia depois de anteciparmos em primeira mão que o contrato havia sido assinado.

“Queremos oferecer soluções que façam sentido para o dia a dia das pessoas, com transparência, previsibilidade e uma experiência diferenciada, cada vez mais integrada e fluida”, disse, em nota, o CEO da Nio, Márcio Fabbris.

A Nio conta hoje com cerca de 3,2 milhões de clientes, o que faz dela a terceira maior operadora de banda larga fixa do país. O acordo com a Surf Telecom repete o modelo de operadora virtual (MVNO) já visto em outras empresas, permitindo que a Nio forneça soluções de conectividade que combinam 5G e fibra ótica. Por sua vez, a Surf Telecom utiliza a rede da TIM.

Contrato de credenciamento de MVNO da Nio com a Surf Telecom (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

O Everton Favretto já havia feito a previsão, e agora a Nio nos confirma que irá vender combos de fibra e telefonia móvel no segundo semestre, para clientes de cerca de 300 cidades. Os valores das assinaturas por ora não foram divulgados. No entanto, tenha em mente que, em ocasiões anteriores, gestores da empresa sinalizaram que não iriam para a guerra de preço.

Não custa lembrar: a Nio representa o que restou da antiga Oi. Ela faz parte da V.tal e tem o banco BTG entre os principais acionistas. Atualmente, está no ramo de banda larga fixa, mas, conforme comentamos, decidiu novamente ingressar num setor em que a antiga Oi era bastante presente: o móvel.

Nio confirma parceria com Surf Telecom para lançar planos móveis

Nio é a antiga Oi Fibra (arte: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Contrato de credenciamento de MVNO da Nio com a Surf Telecom (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Justiça brasileira multa big techs e estúdios de games em R$ 298 milhões

16 de Junho de 2026, 15:59
Loot box
Justiça brasileira multa big techs e estúdios de games em R$ 298 milhões por causa de loot boxes (imagem: Sameboat/Wikimedia)
Resumo
  • Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios multou big techs e estúdios de games em R$ 298 milhões por usarem loot boxes em jogos;
  • decisão da 1ª Vara da Infância e da Juventude do DF considerou que loot boxes estimulam comportamentos de jogos de azar e afetam principalmente menores de idade;
  • empresas, incluindo Apple, Google e Microsoft, foram condenadas a pagar indenizações cujos valores serão direcionados ao Fundo dos Direitos da Criança e do Adolescente do Distrito Federal.

O Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios, por meio da 1ª Vara da Infância e da Juventude do DF, determinou que desenvolvedoras de jogos e big techs como Apple, Google e Microsoft paguem indenizações por danos morais coletivos devido ao uso de loot boxes em games. A soma das multas chega a quase R$ 300 milhões.

Uma loot box consiste em uma caixa virtual geralmente oferecida em jogos que fornece recompensas que só se tornam conhecidas após a realização de pagamentos. Essas recompensas podem incluir “skins” para personagens, armas mais potentes, itens raros e assim por diante.

Na primeira olhada, parece não haver nada de errado com isso. Porém, especialistas em saúde mental e autoridades de várias partes do mundo entendem que as loot boxes seguem uma dinâmica de jogos de azar, pois tendem a ativar os mesmos circuitos cerebrais de recompensa ativados em jogos de cassino, por exemplo. Isso pode levar a vícios e outros comportamentos nocivos.

O caso em questão tem como base um processo movido pela Associação Nacional dos Centros de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente (Anced) contra empresas de games como Activision, Nintendo e Riot.

A acusação é a de que, ao explorarem loot boxes, essas companhias estimulam comportamentos de jogos de azar, afetando principalmente menores de idade.

Com relação a companhias como Apple, Google e Microsoft, elas foram incluídas na ação civil pública por hospedarem ou darem acesso aos tais jogos por meio de suas lojas de aplicativos.

A decisão judicial levou em conta que o ECA Digital, em vigor desde março para a proteção de crianças e adolescentes no âmbito digital, reconhece loot boxes como práticas ilícitas, mas que, mesmo antes disso, já era possível considerar essa abordagem como indevida com base no Estatuto da Criança e do Adolescente em vigor desde 1990.

Diante disso, as empresas envolvidas foram punidas com indenizações cujo valor considera aspectos como gravidade da conduta e capacidade econômica.

Márlon Reis, advogado da Anced, celebrou a decisão judicial:

Qual o valor da multa recebida por cada empresa?

De acordo com uma apuração do Tilt UOL, as companhias multadas e os valores de suas respectivas indenizações são os seguintes:

  • Apple: R$ 50 milhões (responsável pela App Store)
  • Microsoft: R$ 50 milhões (responsável pela Microsoft Store)
  • Google: R$ 40 milhões (responsável pela Play Store)
  • Sony: R$ 40 milhões (responsável pela PlayStation Network)
  • Tencent: R$ 50 milhões (desenvolvedora de PUBG Mobile)
  • Ubisoft: R$ 10 milhões (desenvolvedora de Tom Clancy’s Rainbow Six Siege)
  • Valve: R$ 10 milhões (desenvolvedora de Counter-Strike)
  • Riot Games: R$ 15 milhões (desenvolvedora de League of Legends)
  • Electronic Arts: R$ 20 milhões (desenvolvedora de Fifa, EA Sports UFC Mobile, Apex Legends, Plants vs Zombies e outros)
  • Konami: R$ 8 milhões (desenvolvedora de PES 2019, eFootball PES 2021 Mobile e Yu-Gi-Oh! Duel Links)
  • Nintendo: R$ 5 milhões (desenvolvedora de Mario Kart Tour)

A soma desses valores chega a R$ 298 milhões. As indenizações pagas serão direcionadas ao Fundo dos Direitos da Criança e do Adolescente do Distrito Federal.

Além das indenizações, a Justiça determinou a adoção de uma série de medidas pelas empresas apontadas, como exibir informações sobre o caráter aleatório das recompensas, implementar sistemas de verificação de idade e oferecer mecanismos acessíveis de reembolso nos jogos.

Mas, sim, todas as partes envolvidas ainda podem recorrer das decisões.

O número do processo em questão é 0701554-83.2021.8.07.0013.

Justiça brasileira multa big techs e estúdios de games em R$ 298 milhões

Justiça brasileira multa big techs e estúdios de games em R$ 298 milhões por causa de loot boxes (imagem: Sameboat/Wikimedia)

Terceira maior empresa de banda larga fixa vai entrar na telefonia móvel

16 de Junho de 2026, 15:40
Imagem mostra possíveis cartões SIM da Nio repetidos, com chip e logotipo. Na parte inferior direita, o logo do "tecnoblog" é visível.
Nio deve lançar serviço móvel em breve (arte: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Nio fechou contrato com a Surf Telecom para oferecer telefonia móvel aos seus clientes de internet fixa.
  • A parceria com a Surf Telecom, uma das maiores MVNO/MVNEs do Brasil, visa fidelizar clientes e diversificar a operação da Nio.
  • A companhia possui cerca de 3,5 milhões de clientes de banda larga fixa e ainda não definiu um prazo para o lançamento do serviço móvel.

Mais uma operadora de internet fixa decidiu entrar no mercado de telefonia móvel: a Nio, terceira maior do setor, que resultou da venda da carteira de clientes de fibra da Oi para a V.tal no ano passado. E, de forma similar a companhias como a Sky, ela assinou contrato com a Surf Telecom, uma das maiores MVNO/MVNEs do Brasil.

O Tecnoblog averiguou a informação diretamente em documentos regulatórios. Apesar das tratativas avançarem, não há um prazo para que o serviço móvel da Nio faça sua estreia no país. A companhia foi procurada e este texto será atualizado quando recebermos uma resposta.

Ideia começou em 2025

Chip/SIM card completamente branco sobre fundo azul, felpudo
Nio quer diversificar negócios com entrada na telefonia móvel (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

A ideia de oferecer telefonia móvel para os clientes da fibra não é nova: em entrevista ao Teletime no ano passado, o CEO Marcio Fabbris afirmou que tinha interesse em proporcionar o serviço móvel para a carteira de clientes. Mais recentemente, em entrevista ao UOL Tilt, Fabbris confirmou a existência de tratativas com operadoras e MVNEs (Mobile Virtual Network Enablers).

A Nio possui cerca de 3,5 milhões de clientes, segundo dados submetidos em abril à Anatel. Isso faz dela a terceira maior empresa de banda larga fixa do Brasil, com 6,3% do mercado.

Surf Telecom é figurinha carimbada no setor de MVNOs

Captura de tela do contrato entre Surf Telecom e Nio
Contrato de credenciamento de MVNO da Nio com a Surf Telecom (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

A escolha da Surf Telecom é ao mesmo tempo esperada e curiosa. Atualmente, ela é a maior empresa do ramo focada em clientes pessoa física, o que faz sentido. Por outro lado, já esteve envolta em controvérsias e falhas técnicas.

A prestadora é fornecedora do serviço móvel para empresas como o Correios Celular, a já mencionada Sky, as Lojas Pernambucanas, Carrefour, Uber e diversos provedores pequenos, seja diretamente ou por meio da Tá Telecom.

A Nio e sua controladora V.tal assinaram contratos de credenciamento com a Surf no último dia 10/06. A documentação ainda depende de homologação da Anatel e o acordo ainda não está plenamente vigente.

Também não espere preços incríveis, já que o CEO da empresa afirmou que essa não era a sua intenção.

Dito isso, a oferta similar da Sky é interessante: ela oferece 15 GB por R$ 15 para clientes que também possuam o serviço de TV por assinatura pós-pago. Já o plano de 50 GB sai por R$ 40. Todos esses valores dobram após 12 meses e, além disso, parte da franquia só vale em caso de portabilidade.

Planos do Sky Móvel para clientes de TV pós-paga: 15GB, 30GB, 50GB e 6GB
Planos do Sky Móvel para clientes de TV pós-paga (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Objetivo é fidelizar cliente e diversificar a operação

Oferecer serviço móvel, geralmente através de MVNO, é uma estratégia que vem sendo utilizada por diversos provedores regionais para segurar clientes.

Por exemplo, os três provedores que atendem minha cidade oferecem, além de banda larga fixa, chips de telefonia móvel. A Unifique o faz por meio de sua rede própria e roaming, enquanto os outros dois adotam MVNOs.

Esse tipo de oferta abre mais uma fonte de renda para os provedores, apesar de ser algo relativamente pequeno perto da receita com banda larga fixa.

A tática é utilizada para desincentivar o cancelamento do serviço, já que, para trocar de empresa, a pessoa precisará mudar tanto seu contrato fixo quanto móvel, além de correr o risco de perder descontos do combo.

E a Nio está precisando desta salvaguarda: a empresa perdeu em torno de 700 mil clientes nos últimos 12 meses.

Terceira maior empresa de banda larga fixa vai entrar na telefonia móvel

Nio deve lançar serviço móvel em breve (arte: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Chip branco (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Contrato de credenciamento de MVNO da Nio com a Surf Telecom (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Planos do Sky Móvel para clientes de TV pós-paga (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Hisense lança TV de R$ 1 milhão no Brasil

15 de Junho de 2026, 14:29
Sala decorada com a TV Hisense 136MX exibindo cores vibrantes e preto mais profundo
Hisense 136MX deve exibir um preto mais profundo (imagem: divulgação)
Resumo
  • Hisense lançou no Brasil a TV 136MX, de 136 polegadas, com tecnologia MicroLED e preço de R$ 1 milhão.
  • O modelo utiliza mais de 24 milhões de LEDs RGB microscópicos e deve oferecer maior controle de brilho, contraste e cores.
  • A TV é vendida sob encomenda pela plataforma FastShop.

A Hisense anunciou, nesta segunda-feira (15/06), a chegada da 136MX ao mercado brasileiro, com preço sugerido de R$ 1 milhão. O televisor de 136 polegadas será o primeiro com a tecnologia MicroLED a ser lançado para o segmento doméstico pela fabricante chinesa.

Segundo a empresa, a TV utiliza mais de 24 milhões de LEDs RGB microscópicos, que funcionam de forma independente como pixels autoluminosos. O resultado, de acordo com a marca, é maior controle de brilho, contraste e cores.

Vale lembrar: MicroLED é a tecnologia que usa LEDs microscópicos e iluminação própria para formar a tela de TVs e monitores. Com isso, é esperado um preto mais profundo e cores mais vívidas.

O modelo da Hisense atinge até 10.000 nits de brilho máximo, o que deve garantir boa visibilidade mesmo em ambientes muito iluminados. E sim, há IA embarcada: o processamento de imagem é feito pelo Hi-View AI Engine X, chip proprietário da marca que usa inteligência artificial para otimizar os quadros em tempo real.

Conectividades da Hisense 136MX: portas de entrada e saídas para conexão de dispositivos
Conectividades da Hisense 136MX (imagem: divulgação)

Concorrência para a Samsung

Embora seja o primeiro modelo MicroLED da Hisense no país, não é o primeiro televisor com a tecnologia a desembarcar por aqui: a rival Samsung trouxe, em 2023, a primeira televisão MicroLED do Brasil – e pelo mesmo valor de R$ 1 milhão.

Em nota, a Hisense afirma que a 136MX representa um salto na experiência doméstica, pois traz a esse segmento recursos antes restritos a aplicações profissionais.

Se você tem R$ 1 milhão sobrando, a Hisense 136MX pode ser adquirida sob encomenda, exclusivamente pela plataforma FastShop.

Hisense lança TV de R$ 1 milhão no Brasil

Samsung anuncia Galaxy A27 com até 8 GB de RAM e tela Super AMOLED

15 de Junho de 2026, 13:24
Linha Galaxy A27 5G
Galaxy A27 5G (imagem: reprodução/Samsung)
Resumo
  • Galaxy A27 5G, da Samsung, possui tela Super AMOLED de 6,7 polegadas com resolução FHD+ e taxa de atualização de até 120 Hz;
  • aparelho é equipado com processador Snapdragon 6 Gen 3, acompanha 6 GB ou 8 GB de RAM LPDDR5x e tem armazenamento interno de 128 GB ou 256 GB;
  • câmera principal do Galaxy A27 5G tem sensor de 50 megapixels com estabilização óptica de imagem, enquanto bateria oferece capacidade de 5.000 mAh com suporte a recarga de 25 W.

Sem fazer barulho, a Samsung lançou mais um celular para a linha Galaxy A. Trata-se do Galaxy A27 5G, que traz uma tela Super AMOLED de 6,7 polegadas e 6 GB ou 8 GB de memória RAM como principais atrativos. E, sim, a novidade já sai de fábrica com a novíssima interface One UI 8.5.

O aparelho surgiu na República Tcheca e, pelo menos até o momento, não tem previsão de lançamento oficial no Brasil. Mas, conhecendo a Samsung como a conhecemos, não deve demorar (muito) para a marca trazer o Galaxy A27 para terras tupiniquins.

Como já dito, a tela está entre os principais atributos do celular. Falamos de um painel Super AMOLED de 6,7 polegadas com resolução FHD+ e taxa de atualização de até 120 Hz, além de brilho que pode alcançar 800 nits.

Também coloquei os 6 GB ou 8 GB de RAM como destaque, não por serem do tipo LPDDR5x ou por essas serem quantidades assombrosas (não são), mas pelo fato de, com o Galaxy A27, a Samsung ter resistido ao ímpeto de reduzir a quantidade de memória em razão da escassez de chips do cenário atual.

No comando do smartphone está o Snapdragon 6 Gen 3 (um chip intermediário), que é combinado com 128 GB ou 256 GB de armazenamento interno no padrão UFS 3.1.

Já na traseira, encontramos um trio de câmeras, sendo que a principal tem sensor de 50 megapixels e estabilização óptica de imagem (OIS).

As demais características incluem:

  • câmera frontal de 12 megapixels que filma em 4K e 30 fps;
  • bateria de 5.000 mAh;
  • suporte para recarga de 25 W;
  • resistência física via especificações como IP64 e Gorilla Glass Victus+ (tela);
  • Android 16 e One UI 8.5 com seis anos de atualizações de segurança e de versões do sistema operacional.
Traseira e tela do Galaxy A27 5G
Traseira e tela do Galaxy A27 5G (imagem: reprodução/Samsung)

Disponibilidade e preços do Galaxy A27 5G

No momento, o Galaxy A27 5G foi anunciado apenas para a República Tcheca, mas ainda sem informação de preços por lá. Na Europa, a expectativa é a de que esses valores sejam equivalentes à faixa de R$ 2.000 a R$ 2.600.

Como já dito, ainda não há previsão para lançamento no Brasil. Mas quando e se isso ocorrer, existe a possibilidade de o chip do aparelho ser diferente do Snapdragon 6 Gen 3, tal como aconteceu com o Galaxy A26, que chegou com o Exynos 1280 no Brasil, mas com o Exynos 1380 (superior) lá fora.

Para mais detalhes, veja as especificações completas do Samsung Galaxy A27.

Com informações de Gizmochina

Samsung anuncia Galaxy A27 com até 8 GB de RAM e tela Super AMOLED

Traseira e tela do Galaxy A27 5G (imagem: reprodução/Samsung)

“Brasil é um parceiro confiável”: Europa quer aliança para disputar corrida da IA

12 de Junho de 2026, 17:37
Duas pessoas em uma entrevista ao vivo, com a convidada sentada e a palestrante falando em um palco com luzes vermelhas
Henna Virkkunen lidera projetos de soberania digital na UE (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Resumo
  • A União Europeia quer o Brasil como parceiro na corrida tecnológica global de inteligência artificial, visando reduzir a dependência de big techs americanas e chinesas, segundo Henna Virkkunen, vice-presidente executiva da Comissão Europeia.
  • O Brasil agora faz parte de um seleto grupo de países com vínculo de parceria com a UE, ao lado de Canadá, Coreia do Sul, Japão e Singapura, com o objetivo de avançar na autonomia e reduzir a dependência de tecnologias estrangeiras para o desenvolvimento da inteligência artificial.
  • A UE está implementando medidas para aumentar sua soberania tecnológica, incluindo a criação de 19 fábricas de IA, com o objetivo de quintuplicar a capacidade computacional europeia em um ano, e alcançar 75% de adoção de IA nas empresas até 2030.

A União Europeia não esconde de ninguém que quer o Brasil (e tantos países quanto possível) ao seu lado na atual corrida tecnológica global, que foca na inteligência artificial. Nesta sexta-feira (12), o bloco assina uma parceria inédita no Palácio do Itamaraty, em Brasília. Ontem, durante o Web Summit Rio, uma de suas mais poderosas dirigentes explicou o que está por trás deste gesto.

Henna Virkkunen é vice-presidente executiva da Comissão Europeia para Soberania Tecnológica, Segurança e Democracia. Durante um bate-papo no palco principal, ela foi questionada sobre o que define um “parceiro confiável”, e citou o Brasil pelo nome. Virkkunen também mencionou o acordo recém-assinado com o Mercosul.

Euro-Office
Euro-Office: suíte de produtividade será adotada por vários governos (imagem: reprodução/Nextcloud)

As falas se deram em meio a uma discussão sobre soberania tecnológica e dependência de big techs americanas e chinesas. Para a dirigente, a União Europeia segue com a estratégia de construir alianças fora do eixo EUA-China. Um dos exemplos mais recentes na região é o lançamento do Euro-Office, pacote de produtividade de código aberto que será adotado, a nível governamental, em vários países.

Com o acordo, o Brasil passa a integrar um seleto grupo com apenas outros quatro países com esse tipo de vínculo: Canadá, Coreia do Sul, Japão e Singapura. O acordo prevê cooperação em IA, governança de dados, infraestrutura digital pública, identidade e assinaturas digitais, proteção de crianças no ambiente online e coordenação em fóruns multilaterais de governança da internet.

A parceria não surge do nada porque Brasil e UE vêm construindo essa aproximação digital há anos: em 2024 formalizaram um Diálogo sobre Economia Digital, e em fevereiro de 2025 aprovaram um plano de trabalho conjunto para 2025-2026 com foco em IA, governança de dados, conectividade e redes 6G. O acordo desta sexta eleva esse diálogo técnico a um compromisso político de alto nível. Os temas prioritários incluem regulação de inteligência artificial, computação de alto desempenho, governança de dados e assinaturas digitais.

Recado à Apple e investimento em IA

Demonstração da Siri AI no iOS 27 (imagem: reprodução)

No painel, Virkkunen também detalhou o pacote de soberania tecnológica apresentado pela UE na semana passada, com metas ambiciosas para reduzir a dependência europeia em chips, nuvem e software. Os principais pontos são os seguintes:

  • Apple e Siri na Europa: questionada sobre a decisão da Apple de não lançar a nova Siri AI no mercado europeu por causa da Lei de Mercados Digitais (DMA), Virkkunen foi direta: “não há nada na DMA que impeça a Apple de trazer seus novos produtos para a Europa — foi uma decisão deles”. A executiva defendeu que a exigência de interoperabilidade não significa abrir segredos de negócio, mas sim impedir que gigantes fechem o mercado para concorrentes.
  • Infraestrutura de IA: a UE está criando 19 fábricas de IA distribuídas pelo bloco. Em um ano, a promessa é de que a capacidade computacional europeia seja cinco vezes maior do que a atual. Ela ficará disponível para startups e pequenas empresas treinarem seus próprios modelos.
  • Adoção de IA nas empresas: apenas 20% das empresas europeias usam IA, segundo levantamento de 2025. A meta oficial do bloco é chegar a 75% até 2030. No entanto, a própria Virkkunen admitiu que o número é baixo: “talvez devêssemos ter uma meta ainda maior, porque acho que todos os negócios deveriam usar os benefícios da IA”.
  • AI Act e agentes de IA: diante da crítica de que a UE estaria regulando a tecnologia de ontem, Virkkunen defendeu que o AI Act já cobre agentes de IA, por serem tratados como parte da IA generativa. Essa categoria tem obrigações de avaliação e mitigação de riscos.

“Brasil é um parceiro confiável”: Europa quer aliança para disputar corrida da IA

Henna Virkkunen lidera projetos de soberania digital na UE (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O Euro-Office vem aí (imagem: reprodução/Nextcloud)

Demonstração da Siri AI no iOS 27 (imagem: reprodução)

Itaú libera um ano de Google Gemini premium de graça para clientes

11 de Junho de 2026, 18:04
Logos de dois aplicativos
Itaú firmou parceria com o Google (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Itaú começou a oferecer a assinatura gratuita do Gemini AI Plus por 1 ano para clientes.
  • O plano libera 400 GB de armazenamento na nuvem e créditos para recursos de imagem e música.
  • O benefício está disponível nas plataformas Minhas Vantagens e Mais Vantagens e visa expandir a experiência dos usuários com a IA do Google.

Clientes do Itaú terão acesso gratuito ao plano Gemini AI Plus do Google por até 12 meses. Além de disponibilizar a inteligência artificial na sua versão Gemini Pro 3.1 com Deep Research, a pesquisa avançada do modelo de IA, a assinatura inclui ainda 400 GB de armazenamento na nuvem.

A novidade foi anunciada durante o evento Google for Brasil, nessa quarta-feira (10/06). O benefício libera créditos para utilizar os recursos de imagem via Nano Banana e música, com o Lyria, e fica disponível para resgate no app do Itaú por meio das plataformas Minhas Vantagens, para pessoas físicas, e Mais Vantagens, na versão para empresas.

A opção AI Plus da assinatura do Google é interessante para acelerar trabalhos do dia a dia e permite incluir até cinco pessoas como dependentes, funcionando como plano familiar ou mesmo para pequenas empresas.

Mais acesso à IA do Google

Ícones do Gemini AI Plus e variações do serviço do Google, ilustrando a IA
Gemini AI Plus fica gratuito para clientes Itaú por até 12 meses (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A novidade quer facilitar o acesso dos clientes à inteligência artificial do Google. Inclusive, esse não é o primeiro exemplo de benefício envolvendo uma instituição financeira e acesso a recursos avançados de IA: recentemente, o Nubank também liberou acesso gratuito ao ChatGPT Go pelo mesmo período de 12 meses.

Segundo o Itaú, a parceria deve ir além com mais iniciativas envolvendo o Gemini. O banco não deu muitos detalhes, mas falou em “novas formas de interação entre clientes, serviços e plataformas”.

O diretor de Parcerias e Beyond Banking do Itaú, Rodrigo Carneiro, afirma que o objetivo da empresa é simplificar e reforçar o acesso à IA como algo “útil e relevante”.

Planos e preços do Gemini no Brasil

O Gemini AI Plus é o plano mais básico da inteligência artificial oferecido no Brasil e custa R$ 24,99 ao mês. Ou seja, o benefício do banco pode representar uma economia de quase R$ 300.

Há poucos dias, essa opção foi ampliada para 400 GB de armazenamento, que já valem para a nova oferta (anteriormente, o plano oferecia 200 GB). O preço continuou o mesmo.

Há outras assinaturas disponibilizadas pelo Google para um uso mais profissional da IA. O Gemini AI Pro, de R$ 96,99 ao mês, permite edições de imagem e vídeo com o Nano Banana Pro, além de oferecer 5 TB de armazenamento na nuvem.

Já o Gemini AI Ultra tem opções x5 ou x20, com 20 TB e 30 TB para usar no Drive, respectivamente, além de acesso a recursos como Deep Think e maior acesso às versões Pro dos recursos de IA presentes no modelo. Os preços são de R$ 779 e R$ 999 por mês.

Itaú libera um ano de Google Gemini premium de graça para clientes

Itaú e Google Gemini (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Google Gemini (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Instagram admite que errou e desativa mapa de amigos do Brasil

11 de Junho de 2026, 12:53
Ilustração traz a imagem de um celular ao centro com o símbolo do Instagram e dois ícones de usuários do Instagram ao lado
Instagram removeu acesso ao Mapa do Instagram no Brasil (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Instagram admitiu que disponibilizou acidentalmente o mapa de amigos para usuários no Brasil.
  • A funcionalidade mostra a posição exata dos usuários, inclusive locais de postagem de stories.
  • O recurso foi lançado nos EUA no ano passado, mas foi alvo de críticas relacionadas a privacidade e segurança.

Em menos de 24 horas, o Instagram introduziu e logo removeu o acesso ao mapa do Instagram para os usuários brasileiros do app. A função permite que seguidores mútuos mostrem, em um mapa, a posição exata em que estão, incluindo locais de postagem de stories.

O mapa foi disponibilizado nos Estados Unidos no meio do ano passado e apareceu pela primeira vez no Brasil nesta quarta-feira (10/06), mas tudo não passou de um engano, segundo a Meta. Em comunicado ao Tecnoblog, a empresa afirma que o recurso foi “disponibilizado acidentalmente” e que estão “trabalhando para corrigir isso”.

Apesar disso, o Instagram disponibilizou a novidade completamente funcional por aqui. Ao abrir o app, os usuários se deparavam com um pop-up dizendo “Apresentamos o mapa do Instagram”, que já direcionava para a nova seção.

Hoje, entretanto, a funcionalidade já não aparecia entre as notas, na seção das DMs, e a configuração “Story, live e localização”, em que era possível habilitar ou desabilitar a novidade, voltou a chamar-se apenas “Ocultar story e live”.

A dúvida sobre como desativar a localização já aparece entre os temas mais pesquisados da internet.

Captura de tela mostra a função mapa do Instagram
Pop-up apresentava chada do Mapa do Instagram no Brasil (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O que é o mapa do Instagram?

O Instagram lançou o mapa de compartilhamento de localização em tempo real nos Estados Unidos em agosto de 2025, repetindo uma função de 2017 no Snapchat.

O mapa fica disponível na caixa de mensagens (DMs) e exibe avatares dos amigos com a localização aproximada. Posts e stories que marcam uma localização também aparecem na seção, repetindo outra funcionalidade anterior do próprio Instagram. Naquela versão, o app centralizava, também em um mapa, apenas posts que mencionavam um mesmo local.

A plataforma permite escolher quem pode ver a localização, entre todos os seguidores mútuos, seguidores na lista de Amigos Próximos ou uma lista personalizada de pessoas. Entretanto, quem não quer compartilhar a localização em tempo real, pode manter a função desativada — ela vem assim por padrão.

Brasileiros repetiram revolta do lançamento nos EUA

Desde o lançamento inicial, a funcionalidade virou alvo de polêmicas instantaneamente. Nas redes sociais, usuários do Instagram, incluindo famosos, criticaram a introdução, citando riscos à privacidade e segurança.

No Brasil, não foi diferente. Desde que o pop-up começou a aparecer para os usuários, iniciou-se uma enxurrada de publicações que indicavam a amigos que não ativassem a função.

Na rede social X, críticas apontavam como a funcionalidade poderia facilitar casos de stalking e gerou uma procuração para o Ministério Público Federal, mencionando riscos a mulheres, crianças e idosos. Naquele momento, no entanto, a Meta já havia removido o mapa do Brasil.

Instagram admite que errou e desativa mapa de amigos do Brasil

(Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Pop-up apresentava chada do Mapa do Instagram no Brasil (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Smartphone com enorme bateria de 8.000 mAh passa na Anatel

11 de Junho de 2026, 12:35
Realme C100x com carregamento reverso, exibido com dois smartphones na praia
Realme C100x oferece carregamento reverso (imagem: divulgação)
Resumo
  • Realme C100x foi homologado pela Anatel e já pode ser vendido no Brasil.
  • O smartphone tem bateria de 8.000 mAh, mas ficha técnica básica.
  • O modelo tem SoC Unisoc T7250, até 256 GB de memória interna e tela IPS de 6,8 polegadas.
  • Ainda não há data ou preço do Realme C100x no Brasil.

Smartphones com baterias enormes continuam se multiplicando: o Realme C100x, com 8.000 mAh de capacidade, foi aprovado pela Anatel na segunda-feira (08/06), conforme a documentação visualizada pelo Tecnoblog em primeira mão.

O destaque do modelo é realmente a bateria grande, já que suas especificações são básicas: SoC Unisoc T7250, 128 ou 256 GB de memória interna (expansíveis com microSD), 4 ou 6 GB de RAM e tela IPS de apenas 1.570 x 720 pixels com 6,8 polegadas.

O Realme C100x tem conectividade 4G, Wi-Fi 5, Bluetooth e NFC e câmera principal de 50 megapixels, além de um LED RGB na traseira para notificações.

Certificado de homologação da Anatel do Realme C100x, com dados de identificação e validade
Certificado de homologação do Realme C100x (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

No Brasil, acreditamos que ele será oferecido na opção de 8 GB de RAM com 256 GB de memória interna, conforme a etiqueta que consta na sua certificação.

São especificações bem similares ao irmão Realme C100i, mas com algumas diferenças: a bateria é maior, a câmera traseira tem maior resolução e o novo modelo também oferece mais memória interna, além do NFC. As opções de cores também são diferentes entre os modelos.

A bateria tem código de modelo BLPD45 e utiliza ânodos de silício-carbono, tecnologia que tem se popularizado em smartphones para aumentar a densidade energética, utilizada principalmente pelas fabricantes chinesas como um diferencial.

Para recarga, o Realme C100x virá com carregador de 45 W. Também na caixa virá uma capinha protetora, cabo USB, manuais e a ferramenta para ejetar a gaveta de chip.

Imagem mostra uma bateria BLPD45 da Realme para o smartphone Realme C100x
Bateria BLPD45 da Realme (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Ele poderá ser montado na fábrica chinesa da Realme ou pela Digitron em Manaus (AM), o que abre a possibilidade de incentivos fiscais para reduzir seu preço.

Quando chega?

O Realme C100x ainda não tem previsão de venda no Brasil, mas não deve demorar e nem vir caro. Na Colômbia, o modelo é vendido por 950 mil pesos, cerca de R$ 1.400 reais em conversão direta.

Por lá, o aparelho é comercializado em duas opções de cores: Golden Coast, um tipo de dourado, e Deepblue Tides, azul-marinho.

Smartphone com enorme bateria de 8.000 mAh passa na Anatel

Realme C100x (imagem: divulgação)

Certificado de homologação do Realme C100x (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Bateria BLPD45 da Realme (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

YouTube libera mensagens diretas no Brasil; veja como funciona

11 de Junho de 2026, 10:22
YouTube libera mensagens diretas no Brasil
YouTube libera mensagens diretas no Brasil (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
Resumo
  • após teste, YouTube está liberando recurso de mensagens diretas em vários países, incluindo o Brasil;
  • função permite compartilhar vídeos e conversar por texto, emojis e GIFs, mas é exclusiva para o aplicativo móvel do serviço;
  • para iniciar um chat, o usuário deve enviar um link de convite, que precisa ser aceito pela outra pessoa em até sete dias.

Se você abrir o aplicativo do YouTube agora, provavelmente encontrará um ícone de conversa no topo direito da tela. Trata-se de um recurso de mensagens diretas que vinha sendo testado e, agora, está sendo liberado de modo amplo em vários países, incluindo o Brasil.

A ideia não é nova. Talvez você se lembre de que, em 2019, o YouTube encerrou uma função de troca de mensagens que havia sido introduzida apenas dois anos antes. Apesar de o recurso nunca ter sido popular muitos usuários reclamaram da decisão.

O recurso de mensagens volta à plataforma de streaming, mas com uma proposta um pouco diferente. O objetivo principal é oferecer mais um meio para que os usuários compartilhem vídeos convencionais e Shorts, embora as mensagens também possam ser usadas para outros fins.

Como as mensagens diretas do YouTube funcionam?

Comece por procurar o ícone de conversa que aparece no topo direito de várias telas do app do YouTube para iOS ou Android. Depois, toque em “Convidar para conversar”. Um convite com um link para conversação no YouTube será gerado para ser compartilhado via e-mail, WhatsApp e afins.

A função de mensagens diretas também está disponível na tela de reprodução de vídeos, mas o acesso a ela é um pouco diferente: é preciso ir no botão de compartilhar e, então, selecionar uma pessoa com quem você já conversa ou tocar no botão que gera um link de convite. Note que esse link precisa ser aceito em até sete dias, do contrário, expirará.

Gerando convite para conversa no YouTube
Gerando convite para conversa no YouTube (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

A pessoa que receber o link terá que ter conta no YouTube, obviamente. Também é preciso ter 18 anos de idade ou mais. Leve em conta ainda que, pelo menos por enquanto, a conversa só pode ser feita via aplicativo. A versão web do YouTube não suporta mensagens, pelo menos até o momento.

O destinatário só precisa aceitar o link e enviar uma mensagem para iniciar a conversa. Há suporte para emojis e GIFs, mas não é possível anexar arquivos à conversa. Trata-se de um mecanismo simples de chat. Aparentemente, o YouTube não tem grandes pretensões com a novidade, mas ela pode ser realmente útil para quem consome bastante conteúdo na plataforma.

Além do Brasil, as mensagens diretas do YouTube estão sendo liberadas em países como Alemanha, Espanha, Estados Unidos (por onde começou), França, Portugal e Reino Unido.

YouTube libera mensagens diretas no Brasil; veja como funciona

YouTube libera mensagens diretas no Brasil (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Gerando convite para conversa no YouTube (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Nova geração de gravadores com IA é confirmada no Brasil

10 de Junho de 2026, 16:56
Plaud NotePro pesa 30 gramas e pode ficar anexado ao celular (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Resumo
  • A Plaud, gigante das anotações, lançará no Brasil, em julho, os gravadores NotePro e NotePin S, equipados com IA, após homologação na Anatel.
  • O NotePro, ultrafino, pesa 30 gramas, tem 5 microfones e custa US$ 189 nos EUA, cerca de R$ 979.
  • O Brasil lidera as vendas de produtos Plaud na América Latina, com metade dos usuários da região, que utilizam os aparelhos para vida profissional e pessoal.

A gigante das anotações Plaud revelou com exclusividade ao Tecnoblog que a nova geração de gravadores com IA desembarca em breve por aqui: o NotePro e o NotePin S estão previstos para julho. Tudo vai depender da celeridade da homologação na Agência Nacional de Telecomunicações. Os preços são mantidos em segredo.

Já faz mais de um ano que a companhia mantém presença no país, inclusive com vendas dos modelos da geração passada – o Plaud Note e o Plaud NotePin. Os aparelhos acompanham o usuário ao longo do dia e escutam tudo. A partir daí, fazem transcrições, geram relatórios e usam inteligência artificial para interagir com os conteúdos das conversas.

Vem aí: os futuros produtos da Plaud

O Plaud NotePro lembra um cartão de crédito. Ele é ultrafino, com somente 3 mm de espessura e 30 gramas. Traz 5 microfones (5 MEMS + 1 VPU) com alcance de até 5 metros, 30 horas de gravação e 60 dias de standby. Entre os diferenciais está o display AMOLED, o corpo de alumínio com Gorilla Glass (portanto, mais resistente) e um sistema inteligente que alterna entre captura presencial e chamadas telefônicas. Custa US$ 189 nos Estados Unidos, cerca de R$ 979.

Já o Plaud NotePin S lembra um wearable com 17 gramas. Sua bateria promete 20 horas de gravação e 40 dias de standby. A companhia prevê quatro formas de uso: broche magnético, clip, pulseira ou colar. No Brasil, todos os acessórios acompanham o pacote. Sai por US$ 179 no mercado americano, por volta de R$ 928.

Brasil domina as vendas na região

Plaud NotePin S tem formato de wearable (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O chefe de vendas nas Américas, Cyle Kiger, me explicou que o Brasil representa metade de todos os usuários de produtos da Plaud na América do Sul. A conversa ocorreu durante o Web Summit Rio, que acontece nesta semana.

Os consumidores usam os aparelhos para a vida profissional e pessoal. De acordo com o executivo, um caso de uso interessante por aqui se dá entre os trabalhadores do setor de construção civil, que surpreenderam pelo nível de adoção do produto.

Qual a diferença dos dispositivos Plaud para o gravador do celular? Segundo Kider, o modelo de IA embarcado nos gravadores foi desenvolvido para escutar, transcrever e compreender melhor o contexto da vida da pessoa.

A Plaud oferece tanto o app para celular quanto o acesso no computador (via web ou programa dedicado). Pelo que vimos na demonstração, a interface é minimalista, com muito branco, letras pequenas e quase nenhum elemento gráfico. A compra do NotePin ou de outros aparelhos dá direito a 5 horas por mês de áudio processado nos servidores da empresa. Precisa de mais? É preciso fazer uma assinatura.

O modelo de IA Plaud Intelligence conta com transcrição em 112 idiomas (português incluso), identificação dos participantes e geração de resumos a partir de mais de 10 mil templates.

Plaud NotePin (aparelho cinza pendurado em colar)
NotePin pode ficar pendurado no pescoço para facilitar uso (imagem: divulgação)

A geração passada está à venda no país pelos seguintes valores:

  • Plaud Note: R$ 1.399
  • Plaud NotePin: R$ 1.599

Nova geração de gravadores com IA é confirmada no Brasil

Plaud NotePro (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Plaud NotePin S (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

NotePin pode ficar pendurado no pescoço para facilitar uso (Imagem: Reprodução / NotePin)

Gemini no Chrome chega ao Brasil para auxiliar navegação na web

10 de Junho de 2026, 13:32
Marca do Google Chrome
Gemini no Chrome já estava disponível no exterior (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O Google lançou o assistente Gemini integrado ao Chrome no Brasil, auxiliando na navegação web com ferramentas como resumir artigos e comparar produtos.
  • Disponível inicialmente nas versões de desktop e iOS, chegando depois ao Android, o Gemini no Chrome pode ser acessado por um painel lateral.
  • O assistente pode resumir artigos, criar quizzes, destacar pontos principais de vídeos no YouTube e realizar ações em conexão com Gmail, Maps, Agenda e YouTube.

O Google anunciou que o assistente Gemini integrado ao Chrome estará disponível para usuários brasileiros. A barra lateral adiciona ferramentas para auxiliar na navegação, como resumir matérias e artigos, comparar produtos e destacar pontos principais de vídeos no YouTube, entre outras funcionalidades.

O lançamento foi feito no evento Google For Brasil nesta quarta-feira (10/06), em São Paulo (SP). Além da chegada do assistente ao navegador, a companhia apresentou novidades no Maps e no YouTube, além de parcerias nas áreas de trânsito e esporte.

novo painel lateral do Google Chrome
Gemini fica em painel lateral do Chrome (imagem: reprodução/Google)

O Gemini no Chrome estará disponível inicialmente nas versões de desktop e iOS, chegando depois ao Android.

Quais são os recursos do Gemini no Chrome?

O Gemini no Chrome fica em um painel lateral. Para acessá-lo, basta clicar no botão que fica no canto superior esquerdo. O assistente é capaz de resumir artigos longos, tirar dúvidas sobre o que você está lendo ou até criar um quiz com o conteúdo.

Além disso, o Gemini tem conexão direta com Gmail, Maps, Agenda e YouTube. É possível pedir para destacar os pontos principais de um vídeo ou enviar um e-mail diretamente do painel lateral. O Google garante que nenhuma ação será tomada sem a confirmação do usuário.

O assistente também é capaz de cruzar informações de várias abas, sem que seja preciso alternar entre elas. Isso ajuda a comparar produtos ou pacotes de viagem, por exemplo, e gerar uma tabela com as principais informações.

Por fim, o Gemini conta com suporte ao Nano Banana 2, podendo editar imagens encontradas na web diretamente na página, sem necessidade de colar ou fazer uploads.

Gemini no Chrome chega ao Brasil para auxiliar navegação na web

Google Chrome (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

(imagem: reprodução/Google)

Google Maps vai usar IA para entender perguntas e conversar com usuário

10 de Junho de 2026, 11:28
Executiva no palco. Atrás, um telão mostrando interface conversacional do Pergunte ao Maps.
IA do Maps vai entender o que o usuário deseja, mesmo que seja um pedido longo e detalhado (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Resumo
  • O Google lançará no Brasil a ferramenta “Pergunte ao Maps”, que utiliza IA para compreender perguntas complexas e fornecer sugestões de estabelecimentos, roteiros e trajetos.
  • A ferramenta permite que os usuários façam buscas em linguagem natural, por texto ou voz, e será liberada gradualmente para os usuários brasileiros.
  • O “Pergunte ao Maps” considera informações de estabelecimentos, comentários de usuários e histórico do próprio usuário para sugerir locais e rotas.

O Google vai trazer ao Brasil a ferramenta Pergunte ao Maps. Com ela, usuários poderão fazer buscas em linguagem natural no aplicativo de mapas, como se fossem uma pergunta ou uma conversa. Os comandos podem ser feitos por texto ou voz no botão dedicado da ferramenta.

O anúncio foi feito nesta quarta-feira (10/06) durante o evento Google For Brasil, com novidades da empresa para o mercado nacional. O Pergunte ao Maps começará a ser liberado gradualmente para os Local Guides, membros mais ativos da comunidade do aplicativo, chegando a todos os usuários brasileiros daqui a algumas semanas.

Como funciona o Pergunte ao Maps?

O Pergunte ao Maps tem um botão dedicado na página inicial do Google Maps. Basta tocar nele e fazer uma pergunta em linguagem natural, como você faria a uma pessoa.

Como exemplos de uso, o Google apresentou os comandos “Planeje um tour de arquitetura urbana em São Paulo com acessibilidade para cadeirantes” e “Preciso de um lugar para comer com fraldário, que não seja ao ar livre e que não seja em um shopping”.

Além das informações cedidas pelos próprios estabelecimentos, o Google Maps considera comentários feitos por outros usuários. O histórico e as listas do próprio usuário também são levadas em conta na hora de sugerir locais.

O Pergunte ao Maps não se limita a encontrar estabelecimentos. O Google afirma que a ferramenta é capaz de responder usando mais informações presentes no Maps, como rotas, linhas de transporte público, entradas de estações e mais.

Em outras novidades envolvendo o Maps e IA, o Google também passará a mostrar resumos das avaliações nas páginas de locais e estabelecimentos. Os resumos são personalizados, considerando os interesses dos usuários.

Google Maps vai usar IA para entender perguntas e conversar com usuário

IA do Maps vai entender o que o usuário deseja, mesmo que seja um pedido longo e detalhado (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

YouTube libera assistente de IA para criadores no Brasil

10 de Junho de 2026, 11:20
Executivo no palco. Atrás dele, o telão mostra a interface conversacional do Ask Studio.
Assistente visa ajudar criadores de conteúdo (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Resumo
  • O YouTube lançou o “Pergunte ao Studio”, um assistente de IA para criadores de conteúdo no Brasil, que utiliza o Gemini para fornecer informações sobre audiência e ajudar em roteiros.
  • A ferramenta, disponível no YouTube Studio, oferece resumos de desempenho de vídeos, análise de métricas, feedback de comentários e sugestões para melhorar o conteúdo.
  • Com o “Pergunte ao Studio”, criadores podem fazer perguntas específicas, como dados demográficos de audiência e ideias para vídeos, recebendo respostas personalizadas com base nos dados do canal.

O YouTube trará para o Brasil o Ask Studio, um chatbot de inteligência artificial para criadores de conteúdo. Chamado de “Pergunte ao Studio” na versão nacional, o recurso é apresentado pelo Google como um parceiro para ajudar no crescimento da audiência do canal.

O lançamento foi feito nesta quarta-feira (10/06), durante o evento Google For Brasil, em que a companhia mostra suas novidades para o mercado local.

Segundo a empresa, a ferramenta já está disponível para canais que não são supervisionados e conteúdos de música — nesse último caso, há soluções específicas. Para acessá-lo, basta acessar o YouTube Studio pela web e clicar no ícone que fica no canto superior esquerdo.

O Google também aproveitou para mostrar alguns dados sobre sua plataforma de vídeos no Brasil. De acordo com a companhia, YouTube e criadores geraram 150 mil empregos e geraram R$ 6 bilhões de reais (ano)

O que é possível fazer com o Pergunte ao Studio?

Entre as funcionalidades disponíveis, estão resumos rápidos de desempenho de vídeos recentes, feedback de comentários, análise de métricas com gráficos, brainstorming e ajuda para roteiros, conceitos e ideias.

Com isso, o criador pode fazer perguntas como “qual a demografia que mais assiste aos meus vídeos?”, o que minha comunidade está dizendo sobre o meu estilo de edição?” ou “dê ideias para um vídeo sobre inteligência artificial para criadores de conteúdo”.

Nesse último caso, as sugestões de ideias são personalizadas de acordo com o canal, incluindo dados sobre audiência — a promessa é de um resultado mais elaborado do que seria obtido ao se perguntar diretamente ao Gemini, por exemplo. Também é possível copiar e colar o rascunho de um script para receber recomendações de como aperfeiçoá-lo.

YouTube libera assistente de IA para criadores no Brasil

Assistente visa ajudar criadores de conteúdo (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

IA para táticas e gol de Pelé: as novidades do Google para o futebol

10 de Junho de 2026, 11:14
Cena em preto e branco de gol de Pelé
Gol contra o Juventus é considerado o mais bonito da carreira de Pelé (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Resumo
  • O Google DeepMind desenvolveu a ferramenta TacticAI, que está em uso pelo Palmeiras e será adotada pela Seleção Brasileira, para análise de jogo e previsão de movimentações e posicionamentos.
  • A TacticAI permite análise quantitativa de opções táticas, relacionando ações individuais e coletivas.
  • O Google usou o Gemini Omni para recriar o gol de Pelé contra a Juventus em 1959, que não foi registrado em vídeo, utilizando fotografias e depoimentos de jogadores.

Em ritmo de Copa do Mundo, o Google anunciou novidades de futebol para o Brasil. A ferramenta TacticAI, desenvolvida pelo Google DeepMind, está em uso pelo Palmeiras e será adotada também pela Seleção Brasileira. Além disso, a empresa usou o Gemini Omni para recriar um gol histórico de Pelé que não foi registrado em vídeo.

Os lançamentos foram feitos pela empresa no evento Google For Brasil, realizado nesta quarta-feira (10/06) em São Paulo (SP).

Palmeiras é pioneiro em TacticAI

Segundo o Google, o Palmeiras é o primeiro clube da América Latina a adotar o TacticAI para analisar jogo aberto. Antes, as equipes recorriam ao modelo apenas para jogadas de bola parada.

O TacticAI foi desenvolvido pelo Google DeepMind, laboratório de inteligência artificial da empresa. Com a tecnologia, é possível analisar opções táticas de forma quantitativa e prever movimentações e posicionamentos, relacionando ações individuais e coletivas, como o impacto do deslocamento de um zagueiro na linha defensiva.

Gol de Pelé foi recriado com IA

Em outro anúncio, o Google anunciou a recriação do gol de Pelé contra o Juventus em 1959, considerado pelo próprio Rei do Futebol como o mais bonito de sua carreira. O momento não foi registrado em vídeo, o que foi visto como uma oportunidade para o uso da IA.

Para gerar o vídeo com o modelo Gemini Omni, o Google recorreu a fotografias do jogo e depoimentos de jogadores presentes na partida. A peça estará disponível em um minidocumentário a ser lançado no fim de junho.

IA para táticas e gol de Pelé: as novidades do Google para o futebol

Gol contra o Juventus é considerado o mais bonito da carreira de Pelé (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Soundbar JBL 110 W baixa 41% em oferta por até 12x de R$ 71,62 sem juros na Amazon

9 de Junho de 2026, 19:02
R$ 1.469,0042% OFF

Prós
  • Potência de 110 W RMS
  • Subwoofer sem fio de 60 W e 6,5″
  • 5.3 para versatilidade
  • 3 Modos de som disponíveis
Contras
  • Sem Dolby Atmos
  • Número de entradas físicas limitado
Parcelado
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

A soundbar JBL Cinema SB180 está saindo por apenas R$ 859 parceláveis em até 12x de R$ 71,62 na Amazon. A oferta representa um desconto de 41% frente ao valor R$ 1.469; e se comprada hoje, chega antes do primeiro jogo do Brasil na Copa nas principais capitais. A soundbar se destaca pela potência de 110 Watts e pelos 2.1 canais com subwoofer.

Soundbar JBL tem 110 W de potência e 2.1 canais com subwoofer

Soundbar JBL SB180 (imagem: Divulgação)
Soundbar JBL SB180 (imagem: Divulgação)

A soundbar JBL Cinema SB180 com dois alto-falantes integrados que entregam 110 Watts de potência. Essa configuração é suficiente para oferecer uma experiência de áudio imersiva em ambientes de até 15 metros quadrados, como um quarto, escritório ou uma sala compacta.

O dispositivo ainda conta com 2.1 canais, o que indica que além dos dois alto-falantes, a soundbar ainda traz um subwoofer, garantindo graves mais encorpados. O subwoofer suporta conexão sem fio com a soundbar, evitando a necessidade de lidar com cabos a mais na hora de conectar o aparelho com a TV.

Ainda nesse sentido, a própria soundbar suporta conexão sem fio com a TV via Bluetooth 5.3, podendo também ser utilizada em conexão com um celular, notebook, tablet ou outro dispositivo compatível com a tecnologia. Com fio, a conexão é via HDMI ARC, para o televisor ou para consoles.

A JBL SB180 ainda suporta tensões de 100 V até 240 V, o que evita que você precise se preocupar com a voltagem mesmo em uma mudança. E por fim, se comprada hoje, a soundbar pode chegar ainda essa semana nas principais capitais, a tempo do primeiro jogo do Brasil na Copa do Mundo FIFA 2026.

Lembrando que a soundbar JBL SB180 sai por até doze parcelas de R$ 71,62 na Amazon em promoção, representando um desconto de 41% frente ao preço original.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Soundbar JBL 110 W baixa 41% em oferta por até 12x de R$ 71,62 sem juros na Amazon

Soundbar JBL SB180 (imagem: Divulgação)

Google libera dobro de espaço em plano de IA

9 de Junho de 2026, 15:14
Google oferece quatro opções de acesso à IA no Brasil (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O Google ampliou o armazenamento de 200 GB para 400 GB para assinantes do plano Google AI Plus no Brasil, sem cobrar nada a mais.
  • O plano Google AI Plus custa R$ 24,99 por mês e oferece mais espaço para guardar arquivos na nuvem.
  • O preço do plano no Brasil não mudou porque já era próximo ao preço praticado nos EUA, que é de US$ 5.

Os brasileiros adeptos da principal assinatura de inteligência artificial do Google têm motivos para comemorar: a empresa ampliou o armazenamento de 200 GB para 400 GB sem cobrar nada a mais por isso. A mudança já está valendo, de acordo com a equipe de comunicação.

O plano Google AI Plus já custava R$ 24,99 por mês. A única diferença diz respeito ao espaço que os assinantes podem usar para guardar arquivos na nuvem. Ao contrário do Brasil, os clientes americanos ainda notaram uma redução no preço, que passou de US$ 7,99 para US$ 4,99.

Cartão promocional do Google AI Plus com preço de R$ 24,99 por mês e botão “Comece agora”
Google AI Plus custa R$ 24,99 (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O Google explicou ao Tecnoblog que o preço por aqui não muda pois já era muito próximo aos US$ 5 praticados nos Estados Unidos. De fato, com o câmbio atual, dá praticamente R$ 25.

Os serviços de IA do Google repetem a mesma lógica de cobrança de tokens que tem gerado discórdia e preocupação no setor de tecnologia. A versão gratuita dá acesso ao app Gemini e ao Nano Banana numa modelagem muito básica, para uso cotidiano. Já os demais planos possuem limites maiores. São eles: Plus (2x mais por R$ 24,99), Pro (4x mais por R$ 96,99) e Ultra (20x mais por R$ 779,90).

Google libera dobro de espaço em plano de IA

Google (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Google AI Plus custa R$ 24,99 (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Nvidia RTX Spark chega ao Brasil em novembro

9 de Junho de 2026, 13:18
Laptops abertos mostrando teclado e portas laterais
Notebook Dell XPS 16 Creator Edition tem RTX Spark (imagem: divulgação
Resumo
  • A Nvidia anunciou que os notebooks com o chip RTX Spark serão lançados no Brasil em novembro, segundo o diretor de vendas para América Latina, Marcio Aguiar.
  • O RTX Spark é um superchip que combina GPU e CPU, com arquitetura Blackwell, memória RAM máxima de 128 GB e largura de banda de 600 GB/s.
  • A Dell confirmou o lançamento do Dell XPS 16 Creator Edition com RTX Spark no Brasil, mas ainda não divulgou data e preço.

A Nvidia pretende iniciar as vendas dos notebooks com o novo chip RTX Spark no mercado brasileiro ainda este ano – provavelmente em novembro. O diretor de vendas para América Latina, Marcio Aguiar, confirmou o interesse da companhia no Brasil durante uma conversa com jornalistas no Web Summit Rio.

“Estamos trazendo o conhecimento que temos de GPUs para as work stations, e mesclando capacidade gráfica com inteligência artificial”, disse o executivo. Não custa lembrar: a RTX Spark foi divulgada como um superchip que combina GPU e CPU, mais ou menos na mesma pegada de alguns produtos da Apple. Ela funciona com arquitetura Blackwell, memória RAM máxima de 128 GB e largura de banda de 600 GB/s.

Palestrante em mesa durante o Web Summit, falando ao microfone em um painel
Marcio Aguiar é diretor de vendas da Nvidia na América Latina (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Dell prevê notebook com RTX Spark no país

Eu tive uma conversa exclusiva com Marcio Aguiar sobre os bastidores do projeto. Ele disse que a Nvidia será a responsável por projetar o novo chip e que, na sequência, as fabricantes de aparelhos (OEMs) poderão anunciar seus produtos baseados na RTX Spark. Todas as companhias parceiras da Nvidia poderão lançar produtos com a tecnologia e não haverá exclusividade para nenhuma delas.

O preço ainda não está definido. Quando perguntado sobre a faixa que ocuparia no mercado doméstico, o diretor de vendas disse que cada fabricante irá determinar a estratégia para trazê-lo ao país. Pelo menos oito marcas já embarcaram no projeto: Acer, Asus, Lenovo, Dell, Gigabyte, HP, Microsoft e MSI. A Dell confirmou ao Tecnoblog que lançará o novo Dell XPS 16 Creator Edition por aqui, mas sem precisar data e preço.

Superchip RTX Spark (imagem: reprodução/Nvidia)

Nvidia prepara entrada em mercado de notebooks

O projeto do RTX Spark resulta no ingresso da Nvidia num mercado bastante dinâmico, e que ganhou novos contornos nos últimos meses, após o lançamento do MacBook Neo. O aparelho da Apple traz um design bastante elogiado e uma combinação de hardware que parece atender à maioria dos consumidores. Ele já recebeu várias promoções e foi visto por cerca de R$ 5.300.

As propostas, no entanto, são completamente diferentes. De acordo com Aguiar, o superchip da Nvidia foi desenvolvido especificamente com a IA em mente. “Queremos mostrar ao mercado o potencial da nossa plataforma.” Enquanto isso, o MacBook Neo utiliza processador de celular: o A18 Pro, visto no iPhone 16 Pro, de 2024. “Não foi desenhado para isso”, complementa o executivo.

Nvidia RTX Spark chega ao Brasil em novembro

Notebook Dell XPS 16 Creator Edition tem RTX Spark (imagem: divulgação

Marcio Aguiar é diretor de vendas da Nvidia na América Latina (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Superchip RTX Spark (imagem: reprodução/Nvidia)

Estudantes relatam falhas no Gov.br no último dia de inscrição do Enem

5 de Junho de 2026, 15:04
Imag4em mostra uma lupa sobre a tela do portal GOV.BR
Acesso à plataforma federal é etapa obrigatória para inscrição no Enem (imagem: divulgação)
Resumo
  • Candidatos relatam problemas com autenticação em duas etapas e demora na recuperação de senhas no Gov.br, afetando inscrições no Enem.
  • Por enquanto, não há previsão do Inep para a prorrogação do prazo de inscrição, que termina às 23h59 desta sexta-feira.
  • A taxa de inscrição de R$ 85 pode ser paga até 10 de junho para os que concluírem o cadastro.

Estudantes relatam problemas para acessar o sistema Gov.br e efetivar o cadastro no Enem nesta sexta-feira (05/06), último dia de inscrições. Segundo as publicações, o login no sistema apresenta erro. O acesso à plataforma unificada do Governo Federal é obrigatório para acessar a Página do Participante do Inep.

No X/Twitter, candidatos reclamam que os códigos de verificação por SMS ou e-mail simplesmente não chegam, inviabilizando a autenticação em dois fatores (2FA). Outros usuários apontam lentidão extrema e erros de carregamento ao tentar redefinir a senha do portal.

Como lembra a CBN, a regularização de contas suspensas ou bloqueadas pode levar até três dias úteis, um prazo incompatível para quem precisa encerrar o processo hoje.

Governo nega problemas

Apesar dos relatos, o governo afirmou ao Tecnoblog que nenhuma instabilidade foi registrada no Gov.br. Também não há previsão de mudança no calendário do Enem 2026 e nem previsão de extensão do prazo, que termina pontualmente às 23h59 de hoje.

Em nota conjunta, o Ministério da Educação (MEC) e o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) informam que tanto o “portal quanto o aplicativo permaneceram em funcionamento, com prioridade aos atendimentos relacionados à recuperação de contas em razão da demanda do Enem”.

Imagem com fundo colorido e mulher à frente ao lado da palavra EMEM
Inep não sinalizou prorrogação (imagem: reprodução/Ministério da Educação)

A falha de hoje contrasta com uma atualização recente do sistema que simplificou a recuperação de contas para facilitar o acesso dos usuários.

Caso você esteja enfrentando dificuldades agora, vale ainda conferir o nosso tutorial de como recuperar a senha da conta Gov.br para tentar restaurar o acesso a tempo.

Taxa de inscrição e próximos passos

Para os estudantes que conseguirem superar o erro de login e acessar a Página do Participante, o cadastro deve ser finalizado sem problemas. Embora o prazo para preencher os dados termine nesta sexta-feira, o boleto da taxa de inscrição, no valor de R$ 85, poderá ser pago até o dia 10 de junho, próxima quarta-feira.

A taxa não é cobrada de alunos concluintes do ensino médio na rede pública este ano, de cidadãos inscritos no Cadastro Único (CadÚnico) para programas sociais ou de participantes que tiveram a isenção aprovada em abril. As provas do Enem 2026 estão confirmadas para os dias 8 e 15 de novembro em todo o território nacional.

Estudantes relatam falhas no Gov.br no último dia de inscrição do Enem

Polícia Federal deflagra operação contra sites falsos do ENEM (imagem: reprodução/Ministério da Educação)

Anatel amplia guerra contra telemarketing abusivo até 2028

5 de Junho de 2026, 11:13
Logotipo da Anatel com cidade ao fundo. Na parte inferior direita, o logotipo do "tecnoblog" é visível.
Ligações mudas são o alvo principal da agência reguladora (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Anatel ampliou até 2028 a norma que permite suspender empresas de telemarketing por até 15 dias.
  • O prazo original venceria em 2026, mas foi prorrogado por mais dois anos.
  • A agência reguladora estima que 247 bilhões de chamadas indesejadas foram interceptadas nos últimos quatro anos.

A Anatel prorrogou até o dia 31 de outubro de 2028 as medidas que autorizam o bloqueio de empresas responsáveis por práticas de telemarketing abusivo no Brasil. A decisão estende a ofensiva contra centrais de atendimento que disparam chamadas massivas.

O prazo original da norma venceria em 2026, mas foi prorrogado para garantir a persistência da fiscalização. A medida tenta proteger o consumidor dos transtornos gerados pelas “ligações mudas”.

Regra pune as empresas de telemarketing

A Anatel pune as empresas infratoras com a suspensão das operações por 15 dias, impedindo a realização de novas chamadas, além da aplicação de multas. O critério leva em conta o volume diário de tráfego.

Para sofrer a sanção, a empresa precisa atingir simultaneamente dois indicadores em um mesmo dia: realizar mais de 100 mil chamadas curtas e registrar uma taxa de desligamento rápido de pelo menos 85% dessas ligações.

Para fins de regulação, uma chamada é classificada como curta quando é encerrada em um intervalo de até seis segundos. A medida determina que as próprias operadoras de telefonia realizem o bloqueio imediato das linhas pertencentes às companhias infratoras.

Contudo, muitas empresas ainda insistem nessas ligações, pois utilizam robôs para limpar listas de contatos. Funciona assim: o sistema dispara milhares de chamadas de uma vez e, assim que você atende, o algoritmo confirma que o número existe e está ativo, desliga e guarda o contato como “validado” para campanhas futuras. A punição imposta pela Anatel serve justamente para dificultar esse tipo de operação.

247 bilhões de chamadas bloqueadas

A Anatel estima que, somente nos últimos quatro anos, cerca de 247 bilhões de chamadas indesejadas foram interceptadas graças aos mecanismos de fiscalização. Relatórios apontam que aproximadamente 85% dessas ligações irregulares são barradas na própria origem da rede, não chegando a acionar o toque nos celulares dos usuários finais.

Apesar da alta eficácia na retenção, o monitoramento contínuo se mantém devido às operações irregulares que tentam burlar as barreiras. Segundo o Jornal Nacional, usuários ainda recebem a mesma ligação muda até 30 vezes ao dia.

Impasse do prefixo 0303

Ilustração de uma mão segurando um celular. Na tela aparece uma chamada identificada como "telemarketing".
Prefixo 0303 chegou ao fim (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A renovação das medidas cautelares até 2028 é mais um desdobramento do planejamento da Anatel focado na transparência e experiência do usuário. A primeira grande investida ocorreu em 2019, com o lançamento da plataforma Não Me Perturbe, um sistema centralizado e gratuito que permitiu aos brasileiros bloquearem preventivamente ofertas de TV por assinatura, internet e serviços financeiros.

Posteriormente, a agência avançou com a implementação do prefixo 0303 para todas as centrais de telemarketing ativo. Contudo, essa obrigatoriedade chegou ao fim. A Anatel revogou no ano passado a regra que exigia que empresas do setor utilizassem o código para identificar as chamadas de forma explícita na tela do celular.

A mudança gerou debates no setor e levou o Ministério Público Federal (MPF) a recomendar a retomada do uso do prefixo para conter os abusos de forma mais transparente.

Anatel amplia guerra contra telemarketing abusivo até 2028

Anatel exigirá 4G para homologar equipamentos móveis (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Telemarketing abusivo incomoda brasileiros há anos (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Instagram Plus chega ao Brasil trazendo recursos extras; saiba o preço

4 de Junho de 2026, 13:00
Logotipo do Instagram
Instagram Plus tem ferramentas e personalizações (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O Instagram Plus foi lançado no Brasil a um preço mensal de R$ 10.
  • A assinatura oferece recursos adicionais como story em destaque e prévias de stories.
  • O Instagram continua gratuito, apesar da opção premium.

A Meta anunciou o lançamento global do Instagram Plus. No Brasil, o serviço vai custar R$ 10 por mês. O pacote inclui ferramentas adicionais e é opcional — a rede social continua sendo gratuita.

Entre os recursos extras, estão mais opções ao publicar stories, informações adicionais sobre quem vê as publicações e personalizações para ícone e fonte.

Quais são os recursos do Instagram Plus?

Imagem digital com fundo azul exibindo três telas de smartphones lado a lado. A primeira tela mostra a edição da biografia do perfil com um teclado virtual ativo na metade inferior e um campo de texto estilizado no topo. A segunda tela exibe a aba de visualizadores de um story, destacando um ícone redondo de relógio em zoom no lado direito, logo acima de uma lista de usuários com avatares e nomes. A terceira tela exibe o menu de compartilhamento de um story, apresentando opções de envio em formato de lista, incluindo "Your story", "Close Friends" e uma lista personalizada chamada "Squad", além de botões para criar novas listas.
Fontes personalizadas, tempo extra para stories e listas de audiência adicionais estão entre os recursos do Instagram Plus (imagem: divulgação)

A Meta divulgou uma lista com todos os recursos da assinatura premium da rede social:

  • Story em destaque, para que ele apareça com prioridade para seus amigos.
  • Super likes com animações.
  • Múltiplas audiências de stories, que permitem criar diferentes listas semelhantes aos Amigos Próximos.
  • Story estendido, com duração de 48 horas.
  • Prévia de story, que permite acessar publicações sem aparecer na lista de quem visualizou.
  • Insights de rewatches de stories, com número de quantas vezes seus stories foram reassistidos.
  • Busca na lista de visualizações.
  • Ícone personalizado do app.
  • Fonte personalizada na bio.
  • Pins no perfil, com possibilidade de fixar até seis publicações.
  • Publique direto no perfil, sem aparecer no feed dos amigos.

Facebook Plus e WhatsApp Plus vêm aí

Captura de tela de interface mobile com fundo escuro e bordas verdes. No topo, o texto "Experimente o WhatsApp Plus grátis por um mês. Dê um upgrade na sua experiência de mensagens. R,00/mês • O preço pode incluir impostos". Abaixo, uma lista de opções com ícones brancos e setas para a direita: "Envie figurinhas exclusivas", "Escolha um ícone personalizado para o app", "Altere o tema do seu app", "Receba toques exclusivos", "Atualize suas listas de conversas" e "Fixe mais conversas".
WhatsApp Plus já apareceu para alguns usuários brasileiros (imagem: reprodução)

A Meta também avisou que novas assinaturas premium para seus produtos estão a caminho: o Facebook Plus e o WhatsApp Plus devem chegar em breve. As assinaturas foram anunciadas no dia 27 de maio, com disponibilidade inicial limitada.

O WhatsApp Plus, que inclui figurinhas exclusivas e número ampliado de conversas fixadas, já começou a ser oferecido a alguns usuários no Brasil, com preço mensal de R$ 7. Já o Facebook Plus, que deve ter recursos semelhantes ao Instagram Plus, ainda não apareceu para os brasileiros.

Além deles, a Meta prepara pacotes chamados Meta One, sendo dois deles com limites de uso maiores para a Meta AI e outros dois com ferramentas avançadas para criadores de conteúdo.

Instagram Plus chega ao Brasil trazendo recursos extras; saiba o preço

Instagram (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Fontes personalizadas, tempo extra para stories e listas de audiência adicionais estão entre os recursos do Instagram Plus (imagem: divulgação)

WhatsApp Plus já apareceu para alguns usuários brasileiros (imagem: reprodução)

LG traz gigantesco monitor gamer curvo ao Brasil: 51,6″

4 de Junho de 2026, 10:02
Monitor LG Evo UltraGear G9 de 51,6" em tela curva 1000R, exibindo jogo; ao lado, PC aberto (divulgação/LG)
Monitor LG Evo UltraGear G9 custa R$ 14.999 (imagem: divulgação/LG)
Resumo
  • A LG lançou o monitor gamer Evo UltraGear G9 no Brasil, com 51,6 polegadas, curvatura de 1000R e resolução 5K2K (5120 x 2160p).
  • O produto é considerado o maior display do tipo no mercado e custa R$ 14.999.
  • O monitor traz recursos como PIP, AMD FreeSync Premium, VESA Adaptive Sync, HDR, até 4.000 nits de brilho, taxa de atualização de até 240 Hz e tempo de resposta de 1 ms.

A LG anunciou seu novo monitor gamer premium de tela curva Evo UltraGear G9 no Brasil. O display traz 51,6 polegadas, curvatura de 1000R e resolução máxima de 5120 x 2160p, que a marca chama de 5K2K. O produto já está à venda pelo preço sugerido de R$ 14.999.

Segundo a empresa, trata-se do maior tamanho de tela do mercado para um dispositivo com resolução 5K2K. Na prática, isso deve representar um 4K que cubra todo o formato 21:9, com 33% de ganho em tamanho de tela frente a um monitor 16:9.

O aparelho bem sem o webOS ou qualquer outro sistema nativo. Ainda assim, traz PIP, para ter duas áreas de trabalho abertas, e as tecnologias AMD FreeSync Premium e VESA Adaptive Sync, ambas voltadas para mitigar engasgos entre o processamento dos jogos e o que é exibido na tela.

Especificações padrão do mercado, mas adaptadas ao display maior

O novo Evo UltraGear G9 da LG traz uma ficha técnica que remete aos principais monitores gamer do mercado, com suporte a HDR, até 4.000 nits de brilho e a própria curvatura em 1000R, padrão de outros dispositivos ultra-wide.

Na taxa de atualização, por exemplo, são até 240 Hz de frequência, enquanto o tempo de resposta prometido pela LG é de 1 ms, configurações igualmente encontradas em outros monitores premium à venda no Brasil.

Modelo traz boas opções de conectividade e pode até carregar um notebook via USB-C (imagem: divulgação/LG)

Os destaques ficam por conta do tamanho de tela e da resolução, que promete entregar uma experiência melhor. Ele supera, por exemplo, o Odyssey G9 da Samsung, de 49 polegadas. Vale ressaltar que a concorrente também oferece o Odyssey Ark de 55 polegadas no Brasil, mas com resolução menor e apenas 144 Hz.

O Evo UltraGear G9 traz padrão DisplayPort 2.1 para garantir uma boa transferência de dados entre computador e monitor, assim como uma porta USB-C de 90 Watts, suficiente para carregar o notebook. O dispositivo traz um switch KVM para conectar até dois computadores e usar um único kit de teclado e mouse.

LG traz gigantesco monitor gamer curvo ao Brasil: 51,6″

Galaxy A37 surge em melhor oferta desde lançamento com 45% OFF no Magazine Luiza

3 de Junho de 2026, 16:06
R$ 3.299,0045% OFF

Prós
  • Novo processador Exynos 1480
  • Câmera de 50 MP igual à do A57
  • Resistente à água e poeira (IP68)
  • Updates até o Android 22
Contras
  • Poucas mudanças frente ao A36
  • Sem porta microSD
PIX Cupom
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O Galaxy A37 5G de 128 GB está saindo por apenas R$ 1.809 no Pix aplicando o cupom TEL100 no Magalu. A oferta traz um desconto de 45% sobre o preço inicial do smartphone da Samsung, lançado há poucos meses no Brasil por R$ 3.299.

Na ficha técnica, se destacam a tela Super AMOLED de 120 Hz e a bateria de 5.000 mAh com carregamento rápido até 45 W.

Galaxy A37 tem tela AMOLED de 120 Hz de 6,7″

A tela Super AMOLED de 6,7″ exibe imagens com alta fidelidade de cores sob a luz do sol. O painel tem taxa de atualização de 120 Hz, que garante transições fluidas de interface no uso diário. O painel de alto brilho entrega 1.900 nits de pico para visualização em ambientes externos. E a tecnologia embarcada reduz o consumo energético.

A bateria de 5.000 mAh, com isso, promete entregar até dois dias de autonomia segundo a Samsung. E o componente ainda suporta carregamento rápido de até 45 W, otimizando a praticidade no dia a dia. Ainda segundo a fabricante, apenas 30 minutos de recarga garantem 60% de bateria.

O conjunto fotográfico traseiro traz um sensor principal de 50 megapixels com estabilização óptica para registrar imagens nítidas. Uma câmera ultrawide de 8 megapixels amplia o campo de visão nas capturas de paisagens. O sensor macro de 5 megapixels filma detalhes de objetos próximos. Na frente, a lente de 12 megapixels grava vídeos em resolução 4K.

Galaxy A37 com as câmeras traseiras viradas para cima
Galaxy A37 (imagem: Ana Marques/Tecnobblog)

O processador Exynos 1480 de 4 nanômetros executa tarefas complexas com agilidade no cotidiano. O chip trabalha em conjunto com a memória RAM de 6 GB para evitar travamentos durante o uso de aplicativos. Esse conjunto de hardware deve entregar bom desempenho para tarefas básicas, como acesso a redes sociais.

Por fim, o celular da Samsung promete ser atualizado até o Android 22 e conta com proteção IP68 contra água e poeira, ambas características ajudam a ampliar o custo-benefício a longo prazo do smartphone. Lembrando que o Galaxy A37 sai hoje por apenas R$ 1.809 no Pix aplicando o cupom TEL100 no Magazine Luiza.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Galaxy A37 surge em melhor oferta desde lançamento com 45% OFF no Magazine Luiza

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Galaxy A37 5G (128 GB) traz tela Super AMOLED de 120 Hz, câmera de 50 MP e será atualizado até o Android 22; celular da Samsung fica 45% mais barato com cupom

Galaxy A37 (imagem: Ana Marques/Tecnobblog)

Samsung comemora rapidez da One UI no Brasil

2 de Junho de 2026, 19:43
Ilustração promocional de um homem com fones ao lado de celulares representando tecnologia, com marca tecnoblog
Renato Citrini é gerente sênior de produto (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Os fãs da Samsung já perceberam: a atualização da One UI mais recente sai lá fora e, em questão de semanas, às vezes dias, já desembarca no Brasil. O gerente sênior de produto Renato Citrini confirmou ao Tecnoblog que a empresa está mais ágil para atender aos anseios dos clientes. Até agora, mais de 20 aparelhos receberam a One UI 8.5.

De acordo com Citrini, a disponibilização desta versão de sistema deve ser concluída “em questão de semanas, bem antes do fim do ano”. Nas últimas horas foi a vez do popularíssimo Galaxy A55 ser contemplado com a novidade.

Google e operadoras participam dos testes

O executivo revelou os bastidores para que a One UI chegue efetivamente aos aparelhos dos consumidores. Tudo começa na Coreia do Sul, que fecha inicialmente o “pacote” da versão 8.5, por exemplo. A partir daí, os softwares são testados de diversas formas. Isso envolve tanto o Google quanto as operadoras, como ocorre no Brasil com a Claro, TIM e Vivo.

Segundo Citrini, todos precisam dar o OK para que, a partir daí, comece a distribuição do sistema. “O Brasil está entre os países mais difíceis por causa do tamanho e das redes muito diferentes”, complementa.

Uma mão segura um smartphone com bordas azuis metálicas, exibindo a tela de "Atualização de software". O texto no visor informa: "Baixando e instalando..". Abaixo, uma imagem ilustrativa mostra widgets coloridos e o texto: "Mais você do que nunca. Atualize para o One UI 8.5...". No canto inferior direito da imagem, está o logotipo do site "tecnoblog" em letras brancas sobrepostas a um fundo desfocado.
Galaxy Z Fold 7 recebe a One UI 8.5 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O gerente sênior de produto me contou que os testes realizados pelo Google focam em todo o funcionamento do celular, enquanto as operadoras costumam focar em recursos de telecomunicações. Citrini disse que é muito raro, mas pode acontecer de algum desses parceiros não dar o OK até que certos ajustes sejam feitos.

As equipes de engenheiros da Samsung costumam trabalhar em alguns poucos modelos por vez. Este é um dos motivos para que a linha do S25 receba a atualização antes do S24, que vem antes do S23, e assim sucessivamente. O processo de portar a One UI para cada modelo leva em consideração, por exemplo, o processador e a placa gráfica. Sim, estamos falando de drivers diferentes para aparelhos distintos.

E por que pode acontecer de algum país receber a atualização antes dos brasileiros? O critério principal é a forma de testagem. Se uma localidade não precisar dos testes de operadora, por exemplo, ela terá mais facilidade em liberar uma One UI.

Por que nem todos os recursos chegam para todos?

Renato Citrini, da Samsung, reconhece que nem todos os novos recursos da One UI 8.5 vão desembarcar em todos os aparelhos que a receberem. Eu cito o filtro de chamadas com inteligência artificial, que estreou no Galaxy S26 e tem aparecido em mais modelos, com diversos elogios entre a clientela. De acordo com o executivo, funcionalidades como essa, que dependem de processamento local, podem ficar de fora dos smartphones mais antigos ou mais fracos em poder computacional.

Esta abordagem tende a comprometer principalmente as funções relacionadas à IA. Algumas delas, como a edição inteligente de fotos – com prompts e tudo mais – dependem diretamente da nuvem, o que facilita a implementação em produtos básicos ou intermediários. Já outras, que rodam direto no hardware, passam por um crivo mais exigente. É o caso do slow motion em vídeos, apresentado junto com o Galaxy S24, de dois anos atrás. “Vídeos normalmente são pesados. Imagina subir para a nuvem?”, pondera Citrini.

A companhia sul-coreana “tem uma demanda gigantesca de trabalho para manter o ritmo atual” – que precisa ganhar ainda mais velocidade na visão do executivo. “Queremos que os updates sejam feitos num tempo adequado, para atender aos anseios dos nossos consumidores”, conclui Citrini.

Samsung comemora rapidez da One UI no Brasil

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Executivo confirma trabalho intenso das equipes de desenvolvimento e detalha os bastidores dos testes feitos com Google, Claro, TIM e Vivo.

Renato Citrini é gerente sênior de produto (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Galaxy Z Fold 7 começou a receber a One UI 8.5 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Galaxy A55 do Brasil recebe atualização da One UI

2 de Junho de 2026, 12:07
Mão segurando smartphone em frente a parede com grafitti
Galaxy A55 recebe One UI 8.5 (Imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)
Resumo
  • A Samsung iniciou a distribuição da One UI 8.5 baseada no Android 14 para o Galaxy A55 no Brasil, além de outros modelos, como o Galaxy A35 e a linha Galaxy Tab S9.
  • A One UI 8.5 traz melhorias como um filtro de chamadas reforçado por IA, integração do Bixby com o Perplexity AI, resolução automática de equações matemáticas no Samsung Notes e novos efeitos visuais.
  • A atualização já está disponível para download para os Galaxy S23, Galaxy Z Flip 5, Galaxy Z Fold 5 e outros modelos mais recentes.

A atualização para a One UI 8.5 continua: a Samsung passou a oferecer a nova versão de seu sistema para o Galaxy A55, além do irmão A35 e mais alguns celulares. O novo software se baseia no Android 16, assim como a versão anterior (8.0), mas aplicando o QPR2 (Quarterly Platform Release), que trouxe correções e melhorias, além de outras melhorias aplicadas pela sul-coreana.

Além dos dois aparelhos da linha A de 2024, a atualização também já está também para os seguintes aparelhos:

  • Galaxy A17 (4G e 5G)
  • Toda linha Galaxy Tab S9 (exceto FE)
  • Galaxy Tab S9 FE 5G
  • Galaxy Tab S9 FE Plus 5G
  • Galaxy M35
  • Galaxy M55
  • Galaxy Tab A11 (Wi-Fi e 4G Enterprise Edition)
  • Galaxy Tab A11+ 5G
Mão segurando smartphone na tela de boas vindas, sobre uma mesa que também tem uma caixa e um notebook
Galaxy A17 também está recebendo a nova versão da One UI 8.5 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O que a One UI 8.5 traz de novo?

A nova versão da interface traz um conjunto de mudanças discretas, mas ainda assim relevantes. Entre os principais recursos, estão:

  • filtro de chamadas reforçado por IA;
  • Bixby com integração aos recursos de IA do Perplexity AI;
  • ferramenta no Samsung Notes capaz de resolver equações matemáticas automaticamente;
  • novos efeitos visuais e navegação mais fluida na interface;
  • widget de alarme integrado à Now Bar;
  • IA para ocultar dados sensíveis em fotos, como números de documentos;
  • sistema que identifica e silencia aplicativos com excesso de notificações.

Nem todos os novos recursos estão disponíveis, especialmente em aparelhos mais antigos da linha A, com processadores mais fracos. Geralmente as novidades de IA tendem a ser deixadas de lado ou reduzidas nestes modelos.

Outra novidade da One UI 8.5 é a adição de inteligência artificial à Área de Transferência Inteligente, oferecendo opções de resumo de texto, tradução e pesquisa ao teclado Samsung.

Área de Transferência Inteligente (imagem: divulgação/Samsung)

Quais aparelhos já receberam a One UI 8.5?

Além dos novos modelos contemplados, a atualização já está disponível para download para as seguintes séries e modelos de smartphones Galaxy:

  • Galaxy S23, Galaxy S24 e Galaxy S25
  • Galaxy Z Flip 5 até Z Flip 7
  • Galaxy Z Fold 5 até Z Fold 7
  • Galaxy A36 e A56
  • Modelos 5G da linha Tab S11
  • Modelos 5G da linha Tab S10, inclusive modelos FE
  • Modelos Wi-Fi e 5G do Tab S10 Lite
  • Galaxy Tab Active 5 5G

Além disso, os Galaxy S26, A37 e A57 já saem da caixa com o novo software desde seu lançamento.

Modelos ainda não contemplados pela atualização devem receber o novo software nos próximos dias e semanas.

Galaxy A55 do Brasil recebe atualização da One UI

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Samsung libera nova versão de sistema para diversos smartphones e tablets.

Galaxy A55 (Imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Galaxy A17 5G (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Área de Transferência Inteligente (imagem: divulgação)

Jovi T1 chega ao Brasil com bateria de 6.500 mAh; veja o preço

2 de Junho de 2026, 11:30
Jovi T1 5G exibido ao lado da caixa
Jovi T1 desembarcou no Brasil (foto: João Cruz/Tecnoblog)
Resumo
  • Jovi T1 5G chega ao Brasil nesta terça-feira (02/06), com bateria de 6.500 mAh e preço inicial de R$ 2.799.
  • Celular possui 256 GB de armazenamento, carregamento rápido de 90 W e tela AMOLED de 6,77 polegadas.
  • A fabricante oferece uma promoção válida até 16 de junho, com desconto de R$ 500 e pagamento parcelado em até 21 vezes sem juros.

O Jovi T1 5G chega ao Brasil nesta terça-feira (02/06), com foco em autonomia. O smartphone traz bateria de 6.500 mAh e desembarca no país com preço inicial sugerido de R$ 2.799.

Além da bateria grande, o smarpthone conta com carregamento rápido de 90 W. Vale lembrar que a Jovi é a subsidiária local da fabricante chinesa Vivo Mobile, que mudou o nome no mercado local para não gerar confusão com a operadora homônima.

Foco em autonomia

A autonomia é o principal pilar do Jovi T1 5G, garantida pela bateria de 6.500 mAh. Ainda assim, o smartphone mantém um perfil ergonômico, com espessura de 7,59 mm e peso total de 194 gramas, com certificação IP65 contra jatos de água e poeira.

O hardware do Jovi T1 é liderado pelo chip MediaTek Dimensity 7360-Turbo 5G, um processador octa-core capaz de atingir até 2,5 GHz. O aparelho conta com leitor de impressões digitais embutido sob a tela e reconhecimento facial.

Itens da caixa do Jovi T1 com carregador e capinha, além de guia rápida e documentação
Celular vem com carregador e capinha na caixa (foto: João Cruz/Tecnoblog)

O modelo será comercializado em solo brasileiro na versão com 256 GB de armazenamento interno e 8 GB de memória RAM física. A fabricante também disponibiliza a expansão virtual da RAM, permitindo alocar mais 8 GB do espaço interno.

Em conectividade, o aparelho traz suporte às redes 5G, Wi-Fi 6, Bluetooth 5.4 e tecnologia NFC para pagamentos por aproximação.

Tela AMOLED e câmeras com estabilização óptica

Imagem em close-up mostra as câmeras do celular Jovi T1 5G
Jovi T1 tem flash em forma de anel e câmera principal de 50 MP (foto: João Cruz/Tecnoblog)

Na parte frontal, o dispositivo exibe um painel AMOLED de 6,77 polegadas com resolução Full HD+ (2392 x 1080 pixels). O display opera com uma taxa de atualização de 120 Hz para transições mais suaves durante a rolagem de páginas, consumo de vídeos e execução de jogos.

O módulo fotográfico traseiro abriga dois sensores. A lente principal de 50 megapixels conta com estabilização óptica de imagem (OIS) para evitar borrões, operando junto a uma lente ultrawide de 8 megapixels. O sistema suporta gravações de vídeo em 4K a 30 quadros por segundo. Já a câmera frontal possui 32 megapixels de resolução.

Preço e disponibilidade no Brasil

Tela do Jovi T1 5G exibindo “Sobre o telefone” e “ori gins 6”, versão com Android 16
Modelo vem de fábrica com o Android 16 (foto: João Cruz/Tecnoblog)

O Jovi T1 5G está disponível a partir de hoje por R$ 2.799. O modelo será vendido exclusivamente online, na loja oficial da marca no Mercado Livre, nas cores preto e azul.

A fabricante também oferece uma promoção válida até 16 de junho, que reduz o preço para R$ 2.299. O pagamento pode ser parcelado em até 21 vezes sem juros, de acordo com as condições da plataforma. Para compras via Pix, há um desconto adicional de 15%, que reduz o valor final a R$ 1.954.

Além disso, a Jovi oferece o chamado Pacote de Benefícios Turbo para os primeiros compradores. Esse pacote inclui um ano de troca gratuita de tela, dois anos de garantia estendida, quatro anos de cobertura específica para a bateria e cinco anos de revisões gratuitas em assistências autorizadas.

A ação de lançamento também dá direito a um cupom de R$ 200 para compra dos fones Jovi Air Buds 3.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Jovi T1 chega ao Brasil com bateria de 6.500 mAh; veja o preço

Jovi T1 (foto: João Cruz/Tecnoblog)

Jovi T1 (foto: João Cruz/Tecnoblog)

Echo Show 8 (3ª geração) tem promoção pré-6.6 com 28% OFF em 10x na Amazon 

1 de Junho de 2026, 18:55
R$ 1.399,0029% OFF

Prós
  • Tela touchscreen de 8″
  • Áudio espacial encorpado
  • Câmera centralizada de 13 MP
  • Ideal para casa inteligente
Contras
  • Não permite desativar anúncios
  • Atualizações de segurança até 2028
Parcelado
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O Echo Show 8 de 3ª geração está com 28% de desconto na Amazon. A oferta sinalizada para a data 6.6, no qual o varejo costuma realizar promoções, faz o gadget custar R$ 999 em até 10x sem juros. O dispositivo foi lançado no Brasil em 2024 por R$ 1.399.

Echo Show 8 tem áudio espacial e agora câmera centralizada

A terceira geração do Echo Show 8 apresenta como um de seus destaques o áudio espacial, que promete “preencher” o ambiente. Durante o unboxing do Tecnoblog foi possível notar um som mais encorpado. Além disso, a tecnologia sonora realiza ajustes automáticos após a análise da acústica do cômodo.

O dispositivo da Amazon leva uma tela de 8 polegadas com resolução de 1.280 x 800 pixels e sensível ao toque, o que possibilita realizar comandos como a gerência de músicas e configurações, sem precisar falar.

Outra novidade em relação as gerações passadas é a centralização da câmera de 13 MP, localizada na parte superior da tela (antes ficava a direita). O sensor permite a realização de chamadas de vídeo e ainda há uma série de recursos para aprimorar a experiência, como enquadramento automático e redução de ruído.

Dispositivo branco com tela acesa
Echo Show 8 é vendido nas cores branco e preto (Imagem: Divulgação/Amazon)

O Echo Show 8 (3ª geração) também teve mudança na parte traseira, cuja protuberância ficou um pouco menos aparente. Para quem é adepto de casa inteligente, o dispositivo pode controlar luzes, fechaduras e até eletrodomésticos como ar-condicionado.

Através do gadget, o usuário pode acessar plataformas de streaming da Amazon, e também outras muito utilizadas como Apple Music, Spotify e Netflix. Em contrapartida, um aspecto que pode desagradar é a impossibilidade de desativar a exibição de anúncios.

O Echo Show 8 de 3ª geração está disponível em oferta pré-6.6 da Amazon por R$ 999 em até 10x sem juros, com 28% de desconto garantido.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Echo Show 8 (3ª geração) tem promoção pré-6.6 com 28% OFF em 10x na Amazon 

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Amazon Echo Show 8 possui áudio encorpado, câmera de 13 MP centralizada e resolução de 1.280 x 800 pixels. Dispositivo está mais barato em oferta pré-6.6

Echo Show 8 (Imagem: Divulgação/Amazon)

Anatel vai usar IA para barrar eletrônicos piratas no Brasil

1 de Junho de 2026, 12:46
Ilustração com mãos segurando um celular e um ícone de pirataria, simbolizando fiscalização em marketplaces
Marketplaces serão um dos focos da nova fiscalização (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Anatel passa a monitorar importações pelo Siscomex a partir de 1º de junho para barrar eletrônicos piratas no Brasil.
  • A agência reguladora também adotará inteligência artificial em seu novo sistema de certificação, o Certifica, previsto para ser lançado em julho.
  • O objetivo é reduzir o prejuízo anual estimado em R$ 600 bilhões causado pela venda de produtos não homologados no país.

A Anatel vai iniciar outra ofensiva para barrar a entrada de eletrônicos irregulares no Brasil. A partir desta segunda-feira (01/06), o órgão passa a monitorar importações por meio da plataforma Siscomex. A autarquia também deve adotar inteligência artificial em seu novo sistema de certificação, com lançamento previsto para julho de 2026.

Segundo o portal especializado TeleSíntese, o objetivo é mapear detalhadamente os produtos que chegam ao país e direcionar a fiscalização contra a venda de itens não homologados, apertando o cerco sobre distribuidores e plataformas de e-commerce. As informações foram comunicadas no 29º Fórum de Produtos para Telecomunicações, que ocorreu em Brasília na sexta-feira (29/05).

O que é e como a Anatel vai usar o Siscomex?

O Siscomex (Sistema Integrado de Comércio Exterior) é a plataforma do Governo Federal responsável por registrar e controlar todas as operações aduaneiras de importação e exportação do país. A Anatel agora foi formalmente incluída no ecossistema.

A fiscalização ocorrerá logo após a entrada do equipamento, por meio da leitura das informações da Declaração Única de Importação (Duimp). Nesse momento, a autarquia cruzará dados, como o CNPJ da empresa importadora, a classificação fiscal da carga, o tipo de aparelho e o preenchimento correto do código de homologação.

Empresas que atuam dentro das regras terão a operação facilitada. A Anatel concentrará seus esforços nas cargas com indícios de irregularidade. Além de atuar por conta própria, a agência poderá fornecer relatórios à Receita Federal para otimizar as inspeções nas alfândegas.

Novo sistema com inteligência artificial

Logotipo da Anatel com cidade ao fundo. Na parte inferior direita, o logotipo do "tecnoblog" é visível.
IA funcionará como assistente para os analistas (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Outra ferramenta que será usada no combate à pirataria é o Certifica. Ele substituirá o antigo Sistema de Certificação e Homologação (SCH) e tem como grande diferencial o uso de automação e inteligência artificial na arquitetura.

A IA deve funcionar como uma assistente para os analistas humanos da agência. O sistema fará uma varredura nos processos, emitirá um relatório estruturado e permitirá que o servidor foque apenas na análise dos riscos de cada aparelho.

A área técnica da agência reconhece que o período de transição para a nova plataforma pode aumentar os prazos atuais — que hoje variam de 15 a 50 dias —, mas projeta uma redução significativa no futuro. Essa agilidade será crucial para liberar dispositivos com Wi-Fi e Bluetooth, que atualmente respondem por 70% de todo o volume de requerimentos processados pelo órgão.

Novo selo e combate ao mercado paralelo

Vale mencionar que a Anatel também está desenvolvendo um novo padrão de selo de segurança, com versões física e digital, para facilitar a verificação de autenticidade de aparelhos como celulares, baterias e carregadores por parte dos consumidores, fiscais e marketplaces.

Para coordenar essas inovações, a autarquia reativou sua comissão de hardware, criando uma força-tarefa que envolve ministérios, o Serpro e o Conselho Nacional de Combate à Pirataria.

No evento, o superintendente da Anatel Vínicius Caram afirmou que o principal objetivo é frear um mercado paralelo que gera um prejuízo anual estimado em R$ 600 bilhões ao Brasil com a venda de produtos não homologados.

Anatel vai usar IA para barrar eletrônicos piratas no Brasil

(ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Anatel exigirá 4G para homologar equipamentos móveis (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Duolingo finalmente libera a recuperação de ofensivas perdidas

1 de Junho de 2026, 01:00
Personagem do Duolingo com chama e aparência de campanha, ilustrando a recuperação gratuita de ofensivas no mês de junho
Usuários poderão restaurar gratuitamente a maior ofensiva perdida no app (imagem: divulgação)
Resumo
  • Duolingo vai permitir que, neste mês de junho, usuários recuperem gratuitamente as sequências de estudo perdidas, chamadas de “ofensivas”.
  • Para recuperar a sequência perdida, os usuários devem concluir três lições consecutivas no aplicativo.
  • A maior sequência de estudo registrada no Brasil ultrapassa 4.700 dias, equivalente a 12 anos de progresso.

O Duolingo liberou um dos recursos mais pedidos pelos usuários há anos: a recuperação de ofensivas perdidas. Os alunos que já tenham alcançado uma ofensiva (os famosos streaks em inglês) de pelo menos 30 dias poderão restaurar a maior sequência já conquistada no app. A ação vale até 30 de junho.

As ofensivas representam a quantidade de dias consecutivos em que o usuário completa uma lição. Caso a meta diária não seja cumprida, a contagem normalmente é interrompida e volta a zero – e o usuário perde o ícone de chama.

O app já oferece mecanismos para evitar essa perda, como o congelamento de ofensiva, obtido com gemas ou benefícios de assinatura. A campanha de junho, porém, permitirá restaurar de graça. 

Como recuperar a ofensiva?

Três capturas de tela do Duolingo exibem a opção de recuperar ofensiva perdida
Campanha permite recuperar sequências interrompidas durante o mês de junho (imagem: divulgação)

Durante o período, os usuários poderão restaurar a ofensiva perdida ao concluir três lições consecutivas no aplicativo.

Segundo o Duolingo, a iniciativa responde a uma demanda frequente da comunidade. A empresa afirma que muitos estudantes desejavam uma forma mais simples de retomar os estudos após perderem o ritmo, especialmente aqueles que mantinham sequências longas.

Há pouco mais de um mês, a plataforma também liberou cursos de idioma nível B2 gratuitamente, para inglês, espanhol, francês, alemão, italiano, português, japonês, coreano e chinês (mandarim).

A dor de perder 12 anos de progresso

Para se ter uma ideia, a plataforma compartilhou com o Tecnoblog que a maior ofensiva do Brasil ultrapassa 4.700 dias e pertence a um usuário que estuda alemão. Estamos falando de 12 anos de progresso (o Duolingo tem 14 anos de existência). 

A ofensiva mais longa já perdida foi de 4.629 dias. Outro dado curioso que o Duolingo compartilhou conosco é que março é o mês em que brasileiros mais perdem suas sequências.

Globalmente, cerca de 30% dos usuários ativos mantêm ofensivas ininterruptas há mais de um ano. Além disso, 57,7% dos estudantes que perdem a sequência retornam ao aplicativo em até um mês.

Duolingo finalmente libera a recuperação de ofensivas perdidas

(imagem: divulgação)

(imagem: divulgação)

Tela Brasil: streaming gratuito do governo estreia neste fim de semana

29 de Maio de 2026, 17:34
Tela Brasil será lançado neste sábado (30/05) como alternativa gratuita de streaming (imagem: divulgação/UFAL)
Resumo
  • O serviço de streaming Tela Brasil, desenvolvido pelo Ministério da Cultura e a Universidade Federal de Alagoas (UFAL), estreia no sábado (30/05) com cerca de 500 produções nacionais.
  • O acesso ao Tela Brasil se dará pelo portal Gov.br, sem app para celulares anunciado até o momento.
  • O catálogo do Tela Brasil inclui filmes como Ó Paí Ó e Cidade de Deus, com curadoria focada em temáticas como cidadania, direitos humanos e cultura popular.

O serviço de streaming Tela Brasil entra no ar neste sábado (30/05), como alternativa gratuita de acesso a conteúdo audiovisual oferecida pelo Governo Federal. A plataforma foi desenvolvida pelo Ministério da Cultura e a Universidade Federal de Alagoas (UFAL). O acesso se dará pelo portal Gov.br.

Segundo o Governo Federal, a proposta visa ampliar o acesso às produções nacionais, além de democratizar a cultura. O movimento é semelhante ao lançamento do MEC Livros, em abril, que trouxe uma biblioteca pública digital. Até o momento, não há informações sobre apps para TVs, celulares e tablets.

O evento de lançamento acontece às 12h no Rio de Janeiro. O site do serviço, inclusive, já está ativo e aparece entre os resultados de busca do Google, mas ainda sem conteúdo.

Streaming gratuito

O projeto do Tela Brasil ganhou força com o sucesso de Ainda Estou Aqui (2024), filme dirigido por Walter Salles e estrelado por Fernanda Torres e Selton Mello. Ele levou o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro em 2025. A proposta é aumentar o acesso dos brasileiros às produções nacionais, hoje espalhadas por diversas plataformas.

Os testes do novo streaming são realizados desde julho de 2025 em escolas pelo Brasil, conforme divulgado pela própria UFAL. Os conteúdos foram divididos em formatos e gêneros, e a promessa é de uma curadoria voltada para temáticas como cidadania, direitos humanos, meio ambiente e cultura popular.

Conteúdos no Tela Brasil

Painel do Ministério da Cultura no Rio2C trouxe detalhes sobre o Tela Brasil (imagem: divulgação)

Ainda não há uma lista de filmes, séries, novelas e outras produções presentes no Tela Brasil. Segundo a coordenadora Daniela Fernandes, já são mais de 500 obras garantidas, sendo 139 pertencentes ao acervo de diferentes instituições, como a Cinemateca Brasileira, a Funarte, a Fundação Palmares e o Centro Técnico Audiovisual.

Entre os destaques do catálogo estão filmes como Ó Paí Ó e Cidade de Deus.

Além disso, ela deixou claro que a entrada de novos conteúdos será via licenciamento, e não incorporação automática daqueles que têm algum tipo de financiamento público.

Tela Brasil: streaming gratuito do governo estreia neste fim de semana

Correios e AliExpress assinam acordo para acelerar entregas no Brasil

29 de Maio de 2026, 15:37
Imagem mostra o logo do Correios ao lado do logo do AliExpress
Correios aprofundou a parceria logística com o AliExpress (arte: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Correios e o AliExpress firmaram uma parceria para otimizar a logística no Brasil, visando reduzir o tempo de entrega.
  • A parceria visa melhorar o rastreamento das encomendas e garantir uma entrega mais ágil, suprindo a alta demanda do comércio eletrônico.
  • O Brasil é mercado prioritário do AliExpress para 2026, e a empresa investirá em infraestrutura local para suportar o volume de vendas.

Os Correios e o AliExpress assinaram nessa quinta-feira (28/05), na China, um documento formal para otimizar a operação logística no Brasil. O objetivo do acordo é reduzir o tempo de entrega, modernizar o rastreamento e melhorar a experiência de compra dos consumidores.

Segundo as informações divulgadas pelo Ministério das Comunicações, a parceria visa suprir a alta demanda do comércio eletrônico internacional no país, garantindo que as encomendas cheguem às casas dos brasileiros com maior agilidade e infraestrutura atualizada.

O que deve mudar nas entregas?

Ainda de acordo com o MCom, os esforços conjuntos vão impulsionar a digitalização do serviço postal e garantir um acompanhamento mais ágil das encomendas. Na prática, a meta é oferecer previsibilidade, transparência e menos atritos logísticos para os milhões de brasileiros que importam produtos pela plataforma.

Os Correios já atuam como o principal parceiro logístico da varejista asiática no mercado nacional. Com a nova assinatura, a promessa é aprofundar a integração tecnológica e operacional. O foco dos investimentos recai diretamente sobre a chamada “última milha” — a etapa final do transporte, que leva o pacote até a porta do comprador.

Logo do AliExpress ao centro, cercado por celulares com o app da loja. O fundo é laranja.
AliExpress tem o Brasil como prioridade em 2026 (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Brasil é mercado prioritário

A movimentação reflete a atual estratégia de expansão global do AliExpress. A empresa confirmou que o Brasil aparece com destaque entre os três mercados prioritários do seu plano de negócios desenhado para 2026. Para dar suporte a esse volume de vendas e manter a competitividade, a plataforma informou que seguirá com a injeção de recursos em tecnologia e infraestrutura local.

Segundo o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, a iniciativa fortalece a operação da estatal brasileira, revertendo em serviços públicos e logísticos mais eficientes para a população.

A comitiva nacional — que também conta com os presidentes dos Correios, Emmanoel Schmidt Rondon, e da Telebras, Hermano Albuquerque — cumpre agenda na Ásia até esta sexta-feira (29/05). O cronograma é focado em atrair novos investimentos para telecomunicações e transformação digital, englobando visitas técnicas às instalações da SpaceSail, a rival chinesa da Starlink, e ao centro de pesquisa e desenvolvimento da Huawei.

Correios e AliExpress assinam acordo para acelerar entregas no Brasil

(arte: Vitor Pádua/Tecnoblog)

AliExpress (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

WhatsApp vaza conversas para o Facebook? Entenda a nova polêmica

25 de Maio de 2026, 15:30
WhatsApp fora do ar
Pesquisadores apontaram uma pasta compartilhada entre os apps da Meta (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Pesquisadores do perfil Mysk apontaram que o WhatsApp para iOS guarda o histórico de mensagens sem criptografia adicional, em uma pasta separada do aplicativo.
  • A Meta teria uma “pasta compartilhada” entre Facebook, Instagram e WhatsApp, o que levantou preocupações sobre não autorizado às conversas.
  • O WhatsApp negou as aleg afirmando que utiliza criptografia de ponta a ponta com base no protocolo Signal há uma década.

No Brasil, o WhatsApp virou parte da rotina e dos negócios de muita gente. Por isso, qualquer boato envolvendo a quebra de privacidade no aplicativo acende um alerta. Na última semana, uma treta no X entre pesquisadores de segurança e um dos maiores perfis sobre o mensageiro levantou uma dúvida relevante: será que o Facebook e o Instagram conseguem ler as suas conversas no iPhone sem você saber?

A discussão, que já beira as 460 mil visualizações, começou quando o perfil especializado Mysk fez uma denúncia grave. Os pesquisadores por trás dele apontaram que o WhatsApp para iOS (e também para o macOS) guarda o histórico de mensagens sem uma camada extra de criptografia. Eles mostraram que existe uma “pasta compartilhada” entre Facebook, Instagram e WhatsApp (chamada group.com.facebook.family), mas o banco de conversas do WhatsApp fica guardado em um container separado e dedicado só ao app.

Container compartilhado entre WhatsApp, Facebook e Instagram no macOS (imagem: reprodução/Mysk)

Na teoria, isso abriria as portas para que outros aplicativos da Meta bisbilhotassem as mensagens em texto, sem pedir permissão. Após a repercussão inicial, os pesquisadores responderam que, na prática, não é preciso mover nada. Bastaria a Meta adicionar uma única permissão nos apps do Facebook e do Instagram (uma linha de código no Xcode). Por isso, segundo eles, é apenas uma decisão de política da empresa – e não uma limitação técnica do iPhone.

O WABetaInfo, perfil famoso por antecipar as últimas novidades do aplicativo, entrou na conversa e classificou o alarde como enganoso. Eles confirmaram um detalhe técnico importante: de fato, quando a mensagem chega e é salva na memória do celular, ela não tem a mesma criptografia. Porém, isso não significa que ela está desprotegida.

O arquivo fica trancado em uma espécie de “cofre” virtual do próprio iPhone que existe por um único motivo: permitir que o usuário não perca suas conversas caso decida migrar da conta pessoal para o WhatsApp Business. Se o Instagram ou o aplicativo do Facebook tentarem “bater na porta” dessa pasta para espiar algo, o sistema da Apple imediatamente bloqueia o acesso.

Afinal, o Facebook consegue ler as minhas conversas?

Imagem mostra a tela de um celular mostrando uma conversa no WhatsApp. A parte superior da tela exibe o nome "João", a informação "visto por último hoje às 05:55", ícones de videochamada e chamada de voz, além de indicadores de sinal e bateria. A interface do WhatsApp é verde e branca. O fundo da imagem é verde claro e, na parte inferior direita, está o logotipo do "Tecnoblog".
Sistema da Apple bloqueia a leitura cruzada de dados entre os aplicativos (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A resposta curta e direta é que não. O sistema do celular atua como um cão de guarda e mantém o histórico do WhatsApp isolado das outras redes sociais da Meta. Ainda assim, os pesquisadores do Mysk conseguiram provar que existe, sim, uma “pasta familiar” compartilhada entre os aplicativos da Meta no iPhone. Ou seja, a estrutura técnica para conectar os dados já está montada, afirmam os especialistas.

Isso toca na maior ferida do serviço. A grande promessa do WhatsApp é garantir que ninguém, nem mesmo a própria empresa, saiba o que você está falando. Se o Facebook tivesse acesso aos arquivos salvos no celular, os algoritmos poderiam facilmente caçar palavras-chave nas conversas para enviar anúncios direcionados no Instagram, por exemplo.

Apesar do susto, o WABetaInfo explicou que o banco de dados do WhatsApp continua guardado em um container separado, e não na pasta compartilhada. Os pesquisadores do Mysk concordaram que hoje isso não está acontecendo, mas reforçaram que a mudança seria muito simples – bastaria a Meta adicionar uma permissão nos outros apps.

No final da discussão, os dois lados chegaram a um ponto em comum: criptografar o banco de mensagens no próprio celular seria uma boa medida de proteção extra. O WABetaInfo reconheceu que “não seria uma má ideia”.

A resposta do WhatsApp

O WhatsApp foi procurado e enviou a seguinte nota ao Tecnoblog:

“Qualquer alegação de que as mensagens das pessoas no WhatsApp não são criptografadas é categoricamente falsa e absurda. O WhatsApp utiliza criptografia de ponta a ponta com base no protocolo Signal há uma década.”

WhatsApp vaza conversas para o Facebook? Entenda a nova polêmica

WhatsApp fora do ar (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Container compartilhado entre WhatsApp, Facebook e Instagram no macOS (imagem: reprodução/Mysk)

WhatsApp (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Galaxy A57 (256 GB) já cai 40% com cupom em promoção na Amazon

22 de Maio de 2026, 18:36
R$ 3.999,0040% OFF

Prós
  • Tela Super AMOLED+ de 120 Hz
  • Certificação IP68
  • Chega com Android 16 e One UI 8.5
  • Dimensões melhores e ficou mais leve
  • Promessa de 6 anos de atualizações
Contras
  • Mesmo trio de câmeras do A56
  • Bateria segue sendo de íon-lítio
PIX Cupom
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O Galaxy A57 de 256 GB está saindo por apenas R$ 2.399 no Pix aplicando o cupom ATACANTE na Amazon. A oferta representa uma queda de 40% no preço em relação ao lançamento (por R$ 3.999) e é a melhor desde então. Quando comparado ao antecessor, Galaxy A56, o A57 tira fotos noturnas melhores e oferece desempenho superior.

Galaxy A57 tem ISP da câmera e processador novos

Apesar de o conjunto de câmeras permanecer quase inalterado em relação ao antecessor, o Galaxy A57 traz evoluções para fotos e vídeos graças ao novo ISP. Com isso, o celular da Samsung deve se sair melhor em fotos noturnas, que no review do Galaxy A56 feito pelo Tecnoblog, já eram boas na câmera principal mas perdiam nitidez nas outras lentes.

Outra novidade é o processador, que dessa vez é um Exynos 1680 com litografia de 4 nanômetros acompanhado de uma RAM de 8 GB. O antecessor já apresentava bom desempenho em em jogos como Genshin Impact, e no caso do Galaxy A57, avanços de CPU, GPU e NPU devem aprimorar essa potência, assim como a eficiência energética.

Um ponto de atenção no review do Galaxy A do ano passado, inclusive, foi o aquecimento ao exigir um pouco mais das câmeras. Testes com o novo celular da Samsung podem revelar se o novo modelo se sai melhor nesse sentido. Até lá, a bateria já se saía bem no A56 e não sofreu alterações no A57.

Galaxy A57 sobre Galaxy A37 em visão lateral para mostrar diferença mínima em espessura
Laterais do Galaxy A57 (cima) e Galaxy A37 (baixo) mostram diferença mínima em espessura (Imagem: Ana Marques / Tecnoblog)

Já a tela recebeu aprimoramentos, com o painel de 6,7 polegadas passando a contar com a tecnologia Super AMOLED+, uma evolução do Super AMOLED padrão da versão anterior. O design também ficou mais fino e mais resistente, e agora oferece certificação IP68 garantindo maior resistência a água e poeira.

A Samsung promete atualizar o Galaxy A57 até o Android 22, mantendo a já positiva política de updates prolongados da marca e prolongando o custo-benefício por mais anos. Lembrando que, hoje, o smartphone na versão de 256 GB está custando R$ 2.399 no Pix ao aplicar o cupom ATACANTE na Amazon.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Galaxy A57 (256 GB) já cai 40% com cupom em promoção na Amazon

Laterais do Galaxy A57 (cima) e Galaxy A37 (baixo) mostram diferença mínima em espessura (Imagem: Ana Marques / Tecnoblog)

Spotify terá podcasts pessoais gerados por IA e novo app

22 de Maio de 2026, 16:47
Demonstração do Personal Podcasts. Em um celular com o Spotify aberto na tela de reprodução de áudio
Personal Podcasts chegam ao Spotify (imagem: reprodução/Spotify)
Resumo
  • Spotify anunciou os Personal Podcasts, recurso que cria episódios privados sob demanda com uso de inteligência artificial.
  • Usuários podem descrever o tipo de conteúdo que querem ouvir e receber o conteúdo gerado por IA, como resumos do dia e manchetes de tecnologia.
  • Um novo aplicativo experimental chamado Studio também será lançado com capacidades de agente de IA.

Dando sequência a uma série de novidades anunciadas para a plataforma durante o Dia do Investidor ontem (21/05), evento em que o Tecnoblog esteve presente, o Spotify apresentou detalhes das ferramentas de inteligência artificial que devem ser integradas à experiência no app.

Entre elas, estão os Personal Podcasts, recurso que cria episódios privados sob demanda, e o Studio by Spotify Labs.

As novidades seguem uma tendência identificada pela empresa em que usuários usam LLMs para criar guias diários em áudio. No começo do mês, a plataforma anunciou a possibilidade de salvar esses áudios na biblioteca e, agora, começa a integrar a funcionalidade ao sistema.

O que são os Personal Podcasts?

Os Personal Podcasts seguem a mesma lógica das playlists criadas através de prompts, que a plataforma começou a testar anteriormente. Ou seja, usuário descreve o tipo de conteúdo que quer ouvir e recebe o conteúdo gerado por IA.

A proposta é permitir a criação de conteúdos que possam ser úteis individualmente, como resumos do dia com compromissos e tarefas. De acordo com o Android Authority, esses áudios são privados.

Em uma demonstração, a empresa mostrou um pedido com previsão do tempo local, manchetes de tecnologia e agenda de shows alinhada ao gosto musical do usuário.

imagem mostra prompt em uma tela no spotify
Geração de áudio seguirá modelo das playlists geradas por IA (imagem: reprodução/Spotify)

Para refinar a geração, o Spotify também permitirá o envio de documentos em PDF, a escolha da voz do narrador e a definição da frequência de atualização do conteúdo.

Assinantes Premium nos Estados Unidos começam a receber o recurso no mês que vem. A geração dos episódios usará uma cota mensal de créditos, sistema que a plataforma ainda não detalhou.

Como reforçado durante o evento de ontem, a empresa não utilizará modelos próprios de IA. Usuários já podem integrar assistentes como OpenClaw, Claude Code e OpenAI Codex gerar e salvar podcasts privados diretamente na biblioteca do Spotify.

App para desktop com agente

Imagem mostra o envio de um prompt solicitando um áudio com informações do dia
Studio deve ter grande acesso às informações pessoais (imagem: reprodução/Spotify)

A novidade acompanha um novo aplicativo experimental chamado Studio, que terá capacidades de agente de IA para criar experiências mais personalizadas.

O software será capaz de cruzar o perfil de gosto do usuário com informações extraídas do uso cotidiano do próprio PC, incluindo calendário, e-mails, favoritos de navegação e blocos de notas. Além disso, poderá navegar pela web e responder a comandos de forma conversacional.

O Spotify lançará uma prévia do Studio nas próximas semanas.

Spotify terá podcasts pessoais gerados por IA e novo app

(imagem: reprodução/Spotify)

(imagem: reprodução/Spotify)

(imagem: reprodução/Spotify)

Samsung libera One UI 8.5 para Galaxy A56

21 de Maio de 2026, 19:58
Imagem mostra mão segurando celular Samsung Galaxy A56 em primeiro plano, com fundo desfocado e caixa do aparelho ao fundo
Galaxy A56 chegou ao mercado com One UI 7 e Android 15 (foto: Ana Marques/Tecnoblog)
Resumo
  • A Samsung iniciou a liberação da One UI 8.5 baseada no Android 16 para o Galaxy A56 no Brasil.
  • Atualização que também está disponível para os Galaxy A36 e todos os modelos da linha Galaxy S23.
  • A One UI 8.5 oferece novos recursos, como um filtro de chamadas melhorado com IA, função de resolução automática de equações matemáticas no Samsung Notes e novos efeitos visuais na interface.

Os primeiros celulares da linha Galaxy A começaram a receber a desejada atualização para a interface One UI 8.5. Os donos de Galaxy A56 vendidos no Brasil devem ser notificados do update a partir da noite de hoje (21/05). Ele é baseado no Android 16.

O Galaxy A56 se tornou um dos smartphones mais cobiçados de 2025 por aliar bom desempenho ao custo-benefício. Além dele, a Samsung decidiu liberar a atualização para o Galaxy A36 (anunciado junto com ele) e todos os produtos da série Galaxy S23 (base, Plus, Ultra e FE).

Como de costume, a atualização é liberada em ondas. Ou seja, pode ser que para alguns consumidores chegue antes dos outros. O Tecnoblog apurou que os sul-coreanas optaram por acelerar a disponibilização da nova One UI no território nacional, a ponto de avançar mais rápido do que o cronograma extraoficial que havíamos divulgado há duas semanas.

A expectativa agora fica em torno dos outros aparelhos recentes terminados no número 6, como o Galaxy A06, Galaxy A16 e Galaxy A26. No entanto, ainda deve levar algumas semanas para que eles sejam contemplados.

O que tem na One UI 8.5?

Conforme comentamos, a One UI 8.5 é uma atualização baseada no Android 16. Ela foi lançada junto com o Galaxy S26, em fevereiro, e depois começou a chegar aos outros dispositivos da marca. Hoje, está nos flagships das séries S, Flip e Fold, além de desembarcar também nos primeiros A, como uma atualização gratuita.

Confira alguns dos novos recursos:

  • Filtro de chamadas potencializado por IA
  • Bixby com recursos de IA do Perplexity
  • Função no Samsung Notes que resolve equações matemáticas automaticamente
  • Interface com novos efeitos visuais em menus e navegação otimizada
  • Widget de alarme na Now Bar
  • IA que oculta dados sensíveis em fotos (como números de documentos)

Samsung libera One UI 8.5 para Galaxy A56

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Novo sistema também chega para Galaxy A36 e celulares da linha Galaxy S23 vendidos no Brasil.

Tela inicial do Samsung Galaxy A56 com One UI 7 e Android 15 (foto: Ana Marques / Tecnoblog)

Meta faz demissões no Brasil, mas poupa WhatsApp

21 de Maio de 2026, 10:44
Arte com o rosto de Mark Zuckerberg à esquerda, em arte de cor rosa, e outra foto de Zuckerberg à direita, em arte de cor azul. Na parte inferior direita está a logomarca do Tecnoblog.
Zuckerberg quer economizar com pessoal para bancar IA (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Meta iniciou ontem (20/05) o desligamento de cerca de 8 mil funcionários ao redor do mundo, incluindo os brasileiros.
  • Cortes afetaram os times de tecnologia, marketing e vendas no Brasil, mas o WhatsApp foi poupado.
  • Meta planeja gastar US$ 145 bilhões em infraestrutura de IA apenas em 2026 e espera equilibrar as contas demitindo funcionários.

A Meta iniciou ontem (20/05) o desligamento de cerca de 8 mil funcionários ao redor do mundo. Os funcionários brasileiros da companhia também foram atingidos pela nova rodada de demissões.

A informação é do jornal O Globo. O movimento faz parte de uma grande reestruturação global para reduzir despesas operacionais e redirecionar o caixa da companhia para fortalecer o setor de inteligência artificial.

Embora o impacto dos cortes tenha sido grande, a área responsável pela operação do WhatsApp no país foi poupada pela Meta, de acordo com o portal Mobile Time.

Por que a Meta está demitindo de novo?

A resposta curta está no orçamento exigido pela corrida da IA. Em comunicado interno obtido pela Bloomberg, o CEO Mark Zuckerberg afirma que a empresa vive o seu “momento mais dinâmico” e que precisa concentrar recursos para acompanhar rivais como Google e OpenAI.

Para isso, a Meta planeja gastar até US$ 145 bilhões (cerca de R$ 730 bilhões) em infraestrutura e engenharia de IA apenas em 2026.

A companhia quer equilibrar as contas demitindo funcionários. Contudo, analistas apontam que a economia com as demissões será de aproximadamente US$ 3 bilhões (R$ 15 bilhões) — uma pequena fração do investimento total da Meta em IA.

Ainda assim, Zuckerberg tentou acalmar os ânimos e afirmou que não prevê novas demissões em massa para o restante do ano. Vale lembrar que muitos funcionários já expressam o desejo de serem demitidos, devido à insegurança com os cortes frequentes.

Instabilidade constante

No escritório brasileiro, os desligamentos pegaram os colaboradores de surpresa logo no início da manhã. Segundo O Globo, os times de tecnologia, vendas e marketing foram afetados, além de posições de gerência.

No exterior, o impacto foi mais severo nas equipes globais de engenharia e produto. Na Irlanda, a Meta eliminou 350 cargos, o equivalente a um quinto de sua força de trabalho no país.

A constante instabilidade tem gerado forte desgaste interno. Mais de mil funcionários assinaram uma petição contra os planos da Meta de monitorar dispositivos corporativos — registrando cliques e telas para treinar suas IAs.

E esse é só mais um capítulo: entre 2022 e 2023, a Meta eliminou mais de 21 mil cargos. Além disso, em janeiro deste ano, a empresa cortou 10% da divisão de realidade virtual (Reality Labs), que acumula prejuízo de US$ 83,5 bilhões desde 2020, pouco mais de R$ 420 bilhões em conversão direta.

Meta faz demissões no Brasil, mas poupa WhatsApp

Mark Zuckerberg é fundador e CEO da Meta (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Realme 16 chega ao Brasil com baterias grandes; veja os preços

20 de Maio de 2026, 17:21
Dois smartphones cinza escuro virados para baixo, em uma bandeja de vime
Dois modelos da Realme 16 Séries estão disponíveis no Brasil (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Resumo
  • A Realme iniciou as vendas da 16 Series no Brasil, com o Realme 16 por R$ 2.999 e o Realme 16 Pro Plus por R$ 4.499.
  • O Realme 16 tem bateria de 6.550 mAh, tela AMOLED de 6,57 polegadas, 12 GB de RAM e câmera traseira de 50 megapixels.
  • O Realme 16 Pro Plus tem bateria de 7.000 mAh, tela AMOLED de 6,8 polegadas, chip Snapdragon 7 Gen 4, 12 GB de RAM e câmera tripla com sensor de 200 megapixels.

A Realme iniciou nesta quarta-feira (20/05) as vendas dos aparelhos da 16 Series no Brasil. O Realme 16 tem preço sugerido de R$ 2.999, e o Realme 16 Pro Plus sai por R$ 4.499. Até o dia 31 de maio, a loja oficial da marca no Mercado Livre dá um cupom de R$ 500 de desconto na compra dos aparelhos.

Apresentados no exterior em janeiro de 2026, os aparelhos se destacam por baterias grandes: o Realme 16 tem 6.550 mAh de capacidade, enquanto o Realme 16 Pro Plus tem 7.000 mAh. Entre outras características importantes, estão as telas AMOLED e 12 GB de RAM.

Quais são os destaques do Realme 16?

O Realme 16, como dito, tem bateria de silício-carbono de 6.550 mAh e suporte a carregamento rápido de 45 W. O aparelho conta com tela AMOLED de 6,57 polegadas, 120 Hz de taxa de atualização e pico de brilho de 4.200 nits.

Em desempenho, o modelo traz um chip MediaTek Dimensity 6400 Turbo, com CPU de 2,5 GHz. A versão vendida no Brasil tem 12 GB de RAM e 256 GB de armazenamento.

Celular cinza escuro na mão
Realme 16 tem câmeras mais simples (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Celular na mão, mostrando a tela inicial do Android
Câmera frontal do Realme 16 tem 50 megapixels (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

A câmera traseira tem sensor Sony IMX852, de 50 megapixels. Ela trabalha praticamente sozinha: a câmera secundária é monocromática e tem apenas 2 megapixels, sendo usada para ajudar no modo retrato. Um detalhe interessante é a presença de um espelho para selfies. Do lado oposto, a câmera frontal também tem 50 megapixels.

O Realme 16 está com preço promocional de R$ 2.499 no Mercado Livre até o dia 31 de maio.

Quais são os destaques do Realme 16 Pro Plus?

Celular cinza escuro na mão
Câmera tripla é o destaque do Realme 16 Pro Plus (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

O Realme 16 Pro Plus tem características que o aproximam de um segmento mais premium. O modelo usa chip Snapdragon 7 Gen 4, com CPU de até 2,8 GHz. Ainda no setor de desempenho, temos 12 GB de RAM e 512 GB de armazenamento.

O conjunto de câmeras é triplo, bem mais completo que o modelo básico: a principal tem 200 megapixels; a ultrawide, 8 megapixels; e a teleobjetiva de 50 megapixels com zoom óptico de 3,5x. O aparelho conta ainda com uma câmera frontal de 50 megapixels.

Celular na mão, mostrando a tela inicial do Android
Tela do Realme 16 Pro Plus tem bordas curvas (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

A tela da versão Pro Plus é maior, com 6,8 polegadas, tecnologia AMOLED, 144 Hz de atualização e pico de brilho de 6.500 nits. A bateria é outro componente que supera o modelo básico: com tecnologia de silício-carbono, ela tem 7.000 mAh de capacidade e suporta carregamento rápido de até 80 Hz.

O Realme 16 está com preço promocional de R$ 3.999 no Mercado Livre até o dia 31 de maio.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Realme 16 chega ao Brasil com baterias grandes; veja os preços

Dois modelos da Realme 16 Séries estão disponíveis no Brasil (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Realme 16 tem câmeras mais simples (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Câmera frontal do Realme 16 tem 50 megapixels (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Câmera tripla é o destaque do Realme 16 Pro Plus (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Tela do Realme 16 Pro Plus tem bordas curvas (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Google reduz preço de IA no Brasil (mas continua caríssimo)

20 de Maio de 2026, 09:46
Ilustração estilizada inspirada na bandeira do Brasil com efeito texturizado e falhas digitais (glitch). A composição mantém o losango amarelo sobre o fundo verde. No centro, o tradicional círculo azul é modificado: no lugar das estrelas e da faixa, destaca-se a letra "G" maiúscula e branca do Google, que emite um brilho suave. Pequenos cortes e desalinhamentos horizontais aparecem nas bordas do círculo e do losango. No canto inferior direito, consta o logotipo "tecnoblog" em letras brancas.
Google alterou os preços do plano mais caro no Brasil (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Google reduziu o preço do plano AI Ultra no Brasil, de R$ 1.209,90 para R$ 779,90 mensais.
  • Contudo, a capacidade de armazenamento caiu para 20 TB; quem quiser os 30 TB do pacote anterior terá que pagar R$ 999,90 por mês.
  • Os planos Plus e Pro não sofreram alteração e seguem custando R$ 24,99 e R$ 96,99 ao mês, respectivamente.

O Google reduziu o preço do plano AI Ultra no Brasil. A assinatura mais cara do Gemini, que antes custava R$ 1.209,90 por mês, agora pode ser contratada por R$ 779,90 mensais. A redução veio acompanhada de um corte no armazenamento incluído, que caiu de 30 TB para 20 TB.

Quem quiser os 30 TB do pacote anterior terá que optar por uma nova versão do AI Ultra, que custa R$ 999,90 por mês. É somente esse plano que dá acesso ao Project Genie, IA do Google para criar e interagir com mundos virtuais e cenários 3D.

Além do armazenamento, o Google também passou a diferenciar os planos pelos limites de uso. A opção de R$ 779,90 oferece até cinco vezes mais capacidade nas ferramentas de IA em relação ao plano Pro, enquanto a versão de R$ 999,90 entrega até 20 vezes mais capacidade.

Captura de tela mostra os valores da assinatura do plano AI Ultra do Google
Esses são os novos valores da assinatura mais cara do Gemini (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Quais são os novos preços?

  • Google AI Ultra: R$ 779,90/mês, com 20 TB de armazenamento; ou R$ 999,90/mês, com 30 TB de armazenamento;
  • Google AI Pro: R$ 96,99/mês, com dois meses promocionais a R$ 48,49 (sem alteração);
  • Google AI Plus: R$ 24,99/mês (sem alteração).

A mudança acompanha a reformulação anunciada ontem (19/05) no Google I/O 2026. Nos Estados Unidos, a empresa reduziu pela metade o preço da assinatura mais cara do Gemini, que passou a custar a partir de US$ 100 mensais.

Além disso, a empresa aproveitou o evento para anunciar outras novidades:

Google reduz preço de IA no Brasil (mas continua caríssimo)

Google no Brasil (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

(imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Sony deixa o PlayStation Plus mais caro no Brasil; veja valores

19 de Maio de 2026, 16:29
Imagem mostra um PlayStation 5 branco ao lado de um controle de videogame branco e preto. Ambos estão flutuando sobre um fundo azul. Na parte inferior direita, o logotipo do "Tecnoblog" é visível.
PlayStation Plus recebe nova atualização nos preços (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Sony anunciou um reajuste nos preços dos planos mensais e trimestrais do PlayStation Plus no Brasil.
  • Os aumentos chegam a 13% e começam em 20 de maio para novos assinantes.
  • Os planos anuais do PS Plus Essential, Extra e Deluxe permanecem sem alterações nos preços.

A Sony anunciou mais um reajuste nos preços dos planos do PlayStation Plus — e prepare o bolso porque, sim, ele chega ao Brasil. Os novos valores contam com acréscimo de até 13% e atingem os planos mensais e trimestrais do serviço, mas não afetam clientes com assinatura ativa, apenas novos assinantes.

A empresa confirmou a alteração ao site Meu PlayStation, após o anúncio de aumentos semelhantes em outros mercados. O reajuste passa a valer amanhã (20/05) para novos assinantes das três categoriais do serviço: Essential, Extra e Deluxe.

Starting May 20, PlayStation Plus prices for new customers will increase in select regions. Due to ongoing market conditions, prices will start at $10.99 USD / €9.99 EUR / £7.99 GBP for 1-month subscriptions and $27.99 USD / €27.99 EUR / £21.99 GBP for 3-month subscriptions.…

— PlayStation (@PlayStation) May 18, 2026

Em nota, a empresa atribuiu a mudança às condições econômicas globais: “Como muitas empresas ao redor do mundo, nós continuamos sendo impactados por condições de mercado a nível global e precisamos ajustar os preços para os novos assinantes do PlayStation Plus”.

A companhia anunciou a nova política de preços nessa segunda-feira (18/05), mirando o mercado internacional. Nos Estados Unidos, a assinatura chega a um aumento de US$ 3 no plano Essential trimestral; no Brasil, o salto é de R$ 15, chegando a R$ 30 no plano Deluxe.

Novos preços do PS Plus no Brasil

Essential

  • 1 mês: de R$ 43,90 para R$ 49,90
  • 3 meses: de R$ 114,90 para R$ 129,90
  • 12 meses: R$ 359,90 (sem alteração)

Extra

  • 1 mês: de R$ 65,90 para R$ 74,90
  • 3 meses: de R$ 186,90 para R$ 209,90
  • 12 meses: R$ 592,90 (sem alteração)

Deluxe

  • 1 mês: de R$ 76,90 para R$ 86,90
  • 3 meses: de R$ 219,90 para R$ 249,90
  • 12 meses: R$ 691,90 (sem alteração)

O reajuste afeta quem já assina?

playstation plus
Assinantes atuais do serviço não sofrerão com reajuste imediatamente (imagem: reprodução)

Segundo a Sony, não. Os valores antigos continuam valendo enquanto o plano permanecer ativo. A mudança só será aplicada caso a assinatura expire ou o usuário decida trocar de plano. Dessa forma, quem mantém a renovação automática ativa deve continuar pagando o valor anterior, ao menos por enquanto.

Como os planos anuais não sofreram alteração até aqui, a mudança afetará principalmente assinantes que costumam ativar o PS Plus por menos tempo, muitas vezes de acordo com o catálogo disponível.

A decisão segue uma sequência de reajustes recentes envolvendo produtos PlayStation. Como lembra o The Verge, o aumento nos planos de curta duração do PS Plus ocorre depois de duas altas no preço do PlayStation 5. No Brasil, o console teve um aumento considerável.

Nesse reajuste, a Sony também citou “pressões contínuas no cenário econômico global”. O momento deve levar ao atraso no lançamento da nova geração do console, que pode chegar apenas em 2028.

Além da mudança de preços, a Sony também alterou sua política interna e não deve mais lançar jogos single-player do PlayStation para o PC.

Sony deixa o PlayStation Plus mais caro no Brasil; veja valores

PlayStation 5 da Sony (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Amazon lança novo Fire TV Stick HD com Vega OS no Brasil

14 de Maio de 2026, 16:27
Imagem em plano superior oblíquo mostrando um Amazon Fire TV Stick e seu controle remoto correspondente sobre uma superfície de concreto claro. O Fire TV Stick é um dispositivo preto e retangular, com o conector HDMI metálico visível em uma extremidade e o logo "fire tv" na parte superior. O controle remoto é preto e ovalado, com diversos botões cinzas, incluindo um botão azul redondo no topo com o ícone de microfone. Abaixo, há um anel direcional central e botões para navegação, volume, mute e botões de atalho coloridos com os logos de "prime video" (azul) e "NETFLIX" (vermelho). A luz suave incide sobre os objetos.
Novo Amazon Fire TV Stick HD (imagem: divulgação/Amazon)
Resumo
  • Amazon lançou novo Fire TV Stick HD no Brasil, com dimensões 30% menores que modelo anterior e preço sugerido de R$ 379;
  • dispositivo roda Vega OS e é compatível com Xbox Game Pass, além de suportar resoluções de até 1080p e padrões como HDR10 e HLG;
  • novo Fire TV Stick HD já está disponível no site da Amazon Brasil, com opções de parcelamento em até 12 vezes no cartão Amazon Prime.

A nova geração do Amazon Fire TV Stick HD acaba de ser lançada oficialmente no Brasil. A novidade tem as dimensões reduzidas em relação à geração anterior entre seus principais atributos. O dispositivo também é compatível com o Xbox Game Pass e roda o Vega OS, novo sistema operacional da Amazon. O preço sugerido é de R$ 379.

De acordo com a companhia, o novo Fire TV Stick HD é aproximadamente 30% mais fino do que o modelo antecessor. Mas isso não significa que o dispositivo traz menos recursos. É o contrário. A Amazon fala em “navegação fluida entre aplicativos, inicialização ágil de conteúdos e transições suaves” na novidade.

No aspecto da conectividade, o dispositivo requer apenas uma TV ou monitor com porta HDMI disponível, além de uma rede Wi-Fi para conexão à internet. Um detalhe interessante é que, a exemplo de outros aparelhos do tipo, o Fire TV Stick HD agora pode ser alimentado apenas pela porta USB da TV ou monitor, dispensando um adaptador de tomada.

Vale destacar, porém, que esta versão reproduz vídeo somente nas resoluções 720p e 1080p. De modo complementar, há suporte a padrões como HDR10, HDR10+, HLG, H.265, H.264, VP9, AV1.

Sobre o sistema operacional, trata-se do Vega OS, da própria Amazon. Esse sistema não é baseado diretamente no Android, como o antecessor Fire OS, mas traz vários recursos importantes, incluindo compatibilidade com aplicativos de diversas plataformas de streaming, como Netflix, YouTube, Globoplay, Apple TV e, claro, Amazon Prime Video.

A interface também mudou, desta vez para ficar mais rápida, bem organizada e personalizável. Com relação a esta última característica, a Amazon enfatiza que o usuário pode fixar até 20 aplicativos na tela inicial.

O suporte a jogos do Xbox Game Pass é outro atrativo, como já mencionado. Para usar esse recurso, é preciso baixar o aplicativo do Xbox a partir da Appstore. Também é necessário ser assinante do Xbox Game Pass, obviamente, e usar um dos controles compatíveis com a plataforma.

Já o controle remoto continua tendo design minimalista, suporte a comandos de voz e botões para alguns serviços de streaming.

Fotografia de um quarto de hotel de luxo à noite. No centro, uma cama de casal com cabeceira cinza, lençóis claros, travesseiros brancos e cinzas, e uma manta escura aos pés. Ao lado esquerdo, um criado-mudo branco com uma luminária acesa, um vaso de flores e prateleiras com livros. Ao fundo, uma grande janela do chão ao teto com cortinas escuras abertas, revelando uma vista noturna da cidade. Na parede direita, uma TV de tela plana exibe um menu de streaming. Um círculo em destaque mostra o detalhe lateral da TV, onde um Fire TV Stick (dispositivo preto) com a marca "fire tv" está conectado a uma porta HDMI, junto a outros cabos. Uma seta branca aponta da TV para o círculo.
Novo Fire TV Stick HD é menor que seu antecessor (imagem: divulgação/Amazon)

Preço e disponibilidade do Fire TV Stick HD no Brasil

O novo Fire TV Stick HD já está à venda no site brasileiro da Amazon. O preço de lançamento, sem considerar eventuais descontos ou promoções, é de R$ 379, valor que pode ser parcelado em até sete vezes no cartão de crédito ou em até 12 vezes no cartão Amazon Prime.

Vale destacar que o lançamento no Brasil ocorre um mês depois de o novo Fire TV Stick HD ter sido lançado nos Estados Unidos.

Especificações técnicas do novo Amazon Fire TV Stick HD

  • Processador: quad-core de 1,7 GHz (modelo não especificado)
  • Armazenamento interno: 8 GB
  • Conectividade sem fio: Wi-Fi 6, Bluetooth 5.3
  • Portas: HDMI, USB-C
  • Resoluções: 1080p ou 720p em até 60 fps
  • Formatos e codecs: HDR10, HDR10+, HLG, H.265, H.264, VP9, AV1
  • Dimensões: 91,5 x 21,1 x 14,5 mm
  • Peso: 35,8 g

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Amazon lança novo Fire TV Stick HD com Vega OS no Brasil

Design compacto é a principal novidade (imagem: divulgação)

Amazon quer que você compre um Fire TV Stick HD para levar na viagem (imagem: divulgação)

Netflix planeja mostrar mais anúncios em seu plano mais barato

14 de Maio de 2026, 11:41
Arte mostra o logo da Netflix, uma letra "N" vermelha, ao centro. Na parte inferior direita, o logotipo do "tecnoblog" é visível.
Netflix planeja mostrar mais anúncios em seu plano mais barato (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • plano com anúncios da Netflix atingiu marca de 250 milhões de usuários globais em 2026;

  • empresa planeja expandir a modalidade para novos países e novos formatos de conteúdo em 2027;

  • no Brasil, o plano com anúncios custa R$ 20,90 mensais e oferece resolução Full HD em até duas telas.

No evento Upfront 2026, realizado nesta semana, a Netflix deixou claro que a ideia de oferecer um plano com mensalidade mais barata, mas apoiada em publicidade, deu certo. Tanto que a companhia pretende explorar ainda mais essa opção, o que significa que os assinantes da modalidade poderão esperar por mais anúncios em um futuro próximo.

A Netflix introduziu o plano com anúncios em 2022, inclusive no Brasil. No ano passado, a companhia revelou que essa opção contava com 94 milhões de assinantes ativos mensais em escala global. Agora, em 2026, esse número saltou para 250 milhões de pessoas.

Desse total, mais de 80% consomem o conteúdo da plataforma de streaming pelo menos uma vez por semana. Já não há dúvidas, portanto, de que o plano com anúncios é um sucesso para a companhia.

Como a Netflix vai expandir o plano com anúncios?

Começa pela oferta do plano com anúncios em mais países. A partir de 2027, essa opção chegará a mercados como Áustria, Bélgica, Colômbia, Dinamarca, Filipinas, Holanda, Indonésia, Irlanda, Noruega, Nova Zelândia, Peru, Polônia, Suécia, Suíça e Tailândia.

Também para 2027, a Netflix pretende exibir anúncios publicitários em outros formatos de conteúdo, como podcasts em vídeo e vídeos verticais (direcionados a celulares).

Depois vem a expansão do uso de IA para que anunciantes possam criar planos de mídia mais condizentes com seus objetivos, otimizar compras de anúncios na plataforma e ajustar as peças para exibição adequada em diferentes formatos, por exemplo.

A Netflix afirma que também já vem testando novas configurações que ajustam o limite de frequência de anúncios e quais deles devem ser exibidos a cada usuário, o que é feito com base na análise das visualizações pelos assinantes. Esse é outro aspecto que favorece o aumento da quantidade de anúncios que o usuário pode encontrar no serviço.

Imagem mostra o prédio da Netflix em Hollywood, nos Estados Unidos
Prédio da Netflix (foto: Thiago Mobilon/Tecnoblog)

Preços da Netflix no Brasil

Chamado de “Padrão com anúncios”, o plano que exibe publicidade custa R$ 20,90 por mês no Brasil. A tabela a seguir resume as características de cada plano da plataforma no país:

PlanoMensalidadeResoluçãoTelasDownloads
Padrão com anúnciosR$ 20,90Full HD (1080p)2Até 15 por aparelho/mês em até 2 dispositivos
PadrãoR$ 44,90Full HD (1080p)2Em até 2 dispositivos
PremiumR$ 59,904K + HDR4Em até 6 dispositivos

Só para não deixar dúvidas: os planos Padrão e Premium são as opções para quem não quer se deparar com anúncios na Netflix.

Netflix planeja mostrar mais anúncios em seu plano mais barato

Netflix (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Netflix (foto: Thiago Mobilon/Tecnoblog)

Vivo X300 Ultra: Jovi deve lançar smartphone com kit fotográfico no Brasil

12 de Maio de 2026, 16:31
Modelo conta com câmera teleobjetiva de 200 MP e lentes extras opcionais (imagem: divulgação)
Resumo
  • O Jovi X300 Ultra, topo de linha da fabricante chinesa, foi homologado pela Anatel e deve ser lançado no Brasil em breve.
  • O smartphone possui lente principal e teleobjetiva de 200 MP e ultrawide de 50 MP, além de um kit de acessórios fotográficos com lente extensora.
  • O preço deverá ser alto, já que o modelo será fabricado na China e não terá incentivos fiscais.

O smartphone Vivo X300 Ultra, modelo de ponta da fabricante chinesa, tem grandes chances de desembarcar em breve no Brasil. A subsidiária local, batizada de Jovi, realizou a homologação do produto junto à Anatel na última sexta-feira (08/05), o que permite a venda em nosso território.

O Tecnoblog havia adiantado, ainda em janeiro, a possibilidade de o modelo vir ao país, quando a fabricante obteve a homologação do carregador de 100 W e da bateria. Agora, podemos confirmar que se trata do Jovi X300 Ultra, já que o número de modelo J2510 e o nome comercial surgiram na lista de dispositivos certificados do Android.

Certificado de homologação do Jovi X300 Ultra (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Smartphone com kit fotográfico

O celular se destaca pelas especificações poderosas e excelentes câmeras: tanto a lente principal quanto a teleobjetiva tem 200 megapixels, enquanto a ultrawide oferece 50 megapixels.

Além dos 3,7x de zoom já embutidos, a fabricante oferece um kit de acessórios com capa, adaptadores para lentes, grip com controles, suporte para tripé e uma lente extensora de 200 ou 400 mm, adicionando 2,35 x ou 4,7 x de zoom.

O grip inclui bateria adicional de 2.300 mAh e também já está homologado pela Anatel, indicando que a Jovi deve oferecer o kit no Brasil.

Acessórios do kit fotográfico do X300 Ultra (imagem: divulgação)

Especifiações topo de linha

O restante das especificações também é topo de linha: o X300 Ultra usa o SoC Snapdragon 8 Elite Gen 5 combinado a 12 ou 16 GB de RAM e 256 GB até 1 TB de memória interna.

Seu display AMOLED possui taxa de atualização variável até 144 Hz e suporta HDR10+ e Dolby Vision, com alta densidade de pixels (510 pontos por polegada, resolução de 1.440 x 3.168 pixels).

A conectividade é de ponta: 5G, Wi-Fi 7 (inclusive de 6 GHz), Bluetooth, NFC e até infravermelho para uso como controle remoto.

A bateria é a já homologada BB57X, com 6.600 mAh. Ela utiliza ânodos de silício-carbono, permitindo que o X300 Ultra mantenha espessura de 8,5 mm.

Para recarregar, o Jovi X300 Ultra virá com carregador de 100 W na caixa, que também já está homologado, além de aceitar recarga sem fio e oferecer carregamento sem fio reverso.

Bateria BB57X do X300 Ultra (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Quanto vai custar?

O Jovi X300 Ultra não deve sair barato: ele já é vendido na Europa por 1.999 euros, mais de R$ 11.500 reais em conversão direta. Por ser fabricado na China, não receberá incentivos fiscais.

O conjunto de acessórios fotográficos com a lente de 400 mm custa 599 euros (R$ 3.450).

O X300 Ultra deverá ter um irmão menos caro: o Jovi X300 FE. O nome já consta da lista de dispositivos certificados do Bluetooth SIG, mas ainda não foi homologado no Brasil.

Vivo X300 Ultra: Jovi deve lançar smartphone com kit fotográfico no Brasil

Vivo X300 Ultra oferece câmera teleobjetiva com 200 MP e lentes extras opcionais (imagem: divulgação)

Certificado de homologação do Jovi X300 Ultra (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Kindle Scribe com caneta magnética chega ao Brasil; veja os preços

12 de Maio de 2026, 11:46
Kindle Scribe custa a partir de R$ 2.499 (imagem: divulgação)
Resumo
  • O Kindle Scribe, com caneta eletrônica, é lançado no Brasil com preços a partir de R$ 2.499.
  • O dispositivo tem tela de 11 polegadas, textura de vidro para simular escrita em papel, e acompanha caneta magnética sem necessidade de carregamento.
  • Os modelos incluem integração com nuvem, acesso à loja de e-books da Amazon e Kindle Unlimited com três meses grátis.

Um novo Kindle desembarca hoje no Brasil: o Kindle Scribe permite que o consumidor faça anotações diretamente na tela, com uma caneta específica para isso. O produto custa a partir de R$ 2.499, com pré-venda se iniciando nesta terça-feira (12/05).

A Amazon optou por lançar três opções do dispositivo. Os modelos Kindle Scribe e Kindle Scribe Colorsoft têm tela de 11 polegadas com textura de vidro desenvolvida para simular o atrito da escrita em papel, espessura de 5,4 mm e peso de 400 g. O Colorsoft acrescenta suporte a cores na tela, canetas em 10 cores e marcadores em 5 cores. Todos os modelos acompanham uma caneta magnética, sem necessidade de carregamento.

A linha estreia um novo chip quad-core e mais memória que as gerações anteriores, que nunca foram vendidas oficialmente no Brasil. A Amazon afirma que o desempenho é 40% mais rápido para escrita e virada de páginas. A tela usa tecnologia Oxide da empresa, com maior contraste tanto em preto e branco quanto em cores. No Colorsoft, LEDs de nitreto reforçam a reprodução de cores.

Serviços integrados

Kindle Scribe tem versões em P/B e colorido (imagem: divulgação)

Já que é um produto voltado para anotações, a companhia destaca a integração com a nuvem. É possível importar documentos via Google Drive e Microsoft OneDrive, exportar PDFs anotados e sincronizar anotações com o OneNote. A linha também conta com busca em anotações manuscritas com tecnologia de IA, com geração de resumos e respostas a perguntas de acompanhamento.

Por ser também um Kindle, o dispositivo dá acesso à loja de e-books da Amazon e ao Kindle Unlimited. Os modelos vêm com três meses grátis do serviço de assinatura, que dá acesso a milhões de títulos. Uma linha de capas premium, feita em couro, será lançada a partir de junho, com preços a partir de R$ 489.

Preço do Kindle Scribe

Confira os preços divulgados pela Amazon:

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Kindle Scribe com caneta magnética chega ao Brasil; veja os preços

Samsung antecipa One UI 8.5: celulares do Brasil já recebem atualização

12 de Maio de 2026, 11:26
Uma mão segura um smartphone com bordas azuis metálicas, exibindo a tela de "Atualização de software". O texto no visor informa: "Baixando e instalando..". Abaixo, uma imagem ilustrativa mostra widgets coloridos e o texto: "Mais você do que nunca. Atualize para o One UI 8.5...". No canto inferior direito da imagem, está o logotipo do site "tecnoblog" em letras brancas sobrepostas a um fundo desfocado.
Galaxy Z Fold 7 começou a receber a One UI 8.5 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Resumo
  • Samsung iniciou a liberação da One UI 8.5 no Brasil antes do previsto.
  • Aparelhos da linha Galaxy S25 e dobráveis do ano passado já estão recebendo o update de interface.
  • Caso o smarpthone não exiba o Quick Share com integração ao AirDrop da Apple, é preciso reiniciar o aparelho uma segunda vez.

A Samsung parece ter se antecipado: ela começou a liberar a One UI 8.5 no Brasil mais cedo do que se imaginava. Aparelhos da linha Galaxy S25 e dobráveis lançados no ano passado já estão recebendo a atualização, segundo relatos nas redes sociais.

Até o momento, o update foi confirmado nos seguintes aparelhos por usuários brasileiros:

  • Galaxy S25
  • Galaxy S25 FE
  • Galaxy S25 Ultra
  • Galaxy Z Flip 7
  • Galaxy Z Fold 7

O Tecnoblog havia apurado anteriormente que a distribuição para a linha S25 estava prevista para quinta-feira (14/05). No entanto, a fabricante sul-coreana parece ter acelerado os planos e iniciado a liberação antes da previsão.

A distribuição indica que a Samsung está priorizando os modelos premium e dobráveis mais recentes nesta primeira fase da atualização.

Problemas com o Quick Share? Temos uma resposta

Após a atualização, alguns usuários relataram problemas com a integração entre Galaxy e iPhone via Quick Share/AirDrop. Em resposta ao Tecnoblog, a Samsung informou que, após o update, é preciso reiniciar o smartphone uma segunda vez. Depois disso, a nova função deve aparecer.

A integração estreou no Galaxy S26, mas a fabricante já havia prometido que expandiria a compatibilidade para outros aparelhos com a nova versão da interface. Durante a fase beta da One UI 8.5, os modelos das linhas Galaxy S23, S24 e S25 receberam o recurso, além dos dobráveis e do Galaxy A36.

ontem atualizei o Galaxy S25 para a OneUI 8.5. prometeram compatibilidade com AirDrop mas não funcionou aqui pic.twitter.com/nJGJT3DulI

— Lucas Braga (@LucasBraga) May 12, 2026

O que a One UI 8.5 traz de novo?

A nova versão da interface traz um conjunto de mudanças discretas, mas ainda assim relevantes. Entre os principais recursos, estão:

  • filtro de chamadas reforçado por IA;
  • Bixby com integração aos recursos de IA do Perplexity AI;
  • ferramenta no Samsung Notes capaz de resolver equações matemáticas automaticamente;
  • novos efeitos visuais e navegação mais fluida na interface;
  • widget de alarme integrado à Now Bar;
  • IA para ocultar dados sensíveis em fotos, como números de documentos;
  • sistema que identifica e silencia aplicativos com excesso de notificações.

Samsung antecipa One UI 8.5: celulares do Brasil já recebem atualização

Galaxy Z Fold 7 começou a receber a One UI 8.5 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Edge 70 Pro, com quatro câmeras de 50 MP, chega ao Brasil; saiba quanto custa

12 de Maio de 2026, 10:48
Câmeras do Edge 70 Pro
Conjunto traseiro tem três câmeras de 50 megapixels (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Além de renovar sua linha de dobráveis, a Motorola apresentou ao mercado brasileiro o Edge 70 Pro, com preço sugerido de R$ 4.499. O aparelho é um “quase topo de linha”, com muitas especificações avançadas, mas ainda abaixo do Signature, carro chefe da marca.

Entre os destaques, estão quatro câmeras de 50 megapixels, bateria com capacidade para 6.500 mAh e chip MediaTek Dimensity 8500 Extreme.

Quais são os destaques do Edge 70 Pro?

Smartphone Edge 70 Pro mostrando a tela inicial do Android
Edge 70 Pro tem tela de 6,8 polegadas (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

O Edge 70 Pro tem muitas características que poderiam estar em um smartphone flagship e outras que ficam bem próximas. Entre elas, há um trio de câmeras traseiras (principal, ultrawide e teleobjetiva com zoom de 3,5x) de 50 megapixels. A frontal também tem 50 megapixels.

A bateria usa a tecnologia de silício-carbono, atingindo a capacidade de 6.500 mAh e contando com suporte a recarga rápida de 90 W com fio e 15 W sem fio. O Edge 70 Pro usa chip MediaTek Dimensity 8500 Extreme, que trabalha com 12 GB de RAM. No Brasil, estão disponíveis versões de 256 GB e 512 GB.

A tela do aparelho usa tecnologia AMOLED, tem 6,8 polegadas, resolução 1,5K e taxa de atualização de 144 Hz. Um detalhe de design interessante são as curvas nas quatro bordas.

Edge 70 Pro, com quatro câmeras de 50 MP, chega ao Brasil; saiba quanto custa

Conjunto traseiro tem três câmeras de 50 megapixels (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Edge 70 Pro tem tela de 6,8 polegadas (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Quem é Eduardo Saverin? Conheça o brasileiro cofundador do Facebook

12 de Maio de 2026, 10:23
Foto do empreendedor brasileiro Eduardo Saverin
Saverin teve um importante papel na fundação do Facebook e atua como investidor em startups de setores estratégicos (imagem: Bryan Van Der Beek/The Forbes Collection)

O brasileiro Eduardo Saverin cravou seu nome na história da tecnologia como cofundador do Facebook durante seus anos em Harvard. Em 2004, ele foi o arquiteto financeiro essencial para que a rede social de Mark Zuckerberg ganhasse fôlego e escala global nos primeiros meses.

Longe das operações da Meta Platforms desde 2005, ele comanda sua própria firma de capital de risco: a B Capital Group. Por meio dessa gestora, ele impulsiona startups globais, consolidando-se como um dos maiores investidores do ecossistema de inovação mundial.

A seguir, saiba mais sobre a história de Saverin, como ele se tornou o brasileiro mais rico do mundo e sua participação no Facebook. Também descubra em quanto é avaliada a fortuna do empreendedor.

Quem é Eduardo Saverin?

Eduardo Saverin é um bilionário brasileiro que atuou como cofundador e primeiro diretor financeiro (CFO) na história do Facebook. Ele lidera a B Capital Group, um fundo de capital de risco (venture capital) focado em expandir startups no mercado global de tecnologia.

Qual é a formação de Eduardo Saverin?

Saverin formou-se em economia com honras magna cum laude (alto desempenho acadêmico) pela Universidade de Harvard em 2006, onde presidiu a associação de investimentos. Durante a graduação, utilizou modelos matemáticos de previsão climática para operar no mercado de commodities com contratos futuros de petróleo.

Essa base analítica de alto nível na Ivy League, grupo das universidades mais exclusivas dos EUA, foi o alicerce para sua atuação estratégica. Embora existam especulações sobre cursos de MBA, seu diploma de bacharelado permanece como sua principal e mais relevante credencial acadêmica.

Foto do empreendedor brasileiro Eduardo Saverin
Eduardo Saverin é formado em economia na Universidade de Harvard (imagem: REUTERS/Edgar Su/FILE PHOTO)

Onde Eduardo Saverin mora? 

Saverin reside em Singapura desde 2009, onde mantém propriedades de alto luxo e utiliza a cidade-estado como seu “centro de operações” estratégico. O país tornou-se a base principal do empreendedor para gerir a B Capital Group e coordenar investimentos em tecnologia por todo o continente asiático.

Quais são as empresas de Eduardo Saverin?

Saverin lidera a B Capital Group, firma de venture capital que gere mais de US$ 6 bilhões em ativos. A gestora foca em impulsionar startups de setores estratégicos, como saúde, logística e fintechs (empresas de tecnologia financeira).

Além da participação na Meta Platforms (Facebook), o empresário investe na aceleradora Antler, focada em negócios early-stage (estágio inicial). Seu portfólio diversificado inclui aportes em soluções Saas (Software por assinatura), consolidando sua influência no ecossistema global de tecnologia.

Foto do empreendedor brasileiro Eduardo Saverin e o empreendedor Raj Ganguly
Saverin cofundou a B Capital Group ao lado do empreendedor norte-americano Raj Ganguly (imagem: Reprodução/Forbes)

Eduardo Saverin ainda é dono do Facebook? 

Saverin não é o dono majoritário da Meta Platforms, empresa dona do Facebook, mas permanece como um acionista relevante e cofundador oficial. Estima-se que ele detém cerca de 2% das ações da companhia, participação garantida após acordos judiciais.

Apesar da fatia expressiva, sua posição consiste em ações de Classe A, que oferecem poder de voto reduzido nas decisões corporativas. O empreendedor não exerce funções de gestão na gigante das redes sociais desde 2005, concentrando seus esforços no mercado global de investimentos.

Por que Eduardo Saverin processou o Facebook? 

Eduardo Saverin acionou a Justiça em 2005 após alegar que Mark Zuckerberg orquestrou uma reestruturação para diluir sua participação societária. Nessa manobra, novas ações foram emitidas, reduzindo drasticamente a fatia do brasileiro de 30% para menos de 10%.

O conflito escalou por divergências sobre a monetização do Facebook e acusações de que o sócio teria invalidado acordos de compras de papéis da empresa. Saverin também questionou a legitimidade de manobras contábeis e o uso de fundos da empresa para despesas pessoais.

A disputa foi encerrada em 2009 com um acordo extrajudicial que restituiu a Saverin o título oficial de cofundador da plataforma. Além do reconhecimento histórico, ele garantiu uma participação bilionária em ações, encerrando o imbróglio jurídico que marcou os primeiros anos da companhia.

Eduardo Saverin, cofundador do Facebook
Eduardo Saverin batalhou na justiça para reaver o título de cofundador do Facebook (imagem: Divulgação/B Capital Group)

Qual é a fortuna de Eduardo Saverin?

A fortuna de Saverin é estimada em cerca de US$ 33,3 bilhões, segundo a Forbes em maio de 2026, consolidando sua posição como o brasileiro mais rico do mundo. Esse patrimônio provém majoritariamente de suas ações da Meta Platforms, impulsionadas pela valorização ligada ao setor de inteligência artificial.

O bilionário também diversifica seu capital por meio da própria firma de investimentos em tecnologia, a B Capital Group. No ranking global de personalidades de tecnologia, Saverin figura entre os 60 indivíduos mais ricos do planeta, superando outros grandes nomes do cenário.

Quem é Eduardo Saverin? Conheça o brasileiro cofundador do Facebook

FILE PHOTO: Facebook co-founder Eduardo Saverin speaks at the Tech in Asia conference in Singapore April 12, 2016. (imagem: REUTERS/Edgar Su/FILE PHOTO)

Eduardo Saverin batalhou na justiça para reaver o título de cofundador do Facebook (Imagem: Divulgação/B Capital Group)

Motorola lança dobráveis Razr Fold e Razr 70 Ultra no Brasil; veja os preços

12 de Maio de 2026, 10:09
Motorola Razr Fold aberto, mostrando a tela inicial do Android. A tela tem 8,08 polegadas e é quase quadrada.
Razr Fold alterna entre formatos de smartphone e tablet (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

A Motorola lançou, nesta terça-feira (12/05), o smartphone dobrável Razr Fold no Brasil. O aparelho tem preço sugerido de R$ 15.999 para as versões regulares e R$ 16.999 para a edição especial da Copa do Mundo. A marca também anunciou a chegada do Razr 70 Ultra, com preço sugerido de R$ 12.999.

Além deles, a Motorola também trouxe um smartphone no tradicional formato de barra: o Edge 70 Pro (R$ 4.499).

O Razr Fold foi apresentado no começo do ano, durante a CES 2026, em Las Vegas (Estados Unidos). Primeiro produto da marca no formato de livro, ele desembarca no mercado nacional para competir com nomes como Galaxy Fold 7.

O aparelho vem com uma caneta Motorola Pen Ultra, que conta com tecnologias como sensibilidade à pressão e rejeição de palma. Compatível com o Signature e com alguns dos tablets da Lenovo, ela também será vendida separadamente, com preço sugerido de R$ 999.

Motorola Razr 70 Ultra aberto, mostrando tela de 7 polegadas alongada na vertical
Razr 70 Ultra tem tela interna de 7 polegadas (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Já o Razr 70 Ultra é o novo aparelho mais avançado da Motorola entre as opções com formato flip. Ele tem chip Snapdragon 8 Elite, da Qualcomm, tela interna de 7 polegadas e bateria de 5.000 mAh.

Quais são os destaques do Razr Fold?

O Razr Fold tem tela externa AMOLED de 6,56 polegadas, com taxa de atualização de 165 Hz, e tela interna pOLED de 8,09 polegadas e 120 Hz. O formato de tablet tem proporção quase quadrada, com 2.200 x 2.480 pixels de resolução.

Motorola Razr Fold com uma caneta Motorola Pen Ultra apoiada sobre ele. Na tela, está escrito "Olá Tecnoblog"
Razr Fold vem com caneta Motorola Pen Ultra

Ele tem 16 GB de RAM, 1 TB de armazenamento e chip Snapdragon 8 Gen 5, o mesmo empregado no Signature. A bateria de silício-carbono tem capacidade para 6.000 mAh e suporte a carregamento rápido de 80 W.

Em câmeras traseiras, são três sensores (principal, ultrawide e zoom de 3x) com 50 megapixels de resolução e capacidade de gravar 8K a 30 fps. A câmera frontal tem 20 megapixels.

Quais são os destaques do Razr 70 Ultra?

Razr 70 Ultra fechado, visto de costas, com acabamento que imita madeira
Razr 70 Ultra tem duas opções de acabamento e cor (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

O Razr 70 Ultra é o irmão mais potente do Razr 70, apresentado há algumas semanas. Ele tem chip Snapdragon 8 Elite (de 2024), bateria de 5.000 mAh e carregamento rápido de 68 W.

Ele conta com uma tela interna de 7 polegadas, com resolução 1,5K e taxa de atualização de até 165 Hz. Do lado de fora, uma tela secundária de 4 polegadas, capaz de rodar todos os apps do Android.

Em câmeras, há uma principal, uma ultrawide e uma frontal na tela interna, todas com sensores de 50 megapixels.

Motorola lança dobráveis Razr Fold e Razr 70 Ultra no Brasil; veja os preços

Razr Fold alterna entre formatos de smartphone e tablet (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Razr 70 Ultra tem tela interna de 7 polegadas (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Razr Fold vem com caneta Motorola Pen Ultra

Razr 70 Ultra tem duas opções de acabamento e cor (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Galaxy A57 (256 GB) já atinge 34% OFF na melhor oferta desde lançamento

11 de Maio de 2026, 12:51
R$ 3.999,0034% OFF

Prós
  • Tela Super AMOLED+ de 120 Hz
  • Certificação IP68
  • Chega com Android 16 e One UI 8.5
  • Dimensões melhores e ficou mais leve
  • Promessa de 6 anos de atualizações
Contras
  • Mesmo trio de câmeras do A56
  • Bateria segue sendo de íon-lítio
PIX
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O Galaxy A57 lançado no Brasil há menos de um mês já se encontra com 34% de desconto. A oferta registrada no Magazine Luiza é a melhor até o momento pela versão de 256 GB, por R$ 2.639 no Pix. O celular intermediário de última geração da Samsung anunciado por R$ 3.999 promete melhorias a geração passada.

Galaxy A57 5G conta com tela Super AMOLED+ e chip Exynos 1680

Foto tirada em evento de lançamento do Galaxy A57 mostra telão com as principais características do painel do smartphone
Galaxy A57 tem tela Super AMOLED+ de 120 Hz (imagem: Ana Marques/Tecnoblog)

O smartphone mantém a construção do painel do A56 com tela de 6,7 polegadas, taxa de atualização de 120 Hz que entrega excelente fluidez durante o uso e resolução Full HD+. A diferença está no avanço para a tecnologia Super AMOLED+, que em tese vai proporcionar maior contraste e cores mais saturadas.

O celular intermediário vem equipado pelo novo processador Exynos 1680 com arquitetura de 4 nanômetros, acompanhado por uma memória RAM de 8 GB. De acordo com a Samsung, o chip oferece otimizações em CPU, GPU e NPU. Portanto, em teoria vai performar melhor em tarefas pesadas, jogos e na execução de funções com IA.

O Galaxy A57 sai da caixa com o Android 16 baseado na mais atual One UI 8.5. Além das já conhecidas ferramentas como Circle to Search e Apagador de Objetos, agora traz outras presentes no Galaxy S26, linha mais avançada da marca. A função “Melhor rosto” combina diversas expressões nas fotos em movimento para entregar o melhor resultado.

Galaxy A57 (imagem: Ana Marques/Tecnoblog)

O trio de câmeras traseiras segue com a mesma configuração bem honesta da geração passada. Liderado pelo sensor principal de 50 MP com OIS, ultrawide para fotos panorâmicas de 12 MP e macro para resultados bem detalhados de 5 MP. Todo o sistema como a lente frontal de 12 MP fazem vídeos em 4K a 30 fps.

A bateria permanece de íon-lítio com capacidade de 5.000 mAh e carregamento exclusivo com cabo USB-C de até 45 W. A conectividade inclui rede móvel 5G, Wi-Fi 6E e a versão mais avançada de Bluetooth 6.0.

Por fim, o celular está mais fino, menor e mais estreito; a construção em alumínio ficou mais leve, com o total de 179 g. Já o salto para a certificação IP68 promete assegurar melhor resistência à imersão contínua em mais de 1 metro de profundidade na água. O Galaxy A57 está disponível por R$ 2.639 no Pix, com desconto de 34%.

Confira o unboxing do Galaxy A57:

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Galaxy A57 (256 GB) já atinge 34% OFF na melhor oferta desde lançamento

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Novo intermediário da Samsung ficou mais fino, leve e promete melhor desempenho do que a geração passada. Galaxy A57 vem de fábrica com Android 16 e One UI 8.5

Galaxy A57 e A37 tem telas Super AMOLED de 120 Hz (imagem: Ana Marques/Tecnoblog)

Galaxy A57 (imagem: Ana Marques/Tecnoblog)

Apple é notificada por propaganda enganosa no Brasil

11 de Maio de 2026, 11:02
Procon Carioca abre processo administrativo contra a Apple (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O Procon Carioca notificou a Apple devido à suposta propaganda enganosa do iPhone, especificamente em relação à Apple Intelligence, que prometia realizar tarefas de inteligência artificial diretamente no aparelho, mas nunca foi completamente entregue.
  • A Apple terá que responder em 20 dias e fornecer informações sobre as funcionalidades entregues, comunicação aos consumidores brasileiros, materiais publicitários veiculados e medidas para corrigir o problema.
  • Nos EUA, a Apple se comprometeu a pagar até US$ 250 milhões em indenização para compradores de iPhone afetados pela propaganda enganosa.

A Apple entrou na mira de órgãos de defesa do consumidor do Brasil. O Tecnoblog apurou com exclusividade que o Procon Carioca notificou a empresa e quer esclarecimentos para suposta publicidade enganosa junto a compradores de iPhones lançados a partir de 2023. Na ocasião, a companhia prometeu funções de inteligência artificial que nunca chegaram ao mercado.

Na última sexta-feira (08/05), o Procon Carioca instaurou procedimento administrativo para apurar potencial omissão, descumprimento de oferta e violação ao dever de informação clara, adequada e ostensiva. As práticas são proibidas pelo Código de Defesa do Consumidor.

Como o caso começou?

O lançamento do iPhone 16 marcou também a propaganda em torno da Apple Intelligence, tecnologia de inteligência artificial que, segundo os comerciais da Apple, seria capaz de realizar um sem-número de tarefas diretamente no aparelho. O recurso nunca foi completamente entregue, mesmo dois anos depois.

Diante disso, uma consumidora abriu uma ação civil pública na Justiça dos Estados Unidos que resultou, na semana passada, num compromisso formal de pagamento. A Apple se comprometeu a dar até US$ 95 (cerca de R$ 465, em conversão direta) para cada comprador de iPhone.

O acordo vai custar US$ 250 milhões aos (bem recheados) cofres da companhia, o que dá por volta de R$ 1,23 bilhão. A medida vale para iPhone 16, iPhone 16e, iPhone 16 Plus, iPhone 16 Pro, iPhone 16 Pro Max, iPhone 15 Pro e iPhone 15 Pro Max. O acordo seja formalmente reconhecido pelo juiz do processo, de acordo com a imprensa americana.

Craig Federighi, VP de engenharia de software da Apple, anunciando o Apple Intelligence
Apple Intelligence irrita artistas por falta de transferência (Imagem: Reprodução/Apple)

Um dos vídeos de divulgação da Apple Intelligence trazia a atriz Bella Ramsey interagindo com a Siri. Ela perguntava quem era uma determinada pessoa, que havia conhecido num determinado local, e, ao menos em tese, o iPhone conseguia consultar sua base de conhecimento para revelar a informação correta.

O vídeo sumiu dos canais oficiais da Apple no YouTube quando ficou claro que a Apple Intelligence estava muito distante daquela promessa. Alguns executivos da Apple posteriormente se desculparam pelas alegações, digamos assim, exageradas.

A notificação do Procon

iPhone 15 Pro Max
Compradores de iPhone 15 Pro (na foto) e 16 podem ser beneficiados em processo administrativo do Procon Carioca (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Eu apurei que o Procon Carioca cobrou os seguintes esclarecimentos:

  • Quais funcionalidades foram efetivamente entregues no lançamento?
  • Como as informações foram comunicadas aos consumidores brasileiros?
  • Quais materiais publicitários foram veiculados no país?
  • Qual o cronograma de implementação dos recursos anunciados?
  • Dados de reclamações de consumidores e número de pessoas impactadas
  • Medidas adotadas ou previstas para garantir correção e eventual compensação

De acordo com o órgão, o caso suscita “princípios centrais das relações de consumo, como a boa-fé, a transparência e o cumprimento da oferta”.

A Apple tem 20 dias para responder ao Procon Carioca. O Tecnoblog também procurou a empresa, que não irá se pronunciar junto à imprensa.

Apple é notificada por propaganda enganosa no Brasil

Procon Carioca abre processo administrativo contra a Apple (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Apple Intelligence irrita artistas por falta de transferência (Imagem: Reprodução/Apple)

iPhone 15 Pro Max (Imagem: Thássius Veloso / Tecnoblog)

Modo Xbox chega oficialmente ao Windows 11

1 de Maio de 2026, 16:21
Modo Xbox no Windows 11
Modo Xbox chega oficialmente ao Windows 11 (imagem: reprodução/Microsoft)
Resumo
  • Modo Xbox foi oficialmente lançado no Windows 11, após fase de teste, permitindo que usuários transformem área de trabalho em painel de jogos em tela cheia;
  • recurso proporciona acesso rápido a jogos instalados e disponíveis via Xbox Game Pass, e proporciona menos distrações;
  • Microsoft iniciou a liberação do Modo Xbox de forma gradual em “mercados selecionados”, o que inclui o Brasil.

Depois de uma fase de testes, o Modo Xbox (Xbox Mode) tornou-se oficial no Windows 11. O recurso, que transforma a área de trabalho do sistema operacional em uma espécie de painel de jogos em tela cheia, começou a ser liberado pela Microsoft para usuários finais, estejam eles usando notebooks, desktops ou tablets.

A proposta é um tanto óbvia: permitir que você tenha acesso rápido ao seu acervo de jogos, bem como possa jogá-los com menos risco de se distrair com outro recurso do computador. Para isso, o novo modo tenta reproduzir, no PC, a experiência de jogar no Xbox, tanto quanto possível.

O acervo de jogos que pode ser acessado inclui tanto aqueles que foram instalados no computador pelas vias tradicionais quanto títulos disponíveis via Xbox Game Pass e outras plataformas compatíveis com o Windows.

É claro que o seu PC continua disponível para outras tarefas: você pode entrar e sair do Modo Xbox a qualquer momento.

Modo Xbox tem origem nos portáteis ROG Xbox Ally

O Modo Xbox é o nome de um recurso que, até recentemente, a Microsoft chamava de Xbox Full Screen Experience (Xbox FSE). O FSB foi implementado inicialmente na linha de portáteis ROG Xbox Ally como uma interface que otimiza a experiência do usuário com esse tipo de dispositivo.

Vem daí outra característica importante do Modo Xbox: a facilidade de navegação por meio de joysticks (e não somente por teclado e mouse, como é típico de PCs).

Com o passar dos meses, a Microsoft expandiu o recurso para outros PCs portáteis para jogos e, no fim de 2025, confirmou a liberação do então XBox FSB para notebooks, desktops e tablets que rodam o Windows 11. A promessa começou a ser cumprida agora.

Xbox FSE para Windows 11
Xbox FSE para Windows 11, agora chamado de Modo Xbox (imagem: reprodução/Microsoft)

Disponibilidade do Modo Xbox no Windows 11

De acordo com a Microsoft, o Modo Xbox já começou a ser liberado. Porém, esse é um processo gradual, que pode levar semanas ou até meses para cobrir todos os PCs.

Como o recurso está sendo disponibilizado via atualização do Windows 11, habilitar a opção “Obter as atualizações mais recentes assim que elas estiverem disponíveis” no Windows Update pode apressar o processo, como a própria Microsoft sugere (isso se o recurso já não estiver ativado, é claro).

Mas grande parte dos usuários terá mesmo que ter paciência. A Microsoft afirma que a liberação começou em “mercados selecionados”. Eis, porém, uma boa notícia para nós: o Brasil está entre esses mercados.

Modo Xbox chega oficialmente ao Windows 11

Modo Xbox chega oficialmente ao Windows 11 (imagem: reprodução/Microsoft)

Xbox FSE para Windows 11 (imagem: reprodução/Microsoft)

Anatel remarca leilão dos 700 MHz

1 de Maio de 2026, 11:26
Martelo de leiloeiro e mapa do Brasil contendo a bandeira nacional e duas torres de celular. Fundo azul com ondas em verde
Leilão de 700 MHz ocorrerá em 4 de maio (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo

A Agência Nacional de Telecomunicações remarcou o leilão da faixa de 700 MHz para a próxima segunda-feira (04/05), depois que uma ação na Justiça impediu o certame, inicialmente marcado para ontem (30/04). Isso não muda a dinâmica do evento, que irá licitar faixas de espectro para que prestadoras operem a rede de telefonia.

O Tribunal Regional Federal da 3ª Região derrubou uma liminar impetrada pela Telcomp, entidade que representa mais de 70 empresas do setor. A Justiça atendeu a um pedido da Unifique, que argumentou que a modelagem do leilão está alinhada com as diretrizes de política pública estabelecidas pelo Ministério das Comunicações.

Conforme explicamos numa reportagem especial, o formato do leilão privilegia as operadoras regionais. Elas terão mais oportunidade de arrematar as novas faixas de frequência. Caso isso não aconteça, as empresas de porte nacional, como Claro, TIM e Vivo, também poderão comprar mais espectro.

A expectativa é de que faixas licitadas na próxima segunda – caso não tenhamos novas surpresas – sejam usadas primeiro para reforçar o sinal do 4G. No futuro, porém, é possível que também sejam usadas na transmissão do 5G.

As empresas vencedoras do leilão deverão cumprir uma série de obrigações relacionadas à cobertura nas rodovias e em localidades de difícil acesso.

De acordo com a Anatel, a sessão pública terá início às 10h e será transmitida via YouTube.

Anatel remarca leilão dos 700 MHz

Leilão de 700 MHz ocorrerá dia 30 (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Operadora promete 5G de graça sempre que a fibra cair

1 de Maio de 2026, 11:09
Símbolos de internet Wi-Fi sem fio
Benefício libera dados móveis sem desconto quando a fibra cai (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Unifique oferece o benefício “Conexão Garantida” para clientes de planos com internet fibra e móvel.
  • A novidade libera o uso de dados móveis sem descontar da franquia quando a internet fixa fica fora do ar.
  • O benefício é válido por 1 a 5 dias, conforme a data da visita técnica, e pode ser estendido mediante nova solicitação.

A Unifique passou a oferecer um benefício para clientes de planos com internet fibra e móvel. Chamado de “Conexão Garantida”, o recurso libera o uso de dados móveis sem descontar da franquia quando a internet fixa fica fora do ar.

Com a oferta, os clientes devem permanecer conectados enquanto o problema técnico não é resolvido. A operadora atua principalmente no Sul do Brasil e vende combos de fibra + móvel a partir de R$ 99,90 por mês.

No entanto, a ativação não é automática. O cliente precisa entrar em contato com a operadora, solicitar o reparo da internet e aguardar o agendamento da visita técnica. Só então, se cumprir os critérios, o acesso móvel ilimitado é liberado.

Como funciona?

Peça publicitária com fundo azul vibrante mostra um jovem de pele clara, vestindo camiseta amarela e camisa jeans aberta. Ele sorri enquanto olha para um celular em sua mão direita. No braço esquerdo, ele segura um notebook aberto. À esquerda, lê-se: "unifique", "CONEXÃO GARANTIDA".
Ativação depende de contato com a operadora e visita técnica (imagem: divulgação)

Se a falha não puder ser resolvida remotamente, a Unifique agenda um técnico e ativa o benefício na linha móvel vinculada ao mesmo CPF ou CNPJ. Durante esse período, o uso de dados não é descontado da franquia nem gera cobrança extra.

O acesso vale por 1 a 5 dias, conforme a data da visita. Em alguns casos, pode ser estendido mediante nova solicitação. Quando a internet fixa volta — ou o prazo termina —, o consumo retorna ao normal.

Regras e limitações

A prestadora explica que o benefício tem restrições:

  • vale para apenas uma linha móvel por cliente;
  • não é cumulativo com outras promoções;
  • não gera desconto ou crédito na fatura;
  • não cobre interrupções programadas;
  • pode ser cancelado em caso de uso indevido (a Unifique não detalha o que se enquadra nessa categoria, mas geralmente é o uso da rede para atividades ilícitas).

Operadora promete 5G de graça sempre que a fibra cair

Wi-Fi (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

(imagem: divulgação)

Motorola lança linha Razr 70 com dois celulares dobráveis flip; veja o preço

29 de Abril de 2026, 13:00
Razr 70 Ultra, smartphone dobrável, sobre uma mesa, dobrado em ângulo de 90 graus, mostrando uma mulher captada pela câmera frontal
Razr 70 Ultra tem câmera frontal de 50 MP (imagem: divulgação)
Resumo
  • A Motorola lançou a linha Razr 70 com dois celulares dobráveis flip: Razr 70 e Razr 70 Ultra.
  • O Razr 70, versão de entrada, chega ao Brasil por R$ 5999.
  • O Razr 70 Ultra tem chip Snapdragon 8 Elite, bateria de 5.000 mAh e câmeras capazes de gravar em 4K e tecnologia Dolby Vision.

A Motorola apresentou, nesta quarta-feira (29/04), sua família de dobráveis flip para 2026, com o Razr 70 e o Razr 70 Ultra. O Razr 70 chega ao Brasil com preço sugerido de R$ 5.999. Ainda não há informações sobre a chegada dos outros dois modelos ao mercado nacional.

Eles terão a companhia do Motorola Razr Fold, anunciado globalmente em janeiro. Ele é primeiro smartphone da empresa a adotar o formato dobrável fold, alternando entre dimensões de smartphone quando fechado e tablet quando aberto.

Razr 70 Ultra

Vamos começar pelo aparelho mais potente. O Razr 70 Ultra tem chip Snapdragon 8 Elite, bateria de 5.000 mAh e carregamento rápido, com 8 minutos sendo suficientes para garantir autonomia para o dia inteiro. As câmeras são capazes de gravar em 4K e tecnologia Dolby Vision.

O Snapdragon 8 Elite foi apresentado no fim de 2024. Ele é o antecessor do Snapdragon 8 Elite Gen 5, atual carro-chefe da Qualcomm e empregado em smartphones como o Galaxy S26 Ultra, da Samsung.

Dois aparelhos Razr 70 Ultra lado a lado
Tela externa maior é uma das diferenças visíveis do modelo Ultra (imagem: divulgação)

Resumindo: a Motorola não está usando o que há de mais novo e potente no portfólio da fabricante de chips. Isso não significa que o desempenho vá ser ruim — longe disso, o Snapdragon 8 Elite continua entregando muita potência, com uma CPU que chega a 4,47 GHz. Mesmo assim, é uma estratégia que chama a atenção.

Voltando ao Razr 70 Ultra, ele conta com tela interna de 7 polegadas, com resolução 1,5K, brilho máximo de 5.000 nits e taxa de atualização de até 165 Hz. Quando fechado, o aparelho tem uma tela externa de 4 polegadas e brilho máximo de 4.000 nits.

Na construção, o smartphone conta com dobradiça reforçada com titânio e proteção contra água e poeira no padrão IP48. A bateria tem capacidade para 5.000 mAh, suporte a carregamento com fio de 68 W e wireless de 30 W.

O aparelho conta com uma câmera principal, uma ultrawide e uma frontal na tela interna, todas de 50 megapixels.

Razr 70

O Razr 70 é o mais básico dos modelos da família. Visualmente, ele se diferencia por ter uma moldura maior na tela externa. Não por acaso, ela é menor, com apenas 3,6 polegadas. Em outras especificações, o visor do lado de fora usa tecnologia AMOLED, tem taxa de atualização de 90 Hz e brilho máximo de 1.700 nits.

A tela interna AMOLED oferece bastante espaço, com 6,9 polegadas, mas troca a resolução 1,5K Super HD por uma Full HD+. A taxa de atualização é de 120 Hz e o brilho atinge um pico de 3.000 nits.

O Razr 70 usa chip Dimensity 7450X, da MediaTek, com CPU que atinge 2,6 GHz.

Dois aparelhos Razr 70 lado a lado
Razr 70 básico tem tela de 3,6 polegadas (imagem: divulgação)

A construção também conta com dobradiça reforçada com titânio e resistência contra água e poeira no padrão IP48. A bateria menor, com 4.800 mAh, mas oferece suporte a 30 W de recarga com fio, menos que os irmãos maiores. Sem fio, consegue receber 15 W.

Na parte de fora, o Razr 70 conta com duas câmeras de 50 megapixels, a principal e a ultrawide. Na parte de dentro, uma lente com sensor de 32 megapixels.

Motorola lança linha Razr 70 com dois celulares dobráveis flip; veja o preço

Razr 70 Ultra tem câmera frontal de 50 MP (imagem: divulgação)

Tela externa maior é uma das diferenças visíveis do modelo Ultra (imagem: divulgação)

Razr 70 básico tem tela de 3,6 polegadas (imagem: divulgação)

Sky renova marca e confirma internet por satélite no Brasil

29 de Abril de 2026, 10:58
O novo logotipo da Sky
O novo logotipo da Sky (imagem: reprodução/Sky)
Resumo
  • Sky renova sua marca e confirma plano para oferecer internet via satélite no Brasil, além de serviços de telefonia móvel;
  • empresa passa a ter cinco divisões: Sky (TV por assinatura), Sky+ (TV ao vivo e streaming), Sky Empresas (TV para estabelecimentos), Sky Móvel (telefonia 4G e 5G) e Sky Link (internet por satélite);
  • na Sky Móvel, planos incluem opções de 6 GB a 50 GB, com preços variando de R$ 29,90 a R$ 89,90.

Aquela Sky que atuava apenas com TV por assinatura realmente ficou no passado. A companhia também já vende planos de streaming por meio da plataforma Sky+ e, agora, se prepara para oferecer internet via satélite (Sky Link). Para representar a nova fase, a Sky acabou de renovar a sua identidade visual.

O novo logotipo não é, exatamente… novo. O símbolo é muito parecido com o que é adotado pela Sky britânica, com a diferença de que, lá, a marca é colorida. No Brasil e em outros países da América Latina, o logotipo é todo vermelho.

Esse é um detalhe curioso, pois a Sky britânica é uma empresa diferente da Sky da América do Sul, que é controlada pela Waiken ILW. De acordo com o Teletime, houve um acordo entre ambas as partes para que um logotipo similar ao da companhia britânica fosse adotado no Brasil e países vizinhos.

Mais importante, porém, é o que essa mudança representa. O rebranding vem para fazer a Sky estabelecer-se em cinco divisões principais, com as duas últimas sendo novas. São elas:

  • Sky: planos de TV por assinatura
  • Sky+: TV ao vivo e streaming
  • Sky Empresas: planos de TV para bares, hotéis, academias e afins
  • Sky Móvel: planos de telefonia 4G e 5G
  • Sky Link: internet por assinatura

Esse novo posicionamento expressa uma transformação profunda. Aos 30 anos de nossa operação no Brasil, somos uma marca que evoluiu junto com seus clientes e que hoje conecta entretenimento, tecnologia e serviços em um ecossistema integrado.

Eduardo Bernstein, diretor de Comunicação da Sky Brasil

Sky passa a ter 5 divisões principais
Sky passa a ter 5 divisões principais (imagem: reprodução/Sky)

O que é a Sky Móvel?

A Sky Móvel e Sky Link são as divisões que mais chamam a atenção nesta nova fase. Falando da primeira, a Sky Móvel estreou neste mês de abril como uma operadora móvel virtual (MVNO). Como o Tecnoblog revelou com exclusividade, trata-se de uma parceria estabelecida com a Surf Telecom.

Os planos oferecidos no momento, todos pós, são estes (valores sem considerar promoções):

  • Sky Móvel 6 GB: R$ 29,90
  • Sky Móvel 15 GB: R$ 39,90
  • Sky Móvel 30 GB: R$ 69,90
  • Sky Móvel 50 GB: R$ 89,90

E o que é a Sky Link?

A Sky Link surge para concorrer com a Starlink na oferta de acesso à internet via satélite. Para tanto, a Sky utilizará os serviços do Amazon Leo que, assim como a Starlink, operará com satélites de órbita baixa.

Mas, como a rede de satélites da Amazon ainda não está operando comercialmente, não há data confirmada para a estreia da Sky Link. Mas podemos esperar por novidades em breve, afinal, a previsão é a de que o Amazon Leo comece a funcionar ainda em 2026.

Sky renova marca e confirma internet por satélite no Brasil

O novo logotipo da Sky (imagem: reprodução/Sky)

Sky passa a ter 5 divisões principais (imagem: reprodução/Sky)

Exclusivo: Xiaomi 17T passa na Anatel e já pode ser lançado no Brasil

27 de Abril de 2026, 09:50
Imagem mostra o Xiaomi 17T. A fotografia é um close-up nas câmeras.
Câmera teleobjetiva do Xiaomi 17T deve receber upgrade (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)
Resumo
  • Xiaomi 17T passou na Anatel e já pode ser vendido no Brasil.
  • Celular terá câmera melhorada e possível bateria de 6.500 mAh.
  • O aparelho será fabricado na China e seu lançamento é esperado para maio.

O Xiaomi 15T vai receber um sucessor em breve: o Xiaomi 17T passou na Anatel e está a caminho do Brasil. O novo smartphone topo de linha vinha aparecendo em vazamentos, e seu lançamento é esperado para maio. O modelo foi homologado com o código 2602DPT53G a pedido da DL, que representa a fabricante no país.

A documentação não deixa espaço para dúvidas, já que nela consta o nome comercial “Xiaomi 17T”. Ela também revela o design do aparelho, com fotos externas.

Imagem mostra o celular Xiaomi 17T em homologação na Anatel, com etiquetas de identificação na parte traseira
Xiaomi 17T consta na certificação da Anatel (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

O design não muda muito em relação ao antecessor: visualmente a principal diferença está no flash, que deixa a localização no “cooktop” e passa a ficar logo ao lado do módulo das câmeras.

Apesar dos rumores apontarem que as câmeras se manterão similares, é possível notar nas imagens que o Xiaomi 17T possui uma teleobjetiva diferente, provavelmente utilizando uma lente periscópica com um zoom maior, como o Xiaomi 15T Pro já oferece.

Por dentro, é esperado um SoC Dimensity 8500, que é ligeiramente melhor que o 8400 Ultra do 15T. O smartphone deve chegar já com Android 16. O certificado também revela a presença de Wi-Fi 6 (sem 6 GHz), Bluetooth, 5G e NFC, características esperadas de um modelo dessa faixa de mercado.

Imagem mostra um carregador branco, com a descrição "67 W" desenhada na parte lateral
Carregador Xiaomi MDY-15-ET de 67 W (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Na caixa do modelo vendido oficialmente no mercado brasileiro virá o carregador MDY-15-ET, de 67 Watts. Ele recarregará a bateria BM6U, de 6.360 mAh nominais — capacidade que se alinha com os 6.500 mAh típicos que os rumores e vazamentos apontam, com um aumento de 1.000 mAh em relação ao Xiaomi 15T.

Segundo a documentação, o smartphone será fabricado na China. Além disso, ele deverá ter um irmão maior, o Xiaomi 17T Pro, com especificações superiores, mas que ainda não está certificado no Brasil.

Quando chega?

Não temos previsão de quando exatamente será o lançamento, nem valores. Para comparação, o Xiaomi 15T chegou por aqui em outubro de 2025, custando R$ 7.499.

Exclusivo: Xiaomi 17T passa na Anatel e já pode ser lançado no Brasil

Tinder terá polêmica verificação por íris para combater perfis de IA

26 de Abril de 2026, 00:06
Imagem mostra uma mão segurando um iPhone, com a tela exibindo o logo do Tinder
Tinder ganha nova camada de segurança, mas serviço é proibido no Brasil (imagem: Unsplash/Good Faces Agency)
Resumo
  • Tinder anuncia reconhecimento de íris para combater perfis falsos com IA.
  • O reconhecimento de íris ocorre via World ID, parceria com a Tools for Humanity, empresa cofundada por Sam Altman, CEO da Open AI.
  • A novidade foi testada no Japão e chega em outras partes do mundo em breve, com bônus e selo de verificação para usuários que fizerem a checagem.
  • No Brasil, o World ID foi proibido em janeiro de 2025 pela Autoridade Nacional de Proteção de Dados.

O Tinder anunciou uma nova ferramenta para combater casos de catfish utilizando inteligência artificial na plataforma: o reconhecimento de íris via World ID. A novidade fica disponível a partir do serviço World graças a uma parceria com a Tools for Humanity, empresa cofundada por Sam Altman, CEO da Open AI.

Nos países em que estará disponível, o reconhecimento de íris do Tinder será no próprio app, com direito a bônus para usados os usuários que fizerem a checagem. Eles ganharão selo de verificado. Não há informações sobre banimento de contas sem essa confirmação.

O recurso foi testado no Japão e chega em outras partes do mundo “em breve”. Essa tecnologia, vale lembrar, está proibida no Brasil, após decisão da ANPD. Ou seja: nada de World ID no Tinder BR, pelo menos por enquanto.

Dispositivo da World faz a captura e converte tosto da pessoa num hash único (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Dispositivo da World é uma das opções para criar World ID, disponível também via app (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

IA em golpes de namoro

O reconhecimento de íris é um “passo natural” da plataforma, de acordo com o Match Group, dono do Tinder. Vale lembrar que o app de namoro já exige um vídeo de verificação de humanidade para seus usuários, e o World ID vem como uma camada extra de combate a golpes.

Segundo a Comissão Federal de Comércio dos Estados Unidos, usuários de apps de namoro perderam US$ 1 bilhões em fraudes somente em 2025, o que dá cerca de R$ 5 bilhões. Além disso, trazendo para a realidade brasileira, a Meta processou duas empresas e duas pessoas por produzirem deepfakes do médico Drauzio Varella para vender medicamentos falsos na internet.

Ilustração de deepfake
Deepfakes com IA levam empresas a buscarem novas soluções de segurança (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Segundo a BBC, uma usuária do Tinder no Reino Unido afirmou que 30% das contas visualizadas ao navegar pelo app são de bots, com descrições, melhorias e até mesmo chat com IA. Um levantamento da Norton divulgado em janeiro também reforça esse relato, apontando que mais da metade dos usuários de aplicativos de namoro nos EUA já se encontraram em situações do tipo.

Por que o World ID foi proibido no Brasil?

No Brasil, o serviço que oferece a criação da World ID não está disponível desde o início de 2025, por decisão da ANPD. Isso porque a proposta do então Worldcoin era oferecer dinheiro aos participantes do projeto que fizessem a leitura de íris. A Coordenação-Geral de Fiscalização CGF) da autarquia federal entendeu que essa oferta “interfere na livre manifestação da vontade do indivíduo” e pode influenciar pessoas em posição de vulnerabilidade.

Por aqui, continua valendo o Face Check, verificação facial anunciada em dezembro de 2025. A ferramenta funciona de forma semelhante ao reconhecimento feito em apps de banco, e promete reforçar a segurança contra perfis falsos, deepfakes e entrada de menores de idade.

Tinder terá polêmica verificação por íris para combater perfis de IA

(imagem: Unsplash/Good Faces Agency)

Dispositivo da World faz a captura e converte tosto da pessoa num hash único (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Preço da memória já subiu 30% no Brasil, dizem empresários

23 de Abril de 2026, 17:47
Ilustração que mostra um celular e um notebook ao lado de uma moeda para representar um aumento de preços desses produtos
Encarecimento da memória afeta quase metade da indústria brasileira (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O preço da memória subiu 30% no Brasil, com reajustes de até 100% na cadeia de fornecimento.
  • 47% das empresas eletroeletrônicas relatam aumento nos custos de componentes e matérias-primas.
  • A demanda acelerada por data centers de inteligência artificial causou desequilíbrio no mercado e deve persistir até 2028.

A alta no preço das memórias já é percebida pelo consumidor brasileiro, mas agora aparece com mais clareza nos dados do setor. Segundo a Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), os reajustes podem chegar a 100% ao longo da cadeia de fornecimento, e cerca de 30% já é repassado no preço final de notebooks, celulares e TVs.

De acordo com a entidade, 47% das empresas eletroeletrônicas relatam aumento nos custos de componentes e matérias-primas – o terceiro avanço consecutivo desde novembro, quando o índice era de 23%. 

Vale lembrar que os dados se referem ao repasse médio no preço final de produtos acabados. No mercado de componentes avulsos, como módulos de memória RAM e SSDs, o cenário é de volatilidade extrema e os preços, em muitos casos, dobraram ou triplicaram.

Em nota, a Abinee avalia que a situação atual é mais grave do que a observada durante a pandemia. Desta vez, a pressão vem da demanda acelerada por data centers de inteligência artificial, que tem redirecionado a produção de semicondutores e limitado a oferta para o mercado tradicional.

A expectativa é de que o desequilíbrio persista até 2028, projeção que vem sendo repetida por analistas e pela própria indústria há algum tempo. Além das memórias, outros insumos também encareceram, como cobre, alumínio, ouro, prata e plásticos, estes últimos puxados pela alta do petróleo em meio às guerras e tensões geopolíticas.

A escassez ainda não é generalizada, mas já há sinais de deterioração no mercado: 13% das empresas que dependem de semicondutores relatam dificuldades de abastecimento — 5 pontos percentuais a mais do que os 8% observados na pesquisa anterior.

Preço da memória já subiu 30% no Brasil, dizem empresários

Aumento de preço da memória RAM (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

HBO Max começa a proibir compartilhamento de senha no Brasil

23 de Abril de 2026, 17:06
HBO Max fica mais caro no Brasil
HBO Max fica mais caro no Brasil (imgem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
Resumo
  • HBO Max Brasil agora restringe compartilhamento de senhas fora do domicílio do assinante;
  • plataforma passou a oferecer complemento “Membro Extra” para adicionar uma pessoa que não more com o titular;
  • “Membro Extra” custa R$ 14,90 por mês no Brasil; convidado precisa ter 18 anos ou mais e residência no mesmo país do titular da assinatura.

Assina a HBO Max e compartilha a assinatura com pessoas que não moram com você? Então, muita atenção: a versão brasileira da plataforma começou a restringir o compartilhamento de senhas e a oferecer uma opção de “membro extra”, seguindo uma abordagem que existe há um ano na HBO Max dos Estados Unidos.

Esse movimento não surpreende. Em fevereiro deste ano, a HBO Max já havia sinalizado que iria expandir a restrição de compartilhamento de senhas para outros países no decorrer de 2026.

Sabemos, agora, que essa decisão envolve o Brasil. O objetivo da medida é evitar que um assinante compartilhe a sua conta na plataforma com amigos ou familiares que moram em outra casa, como esta página de ajuda da HBO Max explica:

Sua conta HBO Max é para você e para as pessoas com quem você mora. Com o complemento de membro adicional, os assinantes cobrados pela WarnerMedia podem compartilhar seu plano HBO Max com um amigo ou membro da família que não more com eles. É necessário um plano de assinatura base.

Quando a plataforma detecta um acesso que corresponde ao compartilhamento indevido de senha, a reprodução do conteúdo pode ser barrada. Neste caso, a alternativa oferecida pelo serviço de streaming é o “Membro Extra”.

O que é o “Membro Extra” da HBO Max?

É um complemento que permite que o assinante adicione uma pessoa à sua conta no serviço. O Membro Extra passa a ter senha e perfil próprios, e pode aproveitar os recursos do plano base. Contudo, esse tipo de conta só pode assistir ao conteúdo da HBO Max em um dispositivo por vez.

No Brasil, o Membro Extra tem custo adicional de R$ 14,90 por mês. Esse valor independe do plano contratado. Em caso de pagamento anual da assinatura base, o Membro Extra continua sendo cobrado mensalmente. Leve em conta também que a pessoa adicionada deve ter 18 anos de idade ou mais e residir no mesmo país do titular da conta.

Para adicionar uma pessoa à sua assinatura, acesse a versão web da HBO Max, faça login e vá em Obter complementos. Na tela seguinte, escolha “Membro Extra” e clique em “Continuar” para efetuar o pagamento e convidar uma pessoa.

Opção Membro Extra na HBO Max custa R$ 14,90 mensais
Opção Membro Extra na HBO Max custa R$ 14,90 mensais (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

O que diz a HBO Max sobre o bloqueio de compartilhamento de senhas?

Ao Tecnoblog, a HBO Max enviou o seguinte posicionamento sobre o assunto:

As contas da HBO Max sempre foram destinadas ao titular da conta e às pessoas que moram com ele. Em alguns países da América Latina, iniciamos o gerenciamento do compartilhamento de contas fora da residência do assinante. Assim, a HBO Max passará a oferecer aos titulares a possibilidade de ampliar seu plano, incluindo um “Membro Adicional” (um amigo ou familiar que não mora com eles) por um valor extra, cobrado na fatura do titular.

Este plano oferece ao titular da conta maior flexibilidade e controle sobre os usuários autorizados, e permite que o Membro Adicional tenha uma conta independente, com perfil, recomendações e histórico próprios, mas vinculada à conta principal. O plano está disponível no Brasil, Peru e México e será expandido para mais territórios da América Latina nos próximos meses. A opção é válida para usuários que assinam e pagam a HBO Max diretamente, e não por meio de terceiros que comercializam a plataforma.

Quanto custa a HBO Max no Brasil?

Os planos da HBO Max no mercado brasileiro, sem considerar a opção Membro Extra e promoções, têm os seguintes valores atualmente:

PlanoPreçoCaracterísticas
Básico com AnúnciosR$ 29,90 (mensal) R$ 274,80 (anual)Anúncios limitados
2 telas simultâneas
Full HD
StandardR$ 44,90 (mensal) R$ 418,80 (anual)2 telas simultâneas
Full HD
30 downloads
PlatinumR$ 55,90 (mensal) R$ 538,80 (anual)4 telas simultâneas
Full HD ou 4K
Áudio Dolby Atmos
100 downloads

HBO Max começa a proibir compartilhamento de senha no Brasil

HBO Max fica mais caro no Brasil (imgem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Opção Membro Extra na HBO Max custa R$ 14,90 mensais (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Honor lança linha 600 com design inspirado no iPhone 17 Pro

23 de Abril de 2026, 16:01
Imagem de um Honor 600 Pro laranja disposto em uma praia, frente ao mar e à luz do sol
Linha Honor 600 parte de design “cópia do iPhone”, mas entrega configurações robustas (imagem: divulgação/Honor)
Resumo
  • A Honor lançou os novos Honor 600 e Honor 600 Pro, modelos que a empresa posiciona como topos de linha acessíveis, com câmera principal de 200 megapixels e baterias de alta capacidade.
  • Os dispositivos têm design inspirado no iPhone 17 Pro e vêm com processadores Snapdragon 7 Gen 4 e Snapdragon 8 Elite na versão Pro, respectivamente.
  • Os aparelhos estão disponíveis na Europa e na Ásia a partir de 30 de abril, com preços que começam em 649,90 euros (cerca de R$ 3.800) para o Honor 600 e 999,90 euros (aproximadamente R$ 5.850) para o Honor 600 Pro.

A Honor anunciou o lançamento global dos novos Honor 600 e Honor 600 Pro, modelos que a empresa posiciona como topos de linha acessíveis. Esses aparelhos chegarão diretamente ao mercado internacional, diferente da geração anterior, que ficou restrita à China.

A estreia ocorre simultaneamente na Europa e na Ásia, com início das vendas previsto para 30 de abril. Os dispositivos chamam atenção por reunir uma câmera principal de 200 megapixels, baterias de alta capacidade e um visual que remete, claramente, à estética adotada pela Apple em seus iPhones mais recentes.

Ainda não há previsão de lançamento do dispositivo no Brasil. Por aqui, a empresa já lista o Honor 600 Lite em seu site oficial, primeiro dispositivo da nova linha e que chegou ao mercado em março.

Estética em linha com a Apple

Imagem de um Honor 600 inclinado em um fundo de céu com nuvens
Honor 600 apresenta tela de 6,57 polegadas com brilho alto (imagem: divulgação/Honor)

O visual da linha 600 lembra, de forma muito próxima, o design implementado pela Apple nos lançamentos do ano passado. Isso se dá, principalmente, graças ao módulo de câmeras e da disposição dos sensores, especialmente na cor alaranjada. Não é a primeira vez, já que a empresa seguiu uma abordagem parecida no Honor Power 2, lançado em janeiro.

Apesar das semelhanças, a empresa mantém algumas escolhas próprias. Ambos os modelos contam com certificação IP69K, que garante resistência a jatos de água de alta pressão e poeira — um nível acima do padrão mais comum no mercado.

O conjunto é complementado por telas AMOLED de 6,57 polegadas, com taxa de atualização de 120 Hz e brilho de pico HDR que chega a 8.000 nits.

Hardware e câmeras

Mockup de especificações técnicas do Honor 600
Honor 600 e 600 Pro chegam com até 12 GB de RAM e 512 de armazenamento (imagem: reprodução/Honor)

Embora compartilhem design e tela, as diferenças entre o Honor 600 e o 600 Pro aparecem principalmente no desempenho e nas câmeras:

  • Processador e memória: o Honor 600 utiliza o Snapdragon 7 Gen 4, enquanto o modelo Pro vem equipado com o Snapdragon 8 Elite, chip presente em flagships de 2025. Ambos oferecem até 12 GB de RAM e 512 GB de armazenamento.
  • Câmeras: os dois modelos trazem sensor principal de 200 MP, ultrawide de 12 MP e câmera frontal de 50 MP. O 600 Pro adiciona uma lente teleobjetiva periscópica de 50 MP com zoom óptico de 3,5x.
  • Bateria e carregamento: a capacidade varia por região — 6.400 mAh na Europa e até 7.000 mAh na Ásia. O carregamento com fio é de 80 W em ambos, mas apenas o modelo Pro conta com carregamento sem fio de 50 W.
  • Software e IA: os aparelhos chegam com o MagicOS 10, baseado no Android 16, com recursos de inteligência artificial integrados. Entre eles está o AI Image to Video 2.0, voltado à geração de vídeos, além de um botão físico dedicado para funções de IA.

Preço e disponibilidade

Na Europa, o Honor 600 parte de 649,90 euros (cerca de R$ 3.800), enquanto o Honor 600 Pro começa em 999,90 euros (aproximadamente R$ 5.850).

Segundo o The Verge, o valor do modelo Pro fica próximo ao de um iPhone básico na região, mas ainda abaixo das versões Pro da Apple, justamente as que serviram de referência visual para os novos aparelhos.

Honor lança linha 600 com design inspirado no iPhone 17 Pro

(imagem: divulgação/Honor)

(imagem: divulgação/Honor)

(imagem: reprodução/Honor)

Celular com bateria de 7.000 mAh: 7 modelos para comprar no Brasil em 2026

23 de Abril de 2026, 14:46
Mão segurando smartphone; tela mostra app AccuBattery com capacidade de bateria em 61%
Oppo Find X9 Pro apresenta bateria de 7.500 mAh; confira a lista completa (Imagem: Ana Marques/Tecnoblog)

Celulares com bateria de 7.000 mAh têm se tornado populares no mercado, já que podem armazenar mais energia do que smartphones mais básicos. Como consequência, esses aparelhos costumam ter mais autonomia de bateria, e passam mais tempo longe da tomada.

Mas analisar a capacidade da bateria de um celular não é tudo: também é preciso observar outras questões como tempo de autonomia, tecnologias que otimizam a eficiência energética do sistema e tipos de carregamento suportados.

Neste guia, confira sete celulares com bateria de 7.000 mAh para comprar em 2026, incluindo informações sobre carregamento e recursos voltados para energia.

1. Realme C85


Prós
  • Bateria de 7.000 mAh
  • Resistência a nível militar
  • Tela com taxa de atualização de 144 Hz
  • Desempenho equilibrado para tarefas mais básicas
Contras
  • Falta de suporte para carregamento sem fio
  • Falta de suporte ao 5G (versão 4G)
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O Realme C85 é alimentado pela maior bateria da linha Realme C até o momento, com capacidade de 7.000 mAh e saúde da bateria teórica de seis anos. A bateria promete autonomia de 21 horas de reprodução contínua de vídeo, desempenho consistente mesmo em temperaturas entre -20 °C e 53 °C, e traz suporte para carregamento rápido de 45 W (cabeado) e carregamento reverso (10 W).

Outros especificações do smartphone incluem tela de 6,8″ com taxa de atualização de 144 Hz, certificação de resistência a nível militar, processador Snapdragon 685 Mobile (versão 4G) ou Mediatek Dimensity 6300 (versão 5G), 4 GB, 6 GB ou 8 GB de RAM, 128 GB ou 256 GB de armazenamento, além de uma câmera traseira com 50 MP.

2. Jovi Y31


Prós
  • Bateria com 7.200 mAh
  • Bateria com saúde teórica de seis anos
  • Certificação IP68, IP69 e IP69+
Contras
  • Tela com resolução HD+
  • Falta de suporte a carregamento sem fio
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

A bateria de silício-carbono com capacidade de 7.200 mAh é um dos principais destaques do Jovi Y31. O componente foi desenvolvido para se manter saudável durante seis anos e pode durar até 45 horas em reprodução contínua de vídeo. A bateria ainda é compatível com carregamento rápido via cabo (44 W) e carregamento reverso (7,5 W).

Além da bateria, o Jovi Y31 tem proteção SGS contra quedas, certificação IP68, IP69 e IP69+ contra água e poeira, display de 6,75″ com taxa de atualização de 120 Hz, system-on-a-chip (SoC) Snapdragon 6s 4G Gen 2, 8 GB de RAM, 256 GB ou 512 GB de armazenamento e um kit duplo de câmeras na traseira com lente de 50 MP.

3. Jovi V70


Prós
  • Bateria com boa autonomia
  • Tela com taxa de atualização de até 120 Hz
  • Câmera grande-angular de 200 MP com OIS
  • Desempenho equilibrado
Contras
  • Usa a interface OriginOS
  • Sem carregamento wireless ou reverso
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O Jovi V70 apresenta uma bateria de silício-carbono, com 7.000 mAh de capacidade e autonomia de até 43,8 horas de vídeos no YouTube. O celular é compatível com carregamento rápido de 90 W (com cabo) e leva cerca de 60 minutos para uma recarga de 1% até 100%, segundo a Jovi.

Ainda falando de bateria, o smartphone traz um circuito de alimentação inteligente e um sistema de resfriamento que ajudam a minimizar o calor e prolongar a vida útil do componente.

Processador Dimensity 7360-Turbo, capacidade de 8 GB RAM e 256 GB de armazenamento, recursos com assistência de inteligência artificial (IA) e lente ultra-angular de 200 MP na traseira completam as principais especificações do celular.

4. Oppo A6 Pro


Prós
  • Certificação IP69 contra água e poeira
  • Resistência de nível militar
  • Bateria com boa autonomia
  • Conectividade aprimorada com o AI LinkBoos 3.0
Contras
  • Não possui lente ultra-angular
  • Não é compatível com carregamento sem fio
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

Lançado em setembro de 2025, o Oppo A6 Pro chegou ao mercado com uma bateria de 7.000 mAh de capacidade, com durabilidade teórica de cinco anos e autonomia de até 31 dias com o celular em stand by. A bateria ainda traz suporte para recarga reversa (5 V) e carregamento rápido cabeado de 80 W, levando 60 minutos para uma recarga completa.

A bateria de alta capacidade é um dos pontos fortes do smartphone, mas outros destaques incluem resistência IP69 contra água e poeira, câmara de vapor para dissipar o calor, processador Mediatek Dimensity 6300, além da combinação de 8 GB de RAM com 256 GB de armazenamento.

5. Realme 15 Pro


Prós
  • Performance avançada com o Qualcomm Snapdragon 7 Gen 4
  • Bateria com capacidade de 7.000 mAh
  • Kit de câmeras interessante
Contras
  • Sem suporte para eSIM
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O Realme 15 Pro tem especificações de hardware interessantes, como Qualcomm Snapdragon 7 Gen 4, 8 GB ou 12 GB de RAM, armazenamento de 128 GB a 512 GB e sistema duplo de câmera com lentes de até 50 MP. Mas um dos principais diferenciais destaques do smartphone está na bateria de silício-carbono com capacidade de 7.000 mAh.

A bateria promete autonomia de até 22 horas de reprodução contínua de vídeos no YouTube e suporta carregamento rápido de 80 W com fio, levando 61 minutos para uma recarga completa.

Também vale mencionar que a bateria conta com um chip de longa duração que previne danos ao componente, e o celular tem uma câmara de vapor para mitigar superaquecimentos em tarefas mais intensivas, como jogos.

6. Realme GT 7


Prós
  • Bateria de 7.000 mAh com certificação TÜV Rheinland
  • Tela OLED com taxa de atualização de 120 Hz
  • Sistema de resfriamento 360º
Contras
  • Sem suporte para carregamento sem fio
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

A bateria silício-carbono de 7.000 mAh é o principal destaque do Realme GT 7, tendo recebido a certificação TÜV Rheinland de bateria cinco estrelas.

O componente chega a uma autonomia da bateria de dois (uso moderado) a três dias (uso leve), mantém desempenho estável mesmo em temperaturas entre -20 ºC e 45 ºC, conta com chip que prolonga sua vida útil e traz suporte para carregamento ultra rápido de 120 W, demorando 40 minutos para uma recarga completa.

Internamente, o smartphone da Realme também apresenta um sistema de resfriamento total (360º) para mitigar superaquecimentos, SoC Dimensity 9400e, 8 GB ou 12 GB de RAM, armazenamento de 256 GB ou 512 GB, além de um sistema triplo de câmera com assistência de inteligência artificial.

7. Oppo Find X9 Pro


Prós
  • Sistema avançado com três câmeras
  • Sensor True Color com nove canais espectrais
  • Bateria duradoura de 7.500 mAh
Contras
  • Custo elevado
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Chegando ao fim da lista, Oppo Find X9 Pro traz uma bateria de silício-carbono com capacidade de 7.500 mAh — a maior entre os modelos mencionados nesse guia. O smartphone suporta carregamento rápido SUPERVOOC de 80 W, carregamento reverso (10 W) e é o único celular da lista compatível com carregamento sem fio (SUPERVOOC de 50 W).

A Oppo menciona autonomia suficiente para um dia inteiro, mas testes do Tecnoblog com o Oppo Find X9 Pro apontaram uma duração média ainda maior, de 40 horas e 20 minutos. Já a recarga completa levou cerca de 1 hora e 45 minutos, com o carregador de 80 W que acompanha o celular.

E a bateria robusta não é o único diferencial do celular: o aparelho ainda conta com chipset MediaTek Dimensity 9500, 16 GB de RAM e 512 GB de armazenamento, além do chip S1 que otimiza o sinal da rede. Além disso, o sistema triplo de câmeras (com direito a teleobjetiva de 200 MP) coloca o Oppo Find X9 Pro como um dos celulares com melhor câmera da atualidade.

Quais os prós e contras de celulares com bateria de 7.000 mAh?

Smartphones com baterias de 7.000 mAh apresentam diversas vantagens envolvendo autonomia e tecnologias de eficiência energética. Dentre os principais benefícios desses celulares, estão:

  • Baterias mais duradouras: baterias com 7.000 mAh de capacidade conseguem armazenar mais energia, e tendem a durar mais longe das tomadas.
  • Baterias com ciclos mais longos: por armazenarem mais energia, esses celulares têm ciclos de uso mais longos, o que prolonga a durabilidade da bateria.
  • Sistemas de resfriamento: smartphones com baterias de alta capacidade geralmente trazem sistemas de resfriamento avançados para evitar superaquecimentos.
  • Tecnologias em prol da durabilidade da bateria: diversos celulares apresentam recursos e tecnologias para estender a vida útil e a saúde de baterias com alta capacidade.

No entanto, celulares dessa categoria também trazem limitações, como falta de suporte a carregamento wireless. As principais desvantagens de aparelhos com baterias dessa capacidade incluem:

  • Otimizados para fontes mais potentes: a recarga de smartphones com baterias de 7.000 mAh são otimizadas para fontes mais potentes; se você usar carregadores com potência inferior, o carregamento levará mais tempo.
  • Falta de suporte ao carregamento sem fio: muitos dos celulares com bateria de 7.000 mAh não trazem suporte a carregamento sem fio, devido ao excesso de calor gerado e eficiência de recarga menor no processo.
  • Custo mais elevado: apesar de não ser necessariamente uma regra, celulares com baterias de grande capacidade tendem a ser mais caros.

Quantas horas dura uma bateria de 7.000 mAh?

Celulares com bateria de 7.000 mAh costumam durar de dois a três dias. Contudo, a autonomia varia de modelo para modelo, com base no processador, na construção da bateria e hardwares de otimização do sistema.

Vale mencionar que a duração de uma bateria de 7.000 mAh também muda de acordo com o perfil de uso. Como exemplo, um smartphone usado para tarefas leves tende a durar mais que outro celular usado para jogos e tarefas mais intensas, com gráficos no máximo e todas as conexões ativadas.

Carregador carregamento celular Galaxy A54 (Imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)
Perfil de uso, capacidade em mAh e recursos de otimização energética interferem na autonomia da bateria (Imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Celular com bateria de 7.000 mAh desgasta mais rápido?

Não necessariamente. A durabilidade das baterias atuais é baseada no número de ciclos, ou seja, quantas vezes o celular utilizou 100% da bateria (de forma contínua ou espaçada). E como baterias de 7.000 mAh armazenam mais energia que baterias com capacidades menores, elas tendem a durar mais, já que o ciclo de uso é mais longo.

O único ponto é que baterias com 7.000 mAh costumam ser de silício-carbono, e essa composição pode trazer riscos de degradação acelerada por conta da expansão volumétrica e natureza do silício. Felizmente, as fabricantes têm incorporado tecnologias que prolongam a saúde e vida útil desses componentes.

Celular com bateria de 7.000 mAh demora muito para carregar?

Smartphones com bateria de 7.000 mAh geralmente levam cerca de uma hora com adaptadores de 80 W ou superiores, mas o tempo pode se estender a aproximadamente duas horas com fontes menos potentes.

Apesar da lógica de que baterias com maiores capacidades precisam de mais tempo na tomada, a potência de carregamento utilizada e tecnologias de otimização durante a recarga também influenciam no tempo médio de recarga.

Celular com bateria de 7.000 mAh é melhor que 5.000 mAh?

Não necessariamente. Em teoria, celulares com bateria de maior capacidade são melhores porque conseguem armazenar mais energia. Mas a autonomia da bateria também depende da otimização de eficiência energética do smartphone.

Como exemplo, uma bateria de de 7.000 mAh pode durar menos que outra com capacidades inferiores se o sistema não for otimizado para lidar com essa alta capacidade energética.

Celular com bateria de 7.000 mAh tem carregamento por indução?

Geralmente não. Recargas por indução são menos eficientes do que carregamentos cabeados, e costumam suportar potências mais baixas. Isso significa que uma recarga por indução eletromagnética seria ainda mais lenta em uma bateria de 7.000 mAh, que armazena mais energia que componentes inferiores.

Além disso, celulares com carregamento por indução tendem a esquentar mais, já que o processo de indução magnética gera mais calor. E como altas temperaturas são grandes vilões das baterias, há riscos de degradação acelerada.

No entanto, é possível encontrar exceções no mercado como o Oppo Find X9 Pro, que é alimentado por uma bateria com 7.500 mAh e suporta carregamento sem fio de 50 W.

Close no módulo de câmeras do Oppo Find X9 Pro com 4 lentes e um flash
Oppo Find X9 Pro é um exemplo de celular com bateria de 7.000 mAh e com suporte para carregamento por indução (Imagem: Ana Marques / Tecnoblog)

Celular com 7.000 mAh ou carregamento rápido: o que priorizar?

A escolha entre maior capacidade de bateria (mAh) ou potência de carregamento rápido vai depender das suas necessidades e do seu perfil de uso.

Quem costuma passar o dia fora, sem fácil acesso a tomadas para recarga, deve focar nos limites de miliampere-hora do celular. Essa especificação influencia diretamente na quantidade de energia que a bateria pode armazenar, o que também impacta na autonomia. Em teoria, smartphones com maiores capacidades (em mAh) duram mais longe das tomadas.

Já usuários com acesso facilitado a tomadas podem priorizar a potência de carregamento rápido da bateria, mesmo que o hardware tenha uma capacidade menor. A lógica é simples: se você pode recarregar seu celular a qualquer momento, pode focar na potência suportada visando tempos da recarga mais curtos.

Vale destacar que praticamente todos os celulares com bateria de 7.000 mAh suportam carregamento rápido. Mas é o seu perfil de uso que vai definir qual dessas especificações deverá priorizar.

Existe celular com bateria de 10.000 mAh?

Sim. O Oukitel K10000 Pro chegou ao mercado em 2017 com bateria de 10.000 mAh, enquanto o Realme P4 Power é alimentado por uma bateria com capacidade de 10.001 mAh, por exemplo.

Contudo, smartphones com baterias de 10.000 mAh são vendidos para um público bem específico, já que o padrão dos celulares mais atuais costuma ficar entre 5.000 mAh e 7.000 mAh. E a disponibilidade desses aparelhos também é mais restrita, já que a procura é mais nichada.

Celular com bateria de 7.000 mAh: 7 modelos para comprar no Brasil em 2026

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Guia reúne sete opções de celular com bateria de 7.000 mAh ou superior, indicadas para quem quer autonomia e menos frequência de carregamento

Oppo Find X9 Pro apresenta bateria de 7.500 mAh; confira a lista completa (Imagem: Ana Marques/Tecnoblog)

Carregador carregamento celular Galaxy A54 (Imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Oppo Find X9 Pro tem câmeras Hasselblad (Imagem: Ana Marques / Tecnoblog)

Xbox Game Pass Ultimate fica 36% mais barato no Brasil

21 de Abril de 2026, 16:14
Imagem em fundo preto com diversas capas de games disponíveis no GamePass e dispositivos Xbox no canto
Preço do serviço cai meses após nova política que dobrou valor da assinatura (imagem: divulgação/Xbox)
Resumo
  • A Microsoft reduziu o preço do Xbox Game Pass Ultimate no Brasil: de R$ 119,90 para R$ 76,90 mensais; o PC Game Pass caiu de R$ 69,90 para R$ 59,99.
  • A Microsoft manteve os preços do Essential em R$ 43,90 e do Premium em R$ 59,90 mensais.
  • A partir de 2026, o Game Pass Ultimate e o PC Game Pass não terão novos jogos de Call of Duty no dia do lançamento.

A Microsoft anunciou nesta terça-feira (21/04) uma redução nos valores das assinaturas do Xbox Game Pass no Brasil. A medida, que segue uma nova estratégia global de preços, foca no plano de maior valor e surge como resposta às críticas da comunidade ao preço atualizado no ano passado.

O plano Game Pass Ultimate passa de R$ 119,90 para R$ 76,90 mensais. O PC Game Pass também cai, de R$ 69,90 para R$ 59,99. Segundo o comunicado oficial, o objetivo é reequilibrar a oferta após um período de instabilidade nos preços e na percepção de valor pelos consumidores.

A redução tenta corrigir o estrago causado pela virada estratégica de outubro do ano passado. Na época, o plano Ultimate sofreu um aumento de 99,9%, saltando de R$ 59,99 para R$ 119,90. A justificativa da Microsoft foi a incorporação de novos recursos e a chegada de franquias da Activision Blizzard ao catálogo.

Os planos Essential e Premium — antigos Core e Standard — não tiveram alterações nesta nova rodada. O Essential segue em R$ 43,90 e o Premium em R$ 59,90 mensais, valores que já haviam subido entre 25% e 33% nos reajustes de outubro.

Correção de rota após aumento de 99%

O corte nos preços ocorre poucas semanas após um memorando interno vazado da nova CEO da divisão Xbox, Asha Sharma, admitir que o Game Pass havia se tornado “caro demais”. Sharma, que substituiu Phil Spencer no final de fevereiro, sinalizou no documento que o custo-benefício da assinatura precisava ser revisto.

Para especialistas do setor, o recuo indica que os aumentos agressivos de 2025 tiveram impacto negativo na retenção de assinantes. A redução anunciada hoje seria o primeiro passo concreto da nova estratégia da executiva.

O Game Pass é o principal produto da empresa hoje, em um cenário de quedas frequentes de faturamento com hardware, enquanto o setor de serviços cresceu, impulsionado pela assinatura. É para tanto que a companhia volta seus esforços por uma nova geração híbrida.

O Project Helix, sucessor dos Xbox Series X/S, deve ser a concretização dos trabalhos da marca por um Xbox cada vez mais multiplataforma. A ideia é que o novo Xbox suporte até mesmo games de PC, seguindo o Modo Xbox para Windows 11 do ROG Xbox Ally.

Call of Duty sai do day one

Imagem promocional de videogame em um ambiente escuro e futurista, mostrando quatro soldados de elite armados e vestindo coletes e equipamentos táticos. O logo do jogo "Call of Duty Black Ops 7" está no canto inferior direito.
Call of Duty: Black Ops 7 (imagem: divulgação)

A queda no preço vem acompanhada de uma mudança que vai desagradar parte dos assinantes. A partir de 2026, os novos títulos da franquia Call of Duty não estarão disponíveis no Game Pass Ultimate ou no PC Game Pass no dia do lançamento.

A nova política prevê que os jogos só entrem no catálogo durante o período de festas de fim de ano do ano seguinte, uma janela de espera de aproximadamente um ano.

Os títulos de Call of Duty já presentes na biblioteca continuam acessíveis normalmente para assinantes dos dois planos.

Xbox Game Pass Ultimate fica 36% mais barato no Brasil

(imagem: divulgação/Xbox)

Check-in digital em hotéis já é obrigatório no Brasil

20 de Abril de 2026, 18:22
Página do FNRH Digital
Página do FNRH Digital (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
Resumo
  • check-in com FNRH Digital substitui fichas em papel no cadastro de hóspedes e padroniza o procedimento em todo o Brasil;
  • FNRH Digital foi criada pelo Serpro sob orientação do Ministério do Turismo para reduzir tempo no check-in e erros de preenchimento;
  • sistema usa QR Code ou link, e login Gov.br para pré-preencher dados do hóspede.

Esta segunda-feira (20/04) foi definida como o último dia de prazo para que serviços de hospedagem como hotéis e pousadas de todo o Brasil adotem o sistema da Ficha Nacional de Registro de Hóspedes (FNRH Digital), que vem sendo chamado informalmente de “check-in digital”. O objetivo é substituir as fichas em papel no cadastro de hóspedes.

De fato, é comum gastar preciosos minutos fazendo cadastro ao dar entrada em um hotel ou pousada. Durante o procedimento, é necessário informar dados como nome completo, RG, CPF, endereço de residência e meios de contato para, no fim, assinar um formulário em papel.

Nos horários mais movimentados, quando muitos hóspedes chegam de uma vez para fazer check-in, a espera para o procedimento ser realizado pode ser longa e cansativa.

Com a FNRH Digital, esse problema tende a ficar no passado. O sistema foi criado pelo Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) sob orientação do Ministério do Turismo para padronizar o check-in em todo o Brasil, o que deve tornar o procedimento não só mais rápido, como também menos suscetível a erros de preenchimento.

Como funciona o check-in digital?

Ao chegar a um serviço de hospedagem, o cliente deve ler, com seu celular, um QR Code que leva para a FNRH Digital. Totens para esse fim também podem ser disponibilizados. No sistema, a pessoa deve fazer login usando a sua conta Gov.br para seus dados de hospedagem serem pré-preenchidos.

O hotel ou pousada também pode enviar o link do check-in digital por e-mail, WhatsApp ou outro meio para que o cliente realize o procedimento antecipadamente, tal como nos serviços de check-in de voos comerciais. Assim, o hóspede só precisa apresentar seu documento de identidade na recepção para retirar a chave ou cartão de acesso ao quarto.

Vale destacar que a autenticação do hóspede com uma conta Gov.br é recomendada, mas não obrigatória. Quem optar pelo não uso desse método tem a opção de preencher o formulário eletrônico da FNRH Digital. É possível também preencher dados de dependentes.

O formulário digital também é oferecido a estrangeiros que, como tal, não têm CPF. Neste caso, os dados devem ser informados tendo o número de passaporte como ponto de partida.

Em todos os casos, os dados dos usuários são resguardados com base na Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

FNRH Digital agiliza check-in em serviços de hospedagem
FNRH Digital agiliza check-in em serviços de hospedagem (imagem: Roberto Castro/MTur).

Já posso usar a FNRH Digital na minha próxima hospedagem?

Depende. O sistema em si já é funcional e começou a ser disponibilizado para as empresas de hospedagem em novembro de 2025. O problema é que grande parte dos estabelecimentos do setor ainda não se adequou ao novo sistema, que é de implementação obrigatória. A data limite para isso é 20 de abril de 2026, ou seja, hoje.

De acordo com uma apuração do próprio Ministério do Turismo, mais de 3.400 serviços de hospedagem já aderiram à FNRH Digital, mas o Brasil conta, atualmente, com 19.231 estabelecimentos do tipo (considerando as empresas que estão devidamente inseridas no Cadastro de Prestadores de Serviços Turísticos — Cadastur).

Ainda não está claro se haverá um novo prazo, embora isso possa ocorrer devido ao fato de muitos serviços de hospedagem enfrentarem dificuldades técnicas para aderir à FNRH Digital.

De todo modo, as expectativas do governo para o pleno funcionamento do sistema são grandes:

Hotéis, pousadas, resorts e outros meios de hospedagem vão passar a oferecer um check-in muito mais ágil, confortável e seguro. Além de eliminar o uso de papel e contribuir para a sustentabilidade ambiental do nosso país, a nova ficha digital vai facilitar a vida de todos: do hóspede, que não perderá mais tempo com procedimentos demorados em balcões de recepção; e dos empreendedores do setor, que vão ter menos custos e poderão aprimorar seus negócios.

Gustavo Feliciano, Ministro do Turismo

Check-in digital em hotéis já é obrigatório no Brasil

Página do FNRH Digital (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

FNRH Digital agiliza check-in em serviços de hospedagem (imagem: Roberto Castro/MTur).

Escassez de chips de memória pode durar mais que o esperado

20 de Abril de 2026, 11:46
Diversos pentes de memória RAM
Foco das fabricantes em IA já afeta PCs e smartphones (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)
Resumo
  • A escassez global de chips de memória não deve ter um alívio antes de 2028, segundo informações do jornal japonês Nikkei Asia.
  • As fabricantes em memórias de alta largura de banda (HBM) tem focado no mercado de data centers de IA e baixa expansão de memórias de uso geral (DRAM).
  • Samsung, SK Hynix e Micron controlam 90% desse mercado, mas devem conseguir suprir 60% da demanda global somente até o fim de 2027.

Se você pretende fazer um upgrade no PC ou trocar de smartphone, é bom preparar o bolso. A escassez global de chips de memória pode continuar assombrando o mercado de eletrônicos nos próximos anos: novas informações do jornal Nikkei Asia indicam que o cenário não deve ter um alívio antes de 2028. O motivo já sabemos: o boom da inteligência artificial.

Com o desabastecimento batendo à porta desde o fim do ano passado, as gigantes dos semicondutores redirecionaram suas fábricas para surfar na onda da IA, deixando a produção de componentes para aparelhos de consumo em segundo plano. É essa conta que está chegando ao bolso do consumidor.

Entre janeiro e março de 2026, os preços da memória deram um salto assustador de cerca de 90% em comparação ao trimestre anterior.

Quando a produção vai dar conta do recado?

Hoje, a matemática não fecha. As líderes do setor preferiram focar as atenções nas memórias de alta largura de banda (HBM), que são o motor dos data centers de IA, e pisaram no freio da expansão da produção das memórias de uso geral (DRAM). O detalhe é que Samsung, SK Hynix e Micron Technology dominam 90% do mercado global de DRAM e são, basicamente, as únicas que fabricam chips HBM em larga escala.

Segundo o jornal japonês, o ritmo de expansão atual desse trio só será capaz de suprir 60% da demanda global até o final de 2027. A Counterpoint Research, empresa de pesquisas de consumo, estima que o mercado precisaria crescer 12% ao ano na produção para normalizar as coisas, mas os planos atuais preveem uma expansão tímida de 7,5%. O diretor de pesquisa da consultoria, MS Hwang, afirmou que um alívio não deve chegar antes de 2028.

O presidente do Grupo SK, Chey Tae-won, foi além e jogou um balde de água fria nas expectativas, alertando que os gargalos de fornecimento podem se arrastar até 2030.

imagem do interior do gabinete de computador exibindo a placa-mãe, cooler e pentes de memória RAM
Mercado de hardware deve normalizar só a partir de 2028 (imagem: Erik G/Pexels)

Impacto é global

Esse cenário atinge em cheio os custos de fabricação dos eletrônicos que chegam às prateleiras. A consultoria IDC já prevê um tombo de 13% nas vendas globais de smartphones em 2026, justamente porque a margem de lucro das empresas despencou. Para se ter uma ideia, a memória representa hoje cerca de 20% do custo de um celular de entrada, mas essa fatia deve dobrar, encostando nos 40% até o meio deste ano.

Aqui no Brasil, o sinal de alerta já está aceso. Em conversa com o Tecnoblog, o vice-presidente sênior da Samsung no país, Gustavo Assunção, avisou que os eletrônicos devem ficar até 20% mais caros este ano. A indústria até tentou segurar e absorver os impactos iniciais, mas o salto nos custos da memória RAM tornou o repasse para o consumidor inevitável. O problema também afeta fabricantes como Dell e Lenovo, que já confirmaram que os notebooks vão encarecer globalmente.

A crise força o mercado a tomar decisões drásticas. A Micron, por exemplo, tirou do mercado a icônica marca Crucial após quase 30 anos. Enquanto isso, a japonesa Kioxia (fabricante de memórias flash NAND) condiciona novos investimentos ao crescimento real do setor. Até o futuro PlayStation 6 vem sofrendo com essas dores de cabeça.

Escassez de chips de memória pode durar mais que o esperado

Memórias RAM (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

TCU questiona MEC por forte dependência da AWS em sistema de educação

20 de Abril de 2026, 11:19
Prédio do Ministério da Educação
Prédio do Ministério da Educação (imagem: Marcelo Camargo/Agência Brasil)
Resumo
  • Tribunal de Contas da União alerta Ministério da Educação (MEC) sobre problemas no Sistema Gestão Presente (SGP), com destaque para a forte dependência da AWS;
  • órgão aponta ainda problemas como registro de estudantes não autenticados ou inexistentes no SGP e baixa rastreabilidade de informações;
  • TCU recomenda ao MEC plano de portabilidade tecnológica, integração de bases para melhorar qualidade de informações e regras automatizadas para reduzir inconsistências no SGP.

Sistema Gestão Presente (SGP) é o nome de uma plataforma implementada pelo Ministério da Educação (MEC) para dar suporte a redes de ensino de todo o Brasil. Mas o Tribunal de Contas da União (TCU) encontrou alguns possíveis complicadores na iniciativa, como uma forte dependência dos serviços da Amazon Web Services (AWS).

Com o SGP, as redes de ensino têm acesso e podem compartilhar dados sobre educação básica em nível nacional. Esses dados são usados para o estabelecimento de políticas públicas que combatem a evasão escolar ou para programas sociais como o Pé-de-Meia, só para dar alguns exemplos.

A relevância do SGP para o sistema educacional brasileiro não é questionada pelo TCU, portanto. O que está na mira do órgão é a abordagem técnica de implementação da plataforma, bem como falhas de validação de dados.

Sobre o último aspecto, chamou a atenção do TCU o fato de ser possível o registro de estudantes não autenticados ou até inexistentes no SGP. “Essa fragilidade pode levar a distorções nas análises e relatórios gerados e impactar a eficácia das políticas educacionais”, explica o órgão.

Outro problema encontrado é a deficiência na rastreabilidade dos dados, pois muitos dos registros são feitos por meio de planilhas, sem uso de bancos de dados estruturados ou sistemas de logs que permitam a identificação da origem daquelas informações.

Mas o uso da AWS como alicerce do Sistema Gestão Presente é tão ou mais preocupante, no entendimento do Tribunal de Contas da União.

Fachada de prédio da Amazon Web Services
Para TCU, sistema do MEC é fortemente dependente da Amazon Web Services (imagem: Tony Webster/Flickr)

Qual o problema do uso da AWS?

Do ponto de vista técnico, a AWS não é um problema em si. A infraestrutura de nuvem da Amazon cumpre a função de sustentar as operações de vários componentes do SGP, de modo que a plataforma fique acessível para instituições educacionais de todo o Brasil.

Porém, na avaliação do TCU, os recursos da AWS são usados de modo tão enfático que o SGP acaba sendo dependente de um único fornecedor de tecnologia (no caso, a Amazon). A auditoria aponta que esse contexto de forte dependência tecnológica pode dificultar a migração de ambiente de nuvem, bem como ocasionar aumento progressivo de custos.

Por conta disso, o TCU recomendou ao Ministério da Educação a elaboração de um plano de portabilidade tecnológica que possa diminuir o risco de o SGP ser prejudicado em caso de necessidade de migração de provedor. O plano deve incluir uma seção que trate especificamente da “priorização dos componentes com maior dependência tecnológica”.

Outras recomendações incluem a identificação de bases de dados que possam ser integradas ao SGP de modo a melhorar a qualidade das informações inseridas na plataforma, bem como a criação de regras automatizadas para mitigar o problema dos registros pouco confiáveis (com erros, inconsistências ou duplicidades).

Não está claro como o MEC lidará com o assunto. De todo modo, no relatório que trata da implementação do SGP, o TCU deixou claro que irá monitorar o seguimento das recomendações.

TCU questiona MEC por forte dependência da AWS em sistema de educação

Prédio do Ministério da Educação (imagem: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Amazon Web Services (Imagem: Tony Webster/Flickr)

Starlink fecha parceria no Brasil para ampliar internet via satélite

20 de Abril de 2026, 10:28
Antena Starlink (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Starlink é o serviço de internet via satélite desenvolvido pela SpaceX (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Starlink firmou parceria com a Alares para venda conjunta de planos de internet no Brasil.
  • O acordo mira regiões sem fibra óptica, como áreas rurais e localidades mais afastadas, e deve ser divulgado em maio.
  • Os planos devem repetir as ofertas da Starlink no Brasil, com velocidades a partir de 100 Mb/s por R$ 149 por mês.

A Starlink firmou uma parceria com a Alares para ampliar a oferta de seus serviços no Brasil. O acordo prevê a venda conjunta de planos de internet, combinando a infraestrutura de satélites de Elon Musk com a operação comercial da operadora brasileira, segundo informações do jornal Estadão.

As empresas devem focar em regiões onde a fibra óptica não chega, como áreas rurais e localidades mais afastadas. A Alares é a 12ª maior provedora de internet do Brasil, com 1,5% de market share.

De acordo com o jornal, o lançamento das ofertas está previsto para maio. Os planos devem replicar os mesmos já disponíveis diretamente pela Starlink no mercado brasileiro, com velocidades a partir de 100 Mb/s a R$ 149 por mês.

No final de janeiro, a Starlink bateu a marca de 1 milhão de clientes em solo nacional. Já a Alares possui 129 lojas físicas e tem mais de 820 mil clientes registrados na Anatel até fevereiro de 2026. A companhia é controlada pela Grain Management, gestora dos EUA de fundos de private equity.

Vale lembrar que a Amazon tem um projeto semelhante na América do Sul: a companhia de Jeff Bezos fechou um acordo com a Vrio em 2024 para oferecer internet por satélite do Amazon Leo na região. A Vrio controla a Sky no Brasil e a Directv em países vizinhos.

Errata: o texto informou anteriormente que a Alares seria a 5ª maior provedora de internet do Brasil. A informação foi corrigida.

Starlink fecha parceria no Brasil para ampliar internet via satélite

Antena Starlink (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Veja a posição do Brasil no ranking de preços de banda larga

17 de Abril de 2026, 10:47
Ilustração sobre conexão ADSL
Estudo global avaliou os custos de mais de 2.600 planos (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • A plataforma Broadband Genie analisou tarifas em 214 países e mais de 2.600 planos, com dados coletados do fim de janeiro ao início de fevereiro de 2026.
  • O Brasil ocupa a 47ª posição no ranking de preços de banda larga fixa com custo médio mensal de US$ 23,08 (cerca de R$ 114).
  • A banda larga mais barata é do Irã, com US$ 2,61 ao mês (R$ 13), enquanto a internet mais cara é em Wallis e Futuna: US$ 373,88/mês (mais de R$ 1.850).

O acesso à internet de alta velocidade facilita desde o trabalho remoto até serviços de saúde e educação. Para mapear o custo dessa conectividade ao redor do globo, a plataforma britânica de comparação de preços Broadband Genie fez uma classificação: o Brasil ocupa a 47ª posição da lista, próximo das regiões que cobram mais barato.

O levantamento analisou tarifas de banda larga fixa em 214 nações. Os dados, coletados entre o final de janeiro e o início de fevereiro de 2026, avaliaram mais de 2.600 planos de provedores locais para criar um cenário das tendências de precificação.

Provedores regionais baratearam os preços

O mercado brasileiro de telecomunicações passou por uma transformação nos últimos anos, impulsionada especialmente pelos provedores regionais de internet. O aumento da concorrência fora dos grandes centros e a substituição das antigas redes de cobre pela fibra óptica ajudaram a democratizar o acesso e a manter os preços em um patamar competitivo. O custo médio mensal, segundo o estudo, é de US$ 23,08 (cerca de R$ 114, na cotação atual).

Embora o usuário brasileiro ainda esbarre em questões de estabilidade e qualidade de atendimento, do ponto de vista financeiro, o valor médio cobrado por aqui é mais acessível do que em diversos mercados de primeiro mundo.

O Protocolo de Internet é responsável pelo envio de dados ao destino correto
Expansão dos provedores regionais barateou a internet fixa no país (imagem: Glenn Carstens-Peters/Unsplash)

Estados Unidos e Canadá cobram mais caro

Outra constatação do estudo é que riqueza nacional não é sinônimo de internet mais barata. A América do Norte é a segunda sub-região mais cara do planeta para se contratar banda larga, com um custo médio mensal de US$ 98,40 (quase R$ 490).

Os Estados Unidos, por exemplo, amargam a 167ª posição na tabela geral, cobrando em média US$ 80 por mês de seus assinantes. O Canadá aparece um pouco melhor, em 130º lugar, com a tarifa na casa dos US$ 55,26. Segundo o especialista da Broadband Genie Alex Tofts, mercados consolidados sofrem com um custo de vida geral elevado, o que encarece a mão de obra, as operações técnicas e o repasse ao bolso do consumidor.

O Leste Europeu, por outro lado, trilhou um caminho diferente. A sub-região apresenta um custo médio de apenas US$ 15,76 (menos de R$ 80). “As redes de cobre existentes eram tão inadequadas que os provedores optaram diretamente pela fibra ótica, em vez de desperdiçar dinheiro tentando atualizar linhas obsoletas”, explica Tofts.

Qual país cobra mais barato (e mais caro)?

Quando olhamos para o topo do ranking, a banda larga mais barata do mundo está no Irã, com um custo médio de apenas US$ 2,61 (R$ 13). O baixo valor, no entanto, se deve à forte depreciação do rial iraniano frente ao dólar. O portal The Register destaca a ironia desse primeiro lugar, lembrando que o governo local costuma restringir o acesso à internet dos cidadãos durante tensões geopolíticas.

Logo atrás, aparece a Ucrânia (US$ 5,35), que mantém redes de fibra eficientes mesmo em meio ao conflito no país, seguida por Etiópia (US$ 6,46), Bangladesh (US$ 7,38) e Mongólia (US$ 7,41).

Na outra ponta da tabela, a fatura pesa para quem vive isolado. O território de Wallis e Futuna, no Pacífico Sul, tem a internet mais cara do planeta: US$ 373,88 por mês (mais de R$ 1.850). O valor no arquipélago, com cerca de 11 mil habitantes, mostra na prática a dificuldade logística de instalar e manter redes em ilhas remotas.

Metodologia

Para garantir a precisão da comparação, a pesquisa avaliou contratos em diversas faixas de velocidade. Planos corporativos, pacotes combinados (como combos de TV a cabo e telefonia) e taxas de instalação foram excluídos para encontrar o custo real da conexão.

No entanto, há uma ressalva importante: todos os preços foram simplesmente convertidos de moedas locais para dólares americanos. Isso significa que o levantamento não cruza o valor da fatura de internet com a renda média da população.

Portanto, embora a banda larga de US$ 15 no Leste Europeu seja, por exemplo, numericamente mais em conta que a de US$ 55 no Canadá, o impacto real dessa conta mensal no orçamento doméstico do trabalhador local pode contar uma história diferente.

Veja a posição do Brasil no ranking de preços de banda larga

Saiba como funciona a tecnologia ADSL para internet banda larga por meio de linhas telefônicas (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O Protocolo de Internet é responsável pelo envio de dados ao destino correto (Imagem: Glenn Carstens-Peters/Unsplash)

Depois da OpenAI, agora a Anthropic planeja abrir escritório no Brasil

10 de Abril de 2026, 14:32
Dona do Claude prepara chegada oficial ao Brasil (imagem: divulgação)
Resumo
  • A Anthropic planeja abrir escritório em São Paulo em 2026.
  • O Brasil é o terceiro maior mercado do Claude, atrás dos Estados Unidos e da Índia.
  • A Anthropic já contrata para o time comercial em São Paulo e a OpenAI também instala estrutura física na cidade.

A Anthropic está preparando sua entrada oficial no Brasil. A dona do Claude — principal concorrente da OpenAI no mercado de inteligência artificial — planeja abrir um escritório em São Paulo ainda em 2026. A informação ganhou força após declarações de executivos da empresa durante um evento no Vale do Silício e foi confirmada por fontes ouvidas pela Bloomberg Línea.

No evento Brazil at Silicon Valley, nos Estados Unidos, o brasileiro Mike Krieger, hoje à frente do Anthropic Labs, reforçou que o conhecimento regional em áreas como medicina e direito é o que vai permitir a criação de negócios baseados em IA que realmente funcionem para as particularidades do Brasil.

O mercado brasileiro é, atualmente, o terceiro maior para o Claude, atrás apenas dos Estados Unidos e Índia. Ainda segundo a agência, a Anthropic já iniciou a contratação de profissionais para seu time comercial em São Paulo. A estrutura local deve facilitar a aproximação com unicórnios da América Latina, com suporte direto e concessão de créditos.

Anthropic e OpenAI em SP

Foto de Dario Amodei, de camisa branca e terno azul.
Dario Amodei é CEO da Anthropic (foto: divulgação)

A movimentação colocaria as duas maiores startups do setor disputando espaço no mesmo mercado: a OpenAI, dona do ChatGPT e comandada por Sam Altman, também está em processo de instalação de uma estrutura física na capital paulista.

A rivalidade entre as duas empresas vem se tornando cada vez mais próxima a de empresas como Apple e Samsung ou McDonald’s e Burger King, com alfinetadas públicas frequentes.

Apenas nos últimos meses, a empresa de Dario Amodei se aproveitou de decisões polêmicas da OpenAI para se apresentar como uma empresa de IA “do bem”, opondo-se a anúncios nos chatbots e a acordos específicos com o governo dos Estados Unidos. Na outra ponta, Altman sugere que a rival não tem interesse em democratizar o acesso à IA e possui planos elitistas.

Empresa cresce no mercado

A expansão para o Brasil acontece num momento de forte tração financeira. A receita anual da Anthropic ultrapassou US$ 30 bilhões no início deste ano (cerca de R$ 150 bilhões), um salto expressivo em relação aos US$ 9 bilhões registrados no final do ano passado (R$ 45 bilhões).

Em apenas dois meses, o número de clientes que investem mais de US$ 1 milhão (R$ 5 milhões) por ano no Claude dobrou: de 500 para mais de mil empresas. Com a chegada ao Brasil, a expectativa é ampliar esse volume entre as scale-ups da América Latina.

Depois da OpenAI, agora a Anthropic planeja abrir escritório no Brasil

Assistente virtual Claude é produzido pela Anthropic (imagem: divulgação)

Dario Amodei é CEO da Anthropic (foto: divulgação)

Exclusivo: Amazon libera desconto para brasileiros com Kindle antigo

10 de Abril de 2026, 13:41
Kindle Paperwhite de 1ª geração
Kindle Paperwhite de 1ª geração foi lançado em 2012 (foto: Paulo Higa/Tecnoblog)
Resumo
  • A Amazon oferece 20% de desconto na compra de um Kindle novo para brasileiros com modelos antigos elegíveis.
  • A ação vale até 20 de junho. Os aparelhos elegíveis incluem Kindle de 1ª e 2ª geração, Kindle DX, Kindle Keyboard, Kindle Touch, Kindle 4, Kindle 5 e alguns Kindle Fire.
  • Os clientes também recebem R$ 100 em livros na loja oficial. A Amazon afirma que os modelos antigos perderam suporte, compra de livros e restauração.

A Amazon confirmou com exclusividade ao Tecnoblog que os consumidores brasileiros também terão desconto na compra de um Kindle novo. Nesta semana, a empresa começou a avisar aos donos de Kindles antigos que eles perderão suporte. Na prática, isso significa que não será mais possível comprar livros nem restaurar os aparelhos.

Agora, a companhia de Jeff Bezos nos explica o plano de ação para os clientes que quiserem substituir o Kindle antigo. O desconto poderá chegar a 20% na aquisição de um novo, como o Kindle de 11ª Geração, o PaperWhite de 6ª Geração ou o Colorsoft, com tela colorida.

Como funciona a oferta?

O comunicado por email será enviado aos brasileiros que compraram e ainda usam algum modelo de Kindle afetado pela decisão. Ele tem o assunto “Aviso sobre o Kindle — Dispositivos não serão mais compatíveis” e traz um cupom de 20% de desconto.

A Amazon disse ao Tecnoblog que a oferta vale exclusivamente para os aparelhos elegíveis. São eles:

  • Kindle de 1ª geração (2007)
  • Kindle de 2ª geração (2009)
  • Kindle DX (2009)
  • Kindle DX Graphite (2010)
  • Kindle Keyboard (2010)
  • Kindle 4 (2011)
  • Kindle Touch (2011)
  • Kindle 5 (2012)
  • Kindle Paperwhite de 1ª geração (2012)
  • Kindle Fire de 1ª geração (2011)
  • Kindle Fire de 2ª geração (2012)
  • Kindle Fire HD 7 (2012)
  • Kindle Fire HD 8.9 (2012)

A ação vai até 20 de junho. Além do preço mais baixo, os consumidores beneficiados terão direito a R$ 100 em compras de livros na loja oficial do Kindle. O valor “será adicionado automaticamente à sua conta após a compra de um novo dispositivo”, de acordo com a empresa.

Polêmica do Kindle antigo

A Amazon enfrenta pressão e muitas críticas na internet desde que anunciou o fim do suporte a modelos antigos de Kindle, conforme noticiado pelo Tecnoblog. Alguns consumidores dizem que é obsolescência programada. Outros não se importaram, pois alegam fazer pirataria de todos os livros.

Jeff Bezos
Medida também afeta o tablet Kindle Fire (imagem: divulgação)

O importante é notar que um produto funcional perderá suporte à loja online. Talvez o pior aspecto da decisão, no entanto, seja a impossibilidade de restaurá-lo aos padrões de fábrica. Ao fazer isso, a Amazon alertou que não será possível registrar novamente no aparelho.

Numa nota à imprensa, a companhia declarou que os modelos foram suportados por até 18 anos, “mas a tecnologia avançou muito nesse período, e esses dispositivos não terão mais suporte daqui para frente”. Ela também enfatizou que os livros continuarão acessíveis nos apps do Kindle para celulares ou no site oficial.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Exclusivo: Amazon libera desconto para brasileiros com Kindle antigo

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Consumidores afetados pelo fim do suporte podem receber cupom de 20% e crédito de R$ 100 para a compra de livros, segundo apurou o Tecnoblog.

Kindle Paperwhite de 1ª geração (imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)

Amazon Leo: rival da Starlink chega em meados de 2026, diz CEO

10 de Abril de 2026, 10:52
Project Kuiper passou a se chamar Amazon Leo em novembro de 2025 (imagem: divulgação/Amazon)
Resumo
  • Amazon Leo (antigo Project Kuiper) está nos preparativos finais para a estreia de seu serviço de internet por satélites de órbita terrestre baixa;
  • CEO da Amazon, Andy Jassy, afirmou a investidores que lançamento oficial está previsto para meados de 2026;
  • plano é oferecer taxas de download de até 1 Gb/s, mas serviço deve atender a empresas e governos inicialmente.

O Amazon Leo, serviço de acesso à internet via satélites que vem para concorrer com a Starlink, já tem data de lançamento. Ou quase isso: o CEO da empresa declarou recentemente que o início das operações da novidade está previsto para “meados de 2026”.

Convém relembrar que Amazon Leo é a atual denominação do Project Kuiper. A mudança de nome ocorreu em novembro de 2025, em parte para descrever a principal característica dessa divisão: LEO é uma sigla para Low Earth Orbit, ou Órbita Terrestre Baixa, que é o nível no qual os satélites do serviço operam.

A declaração sobre o início das operações do Amazon Leo foi dada pelo CEO da Amazon, Andy Jassy, em carta a acionistas. No documento, o executivo cita a previsão de lançamento de modo indireto, quando comentava que o serviço já tem acordos com governos e empresas:

Embora o lançamento oficial do Amazon Leo esteja previsto para meados de 2026, já temos compromissos de receita significativos vindos de empresas e governos.

Mais recentemente, a Delta Airlines, a companhia aérea com maior faturamento do mundo, anunciou que escolheu o Amazon Leo para seu futuro Wi-Fi e começará com 500 aeronaves em 2028. Ela se junta a outros clientes do Leo, como JetBlue, AT&T, Vodafone, Directv Latin America, Rede Nacional de Banda Larga da Austrália, NASA e outros.

Andy Jassy, CEO da Amazon

Antena Ultra da Amazon Leo com fundo personalizado em imagem de divulgação da empresa
Antena Ultra da Amazon Leo que promete até 1Gb/s de download (imagem: divulgação/Amazon)

Amazon Leo promete ser mais rápido do que a Starlink

A carta de Jassy tende a ser bem recebida por investidores e futuros clientes porque sinaliza que finalmente o projeto virará realidade. A Amazon vinha (ou vem) enfrentando dificuldades para tirar o Leo do papel.

Mas a espera pode valer a pena. Em novembro, a Amazon anunciou uma antena que pode oferecer download de até 1 Gb/s. Para você ter ideia do que isso significa frente à concorrência, a Starlink trabalha atualmente com taxa de download máxima na casa dos 400 Mb/s.

Os planos para o Amazon Leo são audaciosos. Além de velocidades elevadas, a companhia quer oferecer cobertura global. Isso inclui a América do Sul e, com efeito, o Brasil: basta nos lembrarmos do acordo que a Amazon fechou com a Vrio em 2024 para oferecer internet por satélite na região. A Vrio controla a Sky no Brasil e a Directv em países vizinhos.

Mas os desafios continuam. Sabe-se, por exemplo, que o Amazon Leo tem cerca de 240 satélites em órbita atualmente, um número baixo para uma cobertura verdadeiramente global. Por conta disso, é provável que, na fase inicial, o serviço de internet do Amazon Leo seja oferecido somente a empresas e governos, tal como Andy Jassy dá a entender em sua carta.

Amazon Leo: rival da Starlink chega em meados de 2026, diz CEO

Project Kuiper passa a se chamar Amazon Leo em novembro de 2025 (imagem: divulgação)

Antena Ultra da Amazon Leo permite velocidades de até 1Gb/s de download (imagem: divulgação)

Nova marca de celulares deve estrear no Brasil

9 de Abril de 2026, 16:32
Nothing Phone 4a está a caminho do Brasil (imagem: divulgação)
Resumo
  • Nothing homologou o Phone (4a) na Anatel com o código de modelo A069.
  • O modelo tem bateria de 5.080 mAh e suporta recarga de 50 W por USB-PD.
  • A fabricação será feita na China; o preço e a data de venda no Brasil ainda não foram informados.

Mais uma marca de smartphones deve entrar no mercado brasileiro: a Nothing, que homologou o Phone (4a) na Anatel. A empresa, fundada por Carl Pei — também conhecido por criar a marca OnePlus (da Oppo) —, obteve a certificação na quinta-feira passada (02/04).

O pedido foi feito pela New Paths Representação Comercial, empresa que atua como intermediária em processos de homologação. Infelizmente, isso dificulta identificar quem será responsável pela importação e venda do Nothing Phone no Brasil.

A fabricante é conhecida pelo estilo minimalista dos seus modelos e também por ser contra lançar celulares todo ano. Segundo o CEO, a empresa prefere esperar até que um novo produto represente um avanço real.

Certificado de homologação do Nothing Phone 4a (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

A bateria do Phone (4a) também já foi certificada, com o código de modelo NT07A. Ela tem 5.080 mAh, como a versão vendida na maioria dos mercados, e não a bateria de 5.400 mAh do modelo vendido na Índia.

Para recarga, você que se vire: o Nothing Phone (4a) não deve vir com carregador na caixa, nem mesmo no Brasil. Ele aceita recarga de 50 W por USB-PD.

Bateria do Nothing Phone 4a (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

A fabricação será feita na China, o que deve elevar o valor no varejo, já que não poderá usufruir dos benefícios fiscais de produtos montados por aqui.

O Nothing Phone (4a) foi lançado no exterior no início do mês de março com características intermediárias, como o SoC Snapdragon 7s Gen. Outras características miram mais acima, como o conjunto de câmeras traseiras triplo que inclui uma teleobjetiva periscópio com 3,5x de zoom, geralmente vista apenas em aparelhos topo de linha.

Nothing Phone 4a na cor azul (imagem: divulgação)

O modelo se destaca mesmo pelo design: a traseira é translúcida, revelando partes do interior do aparelho, e possui uma série de 7 indicadores com LEDs. São seis brancos, que podem indicar notificações, carga da bateria e muito mais, e um vermelho, que indica quando a câmera está em uso.

O Nothing Phone (4a) também tem um irmão maior, o Nothing Phone (4a) Pro, com tela maior e melhor, construção superior, SoC ligeiramente melhor e que troca a barra de LEDs por uma “mini tela” de 137 LEDs. Este modelo não está certificado no Brasil.

Quanto vai custar?

Não temos informações sobre quando e por quanto o Nothing Phone (4a) será vendido no Brasil. Para comparação, ele é vendido no Reino Unido por 349 libras esterlinas, cerca de R$ 2.400 em conversão direta.

Nova marca de celulares deve estrear no Brasil

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Fabricante de celulares Nothing homologou o Phone (4a) na Anatel. Empresa foi fundada por Carl Pei, cofundador da marca OnePlus, da Oppo.

Nothing Phone 4a (imagem: divulgação)

Certificado de homologação do Nothing Phone (4a) (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Nothing Phone 4a azul (imagem: divulgação)

Exclusivo: Motorola Razr Fold pode chegar ao Brasil a qualquer momento

9 de Abril de 2026, 10:35
Motorola Razr Fold em exposição em Barcelona (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Resumo
  • O Motorola Razr Fold recebeu homologação da Anatel em 7 de 2026, com código XT2651-1. O modelo já pode ser vendido no Brasil.
  • O aparelho tem 5G, Bluetooth, NFC, Wi-Fi 7, UWB, carregamento sem fio reverso e suporte à Moto Pen Ultra. Ele usa duas baterias, com 5.760 mAh nominais, e traz carregador de 90 W na caixa.
  • O Razr Fold custa 1.999 euros e 1.799 libras. A Motorola prevê venda no Brasil ainda neste semestre.

Agora vai: o Motorola Razr Fold passou pela homologação na Anatel e já pode ser vendido no Brasil. O smartphone dobrável foi foi anunciado durante a CES 2026 e deve competir diretamente com o Galaxy Z Fold 7, da Samsung, oferecendo alguns recursos a mais.

O modelo foi certificado com o código de modelo XT2651-1 na última terça-feira (7), conforme os documentos visualizados pelo Tecnoblog. Este código de modelo está associado ao codinome Horizon26, segundo o leaker Evan Blass, e condiz com o processo de homologação nos Emirados Árabes Unidos.

A documentação confirma características de um telefone topo de linha, como esperado: conectividade 5G, Bluetooth, NFC, Wi-Fi 7 de três bandas, UWB e carregamento sem fio reverso. Na caixa, o Razr Fold virá com o carregador MC-907 de 90 Watts, capacidade maior do que o Razr Fold é capaz de aceitar (80 Watts).

Certificado de homologação do Razr Fold da Motorola
Certificado de homologação do Razr Fold da Motorola (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)
Carregador Motorola MC-907 de 90 W durante a certificação (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

No smartphone estão duas baterias (SH29 e SH31) com capacidades nominais de 2.820 e 2.940 mAh, somando 5.760 mAh nominais. Parece lógico assumir que se tratam de baterias que somam 6.000 mAh típicos, a capacidade divulgada pela Motorola para o Razr Fold.

O Razr Fold suporta o uso de caneta stylus (Moto Pen Ultra), acessório que a concorrente sul-coreana removeu no Galaxy Z Fold 7. O Razr Fold também possui grau de proteção contra líquidos superior ao concorrente: IPX9 versus o IP48 do Fold 7 (no entanto, o produto Samsung oferece alguma proteção contra ingresso de poeira).

Moto Pen Ultra (imagem: divulgação)

O smartphone não deve ser barato: ele será vendido por 1.999 euros no velho continente, 1.799 libras no Reino Unido, valores que, em conversão direta, ficam na faixa dos R$ 12 mil por aqui.

Esperamos que a venda do modelo inicie em breve: já há um cadastro de interesse no site da fabricante e a Motorola já informou no passado que pretende vendê-lo ainda neste semestre.

Exclusivo: Motorola Razr Fold pode chegar ao Brasil a qualquer momento

Motorola Razr Fold (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Certificado de homologação do Razr Fold da Motorola (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Carregador Motorola MC-907 de 90 W durante sua certificação (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Moto Pen Ultra (imagem: divulgação)

Google Finanças reforçado com IA chega ao Brasil

9 de Abril de 2026, 10:31
Google Finanças reforçado com IA chega ao Brasil
Google Finanças reforçado com IA chega ao Brasil (imagem: reprodução/Google)
Resumo
  • Google Finanças com IA chegou ao Brasil e a mais de 100 países; teste começou em agosto de 2025 nos Estados Unidos;
  • serviço reúne cotações de ações, moedas, contratos futuros, criptomoedas, índices e notícias; versão brasileira converte valores para reais e mostra conteúdo do Brasil, naturalmente;
  • IA oferece respostas sobre investimentos, gráficos avançados e notícias em tempo real.

O Google Finanças (Google Finance) foi lançado em 2006, mas até hoje não é muito conhecido. Talvez isso mude um pouco na versão com inteligência artificial do serviço, que foi introduzida em agosto de 2025 nos Estados Unidos e, agora, chega a outros 100 países. O Brasil está entre eles.

Ao contrário do que o nome pode sugerir, o Google Finanças não é um organizador financeiro pessoal, mas uma plataforma de auxílio a investimentos.

Você pode usá-la para acompanhar o sobe e desce de ações nas principais bolsas de valores do mundo, por exemplo. Também é possível usar o Google Finanças para pesquisar sobre moedas estrangeiras, contratos futuros, criptomoedas e mais.

As informações da plataforma são regionalizadas. Por conta disso, a versão brasileira do Google Finanças faz conversões para reais por padrão, bem como exibe índices e notícias referentes ao Brasil, por exemplo.

Qual o diferencial do Google Finanças com IA?

O Google Finanças com IA oferece três recursos principais:

  • perguntas sobre investimentos: você pode usar o campo de pesquisa do Google Finanças para saber sobre o valor de uma ação, o cenário econômico e assim por diante; a resposta é gerada por IA generativa;
  • gráficos avançados: é possível usar o serviço para gerar gráficos de evolução de ativos, indicadores técnicos e afins; para isso, basta digitar instruções como “gere um gráfico sobre a evolução das ações da Petrobras nos últimos seis meses”;
  • dados e notícias em tempo real: a IA também pode gerar um feed de notícias ou de informações financeiras em tempo real, sob medida.
Google Finanças gerando gráficos
Google Finanças gerando gráficos (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

O Google Finanças com IA começou a ser testado em agosto de 2025 nos Estados Unidos e, posteriormente, na Índia. Agora, o serviço foi expandido para mais de 100 países, segundo a companhia, como México, Argentina, Colômbia, Chile e, como já ficou claro, Brasil.

Em resumo, o serviço pode te ajudar a tomar decisões referentes a investimentos. Mas o próprio Google alerta que os dados apresentados pela IA podem ter inconsistências, por isso, convém não confiar cegamente na ferramenta no atual estágio.

Para acessar a novidade, basta acessar a versão beta do Google Finanças. Quem já usa o serviço e prefere a versão anterior (sem IA) pode voltar a ela clicando no botão “Clássico”, no topo da página ou no botão de configurações, na versão web móvel.

Google Finanças reforçado com IA chega ao Brasil

Google Finanças gerando gráficos (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Jogador brasileiro está mais atento ao uso da IA em games, mostra pesquisa

9 de Abril de 2026, 10:00
PGB 2026
PGB 2026 divulga dados dos gamers brasileiros (Imagem: divulgação/PGB)
Resumo
  • A PGB 2026 levantou preocupação dos jogadores brasileiros acerca do uso de IA no desenvolvimento de games pela primeira vez, e quase 50% relatam preocupação com essa possibilidade.
  • Número de brasileiros que se consideram gamers caiu para 75,3% (eram 82,2% em 2025), mas 86,7% do público vê nos games uma das atividades de entretenimento digital preferidas.
  • O segmento mobile lidera com 44,1% das preferências, mas há uma tendência de aumento entre gamers de PC, com 21,1%.

A nova edição da PGB (Pesquisa Game Brasil) aponta que já são quase 50% dos gamers brasileiros preocupados com o uso de inteligência artificial em algum nível do desenvolvimento dos jogos. O estudo traz esse dado pela primeira vez, apontando ainda que, apesar da preocupação, a presença de IA não interfere na compra da maioria, já que 39,3% não deixariam de obter um novo game feito em sua maioria com a tecnologia, enquanto 40,9% admitem que haveria essa possibilidade.

Outra informação relevante do estudo é a diminuição do público que se considera gamer no Brasil: dos 82,2% registrados na PGB 2025, o número caiu para 75,3% neste ano.

O levantamento é feito anualmente por SX Group e Go Gamers em parceria com ESPM e Blend New Research. Neste ano, o número de entrevistados foi de 7.115, com idades entre 16 e 55 anos. As respostas foram obtidas entre 5 e 13 de março de 2026.

imagem do controle DualSense do PlayStation 5
Hábito de jogar segue em alta no Brasil, mas público identificado como gamer diminui (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Número menor de gamers, mas não de jogadores

Chama atenção a queda no número de brasileiros que se consideram gamers. O dado foi destaque nas últimas pesquisas divulgadas, ficando acima dos 80% em 2025. Dessa vez, houve uma queda de 6,9 pontos percentuais.

Segundo a pesquisa, mesmo com a baixa, o hábito de jogar continua forte por aqui: 86,7% dos entrevistados afirmam que os games são uma das principais fontes de entretenimento, enquanto 80,7% apontam a jogatina como sua principal atividade de lazer digital. Segundo a pesquisa, essa diferença entre os dados tem a ver com a identificação do brasileiro, que ficou mais seletiva.

As mulheres seguem à frente: elas representam 52,8% dos entrevistados, enquanto 47,2% são homens. Em relação à geração desses players, há uma mudança significativa na liderança: antes maioria, os millennials perderam o posto para os gen z, que agora compõem 36,5% do total, contra 33,7% do público entre 30 e 44 anos. Na PGB 2025, esse número chegou a 49,4%, uma variação de 15,7 pontos percentuais.

Imagem mostra celular Moto G35 nas mãos de uma mulher. Na tela, há a exibição de um jogo de corrida com cores vibrantes, em tons de vermelho, azul e roxo.
Jogar no celular ainda é a preferência do público brasileiro, mas há tendência de crescimento no PC (Imagem: Divulgação/Motorola)

Preferência por mobile segue forte no Brasil

Jogar no celular tem sido a preferência dos brasileiros há algum tempo. No ano passado, esta plataforma foi citada por 35% e aumentou pata 44,1% em 2026.

Segundo o CEO da Go Gamers, Carlos Silva, os números mostram uma tendência de crescimento de jogadores de PC. Ele afirma que há “um movimento de maior envolvimento e engajamento com os jogos digitais”, comportamento que indica “um público com maior disposição para investir em hardware e jogos”.

O aumento percentual entre gamers de computador, em contrapartida, não é dos mais altos, subindo apenas 0,8%: de 20,3% em 2025 para 21,1% agora em 2026. Já nos consoles, a porcentagem caiu de 24,7% para 24%.

Comportamento de compra na era do cloud gaming

Serviços de jogos na nuvem, como o Xbox Cloud Gaming, levam PGB a questionar preocupação com acesso futuro aos jogos (imagem: divulgação/Xbox)

Os entrevistados também foram questionados a respeito do tipo de acesso aos games, considerando mídia física, digital e via nuvem. Sobre a preocupação em perder acesso aos títulos disponíveis digitalmente, 34,5% responderam que pensam no assunto com algum receio, enquanto 26,8% afirmam não ter nenhuma preocupação. Já aqueles que têm esse receio chegam a 22%, principalmente pela falta de uma edição física para jogar.

Para o professor da ESPM e consultor da Go Gamers, Mauro Berimbau, “o valor não está apenas no ato de jogar”, e sim na possibilidade de revisitar esses games a qualquer momento no futuro. Essa afirmação é corroborada pelos 62,6% do público, que afirmaram ter o hábito de voltar a jogar games antigos ou clássicos por conta própria, enquanto 55,1% do público têm esse costume para se divertir com amigos.

O preço mais baixo foi o principal motivo para comprar um game antigo, segundo 44% dos entrevistados. Outros 36,3% disseram que buscam remakes ou remasterizações, uma tendência atual do setor, por causa do melhor desempenho gráfico. Essa possibilidade foi citada por 36,3% dos entrevistados.

Jogador brasileiro está mais atento ao uso da IA em games, mostra pesquisa

PGB 2026 divulga dados dos gamers brasileiros

(imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Moto G35 promete boa performance devido ao recurso de RAM Boost Inteligente (Imagem: Divulgação/Motorola)

Xbox Cloud Gaming chega às TVs LG e Fire TV Stick (imagem: divulgação/Xbox)

Jovi amplia produção em Manaus e registra alta nas vendas do V70

7 de Abril de 2026, 20:20
André Varga enfatiza o compromisso da Jovi com o Brasil (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

A Jovi comemora a evolução do negócio no Brasil: o Jovi V70 5G, smartphone mais recente da marca, registrou um volume de vendas 40% maior do que o antecessor, o Jovi V50. A fabricante chinesa, que atende pelo nome de Vivo Mobile Communication no país de origem, não revelou números absolutos de vendas.

Os dados foram apresentados durante um evento na noite de hoje em São Paulo, com a presença do Tecnoblog. A estatística considera os primeiros 25 dias de comercialização. Ainda de acordo com a Jovi, já são dez produtos à venda no mercado brasileiro, um indicativo de que os chineses possuem um projeto robusto para cá.

O V70 5G traz câmera principal de 200 megapixels com estabilização óptica (OIS), zoom de até 30x com 12 megapixels e recursos de inteligência artificial para fotografia. O gerente sênior de produto Douglas Issii destacou que “o brasileiro gosta muito de fotografia”.

Foto em close da parte traseira de um smartphone azul-escuro com acabamento fosco. O destaque é o módulo de câmeras triplas, dispostas verticalmente em uma base oval saliente. As duas lentes superiores são pretas e profundas. A terceira lente, na base, é cercada por um anel prateado brilhante, contendo a inscrição "200MP OIS CAM"
Jovi V70 5G tem câmera de 200 megapixels (imagem: divulgação)

O smartphone conta ainda com bateria de 7.000 mAh, carregamento rápido de 90 W, processador MediaTek Dimensity, conectividade 5G e certificações IP68 e IP69 de resistência a água e poeira.

A empresa baseou o desenvolvimento do aparelho em mais de 4 mil pesquisas de campo no país. “O consumidor final está no centro do processo de decisão, desde o desenvolvimento de produto até o marketing”, disse o diretor Andre Varga.

Segundo os dados divulgados, consumidores brasileiros utilizam mais recursos avançados de câmera – como retrato, selfie, vídeo e zoom – em comparação com a média global, onde o modo padrão predomina.

A fábrica da Jovi em Manaus teve capacidade expandida para 500 mil unidades por ano, cinco vezes mais do que em 2025. A marca ainda celebrou a presença em 1,8 mil pontos de venda.

Thássius Veloso viajou para São Paulo a convite da Jovi

Jovi amplia produção em Manaus e registra alta nas vendas do V70

André Varga enfatiza o compromisso da Jovi com o Brasil (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Jovi V70 5G (imagem: divulgação)

Xiaomi prepara dois smartphones básicos para o mercado brasileiro

3 de Abril de 2026, 11:45
Redmi A7 Pro tem bateria de 6.000 mAh (imagem: divulgação)
Resumo
  • Anatel homologou os smartphones Redmi A7 Pro e Poco C81 para venda no Brasil.
  • O Redmi A7 Pro possui tela IPS de 6,9 polegadas, 4 GB de RAM, câmeras de 13 MP e 8 MP, e bateria de 6.000 mAh.
  • O Poco C81 ainda não foi anunciado, mas terá design em dois tons e características similares ao Redmi A7 Pro.

Redmi A7 Pro e Poco C81 já podem ser vendidos no Brasil. A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) expediu a certificação dos dois modelos ontem (02/04), liberando a comercialização e uso dos dois celulares em território nacional. O documento foi solicitado pela DL, que representa a Xiaomi no país.

Eles têm códigos de modelo 25128RN17L e 25128PC17 (Redmi A7 Pro e Poco C81, respectivamente) e foram homologados em conjunto, indicando que terão características similares — algo bastante comum entre as fabricantes chinesas de celulares, especialmente a Xiaomi. São características básicas, o que os posiciona como smartphones de entrada.

Certificado da Anatel dos celulares Redmi A7 Pro e Poco C81 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

O Redmi A7 Pro foi anunciado oficialmente pela Xiaomi na última quarta-feira (01/04). Suas especificações incluem:

  • Tela IPS de 6,9 polegadas e taxa de atualização de 120 Hz;
  • Resolução de apenas 1.600 x 720 pixels;
  • SoC Unisoc T7250 com meros 4 GB de RAM (64 ou 128 GB de armazenamento);
  • Câmera traseira principal de 13 megapixels e frontal de 8 megapixels;
  • Bateria de 6.000 mAh com carregamento de 15 W;
  • E conectividade de apenas 4G, Bluetooth e Wi-Fi 5, mas sem NFC.

Tudo isso rodando o HyperOS 3 da Xiaomi, baseado no Android 16.

Redmi A7 Pro tem quatro opções de cores (imagem: divulgação)

Já o Poco C85 ainda não foi anunciado, mas não deve divergir muito em suas características. Graças às fotos da certificação, sabemos que ele terá um design com pintura em dois tons na traseira, tradicional da linha Poco, e uma das cores deve ser uma espécie de verde ou azul metálico.

Os modelos serão fabricados pela Xiaomi na China e virão com o carregador MDY-18-EG de 15 W na caixa.

Poco C81 durante o processo de certificação (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Quando chega?

Ainda não temos informações sobre data de lançamento ou valores no Brasil, mas o Redmi A7 Pro é vendido por 129 euros na Alemanha e na Espanha, em torno de R$ 780 em conversão direta.

O modelo deve competir com celulares básicos como o Galaxy A07 e o antecessor A06, além de rivais de outras fabricantes.

Xiaomi prepara dois smartphones básicos para o mercado brasileiro

Redmi A7 Pro (imagem: divulgação)

Certificado Anatel dos Redmi A7 Pro e Poco C81 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Redmi A7 Pro tem quatro opções de cores (imagem: divulgação)

Poco C81 durante o processo de certificação (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Google surpreende ao aumentar espaço e manter preço do One AI Pro

2 de Abril de 2026, 19:51
A imagem mostra a tela de um smartphone sendo segurado por uma mão. Na parte superior da tela, é possível ver a hora "17:20" e ícones de notificação. Abaixo, há três ícones de aplicativos: o logo colorido do Google, o ícone do Google One e o ícone do Google Ads, todos com design simples e minimalista. A interface do sistema está em um fundo azul claro. A mão que segura o dispositivo está posicionada na lateral.
Google One AI Pro dobra capacidade máxima de armazenamento para assinantes (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Resumo
  • O Google One AI Pro oferece mais que o dobro de armazenamento agora: 5 TB; preço fica em  R$ 48,49 nos dois primeiros meses, depois R$ 96,99 mensais;
  • O plano inclui 1.000 créditos de IA para serviços como Flow e Whisk com o modelo Veo 3.1;
  • Outras opções para Inteligência Artificial incluem o Google One AI Plus com 200 GB e 200 créditos, e o Google One Ultra com 30 TB e 25 mil créditos.

O Google One AI Pro, assinatura para armazenamento extra na nuvem, recebeu um reajuste de espaço e agora oferece até 5 TB para os clientes. A novidade já está disponível no Brasil e sai a partir de R$ 48,49 em período promocional nos dois primeiros meses; depois, o valor volta aos R$ 96,99 originais. Esse é mais que o dobro de espaço oferecido no plano até então, que permitia guardar arquivos até 2 TB.

Agora, usuários interessados em uma quantidade menor de armazenamento podem optar pelo Google One Premium, com os mesmos 2 TB e mensalidade de R$ 49,99. Vale lembrar que os planos de IA começam em R$ 12,49 (One IA Plus de 200 GB), em preço promocional pelos seis primeiros meses.

O anúncio foi feito pelo Google nesta quarta-feira (01/04), conforme repercutiu o site especializado 9to5 Google, e logo em seguida o plano foi revisto no Brasil.

Com a novidade, agora são três opções de assinatura voltadas para o uso de inteligência artificial: Plus, Pro e Ultra. Enquanto os dois primeiros ficam em 200 GB e 5 TB, o plano mais alto permite até 30 TB de arquivos armazenados, entre fotos, documentos, emails e recursos premium de IA. Entre os serviços oferecidos pelo Google estão Gemini, NotebookLM, Flow, Whisk, entre outros.

Por que ter um plano específico de inteligência artificial?

As assinaturas oferecidas pelo Google para usuários profissionais das IAs têm, além do armazenamento extra, outras vantagens específicas. Entre elas estão a oferta de créditos de IA, que podem ser usados para acessar mais funções dentro dos serviços Flow e Whisk, voltados para criação de imagens e vídeos a partir do modelo Veo 3.1.

O plano One AI Plus, por exemplo, permite usar até 200 créditos mensais, enquanto o Google One AI Pro disponibiliza mil créditos para os usuários. Na opção Ultra, que custa elevados R$ 1.209,99 por mês, são 25 mil créditos. Este é claramente um plano mais adequado para empresas ligadas à criatividade, e não é o mais indicado para usuários que trabalham com a ferramenta de forma independente.

Tela de celular mostrando o recurso Gemini Live, um aplicativo de IA que permite transmitir vídeos ao vivo para a inteligência artificial analisar. A imagem mostra uma mão com suéter verde apontando para prédios e táxis amarelos em uma cidade. Na parte inferior há ícones para câmera, compartilhamento de tela, pausa e encerramento da transmissão, com fundo escuro e iluminação azul e roxa.
Recursos como o Gemini Live podem ser explorados com mais armazenamento disponível via Google One AI (imagem: divulgação)

Quem busca apenas expandir o armazenamento em serviços básicos do Google, por exemplo, pode recorrer aos planos One básicos, como o Lite, o Básico e o Padrão, com 30 GB, 100 GB e 200 GB, respectivamente. A opção Premium, por sua vez, tem 2 TB e também cobre recursos de IA.

Preços do Google One

Vamos considerar abaixo os principais planos do Google One oferecidos no Brasil, incluindo o Padrão, o AI Plus, o Premium e o AI Pro, já com os reajustes anunciados.

PadrãoAI PlusPremiumAI Pro
PreçoR$ 14,99R$ 12,50 (6 primeiros meses) / R$ 24,99 (padrão)R$ 49,99R$ 48,49 (2 primeiros meses) / R$ 96,99 (padrão)
Armazenamento200 GB200 GB2 TB5 TB
Gmail, Docs, Sheets e maisSimSimSimSim
Créditos de IANão200 créditos200 créditos1.000 créditos
Tabela elaborada pelo Tecnoblog com base em dados oficiais

Google surpreende ao aumentar espaço e manter preço do One AI Pro

Nova marca do Google, com “G” num gradiente multicolorido, estreia em maio de 2025 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Gemini Live pode entender o que está ao redor do usuário (imagem: divulgação)

Sky confirma rede móvel no Brasil para abril

26 de Março de 2026, 13:07
Imagem com um fundo vermelho vibrante. Em primeiro plano, um smartphone moderno com bordas finas exibe uma tela vermelha com o logotipo branco da empresa "SKY" no centro. Duas torres de telecomunicação estão desfocadas em ambos os lados, com ondas de sinal de celular em arcos amarelos.
Sky lançará rede MVNO no Brasil em abril (ilustração: Vitor Pádua/Bruno Andrade/Tecnoblog)
Resumo
  • Sky lançará o serviço Sky Móvel no Brasil em 6 de abril, inicialmente para clientes pós-pagos em São Paulo e Rio de Janeiro.
  • O serviço será aberto ao público geral em maio e a infraestrutura da rede será fornecida pela Surf Telecom.
  • A Sky Móvel oferecerá pacotes de dados de 6 GB a 50 GB, com preços de R$ 29,90 a R$ 89,90.

A Waiken ILW, holding que controla a Sky, confirmou a entrada oficial da marca no mercado brasileiro de telefonia celular. O serviço Sky Móvel de operadora móvel virtual (MVNO) — formato em que a empresa vende planos e chips sem possuir antenas próprias — estreia em 6 de abril. Inicialmente, será restrito a clientes pós-pagos da empresa em São Paulo e no Rio de Janeiro.

A infraestrutura da nova rede será fornecida pela Surf Telecom, conforme contrato antecipado com exclusividade pelo Tecnoblog no início do mês. A expectativa da companhia é liberar a contratação para assinantes de TV e de banda larga (Zaaz) de todo o país no final de abril, abrindo as vendas para o mercado em geral no decorrer de maio.

Planos, preços e benefícios

O serviço da Sky Móvel terá quatro pacotes de dados: 6 GB, 15 GB, 30 GB e 50 GB, com mensalidades entre R$ 29,90 e R$ 89,90. Para atrair os primeiros clientes, a operadora deve oferecer 50% de desconto durante os três primeiros meses.

A partir do pacote de 15 GB, o serviço inclui chamadas de voz e SMS ilimitados, além de uso ilimitado de WhatsApp e Waze. Os clientes poderão acumular ou transferir os dados não acumulados para o mês seguinte, e a empresa também venderá franquias adicionais caso o consumidor esgote o pacote.

A Sky Móvel confirmou que oferecerá portabilidade para quem quiser migrar mantendo o número atual. A Surf Telecom usa tradicionalmente a infraestrutura de antenas da TIM.

Convergência de serviços

Um homem, com cabelos grisalhos e barba, usando uma camisa polo preta, fala segurando um microfone durante uma apresentação.
Darío Werthein é presidente da nova holding Waiken ILW, que controla a Sky (imagem: reprodução)

Em nota, a Waiken ILW, que afirma ter investido mais de US$ 200 milhões no Brasil (mais de R$ 1 bilhão), aposta na convergência entre seus serviços de fibra da operadora regional Zaaz com o conteúdo de entretenimento da TV e do streaming Sky+.

A proposta é integrar “a conectividade por fibra óptica de máxima velocidade e estabilidade da ZAAZ com uma robusta oferta de entretenimento, informação e esportes”, segundo Dário Werthein, presidente da Waiken ILW, em comunicado.

A aposta no celular não é inédita para o grupo, que já opera serviços móveis na Colômbia sob a marca DirecTV. Além da telefonia móvel, a Sky se prepara para atuar como parceira comercial do Amazon Leo, futuro serviço de internet via satélite de baixa órbita da gigante varejista.

Sky confirma rede móvel no Brasil para abril

Sky pode lançar operadora virtual no Brasil (ilustração: Vitor Pádua/Bruno Andrade/Tecnoblog)

Darío Werthein é presidente da nova holding Waiken ILW, que controla a Sky (imagem: reprodução)

Amazon se pronuncia sobre fim de parceria com programas de milhas

25 de Março de 2026, 15:41
Ilustração com várias caixas
Amazon vai parar de acumular milhas em 31 de março (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • A Amazon encerrará a integração com programas de milhagem Livelo, Latam Pass e Esfera em 31 de março.
  • A categoria de Associados que oferece cashback em reais ou pontos será pausada.
  • Clientes ainda poderão usar pontos Livelo nas compras, mas não acumularão novos pontos ou milhas.

A Amazon confirmou ao Tecnoblog que não vai mais trabalhar com programas de milhagem. Em nota, a empresa explicou que está constantemente avaliando as estratégias para oferecer a melhor experiência aos clientes e que, como parte disso, não terá mais integração com Livelo, Latam Pass e Esfera.

A mudança entra em vigor em 31 de março. Ainda de acordo com o comunicado, a Amazon optou por “pausar” a categoria de Associados que oferecem cashback, seja em reais ou em pontos.

O tema ganhou repercussão nos últimos dias, conforme os adeptos dos programas de pontos começaram a receber e-mails avisando sobre o fim da parceria. Blogs especializados em milhagem, como o Passageiro de Primeiro, passaram a noticiar os comunicados e a incerteza dos consumidores.

Latam Pass enviou comunicado (imagem: reprodução/Passageiro de Primeira)

Portanto, a partir do próximo mês, os clientes da Amazon no Brasil não poderão mais acumular pontos e milhas ao realizarem compras na loja virtual.

Por outro lado, segundo o site iG Turismo, ainda será possível, por exemplo, usar os pontos da Livelo no momento da compra. Aliás, essa tem sido uma das experiências mais tranquilas que eu mesmo tive nos últimos tempos, por funcionar de forma impecável após a integração entre as contas.

Ainda não se sabe o que vai acontecer com outras empresas de cashback, como Méliuz e Inter. Elas não mandaram e-mails sobre a relação com a Amazon, ao menos até o fechamento deste texto.

Especialistas na área acreditam que o movimento da Amazon encerra uma das maneiras mais simples de acumular pontos ou milhas no país.

Amazon se pronuncia sobre fim de parceria com programas de milhas

Amazon (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Realme P4 Power, com bateria de powerbank, agora pode ser vendido no Brasil

25 de Março de 2026, 11:33
Imagem promocional mostra um smartphone em um fundo preto, com a parte da bateria destacada com uma arte que ilustra a capacidade de 10.001 miliampere-hora
Realme P4 Power tem bateria de 10.001 mAh (imagem: divulgação)
Resumo
  • Realme P4 Power foi homologado pela Anatel e já pode ser vendido no Brasil.
  • O celular possui bateria de 10.001 mAh e carregador de 80 W.
  • Ele será fabricado na China ou em Manaus e virá com NFC.

Agora vai: o Realme P4 Power, anunciado no final de janeiro na Índia, já pode ser vendido no Brasil. A certificação do smartphone, com código de modelo RMX5107, foi emitida pela Anatel na segunda-feira (23/03), conforme documentos vistos pelo Tecnoblog.

O modelo se destaca pela enorme bateria (que a Realme chama de Titan), com capacidade de 10.001 mAh típicos (9.900 nominais), inserida num smartphone que possui meros 9,1 milímetros de espessura, graças ao uso de ânodos de silício-carbono. O componente tem código de modelo BLPE07 e também já foi aprovado pela agência reguladora.

Imagem mostra um documento de certificação da Anatel
Certificado de homologação do Realme P4 Power (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Para recarregar tamanha bateria, a caixa (que também terá cabo USB, capinha, ferramenta para abrir a bandeja de chip e manuais) inclui o carregador VCB8OABH de 80 W. Este carregador também é utilizado por modelos da Oppo, dona da Realme.

O P4 Power não abre mão de um chip decente, mesmo com uma bateria grande: ele utiliza o SoC Dimensity 7400 Ultra da MediaTek, fabricado no processo de 4 nm da TSMC e com desempenho adequado para a faixa intermediária.

Imagem mostra a bateria do Realme P4 Power sobre uma mesa
Bateria do Realme P4 Power durante a certificação (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

São 8 ou 12 GB de RAM e 128 ou 256 GB de memória interna, duas câmeras traseiras (50 e 8 megapixels), câmera frontal de 16 megapixels e tela AMOLED com taxa de atualização de 144 Hz. Tudo isso rodando o Android 16 (com atualizações prometidas até o Android 20) e com peso de 219 gramas.

Imagem mostra a traseira do P4 Power da Realme. O celular é da cor laranja
Realme P4 Power na cor Flash Orange durante a certificação (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Curiosamente, a certificação brasileira conta com a presença de NFC, recurso que não está presente no modelo indiano. A certificação também revela que ele será fabricado pela Realme na China ou pela Digitron em Manaus (AM).

Qual o preço?

Na Índia, o modelo é vendido a partir de 26.499 rúpias, quase R$ 1.500 em conversão direta. No Brasil, continuamos sem previsão de lançamento ou valores oficiais, mas a fabricante já indicou que lançará o modelo em nosso país.

Realme P4 Power, com bateria de powerbank, agora pode ser vendido no Brasil

Certificado de homologação do Realme P4 Power (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Realme P4 Power na cor Flash Orange durante a certificação (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Galaxy do Brasil passa a enviar arquivos para iPhone (e funciona bem!)

25 de Março de 2026, 10:18
Mão segurando celular, com ferramenta de compartilhamento na tela
Galaxy S26 Ultra se comunica com iPhone próximo (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Resumo
  • A Samsung atualizou os Galaxy S26 no Brasil para compartilhar arquivos com iPhones via Bluetooth, preservando metadados de fotos e vídeos.
  • O Quick Share agora identifica iPhones próximos, permitindo envio direto de arquivos, mas não exibe nomes específicos dos dispositivos Apple.
  • A função requer Android com Google Play Services versão 26.11 ou superior e Quick Share atualizado, além de conexões Bluetooth e Wi-Fi ativas.

A Samsung liberou para clientes brasileiros a atualização que permite aos celulares Galaxy compartilhar arquivos diretamente com os iPhones, via Bluetooth. Esse era um pedido antigo que só se tornou viável agora: fazer Quick Share e AirDrop funcionarem em conjunto. O Tecnoblog realizou testes e comprovou que a função está operando conforme o prometido.

Com a atualização de segurança de março, o Quick Share passa a identificar iPhones próximos. No nosso teste, foi possível enviar fotos diretamente de um Galaxy S26 Ultra para um iPhone 15 Pro Max sem intercorrências. Os arquivos recebidos no dispositivo da Apple mantêm os metadados, como identificação do aparelho, data, hora, ISO e foco.

A liberação dessa ferramenta é uma ótima notícia depois de anos de dificuldades para compartilhamento de arquivos entre os sistemas de duas das maiores empresas de tecnologia do planeta.

Como funciona a integração com o iPhone?

A integração utiliza os protocolos de proximidade para permitir a visibilidade entre os sistemas. O Quick Share identifica os nomes dos iPhones ao redor, mesmo quando estão na agenda de contatos.

Mão segurando celular, com aviso de compartilhamento na tela
Samsung avisa sobre compartilhamento com aparelhos da Apple (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O Quick Share compatível com AirDrop veio ativado de fábrica junto com a atualização. Ainda assim, é possível mexer nos ajustes seguindo este caminho: Config → Dispositivos conectados → Quick Share (ou Compartilhamento Rápido) → Ative a opção de Compartilhar com dispositivos Apple.

Requisitos

De acordo com a Samsung, o celular Android precisa rodar a versão 26.11 (ou superior) do Google Play Services e ter o aplicativo Quick Share atualizado pela Galaxy Store. As conexões Bluetooth e Wi-Fi de ambos os aparelhos também devem permanecer ativas durante todo o processo.

Por ora, temos notícias de que a nova ferramenta está disponível apenas para a recém-lançada linha do Galaxy S26. Existe a expectativa de que os sul-coreanos liberem mais mais dispositivos conforme disponibilizam os pacotes de segurança.

Galaxy do Brasil passa a enviar arquivos para iPhone (e funciona bem!)

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Recurso chega com a atualização de segurança de março para a linha Galaxy S26. Funcionalidade preserva metadados de fotos e vídeos.

EUA proíbem venda de roteadores estrangeiros no país

24 de Março de 2026, 15:22
Ilustração mostra um roteador branco com o símbolo do Wi-Fi ao centro, em cor azul. O fundo da imagem é verde. Na parte inferior direita, o logo do "tecnoblog" é visível.
Decisão da FCC restringe venda de roteadores estrangeiros nos EUA (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • FCC proibiu a venda e importação de roteadores estrangeiros nos EUA, citando riscos à segurança nacional.
  • Medida deve afetar a oferta de equipamentos, pois a maioria dos roteadores usados nos EUA é produzida no exterior.
  • A regra considera “produto estrangeiro” qualquer dispositivo com etapas de produção fora dos EUA, impactando a disponibilidade dos dispositivos.

Uma nova decisão da Comissão Federal de Comunicações (FCC, na sigla em inglês) deve mudar o cenário do mercado de internet doméstica nos Estados Unidos. A agência, equivalente à Anatel no Brasil, determinou a proibição da venda e importação de roteadores fabricados fora do país, alegando riscos à segurança nacional.

A medida tem amplo alcance, já que a maioria dos equipamentos utilizados por consumidores americanos é produzida no exterior. Além disso, a regra pode ter reflexos indiretos para brasileiros que costumam viajar aos EUA e trazer roteadores na volta, já que a disponibilidade de modelos no país tende a ser reduzida.

Por que os roteadores foram alvo da restrição?

A decisão segue uma linha semelhante a ações recentes do governo americano envolvendo dispositivos eletrônicos. No ano passado, drones estrangeiros também passaram por restrições após serem classificados como potenciais ferramentas de vigilância.

Segundo o órgão regulador, roteadores produzidos fora dos Estados Unidos representam vulnerabilidades relevantes. A agência afirma que esses dispositivos “representam riscos inaceitáveis para a segurança nacional dos Estados Unidos ou para a segurança e proteção de cidadãos americanos”.

A justificativa inclui dois pontos principais: o risco de falhas na cadeia de suprimentos e possíveis brechas de cibersegurança. As autoridades avaliam que esses dispositivos poderiam ser explorados para comprometer infraestruturas críticas ou causar danos diretos a usuários.

O alerta ganhou força após a descoberta de ataques recentes envolvendo milhares de roteadores comprometidos por botnets. Modelos de marcas conhecidas, como Asus, Cisco, D-Link e Linksys, foram citados entre os alvos.

O que muda para consumidores e mercado?

A regra é abrangente porque considera como “produto estrangeiro” qualquer dispositivo que tenha etapas relevantes de produção fora dos EUA, incluindo fabricação, montagem, design ou desenvolvimento. Isso amplia significativamente o número de equipamentos afetados.

Na prática, empresas até podem tentar provar que seus produtos são seguros para obter exceções. Ainda assim, a tendência é que esse processo seja difícil de viabilizar no curto prazo.

Apesar da proibição, o uso de roteadores já adquiridos continua permitido. Ou seja, consumidores nos EUA não precisarão substituir imediatamente seus aparelhos atuais.

O impacto mais imediato deve ocorrer na oferta de novos dispositivos. Como a produção local ainda não atende à demanda, provedores de internet podem enfrentar dificuldades para fornecer equipamentos a novos clientes. Isso pode gerar atrasos ou limitar opções para quem pretende contratar ou trocar de serviço.

EUA proíbem venda de roteadores estrangeiros no país

Roteador Wi-Fi (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Banda larga e telefonia fixa lideram satisfação no Brasil, revela Anatel

24 de Março de 2026, 14:37
ilustração sobre conexão ADSL
Internet fibra já é a realidade de 79% dos lares conectados (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Internet banda larga e telefonia fixa lideram satisfação, mas pré-pago tem a maior nota individual na avaliação dos consumidores.
  • Segundo a Anatel, provedores regionais superam grandes operadoras na internet fixa.
  • Levantamento da agência ouviu mais de 58 mil pessoas entre 2025 e 2026.

A banda larga e a telefonia fixa são os serviços de telecomunicações mais bem avaliados no Brasil. É o que revela a Pesquisa de Satisfação e Qualidade Percebida 2025, divulgada pela Anatel. O levantamento ouviu mais de 58 mil pessoas entre julho de 2025 e fevereiro de 2026.

No entanto, a maior nota de aprovação (7,87) ficou com o celular pré-pago. Vale lembrar que, na semana passada, a agência revelou que as operadoras voltaram a registrar alta de reclamações, mas concentradas principalmente no serviço pós-pago.

O estudo da Anatel funciona como um termômetro anual do setor, avaliando desde o funcionamento técnico até a clareza nas cobranças. Em 2025, quase todos os segmentos subiram de nível, com exceção da TV por assinatura. O serviço, que sofre com a concorrência direta dos streamings, viu sua nota cair para 7,03.

Quais operadoras lideram o ranking de satisfação?

Os dados detalhados pela agência revelam que as Prestadoras de Pequeno Porte (PPPs), ou provedores regionais, entregaram mais satisfação do que as gigantes nacionais na internet fixa. No móvel, a briga é decidida nos décimos:

Internet fixa (banda larga):

  • BrSuper: 8,89 (a maior nota do país)
  • Dtel: 8,85
  • Unifique: 8,55
  • Grandes operadoras: Vivo (7,78), Claro (7,14) e TIM (6,97)

Celular pós-pago:

  • Vivo: 7,87
  • Claro: 7,72
  • TIM: 7,09

Celular pré-pago:

  • Claro: 8,02
  • Algar: 7,99
  • Vivo: 7,88

Em nível regional, o Ceará se consolidou como o estado com a melhor banda larga do Brasil, enquanto o Rio Grande do Norte liderou na telefonia fixa (nota 7,57).

Atendimento digital x telefônico

Chips miniSIM da Claro, Vivo e TIM
Pós-pago lidera o volume de reclamações (foto: Everton Favretto/Tecnoblog)

Apesar das notas positivas em satisfação, o cenário muda quando o assunto é o volume de queixas. Segundo a Anatel, 80% dos clientes precisaram acionar o suporte nos últimos seis meses. O problema? O atendimento telefônico continua sendo o “calcanhar de Aquiles” do setor.

Com exceção do pré-pago, todos os serviços receberam notas baixas no SAC por voz. A superintendente da Anatel Cristiana Camarate pontua que o consumidor migrou para o digital (apps e chat) em busca de agilidade, mas quando o problema é grave e exige o telefone, a experiência despenca.

Esse gargalo explica por que o número de reclamações subiu 6,91% em 2025, com o pós-pago liderando as queixas devido a erros de cobrança e dificuldades no cancelamento de serviços.

Expansão do 5G e domínio da fibra

Torre de telefonia celular. Foto: Lucas Braga
Uso do 5G cresceu 10 pontos percentuais (imagem: Lucas Braga/Tecnoblog)

A pesquisa também funciona como um censo tecnológico. A percepção de uso da rede 5G deu um salto de 10% no último ano, acompanhando a expansão da infraestrutura pelo país. Na internet fixa, a fibra óptica é a rainha, sendo a tecnologia utilizada por 79% dos entrevistados.

Outro dado curioso reforça a “cultura do Wi-Fi” no Brasil: 84% dos usuários só navegam em redes sem fio dentro de casa. Até quem tem planos de celular usa o smartphone no Wi-Fi para preservar a franquia de dados (70% no pré e 61% no pós).

Banda larga e telefonia fixa lideram satisfação no Brasil, revela Anatel

A velocidade das conexões ADSL podem variar conforme a distância do usuário da central telefônica (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Chips (miniSIM) das principais operadoras brasileiras (Foto: Everton Favretto/Tecnoblog)

Sinal 5G precisa melhorar em municípios que tecnologia já existe (Imagem: Lucas Braga/Tecnoblog)

É oficial: Firefox 149 chega com VPN e tela dividida

24 de Março de 2026, 12:02
Firefox 149 chega com VPN e tela dividida
Firefox 149 chega com VPN e tela dividida (imagem: reprodução/Mozilla)
Resumo
  • Firefox 149 inclui VPN com 50 GB de tráfego gratuito por mês, disponível inicialmente na Alemanha, Estados Unidos, França e Reino Unido;
  • já modo de tela dividida está disponível globalmente, permitindo exibir duas páginas lado a lado;
  • novidade também melhora carregamento de PDFs com aceleração de hardware e bloqueia notificações de sites maliciosos.

A Mozilla prometeu lançar o Firefox 149 nesta terça-feira (24/03) e assim o fez. Essa versão chama a atenção por trazer um pacote de novidades realmente interessantes, a exemplo de um recurso de VPN que oferece 50 GB de tráfego gratuitamente por mês e do modo de tela dividida.

Uma VPN (sigla em inglês para Rede Virtual Privada) é capaz de camuflar o seu endereço IP de modo a reforçar a segurança da sua navegação ou de permitir acesso a páginas web que têm bloqueio regional, por exemplo.

No Firefox 149, o recurso pode ser ativado com um simples clique no botão “VPN” à direita da barra de endereços. Mas é importante saber desde já que, por ora, essa novidade não está disponível no Brasil.

Botão de VPN Firefox 149
Botão de VPN Firefox 149 (imagem: reprodução/Mozilla)

A Mozilla explica que, nesta fase inicial, a função de VPN do navegador está sendo liberada para usuários na Alemanha, Estados Unidos, França e Reino Unido. Ainda não há previsão de disponibilidade em outros países.

Pelo menos o modo de tela dividida foi liberado globalmente. Para ativar o recurso, basta clicar com o botão direito do mouse sobre uma aba e escolher a opção “Adicionar exibição dividida”. Com isso, o Firefox passa a exibir duas páginas ao mesmo tempo, uma ao lado da outra.

Modo de tela dividida do Firefox 149
Modo de tela dividida do Firefox 149 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

O que mais há de novo no Firefox 149?

Ainda de acordo com a Mozilla, agora o Firefox consegue carregar arquivos PDF mais rapidamente por usar aceleração de hardware (via GPU) nessa tarefa.

Além disso, o Firefox 149 passou a bloquear automaticamente notificações e a revogar permissões de sites sinalizados como maliciosos pela iniciativa Safe Browsing.

Outra novidade é a função que permite ao usuário adicionar pequenas notas às abas. Porém, no momento, esse recurso é experimental, razão pela qual deve ser ativado na área Firefox Labs. Para isso, abra o menu principal do navegador e vá em Configurações / Firefox Labs. Ali, marque a opção “Tabs notes”.

Ah, vale relembrar que o Firefox agora também tem um novo mascote, o Kit:

Como obter o Firefox 149?

A versão final do Firefox 149 já está disponível no site oficial. Há versões para Windows, macOS e Linux.

Quem já usa o navegador precisa apenas esperar pela atualização automática para a versão 149. Para acelerar o procedimento, basta abrir o menu principal e ir em Ajuda / Sobre o Firefox. Isso fará o navegador buscar pela versão mais recente.

É oficial: Firefox 149 chega com VPN e tela dividida

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Modo de VPN do Firefox 149 oferece 50 GB de tráfego gratuitamente por mês e pode ser ativado com um botão na barra de endereços, mas ainda não está disponível no Brasil.

Botão de VPN Firefox 149 (imagem: reprodução/Mozilla)

Modo de tela dividida do Firefox 149 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Poco X7 Pro 5G (512 GB) sai 49% mais barato com cupom no Magalu

23 de Março de 2026, 18:43
R$ 5.199,0049% OFF

Prós
  • Alto poder de processamento (MediaTek Dimensity 8400 Ultra)
  • Bateria de 6.000 mAh
  • Carregamento rápido de até 90 W
  • Até 24 GB de RAM
  • Resistência à água e poeira
Contras
  • Câmera frontal não filma em 4K
  • Interface vem com muitos apps pré-instalados
  • Traseira em plástico
PIX Cupom
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O Poco X7 Pro 5G de 512 GB está saindo por apenas R$ 2.631,59 com o cupom PEGA100 no Magalu. O desconto representa quase metade do preço do smartphone da Xiaomi, lançado por R$ 5.199 no Brasil. A ficha técnica concorre com a de outros celulares da categoria intermediário premium, e se destaca pelo desempenho e bateria.

Poco X7 Pro tem RAM de até 24 GB e bateria de 6.000 mAh

Xiaomi Poco X7 Pro (imagem: Divulgação)
Xiaomi Poco X7 Pro (imagem: Divulgação)

O Poco X7 Pro 5G é equipado com processador Dimensity 8400 Ultra de 4 nanômetros e RAM nativa de 12 GB, suportando ainda uma expansão para até 24 GB via RAM Virtual. A título de comparação, o conjunto oferece desempenho superior ao do Samsung Galaxy A56, que roda jogos exigentes na qualidade máxima sem engasgos.

Outro destaque é a grande capacidade da bateria, que com 6.000 mAh deve entregar 20 horas de reprodução de vídeos, segundo a Poco. Além disso, o smartphone ainda vem com carregador de 90 Watts na caixa, garantindo um carregamento rápido e maior praticidade para o usuário.

A tela é outro fator em que o Poco X7 Pro se sai melhor que o concorrente mais próximo Galaxy A56, graças à resolução 1.220 x 2.712 pixels. Demais especificações do display são bastante semelhantes, incluindo tecnologia AMOLED, taxa de atualização de 120 Hz e brilho de até 3.200 nits para boa visualização sob qualquer luz.

Xiaomi Poco X7 Pro (imagem: Divulgação)
Xiaomi Poco X7 Pro (imagem: Divulgação)

Contudo, o jogo de câmeras é um pouco mais simples, trazendo apenas dois sensores na traseira: um principal de 50 MP e uma ultrawide de 8 MP. Para selfies, o sensor é de 20 MP. E a promessa de atualizações do sistema operacional pela Xiaomi também é mais curta, com o celular se limitando até o Android 18.

Vale notar ainda que o Poco X7 Pro não é o modelo mais recente da linha, porém, apesar de já ter sido analisado pelo Tecnoblog, o Poco X8 Pro ainda não foi oficialmente lançado no Brasil. Lembrando que para chegar ao valor de R$ 2.631,59 no Pix pelo Poco X7 Pro, é necessário aplicar o cupom PEGA100 no Magazine Luiza.

Confira o nosso review do Poco X8 Pro

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Poco X7 Pro 5G (512 GB) sai 49% mais barato com cupom no Magalu

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Poco X7 Pro 5G tem RAM expansível até 24 GB e bateria grande de 6.000 mAh; celular da Xiaomi tem redução de quase metade do preço em oferta

Xiaomi Poco X7 Pro (imagem: Divulgação)
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