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Presidente Prudente ganha serviço de radioterapia no SUS

27 de Abril de 2026, 17:50

Presidente Prudente passa a contar com um novo serviço de radioterapia pelo Sistema Único de Saúde (SUS), sendo um avanço na descentralização do tratamento oncológico para o interior do país. A iniciativa faz parte de um investimento federal de R$ 58,8 milhões destinado à instalação de cinco centros de radioterapia em cidades estratégicas, com o objetivo de aproximar o atendimento dos pacientes e reduzir longas viagens em busca de tratamento. Saiba os detalhes na TVT News.

Equipado com um acelerador linear de alta tecnologia, o novo serviço instalado no Hospital Regional deve atender cerca de 86% da demanda da região. Antes, muitos pacientes precisavam percorrer distâncias de até 600 quilômetros para tratamento em centros como Barretos ou São José do Rio Preto. Com a nova estrutura, Presidente Prudente passa a atuar como referência para municípios vizinhos, como Tupã, Marília e Assis.

Tecnologia e acesso ampliado

Os aceleradores lineares entregues pelo governo permitem maior precisão no tratamento, com menos sessões e menor impacto no organismo dos pacientes. A medida também contribui para a redução de filas e integra o programa federal Agora Tem Especialistas, que prioriza áreas com maior demanda reprimida, como a oncologia.

Além de Presidente Prudente, outras quatro cidades foram contempladas com novos centros: Anápolis (GO), Jaraguá do Sul (SC), Lajeado (RS) e Teresópolis (RJ), fortalecendo a rede regional de combate ao câncer em diferentes regiões do país.

Transporte e continuidade do tratamento

Para garantir que os pacientes consigam acessar os serviços, o Ministério da Saúde também investiu na mobilidade sanitária. Foram entregues 3.300 veículos para transporte intermunicipal em todo o Brasil, com investimento de R$ 16,4 milhões. No estado de São Paulo, 30 micro-ônibus adaptados foram destinados ao deslocamento de pacientes em tratamento de radioterapia e hemodiálise.

A medida busca reduzir o abandono terapêutico e assegurar a continuidade dos cuidados, especialmente para moradores de cidades menores.

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Pacote de investimentos em São Paulo

O novo serviço em Presidente Prudente integra um conjunto mais amplo de ações no estado, que recebeu mais de R$ 195 milhões em investimentos federais na área da saúde. Entre as iniciativas estão:

  • Construção de 51 Unidades Básicas de Saúde (UBS) e 8 Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), com repasse de R$ 149,3 milhões;
  • Entrega de 38 ambulâncias do SAMU 192 para reforço do atendimento de urgência;
  • Distribuição de nove unidades odontológicas móveis para ampliar o acesso em áreas remotas.

Atendimento móvel e especialidades

A cidade também foi contemplada com uma unidade móvel de oftalmologia, capaz de realizar até 200 atendimentos por dia, incluindo consultas, exames e cirurgias de catarata. A estratégia reforça o atendimento especializado fora das estruturas tradicionais, facilitando o acesso em regiões com menor cobertura.

Estratégia nacional

As ações fazem parte do Novo PAC Saúde, que prevê um investimento total de R$ 32,2 bilhões em infraestrutura e equipamentos em todo o país. O plano inclui a construção de milhares de unidades de saúde, ampliação do atendimento especializado e retomada de obras paralisadas.

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Com Lula e Alckmin vacinados, governo promove campanha contra Influenza

26 de Março de 2026, 16:56

Além de prestigiar as instalações onde será produzida a escopolamina, ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA) do medicamento Buscopan, a visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao complexo industrial da Brainfarma, em Anápolis (GO), nesta quinta, marcou o início da início da Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza. Leia em TVT News.

Ao fim do evento, Lula e o vice-presidente Geraldo Alckmin foram vacinados. Nas redes sociais, Lula ressaltou a importância do gesto. “A campanha nacional de vacinação contra a influenza começa neste sábado. E eu e o companheiro Alckmin já estamos dando o exemplo! A imunização será gratuita nas Unidades Básicas de Saúde (UBS). A campanha prioriza crianças de seis meses a seis anos, gestantes e idosos com 60 anos ou mais. Vacina 100% brasileira, numa parceria com o Butantan. Em nosso governo, o Zé Gotinha voltou a ser respeitado”, afirmou o presidente.

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Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza

QUATRO REGIÕES – A Campanha Nacional começa neste sábado (28), com o Dia nas regiões Nordeste, Centro-Oeste, Sul e Sudeste. Na Região Norte, a campanha será no segundo semestre, em função da sazonalidade da doença. Realizada anualmente pelo Governo do Brasil, por meio do Ministério da Saúde, com apoio de estados e municípios, a campanha segue até 30 de maio, com vacinação gratuita nas Unidades Básicas de Saúde (UBS). Para se vacinar, basta fazer parte do público recomendado e procurar a unidade de saúde mais próxima antes do período de maior circulação do vírus.

TOTALMENTE VACINADOS!! 💉👨‍⚕️

A campanha nacional de vacinação contra a influenza começa neste sábado, dia 28. E eu e o companheiro @geraldoalckmin já estamos dando o exemplo!

A imunização será gratuita nas Unidades Básicas de Saúde (UBS). A campanha prioriza crianças de seis… pic.twitter.com/m0QnnYTmdx

— Lula (@LulaOficial) March 26, 2026

CIRCULAÇÃO – Dados preliminares de 2026 apontam aumento na circulação de vírus respiratórios, incluindo a influenza. Até 14 de março, foram notificados 14,3 mil casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave no país, com cerca de 840 óbitos. Entre os casos graves, a influenza responde por 28% das infecções identificadas. Idosos, crianças menores de seis anos, gestantes e pessoas com comorbidades apresentam maior risco de complicações. Priorizar esse público é fundamental para evitar casos graves e óbitos.

15,7 MILHÕES DE DOSES – O Ministério da Saúde distribuiu 15,7 milhões de doses da vacina. Conforme houver a necessidade, mais doses serão distribuídas. A orientação é para que estados e municípios intensifiquem as estratégias já no primeiro mês da campanha, com ações de busca ativa para o alcance imediato dos públicos prioritários. 

MENSAGENS – Para ampliar o alcance, o Governo do Brasil enviará 10 milhões de mensagens institucionais por aplicativos de comunicação. A iniciativa busca reforçar a divulgação de informações oficiais, ampliar a confiança nos canais oficiais e incentivar a vacinação, principal forma de prevenção contra a influenza. 

IMUNIZAÇÃO PERIÓDICA – A proteção contra a influenza é realizada anualmente para acompanhar as novas cepas do vírus em circulação. A cada campanha, o Ministério da Saúde oferece vacinas atualizadas, reforçando a importância da imunização periódica para assegurar uma proteção eficaz. A aplicação pode ser realizada de forma simultânea a outras vacinas do Calendário Nacional, como a da Covid-19.

Via Planalto

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Supermercados já podem vender medicamentos; entenda

24 de Março de 2026, 14:06

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a Lei nº 15.357, que autoriza a instalação de farmácia ou drogaria em áreas de venda de supermercados. O texto foi publicado nesta segunda-feira (23) no Diário Oficial da União. Saiba mais na TVT News.

A norma tem origem no Projeto de Lei nº 2.158/2023, aprovado pelo Congresso Nacional, que autoriza a instalação de um setor de farmácia no interior de supermercados, desde que em ambiente físico delimitado, segregado e exclusivo para a atividade.

Entenda

De acordo com a lei, farmácias e drogarias devem ser instaladas em lugar independente dos demais setores do supermercado e operadas diretamente, sob mesma identidade fiscal, ou mediante contrato com farmácia ou drogaria licenciada e registrada em órgãos competentes.

Devem ser observadas as exigências legais, sanitárias e técnicas aplicáveis, inclusive quanto a dimensionamento físico, estrutura de consultórios farmacêuticos, recebimento, armazenamento, controle de temperatura, ventilação, iluminação e umidade, rastreabilidade, dispensação, assistência e cuidados farmacêuticos.

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Aos supermercados, fica vedada a oferta de medicamentos em áreas abertas, comunicáveis ou sem separação funcional completa, como bancadas, estandes ou gôndolas externas ao espaço da farmácia ou drogaria.

Farmacêutico

A norma determina como obrigatória a presença de farmacêuticos legalmente habilitados durante todo o horário de funcionamento da farmácia ou drogaria instalada na área de venda de supermercados.

As atividades permanecem submetidas às normas de vigilância sanitária e à legislação que regula o exercício da atividade farmacêutica no país.

Controle especial

Remédios sujeitos a controle especial de receita só deverão ser entregues ao cliente após o pagamento. Os medicamentos poderão ser transportados do balcão de atendimento até o caixa em embalagem lacrada, inviolável e identificável. 

Comércio eletrônico

Farmácias e drogarias licenciadas e registradas por órgãos competentes poderão contratar canais digitais e plataformas de comércio eletrônico para fins de logística e entrega ao consumidor, desde que assegurado o cumprimento integral da regulamentação sanitária aplicável.

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Patente da semaglutida cai nesta sexta-feira; entenda

20 de Março de 2026, 13:27

A patente da semaglutida no Brasil expira nesta sexta-feira (20). A substância é o princípio ativo de alguns medicamentos agonistas do receptor GLP‑1 – como o Ozempic – e popularmente conhecidos como canetas emagrecedoras. Leia em TVT News.

A queda da patente abre caminho para versões mais baratas do remédio. Dados da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) indicam que há, atualmente, oito processos em análise para novos medicamentos com o mesmo princípio ativo.

Em nota, a agência informou que, neste momento, dois pedidos de registro de semaglutida sintética estão em exigência, ou seja, dependem da apresentação de dados da empresa para que a análise possa seguir em frente.

“Nos dois casos, o prazo para resposta das empresas é até o final de junho e, por isso, não é possível definir prazos para conclusão do processo. Na área de biológicos, um produto está em análise e outro aguarda início de avaliação”, informou.

Já os demais pedidos em avaliação, segundo a Anvisa, devem receber um posicionamento das áreas técnicas até o final de abril. “Esta posição pode ser pela aprovação, reprovação ou apresentação de exigência técnica”.

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Desafio técnico e segurança

Ainda de acordo com a agência, os medicamentos à base de semaglutida registrados atualmente no país são classificados como produtos biológicos.

Já os pedidos de registro em avaliação neste momento são de dois tipos: biossimilar, quando é obtido por via biológica; ou sintéticos, quando são obtidos por síntese química, sendo que esses últimos são chamados de análogos sintéticos de peptídeos biológicos. 

“No caso de medicamentos biológicos, não existe a opção de registro como genéricos, por isso, o produto deve se enquadrar em uma das duas categorias citadas acima. Esses produtos podem ser avaliados a partir de diversos ensaios de comparação com o produto biológico, mas não são genéricos nem similares – são análogos sintéticos de produtos biológicos.” 

Já a avaliação dos análogos sintéticos de semaglutida tem sido tratada, segundo a própria Anvisa, como um desafio técnico para as agências reguladoras em todo o mundo. “Até o momento, nenhuma das principais agências de medicamentos do mundo, como as do Japão, Europa e Estados Unidos, registrou análogos sintéticos da semaglutida”. 

“Um dos motivos é a necessidade de avaliar estes produtos utilizando parâmetros tanto de fármacos sintéticos como de biológicos. Isso ocorre porque esses produtos compartilham preocupações típicas de medicamentos sintéticos (ex. resíduos de solventes no processo, resíduos de catalisadores metálicos, impurezas com estrutura química semelhante) quanto as de produtos biológicos (ex. Risco de imunogenicidade, formação de agregados, entre outros).” 

Principais pontos de avaliação 

Entre os pontos citados pela Anvisa como foco de maior atenção técnica estão os ensaios de impurezas, a formação de agregados, a garantia de esterilidade e a imunogenicidade.

“A avaliação busca garantir, por exemplo, que o medicamento não provoque reações imunes indesejadas, como a criação de anticorpos anti-fármaco, que podem levar à ineficácia de qualquer semaglutida para o paciente, ou mesmo reações de imunidade mais graves.”

Justiça

Em janeiro, a Quarta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu não admitir a prorrogação do prazo de vigência das patentes do Ozempic e do Rybelsus, outro medicamento que tem a semaglutida como princípio ativo, mas no formato oral.

A ação foi ajuizada pela empresa dinamarquesa Novo Nordisk e pela Novo Nordisk Farmacêutica do Brasil Ltda., detentoras das patentes do Ozempic e do Rybelsus, contra o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi), requerendo o reconhecimento da mora administrativa na tramitação das referidas patentes.

As instâncias ordinárias negaram os pedidos por considerarem que, a partir do julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade 5.529 pelo Supremo Tribunal Federal (STF), consolidou-se o entendimento de que o prazo de vigência da patente de invenção é de 20 anos, a contar do depósito do pedido no Inpi, vedada a sua prorrogação judicial em razão de eventual demora na análise administrativa.

Paula Laboissière – Repórter da Agência Brasil

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Hospital do Andaraí ganha setor de trauma e área de clínica médica

13 de Março de 2026, 16:56

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, inaugurou o novo setor de trauma do Hospital Federal do Andaraí, na zona norte do Rio de Janeiro, nesta sexta-feira (13). A unidade também ganhou uma área de clínica médica. Leia em TVT News.

O hospital também recebeu repasses do programa Agora Tem Especialistas, para ampliação dos atendimentos de média e alta complexidade, como transplantes, tratamentos oncológicos e cirurgias.

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De acordo presidente Lula, o programa está mudando a realidade da saúde especializada no país, marcadas por longas esperas por consultas com especialistas e procedimentos.

“A pessoa passa dez meses esperando o especialista, 11 meses esperando a máquina [de exames], são 21 meses. Se Deus quiser ela vive, se ele não quiser, ela morre. Era uma necessidade urgente de permitir que a pessoa vá ao médico, faça a primeira consulta, a segunda, a terceira e faça os exames que tem que fazer e a cirurgia que tem que fazer,” afirmou o presidente.

Capacidade de atendimento

Os investimentos federais de R$ 8 milhões no Hospital do Andaraí vão permitir aumento de 44% na capacidade de atendimento diário do setor de trauma, que agora pode chegar a 650 pacientes. Essa área é dedicada ao cuidado emergencial de pessoas que sofreram ferimentos.

O Hospital Federal do Andaraí é referência para essas ocorrências na capital fluminense, especialmente nos casos de queimaduras, acidentes automobilísticos e disparo de arma de fogo.

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, declarou que as melhorias estão promovendo uma “ressurreição” da unidade hospitalar.

“Esse hospital tem uma história muito bonita. Ele surgiu em 1945, aqui teve a primeira unidade de tratamento de queimados do Brasil, muitos ícones da medicina passaram por aqui, e muita gente dizia que esse hospital estava envelhecido, que ele não poderia melhorar. Mas ele era um hospital abandonado”, complementou.

A inauguração faz parte do plano de reestruturação da rede federal de saúde do Rio de Janeiro. Desde 2024, governo federal já investiu mais de R$ 1,4 bilhão em diversos hospitais e institutos.

Novos leitos

No Andaraí, os investimentos possibilitaram a abertura de 140 novos leitos, e a duplicação dos atendimentos anuais, de 84 mil para 167 mil. A força de trabalho também cresceu, de 2,5 mil para 4,6 mil profissionais.

Uma das principais melhorias foi a reabertura do setor de emergência, que estava fechado há cerca de dez anos. A unidade ainda passa por obras, para a recuperação do Centro de Imagem. A expectativa é que a reestruturação completa seja concluída ainda neste primeiro semestre.

Apesar de ter recebido investimentos federais, desde dezembro de 2024, o Hospital do Andaraí está sob gestão da Prefeitura do Rio de Janeiro. O prefeito da capital, Eduardo Paes, destacou a importância da unidade para o atendimento da população.

“Quando a gente assinou o acordo para a municipalização, eu disse que esses investimentos eram revolucionários para a saúde dos cariocas e dos fluminenses, porque a rede federal atende ao estado inteiro. Nós já tivemos uma experiência de municipalização no passado que deu errado, mas agora o governo federal nos garantiu todo o custeio e toda o dinheiro necessário para o investimento”, ressaltou.

Tâmara Freire – Repórter da Agência Brasil

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Mpox avança no Brasil: entenda a doença, sintomas e formas de transmissão

10 de Março de 2026, 15:31

O Brasil registrou um aumento nos casos de mpox neste início de 2026, que acendeu o alerta das autoridades sanitárias e levantou dúvidas sobre a doença. Apesar da aceleração recente nas notificações, o Ministério da Saúde afirma que o cenário ainda está sob controle e que o Sistema Único de Saúde (SUS) tem capacidade para diagnosticar e acompanhar os pacientes. Entenda a doença e como se prevenir com a TVT News.

Até esta terça-feira (10), o país contabilizava 149 notificações, sendo 140 casos confirmados e nove classificados como prováveis. O número representa um crescimento significativo em relação à segunda quinzena de fevereiro, quando o total de infecções mais que dobrou em cerca de 20 dias.

Mesmo com a alta recente, os registros ainda são menores do que os observados no mesmo período de 2025. No primeiro trimestre daquele ano, foram 394 notificações, e o acumulado anual chegou a 1.079 casos e dois óbitos. Em 2026, não houve mortes registradas até agora.

Onde estão os casos no Brasil

O estado de São Paulo concentra a maior parte das infecções, com cerca de 93 casos, o equivalente a aproximadamente 66% das confirmações nacionais.

Depois de São Paulo, os estados com mais registros são:

  • Rio de Janeiro: entre 18 e 19 casos;
  • Minas Gerais: cerca de 11 casos;
  • Rondônia: cerca de 11 casos.

Também há ocorrências em outros estados, como Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Rio Grande do Norte, Paraná, Ceará, Sergipe, Pará, Amazonas e no Distrito Federal. O Amazonas, por exemplo, registrou recentemente o primeiro caso em 2026.

A média de idade dos infectados é de 31 anos, com predominância entre homens. Entre os pacientes confirmados, pelo menos 50 apresentavam coinfecção com HIV e 31 com outras infecções sexualmente transmissíveis (ISTs).

O que é a mpox

A mpox é uma doença viral causada pelo vírus mpox, pertencente ao gênero Orthopoxvirus. Trata-se de uma zoonose, uma doença que pode circular entre animais e humanos, mas atualmente a transmissão ocorre principalmente entre pessoas.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) adotou o nome mpox para substituir a antiga denominação “varíola dos macacos”, com o objetivo de evitar estigmatização e ataques a animais.

Como ocorre a transmissão

O vírus pode entrar no organismo por pequenas lesões na pele, pelas vias respiratórias ou por mucosas, como olhos, nariz e boca. A transmissão acontece principalmente por contato próximo e direto.

As formas mais comuns de contágio incluem:

  • Contato físico direto, como abraços, beijos e relações sexuais;
  • Contato com lesões na pele ou fluidos corporais de pessoas infectadas;
  • Gotículas respiratórias, em interações próximas e prolongadas;
  • Compartilhamento de objetos contaminados, como toalhas, roupas de cama ou utensílios;
  • Transmissão da gestante para o feto durante a gravidez ou parto.

Especialistas apontam que o contato íntimo foi um dos principais motores do surto global registrado em 2022.

Quais são os sintomas

A mpox costuma se desenvolver em duas fases principais.

Na fase inicial, chamada de pródromo, os sintomas mais comuns são:

  • febre;
  • dor de cabeça intensa;
  • dores musculares e nas costas;
  • cansaço extremo;
  • inchaço dos linfonodos (ínguas).

Depois surge a fase eruptiva, marcada pelo aparecimento de lesões na pele. As feridas podem evoluir para bolhas e crostas e aparecem com frequência no rosto, nas mãos, nos pés e nas regiões genitais.

Em geral, a doença dura entre duas e quatro semanas e muitos casos evoluem de forma leve. No entanto, complicações podem ocorrer, especialmente em crianças, gestantes e pessoas imunocomprometidas.

Entre os possíveis agravamentos estão pneumonia, infecções bacterianas secundárias, problemas oculares e inflamações neurológicas.

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Existe vacina ou tratamento?

O Brasil não adota vacinação em massa contra a mpox. A imunização é direcionada a grupos considerados de maior risco.

Entre eles estão:

  • pessoas que vivem com HIV com contagem baixa de células CD4;
  • profissionais de laboratório que manipulam o vírus;
  • pessoas que tiveram contato de alto risco com pacientes infectados (vacinação pós-exposição).

Não há um medicamento específico para curar a doença, embora o antiviral tecovirimat possa ser utilizado em casos graves. Na maioria das situações, o tratamento envolve controle dos sintomas, cuidados com as lesões e isolamento do paciente até a cicatrização completa da pele.

Novas variantes em monitoramento

Especialistas também acompanham o surgimento de novas linhagens do vírus. Entre elas está o clado 1b, identificado inicialmente na República Democrática do Congo e considerado potencialmente mais transmissível.

Uma variante híbrida detectada no Reino Unido, que combina características de diferentes clados do vírus, também está sendo monitorada pelas autoridades de saúde.

O que fazer para se proteger

As principais medidas de prevenção incluem:

  • lavar as mãos com frequência com água e sabão ou álcool em gel;
  • evitar contato direto com pessoas que apresentem lesões suspeitas;
  • não compartilhar objetos pessoais, como toalhas e roupas de cama;
  • procurar atendimento médico em caso de sintomas.

Segundo o Ministério da Saúde, o momento é de vigilância e prevenção, não de crise sanitária. A identificação rápida dos sintomas e o isolamento dos casos suspeitos continuam sendo as principais estratégias para interromper a cadeia de transmissão da doença no país.

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Vacina brasileira contra a dengue mantém eficácia por até 5 anos

6 de Março de 2026, 14:34

Um novo estudo publicado pelo Instituto Butantan mostrou que a vacina brasileira contra a dengue permanece eficaz por pelo menos cinco anos após a aplicação. Leia em TVT News.

O imunizante Butantan-DV foi aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em novembro do ano passado e já começou a ser aplicado em profissionais de saúde de diversas partes do país.

Durante esse período nenhuma pessoa vacinada apresentou dengue severa, nem precisou de hospitalização por causa da doença. Com isso, a eficácia da vacina contra as formas graves da doença ou a infecção acompanhada de sinais de alerta ficou em 80,5%.

A diretora médica do Butantan, Fernanda Boulos, explica que esse resultado é positivo não somente por confirmar a eficácia da vacina, mas por demonstrar a eficiência do esquema de dose única. A vacina produzida pelo Instituto é a primeira do mundo contra a dengue aplicada em apenas uma dose.

“Vacinas que precisam de duas ou mais doses, a gente tem vários dados que mostram que muitas pessoas não voltam pra completar o esquema. Então, essa demonstração de que uma única dose mantém a proteção alta é muito importante. Mas é claro que nós vamos continuar acompanhando, para saber se realmente não vai ser necessário um reforço depois de 10 ou 20 anos”, afirmou.


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Crianças e idosos

A eficácia do imunizante contra a dengue, de forma geral, foi um pouco menor, de 65%. Mas o índice sobe para 77,1% entre as pessoas que já contraíram a doença antes de receber o imunizante.

Os resultados também apresentaram algumas variações de acordo com a faixa etária, com maior eficácia entre adultos e adolescentes do que entre as crianças.

Por essa razão, a Anvisa registrou a Butantan-DV apenas para pessoas de 12 aos 59 anos, apesar da vacina ter sido testada também em crianças, a partir dos 2 anos.

“Eles reconhecem que os dados de segurança pra crianças estão corretos, mas como depois de cinco anos, a eficácia entre as crianças cai mais do que entre os adultos, nós precisamos saber se elas vão precisar de reforço”, explicou a diretora médica do Butantan.

Fernanda Boulos acrescentou, no entanto, que o Butantan já está planejando, junto com a Anvisa, a realização de um estudo adicional em crianças para embasar a inclusão desse público no esquema de vacinação no futuro. Além disso, o Instituto já está fazendo testes em idosos, em um estudo que deve ter resultados no ano que vem.

“O sistema imunológico também passa por um processo de envelhecimento, então é importante entender se os idosos tem a mesma capacidade de gerar resposta imune com a vacina”, explicou.

O acompanhamento dos pacientes vai ser feito por um ano, depois os dados serão comparados com os dos adultos, e enviados para a Anvisa para uma possível ampliação do público-alvo.

O diretor da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIM), Juarez Cunha, afirma que essa inclusão seria muito importante, considerando que a maior taxa de mortalidade por dengue é verificada entre idosos. Ele ressalta, ainda, os resultados importantes sobre a segurança da vacina apresentados no estudo.

“Ele nos mostra que a vacina se mantém protetora por um prazo bastante longo, e é extremamente segura. E esse também é um aspecto fundamental. Qualquer medicação, incluindo vacina, a gente precisa ver como eles vão se comportar com a sua utilização”, complementa.

Segurança

dengue vacina

Primeira vacina 100% nacional contra a dengue, de dose única, desenvolvida pelo Instituto Butantan. – Walterson Rosa/MS

O estudo de longo prazo da Butantan-DV foram publicados na quarta-feira (4), na revista Nature Medicine e explica que a vacina foi, de modo geral, bem tolerada e não foram observadas preocupações de segurança a longo prazo.

Eles foram obtidos após o acompanhamento de mais de 16 mil pacientes, sendo que cerca de 10 mil receberam a vacina, e quase 6 mil receberam placebo, para compor um grupo de comparação.

“Em termos estratégicos é fundamental que a gente tenha uma pesquisa nacional conseguindo chegar a esses produtos de ponta, eficazes e seguros. Possibilita que a gente consiga abastecer mais fácil o nosso Programa Nacional de Imunizações e também é um ativo de negociação com outros países”, destaca o diretor da SBIM.

A diretora médica do Instituto Butantan, Fernanda Boulos, confirma que a prioridade absoluta é abastecer o Sistema Único de Saúde (SUS). Mas, assim que a demanda nacional for suprida, a instituição pública, vinculada ao estado de São Paulo, deve negociar a venda de doses para outros países, especialmente da América Latina, que também tem sofrido com epidemias da doença.

Tâmara Freire – Repórter da Agência Brasil

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SUS inicia teleatendimento gratuito para quem tem compulsão por bets

4 de Março de 2026, 11:31

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, anunciou nesta terça-feira (3) o início do teleatendimento em saúde mental pelo Sistema Único de Saúde (SUS) com foco em jogos de apostas. O serviço é direcionado a pessoas a pessoas com 18 anos ou mais que apresentam compulsão por jogos, além de familiares e rede de apoio. Saiba os detalhes na TVT News.

Realizado em parceria com o Hospital Sírio-Libanês, por meio do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS), o serviço gratuito garantirá assistência especializada a pessoas com compulsão pelas conhecidas bets. A expectativa inicial é a de 600 atendimentos online por mês, mas o ministério poderá ampliar esse número, a depender da demanda. A ideia é chegar a 100 mil atendimentos mensais.

“Somos nós podendo dar mais um passo para acolher e ajudar essas pessoas a sair do sofrimento mental que está diretamente associado à compulsão nas apostas eletrônicas que, além de ser um problema de saúde mental, leva ao acometimento financeiro e problemas familiares. Quando olhamos os dados dos CAPs [Centros de Atenção Psicossocial ], vemos, nos últimos anos, de 2 mil a 3 mil atendimentos apenas de pessoas que vão presencialmente falar que têm um problema com compulsão de jogos”, afirmou Padilha.

As consultas são realizadas por vídeo, duram em média 45 minutos e fazem parte de ciclos estruturados de cuidado, que podem incluir até 13 consultas por paciente, em grupo com sua rede de apoio ou individualmente. O atendimento é gratuito e confidencial. A equipe é multiprofissional, formada por psicólogos e terapeutas ocupacionais, com apoio de médico psiquiatra quando necessário, além de articulação com assistência social e medicina de família para integração com os serviços locais.

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Como acessar

Para acessar o serviço, o interessado deve se cadastrar por meio do aplicativo Meu SUS Digital. Para utilizar o novo serviço, é preciso baixar o aplicativo, que está disponível de forma gratuita nas lojas Android, IOS ou na versão web, fazer login com a conta gov.br e, na página inicial, clicar no item “Miniapps”. Em seguida, selecionar a opção “Problemas com jogos de apostas?”.

A pessoa terá acesso a um autoteste, baseado em evidências científicas e validado no Brasil por especialistas, com perguntas que ajudam a identificar sinais de risco e orientar o próximo passo. Se o resultado indicar risco moderado ou elevado, o encaminhamento para o teleatendimento é automático. Nos casos de menor risco, o aplicativo orienta a procurar a Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), que inclui desde Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) a Unidades Básicas de Saúde (UBS).

O Meu SUS Digital também conta com conteúdos informativos sobre sinais de alerta, prevenção e impacto da prática na saúde mental. Além disso, a Ouvidoria do SUS está treinada e preparada para orientações sobre o tema. Os profissionais atendem pelo telefone 136, por teleatendimento, via formulário, WhatsApp ou chatbot no site do Ministério da Saúde. Todas as informações seguem as normas da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

Um estudo recente apontou que as bets provocam perdas econômicas e sociais ao país estimadas em R$ 38,8 bilhões anualmente. “Esta ação do Ministério da Saúde é mais uma resposta ao fenômeno recente de comportamentos problemáticos relacionados a jogos e apostas, principalmente online. A procura espontânea por atendimento presencial ainda é baixa, muitas vezes por vergonha, medo de julgamento ou dificuldade de reconhecer o problema. Desta forma, o teleatendimento foi estruturado justamente para ampliar o acesso ao cuidado deforma reservada, segura e acessível”, diz o ministério.

Capacitação

Segundo Padilha, a pasta está capacitando os profissionais de saúde para esse atendimento específico, em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Foram oferecidas 20 mil vagas aos trabalhadores da saúde.

“Nós já tivemos 13 mil inscrições para o curso e 1,5 mil já concluíram essa formação. Temos mais 7 mil vagas e acredito que teremos que abrir mais quando esse número acabar. Esse plano de cuidado tem como objetivo, se possível, resolver a compulsão com o teleatendimento. Senão, poder direcionar essa pessoa para o conjunto da Rede de Atenção Psicossocial”, ressaltou.

O teleatendimento faz parte da Linha de Cuidado para Pessoas com Problemas Relacionados a Jogos de Apostas, que também contém orientações clínicas encontradas no Guia de Cuidado para Pessoas com Problemas Relacionados a Jogos de Apostas

Bloqueio por autoexclusão

Dentro do conjunto de ações do governo federal para prevenir e auxiliar na compulsão por apostas online, há também a Plataforma de Autoexclusão Centralizada, para o bloqueio de sites de apostas, disponível desde dezembro passado. A ferramenta permite ao apostador que deseja interromper o vício, solicitar ser bloqueado dos sites de apostas, além de deixar seu CPF indisponível para novos cadastros ou para o recebimento de publicidade das bets. Pela plataforma, é possível escolher por quanto tempo o apostador deseja bloquear os sites de aposta: dois meses, seis meses, ou indeterminado. O cadastro pode ser feito pelo endereço eletrônico gov.br/autoexclusaoapostas, utilizando conta gov.br de nível prata ou ouro.

“Mais de 300 mil pessoas já estão se tratando ao se autoexcluir, reduzindo a exposição a esse risco, inclusive com bloqueio das propagandas. E a maioria das pessoas que acessou a plataforma selecionou o bloqueio por tempo indeterminado”, aponta Padilha.

Ele destaca que, quando o usuário se autoexclui, por meio do CPF é possível saber qual é o cartão SUS dele e se frequenta alguma Unidade Básica de Saúde.

“O esforço é identificar riscos graves de saúde mental e encaminhá-la para o atendimento corretamente e rapidamente”, disse Padilha.

Com Agência Brasil

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Cloro em excesso e misturas químicas transformam piscinas em risco invisível à saúde

10 de Fevereiro de 2026, 18:02

O que deveria ser sinônimo de lazer e saúde pode se transformar em uma ameaça silenciosa: o uso inadequado de cloro e de outros produtos químicos no tratamento de piscinas pode causar intoxicações graves e até mortes, como a registrada recentemente em uma academia em São Paulo. Mas como se prevenir? Veja na TVT News.

No sábado (7), uma professora de 27 anos morreu e outras cinco pessoas foram hospitalizadas após inalarem vapores tóxicos durante uma aula de natação no bairro Parque São Lucas, na zona leste da capital. Alunos relataram um cheiro químico intenso, ardência nos olhos e falta de ar poucos minutos depois de entrarem na água. A principal suspeita é de que reagentes tenham sido misturados de forma incorreta por funcionários sem qualificação técnica.

A academia operava sem alvará, e a manutenção da piscina era feita por um manobrista, orientado remotamente pelo proprietário. Segundo as investigações, não havia acompanhamento de um profissional habilitado em química, exigência prevista por normas do setor.

Quando o cloro vira gás tóxico

Especialistas explicam que o perigo, na maioria das vezes, não está no cloro isoladamente, mas na combinação errada com ácidos ou redutores de pH.

A mistura de hipoclorito de cálcio (o “cloro de piscina”) com substâncias ácidas pode liberar gás cloro, altamente tóxico. Mais denso que o ar, ele se acumula rente à superfície da água, exatamente na altura do rosto dos nadadores, facilitando a inalação.

Além disso, a reação do cloro com suor, urina e outras impurezas orgânicas forma cloraminas, responsáveis pelo cheiro forte típico de piscinas mal tratadas e por irritações nas vias respiratórias.

Em locais fechados ou aquecidos, como academias e piscinas cobertas, a ventilação insuficiente agrava o problema, concentrando os vapores.

Efeitos semelhantes a “respirar água sanitária”

De acordo com o professor de química da USP Reinaldo Basito, em entrevista ao UOL, o gás cloro reage com a umidade das mucosas e se transforma em ácidos corrosivos dentro do organismo, como ácido clorídrico e ácido hipocloroso, substâncias semelhantes às presentes na água sanitária.

Os sintomas podem surgir em poucos minutos e incluem:

  • tosse intensa e sufocamento;
  • dor no peito e falta de ar;
  • lacrimejamento e ardência nos olhos;
  • náuseas e vômitos;
  • em casos graves, edema pulmonar, arritmia cardíaca e parada respiratória.

O contato direto com água superclorada também pode causar queimaduras químicas na pele e lesões na córnea.

Sinais de alerta na piscina

Usuários devem sair imediatamente da água ao perceber:

  • cheiro forte de cloro;
  • ardência nos olhos ou no nariz;
  • água turva ou espumosa;
  • dificuldade para respirar ou mal-estar repentino.

Segundo orientações técnicas, o nível seguro de cloro livre deve ficar entre 0,5 mg/l e 0,8 mg/l, com pH controlado. Piscinas coletivas devem contar com responsável técnico habilitado para monitorar esses parâmetros.

Risco também dentro de casa

O problema não se restringe a grandes piscinas. Misturas improvisadas de produtos de limpeza doméstica podem gerar gases igualmente perigosos.

Há  algumas combinações comuns e altamente nocivas que devem ser evitadas:

  • água sanitária + vinagre → libera gás cloro;
  • água sanitária + amônia → forma cloramina tóxica;
  • detergente + desentupidor → pode liberar vapores nocivos.

Produtos de limpeza não devem ser misturados e devem ser utilizados apenas conforme as instruções do rótulo. Lembre-se também de usar luvas de proteção ao manuseá-los.

Como agir em caso de exposição

Se houver suspeita de intoxicação, a orientação é retirar a pessoa imediatamente para um local aberto e ventilado. Caso persistam sintomas como falta de ar, vômitos ou dor no peito, entre em contato imediatamente com o Samu, pelo 192.

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