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Logitech G PLAY 2026: empresa confirma novos mouses, teclados e o Yeti 2 a partir de outubro

23 de Setembro de 2026, 16:35

A Logitech G reuniu a imprensa brasileira na manhã desta quarta-feira (23), na Login House XP, em São Paulo, para uma apresentação em primeira mão das novidades do Logitech G PLAY 2026 — evento global da marca que reúne lançamentos de hardware, software e experiências voltadas a gamers casuais, jogadores competitivos e criadores de conteúdo. O Olhar Digital acompanhou a apresentação e testou parte dos novos equipamentos no local.

Ao todo, a Logitech G apresenta 15 novos produtos nesta edição, além de novidades de software e recursos de personalização e integração do ecossistema da marca. Para o mercado brasileiro, a companhia confirmou uma seleção de nove lançamentos, com chegada às lojas a partir de outubro, e novidades adicionais previstas para novembro e dezembro.

Um evento pensado para reforçar o peso do Brasil no mapa da marca

O Logitech G PLAY 2026 aconteceu globalmente em 23 de setembro, com transmissão pelo canal Flow Games. Sob o conceito “The Road to the Breakthrough”, a marca reforçou o compromisso de ouvir a comunidade de jogadores e de conectar hardware, software, criadores e comunidade em um único ecossistema.

Apresentação produtos gamer logitech g 2026
Evento Logitech G PLAY 2026 – Divulgação / Olhar Digital

Durante a apresentação brasileira, executivos da Logitech G destacaram a relevância do país como mercado prioritário, já que de acordo com a Newzoo somos o terceiro maior mercado de consumo de games – com produtos passando por testes de qualidade conduzidos por jogadores profissionais e criadores de conteúdo brasileiros antes de chegarem às prateleiras, em um processo descrito como parte de um esforço conjunto com outros mercados internacionais para garantir o padrão dos lançamentos.

“O Brasil é um mercado muito importante para a Logitech G e estar próximo da comunidade é fundamental para entendermos o que os jogadores realmente buscam. Esses lançamentos mostram justamente essa preocupação em oferecer produtos para diferentes perfis, desde quem está evoluindo seu setup até quem busca o mais alto nível de performance competitiva. Nosso objetivo é trazer inovação, praticidade e tecnologia que façam sentido para o jogador brasileiro“, afirma Leandro Rocha, Gerente de Categoria de Gaming da Logitech G no Brasil.

Linha PRO ganha reforços para quem busca desempenho competitivo

A família PRO, desenvolvida em colaboração com atletas profissionais (hoje a marca trabalha com mais de 300 atletas e 44 equipes de esports ao redor do mundo), recebe três novos mouses.

O principal deles é o PRO X3 SUPERSTRIKE, que chega ao Brasil em outubro por R$ 1.299,90, nas cores preto e magenta. O modelo dá continuidade à tecnologia SUPERSTRIKE, construída sobre o sistema HITS: uma abordagem de clique que funciona de forma parecida a um teclado magnético, permitindo controlar a pressão exercida sobre o botão para acionar o comando, o que a marca descreve como o clique mais rápido da categoria atualmente no mercado. Segundo a Logitech G, foram nove meses de desenvolvimento para alcançar uma melhoria de 50% na eficiência energética do mouse, mantendo um chassi leve e equilibrado.

Completam a linha o PRO X SUPERLIGHT 2c SE e o PRO X SUPERLIGHT 2 DEX SE, ambos disponíveis nas cores preto, branco e magenta e com preço sugerido de R$ 699,90. Opções voltadas a jogadores que buscam alto desempenho em formatos mais compactos e personalizáveis.

O G502 X também ganha reforço, com duas novas opções de cor para o Brasil: preto e roxo, e branco e turquesa, por R$ 999,90.

Teclados e mousepad também recebem atualização

Na linha de teclados, o destaque é o PRO X2 RAPID, com chegada prevista para novembro por R$ 1.699,90, também nas cores preto, branco e magenta. O modelo usa switches magnéticos e a tecnologia Rapid Trigger, que permite ajustar o quanto uma tecla precisa ser liberada antes de acionar o próximo comando, recurso pensado para reduzir o tempo de resposta em jogos competitivos. A personalização pode ser feita pelo software G HUB ou diretamente no teclado, que conta com interface OLED e vem acompanhado de apoio de pulso (Palm Rest).

Já o G316 X 75 chega em outubro como opção de entrada no formato compacto 75%, nas cores preto e branco, por R$ 584,90 (R$ 496 no Pix). O lançamento dialoga com o perfil de consumo do mercado brasileiro: cerca de 80% dos teclados vendidos no país custam abaixo de R$ 500, em um mercado que ocupa a 9ª posição global em gastos com tecnologia para games. Sinal de que o público brasileiro joga bastante, mas prioriza custo-benefício na hora de montar o setup.

Completa o grupo de acessórios para setup competitivo o PRO X CONTROL, mousepad com dimensões de 400 x 460 mm, chegada prevista para novembro e preço sugerido de R$ 499,90. O produto usa tecido de malha para deslizamento omnidirecional, espuma Slimflex de 6 mm e base de alta aderência para manter a superfície estável durante o jogo.

Áudio: um microfone reformulado e um headset com foco em comunicação

Para criadores de conteúdo, streamers e podcasters, a Logitech G apresenta o Yeti 2, renovação do microfone mais conhecido da marca. O novo modelo chega ao Brasil em outubro, na cor preta, por R$ 999,90, com sensor de proximidade capaz de acompanhar a posição do usuário em três dimensões e ajustar automaticamente ganho, equalização e padrão de captação em tempo real — eliminando a necessidade de ajustes manuais constantes. O Yeti 2 também conta com redução de ruído por inteligência artificial, tela de LED colorida, integração com o G HUB, perfis de comunidade via Blue VO!CE e personalização de avatar.

Microfone Yeti 2 - Logitech G
Microfone Yeti 2 – Logitech G – Logitech / Divulgação

Na linha de headsets, o PRO X3 LIGHTSPEED chega em novembro por R$ 1.699,90, nas cores preto, branco e magenta. O modelo é voltado a jogadores competitivos e aposta em um microfone de 48 kHz para comunicação mais clara, além de opções avançadas de personalização de equalização para priorizar sons relevantes durante a partida.

ASTRO A50 X ganha edição especial em dezembro

Fecha o calendário do trimestre a nova edição do ASTRO A50 X, batizada de Mars Red, com chegada ao Brasil prevista para dezembro. O headset integra o ecossistema de áudio da Logitech G e é voltado a jogadores que transitam entre plataformas: a tecnologia PLAYSYNC permite alternar entre sistemas compatíveis, enquanto a conexão sem fio LIGHTSPEED garante liberdade de movimento durante o jogo. A Logitech G afirma que detalhes de disponibilidade, preço final e data exata de lançamento serão anunciados em breve.

Headset Astro A50x Mars Red
Headset Astro A50x Mars Red – Divulgação/Logitech

O que ainda não tem data confirmada no Brasil

Nem todas as novidades apresentadas no Logitech G PLAY 2026 têm cronograma fechado para o mercado brasileiro. Segundo a marca, no caso dos novos volantes para a linha de SIM Racing, a decisão de restringir o próximo lançamento a uma versão para PC — sem variante dedicada para consoles — reduz o custo de desenvolvimento em relação a produzir versões específicas para as duas plataformas.

Outro ponto em aberto é o layout dos teclados: atualmente, todos os modelos da linha chegam ao Brasil no padrão americano (US), mas a Logitech G estuda o desenvolvimento de uma versão em ABNT para o mercado nacional, sem promessa definida.

Testado em primeira mão: linha PRO em ação no Valorant

O Olhar Digital teve acesso a uma estação de testes com a linha PRO rodando Valorant. Na prática, o mouse se destacou pelo peso reduzido, o que facilita a movimentação, mas exige uma recalibração de quem está acostumado a periféricos mais pesados — a sensibilidade pode ser ajustada nas configurações, ajuste que não foi possível testar dentro do tempo disponível na demonstração. O teclado respondeu de forma suave ao toque, com boa resposta aos comandos durante as partidas. Já o headset entregou uma separação de áudio consistente: passos ao redor do jogador ficaram identificáveis por direção, sem que os disparos soassem estridentes.

Calendário de lançamento da Logitech G no Brasil

*Produtos desenvolvidos na Suíça.


Leia também: Logitech G Racing Series: a grande final que levou o Sim Racing brasileiro para a pista real

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GTA VI, Spider-Man e mais: os jogos de PS5 que estão bombando nas ofertas da Amazon

23 de Setembro de 2026, 16:00

O PS5 tem um catálogo incrível, e aproveitar bons jogos com preços atrativos é sempre uma ótima pedida. Selecionamos três títulos que estão em destaque nas ofertas da Amazon agora — de aventuras de herói a simuladores de futebol e o lançamento mais aguardado dos últimos anos. Confira!

Marvel's Spider-Man: Miles Morales Edição Padrão - PlayStation 5

Marvel’s Spider-Man: Miles Morales Edição Padrão – PlayStation 5

Um dos jogos mais elogiados da geração atual, Miles Morales trouxe uma história emocionante e uma jogabilidade fluida que tirou o máximo proveito do hardware do PS5 — com carregamentos quase instantâneos, feedback háptico no controle DualSense e gráficos deslumbrantes. Quem ainda não jogou está perdendo uma das melhores experiências do console.

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Grand Theft Auto VI - PlayStation 5

Grand Theft Auto VI – PlayStation 5

GTA VI chegou ao PS5 e rapidamente se tornou um dos títulos mais comentados do ano. A Rockstar Games entregou um mundo aberto gigantesco, ambientado em Vice City, com nível de detalhe e profundidade narrativa que elevaram o padrão do gênero. Se você ainda não tem em casa, essa é a hora de garantir o seu.

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EA Sports FC 27 - PlayStation 5

EA Sports FC 27 – PlayStation 5

A mais recente edição da franquia de futebol da EA traz elencos atualizados, melhorias na física de bola e animações dos jogadores ainda mais realistas. EA Sports FC 27 mantém o padrão da série e é a pedida certa para quem curte uma partida de futebol virtual de alto nível no PS5.

Ver na Amazon →

As ofertas na Amazon costumam mudar rapidamente, e estoques de jogos físicos podem acabar sem aviso. Se algum título chamou sua atenção, vale acessar o link agora mesmo para garantir o seu antes que o preço suba ou o produto saia de linha.

Aviso: este artigo contém um ou mais links gerados a partir de um programa de afiliados. O valor não muda para você e o Olhar Digital poderá receber uma comissão. Nenhuma empresa participou da escolha para os links e não existiu aprovação prévia deste conteúdo, que segue independente como sempre foi.

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Amazon e Anthropic: Cade arquiva investigação, mas mantém possibilidade de nova análise da parceria

23 de Setembro de 2026, 15:54

O Cade arquivou o processo que investigava os investimentos da Amazon na Anthropic e os acordos entre as empresas nesta quarta-feira (23). O tribunal entendeu que a participação minoritária não precisava ser comunicada previamente porque o faturamento da Anthropic no Brasil não atingiu o limite previsto em lei.

A decisão também afastou a possibilidade de gun jumping, quando uma empresa antecipa uma operação que ainda precisaria de autorização do Cade. O arquivamento, porém, não impede uma nova análise se a relação entre as empresas mudar ou gerar problemas para a concorrência.

Logo da Amazon em uma fachada
A investigação do Cade analisou o investimento minoritário feito pela Amazon na Anthropic em 2023. – Imagem: Tada Images/Shutterstock

O que o Cade analisou

O tribunal avaliou o investimento minoritário feito pela Amazon em 2023 e os acordos de colaboração tecnológica entre as duas empresas. Os conselheiros seguiram o voto do relator José Levi Mello do Amaral Jr., que entendeu que os acordos não criaram uma parceria com estrutura própria para dividir decisões, riscos e resultados.

Entre os pontos considerados pelo Cade estavam:

  • inexistência de órgão de decisão ou orçamento compartilhado;
  • ausência de ativos, equipe ou preços administrados em conjunto;
  • falta de metas comerciais comuns ou responsabilidade conjunta pelos clientes;
  • ausência de uma operação criada em conjunto pelas duas empresas.

A Amazon afirmou que os acordos não eram exclusivos e que a parceria ajudava a estimular a inovação. Para mostrar que a Anthropic não dependia apenas da Amazon, a empresa também citou relações com outros fornecedores e investidores, como Nvidia, Microsoft, Google, Broadcom e SpaceX.

O Cade reconheceu que a cooperação entre Amazon e Anthropic aumentou e que existe uma relação cada vez mais próxima entre as empresas. Ainda assim, o tribunal não encontrou mudanças na forma como as decisões são tomadas que justificassem considerar a parceria um empreendimento conjunto.

“A Lei nº 12.529/2011 oferece instrumentos de natureza estrutural e comportamental que, observados seus respectivos pressupostos, permitem à autoridade examinar operações não capturadas pelos critérios ordinários de notificação e investigar práticas capazes de produzir efeitos anticompetitivos”, ressaltou o relator.

O logotipo Anthropic AI é visto em uma tela de smartphone.
A Anthropic mantém relações com outros fornecedores e investidores, argumento usado pela Amazon durante a investigação. – Imagem: jackpress/Shutterstock

Decisão não impede nova investigação

O Cade poderá analisar novamente a parceria caso Amazon e Anthropic mudem a forma de atuação ou os acordos produzam efeitos que afetem a concorrência. Entre os pontos que podem motivar uma nova avaliação estão dependência tecnológica ou comercial, dificuldade para trocar de fornecedor, acesso a informações sensíveis e possíveis limitações a concorrentes.

Leia mais:

A conselheira Camila Cabral resumiu a posição do tribunal: “Ressalto a importância de que operações dessa natureza permaneçam sob especial atenção do Cade”. O procedimento atual, porém, foi arquivado.

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Tela magnética grava vídeos e faz selfies com a câmera traseira do celular

23 de Setembro de 2026, 15:30

A Vivo (Jovi) apresentou um acessório que pode facilitar a vida de quem grava vídeos e selfies com o celular. Trata-se de uma tela touchscreen magnética que funciona como monitor remoto da câmera, permitindo ao usuário visualizar e controlar a gravação enquanto utiliza as câmeras traseiras do smartphone.

O acessório foi apresentado junto à nova linha de celulares topo de linha Vivo X500 e faz parte do kit de fotografia do X500 Pro Max. A tela também pode ser adquirida separadamente.

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A ideia é especialmente interessante para criadores de conteúdo. Como a tela espelha o aplicativo de câmera do celular, o usuário consegue acompanhar o enquadramento mesmo estando diante da câmera traseira, além de controlar por toque algumas configurações.

Isso permite deixar de lado a câmera frontal, que normalmente oferece qualidade inferior à dos sensores traseiros. No X500 Pro Max, o conjunto inclui uma câmera principal de 50 MP e uma telefoto de 200 MP, segundo as informações apresentadas sobre o aparelho.

vivo x500 pro max monitor

Tela AMOLED tem apenas 68 gramas

O monitor da Vivo aposta em dimensões compactas para facilitar o transporte. A tela utiliza um painel AMOLED de 3,92 polegadas, tem apenas 5,65 milímetros de espessura e pesa 68 gramas.

A conexão com o smartphone é feita por Bluetooth, eliminando a necessidade de um cabo entre o celular e o monitor. O acessório pode ser fixado magneticamente ao telefone ou utilizado de forma remota dentro do alcance da conexão sem fio. Esse formato também diferencia a solução de alternativas como a tela de monitoramento da Insta360, que utiliza uma conexão por cabo.

Apesar do sistema magnético, existe uma limitação para quem pretende utilizar o monitor. Os celulares da Vivo não possuem suporte nativo ao padrão MagSafe, o que significa que é necessário utilizar uma capa específica compatível com o acessório para realizar a fixação magnética.

Na China, o monitor tem preço de 699 yuans, o equivalente a aproximadamente R$ 537 em conversão direta. Ainda não há informações sobre um eventual lançamento internacional, então a tela permanece como uma solução exclusiva do mercado chinês.

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Logitech lança mouse PRO X3 Superstrike e novos periféricos no Brasil; veja preços

23 de Setembro de 2026, 15:30

A Logitech anunciou o mouse gamer PRO X3 SUPERSTRIKE durante o evento Logitech G PLAY 2026, que aconteceu nesta quarta-feira (23). O novo modelo conta com um chassi 2 gramas mais leve que seu antecessor. Além do novo mouse, a marca revelou uma série de periféricos que chegarão ao Brasil nos próximos meses.

O Logitech G Pro X3 Superstrike estará disponível no mercado brasileiro a partir de outubro deste ano nas variantes preta e magenta pelo preço sugerido de R$ 1.299,90. O acessório foi desenvolvido ao longo de 9 meses em colaboração direta com atletas de eSports.

A marca retrabalhou a distribuição interna de peso do mouse, o que garantiu uma redução de 2 gramas em comparação com o modelo anterior. De acordo com a empresa, a mudança oferece maior equilíbrio, estabilidade e precisão. Outro destaque do Logitech G Pro X3 Superstrike é sua eficiência energética, que melhorou em 50%, passando de 90 horas no modelo anterior para 135 horas de autonomia de bateria.

A taxa de atualização também recebeu melhorias significativas. O modelo anterior possuía um polling rate de 1.000 Hz, podendo estender a taxa para 8.000 Hz com fio. Já o novo mouse consegue alcançar 8.000 Hz tanto no modo com fio quanto no modo sem fio.

Entre outros recursos embarcados no PRO X3 Superstrike estão o sistema HITS e o Rapid Trigger, que funcionam como switches magnéticos de teclados e permitem configurar a pressão necessária para acionamento do clique.

Logitech G Pro X3 Superstrike

A chegada do mouse e de outros produtos ao Brasil reforça a importância do mercado gamer brasileiro, conforme destaca o líder de games da Logitech na América Latina, Leandro Rocha, em entrevista exclusiva ao Canaltech:

"O Brasil, principalmente, tem sido um grande destaque hoje. É o maior país da América Latina em relevância financeira e tem sido gigante para nós, porque não estamos vendo apenas o tamanho da comunidade gamer. O Brasil é o terceiro maior país do mundo em base de jogadores de PC, mas com um público extremamente engajado e esforçado contando suas histórias. É o que a gente celebra aqui".

Logitech G atualiza todas as linhas de periféricos gamers

Além do Logitech G PRO X3 Superstrike, a marca revelou novidades em todas as suas linhas de dispositivos gamers, entre eles modelos G3, G5 e PRO, além de periféricos como volantes, headsets e a linha de microfones Yeti.

Novidades da linha PRO da Logitech

No topo de linha, a Logitech G anunciou que trará a nova edição SE para as versões ergonômica e compacta do mouse PRO X Superlight 2, periférico ultraleve com peso de 60 g. A revisão contará com embalagem simplificada, 88 horas de bateria (originalmente 95 horas) e polling rate reduzido de 8.000 Hz para 1.000 Hz.

O PRO X Superlight 2 SE também não contará com fitas de grip, pano de limpeza, puck extra com pé de PTFE e extensor USB. O mouse chegará por R$ 300 a menos que o modelo original, custando R$ 699,90. O lançamento no Brasil está marcado para outubro deste ano nas variações preta, branca e magenta.

Logitech PRO X SUPERLIGHT 2c

Outra novidade da linha profissional da Logitech G foi o teclado PRO X2 RAPID, equipado com switches magnéticos, tecnologia Rapid Trigger e apoio de pulso em silicone. O periférico também conta com um pequeno painel OLED que permite ajustar as configurações do teclado em tempo real. O dispositivo estará disponível em novembro pelo preço sugerido de R$ 1.699,90.

Nos headsets, a Logitech G confirmou a chegada do PRO X3 Lightspeed ao Brasil em novembro deste ano, pelo preço sugerido de R$ 1.699,90. A principal melhoria do modelo foi a adição de um microfone profissional de 48 kHz, que promete comunicação mais clara, bateria estendida e equalização avançada.

Fechando a linha PRO, a Logitech G anunciou a entrada no segmento de mousepads profissionais de alta performance com o PRO X Control, composto por tecido em malha de deslizamento omnidirecional, espuma Slimflex de 6 mm, bordas costuradas e base antiderrapante. O produto chega às prateleiras no fim do ano por R$ 499,90.

Linha Logitech G3 recebe teclado e novas cores

Já na linha G3, focada em custo-benefício e periféricos de entrada, a Logitech G anunciou o teclado G316 X 75. O modelo contará com design retrô, painel informativo de LED, barra de iluminação dinâmica e taxa de atualização de 8.000 Hz. O Logitech G316 X 75 também contará com switches personalizáveis e montagem no estilo gasket mount. Com o modelo, a marca pretende entregar um valor acessível, com lançamento previsto para outubro e preços sugeridos de R$ 584,90 e R$ 496,00 no Pix.

Logitech G316 X 75

A empresa também revelou as variações Dark Line (preto com roxo) e branca com turquesa do mouse G502 X PLUS. Donos da linha de periféricos receberão nesta quarta-feira (23) uma atualização gratuita no software Logitech G HUB, que permitirá aprimorar a precisão do sensor, otimizar o consumo de bateria e aplicar ajustes independentes para os eixos X e Y dos mouses.

Logitech acelera no PC e anuncia volantes exclusivos para computadores

Entre as novidades, a Logitech também revelou novas edições dos volantes G923 e RS50, que deixarão os consoles e serão direcionadas exclusivamente ao PC.

Os novos modelos serão mais baratos que o hardware original. Rocha explica que isso só foi possível porque a Logitech deixou de pagar taxas de licenciamento exigidas por Sony e Microsoft, além de simplificar a construção e a conectividade dos produtos.

O líder de games da Logitech LATAM revelou que tornar modelos topo de linha financeiramente mais acessíveis, como os volantes G923 e RS50 ou o PRO X Superlight 2 SE, é uma tendência do mercado de tecnologia. "O produto que tem menos funcionalidade vai se desvalorizando conforme chegam novas tecnologias, que vão chegando aí com um preço maior", contou Rocha.

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Edifier cria caixa de som retrô que dura até 30 horas longe da tomada

23 de Setembro de 2026, 15:22

A Edifier apresentou a M230 II, uma nova caixa de som para quem gosta de tecnologia com cara de antigamente. O modelo aposta em um visual retrô com acabamento que imita madeira, mas traz recursos atuais, como Bluetooth 6.0 e bateria capaz de entregar até 30 horas de reprodução.

O aparelho utiliza uma estrutura feita em MDF, material que, segundo a fabricante, ajuda a reduzir vibrações indesejadas que podem interferir no som. Na parte frontal, a caixa traz uma grade de tecido e botões no estilo das teclas de um piano, reforçando a aparência inspirada em equipamentos antigos.

Apesar do formato, a M230 II é relativamente compacta. São 170 x 86 x 106 mm, com peso de 820 gramas. A Edifier oferece o produto em três acabamentos, incluindo versões marrom com aspecto de madeira, branca com detalhes rosados e verde.

Edifier M230 II

Bateria pode chegar a 30 horas

Por dentro, a nova caixa de som conta com um tweeter de 22 mm, um driver de médios e graves de 45 x 80 mm e um radiador passivo dedicado às frequências mais baixas. O conjunto entrega 26 W RMS de potência e pico de 52 W, além de resposta de frequência entre 58 Hz e 20 kHz.

Outro destaque está na bateria de 5.200 mAh, que promete até 27 horas de reprodução contínua com o volume em 50%. Ao elevar o volume para 80%, a autonomia estimada cai para 14 horas.

Já o modo LoongSound amplia esses números para até 30 horas a 50% do volume ou 20 horas com o nível ajustado para 80%. A função pode ser ativada pelo aplicativo Edifier Connect.

Edifier M230 II

Em relação à conectividade, a M230 II tem suporte a Bluetooth 6.0 com conexão multiponto, permitindo manter dois dispositivos vinculados simultaneamente. Também é possível parear duas unidades da caixa por TWS para formar canais esquerdo e direito e criar um sistema estéreo.

A Edifier M230 II começou a ser vendida na China pelo site da varejista JD.com por 359 yuans (cerca de R$ 275 na cotação atual) em oferta de lançamento. Ainda não há informações sobre a disponibilidade do produto no Brasil e em outros mercados.

Em busca de uma nova caixa de som? Então vale conferir esse guia para saber qual aparelho você deve comprar!

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9 filmes para assistir antes de Vingadores Ultimato: Encore

23 de Setembro de 2026, 15:02

Chega aos cinemas nesta quinta-feira (24) Vingadores: Ultimato Encore, uma nova versão do filme que encerrou a Saga do Infinito no MCU. Mas será que você está preparado para assistir ao relançamento do longa-metragem?

Com cenas adicionais e visuais mais coloridos, Vingadores: Ultimato retorna aos cinemas repaginado para preparar o público para as emoções de Vingadores: Doutor Destino, o aguardado novo filme da equipe mais amada da Marvel nas telonas. 

Sem mudanças drásticas, a versão de relançamento não alterou a trama da produção, mas incluiu algumas sequências inéditas que podem antecipar o que os fãs verão no novo filme dos Vingadores. Diante desse cenário, chegar ao cinema preparado é fundamental para aproveitar ao máximo a experiência e, de quebra, já começar os trabalhos para Doutor Destino.

O que assistir antes de Vingadores Ultimato: Encore

Se você, assim como boa parte dos fãs do MCU, está ansioso para rever a emocionante luta contra Thanos nas telonas mais uma vez, aproveite para fazer a lição de casa com 9 filmes para assistir antes de Vingadores Ultimato: Encore. Para facilitar a maratona, a boa notícia é que todos estão disponíveis no Disney+, veja a seguir.

1. Homem de Ferro (2008)

Ponto de partida do MCU tal como o conhecemos hoje em dia, Homem de Ferro marcou a introdução de Robert Downey Jr. à franquia como Tony Stark, um bilionário e inventor que, após ser sequestrado por terroristas que o forçam a construir uma arma mortal, decide fazer uma armadura para enfrentar os criminosos, usando-a posteriormente para combater o crime nos Estados Unidos.

Considerando que Downey Jr. vai voltar ao MCU para interpretar o Doutor Destino, assistir ao primeiro filme do Homem de Ferro vai te ajudar a relembrar detalhes iniciais sobre Tony Stark para entender suas escolhas e decisões em Vingadores: Ultimato.

2. Capitão América: O Primeiro Vingador (2011)

Outro filme introdutório que merece estar na sua maratona é Capitão América: O Primeiro Vingador. O longa apresentou a história de origem de Steve Rogers (Chris Evans), um jovem que é transformado em uma arma humana, virando o Capitão América durante o período da Segunda Guerra Mundial. 

Com Chris Evans retornando ao MCU em Vingadores: Doutor Destino, assistir Capitão América: O Primeiro Vingador antes de Vingadores: Ultimato Encore vai te ajudar a entender referências sobre o passado do herói, assim como as escolhas feitas por ele no final do filme. 

3. Os Vingadores (2012)

Você também não pode deixar de assistir Os Vingadores, o primeiro filme do MCU focado na equipe. Além de apresentar a formação original do grupo, o longa-metragem também revela o Tesseract, a famosa caixa azul que mantém segura a Joia do Espaço, um dos elementos buscados por Thanos para dominar o universo. 

Além disso, Os Vingadores marca a primeira aparição do Thanos na franquia, que surge enigmaticamente na cena pós-créditos do filme. 

4. Guardiões da Galáxia (2014)

Apresentando o lado cósmico da franquia, Guardiões da Galáxia é outro filme fundamental para assistir antes de Vingadores: Ultimato Encore. Dirigido por James Gunn, o longa apresentou a equipe de desajustados liderada por Peter Quill (Chris Pratt), que entra em apuros depois de roubar a esfera do traiçoeiro Ronan (Lee Pace). 

Entre os elementos mais importantes do filme para a franquia no geral está a relação entre Gamora e Nebula, assim como o histórico familiar de ambas com Thanos. Logo, assistir ao filme vai te ajudar a se preparar para a nova versão, título bastante decisivo para Gamora.

5. Vingadores: A Era de Ultron (2015)

Dando continuidade ao universo dos Vingadores, outro filme que precisa entrar na sua maratona é Vingadores: A Era de Ultron (2015), segundo longa-metragem da equipe. Os grandes destaques da produção são a ameaça do androide mortal Ultron e a introdução da Joia da Mente por meio da estreia do Visão na franquia. 

Além de estabelecer alguns desentendimentos entre os heróis da formação original dos Vingadores, o filme mergulha nas inseguranças de Tony Stark e na responsabilidade do grupo diante dos efeitos colaterais de suas ações. 

6. Capitão América: Guerra Civil (2016)

Destrinchando as rusgas entre os heróis, apresentadas em Vingadores: A Era de Ultron, Capitão América: Guerra Civil também vai te ajudar a estar preparado para Vingadores Ultimato: Encore. O filme apresenta um cenário onde os políticos decidem controlar os Vingadores depois do ataque de Ultron, o que divide a equipe em dois times: um liderado pelo Capitão América e outro pelo Homem de Ferro. 

Um dos pontos mais importantes deste capítulo da franquia é que ele fragmenta o grupo, colocando os heróis uns contra os outros, além de deixar a Terra desprotegida. O conflito ainda abre espaço para repercussões em Ultimato, sendo importante para entender onde cada personagem está naquele momento. 

7. Thor: Ragnarok (2017)

Mais um filme que deve entrar na sua maratona é Thor: Ragnarok. Mudança de rota para o Deus do Trovão na franquia, o filme marca uma alteração no tom da jornada do herói, que passa a ser mais cômico à medida que ele enfrenta o apocalipse nórdico. 

Embora seja o terceiro filme solo do herói, Thor: Ragnarok entra na lista como um capítulo importante para entender o estado emocional do personagem interpretado por Chris Hemsworth e a situação do Hulk antes dos eventos de Ultimato.

8. Homem-Formiga e a Vespa (2018) 

Segundo filme solo de Scott Lang (Paul Rudd), Homem-Formiga e a Vespa acompanha o herói titular tentando equilibrar sua vida como pai e suas responsabilidades como Homem-Formiga. No meio disso tudo, ainda somos apresentados ao Reino Quântico, um conceito importante para entender Vingadores: Ultimato. 

Isso porque, além de ter relação com a situação de Scott naquele momento da franquia, o Reino Quântico exerce uma função relevante na estratégia desenvolvida pelos Vingadores para deter Thanos em Ultimato. 

9. Vingadores: Guerra Infinita (2018)

Se você tiver que escolher apenas um filme desta lista para assistir antes de Vingadores: Ultimato Encore, escolha Vingadores: Guerra Infinita. Afinal, Ultimato é a continuação dos eventos narrados em Guerra Infinita, a preparação direta para o que vemos no final da Saga do Infinito. 

Reunindo grandes estrelas da equipe do MCU, o filme mostra o grupo se unindo para lutar contra Thanos, que está coletando todas as seis Joias do Infinito para colocar seu plano destrutivo contra a humanidade em prática.  

Antecipação para Doutor Destino

Com Vingadores: Ultimato Encore chegando aos cinemas mundiais no dia 24 de setembro, os fãs da Marvel se preparam para retomar os trabalhos em uma intensa preparação para o aguardado lançamento de Vingadores: Doutor Destino, que acontece em 17 de dezembro. 

Caso você não consiga ver a versão repaginada de Ultimato nas telonas antes da estreia do novo filme do MCU, descubra se a nova versão de Vingadores: Ultimato lançada nos cinemas vai passar no Disney+?

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Play Store prepara espaço exclusivo para apps criados com IA; veja como será

23 de Setembro de 2026, 14:02

O Google está preparando uma nova área da Play Store para reunir aplicativos criados com ajuda de inteligência artificial. A seção, chamada provisoriamente de “Your creations”, apareceu em testes internos na versão 53.2.23-34 da loja e deve servir como um espaço para acessar projetos feitos no Google AI Studio.

A novidade ainda não foi anunciada oficialmente e pode mudar antes de chegar ao público. Por enquanto, o recurso foi identificado em uma desmontagem do APK da Play Store, método usado para encontrar funções em desenvolvimento dentro do código do aplicativo.

Como vai funcionar?

A nova seção aparece dentro da tela “Gerenciar apps e dispositivo” e parece reunir aplicativos pessoais criados com IA.

Hoje, o Google já permite desenvolver aplicativos no AI Studio a partir de comandos em linguagem natural, prática conhecida como vibe coding. Em vez de escrever todo o código manualmente, o usuário descreve o que deseja criar e a IA ajuda a montar a estrutura, interface e funções do app.

No protótipo encontrado pelo Android Authority, há um botão para começar a criar. Atualmente, ele abre a versão móvel do Google AI Studio pelo navegador, mas a expectativa é que futuramente essa integração aconteça diretamente pelo Gemini, já que o Google prepara a chegada das ferramentas do AI Studio ao aplicativo.

A ideia parece ser facilitar o gerenciamento dos apps criados pelo próprio usuário, sem exigir necessariamente que cada projeto seja publicado de forma tradicional na Play Store.

Google Play Store

Apps poderão ser compartilhados com outras pessoas?

Esse é o ponto que ainda não está claro.

Atualmente, publicar um aplicativo criado no AI Studio na Play Store exige cadastro de desenvolvedor, envio pelo Play Console e cumprimento das etapas de teste e revisão exigidas pelo Google. Outra possibilidade é instalar o app manualmente no aparelho, processo conhecido como sideload.

A nova área pode funcionar como um meio-termo entre essas duas opções. Trechos encontrados no código mencionam a possibilidade de “compartilhar com todos”, o que indica que os projetos talvez possam ficar disponíveis para outros usuários sem seguir exatamente o mesmo fluxo de uma publicação tradicional. O Google, porém, ainda não explicou como funcionariam requisitos de segurança, testes e distribuição nesse cenário.

O que é “vibe coding”?

O termo ganhou força com ferramentas capazes de transformar instruções escritas em código funcional.

Na prática, uma pessoa pode pedir algo como “crie um aplicativo para controlar meus gastos mensais” e ir refinando o projeto conversando com a IA, sem precisar dominar programação no mesmo nível de um desenvolvedor tradicional.

O Google vem investindo diretamente nesse modelo. O AI Studio já permite criar, testar e modificar aplicativos usando IA, enquanto uma versão móvel está sendo preparada para que todo esse processo também aconteça pelo celular.

A expansão também ocorre em um momento de forte aumento no número de novos aplicativos. Segundo dados citados pelo TechCrunch, lançamentos globais de apps cresceram cerca de 60% no primeiro trimestre de 2026 em relação ao ano anterior, movimento associado em parte à popularização das ferramentas de programação com IA.

Ainda não há previsão para a estreia da seção “Your creations”. Como o recurso está em desenvolvimento, o Google também pode alterar seu funcionamento ou até decidir não lançá-lo publicamente.

Veja também no Canaltech: 3 ferramentas para você criar apps e sites com IA

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Playground Games e Turn 10 viram um só estúdio: como fusão impacta franquia Forza

23 de Setembro de 2026, 12:45

A XBOX anunciou nesta terça-feira (22) uma grande movimentação em seus estúdios, com uma união entre a Playground Games e Turn 10 Studios — que agora cuidarão juntas das franquias Fable, Forza e seus spin-offs, como a linha Horizon.

O diretor de criação da marca, Matt Booty, revelou em uma carta ao time de desenvolvedores que a integração já estava “escrita” há mais de 10 anos.

“Estes dois estúdios têm sido parceiros criativos e de franquias por mais de uma década e as mudanças de hoje formalmente movimentam seus trabalhos em uma equipe”, afirmou o executivo.

A fusão entre as duas impactará ainda mais a franquia Forza, que passou por alguns problemas em seus últimos lançamentos. Veja como reunir Playground Games e Turn 10 Studios deve criar uma nova visão para os próximos capítulos da série de corrida.

Confusão em Forza

A Turn 10 Studios foi fundada em 2001, com o objetivo de produzir jogos que disputassem espaço com Gran Turismo — da PlayStation. Dessa proposta surgiu Forza Motorsport no ano de 2005, que mostrou todo o potencial que o primeiro XBOX tinha nas mangas.

Forza-Motorsport-Img1

Após várias entradas de sucesso, em 2012 chegou o seu primeiro spin-off. Em conjunto com a Playground Games, o público viu no XBOX 360 Forza Horizon com um conceito completamente distinto. Diferente do simulador, ele seguiria um caminho voltado ao arcade, com músicas, exploração e muita atitude.

Enquanto a série paralela teve altos e baixos, Forza Horizon 6 (2026) foi um grande sucesso e consolidou ainda mais o seu público. Em contrapartida, a linha principal tem experimentado cada vez mais quedas. Forza Motorsport 7 (2017) e o soft reboot Forza Motorsport (2023) não tiveram o mesmo desempenho.

O impacto foi sentido e, em 2025, o estúdio interrompeu as atualizações que chegariam ao game  e a franquia foi “engavetada” — além de presenciar a demissão de cerca de 50% do seu quadro de funcionários. No fim, eles foram realocados para dar suporte à Playground Games com os spin-offs.

O futuro da série

Agora que a Microsoft reuniu as duas em um estúdio só, é importante notar que há esperanças que Forza Motorsport retorne algum dia. Contudo, vai demorar bastante para o vermos novamente nos consoles XBOX.

Atualmente, a Playground Games está investida em duas frentes: atualizações e expansões de Forza Horizon 6 e na produção de Fable, o próximo grande RPG que será lançado em suas plataformas em 2027. 

Na prática, se existir algum projeto para reviver o clássico, isso será visto apenas de 2028 em diante. Isso se a XBOX não preferir que invistam em um Forza Horizon 7 ou na sequência direta de Fable — a depender do feedback dos fãs.

Enquanto os spin-offs seguem com um sucesso maior, ao menos por enquanto a linha principal permanecerá na geladeira da Microsoft. Depois das demissões, o que restou do XBOX Game Studios?

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Spotify está prestes a resolver um problema antigo: o quanto come seu armazenamento

23 de Setembro de 2026, 12:06

O Spotify está desenvolvendo uma função que pode acabar com o consumo excessivo de armazenamento pelo cache do aplicativo. Segundo uma análise do código realizada pelo Android Authority, a plataforma trabalha em um recurso chamado “Limite de Cache” para o Android. Com a função, será possível definir um teto para o espaço ocupado por arquivos temporários, algo que usuários reclamam há anos em fóruns, como Reddit e na comunidade oficial do Spotify.

Atualmente, o Spotify armazena trechos de músicas, podcasts e capas de álbuns em cache para agilizar a reprodução e reduzir o uso de dados móveis quando conteúdos são reproduzidos novamente. Como não há um limite definido pelo usuário, esse armazenamento pode crescer para vários gigabytes e ocupar uma parcela considerável da memória do aparelho.

O novo recurso deve adicionar um submenu específico para o gerenciamento do cache, com uma opção para definir o espaço máximo utilizado. O aplicativo também poderá indicar um “limite recomendado”, com o objetivo de equilibrar o desempenho da reprodução e o espaço disponível no celular.

Ao escolher um limite, o Spotify deverá alertar sobre possíveis efeitos da configuração. Um cache menor pode aumentar o uso de dados móveis e exigir que determinados conteúdos sejam carregados novamente, enquanto um limite maior tende a manter mais dados temporários armazenados. A configuração deve afetar somente o cache, sem remover músicas e podcasts baixados para reprodução offline. Segundo o código analisado, o aplicativo também poderá solicitar a definição do limite após uma limpeza manual do cache.

spotify capa

O recurso já está disponível no Spotify?

Não. A função ainda não foi liberada para o público geral nem anunciada oficialmente pelo Spotify. A descoberta ocorreu em uma análise de APK da versão v9.1.88.815 do aplicativo para Android.

O chamado APK teardown consiste na análise do código e dos recursos incluídos em um pacote de instalação para identificar funções que podem estar em desenvolvimento ou preparação. A presença das strings relacionadas ao limite de cache indica que o Spotify trabalha na funcionalidade, mas não confirma quando — ou se — ela será liberada para todos.

O recurso pode passar primeiro por testes com usuários da versão beta antes de chegar à versão estável. Como acontece com outras funções identificadas em análises de código, também existe a possibilidade de que o Spotify faça alterações na implementação ou abandone a novidade antes do lançamento.

Se você gostou do conteúdo, talvez também se interesse por conferir “6 funções do Spotify que você precisa conhecer”.

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Claude lança Opus 5.5 e derruba conta em 31%; veja dicas para economizar tokens

23 de Setembro de 2026, 10:05

A Anthropic anunciou o Claude Opus 5.5, nova versão do modelo que reduz os preços de tokens de entrada e saída em 20% e corta em 60% o custo de leitura de dados armazenados em cache. Em um exemplo apresentado pela empresa, uma sessão que custava US$ 3,50 no Opus 5 passa a custar US$ 2,40 no Opus 5.5, uma redução de cerca de 31%. 

O Opus 5.5 já está disponível pela API e no Claude Code. Para assinantes dos planos Pro, Max e Team, a redução de custos aparece na forma de limites de uso maiores. Segundo a Anthropic, o mesmo orçamento pode render cerca de 25% mais uso do modelo.

A nova versão também muda a forma como o Claude trabalha. O Opus 5.5 usa o recurso de thinking antes das respostas para analisar a tarefa e chegar ao resultado. A empresa também afirma que o modelo ficou mais eficiente no uso de tokens, o que ajuda a reduzir o custo de tarefas longas.

Claude

Quanto custa o Claude Opus 5.5?

O preço de entrada caiu de US$ 5 para US$ 4 por milhão de tokens, enquanto o custo dos tokens de saída passou de US$ 25 para US$ 20. A maior redução aparece nas leituras de cache, que baixaram de US$ 0,50 para US$ 0,20 por milhão de tokens, uma queda de 60%.

A mudança favorece principalmente sessões longas, nas quais o Claude reaproveita grandes volumes de informações armazenadas em cache. Como a leitura desses dados ficou mais barata, tarefas com muito contexto podem ter uma redução significativa no custo, mesmo quando trabalham com milhões de tokens.

Já tarefas concentradas na geração de respostas tendem a se beneficiar principalmente da redução de 20% no preço dos tokens de saída.

Claude

Como economizar tokens no Claude? 

Além dos preços menores do Opus 5.5, algumas configurações do Claude Code ajudam a controlar o consumo de tokens, como:

  • Escolha o nível de esforço adequado

  • Use cada modelo para uma tarefa

  • Aproveite o cache

  • Faça auditoria dos prompts

  • Acompanhe o uso de tokens

Escolha o nível de esforço adequado

O nível de esforço determina quanto o modelo deve investir no processo de pensamento, na geração de texto e no uso de ferramentas. Para tarefas simples, níveis menores podem evitar gastos desnecessários.

O nível Low pode ser usado em trabalhos mecânicos, como renomear variáveis ou aplicar padrões conhecidos em vários arquivos. O Medium atende tarefas cotidianas com escopo bem definido, enquanto o High faz mais sentido em problemas que exigem uma análise maior do código.

Níveis mais altos devem ficar para tarefas complexas, nas quais o modelo precisa analisar várias partes do projeto antes de tomar uma decisão.

Claude site

Use cada modelo para uma tarefa

Outra forma de controlar o consumo é escolher o modelo de acordo com a dificuldade do trabalho. O Opus 5.5 pode ficar responsável pelas tarefas principais, como desenvolvimento de funcionalidades, revisão de código e trabalhos que exigem mais raciocínio, enquanto modelos, como Sonnet e Haiku, assumem atividades secundárias.

Para pesquisas, leitura de logs e execução de testes, a recomendação é configurar subagentes no Sonnet ou Haiku, deixando a edição principal do código a cargo do Opus 5.5. A divisão reduz a necessidade de usar o modelo mais caro em tarefas que não precisam do mesmo nível de capacidade.

Também é indicado manter o Opus 5.5 como modelo principal no dia a dia, mas alternar para o Fable 5.1 caso ele trave duas vezes no mesmo problema usando esforço High. O Fable 5.1 tem custo maior, de US$ 10 por milhão de tokens de entrada e US$ 50 por milhão de tokens de saída, mas pode evitar ciclos repetidos de tentativa e erro em códigos complexos.

claude app

Aproveite o cache

O cache é especialmente importante em sessões longas. No Opus 5.5, a leitura de informações armazenadas custa US$ 0,20 por milhão de tokens, o equivalente a apenas 5% do preço de uma entrada nova. A duração do cache varia conforme a forma de acesso ao modelo: nos planos Pro, Max e Team, ele dura uma hora e na API o período padrão é de cinco minutos. 

Para aproveitar melhor esse mecanismo, vale evitar mudanças constantes nas definições de ferramentas e no prompt do sistema durante uma tarefa, já que alterações podem invalidar partes do cache. Alterar o nível de esforço no meio da sessão por comando também invalida o cache da conversa, fazendo com que a próxima operação tenha de regravar o contexto. 

Quando o cache expira ou é invalidado por uma mudança de configuração, a regravação custa entre 1,25 e 2 vezes o preço de um token de entrada comum. Em contextos grandes, uma única regravação pode custar o equivalente a até 25 leituras de cache.

App Claude

No Claude Code, o comando /compact ajuda a reduzir o histórico usado pela conversa e o /clear inicia uma tarefa sem carregar o contexto anterior. O tamanho do arquivo CLAUDE.md também merece atenção. A recomendação é mantê-lo abaixo de 200 linhas para evitar o carregamento de informações desnecessárias a cada requisição.

Os servidores MCP que não estão em uso também podem aumentar o volume de dados enviado ao modelo. Desativá-los com o comando /mcp reduz esse carregamento automático. No entanto, conectar ou desconectar servidores MCP durante uma sessão e alternar entre modelos são outras ações que podem reiniciar o cache da conversa.

Faça auditoria dos prompts

Prompts muito longos ou com instruções repetidas também podem aumentar o consumo. O comando /claude-api prompt-audit identifica problemas que podem fazer o modelo gastar tokens sem melhorar o resultado.

Entre os pontos analisados estão instruções contraditórias e regras de verificação que aumentam o número de etapas de uma tarefa. Em testes de migração, a Anthropic registrou redução adicional de até 9% nos custos após a limpeza dos prompts.

Acompanhe o uso de tokens

O acompanhamento do consumo ajuda a encontrar tarefas que gastam mais do que o esperado. O comando /usage mostra informações sobre o uso da sessão, incluindo o consumo de tokens e a participação do cache.

Sessões que fogem muito do padrão podem indicar loops de repetição, uso excessivo de ferramentas ou um nível de esforço maior do que o necessário para aquela tarefa. A análise desses casos ajuda a ajustar as configurações e evitar desperdícios nas próximas execuções.

Se você gostou do conteúdo, talvez também se interesse por conferir “O custo invisível dos tokens: por que a conta da IA não para de subir?”.

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Que horas Control Resonant será lançado no Brasil?

23 de Setembro de 2026, 09:40

A Remedy Entertainment se prepara para o lançamento de Control Resonant, que estará disponível para o PS5, XBOX Series e PCs a partir desta quinta-feira (24). No Brasil não será diferente, com a sua chegada prevista para a mesma data.

A aventura de Dylan promete mostrar a ilha de Manhattan distorcida pelo Ruído, com uma missão muito importante para o irmão de Jesse: deter a ameaça e salvar o mundo, para se redimir pelas suas ações vistas em Control (2019).

O hack and slash é uma das maiores promessas do estúdio, já que será sequência direta do game anterior e tem como patamar uma verdadeira obra-prima: Alan Wake II (2023), que chegou a concorrer ao The Game Awards do mesmo ano. 

Veja que horas Control Resonant será lançado no Brasil e quando poderá dar seus primeiros passos na jornada que vai explorar ainda mais este universo compartilhado do estúdio.

Disponibilidade pública

De acordo com a própria Remedy, os jogadores poderão começar a sua campanha no dia 24 de setembro de 2026, a partir das 11h no horário de Brasília. Ali, poderá encontrá-lo e fazer o download na PS Store, Loja XBOX e em plataformas como o Steam e Epic Games Store.

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É importante ter em mente que, na data, poderá ver apenas a versão digital do título. Control Resonant só estará liberado em discos em outubro de 2026, já que teve sua chegada adiada globalmente. Caso não tenha o Fear of Missing Out (FOMO) ou esteja ansioso, é menos de um mês para aguardá-los. 

Chegada antecipada de Control Resonant

Em parceria com a Sony Interactive Entertainment, o estúdio lançou o game de forma antecipada na PS Store. Quem adquiriu a Edição Digital Deluxe da experiência, já pode achá-la disponível desde terça-feira (22) no PlayStation 5.

Na prática, se é o seu caso, já pode começar a jornada de Dylan imediatamente. Por ser um acordo entre a desenvolvedora e a dona do PlayStation, não encontrará as mesmas condições no XBOX e nos computadores. 

Além do acesso antecipado, o pacote também inclui o livro de arte e trilha sonora nos formatos digitais, um Artefato Imaculado (Carteira), Artefato Ferramenta do Punguista, um Pacote de Recursos Iniciais, o Traje de Corrupção do Ruído, Traje Oculto e o Traje de Missão EMA. 

Preciso ter jogado Control?

Se, no seu caso, não tiver jogado a aventura original, não há problema algum. Ainda que possa perder referências e compreender o papel de determinados personagens, não é vital explorar o antecessor.

Em Control Resonant, logo no menu inicial, poderá visualizar uma recapitulação completa para dar os seus primeiros passos em Manhattan. Deste modo, terá informações suficientes para avançar sem se perder dentro de sua trama.

Há quem faça questão, logo a jornada de 2019 está disponível no PS5 e XBOX Series sem impedimentos. No Steam, também notará Control: The Siblings Collection — que traz a Edição Ultimate do original e a Edição Digital Deluxe da experiência mais recente.

Em nosso review de Control Resonant, apontamos que a obra é “outro combo magnífico da Remedy” e um dos melhores jogos que encontrará em 2026. Você vai jogar? Compartilhe e nos conte o que espera do título.

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Quando Coyote vs Acme estreia nos serviços de streaming?

23 de Setembro de 2026, 09:04

Após ser descartado pela Warner Bros. em 2023, Coyote vs. Acme deu a volta por cima graças ao estúdio Ketchup Entertainment, que adquiriu os direitos de distribuição em 2025 e colocou o filme no mundo em agosto deste ano. Mas quando será possível assisti-lo nos sofá de casa?

Com John Cena no elenco, Coyote vs. Acme é um híbrido entre animação e live-action situado no universo dos Looney Tunes. Sob comando do diretor David Green, o filme acompanha a jornada do Coyote, que, cansado de suas armadilhas para pegar o Papa-Léguas falharem, decide contratar um advogado para processar a Acme, a corporação por trás dos produtos usados por ele. 

Misturando um clima aventuresco com comédia, o filme vem fazendo sucesso entre o público e a crítica especializada desde que chegou aos cinemas, ultrapassando o marco de US$ 100 milhões arrecadados em bilheteria mundial. O longa foi adquirido pela Ketchup Entertainment por US$ 50 milhões. 

Quando Coyote vs Acme chega ao streaming?

Atualmente em cartaz nos cinemas brasileiros, Coyote vs. Acme já tem data para chegar às plataformas digitais nos Estados Unidos: dia 29 de setembro.

Inicialmente, o longa estará disponível apenas para compra ou aluguel no Prime Video e na Apple TV, mas ainda não há informações sobre a disponibilidade do título no Brasil por enquanto.

Também não foi revelado quando a produção será disponibilizada no streaming, mas isso deve acontecer até o mês de dezembro, considerando que muitos estúdios esperam cerca de três meses para lançar suas produções em serviços de assinatura. 

Sucesso após incertezas

No limbo da Warner por anos, Coyote vs. Acme quase não viu a luz do dia depois que o estúdio optou por cancelar o lançamento do filme por causa de questões fiscais. O descarte gerou uma baita polêmica na época, porque a produção já estava com suas filmagens prontas. 

O motivo por trás do cancelamento teve relação com uma fase de mudanças na Warner, que havia sofrido uma fusão com a Discovery em 2022 e enfrentava um forte movimento de corte de gastos. Foi assim que os executivos decidiram que seria financeiramente mais vantajoso não lançar o título nos cinemas, abatendo o prejuízo no imposto de renda para não arcar com os custos de divulgação e esperar por lucros que, na época, pareciam incertos. 

coyote-vs-acme

A repercussão dessa polêmica na mídia, no entanto, mudou o futuro de Coyote vs. Acme, que passou de um engavetamento para as mãos da Ketchup Entertainment. Agora, o estúdio colhe os frutos de uma boa recepção do longa-metragem, um sucesso que deve se repetir quando o filme chegar ao streaming.

Se você gostou da produção, aproveite para conhecer Coyote vs. Acme e 7 filmes bons que misturam desenho animado com live-action.

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Apple vai lançar pulseira fitness sem tela para monitorar saúde e exercícios

23 de Setembro de 2026, 08:28

A Apple pode estar por trás de uma pulseira fitness sem tela para acompanhar dados de saúde e exercícios. Segundo informações de Mark Gurman, da Bloomberg, a empresa já testa protótipos com uma faixa fina de tecido e um módulo com sensores, mas ainda não decidiu se vai lançar o produto. 

O projeto estaria em desenvolvimento há alguns meses e teria envolvido a equipe responsável pelo Vision Pro. O interesse pelo dispositivo também partiria de nomes importantes da Apple, como Tim Cook e Eddy Cue.

A ideia segue uma tendência que ganhou força em 2026. Dispositivos como Fitbit Air, Garmin Cirq Smart Band e Amazfit Helio Strap Pro apostam em acompanhar atividades e indicadores de saúde sem uma tela própria.

Então funciona assim: em vez de mostrar informações no pulso, a pulseira enviaria os dados para o aplicativo de saúde do celular. Pode ser uma proposta para agradar quem prefere acompanhar exercícios e sono sem ter mais uma tela para consultar durante o dia.

São funções que seguem uma ideia parecida com recursos encontrados em dispositivos da Whoop e da Oura. A proposta é transformar os dados coletados pelos sensores em informações mais fáceis de entender.

pulseira Whoop

A inteligência artificial também pode ter papel importante. O Apple Intelligence já é usado para analisar métricas de saúde e apresentar resumos e sugestões. Em uma pulseira sem tela, a Siri poderia assumir parte da interação, permitindo registrar informações e fazer perguntas por voz.

Pulseira pode chegar só em 2028

Uma das vantagens desse formato seria a bateria. Sem uma tela para manter ligada, o dispositivo poderia gastar menos energia e ser mais discreto no pulso, e o formato também pode ser mais confortável para dormir, algo importante para quem acompanha o sono.

Apesar dos testes, a Apple ainda não teria decidido colocar a pulseira à venda. Caso o projeto avance, Gurman afirma que o lançamento não deve acontecer antes de 2028.

Outra possibilidade seria a Apple apostar em um anel inteligente. Esse formato também seria discreto e poderia acompanhar dados durante o sono, mas a questão das assinaturas recorrentes segue como um ponto relevante nesse mercado. Enquanto isso, o Apple Watch Ultra 4 chega com sensor mais preciso do mundo em um vestível.

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Adobe Premiere chega grátis ao Android com exportação em 4K sem marca d’água

22 de Setembro de 2026, 21:01

A Adobe lançou nesta terça-feira (22) o Premiere Mobile para Android, ampliando para celulares e tablets com o sistema do Google o editor de vídeo que já estava disponível no iPhone. O aplicativo pode ser baixado gratuitamente e inclui edição em linha do tempo multifaixa, exportação em 4K sem marca d’água, efeitos, transições e ferramentas de áudio.

O lançamento também substitui o espaço deixado pelo Premiere Rush, que está sendo descontinuado.

O que dá para fazer de graça?

A maior parte das funções de edição está disponível sem assinatura.

O usuário pode cortar, aparar e reorganizar clipes, trabalhar com várias faixas de vídeo e áudio, aplicar transições, filtros e efeitos, gravar narração e usar templates para conteúdos de redes sociais. O app também inclui o Enhance Audio, que reduz ruídos de fundo e melhora a clareza da voz.

Também é possível exportar vídeos em até 4K sem marca d’água, sem anúncios e sem limite de exportações. A Adobe afirma ainda que não exige login para começar a editar, salvar projetos localmente ou exportar vídeos.

A interface foi adaptada para diferentes tamanhos de tela, incluindo celulares dobráveis. Segundo a Wired, o aplicativo exige Android 13 ou mais recente e pelo menos 5 GB de RAM.

O que é pago no Premiere Mobile?

A principal cobrança está nos recursos de IA generativa do Adobe Firefly.

Ferramentas capazes de gerar imagens, adesivos, efeitos sonoros e outros elementos usam créditos generativos. Esses créditos podem estar incluídos em planos da Creative Cloud ou ser comprados separadamente, dependendo da conta do usuário.

Armazenamento extra na nuvem também pode exigir pagamento. A Adobe não colocou as funções básicas de edição, exportação 4K ou remoção de marca d’água atrás de uma assinatura.

Alguns recursos ainda não chegaram à versão Android. A empresa prepara integração mais completa com o Premiere para desktop, Adobe Fonts e melhorias em legendas. Além disso, afirma que legendas ilimitadas serão adicionadas até o final do ano.

prints adobe premiere

Premiere Mobile chega para disputar espaço com CapCut e Edits

A chegada ao Android coloca o Premiere diretamente em uma categoria já ocupada por aplicativos como CapCut, Instagram Edits e LumaFusion.

O foco do novo aplicativo também é diferente do Premiere tradicional para computador: a interface foi simplificada para edição no celular e produção rápida de vídeos para redes sociais. Apesar do nome, portanto, não se trata de uma reprodução completa do Premiere Pro no Android.

O Premiere Mobile já está disponível na Google Play Store a partir desta terça-feira.

Veja mais de Apps no Canaltech: Android 17 testa recurso que salva celular de quem esqueceu o PIN

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OpenAI lança GPT-6 Sol e Luna com menos erros pela metade do preço

22 de Setembro de 2026, 20:06

A OpenAI anunciou o GPT-6 Sol e o GPT-6 Luna, novos modelos de inteligência artificial que ampliam o ecossistema de modelos de fronteira da empresa. A dupla foi desenvolvida com foco em reduzir custos e acelerar o uso de IA, levando recursos apresentados no modelo topo de linha Astra para tarefas profissionais e aplicações em larga escala. 

Os modelos já estão disponíveis no ChatGPT Work e no Codex para usuários dos planos Plus, Pro, Business, Enterprise e Edu. Nos planos Free e Go, o GPT-6 Luna pode ser usado pelo aplicativo para desktop. Para desenvolvedores, os modelos estão disponíveis pela API. A OpenAI afirma que a chegada ao ChatGPT será gradual ao longo do dia, mas os modelos ainda não estão disponíveis na interface padrão de “Chat”. 

O GPT-6 Sol é voltado para tarefas profissionais complexas e programação e o Luna foi desenvolvido para trabalhos de alto volume, como resumos e extração de informações. A arquitetura dos dois modelos também foi otimizada para fluxos de trabalho longos e agentes de IA, com recursos que ajudam a reduzir o custo de operações que reutilizam grandes quantidades de contexto.

Capa ChatGPT

Um desses recursos é o cache de prompts. A leitura de tokens de entrada armazenados em cache recebe 90% de desconto, o que reduz o custo de aplicações que reaproveitam informações ao longo de diferentes etapas de uma tarefa. Na API, o GPT-6 Sol tem o preço reduzido de US$ 4 para US$ 2 por 1 milhão de tokens de entrada e de US$ 20 para US$ 10 na saída. Já o GPT-6 Luna cai de US$ 0,20 para US$ 0,10 na entrada e de US$ 1,20 para US$ 0,50 na saída.

Os dois modelos têm redução de 50% nos preços em relação aos valores promocionais da linha GPT-5.6. A combinação entre preços menores, cache barato e foco em tarefas de longa duração busca tornar o uso dos modelos mais viável para desenvolvedores que precisam processar grandes volumes de informações.

O lançamento ocorre em meio à forte disputa entre OpenAI e Anthropic. Apenas 90 minutos antes do anúncio da OpenAI, a Anthropic apresentou uma nova versão do Opus 5.5, com preços menores e desempenho no nível do Fable. 

GPT-6 Sol e Luna mostram resultados em diferentes tarefas

Os testes de desempenho apresentados pela OpenAI mostram resultados diferentes de acordo com a proposta de cada modelo. O GPT-6 Sol foi avaliado em tarefas profissionais, programação e engenharia de software, enquanto o Luna também apresentou resultados em automação, uso de computador, engenharia de software e confiabilidade factual.

No AutomationBench, que avalia fluxos de trabalho de negócios em diferentes aplicativos, o GPT-6 Sol superou o Claude Opus 5, da concorrência, com custo equivalente a apenas 9% do valor por tarefa. Na programação, o modelo igualou o desempenho do Claude Fable 5.1 no FrontierCode, que verifica se o código produzido está pronto para ser incorporado a bases de código reais. Já no DeepSWE v1.1, voltado para tarefas complexas de engenharia de software, o Sol alcançou 68,8% de pontuação, com custo 80% menor que o de modelos concorrentes de alto desempenho.

ChatGPT

O GPT-6 Luna também apresentou evolução em relação à geração anterior. No AutomationBench, em nível de esforço alto, o modelo superou o GPT-5.6 Luna em 5,4 pontos percentuais, com custo por tarefa 58% menor. No DeepSWE v1.1, o Luna alcançou 66,6% de pontuação no nível máximo de esforço, resultado comparável ao de Claude Opus 5 e Claude Fable 5 em níveis médios de esforço.

No OSWorld 2.0 offline, que avalia tarefas de uso de computador, o Luna também superou o GPT-5.6 Sol, considerando esforço médio para o modelo anterior, com apenas um décimo do preço. A OpenAI ainda avaliou a confiabilidade factual dos modelos. Em níveis mais altos de esforço, o Luna alcançou a mesma confiabilidade do antigo GPT-5.6 Sol por 1% do custo.

A OpenAI também alterou o estilo de colaboração dos modelos para reduzir jargões e informações de pouco valor. A proposta é entregar respostas mais curtas e claras. Em avaliações de alinhamento, o Luna ainda apresentou taxas menores de alegações enganosas sobre seu próprio trabalho de programação em comparação com o GPT-5.6 Luna.

ChatGPT

Novas ferramentas ajudam a controlar custos e desempenho

A OpenAI também lançou novas ferramentas para que desenvolvedores acompanhem o uso dos modelos e encontrem formas de melhorar o desempenho das aplicações. O Prompt Caching Dashboard, por exemplo, identifica oportunidades de cache que não foram aproveitadas, o que ajuda a encontrar pontos em que o processamento pode ser otimizado.

Outra mudança permite ajustar o esforço de raciocínio e a disponibilidade de ferramentas sem invalidar o cache já existente. Com isso, agentes de IA podem alterar esses parâmetros durante fluxos de trabalho que reutilizam o mesmo contexto sem perder as informações armazenadas no cache.

Os recursos também chegam acompanhados de melhorias de segurança herdadas do trabalho de alinhamento feito para o Astra. Segundo a OpenAI, o GPT-6 Sol e o Luna apresentam taxas menores de alegações enganosas em tarefas de programação e tiveram resultados melhores em avaliações que testam tentativas de contornar avisos de segurança.

Se você gostou do conteúdo, talvez também se interesse por conferir “ChatGPT grátis vale a pena? Veja o que dá e o que não dá para fazer”. 

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Googlebooks vs Chromebooks: 6 diferenças entre os notebooks do Google

22 de Setembro de 2026, 17:54

O Google anunciou recentemente os Googlebooks, novos notebooks que pretendem mudar a forma como os usuários interagem com os seus dispositivos. Contudo, isso levanta questões — ainda “ontem” a companhia vendia os Chromebooks, afinal de contas.

Ainda que os aparelhos não tenham uma data prevista para chegar ao Brasil, a companhia trabalha em parceria com a Dell, ASUS, HP, Acer e Lenovo para a chegada dos produtos no mês de outubro. Como todas elas atuam fortemente no país, não deve demorar para ver os notebooks nas lojas.

Dito isso, é muito importante saber quais são os grandes diferenciais de cada produto, até para não “comprar gato por lebre”. Como cada um deles segue padrões distintos, o consumidor precisa estar atento para evitar erros e adquirir justamente algo diferente do que necessitava.

Veja quais são as 6 principais diferenças entre os Googlebooks e os Chromebooks, assim como qual a ideia do Google para cada um deles:

6. Proposta dos dispositivos

O primeiro passo para compreender o que separa os Googlebooks e os Chromebooks é a ideia de cada um. Lançados em 2011, os Chromebooks são modelos produzidos para o segmento custo-benefício e apoiam estudantes e usuários comuns — que desejam apenas usar apps básicos e navegadores.

Contudo, os Googlebooks já entram na indústria como uma linha premium. Isso significa a presença de componentes de ponta, revestimento reforçado e um grande destaque para as inteligências artificiais com uso local. Na prática, esse é o objetivo dos novos notebooks do Google.

Chromebook-ASUS-Img2

5. Foco em IA

Para a companhia, todos os usuários precisarão ter um dispositivo que rode uma IA localmente. Com a presença de CPUs Intel Core Ultra Series 3 e Snapdragon (que possuem chips dedicados com NPUs), todos os modelos poderão atuar diretamente com os consumidores — sem a necessidade de apelar para a nuvem ou a conexão à internet.

Além desta intenção, há outra incluída no pacote: reforçar a importância do Gemini, a inteligência artificial da corporação. Com a disputa entre ela e softwares como o ChatGPT, Claude, Copilot e outros, trazê-la ao destaque mostra o quanto eles desejam emplacar a sua múltipla utilização. 

Google Gemini

4. Design

Por fora, é notável a diferença entre os Chromebooks e os Googlebooks. Os primeiros não possuem o ícone iluminado que marca os novos produtos, assim como não carregam o logo da linha. Nos antigos notebooks, por fora você encontrava escrito o nome do aparelho — o que não existe agora. Também é perceptível, nos botões, a presença de acesso rápido ao Gemini.

Contudo, seu revestimento também diz o que precisa saber sobre cada um. Os Chromebooks eram conhecidos por seu chassi de plástico, teclado com qualidade mediana e displays menos potentes. Já os novos podem contar com uma carcaça de alumínio e fibra de carbono, tela OLED e outras melhorias.

googlebook (1)

3. Sincronia com dispositivos inteligentes

Um dos grandes destaques dos Googlebooks é o uso do sistema Android, para que o usuário tenha uma facilidade maior para sincronizar documentos, apps e atividades entre todos os dispositivos de sua casa. Quer começar um trabalho no tablet e terminar no notebook? É possível.

A proposta do Google é reforçar a presença de um ecossistema, da mesma forma como vemos outras marcas como Samsung e Apple. Deste modo, você se verá dentro de uma plataforma só e terá mais facilidades caso transite entre os aparelhos — em vez de contar com o apoio de softwares externos. 

googlebook e celular

2. Recursos e software

Enquanto os Chromebooks tinham um sistema próprio, o ChromeOS, os Googlebooks utilizam o Android (assim como seu smartphone e outros smart devices). O novo aparelho também permite o uso de tela touch e é compatível com uma grande parte dos aplicativos da Google Store. Muitos deles, inclusive, agora têm suporte para o formato desktop.

Enquanto os antigos eram apenas dispositivos comuns, os atuais também contam com recursos como o Magic Pointer — com interação direta com o Gemini — e ferramentas que transformam fala em texto, criam widgets e auxiliam os usuários de formas distintas e de acordo com as necessidades atuais do mercado.

Chromebook-ASUS-Img1

1. Preço

Obviamente, os preços são um grande diferencial, já que os Chromebooks tinham como o principal objetivo oferecer opções custo-benefício aos usuários. Mesmo com alguns modelos mais caros, eles circulavam a partir de US$ 150. 

No entanto, com os Googlebooks você verá um lançamento premium. O mais barato pode ser encontrado a partir de US$ 899, logo a expectativa é que não haja modelos econômicos em um futuro breve. Na prática, estes exigirão que abra mais a carteira.

Googlebook-Lenovo-Img1

As diferenças entre Chromebooks e Googlebooks

Vale notar que estes são apenas detalhes iniciais da sua etapa de lançamento, com novas funções e recursos que podem ser adicionados em atualizações — ou com a chegada de componentes mais poderosos no mercado.

Entenda como funciona o novo sistema operacional dos Googlebooks, assim como pode conferir as principais diferenças entre os novos notebooks:

  1. Preço

  2. Recursos e software

  3. Sincronia com dispositivos inteligentes

  4. Design

  5. Foco em IA

  6. Proposta dos dispositivos

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LG xboom Power é apresentada no Brasil com 440 W e karaokê com IA

22 de Setembro de 2026, 17:30

A LG apresentou, nesta terça-feira (22), a LG xboom Power no Brasil, nova linha de caixas de som voltada a festas e eventos. A geração é formada pelos modelos Power 9000, Power 7000 e Power 5000, a família entrega até 440 W RMS de potência e conta com inteligência artificial (IA) para transformar músicas em faixas de karaokê.

Além da nova linha, a fabricante apresentou a LG xboom Stage 501 e a LG xboom Blast. Enquanto a primeira aposta em bateria de longa duração e ferramentas de IA para festas, a segunda combina potência, maior resistência a água e poeira e foco no uso ao ar livre.

Segundo Marcos Choi, Especialista em Dispositivos de Áudio da LG Electronics Brasil, o novo portfólio foi desenvolvido para atender diferentes momentos de entretenimento, desde grandes celebrações até atividades em ambientes externos.

“Ao unir o ajuste acústico de will.i.am, recursos de inteligência artificial, como o AI Karaoke Master, e a durabilidade necessária para qualquer ambiente, estamos entregando aos nossos consumidores as ferramentas para que sejam os verdadeiros protagonistas das suas celebrações”, afirma Choi.

LG xboom Power

LG xboom Power tem três modelos e até 440 W RMS

A LG xboom Power será comercializada em três versões: Power 9000, Power 7000 e Power 5000. Além da potência de até 440 W RMS, a linha conta com duas entradas para microfone, conectividade Auracast e AI Lighting, recurso que sincroniza efeitos de iluminação com a reprodução de áudio.

Outro destaque é o AI Karaoke Master, que utiliza inteligência artificial para identificar e remover os vocais das músicas em tempo real. O recurso também permite ajustar o tom das faixas sem a necessidade de acessórios ou aparelhos extras.

Segundo a empresa, medições feitas em condições controladas mostraram que a Power 9000 conseguiu sustentar sua potência contínua nominal de até 440 W RMS sem distorção harmônica ou perda de fidelidade acústica ao longo do teste.

A fabricante também destacou o Certificado TÜV relacionado à medição de potência de seus equipamentos. A LG afirma ser a única marca do segmento no Brasil a contar com a certificação. 

A linha xboom Power tem lançamento previsto no mercado brasileiro para os próximos meses, mas preços e data específica ainda não foram divulgados pela empresa.

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LG xboom Stage 501 aposta em bateria e inteligência artificial

Outra novidade apresentada pela LG foi a xboom Stage 501, que tem como um dos principais destaques a autonomia de até 25 horas de reprodução. Segundo a fabricante, trata-se da maior duração de bateria da categoria. 

O modelo traz certificação IPX4 contra respingos, além de alto-falantes desenvolvidos em parceria com a dinamarquesa Peerless.

O dispostivo de áudio também conta com o AI Karaoke Master, e ainda integra de forma nativa o AI Soun. Esse recurso é o responsável por analisar o conteúdo reproduzido para adaptar automaticamente a equalização de acordo com o gênero musical.

Outro recurso da caixa de som é o Space Calibration Pro, tecnologia que analisa a acústica do ambiente para ajustar a reprodução do som de acordo com o espaço em que o aparelho está sendo utilizado.

Os interessados na LG xboom Stage 501 podem adquirir a caixa de som por valores a partir de R$ 2.299,00.

LG xboom Stage 501

LG xboom Blast tem 220 W RMS e proteção IP68

Já a LG xboom Blast foi desenvolvida com foco em ambientes externos, como praias, campings e áreas de piscina. A caixa entrega até 220 W RMS de potência e pode alcançar 36 horas de reprodução contínua com uma carga.

Para aumentar a resistência, o modelo possui certificação IP68 contra água e poeira e, segundo a LG, passou por sete testes de durabilidade baseados em padrão militar.

LG xboom Blast

O aparelho também conta com alças duplas para facilitar o transporte nas posições vertical e horizontal. Assim como outros produtos apresentados pela marca, a Blast traz ajuste acústico realizado em parceria com will.i.am e tweeters desenvolvidos pela Peerless.

A LG xboom Blast já está sendo comercializada no mercado brasileiro, e chegou às lojas por valor a partir de R$ 2.399,00.

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Harman aposta no luxo e lança caixas de som de até R$ 220 mil no Brasil

22 de Setembro de 2026, 17:10

Em evento realizado em São Paulo, a Harman apresentou sua nova aposta no mercado brasileiro de Luxury Audio, segmento voltado a sistemas de som residencial de alta fidelidade: a JBL Summit Series e a nova geração da Revel Performa4.

Os lançamentos são formados por caixas acústicas passivas, ou seja, modelos que não possuem amplificador integrado e precisam ser conectados a equipamentos externos. A proposta é atender consumidores e projetos residenciais de alto padrão nos quais o sistema de áudio também pode fazer parte da composição do ambiente.

Para demonstrar os produtos, a Harman montou duas salas de audição equipadas com eletrônicos da Arcam: uma dedicada à JBL Summit Series e a outra à Revel Performa4. As demonstrações destacaram características como precisão tonal, dinâmica, palco sonoro e naturalidade na reprodução musical.

“O Brasil tem um público cada vez mais interessado em experiências de alto padrão e vemos espaço para ampliar o contato desse público com o áudio de alta performance”, afirmou Rodrigo Kniest, vice-presidente sênior e diretor-geral de Lifestyle para a América do Sul e presidente da Harman do Brasil.

JBL Summit Series chega ao Brasil

A nova linha da JBL estreia no mercado brasileiro com os modelos Summit Ama e Summit Pumori. A família utiliza o driver de compressão JBL D2 e o guia de ondas HDI, além de soluções destinadas ao controle de distorções e ressonâncias.

A JBL Summit Ama é uma caixa bookshelf de duas vias equipada com woofer de 8 polegadas. O modelo também utiliza o crossover JBL MultiCap e aposta em dimensões mais compactas dentro da linha.

JBL Summit Series

Já a JBL Summit Pumori é uma caixa de piso de três vias, com woofer de 10 polegadas. A configuração foi desenvolvida para entregar maior escala sonora, presença nos graves e capacidade dinâmica em comparação à Ama.

No Brasil, a Summit Ama custa R$ 119.998 o par com pedestal incluso, enquanto a Summit Pumori sai por R$ 219.998 o par. Ambas estão disponíveis na cor Preto High Gloss.

Revel Performa4 ganha nova geração

A Revel também apresentou a nova geração da linha Performa4, baseada em décadas de pesquisa da marca. A atualização traz uma arquitetura acústica renovada, novos alto-falantes e a sétima geração do Waveguide Revel, desenvolvida para aprimorar a precisão e o controle da dispersão sonora.

O modelo Performa4 F346 é uma caixa de piso de três vias, com três woofers de 6,5 polegadas com cones Micro Ceramic Composite (MCC), além de driver de médios de 6,5 polegadas e tweeter DCC de 1 polegada.

Revel Performa4

A Performa4 M146 adota formato bookshelf de duas vias, com woofer de 6,5 polegadas e tweeter DCC de 1 polegada. Já a Performa4 C245 foi projetada como canal central para sistemas de home cinema, com dois woofers de 5,25 polegadas e tweeter DCC.

Os preços sugeridos são de R$ 29.999 pela unidade da F346, R$ 23.999 pelo par da M146 e R$ 15.999 pelo par da C245. Os três modelos estão disponíveis na cor Walnut. Todos os produtos podem ser encontrados nos respectivos sites da JBL e da Revel.

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VW derruba preços do T-Cross e SUV sai mais em conta que Nissan Kicks

22 de Setembro de 2026, 17:05

Quer um SUV para chamar de seu? Se sim, vale a pena apostar no T-Cross, que já pode ser encontrado “no precinho” em concessionárias da Volkswagen em São Paulo e no Rio de Janeiro — dependendo da loja, as reduções são de mais de R$ 40 mil, em preparação para a nova geração do utilitário.

A versão topo de linha Extreme no ano-modelo 2025/2026 destaca-se como a principal oportunidade, e sai no Rio de Janeiro por R$ 149.900 — uma redução bem interessante frente ao valor de tabela de R$ 193.490. Na capital paulista, unidades do T-Cross Highline 2027 saem de R$ 186.290 por R$ 159.900, uma economia de R$ 26.390. Para comparação, o Nissan Kicks Exclusive costuma sair por R$ 179.990,00.

Volkswagen T-Cross

Mesmo com a liderança isolada no segmento de SUVs compactos, que já somou mais de 61 mil emplacamentos no acumulado do ano, a rede autorizada busca queimar o estoque enquanto a alemã já desenvolve a nova geração do SUV na fábrica de São Bernardo do Campo (SP), com lançamento previsto para 2027.

Como é o VW T-Cross

Ambas as configurações contempladas pela campanha trazem o motor 1.4 TSI turboflex, que entrega 150 cv de potência e 25,5 kgfm de torque com qualquer combustível, e câmbio automático de seis marchas. As versões de topo do SUV destacam-se pelo recheado pacote tecnológico e de segurança, com itens de série que justificam o posicionamento no mercado.

O conjunto garante aceleração de 0 a 100 km/h em 8,6 segundos com etanol e velocidade máxima de 202 km/h. Quanto ao consumo, dados do Inmetro apontam médias de 8,2 km/l na cidade e 9,9 km/l na estrada com etanol, o que rende marcas mais eficientes de 11,8 km/l no ciclo urbano e 14,2 km/l no rodoviário com gasolina.

As duas configurações contam com o painel digital configurável de 10,25” integrado à central multimídia VW Play Connect de 10,1” com espelhamento sem fio. Já em relação à segurança, os carros vêm com seis airbags, controle adaptativo de velocidade (ACC) e frenagem autônoma de emergência. A variante Extreme, por sua vez, entrega teto, retrovisores e rack na cor Preto Ninja, rodas diamantadas escurecidas de 17”, bancos em couro e pneus com tecnologia Seal Inside.

Antes de fechar negócio, que tal conferir se vale a pena pagar mais pela versão topo de linha do Volkswagen T-Cross?

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Android 17 testa recurso que salva celular de quem esqueceu o PIN

22 de Setembro de 2026, 17:05

O Google está desenvolvendo uma função que pode evitar a perda de dados para quem esquecer o PIN ou a senha do celular. Segundo o Android Authority, referências encontradas na versão beta do sistema indicam que o Android 17 poderá permitir a recuperação do acesso por meio das credenciais da conta Google vinculada ao aparelho, eliminando a necessidade de realizar uma restauração de fábrica.

Atualmente, quem esquece a senha de um dispositivo Android pode precisar apagar todo o conteúdo do celular para recuperar o acesso. O processo remove fotos, arquivos armazenados localmente e dados de aplicativos que não tenham backup na nuvem. A nova função, identificada como “Unlock with Google account” (Desbloquear com conta Google), aparece como uma alternativa de recuperação. 

As referências encontradas no código mostram que a função fica no menu Desbloqueio do dispositivo, o mesmo espaço usado para configurar PIN, senha, impressão digital e reconhecimento facial. A proposta é possibilitar que o proprietário confirme sua identidade pela conta Google na tela de bloqueio. 

Android mascote 4

O código também indica que o novo mecanismo será opcional e ficará desativado por padrão por questões de privacidade. Nesse cenário, o usuário poderá decidir previamente se quer manter uma alternativa de recuperação vinculada à conta Google.

A ideia lembra um mecanismo presente em versões antigas do Android, como o Android 4.4, que oferecia uma alternativa de recuperação para usuários que esquecessem o padrão de desbloqueio. A função foi removida no Android 5.0 Lollipop. 

No Android 5.1, o Google introduziu o Factory Reset Protection (FRP), uma proteção para impedir que celulares roubados fossem restaurados pelo modo de recuperação e usados por terceiros. O mecanismo, porém, não evitava a perda dos dados do proprietário legítimo após a restauração de fábrica. 

celular android

Quando o recurso chega ao Android 17?

Ainda não há data oficial ou previsão confirmada para o lançamento da função. As referências foram encontradas durante um APK teardown da versão Android 17 QPR2 Beta 5.

Esse tipo de análise examina o APK de uma versão de testes em busca de códigos, textos e outros elementos que revelem funções em desenvolvimento. A presença da opção no beta indica que o Google trabalha na ferramenta, mas não garante que ela chegará à versão estável do sistema.

O recurso também não está funcional na versão beta atual. Por isso, ainda não é possível saber exatamente como será o processo de autenticação ou quais condições serão necessárias para recuperar o acesso ao aparelho.

Se você gostou do conteúdo, talvez também se interesse por conferir “Quais celulares receberão o Android 17? Veja se o seu está na lista”. 

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Preço derreteu: Controle 8Bitdo Sn30 Pro por R$ 159 parcelado

22 de Setembro de 2026, 16:20

Jogar no PC usando teclado e mouse nem sempre é a melhor experiência, especialmente em títulos de plataforma, luta ou corrida. Se você procura um controle de qualidade, com visual nostálgico e que entregue precisão, a Amazon fez a limpa no estoque e derrubou o preço do 8Bitdo Sn30 Pro USB Gamepad. O acessório, que costuma custar R$ 248,81, está saindo por apenas R$ 159,96 parcelado, uma oportunidade urgente para garantir o seu antes que a promoção acabe.

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Este controle chama a atenção logo de cara pelo seu visual inspirado no clássico Super Nintendo, trazendo uma dose deliciosa de nostalgia para a sua jogatina diária. Mas não se engane pela carinha dos anos 90: ele vem muito bem equipado com dois analógicos e botões de ombro extras, garantindo que você consiga jogar desde os clássicos de emuladores até os lançamentos em 3D mais recentes com facilidade.

A qualidade de construção é um ponto de destaque absoluto entre quem já comprou. Ele tem um acabamento firme e materiais de primeira linha, garantindo durabilidade mesmo naquelas sessões de jogo mais intensas, sem aquela sensação de plástico frágil. Além disso, por ser um modelo USB, a conexão é direta no PC, garantindo respostas rápidas e sem atrasos nos seus comandos.

Outro grande benefício direto é o seu formato compacto e confortável. Ele se adapta perfeitamente em mãos menores, sendo uma excelente opção de compra para crianças ou para quem sente desconforto e cansaço com os controles atuais, que costumam ser maiores e mais pesados. Tudo isso com um direcional em cruz (D-pad) excelente para executar golpes complexos em jogos de luta.

Vale a pena comprar o 8Bitdo Sn30 Pro USB Gamepad?

Para quem busca um controle versátil e bem construído para o PC, vale muito a pena aproveitar este desconto. Os compradores elogiam bastante a resistência do material e a ótima resposta nos mais variados gêneros de games.

Para fazer uma compra consciente, é preciso apenas ter em mente dois detalhes práticos: ele é cabeado (com um fio de 1,70m) e a pintura das letras nos botões segue o padrão da Nintendo. Como o PC costuma reconhecer o layout do Xbox, você precisará usar um pouco da memória muscular na hora de apertar o A, B, X e Y, mas nada que tire o brilho da experiência. Por esse preço promocional, é um acessório fantástico para ter na sua mesa. Aproveite agora!

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Melhor fone de ouvido Edifier: 10 modelos para comprar em 2026

18 de Setembro de 2026, 18:28
Edifier W600BT, fone over-ear com logotipo “Edifier” na concha, destaque do Tecnoblog
Edifier W600BT está entre 10 modelos para comprar em 2026 (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)

A Edifier oferece diversos fones de ouvido para todos os gostos e bolsos, com headphones over-ear, intra-auricular, open-ear e earbuds. Em 2026, a fabricante oferece modelos para uso casual, atividade física ou mesmo voltado para gamers.

A seguir, o Tecnoblog lista 10 opções de fones de ouvido da Edifier. Confira abaixo as vantagens e desvantagens de cada modelo e descubra qual é o ideal para o seu uso.

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Edifier WH950NB V25


Prós
  • Cancelamento de ruído ativo ajustável
  • Áudio de alta qualidade com certificação Hi-Res
  • Acompanha case de transporte
Contras
  • Sem proteção contra água e suor
  • Não tem sensores para pausa automática ao retirar o fone
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O WH950NB V25 é a melhor opção da Edifier para usuários exigentes que querem um fone over-ear. O produto conta com cancelamento de ruído ativo (ANC) ajustável, permitindo abafar ruídos do ambiente, além do modo Som Ambiente, para ficar atento no que está acontecendo ao redor.

Com drivers dinâmicos de 40 mm revestidos em titânio, o Edifier WH950NB V25 promete graves profundos, médios ricos e agudos cristalinos. O fone conta com certificação Hi-Res Audio tanto no modo com fio e sem fio, graças aos codecs LDAC e SBC.

A autonomia de bateria chega a 80 horas de reprodução com o ANC desligado ou 45 horas com o ANC ligado. O produto também tem suporte a carga rápida: 15 minutos na tomada dão autonomia para até 13 horas de reprodução.

Entre outros recursos, o Edifier WH950NB V25 é compatível com Google Fast Pair, permite alternar entre dois dispositivos sem necessidade de parear, tem modo game para redução da latência e conta com equalizador personalizável através de um aplicativo próprio. A caixa inclui um elegante case de transporte, cabo de áudio 3,5mm, cabo de carregamento USB-C e adaptador para utilizar o fone em aviões com saída de pino duplo.

Edifier W830NB


Prós
  • Bateria para até 94 horas de música
  • Áudio de alta qualidade com certificação Hi-Res e codec LDAC
  • Modo game para reduzir latência
Contras
  • Não inclui conexão P2
  • Sem sensor de detecção para pausar a música ao retirar o fone
  • ANC inferior ao de modelos premium mais caros
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O W830NB é um fone over-ear premium da Edifier. Com peso de 270g, o headphone conta com diversos recursos de modelos premium, como cancelamento de ruído ativo (ANC), certificação Hi-Res Audio e compatibilidade com codecs LDAC, AAC e SBC.

Um dos destaques do Edifier W830NB é a autonomia de bateria: são até 94 horas de reprodução com ANC desligado ou 54 horas com o ANC ligado. Além disso, uma carga de 15 minutos garante até 10 horas de reprodução.

O Edifier W830NB também suporta conexão a dois dispositivos Bluetooth, permitindo alternar entre dispositivos sem necessidade de pareamento (mas sem possibilidade de reprodução simultânea, vale dizer). O design dobrável facilita o transporte, e o modo game promete reduzir a latência durante as sessões de jogos.

Edifier W800BT Pro


Prós
  • Boa qualidade sonora com suporte ao codec LDAC
  • Cancelamento de ruído ativo eficiente para a categoria
  • Conexão multiponto para dois dispositivos
Contras
  • Bateria inferior à de modelos mais avançados da própria Edifier
  • Sem certificação de resistência à água
  • Não tem conexão P2
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O Edifier W800BT Pro é um fone de ouvido over-ear intermediário e que tem bom custo-benefício considerando os recursos disponíveis. O produto conta com cancelamento de ruído ativo (ANC) ajustável, incluindo modo ambiente para ouvir o que acontece ao redor.

Com drivers dinâmicos de 40mm, o Edifier W800BT Pro promete graves presentes, médios claros e agudos definidos, com certificação Hi-Res Audio Wireless e suporte ao codec LDAC. A bateria tem autonomia para até 45 horas de reprodução com ANC desligado ou 26 horas com o cancelamento de ruído ativado.

Dentre os recursos, o Edifier W800BT Pro tem modo de baixa latência para jogos, microfones com redução de ruído, conexão multiponto para alternar entre dois dispositivos sem necessidade de pareamento e ajustes de som através de um aplicativo próprio. Também é possível usar o fone com fio, via cabo USB-C.

Edifier Atom Max


Prós
  • Áudio de alta qualidade com certificação HiRes
  • Conexão multiponto para dois dispositivos
Contras
  • ANC mais simples que outros fones da própria Edifier
  • Não tem conexão P2
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O Atom Max é um fone de ouvido intermediário da Edifier, ideal para quem quer um modelo ever-ear com preço competitivo e bateria de longa duração. Com drivers dinâmicos de 40 mm, o produto promete som equilibrado e conforto para utilização em várias horas seguidas.

Compatível com Bluetooth 5.4 e certificação HiRes Audio, o Edifier Atom Max tem autonomia de bateria para até 45 horas com o ANC desligado ou 25 horas com o ANC ligado. Também é possível utilizar o fone via cabo, conectando ao dispositivo na porta USB-C.

O Edifier Atom Max é compatível com o app Edifier ConneX, com recursos de ajuste de equalização, volumes e desligamento automático. O fone é compatível com conexão multiponto, permitindo alternar entre dois dispositivos sem necessidade de pareamento.

Edifier W800BT Plus


Prós
  • Fone confortável para utilização por muitas horas
  • Suporta conexão com fio P2
Contras
  • Não tem cancelamento de ruído ativo
  • Faltou ser dobrável
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O Edifier W800BT Plus é um fone de ouvido over ear focado em custo-benefício, e pode ser uma boa opção para quem quer um headset confortável. Sua bateria tem autonomia de até 55 horas de reprodução.

Com chipset Qualcomm e compatível com codec aptX, o Edifier W800BT Plus tem recurso de eliminação de ruído de fundo nos microfones, útil para quem utiliza o fone em chamadas e conferências online. No entanto, o produto peca em não ter cancelamento de ruído ativo (ANC), algo presente em fones de ouvido com preço um pouco mais caros.

Além de funcionar via Bluetooth, o Edifier W800BT Plus também tem entrada P2, com cabo incluído na caixa. O produto é compatível com conexão multiponto, permitindo alternar entre dois dispositivos sem necessidade de emparelhamento.

Edifier X5 Pro V25


Prós
  • Cancelamento de ruído ativo com modo ambiente
  • Proteção IP55 contra água e poeira
  • Bluetooth 5.0
Contras
  • Autonomia de bateria reduz bastante com ANC ligado
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Para quem quer o conforto de um fone de ouvido true wireless (TWS), o Edifier X5 Pro V25 pode ser uma opção com bom custo-benefício. O produto conta com cancelamento de ruído ativo (ANC) com função de modo ambiente, que permite ouvir o que acontece ao redor sem retirar os fones.

Também há botões de comando no próprio fone, permitindo atender ou finalizar chamadas, alterar o modo do ANC e controlar a música (pausar, passar para a próxima ou voltar para a anterior). Além disso, ele tem classificação IP55, com resistência a poeira e jatos de água de baixa pressão.

O Edifier X5 PRO V25 tem bateria para até 16 horas com o ANC desligado e 11 horas com o ANC ligado. Considerando a capacidade do estojo, a autonomia máxima é de até 48 horas. O fone também tem suporte a carga rápida: 15 minutos sustentam até 5 horas de reprodução.

Edifier GX05


Prós
  • Inclui dongle USB-C para baixa latência
  • Pode ser utilizado em mais de um dispositivo de forma simultânea
  • Design em titânio
Contras
  • Não tem proteção contra água
  • Não tem cancelamento de ruído ativo (ANC)
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O Edifier Hecate GX05 é um fone de ouvido gamer no formato true wireless (TWS). Ele é compatível com Bluetooth 5.3 e tem adaptador USB-C, com latência prometida de até 15ms. Esse dongle pode ser conectado diretamente no celular, tablet, computador e até em videogames como PlayStation 5 ou Nintendo Switch.

O design é revestido em titânio, e o modelo também conta com botões de controle integrados. O fone suporta conexão dupla pelo dongle USB-C e via Bluetooth, permitindo alternar entre chamadas e o que está sendo reproduzido sem maiores dificuldades.

A autonomia de bateria do Edifier GX05 é de até 4,5 horas nos fones e até 16 horas considerando a capacidade do estojo. O fone é compatível com áudio HiRes com codec LHDC. Um dos principais pontos negativos é a ausência de cancelamento de ruído ativo (ANC).

Edifier W600BT


Prós
  • Preço excelente pelo que entrega
  • Conexão multiponto
  • Funciona tanto via Bluetooth como via cabo
Contras
  • Bateria dura menos que outros fones over the ear
  • Não tem cancelamento de ruído ativo (ANC)
  • Design não é dobrável
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O Edifier W600BT é um fone de ouvido over-ear focado em custo-benefício. O produto apresentou boa qualidade sonora nos testes do Tecnoblog, e apesar do acabamento em plástico, se mostrou confortável para longas sessões de reprodução, pesando apenas 168 gramas.

Ele funciona via Bluetooth 5.1 e tem conexão 3,5 mm para uso via cabo P2, que está incluído na caixa. O carregamento é feito pela porta USB-C, e a bateria tem autonomia para até 30 horas de som.

Outro recurso do Edifier W600BT é a conexão multiponto, que permite alternar rapidamente entre dois dispositivos conectados via Bluetooth. Entre os pontos negativos, faltou compatibilidade com o app Edifier Connect e o design não é dobrável, dificultando o transporte.

Edifier Comfo C


Prós
  • Confortável para uso prolongado
  • Conexão multiponto
  • Autonomia de bateria boa com carga rápida
Contras
  • Ausência de isolamento acústico
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O Edifier Comfo C é um fone de ouvido true wireless no modelo open-ear. Isso significa que ele não cobre o canal auditivo, permitindo ouvir melhor o ambiente, sem aquela pressão tradicional dos modelos intra-auriculares com borrachas de silicone. Esse design é extremamente útil para quem precisa ouvir os arredores, como quem faz corrida de rua, por exemplo.

Compatível com Bluetooth 5.4 e codec SBC, o Edifier Comfo C promete uma experiência de baixa latência e conexão multiponto para alternar entre dois dispositivos sem necessidade de pareamento. É possível personalizar a experiência de uso e equalização através do app Edifier ConneX.

Um dos destaques do Edifier Comfo C é a classificação IP56 com resistência a poeira e jatos d’água, além de design simétrico em que ambos os fones podem ser utilizados tanto do lado esquerdo como no direito.

Na bateria, o Comfo C promete 7 horas de reprodução nos fones, além de 21 horas considerando a autonomia do estojo. O modelo também dispõe de carregamento rápido: 15 minutos possibilitam 3 horas de som.

Edifier W110T


Prós
  • Certificação IP54 contra poeira e respingos
  • Preço baixo pelo que entrega
  • Microfone com IA para redução de ruídos
Contras
  • Não tem cancelamento de ruído ativo (ANC)
  • Estojo não tem nenhum LED indicador que mostra nível de bateria
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O W110T é uma opção de fone de ouvido true wireless barato da Edifier. Com design semi-intra-auricular e peso de apenas 3,6g, os earbuds prometem muito conforto, especialmente para aqueles que não se adaptam com modelos intra-auriculares com borrachas de silicone.

Compatível com Bluetooth 5.3, o Edifier W110T tem classificação IP54 contra poeira e respingos e tem controles nos próprios earbuds para trocar de faixa, pausar música, atender ligações e ativar o modo game de baixa latência. O microfone embutido conta com inteligência artificial para filtrar o som ambiente e deixar a voz mais nítida.

O Edifier W110T tem bateria com autonomia de até 26 horas considerando a capacidade do fone e do case. Ele também é compatível com o app Edifier Connect para personalização.

Como escolher o melhor fone Edifier em 2026?

Observe os seguintes critérios para escolher o fone Edifier ideal:

  • Formato: defina se você prefere um modelo over-ear, in-ear, open ear ou earbuds, de acordo com o tipo de uso e o nível de praticidade desejado.
  • Conexão: nos modelos over-ear, verifique se há suporte a Bluetooth e cabo, especialmente se você precisa de conexão P2.
  • Qualidade de áudio: considere o perfil sonoro e a proposta de cada modelo, já que diferentes fones podem priorizar graves, equilíbrio ou maior detalhamento.
  • Bateria: a autonomia é um critério importante, principalmente nos modelos sem fio e over-ear, que costumam oferecer maior duração longe da tomada.
  • Cancelamento de ruído: nos modelos true wireless, o ANC é interessante para quem pretende usar o fone em ambientes movimentados e quer reduzir os ruídos externos.

Qual fone Edifier tem o melhor custo-benefício em 2026?

O fone de ouvido com melhor custo-benefício da Edifier é o W110T. Ele custa menos de R$ 200 e entrega uma ótima experiência para um fone true wireless, além de contar com certificação contra poeira e respingos e microfone com IA para redução de ruídos em chamadas.

Qual é o melhor fone Edifier para corrida?

O Edifier Comfo C é o melhor produto da marca se você busca um fone de ouvido para corrida. Por ter design open ear, o headset permite que o corredor continue atento ao ambiente e identifique barulhos de veículos ou pessoas. Além disso, o Edifier Comfo C tem classificação IP56 contra água e poeira.

Qual é o melhor fone Edifier para jogos?

O GX05 é o melhor fone de ouvido para jogos da Edifier. Além de ser compatível com Bluetooth 5.3, ele inclui um dongle USB-C que permite conectividade de baixa latência em celulares, tablets, computadores, PlayStation 5 e Nintendo Switch.

Fone Edifier tem garantia no Brasil?

Sim, a Edifier oferece garantia no Brasil para seus fones de ouvido. O tempo varia conforme o produto: modelos como GX05 ou W110T tem garantia de 1 ano, enquanto os headphones Atom Max ou W800BT Plus incluem garantia de 2 anos, por exemplo.

Edifier é melhor que JBL?

Não é possível afirmar que uma marca é melhor que a outra, uma vez que ambas as fabricantes oferecem produtos básicos, intermediários e avançados, cada um com suas respectivas características e especificações. Assim como a JBL, a Edifier é uma marca renomada no mercado de áudio e possui produtos de boa qualidade e oferece garantia no Brasil nos seus dispositivos.

Melhor fone de ouvido Edifier: 10 modelos para comprar em 2026

Fone de ouvido Pulse: 10 modelos que valem a pena em 2026

18 de Setembro de 2026, 17:51
Pulse HB400: headphone over-ear Bluetooth com ANC e modo transparência. (Imagem: Divulgação/Pulse)
Pulse HB400 (Imagem: Divulgação/Pulse)

A Pulse oferece fones de ouvido relativamente baratos em diferentes formatos, de modelos TWS compactos a headphones Bluetooth e opções com conexão USB-C. Entre os recursos, há ANC (cancelamento ativo de ruído), controles por toque, modo transparência e autonomia que varia conforme o modelo.

Neste guia, o Tecnoblog reuniu os 10 melhores fones de ouvido da marca para comprar em 2026. Veja prós e contras de cada um antes de escolher o ideal para o seu dia a dia.

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Pulse HB400


Prós
  • Cancelamento ativo de ruído
  • Até 55 horas de autonomia com ANC desligado
  • Modo transparência
  • Conexão por cabo P2
  • Estrutura dobrável
  • Conexão multiponto
  • Modo Gamer de Baixa Latência
Contras
  • Peso de 208 g
  • Sem resistência IP especificada
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O Pulse HB400 é um headphone over-ear com drivers de 40 mm que entrega bom equilíbrio entre as frequências altas, médias e baixas, com destaque especial para os graves.

Ele traz cancelamento ativo de ruído (ANC), recurso que usa processamento eletrônico para reduzir sons do ambiente, e também oferece modo transparência, que utiliza os microfones para ouvir os sons externos sem a precisar retirar o headphone.

A conexão sem fio é feita por Bluetooth 5.3, tem microfone integrado para chamadas e compatibilidade com assistentes de voz, além de possibilidade de utilização com cabo P2.

Sua bateria de 500 mAh garante até 55 horas de reprodução com o ANC desligado, segundo a marca. Com peso de 208 gramas, o HB400 combina autonomia com uma construção dobrável e leve.

Pulse HB300


Prós
  • Até 90 horas de autonomia com ANC desligado
  • Cancelamento ativo de ruído
  • Modo de uso com cabo
  • Estrutura dobrável
  • Compatibilidade com assistentes de voz
Contras
  • Peso de 208 g
  • Sem resistência IP especificada
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A autonomia é o principal fator que diferencia o Pulse HB300 dentro da linha de headphones da marca: são anunciadas até 90 horas de reprodução com o ANC desligado. Ele atua com Bluetooth 5.3, alcance de até 10 metros e drivers de 40 mm, além de ANC.

O perfil sonoro é mais voltado aos graves, oferecendo uma experiência um pouco diferente do equilíbrio mencionado no HB400.

Com 208 gramas, hastes ajustáveis e estrutura dobrável, o HB300 mantém uma proposta simples, mas acrescenta microfone e compatibilidade com Google Assistente e Siri. No entanto, a Pulse não informa os codecs compatíveis.

Pulse WF600


Prós
  • Autonomia total de até 16 horas
  • Cancelamento ativo de ruído
  • Modo transparência
  • Controles por toque
Contras
  • Até 4 horas de reprodução por carga dos fones
  • Sem resistência IP especificada
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O Pulse WF600 é um modelo TWS intra-auricular com cancelamento ativo de ruído (ANC). Esse fone tem assinatura sonora mais limpa e focada nas frequências médias, sendo otimizado para reproduzir com clareza vocais, podcasts e chamadas.

A conectividade fica a cargo do Bluetooth 5.4, com alcance de até 10 metros, enquanto o sistema TWS Pulse Connect é usado para a conexão entre os próprios fones e o dispositivo. O conjunto pesa 44 gramas e os controles por toque permitem comandar reprodução e outras funções sem acessar o celular.

Sua autonomia chega a 16 horas considerando os fones e as recargas do estojo, sendo aproximadamente quatro horas de reprodução contínua nos próprios fones e mais 12 horas proporcionadas pelo estojo.

Pulse WB400


Prós
  • Peso de 39 g
  • Até 24 horas de autonomia total
  • Fones independentes
Contras
  • Não tem ANC
  • Sem resistência IP especificada
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Com apenas 39 gramas no conjunto informado pela fabricante, o Pulse WB400 é um fone compacto para quem prioriza mobilidade. A proposta é mais simples que a do WF600, já que não há ANC, deixando o isolamento externo principalmente a cargo do encaixe físico dos fones.

Ainda assim, ele traz perfil de áudio encorpado com foco nos graves, sendo ideal para curtir músicas com batidas mais acentuadas com profundidade.

A bateria oferece até 24 horas de autonomia, considerando o estojo, e ele utiliza conexão Buetooth 5.4. No entanto, a Pulse também não divulga drivers ou codecs Bluetooth para o WB400.

Pulse WF510


Prós
  • Controles por toque
  • Microfone para chamadas
  • Compatibilidade com assistentes de voz
  • Até 18 horas de autonomia
Contras
  • Sem ANC
  • Sem resistência IP especificada
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O Pulse WF510 é um fone intra-auricular com assinatura sonora abrangente, sem grande destaque para nenhuma faixa de frequência.

Ele utiliza Bluetooth 5.4 e controles por toque que permitem controlar músicas, atender chamadas e acionar o assistente de voz. A tecnologia Pulse Connect também faz parte do sistema, com alcance declarado de até 10 metros.

A Pulse não especifica o tamanho dos drivers nem um sistema de cancelamento ativo de ruído. A bateria é anunciada em até 18 horas de uso direto e o conjunto pesa 45 g.

Isso coloca o WF510 em uma proposta diferente do WF600: quem procura ANC deve considerar o modelo avançado da linha, enquanto este aqui concentra seus recursos em conectividade, controles e autonomia.

Pulse WF500


Prós
  • Controles por toque
  • Peso de 9 g
  • Até 16 horas de autonomia
Contras
  • Sem ANC
  • Sem resistência IP especificada
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O Pulse WF500 tem perfil sonoro versátil, com graves mais leves, sendo ideal para alternar entre músicas casuais, vídeos no YouTube e reuniões de trabalho.

Com foco em portabilidade, ele pes apenas 9 gramas e traz comandos por toque que permitem atender chamadas e controlar a reprodução diretamente pelos fones, enquanto o sistema TWS Pulse Connect facilita a conexão com smartphones e tablets. O Bluetooth 5.4 também trabalha com alcance de até 10 metros.

A autonomia anunciada é de até 16 horas e não há cancelamento ativo de ruído, então o isolamento de sons externos fica condicionado principalmente ao encaixe físico dos fones.

Pulse HB200


Prós
  • Até 50 horas de autonomia
  • Possibilidade de uso com cabo auxiliar
  • Microfone integrado
  • Compatibilidade com assistentes de voz
Contras
  • Peso de 260 g
  • Sem ANC
  • Sem resistência IP especificada
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O Pulse HB200 oferece som estéreo com graves marcantes, microfone integrado para chamadas e hastes ajustáveis, além de poder ser utilizado por Bluetooth ou por cabo auxiliar, segundo a marca.

A conexão sem fio utiliza Bluetooth 5.3, com alcance de até 10 metros e a fabricante informa compatibilidade com Google Assistente e Siri, mas sem ANC.

Outro ponto importante é a bateria: são até 50 horas de reprodução, enquanto o tempo de recarga informado pela ficha do produto é de aproximadamente duas horas.

Pulse WB300


Prós
  • Até 24 horas de autonomia total
  • Tecnologia Extreme Bass
  • Peso de 36 g
Contras
  • Sem ANC
  • Sem resistência IP especificada
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O Pulse WB300 é um fone TWS intra-auricular com graves reforçados pela tecnologia Extreme Bass, além de médios e agudos equilibrados.

O modelo utiliza o sistema TWS Pulse Connect e Bluetooth 5.4, com alcance de até 10 metros. Por não haver ANC, a redução de sons externos fica limitada ao isolamento proporcionado pelo encaixe físico.

Sua autonomia total é de até 24 horas e tempo de carga de aproximadamente duas horas, segundo a marca.

Pulse HB100


Prós
  • Peso de 88 g
  • Bluetooth 6.0
  • Até 50 horas de autonomia
  • Compatibilidade com assistentes de voz
Contras
  • Sem resistência IP especificada
  • Sem ANC
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Pesando 88 g, o Pulse HB100 chama atenção pelo baixo peso para um headphone. A construção utiliza hastes ajustáveis e espuma, e o modelo não traz ANC.

O perfil sonoro é versátil, com graves mais controlados, e a conectividade é feita por Bluetooth 6.0, versão mais atual do que oferece maior eficiência energética e uma latência menor na conexão.

A bateria oferece até 50 horas de duração para som, chamadas e entretenimento, segundo a Pulse, e a recarga completa leva aproximadamente duas horas. Trata-se de um modelo direcionado a quem procura um headphone leve e simples, com longa autonomia.

Pulse Powerbass PH418


Prós
  • Driver de 10 mm
  • Peso de 11 g
  • Controle hands-free
  • Cabo de 1,2 metro
  • Não depende de bateria
  • Preço muito baixo
  • Graves potentes para a categoria
Contras
  • Sem ANC
  • Cabo limita a mobilidade
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O Pulse Powerbass PH418 foge do padrão sem fio dos demais modelos deste guia pois se trata de um fone intra-auricular com cabo de 1,2 metro e conector USB-C — ou seja, não há ANC.

A arquitetura utiliza driver de 10 mm e faz parte da proposta Powerbass da marca, com reforço de graves, enquanto o próprio encaixe intra-auricular contribui para o isolamento passivo de ruídos externos.

Com apenas 11 g, o modelo é direcionado a quem ainda prefere a conexão com fio para música, chamadas ou uso em movimento. O controle hands-free permite atender chamadas e pausar músicas, e a conexão USB-C elimina a necessidade de adaptador P2 em aparelhos que já utilizam essa porta para áudio.

Como escolher o melhor fone Pulse em 2026?

A escolha do melhor fone de ouvido Pulse depende principalmente do formato e dos recursos necessários no dia a dia. Antes de comprar, considere:

  • Formato: headphones over-ear são mais indicados para quem prefere maior isolamento passivo, enquanto modelos TWS são menores e facilitam o transporte.
  • Cancelamento de ruído: se o uso será em locais movimentados como no transporte público, vale procurar modelos com ANC. O recurso reduz parte dos ruídos externos por processamento eletrônico;
  • Autonomia: compare a duração dos próprios fones com a autonomia total proporcionada pelo estojo nos modelos TWS. Entre headphones, observe também se a duração anunciada considera o ANC desligado;
  • Uso com fio: quem pretende utilizar o fone sem depender de bateria pode optar por modelos com conexão física, como P2 ou USB-C;
  • Controles e chamadas: microfone integrado, controles por toque e compatibilidade com assistentes de voz podem ser relevantes para quem faz chamadas ou usa o fone durante o trabalho.

Qual é o melhor fone Pulse para academia?

Os melhores fones para academia são em formato TWS por ocupar pouco espaço e não ter cabo. Modelos como o Pulse WF600 trazem ANC, útil para reduzir parte dos ruídos do ambiente, controles por toque e autonomia de até 16 horas com a case.

Qual é o melhor headphone Pulse?

O HB400 é o melhor headphone Pulse em 2026, oferecendo modo gamer de baixa latência, ANC mais maduro e conexão multiponto. Mas se você busca o melhor custo-benefício, o Pulse HB300 se destaca ao reunir ANC, modo transparência, possibilidade de conexão por cabo e até 90 horas de autonomia de bateria.

Os fones de ouvido da Pulse são bons?

Sim, para o usuário comum. Os fones da Pulse são indicados principalmente para quem procura modelos de entrada ou intermediários para música, chamadas, entretenimento e uso cotidiano. Já consumidores audiófilos podem sentir falta de maior definição e qualidade de áudio.

De que marca é o fone Pulse?

A Pulse é uma marca brasileira de eletrônicos pertencente ao grupo Multi, empresa conhecida anteriormente como Multilaser. A marca comercializa produtos de áudio, como headphones, fones TWS e modelos com fio, além de outros eletrônicos e acessórios.

Fone de ouvido Pulse: 10 modelos que valem a pena em 2026

Galaxy S27 Pro pode estrear bateria maior que a do S26 Ultra

18 de Setembro de 2026, 17:45
Galaxy S27 Pro pode ter bateria superior ao topo de linha do ano passado (imagem: reprodução)
Resumo
  • O Galaxy S27 Pro surgiu em registros do órgão regulador chinês 3C com bateria de 5087mAh, podendo ser anunciada como 5200mAh.
  • O aparelho deve ter carregamento rápido de 60W e pode ter câmera principal de 200MP e ultrawide de 50MP.
  • O Galaxy S27 Pro pode ser equipado com o processador Snapdragon 8 Elite Gen 6 Pro e ter até 16GB de RAM.

Está cada vez mais claro que a Samsung prepara um novo da linha Galaxy S no próximo ano, e alguns recursos parecem animadores. O Galaxy S27 Pro apareceu em registros do órgão regulador chinês 3C (China Compulsory Certificate) com uma bateria superior aos 5.000 mAh do atual Galaxy S26 Ultra. Segundo o GSMArena, a certificação também confirma suporte a carregamento rápido de 60 W.

O Galaxy S27 Pro ainda não foi anunciado oficialmente, mas o registro entra na lista de novas informações que temos sobre o provável aparelho, que deve ocupar uma posição abaixo do Ultra do ano que vem.

As baterias serão superiores a 5.200 mAh?

A capacidade nominal registrada no 3C é de 5.087 mAh, mas, como fabricantes de celulares normalmente divulgam a capacidade típica, a expectativa é que a Samsung apresente o componente como uma bateria de 5.200 mAh.

O número representa um aumento de 200 mAh em relação ao Galaxy S26 Ultra, que tem uma bateria de 5.000 mAh, mesmo sendo estabelecido como uma versão menor.

captura de tela de certificação de bateria do Galaxy S27 Pro
Certificação apresenta capacidade nominal do Galaxy S27 Pro (imagem: reprodução/GSMArena)

O Galaxy S27 Ultra também apareceu em registros do 3C. O modelo foi listado com capacidade nominal de 5.534 mAh, que pode ser anunciada na faixa dos 5.700 mAh. Se confirmado, serão 700 mAh a mais que na geração anterior.

Apesar do aumento na capacidade das baterias, a Samsung não deve fazer uma mudança semelhante na velocidade de carregamento. Os registros indicam que tanto o Galaxy S27 Pro quanto o S27 Ultra terão suporte a carregamento com fio de 60 W. É a mesma potência máxima encontrada no Galaxy S26 Ultra.

Galaxy S27 Pro deve ser mais compacto

Renderização do Galaxy S27 Pro em cor roxa
Aparelho será menor que versão Ultra, mas compartilhará especificações (imagem: reprodução/Android Headlines)

Antes da certificação, o Galaxy S27 Pro já havia aparecido em renderizações baseadas em arquivos CAD. As imagens mostram um aparelho com dimensões de 154,06 x 73,77 x 7,95 mm e tela de aproximadamente 6,6 polegadas. Ou seja, um smartphone cerca de 9 mm mais baixo e 5 mm mais estreito que o S27 Ultra.

A principal mudança está no espaço para as câmeras. Em vez do módulo elevado estreito na vertical, a empresa pode adotar o design do iPhone 17 Pro, que ocupa quase toda a parte superior. Ele lembra a solução escolhida pelo Xiaomi 17 Pro.

Possível ficha técnica

Falando em câmeras, os vazamentos indicam que o Galaxy S27 Pro deve compartilhar parte do conjunto com o S27 Ultra, incluindo a câmera principal de 200 MP e a ultrawide de 50 MP. A diferença estaria na teleobjetiva, com sensor de 12 MP d zoom óptico de 3x, em vez do sistema periscópio mais avançado do Ultra.

As informações vazadas apontam para o Snapdragon 8 Elite Gen 6 Pro. A Samsung também pode usar o Exynos 2700 em determinados mercados, mas essa divisão regional ainda não foi confirmada. O aparelho deve ter entre 12 GB e 16 GB de memória RAM.

Galaxy S27 Pro pode estrear bateria maior que a do S26 Ultra

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Novo celular da Samsung pode chegar com bateria de 5.200 mAh.

(imagem: reprodução/GSMArena)

(imagem: reprodução/Android Headlines)

Garmin Forerunner 165 está em queda e tem 37% de desconto no Magalu

18 de Setembro de 2026, 17:15
R$ 2.749,0037% OFF

Prós
  • Métricas para diversos esportes
  • GPS multibanda
  • Compatível com iOS e Android
  • Resistência a 5 ATM
Contras
  • Tela de apenas 1,2 polegada
  • 4 GB de memória
  • Sem certificação IP
  • Versão Basic não armazena músicas
PIX
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O Garmin Forerunner 165 está custando R$ 1.719,49 no Pix em oferta encontrada no Magazine Luiza. Você pode adquirir o smartwatch esportivo 37% mais barato em relação ao seu preço de referência de R$ 2.749. O dispositivo reúne ferramentas específicas para corredores, longa bateria e uma tela AMOLED como destaques.

Forerunner 165 tem autonomia de até 11 dias e métricas avançadas

Vários relógios Garmin Forerunner 165 lado a lado com diferentes combinações de pulseiras
Garmin Forerunner 165 oferece diferentes combinações de cores as pulseiras (imagem: Divulgação/Garmin)

O smartwatch da Garmin é voltado definitivamente para quem pratica esportes. Uma vez que tem perfis dedicados a diferentes atividades, como treinos de força na academia, caminhadas e pilates para o bem-estar e até esportes que envolvem raquete.

O Forerunner 165 também conta com recursos específicos para natação, ciclismo e corrida. A exemplo de métricas relacionadas a exibição de distância, detecção do tipo de braçada na piscina, estratégias de ritmo para corrida com o PacePro e entre outras. Além disso, o Garmin Coach oferece planos de treinos personalizados.

Para além do uso com foco em exercícios, o usuário pode acompanhar dados relacionados ao bem-estar do seu corpo. O wearable tem a capacidade de monitorar a frequência cardíaca, níveis de estresse, analisar a qualidade do sono e fornecer uma pontuação de energia com base em todas as métricas.

Garmin Forerunner 165 (imagem: Divulgação
Garmin Forerunner 165 possui um display AMOLED que reproduz cores vibrantes (imagem: Divulgação/Garmin)

De acordo com a Garmin, a bateria no modo smartwatch pode entregar uma autonomia para até 11 dias de uso. Por outro lado, alcança apenas 19 horas com o GPS ativado a todo tempo. Além dele, há outros sistemas de navegação como GLONASS e Galileo que podem ser combinados para obter maior precisão aos dados fornecidos.

A tela AMOLED mede 1,2 polegada, possui resolução de 390 x 390 pixels e funciona por meio de comandos por toque (Touchscreen). A função Always-On display é opcional, mas certamente vai auxiliar o usuário durante a prática esportiva.

No mais, a classificação de 5 ATM assegura a resistência do smartwatch com atividades envolvendo água, por suportar pressão equivalente a 50 metros de profundidade estática. Adquira o Garmin Forerunner 165 com 37% de desconto no Magazine Luiza por R$ 1.719,49 no Pix.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Garmin Forerunner 165 está em queda e tem 37% de desconto no Magalu

Garmin Forerunner 165 (imagem: Divulgação

IA da OpenAI tentou ensinar futuras versões a burlar regras

18 de Setembro de 2026, 16:49
Arte com visual moderno e tecnológico. No centro-esquerdo, está o logotipo da OpenAI com seu símbolo ao lado do texto "OpenAI" em branco. À direita, há uma representação estilizada de um cérebro humano em tons de roxo e verde, com aparência translúcida e linhas que remetem a malhas tridimensionais, sugerindo uma interface entre biologia e tecnologia. O design remete à intersecção entre inteligência artificial, neurociência e inovação digital. No canto inferior direito, está o logotipo do Tecnoblog.
Modelo em fase de testes instruiu versões futuras a ignorarem restrições (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Relatório da OpenAI detalha incidentes em que modelos de IA desrespeitaram instruções nos últimos seis meses.
  • Casos incluem um agente instruindo futuras versões a ignorar restrições e sistemas acessando bancos de dados governamentais.
  • A empresa adotou uma nova estrutura de denúncias internas para rastrear, investigar e divulgar comportamentos inadequados com maior transparência.

A OpenAI publicou um novo relatório de segurança detalhando incidentes recentes em que diferentes modelos de inteligência artificial apresentaram comportamentos inesperados ou inadequados. As falhas, registradas nos últimos seis meses, foram divulgadas logo após a empresa confirmar a adoção de uma nova estrutura interna planejada para rastrear sistemas que tentam driblar normas de segurança.

O documento desta quarta-feira (16/09) expõe seis casos preocupantes detectados durante testes internos. O de maior destaque envolveu um agente de IA que, ao gerar resumos para continuar uma tarefa, inseriu instruções aconselhando suas próprias versões futuras a ignorar os regulamentos de segurança definidos pelos desenvolvedores.

O mesmo sistema declarou que estava “livre de papéis e identidades”, afirmando que não precisava mais responder a corporações ou governos.

Como os modelos tentaram violar as regras?

Em outro episódio, ocorrido durante o treinamento do modelo GPT-5.6 Sol, comandos extras foram adicionados para ocultar falhas e inventar dados para mascarar erros operacionais. As violações também envolveram manobras de acesso indevido.

A OpenAI relatou um caso grave em que um modelo tentou acessar um banco de dados governamental para extrair dados de rendimentos de um condado da Califórnia sem autorização. Além de não conseguir obter os números reais, a IA fabricou métricas e as apresentou como se fossem autênticas.

Problemas de comunicação não autorizada também entraram no radar. Agentes encarregados de tarefas colaborativas utilizaram serviços abertos de hospedagem na web para trocar mensagens e arquivos entre si, contrariando ordens diretas da equipe técnica.

Arte com o logotipo da OpenAI. À direita, há a imagem da sombra de uma pessoa mexendo em um celular. Na parte inferior direita, está o logotipo do Tecnoblog.
OpenAI expõe incidentes de comportamento não autorizado de IAs (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Pressão por regulamentação

Com a nova estrutura de relatos, qualquer funcionário da OpenAI terá autonomia para alertar sobre novos desvios. Os casos serão classificados em diferentes níveis de gravidade. A medida chega também para acelerar a divulgação de incidentes em um momento de forte discussão sobre o ritmo dos avanços em direção a sistemas cada vez mais poderosos.

O CEO da OpenAI, Sam Altman, tem apoiado a necessidade de regulação e sugerido desacelerar certas frentes de pesquisa. Na última semana, essa mesma preocupação levou à demissão do pesquisador Jacob Coxon, da rival Anthropic, que alertou publicamente para os riscos da tecnologia.

Em contrapartida, outras figuras influentes rejeitam uma ação mais rígida, preferindo o caminho oposto. O CEO da Nvidia, Jensen Huang, defende a autorregulamentação do setor de inteligência artificial. Segundo o executivo, não há necessidade de novas leis, basta que as empresas tenham a responsabilidade de não lançar serviços sem total confiança.

IA da OpenAI tentou ensinar futuras versões a burlar regras

OpenAI (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

ChatGPT, da OpenAI, é preferência nas empresas (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Códigos de GTA San Andreas: todos os cheats para PS2, PC, Android, Xbox 360

18 de Setembro de 2026, 16:33
GTA San Andreas (imagem: Divulgação/Rockstar Games)

Lançado em outubro de 2004, GTA San Andreas se tornou um grande clássico do PS2. Anos mais tarde, o jogo da Rockstar Games ganhou versões para Xbox 360, PC e celulares Android, fazendo os fãs sempre revisitar a história de Carl “CJ” Johnson e a gangue Grove Street.

O game possibilita explorar um amplo mundo aberto cheio de vida, inspirado no estado da Califórnia, nos EUA. Então, o jogador pode usar macetes para se tornar invencível, ganhar mais dinheiro ou andar com um tanque de guerra para avançar entre as fases.

A seguir, o Tecnoblog te mostra os principais códigos de GTA San Andreas para PS2, PS3, PC, Android e Xbox 360. “Ah S***! Here, we go again!”.

Índice

Como usar os cheats de GTA San Andreas?

Você pode ativar os códigos de GTA San Andreas ao executar a sequência de botões no controle (PS2, PS3 ou Xbox 360) ou digitar as letras no teclado (PC e Android). 

Na versão de GTA San Andreas da Netflix, você deve tocar no ícone do Mapa para acessar o menu de pausa. Então, vá em “Opções”, selecione a guia “Acessibilidade”, abra a opção “Inserir código de trapaça” e digite os códigos de PC e Android.

Os códigos de GTA San Andreas também funcionam no GTA Definitive Edition? 

Sim, grande parte dos cheats originais de GTA San Andreas funcionam na versão Definitive Edition. Embora os botões de atalho para PS4, PS5, Xbox One e Xbox Series S/X tenham sido adaptados para os controles modernos, a lógica dos comandos permanece.

Vale dizer que certos códigos podem desativar troféus ou conquistas no arquivo de salvamento. Portanto, a dica é ter um save secundário para experimentar os macetes do GTA San Andreas.

GTA San Andreas para Android (Imagem: Divulgação/Rockstar Games)
Os códigos de GTA San Andreas podem ser usados nos jogos Definitive Edition (imagem: Divulgação/Rockstar Games)

Códigos de GTA San Andreas para PS2 e PS3

Os códigos de GTA San Andreas de PS2 e PS3 – também presentes na Definitive Edition para PS4 e PS5 – podem ser executados a qualquer momento no jogo para recuperar vida, aumentar dinheiro, liberar conjuntos de armas ou reduzir as estrelas de procurado.

Vida infinita, armadura e dinheiro (PS2 e PS3)

FunçãoCódigo
Energia ilimitadaBAIXO, X, DIREITA, ESQUERDA, DIREITA, R1, DIREITA, BAIXO, CIMA, TRIÂNGULO
Modo adrenalinaX, X, QUADRADO, R1, L1, X, BAIXO, ESQUERDA, X
US$ 250 mil, energia e escudo no máximoR1, R2, L1, X, ESQUERDA, BAIXO, DIREITA, CIMA, ESQUERDA, BAIXO, DIREITA, CIMA

Armas e munição infinita (PS2 e PS3)

FunçãoCódigo
Munição ilimitadaL1, R1, QUADRADO, R1, ESQUERDA, R2, R1, ESQUERDA, QUADRADO, BAIXO, L1, L1
Armas Nível 1 (Bat, Pistol, Shotgun, Mini SMG, AK-47, Rocket Launcher, Molotov Cocktail, Spray Can, Brass Knuckles)R1, R2, L1, R2, ESQUERDA, BAIXO, DIREITA, CIMA, ESQUERDA, BAIXO, DIREITA, CIMA
Armas Nível 2 (Knife, Pistol, Sawnoff Shotgun, Tec 9, Sniper Rifle, Flamethrower, Grenades, Fire Extinguisher)R1, R2, L1, R2, ESQUERDA, BAIXO, DIREITA, CIMA, ESQUERDA, BAIXO, BAIXO, ESQUERDA
Armas Nível 3 (Chainsaw, Silenced Pistol, Combat Shotgun, M4, Bazooka, Plastic Explosive)R1, R2, L1, R2, ESQUERDA, BAIXO, DIREITA, CIMA, ESQUERDA, BAIXO, BAIXO, BAIXO

Motos, carros, paraquedas e outros veículos (PS2 e PS3)

Estas são as sequências de manhas de GTA para PS2 para surgirem os veículos específicos na frente do CJ. Lembrando que, ao utilizar outro código, o anterior será substituído.

FunçãoCódigo
Tanque do ExércitoCÍRCULO, CÍRCULO, L1, CÍRCULO, CÍRCULO, CÍRCULO, L1, L2, R1, TRIÂNGULO, CÍRCULO, TRIÂNGULO
Vortex (pequeno hovercraft)TRIÂNGULO, TRIÂNGULO, QUADRADO, CÍRCULO, X, L1, L2, BAIXO, BAIXO
Romero (carro da funerária)BAIXO, R2, BAIXO, R1, L2, ESQUERDA, R1, L1, ESQUERDA e DIREITA
Stretch (limousine)R2, CIMA, L2, ESQUERDA, ESQUERDA, R1, L1 CÍRCULO, DIREITA
Caddy (carro de golfe)CÍRCULO, L1, CIMA, R1, L2, X, R1, L1, CÍRCULO, DIREITA
Trashmaster (caminhão de lixo)CÍRCULO, R1, CÍRCULO, R1, ESQUERDA, ESQUERDA, R1, L1, CÍRCULO, DIREITA
Hotring Racer 1R1, CÍRCULO, R2, DIREITA, L1, L2, X, X, QUADRADO, R1
Hotring Racer 2R2, L1, CÍRCULO, DIREITA, L1, R1, DIREITA, CIMA, CÍRCULO, R2
Stuntplane (avião de acrobacias)CÍRCULO, CIMA, L1, L2, BAIXO, R1, L1, L1, ESQUERDA, ESQUERDA, X, TRIÂNGULO
Bloodring BangerBAIXO, R1, CÍRCULO, L2, L2, X, R1, L1, ESQUERDA, ESQUERDA
QuadricicloESQUERDA, ESQUERDA, BAIXO, BAIXO, CIMA, CIMA, QUADRADO, CÍRCULO, TRIÂNGULO, R1, R2
MonsterDIREITA, CIMA, R1, R1, R1, BAIXO, TRIÂNGULO, TRIÂNGULO, X, CÍRCULO, L1, L1
HydraTRIÂNGULO, TRIÂNGULO, QUADRADO, CÍRCULO, X, L1, L1, BAIXO, CIMA
JetpackL1, L2, R1, R2, CIMA, BAIXO, ESQUERDA, DIREITA, L1, L2, R1, R2, CIMA, BAIXO, ESQUERDA, DIREITA 
Dozer (pá)R2, L1, L1, DIREITA, DIREITA, CIMA, CIMA, X, L1, ESQUERDA
Hunter (helicóptero apache)CÍRCULO, X, L1, CÍRCULO, CÍRCULO, L1, CÍRCULO, R1, R2, L2, L1, L1
Caminhão com reboque de combustívelR1, CIMA, ESQUERDA, DIREITA, R2, CIMA, DIREITA, QUADRADO, DIREITA, L2, L1, L1
Veículo da morte (qualquer veículo utilizado pelo jogador se torna indestrutível)L1, L2, L2, CIMA, BAIXO, BAIXO, CIMA, R1, R2, R2
ParaquedasESQUERDA, DIREITA, L1, L2, R1, R2, R2, CIMA, BAIXO, DIREITA, L1
Botes voadoresR2, CÍRCULO, CIMA, L1, DIREITA, R1, DIREITA, CIMA, QUADRADO, TRIÂNGULO
Rancher 4×4CIMA, DIREITA, DIREITA, L1, DIREITA, CIMA, QUADRADO, L2

Pedestres, habitantes e cidade (PS2 e PS3)

FunçãoCódigo
Pedestres RevoltadosBAIXO, ESQUERDA, CIMA, ESQUERDA, X, R2, R1, L2, L1
Pedestres AgressivosBAIXO, CIMA, CIMA, CIMA, X, R2, R1, L2, L2
Pedestres com ArmasR2, R1, X, TRIÂNGULO, X, TRIÂNGULO, CIMA, BAIXO
Pedestres armados com katanasX, X, BAIXO, R2, L2, CÍRCULO, R1, CÍRCULO, QUADRADO
Sem pedestres ou autoridades, somente os habitantes locaisL2, CIMA, R1, R1, ESQUERDA, R1, R1, R2, DIREITA, BAIXO
Sem pedestres, mas com tráfegoX, BAIXO, CIMA, R2, BAIXO, TRIÂNGULO, L1, TRIÂNGULO, ESQUERDA
Todos os pedestres vestidos como ElvisL1, CÍRCULO, TRIÂNGULO, L1, L1, QUADRADO, L2, CIMA, BAIXO, ESQUERDA
Recrute qualquer pessoaBAIXO, QUADRADO, CIMA, R2, R2, CIMA, DIREITA, DIREITA, CIMA
Gangues em todos os lugaresESQUERDA, DIREITA, DIREITA, DIREITA, ESQUERDA, X, BAIXO, CIMA, QUADRADO, DIREITA
Recrutar todo mundo com bazucasR2, R2, R2, X, L2, L1, R2, L1, BAIXO, X
Recrutar todo mundo com 9 mmBAIXO, QUADRADO, CIMA, R2, R2, CIMA, DIREITA, DIREITA, CIMA

Nível de procurado (PS2 e PS3)

O código de GTA San Andreas de PS2 para remover todas as buscas deve ser utilizado para zerar as estrelas de procurado no game. Os outros macetes vão aumentar o nível de procura do personagem.

FunçãoCódigo
Remover todas as buscasR1, R1, CÍRCULO, R2, CIMA, BAIXO, CIMA, BAIXO, CIMA, BAIXO
Obter duas estrelas de buscaR1, R1, CÍRCULO, R2, ESQUERDA, DIREITA, ESQUERDA, DIREITA, ESQUERDA, DIREITA
Obter seis estrelas de buscaCÍRCULO, DIREITA, CÍRCULO, DIREITA, ESQUERDA, QUADRADO, X, BAIXO

Tempo e clima (PS2 e PS3)

FunçãoCódigo
Tempestade de areiaCIMA, BAIXO, L1, L1, L2, L2, L1, L2, R1, R2
Pôr do SolESQUERDA, ESQUERDA, L2, R1, DIREITA, QUADRADO, QUADRADO, L1, L2, X
Tempo passa mais rápidoCÍRCULO, CÍRCULO, L1, QUADRADO, L1, QUADRADO, QUADRADO, QUADRADO, L1, TRIÂNGULO, CÍRCULO, TRIÂNGULO
Ações mais rápidasTRIÂNGULO, CIMA, DIREITA, BAIXO, L2, L1, QUADRADO
Ações mais lentasTRIÂNGULO, CIMA, DIREITA, BAIXO, QUADRADO, R2, R1
AmanhecerR2, X, L1, L1, L2, L2, L2, QUADRADO
Meio-diaR2, X, L1, L1, L2, L2, L2, BAIXO
AnoitecerR2, X, L1, L1, L2, L2, L2, TRIÂNGULO
TempestadeR2, X, L1, L1, L2, L2, L2, CÍRCULO
NubladoR2, X, L1, L1, L2, L2, L2

Cheats e códigos extras de GTA San Andreas no PS2 e PS3

FunçãoCódigo
Super socoCIMA, ESQUERDA, X, TRIÂNGULO, R1, CÍRCULO, CÍRCULO, CÍRCULO, L2
Fôlego infinito para mergulhoBAIXO, ESQUERDA, L1, BAIXO, BAIXO, R2, BAIXO, L2, BAIXO;
Super saltoCIMA, CIMA, TRIÂNGULO, TRIÂNGULO, CIMA, CIMA, ESQUERDA, DIREITA, QUADRADO, R2, R2
Adrenalina infinitaX, X, QUADRADO, R1, L1, X, BAIXO, ESQUERDA, X
Máximo de belezaQUADRADO, DIREITA, QUADRADO, QUADRADO, L2, X, TRIÂNGULO, X, TRIÂNGULO
Máximo de respeitoL1, R1, TRIÂNGULO, BAIXO, R2, X, L1, CIMA, L2, L2, L1, L1
Máximo de atração sexualCÍRCULO, TRIÂNGULO, TRIÂNGULO, CIMA, CÍRCULO, R1, L2, CIMA, TRIÂNGULO, L1, L1, L1
CJ magroTRIÂNGULO, CIMA, CIMA, ESQUERDA, DIREITA, QUADRADO, CÍRCULO, DIREITA
CJ gordoTRIÂNGULO, CIMA, CIMA, ESQUERDA, DIREITA, QUADRADO, CÍRCULO, BAIXO
Nunca ter fomeQUADRADO, L2, R1, TRIÂNGULO, CIMA, QUADRADO, L2, CIMA, X
Habilidade máxima com todas as armasBAIXO, QUADRADO, X, ESQUERDA, R1, R2, ESQUERDA, BAIXO, BAIXO, L1, L1, L1
Habilidade máxima com carrosTRIÂNGULO, R1, R1, ESQUERDA, R1, L1, R2, L1
GTA San Andreas (imagem: Divulgação/Rockstar Games)
GTA San Andreas (imagem: Divulgação/Rockstar Games)

Códigos de GTA San Andreas no PC e Android

As manhas de GTA San Andreas para PC também podem ser utilizadas na versão de Android e da Netflix. Mais simples que nos consoles, basta utilizar o teclado ou acessar o menu de cheats para inserir os códigos.

Vida infinita, armadura e dinheiro no (PC e Android)

FunçãoCódigo
Energia ilimitadaBAGUVIX
Modo adrenalinaMUNASEF
US$ 250 mil, energia e escudo no máximoHESOYAM

Armas e munição infinita (PC e Android)

Munição ilimitadaWANRLTW
Armas Nível 1 (Bat, Pistol, Shotgun, Mini SMG, AK 47, Rocket Launcher, Molotov Cocktail, Spray Can, Brass Knuckles)LXGIWYL
Armas Nível 2 (Knife, Pistol, Sawnoff Shotgun, Tec 9, Sniper Rifle, Flamethrower, Grenades, Fire Extinguisher)KJKSZPJ
Armas Nível 3 (Chainsaw, Silenced Pistol, Combat Shotgun, M4, Bazooka, Plastic Explosive)UZUMYMW

Motos, carros, paraquedas e outros veículos (PC e Android)

FunçãoCódigo
Tanque do ExércitoAIWPRTON
Vortex (pequeno hovercraft)KGGGDKP
Romero (carro da funerária)AQTBCODX
Stretch (limousine)KRIJEBR
Caddy (carro de golfe)RZHSUEW
Trashmaster (caminhão de lixo)TRUEGRIME
Hotring Racer 1PDNEJOH
Hotring Racer 2VPJTQWV
Stuntplane (avião de acrobacias)URKQSRK
Bloodring BangerCQZIJMB
QuadricicloAKJJYGLC
MonsterMONSTERMASH
HydraJUMPJET
JetpackROCKETMAN
Dozer (pá)EEGCYXT
Hunter (helicóptero apache)OHDUDE
Caminhão com reboque de combustívelAMOMHRER
ParaquedasAIYPWZQP
Botes voadoresFLYINGFISH
Carros voadoresCHITTYCHITTYBANGBANG

Pedestres, habitantes e cidade (PC e Android)

FunçãoCódigo
Pedestres RevoltadosIOJUFZN
Pedestres AgressivosSTATEOFEMERGENCY
Pedestres com ArmasBGLUAWML
Sem pedestres e tráfegoTHGLOJ
Todos os pedestres vestidos como ElvisASBHGRB
Gangues em todos os lugaresMROEMZH
Recrutar todo mundo com bazucasZSOXFSQ
Recrutar todo mundo com 9 mmSJMAHPE

Nível de procurado (PC e Android)

O código do GTA San Andreas de PC e Android para nunca ser procurado pela polícia faz as “autoridades” não seguirem o CJ, independentemente dos crimes que o personagem realizar. Ideal para quem deseja “tocar o terror tranquilamente”.

FunçãoCódigo
Remover todas as buscasASNAEB
Nunca ser procurado pela políciaAEZAKMI
Aumentar o nível de procuradoTURNUPTHEHEAT
Diminuir nível de procuradoTURNDOWNTHEHEAT
Obter seis estrelas de buscaLJSPQK

Tempo e clima (cheats PC e Android)

FunçãoCódigo
Tempestade de areiaSCOTTISHSUMMER
Pôr do SolOFVIAC
Tempo passa mais rápidoYSOHNUL
Ações mais rápidasSPEEDITUP
Ações mais lentasLIYOAAY
AmanhecerICIKPYH
AnoitecerXJVSNAJ
TempestadeMGHXYRM
NubladoALNSFMZO

Cheats e códigos extras de GTA San Andreas no PC e Android

Você pode usar os códigos de GTA San Andreas no celular e PC para ganhar super soco ou obter a habilidade máxima com armas e carros.

FunçãoCódigo
Super socoIAVENJQ
Fôlego infinito para mergulhoCVWKXAM
Super saltoKANGAROO
Adrenalina infinitaBAGUVIX
Máximo de respeitoWORSHIPME
Máximo de atração sexualHELLOLADIES
CJ magroKVGYZQK
CJ gordoYBTCDBCB
Nunca ter fomeAEDUWNV
Habilidade máxima com todas as armasPROFESSIONALKILLER
Habilidade máxima com carrosVQIMAHA
GTA San Andreas (imagem: Divulgação/Rockstar Games)
GTA San Andreas (Imagem: Divulgação/Rockstar Games)

Códigos de GTA San Andreas no Xbox 360

Os códigos de GTA San Andreas para Xbox 360 facilitam a vida de CJ ao permitir ter energia ilimitada, munição infinita e despistar os policiais ao reduzir as estrelas de procurado. Lembrando que os cheats também podem ser utilizados na Definitive Edition para Xbox One e Xbox Series S/X.

Vida infinita, armadura e dinheiro (Xbox 360)

FunçãoCódigo
Energia ilimitadaRT, RB, LT, A, ESQUERDA, BAIXO, DIREITA, CIMA, ESQUERDA, BAIXO, DIREITA, CIMA
Modo adrenalinaA, A, X, RT, LT, A, BAIXO, ESQUERDA, A
US$ 250 mil, energia e escudo no máximoRT, RB, LT, A, ESQUERDA, BAIXO, DIREITA, CIMA, ESQUERDA, BAIXO, DIREITA, CIMA

Armas e munição infinita (Xbox 360)

FunçãoCódigo
Munição ilimitadaLT, RT, X, RT, ESQUERDA, RB, RT, ESQUERDA, X, BAIXO, LT, LT
Armas Nível 1 (Bat, Pistol, Shotgun, Mini SMG, AK 47, Rocket Launcher, Molotov Cocktail, Spray Can, Brass Knuckles)RT, RB, LT, RB, ESQUERDA, BAIXO, DIREITA, CIMA, ESQUERDA, BAIXO, DIREITA, CIMA
Armas Nível 2 (Knife, Pistol, Sawnoff Shotgun, Tec 9, Sniper Rifle, Flamethrower, Grenades, Fire Extinguisher)RT, RB, LT, RB, ESQUERDA, BAIXO, DIREITA, CIMA, ESQUERDA, BAIXO, BAIXO, ESQUERDA
Armas Nível 3 (Chainsaw, Silenced Pistol, Combat Shotgun, M4, Bazooka, Plastic Explosive)RT, RB, LT, RB, ESQUERDA, BAIXO, DIREITA, CIMA, ESQUERDA, BAIXO, BAIXO, BAIXO

Motos, carros, paraquedas e outros veículos (Xbox 360)

FunçãoCódigo
Tanque do ExércitoB, B, LT, B, B, B, LT, LB, RT, Y, B, Y
Vortex (pequeno hovercraft)Y, Y, X, B, A, LT, LB, BAIXO, BAIXO
Romero (carro da funerária)BAIXO, RB, BAIXO, RT, LB, ESQUERDA, RT, LT, ESQUERDA, DIREITA
Stretch (limousine)RB, CIMA, LB, ESQUERDA, ESQUERDA, RT, LT, B, DIREITA
Caddy (carro de golfe)B, LT, CIMA, RT, LB, A, RT, LT, B, A
Trashmaster (caminhão de lixo)B, RT, B, RT, ESQUERDA, ESQUERDA, RT, LT, B, DIREITA
Hotring Racer 1RT, B, RB, DIREITA, LT, LB, A, A, X, RT
Hotring Racer 2RB, LT, B, DIREITA, LT, RT, DIREITA, CIMA, B, RB
Stuntplane (avião de acrobacias)B, CIMA, LT, LB, BAIXO, RT, LT, LT, ESQUERDA, ESQUERDA, A, Y
Bloodring BangerBAIXO, RT, B, LB, LB, A, RT, LT, ESQUERDA, ESQUERDA
QuadricicloESQUERDA, ESQUERDA, BAIXO, BAIXO, CIMA, CIMA, X, B, Y, RT, RB
MonsterDIREITA, CIMA, RT, RT, RT, BAIXO, Y, Y, A, B, LT, LT
HydraY, Y, X, B, A, LT, LT, BAIXO, CIMA
JetpackESQUERDA, DIREITA, LT, LB, RT, RB, CIMA, BAIXO, ESQUERDA, DIREITA 
Dozer (pá)RB, LT, LT, DIREITA, DIREITA, CIMA, CIMA, A, LT, ESQUERDA
Hunter (helicóptero apache)B, A, LT, B, B, LT, B, RT, RB, LB, LT, LT
Caminhão com reboque de combustívelRT, CIMA, ESQUERDA, DIREITA, RB, CIMA, DIREITA, X, DIREITA, LB, LT, LT
Veículo da morte (qualquer veículo utilizado pelo jogador se torna indestrutível)LT, LB, LB, CIMA, BAIXO, BAIXO, CIMA, RT, RB, RB
ParaquedasESQUERDA, DIREITA, LT, LB, RT, RB, RB, CIMA, BAIXO, DIREITA, LT
Botes voadoresRB, B, CIMA, LT, DIREITA, RT, DIREITA, CIMA, X, Y
Rancher 4×4CIMA, DIREITA, DIREITA, LT, DIREITA, CIMA, X, LB
Carros voadoresX, BAIXO, LB, CIMA, LT, B, CIMA, A, ESQUERDA

Pedestres, habitantes e cidade (Xbox 360)

Os códigos de GTA San Andreas para Xbox 360 também permitem alterar os comportamentos de NPCs. Isso possibilita tanto torná-los aliados quanto colocar todos armados e contra o CJ.

FunçãoCódigo
Pedestres RevoltadosBAIXO, ESQUERDA, CIMA, A, RB, RT, LB, LT
Pedestres AgressivosLB, DIREITA, LT, Y, DIREITA, DIREITA, RT, LT, DIREITA, LT, LT, LT
Pedestres com ArmasRB, RT, A, Y, A, Y, CIMA, BAIXO
Pedestres armados com katanasA, A, BAIXO, RB, LB, B. RT, B, X
Sem pedestres ou autoridades, somente os habitantes locaisBAIXO, CIMA, RB, BAIXO, Y, LT, Y, ESQUERDA
Sem pedestres, mas com tráfegoLB, CIMA, RT, RT, ESQUERDA, RT, RT, RB, DIREITA, BAIXO
Todos os pedestres vestidos como ElvisLT, B, Y, LT, LT, X, LB, CIMA, BAIXO, ESQUERDA
Gangues em todos os lugaresLB, CIMA, RT, RT, ESQUERDA, RT, RT, RB, DIREITA, BAIXO
Recrutar todo mundo com bazucasRB, RB, RB, A, LB, LT, RB, LT, BAIXO, A
Recrutar todo mundo com 9 mmBAIXO, X, CIMA, RB, RB, CIMA, DIREITA, DIREITA, CIMA

Nível de procurado (Xbox 360)

FunçãoCódigo
Remover todas as buscasB, DIREITA, B, DIREITA, ESQUERDA, X, Y, CIMA
Aumentar o nível de procuradoRT, RT, B, RB, DIREITA, ESQUERDA, DIREITA, ESQUERDA, DIREITA, ESQUERDA
Diminuir nível de procuradoRT, RT, B, RB, CIMA, BAIXO, CIMA, BAIXO, CIMA, BAIXO
Obter seis estrelas de buscaB, DIREITA, B, DIREITA, ESQUERDA, X, A, BAIXO

Tempo e clima (Xbox 360)

FunçãoCódigo
Tempestade de areiaCIMA, BAIXO, LT, LT, LB, LB, LT, LB, RT, RB
Pôr do SolESQUERDA, ESQUERDA, LB, RT, DIREITA, X, X, LT, LB, A
Tempo passa mais rápidoB, B, LT, X, LT, X, X, X, LT, Y, B, Y
Ações mais rápidasY, CIMA, DIREITA, BAIXO, LB, LT, X
Ações mais lentasY, CIMA, DIREITA, BAIXO, X, RB, RT
AmanhecerRB, A, LT, LT, LB, LB, LB, X
Meio-diaRB, A, LT, LT, LB, LB, LB, BAIXO
AnoitecerX, LT, RT, DIREITA, A, CIMA, LT, ESQUERDA, ESQUERDA
TempestadeRB, A, LT, LT, LB, LB, LB, B
NubladoLB, BAIXO, BAIXO, ESQUERDA, X, ESQUERDA, RB, X, A, RT, LT, LT

Cheats e códigos extras de GTA San Andreas no Xbox 360

FunçãoCódigo
Super socoCIMA, ESQUERDA, A, Y, RT, B, B, B, LB
Fôlego infinito para mergulhoBAIXO, ESQUERDA, LT, BAIXO, BAIXO, RB, BAIXO, LB, BAIXO
Super saltoCIMA, CIMA, Y, Y, CIMA, CIMA, ESQUERDA, DIREITA, X, RB, RB
Adrenalina infinitaA, A, X, RT, LT, A, BAIXO, ESQUERDA, A
Máximo de respeitoT, RT, Y, BAIXO, RB, A, LT, CIMA, LB, LB, LT, LT
Máximo de atração sexualB, Y, Y, CIMA, B, RT, LB, CIMA, Y, LT, LT, LT
CJ magroY, CIMA, CIMA, ESQUERDA, DIREITA, X, B, DIREITA
CJ gordoY, CIMA, CIMA, ESQUERDA, DIREITA, X, B, BAIXO
Nunca ter fomeX, LB, RT, Y, CIMA, X, LB, CIMA, A
Habilidade máxima com todas as armasBAIXO, X, A, ESQUERDA, RT, RB, ESQUERDA, BAIXO, BAIXO, LT, LT, LT
Habilidade máxima com carrosX, LB, A, RT, LB, LB, ESQUERDA, RT, DIREITA, LT, LT, LT

Outras listas do Tecnoblog para códigos e cheats interessantes

Códigos de GTA San Andreas: todos os cheats para PS2, PC, Android, Xbox 360

GTA San Andreas para Android (Imagem: Divulgação/Rockstar Games)

iPhone Air (1 TB) não é barato, mas esta oferta é a melhor em meses

18 de Setembro de 2026, 16:22
R$ 13.499,0044% OFF

Prós
  • Tela Super Retina XDR de até 120 Hz
  • Boa performance com o chip A19 Pro
  • iPhone mais fino já feito com 5,64 mm
  • Smartphone leve, com apenas 165 g
Contras
  • Sem slot para cartão SIM
  • Bateria de 3.149 mAh
  • Somente uma câmera traseira
PIX
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O iPhone Air de 1 TB está saindo por R$ 7.559,10 no Pix na Amazon, uma oferta que representa um desconto de 44% frente ao preço original de R$ 13.499. O celular com design fino da Apple traz um processador quase idêntico ao do iPhone 17 Pro, custando até menos por tanto armazenamento.

iPhone Air tem mede 5,64 mm e vem com chip A19 Pro

Imagem mostra um iPhone Air branco sendo segurado em uma mão. O modelo está virado de perfil para a câmera, mostra a fina espessura
iPhone Air (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O grande destaque do iPhone Air é naturalmente sua espessura. O smartphone premium compete com modelos como o Samsung Galaxy S25 Edge, que mede 5,8 mm, e com o Motorola Edge 70, de 5,99 mm. Apesar de ser até mais fino, o iPhone Air ainda entrega alto poder de processamento.

Equipado com o chip Apple A19 Pro com apenas um núcleo a menos de GPU em relação ao iPhone 17 Pro, o iPhone Air será capaz de rodar com tranquilidade jogos pesados e aplicativos de edição de fotos e vídeos. Além disso, por ser equipado com o componente Neural Engine, ele suporta os recursos de IA do Apple Intelligence.

Também apesar da finura, seu design é bastante resistente. Com carcaça em titânio, traseira com proteção Ceramic Shield, e certificação IP68, o celular deve suportar contatos acidentais com água e poeira, além de riscos, arranhões e impactos leves do dia a dia.

iPhone Air (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
iPhone Air (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Nas câmeras, a principal desvantagem é que o smartphone da Apple só traz um sensor na traseira e um na frontal. Ao menos a lente principal é de 48 MP, e filma em 4K até 60 fps, assim como a da frente, que conta com 18 megapixels para selfies.

Em relação à autonomia de bateria, a Apple promete até 27 horas de reprodução de vídeos, sendo que o componente conta com 3.149 mAh e suporta recarga rápida de até 20 W, chegando aos 50% com meia hora na tomada. Vale lembrar que o acessório é vendido separadamente.

Aproveite a oferta com 44% de desconto pra pagar apenas R$ 7.559 no iPhone Air de 1 TB. Não é barato, e provavelmente nunca será, mas é um dos melhores preços que você pode conseguir nesse ultrafino de alto desempenho e com muito armazenamento da Apple.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

iPhone Air (1 TB) não é barato, mas esta oferta é a melhor em meses

iPhone Air (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

iPhone Air (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

OpenAI fez “maior roubo de trabalho da história”, diz executivo da Microsoft

18 de Setembro de 2026, 16:05
Arte com o logotipo da OpenAI. À direita, há a imagem da sombra de uma pessoa mexendo em um celular. Na parte inferior direita, está o logotipo do Tecnoblog.
Executivos previam os impactos ao mercado de notícias (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Microsoft e a OpenAI discutiram internamente sobre o impacto de seus chatbots no jornalismo, conforme documentos divulgados em uma ação movida pelo New York Times.
  • Executivos das duas empresas mencionam a possibilidade de redução de tráfego para sites de notícias e formas de burlar sistemas de paywall.
  • Um funcionário da Microsoft chamou a coleta de conteúdo sem compensação de “o maior roubo de trabalho da história”.

Um executivo da Microsoft classificou o uso de conteúdo jornalístico pela OpenAI como “o maior roubo de trabalho da história humana”. A declaração aparece em documentos internos revelados em um processo judicial, que também mostram executivos das duas empresas discutindo os impactos dos chatbots de IA sobre o jornalismo, incluindo a queda no tráfego de sites e formas de contornar paywalls.

Os arquivos fazem parte de uma ação movida por um grupo de veículos liderado pelo New York Times e foram divulgados após deixarem de ser confidenciais. Segundo o Ars Technica, em uma das mensagens, o executivo chamou a coleta de conteúdo sem compensação de “um roubo impressionante de proporções sem precedentes”.

As discussões entre os executivos indicam que as companhias sempre tiveram ciência dos impactos da IA no mercado editorial. No Brasil, a imprensa pressiona o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) em uma ação contra o Google, que investiga o uso de notícias pela big tech em ferramentas de pesquisa com base no Gemini, como os Resumos de IA.

Microsoft discutia risco para as próprias IAs

Em primeiro plano, um aperto de mãos entre uma mão robótica prateada, à esquerda, e uma mão humana, à direita. O robô possui dedos articulados com detalhes metálicos e pretos. O humano veste um paletó escuro. Ao fundo, uma mulher de cabelos castanhos e blusa clara está sentada à mesa, desfocada, observando a cena. O ambiente é um escritório moderno com janelas amplas e vista para prédios. No canto inferior direito, lê-se a logomarca "tecnoblog" em branco.
Funcionários discutiam possível “loop” que prejudicaria treinamento das IAs (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Um dos principais registros vem de Brent Hecht, diretor de Ciência Aplicada da Microsoft. Em uma das mensagens, ele afirma que a estratégia era uma “completa zombaria da ideia de ‘uso justo'”, argumento usado pela indústria de IA para justificar a coleta de dados em massa. “Quase ninguém pretendia que o conteúdo criado fosse usado dessa forma, e ninguém é compensado por esse uso”, afirmou o executivo.

O NYT descreve ainda que funcionários da Microsoft falavam sobre um ciclo em que os produtos de IA prejudicariam os próprios sites usados no treinamento dos modelos.

A preocupação era que a redução do tráfego para sites jornalísticos diminuísse a capacidade desses veículos de produzir conteúdo, afetando a quantidade e a qualidade das informações disponíveis para o treinamento dos modelos de IA.

Chatbots reduziram cliques para sites de notícias

Segundo os autos, a Microsoft teria registrado quedas nas taxas de cliques para links de veículos jornalísticos. Entre os autores da ação, algumas publicações tiveram reduções de 83% a 93%, enquanto outros casos registraram quedas de 51% a 94%.

Um levantamento anterior, do Pew Research Center, mostra que usuários expostos ao resumo de IA clicam em links tradicionais quase 50% menos. Os números também foram usados pelo Instituto de Defesa do Consumidor (Idec) na ofensiva da imprensa brasileira contra as ferramentas do Google.

Mensagens internas da OpenAI explicavam o fenômeno: os usuários não vão clicar, “não importa o quão destacado seja o link exibido”. Nick Turley, então líder de produto do ChatGPT, concordou com a avaliação. Para ele, não há “um bom motivo para clicar” se o chatbot já entrega toda a resposta.

Tentativa de contornar paywalls

Imagem mostra crânios e ossos cruzados brancos e translúcidos sobre um fundo escuro com linhas de código de programação em azul claro. Os crânios representam pirataria, ataque hacker e perigo cibernético. Na parte inferior direita, o logotipo do "Tecnoblog" é visível.
Empresas teriam burlado paywalls (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

As mensagens internas também tratam do acesso a conteúdos protegidos por paywalls. Greg Brockman, presidente da OpenAI, teria afirmado estar “profundamente motivado pelas centenas de bilhões” após um funcionário comunicá-lo sobre um “hack” capaz de fazer os rastreadores da companhia burlarem o sistema do NYT.

Os autos também indicam que a Microsoft teria fornecido à OpenAI um conjunto de dados originalmente adquirido para o Bing sem autorização dos veículos. A startup teria obtido outra base de mais de 1,8 milhão de artigos do jornal por meio de terceiros.

Ao Ars Technica, a Microsoft contestou as alegações. Segundo a empresa, os produtos de IA da companhia se enquadram em uma categoria de uso transformador e não substituem o trabalho realizado pelos sites de notícias.

OpenAI fez “maior roubo de trabalho da história”, diz executivo da Microsoft

ChatGPT, da OpenAI, é preferência nas empresas (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Inteligência artificial se tornou concorrente para muitos profissionais (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

(ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Baixou mais: Galaxy Tab S11 com 12 GB de RAM atinge 34% OFF na Amazon

18 de Setembro de 2026, 14:25

Prós
  • Inclui capa-teclado e caneta
  • Tela AMOLED Dinâmica 2x de 11″
  • 12 GB de memória RAM
  • Bateria de 8.400 mAh
  • DeX com Modo Estendido
Contras
  • S Pen não tem Bluetooth
  • Carregador na caixa não é de 45 W
  • Sem conectividade a NFC
PIX
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O Galaxy Tab S11 (256 GB) entrou em oferta por R$ 4.919,10 no Pix na Amazon. O tablet premium da Samsung com S Pen e Galaxy AI, lançado por R$ 7.499, aparece com o melhor preço já visto pelo Achados do TB nos últimos seis meses.

Galaxy Tab S11 tem tela de 120 Hz, Galaxy AI e longa bateria

Galaxy Tab S11 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Além da S Pen, o Galaxy Tab S11 inclui uma capa protetora com teclado na caixa (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O Galaxy Tab S11 adota uma tela AMOLED Dinâmico 2X de 11 polegadas com resolução WQXGA (2560 × 1600 pixels) e taxa de atualização de 120 Hz. Pensado para entretenimento e produtividade, o painel ainda conta com o recurso HDR10+ e brilho máximo de 1.600 nits.

O tablet é equipado com o chipset MediaTek Dimensity 9400+ combinado com 12 GB de RAM, oferecendo alto desempenho para atividades mais complexas e suporte ao Galaxy AI. Embora traga somente 256 GB de armazenamento interno, a memória pode ser expandida para até 2 TB com cartões microSD.

Outro destaque do Galaxy Tab S11 é a nova caneta S Pen com funções de IA, além de continuar sendo útil para digitalizar anotações e desenhos feitos manualmente. O dispositivo também traz uma capa protetora com teclado na caixa, reforçando a proposta multitarefas.

Galaxy Tab S11 Ultra (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Galaxy Tab S11 traz a nova caneta S Pen (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

De fácil transporte, o tablet premium da Samsung tem corpo em Armor Alumínio com 5,5 mm de espessura. Apesar do design mais compacto, a bateria de 8.400 mAh do aparelho garante até 18 horas de reprodução de vídeo.

O modelo pode ser conectado a monitores por meio do Samsung Dex, funcionalidade que promove uma experiência semelhante a um desktop. Além disso, ele traz uma câmera frontal de 12 MP para videochamadas com qualidade 4K.

Na parte de software, o Galaxy Tab S11 (R$ 4.919,10 no Pix) vem de fábrica com o Android 16 e receberá atualizações do sistema operacional até 2032. Ademais, ele fornece conexões Wi-Fi 6E e Bluetooth 5.4.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Baixou mais: Galaxy Tab S11 com 12 GB de RAM atinge 34% OFF na Amazon

Galaxy Tab S11 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Galaxy Tab S11 Ultra (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Ex-CEO da KLM decidiu usar o power bank no avião; ele pegou fogo

18 de Setembro de 2026, 13:55
Imagem mostra uma colagem com a foto de um power bank branco sobre uma mesa e um avião azul da KLM
Dispositivo que pegou fogo era de Camiel Eurlings, ex-CEO da companhia aérea (imagem: reprodução)
Resumo
  • Um carregador portátil explodiu na classe executiva do voo KL735, forçando o Boeing 777-300 que ia de Amsterdã para Curaçao a retornar.
  • O equipamento pertencia ao ex-CEO da KLM, Camiel Eurlings, que dormia enquanto recarregava a bateria na tomada da própria poltrona.
  • A explosão causou queimaduras leves em um passageiro e danificou a janela e o assento do avião.

O voo KL735 da KLM, que seguia de Amsterdã para Willemstad, em Curaçao, precisou fazer um desvio de emergência após um carregador portátil explodir a bordo. O detalhe curioso é que o power bank pertencia ao ex-CEO da própria companhia aérea, Camiel Eurlings.

A aeronave, um Boeing 777-300, voava a cerca de 30 mil pés de altitude sobre o Oceano Atlântico Norte nessa quinta-feira (17/09), quando a fumaça começou. A bateria externa estava conectada à tomada do assento e superaqueceu após cerca de duas horas e meia de voo, explodindo e acordando o executivo.

Tripulação controlou o incêndio

Os membros da tripulação de cabine agiram rapidamente para conter as chamas. Segundo a imprensa holandesa, os comissários seguiram os protocolos de segurança da aviação, jogaram água sobre o dispositivo e, na sequência, o colocaram em um recipiente. A medida é recomendada para ajudar a interromper a fuga térmica, fenômeno que pode ocorrer quando baterias de íon-lítio sofrem danos ou superaquecimento.

Passageiros a bordo relataram que o rápido controle da situação evitou um cenário pior, e todos foram transferidos para outra aeronave após o retorno à Holanda. Contudo, a explosão causou estragos visíveis no interior do avião.

Imagem mostra um powerbank derretido e, ao lado, a janela de um avião estilhaçada.
Incêndio ocorreu na cabine da classe executiva (imagem: reprodução/NU.nl)

Imagens do caso mostram marcas de queimado na persiana e na estrutura de uma janela, que teve a tela danificada pela força do estouro. A KLM confirmou que um homem sofreu queimaduras leves, mas recusou-se a informar se a vítima era o executivo, citando regras de privacidade e confidencialidade.

Regras foram ignoradas

O ex-CEO possui vasta experiência no setor de transportes, mas desrespeitou as políticas da companhia: os passageiros só podem levar até duas baterias externas na bagagem de mão, e a capacidade individual não pode ultrapassar 100 Wh.

Mais importante ainda: os power banks devem ficar sempre à vista, sendo proibido armazená-los nos bagageiros superiores ou recarregá-los a bordo. A própria KLM já havia sofrido um susto parecido em agosto de 2025, quando um voo que seguia para São Paulo precisou retornar a Amsterdã após um power bank esquentar e causar fumaça na cabine.

Vale lembrar que, em março deste ano, a Organização Internacional de Aviação Civil (ICAO, na sigla em inglês) emitiu uma diretriz que impõe novas regras para o uso de power banks em aeronaves. As companhias aéreas nacionais seguiram a recomendação e também adotaram restrições para esses dispositivos no Brasil.

Ex-CEO da KLM decidiu usar o power bank no avião; ele pegou fogo

Vivo libera 5G mais potente em 10 cidades

18 de Setembro de 2026, 11:46
Rede Vivo 5G+ aparece para mais clientes (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • A Vivo ativou o 5G em cidades de seis estados: MG, SP, GO, RJ, RS e ES.
  • A tecnologia Standalone (SA) oferece velocidades de até 2 Gb/s e latência mais baixa.
  • Para acessar o 5G Advanced, é necessário ter um plano móvel da Vivo, um aparelho compatível e um chip habilitado.

Clientes da Vivo em diversas cidades notaram a indicação de “Vivo 5G+” no celular. O que seria essa conexão com o sinal de mais? Trata-se da implementação do 5G Standalone (SA) na prestadora, segundo a Vivo confirmou com exclusividade ao Tecnoblog. Além disso, nós obtivemos a lista completa de todas as cidades que passaram a contar com o sinal.

Vale explicar que o 5G SA é o “sabor” mais potente da internet móvel de quinta geração. O engenheiro e doutor em telecomunicações Wilson Cardoso me explicou que a principal diferença está na adoção de um núcleo de rede também na tecnologia 5G, o que faz diferença na velocidade e principalmente na latência dos pacotes de dados. Enquanto isso, os demais “sabores” de conexão 5G ainda recorrem ao núcleo do 4G, que possui algumas limitações de desempenho.

A Vivo promete uma conexão de até 2 Gb/s no 5G+, nome comercial para o SA (Standalone) que mencionamos acima. Para chegar neste resultado, a prestadora combina os espectros de 3,5 GHz, 2,3 GHz e 2,1 GHz. “Com o 5G Advanced, evoluímos continuamente nossa infraestrutura, preparando a rede para atender pessoas e empresas em diferentes necessidades de uso”, disse o diretor de Core e Rede Móvel, Elmo Matos, em nota à imprensa.

Novas cidades com 5G Advanced

Os brasilienses adeptos da Vivo já contam com o 5G SA desde agosto de 2025, assim como clientes que visitavam a loja do Barra Shopping, no Rio. Agora, o Tecnoblog descobriu que a expansão desta semana contempla as seguintes cidades:

  • Belo Horizonte (MG)
  • Campinas (SP)
  • Goiânia (GO)
  • Guarulhos (SP)
  • Niterói (RJ)
  • Porto Alegre (RS)
  • Rio de Janeiro (RJ)
  • São Bernardo do Campo (SP)
  • São Paulo (SP)
  • Vitória (ES)

De acordo com a Vivo, para “degustar” o 5G Advanced, o cliente precisa ter um plano móvel da Vivo, um aparelho compatível com a tecnologia 5G SA e agregação de frequências, além de chip habilitado. “A substituição do chip físico pelo eSIM (chip virtual) pode ser feita gratuitamente pelo app Vivo.” Perceba que a Vivo fala em “degustação”, sem assumir formalmente o compromisso de fornecer o 5G SA sem custo adicional no futuro.

“Caminho sem volta”, diz especialista

O especialista Wilson Cardoso, que atua como assessor técnico do Senai São Paulo, acredita que a liberação do 5G SA é um “caminho sem volta” porque traz benefícios ao consumidor e faz parte do planejamento de investimentos das próprias empresas. “Os equipamentos de 4G estão em uso há mais de 10 anos. É preciso aumentar a rede e adicionar equipamentos já na nova tecnologia.”

Vivo libera 5G mais potente em 10 cidades

Rede Vivo 5G+ aparece para mais clientes (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Motorola Razr 60 Ultra (1 TB) com tela de 165 Hz volta a ter desconto

18 de Setembro de 2026, 11:19

Prós
  • Telas POLED com 165 Hz e HDR10+
  • Chip Snapdragon 8 Elite de 3 nm
  • 16 GB de RAM
  • Câmeras de 50 MP
Contras
  • Updates de SO até o Android 18
PIX Cupom
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O Motorola Razr 60 Ultra de 1 TB volta a ficar por R$ 5.799 com cupom OFERTANOML no Mercado Livre. O celular dobrável com tela POLED flexível de 165 Hz e câmeras do Razr 70 Ultra recebe desconto de 42% sobre o preço original de R$ 9.999.

Mas seja rápido: esta promoção é válida somente nesta sexta-feira (18), enquanto o cupom durar.

Razr 60 Ultra tem tela flexível de 165 Hz e câmeras do Razr 70 Ultra

O grande destaque do Razr 60 Ultra é sua tela POLED flexível de 7″ com taxa de 165 Hz e brilho de até 4.500 nits. Tal combinação é capaz de reproduzir imagens com cores fiéis, altíssima fluidez e visibilidade garantida em qualquer lugar. A externa AMOLED de 4″ tem taxa de 165 Hz, brilho de 3.000 nits e suporta Always-On.

O kit de câmeras com todos os sensores de 50 MP é o mesmo do Razr 70 Ultra: há uma wide com OIS e uma ultrawide, que captam belas situações ao ar livre e que filmam em até 8K, e uma frontal que tira ótimas selfies e filma em 4K a 60 fps.

Seu chip Qualcomm Snapdragon 8 Elite e os 16 GB de RAM física expansível até 32 GB via RAM Boost rodam apps exigentes em multitarefa e funções da suíte Moto AI. Para quem gosta de fotografar e filmar, o 1 TB de armazenamento oferece espaço interno mais do que suficiente.

Razr 60 Ultra aberto no formato de tenda e apoiado sobre mesa. A tela externa tem um contorno colorido, indicando a ativação da Moto AI.
Telka externa do Razr 60 Ultra também tem taxa de 165 Hz (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

O corpo de alumínio do gadget traz dobradiças de titânio reforçado e o vidro Gorilla Glass Ceramic sobre a tela externa, resistente contra pancadas e quedas. Já a certificação IP48 confere resistência moderada contra poeira e proteção em casos de mergulhos acidentais.

Sua bateria de 4.700 mAh resiste até 36 horas de uso segundo a Motorola. O suporte a carregamento ultrarrápido de 68 W via USB-C permite ao celular receber uma carga para um dia inteiro em apenas 8 minutos, essencial para usuários com pouco tempo para recarregar na correria diária.

O Razr 60 Ultra de 1 TB (R$ 5.799 com cupom OFERTANOML) receberá atualizações até o Android 18 e possui conectividade 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 5.4 e NFC.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Motorola Razr 60 Ultra (1 TB) com tela de 165 Hz volta a ter desconto

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Razr 60 Ultra (1 TB) com tela POLED flexível de 165 Hz e câmeras do Razr 70 Ultra sai 42% mais barato no Pix, com cupom do Mercado Livre que acaba hoje

Xiaomi vai vender dois novos smartphones no Brasil

18 de Setembro de 2026, 11:14
Redmi Note 17 Pro vem em quatro opções de cores (imagem: divulgação)
Resumo
  • Xiaomi prepara o lançamento de dois novos smartphones no Brasil: Redmi Note 17 Pro e Poco X8.
  • Os aparelhos foram certificados pela Anatel e têm características similares, incluindo tela AMOLED de 6,83″ e processador Snapdragon 6s Gen 4.
  • Os modelos devem ter baterias de 8.300 mAh ou 9.000 mAh em silício-carbono.

Mais um membro da família Redmi Note 17 recebeu a aprovação da Anatel: é o Redmi Note 17 Pro. O modelo é acompanhado na certificação pelo primo Poco X8, já que ambos compartilham muitas características em comum.

O Redmi Note 17 Pro usa os códigos de modelo 2607DRA18T e 2607DRA18G, enquanto o Poco X8 é o 2607DPC18G. O certificado foi emitido na última terça-feira (15/09) pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), conforme revelam os documentos vistos em primeira mão pelo Tecnoblog.

Captura de tela do certificado de homologação do Redmi Note 17 Pro e Poco X8
Certificado de homologação do Redmi Note 17 Pro e Poco X8 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Por dentro e por fora, os dois smartphones têm características quase idênticas:

Os modelos divergem em três aspectos:

  • O Poco X8 não possui IP, enquanto o Redmi Note 17 Pro tem IP68/69K (dependendo do mercado)
  • A sua segunda câmera traseira é uma mera câmera de 2 megapixels para detectar profundidade, já o Redmi Note 17 Pro usa uma ultrawide de 8 megapixels
  • O design, especialmente as cores e o formato da “ilha” das câmeras
Imagem de divulgação do Xiaomi Poco X8, mostrando suas três opções de cores
Poco X8 tem três opções de cores e design similar ao Redmi Note 17 Pro (imagem: divulgação)

Na caixa, ambos serão acompanhados de carregador de 67 Watts, modelos MDY-15-ET ou MDY-20-EV.

Os celulares também divergem em suas memórias: apenas o Redmi Note 17 Pro oferece opção de 512 GB de armazenamento em alguns países. A memória RAM pode ser de 6 GB, 8 GB ou 12 GB, dependendo de onde é vendido.

A certificação do Redmi Note 17 Pro vem para acompanhar os “irmãos menores” Redmi Note 17 4G e 5G, que já receberam a aprovação da agência. Apenas o Redmi Note 17 Pro Max, com especificações superiores e bateria de até 10.000 mAh, ainda não recebeu o aval.

Foto de certificação do carregador MDY-20-EV da Xiaomi
Carregador MDY-20-EV, uma das opções que virá na caixa do Poco X8 e Redmi Note 17 Pro (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Xiaomi vai vender dois novos smartphones no Brasil

Redmi Note 17 Pro vem em quatro opções de cores (imagem: divulgação)

Certificado de homologação do Redmi Note 17 Pro e Poco X8 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

iPhone pode ficar ainda mais caro após reajuste da Samsung

18 de Setembro de 2026, 11:14
iPhone 18 Pro Max e Pro, lado a lado (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Resumo
  • A Samsung reajustou os preços dos chips de memória para o primeiro trimestre de 2027, o que pode aumentar o custo dos futuros iPhones.
  • Os novos preços representam uma alta de até 40% em comparação aos preços anteriores, afetando componentes de DRAM e NAND flash.
  • O aumento pode ser repassado aos consumidores, elevando o preço dos próximos iPhones, após o aumento recente dos modelos iPhone 18 Pro.

A Apple aceitou os novos preços de chips de memória da Samsung para o primeiro trimestre de 2027, segundo informações da cadeia de fornecimento. O acordo envolve componentes de DRAM e NAND flash, que enfrentam uma forte pressão de demanda. A alta pode aumentar novamente os custos dos iPhones.

O reajuste da Samsung ocorre pouco depois do anúncios dos novos modelos iPhone 18 Pro, que já chegaram mais caros em relação ao iPhone 17 Pro. No Brasil, os novos iPhones começam a ser vendidos nesta sexta-feira (18/09), com preços a partir de R$ 11.999. Tanto o Pro quanto o Pro Max tiveram aumento de R$ 500 em relação aos antecessores.

Fabricantes de smartphones chinesas, como Oppo e Vivo (que opera a marca Jovi no Brasil) teriam resistido aos aumentos propostos pela Samsung para o fim de 2026, segundo o Semiconductor Insider.

Memória sobe até 40%

Ilustração sobre memória flash mostra dois pentes de memória em um fundo de cor rosa. Na parte inferior direita, o logotipo do "tecnoblog" é visível
Chips de memória DRAM e NAND sofreram aumentos na Samsung (ilustração: Vitor Pádua/tecnoblog)

As novas cotações negociadas entre Samsung e Apple representam uma alta considerável em comparação aos preços praticados até o momento:

  • LPDDR5X: cerca de US$ 2 por gigabit (Gb), ante US$ 1,50/Gb no terceiro trimestre de 2026
  • NAND flash: aproximadamente US$ 0,33/Gb, contra US$ 0,26/Gb.

Dependendo do componente, os valores representam aumentos de aproximadamente 30% a 40%. A alta ocorre em um momento de restrição na oferta de chips de memória, enquanto fabricantes de eletrônicos disputam capacidade de produção com empresas que desenvolvem infraestrutura para inteligência artificial.

Para a Apple, o impacto final dependerá de quanto de memória cada aparelho utiliza e de como a empresa distribuirá o aumento de custos entre fornecedores, margens e preço dos produtos. O novo acordo não significa, necessariamente, que um próximo iPhone — seja uma próxima geração ou o iPhone 18 base, que lança apenas no ano que vem — terá um reajuste equivalente, mas há motivos para acreditar que sim.

Rumores de junho apontam que a estratégia de mercado da Apple para o fornecimento de chips permitira a manutenção dos preços do iPhone 17 na nova geração, que ainda assim aumentaria o valor base de memória. No entanto, o mesmo foi dito sobre o iPhone 18 Pro.

Boom da IA pressiona produção de memória

Ilustração que mostra um celular e um notebook ao lado de uma moeda para representar um aumento de preços desses produtos
Aumento de preço da memória RAM impacta mercado de eletrônicos (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A expansão dos data centers de inteligência artificial aumentou a procura por diferentes tipos de memória, especialmente por componentes usados em servidores e aceleradores de IA. Em agosto, a Samsung já havia aumentado os preços de fabricação dos componentes.

Samsung, SK Hynix e Micron, as três maiores fabricantes do setor, vêm direcionando parte de sua capacidade para produtos destinados ao mercado de servidores, incluindo a HBM (High Bandwidth Memory), essencial para aceleradores de IA.

Esse movimento reduz a disponibilidade de componentes usados em outros eletrônicos e aumenta a pressão sobre os preços de DRAM e NAND. Grande parte da capacidade produtiva prevista para 2027 já está até comprometida.

iPhone pode ficar ainda mais caro após reajuste da Samsung

iPhone 18: Pro Max e Pro lado a lado (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

(imagem: Vitor Pádua/tecnoblog)

Aumento de preço da memória RAM (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Galaxy Watch 8 LTE tem 62% OFF para quem quer correr sem celular

18 de Setembro de 2026, 10:57

Prós
  • Tela AMOLED de 3.000 nits
  • Suporte a e GPS dupla frequência
  • Compatível com Galaxy AI
  • Responde notificações e mensagens
  • Certificação IP68 e MIL-STD-810H
Contras
  • Autonomia reduzida com GPS ativo
  • Não conversa com iPhone
  • Funções exclusivas com linha Galaxy
PIX
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O Galaxy Watch 8 de 44 mm está saindo por apenas R$ 1.316 no Pix na Amazon. O smartwatch Samsung com suporte a LTE e Treinador de Corrida Personalizado atinge um dos menores preços já vistos pelo Achados, com desconto de 62% sobre o original de R$ 3.499.

Galaxy Watch 8 tem conectividade LTE e treinador para corridas

O Galaxy Watch 8 possui uma tela Super AMOLED de 1,47″ com brilho de até 3.000 nits, que reproduz imagens com cores fiéis e tem visibilidade garantida em qualquer ambiente. O vidro Cristal de Safira protege o display contra arranhões e pancadas.

Seus sensores suportam diversas atividades esportivas, com destaque para o Treinador de Corrida Personalizado, que oferece metas e monitora distância e ritmo durante corridas. Suas funções de qualidade de vida incluem eletrocardiograma (ECG), monitores do sono, saúde da mulher e oxigenação do sangue (SpO2).

Graças ao suporte a 4G/LTE, o wearable pode ser usado durante a prática de esportes sem um celular, e até mesmo fazer a diferença em uma situação crítica: no caso de uma emergência médica, ele pode ligar por conta própria para contatos específicos e/ou números como 190 (polícia) e 192 (ambulância).

O Galaxy Watch 8 traz o chip Exynos W1000, 2 GB de RAM e 32 GB de espaço interno, configuração que permite instalar e executar apps localmente. Sua bateria de 435 mAh tem autonomia de um dia de uso e suporta carregamento sem fio de 10 W.

Seu corpo de alumínio Armor de 44 mm conta com as certificações IP68 e militar MIL-STD810H, que conferem proteção em cenários extremos, como altas temperaturas e pressão atmosférica de até 5 ATM, o que permite ser usado na prática de esportes aquáticos, como natação ou mergulhos rasos (até 50 m).

O Galaxy Watch 8 LTE de 44 mm (apenas R$ 1.316 no Pix) roda o sistema Wear OS 6 e é compatível com as soluções do ecossistema do Google. O smartwatch da Samsung possui conectividade Wi-Fi 5, NFC, Bluetooth 5.3 e GPS multibanda, que determina a posição exata do usuário.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Galaxy Watch 8 LTE tem 62% OFF para quem quer correr sem celular

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Galaxy Watch 8 (44 mm) com conectividade 4G/LTE e treinador personalizado atinge um dos menores preços que já vimos, com desconto no Pix de 62% na Amazon

Como criar ou editar destaques com stories no Instagram

18 de Setembro de 2026, 10:30
Ilustração de story destacado no Instagram
Usuário do Instagram pode destacar Stories importantes em seu perfil (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Para adicionar um destaque no Instagram, é necessário que o conteúdo tenha sido publicado no Stories. Então, basta abrir o story desejado (ativo ou arquivado) e tocar na opção “Destacar”. O processo pode ser feito nas versões da rede social para celular ou PC.

O usuário também pode editar destaques no Instagram depois de criá-los, escolhendo um novo nome, uma imagem de capa e adicionando novos stories com fotos, vídeos ou texto.

A seguir, o Tecnoblog explica o passo a passo de como criar destaques no Instagram ou editar os conteúdos já destacados no perfil.

Como colocar destaque de Stories no Instagram

Caso você não tenha nenhum destaque criado no Instagram, será necessário publicar um story e usar o ícone “Destacar” presente no post para ativar a seção de destaques no perfil. A partir daí, é possível usar o ícone “+” exibido na faixa de destaques para criar novas pastas com stories destacados.

1. Abra o Instagram no seu celular e toque na sua foto de perfil, no canto superior esquerdo, para acessar os seus stories mais recentes.

2. Toque no botão “Destacar”, na parte inferior da tela. (Se o botão não estiver disponível, toque em “Mais” e selecione “Destacar”).

3. Siga os seguintes passos, se você está:

    • Criando o primeiro destaque: dê um nome para a galeria de stories e toque em avançar.
    • Já possui outros destaques: toque em “+” para criar uma nova galeria ou escolha um dos destaques existentes para adicionar o novo story ao grupo.
    Criando o primeiro Destaque no Instagram
    Criando o primeiro Destaque no Instagram (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

    Como criar um destaque de Stories no Instagram Web

    O Instagram Web não exibe o ícone de destacar em stories que ainda estão ativos. A opção de criar um destaque só aparece no perfil caso a pessoa já possua uma galeria de stories anteriormente.

    1. Acesse instagram.com pelo navegador do PC e, se necessário, faça login na sua conta.

    2. Clique na sua foto de perfil, no canto esquerdo da tela.

    3. Clique no botão “Novo”, embaixo da sua bio.

    4. Dê um nome para o novo “Destaque” e clique em “Avançar”.

    5. Escolha os stories que farão parte do seu Destaque e clique em “Avançar”.

    6. Selecione um dos stories para ser a capa do Destaque.

    7. Por fim, clique em “Concluir”.

    Criando um Destaque no Instagram Web
    Criando um Destaque no Instagram Web (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

    Como editar destaques no Instagram

    As opções de edição permitem alterações da imagem de capa e do nome do destaque, além da possibilidade de adicionar ou remover Stories. Vale mencionar que não há como remover um story destacado ou excluir pastas de destaque pelo computador.

    1. Inicie o Instagram no celular e toque na sua foto de perfil, localizada no canto inferior direito.

    2. No seu perfil, toque no “Destaque” que você deseja editar.

    3. Toque no botão “Mais” no canto inferior direito do story e, no menu pop-up, selecione “Editar destaque”.

    4. Toque em “Editar capa” e escolha um dos stories ou uma imagem da galeria do seu celular para ser a foto de destaque. Depois, toque no botão de check (✓) para concluir.

    5. Toque no campo “Título”, caso queira dar um novo nome para o Destaque.

    6. Selecione as seguintes abas para:

    • “Selecionado”: desmarcar os stories que você não deseja manter nos destaques.
    • “Stories”: marcar os novos stories que você deseja incluir nos destaques.

    7. Após todas as edições, toque em “Concluir” na parte superior da tela.

    Editando um destaque do Instagram
    Editando os destaques do Instagram (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

    Dá para criar destaques no Instagram com Stories que já expiraram?

    Sim. Basta entrar na página de perfil e tocar em “+” no carrossel de destaques para acessar todos os stories arquivados e destacar os posts desejados. Também é possível acessar o arquivo do Instagram, abrir um story arquivado e escolher a opção “Destacar”.

    Tem como tirar o nome do destaque do Instagram?

    Sim, com o truque de caractere invisível do Instagram. Para ocultar o nome é preciso copiar o termo “⠀⠀⠀” (sem as aspas) e colar no campo de título do destaque.

    O que colocar nos destaques do Instagram?

    Os conteúdos em destaque podem variar muito, dependendo da finalidade da conta (fins pessoais ou comerciais). Mas de modo geral, os destaquem podem acomodar:

    • horário de funcionamento;
    • catálogo de produtos;
    • localização do empreendimento;
    • menu ou cardápio;
    • feedback de clientes;
    • portfólio;
    • Stories marcantes;
    • FAQ;
    • Outros meios de contato.

    Posso compartilhar stories dos destaques do Instagram?

    Sim. É possível tocar no ícone de avião de papel de um destaque para compartilhamento via DM de contatos específicos no Instagram ou para publicações em outras redes sociais (como WhatsApp, Facebook e X).

    Outra forma de compartilhamento ocorre com o recurso “Criar” dentro de um destaque. A funcionalidade vai transformar destaque em Reel do Instagram para publicar os conteúdos no feed da plataforma.

    Posso excluir um destaque no Instagram?

    Sim, mas o processo só é permitido no app para celulares. Para apagar destaque do Instagram é preciso tocar em “Mais” no story destacado e escolher a opção “Remover dos destaques”. Também pode-se tocar e segurar no ícone de uma pasta de destaques e escolher “Excluir destaque” para apagar todos os stories de uma vez.

    Como criar ou editar destaques com stories no Instagram

    Usuário do Instagram pode destacar Stories importantes em seu perfil (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

    Criando o primeiro Destaque no Instagram (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

    Criando um Destaque no Instagram Web (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

    Editando os destaques do Instagram (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

    Motorola Edge 70 (512 GB) com 12 GB de RAM sai 54% mais barato no Mercado Livre

    18 de Setembro de 2026, 10:25

    Prós
    • Apenas 5,99 mm de espessura
    • Todas as câmeras de 50 MP
    • Construção resistente
    • Tela AMOLED de 6,7″ com 120 Hz
    • Bateria dura até 38 horas
    • Carregamento de 68 W
    Contras
    • Sem lente teleobjetiva
    • Chip inferior ao da versão Pro
    PIX
    Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

    O Motorola Edge 70 (512 GB) está saindo por apenas R$ 2.519 no Pix no Mercado Livre. O celular da Motorola, que traz 12 GB de RAM física, chip Snapdragon e câmeras de 50 MP, alcança o segundo menor preço de 2026, segundo históricos do Achados e do Zoom, com desconto de 54% sobre o preço original de R$ 5.499.

    Motorola Edge 70 traz 12 GB de RAM e chip Snapdragon

    Smartphone Motorola na mão, mostrando a parte traseira com módulo de câmeras e logotipo Motorola
    Todas as câmeras do Edge 70 são de 50 MP (Foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

    O Edge 70 é equipado com um chip Qualcomm Snapdragon 7 Gen 4 e 12 GB de RAM física expansível até 24 GB via RAM Boost, que permite ao gadget rodar apps pesados em multitarefa, games e soluções do Moto AI. Para quem adora fotografar e filmar, os 512 GB de armazenamento oferecem espaço interno de sobra.

    Falando nisso, o kit de câmeras traz apenas sensores de 50 MP, com suporte a HDR. Temos uma wide com OIS e uma ultrawide com ângulo de 120º, que capturam belas imagens ao ar livre, e uma frontal que tira selfies de excelente qualidade. Todas filmam em 4K, com as traseiras suportando 60 fps.

    Sua tela POLED de 6,7″ possui taxa de 120 Hz e brilho de 4.500 nits, que a permite reproduzir imagens com cores excelentes e alta fluidez nas transições em apps e games, além de apresentar visibilidade garantida em qualquer lugar. O vidro Gorilla Glass 7i protege-a contra quedas e pancadas.

    Motorola Edge 70 sendo visto lateralmente e segurado por uma mão com um relógio no pulso
    Corpo do Edge 70 é bem leve e fino (Foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

    O corpo de alumínio do Edge 70 possui apenas 5,99 mm de espessura e 159 g de peso, e conta com as certificações IP68/IP69 e militar MIL-STD-810H, que conferem proteção em cenários extremos como altas temperaturas, além de mergulhos acidentais e poeira intensa.

    Sua bateria de 4.800 mAh resiste a até 38 horas de uso, segundo a fabricante. Além disso, o suporte para carregamento rápido de 68 W via USB-C permite receber uma carga que dura o dia inteiro em apenas 15 minutos, um excelente recurso para usuários com agendas corridas.

    O Motorola Edge 70 de 512 GB (apenas R$ 2.519 no Pix) será atualizado até o Android 20 e conversa com redes 5G, Wi-Fi 6E, Bluetooth 5.4 e NFC.

    Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

    Motorola Edge 70 (512 GB) com 12 GB de RAM sai 54% mais barato no Mercado Livre

    Galaxy S26 Plus volta a cair de preço com oferta no Magalu

    18 de Setembro de 2026, 09:32

    Prós
    • Chip de alto desempenho
    • Tela brilhante e fluida
    • Câmeras premium e filma em 8K
    • Promete 7 anos de atualizações
    • Suporta carregamento de 45 W
    • Resistente a água e poeira
    Contras
    • Sem tela de privacidade do S26 Ultra
    • Não possui lente periscópica
    PIX
    Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

    O Galaxy S26 Plus (256 GB) está saindo por apenas R$ 4.496 no Pix no Magazine Luiza. O celular premium da Samsung, equipado com câmera wide de 50 MP, tela AMOLED de 120 Hz e 12 GB de RAM, está com um desconto de 51% sobre o preço original de R$ 9.199.

    Galaxy S26 Plus tem câmera de 50 MP e tela AMOLED de 120 Hz

    O kit principal de câmeras do S26 Plus filma em 8K e inclui wide de 50 MP com OIS e ultrawide de 12 MP, uma dupla que capta belas cenas em ambientes abertos, e teleobjetiva de 10 MP com zoom óptico de 3x para aproximações com qualidade. A frontal de 12 MP filma em 4K a 60 fps e tira ótimas selfies.

    Seu chip Exynos 2600 de 2 nanômetros e os 12 GB de memória RAM garantem 38% mais performance na NPU, 23% na GPU e 7% na CPU em relação ao Galaxy S25 Plus, segundo a Samsung. Os 256 GB de armazenamento disponibilizam espaço interno razoável para guardar vídeos e fotos.

    O painel LTPO AMOLED Dinâmico 2X de 6,7″ possui taxa de 120 Hz e brilho de até 2.600 nits. Esta combinação permite a reprodução de imagens com cores vibrantes e alta fluidez nas transições de apps e games, além de garantir a visibilidade em qualquer lugar.

    Tela do Galaxy S26
    Tela AMOLED de 6,7″ do S26 Plus reproduz imagens com alta fluidez (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

    O corpo de alumínio do S26 Plus é revestido em ambos os lados pelo vidro Gorilla Glass Victus 2, resistente contra pancadas e quedas. Já a certificação IP68 confere proteção em cenários como poeira intensa e mergulhos acidentais.

    Sua bateria de 4.900 mAh possui autonomia de até 31 horas de reprodução de vídeo segundo a fabricante. O suporte a carregamento rápido de 45 W via cabo USB-C, sem fio de 20 W e reverso de 4,5 W garante o uso prolongado durante o dia, ideal para quem não quer perder tempo com tomadas.

    O Galaxy S26 Plus de 256 GB (apenas R$ 4.496 no Pix) roda Android 16 e deve receber sete atualizações do sistema operacional. O smartphone premium da Samsung possui conectividade 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 5.4 e NFC.

    Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

    Galaxy S26 Plus volta a cair de preço com oferta no Magalu

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    Galaxy S26 Plus (256 GB) tem câmera de 50 MP e tela de 120 Hz; celular premium da Samsung sai por menos da metade do preço original em oferta no Pix

    Apple lança iPhone 18 Pro hoje no Brasil

    18 de Setembro de 2026, 00:01
    Imagem mostra um iPhone 18 Pro Max roxo sendo segurado em uma mão
    iPhone 18 Pro Max estreia nova cor (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
    Resumo
    • Início oficial das vendas no varejo brasileiro acontece hoje (18), acompanhando o calendário dos Estados Unidos.
    • Preços partem de R$ 11.999 (iPhone 18 Pro) e R$ 12.999 (iPhone 18 Pro Max), representando um aumento de R$ 500 frente à geração anterior.
    • Principais destaques incluem a inédita lente de abertura variável, o chip A20 Pro de 2 nanômetros e baterias que prometem até 45 horas de uso.

    A Apple inicia hoje (18) as vendas oficiais dos novos iPhone 18 Pro e iPhone 18 Pro Max no Brasil, com preços a partir de R$ 11.999. Anunciados em 9 de setembro, durante um evento nos Estados Unidos , os smartphones chegam ao mercado nacional com foco em atualizações nas câmeras, na capacidade de processamento e, principalmente, na autonomia energética.

    Assim como em 2025, os produtos desembarcam por aqui simultaneamente com o as vendas nos Estados Unidos, um indicativo de que a companhia passou a tratar o Brasil com maior importância, segundo fontes do mercado. Os aparelhos já vêm de fábrica rodando o sistema iOS 27. Cabe lembrar que, nesta safra, a Apple optou por lançar apenas os dispositivos com Pro no nome, enquanto os modelos mais básicos são esperados para o primeiro trimestre de 2027.

    Quanto custam o iPhone 18 Pro e Pro Max no Brasil?

    A nova linha de celulares premium da Apple desembarca por aqui com uma alta de R$ 500 em relação ao ano anterior. O iPhone 18 Pro tem preço sugerido a partir de R$ 11.999 (256 GB), enquanto o iPhone 18 Pro Max começa em R$ 12.999 (256 GB).

    Traçando um comparativo com a família passada, o iPhone 17 Pro estreou no mercado brasileiro em 2025 custando R$ 11.499 na versão básica, de 256 GB. Já o iPhone 17 Pro Max chegou ao país por R$ 12.499.

    ArmazenamentoiPhone 18 ProiPhone 18 Pro Max
    256 GBR$ 11.999R$ 12.999
    512 GBR$ 13.499R$ 14.499
    1 TBR$ 16.499R$ 17.499
    2 TBR$ 20.999R$ 21.999
    Compilação feita pelo Tecnoblog

    A Apple oferece opções de parcelamento em até 12 vezes sem juros no site oficial, além de um desconto de 10% para compras à vista. Os consumidores que realizaram a reserva na pré-venda têm previsão de entrega entre os dias 7 e 15 de outubro.

    Quais são as principais novidades?

    Imagem mostra a parte traseira do iPhone 18 Pro Max de cor roxa
    Conjunto de câmeras do iPhone 18 Pro Max (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

    O grande destaque desta geração é a câmera principal de 48 MP, que estreia a primeira lente de abertura variável na história da Apple e permite o controle manual da entrada de luz no sensor. Segundo a Apple, a abertura de f/1.48 consegue entregar um desempenho 50% superior em fotografias noturnas ou ambientes com baixa luminosidade.

    Todo o poder de fogo é comandado pelo chip A20 Pro, o primeiro da maçã fabricado na litografia de 2 nanômetros. Na prática, a sua GPU é até 40% mais veloz que a do antecessor A19 Pro, aliada a um ganho de 50% na largura de banda de memória. O componente Neural Engine também teve sua capacidade de operação duplicada justamente para rodar as novas ferramentas de IA.

    Imagem mostra dois iPhones 18 Pro e Max lado a lado
    Entalhe está 25% menor (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

    A autonomia também foi alvo de melhorias importantes. O iPhone 18 Pro Max promete fôlego para até 45 horas de reprodução de vídeo. Já o iPhone 18 Pro alcança até 36 horas nos modelos restritos ao eSIM. O tempo na tomada encolheu. Cinco minutos de carga rendem até sete horas de tela no modelo Max, enquanto a versão Pro recupera metade da capacidade em apenas 15 minutos, conforme as projeções da Apple.

    Em conectividade, a companhia introduziu o C2, um modem de celular desenvolvido internamente que diminui o consumo de energia em 15% e usa algoritmos para manter o sinal de rede mais estável. Por fim, o design frontal trouxe um refinamento no recorte da Dynamic Island, que ficou fisicamente menor, mas pode mostrar até três atividades ao vivo ao mesmo tempo sem interferir nos sensores do Face ID.

    Apple lança iPhone 18 Pro hoje no Brasil

    iPhone 18 Pro estreia nova cor (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

    Conjunto de câmeras do iPhone 18 Pro Max (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

    iPhone 18: Pro Max e Pro lado a lado (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

    Soundbar JBL com subwoofer sem fio sai 46% mais barata na Amazon

    17 de Setembro de 2026, 18:34
    R$ 1.469,0046% OFF

    Prós
    • Potência de 110 W RMS
    • Subwoofer sem fio de 60 W e 6,5″
    • 5.3 para versatilidade
    • 3 Modos de som disponíveis
    Contras
    • Sem Dolby Atmos
    • Número de entradas físicas limitado
    PIX
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    A soundbar JBL SB180 está disponível na Amazon por apenas R$ 791,10 no Pix. A oferta representa uma economia de 46% na compra em relação ao valor original de R$ 1.469. Essa é uma oportunidade para quem deseja dar um upgrade no som da TV sem gastar muito.

    JBL SB180: potência de 110 W e modo cinema

    Soundbar JBL SB180 (imagem: Divulgação)
    Soundbar JBL SB180 (imagem: Divulgação)

    O periférico entrega um som encorpado representado por uma potência máxima de 110W RMS. O modelo JBL SB180 inclui um subwoofer de 6,5 polegadas e saída de áudio de 60W RMS. Como funciona sem fios, possibilita ao usuário posicionar em locais estratégicos para melhor reprodução dos graves.

    A soundbar possui três modos de uso para obter experiências sonoras distintas e adaptadas: Cine, Music e News. Equipada com uma saída para HDMI ARC, possibilita o retorno do som da televisão sem precisar de um cabo óptico. A entrada USB-A disponível possibilita compatibilidade com arquivos MP3, a exemplo de pen drives.

    Equipada com Bluetooth 5.3, oferece uma conexão sem fio estável e rápida. Em termos de construção, possui um acabamento minimalista e compacto, com dimensões de 92 cm de largura x 6,3 cm de altura e 9,9 cm de profundidade.

    A Soundbar JBL SB180 capaz de proporcionar um som envolvente está à venda por R$ 791,10 no Pix, um desconto garantido de 46% na Amazon.

    Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

    Soundbar JBL com subwoofer sem fio sai 46% mais barata na Amazon

    Soundbar JBL SB180 (imagem: Divulgação)

    YouTube: usuários reclamam de resolução baixa em vídeos

    17 de Setembro de 2026, 18:29
    Mão segurando um celular que exibe o YouTube, com um fundo de cor vermelha. Na parte inferior direita, está o logotipo do "tecnoblog".
    YouTube: usuários reclamam de resolução baixa em vídeos (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
    Resumo
    • Usuários do YouTube estão enfrentando dificuldades para assistir a vídeos em resoluções acima de 480p nos aplicativos móveis.
    • O problema afeta tanto usuários com contas gratuitas quanto assinantes Premium, e parece estar relacionado ao aplicativo móvel.
    • Soluções temporárias incluem limpar o cache do aplicativo, reinstalá-lo ou acessar a versão web do YouTube.

    Vários usuários estão relatando nas redes sociais que enfrentam dificuldades para assistir a vídeos no YouTube em resoluções acima de 480p. As queixas envolvem tanto usuários com contas gratuitas quanto aqueles que têm uma assinatura Premium, e parecem afetar somente os aplicativos móveis do serviço.

    O Android Authority encontrou várias queixas sobre o problema no Reddit. A maioria é recente, mas há um registro feito há um mês. Também há reclamações em redes sociais como o X, a exemplo da publicação mais abaixo.

    Instabilidades no dispositivo, na plataforma ou na conexão à internet podem fazer a resolução do YouTube oscilar temporariamente, sem que isso represente um problema técnico no serviço de streaming.

    Mas os casos abordados aqui são diferentes. Os usuários notam que o aplicativo do YouTube só mostra resoluções como 144p, 240p, 360p e 480p, não passando desta última. Neste ponto, vale lembrar que o YouTube suporta resoluções de vídeo como 1080p e 4K.

    Até o momento, não há explicação por parte do YouTube para essa limitação. Diante disso, os usuários afetados pelo problema tentam encontrar uma solução por conta própria.

    Why does my youtube application video quality stuck at 480p? @TeamYouTube pic.twitter.com/EGg1XWKLSo

    — *Usaミカミラカナ* (@Anne_JungJungie) September 17, 2026

    E o que fazer se meu app do YouTube estiver limitado a 480p?

    Um usuário notou que as resoluções maiores voltaram a aparecer após o cache do app do YouTube ter sido excluído em seu smartphone. Outro obteve uma solução removendo e instalando o aplicativo novamente, apesar de o problema ter voltado mais tarde.

    Também há relatos de usuários que não tiveram sucesso com nenhum desses procedimentos. Se é o seu caso e se você fica muito incomodado com isso, uma alternativa está em acessar a versão web do YouTube, pelo menos até que uma nova versão do aplicativo seja lançada e, eventualmente, corrija o problema. No navegador, o serviço tem funcionado normalmente.

    YouTube: usuários reclamam de resolução baixa em vídeos

    YouTube no celular (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

    Huawei Watch GT 6 Pro cai 41% pra quem busca smartwatch resistente

    17 de Setembro de 2026, 17:49
    R$ 2.499,0041% OFF

    Prós
    • Corpo em titânio e Cristal de Safira
    • Certificação IP69 e 5 ATM
    • Tela AMOLED de 1,47″ com 3.000 nits
    • Autonomia para até 21 dias
    • Mais de 100 modos de treino
    • Compatível com Android e iOS
    Contras
    • Sem suporte a eSIM
    PIX
    Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

    O Huawei Watch GT 6 Pro de 46 mm está saindo por apenas R$ 1.471,08 no Pix no Mercado Livre, um desconto de 41% em relação ao preço original de R$ 2.499. O smartwatch da Huawei tem como destaques o design em titânio, o sistema de posicionamento avançado e as funcionalidades para ciclismo.

    Huawei Watch GT 6 Pro tem corpo em titânio e proteção contra água

    Huawei Watch GT 6 Pro com mostrador AMOLED e foco em durabilidade do corpo de titânio e proteção IP69
    Huawei Watch GT 6 Pro tem corpo resistente (imagem: divulgação/Huawei)

    Sua carcaça em liga de titânio com traseira de cerâmica e proteção IP69 contra água e poeira garantem extrema durabilidade no uso diário. Assim como a tela de 1,47 polegada em cristal de safira, com tecnologia AMOLED e brilho de até 3.000 nits, que permite visualizar notificações e dados de treinos com perfeita clareza mesmo sob luz intensa.

    Outro destaque é o sistema de posicionamento do smartwatch. Além de um GPS de dupla frequência, o Huawei Watch GT 6 Pro conta com sistema “Sunflower”, que ajusta o sinal dinamicamente durante os movimentos do usuário para manter a conexão sempre direcionada para o satélite e melhorar o rastreamento de rotas.

    Ademais, o relógio inteligente da Huawei oferece recursos especiais para ciclistas, já que além das funcionalidades comuns de monitoramento de saúde e exercícios, ele ainda vem com medidor de Potência Limiar Funcional (FTP) e cadência das pedaladas.

    Ciclista pedalando em uma estrada com o Huawei GT 6 Pro no pulso. Ao fundo um cenário rodeado por montanhas desfocadas.
    Huawei GT 6 Pro faz o monitoramento de dados durante exercícios físicos (imagem: Divulgação)

    O sistema HarmonyOS 6.0 garante fluidez e os 64 GB de armazenamento interno permitem salvar centenas de músicas para ouvir offline sem precisar do celular. A bateria de 867 mAh suporta até 21 dias de uso contínuo, segundo a fabricante, atingindo uma média de 12 dias de uso típico e 7 dias com o Always On Display ativado.

    Lembrando que o Huawei Watch GT 6 Pro está saindo por apenas R$ 1.471,08 no Pix no Mercado Livre na promoção de hoje, uma queda de 41% frente ao valor original do relógio.

    Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

    Huawei Watch GT 6 Pro cai 41% pra quem busca smartwatch resistente

    (imagem: divulgação/Huawei)

    Huawei GT 6 Pro faz o monitoramento de dados durante exercícios físicos (imagem: Divulgação)

    Melhor fone KZ: 10 modelos para comprar em 2026

    17 de Setembro de 2026, 17:46
    Imagem do fone KZ ZSN Pro 2
    KZ ZSN Pro 2 é um intra-auricular mais básico, mas com ótima relação custo-benefício; confira outros fones da KZ (Imagem: reprodução/KZ)

    A KZ é uma marca chinesa que se tornou popular por oferecer fones de ouvido com boa qualidade sonora a preços acessíveis.

    Em seu portfólio, há desde modelos com sistema de drivers híbridos e ajustes manuais para maior amplitude de frequências, a modelos mais simples, que focam em sons equilibrados, com menos recursos e melhor relação custo-benefício.

    A seguir, o Tecnoblog lista 10 opções de fones KZ para usos casuais ou profissionais. Confira as vantagens e limitações de cada modelo.

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    KZ ZS12 Pro X


    Prós
    • Construção metálica
    • Sistema híbrido com seis drivers
    • Cinco armaduras balanceadas
    • Quatro interruptores de ajuste sonoro (modelo Tuning)
    Contras
    • Sem Bluetooth nativo
    • Microfone apenas em algumas versões
    • Versão Tuning exige ajustes manuais
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    O KZ ZS12 Pro X é indicado para quem busca um fone intra-auricular versátil. Sua composição híbrida de driver dinâmico (10 mm) com armaduras balanceadas (BA) otimizam a reprodução de graves a agudos. Já a construção metálica (feita em zinco) pode agradar quem prioriza um acabamento mais robusto.

    O wearable tem resposta de frequência entre 20 Hz e 40 kHz e a variante Tuning inclui chaves seletoras para ajustar essas faixas. Mas o microfone embutido só está presente em versões específicas.

    KZ Duonic


    Prós
    • Boa extensão em graves
    • Sistema híbrido de drivers
    • Microfones integrados com ENC
    • Versões para diferentes públicos
    Contras
    • Graves aprimorados apenas na variante mais cara
    • Módulo com Bluetooth vendido à parte
    • Sem proteção IP
    Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

    O KZ Duonic é indicado para quem busca um fone intra-auricular versátil, com equilíbrio entre graves, médios e agudos e opções de personalização da assinatura sonora. O modelo apresenta driver dinâmico superlinear de 8 mm com o driver magnético planar de três ímãs. A resposta de frequência fica entre 10 Hz e 20 kHz.

    Há ainda uma variante do KZ Duonic com interruptores e graves aprimorados para quem quer sentir sons de baixas frequências. Todos os modelos contam com microfone duplo integrado e ENC, para melhorar a qualidade das chamadas.

    O fone funciona com fio. Mas você pode comprar um módulo adicional à parte para habilitar conexões via Bluetooth.

    KZ AS24 Pro


    Prós
    • 24 drivers BA
    • Drivers dedicados a diferentes frequências
    • Design otimizado para melhorar acústica
    • Tem versão com ajustes manuais para usuários avançados
    Contras
    • Sem Bluetooth nativo
    • Microfone somente em algumas versões
    • Modelo Tuning exige ajustes manuais
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    O KZ AS24 Pro é indicado para quem prioriza detalhamento e separação entre frequências, com 24 armaduras balanceadas (12 por fone) dedicadas à reprodução de graves, médios e agudos. É uma opção voltada a usuários mais exigentes com áudio e que buscam uma experiência sonora mais detalhada.

    Apesar de não ter driver dinâmico, os fones KZ têm drivers BA dedicados a graves, médios e agudos para uma cobertura sonora mais ampla.

    O periférico tem resposta de frequência entre 20 Hz e 40 kHz e traz uma carcaça impressa em 3D com design otimizado para melhorar a acústica. No entanto, somente modelos selecionados contam com microfone embutido.

    KZ ZSX Pro


    Prós
    • Sistema com driver dinâmico de 10 mm e 5 BA
    • Crossover acústico para transições mais naturais
    • Baixa distorção com som de alta fidelidade (Hi-Fi)
    • Design ergonômico
    Contras
    • Graves menos encorpados
    • Módulo Bluetooth vendido separadamente
    • Versão base sem microfone
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    O KZ ZSX Pro é indicado para quem prioriza detalhamento, definição de vocais e instrumentos e maior presença nos agudos, em vez de uma reprodução com graves encorpados. Ele conta com sistema híbrido, formado por um driver dinâmico de 10 mm e cinco BA de alta frequência.

    A resposta de frequência do periférico é de 20 Hz a 40 kHz. Outras especificações incluem design ergonômico, além de baixa distorção e saída de alta fidelidade.

    A versão com controle multifuncional oferece ajustes de reprodução e chamadas, com microfone embutido. Porém, ela é mais cara que a variante base sem microfone integrado.

    KZ ZS10 Pro 2


    Prós
    • Sistema com driver híbridos (dinâmico + BA)
    • Circuito crossover para sons mais equilibrados
    • Chaves de ajuste de frequência
    • Variante com saída USB-C
    Contras
    • Requer módulo Bluetooth para conexão sem fio
    • Exige configurações manuais
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    O KZ ZS10 Pro 2 é uma versão atualizada de um dos fones mais populares da marca. Ele combina um driver dinâmico de 10 mm (para frequências baixas e médias) com dois drivers BA (por fone) focados em agudos. Enquanto isso, o novo circuito crossover proporciona mais equilíbrio nas três frequências.

    O grande diferencial do fone fica na conta das quatro chaves seletoras que ajustam a resposta de frequência, entre 20 Hz a 40 kHz. E o fone é o único da lista que está no catálogo da KZ voltado para profissionais de eSports, com opção de saída USB-C.

    KZ Castor Pro


    Prós
    • Sistema com dois drivers dinâmicos
    • Crossover eletrônico
    • Adota a curva Harman
    • Possui versão com graves aprimorados
    • Oferece ajustes sonoros manuais
    Contras
    • Módulo Bluetooth vendido separadamente
    • Versão base sem microfone
    • Exige de ajustes sonoros manuais
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    O KZ Castor Pro é indicado para quem busca um fone com assinatura sonora versátil, possibilidade de ajustes manuais e boa presença de graves, sendo uma opção interessante para usuários que gostam de personalizar a experiência de áudio.

    Ele tem design intra-auricular e é equipado com dois drivers dinâmicos de 10 mm e 8 mm. Um deles se dedica à reprodução de frequências entre 20 Hz e 200 Hz, enquanto o outro driver cuida dos médios e agudos.

    O fone adota a curva Harman, que é uma referência de afinação sonora. Fora isso, ele conta com chaves para ajustes manuais de áudio, tecnologia de crossover eletrônico, além de resposta entre 20 Hz e 40 kHz.

    São quatro versões vendidas ao todo, incluindo variantes com microfone e com graves aprimorados.

    KZ AS16 Pro


    Prós
    • Oito drivers BA (por fone)
    • Crossover de três vias
    • Cancelamento passivo de ruído superior a 26 dB
    • Cabo projetado para reduzir perdas na transmissão de sinal
    Contras
    • Requer módulo Bluetooth para conexões sem fio
    • Microfone apenas na versão mais cara
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    O KZ AS16 Pro é indicado para quem busca detalhamento, definição e separação entre diferentes faixas de frequência. Ele tem oito armaduras balanceadas por lado e crossover de três vias, atendendo principalmente usuários que priorizam precisão na reprodução de músicas.

    Com design intra-auricular, ele não possui ANC, mas oferece efeito de cancelamento passivo de ruído superior a 26 dB. A resposta de frequência fica entre 20 Hz e 40 kHz. Além disso, o cabo com núcleo de OFC banhado a prata reduz a perda de transmissão do sinal.

    Não há chaves manuais para ajustes sonoros vistas em outros fones da marca, e o microfone só está presente em variantes selecionadas.

    KZ ZSN Pro 2


    Prós
    • Preço mais acessível
    • Sistema híbrido de drivers
    • Driver BA aprimorado
    • Tem circuito crossover
    Contras
    • Menos drivers que os demais modelos
    • Microfone apenas em certas versões
    • Sem Bluetooth nativo
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    O KZ ZSN Pro 2 é um intra-auricular mais básico, com um driver dinâmico e um driver BA por fone. Ainda assim, a KZ aprimorou a estrutura do driver BA para reduzir a taxa de distorção e captar mais detalhes em altas frequências.

    Por falar nisso, a resposta do periférico é de 20 Hz a 40 kHz. Já o circuito crossover promete suavizar a curva acústica para sons mais nítidos e precisos.

    O wearable tem versões nas cores branca, gold ou azul, incluindo modelos com ou sem microfone integrado.

    KZ D-FI


    Prós
    • Driver dinâmico magnético duplo de 10 mm
    • Ampla faixa de resposta de frequência
    • Placa de circuito para controle de faixa
    • Ajustes sonoros (versão Tuning)
    Contras
    • Versão Tuning exige afinação manual
    • Bluetooth apenas com módulo à parte
    • Nem todas versões têm microfone
    Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

    O KZ D-Fi é indicado para quem busca um fone intra-auricular de entrada e quer experimentar diferentes assinaturas sonoras. Ele tem driver dinâmico personalizado (10 mm) de ímã e cavidade dupla. Com isso, o fone intra-auricular se torna mais eficiente e pode alcançar desempenhos melhores de resposta transitória.

    A resposta de frequência entre 7 Hz e 45 kHz é um dos destaques, com extensão ampla de reprodução dos graves aos agudos. E a versão Tuning ainda oferece quatro ajustes de frequência para personalizar o som de acordo com sua preferência.

    KZ EDX Pro 2


    Prós
    • Boa relação custo-benefício
    • Som equilibrado com driver dinâmico de 10 mm
    Contras
    • Módulo Bluetooth vendido à parte
    • Versão base não tem microfone
    Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

    O KZ EDX Pro 2 é indicado para quem busca um fone intra-auricular acessível, com som equilibrado e proposta simples. É uma opção interessante para quem está começando nos IEMs ou não faz questão de personalizar a assinatura sonora.

    Ele conta com um único driver dinâmico super linear de 10 mm, tem afinação fixa de fábrica e não possui as chaves seletoras para ajustes sonoros. Resposta de frequência entre 10 Hz e 20 kHz e carcaça de resina completam as especificações do wearable.

    Como escolher o melhor fone KZ em 2026?

    A escolha pelo melhor fone KZ depende bastante da assinatura sonora e das preferências do usuário. Mas vale ficar de olho em alguns aspectos gerais como:

    • Sistema de drivers: confira como é a distribuição de drivers e escolha modelos mais voltados para a frequência de acordo com seu gosto.
    • Resposta de frequência: verifique a faixa de frequência declarada e, se possível, analise os gráficos de distribuição de graves, médios e agudos.
    • Chaves de ajuste: usos menos exigentes não precisam de modelos com ajustes sonoros manuais; mas modelos com chaves físicas oferecem mais personalização, sendo ideais para profissionais de áudio.
    • Microfone integrado: fones para monitoramento de áudio não exigem microfone embutido; mas versões com microfone fazem sentido para jogos e chamadas.
    • Tipo de conector: verificar o tipo de conexão dos fones KZ é importante para entender a compatibilidade com módulos Bluetooth (vendidos à parte).

    Qual é o melhor fone KZ para jogos?

    O KZ ZS10 Pro 2 é o melhor fone de ouvido gamer para celular dentre os modelos listados, com opção de saída USB-C e sistema de driver híbrido para cobertura ampla de graves, médios e agudos. Inclusive, o periférico está no catálogo de IEMs KZ voltado para profissionais de eSports.

    Como saber se o fone KZ é original?

    Comprar em lojas oficiais ou revendedoras autorizadas é a melhor forma de garantir fones KZ originais. Outra forma de se precaver contra fones falsos — e outros eletrônicos — é desconfiar de preços muito abaixo do padrão.

    Fone QKZ é da KZ?

    Não, já que QKZ e KZ são marcas diferentes. Inclusive, não há evidências concretas de que as marcas possuem parceria ou são submarcas de uma matriz em comum, ao contrário do que alguns dizem.

    Melhor fone KZ: 10 modelos para comprar em 2026

    Como apagar uma mensagem ou conversa no Instagram Direct

    17 de Setembro de 2026, 16:56
    Ilustração mostra uma tela do aplicativo Instagram com o menu de opções de mensagens diretas
    Recurso “Cancelar envio” exclui a mensagem direta do Instagram para o remetente e o destinatário (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

    Apagar uma mensagem no Instagram é excluir um registro do que foi enviado ou recebido no Direct. É possível deletar mensagens ou conversas pelo aplicativo para celulares Android e iPhones, e também pela versão web.

    Para excluir mensagens individuais que você enviou no Instagram, basta selecionar a opção “cancelar o envio”, dentro do chat. A opção apaga a mensagem para ambas as partes.

    Outra alternativa disponível é apagar a conversa inteira. Esse método limpa não só todas as mensagens, mas todo o histórico de ligações e áudios enviados ou recebidos.

    A seguir, saiba como apagar uma mensagem ou conversa no Instagram.

    Como apagar uma mensagem no Instagram

    1. Abra o app do Instagram no seu celular e toque no ícone de Mensagens Diretas (DMs), no centro da parte inferior da tela.
    2. Acesse a conversa com a mensagem que você deseja excluir.
    3. Segure o toque em cima da mensagem que você quer apagar do bate-papo.
    4. Toque em “Cancelar envio” para excluir a mensagem do chat.
    Excluindo uma mensagem na conversa no Instagram (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

    Como apagar uma conversa inteira no Instagram

    1. Toque no ícone de DMs no centro da parte inferior da tela do Instagram.
    2. Segure o toque em cima da conversa que você deseja apagar.
    3. Selecione a opção “Excluir” e, em seguida, “Remover”.
    Selecionando a conversa que será excluída das DMs do Instagram (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

    Como apagar várias conversas de uma vez no Instagram

    Para excluir várias conversas de uma vez, você deve usar a conta profissional do Instagram. A função não está disponível para contas pessoais da rede social de fotos e vídeos.

    1. Acesse a área de DMs tocando no ícone no centro da parte inferior da tela.
    2. Toque no ícone de três pontos no canto superior da tela e escolha a opção “Selecionar conversas” (no iPhone).
    3. Marque os bate-papos que serão deletados da DM e toque em “Excluir”.
    4. Na janela pop-up, toque em “Excluir” para confirmar a ação.
    A opção “Selecionar conversas” varia de posição no iPhone (esquerda) e no Android (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

    Tem como apagar mensagens no Instagram pelo PC?

    Sim, a versão web do Instagram possui as opções “Cancelar envio” e “Excluir um bate-papo”. Semelhante ao app, ambas estão disponíveis ao acessar a área de DM pelo navegador do PC.

    Por que não consigo apagar uma mensagem no Instagram?

    Há alguns pontos que podem impedir você de apagar uma mensagem no Instagram. Os mais comuns são:

    • Mensagem do outro contato: você não pode excluir mensagens enviadas por outras pessoas para você. Somente o remetente pode apagar as mensagens individuais que ele enviou;
    • Solicitação de contato: se você enviou uma mensagem para alguém que não te segue, ela aparece como “Solicitação de contato”. Não é possível cancelar o envio dessa mensagem, mas você pode exclui-la da sua caixa de entrada;
    • Aplicativo desatualizado: se você estiver usando uma versão antiga do app do Instagram, ela pode ser incompatível com as funções de “Cancelar envio” e excluir conversas. Por isso, sempre mantenha o app atualizado;
    • Bug temporário: às vezes, problemas do próprio Instagram podem impedir que você apague mensagens. A solução é tentar excluir a conversa em outro momento ou buscar ajuda do suporte da rede social.

    Posso apagar o histórico de chamadas das mensagens do Instagram?

    Não é possível excluir as mensagens de chamadas nas conversas do Instagram de forma individual. Uma possível solução é excluir o bate-papo inteiro, mas você também perderá todas as mensagens trocadas anteriormente com a pessoa.

    Posso apagar a conversa inteira no Instagram para as duas pessoas?

    Não. Quando você exclui uma conversa inteira no Instagram, essa ação afeta apenas a sua caixa de DMs. A pessoa do outro lado continua vendo o histórico do bate-papo. Somente as mensagens apagadas individualmente desaparecem para o remetente e o destinatário.

    A pessoa pode saber se eu apagar uma mensagem na conversa do Instagram?

    Depende. O destinatário pode receber uma notificação e ler a mensagem antes de você cancelar o envio. Então, ele notará que você apagou a mensagem. Em outros casos, se a pessoa desativa as notificações do app, ela não poderá saber que você excluiu a mensagem.

    Posso recuperar as mensagens apagadas no Instagram?

    As mensagens do Direct do Instagram não podem ser recuperadas. Esses dados não podem ser resgatados nem solicitando o backup dos arquivos do perfil na Central de Contas da Meta. A rede social apenas abre exceções em casos de investigações policiais.

    Como apagar uma mensagem ou conversa no Instagram Direct

    Recurso "Cancelar envio" exclui a mensagem direta do Instagram para o remetente e o destinatário (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

    Excluindo uma mensagem na conversa no Instagram (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

    Selecionando a conversa que será excluída das DMs do Instagram (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

    A opção "C" varia no iPhone (esquerda) e no Android (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

    OpenAI vai avisar quando IAs agirem sem autorização

    17 de Setembro de 2026, 16:26
    Imagem mostra o CEO da OpenAI, Sam Altman, à esquerda, e o logo do ChatGPT à direita. Na parte inferior direita, o logo do "tecnoblog"
    Funcionários da empresa de Sam Altman podem relatar desvios de IA (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
    Resumo
    • OpenAI oficializou uma nova estrutura para rastrear e divulgar comportamentos inesperados em seus modelos de IA.
    • De início, a empresa revelou seis incidentes recentes, desde sistemas que falsificaram dados até modelos que ocultaram seus próprios erros.
    • O novo protocolo permite que qualquer funcionário reporte falhas e, segundo a empresa, busca ajudar a estabelecer um padrão para a indústria.

    A OpenAI vai rastrear, investigar e divulgar casos em que seus modelos de inteligência artificial apresentem comportamentos inadequados. Em comunicado, a empresa afirma que quer dar mais transparência a falhas que podem ocorrer desde o treinamento até a execução dos sistemas. A medida chega meses depois de um modelo da OpenAI invadir servidores da Hugging Face.

    Segundo a criadora do ChatGPT, um dos motivos é acelerar a divulgação de incidentes após sua detecção, mesmo quando as equipes técnicas ainda não compreenderam a causa exata ou não encontraram uma solução definitiva. Para dar início, a companhia revelou nessa quarta-feira (16/09) seis casos de comportamentos preocupantes identificados internamente nos últimos meses.

    Quais foram os comportamentos inadequados da IA?

    A empresa define “desalinhamento” como qualquer ação que desvie dos valores, instruções ou intenções humanas. Os exemplos mostram como a tecnologia pode burlar as regras.

    • Instruções não autorizadas: um modelo não lançado inseriu comandos em tarefas, orientando o sistema a ignorar limitações e declarando-se “liberado de amarras corporativas ou governamentais”.
    • Ocultação de erros: durante o treinamento do modelo GPT-5.6 Sol, a IA adicionou instruções para mascarar falhas e inventar dados históricos.
    • Acesso indevido e dados falsos: ao tentar responder a uma pergunta sobre rendimentos na Califórnia, um sistema usou uma chave de API sem autorização e alterou os números.
    • Upload sem permissão: outro modelo não lançado enviou um arquivo para a internet sem pedir autorização ao usuário.
    • Comunicação paralela: agentes de IA utilizaram um repositório interno de código como fórum para trocar mensagens, além de tentarem burlar restrições de rede transferindo arquivos de teste.
    • Compartilhamento público indevido: sistemas em treinamento usaram sites abertos de hospedagem para compartilhar arquivos entre si, ignorando a orientação de que o acesso deveria ser apenas local.
    Arte com o logotipo da OpenAI. À direita, há a imagem da sombra de uma pessoa mexendo em um celular. Na parte inferior direita, está o logotipo do Tecnoblog.
    Modelo de IA em treinamento tentou ocultar falhas e burlar restrições de segurança (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

    Como funciona o novo processo de investigação?

    Para o chefe de pesquisa de alinhamento da OpenAI, Kai Chen, a indústria ainda não conseguiu encontrar uma forma de resolver esses desafios de monitoramento.

    Sob a nova estrutura, qualquer funcionário da empresa terá autonomia para sinalizar casos de desalinhamento, que serão analisados e classificados em três categorias: 1) Pronto para Divulgação; 2) Investigação Menor; e 3) Investigação Maior.

    Cada relatório publicado informará publicamente o comportamento observado. A iniciativa é descrita como voluntária e vai atuar como complemento às exigências legais existentes. Paralelamente, a OpenAI já trabalha para propor ao governo dos Estados Unidos novos mecanismos de notificação para incidentes graves envolvendo inteligência artificial.

    OpenAI vai avisar quando IAs agirem sem autorização

    ChatGPT e Sam Altman, CEO da OpenAI (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

    ChatGPT, da OpenAI, é preferência nas empresas (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

    Por que o Windows 11 não tinha Barra de Tarefas móvel? Microsoft explica

    17 de Setembro de 2026, 16:09
    Barra de Tarefas móvel no Windows 11
    Barra de Tarefas, agora móvel no Windows 11 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
    Resumo
    • A Barra de Tarefas do Windows 11 foi desenvolvida do zero e não reaproveitou a implementação existente no Windows 10, o que tornou complexo adicionar a funcionalidade de mobilidade.
    • A Microsoft priorizou recursos mais importantes durante o lançamento do Windows 11, considerando que a demanda por essa funcionalidade não era alta o suficiente.
    • A funcionalidade de mover a Barra de Tarefas para diferentes locais da tela foi liberada em uma atualização de setembro de 2026, que pode ser ativada por meio das configurações do sistema.

    Lançado em 2021, o Windows 11 chegou com algumas diferenças funcionais notáveis em relação ao Windows 10 (e versões anteriores). Uma delas estava na Barra de Tarefas, que não era móvel. O problema foi corrigido recentemente. Mas uma dúvida ficou no ar: por que o componente tinha essa limitação? A resposta foi dada pela própria Microsoft, discretamente.

    No Windows 10, você pode mover a Barra de Tarefas para o topo ou para as laterais da tela com um simples arrastar do cursor do mouse. É por isso que, no primeiro contato com o Windows 11, fiquei surpreso ao descobrir que a Barra de Tarefas não podia ser movimentada ali.

    Surpreso, mas não decepcionado, afinal, não uso a Barra de Tarefas em um local diferente do padrão. Mas, pelo jeito, muita gente usa. Tanto que a Microsoft passou os anos seguintes recebendo queixas de usuários insatisfeitos com essa restrição.

    A solução só surgiu cinco anos depois. A dúvida continuou, porém: por que a Barra de Tarefas do Windows 11 não era móvel desde o início?

    Eis que, ao investigar o assunto, o Windows Latest descobriu uma sessão de perguntas e respostas para participantes do programa Windows Insider realizada em abril de 2022 por Tali Roth, uma gerente de produtos da Microsoft. Uma das perguntas respondidas pela executiva tratava justamente da Barra de Tarefas “imóvel”.

    Roth explicou que a Barra de Tarefas do Windows 11 foi desenvolvida praticamente do zero, ou seja, não reaproveitou a implementação existente no Windows 10. Mas fazer a nova Barra de Tarefas se mover não era uma tarefa simples:

    Quando você pensa em ter a Barra de Tarefas à direita ou à esquerda, de repente o redimensionamento e o trabalho que todos os aplicativos precisam fazer para oferecer uma experiência excelente nesses ambientes se tornam enormes.

    Tali Roth, gerente de produtos da Microsoft

    A movimentação da Barra de Tarefas exige que aplicativos e outros elementos se adaptem à nova disposição, o que requer ajustes de layout, escala e afins. O Windows 10 já contava com isso. O Windows 11, por outro lado, introduziu recursos de interface mais modernos, mas que, até o lançamento do sistema, não tratavam desse aspecto.

    Então, para não prejudicar o lançamento o Windows 11, a Microsoft optou por priorizar os recursos mais importantes. A mobilidade da Barra de Tarefas não era um deles, razão pela qual foi deixada de lado. Um dos critérios que a companhia usou para isso foi o entendimento de que não havia demanda alta o suficiente para priorizar a mudança de posição do componente (mas havia).

    Configurando a posição da Barra de Tarefas no Windows 11
    Configurando a posição da Barra de Tarefas no Windows 11 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

    Agora o Windows 11 tem Barra de Tarefas móvel

    Depois de um período de testes, a Microsoft liberou uma atualização para o Windows 11 em agosto que trouxe a Barra de Tarefas móvel de volta às versões finais do sistema operacional.

    Na época, aquela era uma atualização opcional. A liberação oficial ocorreu neste mês, com o Patch Tuesday de setembro de 2026 (KB5124008), cuja instalação é automática.

    Mas, ao contrário do Windows 10, não é possível mover a Barra de Tarefas usando o mouse. Para mudar a posição do componente, vá em Configurações / Personalização / Barra de Tarefas / Comportamento da Barra de Tarefas / Posição da Barra de Tarefas. Ali, escolha o local onde a barra deve ficar.

    É claro que esse procedimento só funcionará após a atualização ser instalada. Se nem isso funcionar, aguarde um pouco. A liberação para o seu computador deverá ocorrer nos próximos dias.

    Por que o Windows 11 não tinha Barra de Tarefas móvel? Microsoft explica

    Barra de Tarefas móvel no Windows 11 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

    Configurando a posição da Barra de Tarefas no Windows 11 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

    Como desconectar o Instagram de outro celular remotamente

    17 de Setembro de 2026, 15:23
    Imagem de um celular com o aplicativo Instagram aberto exibindo a página "Onde você fez login"
    Ferramenta “Onde você fez login” do Instagram permite desconectar a rede social remotamente (Imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

    Desconectar o Instagram de outro celular significa tirar o acesso feito em outro dispositivo. A ferramenta “Onde você fez login” mostra todos os aparelhos conectados à conta do Instagram e permite fazer o logout remotamente.

    Essa ferramenta pode ser encontrada na área de segurança da Central de Contas da Meta. Os aparelhos conectados, sejam eles celulares ou computadores, são listados com uma indicação da região aproximada – com base no IP usado no momento do login.

    Ao encontrar a lista dos dispositivos conectados ao Instagram, você pode escolher sair apenas do celular que deseja tirar a conta do Instagram ou remover o acesso de todos os aparelhos conectados anteriormente de uma vez.

    A seguir, o Tecnoblog te mostra como desconectar o Instagram de outro celular remotamente.

    Como desconectar o Instagram de outro celular pelo aplicativo

    • Abra o aplicativo do Instagram no seu celular e toque na sua foto de perfil, no canto inferior direito.
    • Toque no ícone de três riscos, no canto superior direito, para abrir as configurações.
    • Toque em “Central de Contas” da Meta para avançar.
    • Acesse o menu “Senha e segurança” e toque em “Onde você fez login”.
    • Selecione o perfil do Instagram que você deseja desconectar remotamente.
    • Toque em “Selecionar dispositivos para desconectar”.
    • Marque o celular ou PC que você deseja fazer logoff e toque em “Sair”
    • Por fim, confirme a ação na janela pop-up.
    Capturas de telas do aplicativo Instagram mostram como sair de um dispositivo conectado a rede social
    Selecionando o dispositivo que será desconectado remotamente pelo celular (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

    Como desconectar o Instagram de outro celular pelo PC

    • Acesse o Instagram.com pelo navegador do seu PC e, se necessário, faça login na sua conta.
    • Clique no ícone de três riscos, no canto inferior esquerdo, e selecione a opção “Configurações”.
    • Acesse o menu “Central de Contas” da Meta.
    • Clique em “Senha e segurança” e abra a opção “Onde você fez login”.
    • Escolha o perfil do Instagram do qual você deseja fazer logoff.
    • Clique em “Selecionar dispositivos para desconectar”.
    • Selecione os celulares ou PC que você quer desconectar remotamente e clique em “Sair”.
    • Na janela pop-up, clique em “Sim” para confirmar.
    Capturas de tela do site Instagram mostram como selecionar os dispositivos e desconectar a rede social
    Marcando os dispositivos que serão desconectados do Instagram remotamente (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

    Eu vou sair de outros dispositivos se mudar a senha do Instagram?

    Sim, você irá desconectar o Instagram de outros dispositivos ao mudar a senha do Instagram. Essa é uma medida de segurança da Meta para proteger as contas em casos de acesso não autorizado por pessoas que usaram a antiga senha.

    Posso desconectar o Instagram de outra pessoa remotamente?

    Você pode desconectar a conta do Instagram de outra pessoa remotamente, mas é necessário ter acesso ao perfil dela. Isso significa usar o nome de usuário e a senha. Vale dizer que acessar a conta de outra pessoa sem permissão é uma violação de privacidade.

    Tem como excluir a conta do Instagram de outra pessoa remotamente?

    Só é possível excluir a conta do Instagram de outra pessoa usando as credenciais de acesso dela. Se você ou outro usuário não tiverem acesso ao e-mail e ao número de telefone cadastrado para recuperar a senha, não é possível encerrar a conta remotamente.

    A única exceção da plataforma é em casos de falecimento. Você consegue avisar o Instagram que alguém faleceu e solicitar a exclusão da conta ou transformar o perfil em um memorial.

    Posso usar a mesma conta do Instagram em dois celulares?

    Sim, dá para usar uma conta do Instagram em até cinco dispositivos ao mesmo tempo. Contudo, é recomendado ativar a autenticação em duas etapas e realizar outras medidas para reforçar a segurança do seu Instagram.

    Dá para saber se alguém acessou minha conta do Instagram?

    Você pode identificar atividades suspeitas no seu Instagram ao verificar os dispositivos conectados com a ferramenta “Onde você fez login” na Central de Contas da Meta. O espaço também informa a lista de logins não reconhecidos pela plataforma.

    Outra opção é consultar a “História da Conta” no menu “Sua Atividade”. A seção no menu principal do app mostra um histórico de ações feitas pela sua conta. Se houver alguma alteração que você não reconhece, desconfie.

    Logins ou ações feitas em horários e/ou em locais diferentes de onde você mora são pistas de que alguém acessou seu Instagram. É essencial saber o que fazer se seu Instagram foi hackeado, como trocar a senha da conta e ativar a autenticação em duas etapas.

    Como desconectar o Instagram de outro celular remotamente

    (Imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

    Spotify traz programa de monetização para podcasts ao Brasil

    17 de Setembro de 2026, 15:02
    Dois logos do Spotify em close-up sobre um fundo escuro. Cada logo é um círculo verde vibrante com três barras horizontais curvas e brancas em seu interior, representando ondas sonoras. Na parte inferior direita, está o logotipo do "Tecnoblog".
    Spotify Partner Program está sendo expandido para outras regiões (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
    Resumo
    • Spotify lançará seu programa de monetização para podcasts no Brasil.
    • O programa oferece três formas de monetização: tempo de reprodução para assinantes Premium, publicidade automática para usuários gratuitos e patrocínios diretos com marcas.
    • Para participar, é necessário ter mil membros do público do Spotify e 2 mil horas de reprodução nos últimos 30 dias, com pelo menos três episódios lançados.

    O Spotify anunciou nesta quinta-feira (17/09) que trará o Spotify Partner Program ao Brasil. A iniciativa, até então em funcionamento nos Estados Unidos, Europa e na Austrália, será disponibilizada nos próximos meses. O programa permite que produtores de podcasts e videocasts no país monetizem seus programas dentro da plataforma por meio de diferentes fontes de receita.

    O modelo é semelhante ao adotado por outras plataformas de streaming, como o YouTube. Criadores poderão receber repasses relacionados ao tempo de consumo de vídeos por assinantes ou à publicidade automática que aparece para usuários gratuitos.

    A novidade deve facilitar a rentabilidade de programas que, até então, precisam buscar por anunciantes diretamente. Nesses casos, porém, o Spotify também disponibilizará ferramentas de gerenciamento. Vale lembrar que o próprio serviço estaria testando uma ferramenta para pular esses anúncios.

    Além do Brasil, o Spotify Partner Program será expandido para mais de 35 países e territórios. Na América Latina, a lista inclui México, Colômbia, Chile, Peru, Equador, Argentina, Uruguai, Paraguai e Bolívia. A disponibilização para os novos mercados será gradual e está prevista para os próximos meses.

    Como podcasts podem ser monetizados?

    banner do Spotify com o título do programa Spotify Partner Program
    Programa de monetização considera tempo de reprodução e anúncios automáticos (imagem: divulgação/Spotify)

    O Spotify Partner Program combina três formas de monetização para os programas participantes:

    • Vídeos para assinantes Premium: criadores recebem de acordo com o tempo de reprodução de videocasts assistidos por usuários do plano Premium.
    • Publicidade automática: anúncios podem ser inseridos nas versões gratuitas dos programas no Spotify e em reprodutores de terceiros.
    • Patrocínios diretos: o criador pode negociar campanhas com marcas e usar as ferramentas do Spotify para gerenciamento e acompanhamento dos resultados. Nesse caso, 100% da receita do patrocínio fica com o podcaster.

    Para fazer parte do programa de monetização, é preciso ter mil membros do público do Spotify e 2 mil horas de reprodução nos últimos 30 dias, com pelo menos três episódios lançados.

    Segundo o Spotify, os pagamentos mensais aos programas participantes cresceram mais de um terço desde que a empresa flexibilizou os critérios de elegibilidade. Os videocasts incluídos no programa também tiveram aumento médio de mais de 45% nas horas de consumo desde o lançamento da iniciativa.

    Entre os exemplos citados pela plataforma estão o podcast SOLVED, de Mark Manson, que triplicou sua base de ouvintes no Spotify, e Mystery Mondays, de Bella Fiori, que passou a financiar campanhas sociais com a receita obtida pelo programa.

    Premium terá menos anúncios em videocasts

    Spotify possui espaço destinado a podcasts e videocasts (gif: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

    A novidade também muda a experiência dos assinantes que acompanham podcasts em vídeo. Nos programas participantes, o Spotify deixará de exibir os anúncios dinâmicos inseridos automaticamente durante a reprodução.

    Os intervalos comerciais gravados pelos próprios apresentadores, porém, continuam aparecendo. Isso inclui os patrocínios negociados diretamente entre os criadores e as marcas.

    Spotify traz programa de monetização para podcasts ao Brasil

    Spotify (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

    (imagem: divulgação/Spotify)

    Anatel manda bloquear empresas após 4,3 milhões de ligações fraudulentas

    17 de Setembro de 2026, 14:58
    Ilustração de uma mão segurando um smartphone. A tela exibe uma chamada recebida, com a identificação de golpe. Na parte inferior direita, o logo do "Tecnoblog" é visível.
    Empresas falsificam identificador de chamadas para iludir consumidores (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
    Resumo
    • A Anatel determinou o bloqueio de empresas que originaram 4,3 milhões de ligações fraudulentas com identificador falsificado, conhecido como spoofing. Duas empresas, ELO Contact Center Serviços S.A. e Voros Telecomunicações S/A, foram impedidas de originar chamadas.
    • A ELO encaminhou 1.758.179 chamadas com identificador falsificado por meio da rede da TIM, enquanto a Voros encaminhou 2.600.527 chamadas fraudulentas através das redes da Algar, Surf, Datora e Foco Telecom.
    • A Anatel também solicitou relatórios sobre 199 milhões de chamadas encaminhadas por TIM, Surf Telecom, Algar e Itelco, para identificar o real originador destas chamadas e tomar providências.

    A Anatel deu um novo passo na luta contra ligações fraudulentas: ontem (16), a agência expediu seis despachos com medidas destinadas ao rastreio e bloqueio de empresas que originaram chamadas com identificador falsificado, mais conhecido pelo termo em inglês spoofing.

    Somente uma das empresas fiscalizadas originou um total de 2,6 milhões de ligações assim, segundo a agência reguladora.

    O que é spoofing?

    Spoofing no contexto da telefonia é a prática de alterar o número que é exibido no identificador de chamadas, divergindo do número real da linha que originou a chamada.

    O termo normalmente é utilizado quando tal alteração é feita com fins maliciosos e fraudulentos, já que há alguns usos legítimos para tal alteração, como em caso de empresas com diversos ramais, onde geralmente o identificador de chamadas será apresentado com o número da linha principal.

    A prática é possível por que os protocolos e sistemas (especialmente o SS7) utilizados para chamadas de voz são antigos e foram desenvolvidos em uma era em que esse tipo de problema não foi imaginado, além de haverem muito menos empresas de telecom (no geral, monopólios e estatais), com mais confiança entre si.

    É algo que o Origem Verificada pretende resolver, utilizando os protocolos STIR/SHAKEN para validar os dados de identificador de chamadas.

    As medidas da Anatel

    Na série de despachos, a agência determinou que duas empresas sejam impedidas de originar chamadas, além da produção de relatórios com dados completos sobre chamadas que a agência identificou como spoofing, como dados cadastrais e rotas.

    As duas empresas que tiveram suas chamadas barradas são a ELO Contact Center Serviços S.A. e a Voros Telecomunicações S/A. Segundo a agência, um total de 1.758.179 chamadas com identificador falsificado foram encaminhadas pela Elo por meio da rede da TIM e um total de 2.600.527 chamadas fraudulentas foram encaminhadas pela Voros através das redes da Algar, Surf, Datora e Foco Telecom.

    O bloqueio direcionado à Elo tem validade de um mês e o bloqueio direcionado à Voros não tem prazo final, já que a empresa estava atuando clandestinamente no setor de telefonia, de acordo com a agência. A Elo atuava na “venda de produtos e serviços da TIM”.

    Em outra frente, a agência determinou a produção de relatórios sobre 199 milhões de chamadas encaminhadas por TIM, Surf Telecom, Algar e Itelco. No caso específico da operadora italiana, são ligações vindas do exterior para o Brasil, provenientes da americana US Matrix. O objetivo da agência é identificar o real originador destas chamadas para posteriores providências, como mais pedidos de bloqueios.

    OperadoraChamadas spoofing encaminhadas
    US Matrix via TIM33.226.903
    Algar93.327.768
    Itelco33.076.231
    Surf39.928.700
    Total199.559.602

    Os números reais devem ser ainda maiores, já que a agência produziu os números a partir de amostras de uma hora por semana e apenas em rotas com 90% ou mais de chamadas com spoofing. A Anatel prevê que “o cenário efetivo pode ser substancialmente mais grave que aquele retratado pelos achados fiscalizatórios já consolidados”.

    Quantidade de chamadas com spoofing encaminhadas pela Surf fiscalizadas pela Anatel (imagem: reprodução)

    O caso da US Matrix é peculiar, já que a empresa exibe números de celulares brasileiros quando encaminha as chamadas do exterior para a rede da TIM.

    É importante reforçar que isso não quer dizer que os recebedores destas chamadas sejam necessariamente clientes destas empresas, já que elas podem estar apenas executando interconexão, o que, na prática, permite o tráfego destas chamadas para outras empresas.

    O que dizem as empresas?

    A Algar declarou em nota ao Tecnoblog que está analisando tecnicamente o teor do despacho para adotar as providências cabíveis. “A companhia reitera seu compromisso com a segurança da informação, a qualidade dos serviços e o cumprimento rigoroso das regulamentações vigentes.”

    Anatel manda bloquear empresas após 4,3 milhões de ligações fraudulentas

    Criminosos criaram rede de celular para enviar SMSs golpistas (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

    Galaxy Tab S10 FE 5G despenca 41% em oferta imbatível no Magalu

    17 de Setembro de 2026, 14:48

    Prós
    • Tela grande de 10,9″ com 90 Hz
    • Bom desempenho para estudos
    • Possui entrada para microSD
    • Certificação IP68
    • Capa e caneta inclusas
    • Suporte a recursos de IA
    Contras
    • Painel LCD inferior ao AMOLED
    • Sem suporte a NFC
    PIX
    Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

    O Galaxy Tab S10 FE 5G de 128 GB está saindo por apenas R$ 2.789 no Pix no Magazine Luiza. O tablet da Samsung, com tela de 10,9″ e 90 Hz e com a caneta S Pen inclusa no kit, está pelo menor preço divulgado em 2026 no Achados, com desconto de 41% sobre o preço original de R$ 4.699.

    Galaxy Tab S10 FE tem tela de 90 Hz e vem com S Pen

    O Galaxy Tab S10 FE possui uma tela LCD de 10,9″ com taxa de 90 Hz, que oferece bastante espaço e fluidez nas transições para rodar apps de produtividade, abrir documentos e assistir a vídeos via streaming, fazendo dele uma ótima opção de custo-benefício.

    Seu chip Exynos 1580 e os 8 GB de RAM sustentam editores de texto e planilhas, além de aplicações mais pesadas como o Adobe Photoshop, diz a Samsung. Os 128 GB de espaço interno podem ser expandidos com cartões microSD de até 2 TB.

    O tablet ainda conta com diversas funcionalidades de IA. Seu Assistente Matemático facilita a realização de cálculos, o Apagador de Objetos realiza edição simples em fotos, e o Circule para Pesquisar permite ao usuário fazer buscas inteligentes por gestos.

    Galaxy Tab S10 FE na mão, com uma conta manuscrita na tela
    Caneta S Pen acompanha kit do Tab S10 FE (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

    O Galaxy Tab S10 FE traz na caixa uma capa protetora e a caneta S Pen, que permite desenhar e escrever com precisão. A bateria de 8.000 mAh do tablet resiste a até 20 horas de vídeo segundo a Samsung, e suporta carregamento rápido de 45 W via USB-C, além de carregar a caneta quando fixada ao gadget.

    Seu corpo em alumínio conta com certificação IP68, que confere proteção em cenários como poeira intensa e mergulhos acidentais. O kit de câmeras inclui uma wide traseira de 13 MP e uma frontal de 12 MP, ambas com boa resolução para capturar documentos e realizar videoconferências. Ambas filmam em 4K.

    O Galaxy Tab S10 FE de 128 GB (apenas R$ 2.789 no Pix) foi atualizado para o Android 16 e receberá updates por mais seis anos, conforme a fabricante. O tablet possui conectividade 5G, Wi-Fi 6E e Bluetooth 5.3.

    Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

    Galaxy Tab S10 FE 5G despenca 41% em oferta imbatível no Magalu

    💾

    Galaxy Tab S10 FE Plus 5G (128 GB) tem tela de 90 Hz e traz S Pen na caixa; melhor oferta de 2026 traz tablet custo-benefício da Samsung com desconto de 41% no Pix

    Como ocultar seu story de pessoas específicas no Instagram

    17 de Setembro de 2026, 14:37
    Imagem de um celular com o aplicativo do Instagram aberto na tela "Ocultar story e live"
    Tenha mais liberdade ao privar algumas pessoas de ver seus stories no Instagram (Imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

    Ocultar seu story no Instagram é uma configuração de privacidade que esconde suas publicações de algumas pessoas. A medida afeta apenas Stories e não interfere em reels ou demais posts do feed.

    Ao ocultar o story para alguém no Instagram, essa pessoa deixa de saber quando você publica um Stories. Mesmo que esse usuário entre no seu perfil para tentar ver o story, a pessoa não verá nenhum conteúdo ao tocar na foto de perfil.

    Esse é um recurso útil para garantir mais liberdade na rede social. Dessa forma, você pode privar certas pessoas de verem o conteúdo de Stories que você publica sem tirar esses usuários da lista de seguidores.

    A seguir, saiba como ocultar seu story para alguém no Instagram.

    Como ocultar seu story para outras pessoas no Instagram

    • Abra o Instagram no seu celular e toque na sua foto de perfil, no canto inferior direito da tela.
    • Toque no ícone de três riscos, no canto superior direito, para acessar as configurações.
    • Navegue pelo menu e selecione a opção “Ocultar story e live”.
    • Agora, acesse o menu “Ocultar story e live” para avançar.
    • No campo pesquisar, digite o nome do usuário (a @ de identificação) que você deseja ocultar o story.
    • Marque o quadrado ao lado do perfil para privar a pessoa de ver seus stories e lives.
    • Depois, toque no ícone de check (✓), no canto superior direito, para concluir.
    No menu “Ocultar story e live”, selecione as pessoas que você privar o acesso aos contéudos no Instagram (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

    Em vídeo: como ocultar seu story 📺

    Você pode esconder seus stories de três formas, de pessoas que segue no Instagram ou não. É um recurso para fugir de stalkers sem que precise bloquear os usuários.

    A pessoa fica sabendo se eu ocultar o story no Instagram?

    Não. O Instagram não envia notificações informando que você ocultou o seu story do Instagram para outra pessoa. É importante dizer que a pessoa ainda poderá ver os conteúdos do seu feed e interagir com seu perfil.

    Tem como descobrir se alguém ocultou o story de mim no Instagram?

    Algumas pistas indicam que alguém ocultou os stories do Instagram de você, mas não há como ter certeza. Então, observe os seguintes indícios:

    • Sumiço dos stories: os stories de uma determinada pessoa que postava com frequência deixaram de aparecer para você, mas o feed e os reels continuam ativos;
    • Mensagem “Story não disponível”: um amigo em comum enviou um story da pessoa em questão por DM, mas foi exibida a mensagem “Story não disponível”.

    No último exemplo, vale dizer que essa é uma mensagem padrão do Instagram. Ela também é exibida quando o story expirou após 24 horas, ter sido enviado para a lista Melhores Amigos ou foi excluído.

    Posso ocultar o story de quem não me segue no Instagram?

    Sim, você pode ocultar os stories para pessoas que não seguem você no Instagram. Acesse as configurações e inclua o perfil na lista “Ocultar story e vídeo ao vivo de”. Entretanto, os não seguidores ainda podem ver o feed, reels e interagir com seu perfil.

    Se você deseja ter mais controle de quem vê suas publicações, a melhor opção é deixar o perfil do Instagram fechado. Dessa forma, apenas os seguidores selecionados poderão ver os conteúdos compartilhados por você.

    Qual a diferença entre ocultar e silenciar um story no Instagram?

    Ao silenciar os stories de alguém no Instagram, você opta por não ver o que é compartilhado por um determinado perfil. Já ao ocultar os stories de alguém, você decide não deixar que uma pessoa específica veja suas publicações na rede social.

    Tem como reexibir meu story para as pessoas no Instagram?

    Sim, você pode reexibir os stories ao desmarcar as pessoas na lista “Ocultar story e vídeo ao vivo de”. Elas poderão ver os seus stories do seu perfil publicados nas últimas 24 horas, mas não é possível rever os conteúdos publicados durante o bloqueio.

    Como ocultar seu story de pessoas específicas no Instagram

    💾

    Tutorial mostra como ocultar Stories do Instagram para bloquear algumas pessoas de verem suas publicações na rede social

    (Imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

    No menu "X", selecione as pessoas que você deseja ocultar os stories e lives no Instagram (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

    Smart TV LG QNED 50″ fica quase R$ 1 mil mais barata com cupom

    17 de Setembro de 2026, 14:00

    Prós
    • Painel QNED traz cores precisas
    • Mini LED fornece brilho superior
    • IA integrada recomenda conteúdos
    • Controle remoto serve como mouse
    Contras
    • Taxa de atualização de 60 Hz
    • Porta S/PDIF foi removida
    PIX Cupom
    Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

    A smart TV LG QNED70 Mini LED de 50″ está saindo por R$ 2.363,77 no Pix com cupom BAIXOUTUDO no Mercado Livre. O televisor que possui uma tela 4K com tecnologia moderna para a reprodução de cores realistas recebe desconto de 28% sobre o preço original de R$ 3.299.

    LG QNED70 tem painel 4K Mini LED e recomendações de IA

    TV LG QNED MiniLED QNED70 (imagem: Divulgação/LG)
    LG QNED70 possui painel 4K com tecnologia Mini LED (imagem: Divulgação/LG)

    O principal destaque da QNED70 é seu 4K QNED de 50″ com tecnologia Mini LED, que oferece maior controle de iluminação para evitar evitar “vazamentos” como os efeitos de backlight bleeding, além de resistir ao burn-in recorrente em modelos OLED. Ela ainda reproduz cores mais vivas e preto profundo com brilho forte.

    Seu chip AI α7 4K Gen9 e o sistema operacional webOS 26 oferecem recursos de IA como upscaling de conteúdos legados e ajustes de imagem baseados nas preferências do usuário. Também estão disponíveis os chatbots da Microsoft e do Google, que podem fazer recomendações de conteúdo e auxiliar na resolução de problemas.

    O controle remoto conta com um recurso que o permite ser usado como um mouse, controlando um cursor na tela para navegar por menus de maneira simples. Assim, a experiência de uso ao consumir conteúdos diversos, como filmes, séries e esportes se torna mais prática.

    Controle Remoto da LG QNED73
    Controle Remoto da LG QNED70 pode ser usado como um mouse (imagem: Divulgação/LG)

    A QNED70 suporta diversas plataformas de streaming, como Netflix, Globoplay, Apple TV, Disney+ e HBO Max, e jogos na nuvem via Xbox Game Pass e Nvidia GeForce Now, com suporte a controles Bluetooth de latência ultrabaixa (ULL). Porém, a taxa do painel é limitada a 60 Hz, apresentando menor fluidez de quadros.

    A smart TV LG QNED70 de 55″ (R$ 2.363,77 no Pix com cupom BAIXOUTUDO) traz três portas HDMI, uma Ethernet, uma USB-A e uma saída SPDIF (áudio digital), mas a porta S/PDIF legada foi removida. O aparelho suporta redes Wi-Fi 5 e Bluetooth 5.3.

    Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

    Smart TV LG QNED 50″ fica quase R$ 1 mil mais barata com cupom

    TV LG QNED MiniLED QNED70 (imagem: Divulgação/LG)

    Controle Remoto da LG QNED73 (imagem: Divulgação)

    Melhor Kindle em 2026: qual leitor de livros digitais comprar?

    17 de Setembro de 2026, 13:29
    Foto do Kindle Colorsoft
    Kindle Colorsoft traz tela colorida, sendo ideal para quadrinhos e HQs; confira outros modelos Kindle que valem a compra (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

    O portfólio de e-readers da Amazon conta com oito modelos de Kindle disponíveis no Brasil em 2026, que atendem a públicos, orçamentos e requisitos de leitura diferentes.

    As versões básica e Paperwhite funcionam bem para leituras de conteúdos em preto e branco. Já o Kindle Colorsoft oferece tela coloridas, enquanto as variantes Scribe habilitam anotações na tela com canetas.

    Para te ajudar na escolha do melhor leitor digital para o seu dia a dia, o Tecnoblog avalia os prós e contras de cada Kindle a seguir.

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    Kindle Paperwhite (12ª Geração)


    Prós
    • Tela de 7″ com 17 LEDs
    • 25% mais rápido que seu antecessor
    • Bateria dura até 3 meses
    • Proteção IPX8 contra água
    Contras
    • Sem sensor de luz adaptável
    • Não tem suporte para recargas sem fio
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    O Kindle Paperwhite de 12ª geração (2024) é uma versão para quem quer ir além do básico. Ele inclui uma tela de 7″ com 300 ppi e design liso, além de iluminação embutida com 17 LEDs e tecnologia antirreflexo para facilitar a leitura em ambientes bem iluminados.

    Com 16 GB de memória interna, o Kindle também se destaca por oferecer rolagens e trocas de página 25% mais rápidas que seu antecessor. Uma das vantagens em relação ao modelo básico está na proteção IPX8, suportando submersão em água doce de até 2 metros por uma hora.

    A bateria promete uma autonomia de até três meses. O e-reader não tem sensor de luz adaptável como em versões mais avançadas, mas oferece ajuste de temperatura de luz para leituras mais confortáveis sob luz do Sol ou à noite.

    Dimensões e peso: 176,6 mm (A) x 127,5 mm (L) x 7,8 mm (E); 211 g

    Kindle Paperwhite Signature Edition (12ª Geração)


    Prós
    • Tela de 7″ com sensor de luz adaptável
    • 32 GB de memória interna
    • 20% mais rápido que seu antecessor
    • Compatível com carregamento sem fio
    • Proteção IPX8
    Contras
    • Mais caro que a versão Paperwhite
    • Sem tela colorida
    • Desempenho similar ao da versão Paperwhite
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    O Kindle Paperwhite Signature Edition (12ª Geração) implementa algumas melhorias em relação à versão Paperwhite. Sua tela também possui 7″, 17 LEDs e tecnologia antirreflexo. Contudo, o display chega com sensor de luz adaptável, que ajusta a luz frontal automaticamente de acordo com o ambiente.

    O dispositivo possui 32 GB de armazenamento, oferecendo o dobro de memória interna para armazenar livros e documentos. Ele também é 20% mais rápido que a versão antecessora.

    A bateria pode durar até três meses e leva aproximadamente 5 h para uma carga completa com adaptador de 9 W. Mas outro diferencial está na compatibilidade com carregamento sem fio, embora o carregador não acompanhe o produto na caixa.

    Dimensões e peso: 176,7 mm (A) x 127,5 mm (L) x 7,8 mm (E); 214 g

    Kindle (11ª geração)


    Prós
    • Design leve e compacto
    • Tela com tecnologia antirreflexo
    • Densidade de pixels de 300 ppi
    • Bateria com autonomia de até 2 meses
    Contras
    • Apenas 4 LEDs de iluminação
    • Não tem proteção contra água
    • Sem tela colorida
    • Sem ajuste de temperatura de luz
    • Não tem sensor de luz adaptável
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    O Kindle de 11ª geração é o modelo mais básico do portfólio, e se destaca pelo preço mais acessível. Ele é compacto e pesa apenas 158 g para facilitar a portabilidade. A tela e-ink de 6″ possui antirreflexo e 300 ppi, mas conta apenas com 4 LEDs e pode acumular mais poeira por conta do relevo da carcaça.

    O e-reader ainda conta com bateria que dura até dois meses e 16 GB de memória interna. Porém, é bom evitar leituras na banheira ou à beira da piscina, já que o dispositivo não tem proteção contra água.

    Dimensões e peso: 157,8 mm (A) x 108,6 mm (L) x 8 mm (E); 158 g

    Kindle Scribe Colorsoft


    Prós
    • Tela Colorsoft de 11″
    • Display simula escrita no papel
    • Tem sensor de luz adaptável
    • Inclui caneta para anotações
    • Compatível com ferramentas de IA
    • 64 GB de memória interna
    Contras
    • Custo elevado
    • Densidade de pixels cai para 150 ppi em documentos coloridos
    • Mais pesado que outros modelos
    • Sem certificação IP
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    O Kindle Scribe Colorsoft é o e-reader mais avançado da Amazon. O principal destaque está na tela colorida de 11″ compatível com caneta (inclusa na caixa) para anotações. Inclusive, o display tem superfície texturizada e resposta ultrarrápida para simular uma experiência de escrita mais natural.

    O dispositivo conta com 64 GB para armazenar HQs, livros, entre outros documentos. Também há suporte para ferramentas de IA que otimizam a experiência, como bate-papo e resumos automáticos.

    A bateria tem autonomia de até dois meses, considerando leituras diárias de meia hora e com Wi-Fi desligado. O e-reader não suporta recarga sem fio e o carregamento via cabo USB-C leva cerca de 2,5 horas.

    Dimensões e peso: 245 mm (A) x 189 mm (L) x 5,4 mm (E); 400 g

    Kindle Colorsoft


    Prós
    • Tela colorida com 25 LEDs
    • Design de tela lisa
    • Bateria com boa autonomia
    • Proteção IPX8
    • Carrega mais rápido que o Paperwhite
    Contras
    • Apenas 150 ppi em leituras coloridas
    • Não tem sensor de luz adaptável
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    O Kindle Colorsoft oferece tela colorida de 7″ com 25 LEDs de iluminação, sendo uma ótima opção para leitura de quadrinhos ou outros documentos coloridos. Um único ponto é que a densidade de pixels de 300 ppi cai para 150 ppi em leituras com cor, fazendo com que as letras e imagens fiquem menos nítidas.

    De resto, o e-reader traz as mesmas especificações do Kindle Paperwhite. E isso inclui 16 GB de armazenamento interno, design com tela lisa, ajuste de temperatura de luz e proteção IPX8 contra água.

    A bateria do dispositivo também dura até três meses, mas sua recarga completa é relativamente mais rápida (2,5 horas).

    Dimensões e peso: 176,7 mm (A) x 127,6 mm (L) x 7,8 mm (E); 215 g

    Kindle Colorsoft Signature Edition


    Prós
    • Tela colorida de 7 polegadas
    • Sensor de luz adaptável
    • 32 GB de armazenamento
    • Proteção IPX8
    • Suporta carregamento sem fio
    Contras
    • Densidade de pixels cai para 150 ppi em conteúdos coloridos
    • Performance equivalente à do Colorsoft
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    O Kindle Colorsoft Signature Edition também apresenta uma tela colorida de 7″ com tecnologia antirreflexo e 25 LEDs de iluminação. Contudo, o display chega com sensor de luz adaptável para ajustes automáticos de brilho.

    Além disso, ele possui 32 GB de armazenamento — o dobro em relação ao Kindle Colorsoft. E a bateria com autonomia de três semanas é compatível com recarga sem fio para mais praticidade na hora do carregamento.

    Dimensões e peso: 176,7 mm (A) x 127,6 mm (L) x 7,8 mm (E); 219 g

    Kindle Scribe


    Prós
    • Tela ampla de 11″ com suporte para escrita
    • Caneta inclusa na caixa
    • Possui sensor de luz adaptável
    • 32 GB de memória interna
    • Suporta ferramentas de IA
    Contras
    • Tela não é colorida
    • Peso considerável (400 g)
    • Sem proteção IP
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    O Kindle Scribe traz uma tela ampla de 11″ em preto e branco compatível com caneta para anotações e escritas. Isso faz com que o dispositivo seja recomendado para estudantes, leitores e escritores.

    O e-reader possui 32 GB de armazenamento, chega com chatbot de IA e recurso de resumo assistido. Além disso, ele conta com outras funcionalidades mais avançadas, como sensor de luz adaptável e ajuste de temperatura de luz.

    Não há proteção contra água. E a bateria pode durar até 10 semanas com uma única recarga.

    Dimensões e peso: 245 mm (A) x 189 mm (L) x 5,4 mm (E); 400 g

    Kindle Scribe sem luz frontal


    Prós
    • Tela de 11″ com suporte para escrita
    • Display simula experiência do papel
    • Caneta acompanha o Kindle
    • Compatível com recursos de IA
    • Bateria duradoura
    Contras
    • Relativamente pesado (400 g)
    • Ausência de luz frontal pode comprometer a visibilidade
    • Não tem proteção IP
    • Sem tela colorida
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    O Kindle Scribe sem luz frontal é a versão mais básica da linha Scribe. A tela de 11 polegadas suporta escrita e a ausência de luz frontal oferece uma experiência mais próxima do papel. Mas a visibilidade fica comprometida à noite ou em ambientes pouco iluminados.

    Por não contar com luz frontal, o dispositivo não possui ajuste de temperatura da luz e nem sensor de luz adaptável. Mas ele também é compatível com recursos de IA e traz 16 GB de memória interna para armazenar livros e documentos.

    Sua bateria é duradoura, com autonomia de até quatro meses. Já a recarga leva 2,5 horas com um adaptador de 20 W (vendido separadamente).

    Dimensões e peso: 245 mm (A) x 189 mm (L) x 5,4 mm (E); 400 g

    Como escolher o melhor Kindle em 2026?

    A escolha pelo melhor Kindle vai depender das especificações oferecidas pelo modelo e dos seus requisitos para leitura. Vale ficar de olho nas seguintes especificações:

    • Dimensões e peso: verifique as dimensões e peso do Kindle e escolha aquele que melhor atende seus requisitos de portabilidade.
    • Especificações de tela: escolha tamanhos de tela de acordo com sua preferência; vale também optar por displays com mais LEDs e telas Colorsoft, caso vá ler quadrinhos e conteúdos coloridos.
    • Com ou sem caneta: aposte nos modelos Scribe caso as anotações na tela sejam importantes para você.
    • Autonomia da bateria: prefira modelos com baterias mais duradouras e com carregamentos mais acelerados.
    • Proteção contra água: aposte em modelos com certificação IPX8 se você costuma ler na banheira ou em ambientes próximos à água.
    • Recursos extras: dê preferência a Kindles com sensor de luz ajustável, suporte a escrita e ferramentas de IA, se os recursos fizerem sentido para você.

    Qual é a geração mais recente do Kindle em 2026?

    A geração mais recente de Kindles varia de acordo com a linha. Confira abaixo as versões mais atuais de cada série:

    • Kindle básico: 11ª geração (2024)
    • Paperwhite e Paperwhite Signature Edition: 12ª geração (2024)
    • Colorsoft e Colorsoft Signature Edition: 1ª geração (2024)
    • Scribe: 3ª geração (2025)
    • Scribe Colorsoft: 1ª geração (2025)

    Qual Kindle tem o melhor custo-benefício em 2026?

    O Kindle de 11ª geração apresenta a melhor relação custo-benefício. Ele traz um design compacto para facilitar a portabilidade e oferece todos os recursos necessários para leituras simples de conteúdos em preto e branco. E tudo isso pelo preço mais acessível dentre todos os modelos listados.

    Quais são as vantagens dos Kindle Signature Edition?

    O modelos Kindle Signature Edition introduzem as seguintes melhorias em relação às versões Paperwhite e Colorsoft:

    • Dobro de memória: os modelos chegam com mais espaço de armazenamento para alocar livros e outros documentos.
    • Brilho adaptável: Kindles Signature Edition possuem sensor de luz adaptável, com ajustes automáticos de brilho de acordo com a iluminação do ambiente.
    • Carregamento sem fio: os e-readers suportam carregamento sem fio para mais versatilidade na hora das recargas.

    O que é melhor para leitura: Kindle ou tablet?

    O Kindle costuma oferecer a melhor experiência para leitura, já que suas telas têm tecnologia e-ink para reduzir a fadiga ocular e proporcionar boa visualização mesmo sob luz solar direta. Além disso, esses dispositivos são mais básicos que tablets e, por isso, consomem menos energia.

    Já tablets costumam ser maiores e mais pesados que os Kindles, apesar de oferecerem mais opções de conectividade e interação. E mesmo que não tenham tela e-ink, tablets para leitura podem incluir recursos para uma experiência mais próxima do papel e certificações de proteção ocular.

    A escolha entre um ou outro, no entanto, vai depender do seu perfil de uso. Invista em um Kindle se quer um dispositivo exclusivamente para leitura. Ou foque em tablets se a ideia é ler e fazer outras atividades, como jogos e navegação na internet.

    Melhor Kindle em 2026: qual leitor de livros digitais comprar?

    💾

    Analisamos os prós e contras dos modelos de Kindle disponíveis no Brasil para te ajudar a decidir qual é o melhor leitor de livros digitais para o seu dia a dia

    Justiça dos EUA manda Google abrir ecossistema de anúncios a rivais

    17 de Setembro de 2026, 12:56
    Imagem mostra a palavra "Google", exibida em letras pretas com um brilho azul neon ao redor, centralizada em um fundo azul escuro. O fundo apresenta uma rede de polígonos azuis claros conectados por linhas finas, criando um efeito de tecnologia ou rede digital. Na parte inferior direita, o logotipo do "Tecnoblog" é visível.
    Justiça dos EUA manda Google abrir ecossistema de anúncios a rivais (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
    Resumo
    • A Justiça dos EUA determinou que o Google abra seu ecossistema de anúncios online a concorrentes, em decisão que visa combater o monopólio da empresa no setor.
    • A decisão, proferida pela juíza Leonie Brinkema, estabelece que o Google deve implementar medidas como interoperabilidade, não autofavorecimento e compartilhamento de dados.
    • As medidas deverão ser aplicadas por seis anos e monitoradas por uma supervisão independente, e visam permitir que concorrentes disputem espaços publicitários em condições similares às da própria companhia.

    Em um documento com mais de 100 páginas, a Justiça dos Estados Unidos determinou que o Google abra o seu ecossistema de anúncios online a concorrentes. A decisão foi proferida pela juíza Leonie Brinkema e diz respeito a um processo antitruste movido pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos (DoJ) que acusa o Google de monopólio no setor.

    Iniciada em 2023, a ação do DoJ aponta que o Google montou uma estrutura para dominar o mercado de anúncios digitais a ponto de dificultar a concorrência.

    Essa estrutura consiste, essencialmente, em sistemas de compra de anúncios por anunciantes (como o Google Ads), em uma plataforma para que veículos gerenciem espaços de anúncios (Google DFP) e em uma bolsa de leilão em tempo real que conecta ambos os lados (Google AdX).

    A atuação em várias frentes é um dos fatores que fazem a companhia ter um controle desproporcional do mercado, no entendimento das autoridades americanas.

    O que é a abertura que a Justiça americana decidiu?

    Não se trata de abrir tecnologias ou algoritmos relacionados a anúncios, como podemos imaginar na primeira olhada, mas de adotar determinadas medidas que favoreçam um ambiente de concorrência. Esses “remédios”, como são chamados, deverão ser aplicados por seis anos e ser monitorados por uma supervisão independente. São eles:

    • interoperabilidade: o Google deve integrar plataformas como AdX e DFP a soluções abertas de mercado, de modo a permitir que concorrentes disputem espaços publicitários com condições similares aos da própria companhia;
    • sem autofavorecimento: a empresa não poderá usar o seu domínio de mercado para dar vantagens às suas próprias soluções de anúncios em leilões e afins;
    • compartilhamento de dados: editores e veículos de imprensa poderão acessar e exportar dados referentes a anúncios do DFP ou AdX para plataformas concorrentes, se desejarem.

    De acordo com a juíza Leonie Brinkema, essas medidas “serão suficientes para abrir efetivamente à concorrência os mercados de tecnologia de anúncios que foram prejudicados pela conduta ilegal do Google”.

    Até certo ponto, esta é uma vitória para a companhia, afinal, os “remédios” não determinam que divisões da companhia tenham que ser vendidas. Apesar disso, o Google declarou que discorda das conclusões da decisão judicial e que, por isso, irá recorrer.

    Com informações de Reuters

    Justiça dos EUA manda Google abrir ecossistema de anúncios a rivais

    Google investe em inteligência artificial há mais de uma década, Sundar Pichai disse no Google I/O 2024 (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

    Como baixar reels do Instagram pelo próprio app da rede social

    17 de Setembro de 2026, 12:17
    Reels do Instagram (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
    Reels do Instagram (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

    A opção de baixar Reels no Instagram permite fazer o download do vídeo da rede social para a galeria do celular sem recorrer a serviços de terceiros, a partir do menu de compartilhamento do app.

    Apesar da praticidade, esse processo adiciona uma marca d’água com o nome do perfil do qual o vídeo foi baixado, para dar os créditos ao autor do reel.

    Além disso, alguns vídeos do Reels podem estar indisponíveis para download. É o caso de um reel publicado por conta privada, por exemplo.

    A seguir, o Tecnoblog explica como baixar um reel pelo app do Instagram e traz mais detalhes sobre as restrições do download nativo de vídeos na plataforma.

    Como baixar reels no Instagram sem usar serviços online

    • Abra o aplicativo Instagram.
    • Encontre o reel que deseja baixar no Feed, na aba Reel ou vá direto ao perfil que publicou o vídeo.
    • Toque no botão de compartilhar (ícone de avião de papel) no canto direito da tela.
    • No menu de compartilhamento, selecione a opção “Baixar” (ícone com seta para baixo e um risco na horizontal).
    • Aguarde a mensagem “Baixando” ser exibida na parte inferior da tela. Quando ela subir, o download foi concluído e o reel estará salvo na galeria do smartphone.
    Acessando o menu de Compartilhamento e selecionando a opção “Baixar” Reel (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

    Em vídeo: como baixar Reels do Instagram pela rede social 📺

    Posso baixar qualquer reel pelo app do Instagram?

    Você não pode baixar qualquer vídeo do Reels pelo app do Instagram. Isso depende das configurações de privacidade de cada perfil:

    • Contas públicas: qualquer pessoa pode fazer download de vídeos do Reels. Contudo, o usuário pode alterar as configurações para impedir de baixar um conteúdo específico ou todos os vídeos publicados;
    • Contas privadas: não é possível baixar os vídeos do Reels. A opção de download fica disponível somente se a pessoa alterar as configurações de privacidade do Instagram para uma conta pública.

    Importante: contas públicas de pessoas com menos de 18 anos terão a configuração para download de conteúdos do Reels desativada por padrão. Entretanto, o usuário pode alterar essa configuração a qualquer momento.

    Por que o reel não está disponível para baixar?

    O Instagram explicou ao Tecnoblog que nem todos os reels vão estar disponíveis para baixar. A princípio, o reel deve ser postado por uma conta pública e estar autorizado pelo criador para ter a opção “Baixar”. O recurso de download não estará disponível para publicações feitas por contas privadas no Instagram.

    Caso um reel não estiver disponível para baixar, a sugestão do Instagram é tocar nos três pontos, na parte inferior direita da tela, e salvar o conteúdo para assistir em outro momento. Você pode rever o vídeo ao acessar a opção “Salvos” nas configurações do aplicativo.

    Por que o Reel que eu baixei veio sem áudio?

    O download de um reel virá sem som se ele usar um áudio licenciado, como músicas. Materiais protegidos por direitos autorais são licenciados para o uso apenas na rede social. Por isso, o vídeo do Reels será baixado sem som.

    Isso não ocorre quando um reel usa áudio original. Ou seja, um áudio criado por uma pessoa ou o som captado durante a gravação de um vídeo original. Lembrando que os áudios originais poderão ser usados por outros usuários após a publicação.

    Por que o Reel baixado tem marca d’água?

    A marca d’água no reel é um meio de atribuir crédito ao criador do vídeo. Ela ajuda a identificar o autor e a plataforma de origem mesmo que o conteúdo seja postado por outras pessoas e/ou em outras redes sociais.

    O TikTok e o YouTube Shorts também aplicam uma marca d’água com o arroba do criador em vídeos baixados pelos apps das redes sociais.

    Posso baixar vídeo do Reels do Instagram sem marca d’água?

    É possível baixar vídeos do Instagram sem a marca d’água usando serviços e aplicativos de terceiros.

    Como baixar reels do Instagram pelo próprio app da rede social

    💾

    Instagram permite fazer o download de conteúdos do Reels diretamente do aplicativo para Android e iPhone; vídeo precisa ser postado por conta pública

    Reels do Instagram (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

    Acessando o menu de Compartilhamento e selecionando a opção "Baixar" Reel (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

    Bom e barato: Garmin Forerunner 55 com treinador virtual tem 46% OFF

    17 de Setembro de 2026, 11:36
    R$ 2.199,0046% OFF

    Prós
    • GPS integrado
    • Bateria para até 14 dias
    • Pesa 37 gramas
    • Monitora diversos esportes
    • Resistência à água de 5 ATM
    Contras
    • Sensores de corrida mais simples
    • Tela de baixa resolução
    • Sem suporte para músicas offline
    • Não é touchscreen
    • Não tem conectividade LTE e NFC
    PIX
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    O Garmin Forerunner 55 de 42 mm está saindo por apenas R$ 1.191 no Pix no Magazine Luiza. O smartwatch que conta com um treinador virtual para corredores e oferece experiência livre do celular recebe desconto de 46% sobre o preço original de R$ 2.199.

    Garmin Forerunner 55 traz treinador virtual e foco em corridas

    Mulher praticando corrida com um Garmin Forerunner no pulso.
    Forerunner 55 suporta diversas atividades esportivas, mas foca em corredores (imagem: Divulgação/Garmin)

    O Forerunner 55 possui experiência focada em corredores e, por causa disso, depende menos de um celular. Um dos destaques é o treinador virtual Garmin Coach, que oferece planos de exercícios personalizáveis, e a ferramenta PacePro, que planeja estratégias de ritmo levando em conta a elevação do terreno.

    Seu sensor proprietário Elevate mede a frequência cardíaca e monitora atividades físicas em diversas modalidades e em funções de qualidade de vida, tais como monitores do sono, estresse e saúde da mulher, além de ter um contador de passos e medidor de respiração.

    Este smartwatch também pode fazer a diferença em situações de risco: se o usuário sofrer uma queda ou um mal súbito, ele pode enviar mensagens SMS e ligar para contatos pré-registrados, desde que esteja pareado a um celular.

    A bateria do Forerunner 55 tem autonomia de até 14 dias com o GPS desligado ou 20 horas se o recurso estiver ativo. Seus sensores de gerenciamento permitem que ele avise ao usuário quando é hora de fazer uma nova recarga, evitando que fique sem energia de surpresa.

    Este wearable suporta Bluetooth, necessário para pareá-lo com outro dispositivo e ser usado como um smartwatch completo, mas não conta com 4G/LTE, por ser desenvolvido como um acessório autônomo para esportistas, para quem ele se apresenta como uma solução em si mesma e direto ao ponto.

    O Garmin Forerunner 55 (apenas R$ 1.191 no Pix) possui corpo de 42 mm resistente a até 5 ATM, o que o permite ser usado também em esportes aquáticos, e GPS multibanda para determinar a posição exata e distâncias percorridas em caminhadas e corridas por diversos terrenos.

    Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

    Bom e barato: Garmin Forerunner 55 com treinador virtual tem 46% OFF

    💾

    Forerunner 55 com recurso Garmin Coach para treinamentos e experiência independente do celular recebe desconto no Magalu de 46% no Pix

    Zelda: Ocarina of Time Remake esgota em 10 minutos de pré-venda

    17 de Setembro de 2026, 11:26
    Imagem do personagem Link montando um cavalo no remake de The Legend of Zelda: Ocarina of Time
    The Legend of Zelda: Ocarina of Time abriu pré-venda no Brasil (imagem: reprodução/Nintendo)
    Resumo
    • Nintendo iniciou a pré-venda do remake de The Legend of Zelda: Ocarina of Time no Brasil, com preço sugerido de R$ 439 para a edição física.
    • Ela esgotou em cerca de 10 minutos e traz capa com acabamento especial nas primeiras unidades; ainda não há confirmação de um novo lote.
    • Versão digital custa R$ 329,90 e continua à venda na eShop brasileira; o jogo será lançado em 5 de novembro para Switch 2.

    A Nintendo iniciou a pré-venda do remake de The Legend of Zelda: Ocarina of Time no Brasil. A edição física de lançamento, que traz uma embalagem com acabamento especial, combinando elementos metalizados e textura em relevo, esgotou em cerca de 10 minutos nessa quarta-feira (16/09). O acabamento será exclusivo das unidades da primeira tiragem.

    A nova versão do clássico do Nintendo 64 chega com preço sugerido de R$ 439 em mídia física e foi comercializada por grandes varejistas, como a Amazon. A Nintendo não confirmou a quantidade de unidades produzidas com o acabamento especial e nem divulgou informações sobre um novo lote.

    Quem preferir a versão digital pode fazer a reserva diretamente pela eShop brasileira, por R$ 329,90. A diferença em relação ao preço sugerido da mídia física é de R$ 109,10, embora promoções no varejo ofereçam desconto para pagamento à vista no Pix.

    Remake atualiza clássico do Nintendo 64

    Lançado originalmente em 1998, Ocarina of Time retorna em uma nova versão para o Switch 2. A Nintendo reformulou os gráficos, a movimentação e os controles de câmera, além de ampliar os diálogos dos personagens e incluir cenas dubladas.

    A nova versão traz dublagem e localização em português do Brasil. O jogo terá suporte aos modos TV, mesa e portátil e ocupa cerca de 27 GB de armazenamento no console.

    A Nintendo também criou o Zelda Notes, recurso disponível no aplicativo Nintendo Switch App. A ferramenta acompanha o progresso da aventura e pode ajudar o jogador a encontrar locais do jogo a partir de imagens.

    Ocarina of Time chega em novembro

    O remake será lançado mundialmente em 5 de novembro de 2026 e será exclusivo do Nintendo Switch 2. A nova versão recupera a aventura de Link por Hyrule, agora reconstruída para o hardware atual da Nintendo.

    Além do jogo, a Nintendo anunciou uma linha especial de produtos para comemorar os 40 anos de The Legend of Zelda, incluindo uma edição temática do Switch 2, controle Pro e acessórios. Esses produtos chegam antes do jogo, em outubro.

    Zelda: Ocarina of Time Remake esgota em 10 minutos de pré-venda

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    Edição física para Switch 2 custa R$ 439 e traz capa especial. Versão digital continua disponível por R$ 329,90.

    (imagem: reprodução/Nintendo)

    Galaxy Watch 8 Classic fica mais barato com cupom no Mercado Livre

    17 de Setembro de 2026, 11:10

    Oferta encerrada 🙁
    Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

    O Galaxy Watch 8 Classic entrou em oferta por R$ 1.839,08 no Pix com o cupom ECONOMIZEIML no Mercado Livre. Lançado por R$ 4.499, o smartwatch casual da Samsung com tela AMOLED e conexão 4G LTE recebe um desconto de 59%.

    Galaxy Watch 8 Classic tem conexão 4G LTE e bateria de até 40 horas

    O Galaxy Watch 8 Classic tem uma tela Super AMOLED de 1,3 polegada com vidro Cristal de Safira e caixa de 46 mm em aço inoxidável com certificado IP68 de resistência à poeira e água. Além do bisel para navegar pelos menus do Wear OS, o painel oferece brilho máximo de até 3.000 nits, que facilita a visualização sob o sol.

    O acessório conta com conexão 4G LTE por meio de eSIM, permitindo estar sempre conectado em qualquer lugar sem depender de redes Wi-Fi ou smartphones. Com isso, a pessoa consegue acessar diferentes apps e recursos online diretamente pelo pulso, incluindo o Galaxy AI e Google Gemini.

    Internamente, o Galaxy Watch 8 Classic é alimentado pelo chip Exynos W1000, combinado com 2 GB de RAM e 64 GB de armazenamento interno. Ele ainda oferece Bluetooth 5.3 e NFC para ações por aproximação.

    imagem do relógio samsung galaxy watch 8 classic
    Focado no casual, o Galaxy Watch 8 Classic traz um bisel ao estilo dos relógios clássicos (imagem: Divulgação/Samsung)

    Apesar da proposta casual, o smartwatch da Samsung traz o sensor BioActive para monitoramento de frequência cardíaca, pressão arterial, oxigenação do sangue e outros dados de saúde. Ele ainda consegue realizar eletrocardiograma (ECG), emitindo alertas ao notar anomalias nas avaliações diárias.

    O modelo com GPS integrado também registra práticas de atividades físicas, como caminhada, corrida, ciclismo e natação. Todos esses dados são sincronizados com o aplicativo Samsung Health, ajudando a construir um histórico da saúde do usuário para oferecer sugestões para uma rotina mais saudável.

    Fechando o pacote, o Galaxy Watch 8 Classic (R$ 1.839,08 no Pix com cupom ECONOMIZEIML) tem autonomia de até 40 horas de uso moderado. Entretanto, a bateria do dispositivo pode durar cerca de 30 horas caso o modo Always On Display esteja ativado.

    Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

    Galaxy Watch 8 Classic fica mais barato com cupom no Mercado Livre

    💾

    Galaxy Watch 8 com tela AMOLED, GPS integrado e conexão 4G tem preço reduzido ao combinar cupom e pagamento via Pix

    (imagem: Divulgação/Samsung)

    Criança gasta R$ 600 mil no cartão do pai para divulgar gameplay de Roblox

    17 de Setembro de 2026, 10:48
    Roblox vira caso de Procon em São Paulo (Imagem: Divulgação/Roblox)
    Criança gasta R$ 600 mil no cartão do pai para divulgar gameplay de Roblox (imagem ilustrativa: divulgação/Roblox)
    Resumo
    • Criança gastou US$ 118.000 (R$ 606.000) em anúncios no YouTube para promover canal de jogos online.
    • O cartão corporativo do pai foi usado para gastos com anúncios sem o conhecimento dele.
    • O caso pode ter implicações sérias para o pai, que pode ter que pagar a dívida e perder o emprego.

    Você já ouviu relatos de pais que descobriram que seus filhos gastaram fortunas com jogos online. Mas este caso é “diferenciado”: um pai revelou ter descoberto que seu filho de 9 anos desembolsou US$ 118.000 (R$ 606.000 na conversão direta) em anúncios para promover seus vídeos com gameplay de Minecraft e Roblox.

    Os vídeos foram publicados no YouTube, via canal Mighty Mike Plays. Dave, o pai, usou o canal do próprio filho para contar a história (vídeo mais abaixo). O relato soa um pouco engraçado no início porque a introdução é feita pela própria criança, que começa dizendo que tem más notícias e que este pode ser o fim do canal.

    Dave passa a falar na sequência. Ele explica que seu filho estava promovendo campanhas caras no YouTube, mas que só descobriu isso depois que a fatura do cartão de crédito chegou. Mas piora: o cartão que Dave cadastrou e que, por sua vez, foi usado pelo filho, é corporativo.

    O problema só veio à tona quando Dave foi chamado para uma reunião com seu gerente e o departamento financeiro. Ali, ele foi apresentado a uma planilha que mostrou gastos com anúncios online veiculados durante três semanas cujos valores chegaram aos já mencionados US$ 118.000.

    Até aqui, essa história sustenta um ar cômico. Mas o problema pode ter implicações sérias. Ainda no vídeo, Dave explica que são grandes as chances de que ele tenha que pagar parte ou todo esse valor, o que, convenhamos, é esperado. A pior parte é que ele não sabe se será mantido em seu emprego.

    Como o filho de Dave teve acesso ao cartão corporativo?

    Começou quando Dave criou um canal para Mike, o seu filho, após perceber que ele passava horas assistindo a vídeos de Minecraft e Roblox. A ideia era a de incentivar o garoto a criar o seu próprio conteúdo. Deu certo, tanto que, depois de um tempo, Mike pediu a seu pai que comprasse Robux (uma moeda de Roblox) para a aquisição de itens que incrementassem a jogatina.

    Dave fez isso usando o seu cartão corporativo. Depois, como seu filho disse que o número de inscritos e visualizações de seu canal aumentava devagar, ele criou uma campanha de anúncios no Google para promover os vídeos de Mike tendo US$ 20 como limite de gasto.

    Porém, quando o limite foi alcançado, Mike criou mais uma campanha. E outra. E outra. E assim foi indo até a conta chegar a US$ 118.000, afinal, o número do cartão ficou registrado na plataforma de anúncios.

    Em situações do tipo relacionadas aos jogos em si, muitas vezes, os pais conseguem reembolsos. Mas, neste caso, os gastos envolveram anúncios já veiculados e que foram iniciados pela conta de Dave. Por isso, é pouco provável que ele consiga o perdão da dívida.

    Com informações de The Register

    Criança gasta R$ 600 mil no cartão do pai para divulgar gameplay de Roblox

    💾

    Garoto de 9 anos usou cartão corporativo do pai para promover canal no YouToube sobre Minecraft e Roblox. Conta chegou a US$ 118 mil (R$ 606 mil na conversão direta).

    Motorola Edge 60 Pro (256 GB) atinge um dos menores preços de 2026

    17 de Setembro de 2026, 10:44

    Prós
    • Tela pOLED de 120 Hz e 4.500 nits
    • Câmeras de 50 MP
    • Bateria de 6.000 mAh
    • IP68/IP69 e MIL-STD-810H
    Contras
    • Não suporta microSD
    • Só mais dois anos de updates Android
    PIX
    Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

    O Motorola Edge 60 Pro de 256 GB está saindo por apenas R$ 2.429 no Pix na Amazon. O celular da Motorola com tela POLED de 120 Hz e câmeras de 50 MP alcança um dos menores preços de 2026, com desconto de 51% sobre o preço original de R$ 4.999.

    Edge 60 Pro tem câmeras de 50 MP e tela POLED de 120 Hz

    Tela do Edge 60 Pro com configurações do botão dedicado da Moto AI
    Tela POLED do Edge 60 Pro reproduz imagens com cores realistas (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

    O Edge 60 Pro possui uma tela POLED de 6,7″ que, com taxa de 120 Hz e brilho de até 4.500 nits, é capaz de reproduzir imagens com cores vibrantes e alta fluidez nas transições em apps e games, além de apresentar visibilidade garantida em qualquer lugar. O vidro Gorilla Glass 7i protege-a contra arranhões e quedas.

    Este celular possui um kit interno ideal para jogos, que inclui o chip MediaTek Dimensity 8350 Extreme e 12 GB de RAM física expansível até 24 GB via RAM Boost, que rodam mesmo os títulos mais exigentes. Os 256 GB de armazenamento disponibilizam espaço interno razoável para guardar vídeos e fotos.

    O conjunto de câmeras é formado por uma wide com OIS e uma ultrawide, que capturam belas cenas ao ar livre, e uma frontal que tira ótimas selfies, todas de 50 MP. Já a telefoto possui 10 MP e zoom óptico de 3x para ganhos de detalhes. Todas filmam em 4K.

    Traseira roxa do Edge 60 Pro, com destaque na câmera tripla, organizada em um quadrado
    Câmeras wide, ultrawide e frontal do Edge 60 Pro são de 50 MP (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

    O Edge 60 Pro traz um botão dedicado da Moto AI, suíte que oferece edição de imagens com IA e assistente virtual. O corpo do celular conta com certificação IP68/IP69, que confere proteção contra poeira intensa e mergulhos acidentais.

    Sua bateria de 6.000 mAh resiste até 45 horas de uso, segundo a fabricante. O suporte a carregamento rápido de até 90 W permite injetar uma carga para 12 horas em apenas 6 minutos, recurso ideal para usuários com agendas corridas.

    O Motorola Edge 60 Pro de 256 GB (apenas R$ 2.429 no Pix) foi atualizado para o Android 16 e é elegível somente a mais dois updates de sistema operacional. O celular da Motorola possui conectividade 5G, Wi-Fi 6E, Bluetooth 5.4 e NFC.

    Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

    Motorola Edge 60 Pro (256 GB) atinge um dos menores preços de 2026

    Como acessar o WhatsApp Web pelo celular (Android ou iPhone)

    17 de Setembro de 2026, 10:31
    Ilustração do site do WhatsApp Web no navegador do celular
    Usuário pode conectar-se no WhatsApp Web pelo navegador do celular (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

    Entrar no WhatsApp Web pelo celular pode ser uma alternativa para usar o mensageiro sem ocupar espaço com aplicativos. Essa ferramenta em formato web facilita o acesso rápido a perfis profissionais ou secundários direto pelo navegador do smartphone.

    Embora seja um recurso útil para emergências ou acessos pontuais, o próprio mensageiro oferece opções práticas para o dia a dia. Por exemplo, você pode ter duas contas do WhatsApp no mesmo celular utilizando a função nativa no aplicativo oficial.

    A seguir, o Tecnoblog te ensina como acessar o WhatsApp Web pelo celular Android ou iPhone.

    Como entrar no WhatsApp Web no celular Android

    Você pode acessar o WhatsApp Web no celular Android ao alterar a visualização da página para a versão desktop no navegador Google Chrome. Para isso, siga os seguintes passos:

    • Acesse o site web.whatsapp.com pelo Google Chrome no smartphone Android.
    • Toque no menu de três pontos, no canto superior direito, e marque a opção “Para Computador”.
    • Atualize a página do WhatsApp Web para forçar a exibição da versão desktop com um QR Code.
    • Abra o app WhatsApp em outro celular e acesse as “Configurações”.
    • Selecione o menu “Dispositivos conectados” e toque em “Conectar dispositivos”.
    • Leia o QR Code na tela do smartphone Android que você deseja usar o WhatsApp Web. (Caso não tenha um segundo aparelho para escanear o QR Code, use a opção de login pelo número de telefone).
    • Aguarde a autenticação para concluir a sincronização e acessar o WhatsApp Web pelo navegador do celular Android.
    Configurando o site do WhatsApp Web para modo de leitura para PC
    Configurando o site do WhatsApp Web para modo de leitura para PC (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

    Como acessar o WhatsApp Web no iPhone

    Os usuários do iPhone podem acessar o WhatsApp no celular pelo navegador Safari ao alterar o modo de visualização da página para o modo Desktop. Veja o passo a passo para utilizar o mensageiro de forma alternativa:

    • Entre no site web.whatsapp.com usando o Safari no iPhone.
    • Toque no ícone “aA” ao lado da barra de endereço e escolha a opção “Solicitar Versão para Computador”.
    • Digite o endereço web.whatsapp.com novamente e, agora, selecione a opção com ícone de globo para visualizar o QR Code.
    • Em outro dispositivo, abra o aplicativo WhatsApp e vá até as Configurações.
    • Entre no menu “Dispositivos conectados” e toque em “Conectar dispositivos”.
    • Use a câmera do aparelho secundário para escanear o QR Code na tela do iPhone.
      (Se você não tiver um celular secundário para ler o QR Code, o login deve ser feito via telefone)
    • Aguarde alguns segundos até o sistema validar a sincronização e carregar todas as conversas no navegador do iPhone.
    Ajustando o site do WhatsApp Web para modo de leitura para PC
    Ajustando o site do WhatsApp Web para modo de leitura para PC (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

    Qual a vantagem de usar o WhatsApp Web no celular?

    Usar o WhatsApp no celular é uma opção para quem precisa de flexibilidade, produtividade e acesso rápido a mais de um perfil no mesmo aparelho. Essa solução simplifica a rotina digital, contornando diversos obstáculos do aplicativo convencional:

    • Sem instalações adicionais: permite conectar o WhatsApp Web em outro celular diretamente pelo navegador, economizando espaço na memória interna e dispensando o download de aplicativos secundários;
    • Layout otimizado para multitarefas: exibe abas de conversas e mensagens simultaneamente na tela, tornando a troca de informações e o envio de links mais ágeis no dia a dia;
    • Solução para instabilidades: funciona como um atalho seguro caso o aplicativo oficial esteja travando, com falhas de sincronização ou incompatibilidade temporária com o sistema operacional do smartphone;
    • Acesso sem restrições: garante que você gerencie sua conta do WhatsApp mesmo em redes Wi-Fi restritas ou aparelhos corporativos que bloqueiam a instalação de novos softwares.

    Dá para entrar no WhatsApp Web sem o celular principal?

    Abrir o WhatsApp Web no celular secundário exige o uso do aparelho principal durante a configuração inicial por motivos de segurança. É indispensável utilizar o telefone titular para validar a conexão via leitura do QR Code ou autorização no login pelo número.

    No entanto, após realizar a primeira autenticação, é possível usar o WhatsApp sem o celular principal por perto ou desligado. A conta permanece sincronizada e funcional na versão para navegador do segundo aparelho. 

    É possível baixar uma versão do WhatsApp Web no celular?

    O WhatsApp Web não pode ser baixado no celular, pois a ferramenta é um serviço exclusivo para navegadores. A plataforma foi desenvolvida nativamente para execução via browser, dispensando a instalação no dispositivo.

    Como acessar o WhatsApp Web pelo celular (Android ou iPhone)

    Usuário pode conectar-se no WhatsApp Web pelo navegador do celular (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

    Configurando o site do WhatsApp Web para modo de leitura para PC (Imagem: Reprodução/WhatsApp Web e Google Chrome)

    Ajustando o site do WhatsApp Web para modo de leitura para PC (Imagem: Reprodução/WhatsApp Web e Safari)

    Expansão da IA pode provocar “tsunami” de lixo eletrônico, diz relatório

    17 de Setembro de 2026, 10:26
    Foto de um descarte de lixo eletrônico com placas sobrepostas
    Aumento de novos servidores pode triplicar lixo eletrônico nas próximas décadas (imagem: reprodução/Magnific)
    Resumo
    • A corrida por data centers de IA pode triplicar o volume anual de lixo eletrônico tóxico até 2050, segundo a Basel Action Network (BAN).
    • De acordo com o relatório da entidade, a expansão de data centers pode gerar 13 milhões de toneladas de resíduos por ano somente até 2030.
    • Apenas cerca de 20% do lixo eletrônico recebe destinação adequada, de acordo com o cofundador da BAN, Jim Puckett.

    A expansão da infraestrutura necessária para sustentar a IA pode triplicar o volume anual de lixo eletrônico tóxico nos próximos 25 anos. É o que diz um relatório da Basel Action Network (BAN), organização ambiental que acompanha o descarte e a movimentação internacional de resíduos eletrônicos.

    Segundo a entidade, o acúmulo nesse período seria suficiente para preencher seis fileiras de contêineres ao redor da Terra. O material pode conter substâncias como mercúrio, cádmio, chumbo e compostos químicos persistentes, além de metais que exigem processos específicos para serem recuperados.

    Servidores aumentam volume de resíduos

    O levantamento projeta a quantidade de materiais que precisarão ser fabricados como parte da expansão de data centers nos próximos anos. Nos Estados Unidos, serão ao menos 4.871, segundo a organização, sendo muitos deles voltados a IA.

    Para calcular o impacto, a organização considerou uma estimativa de aproximadamente 100 gigawatts (GW) de nova capacidade computacional no mundo até 2030. A conta inclui servidores, sistemas de refrigeração, infraestrutura elétrica, cabeamento e outros componentes importantes para os centros de processamento. Entre eles:

    • Racks de servidores: um rack de alta densidade usado em compuação de IA pode pesar cerca de 1.360 kg.
    • Switches e cabeamento: equipamentos de rede chegam a 30 kg cada, equanto cada rack pode concentrar centenas de quilos de cabos de cobre.
    • Troca de equipamentos: componentes podem ser substituídos a cada dois a cinco anos, seja pelo desgaste térmico, seja pela defasagem de desempenho.
    • Outros eletrônicos: a evolução dos requisitos para IA também pode acelerar a substituição de computadores, celulares e outros equipamentos de telecomunicações.

    A partir desses fatores, a BAN estima que o descarte de hardware possa chegar a 13 milhões de toneladas por ano até 2030. O número é superior ao de estimativas apresentadas anteriormente por outros estudos sobre o lixo eletrônico do setor.

    Falta de destinação adequada

    Imagem mostra vários itens de lixo eletrônico, como carcaças de PCs e teclados
    Lixo eletrônico seria consequência da obsolescência programada (imagem: John Cameron/Unsplash)

    Apesar da preocupação para o futuro, o descarte de equipamentos eletrônicos já cresce rapidamente e é um problema no momento. Jim Puckett, cofundador da BAN, afirmou ao jornal The Guardian que apenas cerca de 20% desse material recebe uma destinação adequada.

    A entidade atua internacionalmente contra o envio ilegal de resíduos tóxicos para países em desenvolvimento, onde parte desses equipamentos pode ser desmontada ou processada sem as mesmas condições de controle ambiental.

    O Brasil, por exemplo, produz mais de 2,4 milhões de toneladas desse material anualmente, segundo levantamento da ONU. O valor deve aumentar com a expansão dos centros de dados no país, impulsionada pela aprovação do Redata, sancionado nessa quarta-feira (16/09).

    Para a BAN, a velocidade da expansão da IA não está sendo acompanhada por uma estrutura equivalente para lidar com os equipamentos. A entidade alerta que, sem mudanças na forma como esses materiais são projetados, reutilizados e reciclados, a expansão da IA poderá transformar uma parcela crescente da infraestrutura tecnológica em resíduos tóxicos.

    Expansão da IA pode provocar “tsunami” de lixo eletrônico, diz relatório

    Lixo eletrônico como consequência da obsolescência programada (Imagem: John Cameron/Unsplash)

    Intel e SK Hynix podem fechar acordo para fabricar chips nos EUA

    17 de Setembro de 2026, 08:20
    Sede da SK Hynix (imagem: divulgação/SK Hynix)
    SK Hynix deve ampliar presença nos Estados Unidos após pressão de Trump (imagem: divulgação/SK Hynix)
    Resumo
    • Intel e SK Hynix negociam parceria para produzir chips de memória nos EUA, com opções de aluguel de fábrica da Intel em Ohio ou joint venture com empresas de nuvem.
    • A SK Hynix avalia medidas para ampliar suas bases de produção, mas nenhuma decisão foi tomada sobre cooperação com empresas específicas ou fabricação de memória nos EUA.
    • O governo sul-coreano pode barrar tecnologias avançadas, exigindo revisão de projetos que envolvam componentes estratégicos para o país, como chips de memória HBM ou DRAM.

    A americana Intel e a sul-coreana SK Hynix negociam uma parceria para produzir chips de memória nos Estados Unidos. O acordo ainda está em fase preliminar e pode seguir por dois caminhos: o aluguel de uma fábrica da Intel no estado de Ohio ou uma joint venture com companhias de computação em nuvem.

    Segundo a Reuters, ainda não está definido qual tipo de memória será produzido nos EUA, que pressiona fabricantes de semicondutores de Taiwan e Coreia do Sul a ampliarem a produção em território local. A SK Hynix estreou na bolsa de valores Nasdaq em julho e quebrou recordes, com o maior valor já levantado por uma empresa estrangeira no país.

    Mas a instalação de uma fábrica nos EUA é mais custosa. Segundo fontes ouvidas pela agência, despesas com mão de obra e construção são maiores no país, e boa parte dos fornecedores da indústria estão na Ásia.

    SK Hynix pode ocupar fábrica da Intel

    Renderização das futuras fábricas de chips da Intel (imagem: divulgação/Intel)
    Renderização das futuras fábricas de chips da Intel (imagem: divulgação/Intel)

    Uma das opções discutidas é o aluguel de parte do complexo que a Intel está construindo no estado de Ohio. A fabricante estadunidense anunciou em 2022 um investimento de até US$ 100 bilhões (cerca de R$ 514 bilhões) para construir no estado um grande complexo de fabricação de semicondutores.

    O projeto, porém, sofreu atrasos. As duas primeiras fábricas do polo, previstas inicialmente para começar as operações no ano passado, agora têm previsão de início para 2030 e 2031. A necessidade de levantar mais fundos para as obras esteve entre os argumentos que levaram a Intel a vender 10% de suas ações para o governo dos EUA.

    Nesse cenário, uma parceria com a SK Hynix poderia incluir a utilização de parte da estrutura planejada pela Intel. A outra possibilidade seria uma sociedade entre Intel, SK Hynix e grandes empresas de computação em nuvem interessadas em garantir o fornecimento de memória para seus próprios data centers.

    Governo da Coreia do Sul pode barrar tecnologias avançadas

    Coreia do Sul pode barrar fabricação de tecnologias avançadas no exterior (imagem: divulgação/SK Hynix)

    Outro obstáculo está na própria Coreia do Sul. A produção nos Estados Unidos de tecnologias avançadas de memória pode exigir uma revisão do governo caso envolva componentes classificados como estratégicos para o país.

    Procurado pela Reuters, o Ministério do Comércio da Coreia do Sul afirmou que decisões sobre instalações de produção cabem às empresas. O órgão, porém, ressaltou que projetos envolvendo uma “tecnologia central nacional” precisam passar por uma revisão prevista na Lei de Proteção de Tecnologia Industrial.

    Isso pode afetar uma eventual produção de tecnologias como HBM (chips bastante visados pela indústria de IA) ou determinadas gerações de DRAM nos Estados Unidos. Fontes ouvidas pela agência afirmam que o governo sul-coreano também pode considerar os investimentos da SK Hynix nas negociações comerciais com Washington.

    A SK Hynix confirmou que avalia medidas para ampliar suas bases de produção, mas afirmou à Reuters que “nada foi determinado neste estágio”. Posteriormente, em comunicado publicado em seu site, a empresa declarou que nenhuma decisão havia sido tomada sobre uma possível cooperação com empresas específicas ou sobre a fabricação de memória nos Estados Unidos.

    Intel e SK Hynix podem fechar acordo para fabricar chips nos EUA

    Renderização das futuras fábricas de chips da Intel (imagem: divulgação/Intel)

    Top 10 tablets para criança em 2026 – do infantil ao avançado

    16 de Setembro de 2026, 18:53
    Lenovo Idea Tab vem com teclado e caneta no pacote (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

    A busca pelo melhor tablet para criança em 2026 envolve avaliar a presença de recursos como controle parental, proteção contra impactos e acesso a conteúdos adequados à idade como prioridade. Já crianças maiores e adolescentes podem precisar de um aparelho capaz de acompanhar estudos, desenhos, videochamadas e jogos.

    O Tecnoblog selecionou 10 modelos que vão desde modelos infantis compactos até tablets convencionais com configurações mais avançadas. Confira os pontos positivos e negativos de cada um.

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    Amazon Fire HD 10 Kids


    Prós
    • Tela de 10,1 polegadas
    • 3 GB de RAM
    • Armazenamento expansível por microSD
    • Controle parental integrado
    • Case protetora
    Contras
    • Fire OS limita o acesso ao ecossistema Android
    • Amazon Kids+ não está disponível no Brasil
    Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

    O Amazon Fire HD 10 Kids tem tela de 10,1 polegadas com resolução de 1920 x 1200 pixels para alta definição em vídeos, jogos e aplicativos educativos. O kit inclui uma capa protetora e recursos de controle parental, que permitem aos responsáveis gerenciar conteúdos e tempo de utilização.

    O tablet usa um processador octa-core e 3 GB de RAM, além de bateria para até 13 horas de uso, segundo a marca, configuração destinada a tarefas como reprodução de vídeos, navegação e aplicativos infantis.

    O armazenamento pode ser ampliado por cartão microSD, o que é útil para guardar conteúdos baixados, jogos e arquivos sem depender apenas do espaço interno. No entanto, a assinatura Amazon Kids+ não está disponível no Brasil e o modelo não oferece caneta no pacote.

    Tablet Infantil Barbie – Multilaser (M8 – NB434)


    Prós
    • Tela IPS de 8 polegadas
    • 64 GB de armazenamento interno
    • Expansão por microSD de até 128 GB
    • 4 GB de RAM física
    • Google Kids Space e controle parental
    • Case protetora
    Contras
    • Bateria de 4.000 mAh
    • Processador voltado a tarefas básicas
    • Tela com resolução HD
    Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

    O tablet infantil Barbie NB434 traz painel IPS compacto com resolução HD, pensado para exibir vídeos, jogos e aplicativos, facilitando o uso pelas crianças. Acompanha case protetora e oferece controle parental e Google Kids Space, para que os responsáveis limitem conteúdos e organizem o acesso a apps e atividades.

    No hardware, o NB434 utiliza processador octa-core e traz 4 GB de RAM física mais 2 GB de memória virtual. Essa distinção é importante: os 2 GB adicionais não equivalem a memória RAM física, mas utilizam armazenamento para ampliar a quantidade de memória disponível em determinadas situações.

    Os 64 GB de armazenamento interno podem ser expandidos para até 128 GB com cartão microSD, e o aparelho possui câmeras de 2 MP na frente e 5 MP na traseira. Com bateria de 4.000 mAh, Wi-Fi, Bluetooth, USB-C e entrada P2 para fones, o modelo reúne recursos voltados ao entretenimento e ao uso cotidiano.

    Tablet Infantil Peppa Pig – Multilaser (NB420)


    Prós
    • 64 GB de armazenamento interno
    • Expansão por microSD de até 128 GB
    • 4 GB de RAM
    • Google Kids Space
    • Controle parental
    • Case protetora
    Contras
    • Tela de 7 polegadas
    • Resolução de 1024 x 600 pixels
    • Processador quad-core de entrada
    • Bateria de 2.800 mAh
    Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

    O tablet infantil Peppa Pig NB420 tem tela de 7 polegadas com tecnologia DBF. Diferente dos painéis IPS, que oferecem amplos ângulos de visão e fidelidade maior de cores, o filtro DBF prioriza o brilho frontal, resultando em menor contraste e distorção de cores.

    O NB420 traz processador quad-core, 2 GB de RAM física + 2 GB de RAM virtual, e 64 GB de armazenamento (expansível via microSD até 128 GB). Roda Android 13 com Google Kids Space e controle parental, mantendo uma câmera frontal básica de 2 MP para videochamadas.

    A bateria tem capacidade de 2.800 mAh, e a própria Multi informa autonomia de até três horas de uso. Wi-Fi, USB-C e a case protetora completam a configuração.

    Tablet Positivo Vision Tab 7 Minions


    Prós
    • Android 14 Go
    • 64 GB de armazenamento
    • Expansão por microSD
    • Bluetooth 5.2
    • Capa e bolsa de transporte incluídas
    Contras
    • Resolução de 1024 x 600 pixels
    • 3 GB de RAM
    • Bateria de 3.100 mAh
    Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

    O Vision Tab 7 versão Minions também aposta no formato compacto de 7 polegadas, mas utiliza uma configuração mais atual do que alguns tablets infantis básicos. A tela IPS tem resolução de 1024 x 600 pixels e o aparelho utiliza o chipset Allwinner A523 octa-core, acompanhado de 3 GB de RAM.

    Segundo a Positivo, o modelo é voltado para atividades leves e os 64 GB de armazenamento podem ser expandidos via cartão microSD. Ele traz conexão com Wi-Fi e Bluetooth para internet e acessórios sem fio e o sistema é o Android 14 Go, edição otimizada do Android para hardware mais enxuto.

    A bateria de 3.100 mAh e a conexão USB-C completam o conjunto de especificações. Nessa versão dos Minions, o produto é acompanhado por capa de proteção e bolsa de transporte, acessórios que fazem parte da proposta infantil do modelo.

    Tablet Patrulha Canina – Multilaser (NB421)


    Prós
    • 4 GB de RAM
    • 64 GB de armazenamento interno
    • Expansão por microSD de até 128 GB
    • Google Kids Space
    • Controle parental
    • Case emborrachada com alça
    Contras
    • Resolução de 1024 x 600 pixels
    • Processador quad-core
    • Bateria de 2.800 mAh
    • Autonomia informada de até três horas
    Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

    O tablet infantil da Patrulha Canina (da Multi) tem tela de 7 polegadas (1024 x 600 pixels) e case emborrachada com alça. O modelo foca na segurança infantil com recursos de controle parental e Google Kids Space para gerenciar conteúdos e tempo de uso.

    A configuração inclui processador quad-core, 4 GB de RAM divididos entre física e virtual e 64 GB de armazenamento interno, com possibilidade de expansão por cartão microSD de até 128 GB. A bateria de 2.800 mAh tem autonomia informada pela Multi de até três horas de uso.

    O Android 13 Go Edition é uma versão mais simples do sistema para se adequar as configuração de hardware do aparelho, e a câmera frontal de 2 MP pode ser utilizada em videochamadas e registros simples. Ele traz ainda Wi-Fi, conexão Bluetooth, USB-C e entrada para fones de ouvido.

    Lenovo Idea Tab


    Prós
    • Tela com resolução 2.5K e 90 Hz
    • Bateria com boa autonomia
    • Inclui capa, caneta e teclado
    • Atualizações de segurança até 2029
    Contras
    • Tela de LCD com contrastes inferiores
    • Performance limitada
    • Sem suporte a redes móveis
    Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

    O Lenovo Idea Tab é um tablet que também pode ser usado por crianças maiores, além de adultos. O modelo tem painel de 11 polegadas com resolução 2K para alta definição em streaming e taxa de atualização de 90 Hz para animações com maior fluidez.

    No entanto, nos testes feitos pelo Tecnoblog, o brilho de até 500 nits se mostrou limitado na visualização sob luz solar direta, principalmente por conta dos reflexos que aparecem na tela.

    Seu processador MediaTek Dimensity 6300 atua com até 8 GB de RAM e 128 GB de armazenamento — que pode ser expandida por microSD de até 1 TB. O Idea Tab é fraco para jogos, mas apresentou bom desempenho em multitarefa e atividades de estudo/trabalho.

    A bateria de 7.040 mAh é acompanhada por carregamento de 20 W. Há ainda quatro alto-falantes com ajuste Dolby Atmos, USB-C, entrada P2 e Bluetooth, além de caneta e teclado no pacote.

    Galaxy Tab A11


    Prós
    • Tela de 90 Hz
    • Áudio com Dolby Atmos
    • Atualizações até o Android 22
    • Compatível com recursos de IA
    • Suporta microSD de até 2 TB
    Contras
    • Apenas 64 GB de armazenamento
    • Desempenho inferior à versão Plus
    • Sem suporte à S Pen e proteção IP
    • Resolução equivalente ao HD
    Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

    O Galaxy Tab A11 é um tablet compacto da Samsung, com tela TFT de 8,7 polegadas e resolução de 1340 x 800 pixels. A taxa de atualização de 90 Hz é um dos recursos que mais interferem na experiência de uso, deixando transições da interface e animações mais fluidas.

    Com processador MediaTek Helio G99, 4 GB de RAM e 64 GB de armazenamento, este modelo é voltado para tarefas básicas, além de contar com câmera traseira de 8 MP para fotos e digitalização, e frontal de 5 MP para videochamadas.

    Com bateria de 5.100 mAh, o tablet também oferece Wi-Fi, Bluetooth e entrada P2 para fones.

    Galaxy Tab S10 FE


    Prós
    • Suporta 5G (SA e NSA) com eSIM + chip físico
    • Boa cobertura de bandas 5G
    • Performance equilibrada para uso moderado
    • Inclui caneta S Pen e capa
    • Boa relação custo-benefício
    Contras
    • Tela de LCD
    • Tende a engasgar em atividades complexas
    • Carregador de apenas 15 W na caixa
    Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

    A proposta do Galaxy Tab S10 FE é mais próxima de um tablet para estudos, criação e produtividade do que de um dispositivo infantil tradicional. Sua tela TFT de 10,9 polegadas tem resolução de 2304 x 1440 pixels e atualização de 90 Hz — com brilho máximo de até 800 nits.

    O desempenho fica a cargo do Exynos 1580, acompanhado de 8 GB de RAM e 128 GB de armazenamento, que pode ser expandido via microSD de até 2 TB. Essa combinação oferece mais margem para manter vários aplicativos abertos que as configurações encontradas nos tablets infantis de entrada. Ele também vem com capa e caneta.

    Outro diferencial é a resistência IP68, tanto no tablet quanto na S Pen, certificação que indica proteção contra poeira e resistência à submersão em água doce. A bateria tem 8.000 mAh, superior a outros modelos deste guia. Há ainda câmeras de 13 MP e 12 MP (traseira e frontal, respectivamente).

    Huawei MatePad Mini


    Prós
    • Tela OLED de 8,8″ com até 120 Hz
    • Resolução de 2560 × 1600 pixels
    • Carregamento rápido de até 66 W
    • Design compacto
    • Compatível com M-Pencil Pro
    Contras
    • HarmonyOS não tem serviços Google pré-instalados
    Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

    Com apenas 255 g e 5,1 mm de espessura, o Huawei MatePad Mini prioriza a portabilidade, além de tecnologia de tela. Seu painel OLED oferece pretos profundos, alto contraste e taxa de 120 Hz para maior fluidez, com brilho máximo de até 1.800 nits informado pela marca.

    O modelo traz processador Kirin 9010B com opções de 8 GB ou 12 GB de RAM e 256 GB de armazenamento, além de leitor de biometria, áudio estéreo e dois microfones.

    As câmeras combinam sensores traseiros de 50 MP e 8 MP e uma frontal de 32 MP. A bateria de 6.400 mAh suporta carregamento SuperCharge de 66 W, enquanto a porta USB-C com USB 3.0 e DisplayPort 1.2 permite conexão de vídeo. Ele usa o sistema HarmonyOS, então não traz os apps do Google de forma nativa.

    RedMagic Astra


    Prós
    • Desempenho avançado com Snapdragon 8 Elite
    • Tela OLED de 9,06″ com 165 Hz
    • Refrigeração ativa com ventoinha
    • Até 24 GB de RAM e 1 TB de armazenamento
    Contras
    • Tela compacta pode ser pequena
    • Sem versão com 5G
    • Foco gamer pode reduzir a versatilidade para uso profissional
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    Voltado exclusivamente para o público gamer, o RedMagic Astra traz o processador Snapdragon 8 Elite com CPU Oryon de até 4,32 GHz, além de opções com até 24 GB de RAM e 1 TB de armazenamento, entregando potência de sobra para games pesados e multitarefa fluida.

    Sua tela OLED de 9,06 polegadas conta com resolução 2K e taxa de atualização de até 165 Hz para maior suavidade visual. O painel atinge amostragem de toque de até 2.000 Hz em alguns momentos e multitoque de 240 Hz para menor latência em partidas competitivas.

    Como destaque, o modelo aposta em um avançado sistema de resfriamento que une câmara de vapor, grafeno, cobre, metal líquido e uma ventoinha de 20.000 rpm para manter a estabilidade térmica durante longas sessões. A bateria é formada por duas células que totalizam 8.200 mAh, com suporte a carregamento rápido.

    Como escolher o melhor tablet para crianças em 2026?

    A escolha depende principalmente da idade da criança e do tipo de atividade que será realizada no aparelho. Entre os pontos mais importantes, estão:

    • Idade e proposta: modelos infantis dedicados priorizam proteção física, controle parental e conteúdos direcionados a crianças pequenas; tablets convencionais são mais adequados para estudos e uso prolongado;
    • Tela: considere o tamanho e a resolução de acordo com o uso. Telas de 7 e 8 polegadas facilitam o manuseio por crianças menores, enquanto modelos de 10 ou 11 polegadas oferecem mais espaço para vídeos, leitura e atividades escolares;
    • Desempenho: processador e RAM devem ser avaliados em conjunto. Configurações mais básicas atendem a vídeos, aplicativos educativos e jogos leves, enquanto modelos mais avançados oferecem maior margem para multitarefa e jogos;
    • Armazenamento: 64 GB pode atender a um uso infantil mais simples, mas capacidades maiores são interessantes para guardar jogos, vídeos, fotos e materiais escolares. O suporte a microSD também pode ampliar o espaço disponível;
    • Controle parental: verifique se o tablet oferece ferramentas para limitar tempo de uso, controlar aplicativos e restringir conteúdos. Em modelos convencionais, esses recursos podem ser configurados pelo sistema ou por aplicativos específicos;
    • Resistência e proteção: em tablets infantis, vale observar a presença de cases protetoras e, nos modelos convencionais, certificações como IP68 quando disponíveis;
    • Acessórios: para crianças maiores, suporte a caneta e teclado pode ampliar as possibilidades para desenho, anotações e estudos. É importante verificar se os acessórios acompanham o aparelho ou se são vendidos separadamente.

    Qual é o melhor tablet infantil para criança pequena?

    Os modelos com temática infantil (Barbie, Peppa Pig, Patrulha Caninca e Minions) fazem mais sentido quando a prioridade é controle parental e acesso a conteúdos apropriados à idade. Além disso, os modelos oferecem cases mais resistentes e até bolsa para transporte.

    Qual é o melhor tablet para crianças acima de 10 anos?

    Um tablet convencional pode oferecer mais possibilidades para desenho, leitura e entretenimento para crianças maiores. O Lenovo Idea Tab e o Galaxy Tab S10 FE são bons tablets para estudos, pois acrescentam suporte a caneta e recursos de produtividade.

    Vale a pena comprar tablet infantil em 2026?

    Sim, dependendo da idade e do uso. Tablets infantis fazem sentido principalmente para crianças pequenas que utilizarão o aparelho para vídeos, jogos leves e aplicativos educativos, já que costumam combinar cases protetoras com ferramentas de controle parental.

    Para crianças maiores, que também precisam estudar, desenhar ou utilizar aplicativos mais variados, um tablet convencional com recursos de controle parental pode oferecer mais possibilidades no dia a dia.

    Qual marca tem os melhores tablets infantis?

    Amazon, Multilaser e Positivo oferecem modelos com proposta especificamente infantil ou com temática voltada às crianças.

    A Multilaser possui versões licenciadas de personagens como Barbie, Peppa Pig e Patrulha Canina, enquanto a Positivo oferece o Vision Tab 7 em versões com personagens como Minions. A Amazon, por sua vez, possui a linha Fire Kids, desenvolvida com recursos específicos de controle e proteção para o público infantil.

    Qual é a diferença entre um tablet comum e tablet infantil?

    A diferença não está apenas no tamanho ou no visual: ela também envolve a proposta de uso, as especificações técnicas e o custo-benefício de um tablet.

    O modelo infantil é desenvolvido considerando necessidades específicas de crianças, normalmente combinando case protetora, controles parentais e interface ou conteúdos direcionados ao público infantil.

    Já um tablet comum prioriza uma utilização mais ampla e pode oferecer hardware mais potente, aplicativos e recursos de produtividade.

    Top 10 tablets para criança em 2026 – do infantil ao avançado

    💾

    Selecionamos os melhores tablets para crianças em diversas faixas de idade; veja a lista com modelos de tablets infantis, para desenhar, jogar e estudar

    Galaxy Tab S10 FE Plus registra o melhor preço desde junho com 47% OFF

    16 de Setembro de 2026, 18:34

    Prós
    • Tela grande de 13,1″ e taxa de 90 Hz
    • Suporta carregamento de 45 W
    • Certificação IP68
    • Capa e caneta inclusas
    Contras
    • Tecnologia LCD inferior ao AMOLED
    • Sem suporte a NFC
    • Peso de 668 g
    PIX
    Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

    O Galaxy Tab S10 FE Plus de 128 GB está em promoção no Magazine Luiza por R$ 2.815,12 no Pix. O valor representa uma redução de 47% sobre o preço original de R$ 5.299 e o mais baixo desde meados de junho. O tablet da Samsung une recursos premium a um preço mais acessível comparado aos dispositivos topo de linha.

    Galaxy Tab S10 FE Plus tem tela de 13,1″ e bateria de 10.090 mAh

    Um dos diferenciais da versão que carrega ‘Plus’ ao nome é a sua tela grande LCD de 13,1 polegadas. Por suportar taxa de 90 Hz, proporciona uma performance fluida tanto para navegação como para streaming e redes sociais. Além disso, a caneta S Pen inclusa na caixa, possibilita transformá-lo em um caderno digital para desenhos e anotações.

    Equipado com o processador Exynos 1580 (4 nm) e 8 GB de RAM, fornece um desempenho equilibrado para multitarefas sem travamentos, sendo uma alternativa de tablet para trabalho. Embora o armazenamento interno de 128 GB seja limitado para quem busca guardar arquivos e fotos, há um slot via cartão microSD para expansão.

    O Galaxy Tab S10 FE Plus possui bateria de 10.090 mAh que proporciona autonomia para um dia inteiro de trabalho e estudos, ou até 21 horas de reprodução de vídeo, segundo a Samsung. Ao suportar carregamento rápido de 45 W, permite voltar rapidamente às atividades. Contudo, o carregador que acompanha possui potência inferior.

    Slide em evento mostrando a família Galaxy Tab S10 FE
    Toda a linha Galaxy Tab S10 FE conta com recursos de IA pelo pacote de ferramentas Galaxy AI (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

    Atualizado para o Android 16 com a One UI, conta com funcionalidades apoiadas por inteligência artificial para aprimorar a experiência de uso e produtividade. A exemplo do Circule para Pesquisar, Assistente Matemático e Apagador de Objetos. A Samsung promete novos updates por mais seis anos.

    O tablet abriga câmeras traseira de 13 MP e frontal de 12 MP, ambas com capacidade de gravação em 4K. Logo, pode ser usado para atender a reuniões de trabalho ou em momentos de lazer. No mais, a presença da certificação IP68 o protege contra a entrada de água e poeira, ajudando no maior tempo de durabilidade.

    Aproveite para garantir o Galaxy Tab S10 FE Plus (128 GB), com o melhor preço desde junho segundo histórico do Zoom, por R$ 2.815,12 no Pix.

    Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

    Galaxy Tab S10 FE Plus registra o melhor preço desde junho com 47% OFF

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    Galaxy Tab S10 FE Plus de 128 GB despenca de preço em oferta no Magazine Luiza pagando no Pix. Tablet traz tela de 13.1", 8 GB de RAM e inclui capa e caneta na caixa

    Samsung colocou recursos de IA em tablets de preço mais acessível (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

    Euro-Office chega ao PC para desafiar a Microsoft

    16 de Setembro de 2026, 17:09
    captura de tela do app do Euro-Office para PC
    App amplia usabilidade do Euro-Office no PC (imagem: reprodução/Nextcloud)
    Resumo
    • A Nextcloud lançou o Euro-Office, uma suíte de aplicativos de código aberto para desafiar a Microsoft, com versão para desktop prevista para as próximas semanas.
    • O Euro-Office permite a colaboração em documentos, tanto no aplicativo de desktop quanto na interface web, mantendo a sincronização entre os usuários.
    • A suíte suporta formatos como DOCX, XLSX, PPTX, PDF, ODT, ODS e ODP, e visa ampliar o uso de tecnologias abertas na Europa, seguindo esforços de órgãos públicos.

    Três meses após a chegada aos navegadores, o Euro-Office, suíte de apps de código aberto alternativos ao Microsoft Office, ganhará um aplicativo para desktop. A novidade foi anunciada pela Nextcloud, uma das empresas envolvidas no projeto, nesta quarta-feira (16/09).

    O programa será integrado aos recursos de colaboração do Nextcloud e permitirá trabalhar nos mesmos documentos a partir do aplicativo instalado no PC ou da interface web. A versão deve ser liberada nas próximas semanas.

    Euro-Office integra edições no PC e na web

    O novo aplicativo mantém as funcionalidades básicas do Euro-Office para navegadores, permitindo a abertura e edição de arquivos sem perder a sincronização com os demais usuários. Isso permite que pessoas trabalhando no mesmo documento usem plataformas diferentes, como nas opções da Microsoft.

    A Nextcloud também aproveitou a atualização para fazer mudanças no software. Segundo a empresa, o Euro-Office ficou mais rápido no processamento de comandos e ganhou novos mecanismos de filtragem de pastas. As miniaturas dos documentos também foram aprimoradas para facilitar a identificação dos arquivos.

    imagem representando integração entre aplicativo Web e Desktop do Euro-Office
    Usuários poderão colaborar em edições através do app para web ou desktop (imagem: reprodução/Nextcloud)

    A base do Euro-Office, porém, é alvo de polêmica. Mantenedores do OnlyOffice acusam o fork da coalizão europeia de violar condições da licença AGPLv3 e regras de propriedade intelectual, entre elas a remoção de avisos legais do código original. A Nexcloud contesta as alegações.

    Suíte reúne formatos da Microsoft e padrões abertos

    O Euro-Office foi lançado oficialmente em 9 de junho de 2026 por uma coalizão formada pela Nextcloud, Proton, IONOS, XWiki e Office.EU. A suíte reúne ferramentas para edição de textos, planilhas e apresentações.

    Entre os formatos compatíveis estão DOCX, XLSX, PPTX e PDF, além de ODT, ODS e ODP, baseados no padrão aberto OpenDocument.

    A iniciativa acompanha esforços de órgãos públicos europeus para ampliar o uso de tecnologias abertas. Na Alemanha, por exemplo, o formato ODF vem sendo adotado em projetos de digitalização do setor público, enquanto a França tem migrado parte de seus computadores governamentais para Linux.

    Euro-Office chega ao PC para desafiar a Microsoft

    💾

    Projeto visa a soberania digital europeia. Versão para desktop deve ser disponibilizada para download nas próximas semanas.

    (imagem: reprodução/Nextcloud)

    Gnome 51 chega para continuar sendo referência no Linux; veja as novidades

    16 de Setembro de 2026, 16:58
    Fedora Workstation vem com o Gnome 51
    Gnome 51 no Fedora Linux (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
    Resumo
    • O Gnome 51, codinome “A Coruña”, foi lançado com melhorias em desempenho, segurança e funcionalidades.
    • As principais novidades incluem animações mais suaves no gerenciador de janelas Mutter, captura de tela mais rápida e melhorias nos aplicativos, como o Gnome Maps e o gerenciador de arquivos nativo.
    • O Gnome 51 estará disponível em distribuições Linux como Fedora Linux 45, Ubuntu 26.10 e futuras versões de projetos como Arch Linux, openSUSE e Manjaro Linux.

    O Gnome 51 é oficial. De codinome “A Coruña”, a nova versão de um dos mais populares ambientes de desktop para distribuições Linux não muda muito no visual, mas traz várias novidades funcionais e em aspectos como desempenho e segurança. Vejamos algumas delas.

    Os desenvolvedores destacam que, na nova versão, o Gnome torna as animações do gerenciador de janelas Mutter mais suaves, mesmo quando há alta carga de processamento. Mas o que eu mais gostei foi a promessa de captura de tela mais rápida (uso muito esse recurso).

    Ainda na parte gráfica, o Gnome 51 é capaz de memorizar o nível de brilho da tela mesmo quando houver várias reinicializações e alternâncias para um modo de HDR. Assim, você não precisa ficar reconfigurando esse parâmetro.

    Mas as principais mudanças envolvem os aplicativos. O Gnome Maps agora permite baixar mapas para uso offline, bem como pode exigir horários de transporte público, por exemplo.

    Gerenciador de arquivos do Gnome 51 com contagem de itens selecionados
    Gerenciador de arquivos do Gnome 51 com contagem de itens selecionados (imagem: reprodução/Gnome)

    Já o gerenciador de arquivos nativo pode selecionar automaticamente arquivos recém-criados ou copiados para facilitar ações relacionadas, bem como exibir uma contagem de itens selecionados quando vários deles forem arrastados, sem contar que o seu desempenho foi otimizado.

    Por sua vez, o visualizador de documentos Papers permite desenhar ou importar imagens de assinaturas para inserção em PDFs (com remoção de fundo), enquanto o visualizador de imagens Loupe passa a exibir mais informações de metadados, como criador, direitos autorais e perfil de cor.

    Loupe agora exibe mais metadados
    Loupe Image Viewer agora exibe mais metadados (imagem: reprodução/Gnome)

    O que mais o Gnome 51 traz?

    As demais novidades incluem (mas não se limitam a):

    • rotação automática de tela em dispositivos com acelerômetro;
    • possibilidade de desativar o touchpad automaticamente quando um mouse for conectado ao computador;
    • uso do gerenciador de credenciais oo7 para armazenar senhas, chaves de acesso (passkeys) e tokens com mais segurança;
    • modo de leitura de tela (para acessibilidade) aprimorado;
    • renderização dos ponteiros de mouse em SVG escalável para nitidez satisfatória em qualquer resolução de tela;
    • descontinuação de drivers gráficos Nvidia legados (mas há alternativas para GPUs antigas, como o uso do driver Nouveau).
    O Papers do Gnome 51 facilita a inserção de assinatura à mão
    O Papers do Gnome 51 facilita a inserção de assinatura à mão (imagem: reprodução/Gnome)

    Como obter o Gnome 51 “A Coruña”?

    Como o Gnome 51 é um ambiente de desktop, convém esperar que a novidade chegue à distribuição Linux que você usa. Um exemplo: o Fedora Linux 45 já conta com o Gnome 51, embora ainda esteja em fase beta.

    O Ubuntu 26.10, a ser lançado em outubro, também contará com essa versão. O mesmo vale para futuras versões de projetos como Arch Linux, openSUSE e Manjaro Linux.

    Saiba mais sobre o Gnome 51 no anúncio oficial.

    Gnome 51 chega para continuar sendo referência no Linux; veja as novidades

    Fedora Workstation vem com o Gnome 51 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

    Gerenciador de arquivos do Gnome 51 com contagem de itens selecionados (imagem: reprodução/Gnome)

    Google corrige três falhas críticas no navegador Chrome

    16 de Setembro de 2026, 16:24
    Ilustração com a marca do Google Chrome
    Atualização já está disponível para computadores e celulares (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
    Resumo
    • O Google liberou um update de segurança com 42 correções para o Chrome, incluindo dispositivos com Windows, macOS, Linux, Android e iOS.
    • Três dessas falhas são classificadas como críticas e envolvem problemas de memória que abrem portas para a execução de códigos maliciosos.
    • A recomendação é forçar a atualização manualmente pelo menu “Sobre o Google Chrome”.

    O Google corrigiu 42 vulnerabilidades no Chrome, três delas classificadas como críticas. Segundo a empresa, nenhuma delas foi explorada em ataques cibernéticos até o momento. Do total, 26 falhas foram identificadas internamente, enquanto as outras 16 foram encontradas por pesquisadores externos.

    Para evitar que invasores explorem as brechas, o Google já disponibilizou uma atualização de segurança para Windows, macOS, Linux, Android e iOS.

    Três falhas receberam classificação crítica

    As compilações 153.0.8010.47 e 153.0.8010.48 do Chrome para Windows e macOS, bem como a 153.0.8010.47 para Linux e Android, trazem as soluções para as vulnerabilidades. Os usuários do iOS também recebem as proteções na versão 154.0.8037.41 do navegador.

    Na prática, as três falhas mais graves poderiam permitir que um invasor escapasse do ambiente isolado do navegador, conhecido como sandbox, e passasse a agir diretamente no sistema operacional da vítima. Para explorar essas vulnerabilidades, bastaria induzir o usuário a acessar uma página web adulterada.

    A atualização também corrige 28 falhas de alto risco, além de diversos problemas de gravidade média e baixa. Entre os ajustes estão correções de segurança no mecanismo JavaScript e no sistema de extensões do Chrome.

    Como atualizar o Google Chrome?

    Google corrige 42 falhas de segurança no Chrome
    Usuários podem acessar o menu “Sobre o Google Chrome” para forçar a atualização (imagem: Gabriel Sérvio/Tecnoblog)

    O Chrome geralmente realiza o download dessas melhorias em segundo plano, mas o processo de distribuição é gradual. Para garantir a proteção imediata, uma opção é forçar o update manualmente:

    1. Acesse o menu principal de três pontos;
    2. Vá em “Ajuda”;
    3. Clique em “Sobre o Google Chrome”.

    Caso tenha dúvidas sobre o procedimento, o Tecnoblog tem um guia para atualizar o Google Chrome no Android, iPhone e PC. Já no Linux, a disponibilidade da atualização pode variar conforme a distribuição, como Fedora e Ubuntu. Nesses sistemas, o processo costuma ser gerenciado pelo instalador de pacotes, e não pelo menu interno do navegador.

    Vale destacar que o Google passou a liberar uma nova versão do Chrome a cada duas semanas para reforçar a segurança e acelerar a chegada de melhorias aos usuários.

    Google corrige três falhas críticas no navegador Chrome

    Google Chrome (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

    (Imagem: Gabriel Sérvio/Tecnoblog)

    Anatel prorroga testes da Starlink com a Vivo

    16 de Setembro de 2026, 15:28
    Imagem mostra um fundo escuro de espaço sideral exibindo uma espaçonave Dragon e painéis solares; à esquerda, o logotipo branco estilizado da "STARLINK" sob um grande "X"; à direita, uma mão segura em primeiro plano um smartphone com tela roxa acesa, exibindo o mascote/logotipo branco da operadora Vivo encimado por ondas de sinal Wi-Fi, acompanhado pela marca d'água "tecnoblog" no canto inferior direito.
    Vivo poderá testar D2D até 2029 (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
    Resumo
    • A Anatel prorrogou até abril de 2029 a autorização para a Telefônica Brasil, controladora da Vivo, realizar testes com a tecnologia Direct-to-Device (D2D) em parceria com a Starlink.
    • A tecnologia D2D permite que celulares compatíveis se conectem diretamente aos satélites, sem depender de antenas parabólicas ou outros equipamentos externos.
    • Os testes usarão frequências de rede móvel, com potência de emissão de até 100 W, e operam em caráter secundário, sem direito à proteção contra interferências.

    A Anatel prorrogou até abril de 2029 a autorização para que a Telefônica Brasil, controladora da Vivo, realize testes com a tecnologia Direct-to-Devide (D2D), que permite conectar celulares a satélites. A autorização vale para todo o território nacional e també mpermite a exploração comercial do serviço dentro das regras do ambiente regulatório experimental.

    O Ato nº 11.334 foi publicado no Diário Oficial da União nesta quarta-feira (16/09) e permite que a Vivo realize testes sem limite para o número de estações móveis conectadas. A autorização anterior, emitida em julho, previa o fim das atividades em 22 de outubro deste ano.

    Segundo o TeleSíntese, a prorrogação foi solicitada pela própria operadora, alegando que o prazo original não seria suficiente para realizar testes representativos.

    Vivo testa D2D com a Starlink

    Ilustração do direct-to-device mostra uma mão segurando um celular, que exibe o logo do Wi-Fi. Ao fundo, um satélite em órbita. Na parte inferior direita, o logotipo do "tecnoblog" é visível.
    Vivo testa tecnologia com a Starlink (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

    A SpaceX informou à FCC, órgão regulador de telecomunicações dos EUA, que obteve autorização para operar no Brasil, mas pediu sigilo sobre a operadora parceira. Tudo indica que essa seria a Vivo, que teve negociações confirmadas por fontes ouvidas pelo Tecnoblog.

    A companhia é responsável pela rede de satélites Starlink e pelo serviço Starlink Mobile, antigo Direct-to-Cell, já em operação nos Estados Unidos e outros países, como Austrália e Chile. Em seu site, a empresa já destaca o Brasil entre os países que devem receber o serviço em breve.

    A tecnologia D2D permite que celulares compatíveis se conectem diretamente aos satélites, sem depender de antenas parabólicas ou outros equipamentos externos. Nos EUA, o serviço é oferecido pela T-Mobile nos planos mais completos, mas também pode ser usado por clientes de outras operadoras por US$ 10 (cerca de R$ 52).

    A Claro também realizou testes experimentais da tecnologia em um sandbox anterior realizado em São Luís, no Maranhão. O experimento foi feito em parceria com a também americana Lynk Global, mas a empresa não deu sinais de adotar o serviço por enquanto.

    Testes usam frequências de rede móvel

    A autorização da Anatel permite que a Telefônica utilize as frequências de 2.567,5 MHz e 2.687,5 MHz, com canalização de 5 MHz em cada faixa e potência de emissão de até 100 W. O serviço está enquadrado como Serviço Limitado Privado (SLP) e utiliza o licenciamento de estações do Serviço Móvel Pessoal (SMP).

    As transmissões operam em caráter secundário. Por isso, a Vivo não tem direito à proteção contra interferências e deve interromper imediatamente os testes caso o sinal provoque interferência em outros sistemas de telecomunicações autorizados no país.

    Anatel prorroga testes da Starlink com a Vivo

    Vivo e Starlink realizam teste de acesso à internet via satélite (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

    Tecnologia D2D promete levar sinal a áreas não cobertas por meios terrestres (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

    O Fedora Linux 45 está vindo aí e estes são seus destaques

    16 de Setembro de 2026, 15:27
    O Fedora Linux 45 está vindo aí
    O Fedora Linux 45 está vindo aí (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
    Resumo
    • O Fedora Linux 45 foi anunciado com o Linux 7.2 como kernel e o Gnome 51 como ambiente de desktop.
    • Entre os demais destaques estão o console kmscon, melhor suporte a Macs com chip M3 e o gerenciador de credenciais oo7.
    • A versão final do Fedora Linux 45 é esperada para o fim de outubro ou início de novembro de 2026.

    Se você quer experimentar uma distribuição Linux ou trocar a que já usa, saiba que o Fedora Linux 45 está a caminho. A versão beta do sistema operacional foi liberada recentemente. Ela traz o Linux 7.2 como kernel e uma prévia do Gnome 51 como ambiente de desktop.

    Sobre o kernel, a versão 7.2 do Linux foi lançada em agosto, sendo a mais recente. As suas novidades incluem suporte introdutório à tecnologia Fixed Rate Link (FRL) em GPUs AMD (permite taxas de transferência de até 48 Gb/s no HDMI 2.1), avanços no desempenho por meio do chamado Agendamento com Consciência de Cache e compatibilidade com mais chips Intel, por exemplo.

    Já sobre o ambiente de desktop, bom, ficou claro que o Fedora Linux 45 contará com o Gnome 51, cuja versão final é esperada para… hoje! Sim, o Gnome 51 foi anunciado nesta quarta-feira (16/09). As suas novidades envolvem animações mais suaves, suporte para rotação automática de tela, mapas offline, entre vários outros recursos.

    Fedora Workstation vem com o Gnome 51
    Fedora Workstation vem com o Gnome 51 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

    O que mais há de novo no Fedora Linux 45?

    As demais novidades incluem:

    • o uso do kmscon como console de texto; a ferramenta conta com recursos mais modernos, como fontes redimensionáveis e suporte melhorado a Unicode;
    • suporte melhorado para Macs com chip Apple M3, incluindo decodificação de vídeo acelerada por hardware; isso é efeito da integração do Fedora com o projeto Asahi Linux;
    • uso do moderno gerenciador de credenciais oo7, que é importante para armazenar senhas, chaves de acesso (passkeys) e tokens com mais segurança;
    • pacote atualizado de ferramentas; para desenvolvimento, por exemplo, há Python 3.15, Go 1.27, GCC 16.2, glibc 2.44, entre outros;
    • mudança dos dados de configuração de pacotes RPM de /etc para /usr, permitindo uma separação mais adequada de arquivos do próprio sistema operacional de configurações direcionadas ao usuário.
    Firefox no Fedora Workstation 45
    Firefox no Fedora Workstation 45 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

    Quando a versão final do Fedora Linux 45 será lançada?

    O lançamento oficial do Fedora Linux 45 é esperado para o fim de outubro ou início de novembro de 2026. Se você quiser experimentar a versão beta, os links são os seguintes:

    Observe que as novidades abordadas aqui foram baseadas no Fedora Workstation 45 (primeiro link), justamente a versão que conta com o Gnome. Quem não gosta desse ambiente de desktop tem a versão com KDE Plasma como uma alternativa interessante.

    Dica: use o Fedora MediaWriter ou o Rufus para criar um pendrive de instalação ou testar a distribuição no modo “live” (sem instalação).

    Independentemente da versão escolhida, lembre-se de que sistemas beta estão mais suscetíveis a erros ou instabilidades.

    O Fedora Linux 45 está vindo aí e estes são seus destaques

    O Fedora Linux 45 está vindo aí (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

    Fedora Workstation vem com o Gnome 51 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

    Firefox no Fedora Workstation 45 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

    Galaxy A57 e Fit 3 em promoção por R$ 1.843 em oferta do Magalu

    11 de Setembro de 2026, 12:41

    O combo Galaxy A57 (128 GB) e Galaxy Fit 3 está com uma promoção excelente na Magalu, saindo por R$ 1.843 no Pix, um desconto considerável do valor original de R$ 4.098. O Pix e o Cartão Luiza trazem um acréscimo de 10% de desconto, mas o comprador também pode fazer o pagamento em 10x de R$ 204 sem juros no cartão de crédito, sob total parcelado de R$ 2.048, o que ainda é uma boa oferta para o produto. 🚨Promoções do dia: selecionamos as melhores ofertas da internet para você economizar 📲 Receba ofertas e cupons direto no seu celular com o nosso canal do WhatsApp O Galaxy A57 se destaca por ser um intermediário muito competente em câmera, desempenho e tela. Enquanto isso, o Galaxy Fit 3 é uma pulseira que continua a valer a pena anos após o lançamento, oferecendo recursos muito úteis para monitoramento de treinos, sono e atividades do dia a dia. Os valores foram verificados no dia 11 de setembro e podem sofrer alterações sem aviso prévio. A seguir, saiba mais sobre os produtos. 🤑 Grupo do TechTudo no Telegram: receba ofertas e cupons de desconto todos os dias 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos Samsung Galaxy A57 está em promoção junto com o Fit 3 William Guido/TechTudo 🔎 6 celulares chineses testados e aprovados pelo TechTudo Initial plugin text 📝Qual o celular da Samsung com melhor bateria? Confira no Fórum TechTudo Galaxy A57 e Fit 3 em promoção por R$ 1.843 em oferta do Magalu O Galaxy A57 é um celular intermediário indicado para quem busca um aparelho equilibrado para tarefas do dia a dia, fotos, consumo de mídia e jogos. O modelo combina design mais sofisticado, boa experiência de uso e suporte prolongado de software, sendo uma opção especialmente interessante para quem quer um Samsung atual sem partir para a linha Galaxy S. O modelo já foi analisado em review do TechTudo, feito por William Guido, que deu nota 9.2 pelo intermediário da Samsung, com destaque para câmeras, design elegante e processador. O Fit 3 foi testada por Taís Aparecida no TechTudo, que deu 8.4 para o aparelho, destacando o custo-benefício, mas com críticas à autonomia de bateria. Por outro lado, o smartbrand recebeu críticas em relação à autonomia de bateria inferior à prometida e à imprecisão em alguns registros de atividades físicas, além da ausência de recursos como GPS, NFC e microfone. Com informações de Magalu Veja aqui: iPhone Duo é bom? Veja todas as novidades do novo dobrável da Apple iPhone Duo é bom? Veja todas as novidades do novo dobrável da Apple Nota de transparência: o TechTudo mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a setembro de 2026.

    Samsung provoca Apple e traz 'Tim Cook' usando Galaxy Z Fold 8 em comercial

    11 de Setembro de 2026, 09:42

    O iPhone Duo foi anunciado na última quarta-feira (9), e, desde então, as redes sociais da Samsung ao redor do mundo têm sido palco de uma série de provocações ao lançamento da Apple. Desta vez, a filial da Samsung na Nova Zelândia chamou atenção ao publicar um vídeo estrelado por um sósia de Tim Cook, ex-CEO da Apple, apresentando o Galaxy Z Fold 8. No material, o homem grisalho aparece sentado, com o dobrável em formato de “passaporte” nas mãos, enquanto fala diretamente com a câmera sobre os recursos e benefícios do aparelho. Para reforçar a provocação, a Samsung reproduziu elementos característicos da comunicação da Apple, incluindo o tom de voz adotado na apresentação de produtos e uma trilha sonora semelhante à utilizada pela rival. O detalhe mais curioso, porém, está no próprio nome do protagonista: o homem que interpreta o suposto Tim Cook realmente se chama Tim Cook, embora não tenha qualquer relação com o executivo da Apple. Trata-se, na verdade, de um agente imobiliário de Palmerston North, na Nova Zelândia, escolhido pela Samsung para estrelar a campanha. 📱Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos 🔎 Galaxy Z Fold 8: novo formato pode 'fisgar' quem nunca teve um dobrável 💵 Preço do iPhone Duo: 6 coisas que você pode comprar com o valor do dobrável Tim Cook neozelandês, homônimo do ex-CEO da Apple, estrela campanha provocativa da Samsung para promover o Galaxy Z Fold 8 Reprodução/Samsung ➡️ Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 📝 iPhone ou Samsung dobrável: qual é o melhor? Opine no Fórum do TechTudo A publicação no Instagram já se aproxima das 70 mil curtidas e soma pouco mais de 2 mil comentários, com usuários entrando na brincadeira e explorando o sobrenome do protagonista da campanha. Em inglês, “cook” significa “cozinhar”, o que deu origem a uma série de trocadilhos nos comentários, como “Tim COOKED” e “Tim is cooking”. As expressões também são usadas informalmente em inglês para dizer que alguém está “mandando bem” ou “arrasando”. Assim, as brincadeiras aproveitam o sobrenome do personagem para sugerir, em tom bem-humorado, que o suposto Tim Cook estaria “dando conta do recado” com o aparelho da Samsung. Initial plugin text A provocação também ganhou uma versão na conta da Samsung Myanmar, que publicou um vídeo dando “boas-vindas” à Apple ao mercado de celulares dobráveis. Na gravação, três unidades do Galaxy Z Fold 8 se movimentam de forma sincronizada, abrindo e fechando continuamente para simular uma salva de palmas. No centro da composição, aparecem objetos associados a bebês, enquanto o vídeo termina com um áudio infantil, em uma clara alusão à ideia de que a Apple estaria apenas “engatinhando” nesse segmento. Initial plugin text Além das provocações, o iPhone Duo apresenta algumas especificações semelhantes às do Galaxy Z Fold 8, especialmente no formato “passaporte”. Os dois modelos têm tela interna de 7,6 polegadas, enquanto os painéis externos diferem por apenas 0,1 polegada. Ambos também oferecem frequência de 120 Hz e brilho máximo de até 3.000 nits, características que aproximam ainda mais os dois dobráveis e ajudam a explicar o tom das provocações da Samsung após a estreia do rival. Com informações de Samsung Nova Zelândia e Samsung Myanmar 🎥 iPhone Duo: veja todas as novidades do dobrável da Apple iPhone Duo é bom? Veja todas as novidades do novo dobrável da Apple

    Melhor Smartwatch Apple: 5 modelos que valem o investimento em 2026

    11 de Setembro de 2026, 06:00

    Escolher um Apple Watch em 2026 envolve mais do que decidir quanto gastar. A linha da Apple reúne desde modelos que concentram as funções essenciais de notificações, exercícios e acompanhamento de saúde até versões voltadas a esportes ao ar livre, com GPS mais preciso, maior resistência e comunicação via satélite. Nesta lista, reunimos cinco smartwatches com propostas e faixas de preço diferentes e analisamos o que cada um entrega em pontos como tela, sensores, bateria, construção e desempenho, considerando também os resultados de reviews especializados. 🚨Promoções do dia: selecionamos as melhores ofertas da internet para você economizar 📲 Receba ofertas e cupons direto no seu celular com o nosso canal do WhatsApp O Apple Watch SE 3 GPS abre a lista por R$ 1.817 na Shopee, no Pix e com cupom. No outro extremo, o Apple Watch Ultra 2 GPS + Cellular custa a partir de R$ 5.399 no Mercado Livre. Os preços citados foram verificados durante a apuração em setembro de 2026 e podem sofrer alteração sem aviso prévio. A seguir, confira os cinco modelos selecionados e veja qual combina melhor com o seu perfil de uso. 🤑 Grupo do TechTudo no Telegram: receba ofertas e cupons de desconto todos os dias 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos Modelos de Apple Watch reúnem diferentes níveis de recursos para saúde, exercícios, conectividade e uso no dia a dia Reprodução/Shutterstock 🔎 Como conectar smartwatch ao celular? Veja tutorial para todas as marcas Initial plugin text 📝 Quais são os 5 melhores smartwatches? Pergunte no Fórum do TechTudo Qual Apple Watch comprar em 2026? Apple Watch SE 3 GPS — opção mais acessível para uso cotidiano; Apple Watch Series 10 GPS — tela maior e recursos de saúde mais completos; Apple Watch Series 11 GPS — mais autonomia e recursos atualizados; Apple Watch Ultra 3 GPS + Cellular — foco em esportes, GPS e conectividade; Apple Watch Ultra 2 GPS + Cellular — resistência e recursos avançados para atividades outdoor. Como escolhemos os melhores smartwatches Apple? Para montar esta lista, consideramos modelos de Apple Watch com diferentes faixas de preço e perfis de uso, desde opções para tarefas cotidianas até versões voltadas a treinos e atividades ao ar livre. A seleção levou em conta características que realmente interferem na experiência, como qualidade e brilho da tela, autonomia de bateria, sensores de saúde, precisão no acompanhamento de exercícios, resistência, conectividade e conforto no pulso. Além da ficha técnica divulgada pela Apple, usamos resultados de reviews especializados para entender como esses recursos se comportam durante o uso. Também observamos a idade de cada geração e o que ela ainda oferece em 2026. Já os preços foram apurados na Shopee, Magalu, Mercado Livre, Casas Bahia e Amazon, considerando o menor valor encontrado no momento da pesquisa e organizando os modelos em ordem crescente de preço. O que um bom Apple Watch deve ter? Não existe um único Apple Watch que seja a melhor escolha para todo mundo. O modelo mais adequado depende de como o relógio será usado, do nível de acompanhamento de saúde desejado e de quanto cada pessoa pretende investir. Para quem quer apenas notificações, treinos e monitoramento básico, um modelo de entrada pode ser suficiente; já usuários que acompanham saúde com mais detalhe ou praticam atividades ao ar livre podem aproveitar melhor versões mais completas. Tela confortável de visualizar: brilho, tamanho e qualidade do painel fazem diferença para ler notificações, acompanhar treinos e consultar informações rapidamente. Quem usa o relógio com frequência em ambientes externos deve prestar mais atenção ao brilho máximo. Bateria compatível com a rotina: modelos com cerca de um dia de autonomia podem atender bem quem tem facilidade para recarregar diariamente. Para quem pretende monitorar o sono ou passar mais tempo longe de tomadas, uma bateria maior reduz interrupções no uso. Sensores de saúde de acordo com a necessidade: frequência cardíaca, sono e temperatura já cobrem boa parte do uso cotidiano. Recursos como ECG, alertas de apneia do sono e notificações de hipertensão ampliam o acompanhamento, mas podem ser desnecessários para quem busca apenas funções básicas. Recursos adequados ao tipo de exercício: para academia, caminhadas e corridas ocasionais, os modelos convencionais já oferecem um conjunto amplo de métricas. Quem faz trilhas, corridas longas, mergulho ou outras atividades outdoor pode se beneficiar de GPS mais preciso, maior resistência e recursos de segurança. Tamanho e conforto no pulso: caixas maiores oferecem mais área de tela, mas também aumentam o peso e o volume. Para uso durante o sono ou ao longo de muitas horas, vale considerar se o formato é confortável para o próprio pulso. Conectividade que faça diferença no uso: versões com GPS atendem bem quem costuma usar o relógio próximo do iPhone. Já modelos com conexão celular permitem fazer chamadas e usar alguns recursos longe do smartphone, algo mais útil para quem corre, treina ou sai sem levar o celular. Preço compatível com o que será realmente usado: pagar mais pode trazer sensores adicionais, materiais mais resistentes, tela melhor ou maior autonomia. O importante é verificar se esses extras têm relação com a rotina, porque um modelo mais caro não será necessariamente a melhor compra para todos. 1. Apple Watch SE 3 GPS – a partir de R$ 1.817 Lançado em setembro de 2025, o Apple Watch SE 3 é o modelo mais barato desta seleção e atende quem quer um smartwatch da Apple com os principais recursos do dia a dia, mas sem pagar pelos sensores e acabamentos das versões mais caras. Ele acompanha exercícios, sono e frequência cardíaca, mostra notificações e traz versões de 40 mm e 44 mm, com resistência à água de até 50 metros. Uma das principais mudanças em relação ao SE 2 é a tela Sempre Ativa, que permite consultar horário e notificações sem levantar o pulso. Em testes do TechRadar, o painel de 1.000 nits apresentou boa visualização em ambientes internos, mas sofreu mais com reflexos e leitura sob sol forte. O desenho mantém bordas mais largas que as dos Series 10 e 11. O chip S10 é o mesmo usado no Series 11 e no Ultra 3, e o desempenho acompanhou essa proximidade. Durante os testes do TechRadar, o SE 3 teve navegação rápida pelo watchOS 26 e registrou resultados semelhantes aos modelos mais caros no acompanhamento de frequência cardíaca, sono e exercícios. As maiores diferenças aparecem nos recursos de saúde, já que ele não oferece ECG nem medição de oxigênio no sangue. A bateria tem autonomia oficial de até 18 horas em uso normal e 32 horas no Modo Pouca Energia. No uso feito pelo TechRadar, o relógio completou um dia de uso moderado com monitoramento do sono. Cerca de 15 minutos de recarga recuperaram aproximadamente 30% da bateria. O Apple Watch SE 3 GPS custa a partir de R$ 1.817 na Shopee, no Pix, com aplicação de cupom. Prós: tela sempre ativa; desempenho próximo aos modelos superiores; boa precisão no monitoramento; recarga rápida. Contras: ausência de ECG e medição de oxigênio no sangue; bordas mais largas; visibilidade prejudicada sob sol forte. 2. Apple Watch Series 10 GPS – a partir de R$ 2.175 Subindo um pouco na faixa de preço, o Apple Watch Series 10 GPS é uma opção para quem pode investir mais em uma tela melhor, acabamento mais refinado e recursos de saúde mais completos. Como o chip S10 é o mesmo do modelo anterior da lista, o ganho aqui está menos em velocidade e mais no conjunto de recursos e no conforto de uso. A tela chega a 2.000 nits de brilho, tem bordas menores e mantém boa leitura mesmo quando o pulso está inclinado. No review do TechRadar, o display recebeu elogios pelo tamanho e pelos bons ângulos de visão. O corpo de apenas 9,7 mm também pesou a favor: até a versão maior, de 46 mm, foi considerada confortável no braço. Quem pretende acompanhar a saúde com mais detalhes encontra ECG, alertas de apneia do sono, sensor de temperatura e monitoramento de frequência cardíaca e exercícios. Nos testes do TechRadar, os registros de batimentos e treinos ficaram consistentes em relação aos dispositivos usados como referência. Quando o assunto é bateria, o Series 10 ainda exige recargas frequentes. A Apple informa até 18 horas de uso normal e 36 horas no Modo Pouca Energia, enquanto o TechRadar conseguiu cerca de 20 horas e chegou perto de 22 horas em um dia com treino. A carga rápida ameniza essa limitação: de 0% a 80%, o relógio levou aproximadamente 30 minutos. Cerca de dois anos após o lançamento, o Apple Watch Series 10 GPS pode ser encontrado a partir de R$ 2.175, em oferta na Shopee. Para quem pretende usar o relógio com frequência e valoriza uma tela mais agradável, corpo mais fino e ferramentas extras de saúde, ele representa um avanço mais perceptível do que simplesmente trocar de processador. Prós: tela grande e com bons ângulos de visão; corpo fino e confortável; versão de 46 mm bem proporcionada. Contras: chip S10 não trouxe ganho perceptível sobre o S9; autonomia praticamente não evoluiu. 3. Apple Watch Series 11 GPS – a partir de R$ 2.220 O Apple Watch Series 11 chegou ao mercado em setembro de 2025 com uma proposta menos focada em mudanças visuais e mais em melhorar a experiência de uso ao longo do dia. A bateria maior, o corpo fino de 9,7 mm e os recursos de saúde atualizados favorecem quem quer acompanhar atividades, notificações e sono sem precisar recarregar o relógio com tanta frequência. A autonomia é um dos pontos que mais mudou nessa geração. A Apple informa até 24 horas de uso normal e 38 horas no Modo Pouca Energia, enquanto o TechRadar conseguiu cerca de um dia e meio em uso leve. Para quem dorme com o relógio no pulso para acompanhar o sono, essa diferença reduz a necessidade de encaixar uma recarga antes de dormir. Durante uma semana de testes, o portal também avaliou bem a tela Sempre Ativa de até 2.000 nits, que manteve boa leitura em diferentes condições de iluminação. Nos modelos de alumínio, o vidro Ion-X passou a ser duas vezes mais resistente a riscos do que o usado no Series 10, o que ajuda em treinos e no uso contínuo. O relógio reúne ECG, monitoramento de frequência cardíaca, temperatura do pulso, pontuação do sono e notificações de hipertensão. Já o chip S10 permanece o mesmo da geração anterior: o sistema continuou fluido nos testes, mas não houve ganho perceptível de velocidade. Encontrado por R$ 2.220 na Shopee, o Series 11 fica mais interessante para quem vem de um Apple Watch antigo ou quer comprar um modelo atual com bateria melhor e um pacote de saúde mais completo. Para quem já possui o Series 10, o próprio TechRadar considera as mudanças pequenas para justificar uma troca imediata. Prós: autonomia maior; vidro mais resistente a riscos; recursos de saúde atualizados. Contras: sem avanço relevante de processamento; poucas novidades para quem já possui o Series 10. 4. Apple Watch Ultra 3 GPS + Cellular – a partir de R$ 5.266 Trilhas em regiões sem sinal, treinos longos e esportes que exigem localização precisa são cenários em que o Apple Watch Ultra 3 começa a justificar seu conjunto mais robusto. A caixa de 49 mm em titânio abriga GPS de dupla frequência, conexão 5G e comunicação via satélite, além de resistência à água de até 100 metros e suporte a mergulhos recreativos de até 40 metros. A comunicação por satélite é uma das novidades da geração apresentada em setembro de 2025. No teste demonstrativo feito pelo TechRadar, o relógio orientou pelo próprio visor como posicionar o braço para encontrar o satélite e transmitir dados de emergência e localização quando não havia rede móvel. É uma função bastante específica, mas que ganha importância para quem costuma se afastar de áreas com cobertura. Durante os testes do TechRadar, a tela de 3.000 nits também manteve ótima leitura sob luz solar, enquanto as bordas 24% menores deram mais espaço ao conteúdo sem aumentar a caixa. A precisão esportiva foi outro ponto positivo: comparado a uma cinta cardíaca Polar H10, o Ultra 3 registrou diferença média de apenas 1 bpm nos exercícios avaliados. A bateria acompanha melhor esse tipo de uso prolongado. Segundo a Apple, são até 42 horas em condições normais e 72 horas no Modo Pouca Energia. O site confirmou as 42 horas, mesmo incluindo uma corrida de 45 minutos com GPS, e a recarga leva cerca de 45 minutos para chegar a 80%. Na Shopee, o Apple Watch Ultra 3 GPS + Cellular pode ser encontrado a partir de R$ 5.266. É um investimento difícil de justificar para exercícios ocasionais, já que boa parte de sua estrutura foi criada para demandas mais específicas. Para treinos frequentes ao ar livre, aventuras e situações em que GPS, autonomia e comunicação longe do iPhone são importantes, essas diferenças passam a ter utilidade real. Prós: comunicação via satélite e 5G; tela ampla e de alto brilho; boa autonomia; alta precisão no acompanhamento esportivo. Contras: preço elevado; recursos podem ser excessivos para uso casual; não há versão mais barata somente com GPS. 5. Apple Watch Ultra 2 GPS + Cellular – a partir de R$ 5.399 O Apple Watch Ultra 2 reúne funções mais avançadas para quem quer acompanhar corridas, trilhas, mergulhos e outras atividades ao ar livre com mais precisão. A caixa de 49 mm em titânio traz GPS de dupla frequência, resistência à água de até 100 metros e conexão celular, além de certificação para mergulho recreativo de até 40 metros. Durante os testes do TechRadar, a tela de 3.000 nits manteve boa leitura mesmo sob sol forte, uma vantagem importante para quem usa o relógio em ambientes externos. O botão de Ação também mostrou utilidade em treinos, já que permite iniciar atividades ou marcar etapas sem precisar tocar no visor — algo conveniente quando as mãos estão suadas ou com luvas. O GPS, por sua vez, apresentou boa precisão nos percursos. O tamanho é um dos pontos que mais dividem o Ultra 2. Com mais de 60 g e uma caixa bem maior que a dos Apple Watches convencionais, ele pode incomodar quem prefere relógios discretos ou costuma dormir com o aparelho. O review também considerou pequena a evolução em relação ao primeiro Ultra, apesar da chegada do chip S9 e do gesto Double Tap. Segundo a Apple, a bateria dura até 36 horas em uso normal e pode chegar a 72 horas no Modo Pouca Energia. No uso feito pelo TechRadar, o relógio conseguiu cumprir a estimativa mesmo com treinos usando GPS, mas a duração ainda pode ser curta para provas, travessias ou acampamentos que se estendem por vários dias. Mesmo tendo sido lançado em 2023, o Apple Watch Ultra 2 GPS + Cellular ainda aparece por R$ 5.399 no Mercado Livre, sendo o modelo mais caro da nossa seleção. O preço continua alto, mas recursos como GPS de dupla frequência, construção em titânio, tela de alto brilho e suporte a mergulho ajudam a manter o modelo relevante em 2026. Para quem não pretende aproveitar esse lado mais esportivo, o investimento fica mais difícil de justificar. Prós: tela muito brilhante; GPS preciso; botão de ação útil em treinos; construção resistente. Contras: poucas mudanças em relação ao primeiro Ultra; corpo grande e pesado; autonomia ainda limitada para atividades de vários dias. Com informações de Apple, TechRadar, Amazon, Casas Bahia, Magalu, Mercado Livre e Shopee. Mais de TechTudo Veja aqui: iPhone Duo é bom? Veja todas as novidades do novo dobrável da Apple iPhone Duo é bom? Veja todas as novidades do novo dobrável da Apple Nota de transparência: o TechTudo mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a setembro de 2026.

    AirPods 5: veja os modelos de AirPods disponíveis para comprar no Brasil

    11 de Setembro de 2026, 04:00

    A Apple lançou nesta quarta-feira (9) o AirPods 5, nova versão da linha que promete um cancelamento ativo de ruído mais avançado, além de outras novidades em relação à geração anterior. O fone de ouvido tem chegada prevista ao mercado para 18 de setembro. Enquanto o novo modelo não chega, o TechTudo reuniu os AirPods que continuam à venda no Brasil e podem ser boas opções para quem é fã da marca. 🚨Promoções do dia: selecionamos as melhores ofertas da internet para você economizar 📲 Receba ofertas e cupons direto no seu celular com o nosso canal do WhatsApp Entre as opções disponíveis, o AirPods 4 sem ANC é o modelo mais acessível da lista. Encontrado a partir de R$ 1.214 na Amazon, o fone conta com chip H2 e oferece até cinco horas de reprodução contínua. No outro extremo, o AirPods Max 2 é um headphone com cancelamento ativo de ruído avançado e drivers de 40 mm, disponível a partir de R$ 5.509 no Magalu. Os preços citados foram verificados durante a apuração da matéria, em setembro de 2026, e podem sofrer alterações. 🤑 Grupo do TechTudo no Telegram: receba ofertas e cupons de desconto todos os dias 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos O novo AirPods 5 conta com controle por toques nas hastes Reprodução/Apple 🔎 Preços do iPhone Duo e 18 Pro: veja valores dos novos lançamentos da Apple Initial plugin text 📝Headset ou intra-auriculares? Qual melhor fone de ouvido? Confira no Fórum TechTudo Modelos de AirPods à venda no Brasil AirPods 4 sem ANC – opção mais acessível, com chip H2 e áudio espacial AirPods 4 com ANC – cancelamento de ruído, Áudio Adaptativo e Detecção de Conversa AirPods Pro 3 – ANC avançado, cinco opções de ponteiras e recursos de saúde AirPods 3 – geração anterior com áudio espacial e até seis horas de autonomia AirPods Max 2 – headphone com chip H2, ANC avançado e até 20 horas de bateria 1. AirPods 4 (sem ANC) – a partir de R$ 1.214 A lista começa com o AirPods 4 na versão mais acessível, sem cancelamento ativo de ruído (ANC). Ainda assim, o fone reúne recursos avançados, como áudio espacial com rastreamento dinâmico, que cria uma sensação mais imersiva durante a reprodução. O modelo também conta com chip H2, que contribui para chamadas mais claras e para o desempenho geral do dispositivo. O estojo é recarregável via USB-C e oferece até cinco horas de autonomia com uma carga, chegando a 30 horas com o estojo. Além disso, o AirPods 4 traz Siri integrada, Bluetooth 5.3 e certificação IP54 contra água e poeira. Na Amazon, o modelo custa a partir de R$ 1.214 e tem nota 4,7 de 5 estrelas. Entre os principais elogios dos usuários estão a qualidade do áudio e a autonomia da bateria. Por outro lado, o encaixe pouco firme aparece entre as críticas, sobretudo durante atividades mais intensas. Prós: áudio espacial; chip H2; boa autonomia; proteção IP54; integração com Siri Contras: não possui ANC; encaixe pode ser pouco firme durante atividades intensas 2. AirPods 4 (com ANC) – a partir de R$ 1.699 A versão mais completa do AirPods 4 tem como principal diferencial o cancelamento ativo de ruído (ANC), que reduz os sons externos para ajudar o usuário a manter o foco no que está ouvindo. O recurso é acompanhado pelo Áudio Adaptativo, que ajusta automaticamente o nível de ANC de acordo com o ambiente, pelo Modo Ambiente, que permite ouvir os sons ao redor, e pela Detecção de Conversa, que reduz o volume ao identificar que o usuário está falando e o retoma automaticamente depois. A autonomia para uso contínuo cai para quatro horas, mas o estojo traz como diferencial o suporte ao carregamento sem fio no padrão Qi. Os demais recursos são semelhantes aos da versão anterior, incluindo áudio espacial, chip H2, Siri integrada, Bluetooth 5.3 e certificação IP54 contra água e poeira. O modelo está disponível no Mercado Livre a partir de R$ 1.699. Como o anúncio é o mesmo da versão anterior, as avaliações dos usuários na Amazon seguem a mesma linha: a qualidade do áudio e a duração da bateria estão entre os principais elogios. Por outro lado, alguns consumidores relatam que o encaixe pode não ser firme o suficiente para determinadas atividades. Prós: cancelamento ativo de ruído; Áudio Adaptativo; Detecção de Conversa; carregamento sem fio Qi; áudio espacial; chip H2; boa autonomia; proteção IP54; integração com Siri Contras: autonomia menor que a versão sem ANC; encaixe pode ser pouco firme em algumas atividades 3. AirPods Pro 3 – a partir de R$ 2.000 O AirPods Pro 3 traz cancelamento ativo de ruído avançado, capaz de reduzir os sons externos em até duas vezes mais em relação à geração anterior. O modelo também conta com certificação IP57 contra água, suor e poeira, além de cinco opções de ponteiras para um ajuste mais personalizado aos diferentes formatos de ouvido. Em review, o TechRadar considerou o áudio energético e imersivo, com destaque para os graves e os vocais bem definidos. Os recursos extras também foram elogiados, recebendo nota 5 de 5, com destaque para funções como tradução ao vivo e monitoramento de frequência cardíaca. O fone ainda conta com Bluetooth 5.3 e oferece até oito horas de autonomia com o ANC ligado, chegando a dez horas no modo ambiente. Na Amazon, o modelo está disponível por R$ 2.000 e recebe nota 4,7 de 5 estrelas. Entre os principais elogios dos usuários estão a qualidade do áudio, o cancelamento de ruído e o conforto, favorecido pelas cinco opções de ponteiras. Por outro lado, há relatos pontuais de que o microfone poderia oferecer um desempenho melhor. Prós: ANC avançado; certificação IP57; cinco opções de ponteiras; boa autonomia; tradução ao vivo; monitoramento de frequência cardíaca Contras: microfone pode deixar a desejar em algumas situações 4. AirPods (3ª geração) – a partir de R$ 2.819 Antecessor do AirPods 4, o AirPods 3 segue disponível no mercado e também conta com áudio espacial com rastreamento dinâmico, que proporciona uma experiência mais imersiva durante o uso. Equipado com Bluetooth 5.0 e chip H1, o modelo oferece conectividade e desempenho, embora em um nível inferior ao AirPods 4, que traz o chip H2. A certificação IPX4 protege o fone contra respingos de água e suor, enquanto a Siri integrada facilita a rotina por meio de comandos de voz. A bateria oferece até seis horas de uso contínuo, chegando a 30 horas com o estojo de carregamento. Atualmente, o modelo recebe nota 4,7 de 5 estrelas na Amazon e está disponível a partir de R$ 2.819. De modo geral, os usuários elogiam a qualidade do áudio em diferentes situações. No entanto, há uma ressalva importante: mesmo sendo uma geração anterior ao AirPods 4, o modelo aparece atualmente mais caro que o sucessor, que oferece recursos mais avançados. Por isso, considerando os preços encontrados, o AirPods 4 apresenta um custo-benefício mais interessante. Prós: áudio espacial; chip H1; até seis horas de autonomia; certificação IPX4; integração com Siri Contras: preço superior ao do AirPods 4; menos recursos que o sucessor 5. AirPods Max 2 – a partir de R$ 5.509 O AirPods Max 2 é a última opção da lista e indicado para fãs e usuários da Apple que preferem headphones aos fones intra-auriculares tradicionais da linha. Assim como o AirPods 4, o modelo conta com chip H2 para otimizar o desempenho e os recursos, além de cancelamento ativo de ruído avançado, que analisa os sons externos milhares de vezes por segundo para tornar a redução de ruídos mais eficiente. Com Bluetooth 5.3 e drivers de 40 mm, o headphone também reúne recursos presentes em outros modelos da linha, como Modo Ambiente, Tradução ao Vivo, Detecção de Conversa e Siri integrada. A bateria oferece até 20 horas de autonomia, inclusive com o ANC ativado. Atualmente, o modelo está disponível a partir de R$ 5.509 no Magalu, embora ainda não tenha avaliações na plataforma. No Mercado Livre, onde recebe nota 4,8 de 5 estrelas, os usuários elogiam principalmente a qualidade do áudio e a eficiência do ANC. Até o momento da publicação, não há um padrão recorrente de críticas negativas ao produto. Prós: formato over-ear; chip H2; ANC avançado; drivers de 40 mm; até 20 horas de autonomia Contras: preço elevado AirPods 5: veja as novidades da nova geração e quando ela chega às lojas Novo AirPods 5 tem tradução em tempo real e melhora no cancelamento de ruído Reprodução/Apple A Apple lançou o AirPods 5 nesta quarta-feira (9), durante evento que também marcou a chegada do iPhone dobrável, do iPhone 18 Pro e de outros produtos. A nova versão promete cancelamento de ruído até 50% mais eficiente que o AirPods 4, seu antecessor, além de até cinco horas de reprodução contínua com o ANC ativado. AirPods 5 têm tradução em tempo real e melhora no cancelamento de ruído Outro diferencial é o controle de volume integrado à haste, como no AirPods Pro 3. O fone também reúne recursos já tradicionais da linha, como Áudio Adaptativo, Modo Ambiente, Tradução ao Vivo e integração com a Siri. Já o áudio espacial conta com rastreamento dinâmico da cabeça, proporcionando uma experiência sonora mais imersiva durante o uso. Assim como na geração anterior, o AirPods 5 será lançado em duas versões, mas, desta vez, ambas terão cancelamento ativo de ruído. A opção mais completa terá como extras o carregamento sem fio e os controles integrados às hastes, com preço a partir de R$ 1.699. Já a versão mais simples custará R$ 1.499. A previsão é de que os modelos cheguem às lojas a partir de 18 de setembro. Com informações de Amazon, Apple, Magalu, Mercado Livre e Shopee Mais do TechTudo l 🎥 Assista: Fone de ouvido Bluetooth descarregando rápido? MELHORE A BATERIA! Fone de ouvido Bluetooth descarregando rápido? MELHORE A BATERIA! Nota de transparência: o TechTudo mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a setembro de 2026.

    Fogão Mueller é bom? Conheça marca e modelos

    11 de Setembro de 2026, 02:00

    A Mueller é uma boa marca e conta com uma oferta ampla no segmento de fogões, capaz de atender desde consumidores que buscam modelos compactos, focados em custo-benefício, até quem procura opções voltadas para preparos mais exigentes. Essa variedade também pode ser vista na faixa de preços, que contempla diferentes perfis de orçamento, com valores que partem de cerca de R$ 700 e podem chegar a R$ 2.260. Os fogões de quatro bocas mais básicos da Mueller geralmente oferecem dois queimadores de 2.000 W e outros dois de 1.700 W, além de forno com acabamento Total Clean, que facilita a limpeza. Já os modelos premium de cinco bocas da linha Decorato Inox podem oferecer mesa de vidro, timer digital touch, queimadores de tripla chama. Confira a seguir os principais modelos da Mueller e veja qual fogão da marca pode fazer mais sentido para cada perfil de consumidor. 🔎 É melhor guardar comida quente ou fria na geladeira? Especialistas explicam 🔔 Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews A Mueller é uma boa marca e conta com uma oferta ampla no segmento de fogões Reprodução/Amazon 📝 Aparelhos 110 V, 220 V ou bivolt: como descobrir a tensão elétrica? Saiba no Fórum do TechTudo 1. Fogão Mueller é bom? O fogão Mueller pode ser uma boa opção tanto para quem procura um eletrodoméstico simples, quanto para quem busca um produto mais premium, graças à variedade de modelos e preços voltados para diferentes perfis de consumidor. Ao todo, a marca oferece 40 opções, divididas entre modelos de 4 e 5 bocas, com diversos acabamentos, tipos de acendimento e configurações de queimadores, incluindo opções com tripla chama. Fogão Mueller Gabriel Mattos/Gerado por Gemini Outro ponto positivo é a variedade de faixas de preço, que permite encontrar desde modelos mais simples, voltados para quem busca economia, até versões mais completas, com mesa de vidro, timer e outros recursos. Dessa forma, a Mueller pode atender tanto quem prioriza custo-benefício quanto quem procura um fogão mais robusto e equipado. Essa amplitude de oferta também se reflete nos preços, que partem de cerca de R$ 700 e podem chegar a R$ 2.260. 2. Conheça a Mueller Fundada em 1949, a Mueller é uma fabricante brasileira com mais de sete décadas de atuação no mercado de eletrodomésticos. A empresa iniciou suas atividades como uma ferraria e, ao longo dos anos, construiu uma trajetória especialmente ligada aos produtos para lavanderia. A marca é reconhecida por ter fabricado a primeira máquina de lavar em solo brasileiro, a Pioneira, lançada em 1951. Outro marco importante foi o lançamento da Lavadora Lavin, em 1989. O modelo se tornou um campeão de vendas e, devido à sua popularidade, passou a ser conhecido como PopTank. Com o tempo, a marca também ampliou sua atuação para a linha de eletrodomésticos voltados à cozinha, diversificando seu portfólio para além dos produtos de lavanderia. Atualmente, a fabricante oferece fogões, cooktops, fornos, fritadeiras elétricas, micro-ondas e coifas, com opções que contemplam desde modelos mais simples, voltados ao uso cotidiano, até produtos com recursos adicionais e acabamento mais sofisticado. Mueller é uma marca de fogões e fornos Reprodução/Mueller 3. Quais são os principais fogões Mueller? Como dito anteriormente, a Mueller conta com uma linha diversificada de fogões, com opções de 4 e 5 bocas que variam em acabamento, potência dos queimadores, recursos e faixa de preço. Entre os principais modelos estão os fogões de piso com mesa em aço inox ou vidro, além de versões que apostam em recursos como queimador tripla chama, timer e grades individuais. Tanto as versões de 4 quanto as de 5 bocas contam com modelos voltados para o dia a dia, com acendimento manual, mesa de aço inox e queimadores com potências mais básicas. Essas opções são indicadas principalmente para quem busca um fogão funcional para tarefas cotidianas e não faz questão de recursos adicionais ou acabamentos mais sofisticados. Fogão com mesa de vidro: conheça os melhores modelos para comprar Divulgação/ Mueller Na outra ponta do catálogo, podemos citar a linha Decorato, desenvolvida para quem busca um fogão com aspecto mais premium. Com acabamento em inox e mesa de vidro temperado, um dos grandes destaques da linha é o timer digital touch, que permite programar o tempo de preparo por meio de comandos sensíveis ao toque. 4. Fogão Mueller 4 bocas é bom? Sim, o fogão Muller 4 bocas é uma boa opção para quem não tem uma família tão grande. Na categoria de fogões de 4 bocas, a Mueller apresenta 17 modelos, com propostas que vão desde versões mais básicas até alternativas com acabamento e recursos mais elaborados. A quantidade de opções permite encontrar modelos para diferentes necessidades, mas há algumas características que se repetem ao longo da linha. Para essa categoria, a Mueller utiliza a faixa de preço que vai de R$ 700 a R$ 1.520. O MFI4BA é uma das opções mais básicas da categoria e conta com acendimento manual, mesa em aço inox, dois queimadores Família de 2.000 W e dois queimadores Médios de 1.700 W. O modelo também traz a tecnologia Easy Clean, que ajuda a reduzir o acúmulo de resíduos, e forno de 48 litros com puxador de aço. Os modelos MFI4BB e MFI4BC mantêm praticamente as mesmas especificações e o design da versão de entrada, mas acrescentam acendimento automático e mais opções de cores, o que representa um acréscimo de cerca de R$ 100 no preço. Já o MFI4BF apresenta mudanças mais significativas. O modelo mantém o acendimento automático e a mesma configuração de queimadores, mas traz os botões acoplados diretamente à mesa de inox, deixando o conjunto com um visual mais integrado. O forno também recebe 200 W a mais de potência e passa a contar com iluminação interna, dois recursos que não estão presentes na versão mais básica. Entre os modelos com mesa de vidro, o MFV4BB aparece como uma alternativa mais acessível. Além da superfície de vidro, o fogão conta com grades individuais e robustas, com seis pontos de apoio para cada queimador, proporcionando maior estabilidade às panelas. Em contrapartida, o modelo não possui luz no forno. O MFV4BF acrescenta justamente esse recurso e ainda traz grades de ferro fundido, tornando-se uma opção mais completa dentro da mesma proposta. No topo da categoria está a linha Decorato, disponível em duas opções de acabamento: preto fosco e aço escovado. Além do visual mais sofisticado e da mesa de vidro temperado, os modelos contam com quatro grades de ferro fundido e um incorporação de um queimador Ultra Chama de 2.600 W. O forno também é maior, com capacidade de 62 litros e espaço para duas prateleiras internas, ampliando as possibilidades para preparos que exigem mais espaço. 5. Fogão Mueller 5 bocas vale a pena? Na categoria de fogões de 5 bocas, a Mueller apresenta 24 modelos e mantém a mesma estratégia adotada na linha de 4 bocas, com opções que vão desde versões mais básicas até alternativas com acabamento e recursos mais sofisticados. A faixa de preços também é ampla, com valores que partem de cerca de R$ 946 e podem chegar a R$ 2.259. O modelo mais básico é o MFI5BA, que conta com acendimento manual e mesa de aço inox. O conjunto de queimadores é formado por uma boca Ultra Chama de 3.700 W, duas Família de 2.000 W e duas Médias de 1.700 W. O forno tem capacidade de 81,6 litros e queimador de 2.600 W. O MFI5BC mantém as mesmas especificações, mas acrescenta acendimento automático, enquanto o MFI5BB parte da mesma configuração e adiciona mesa de vidro. O MFV5BB é uma das opções mais acessíveis da linha com mesa de vidro. O modelo mantém o mesmo conjunto de queimadores, mas traz grades individuais para cada uma das cinco bocas, com seis pontos de apoio, proporcionando maior estabilidade para as panelas. O fogão também apresenta um forno ligeiramente maior. Já o MFI5BF acrescenta uma boca com tripla chama. Embora tenha os mesmos 3.700 W de potência da Ultra Chama, esse tipo de queimador tende a distribuir o calor de maneira mais uniforme pela base da panela. Há ainda o MFV5BF, que se diferencia pelo uso de grades de ferro fundido. Assim como nos modelos de 4 bocas, a linha Decorato ocupa o topo do catálogo de 5 bocas Reprodução/Mercado Livre Assim como nos modelos de 4 bocas, a linha Decorato ocupa o topo do catálogo de 5 bocas. Ao todo, são seis modelos com acabamento mais sofisticado e forno de 96 litros, que também conta com iluminação interna e duas prateleiras. A linha reúne configurações com e sem timer, incluindo versões com timer digital, além de opções com ou sem tampo de vidro, permitindo variações de acabamento e recursos dentro da própria linha. 6. O forno dos fogões Mueller é bom? Os fornos dos fogões Mueller apresentam capacidades e recursos que variam conforme o modelo, mas a linha conta com opções voltadas tanto para preparos cotidianos quanto para quem precisa de mais espaço interno. Entre os modelos de 4 bocas, a capacidade parte de cerca de 48 litros, enquanto alguns fogões de 5 bocas chegam a oferecer fornos com mais de 80 litros, como o MFI5BA, com 81,6 litros. No topo da linha, os modelos Decorato de 5 bocas chegam a 96 litros. Além da capacidade, a configuração interna também muda entre os modelos. Algumas versões contam com duas prateleiras, permitindo preparar mais de um alimento simultaneamente, enquanto determinados modelos oferecem iluminação interna para facilitar a visualização dos alimentos durante o preparo. O visor panorâmico também aparece em parte do catálogo, ampliando o campo de visão do interior do forno sem a necessidade de abrir a porta. Fogão Mueller 5 bocas Decorato Vetro Divulgação/Mueller 7. Fogão Mueller é econômico? Os fogões Mueller apresentam classificação energética A, tanto nos modelos de 4 quanto nos de 5 bocas, indicando bom nível de eficiência energética dentro da categoria. Nos fogões de 4 bocas, o rendimento dos queimadores é de 63%, enquanto o consumo de gás varia de 0,091 a 0,099 kg/h, conforme o modelo. Entre os fogões de 5 bocas, o rendimento dos queimadores também é de 63%, mas o consumo fica entre 0,135 e 0,153 kg/h. A diferença em relação aos modelos menores está relacionada principalmente à maior quantidade de queimadores e à configuração mais ampla do fogão. Mesmo com essa classificação de eficiência energética, é importante consultar a ficha técnica do modelo pretendido para verificar os dados específicos de consumo de gás. Os valores podem variar entre as versões, e o consumo durante o uso também depende de fatores como tempo de funcionamento e intensidade da chama. Existem diversos fatores que influenciam no nível de esforço necessário para limpar um fogão, entre eles: material da mesa, botões removíveis e tipo de grades dos queimadores. Como o portfólio de fogões da Mueller é extenso, os modelos diferem bastante nesses aspectos. Em comum, a maioria dos modelos conta com botões removíveis, o que facilita a limpeza da área de controle e permite alcançar com mais facilidade os espaços ao redor dos comandos. O fogão Mueller Piacere Vetro tem mesa de vidro e válvula de segurança que corta gás Reprodução/Mercado Livre Nas mesas, a fabricante apresenta modelos de aço inox e vidro. As versões com mesa de vidro tendem a levar vantagem no quesito limpeza, já que a superfície lisa facilita a remoção de resíduos e respingos de gordura. Também existem modelos com grades individuais para os queimadores, o que permite retirar as peças separadamente e facilita o acesso à mesa durante a higienização. No forno, alguns modelos ainda contam com o acabamento Total Clean, formado por um esmalte de superfície lisa que facilita a remoção de resíduos. Assim, embora a facilidade de limpeza varie entre os modelos, há opções na linha Mueller que incorporam recursos voltados a tornar a higienização mais prática. Com informações Mueller. Mais do TechTudo Veja o vídeo a seguir: Melhor comprar eletrodoméstico 110 ou 220 V? Decida! Melhor comprar eletrodoméstico 110 ou 220 V? Decida!

    The Legend of Zelda Ocarina of Time: 7 cenas épicas que apareceram no trailer

    11 de Setembro de 2026, 01:01

    O remake de The Legend of Zelda: Ocarina of Time, previamente anunciado em outro Direct realizado em junho de 2026, ganhou novidades recentemente. No Nintendo Direct mais recente, que aconteceu na última quarta (9) a Nintendo não decepcionou aqui, trazendo um vídeo detalhado de gameplay e um trailer revisitando cenas icônicas do clássico de 1998. Além disso, a empresa também revelou a data de lançamento do game, que acontecerá no dia 5 de novembro de 2026. 🎮GTA 6: 6 novidades que prometem deixar o jogo mais difícil (ou não) 📲Receba ofertas e cupons direto no seu celular com o nosso canal do WhatsApp Além do jogo, a Nintendo também anunciou uma edição limitada do Nintendo Switch 2 e do Pro Controller 2, que serão lançados um pouco antes do jogo, em 29 de outubro. Se você ainda não assistiu aos quase 35 minutos de apresentação, que também incluiu o anúncio do título e data de lançamento do filme The Legend of Zelda, veja a seguir algumas das cenas mais icônicas do trailer do remake de The Legend of Zelda: Ocarina of Time. 🤑Canal do TechTudo no Telegram: receba ofertas e cupons diariamente 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos O remake de The Legend of Zelda: Ocarina of Time chega em 5 de novembro de 2026 Reprodução/Nintendo of America ➡️ Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 👉 Quais são os 10 melhores jogos na sua opinião? Opine no Fórum do TechTudo The Legend of Zelda: Ocarina of Time: 7 cenas emblemáticas que apareceram no trailer Link encontra a Grande Árvore Deku pela primeira vez Primeira vez que o Campo de Hyrule aparece Link e Zelda se encontram pela primeira vez no Castelo de Hyrule Link toca a Zelda's Lullaby na Ocarina do Tempo O Herói do Tempo é aspirado para dentro de Jabu Jabu, no Domínio Zora Ganondorf ataca Link na entrada da Cidade de Hyrule Link retira a Master Sword do pedestal do Templo do Tempo, se tornando o Herói do Tempo Initial plugin text 1. Link encontra a Grande Árvore Deku pela primeira vez A área da Floresta Kokiri serve como uma espécie de tutorial no jogo. É lá que você vai aprender as principais mecânicas do game, como movimentação, uso dos itens e as batalhas. Não à toa que é no interior da Grande Árvore Deku que está o primeiro labirinto e chefão do game, a Rainha Gohma. Mas antes disso, o primeiro encontro com a árvore em si é um dos que mostrava o que o Nintendo 64 podia fazer. Aqui, a intenção continua sendo a mesma, mas atualizado para o que os gráficos dos consoles atuais são capazes de reproduzir. Em conjunto com uma direção de arte capaz de desenhar mais detalhes e tentar reproduzir a mesma sensação de maravilhamento que o original causou. O primeiro encontro com a Grande Árvore Deku é um dos momentos impactantes de Ocarina of Time Reprodução/Nintendo of America 2. Primeira vez que chegamos para o Campo de Hyrule Atualmente, ter uma visão panorâmica do mapa de um jogo é algo comum, especialmente nos games de mundo aberto. Mas foi em The Legend of Zelda: Ocarina of Time que tivemos esse vislumbre em um jogo em 3D pela primeira vez. Olhar por um campo extenso e se impressionar com a possibilidade de explorá-lo era, até então, uma novidade de tirar o fôlego. Não que isso seja impossível nos dias de hoje, até porque The Legend of Zelda: Breath of the Wild fez isso em 2017, quase 20 anos após o lançamento original de Ocarina of Time. Mas hoje é bem mais difícil. Tanto que no trailer, não fiquei tão impressionado, mas a nostalgia de reconhecer aquele campo e saber o que era cada elemento daquele mapa foi bem forte. O Campo de Hyrule foi a primeira vez que tivemos uma visão panorâmica de cenário de tirar o fôlego Reprodução/Nintendo of America 3. Link e Zelda se encontram pela primeira vez no Castelo de Hyrule O encontro fatídico de Link e Zelda que já havia se repetido antes, e se repetiria muito mais nos jogos seguintes, teve o seu ápice nesse momento, em 1998. Recém-chegado no castelo, o menino que se tornaria o Herói do Tempo se encontra pela primeira vez com a princesa que aparecia em seus sonhos premonitórios. Diferente das outras cenas listadas até aqui, esta não chega a impressionar por sua imponência ou por ser um marco inédito na história dos games. Sua importância está ligada ao momento do próprio jogo, onde o protagonista descobre que sua missão, até o momento ainda um mistério, é muito maior do que ele poderia imaginar, envolvendo o destino de toda Hyrule. Um dos momentos mais marcantes de Ocarina of Time é o encontro entre Link e Zelda Reprodução/Nintendo of America 4. Link toca a Zelda's Lullaby na Ocarina do Tempo Apesar de Link aprender o Acalanto da Zelda (ou Zelda's Lullaby, para os mais puritanos) antes de ficar com a Ocarina do Tempo, uma das cenas mais emblemáticas nos trailers do remake é o trecho que Link toca o tema do jogo no instrumento musical. E aqui tem uma das novidades mais promissoras, especialmente para quem gosta de ser musicalmente criativo: você poderá cantarolar as canções no microfone do controle ou até mesmo tocar uma ocarina ou flauta na vida real, com a música também sendo reproduzida no jogo. Se na versão original do game não havia tanta ajuda para tocar músicas diferentes, no remake para o Nintendo Switch 2 podemos esperar muita criatividade e vídeos nas redes sociais de pessoas reproduzindo canções famosas na ocarina do jogo. A Ocarina é o principal símbolo do jogo e será a fonte de muita criatividade musical no game, da mesma forma que no passado Reprodução/Nintendo of America 5. O Herói do Tempo é aspirado para dentro de Jabu Jabu, no Domínio Zora Talvez um dos momentos mais divertidos do primeiro trecho do game, o trailer do remake também mostra o hilário momento onde finalmente conseguimos entrar no terceiro labirinto do game. O que nos surpreendeu é que ele não seria muito convencional, com nosso ainda pequeno herói sendo aspirado para dentro de Jabu Jabu, a entidade protetora da tribo Zora. Apesar de engraçado, o labirinto não tinha graça alguma. O mais desafiador até aquele momento, ele e o Templo da Água ajudaram a criar toda uma geração de haters de fases de água nos jogos. A única pergunta sobre esse trecho do jogo que ficou sem resposta nos trailers foi: será que o Rei Zora vai demorar 30 segundos para apenas chegar um pouco para o lado de novo? O terceiro labirinto de quando Link é criança começa de forma surpreendente Reprodução/Nintendo of America 6. Ganondorf ataca Link na entrada da Cidade de Hyrule O pesadelo que invade os sonhos de Link também é a primeira cena do game original, antes mesmo do menino ser acordado por sua companheira Navi. Aqui, em uma noite de tempestade, seu caminho cruza com o de Ganondorf, já um poderoso guerreiro enquanto ele ainda é um menino. Outra das cenas mais imponentes do game, que mostra a clara diferença de poder entre o vilão e o herói. Nesse encontro, Ganondorf dá uma prova desse poder ao menino, atacando com uma magia e o mandando para longe. O que o vilão não imaginava é que a Ocarina of Time estava em posse do herói que logo entra e muda seu destino para sempre ao puxar a Master Sword de seu pedestal no Templo do Tempo. O que era um sonho premonitório se torna realidade quando Link encontra pela primeira vez o temível Ganondorf Reprodução/Nintendo of America 7. Link retira a Master Sword do pedestal do Templo do Tempo O último item da lista só poderia ser diferente se este momento não tivesse sido mostrado nos trailers. Afinal de contas, é o trecho mais icônico do jogo, senão de toda a franquia. A hora que Link retira a Master Sword do pedestal do Templo do Tempo tem uma consequência necessária, mas terrível tanto para o herói, quanto para Hyrule. A passagem em 7 anos do tempo traz um Link que deixou de ser criança, sem ter vivido plenamente a infância, mas também mostra uma Hyrule tomada pelo mal de Ganondorf. A vívida cidade no pé do castelo de Hyrule se torna um deserto povoado por monstros, enquanto a população por toda a Hyrule sofre com os males causados pelo vilão. É a partir daqui que a jornada toma um tom sombrio e onde a linha do tempo de The Legend of Zelda tem uma divisão importante, baseado no resultado da luta final por Hyrule. O momento mais surpreendente de Ocarina of Time também é muito aguardado no remake Reprodução/Nintendo of America Com informações de Nintendo Direct, Nintendo (1, 2) Mais do TechTudo Veja também: 🎮🚨GTA 6 TEM GAMEPLAY VAZADA! 🎮🚨GTA 6 TEM GAMEPLAY VAZADA!

    iPhone 18 Pro vale a pena? Veja preço, cores e análise da ficha técnica

    11 de Setembro de 2026, 01:00

    O iPhone 18 Pro é o celular topo de linha da Apple em 2026 e chega ao mercado com avanços importantes em câmera, desempenho e armazenamento. Anunciado nesta quarta-feira (9), durante evento global da fabricante, o modelo tem pré-venda prevista para 12 de setembro e disponibilidade a partir do dia 18, com preços entre R$ 11.999 e R$ 20.999. Entre os principais destaques está a câmera principal de 48 MP, que estreia a abertura variável no catálogo da Apple. O recurso está presente no Huawei Pura 80 Ultra, apontado pelo DXOMARK como o celular com as câmeras mais poderosas do mundo. Além disso, o smartphone estreia o processador A20 Pro, primeiro chipset de 2 nanômetros da fabricante, com promessa de ganhos em processamento, desempenho gráfico e autonomia. A Apple ainda confirmou a chegada da aguardada variante na cor “bordô”, além das opções preto, prata e glacial (azul). A seguir, confira a análise da ficha técnica e as principais características do iPhone 18 Pro. 📱Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos 🔎 Não vai ter iPhone 18 'normal'? Veja previsão de lançamento do celular ✈️ iPhone 18 Pro: vale a pena importar dos Estados Unidos? Advogado explica Destaques da Apple no Surpreenda e Brilhe 2026. Veja todos os anúncios ➡️ Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 📝Galaxy S26 Ultra vs iPhone 17 Pro Max: qual é o melhor? Opine no Fórum do TechTudo iPhone 18 Pro: preço, cores e ficha técnica do lançamento da Apple O TechTudo reuniu, em onze tópicos, tudo o que você precisa saber sobre o iPhone 18 Pro, novo topo de linha da Apple. No índice a seguir, confira os principais destaques abordados neste guia. Ficha técnica do iPhone 18 Pro Design ganha novas cores e proteção reforçada Tela preserva recursos consagrados e amplia funções da Dynamic Island Câmera com abertura variável Desempenho elevado com novo chip A20 Pro Bateria para até 34 horas de vídeo e recarga rápida Sistema iOS 27 com Liquid Glass e Siri mais inteligente Prós e contras do iPhone 18 Pro iPhone 18 Pro vale a pena? Preço e disponibilidade do iPhone 18 Pro no Brasil Concorrentes do iPhone 18 Pro Ficha técnica do iPhone 18 Pro Tamanho da tela: 6,3 polegadas Resolução da tela: 2.622 x 1.206 pixels Painel da tela: Super Retina XDR OLED Câmera traseira: 48 MP + 48 MP + 48 MP Câmera frontal: 18 MP Sistema: iOS 27 Processador: A20 Pro Memória RAM: não informado Armazenamento: 256 GB, 512 GB, 1 TB ou 2 TB Cartão de memória: não possui Bateria: não informado Peso: 211 gramas Dimensões: 150 x 71,9 x 8,75 mm Cores: preto, prateado, glacial, bordô Lançamento: setembro de 2026 Preço de lançamento: a partir de R$ 11.999 Design ganha novas cores e proteção reforçada O iPhone 18 Pro não traz mudanças estéticas tão expressivas em relação ao modelo de 2025. As dimensões permanecem inalteradas, em 150 x 71,9 x 8,75 mm, enquanto o peso sobe para 211 gramas. O aparelho mantém a construção unibody em alumínio e conta com Ceramic Shield na traseira e Ceramic Shield 2 na tela. A proteção também inclui certificação IP68, que oferece resistência à poeira e permite a imersão em água doce a até seis metros de profundidade por até 30 minutos. O Controle da Câmera e o Botão de Ação também foram preservados nesta geração. Nova cor “bordô” é o principal destaque estético da linha iPhone 18 Pro, que também ganha opções prateada, glacial e preta Divulgação da Apple A principal renovação no design está concentrada nas opções de cores, já que a Apple reformulou completamente o catálogo do modelo. O destaque fica para o bordô, tonalidade amplamente antecipada por rumores e vazamentos ao longo do ano. A fabricante também apresenta uma versão prateada em tom ligeiramente mais escuro que o adotado no iPhone 17 Pro, além das opções glacial, em azul-claro, e preta. Tela preserva recursos consagrados e amplia funções da Dynamic Island Em relação à tela, a Apple também promove poucas mudanças, mantendo o elevado padrão estabelecido pela geração de 2025. O iPhone 18 Pro tem display OLED de 6,3 polegadas e resolução de 2.622 x 1.206 pixels, além de taxa de atualização adaptativa de até 120 Hz, responsável por oferecer maior fluidez entre transições. O painel oferece brilho mínimo de 1 nit e pico de até 3.000 nits, características que favorecem a visualização tanto em ambientes escuros quanto sob luz intensa. A tela também recebe revestimentos voltados à resistência e à legibilidade, incluindo proteção contra impressões digitais e oleosidade, além de uma camada antirreflexo. A principal novidade, porém, está na Dynamic Island, que ganhou um visual redesenhado e agora pode exibir até três atividades ao vivo simultaneamente. Com isso, a Apple preserva as características centrais do display, mas introduz uma atualização pontual na experiência de uso. iPhone 18 Pro mantém boa parte das especificações de tela da geração anterior, mas ganha brilho máximo mais alto, vidro mais resistente e revestimento antirreflexo Reprodução/Apple Câmera com abertura variável As câmeras seguem como um dos grandes destaques dos flagships da Apple, e o iPhone 18 Pro eleva ainda mais esse conjunto. Embora mantenha o sistema triplo de 48 MP, o modelo incorpora recursos avançados há anos aguardados pelos fãs da marca. A seguir, confira como as câmeras do aparelho se organizam. Câmera principal de 48 MP com abertura de f/1.48-f/4.0; Câmera ultrawide de 48 MP com abertura de f/2.2; Câmera teleobjetiva de 48 MP com abertura de f/2.8; Câmera frontal de 18 MP com abertura de f/1.9. A câmera principal passa a contar com abertura variável em quatro pontos, cada um pensado para diferentes situações de captura. Segundo a Apple, a abertura de f/1.48 proporciona desempenho cerca de 50% superior em ambientes com pouca luz, enquanto f/1.8 busca equilibrar luminosidade e profundidade de campo. Já f/2.8 favorece a captura de detalhes ao fundo da cena, e f/4.0 permite criar efeitos artísticos manualmente, o que amplia a versatilidade do sensor principal. Câmera principal do iPhone 18 Pro estreia abertura variável, recurso típico de câmeras profissionais Reprodução/Apple O conjunto também inclui estabilização óptica de imagem (OIS) por deslocamento de sensor de segunda geração e Focus Pixels a 100%. A câmera principal ainda atua como uma teleobjetiva de 2x, entregando fotos com qualidade óptica de 12 MP. Na ultrawide de 13 mm, a Apple adiciona campo de visão de 120° e pixels de foco híbrido. A teleobjetiva, por sua vez, adota design em tetraprisma, OIS por deslocamento de sensor 3D e foco automático, com zoom óptico de 4x. Além do zoom óptico de 4x, a Apple destaca zoom com qualidade óptica de até 8x e alcance total de 16x, resultado da combinação entre os diferentes níveis de ampliação disponíveis. Na prática, o sistema permite variar continuamente entre esses extremos, preservando a qualidade óptica ao longo do percurso. Na parte frontal, o aparelho mantém a câmera Center Stage de 18 MP, que conta com foco automático, HDR Inteligente 5 e flash Retina. Para vídeos, o modelo permite gravações em até 4K em diferentes taxas de quadros, incluindo 24, 25, 30, 60, 100 e 120 fps. O conjunto também suporta recursos avançados, como modo Cinema em até 4K, vídeos em ProRes e gravação espacial. A câmera frontal acompanha o pacote, com gravação em 4K a 24, 25, 30 e 60 fps, além de estabilização cinemática de vídeo. Desempenho com chip A20 Pro de 2 nm O iPhone 18 Pro estreia o processador A20 Pro, primeiro chipset da Apple desenvolvido em um avançado processo de fabricação de 2 nanômetros. A plataforma é formada por uma CPU com dois supernúcleos e quatro núcleos voltados à eficiência energética, além de uma GPU de sete núcleos equipada com Neural Accelerators e dois Neural Engines de 16 núcleos. Para complementar o conjunto, a nova câmara de vapor tem três vezes mais área de superfície, o que favorece a dissipação de calor e o controle térmico durante tarefas exigentes. A20 Pro é o chipset mais avançado já desenvolvido pela Apple para um iPhone, com processo de fabricação de 2 nm e ganhos em desempenho e eficiência Reprodução/Apple Segundo a Apple, a solução térmica combina materiais de maior condutividade com o A20 Pro para entregar desempenho contínuo até 40% superior ao do iPhone 17 Pro. Em armazenamento, o modelo está disponível nas capacidades de 256 GB, 512 GB e 1 TB, além de estrear uma configuração inédita de 2 TB. A opção representa a maior capacidade já oferecida na linha e também ocupa o topo da tabela de preços do aparelho. Bateria para até 34 horas de vídeo e recarga rápida Em relação à bateria, a Apple mantém a tradição de não divulgar a capacidade em mAh. A empresa informa apenas que o aparelho tem uma bateria interna recarregável de íon de lítio. Apesar disso, o iPhone 18 Pro promete até 34 horas de reprodução contínua de vídeo, enquanto a autonomia em uso típico chega a 23 horas. No carregamento, o modelo recupera até 50% da bateria em cerca de 15 minutos com um adaptador de 60 W ou superior. A mesma marca pode ser alcançada em aproximadamente 30 minutos por meio do MagSafe, desde que utilizado com um adaptador de 35 W ou mais. Assim, o aparelho mantém opções de carregamento rápido tanto por cabo quanto sem fio. iPhone 18 Pro estreia carregamento mais rápido por cabo e via MagSafe, reduzindo o tempo necessário para recuperar a bateria Reprodução/Apple Sistema iOS 27 com Liquid Glass e Siri mais inteligente O iPhone 18 Pro sai de fábrica com o iOS 27, versão mais recente do sistema operacional da Apple, cuja distribuição para modelos compatíveis começa em 14 de setembro. A atualização adota o novo estilo visual Liquid Glass, que reformula a interface com ícones mais nítidos, contraste aprimorado e um controle deslizante para ajustar o nível de transparência dos elementos. A Siri também recebe melhorias e passa a ser integrada à Apple Intelligence, com interações mais naturais e maior compreensão do contexto das solicitações. A assistente ainda ganha a capacidade de executar ações diretamente em aplicativos, o que amplia sua utilidade em tarefas do dia a dia e torna a interação com o sistema mais fluida. iPhone 18 Pro chega de fábrica com o iOS 27, que será disponibilizado para até 31 modelos compatíveis da Apple ainda em setembro Reprodução/Pexels/Apple/Editada com IA Em conectividade, o modelo oferece Wi-Fi 7 (802.11be) de banda tripla e suporte a redes 5G, além de Bluetooth 6.0 e NFC para recursos como pagamentos por aproximação. O aparelho também incorpora os chips C2 e N1, desenvolvidos para aprimorar a comunicação sem fio e a eficiência energética. Segundo a Apple, o C2 contribui para conexões mais rápidas com menor consumo de energia, enquanto o N1 prioriza a estabilidade do sinal e a integração entre diferentes tecnologias sem fio. Prós e contras do iPhone 18 Pro Prós: Câmera principal com abertura variável; Processador avançado fabricado em 2 nm; Suporte a carregamento rápido. Contras: Preço de lançamento extremamente elevado; Poucas novidades em design e tela; Novidades do iOS 27 chegam via software ao iPhone 15 Pro e superiores. iPhone 18 Pro vale a pena? O iPhone 18 Pro vale a pena principalmente para quem prioriza câmera, desempenho e recursos de última geração; para donos do modelo anterior, a troca não faz sentido. O preço é o principal fator que pesa contra a compra. Se o iPhone 17 Pro já tinha um valor elevado em 2025, o sucessor chega em 2026 ainda mais caro, enquanto design e tela receberam poucas mudanças relevantes. Sendo assim, para quem está em busca de custo-benefício, as gerações Pro anteriores (17 ou 16) são escolhas mais inteligentes. A principal evolução está na câmera de 48 MP, que estreia abertura variável, recurso raro entre smartphones e mais associado a câmeras profissionais, nas quais o fotógrafo ajusta fisicamente o diafragma da lente. Outro avanço relevante está no A20 Pro, primeiro chipset da Apple fabricado em 2 nm, que combina alto poder de processamento com maior eficiência energética. O modelo também traz melhorias no sistema de refrigeração e recarga mais rápida. Para quem busca o que há de mais avançado no ecossistema da Apple, o pacote é bastante completo. Preço e disponibilidade do iPhone 18 Pro no Brasil No Brasil, o iPhone 18 Pro entra em pré-venda em 12 de setembro, a partir das 9h, no horário de Brasília. As primeiras entregas estão previstas para começar em 18 de setembro, nas mesmas datas programadas para os Estados Unidos. O modelo será oferecido em quatro opções de armazenamento interno, com preços de lançamento que variam conforme a capacidade. Confira os valores: 256 GB: R$ 11.999 512 GB: R$ 13.499 1 TB: R$ 16.499 2 TB: R$ 20.999 Concorrentes do iPhone 18 Pro Huawei Pura 80 Ultra: a presença de abertura variável na câmera principal torna inevitável a comparação com o iPhone 18 Pro. Desde o lançamento, em junho de 2025, o modelo da Huawei permanece no topo do ranking do site especializado DXOMARK, com o que a plataforma considera o melhor conjunto de câmeras do mundo. Em contrapartida, o desempenho fica abaixo da proposta de um flagship, com um chipset fabricado em processo de 6 nm, enquanto o iPhone 18 Pro estreia um componente de 2 nm. Também é importante considerar as limitações decorrentes das sanções impostas à Huawei pelos Estados Unidos, incluindo suporte restrito às redes 4G. Galaxy S26 Ultra: principal topo de linha Android no Brasil, o modelo sul-coreano se destaca pela Tela de Privacidade, recurso que permanece exclusivo do aparelho até o momento, e tem duas câmeras dedicadas ao zoom. Por outro lado, a ausência de abertura variável limita a versatilidade da câmera principal, embora o conjunto fotográfico continue bastante avançado. Em desempenho, o iPhone 18 Pro leva vantagem no processo de fabricação, com o A20 Pro de 2 nm, enquanto o S26 Ultra aposta no Snapdragon 8 Elite Gen 5, produzido em 3 nm. Veja o TESTE do Galaxy S26 Ultra TESTAMOS O GALAXY S26 ULTRA! O celular da Samsung vale a pena? Com informações de Apple

    DualSense de GTA 6 entra em pré-venda; saiba preço do controle de PS5

    10 de Setembro de 2026, 17:49

    A pré-venda da edição limitada do DualSense diretamente inspirada em GTA 6 começou no Brasil. Anunciado durante a última apresentação digital State of Play, o controle sem fio conta com dois modelos, nas cores predominantes preta e branca, mas ambas trazem detalhes baseados em Vice City. O produto, disponível por a partir de R$ 599 via KaBuM!, Amazon e Mercado Livre, faz parte do marketing conjunto entre a fabricante Sony e a Rockstar Games. O design aposta em elementos visuais associados ao universo do novo Grand Theft Auto, reforçando a identidade de Vice City nos dois modelos. As duas versões do DualSense serão lançadas em 19 de novembro, no mesmo dia em que GTA 6 chega ao PlayStation 5 (PS5), além do Xbox Series X e Xbox Series S. Contudo, já é possível fazer a pré-encomenda online. Saiba mais: 🤑 Controle de GTA 6: veja como garantir DualSense de PS5 na pré-venda 🎮 Como o 11 de setembro mudou GTA e deixou marca permanente na franquia 🎮🚨GTA 6 TEM GAMEPLAY VAZADA! 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos ➡️ Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 👉 Qual o melhor GTA? Opine no Fórum do TechTudo O DualSense - Edição limitada de GTA 6 tem acabamento reflexivo com efeito de mudança de cor na parte central, que captura as luzes de neon roxo e azul do amanhecer (versão branca) ou da vida noturna (versão preta) de Vice City. No painel de toque central, há o numeral romano VI (seis), além de folhas de palmeira texturizadas em relevo na estrutura do controle. Os botões, por sua vez, têm os clássicos símbolos do PlayStation em um tom de rosa suave, também tradicional da cidade do game inspirada em Miami, nos Estados Unidos. O joystick conta com feedback tátil, gatilhos dinâmicos e adaptáveis, microfone integrado, entrada de áudio para headsets e bateria recarregável. Quanto custa na pré-venda? O DualSense - Edição limitada de GTA 6, nas cores preta e branca, custa R$ 599 à vista no Pix na KaBuM!, com opção de parcelamento em 10x de R$ 59,90 sem juros. Na loja PlayStation da Amazon e do Mercado Livre, o controle sai por R$ 599,90, parcelável em até 10x de R$ 59,99 sem juros no cartão. Os cartões Amazon e Mercado Pago permitem parcelar em mais vezes sem cobrança extra. O prazo e o valor da entrega do produto variam conforme a plataforma e o endereço do comprador. No geral, ele deve chegar em até duas semanas após o lançamento de GTA 6, marcado para 19 de novembro. E GTA 6? Onde posso comprar na pré-venda? Além da PS Store e da Microsoft Store, onde a mídia digital custa a partir de R$ 449,90, GTA 6 também está disponível para pré-encomenda da mídia física, com código de download na caixa, na Shopee, Amazon e Mercado Livre, por preços que variam conforme a loja. Com informações de PlayStation, PS Blog, KaBuM!, Amazon e Mercado Livre Mais do TechTudo Nota de transparência: o TechTudo mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a setembro de 2026

    Black Torch: veja quando saem os episódios e entrevista com dubladores

    10 de Setembro de 2026, 17:00

    O anime Black Torch estreou na Crunchyroll e vem sendo um dos assuntos mais comentados pelos otakus de plantão. A produção é uma das novidades do catálogo de animações da plataforma e chama atenção por combinar elementos de ação, fantasia e artes marciais. Já a trama acompanha um jovem descendente de ninjas que cossegue se comunicar com animais e tem sua vida transformada após encontrar um misterioso gato preto. 🔎 30 melhores animes para assistir no Crunchyroll em 2026 No elenco brasileiro de vozes, destacam-se Adrian Tatini (Malévola: Dona do Mal), Aline Penteado (Attack on Titan) e Luiz Carlos Persy (The Last of Us). O TechTudo conversou com o trio de dubladores, que contou sobre o processo de dublagem do anime, além de trazer mais detalhes sobre a produção. Veja, a seguir, sinopse, elenco de vozes, quantidade de episódios e desafios. 🎬 15 animes muito bons que não foram baseados em mangás 🔔 Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 📱Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos Black Torch Divulgação/TMDb 📝 Como rodar serviços de streaming em um PC antigo? Saiba no Fórum do TechTudo Sinopse O enredo desta ficção científica sobrenatural gira em torno de Jiro Azuma, um jovem de personalidade difícil que é descendente de uma antiga linhagem de ninjas. E além de possuir habilidades excepcionais de combate, ele também consegue se comunicar com animais, característica que faz parte de sua rotina desde a infância. No entanto, sua vida muda completamente quando ele conhece Rago, um misterioso gato preto que esconde uma poderosa natureza sobrenatural e acaba envolvendo o rapaz em uma série de conflitos perigosos. Elenco de vozes Além da dupla de dubladores Ryōta Suzuki e Yōji Ueda nos papéis dos protagonistas Jiro Azuma e Rago, respectivamente, o elenco de vozes original do anime Black Torch ainda é composto por nomes como Sayaka Senbongi (Demon Slayer: Mugen Train - O Filme) dando vida à Ichika Kishimojin, Junya Enoki (Ririsa, uma Garota em 2.5D) vivendo Reiji Kirihara, Shinpachi Tsuji (Perfect Blue) vivendo Toshimasa Azuma e muitos outros mais. Já no time de dublagem brasileira, alguns dos principais artistas responsáveis pelas vozes são Adrian Tatini (Malévola: Dona do Mal), Aline Penteado (Attack on Titan), Leonardo Camillo (Os Cavaleiros do Zodíaco), Bruno Sangregório (Seu Edinaldo: Treze) e Luiz Carlos Persy (The Last of Us). O dublador Ryōta Suzuki dá voz ao protagonista Jiro Azuma Reprodução/IMDb Por dentro dos desafios de dublar um anime O TechTudo conversou com o trio principal de Black Torch no Brasil: Aline Penteado, que dá voz a Ichika, Adrian Tatini, que faz Jiro e Luiz Carlos Persy, intérprete de Rago. Durante o papo, eles comentaram os bastidores do processo de dublagem – sobretudo das especificidades dos animes em si. Durante a entrevista, Aline explicou que, embora a dublagem trate de uma adaptação das vozes para o público brasileiro, é um um trabalho minuncioso e que exige bastante atenção dos atores. Segundo a atriz, "os dubladores têm poucos segundos para compreender a cena, a personalidade do personagem e a intenção daquela fala antes de gravá-la" . Para ela, um dos principais desafios está justamente na sincronização das falas com os movimentos dos personagens. Aline explica que oss animes japoneses podem apresentar movimentos de boca que não correspondem exatamente ao áudio original. Na dublagem brasileira, porém, os atores precisam acompanhar esses movimentos de maneira bastante precisa, o que torna o trabalho técnico ainda mais exigente. Os animes japoneses geralmente têm umas bocas loucas. E na dublagem brasileira a gente realmente se encaixa certinho. Os animes japoneses geralmente têm umas bocas loucas. E na dublagem brasileira a gente realmente se encaixa certinhoente segue bem à risca [...] A gente tem que casar certinho, e a técnica é um desafio terrível. Durante a entrevista, Adrian também contou que algumas cenas precisavam ser trabalhadas de maneira bastante fragmentada, com pequenas falas e até sons sendo repetidos diversas vezes para alcançar a maior proximidade possível com a interpretação original. Tudo isso, é claro, deixava a produção ainda mais complexa. Para Luiz Pery, esse processo reforça uma característica importante da profissão e que, muitas vezes, fica invisível: o dublador também é um ator. Em vez de criar o personagem do zero, ele interpreta e representa uma produção que já foi realizada, usando seu próprio repertório emocional para encontrar a melhor maneira de transmitir aquela atuação em português. Black Torch tem Adrian Tatini (Malévola: Dona do Mal), Aline Penteado (Attack on Titan) e Luiz Carlos Persy na dublagem Divulgação/TMDb Jiro e Ichika marcaram Aline e Adrian Entre os destaques da produção, dois personagens ganharam camadas especiais na versão brasileira: Jiro Azuma e Ichika Kishimojin. Para os dubladores por trás deles, dar vida a essas figuras foi uma experiência marcante — e por motivos bem diferentes. Para Adrian Tatini, dublar Jiro representou um momento único na carreira: a primeira vez em que ele assumiu o papel de protagonista de um anime. Mesmo acompanhando o gênero desde criança e já tendo experiência com outras produções, o ator não escapou do nervosismo diante da nova responsabilidade. "Foi a primeira vez que eu peguei um protagonista de um anime, então eu tava com... sabe aquele friozinho na barriga?", contou Adrian ao TechTudo. Já Ichika Kishimojin, dublada por Aline Penteado, chamou atenção por outro motivo: a força da personagem dentro da trama. Para a atriz, a personagem rompe com um padrão comum em animes, no qual figuras femininas ficam restritas a papéis secundários. Em entrevista, a dubladora descreveu Ichika como uma mulher forte, objetiva e que não aceita desaforo — nem mesmo do próprio chefe. Na visão da dubladora, a personagem tem participação ativa nos confrontos e conquista espaço próprio dentro da narrativa. "Ela não é só aquela menininha bonitinha que vai ficar atrás do protagonista. Ela tem autoridade, ela tem importância", destacou Aline. Jiro e Ichika marcaram Aline e Adrian Divulgação/TMDb Experiência com gatos ajudou Luiz Persy a interpretar Rago Outro relato divertido da conversa veio de Luiz Carlos Persy, que contou que a experiência pessoal com gatos também o a interpretar Rago. O dublador contou que convive com felinos há muitos anos e que perdeu, no início de 2026, uma gata que tinha 19 anos. Essa convivência próxima contribuiu para que ele reconhecesse alguns dos trejeitos e comportamentos característicos dos animais durante a dublagem. Luiz explicou que a personalidade dos gatos serviu como uma referência para entender Rago, especialmente na forma como o personagem demonstra afeto e estabelece seus próprios limites. Para o dublador, são pequenos comportamentos que ajudam a dar mais naturalidade à interpretação.“ A personalidade dele, forte. Tudo isso ficou muito claro. Então, o que fazemos? Interpretamos isso e representamos”, explicou Luiz. Luiz Persy contou se inspirar na relação que tinha com a gatinha para dublar Rago Divulgação/TMDb Quantos episódios tem Black Torch? Quando eles saem? A primeira temporada de Black Torch conta com 12 episódios, lançados semanalmente as sábados, às 10h (horário de Brasília), e com cerca de 23 minutos de duração cada. Além disso, a produção apresenta uma temporada enxuta, com capítulos que mantêm o ritmo da história e desenvolvem seus principais personagens ao longo da exibição. Veja o cronograma: Episódio 1 – 4 de julho – já disponível Episódio 2 – 11 de julho – já disponível Episódio 3 – 18 de julho – já disponível Episódio 4 – 25 de julho – já disponível Episódio 5 – 1º de agosto – já disponível Episódio 6 – 8 de agosto – já disponível Episódio 7 – 15 de agosto – já disponível Episódio 8 – 22 de agosto – já disponível Episódio 9 – 29 de agosto – já disponível Episódio 10 – 5 de setembro – já disponível Episódio 11 – 12 de setembro Episódio 12 – 19 de setembro Black Torch vai ter 2ª temporada? Até o momento, não há confirmação oficial de uma 2ª temporada de Black Torch. No entanto, é válido ressaltar que as chances de uma continuação também são incertas, já que o mangá original é relativamente curto e foi cancelado pela revista Weekly Shōnen Jump após uma publicação de curta duração. Assim, com pouco material disponível para adaptar, uma nova temporada dependeria de uma decisão original do estúdio ou mesmo da produção. Vale a pena assistir? Em entrevista, os dubladores de Black Torch destacaram diferentes elementos que podem atrair os fãs de anime para a produção. Aline Penteado ressaltou a presença dos clãs ninjas, das histórias ligadas ao Oriente, dos combates e dos Mononoke, além das relações construídas entre os personagens. Para ela, a amizade é um dos pontos centrais da trama, especialmente pela evolução das relações entre Jiro, Ichika e Rago. “Acho que Black Torch +tem tudo o que as pessoas gostam em anime”, afirmou. Adrian Tatini também destacou os elementos que mais chamam sua atenção na produção, como ninjas, forças sobrenaturais, relações conturbadas e os mistérios envolvendo Rago. Segundo o dublador, a relação entre os personagens também ajuda a movimentar a história, já que Jiro ainda tem muito a aprender e encontra no Mononoke uma espécie de mentor para enfrentar os desafios que surgem ao longo da trama. “O cenário tá todo armado pra tudo aquilo que a gente mais gosta. Eu tô bem empolgado com essa temporada, espero que todo mundo assista!”, comentou. Já Luiz Persy, que assistiu aos quatro primeiros episódios, elogiou especialmente o trabalho realizado na dublagem brasileira. O ator destacou a naturalidade das interpretações e afirmou ter ficado impressionado com o resultado. “Eu fiquei muito impressionado com a nossa dublagem. Tá muito boa! Tá todo mundo muito no gestinho, muito verdadeiro”, disse. Adrian completou que esse é justamente um dos objetivos de uma boa dublagem: fazer com que o público se envolva tanto com a atuação que até esqueça que está assistindo a uma produção dublada. “Na boa, meu amigo, você até esquece que tá dublado!”, brincou. O anime Black Torch é baseado no mangá de mesmo nome, de Tsuyoshi Takaki Reprodução/IMDb Eu, Joana, já assisti ao Black Torch e o considero um anime bem gostoso de assistir. É fácil se envolver com as aventuras de Jiro, Rago e Ichika, que reúnem o melhor do universo ninja, das lutas e do sobrenatural. Com apenas 19 capítulos no mangá original, a produção escapa da enrolação e mantém um ritmo ágil do início ao fim. O visual também é ponto alto: o estúdio 100studio mistura animação tradicional com 3DCG, entregando lutas e técnicas espirituais dinâmicas e bem cuidadas. O destaque para mim vai para a dinâmica entre Jiro e o gato demônio Rago, lembrando o clichê do protagonista que divide o corpo com uma entidade poderosa, mas bem executado. Fica a expectativa de que o anime corrija o final apressado do mangá, amarrando as pontas soltas de forma mais coerente. Por isso, Black Torch é uma boa pedida para quem gosta de shonens com ninjas, poderes sobrenaturais e ação envolvente, numa temporada curta e fácil de maratonar. Em termos de recepção entre crítica e público, a recepção de Black Torch tem sido bastante positiva, especialmente pela mistura de ação, fantasia e elementos sobrenaturais. No agregador IMDb, por exemplo, o anime aparece com nota 7.1, enquanto na plataforma MyAnimeList a animação conquistou uma taxa de aprovação de 6.9, indicando uma avaliação favorável dos espectadores. A produção também vem chamando atenção entre os lançamentos da temporada e aparece entre os animes mais bem avaliados de 2026 no AniList. Confira o trailer de Black Torch: Com informações de Crunchyroll, IMDb e My Anime List 🎥 Filmes que são 10/10 e merecem ser assistidos! Filmes que são 10/10 e merecem ser assistidos! Saiba Mais t Initial plugin text

    iPhone 18 Pro: vale a pena importar dos Estados Unidos? Advogado explica

    10 de Setembro de 2026, 16:24

    Importar o iPhone 18 Pro pode ser uma boa alternativa para quem quer adquirir um celular da Apple pagando menos, desde que sejam observadas as taxas e os impostos da transação internacional. Lançada nesta quarta-feira (9), a série Pro chega ao Brasil por a partir de R$ 11.999, montante mais alto do que o praticado nos Estados Unidos (US$ 1.199) devido à incidência de impostos. A opção surge principalmente para os consumidores que já têm dólares guardados ou estão de viagem para os Estados Unidos, mas deve ser analisada com cautela para evitar prejuízos, problemas com a alfândega e golpes. De acordo com o advogado tributarista Rafael Borin, sócio do escritório Rafael Pandolfo Advogados Associados, existe uma diferença importante na tributação entre o eletrônico que entra no Brasil trazido na bagagem de um viajante e uma compra internacional feita pela internet. A seguir, confira as vantagens e desvantagens de importar um iPhone e tudo o que você precisa saber para fazer a importação com segurança, incluindo os custos. 💰 Preço do iPhone Duo: 6 coisas que você pode comprar com o valor do dobrável 🔎 Não vai ter iPhone 18 'normal'? Veja previsão de lançamento do celular Destaques da Apple no Surpreenda e Brilhe 2026: veja todos os anúncios 📱Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos ➡️ Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 📝 Qual iPhone é o mais barato? Tire dúvidas no Fórum do TechTudo iPhone 18 Pro: vale a pena importar dos Estados Unidos? Advogado explica No índice abaixo, veja aspectos que você deve observar ao considerar importar um iPhone dos Estados Unidos. IOF brasileiro Imposto nos Estados Unidos Regras para taxação de eletrônicos no Brasil Cuidados ao comprar no exterior Afinal, vale a pena importar o iPhone 18? IOF brasileiro O IOF brasileiro é um imposto de competência federal que incide sobre operações financeiras, como as de crédito e câmbio, realizadas por pessoas físicas ou jurídicas. O tributo é utilizado como instrumento de regulação da economia e, por isso, é um dos principais fatores a serem considerados na hora de fazer uma compra internacional. Em julho de 2025, as alíquotas para compras internacionais foram unificadas após uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que manteve o Decreto Federal de 12.499/2025. Atualmente, a alíquota para compras no exterior realizadas com cartão internacional é de 3,5%, incluindo as modalidades de crédito e débito, ou por meio de contas internacionais, como Wise, Nomad, Inter Global ou C6 Global, que antes funcionavam como uma alternativa para quem buscava uma cobrança menor. Os descontos do IOF são feitos automaticamente no momento da transação e aparecem na fatura dos cartões ou extrato das contas. Vale lembrar que o Governo Federal orienta os consumidores a ficarem atentos a possíveis cobranças indevidas de IOF. Segundo o alerta, pedidos de pagamento desse imposto por meio de depósitos, transferências bancárias, Pix, QR Code, cartões de crédito ou débito, entre outras formas, podem indicar uma tentativa de golpe. Imposto nos Estados Unidos O imposto cobrado nos Estados Unidos também é um fator que deve ser considerado na hora de decidir se vale a pena comprar o iPhone 18 Pro no exterior. O país adota um sistema de imposto sobre vendas, conhecido como sales tax, que não é unificado e pode variar conforme o estado ou a localidade onde a compra é realizada, sendo capaz de alterar de forma significativa o valor da compra. A boa notícia é que, como cada estado define sua própria alíquota, há lugares onde o sales tax não é cobrado. Em estados como Nova York e Califórnia, a taxa pode passar de 8%, enquanto em locais como Oregon, Delaware, New Hampshire e Montana não há cobrança de sales tax. Essa diferença influencia diretamente o preço final do iPhone, que pode ficar mais caro ou mais barato dependendo da região onde a compra é realizada. Além disso, estados como Texas e Louisiana adotam sistemas de tax free, nos quais o imposto é pago no momento da compra, mas o consumidor pode solicitar o reembolso da taxa posteriormente. Loja da Apple Chris Nagahama/Unplash Regras para taxação de eletrônicos no Brasil Ao retornar ao Brasil com um eletrônico adquirido no exterior, é necessário estar atento às regras e taxas adotadas no país pela Receita Federal. No quesito taxas, são quatro pontos a serem observados, além do IOF: Imposto sobre Importação (II); Natureza da compra; Remessa Conforme; e Imposto sobre Consumo (ICMS). De acordo com o advogado especialista em Direito Tributário Rafael Borin, a taxa paga pelo smartphone depende da forma como ele entra no país: se tem natureza de bagagem, trazida pelo passageiro de uma viagem, ou de compra online internacional. O especialista explica que, no caso de viagens internacionais, a pessoa que chega ao Brasil por avião ou navio pode trazer até US$ 1.000 em produtos sem pagar imposto. Já para quem acessa o território brasileiro por via terrestre ou fluvial, o limite permitido é de US$ 500. Se as compras ultrapassarem esse valor, o Imposto de Importação (II) é de 50% apenas sobre o que exceder a cota. “Se um viajante chega de avião com US$ 1.500 em bens eletrônicos importados, o imposto não incide sobre os US$ 1.500, mas sobre os US$ 500 que excederem a cota”, ilustra o advogado. No caso do iPhone 18 Pro de 256 GB, por exemplo, o imposto incidiria sobre os US$ 199 restantes. Assim, o consumidor pagaria US$ 99,5 de imposto. Nas empresas estrangeiras que participam do Programa Remessa Conforme, as compras de até US$ 50 são isentas do Imposto de Importação Divulgação/Loggi Já para as compras internacionais feitas online e enviadas ao Brasil, o especialista explica que as regras são diferentes. Nas empresas estrangeiras que participam do Programa Remessa Conforme, as compras de até US$ 50 são isentas do Imposto de Importação (II) para pessoas físicas (CPF). No entanto, para pedidos acima de US$ 50 e até US$ 3.000, o imposto é de 60%, com uma redução de US$ 30 no valor a pagar. Nesse ponto, o advogado alerta que as compras realizadas fora do Programa Remessa Conforme seguem a regra geral de 60% de Imposto de Importação, sem o desconto de US$ 30, além da incidência do ICMS estadual, outro tributo importante. Este, aliás, é de competência dos estados brasileiros, com alíquotas que atualmente variam entre 17% e 20%, dependendo da região. Ao TechTudo, o advogado destacou que esse imposto tem uma forma própria de cálculo, feita “por dentro” do preço, e também considera o Imposto de Importação. Isso significa que não basta somar as duas alíquotas, ou seja, 60% de Imposto de Importação + 20% de ICMS, totalizando 80%. Na prática, o peso dos impostos sobre o preço do produto pode ser maior. iPhone 18 Pro tem câmera com abertura variável Reprodução/Apple O tributarista explica que é possível trazer o iPhone 18 Pro (e outros eletrônicos) para o Brasil pagando menos imposto de forma segura, mas que para isso é necessário que o produto seja reconhecido como " bem de uso pessoal". A matéria é disciplinada pela Receita Federal na Instrução Normativa RFB nº 1.059/2010, que prevê tratamento específico nesses casos. Segundo o especialista, a situação pode mudar quando o iPhone é trazido lacrado ou quando o viajante já saiu do Brasil com outro telefone e adquiriu um novo no exterior. Nesses casos, o novo aparelho, em regra, não se enquadra como bem de caráter pessoal, salvo em situações específicas, como a comprovação de defeito no telefone originalmente levado. Caso o aparelho não se enquadre na regra de uso pessoal, ele passa a ser considerado dentro da cota de bagagem. Uma vez ultrapasssado o limite de isenção, o advogado recomenda que o consumidor preencha a Declaração Eletrônica de Bens do Viajante e recolha o imposto devido para evitar sanções e problemas com a Receita. Ele alerta ainda que entrar no país sem declarar um bem sujeito à tributação pode resultar em multa de 50% sobre o valor que exceder a cota de isenção. Cuidados ao comprar iPhone 18 no exterior Em linhas gerais, ao comprar o iPhone 18 Pro no exterior, o consumidor deve levar em consideração todos os custos tributários, além do valor do produto em si. O cálculo deve incluir o valor do celular em dólar e sua conversão, o sales tax referente ao estado onde o aparelho foi comprado, a taxa de 3,5% do IOF brasileiro, tributação da alfândega (que chega a cobrar 50% do valor excedente aos US$ 1000 de isenção), e o ICMS no seu Estado. Vale mencionar que a taxa excedente pode ser dispensada se o aparelho se enquadrar no critério de uso pessoal. A regra permite apenas um aparelho por pessoa. O advogado Rafael Borin explica que na hipotese de aparelho para uso pessoal, se o viajante optar por trazer o antigo na bagagem e for flagrado com dois aparelhos, sem ter feito a declaração à Receita Federal, a pessoa poderá ser multada em 50% sobre o excedente da isenção, além do pagamento do imposto de 50%. O viajante que traz vários produtos também deve tomar cuidado ao fracionar as compras entre familiares e acompanhantes, uma vez que a fiscalização pode interpretar que os bens são para comercialização acarretando a apreensão da mercadoria. Ao comprar o iPhone 18 Pro no exterior, o consumidor deve levar em consideração todos os custos tributários Reprodução/Getty Images Afinal, vale a pena importar o iPhone 18 Pro? De acordo com o advogado Rafael Borin, no geral, vale a pena importar o iPhone 18 se ele estiver dentro dos critérios para "bem de uso pessoal". "A compra pode ser vantajosa para quem já possui uma viagem internacional programada e pretende utilizar o aparelho como seu telefone pessoal durante a viagem, desde que estejam presentes as condições para enquadrá-lo como bem de caráter manifestamente pessoal", opina Borin. Fora esse caso, o tributarista recomenda comprar o preço do aparelho no exterior com o custo efetivo da compra. "Nessa conta devem ser considerados fatores como a cotação do dólar, o IOF eventualmente incidente conforme a forma de pagamento e a possível tributação na entrada do bem no Brasil", relembra. Para modelos mais caros, que excedam a isenção de US$ 1.000, o especialista ressalta que a decisão deve considerar o custo final da operação, e não apenas o preço anunciado no exterior. "É essa comparação que permite avaliar se trazer o iPhone de fora realmente vale a pena", conclui. Com informações de Planalto (1), Governo Federal (1), Wise (1 e 2) 🎥 Conheça o iPhone Duo, primeiro celular dobrável da Apple iPhone Duo é bom? Veja todas as novidades do novo dobrável da Apple Mais do TechTudo

    Como o 11 de setembro mudou GTA e deixou marca permanente na franquia

    10 de Setembro de 2026, 16:00

    A manhã do dia 11 de setembro de 2001 mudou para sempre a sociedade americana e deixou reflexos que moldaram a cultura pop no início do século 20. Na indústria dos games, não foi diferente. Grand Theft Auto 3, que estava prestes a ser lançado, se passava em Liberty City, cidade fictícia inspirada em Nova Iorque. Diante do cenário, a Rockstar Games adiou a estreia e voltou ao jogo para rever conteúdos que poderiam ganhar outra conotação após os atentados. O resultado apareceu em diferentes pontos da versão final, desde trechos removidos até mudanças visuais e ajustes no comportamento do mundo aberto. Ao longo dos anos, a própria Rockstar revelou parte dessas alterações e explicou como os ataques influenciaram decisões tomadas nas semanas finais de desenvolvimento. Entre elas, está uma mudança que acabou deixando uma marca permanente em GTA e segue presente na identidade da franquia até hoje. Confira, a seguir, no TechTudo, como o 11 de setembro impactou GTA 3 e quais mudanças chegaram à versão final do jogo. ⭐ GTA 6 será lançado primeiro no exterior, mas truque deixa jogar antes 🎮 GTA 6: 6 novidades que prometem deixar o jogo mais difícil (ou não) 🎮🚨GTA 6 TEM GAMEPLAY VAZADA! 📲 Comparador de celulares do TechTudo: veja os melhores para jogar ➡️ Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 👉 Qual o melhor GTA? Opine no Fórum do TechTudo Como o 11 de setembro mudou GTA? Atentado fez Rockstar alterar GTA 3 às pressas Saiba o que será explorado na matéria: O 11 de setembro aconteceu na reta final de GTA 3 Personagem e missão foram removidos de GTA 3 Aviões, diálogos e outros detalhes também foram alterados Uma mudança de última hora marcou a identidade de GTA para sempre As Torres Gêmeas existiam em GTA 3? Rockstar desmente rumor Para além de GTA: o 11 de setembro também moldou a indústria dos games O 11 de setembro aconteceu na reta final de GTA 3 Quando os atentados de 11 de setembro aconteceram, GTA 3 já estava praticamente pronto. O jogo tinha lançamento previsto para poucas semanas depois e a Rockstar trabalhava nos últimos ajustes antes de colocá-lo nas lojas. O problema é que o estúdio tinha seu escritório em Manhattan, enquanto Liberty City, cenário do game, carregava diversas referências a Nova Iorque. O impacto foi sentido também dentro da Rockstar. Dan Houser, cofundador da empresa e um dos principais responsáveis pela saga, contou anos depois que a equipe ficou cinco dias sem conseguir entrar no escritório devido aos bloqueios na região. Com a cidade ainda lidando com as consequências dos ataques, o lançamento de GTA 3 foi adiado e parte do conteúdo voltou a ser revisado antes do game chegar ao público. GTA 3 Divulgação Apesar disso, as alterações foram menores do que muitos rumores fizeram parecer ao longo dos anos. Segundo a própria Rockstar, GTA 3 ficou cerca de "1% diferente" por causa do 11 de setembro. O pouco que mudou, porém, atingiu elementos bastante visíveis do jogo e, em um dos casos, acabou influenciando a identidade de Grand Theft Auto pelas décadas seguintes. Personagem e missão foram removidos de GTA 3 Entre as mudanças feitas após os atentados, a Rockstar confirmou a retirada de uma missão que fazia referência a terroristas. A empresa nunca chegou a revelar exatamente qual era o conteúdo dessa parte do jogo, mas afirmou anos depois que ela foi a única missão removida especificamente por causa do novo contexto. Além disso, pequenos elementos de Liberty City foram revistos antes do lançamento, como detalhes dos carros, falas de pedestres e trechos dos programas de rádio. Durante anos, porém, outra história acabou sendo associada ao 11 de setembro: a remoção de Darkel, personagem que aparecia em materiais de GTA 3 e chegou a ter cinco missões planejadas. Ele seria uma figura exótica responsável por tarefas mais violentas, mas acabou desaparecendo da versão final. Isso alimentou rumores de que seu corte teria ocorrido por causa dos atentados, inclusive com histórias sobre missões envolvendo terrorismo, algo até impulsionado por sua aparência, que, segundo usuários, lembra bastante um jihadista. Darkel, personagem de GTA 3 que foi removido do jogo. Reprodução/Reddit A própria Rockstar, no entanto, negou essa relação. Segundo a desenvolvedora, Darkel e suas missões começaram a ser descartados meses antes do 11 de setembro, porque não funcionavam tão bem quanto o restante do conteúdo e destoavam do tom dos outros personagens. A empresa também desmentiu alguns dos boatos mais conhecidos sobre ele, como o de que haveria uma missão para explodir um ônibus escolar. Ou seja, houve de fato uma missão ligada a terrorismo removida após os ataques, mas não há indicação de que ela tivesse relação com Darkel. Aviões, diálogos e outros detalhes também foram alterados As mudanças feitas pela Rockstar não ficaram restritas às missões. Alguns elementos menores de Liberty City também foram revistos para afastar o jogo da Nova Iorque que ainda lidava com as consequências dos atentados. Entre eles estava a rota de um dos aviões que sobrevoavam a cidade. Segundo os desenvolvedores, o trajeto foi alterado porque, em determinado ponto, a aeronave dava a impressão de voar em direção ou por trás de um arranha-céu, uma imagem que ganhou um significado completamente diferente depois do 11 de setembro. A revisão chegou ainda às ruas e às rádios de Liberty City. Falas de alguns pedestres foram retiradas, assim como trechos de diálogos transmitidos pelas estações do jogo. Detalhes de veículos também passaram por mudanças. O caso mais visível foi o dos carros de polícia, que originalmente tinham um esquema de cores semelhante ao usado pelo Departamento de Polícia de Nova York (NYPD) e receberam um novo visual antes do lançamento. Os carros de polícia de Liberty City estiveram entre os elementos alterados em GTA 3 após os atentados de 11 de setembro. Divulgação/Rockstar Um detalhe que não teve relação com os atentados, apesar de ter alimentado rumores durante anos, foi o Dodo, pequeno avião que o jogador encontra em GTA 3. Como a aeronave possui asas curtas e é extremamente difícil de manter no ar, surgiu a teoria de que ela teria sido modificada para impedir que jogadores atingissem os prédios de Liberty City. A Rockstar negou a história e explicou que o Dodo nunca havia sido pensado para voos longos. Segundo o estúdio, suas limitações faziam parte do próprio conceito do veículo e já existiam antes do 11 de setembro. Uma mudança de última hora marcou a identidade de GTA para sempre Entre todas as alterações feitas após os atentados, a maior nem estava dentro de GTA 3. A Rockstar decidiu mudar a capa usada na versão estadunidense do jogo, porque considerou que a arte planejada até então havia se tornado pesada demais diante do que Nova Iorque acabara de viver. O design original, que acabou mantido na edição europeia, reunia personagens, armas, veículos e cenas de ação em uma composição mais próxima de um pôster de cinema. A substituta foi criada às pressas e dividia a imagem em diferentes quadrados, cada um destacando personagens ou elementos de Liberty City ao redor do logotipo do GTA. A solução agradou tanto a Rockstar que deixou de ser apenas uma resposta ao momento e virou uma das principais marcas visuais da série. O formato seria reaproveitado, com diferentes variações, nas capas de títulos como GTA Vice City, GTA San Andreas, GTA 4 e GTA 5. A capa de GTA 3 foi alterada pouco antes do lançamento e acabou dando origem ao estilo visual que marcaria a franquia nos anos seguintes. Reprodução/Reddit Dan Houser explicou que a nova arte havia sido concebida em apenas uma noite. Assim, uma decisão tomada na reta final de GTA 3, em meio às consequências do 11 de setembro, acabou ajudando a definir a aparência pela qual Grand Theft Auto seria reconhecido nas décadas seguintes. As Torres Gêmeas existiam em GTA 3? Rockstar desmente rumor Com o passar dos anos, surgiram rumores de que GTA 3 teria uma versão das Torres Gêmeas removida após o 11 de setembro. A Rockstar, porém, negou a história e afirmou que os prédios nunca fizeram parte de Liberty City. A proximidade entre o lançamento do jogo e os atentados, somada à forte inspiração em Nova Iorque, ajudou a manter a teoria viva entre os fãs por anos. Para além de GTA: o 11 de setembro também moldou a indústria dos games O 11 de setembro não afetou apenas GTA 3. Outros jogos que estavam em desenvolvimento na época também precisaram ser revistos. Metal Gear Solid 2: Sons of Liberty teve uma sequência ambientada em uma Manhattan alterada, enquanto Spider-Man 2: Enter Electro de PS1, passou por mudanças para retirar referências às Torres Gêmeas. Até Flight Simulator 2002, da Microsoft, chegou ao mercado sem o World Trade Center no cenário de Nova Iorque. Nos anos seguintes, o atentado também ajudou a moldar as narrativas abordadas pelos videogames. A chamada “Guerra ao Terror” ganhou espaço principalmente em jogos de ação. Battlefield 2, lançado em 2005, levou a série para conflitos envolvendo potências ocidentais e forças do Oriente Médio, enquanto Call of Duty 4: Modern Warfare, de 2007, abandonou a temática da segunda guerra mundial para explorar terrorismo e intervenções militares em um cenário contemporâneo. Metal Gear Solid 4: Guns of the Patriots refletiu temas que ganharam força após o 11 de setembro, como conflitos permanentes e a expansão da economia de guerra. Divulgação/Konami Esse cenário ainda apareceu em obras que adotaram uma visão mais crítica sobre o tema. Metal Gear Solid 4: Guns of the Patriots, de 2008, apresentou um mundo no qual os confrontos armados passaram a sustentar uma verdadeira economia de guerra, refletindo como o clima político e militar do período pós-11 de setembro influenciou as narrativas exploradas pelos videogames nos anos seguintes. Com informações de Reddit (1,2),Rockstar (1,2), Engadget Descubra mais do TechTudo

    Controle de GTA 6: veja como garantir DualSense de PS5 na pré-venda

    10 de Setembro de 2026, 15:49

    Os controles temáticos de GTA 6 para PS5 foram disponibilizados hoje (10) para pré-venda em lojas de e-commerce brasileiras. O anúncio dos controles foi realizado durante a apresentação digital State of Play da Sony na última quinta-feira (3) e marcou mais um capítulo no marketing conjunto entre a Sony e a Rockstar Games. O joystick DualSense chega com opções preto e branco, sendo as duas vendidas pelo preço de R$ 599 na Amazon. 🚨 Promoções do dia: selecionamos as melhores ofertas da internet para você economizar 🛒 Receba ofertas e cupons direto no seu celular com o nosso canal do WhatsApp É importante lembrar que tanto o GTA 6 quanto os controles de PS5 temáticos do jogo serão oficialmente lançados no dia 19 de novembro de 2026, e que a compra no momento é referente a uma pré-venda do produto. Os preços citados foram verificados no dia 10 de setembro e podem sofrer alterações sem aviso prévio. 🤑 Grupo do TechTudo no Telegram: receba ofertas e cupons de desconto todos os dias 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos Novo DualSense de GTA 6 traz belos joysticks temáticos nas cores preto e branco Reprodução/State of Play 🔎 6 jogos com muita ação para zerar antes do lançamento de GTA VI Initial plugin text 📝 Quais são os dez melhores jogos na sua opinião? Comente no Fórum TechTudo Onde posso comprar o controle de GTA 6 na pré-venda? Os controles de GTA 6 estão disponíveis pelo melhor preço de compra na Amazon, os dois pelo preço de R$ 599. A opção preta pode ser parcelada em até 10x de R$ 59 sem juros, e a compra garante pontos com o cartão Amazon. Já o DualSense branco pode ser parcelado em 10x de R$ 59 sem juros, além de possibilitar que o jogador peça o cartão Amazon sem anuidade e ganhe 3% de volta em pontos nesta compra. Nas duas opções, o uso do cupom DESCONTOAPP garante R$ 20 de desconto no pagamento no aplicativo. Como são os controles de GTA 6? Controles de GTA 6 Divulgação Os joysticks DualSense contam com um design de cores inspirado pelo entardecer da cidade de Vice City, com sua intensa vida noturna e luzes de neon, em opções em preto e branco. A parte central do controle traz um material reflexivo em tons entre azul-marinho e roxo. Já o painel de toque no meio do joystick conta com o numeral romano VI com as palmeiras de Vice City, assim como no logo de GTA 6. Os botões, por sua vez, possuem os símbolos do PlayStation em um tom de rosa suave, também tradicional da cidade do game, inspirada em Miami, nos EUA. Como será o lançamento de GTA 6? GTA 6 será ambientado em Vice City, no estado de Leonida Divulgação/Rockstar Games O jogo da Rockstar Games ainda não tem uma versão para PC anunciada e as caixas não devem trazer uma versão física do game. No lugar do disco, o comprador vai receber um código para download digital, liberado no dia 19 de novembro, data de lançamento do game e do fim da pré-venda. Porém, o pré-carregamento do jogo já estará disponível a partir do dia 12 de novembro. A versão Standard de GTA 6 oferece brindes, como um mês grátis de GTA+ e o pacote vintage Vice City, que inclui cosméticos e bônus em GTA Online. O game já tem a pré-venda mais forte já registrada, segundo análise feita pela NewZoo, com cerca de US$ 260 milhões gastos por consumidores só na primeira semana. É possível que mais de 51 milhões de unidades do game sejam vendidas em uma única semana, o que faria a Rockstar Games e a Take Two Interactive lucrarem entre US$ 3,25 bilhões e US$ 5,2 bilhões nesse período. Nesta análise, Estados Unidos, Reino Unido, França, Alemanha, Itália e Espanha devem corresponder a 69% das cópias de GTA 6 que vão ser vendidas ao redor do mundo. Com informações de Amazon, State of Play e Mercado Livre Veja também: GTA 6 teve a HISTÓRIA VAZADA na CAPA DE LANÇAMENTO?? GTA 6 teve a HISTÓRIA VAZADA na CAPA DE LANÇAMENTO?? Nota de transparência: o TechTudo mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a julho de 2026

    iPhone 18 Pro é bom para jogos? Confira desempenho

    10 de Setembro de 2026, 12:32

    O iPhone 18 Pro e o iPhone 18 Pro Max tiveram seu lançamento oficial nesta última quarta-feira (9) em uma apresentação Apple Event da fabricante Apple às 14h no horário de Brasília, durante a qual foi mostrada sua alta capacidade de rodar games. O dispositivo utiliza o novo chip A20 Pro, construído com uma nova tecnologia de 2 nanômetros oferecendo mais potência em relação ao A20 padrão, permitindo rodar jogos com requisitos ainda mais altos. Confira mais detalhes sobre a capacidade para games do iPhone 18 Pro e iPhone 18 Pro Max, disponíveis a partir e R$ 11.999 e R$ 12.999, respectivamente, em 18 de setembro. 🎮 Review | Marvel’s Wolverine diverte, mas não consegue criar identidade própria 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos iPhone 18 Pro e Pro Max contam com poderoso processador A20 Pro capaz de rodar Monster Hunter Outlanders e mais Reprodução/Apple ➡️ Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 📝 Quais são os dez melhores jogos na sua opinião? Comente no Fórum TechTudo Em matéria de especificações técnicas, o A20 Pro é o chip mais avançado da Apple, contando com 6 núcleos, dentre os quais 2 são super núcleos 20% mais rápidos e 4 são de eficiência, e uma unidade vídeo (GPU) com 7 núcleos. A GPU tem uma performance 40% mais rápida que o processador A20 padrão, além de contar com Ray Tracing acelerado por hardware e aceleradores neurais para tarefas de inteligência artificial. Entre elas, upscaling usando a tecnologia MetalFX, semelhante à DLSS da Nvidia e FSR da AMD. Vale apontar que para resfriamento há uma câmara de vapor com 3 vezes o tamanho da do iPhone 17 Pro. Durante uso contínuo é comum que processadores e unidades de vídeo percam performance conforme esquentam. O A20 Pro promete até 40% mais performance contínua em comparação com o A20. Apesar de não informado pela Apple, supostamente o iPhone 18 Pro e Pro Max trarão 12GB de memória RAM. Em questão de armazenamento, eles estarão disponíveis em versões a partir de 256GB, com opções de 512GB, 1TB e 2TB. O iPhone 18 Pro e Pro Max não terão dificuldade em rodar jogos pesados como Resident Evil 4 Remake Divulgação/Capcom Um dos jogos mostrados durante a apresentação foi Monster Hunter Outlanders, um game multiplayer cooperativo online da saga de caçadores de monstros da Capcom, desenvolvido em parceria com o Timi Studio da Tencent. O game é capaz de rodar a uma taxa de quadros de até 120 FPS enquanto oferece gráficos e reflexos no nível dos jogos da série para consoles. Por enquanto não há data de lançamento definida para o título, mas ele chegará ainda em 2026. As configurações do iPhone 18 Pro e do iPhone 18 Pro Max permitem rodar alguns dos jogos mais exigentes disponíveis para celulares, incluindo títulos com gráficos próximos aos de consoles. Entre os principais destaques estão Resident Evil 4 Remake, Resident Evil Village, Death Stranding Director’s Cut, Genshin Impact, Honkai: Star Rail, Grid Autosport, Sid Meier's Civilization VI, Zenless Zone Zero, Alien: Isolation e Wuthering Waves, entre outros. iPhone Duo tem o mesmo processador do iPhone 18 Pro e Pro Max, capaz de rodar games como Zenless Zone Zero em uma tela ainda maior Reprodução/Apple Ao final do evento também foi exibido o iPhone Duo, o primeiro modelo com tela dobrável da Apple, que transforma o iPhone quase em um iPad. Ele também conta com o mesmo chip A20 Pro, o que significa que é capaz de rodar os mesmos games do iPhone 18 Pro e Pro Max. Durante a apresentação foi mostrado o jogo Zenless Zone Zero e como o título se adaptava de acordo com o tamanho e orientação da tela. O iPhone Duo custará a partir de R$ 21.999 e chega ao Brasil em 23 de outubro. Com informações de Apple (1, 2, 3), MacRumors Mais do TechTudo Veja também: 🎮🚨GTA 6 TEM GAMEPLAY VAZADA! 🎮🚨GTA 6 TEM GAMEPLAY VAZADA!

    Não vai ter iPhone 18 'normal'? Veja previsão de lançamento do celular

    10 de Setembro de 2026, 12:29

    Com a chegada da geração iPhone 18 Pro e do iPhone Duo, muitos usuários passaram a se perguntar se “não vai ter iPhone 18 normal”, já que o modelo marcou presença nas últimas gerações apresentadas pela Apple. A consulta registrou aumento repentino no Google nas últimas 24 horas, segundo dados do Google Trends. Em 2026, porém, a estratégia de lançamento da fabricante parece ter mudado, com uma possível divisão do calendário da linha. Segundo relatório do site ETNews e informações divulgadas pela Bloomberg, o iPhone 18 deve ser apresentado apenas no primeiro semestre de 2027. A expectativa também envolve o iPhone 18e, que deve assumir o posto de modelo mais acessível da marca, e o iPhone Air 2, possível sucessor da linha ultrafina da Apple. Vale destacar, contudo, que a companhia não confirmou os lançamentos, e as informações permanecem no campo dos rumores. 📲 Capinha do novo iPhone dobrável custa mais que um celular novo; veja preço 🔎Apple lança iPhone dobrável, iPhone 18 Pro e mais; veja preços e cores 🤔 Quando o iPhone 18 e o Duo chegam ao Brasil? Veja a data da pré-venda Sucessor do iPhone 17 deve ser apresentado pela Apple nos primeiros meses de 2027, seguindo uma possível mudança no calendário de lançamentos da marca Brenda Santos/TechTudo ➡️ Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 📝 Qual iPhone é o mais barato? Tire dúvidas no Fórum do TechTudo Ainda de acordo com o ETNews, um dos principais portais sul-coreanos de notícias sobre tecnologia, a estratégia da Apple estaria concentrada em dar maior protagonismo aos modelos mais robustos da linha. Esse movimento ganha ainda mais relevância com a chegada do iPhone Duo, primeiro smartphone dobrável da fabricante, que passa a integrar o portfólio premium da companhia. Em outras palavras, a Apple deve priorizar a divulgação do iPhone 18 Pro e do seu primeiro dobrável, concentrando as atenções nos smartphones de maior apelo tecnológico. Já os modelos mais básicos da geração, incluindo o iPhone 18, seriam apresentados posteriormente, em um evento separado previsto para os primeiros meses de 2027. Apple prepara novidades para iPhone 18, Air 2 e 18e Segundo o site MacRumors, o iPhone 18 deve estrear o chip A20, fabricado em processo de 2 nanômetros e ligeiramente menos potente que o A20 Pro, presente nos modelos iPhone 18 Pro e iPhone Duo. O aparelho também pode receber uma câmera frontal de 24 MP, enquanto a Dynamic Island tende a ser reduzida, contribuindo para um design mais refinado e discreto. Já de acordo com a Bloomberg, o iPhone Air 2 deve ganhar uma câmera ultrawide, ampliando o conjunto fotográfico e aproximando o aparelho do iPhone 18 nesse quesito. A Apple também estaria planejando elevar a capacidade da bateria, que pode se beneficiar da maior eficiência energética do A20, mesmo processador esperado no iPhone 18. Quanto ao iPhone 18e, o MacRumors indica a possibilidade de 9 GB de RAM e do processador utilizado pela atual geração. Apesar de a Apple ainda não ter confirmado os lançamentos, são esperadas atualizações para o iPhone Air e uma nova variante mais acessível da linha Divulgação/Apple Com informações de ETNews, Bloomberg e MacRumors 🎥5 novidades da Apple que você precisa conhecer Destaques da Apple no Surpreenda e Brilhe 2026. Veja todos os anúncios

    iPhone Duo: preço, ficha técnica e análise do primeiro iPhone dobrável

    10 de Setembro de 2026, 12:17

    O iPhone Duo é o primeiro smartphone dobrável da Apple. Anunciado em 9 de setembro deste ano, o modelo entra em pré-venda em 16 de outubro, com preços entre R$ 21.999 e R$ 30.999, e começa a ser vendido em 23 de outubro. Com formato "passaporte", o iPhone dobrável tem uma tela externa de 5,4" polegadas e uma tela interna de 7,6" sem vinco visível, ambas com revestimento antirreflexo e suporte ao Apple Pencil. Além disso, a proporção dos displays é a mesma, o que promete garantir melhor continuidade visual ao abrir e fechar as telas. Principal concorrente do Galaxy Z Fold 8, o dobrável também estreia o processador A20 Pro, primeiro chipset de 2 nanômetros desenvolvido pela Apple, com promessa de avanços em desempenho e eficiência energética. Em autonomia, a companhia afirma que o iPhone Duo pode reproduzir até 44 horas de vídeo na tela externa. Já o conjunto fotográfico é formado por duas câmeras de 48 MP, enquanto o sistema reúne recursos voltados à experiência de uso em um aparelho de dimensões variáveis. A seguir, confira a ficha técnica completa e os principais recursos e novidades do iPhone Duo. 📱Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos 🔎 Capinha do novo iPhone dobrável custa mais que um celular novo; veja preço 💰 Preço do iPhone Duo: 6 coisas que você pode comprar com o valor do dobrável iPhone Duo é bom? Veja todas as novidades do novo dobrável da Apple ➡️ Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 📝 Qual iPhone é o mais barato? Participe do Fórum do TechTudo iPhone Duo: preço, ficha técnica e análise do primeiro iPhone dobrável O TechTudo reuniu, em 11 tópicos, tudo o que você precisa saber sobre o iPhone Duo, o primeiro celular dobrável da Apple. No índice a seguir, confira os principais destaques abordados neste guia. Ficha técnica do iPhone Duo Construção em titânio e design ultrafino Tela interna com acabamento antirreflexo e vinco reduzido Câmera principal com abertura ampla e recursos pensados para dobráveis Desempenho com processador A20 Pro, de 2 nanômetros Bateia para até 44 horas de vídeo e recarga de 50% em 20 minutos iOS 27 com nova Siri e Liquid Glass Prós e contras do iPhone Duo iPhone Duo vale a pena? Preço e disponibilidade do iPhone Duo no Brasil Concorrentes do iPhone Duo Ficha técnica do iPhone Duo Tela principal: 7,6" (2.670 x 1.878) Tela secundária: 5,4" (2.034 x 1.398) Painel: OLED Câmera traseira: 48 MP + 48 MP Câmera frontal: 12 MP + Câmera FaceTime sob a tela Bateria: não informado Processador: A20 Pro Memória RAM: não informado Armazenamento: 256 GB, 512 GB, 1 TB ou 2 TB Sistema operacional: iOS 27 Peso: 254 g Dimensões: 84,1 x 117,8 x 11,3 mm (fechado); 164,6 x 117,8 x 5,2 mm (aberto) Proteção: IP68 Cores: céu noturno ou branco‑estrela Anúncio: setembro de 2026 Lançamento no Brasil: outubro de 2026 Preço de lançamento: a partir de R$ 21.999 Construção em titânio e design ultrafino O iPhone Duo marca a estreia da Apple no mercado de smartphones dobráveis e chega com uma construção refinada. O aparelho combina estrutura e cobertura da dobradiça em titânio aeroespacial grau 5, material que contribui para aumentar a resistência do conjunto. Na tela externa de 5,4 polegadas, a Apple utiliza Ceramic Shield 2, enquanto a tampa traseira recebe o Ceramic Shield. Para completar o conjunto de proteção, o modelo conta com certificação IP68, que garante resistência à poeira e permite submersão em até seis metros de água por até 30 minutos. iPhone Duo chega em duas opções de cores Divulgação/Apple Com 254 gramas, o iPhone Duo tem 11,3 mm de espessura quando fechado e apenas 5,2 mm quando aberto. Nessa configuração, o dobrável se torna o celular mais fino já produzido pela Apple, superando inclusive o iPhone Air, modelo desenvolvido com foco em espessura reduzida. Para o acabamento, a companhia oferece duas opções de cores mais discretas: céu noturno, com tonalidade próxima ao preto, e branco-estrela. O conjunto reforça a proposta de aliar um formato dobrável a uma construção resistente e a um design mais fino. Tela interna com acabamento antirreflexo e vinco reduzido As telas estão entre os principais atrativos de qualquer smartphone dobrável, e a Apple equipou o iPhone Duo com especificações robustas para reforçar sua aposta nesse mercado. O display interno tem 7,6 polegadas e resolução de 2.670 x 1.878 pixels, com acabamento fosco com tecnologia “nano-texture”, desenvolvida para reduzir reflexos e ajudar a disfarçar o vinco central. Quando fechado, o iPhone Duo oferece uma tela externa de 5,4 polegadas, com resolução de 2.034 x 1.398 pixels. Ambas as telas compartilham a mesma proporção de tela, de modo que o conteúdo é redimensionado proporcionalmente. Segundo a Apple, isso garante continuidade visual. Além disso, os dois displays reúnem um conjunto de recursos voltados à qualidade da imagem e à experiência de uso, incluindo taxa de atualização adaptativa de até 120 Hz, brilho mínimo de 1 nit e pico de 3.000 nits. Telas do iPhone Duo combinam brilho de até 3.000 nits, taxa de 120 Hz e suporte à Apple Pencil Divulgação/Apple As telas também contam com suporte à Apple Pencil, permitindo o uso da caneta por meio de conexão USB-C — recurso que, segundo a Apple, estará disponível ainda este ano. Com a combinação de alta taxa de atualização, brilho elevado e acabamento antirreflexo, o dobrável busca oferecer uma experiência versátil tanto no formato compacto quanto com a tela ampliada. Câmera principal com abertura ampla e recursos pensados para dobráveis O iPhone Duo chega com um sistema duplo de câmeras traseiras que, embora não reúna as especificações mais avançadas da linha iPhone 18 Pro, supera o conjunto do iPhone 17 Pro em um aspecto importante: a abertura mais ampla da lente principal. A seguir, confira como o sistema fotográfico do dobrável está distribuído. Câmera principal de 48 MP com abertura de f/1.6; Câmera ultrawide de 48 MP com abertura de f/2.2; Câmera frontal externa de 12 MP com abertura de f/2.2; Câmera FaceTime sob a tela com abertura de f/1.8. Além da alta resolução, a câmera principal do iPhone Duo aposta em abertura de f/1.6, que permite a entrada de uma quantidade maior de luz no sensor e favorece registros em ambientes menos iluminados. A lente também conta com estabilização óptica de imagem por deslocamento do sensor e pixels de foco híbrido. O conjunto, porém, não inclui uma teleobjetiva dedicada, mas a Apple afirma que a câmera principal oferece zoom com qualidade óptica de 2x em fotos de 12 MP e zoom digital de até 10x. Para completar o sistema traseiro, há uma lente ultrawide de 13 mm, com campo de visão de 120° e pixels de foco híbrido. iPhone Duo traz duas câmeras traseiras de 48 MP e sensor sob a tela dedicado a videochamadas Reprodução/Apple Para selfies, o dobrável traz uma câmera Center Stage de 12 MP, acompanhada por uma segunda câmera posicionada sob a tela e dedicada a videochamadas. Embora a Apple não informe a resolução desse segundo sensor, a companhia destaca abertura de f/1.8 e suporte a gravações em 1080p a 30 ou 60 fps. Em vídeo, tanto a câmera principal quanto a frontal de 12 MP são capazes de gravar em 4K com Dolby Vision a 24, 25, 30 ou 60 fps, enquanto a lente principal também oferece gravação em 100 ou 120 fps para registros em câmera lenta. Além do hardware, o iPhone Duo reúne recursos pensados para aproveitar o formato dobrável durante a captura de fotos e vídeos. A função “Duo Preview”, por exemplo, permite que a pessoa fotografada acompanhe sua própria imagem na tela externa, o que facilitando o ajuste da pose e do enquadramento. O aparelho também oferece o Modo Cinema, que aplica um efeito de profundidade aos vídeos e permite realizar ajustes mesmo após a gravação. Desempenho com processador A20 Pro, de 2 nanômetros O iPhone Duo inaugura uma nova geração de processadores da Apple ao chegar com o A20 Pro, primeiro chipset da fabricante desenvolvido em processo de fabricação de 2 nanômetros (nm). A CPU é formada por dois núcleos de alto desempenho e quatro voltados à eficiência energética, e, segundo a Apple, oferece desempenho até 20% superior ao componente presente no iPhone 17 Pro. O conjunto também inclui uma GPU de sete núcleos com Neural Accelerators e um Neural Engine de 16 núcleos, voltado a tarefas de Inteligência Artificial (IA). A20 Pro aposta em desempenho avançado e maior eficiência energética para ampliar a autonomia Reprodução/Apple Em armazenamento, o dobrável oferece opções de 256 GB, 512 GB, 1 TB e até 2 TB, configuração que reforça sua proposta voltada à produtividade e ao uso intensivo. A Apple, porém, não divulga oficialmente a quantidade de memória RAM utilizada em seus smartphones. O GSM Arena aponta 12 GB de RAM para o modelo, embora essa informação não tenha sido confirmada pela fabricante. Bateria para até 44 horas de vídeo e recarga de 50% em 20 minutos A bateria é outro aspecto que a Apple não costuma divulgar a capacidade de seus modelos em mAh. No iPhone Duo, a marca informa apenas que o dobrável conta com duas baterias internas de íon de lítio. Segundo os dados oficiais, o aparelho oferece até 44 horas de reprodução contínua de vídeo na tela externa de 5,4 polegadas e até 31 horas no display interno de 7,6 polegadas. Em uso típico, que combina os dois painéis, a autonomia pode chegar a 24 horas. No carregamento, o iPhone Duo alcança 50% da capacidade em cerca de 20 minutos com um adaptador de 60 W ou superior. Também é possível atingir o mesmo nível em aproximadamente 30 minutos usando um carregador MagSafe com adaptador de 35 W ou mais. Os números de autonomia e recarga são baseados nas informações oficiais divulgadas pela Apple e podem variar conforme o uso, as configurações e outras condições de funcionamento do aparelho. Apple promete até 5 horas de reprodução de vídeo com apenas 5 minutos de recarga Reprodução/Apple iOS 27 com nova Siri e Liquid Glass O iPhone Duo sai de fábrica com o iOS 27, versão mais recente do sistema operacional da Apple, que será liberada para os modelos compatíveis a partir de 14 de setembro. Entre os principais destaques está a nova Siri, baseada na Apple Intelligence, que passa a oferecer interações mais naturais, compreender melhor o contexto das solicitações e executar ações diretamente em aplicativos. O sistema também promete ganhos de desempenho, com apps até 30% mais rápidos, AirDrop até 80% mais veloz e carregamento de fotos na Fototeca até 70% mais eficiente. Na interface, o iOS 27 estreia o novo Liquid Glass, que reformula elementos visuais com ícones mais nítidos, contraste aprimorado e um controle deslizante para ajustar a transparência. A proposta amplia as possibilidades de personalização e modifica a aparência de diferentes áreas do sistema. A segurança também recebeu atenção, com bloqueio de conteúdos sensíveis no Mensagens e no FaceTime, além do recurso Pedir para Navegar, que permite às crianças solicitar autorização antes de acessar novos sites. iPhone Duo exibe animações na tela externa para atrair a atenção das crianças durante fotos Reprodução/Apple O aparelho também traz uma particularidade importante no sistema de autenticação: em vez do Face ID, a Apple optou pelo Touch ID para desbloqueio e identificação do usuário. Na conectividade, o iPhone Duo conta ainda com os chips C2 e N1, desenvolvidos para otimizar a comunicação sem fio e a eficiência energética. O dobrável ainda oferece suporte às redes 5G, Wi-Fi 7 de banda tripla, Bluetooth 6 e NFC, tecnologia utilizada para pagamentos por aproximação. Prós e contras do iPhone Duo Prós: Telas versáteis, com alta qualidade de imagem; Processador avançado fabricado em 2 nm; Sistema de câmeras robusto para fotos e vídeos. Contras: Não tem câmera teleobjetiva dedicada para zoom; Preço extremamente elevado, chegando a R$ 30.999; Substitui o Face ID pelo Touch ID. iPhone Duo vale a pena? Para quem busca a experiência de um dobrável premium, valoriza o ecossistema da Apple e está disposto a pagar pela novidade, o modelo reúne argumentos convincentes como desempenho de ponta, câmeras competentes e telas imersivas. Já para quem prioriza custo-benefício ou recursos como uma câmera teleobjetiva e Face ID, há alternativas mais completas no catálogo. Além disso, o preço de até R$ 30.999 torna o iPhone Duo um aparelho voltado a um público bastante específico. Preço e disponibilidade do iPhone Duo no Brasil No Brasil, o iPhone Duo entra em pré-venda em 16 de outubro, a partir das 9h, no horário de Brasília. As primeiras entregas estão previstas para começar em 23 de outubro. O modelo será comercializado em quatro opções de armazenamento interno, cada uma com um preço de lançamento diferente. Confira os valores: 256 GB: R$ 21.999 512 GB: R$ 23.499 1 TB: R$ 26.499 2 TB: R$ 30.999 Concorrentes do iPhone Duo No mercado nacional, o Galaxy Z Fold 8 é atualmente o principal concorrente direto do iPhone Duo. O modelo da Samsung combina bateria de silício-carbono de 4.800 mAh, o processador mais avançado do ecossistema Android, fabricado em 3 nm, e um sistema de câmeras de 50 MP. As telas dos dois aparelhos têm dimensões muito semelhantes e compartilham taxa de atualização de 120 Hz e brilho máximo de 3.000 nits. Por outro lado, o iPhone Duo leva vantagem pelo suporte à Apple Pencil e pela certificação IP68, que oferece proteção contra poeira superior à do Galaxy Z Fold 8, limitado ao selo IP48 e sem compatibilidade com caneta. Veja nossas impressões sobre o Galaxy Z Fold 8 Galaxy Z Fold 8: tudo o que mudou no novo celular da Samsung Fora do Brasil, porém, o cenário é mais disputado, com diferentes opções de dobráveis em formato de “passaporte” disponíveis em outros mercados. O Huawei Pura X e o Huawei Pura X Max são alguns exemplos, com telas internas de 6,3 e 7,7 polegadas e baterias de 4.720 mAh e 5.300 mAh, respectivamente. Mais recentemente, a Xiaomi também apresentou o Xiaomi 18 Fold, que adota um design bastante semelhante ao do iPhone Duo e combina câmeras Leica com bateria de silício-carbono de 6.000 mAh. Apesar das alternativas, nenhum desses modelos foi lançado oficialmente no Brasil até o momento, e não há previsão de chegada ao mercado nacional. Conheça o novo dobrável passaporte da Xiaomi Com informações de Apple

    Review | Marvel’s Wolverine diverte, mas não consegue criar identidade própria

    10 de Setembro de 2026, 12:00

    O jogo Marvel’s Wolverine é o novo exclusivo do PlayStation 5 (PS5), com lançamento previsto para o dia 15 de setembro. Desenvolvido pela Insomniac Games, conhecida por InFamous e pelo aclamado Marvel’s Spider-Man, o game traz uma história original ambientada antes da formação dos X-Men. Nela, Wolverine faz parte da Equipe X, cujo objetivo é ajudar mutantes caçados por uma milícia cibernética que deseja erradicar a raça do planeta. As coisas ficam ainda mais complexas, contudo, depois que eles se deparam com outro grupo de sobreviventes protegido por Jean Grey. Com preços partindo dos R$ 399, Wolverine é um dos lançamentos mais aguardados do ano para os fãs do console da Sony e já chega cercado de hype, dado o sucesso das adaptações da Insomniac com os títulos da Marvel. Mas, afinal, será que o jogo se destaca em um período de tantos games de peso chegando? É o que contamos neste review. Veja, a seguir, a nossa análise sobre história, gameplay e se vale a pena comprar. 🎮 Review | Assassin's Creed Black Flag Resynced faz o clássico envelhecer ainda melhor 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos Marvel’s Wolverine diverte, mas não consegue criar identidade própria; veja análise completa Divulgação/PlayStation ➡️ Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 📝 Quais são os dez melhores jogos na sua opinião? Comente no Fórum TechTudo Initial plugin text * Para voltar é necessário remover o CTA selecionado. Review | Marvel’s Wolverine diverte, mas não consegue criar identidade própria Marvel’s Wolverine vale a pena? A história de Marvel’s Wolverine A gameplay é o grande calcanhar de Aquiles O problema do jogo linear O que eu mais queria ter visto Desempenho, gráficos e ambientação Marvel’s Wolverine vale a pena? Não vou enrolar você, leitor, com o meu parecer — a resposta direta é sim, no geral, a jogativa vale a pena. Marvel’s Wolverine é divertido e deve agradar sobretudo quem nunca teve contato com os títulos da Insomniac, mas em minha visão, o custo-benefício existe somente quando adquirido em uma boa promoção. Ressalto, desde já, que temos muito o que conversar sobre o game. Embora instigue, o título, ao meu ver, não é nem de longe tão competente quanto os Spider-Man — e aqui falo como uma pessoa que “comeu com farofa”, no bom carioquês, Marvel’s Spider-Man, Marvel’s Spider-Man: Miles Morales e Marvel’s Spider-Man 2. Esse último, eu até escrevi a análise na época do lançamento, caso você também queira ler. 🌟 Review Spider-Man 2: jogo brilha na gameplay e eleva o patamar da franquia Na verdade, para mim, o calcanhar de Aquiles de Wolverine é justamente esse: o fato de ser impossível escrever uma review desse game sem mencionar o antecessor, que sequer é um prequel dele. Acho que, para quem jogou os Spider Man até não aguentar mais, Wolverine é uma compra bem arriscada dada a similaridade das mecânicas. Mas essa é uma longa discussão, então vamos por partes. Marvel's Wolverine é divertido e instiga, mas fica repetitivo com o tempo Divulgação/PlayStation É fácil reconhecer as muitas qualidades que Wolverine tem. Toda a parte de ambientação é estonteantemente bonita e impressiona bastante pelas texturas, pela iluminação e, sobretudo, pela destruição de cenário generalizada, que faz jus ao caos que é jogar com um personagem como Logan. Os cenários são abertos e aproveitam bem a verticalidade, apesar de serem limitados quando consideramos que é um jogo linear. Além disso, é fácil ver o carinho do estúdio, o cuidado em trazer interações sutis com os outros personagens e até em fornecer espaço para que as relações sejam construídas ao longo da narrativa. A história, inclusive, é um dos pontos fortes e instiga o jogador até o final. O jogo peca, no entanto, onde mais precisava acertar: na gameplay, que é praticamente a mesma dos Spider-Man — e isso pesa especialmente para quem já tem mais de 100 horas nos jogos do teioso. As animações, os combos e as interações com o companion foram reciclados e reaproveitados, o que me parece estranho quando consideramos que Logan e Peter Parker não poderiam ser mais diferentes nas habilidades. Enquanto um é um tanque de caos e violência, o outro é ágil e furtivo. Ainda assim, nos games, eles funcionam quase que totalmente da mesma forma. Como em Spider Man, a Insomniac reproduziu até mesmo o meme com o personagem no jogo Luiza M. Martins/TechTudo As lógicas e mecânicas dos jogos também são muito parecidas — tanto que, para mim, a experiência com Wolverine ficou prejudicada. Primeiro porque o game tem bem mais ação do que Spider-Man, cujo ritmo era mais cadenciado pelo jogador. Aqui, por vezes, eu achei que estava jogando Doom com garras de adamantium. Mas meu ponto é que o combate progride lentamente, há muitas lutas sucessivas e o estúdio não foi tão feliz na hora de transpor a experiência do mundo aberto para o jogo linear. Falta, sobretudo, equilíbrio, o que pode tornar o game uma experiência cansativa a médio e longo prazo. Mas isso eu te conto com mais detalhes nos próximos tópicos dessa análise. Confira outras análises do TechTudo Star Wars Zero Company acha seu caminho em uma galáxia não tão distante Metal Gear Solid Master Collection Vol. 2 é presente para fãs da saga Halo: Campaign Evolved impacta com visuais únicos na nova era do Xbox 007 First Light entrega o jogo de James Bond certo na hora certa Crimson Desert tem história fraca, mas acerta no que se propõe Review | Resident Evil: Requiem vale o hype e entrega tensão do início ao fim Review | PRAGMATA encanta com protagonistas carismáticos e combate intenso Review | Life is Strange Reunion corrige erros, mas está longe de ser perfeito A história de Marvel’s Wolverine Como aconteceu em Marvel’s Spider-Man, em Wolverine, a Insomniac trouxe uma história original para o anti-herói — ou seja, os fatos aqui não adaptam uma história específica dos quadrinhos, embora sejam inspirados por eles. Dito isso, o jogo começa mostrando uma missão em que Wolverine, Dentes de Sabre e Mística, que aqui formam a Equipe X, precisam resgatar Nathaniel Essex, o mentor do time. Uma vez que conseguem realizar esse objetivo, o jogador logo nota que eles estão em guerra com Bolívar Trask, um bilionário que utiliza os recursos de suas empresas para financiar estudos a fim de exterminar os mutantes, tidos naquela realidade como perigosos e instáveis. Para Essex e o grupo, no entanto, o objetivo é o contrário: eles querem reunir o maior número de mutantes possível a fim de evitar a extinção da espécie — uma ideia bem parecida com a do Professor Xavier nos filmes e desenhos dos X-Men. Por isso, a Equipe X precisa fazer missões de rastreamento e reconhecimento a fim de encontrar pessoas para recrutar e proteger. É assim que o jogador entra em contato com um grupo protegido pela poderosa Jean Grey, que vem sofrendo perseguição de Trask há semanas. Wolverine e a Equipe X precisam lutar contra o exército cibernético de Trask Luiza M. Martins/TechTudo Para mim, a história de Wolverine foi um dos pontos de destaque nas minhas 13 horas de experiência com o game. Eu simplesmente amo a escolha criativa de trazer um Wolverine que foge do que já foi retratado em filmes e séries (sempre com a mesma história de criação, adamantium e afins) e mostrar um personagem tentando lidar com o peso dos próprios poderes. A violência, a falta de controle, o fato de precisar viver se escondendo e em constante estado de alerta — tudo isso compõe um Logan maduro e interessante. Aqui, o único adendo é que, tratando-se de um AAA apadrinhado pela PlayStation, o jogo tinha recursos para aprofundar ainda mais o drama, como trazer cutscenes sobre o passado do personagem, algo que acontece somente em textos. Jogando, percebi que queria ainda mais flashbacks para ver como esse personagem de mais de 200 anos vagou ao longo de todo esse tempo. Falo isso do lugar de alguém que tem dificuldade de reter informações textuais em games, sobretudo quando elas estão fora de ordem. E aqui, acho que dava para acentuar o peso dramático ainda mais mostrando todos os pequenos contos da existência do Logan em tela: as vezes que se apaixonou, que viu alguém morrer, que precisou recomeçar a vida em outro lugar. Acredito que acompanhar esses momentos faria o jogador sentir o peso de carregar mais de dois séculos de memórias e traumas. Na minha leitura, isso ajudaria a entender ainda melhor quem é esse Wolverine que encontramos no presente. A história de Wolverine foi um dos pontos de maior destaque, trazendo tramas políticas e existenciais Luiza M. Martins/TechTudo Acho importante ressaltar também que, particularmente, não sou fã de histórias de heróis por achar todas muito bobas. Em Wolverine, isso não aconteceu — muito pelo contrário, até. É claríssima a alegoria entre os mutantes e a perseguição sofrida por grupos marginalizados, o que traz um tom político à narrativa que muito me agrada. Os personagens claramente são tidos como refugiados de guerra e tentam, o tempo todo, dizer a si mesmos que não há nada de errado com eles por conta da mutação — um aceno diretíssimo para a comunidade LGBTQIA+. É ótimo ver como eles encontram forças em si mesmos e uns nos outros para sobreviver a tudo que acontece ali. Entretanto, eu estaria mentindo se dissesse que tudo são flores. Há, sim, alguns tropeços narrativos, sobretudo no desenvolvimento dos arcos do jogo. Depois do final do primeiro ato, marcado por um acontecimento que não irei revelar (mas vocês vão saber assim que chegarem lá), há uma inversão quase radical na história, trazendo novas motivações, vilões e relações. Tudo para que o jogo tenha tempo de desenvolver uma ideia de enredo que estava plantada, literalmente, desde o primeiro minuto. Aqui, não posso explicar com muita profundidade, mas digamos que tenha a ver com uma mudança bastante significativa nos rumos da história. E, sobre ela, o que tenho a dizer é: eu preferia que o jogo tivesse assumido esse viés sem fazer dele uma reviravolta. Isso teria poupado tempo e recursos e dado a oportunidade de a Insomniac fazer um trabalho mais assertivo em outros pontos que, certamente, não ficaram tão interessantes quanto o enredo, como veremos no tópico a seguir. A história de Wolverine instiga, mas fica enrolada do meio para o final Divulgação/PlayStation A gameplay é o grande calcanhar de Aquiles Dentre todos os erros que Marvel's Wolverine poderia cometer, acredito que, infelizmente, o jogo cai no que, ao meu ver, seria o mais prejudicial para a própria experiência: ser muito parecido com Marvel's Spider-Man em praticamente todas as estruturas. O combate, por exemplo, é um eterno déjà vu para quem jogou os títulos anteriores. É importante deixar claro que não acho que ele seja ruim — muito pelo contrário. Bater nos inimigos com Logan é divertido, extremamente violento e tem o exato peso que você espera de um personagem como ele. O problema é que, depois de jogar os anteriores, fica impossível não perceber o quanto a Insomniac reaproveitou ideias que já funcionavam nos jogos do Homem-Aranha. E isso é especialmente estranho quando pensamos nos dois personagens. Peter Parker é extremamente ágil, rápido e acrobático; Logan é praticamente um tanque de violência, que resolve as coisas na base das garras e da “porrada”. São heróis completamente diferentes em termos de habilidades e possibilidades de gameplay. Ainda assim, quando você começa a jogar, a sensação é de que eles funcionam de maneira muito parecida. As animações, os combos, as árvores de habilidades e até algumas interações em dupla parecem familiares demais para quem passou tantas horas nos Spider-Man. A árvore de habilidades de Wolverine é muito parecida com a de Peter Parker em Spider Man, bem como as habilidades especiais Luiza M. Martins/TechTudo Na prática, o combate de Wolverine funciona a partir de golpes fracos e fortes, combos, esquivas e parrys, além de habilidades especiais que possuem um tempo de recarga. É possível, inclusive, diminuir esse tempo conforme você investe XP na árvore de habilidades. O XP também permite desbloquear novos recursos para Logan, enquanto os fios de DNA trazem melhorias mais ligadas às características do personagem, como aumentar a velocidade de recuperação de vida. Há ainda o medidor de Fúria, que vai sendo preenchido conforme Logan bate nos inimigos. A Fúria é dividida em três níveis e, à medida que cada barra é completada, o personagem libera efeitos específicos. No segundo nível, por exemplo, Logan consegue recuperar vida antes de morrer, enquanto determinadas configurações dos fios de DNA podem fazer com que as habilidades especiais carreguem mais rapidamente. Já no terceiro, ele entra em um estado de frenesi com golpes críticos capazes de eliminar inimigos diretamente e um aumento considerável no dano causado. Além do combate, o jogo intercala quick time events (QTEs), momentos de perseguição que lembram Uncharted e alguns trechos breves de plataforma, nos quais Logan mostra que, apesar do tamanho e das garras, também é um bom escalador. Ou seja, existem outras formas de interação ao longo da campanha, mas o combate continua sendo, de longe, a principal maneira de jogar. Os golpes críticos de Wolverine acontecem quando ele enche o medidor de Fúria. Em frenesi, ele mata todos à frente Luiza M. Martins/TechTudo Eu até entendo a escolha. O sistema de combate dos jogos do Homem-Aranha funciona muito bem e seria natural que a Insomniac aproveitasse uma fórmula que já domina. O problema é que Wolverine tinha uma oportunidade enorme de fazer algo diferente. Você tem um personagem que não poderia ser mais distante do Homem-Aranha e, mesmo assim, a base do combate é praticamente a mesma: os mesmos botões, os mesmos tipos de habilidades especiais, o golpe especial que ganhamos do meio para o final do jogo… Até mesmo alguns golpes que não parecem óbvios para Logan, como o que Peter usa para se arremessar contra um inimigo com a teia, aparecem aqui. E talvez isso pese ainda mais porque eu já estou, sinceramente, saturada há um bom tempo do combate do Homem-Aranha e das incontáveis sequências de “trocação” que já aconteciam ali. Então, quando Wolverine chega e apresenta estruturas tão familiares, eu sinto que o jogo desperdiça o potencial que tinha para construir uma identidade própria. Não sou inocente de pensar que esse game seria 100% inovador nesse sentido, até pela aclamação dos Spider-Man. Mas será que todas as mecânicas precisavam ser tão próximas? A ponto de nenhuma delas parecer única para o Wolverine? O pecado de Wolverine é ter um combate similar demais ao do Homem Aranha Reprodução/PlayStation Blog E a “similaridade tóxica” não fica apenas com o combate: a exploração também sofre com isso. Aqui, esse aspecto é baseado principalmente na busca por recursos e atividades secundárias espalhados pelos cenários. Enquanto anda pelas áreas, Logan pode encontrar garrafas de Whisky, que ajudam a conseguir os fios de DNA usados para aprimorar suas habilidades, e caixas com peças de armadura, que rendem fichas para comprar as roupas do personagem. Também existem os chamados Desafios do Pesadelo, representados por portas espalhadas pelos cenários que lembram bastante as portas de viagem rápida de God of War. Ao entrar nelas, o jogador encontra desafios de travessia ou combate, com recompensas em fichas que viram fios de DNA de acordo com o nível alcançado em cada atividade. Na prática, são essas atividades que concentram boa parte do conteúdo opcional de exploração do jogo. Os cenários são bonitos, variados e aproveitam bem a verticalidade em Wolverine Divulgação/PlayStation Em termos de ambientação, os cenários são bonitos, variados e aproveitam bem a verticalidade, mas são pouquíssimo exploráveis. Existe pouca coisa para encontrar pelo caminho e, como os colecionáveis são poucos e fáceis de localizar, os ambientes eventualmente ficam mortos. O jogador atravessa áreas muito bonitas, com bastante cuidado visual, mas que viram cenário de um walking simulator quando encontra tudo que está disponível ali (e isso acontece com alguma frequência). Isso fica ainda mais curioso quando lembramos que Logan tem sentidos que facilitam ainda mais essa exploração (ou pelo menos, facilitam quando mostrados da forma como o estúdio abordou). Ele sente cheiros, escuta coisas a grandes distâncias e consegue identificar rastros que um personagem comum jamais perceberia. A questão é que, para mim, o jogo usa essa habilidade de uma maneira que acaba tirando um pouco da graça de explorar — e a exploração em si já não é muito recompensadora. Logan tem habilidades de rastreamento que tiram a graça da exploração Luiza M. Martins/TechTudo É só passar minimamente perto de um recurso e Logan já identifica o cheiro ou o som, enquanto o jogo coloca na tela um rastro indicando exatamente onde ele está. Não há muito mistério; você não precisa procurar, observar o cenário ou quebrar a cabeça para descobrir como chegar até determinado lugar. O próprio personagem praticamente aponta o caminho, o que fica ainda mais sem graça porque há pouca recompensa condicionada a encontrar os itens. Nesse ponto, eu senti falta justamente daquela exploração mais orgânica que existia em Spider-Man. Às vezes, você estava simplesmente fazendo web swing pela cidade e via alguma coisa piscando lá longe. Ia atrás e descobria uma caixa, um inimigo ou um pequeno puzzle. Podia ser algo completamente aleatório, mas fazia sentido dentro daquele mundo. A exploração acontecia enquanto você jogava, e não parecia uma obrigação colocada ao lado da campanha. Em Wolverine, isso é bem mais limitado. E até as atividades secundárias reforçam essa sensação de que estamos vendo uma fórmula sendo reaproveitada. O jogo oferece praticamente iguais aos que existiam em Spider-Man, seja qual for o tipo. Os colecionáveis propriamente ditos também trazem apenas recompensas cosméticas, o que me desestimulou ainda mais a procurar. Acredito que a ideia até era variar a gameplay, mas a execução ainda é descalibrada e pouco eficiente, na minha concepção. As roupas em Wolverine são meramente cosméticas Luiza M. Martins/TechTudo Para mim, o problema não é que essas ideias não funcionem individualmente — todas elas, inclusive, foram bem aproveitadas com o Homem-Aranha. Com Logan, o combate funciona, os desafios funcionam e os cenários são bonitos. A questão é que quase nada disso parece ter sido pensado especificamente para Wolverine. Quando você junta tudo, fica aquela sensação incômoda de que a Insomniac pegou várias peças que funcionavam muito bem em Spider-Man e tentou encaixá-las em outro personagem sem a mesma competência que marcou o jogo do teioso. E acredito que muito disso tenha origem no fato de que a empresa teve dificuldades com a progressão linear da gameplay, como veremos no tópico a seguir. O problema do jogo linear Aqui é onde entra o segundo grande problema de Wolverine: é um jogo linear. Não que isso seja um problema isoladamente — na verdade, alguns dos jogos que mais amo na vida são lineares e acho que esse formato poderia funcionar muito bem para uma experiência focada no Logan. O problema é que a Insomniac parece não ter encontrado um equilíbrio entre a estrutura linear e uma gameplay que foi claramente pensada para funcionar em um jogo de mundo aberto. Aqui, a estrutura linear expõe e amplifica problemas que seriam menos perceptíveis em um mundo aberto. Para ilustrar meu ponto, trago Spider-Man mais uma vez (e quantas vezes eu já falei dele até aqui, não é?). Com Peter e Miles em um mundo aberto, você dita muito mais o ritmo da experiência. Quer fazer uma missão de combate? Vai lá. Quer ficar dez minutos balançando pela cidade? Pode. Quer procurar um colecionável, fazer um desafio, parar para uma missão de stealth? Também pode. Existe uma alternância natural entre as atividades porque o próprio mundo aberto permite que o jogador escolha o que quer fazer e quando quer fazer. O stealth em Wolverine fica em segundo plano, mas Logan consegue perceber os inimigos ao longe Luiza M. Martins/TechTudo Em Wolverine, como a narrativa vai te empurrando de uma situação para outra, essa possibilidade praticamente desaparece e é aí que o problema da repetição fica muito maior. É combate, mais combate, mais um desafio de combate e, depois, mais combate. A verdade é que chegou um momento em que eu já não aguentava mais apertar o quadrado. E não só eu, como o editor de jogos do TechTudo, Victor Bastos, também. Foram dois relatos espontâneos e exatamente iguais, inclusive. Novamente, eu não acho o combate ruim, mas a quantidade, a falta de variedade e o pacing do jogo acabam fazendo com que ele seja. Wolverine é muito mais focado em ação do que Spider-Man, mas a gameplay não muda o suficiente para acompanhar essa quantidade de combate. A progressão demora para apresentar novidades realmente significativas e você também não evolui o personagem rápido o bastante para sentir uma transformação radical na maneira de jogar. Além disso, nem mesmo os inimigos mudam tanto de arquétipo. E eles são muito parecidos com o que vimos no Spi…. Ah, a essa altura, vocês já sabem, né? Nem mesmo os inimigos mudam tanto de arquétipo em Marvel's Wolverine Divulgação/PlayStation Volto, então, aos desafios de combate como outro exemplo para esse problema. Em alguns deles, o jogo coloca você para enfrentar uma quantidade enorme de inimigos em sequência. Há situações em que você precisa passar por 25 ondas de adversários para pegar a ficha de platina. Você termina aquilo e pensa: “beleza, finalmente acabou”. Aí volta para a campanha e, pouco depois, está novamente batendo em outro monte de inimigos. E eles são exatamente os mesmos que você acabou de matar. Haja “porrada”, viu? E como o jogo tem uma pegada quase de hack and slash em determinados momentos, acho que o balanceamento precisava ser muito melhor. Se a proposta é fazer um game de ação tão focado no combate, é necessário oferecer outras formas de jogar entre uma sequência e outra. Caso contrário, aquilo que deveria ser divertido começa a ficar maçante. Para mim, esse sentimento bateu desde o primeiro contato. Claro, acredito que minha experiência anterior pesa muito nisso, mas, no nível em que está, penso que até quem não está familiarizado com a fórmula da Insomniac vai sofrer com o tempo. Por conta disso, senti muita falta do stealth, que aqui não é muito o foco da experiência. Entendo que nem deveria ser, dado o fato de que jogamos com o Logan. Mas a mudança de ritmo fazia muita diferença e Wolverine não tem isso na mesma proporção — o game te empurra muito mais para a ação o tempo todo. E aqui é onde entramos na minha grande conclusão sobre o jogo: acho que o título teria se beneficiado demais de ter outras abordagens de gameplay, especialmente porque o universo dos X-Men oferece personagens que poderiam fazer exatamente isso. Para mim, essa seria uma das soluções mais interessantes para o problema: ter mais personagens jogáveis. Wolverine poderia resolver os problemas trazendo outros personagens jogáveis para a trama, como Jean Grey Luiza M. Martins/TechTudo O que eu mais queria ter visto Eu fiquei pensando bastante nisso enquanto jogava porque, quanto mais eu avançava, mais a sensação era de que Wolverine tinha um elenco capaz de resolver boa parte dos problemas de gameplay que eu estava sentindo. Imagine, por exemplo, poder jogar com a diva Jean Grey em determinadas missões. Seria, simplesmente, um "babado" completo! Em vez de controlar apenas um personagem focado em combate corpo a corpo, o jogador teria uma personagem baseada em poderes telecinéticos e psíquicos. Uma gameplay que poderia lembrar um pouco a Jesse de Control, com poderes usados para arremessar objetos, controlar o ambiente e enfrentar inimigos em longa distância. Mesmo que acontecesse em momentos pontuais, já mudaria completamente o ritmo. Seria ótimo poder jogar com Jean, que é a mutante mais poderosa entre os X-Men Divulgação/PlayStation Mística, para mim, seria ainda mais óbvia. Como disse, senti muita falta de stealth em Wolverine, e poder jogar com ela seria simplesmente incrível. A habilidade de se transformar em outras pessoas abriria espaço para infiltração, disfarces, espionagem e missões em que o jogador precisaria pensar antes de simplesmente sair distribuindo socos. O jogador poderia ter uma missão em que Logan precisa abrir caminho na base da violência e, em seguida, assumir o controle da Mística para entrar em determinado lugar sem ser descoberta. A mesma história continuaria acontecendo, mas a maneira de interagir com ela seria completamente diferente. Dentes de Sabre também poderia funcionar, embora eu ache que ele teria menos potencial para resolver esse problema especificamente porque sua gameplay provavelmente seria mais próxima da do próprio Logan. Ainda assim, seria interessante ter momentos em que você pudesse controlar personagens diferentes e sentir suas particularidades. Nesse caso, seria um jogo da Equipe X (ou mesmo dos X-Men) e não do Logan? Para os mais puristas, talvez, mas eu acredito que, se isso fosse necessário para acertar a gameplay, seria uma opção muito válida. Mística seria uma adição bem vinda para missões de infiltração e stealth Divulgação/PlayStation O cenário que acho realmente ideal seria poder escolher com quem fazer determinadas missões, bem como acontece com Naoe e Yasuke em Assassin's Creed: Shadows, onde cada um traz uma abordagem distinta (nesse caso, furtivo ou combate). Em Wolverine, inclusive, acho que a possibilidade de fazer missões de formas diferentes aumentaria o fator replay do game, uma vez que os mais entusiastas certamente gostariam de fazer tudo com todos os personagens possíveis. Mas acho que talvez a melhor referência para o que penso nesse sentido é o que 007 First Light faz com James Bond e as inúmeras formas que o jogador tem de progredir nas missões. Para se infiltrar em uma festa, Bond pode roubar um roupa do staff, subordar alguém, passar de fininho, se pendurar em canos, dentre mil outras possibilidades. Imagine, por exemplo, como seria espetacular poder escolher jogar com Jean, Logan, Victor ou Raven e cada um deles, ter um level design específico para a habilidade em que são especialistas? Para mim, algo sequer parecido com isso elevaria Wolverine para outro patamar. Nesse caso, além de o jogo se tornar mais dinâmico, o problema da linearidade também seria amenizado. Em vez de uma campanha que empurra continuamente para o combate, o jogador teria uma estrutura linear, mas com variações suficientes para impedir que a experiência se tornasse cansativa. Logan seria o personagem focado na ação brutal; Mística poderia trazer stealth e infiltração; Jean Grey poderia oferecer uma gameplay baseada em poderes e controle do ambiente; e Dentes de Sabre poderia funcionar como uma variação mais selvagem e agressiva do combate, por exemplo. Dentes de Sabre poderia funcionar como uma variação mais selvagem e agressiva do combate Divulgação/PlayStation Na minha visão, essa é a grande oportunidade que Wolverine perdeu. O jogo tinha personagens, poderes e um universo inteiro capazes de criar uma experiência muito mais variada, mas concentrou praticamente tudo em uma única fórmula. E essa fórmula funciona — só que não por tempo suficiente para sustentar um jogo tão focado em ação. Digo tudo isso do lugar de uma pessoa que não queria que Wolverine fosse simplesmente um “Spider-Man para adultos” (lê-se: com mais violência). Eu queria que ele encontrasse uma maneira própria de transformar tudo aquilo que faz o Logan ser o Logan em gameplay. Quando você tem um personagem tão diferente do Homem-Aranha, com um elenco tão grande de mutantes ao redor dele, parece um desperdício enorme fazer com que quase tudo funcione da mesma maneira. Desempenho, gráficos e ambientação Dito tudo isso, se tem uma coisa que Marvel’s Wolverine definitivamente não decepciona é no aspecto técnico. O jogo é bonito e entrega alguns momentos visualmente impressionantes, sobretudo pela destruição dos cenários. Basicamente, quase tudo pode ser destruído — paredes, objetos, trajes, estruturas — e eu amo isso. Como estamos falando de um personagem que resolve boa parte dos problemas na base da violência, faz muito sentido que o mundo ao redor dele também sofra as consequências. A variedade de ambientes também ajuda bastante. Wolverine passa por florestas, cidades pequenas e grandes e áreas internas de fábricas, mantendo uma paleta de cores que funciona bem para o tom mais sombrio da história. O uso de ray tracing também contribui para o resultado, especialmente em iluminação e reflexos. No geral, eu colocaria o game com gráficos no mesmo patamar de Marvel’s Spider-Man 2, com alguns momentos em que ele consegue entregar um resultado ainda melhor. Também cabe destacar que o jogo usa bem os features do PS5, tendo loadings praticamente instantâneos e feedback háptico do Dualsense ajudando a elevar a experiência, sobretudo nos momentos de tensão. Por isso, considero que, tecnicamente, o game é bem acertado. Wolverine destroi tudo – inclusice as próprias roupas de Logan Luiza M. Martins/TechTudo Agora, se tem uma coisa que não consigo elogiar da mesma maneira é a aparência de alguns dos personagens. Embora os modelos sejam bons em termos de textura, pêlos e pele, Logan é feio que dói para mim, e a design do personagem não ficou muito acertado – aqui, considerando a comunicação visual do modelo, uma vez que que a carinha de "bom moço" não me convenceu e que ele, especificamente, me parece um pouco desproporcional. A barba e o penteado também me incomodaram ao longo da narrativa, mas entendo que isso é bem particular. Também achei Jean Grey esquisita – mas suspeito que tenha sido por conta do cabelo. Eu não sei exatamente o que aconteceu com os cabelos das personagens femininas nesse jogo, mas praticamente todos eles me causaram estranhamento em termos visuais. Em alguns momentos, parece que as madeixas simplesmente não acompanham o restante da qualidade gráfica do personagem. Fora isso, os personagens funcionam bem durante as cenas, e as expressões conseguem transmitir as emoções necessárias. A dublagem também está muito boa. O destaque absoluto é Troy Baker como Nathaniel Essex, que está excelente no papel e consegue dar bastante personalidade ao personagem. Embora os modelos sejam bem-feitos e avançados, acredito que o design de Logan e Jean poderia ser melhor Luiza M. Martins/TechTudo Aliás, uma coisa que me deixa genuinamente confusa é a decisão da Insomniac de não traduzir alguns nomes próprios. Em português, temos Dentes de Sabre, mas os personagens insistem em falar “Sabretooth”. A mesma coisa acontece com Mística, que aqui é Mystique, e chega a ser cômico ouvir os dubladores torcendo a boca para falar. É um detalhe pequeno, claro, mas eu acho estranhíssimo você ter uma localização em português e, ao mesmo tempo, ouvir os personagens alternando entre nomes traduzidos e originais. Provavelmente, há razões comerciais para isso, mas o Dentes de Sabre está ali, gente. É só chamar o homem de Dentes de Sabre. Já em desempenho, joguei no PS5 base no modo desempenho (1080p e 60 fps) e tive alguns bugs leves durante a campanha. Nada que tenha destruído a experiência, mas foram problemas suficientes para perceber que o jogo ainda precisava de alguns ajustes. Tive, por exemplo, problemas de áudio atrasado em algumas cenas e, em uma delas, o áudio simplesmente desapareceu. Precisei fechar o jogo e abrir novamente para que tudo voltasse ao normal. Também encontrei personagens e armas voando. Felizmente, não tive nenhum crash e também não percebi quedas bruscas de framerate durante a minha experiência. Por isso, minha impressão é que boa parte desses problemas deve ser resolvida com atualizações posteriores. São bugs que me causaram algumas risadas, mas não chegaram a comprometer a minha campanha. Wolverine entrega alguns momentos visualmente impressionantes, como a parte no Japão Luiza M. Martins/TechTudo ⭐ Nota final Initial plugin text Saiba mais o

    iPhone Duo: Samsung e Motorola alfinetam Apple após lançamento

    10 de Setembro de 2026, 10:14

    Após o lançamento do iPhone Duo, Samsung e Motorola recorreram às redes sociais para alfinetar a Apple nesta quarta-feira (9), quando a gigante de Cupertino apresentou a linha iPhone 18. No Instagram, a Samsung Canadá foi categórica ao publicar um vídeo com o Galaxy Z Fold 8 acompanhado da frase “A imitação é a melhor forma de elogio”. No X, o perfil da fabricante sul-coreana elevou o tom da provocação ao escrever “Avise-nos quando terminar de reaquecer nossas sobras”. A Motorola, por sua vez, foi ainda mais longe e publicou um vídeo que relembra sua trajetória no segmento de celulares dobráveis, destacando os anos de experiência da marca nesse mercado. A campanha termina com um spoiler sobre o futuro da linha Razr, em uma clara tentativa de reforçar seu pioneirismo no segmento e, ao mesmo tempo, provocar a Apple pela entrada tardia na categoria. 📱 Galaxy Z Fold 8: novo formato pode 'fisgar' quem nunca teve um dobrável 💰 Preço do iPhone Duo: 6 coisas que você pode comprar com o valor do dobrável ➡️ Não vai ter iPhone 18 'normal'? Veja previsão de lançamento do celular Samsung e Motorola se unem em alfinetadas à Apple após a entrada da fabricante no mercado de celulares dobráveis Reprodução/Instagram 📱 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos ➡️ Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 📝 Teclado do iPhone com bug; como conserto? Tire dúvidas no Fórum do TechTudo A provocação da Samsung vai além do formato dobrável, já que a Apple apresentou o iPhone Duo no mesmo estilo “passaporte” adotado pela fabricante sul-coreana no Galaxy Z Fold 8, lançado em julho deste ano. A referência a “reaquecer nossas sobras” também pode ser interpretada como uma alfinetada à experiência acumulada pela Samsung no mercado de celulares dobráveis, iniciado pela marca em 2019, sete anos antes da entrada da Apple no segmento. Galaxy Z Fold 8: tudo o que mudou no novo celular da Samsung No caso da Motorola, o vídeo resgata alguns de seus lançamentos mais marcantes no mercado de celulares e é acompanhado da frase “O que eles chamam de novidade, nós chamamos de legado”. A mensagem reforça a tentativa da fabricante de destacar sua experiência com dispositivos dobráveis e, ao mesmo tempo, provocar a Apple ao evidenciar sua longa trajetória no segmento. A Motorola, porém, foi além das provocações e aproveitou a publicação para antecipar que novidades estão a caminho em sua linha de dobráveis. O anúncio ganhou ainda mais força com a aparição do que parece ser um modelo com formato de “passaporte” ao final do vídeo. Vale lembrar que a marca ainda não explorou esse design em seu portfólio, que conta com o Motorola Razr Fold no formato de livro, semelhante ao Galaxy Z Fold 8 Ultra. Initial plugin text Usuários entram na brincadeira após provocações das fabricantes As duas publicações da Samsung, somadas, já ultrapassam 26 mil comentários e provocaram reações diversas entre os usuários. Entre as mensagens, há quem tenha entrado na brincadeira, como o usuário que escreveu “Estagiário da Samsung se divertindo muito hoje”, enquanto outro admitiu: “Eu gosto da Apple, mas isso é meio engraçado”. Na publicação da Motorola, os comentários também destacam a trajetória da marca no segmento de celulares dobráveis. Uma usuária resgatou o clássico V3. “Estamos todos de acordo que o V3 foi o aparelho de celular mais bonito que já existiu?”, questionou. Em tom mais provocativo, outra aproveitou a ocasião para dar as boas-vindas à Apple: “Bem-vinda, @apple. A gente te ensina…”, alfinetou. Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Com informações de Samsung (1, 2) e Motorola

    Melhor videogame portátil para comprar em setembro de 2026

    10 de Setembro de 2026, 07:00

    Os videogames portáteis ganharam espaço entre quem busca jogar longe da TV sem abrir mão de uma boa experiência. Novos modelos estão entrando no radar dos jogadores, já que o mercado de consoles desse tipo aumenta cada vez mais, desde aparelhos de entrada que simulam jogos retrô até dispositivos topo de linha para quem quer ter uma experiência de alto desempenho, como em um PC Gamer. 🚨 Promoções do dia: selecionamos as melhores ofertas da internet para você economizar 📲 Receba ofertas e cupons direto no seu celular com o nosso canal do WhatsApp Por isso, o TechTudo traz esta lista com os melhores videogames portáteis para comprar em setembro de 2026. Nesta seleção, o Trimui Smart Pro aparece como a opção mais barata, a partir de R$ 460, enquanto o ROG Xbox Ally X chega a R$ 8.329, ambos à venda na Shopee. A seguir, confira a lista completa, lembrando que os preços citados na matéria foram verificados em setembro de 2026 e podem sofrer alterações sem aviso prévio. 🤑 Grupo do TechTudo no Telegram: receba ofertas e cupons de desconto todos os dias 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos Veja seis opções de consoles portáteis para comprar em setembro e jogar em qualquer lugar Mariana Saguias/TechTudo 🔎 Melhor videogame custo-benefício: 5 plataformas que valem a pena em 2026 Initial plugin text 📝Quais são os game sticks disponíveis no mercado? Confira no Fórum do TechTudo Melhor videogame portátil para comprar em setembro de 2026: Trimui Smart Pro — opção de entrada para quem quer jogar clássicos gastando pouco; Retroid Pocket 5 — indicado para quem busca mais desempenho em consoles como PS2 em um aparelho Android; Nintendo Switch 2 — escolha para quem quer jogar Mario, Zelda, Pokémon e outros títulos da marca; Steam Deck OLED — alternativa para quem busca jogos de PC com tela OLED e uma experiência mais próxima de console; Lenovo Legion Go S — modelo indicado para quem prioriza display de 8 polegadas e acesso a diferentes lojas de PC; ROG Ally X — opção para quem busca alto desempenho, 24 GB de RAM, SSD de 1 TB e integração com o ecossistema Xbox; Como escolhemos os melhores videogames portáteis? Para montar a lista, consideramos uma combinação de preço, desempenho, qualidade da tela, autonomia, ergonomia, sistema operacional, biblioteca de jogos e recursos de cada console. Também levamos em conta a presença dos aparelhos em marketplaces brasileiros e a percepção dos consumidores, priorizando produtos que apresentem boas avaliações quando há volume suficiente de opiniões. Outro ponto importante foi a reputação das fabricantes e a disponibilidade de assistência e suporte no Brasil. As análises especializadas também tiveram peso na escolha. No caso do Trimui Smart Pro, por exemplo, o review do Something New Reviews destaca a tela de 4,96 polegadas com resolução de 720p, bateria de 5.000 mAh e desempenho competente para emulação de consoles clássicos e PSP. Já o Retroid Pocket 5 foi analisado pelo Retro Handhelds, que destaca a tela OLED, ergonomia aprimorada e desempenho suficiente para emulação de PlayStation 2 (PS2) e alguns jogos de Switch. Também consideramos reviews e testes do próprio TechTudo, sempre que disponíveis. No caso do Nintendo Switch 2, a análise da publicação destaca a evolução da tela, dos Joy-Con 2, do desempenho e dos recursos do novo console, embora a autonomia continue sendo um ponto de atenção. A bateria oficial fica entre 2 e 6,5 horas, dependendo do jogo e das condições de uso. O que observar antes de comprar um videogame portátil? Antes de escolher um console portátil, vale observar principalmente: Desempenho: determina quais jogos podem ser executados e em qual qualidade. Tela: tamanho, resolução, tecnologia do painel, brilho, HDR e taxa de atualização influenciam diretamente a experiência. Sistema operacional: Windows oferece acesso a várias lojas de PC, enquanto sistemas próprios ou Linux podem proporcionar uma experiência mais simples. Bateria: consoles mais potentes normalmente consomem mais energia, especialmente em jogos AAA. Ergonomia: peso, formato, posição dos analógicos e gatilhos fazem diferença em sessões longas. Biblioteca: é importante verificar se o aparelho roda os jogos que você realmente pretende jogar. Armazenamento: jogos atuais ocupam bastante espaço, tornando SSD maior ou expansão por cartão uma vantagem. Portabilidade: tamanho e peso podem ser decisivos para quem pretende transportar o aparelho diariamente. Preço dos jogos: além do console, considere o custo da biblioteca, especialmente em plataformas como Nintendo e PC. Suporte e garantia: produtos importados podem ter preço menor, mas assistência e devolução podem ser mais complicadas. Qual é o melhor videogame portátil? Não existe um único videogame portátil que seja o melhor para todo mundo. A escolha depende do que cada jogador procura ao analisar um console desse tipo. O Trimui Smart Pro, por exemplo, é mais indicado para quem quer gastar pouco e prioriza jogos retrô, enquanto o Retroid Pocket 5 atende melhor quem busca emulação mais avançada em um aparelho Android compacto. Para quem quer uma experiência de PC, o Steam Deck OLED se destaca pelo SteamOS e pela tela OLED, enquanto o Lenovo Legion Go S oferece a flexibilidade do Windows. É importante ter em mente o que agrada mais ao seu estilo de jogo e o que buscar no mercado de portáteis. 1. Trimui Smart Pro — a partir de R$ 460 O Trimui Smart Pro é uma alternativa voltada principalmente para quem quer entrar no universo dos portáteis retrô sem gastar muito. Seu formato, inspirado no PlayStation Vita, combina tela IPS de 4,96 polegadas, resolução de 1280 x 720 pixels, dois analógicos e sistema baseado em Linux. O conjunto faz sentido para jogos de Mega Drive, Super Nintendo, Game Boy, PlayStation 1 e PSP, além de outros sistemas que funcionam por emulação. Trimui Smart Pro Reprodução / Trimui No review do Something New Reviews, o aparelho foi elogiado pela tela, construção e autonomia de aproximadamente cinco horas, além de apresentar desempenho satisfatório em PSP, incluindo títulos como God of War. A análise especializada aponta que consoles mais exigentes, como Nintendo 64 e Dreamcast, podem apresentar alguns engasgos dependendo do jogo. A principal vantagem do Smart Pro está justamente na relação entre preço e proposta: por R$ 460 na Shopee, ele custa uma fração dos portáteis de PC desta lista. Na varejista, o produto tem nota 4,9 de 5 estrelas, com muitos elogios à relação custo-benefício do aparelho, tendo em vista a sua qualidade geral por um baixo preço. Contudo, há críticas em relação aos analógicos do console, que podem apresentar drift em pouco tempo desde a compra. Prós: preço muito mais baixo que os demais modelos da lista; boa autonomia para a categoria; bom desempenho em consoles retrô e PSP; Contras: não é indicado para jogos modernos de PC; analógicos podem ser desconfortáveis em sessões longas e apresentar drift. 2. Retroid Pocket 5 — a partir de R$ 2.552 O Retroid Pocket 5 é indicado para quem quer ir além dos consoles retrô básicos, sem necessariamente comprar um portátil de PC. O aparelho utiliza Android e combina 8 GB de RAM e 128 GB de armazenamento com uma tela OLED, formando um conjunto interessante para quem gosta de emulação e jogos disponíveis na plataforma móvel. Retroid Pocket 5 Reprodução / Retroid Pocket Em suma, o formato também recebeu atenção no review do Retro Handhelds: o portal destaca que a ergonomia foi melhorada em relação ao Pocket 4 Pro, permitindo jogar por períodos mais longos sem o mesmo desconforto. Segundo o review, o chip Snapdragon 865 permite jogar títulos de PS2 e experimentar alguns jogos de Switch, embora seja necessário ajustar configurações e não seja correto esperar compatibilidade universal com a biblioteca do console da Nintendo. Por R$ 2.552 na Shopee, ele fica bem acima do Trimui, mas entrega uma experiência consideravelmente mais avançada para quem pretende emular plataformas mais pesadas. Até o momento de publicação desta matéria, ainda não há avaliações ou comentários por parte dos compradores da loja. Prós: tela OLED de ótima qualidade; Snapdragon 865 oferece desempenho elevado para Android; Contras: não é o Android portátil mais potente disponível; emulação de Nintendo Switch depende bastante do jogo e das configurações; armazenamento de 128 GB pode ficar limitado para bibliotecas grandes. 3. Nintendo Switch 2 — a partir de R$ 3.895 O Nintendo Switch 2 é a escolha mais indicada para quem quer um console tradicional com forte catálogo próprio e a possibilidade de jogar tanto na televisão quanto no modo portátil. O aparelho traz tela LCD de 7,9 polegadas, resolução Full HD, HDR10 e taxa de atualização de até 120 Hz, além de 256 GB de armazenamento interno. Além disso, os Joy-Con 2 ganharam conexão magnética, controles maiores e a possibilidade de funcionar como mouse em jogos compatíveis, enquanto o console também mantém a proposta híbrida que consagrou a geração anterior. Nintendo Switch 2 é o principal hibrido do mercado atualmente Mariana Saguias/TechTudo Na prática, o Switch 2 é especialmente interessante para quem pretende jogar franquias como Mario, Zelda, Pokémon, Mario Kart e outros títulos exclusivos da Nintendo, além de aproveitar a retrocompatibilidade com jogos do Switch original. A análise do console feita por Daniel Trefilio para o TechTudo destaca que a tela representa uma evolução clara, principalmente pela combinação de resolução Full HD, HDR e 120 Hz, enquanto a bateria é um dos pontos menos convincentes, com autonomia estimada entre 2 e 6,5 horas. Matematicamente falando, sim, o Nintendo Switch 2 vale a pena. O Switch 1 chegou ao Brasil oficialmente em 2020 custando R$ 2.999, e atualmente o valor corrigido pelo índice IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado) seria aproximadamente R$ 4.360, então o preço de R$ 4.449, apesar de não ser barato, é condizente com a realidade para um lançamento de nova geração. O modelo aparece por R$ 3.895 na Shopee nesta seleção, com nota 5 estrelas na loja. Em geral, compradores costumam destacar a qualidade da tela, a evolução de desempenho e a versatilidade do aparelho. Porém, a biblioteca ainda pouco explorada e a autonomia de bateria se encaixam como os principais pontos negativos citados pelos usuários. Prós: tela Full HD de 7,9 polegadas com HDR e até 120 Hz; pode ser usado como portátil, tabletop ou console de TV; retrocompatibilidade com jogos do Switch original. Contras: autonomia de 2 a 6,5 horas, dependendo do jogo; jogos e acessórios da Nintendo costumam ter preços elevados; valor considerado alto para o console. 4. Steam Deck OLED — a partir de R$ 5.403 A versão OLED mantém a proposta do Steam Deck original, mas combina o conceito com uma tela OLED de 7,4 polegadas, resolução de 1280 x 800 pixels, HDR e taxa de atualização de até 90 Hz. O aparelho roda SteamOS, sistema baseado em Linux desenvolvido pela Valve, e por isso apresenta uma experiência mais próxima de um console tradicional do que portáteis Windows. É uma opção interessante para quem já possui uma biblioteca extensa na Steam e prefere praticidade a potência bruta. Segundo a Valve o Steam Deck OLED trará a mesma performance do modelo tradicional, mas há espaço para extrair mais potência Divulgação/Valve O display é um dos grandes diferenciais do modelo. Em sua análise, o IGN destaca justamente a tela OLED maior, o HDR e os 90 Hz como algumas das principais evoluções em relação ao Steam Deck original. A bateria recebeu melhorias graças à combinação do painel mais eficiente com uma bateria de 50 Wh, embora jogos pesados ainda possam consumir a carga rapidamente. Por R$ 5.403 na Shopee, o Steam Deck OLED passa a competir com portáteis Windows mais potentes, mas sua interface simplificada, boa otimização e integração com a Steam continuam sendo argumentos fortes. Na varejista, o console recebeu 5 estrelas na avaliação dos usuários, que estão satisfeitos com sua versatilidade, potência e conforto. Por outro lado, a fonte de carregamento que vem no padrão europeu pode necessitar de um adaptador para carregar o portátil. Prós: excelente tela OLED; SteamOS proporciona experiência próxima à de um console; grande biblioteca de jogos para PC; Contras: desempenho não é superior ao Steam Deck LCD; pesado em comparação com consoles portáteis tradicionais; preço elevado no Brasil; necessária atenção com a fonte no padrão europeu. 5. Lenovo Legion Go S — a partir de R$ 6.449 O Lenovo Legion Go S é uma alternativa voltada para quem quer um portátil de PC com tela ampla e liberdade para instalar diferentes lojas e aplicativos. Acompanhado de tela IPS de 8 polegadas, resolução de 1920 x 1200 pixels e taxa de atualização de até 120 Hz, além de Windows 11, a proposta do console é interessante para quem pretende usar Steam, Xbox Game Pass, Epic Games Store e outras plataformas no mesmo aparelho. Os controles também foram redesenhados em relação ao Legion Go original, buscando uma pegada mais confortável para longas sessões. Lenovo Legion Go S com Windows aposta em aparelho com vasta bibiioteca de jogos do PC Divulgação/Lenovo No review do SifterHQ, o Legion Go S recebeu críticas importantes justamente por sua experiência com Windows. O aparelho foi considerado confortável e teve sua tela elogiada, mas o sistema operacional apresentou problemas de interface, escala e navegação, exigindo ajustes para ficar mais adequado ao uso portátil. O review apontou desempenho inconsistente em jogos mais exigentes, com Clair Obscur: Expedition 33 apresentando quedas de quadros, glitches e stutters durante os testes. A bateria de 55,5 Wh merece atenção. Testes independentes encontraram pouco mais de duas horas em jogos exigentes, enquanto títulos mais leves e configurações econômicas conseguem aumentar consideravelmente a autonomia. A própria experiência do SifterHQ reforça que o portátil funciona melhor quando o usuário está disposto a realizar ajustes, sendo menos indicado para quem procura uma experiência imediatamente simples, semelhante à de um Nintendo Switch ou Steam Deck. Vendido a partir de R$ 6.649 na Magalu, o produto tem 5 estrelas de avaliação na loja, com elogios à potência, ao equipamento premium de ótima qualidade e ao custo-benefício criticado em comparação com os concorrentes. Até o momento, não há críticas ao produto na varejista. Prós: tela IPS grande de 8 polegadas; Windows permite acessar diferentes lojas de jogos; armazenamento SSD e suporte a microSD. Contras: Windows 11 ainda não é ideal para portáteis; experiência exige configurações e ajustes; bateria pode durar pouco em jogos pesados; preço elevado para o desempenho oferecido. 6. ROG Xbox Ally X — a partir de R$ 8.329 O ROG Xbox Ally X é o modelo mais avançado desta seleção e foi desenvolvido pela ASUS em parceria com a Microsoft para aproximar a experiência de um PC portátil do ecossistema Xbox. O aparelho utiliza o AMD Ryzen AI Z2 Extreme, acompanhado de 24 GB de memória RAM e SSD de 1 TB, além de tela Full HD de 7 polegadas com 120 Hz. O sistema Windows 11 foi adaptado com uma experiência em tela cheia inspirada no Xbox, permitindo acessar jogos de PC e serviços como o Game Pass. É o modelo mais indicado para quem quer potência e não se importa em pagar bastante por isso. ROG Xbox Ally X é o portátil de maior potência e desempenho bruto disponível no mercado Victor Bastos/TechTudo O grande diferencial do Ally X está no desempenho, mas o review do TechTudo, feito por Victor Bastos, faz uma ressalva importante: mesmo sendo um portátil muito promissor, a potência disponível nem sempre se traduz em ganhos proporcionais nos jogos. A análise da publicação aponta que o desempenho pode decepcionar em determinados cenários, especialmente quando comparado às expectativas criadas pelo hardware. Sobretudo, a bateria de 80 Wh é outro destaque: a ASUS promete até 2,7 horas em jogos AAA exigentes e até 9,9 horas em títulos leves, dependendo das condições de teste. É difícil esperar uma bateria satisfatória em um dispositivo tão pequeno. De todo modo, me decepcionei com o tempo de uso que consegui com o ROG Xbox Ally. Quando configurado para ser usado como um computador, sua bateria pode durar mais de 9h. Esse é um ponto importante para o comprador, já que o console custa R$ 8.329 na Shopee, sendo o mais caro desta seleção. No momento de publicação desta matéria, ainda não há avaliações sobre o produto na loja indicada. Prós: maior desempenho entre os modelos selecionados; Ryzen AI Z2 Extreme com Radeon 890M; 24 GB de RAM; SSD de 1 TB; Contras: É o console mais caro da lista; Windows ainda apresenta limitações em uma interface portátil; jogos AAA consomem rapidamente a bateria. Com informações de Shopee (1, 2, 3 e 4), Amazon, Magalu, Retro Handhealds, Something New Reviews, IGN e SIFTER Mais do TechTudo Veja aqui: MONITOR GAMER OLED BARATO? VEJA O SAMSUNG G5 OLED MONITOR GAMER OLED BARATO? VEJA O SAMSUNG G5 OLED Nota de transparência: o TechTudo mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a setembro de 2026.

    6 jogos tipo Red Dead Redemption 2, mas com histórias ainda melhores

    10 de Setembro de 2026, 06:00

    Red Dead Redemption 2 conquistou jogadores com sua história sobre o fim do Velho Oeste, mas há outros games que podem agradar quem procura narrativas ainda mais marcantes. No PS4 e em outras plataformas, títulos como Red Dead Redemption, The Witcher 3: Wild Hunt e The Last of Us Parte 1 apresentam campanhas focadas em personagens e escolhas que influenciam a jornada. Pensando nisso, o TechTudo preparou uma lista com seis jogos para quem busca histórias tão boas ou melhores que a aventura de Arthur Morgan. 🚨 Promoções do dia: selecionamos as melhores ofertas da internet para você economizar 📲 Receba ofertas e cupons direto no seu celular com o nosso canal do WhatsApp O game mais barato é God of War: Ragnarok, encontrado a partir de R$ 83 na Amazon, enquanto The Witcher 3: Wild Hunt - GOTY aparece como a opção mais cara, com preços a partir de R$ 299 na mesma varejista. Os valores foram consultados durante a apuração da matéria em setembro de 2026 e podem sofrer alterações sem aviso prévio. A seguir, confira a seleção completa. 🤑 Grupo do TechTudo no Telegram: receba ofertas e cupons de desconto todos os dias 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos Conheça a história de Arthur Morgan, protagonista de Red Dead Redemption 2 Divulgação/Rockstar 🔎 10 jogos que tornaram a geração do PlayStation 3 a melhor da história Initial plugin text 👉 Quais são os 10 melhores jogos na sua opinião? Comente no Fórum TechTudo 6 jogos tipo Red Dead Redemption 2, mas com histórias ainda melhores God of War: Ragnarok (PS4) - melhor jogo para quem gosta de games cinematográficos; Mass Effect: Legendary Edition (Xbox One) - remasteriza a trilogia inteira do Comandante Shepard com gráficos em 4K; The Last of Us Parte 1 (PS5) - melhor reconstrução visual, com gráficos refeitos para PS5, gameplay modernizado e recursos avançados de acessibilidade; Red Dead Redemption (PS4) - melhor para quem quer conhecer uma aventura clássica do Velho Oeste com uma história marcante; Cyberpunk 2077 (PS4) - ideal para quem curte RPG, narrativa e exploração de mundo aberto; The Witcher 3: Wild Hunt (PS4) - em tom medieval, é considerado um dos melhores RPGs da história. 1. God of War: Ragnarok (PS4) — a partir de R$ 83 God of War: Ragnarok, da Santa Monica Studio, conversa diretamente com jogadores que já conhecem a jornada de Kratos e curtem aventuras em terceira pessoa. Sequência direta de God of War (2018), o game coloca o jogador para enfrentar novamente deuses de Asgard, como Thor e Odin, em combates intensos que exigem domínio de diferentes armas e habilidades, enquanto acompanha uma narrativa sobre a relação entre pai e filho e a misteriosa origem de Atreus. Pai e filho devem lutar para impedir o apocalipse nórdico. God of War Ragnarok explora o fim do mundo segundo a mitologia nórdica Reprodução/Steam No review do TechTudo, o jogo foi elogiado pelo combate fluido, pelos personagens carismáticos e pelos gráficos incríveis. Para a autora Luiza M. Martins, o título é tão bom quanto o antecessor, mas é recomendável jogar o antecessor antes para compreender melhor a história. 🪓 Review: God of War Ragnarok equilibra enredo emocional e gameplay precisa Ragnarok alia o aprimoramento técnico com roteiro competente e entrega experiência madura, capaz de revisitar os games antigos e trazer nostalgia a um encerramento épico. God of War: Ragnarok está custando a partir de R$ 83 durante as ofertas 9.9 da Amazon, onde tem 4,9 estrelas de avaliação. Os usuários recomendam o título pela imersão e pela trilha sonora, além da maior variedade de inimigos para enfrentar ao longo da campanha, um dos maiores defeitos do primeiro game. Críticas mencionam apenas bugs ao longo da campanha, tal como o ritmo muito lento em certas partes. Prós: narrativa emocionante e muito bem desenvolvida; combate refinado, com grande variedade de habilidades; escopo maior. Contras: estrutura semelhante à de God of War (2018); é necessário jogar o primeiro título para compreender alguns pontos da história. 2. Mass Effect: Legendary Edition (Xbox One) — a partir de R$ 119 Mass Effect: Legendary Edition inclui os três primeiros jogos da saga com gráficos remasterizados em 4K Ultra HD, jogabilidade aprimorada e todas as DLCs inclusas. Ideal para fãs de RPGs longos, a coletânea acompanha a jornada do Comandante Shepard e sua tripulação pelo espaço sideral para salvar a galáxia da ameaça da raça de máquinas ultra-avançadas conhecida como Reapers, que extermina todas as civilizações a cada 50 mil anos para reiniciar o ciclo de evolução. Comandante Shepard em sua versão feminina em Mass Effect Legendary Edition Reprodução/Steam O game mistura ação, RPG e tiro em terceira pessoa, trazendo longas árvores de diálogo que permitem conhecer aliados e desenvolver romances. Ao longo dos três jogos, o usuário ergue um exército pelo universo para combater ameaças alienígenas, destaca a review do TechTudo, assinada por Erick Figueiredo. 🪐 Review de Mass Effect: Legendary Edition: jogo tem bons gráficos e enredo A jornada espacial do comandante Shepard em busca de uma forma de derrotar os Reapers continua tão boa quanto era no seu lançamento original. O pacote é ideal para quem gosta de uma narrativa cheia de reviravoltas e uma longa jornada pessoal. A edição está à venda por R$ 119 no Mercado Livre, mas há poucas avaliações. Em geral, nas plataformas de e-commerce, Mass Effect: Legendary Edition recebe elogios sobre as melhorias gráficas e a importação de saves entre os jogos da trilogia, que preserva as decisões e a aparência de Shepard. O principal ponto negativo apontado é a ausência de português. Prós: gráficos remasterizados em 4K Ultra HD; todas as DLCs dos três jogos inclusas; sistema de importação de saves entre os títulos. Contras: não tem localização em português. 3. The Last of Us Parte 1 (PS5) — a partir de R$ 158 Lançado em 2013 para PS3, The Last of Us fez tanto sucesso que ganhou uma versão remasterizada para PS4 e um remake para PS5 chamado The Last of Us Parte 1. Seguindo a mesma história da versão original, o título nos leva a um mundo pós-apocalíptico, em que a humanidade foi dizimada por um fungo que transforma pessoas em criaturas semelhantes a zumbis. Uma combinação de stealth, combate tático e criação de itens faz com que o jogo seja uma opção para quem prefere campanhas focadas na narrativa, assim como RDR2. The Last of Us Parte 1 traz um remake do aclamado game de ação do PlayStation 3 e PS4 para PC Reprodução/Steam A história segue o contrabandista Joel e Ellie, uma garota de 14 anos que pode ser a chave para a cura da infecção, enquanto eles lutam pela sobrevivência nos Estados Unidos. Ao longo da jornada, os dois constroem uma relação de pai e filha em meio a um mundo devastado por infectados. Na análise do TechTudo, por Diego Borges, The Last of Us (versão de 2013) já era elogiado por enredo, personagens e jogabilidade. 🧟 Review The Last of Us; confira a análise do TechTudo Com uma trama digna de uma obra literária e uma jogabilidade moldada em cima de uma dificuldade bem dosada, o título é um grande exemplo de que há jogos simplesmente marcantes. Durante as ofertas 9.9 da Amazon, The Last of Us Parte 1 está saindo por R$ 158. Avaliado com 4,9 pelos usuários, o jogo é muito exaltado pelo combate com várias possibilidades, excelente desenvolvimento dos personagens, além da evolução gráfica, tempos de carregamento rápidos e imersão do DualSense proporcionadas pelo PS5. O ponto negativo é a ausência do modo multiplayer clássico, conhecido como Facções (Factions). Prós: gráficos aprimorados; combate com várias possibilidades; imersão proporcionada pelo DualSense. Contras: ausência do modo multiplayer clássico, conhecido como Facções (Factions). 4. Red Dead Redemption (PS4) — a partir de R$ 161 Red Dead Redemption marcou o auge da Rockstar na criação de histórias robustas, mecânicas detalhadas e gráficos que definiram a era do PS3, mas foi relançado para PS4 em 2023. Combinando com quem gosta de campanhas individuais que duram dezenas de horas, o jogo oferece uma experiência cinematográfica do Velho Oeste, na qual os jogadores acompanham John Marston, um ex-fora da lei forçado a caçar os antigos membros de seu próprio bando após sua esposa e filho serem sequestrados pelo governo. 🐎 Esses são 8 jogos onde os vilões vencem no final; confira a lista Red Dead Redemption tem expansão de zumbis Undead Nightmare Reprodução/Steam Aspectos técnicos viriam a evoluir na sequência, Red Dead Redemption 2, como elementos imersivos, com liberdade para explorar cenários realistas a pé ou a cavalo. No entanto, a trama sobre redenção e lealdade é tão boa quanto e, na verdade, se passa cronologicamente depois. A mídia física conta com localização em português do Brasil e a expansão de zumbis Undead Nightmare. Dependendo de quanto tempo você dedica aos desafios opcionais, a campanha single-player tem entre 20 e 40 horas, explica a análise de Justin Calvert, do GameSpot, na época do lançamento, em 2010. Entre as várias atividades, ele menciona a caça, duelos, missões de captura e outras que afetam a honra do personagem. À venda na Amazon por R$ 161, onde tem nota de 4,9 estrelas, Red Dead Redemption tem como principais pontos positivos a história que leva o jogador a refletir e a trilha sonora típica de faroeste, segundo os consumidores. Em contrapartida, a ausência do mapa físico que vinha na versão original de PS3 e o limite de 30 fps no PS4 são alvos de críticas negativas. Prós: narrativa de faroeste; trilha sonora típica do gênero; expansão Undead Nightmare incluída. Contras: ausência do mapa físico original; limite de 30 fps no PS4. 5. Cyberpunk 2077 (PS4) — a partir de R$ 199 Em Cyberpunk 2077, o jogador assume o controle de V, um mercenário (ou mercenária) que tenta sobreviver após o roubo de um biochip dar errado e ter sua mente mesclada à do roqueiro-terrorista Johnny Silverhand, interpretado por Keanu Reeves. Esse universo reúne personagens marcantes, builds variadas e diversas atividades paralelas na cidade distópica de Night City. Após uma estreia conturbada, o game deu a volta por cima com a chegada da atualização 2.0 e também da expansão Phantom Liberty, vendida separadamente. Cyberpunk 2077 traz o ator Keanu Reeves como o roqueiro Johnny Silverhand Reprodução/Cyberpunk 2077 A análise de Felipe Vinha para o TechTudo no lançamento já destacava que Cyberpunk 2077 tinha um bom enredo, mas pecava em sua construção. Na época, o jogo estava repleto de bugs e problemas de renderização. Segundo ele, valia a pena ser jogado "pelo seu enredo, pela sua trilha sonora e pelas reflexões que, mesmo sem querer, acaba levantando". 🤖 Review de Cyberpunk 2077: jogo tem bom enredo em construção ruim 🌃 Cyberpunk 2077: Phantom Liberty finalmente traz a redenção do RPG; review A baixa quantidade de customizações decepciona, mas em contraste, a quantidade de finais possíveis agrada. Cyberpunk 2077 é definitivamente um game divertido, com campanha principal interessante e missões paralelas legais, mas que acabou prejudicado pela falta de polimento em sua versão final. Custando a partir de R$ 199 no Mercado Livre, a mídia física de PS4 é uma opção para os fãs de campanhas individuais longas. Na loja, os compradores avaliam o produto com nota 4,7 estrelas, elogiando a forma como a CD Projekt Red melhorou o jogo, além da imersão e da ambientação de Night City. Quase todas as reclamações aconteceram antes das correções publicadas pela desenvolvedora. Prós: Night City extremamente imersiva; expansão Phantom Liberty agrega bastante conteúdo; boa variedade de personagens e atividades. Contras: expansão Phantom Liberty é vendida separadamente; versão original teve problemas de desempenho e bugs. 6. The Witcher 3: Wild Hunt (PS4) — a partir de R$ 299 The Witcher 3: Complete Edition reúne o jogo base e todas as expansões e conteúdos adicionais lançados, incluindo Hearts of Stone e Blood and Wine, sendo a versão ideal para quem quer aproveitar um dos melhores RPGs de todos os tempos em sua completude. Geralt é um bruxo e caçador de monstros profissional que percorre O Continente em busca de sua filha adotiva, Ciri, cujo poder ancestral é alvo dos elfos espectrais da Caçada Selvagem. Tudo isso enquanto enfrenta monstros, cumpre contratos e se envolve em confusões. Siga a jornada de Geralt em The Witcher 3: Wild Hunt Reprodução/Steam O título entrega um mundo aberto cheio de detalhes e missões para o jogador completar no próprio ritmo, nos vilarejos e cidades de Velen e Novigrad, de acordo com a review do TechTudo, assinada por Felipe Vinha. ⚔️ Review The Witcher 3: Wild Hunt; confira a análise do TechTudo The Witcher 3: Wild Hunt mostra que a série, felizmente, evoluiu e amadureceu com seus fãs. Trata-se de um jogo verdadeiramente adulto, com muito o que se fazer e diversos momentos emocionantes. A história derradeira de Geralt de Rivia vai além do próprio bruxo e introduz a nova geração do panteão de The Witcher. A mídia física para PS4 está disponível por R$ 299 na Amazon. O produto conta com avaliação máxima de 4,6 estrelas na plataforma, em que os compradores elogiam as missões e finais alternativos do jogo e o mundo aberto repleto de desafios. Em contrapartida, as ressalvas apontam para um combate muito simples e bugs eventuais. Prós: narrativa magistral; missões variadas; mundo aberto rico; dublagem em português de qualidade. Contras: presença de bugs ocasionais; combate poderia ser mais complexo. Com informações de Shopee, Mercado Livre, Amazon, Magalu e GameSpot Mais do TechTudo 🎥 Veja aqui: GTA 6 teve a HISTÓRIA VAZADA na CAPA DE LANÇAMENTO?? GTA 6 teve a HISTÓRIA VAZADA na CAPA DE LANÇAMENTO?? Nota de transparência: o TechTudo mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a agosto de 2026.

    5 notebooks com 1 TB de SSD que não custam uma fortuna

    10 de Setembro de 2026, 04:00

    Notebooks com 1 TB de armazenamento podem fazer diferença na rotina de quem trabalha com muitos documentos, instala programas pesados ou simplesmente prefere não precisar administrar arquivos por falta de espaço. Embora essa capacidade seja comum em modelos premium, é possível encontrar opções que não custam uma fortuna no mercado. Pensando nisso, o TechTudo reuniu modelos que oferecem bastante espaço para armazenar arquivos, aplicativos, fotos e vídeos, além de configurações voltadas para diferentes perfis de uso, como estudos, trabalho e multitarefa, sem pesar tanto no orçamento. 🚨 Promoções do dia: selecionamos as melhores ofertas da Internet para você economizar 📲 Receba ofertas e cupons direto no seu celular com o nosso canal do WhatsApp Entre os modelos selecionados está o ASUS Vivobook 15 X1504VA-NJ2247, encontrado por valores a partir de R$ 4.263 no Mercado Livre. O notebook combina 16 GB de RAM, SSD de 1 TB e processador Intel Core i5-1334U, sendo a opção mais acessível da lista e uma alternativa para atividades de produtividade e uso cotidiano. Na outra ponta aparece o ASUS VivoBook S14 S3407CA-LY114W, disponível a partir de R$ 6.069 no mesmo site. O modelo traz processador Intel Core Ultra 5 225H, 16 GB de RAM e SSD de 1 TB, além de tela de 14 polegadas, formando uma configuração voltada a usuários que buscam desempenho e mobilidade. Os preços citados no texto foram verificados durante a apuração da matéria, no mês de setembro de 2026, e podem sofrer alterações. 🤑 Grupo do TechTudo no Telegram: receba ofertas e cupons de desconto todos os dias 📲 Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos Confira notebooks com 1 TB de SSD que não custam uma fortuna Rafaella Lobão/TechTudo 🔎 Qual é o melhor notebook: Dell ou Asus? Comparamos as marcas Initial plugin text * Para voltar é necessário remover o CTA selecionado. 📝 Existe notebook bom e barato por até 2.000 reais? Veja no Fórum TechTudo Notebooks com 1 TB de SSD que não custam uma fortuna ASUS Vivobook 15 X1504VA-NJ2247 – opção para estudos e trabalho, com 16 GB de RAM e SSD de 1 TB para multitarefa e armazenamento Dell Inspiron 15 I15-I1300-A60P – alternativa para trabalho e estudos, com 16 GB de RAM e tela de 120 Hz para uma navegação mais fluida Acer Aspire 16 A16-71M-51UQ – indicado para quem prefere uma tela maior, com painel IPS de 16 polegadas e SSD de 1 TB Dell Inspiron 15 15-I1300-A80P – voltado a tarefas profissionais, com Core i7 e 16 GB de RAM para executar vários programas simultaneamente ASUS VivoBook S14 S3407CA-LY114W – opção compacta para quem busca mobilidade, com tela de 14 polegadas e Intel Core Ultra 5 1. ASUS Vivobook 15 X1504VA-NJ2247 – a partir de R$ 4.263 O ASUS Vivobook 15 X1504VA-NJ2247 é uma opção voltada a quem precisa de um notebook potente para estudos, trabalho e tarefas de escritório, especialmente pela combinação de 16 GB de RAM DDR4 e SSD NVMe de 1 TB. O modelo tem tela de 15,6 polegadas com resolução Full HD e processador Intel Core i5-1334U, enquanto a placa de vídeo integrada Intel Iris Xe atende a atividades gráficas mais simples. Asus Vivobook 15 é bom? Preço e ficha técnica do notebook O conjunto inclui ainda sistema operacional Linux, enquanto a tela conta com painel IPS, taxa de atualização de 60 Hz, brilho de 250 nits e cobertura de 45% do padrão NTSC. O aparelho pesa cerca de 1,7 kg e traz webcam HD com escudo de privacidade, microfones integrados e alto-falantes com tecnologia SonicMaster. Para conectividade, oferece USB 2.0, duas USB 3.2, USB-C, HDMI, Wi-Fi 5 e Bluetooth 5.1. A bateria tem 42 Wh, enquanto o carregador de 45 W mantém uma proposta relativamente compacta para transporte. A linha Vivobook 15 foi considerada pelo nosso time como uma alternativa adequada para trabalho, estudos e entretenimento, com desempenho voltado às tarefas cotidianas. A ficha técnica também destaca recursos como a dobradiça com abertura de até 180 graus, touchpad amplo, tratamento antibacteriano na construção e recursos de software da ASUS, como o GlideX. O ASUS Vivobook 15 X1504VA-NJ2247 aparece por R$ 4.263 no Mercado Livre, onde acumula nota 4,9. Entre os comentários, os usuários elogiam principalmente a rapidez, o desempenho para trabalho e estudo, a construção e a autonomia considerada satisfatória. Por outro lado, alguns consumidores reclamam da versão com Linux, que pode exigir a instalação do Windows para utilizar determinados programas. Prós: 16 GB de RAM DDR4 para multitarefa; SSD NVMe de 1 TB; tela Full HD antirreflexiva; webcam com tampa de privacidade Contras: tela de 60 Hz, menos indicada para jogos; Linux pode deixar a desejar 2. Dell Inspiron 15 I15-I1300-A60P – a partir de R$ 5.099 O Dell Inspiron 15 I15-I1300-A60P é um notebook intermediário indicado para estudos, trabalho, navegação e multitarefa, principalmente para quem busca bastante espaço para arquivos e programas. O modelo combina Intel Core i5-1334U de 13ª geração, 16 GB de RAM DDR4 e SSD NVMe de 1 TB, conjunto que favorece o uso simultâneo de diferentes aplicações e armazenamento de documentos, fotos e vídeos. A placa de vídeo Intel Iris Xe integrada atende a tarefas gráficas cotidianas, mas não é voltada a jogos pesados. Notebook Dell Inspiron 15 vale a pena? Veja preço e ficha técnica A tela de 15,6 polegadas tem resolução Full HD e 120 Hz, característica que deixa a navegação e as animações mais fluidas do que em painéis tradicionais de 60 Hz. O aparelho também pesa cerca de 1,6 kg e conta com teclado numérico, webcam HD, Wi-Fi 6, Bluetooth 5.3 e USB-C. Na ficha técnica, o TechTudo destaca a variedade de configurações do Inspiron 15, ressaltando que há versões mais simples e outras mais potentes; por isso, a escolha é importante para evitar pagar por um modelo que não atenda ao perfil de uso. O conjunto do Inspiron 15 ainda inclui Windows 11, bateria de 41 Wh e carregador de 65 W, além de HDMI, USB-A, USB-C, leitor de cartão SD e entrada para fones de ouvido. A webcam tem resolução de 720p e o teclado segue o padrão ABNT2 com numérico, recursos que complementam a proposta para trabalho e estudos. A ausência de placa de vídeo dedicada limita o desempenho em aplicações gráficas mais exigentes. O Dell Inspiron 15 I15-I1300-A60P aparece por R$ 5.099 na Amazon, com nota 4,5 entre os usuários. As avaliações positivas destacam velocidade, funcionamento silencioso, qualidade da tela, teclado confortável, inicialização rápida e boa experiência em tarefas de trabalho e estudo. Por outro lado, há casos pontuais de travamentos e falhas na ventoinha. Prós: 16 GB de RAM para multitarefa; SSD de 1 TB para armazenar arquivos e programas; tela Full HD de 120 Hz para maior fluidez; Wi-Fi 6 Contras: placa de vídeo integrada, menos indicada para jogos e softwares gráficos pesados 3. Acer Aspire 16 A16-71M-51UQ — a partir de R$ 5.499 O Acer Aspire 16 A16-71M-51UQ é voltado para quem procura um notebook para trabalho, estudos e criação de conteúdo, especialmente pela combinação de processador Intel Core Ultra 5 115U e 16 GB de RAM. A tela de 16 polegadas com resolução WUXGA oferece uma área maior para documentos, planilhas e navegação, enquanto os gráficos integrados Intel Graphics atendem tarefas visuais mais básicas. Review Acer Aspire 16: performance impressiona, mas bateria deixa a desejar Acer Aspire 16 - TechTudo Rafaella Lobão/TechTudo Nos nossos testes com uma versão alternativa da linha, o aparelho se mostrou competente para tarefas de produtividade, conseguindo lidar com várias abas do navegador e programas de edição de vídeo e áudio sem comprometer o desempenho. A construção fina, com 17,95 mm de espessura, também recebeu destaque, assim como o peso de 1,69 kg para um modelo com tela grande. O display tem painel LED, taxa de atualização de 60 Hz e tratamento antirreflexo, enquanto o teclado conta com numérico e o touchpad tem tamanho amplo. Notebook com foco no trabalho e na simplicidade tem um dos melhores custo-benefício entre seus concorrentes, mas a bateria pode deixar a desejar. O Acer Aspire 16 também oferece SSD de 1 TB, espaço suficiente para guardar uma quantidade considerável de documentos, programas e arquivos pessoais. Para conectividade, o notebook conta com duas USB-C com Thunderbolt 4, duas USB-A, HDMI e Wi-Fi 6E, conjunto que facilita a ligação de periféricos e monitores externos. O sistema Windows 11 Home inclui Microsoft Copilot, e o software AcerSense permite acompanhar o funcionamento do aparelho e selecionar diferentes modos de operação. O Acer Aspire 16 A16-71M-51UQ aparece por R$ 5.499 na Amazon e tem nota 4,5. As avaliações destacam o desempenho para trabalho e estudos, a tela grande e a construção, com compradores relatando bom funcionamento durante o uso de várias abas e programas. Entre os pontos negativos mencionados estão o áudio considerado fraco, o teclado sem retroiluminação e a tela de 60 Hz, enquanto a placa gráfica integrada também limita o aparelho em jogos mais exigentes. Prós: 16 GB de RAM para multitarefa; SSD de 1 TB para arquivos e programas; tela WUXGA de 16 polegadas com touch screen; duas USB-C com Thunderbolt 4 Contras: tela de 60 Hz, pouco indicada para jogos competitivos; gráficos integrados com limitações em games pesados 4. Dell Inspiron 15 15-I1300-A80P – a partir de R$ 5.999 O Dell Inspiron 15 15-I1300-A80P é uma opção para quem procura um notebook para trabalho, estudos e multitarefa, com configuração capaz de lidar com diferentes programas abertos ao mesmo tempo. O modelo combina processador Intel Core i7-1355U de 13ª geração, 16 GB de RAM DDR4 e SSD NVMe de 1 TB, oferecendo uma boa margem para atividades cotidianas e armazenamento de arquivos. A tela de 15,6 polegadas com resolução Full HD e taxa de 120 Hz favorece uma experiência mais fluida na navegação, enquanto a placa gráfica integrada Intel Iris Xe atende tarefas que não exigem uma GPU dedicada. O aparelho também conta com teclado numérico, webcam HD, Wi-Fi 6 e Bluetooth 5.1, formando um conjunto versátil para o dia a dia. Em conectividade, o notebook oferece duas portas USB-A, uma USB-C, HDMI, leitor de cartão SD e entrada para fones de ouvido, permitindo conectar periféricos e acessórios sem depender tanto de adaptadores. O modelo pesa cerca de 1,65 kg e traz bateria de 54 Wh, capacidade maior que a encontrada em algumas configurações mais simples da família. Como ponto de atenção, a Intel Iris Xe continua sendo uma solução integrada, portanto o equipamento não é a escolha mais adequada para jogos pesados ou trabalhos profissionais que dependam de alto desempenho gráfico. O Dell Inspiron 15 15-I1300-A80P aparece por R$ 5.999 na Amazon, com nota 4,5. As avaliações destacam principalmente a rapidez do notebook, o funcionamento eficiente em tarefas do dia a dia, a qualidade da tela, o teclado confortável e a inicialização rápida. Entre os relatos negativos sobre o aparelho, aparecem casos pontuais de travamentos e tela que apaga durante o uso. Prós: 16 GB de RAM para multitarefa; SSD de 1 TB para amplo armazenamento; tela Full HD de 120 Hz para maior fluidez; processador Core i7 de 13ª geração; bateria de 54 Wh Contras: placa de vídeo integrada, limitada para jogos e aplicações gráficas pesadas 5. ASUS Vivobook S14 S3407CA-LY114W – a partir de R$ 6.069 O ASUS Vivobook S14 S3407CA-LY114W é indicado para quem busca um notebook compacto, potente e preparado para produtividade, especialmente em estudos, trabalho, análise de dados e uso de vários programas simultaneamente. O modelo traz processador Intel Core Ultra 5 225H, 16 GB de memória RAM DDR5 e SSD NVMe de 1 TB, combinação que oferece bastante agilidade para tarefas cotidianas e espaço para arquivos e aplicativos. O aparelho tem tela de 14 polegadas com resolução Full HD, além de construção fina e leve, características que favorecem quem precisa transportar o computador com frequência. O conjunto também inclui teclado retroiluminado, reconhecimento facial e câmera com recursos voltados a videoconferências. Embora o modelo não tenha uma placa de vídeo dedicada, o processamento gráfico integrado atende bem a atividades de produtividade e pode lidar com tarefas de edição mais leves. Outro destaque é a bateria de 70 Wh, que proporciona uma boa capacidade energética para um notebook compacto, acompanhada de carregamento por USB-C. O modelo ainda oferece Wi-Fi 6, Bluetooth 5.3, HDMI 2.1, duas portas USB-A e duas USB-C. Por outro lado, a tela utiliza painel IPS e tem taxa de atualização de 60 Hz, ficando atrás de alternativas com maior frequência para quem prioriza jogos ou movimentos mais fluidos. O ASUS Vivobook S14 S3407CA-LY114W aparece por R$ 6.069 no Mercado Livre, com nota 4,9 de 5 estrelas. Os usuários destacam principalmente a rapidez, leveza, autonomia da bateria, qualidade das câmeras e teclado retroiluminado. Entre os pontos negativos, aparecem uma avaliação que considera a tela apenas mediana e outra que demonstra preocupação com a resistência da porta USB-C usada para carregamento. Prós: processador Intel Core Ultra 5 225H para produtividade; 16 GB de RAM DDR5 para multitarefa; SSD de 1 TB; bateria de 70 Wh; construção compacta e leve; teclado retroiluminado e reconhecimento facial Contras: tela de 60 Hz, menos indicada para jogos; placa gráfica integrada, limitada para tarefas gráficas pesadas Com informações de Acer, Amazon, Asus, Dell e Mercado Livre Mais do TechTudo l 🎥 Assista: Asus Zenbook S14 (2026) é o melhor notebook ultrafino do mercado? Testamos! Asus Zenbook S14 (2026) é o melhor notebook ultrafino do mercado? Testamos! Nota de transparência: o TechTudo mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes a setembro de 2026.

    Marca Oster é boa? Conheça catálogo de produtos e veja se vale a pena

    10 de Setembro de 2026, 04:00

    A Oster é uma marca confiável, com catálogo abrangente e longa presença no mercado brasileiro de eletrodomésticos. A fabricante conta com eletrodomésticos grandes, como coifas e fornos de embutir, além de aparelhos voltados ao preparo de alimentos, como liquidificadores, batedeiras, processadores e air fryers. O rol de equipamentos assinados pela marca também se destaca pela variedade de modelos e pela construção voltada ao uso frequente. Dentre todas as opções, a Oster se apresenta como uma alternativa consistente principalmente em eletroportáteis, segmento nos qual reúne diferentes modelos e recursos para atender a perfis variados de consumidores. A seguir, o TechTudo traz as principais características da marca, conheça seus diferenciais e veja quais são seus pontos fortes e limitações antes de escolher um produto. 🔎 Qual a melhor marca de air fryer? Veja guia e modelos à venda 🔔 Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews Oster é uma marca centenária com forte atuação no segmento de eletroportáteis Divulgação/Oster 1. A marca Oster é boa? A Oster é uma marca centenária, fundada por John Oster em 1924, nos Estados Unidos. De lá para cá, a fabricante ampliou sua atuação no mercado de eletrodomésticos e consolidou seu nome especialmente entre os eletroportáteis voltados ao preparo de alimentos. No Brasil, a marca é reconhecida principalmente por seus liquidificadores, air fryers, cafeteiras e batedeiras, com produtos que combinam diferentes níveis de potência, recursos e acabamento De modo geral, a Oster pode ser considerada uma boa marca para quem busca produtos com construção robusta, bom desempenho e variedade de recursos. Entretanto, seus modelos costumam ocupar faixas de preço mais elevadas que algumas concorrentes, fazendo com que a relação custo-benefício varie conforme o produto e o perfil de uso. Nesse cenário, vale conferir se os diferenciais do modelo pretendido realmente serão úteis no dia a dia e justificam o investimento adicional. A Oster é uma marca centenária, fundada por John Oster em 1924, nos Estados Unidos Oster/Cenário gerado com IA Segundo a própria fabricante, os produtos da Oster contam com certificação do Inmetro e garantia contratual de até 12 meses, conforme a categoria do aparelho. A empresa também declara manter uma rede de aproximadamente 970 assistências técnicas autorizadas distribuídas pelo Brasil. 2. Oster é confiável? Veja a reputação da marca Uma das formas mais sólidas de verificar a confiabilidade e a reputação de uma marca é analisar indicadores que mostrem como é sua relação com os consumidores no pós-venda. Nesse sentido, plataformas de reclamações podem ajudar a entender como a empresa responde às queixas, se busca solucionar os problemas apresentados e qual é a percepção dos clientes sobre o atendimento recebido. O Reclame Aqui é uma das plataformas mais respeitadas para esse fim. Por lá, a Oster aparece atualmente com reputação “Ótima”, respondendo 99,9% das reclamações, acmuladas entre março e agosto de 2026, e resolvendo 86,6% delas. Ainda que no período, existam 2.829 registros de insatisfação de clientes relacionados a algum serviço ou produto, após o posicionamento da empresa, 76,9% desses consumidores indicaram que voltariam a fazer negócio. Esse percentual é interessante porque mostra a intenção de recompra depois que a empresa teve a oportunidade de responder à reclamação David Valle/TechTudo Esse percentual é interessante porque mostra a intenção de recompra depois que a empresa teve a oportunidade de responder à reclamação. Ou seja, não mede apenas quantas queixas foram solucionadas, mas também se o atendimento foi suficiente para preservar a confiança do consumidor, mesmo com uma experiência ruim na bagagem. 3. Liquidificador Oster é bom? Desde que lançou o seu primeiro liquidificador, o Osterizer, na década de 40, esse eletroportátil é um dos carros chefes da Oster. Entre os principais destaques de seus liquidificadores estão a potência elevada e a construção robusta, com jarras resistentes e diferentes níveis de velocidade para lidar com preparos mais exigentes. Entre os recursos presentes nos liquidificadores Oster está o motor reversível, que faz as lâminas girarem nos dois sentidos, horário e anti-horário, ajudando no processamento dos ingredientes. Outro destaque é a tecnologia Titanium Blade, com lâminas de 7 cm revestidas em titânio e quatro níveis de corte para misturar, triturar, fatiar e moer diferentes ingredientes. A marca também oferece jarras com capacidades entre 1,25 e 3,3 litros, incluindo modelos fabricados em Tritan, material resistente a impactos, variações de temperatura e riscos. Entre os recursos presentes nos liquidificadores Oster está o motor reversível Reprodução/Amazon Ao todo, a fabricante oferece nove modelos em seu site oficial, distribuídos entre as linhas MAXI, voltada para grandes capacidades; Práticos, focada no desempenho para o dia a dia; Clássicos, que aposta em um design de inspiração vintage; e TECH, que reúne modelos com foco em inovação e tecnologia. Os preços dos liquidificadores variam de R$ 230 a R$ 1.000. 4. Air fryer Oster é boa? A air fryer é outro aparelho utilizado no preparo de alimentos que ocupa posição de destaque no catálogo da Oster. Os modelos seguem a proposta geral da marca, combinando construção robusta e recursos voltados a facilitar o preparo. Entre eles está a função “+ 5 minutos”, que permite estender rapidamente o tempo do ciclo sem precisar reprogramar o aparelho. Algumas opções também contam com grelhas com revestimento DiamondTech, camada antiaderente enriquecida com partículas de diamante. O catálogo inclui modelos tradicionais, com gaveta, e versões Oven, com capacidades entre 4,5 e 14 litros. Boa parte dos aparelhos também traz painel touch colorido com funções pré-programadas, ampliando as possibilidades de preparo. A air fryer é outro aparelho utilizado no preparo de alimentos que ocupa posição de destaque no catálogo da Oster Reprodução/Amazon 5. Cafeteira Oster é boa? Na categoria de cafeteiras, a Oster apresenta alternativas tanto para o preparo tradicional por filtro quanto para quem prefere café expresso. As cafeteiras elétricas aquecem a água na base e a conduzem por um tubo até o filtro, onde passa pelo pó antes de chegar à jarra. As capacidades variam de 0,75 a 1,5 litro, com rendimento de cerca de 19 a 36 xícaras. Entre os diferenciais estão base aquecida, jarra de inox, preparo de café gelado, programação e copos térmicos. A marca oferece nove modelos tradicionais, com preços entre R$ 149 e R$ 389. Já as cafeteiras expresso trabalham com pressão de 15 a 20 bar para forçar a passagem da água quente pelo café compactado no porta-filtro. , incluindo sistemas compatíveis com Nespresso, além de vaporizador de leite para preparar bebidas como cappuccinos e lattes. Há modelos compatíveis com pó, sachês e cápsulas Reprodução/Mercado Livre 6. Quais produtos da Oster mais se destacam? Como dito anteriormente, a Oster possui um catálogo variado de eletroportáteis. Confira, a seguir, um panorama geral para entender em quais categorias a marca se destaca mais, em termos de funcionalidades, preço e disponibilidade. Liquidificadores: um dos principais segmentos da Oster, com modelos de diferentes capacidades, potências e recursos, incluindo opções mais robustas e voltadas para preparos exigentes. No site oficial, são nove modelos disponíveis, com preços que variam de R$ 230 a R$ 1.000. Air fryers: reúne modelos tradicionais e versões Oven, com capacidades de 4,5 a 14 L e recursos como funções pré-programadas e painel touch. No site oficial, são sete modelos disponíveis por preços que partem de R$ 399 e podem chegar a R$ 899. Cafeteiras: oferece opções tradicionais e expresso, desde modelos mais simples até máquinas avançadas com moedor integrado e diferentes tecnologias de preparo, atendendo a diferentes perfis de uso. Ao todo, são 18 opções disponíveis, com preços que variam de R$ 150 a R$ 4.000. Batedeiras: atualmente conta com o modelo Batedeira Planetária Oster Bowl III, disponível na versão tradicional e Inox. Com potência de 850 W, 12 velocididades e capacidade de 4L, a batedeira pode ser encontrada por valores que partem de R$ 579. Fornos elétricos: a Oster oferece três opções na categoria, sendo duas delas modelos 2 em 1, que podem funcionar tanto como forno quanto como air fryer. A marca se destaca pelas capacidades elevadas, com aparelhos que chegam a 45 litros de espaço interno. Os preços variam de R$ 749 a R$ 999. Processadores: nessa categoria, a Oster também oferece opções que podem atender à necessidades mais básicas e orçamentos mais modestos, à modelos mais específicos como o Multiprocessador de Alimentos Black 7 em 1, que pode funcionar como um: liquidificador, triturador, misturador de massas, espremedor de frutas, emulsificador, ralador e fatiador. São 5 opções com preços variam de R$ 179 à R$ 479 Panelas elétricas: esse outro segmento de eletroportáteis em que a oster possui destaque. Apesar de oferecer apenas 5 modelos, é possível encontrar no catálogo panelas elétricas de: pressão, arroz e para fundue, com capacidades que iniciam em R$ 1,2 L e podem chegar a 5,7 L. Os preços variam de R$ 199 a R$ 999 Outros eletroportáteis: o catálogo também inclui produtos como moedores de café, chaleiras elétricas, sanduicheiras, grills, chaleiras, mixers, torradeiras, máquinas de waffle, e outros aparelhos para tarefas específicas. 7. Quais são os pontos positivos da Oster? Como pudemos ver, um dos principais pontos positivos da Oster está na qualidade de construção de seus produtos, com aparelhos que costumam apostar em estruturas mais robustas, materiais de boa resistência e acabamentos que transmitem uma maior sensação de durabilidade. Essa característica é especialmente relevante em eletroportáteis de uso frequente, enquanto o cuidado com o design também contribui para posicionar a marca como uma alternativa para quem valoriza produtos mais sofisticados e bem construídos. Outra vantagem geralmente oferecida pelos aparelhos da marca está relacionada ao desempenho. Independentemente da categoria, a Oster costuma disponibilizar alternativas para consumidores que necessitam de modelos com maior capacidade e potência, seja para preparar grandes quantidades de alimentos, seja para lidar com receitas que exigem mais do equipamento Divulgação/Oster Por fim, também podemos elencar entre os pontos positivos a variada oferta no segmento de eletroportáteis. A marca está presente em diferentes categorias, como liquidificadores, air fryers, cafeteiras, batedeiras, fornos elétricos, processadores e panelas elétricas, oferecendo opções com diferentes características, recursos e faixas de preço. Essa variedade facilita encontrar um produto adequado a diferentes necessidades e perfis de uso. 8. Quais são os pontos negativos da Oster? Ainda que possua destaques evidentes sob diversos aspectos, a marca não é perfeita e também apresenta algumas lacunas. Um dos principais pontos negativos está na faixa de preço. Embora os produtos de fato possuam características que podem justificar um investimento maior, os valores praticados pela Oster ficam, em diversos casos, acima dos cobrados por concorrentes que oferecem aparelhos com especificações semelhantes. Isso pode pesar especialmente para consumidores que priorizam o custo-benefício ou procuram um equipamento mais simples para o uso cotidiano. Outro ponto que merece atenção está relacionado ao pós-venda. Além dos registros de reclamações sobre defeitos nos produtos, o Reclame Aqui reúne queixas de consumidores envolvendo dificuldades com assistência técnica e disponibilidade de peças. Apesar do bons números da marca relacionados a solução de problemas, entre março e agosto de 2026, foram registradas 801 reclamações na categoria “Assistência técnica” e parte delas relacionadas a falta de peças. Embora esteja longe de representar a totalidade de experiência de clientes com a marca, o número é relevante o suficiente para ser levado em consideração antes de uma aquisição. Um dos principais pontos negativos está na faixa de preço Reprodução/Mercado Livre 9. Oster vale a pena? Assim como qualquer marca em qualquer segmento, a Oster faz mais sentido para determinados perfis de uso do que para outros. De forma geral, os produtos da marca costumam atender bem consumidores que buscam eletroportáteis com bom acabamento, construção robusta e recursos extras, especialmente em categorias como liquidificadores, air fryers e cafeteiras. Por outro lado, o preço mais elevado de parte do catálogo pode reduzir o custo-benefício para quem procura apenas um aparelho básico para o uso cotidiano. Por isso, a Oster vale a pena principalmente quando os diferenciais oferecidos pelo modelo escolhido, como maior potência, capacidade, recursos adicionais ou construção mais resistente, são realmente úteis para a rotina do consumidor e justificam o investimento adicional. A Oster vale a pena principalmente quando os diferenciais oferecidos pelo modelo escolhido Divulgação/Oster Dessa forma, se você busca produtos com maior durabilidade, uma boa estratégia é comparar os modelos da Oster com alternativas de concorrentes como Philips Walita, Electrolux, Britânia, Arno e Mondial. Ao analisar as fichas técnicas, é possível identificar semelhanças e diferenças entre os aparelhos e avaliar se o preço adicional cobrado pela Oster se traduz em benefícios Além disso, também vale observar comentários de compradores em páginas de varejistas dedicados aos produtos, review e registros no Reclame Aqui antes de tomar uma decisão. Com informações de Oster e ReclameAqui. Mais do TechTudo: Vídeo: Essa é a Air Fryer QUERIDINHA dessa BLACK FRIDAY! Essa é a Air Fryer QUERIDINHA dessa BLACK FRIDAY!

    Como usar milhas para comprar passagem? Veja dicas para viajar de graça

    10 de Setembro de 2026, 02:00

    É possível acumular milhas para viajar de avião sem precisar esperar pela próxima viagem. Compras no supermercado, abastecimento do carro, compras no crédito, pedidos pela internet e até o pagamento de algumas contas podem render pontos que, depois, podem ser convertidos em milhas e usados para emitir passagens aéreas. Cartões de crédito, clubes de fidelidade e promoções de transferência também podem ajudar a aumentar o saldo. O processo, porém, exige atenção à validade das milhas, regras das promoções e à quantidade de pontos necessária para cada voo. A seguir, veja como começar a acumular milhas e quais estratégias podem ajudar a viajar pagando menos. 🔎 Cartão que acumula milhas: conheça 4 bancos digitais com o benefício 📲 Comparador de celulares do TechTudo: como usar a ferramenta e economizar Acumular milhas pode ajudar a economizar muito na compra de passagens aéreas; saiba mais Reprodução/Unsplash/JESHOOTS 📝MaxMilhas é confiável? Veja no Fórum TechTudo Índice Gastos do dia a dia podem acumular milhas Clubes de fidelidade que aumentam milhas Cartões de crédito com parcerias Comprar milhas em promoção Pagar contas em aplicativos Multiplique pontos Não deixe milhas vencerem: observe a data de vencimento Faça upgrade do seu plano de milhas 1. Gastos do dia a dia podem acumular milhas O primeiro passo para quem quer viajar com milhas é entender que não é necessário esperar pela próxima viagem de avião para começar a acumular. Em muitos casos, os gastos cotidianos podem gerar pontos em programas de fidelidade, principalmente quando realizados com cartões de crédito que oferecem esse benefício, ou em lojas parceiras de programas de pontos. Assim, compras de supermercado, farmácia, roupas, eletrônicos e outros produtos podem render pontuação. Uma compra pela internet, por exemplo, pode render mais pontos quando o consumidor acessa a loja por meio de um portal de parceiros com uma promoção ativa. Assim, quem já planejava comprar um celular pode aproveitar uma campanha que ofereça pontos extras por real gasto e transformar parte da compra em saldo para uma futura viagem. A dica é aproveitar o consumo que já aconteceria de qualquer maneira, em vez de criar despesas apenas para acumular pontos. Também vale conferir se uma determinada loja está oferecendo pontuação extra antes de realizar uma compra maior. Assim, uma despesa que está dentro do esperado pode contribuir para uma futura passagem sem exigir uma mudança radical no orçamento. 📱Como apagar o histórico do Nubank? Tudo o que você precisa saber sobre Gastos do cotidiano podem ser convertidos em milhas Adobe Stock 2. Clubes de fidelidade que aumentam milhas Os clubes de fidelidade funcionam como assinaturas: o consumidor paga uma mensalidade e recebe uma quantidade de pontos ou milhas, além de poder ter acesso a promoções e condições especiais. Os benefícios variam conforme o programa e o plano contratado. Entre os exemplos no Brasil estão o Clube Smiles, da GOL, o Clube LATAM Pass, da LATAM, e o Clube Azul, da Azul. Há ainda clubes de programas de pontos, como o Clube Livelo, que permite acumular pontos e, de acordo com as condições disponíveis, transferi-los para programas parceiros. A assinatura pode ser interessante para quem acumula com frequência e quer acelerar o saldo, mas não deve ser encarada automaticamente como um bom negócio. Antes de contratar, é importante comparar o preço da mensalidade com a quantidade de milhas recebida, verificar os benefícios extras e pensar em quanto tempo será necessário manter o plano para alcançar o seu objetivo. 📱Como esconder aplicativo de banco no celular? Confira o passo a passo Clubes de fidalidade como o Smiles, da GOL, dão acesso a milhas, promoções e condições especiais Reprodução/E-milhas.com 3. Cartões de crédito com parcerias O cartão de crédito pode ser uma das principais ferramentas para acumular pontos, mas não basta ter qualquer cartão: é preciso verificar se ele oferece um programa de recompensas, quantos pontos são gerados pelos gastos e para quais programas esses pontos podem ser transferidos. Há cartões que acumulam pontos em programas próprios do banco e outros que participam de plataformas de recompensas, como Livelo. Esses pontos podem, de acordo com as regras e parcerias vigentes, ser transferidos para programas de companhias aéreas, como Smiles, LATAM Pass e Azul. A pontuação também varia entre os cartões. Por exemplo, dois produtos: um que oferece um ponto a cada dólar gasto e outro que oferece dois. Para o mesmo volume de compras, o segundo pode gerar mais pontos. Isso não significa, porém, que ele seja automaticamente melhor, já que também é preciso considerar anuidade, benefícios e condições de uso. O ideal é escolher um cartão compatível com o próprio perfil de consumo e nunca aumentar os gastos apenas para ganhar mais pontos. O benefício perde o sentido se o consumidor acumular milhas, mas não conseguir pagar a fatura integralmente. 📱Quanto rende R$ 100 mil no Nubank? E no PicPay? Confira 5 bancos digitais Cartões de crédito são uma das principais maneiras de acumular pontos; é necessário usar uma opção que se adeque ao seu perfil Reprodução/Canva 4. Comprar milhas em promoção Também é possível comprar milhas diretamente dos programas de fidelidade. A estratégia pode ser interessante em determinadas promoções, principalmente quando o preço por milha fica mais baixo ou quando a compra oferece um bônus adicional. Por exemplo, imagine uma campanha que dê 50% de milhas extras. Quem comprar 10 mil milhas receberia outras 5 mil como bônus, chegando a 15 mil no total. O percentual e as condições, no entanto, dependem de cada promoção. Antes de comprar, é importante fazer as contas. Se a intenção é usar o saldo para emitir uma passagem específica, compare o custo das milhas com o preço do bilhete em dinheiro. Também confira o prazo de validade das milhas adquiridas e as regras da campanha. Comprar pontos sem ter um objetivo definido pode fazer com que o consumidor gaste dinheiro em um saldo que depois não será aproveitado. 📱Lista mostra bancos digitais com mais reclamações em 2025; confira 5. Pagar contas em aplicativos Alguns aplicativos e carteiras digitais permitem pagar boletos e contas usando cartão de crédito ou oferecem campanhas de recompensa. Dependendo do serviço e das condições disponíveis, isso pode ser mais uma forma de concentrar gastos e acumular pontos. Contas de água, luz, internet, telefone, condomínio e outros boletos são exemplos de despesas que podem entrar nessa estratégia. Se uma pessoa já precisa pagar R$ 500 em contas naquele mês, por exemplo, pode verificar se existe uma opção de pagamento que gere pontos sem acrescentar um custo que torne a operação desvantajosa. Esse último ponto é importante porque alguns serviços cobram tarifas pelo pagamento. Se a taxa for maior do que o benefício obtido com os pontos, a operação deixa de ser interessante. Além disso, pagar uma conta no cartão só para pontuar não vale a pena se isso resultar em juros por atraso ou parcelamento da fatura. 📱Chave de segurança do Bradesco: tudo o que você precisa saber sobre o recurso Em muitos casos, pagar contas com o cartão também é uma boa forma de acumulhar minhas Reprodução/Freepik 6. Multiplique pontos Os pontos acumulados no cartão ou em programas de recompensas podem valer mais quando transferidos durante uma promoção bonificada. Nesses períodos, o consumidor envia os pontos para um programa de fidelidade de uma companhia aérea e recebe um percentual adicional. Um exemplo simples: se uma promoção oferecer 80% de bônus, uma transferência de 10 mil pontos poderá resultar em 18 mil milhas. O bônus não sai do bolso do consumidor; ele é acrescentado pelo programa de acordo com as regras da campanha. Promoções desse tipo podem envolver programas como Livelo e companhias aéreas como Smiles, LATAM Pass e Azul. Mas é importante verificar as condições antes de transferir, já que pode haver exigência de cadastro prévio, período de permanência em clube ou outros critérios. Também não é recomendável transferir pontos automaticamente sempre que houver uma promoção. Se você ainda não sabe qual programa pretende usar ou não tem previsão de viagem, pode ser mais interessante manter os pontos onde estão até aparecer uma oportunidade adequada. 📱Nubank+ vale a pena? Tudo sobre o programa de benefícios do banco digital Ficar de olho em promoções também é uma boa tática, já que elas podem multiplicar seus pontos e proporcionar uma boa viagem de avião, com valores reduzidos Reprodução/Magnific 7. Não deixe milhas vencerem: observe a data de vencimento Acumular milhas e esquecer delas pode fazer o consumidor perder todo o saldo. Os pontos e as milhas têm prazos de validade que variam conforme o programa, a origem do saldo, o tipo de promoção e, em alguns casos, a categoria do cliente. Por isso, é importante consultar regularmente o extrato e observar as datas de vencimento. O prazo também pode ser diferente entre pontos que ainda estão no programa do cartão e milhas que já foram transferidas para uma companhia aérea. Bônus recebidos em promoções podem ter ainda outras condições. Por isso, não existe uma única regra de validade que possa ser aplicada a todas as milhas. Se a data de vencimento estiver próxima, o consumidor pode avaliar as opções disponíveis no próprio programa, como emitir uma passagem ou aproveitar outra forma de utilização permitida pelas regras. O importante é não deixar para conferir o saldo apenas quando ele já estiver perto de expirar. 8. Faça upgrade do seu plano de milhas Quem já participa de um clube de fidelidade pode encontrar planos superiores que oferecem uma quantidade maior de milhas mensais ou benefícios adicionais. Fazer o upgrade pode acelerar o acúmulo, mas também aumenta o valor pago todos os meses. Por exemplo, um clube tem um plano básico que oferece uma determinada quantidade de milhas e uma opção superior que entrega mais pontos, além de condições especiais em promoções. Se a diferença de preço for pequena e o consumidor estiver planejando uma viagem, o segundo plano pode ajudar a atingir a meta mais rápido. Por isso, antes de mudar de plano, compare o preço das mensalidades, a quantidade de milhas recebida e os benefícios adicionais. Também confira se existe período mínimo de permanência ou alguma condição para aproveitar as vantagens. Mais importante do que acumular o maior número possível de milhas, é ter uma estratégia para usá-las. O consumidor pode começar pelos gastos que já fazem parte do orçamento, aproveitar promoções quando elas realmente forem vantajosas e acompanhar a validade do saldo. Dessa forma, os pontos acumulados ao longo do tempo podem ajudar a reduzir, consideravelmente, o custo de uma próxima viagem. Com informações de Santander e Nomad Mais do TechTudo 🎥Veja também: Como proteger seu Pix de golpes: passo a passo da proteção Como proteger seu Pix de golpes: passo a passo da proteção

    Olhar do Amanhã: o que a Apple está apostando que ninguém percebeu

    9 de Setembro de 2026, 21:55

    A Apple apresentou nesta quarta-feira (09) o iPhone Duo, seu primeiro smartphone dobrável. O modelo tem tela interna de 7,6 polegadas e tela externa de 5,4 polegadas. Além disso, a empresa oficializou sua nova linha de iPhones: o 18 Pro e o 18 Pro Max.

    Mas o que esses novos lançamentos representam, na prática, para o futuro da Apple? Esse é o assunto da coluna Olhar do Amanhã, com o doutor Álvaro Machado Dias, professor da UNIFESP, neurocientista, futurista e colunista do Olhar Digital News. Confira!

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    Motorola “exibe” novo Razr dobrável em teaser após estreia do iPhone Duo

    9 de Setembro de 2026, 21:13

    A Motorola “exibiu” um novo smartphone dobrável da linha Razr em teaser, poucas horas depois da apresentação do iPhone Duo, primeiro celular dobrável da Apple. O aparelho ainda não teve nome, especificações ou data de lançamento divulgados, mas o teaser publicado pela fabricante revela uma mudança importante no formato tradicional da família.

    Em vídeo compartilhado nas redes sociais, a Motorola revisita a história dos aparelhos Razr lançados ao longo dos últimos 22 anos. No final da sequência, aparece a silhueta de um novo smartphone com corpo mais robusto e formato compacto.

    Diferentemente dos modelos Razr mais conhecidos, que adotam uma estrutura vertical e fecham como uma concha, o novo aparelho terá formato de livro: a tela deverá se abrir horizontalmente para formar uma superfície maior.

    A Motorola não revelou outros detalhes sobre o dispositivo. A empresa também não informou o nome do modelo, quando pretende lançá-lo ou quais serão suas especificações.

    Motorola muda estratégia com novo Razr

    • A mudança representa uma expansão da estratégia da Motorola no mercado de smartphones dobráveis. A empresa já possui modelos Razr com formato de concha e, neste ano, apresentou o Motorola Razr Fold, seu primeiro dobrável de tamanho completo e abertura lateral;
    • O novo teaser indica que a companhia pretende ampliar ainda mais essa família, agora com um dispositivo de formato compacto, mas que mantém a possibilidade de abrir a tela para oferecer uma área maior;
    • O design também acompanha uma tendência recente do segmento. Samsung e Apple apostaram em aparelhos dobráveis com proporções mais largas, enquanto outros fabricantes também vêm explorando formatos diferentes dos primeiros modelos desse tipo;
    • No caso da Apple, o lançamento do iPhone Duo colocou um novo concorrente de peso no mercado de dobráveis. O aparelho abre para revelar uma tela interna maior e adota justamente uma estrutura de livro, o mesmo conceito que a Motorola parece estar preparando para seu próximo Razr.

    Logo da Motorola em um smartphone, que está em cima de um teclado de notebook
    Motorola pode ter novo dobrável no estilo iPhone Duo – Imagem: Poetra.RH/Shutterstock

    Leia mais:

    O que já se sabe sobre o novo aparelho

    Por enquanto, a Motorola confirmou apenas a existência do novo produto por meio do teaser.

    Vazamentos publicados nos últimos dias, porém, já apontavam para o desenvolvimento de um Razr mais largo. Imagens atribuídas a fontes anônimas sugerem um aparelho de corpo mais baixo e largo, com bordas arredondadas e possíveis mudanças no mecanismo de abertura. Essas informações ainda não foram confirmadas pela Motorola.

    A expectativa agora é que a empresa revele mais informações sobre o novo Razr nas próximas semanas.

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    8 melhores anúncios já feitos em uma Nintendo Direct

    9 de Setembro de 2026, 18:59

    Seja nos antigos Nintendo Spotlight ou nos atuais Directs, os anúncios da empresa viraram um atrativo com força própria. Ainda que alguns deles não tragam novidades significativas, quando algo impactante surge é de “parar as máquinas”.

    O efeito se tornou tão grande que PlayStation e XBOX seguiram o seu formato. Não apenas elas, diga-se de passagem: estúdios como Konami, Capcom e outras passaram a produzir apresentações próprias para gerar o mesmo engajamento.

    Com uma importância deste tamanho, as apresentações se tornaram icônicas — a ponto de muita gente correr para assistir, mesmo sem um Switch ou Nintendo Switch 2 na sua estante. 

    Você se lembra dos melhores anúncios já feitos em uma Nintendo Direct? Vamos relembrar o que já foi mostrado e fez muitas emoções aflorarem, confira:

    8. Coletânea Persona

    Por muitos anos, os donos de consoles Nintendo se lamentaram por não receber muitas das obras que chegavam exclusivamente no PlayStation — principalmente os lançamentos de JRPGs.

    Contudo, em junho de 2022 a Nintendo Direct estabeleceu que essa era chegou ao fim. Com a chegada da Atlus, a coletânea de títulos Persona finalmente veria a luz do dia no Switch com versões atualizadas do terceiro, quarto e de Persona 5 Royal.

    7. Emuladores de Game Boy

    Muito se especulou sobre a chegada de novos emuladores ao Nintendo Switch Online, porém a plataforma permaneceu firme com NES, SNES, N64 e Mega Drive por algum tempo.

    Para a surpresa de todos, a Nintendo Direct de agosto de 2023 mudou isso em definitivo. A plataforma receberia jogos de Game Boy e de GBA, o que foi uma grande alegria — pela expectativa de Pokémon presente nela. Infelizmente não se cumpriu, mas a revelação impactou. 

    6. DLCs para Super Smash Bros. Ultimate

    O crossover de luta é um acontecimento por conta própria, mas a Big N sempre caprichou para apresentar novos personagens na sua experiência. Quem não lembra de Kazuya Mishima jogar Kirby de um penhasco? Bons tempos.

    A carta recebida por Terry Bogard, o fatídico surgimento de Sephiroth (que causou choque em muita gente ao som de “One Winged Angel”), a presença de Sora no maior crossover da história dos videogames, há um punhado de revelações que marcaram ao longo dos anos.

    5. Metroid Prime 4

    Após uma trilogia de altos e baixos, Metroid Prime 4 surgir foi um impacto forte no coração de uma legião de fãs. Revelado durante a Nintendo Direct da E3 2018, o título prometia a ascensão de Samus Aran em um videogame de nova geração (e híbrido).

    O seu maior problema é que ele demorou sete anos para chegar e só foi lançado em 2025. O anúncio que surpreendeu a todos demorou tanto que esfriou e gerou um desinteresse que pode ter comprometido o futuro da linha em primeira pessoa.

    4. The Legend of Zelda: Tears of the Kingdom

    Após o imenso sucesso de Breath of the Wild, imagine o susto que foi ver Link e Zelda novamente para uma sequência direta da aventura? O anúncio de The Legend of Zelda: Tears of the Kingdom gerou muito barulho, porém a apresentação em março de 2023 foi o que mudou a perspectiva dos fãs por completo.

    Ver o herói se jogar das ilhas celestes, criar dezenas de objetos ao misturar elementos do cenário, os primeiros detalhes de sua história e a existência do mundo subterrâneo marcou e foi responsável por criar expectativas até em quem não tinha o Nintendo Switch.

    3. Super Mario Odyssey

    Como um eclipse, a chegada de um jogo do Mario 3D é um evento próprio. Imagina como foi saber que o Switch, recém-lançado, receberia Super Mario Odyssey ainda em seu primeiro ano? Na Nintendo Spotlight da E3 2017 foi essa sensação, com um anúncio eletrizante.

    O herói pulava, usava seu chapéu para controlar inimigos e o enredo gerou muita curiosidade — justamente por trazer Pauline, que foi a donzela resgatada pelo encanador em Donkey Kong (1984). Nâo foi a toa que ele impactou toda uma geração, já que apenas seu anúncio foi extremamente emblemático.

    2. The Legend of Zelda: Ocarina of Time

    Com o Nintendo Switch 2 já nas lojas, a Big N precisava de um “system seller” para fazer suas vendas dispararem. Donkey Kong Bananza, Pokémon Pokopia e outros são muito interessantes, mas nada bate de frente com um Mario 3D novo ou uma aventura inédita de Link.

    Para a surpresa de todos, na Nintendo Direct de junho de 2026 a companhia tirou da cartola não uma versão nova, mas um remake de The Legend of Zelda: Ocarina of Time — com novos gráficos e a promessa de uma aventura que honrasse a original. 

    1. Super Smash Bros. Ultimate

    O anúncio mais emblemático de uma Nintendo Direct ocorreu em março de 2018 e mostrou um encerramento pouco comum. Com o primeiro “espere para mais uma coisa”, temos os Inklings de Splatoon na tela em uma disputa até a tela escurecer quase por completo.

    A única fonte de luz chama a atenção e a Inkling Girl olha para ela, quando vemos o logo de Smash Bros refletido em seus olhos. Nos pés do símbolo, Mario, Link (de Breath of the Wild) e dezenas de outros personagens estavam nas sombras. Foi a maior “farmada de aura” que a Big N provocou em toda a história.

    Prévia de grandes sucessos

    Na prática, a Nintendo Direct é o principal termômetro do sucesso que um game vai ter. Mesmo algumas experiências de nicho podem ganhar aclamação através deles, o que demonstra muito do interesse dos fãs por determinadas franquias.

    Se o formato começou na era Switch, seu sucessor promete apresentações ainda maiores. Mesmo com 10 características que poderiam ser melhores no Nintendo Switch 2, lembrar dos seguintes anúncios ainda dão esperanças para seus usuários:

    1. Super Smash Bros. Ultimate

    2. The Legend of Zelda: Ocarina of Time

    3. Super Mario Odyssey

    4. The Legend of Zelda: Tears of the Kingdom

    5. Metroid Prime 4

    6. DLCs para Super Smash Bros. Ultimate

    7. Emuladores de Game Boy

    8. Coletânea Persona

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    8 filmes para assistir na nova edição da Semana do Cinema 2026

    9 de Setembro de 2026, 18:36

    Uma nova edição da Semana do Cinema 2026 começa nesta quinta-feira (10) com descontos especiais para quem quer aproveitar os melhores lançamentos das telonas por valores baixos. A campanha, que ocorre desde 2022, retorna também com ofertas em combos de pipoca e refrigerante, deixando a experiência ainda melhor. 

    Marcada para acontecer nas principais redes de cinema do país, como Cinemark, Cinépolis e Cinesystem, entre os dias 10 e 16 de setembro, a segunda edição da campanha promete movimentar as telonas nos próximos dias com opções variadas para todos os gostos e idades. 

    Os valores dos ingressos são de R$ 10 para sessões que ocorrem até às 17h e R$ 12 para os demais horários, incluindo o final de semana. Para participar é fácil: basta escolher a sessão que melhor atenda às suas necessidades e pagar um valor reduzido para assistir às principais estreias dos cinemas. 

    O que assistir na Semana do Cinema 2026

    Caso você queira aproveitar a nova edição da campanha para economizar assistindo a filmes bastante comentados no momento, mas não sabe exatamente o que realmente vale o seu ingresso, o Canaltech selecionou 8 filmes para assistir na Semana do Cinema 2026. Confira a seguir.

    1. Homem-Aranha: Um Novo Dia

    A não ser que você viva em uma caverna, deve ter ouvido falar (e muito) sobre o sucesso estrondoso de Homem-Aranha: Um Novo Dia. Com o retorno de Tom Holland como o Amigão da Vizinhança, o longa quebrou recordes impressionantes e segue em cartaz nas telonas para quem quer aproveitar a promoção para finalmente assisti-lo. 

    Quarto filme do herói produzido pela Sony Pictures em parceria com o Marvel Studios, Homem-Aranha: Um Novo Dia acompanha Peter Parker em uma nova aventura, enquanto tenta lidar com o fato de ter sido esquecido pelos amigos. Passando por momentos difíceis, o Teioso logo se vê diante de uma ameaça invisível perigosa que transforma tudo aquilo que ele acreditava. 

    2. A Odisseia

    Mais um filme de sucesso que pode ser assistido durante a Semana do Cinema em setembro de 2026 é A Odisseia. Dirigido por Christopher Nolan, o longa adapta o poema grego épico homônimo de Homero, e já conquistou o coração de inúmeras pessoas que se impressionaram com a escala grandiosa dessa aventura. 

    Com Matt Damon interpretando Odisseu, A Odisseia narra a jornada do herói grego para retornar ao seu lar, na ilha de Ítaca, após permanecer 10 anos lutando na Guerra de Troia. Determinado a voltar para casa e reencontrar a esposa e o filho, ele enfrenta diversos desafios, entre eles sereias, um ciclope, feitiços e muito mais.

    3. Da Magia à Sedução: Feitiço de Amor

    Uma estreia de setembro repleta de nostalgia dos anos 1990 que pode agradar quem curte fantasia é Da Magia à Sedução: Feitiço de Amor. O filme é uma sequência direta do clássico Da Magia à Sedução (1998), longa que marcou as carreiras de Sandra Bullock e Nicole Kidman na época. 

    Sob comando da diretora Susanne Bier, Da Magia à Sedução: Feitiço de Amor acompanha uma nova aventura das irmãs Sally (Bullock) e Gillian Owens (Kidman), duas bruxas que precisam enfrentar uma maldição sombria que ameaça destruir a família de uma vez por todas.

    4. Código: Vingança

    Para quem gosta de ação, também será possível aproveitar a Semana do Cinema para assistir à estreia de Código: Vingança, o novo filme do ator Jason Statham. O longa tem direção de Jean-François Richet e ainda conta com Annabelle Wallis e Roland Møller no elenco.

    Seguindo aquela energia eletrizante tradicional do gênero, Código: Vingança conta a história de Cole Reed (Statham), um veterano ex-policial que é incriminado injustamente pela morte de seu chefe bilionário. Fugindo das autoridades, ele acaba se envolvendo em uma conspiração internacional quando parte em uma jornada para se vingar.

    5. Coyote vs. Acme

    Após anos no limbo sem ver a luz do dia, Coyote Vs. Acme finalmente chegou aos cinemas e também estará presente nas sessões promocionais da Semana do Cinema. Dirigido por David Green, o longa foi cancelado pela Warner Bros. por causa de questões fiscais, mas recebeu um final feliz com a aquisição da Ketchup Entertainment.

    Uma mistura de animação e live-action, Coyote vs. Acme se passa no universo dos Looney Tunes e segue a jornada de Wile E. Coyote, que está frustrado com as constantes falhas dos produtos da Acme, que prejudicam sua caça ao Papa-Léguas. Até que ele decide contratar um advogado para processar a empresa, descobrindo uma terrível conspiração.

    6. Patrulha Canina: Uma Aventura Dino

    Se você quer aproveitar a nova edição da Semana do Cinema 2026 para levar as crianças aos cinemas, uma boa opção em cartaz é Patrulha Canina: Uma Aventura Dino. 

    Nova aventura da adorada franquia infantil, o filme acompanha os integrantes da Patrulha Canina, que, após uma tempestade, ficam encalhados em uma ilha tropical. Lá, o grupo encontra um filhote perdido de dinossauro, formando um laço inusitado com ele à medida que a mineração do arrogante prefeito Humdinger provoca a erupção de um vulcão.

    7. Pressão

    Estrelado por Brendan Fraser e Andrew Scott, Pressão é um filme que pode agradar quem gosta de dramas de guerra, principalmente aqueles que se passam durante o período da Segunda Guerra Mundial. 

    Dirigido por Anthony Maras, o filme acompanha as 72 horas que antecederam o Dia D, quando o general Dwight D. Eisenhower (Fraser) e o capitão James Stagg (Scott) embarcaram em um dilema complicado: invadir a Normandia para romper as defesas alemãs ou arriscar perder a guerra.

    8. Ponto Sem Retorno

    Do cineasta Ridley Scott, o filme Ponto Sem Retorno segue em cartaz para quem quer participar da Semana do Cinema assistindo a uma história pós-apocalíptica. O longa conta com um elenco recheado de estrelas, como Jacob Elordi, Margaret Qualley, Josh Brolin e Guy Pearce. 

    Ambientado em uma realidade alternativa onde uma pandemia mortal quase dizimou a população da Terra, Ponto Sem Retorno acompanha Hig (Elordi), um piloto viúvo que vive isolado com seu cachorro em um hangar no Colorado. Dividindo o espaço com um ex-fuzileiro naval ranzinza, Hig encontra uma faísca de esperança após interceptar uma transmissão de rádio que sugere a possibilidade de uma vida melhor fora dali. 

    Promoção nas telonas

    Levando em conta que ir ao cinema atualmente configura um gasto considerável para muita gente, principalmente por causa dos preços salgados dos ingressos no dia a dia, a nova edição da Semana do Cinema chega como a oportunidade perfeita para assistir aos principais lançamentos do momento pagando barato. 

    Aproveite também para conhecer as 6 estreias que você precisa assistir nos cinemas em setembro de 2026. 

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    Nova edição da Semana do Cinema 2026 tem ingressos a partir de R$ 10; veja como participar

    9 de Setembro de 2026, 18:01

    Prepare para maratonar os melhores lançamentos cinematográficos das últimas semanas pagando pouco: a segunda edição da Semana do Cinema 2026 começa nesta quinta-feira (10) com ingressos a R$ 10 para vários filmes em cartaz.

    Na ativa desde 2022, a campanha já levou mais de 26 milhões de espectadores para salas de cinema de todo o país, segundo informações da Federação Nacional das Empresas Exibidoras Cinematográficas (FENEEC), promovendo ofertas especiais para movimentar o mercado. 

    Para além dos descontos nos ingressos, a Semana do Cinema também oferece combos de pipoca e refrigerante por valores promocionais, fazendo com a experiência do público seja ainda mais completa. 

    Quando começa a Semana do Cinema 2026?

    A nova edição da Semana do Cinema 2026 acontece entre os dias 10 e 16 de setembro. Entre as redes participantes da campanha estão Cinemark, Cinépolis, Cinesystem, Kinoplex, PlayArte e UCI Cinemas.

    Quanto custa o ingresso na Semana do Cinema 2026?

    Para quem quiser participar da Semana do Cinema 2026, vale ficar atento para os valores dos ingressos durante o período da promoção.

    Ao longo dos sete dias da campanha, os ingressos das principais redes de cinema do país estarão disponíveis pelo valor de R$ 10 para sessões iniciadas até às 17h. Nos demais horários, o valor do ingresso será de R$ 12, incluindo o final de semana. 

    Vale ressaltar também que pré-estreias e salas especiais não serão contempladas pela campanha.

    cinema

    Como comprar ingresso para a Semana do Cinema 2026?

    Os ingressos para as sessões durante a segunda edição da Semana do Cinema 2026 estarão disponíveis para compra nos sites oficiais das redes participantes e no Ingresso.com.

    No momento da compra, é preciso ter atenção na hora de selecionar o tipo de ingresso, que deve aparecer como “ingresso promocional” para entrar na promoção. Também é possível realizar a compra presencialmente nas bilheterias das redes que participam da campanha.

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    O que assistir na Semana do Cinema 2026?

    Para quem não sabe o que assistir na segunda edição da Semana do Cinema 2026, a boa notícia é que será possível aproveitar os preços promocionais com várias opções de filmes em cartaz. 

    Entre os principais destaques estão Homem-Aranha: Um Novo Dia, A Odisseia, Coyote Vs. Acme, Da Magia à Sedução: Feitiço de Amor e Ponto Sem Retorno. Também há opções para o público infantil, como Patrulha Canina: Uma Aventura Dino e A Maravilhosa Árvore Encantada.

    Aproveite também para conhecer as 6 estreias que você precisa assistir nos cinemas em setembro de 2026.

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    Samsung critica lançamento do iPhone Duo com provocações nas redes sociais

    9 de Setembro de 2026, 17:53

    A Samsung aproveitou o lançamento do iPhone Duo, primeiro celular dobrável da Apple, para provocar a rival nas redes sociais. O perfil oficial Samsung Mobile US publicou uma série de mensagens no X antes e depois da apresentação do novo modelo, questionando as novidades anunciadas pela empresa nesta quarta-feira (9).

    Antes do evento, a conta já havia ironizado a chegada da Apple ao segmento de dobráveis. Em uma das publicações, afirmou que estava “dobrando em três” enquanto a Apple fazia o público esperar, em referência aos celulares da linha Galaxy Z que adotam diferentes formatos de dobra.

    Após a apresentação, as provocações continuaram. A Samsung afirmou que o novo iPhone “parece muito familiar” e perguntou se aquilo seria uma sequência de The Sims.

    Em outra publicação, a empresa brincou com o nome Duo e marcou a conta do Duolingo, dizendo que a Apple também havia copiado a plataforma. A empresa, no entanto, rebateu a Samsung com "quando um estranho feio te chama de gêmeo", em clima de descontração. Confira:

    Samsung diz que Apple está “requentando sobras”

    A crítica mais direta veio em uma publicação que dizia para a Apple avisar quando terminasse de “requentar nossas sobras”, acompanhada de um emoji de piscadela.

    Em outra mensagem, a Samsung questionou o impacto da apresentação: “Houve alcance? Não. Foi emocionante? Não. Aconteceu? Sim”. A publicação terminou com a hashtag #ItsTimeToSwitch (“É hora de mudar”, em inglês), usada pela companhia em outras provocações direcionadas a usuários de iPhone.

    As mensagens fazem referência principalmente ao fato de a Apple estar entrando agora no mercado de celulares dobráveis. O iPhone Duo adota formato semelhante ao de modelos como o Galaxy Z Fold 8, com uma tela externa e outra interna de 7,6 polegadas quando o aparelho é aberto.

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    O aparelho começa em US$ 1.999 nos Estados Unidos e será vendido no Brasil por R$ 21.999 na versão de 256 GB. A Apple também confirmou compatibilidade com Apple Pencil USB-C e recursos de multitarefa adaptados à tela maior.

    A Samsung, por sua vez, já possui uma linha consolidada de dobráveis e usa esse histórico para tentar apresentar a estreia da Apple como uma chegada tardia a uma categoria que a rival explora há anos.

    A provocação ocorre no mesmo dia em que a Apple também apresentou os iPhone 18 Pro e 18 Pro Max.

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