Google Maps permite visualizar mapeamentos antigos de determinadas regiões (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
O registro histórico do Google Maps reúne mapeamentos de regiões feitos em diferentes datas. Com ele, você pode ver como era uma região em tempos passados, acompanhando as mudanças até as capturas mais recentes.
Você pode ver imagens antigas no Google Maps pelo celular ao acessar o Street View, tocar no widget com data, e escolher o ano desejado. Pelo PC, basta clicar em “Confira mais datas” e selecionar mapeamentos mais antigos.
Vale mencionar que nem todas as localidades incluem registros históricos: se o Google Maps mapeou o local somente uma vez, você só vai conseguir visualizar imagens do Street View daquele ano.
A seguir, saiba como ver fotos antigas no Google Maps pelo smartphone (Android ou iOS) ou PC.
Como ver fotos antigas no Google Maps pelo celular
1. Abra o Google Maps e pesquise o endereço desejado
Abra o aplicativo do Google Maps em seu celular (Android ou iOS). Em seguida, use o campo de busca (localizado no topo da tela) para pesquisar o endereço desejado e toque em cima da opção.
Pesquisando um endereço no Google Maps pelo celular (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
2. Entre no modo Street View e toque no widget com data
Toque na foto reduzida do local para entrar no Google Street View. Feito isso, aperte no widget com data (localizado no canto superior esquerdo) para visualizar o Google Maps em anos anteriores.
Dica: se o widget não abrir nenhuma outra janela, experimente movimentar-se no Google Street View e aperte a janela novamente.
Procurando por datas mais antigas no Street View do Google Maps (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
3. Selecione a data desejada mapeada pelo Google Maps
Navegue pela seção estilo carrossel para ver imagens antigas do Google Maps. Por fim, toque no ano desejado para ver como era o local na data escolhida.
Navegando no Street View do Google Maps em datas mais antigas (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
Como ver imagens antigas no Google Maps pelo PC
1. Entre no site do Google Maps e busque pelo endereço
Abra o navegador de sua preferência e acesse a página google.com/maps. Feito isso, pesquise pelo endereço desejado usando o campo de busca.
Pesquisando um endereço no Google Maps pelo PC (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
2. Vá na miniatura de paisagem para entrar no Street View
Clique na miniatura da paisagem do endereço para entrar no modo Street View.
Abrindo o Street View do Google Maps pelo PC (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
3. Escolha “Confira mais datas” para ver datas antigas
Clique na opção “Confira mais datas” para mudar a data do Google Maps da região. Caso não encontre a opção, se movimente no modo Street View até que o recurso apareça.
Conferindo datas mais antigas do Google Street View (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
4. Escolha outras datas em que o local foi mapeado
Navegue pela seção para ver ruas antigas no Google Maps. Você então poderá escolher datas antigas em que o Google mapeou o local.
Escolhendo outras datas no Google Street View (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
Por que algumas cidades não possuem imagens antigas no Google Maps?
Se o Google Maps mapeou uma região específica apenas uma vez, a opção para ver datas mais antigas não estará disponível, devido à falta de registros históricos. Nesses casos, não será possível usar o Street View do Google para buscar por imagens antigas.
Também há casos em que o Google mapeou o local mais de uma vez, mas precisou excluir registros mais antigos por motivos técnicos ou por questões ligadas à privacidade de pessoas ou estabelecimentos que foram capturadas.
De quanto em quanto tempo o Google Maps atualiza as imagens?
Não existe um prazo determinado para o Google Maps atualizar suas imagens. O serviço do Google costuma fazer novos mapeamentos entre um a três anos em várias regiões do mundo, mas esse intervalo pode variar de acordo com a demanda, viabilidade e cobertura operacional.
O Redmi Watch 5 Active está saindo por apenas R$ 222 no Pix no Mercado Livre. A relógio inteligente se destaca pela tela grande, bateria de longa duração, versatilidade e custo-benefício. E o desconto é de impressionantes 63% em relação ao preço original de R$ 599.
Redmi Watch 5 Active tem tela de 2″ e bateria para 18 dias
Redmi Watch 5 Active está disponível nas cores preto e prata (Imagem: Divulgação/Xiaomi)
O relógio inteligente da Xioami tem tela de 2 polegadas, maior que a de concorrentes como o Galaxy Fit 3, que tem uma tela de 1,6 polegadas. Com resolução de 320 x 385 pixels, o Redmi Watch 5 Active oferece uma visualização confortável dos dados de saúde e exercícios exibidos, além de acesso confortável às funcionalidades aliadas ao celular.
Outro destaque é a bateria de 470 mAh, que promete até 18 dias de autonomia, segundo a fabricante. Ainda de acordo com a Xiaomi, a bateria é recarregada em após 120 minutos conectada à tomada. Apesar da recarga não ser tão veloz, a autonomia prolongada chama bastante a atenção pela praticidade.
A conectividade também é bastante prática, já que o relógio não é só compatível com celulares da mesma fabricante. O Redmi Watch 5 Active se conecta tanto com sistemas operacionais Android quanto iOS, permitindo o acesso aos dados em qualquer smartphone ou tablet através do aplicativo.
Redmi Watch 5 Active Hyperos (imagem: Divulgação/Xiaomi)
Dentre os sensores disponíveis, estão medidores de frequência cardíaca, qualidade do sono, estresse e ciclo menstrual. Ainda é possível monitorar mais de 140 modalidades esportivas, fazendo do wearable um grande aliado para um estilo de vida fitness.
Ainda é possível realizar comandos de voz para assistente virtual Alexa e utilizar a lanterna do relógio. Contudo, vale atentar-se que o dispositivo não conta com recursos mais avançados importantes como GPS e conectividade LTE. Porém, é de se esperar que hajam perdas pelo preço reduzido que é cobrado pelo dispositivo.
Lembrando que o Redmi Watch 5 Active está saindo por apenas R$ 222 no Pix no Mercado Livre em promoção. E que a oferta representa um desconto de 41% sobre o preço original.
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iPhone 18 Pro pode manter o preço do atual iPhone 17 Pro (imagem: reprodução/Consomac)Resumo
O iPhone 18 Pro pode manter o preço do iPhone 17 Pro, segundo o analista de mercado Jeff Pu.
Ele afirma que, mesmo com a crise dos chips de RAM que afeta fabricantes de celulares Android, a Apple deve conseguir segurar os preços.
A estratégia pode garantir preços mais agressivos graças à produção em larga escala e à redução de custos em componentes como telas e câmeras.
O iPhone 18 Pro pode manter a mesma faixa de preço do atual iPhone 17 Pro, interrompendo a sequência agressiva de aumentos vista nos últimos lançamentos da Apple. É o que sugere o analista de mercado Jeff Pu, que aponta a atual crise no mercado de memória RAM como um problema para a próxima geração de celulares Android — mas não necessariamente para os modelos da Maçã.
De acordo com o insider, a empresa deve superar a concorrência com uma “estratégia agressiva de preços”, sobretudo no iPhone 18 Pro. Atualmente, o iPhone 17 Pro é comercializado no Brasil por R$ 11.499 na opção de 256 GB. A expectativa é que a próxima geração tenha um valor aproximado.
Conforme divulgado pelo site MacRumors, isso aconteceria devido à produção em larga escala de modelos específicos por parte da Apple, além da diminuição de custos em outros componentes, como tela e câmeras. No entanto, como o próprio Tim Cook declarou, a Maçã não vai passar imune da crise e deve sofrer com o aumento nos preços de memórias.
Expansão de data centers de inteligência artificial é a principal causa da escassez (imagem: divulgação)
Crise de chips afeta fabricantes pelo mundo
A indústria de hardware tem sofrido com a baixa oferta de componentes relacionados à fabricação das memórias RAM, que vêm sendo utilizadas principalmente na expansão dos servidores de inteligência artificial. O setor também sofre impactos da escassez de hélio — insumo essencial na produção de chips —, agravada pelos conflitos no Oriente Médio.
Assim, além de celulares, data centers, computadores e até videogames estão sendo impactados — o prazo para a chegada do PlayStation 6 sofreu atrasos e houve cortes na produção de memory cards da Sony.
Aplicativo do Itaú no celular (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)Resumo
Itaú Unibanco e Google firmaram parceria para bloquear chamadas fraudulentas no Android 11 ou superior que imitam centrais de atendimento bancárias;
solução envolve integração dos números de telefone das centrais de atendimento do Itaú que recebem ligações de clientes aos sistemas de proteção do Google;
parceria não é exclusiva do Itaú; Google também confirmou parcerias com Nubank e Revolut.
Você já deve ter recebido ligações fraudulentas em nome de bancos. Trata-se do chamado “golpe da falsa central de atendimento”. Para combater o problema, o Itaú Unibanco anunciou uma parceria com o Google para identificar e bloquear esse tipo de chamada no Android, automaticamente.
Talvez você saiba, por experiência própria, que esse tipo de golpe é frequente no Brasil. O roteiro da ligação pode variar, mas, geralmente, envolve informar que uma compra foi feita com o cartão da pessoa e que ela deve seguir as orientações da falsa central para resolver o problema. É aí que o golpe é executado, se a cilada não for notada.
A pior parte é que, muitas vezes, o número telefônico que aparece para o usuário é o mesmo usado pela instituição financeira. Trata-se de uma técnica de spoofing, que mascara a origem da chamada fraudulenta.
É justamente essa abordagem que o Itaú vai atacar. Para tanto, a instituição bancária integrou os números de telefone de suas centrais de atendimento que apenas recebem ligações de clientes (e nunca são usadas para originar chamadas) aos sistemas de proteção do Google.
Essa comunicação entre sistemas existe para que, quando o celular Android receber uma chamada com um número se passando pelo atendimento do Itaú, os sistemas do Google verifiquem se a instituição financeira realmente iniciou aquele ligação. Se negativo, a chamada é encerrada imediatamente.
O grande diferencial dessa solução é o seu alcance social. Ela protege qualquer pessoa que use o sistema Android no Brasil, basta ter um dos aplicativos do Itaú instalados, seja pessoa física ou jurídica.
Ana Leda Guedes Tavares, superintendente de prevenção a fraudes do Itaú Unibanco
Além do Itaú, o Google mencionou o Nubank e a Revolut como companhias parceiras, com mais instituições podendo aderir à iniciativa em etapas futuras.
Em todos os casos, o usuário precisa ter um celular com Android 11 ou superior para a proteção funcionar. Não é necessário fazer nenhuma configuração ou instalar aplicativos específicos para isso, a não ser o app da própria instituição financeira.
“Se você tiver o aplicativo de um banco ou instituição financeira participante instalado e tiver feito login, o Android funciona silenciosamente em segundo plano para verificar as chamadas recebidas”, explica o Google.
Novo função do Android 17 quer frear a rolagem infinita nas redes sociais (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
Android 17 terá um recurso para ajudar a combater o vício em redes sociais.
O Pause Point vai exigir uma espera de 10 segundos antes de abrir aplicativos considerados “viciantes”, como Instagram e TikTok.
Durante a espera, o Android deve sugerir atividades mais construtivas e permitir visualizar fotos pessoais.
O Google revelou um novo recurso que chegará nativamente com o Android 17 para ajudar a combater o doomscrolling — hábito de ficar rolando a tela do celular de forma viciosa. Chamada Pause Point, a função cria uma trava de segurança: em vez de só alertar o usuário sobre o tempo excessivo de uso, agora o sistema exige uma espera obrigatória antes de abrir apps classificados como distrações.
A novidade deve congelar a inicialização de um app por 10 segundos, caso ele seja marcado pelo usuário como “viciante”. A tela, no entanto, não ficará apagada durante esse intervalo: o Android vai aproveitar esse tempo para sugerir atividades mais construtivas.
O recurso vai exibir desde atalhos para um exercício rápido de respiração até recomendações de aplicativos úteis instalados no celular. Há ainda a opção de visualizar um carrossel com fotos pessoais, funcionando como um estímulo visual para o usuário sair um pouco da tela.
Aplicativos de terceiros focados em controle de tempo, como Finch ou Focus Friend, já têm seu público fiel. O grande trunfo do Pause Point, no entanto, é rodar de forma nativa, o que deve tornar a trava mais difícil de ser ignorada.
Recurso nativo deve ajudar mais o usuário
Recurso aproveita o intervalo obrigatório para sugerir um respiro (imagem: reprodução/Google)
A principal diferença está no momento em que a intervenção acontece. Os limites de tempo tradicionais do Android, lançados em 2018, costumam falhar porque dependem da força de vontade do usuário. A pessoa estoura a cota de uso, recebe um alerta na tela e, na maioria das vezes, o ignora para continuar navegando.
O 9to5Google destaca que, ao bloquear a abertura do aplicativo logo no primeiro toque, a nova função corta a descarga imediata de dopamina gerada pelo carregamento do feed. O usuário é forçado a parar e decidir se realmente quer gastar tempo naquela plataforma ou se o clique foi apenas um movimento no “piloto automático”.
Se, após os 10 segundos, a pessoa confirmar que deseja abrir a rede social, o Android permite até configurar um cronômetro para aquela sessão específica.
Vale mencionar que, para desativar completamente o recurso, será necessário reiniciar o smartphone — uma camada extra criada para dificultar o desligamento da função por impulso. A versão estável do Android 17, que incluirá a novidade, está prevista para junho.
Ao integrar essa barreira de uso ao sistema móvel mais popular do mundo, o Google se posiciona como parte da solução. O diretor de operações de produto da divisão de Plataformas e Ecossistemas do Google, Dieter Bohn, pontuou durante coletiva de imprensa que a empresa reconhece o problema.
“O Android está mais poderoso do que nunca, mas também queremos oferecer as ferramentas para você se desconectar quando precisar”, afirmou. “Acho que todos nós já pegamos o celular, abrimos algum aplicativo e ficamos no piloto automático, e uma hora se passou.”
O Google já confirmou que mais recursos focados em combater o tempo de tela abusivo serão lançados nos próximos meses.
Galaxy S26 com tela de compartilhamento com aparelhos da Apple (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)Resumo
Google confirmou expansão da compatibilidade do AirDrop com aparelhos Android, permitindo troca de arquivos com iPhones e iPads de forma mais fácil;
mais aparelhos de marcas como Oppo, OnePlus, Samsung, Vivo, Xiaomi e Honor receberão suporte à integração entre Quick Share e AirDrop em 2026;
Quick Share poderá ainda ser integrado a aplicativos de terceiros, como o WhatsApp, permitindo compartilhamento de arquivos sem conexão à internet, e também permitirá gerar QR Code para compartilhar arquivos com dispositivos iOS.
Entre as novidades que o Google anunciou nesta terça-feira (12/05), durante o evento The Android Show: I/O Edition 2026, está a expansão da compatibilidade de aparelhos Android com a tecnologia AirDrop, da Apple. Com isso, ficará cada vez mais fácil trocar arquivos com iPhones, iPads e afins.
Esse movimento começou no fim de 2025. Mas, até recentemente, apenas celulares da família Google Pixel suportavam essa integração. Depois, o suporte ao AirDrop chegou à linha Galaxy S26. Recentemente, o Oppo Find X9 Ultra e o Vivo X300 Ultra (ou Jovi X300 Ultra) também passaram a suportar a funcionalidade, só para citar mais alguns exemplos.
Faz sentido que mais aparelhos sejam beneficiados por esse recurso, até porque já está claro que essa integração realmente funciona. No lado do Android, a comunicação é feita via Quick Share; no lado da Apple, via AirDrop, obviamente.
Pois bem, o Google revelou que mais aparelhos receberão suporte à integração entre Quick Share e AirDrop no decorrer de 2026. Os modelos ainda não foram especificados, mas correspondem a unidades de marcas como Oppo, OnePlus, Vivo (Jovi, no Brasil), Xiaomi e Honor. Mais smartphones da Samsung também serão contemplados, o que deve incluir linhas como Galaxy S25 e Galaxy S24.
Quick Share em celular Android (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
Quick Share em aplicativos
Um detalhe interessante é que o Quick Share também poderá ser integrado a aplicativos de terceiros (que não são mantidos pelo Google). O primeiro deles será o WhatsApp, embora ainda não haja prazo para essa implementação.
Com a integração, você poderá compartilhar arquivos com pessoas que estiverem perto de você usando o WhatsApp, com o envio sendo feito via Quick Share, de modo que não seja necessário ter uma conexão à internet para isso.
Também vale destacar que, a partir de hoje, você poderá gerar um QR Code no Quick Share de qualquer dispositivo Android compatível para compartilhar arquivos com dispositivos iOS.
O aparelho de destino deve fazer a leitura do código para que o arquivo seja baixado a partir das nuvens (esse procedimento, sim, exigirá conexão à internet), com o compartilhamento sendo protegido por criptografia de ponta a ponta.
Em tempo: o Google anunciou algumas novidades específicas para o Android 17. Entre elas, estão:
Android 17 promete deixar seu celular mais protegido em caso de roubo (imagem: reprodução/Google)Resumo
Android 17 impedirá que criminosos desativem o rastreamento do aparelho, mesmo que possuam a senha ou o PIN do usuário;
nova versão do sistema também permitirá selecionar contatos específicos para compartilhar com aplicativos, em vez de liberar a agenda completa;
recursos de identificação de chamadas fraudulentas em parceria com bancos como o Itaú é outra novidade (vale também para outras versões do Android).
No evento The Android Show: I/O Edition 2026 realizado nesta terça-feira (12/05), o Google confirmou alguns dos recursos de segurança que farão parte do Android 17. Entre eles está uma função que impede um ladrão de desativar o rastreamento do seu celular mesmo se ele tiver a sua senha ou PIN.
Esse recurso é uma expansão do Google Localizador (Google Find Hub). Se você usar esse mecanismo no Android 17 para indicar que seu celular foi perdido, roubado ou furtado, a pessoa que estiver de posse do aparelho não poderá desativar o rastreamento do dispositivo, mesmo se tiver a sua senha ou código PIN, como já informado.
Essa função também bloqueia o aparelho de modo que a senha e o PIN não sejam mais aceitos. Além disso, algumas proteções adicionais também são ativadas, como a que desativa novas conexões Bluetooth ou Wi-Fi. Se você recuperar o celular, deverá usar autenticação biométrica (reconhecimento facial ou impressão digital) para desativar as proteções.
Falando em senha ou PIN, o Google também explica que, no Android 17, o número limite de tentativas de inserção desses códigos foi reduzido “significativamente”. Para completar, quando o limite for atingido, haverá um tempo maior de espera para que novas tentativas de desbloqueio possam ser efetuadas.
Android 17 vai exigir biometria para desativar recursos de segurança (imagem: reprodução/Google)
Outra novidade está nos recursos de localização. O Android 17 introduzá um botão para esse fim que permite que o rastreamento da posição geográfica funcione apenas quando determinado aplicativo estiver em uso e somente para aquele momento.
E sabe quando um aplicativo pede permissão para acessar a sua lista de contatos? No Android 17, há um novo seletor que permite que essa solicitação seja aplicada a contatos específicos, e não para toda a lista.
Há mais recursos de segurança no Android 17?
Sim. Entre as demais novidades estão:
função que verifica se versões alternativas do sistema operacional são legítimas;
Android encerrará ligações de golpe financeiro (imagem: reprodução/Google)
Vale destacar também que o Google fechou parcerias com instituições financeiras para identificar chamadas fraudulentas que se passam por bancos. O sistema checa, junto à instituição, se há realmente uma chamada sendo feita para determinado cliente. Se negativo, a ligação é encerrada.
Esse recurso será testado inicialmente com empresas como Revolut, Itaú e Nubank. Esta é uma funcionalidade que estará disponível para o Android 11 e versões superiores, não se limitando ao Android 17.
Sobre o Android 17 em si, essa versão tem lançamento previsto para junho de 2026.
Função Ultra HDR no Instagram para Android 17 (imagem: reprodução/Google)Resumo
Google anunciou novos recursos para o Android 17 voltados à criação de conteúdo;
novidades incluem parceria com a Meta para melhorar publicação de fotos e vídeos no Instagram, a exemplo do modo Ultra HDR, que garante cores mais realistas nas postagens;
outra novidade é um recurso nativo para gravação de vídeos de reação.
O Android 17 está vindo aí e, como toda nova versão, promete uma série de novos recursos. Alguns deles, mostrados pelo Google no evento The Android Show: I/O Edition 2026, foram desenvolvidos para apoiar criadores de conteúdo: eles tornam o sistema mais amigável ao Instagram e facilitam a criação de vídeos de reações, por exemplo.
Comecemos pela função Screen Reactions (Reações de Tela). A ideia é facilitar a criação de vídeos de… reações. Estamos falando de vídeos em que a imagem da pessoa aparece em miniatura no canto inferior da tela enquanto o conteúdo principal é assistido por ela.
Para tanto, a nova funcionalidade consegue gravar o conteúdo que aparece na tela ao mesmo tempo em que a câmera frontal captura a imagem da pessoa, sem que seja necessário usar aplicativos de terceiros para sobrepor um conteúdo ao outro.
O vídeo resultante pode, então, ser publicado rapidamente nas redes sociais. Falando nisso…
Android 17 promete melhorar o conteúdo enviado ao Instagram
O que deve fazer diferença para a maioria dos usuários é a parceria que o Google fechou com a Meta. Por meio dela, ambas as companhias prometem facilitar a publicação de conteúdo no Instagram. E o mais importante: melhorar a qualidade de imagem desse conteúdo.
De acordo com o Google, isso será proporcionado por meio de recursos como:
Ultra HDR: permite que o conteúdo gerado no celular tenha cores mais vibrantes e realistas;
Estabilização de vídeo: ajuda a diminuir o tremor de vídeos feitos quando o usuário caminha, dança ou, como o próprio Google brinca, “está sob o efeito de muita cafeína”;
Night Shift: otimiza a captura de fotos durante a noite ou em ambientes com luminosidade reduzida.
Função Screen do Android 17 (imagem: reprodução/Google)
Repare que nada disso faz sentido se, durante o processamento do conteúdo no Instagram, houver redução da qualidade de imagem, certo? Pois bem, o Google garante que os processos de captura e upload foram otimizados para que o conteúdo continue nítido quando a publicação for feita.
Tem mais uma novidade para usuários da rede social da Meta: o Instagram Edits, aquele aplicativo criado para ser uma alternativa ao CapCut, contará com IA para aprimorar a resolução de fotos e imagens, bem como para facilitar a separação de faixas de áudio. Esses recursos serão exclusivos da versão do app para Android.
Será que tudo isso será suficiente para o Google acabar com a fama de que só o iPhone presta para conteúdo no Instagram? Talvez. Mas há um ponto de atenção aqui: o Google diz que a sua parceria com a Meta promete “trazer o melhor do Instagram para nossos dispositivos Android mais avançados“.
Modo de estabilização de vídeo no Instagram para Android 17 (imagem: reprodução/Google)
Outras novidades para “creators”
Entre as demais novidades para criadores de conteúdo está a chegada do Adobe Premiere ao Android para os próximos meses, embora o aplicativo não deva se limitar à versão 17 do sistema. “Com o Premiere, você terá acesso a modelos e efeitos exclusivos para criar e publicar YouTube Shorts”, afirma o Google.
Já para quem foca na criação de vídeos profissionais, o Google promete, também, ampliar o acesso ao codec Advanced Professional Video (APV), que é próprio para filmagens a partir de dispositivos móveis.
Desenvolvido em parceria com a Samsung, o APV já está disponível no Galaxy S26 Ultra e no Vivo X300 Ultra. A expansão permitirá o seu uso em outros dispositivos, mais precisamente, naqueles equipados com chips Snapdragon 8 Elite a serem lançados ainda em 2026.
A versão final do Android 17 está prevista para junho.
Googlebook é oficial (imagem: reprodução/Google)Resumo
Google anunciou o Googlebook, nova categoria de notebooks projetada para operar com inteligência artificial Gemini;
novidade foi apresentada no evento Android Show e conta com hardware premium; dispositivos serão produzidos em parceria com marcas como Acer e Dell;
entre os diferenciais estão ferramentas como Magic Pointer, que sugere ações automáticas via Gemini com o passar do mouse.
Googlebook é o nome oficial da nova categoria de notebooks criada pelo Google e anunciada nesta terça-feira (12/05) durante o evento The Android Show: I/O Edition 2026. A novidade chega com um diferencial que a companhia considera importante para os tempos atuais: ser projetada, desde o início, para funcionar com inteligência artificial — com o Gemini Intelligence (Inteligência Gemini), para ser exato.
Apesar do nome, o Googlebook não será desenvolvido e comercializado exclusivamente pelo Google. A companhia fechou parcerias com marcas como Acer, Asus, Dell, HP e Lenovo para produzir esses computadores e fazê-los chegar aos consumidores.
É uma dinâmica que remete à dos Chromebooks, que são laptops de baixo custo direcionados a estudantes e que, portanto, costumam contar com hardware de nível básico ou intermediário produzidos por essas e outras marcas.
Neste ponto, vale destacar que os Googlebooks não devem substituir os Chromebooks, pois a categoria tem uma proposta diferente: por conta do foco em IA, as novas máquinas terão “hardware premium”, como o próprio Google destaca.
O que o Googlebook tem de interessante?
Além do hardware avançado, há alguns elementos de design que permitirão que você identifique um Googlebook rapidamente. Começa pela tecla do sistema, que exibe o “G” de Google. Além disso, há uma linha luminosa na tampa do notebook (Glowbar) que deve estar presente em todos os modelos.
A Glowbar do Googlebook (imagem: reprodução/Google)
Em termos funcionais, uma característica um tanto óbvia é a presença de aplicativos do ecossistema do Google, que incluem Gmail, Drive, Agenda (Calendar) e o navegador Chrome. É claro que um botão para acesso direto ao Gemini também está lá.
O Google destaca ainda que os Googlebooks poderão se comunicar facilmente com celulares Android, de modo que você possa continuar em um a tarefa que foi iniciada no outro. Isso porque, além do compartilhamento de arquivos, essa integração permite que você use um aplicativo do smartphone no laptop, ou receba, neste último, notificações que chegaram originalmente ao celular.
Ainda não há informação oficial sobre qual é o sistema operacional do Googlebook, mas as imagens divulgadas sugerem fortemente que estamos falando do Aluminium OS.
Tecla com o “G” de Google no laptop (imagem: reprodução/Google)
Seja como for, encontramos outros recursos notáveis por aqui, entre eles:
Magic Pointer (Ponteiro Mágico): ao mover o cursor do mouse para um elemento na tela, faz o Gemini sugerir ações automaticamente, como agendar uma reunião quando você aponta para uma data em um e-mail;
Create your Widget (Criar o seu Widget): usa o Gemini para criar widgets sob medida, como um que reúne informações de hospedagem e voos para uma viagem que você irá fazer;
Quick Access (Acesso Rápido): permite que você visualize ou pesquise por arquivos no celular usando o Googlebook sem precisar transferi-los;
Google Play: você poderá instalar apps no Googlebook diretamente a partir da loja de aplicativos do Android.
Principais características do Googlebook (imagem: reprodução/Google)
Quando os Googlebooks serão lançados?
O Google ainda não definiu uma data para o lançamento da categoria Googlebook, mas comentou que isso deverá ocorrer durante o outono americano, ou seja, entre setembro e dezembro de 2026.
Googlebooks foram projetados para serem integrados ao Gemini e se comunicarem com celulares Android. Novidade tem hardware "premium" e novo sistema operacional.
Googlebook é oficial (imagem: reprodução/Google)
A Glowbar do Googlebook (imagem: reprodução/Google)
Tecla com o "G" de Google no laptop (imagem: reprodução/Google)
Principais características do Googlebook (imagem: reprodução/Google)
O Android Show começa às 14h (imagem: reprodução)Resumo
O evento via internet “The Android Show” ocorre hoje às 14h, transmitido pelo YouTube e site do Android, apresentando novidades do ecossistema Android.
O evento deve destacar o Android 17, com refinamentos de interface, recursos para dispositivos Pixel e bloqueio de apps por biometria.
O Google também pode anunciar atualizações para vestíveis, como o Android XR para realidade estendida e Wear OS 7 para relógios.
O Google realiza nesta terça-feira (12/05) o The Android Show, evento dedicado às novidades do ecossistema Android. A apresentação acontece às 14h no horário de Brasília e será transmitida pelo canal oficial do Android no YouTube e pelo site do Android.
A empresa apresenta o evento uma semana antes da conferência principal, o Google I/O 2026, marcada para 19 e 20 de maio, na Califórnia, EUA. A ideia é separar os anúncios do Android de novidades mais complexas sobre IA, ferramentas para desenvolvedores e mais detalhes sobre plataformas, que devem aparecer no I/O.
Novidades para o Android 17
O Android 17, que teve beta liberada em fevereiro, deve ocupar boa parte do evento. Espera-se que o Google destaque:
Refinamentos de interface
Recursos específicos para alguns dispositivos, como celulares Pixel
Ajustes na tela de apps recentes
Suporte mais amplo a bolhas de aplicativos
Recurso nativo de bloqueio de apps por biometria.
Espera-se também mais recursos do Gemini, já que o mascote lembra a identidade visual da IA no próprio teaser do evento. As novidades, caso se confirmem, devem ser mais sobre as interações com o Gemini dentro do sistema, segundo o Phone Arena.
Atualizações para o ecossistema
Os vestíveis também podem ganhar atenção. A expectativa é que o evento traga novas informações sobre o Android XR, plataforma para dispositivos de realidade estendida, como óculos inteligentes e headsets.
Já para os relógios, é possível que vejamos algo sobre o futuro Wear OS 7, segundo o Tom’s Guide. O evento também pode mencionar Android Auto, smart home e outros formatos em que o Android já está presente. A lógica é mostrar o sistema como uma plataforma espalhada por relógios, carros, TVs, óculos e computadores.
Android em PCs: Aluminium OS pode aparecer
Aluminium OS deve aparecer no evento (imagem: reprodução)
O novo sistema operacional apresentaria características clássicas de computadores, como barra inferior e gaveta de apps, janelas e multi-tarefas e otimização para telas grandes. A interface, ao menos na tela inicial, lembra bastante a do Windows 11, adaptada ao Material Design.
Evento The Android Show antecipa novidades antes do Google I/O. Rumores sugerem atualizações para smartphones e vestíveis, além de novo sistema para PCs.
Desenvolvedores criticam novo sistema de verificação do Google (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
Google alterou o sistema de verificação reCaptcha para exigir a leitura de QR Codes.
A mudança, no entanto, estaria dificultando o acesso de usuários com dispositivos Android sem serviços do Google instalados.
Segundo a big tech, a nova medida tenta conter robôs e agentes de IA na web.
No fim de abril, o Google anunciou uma mudança no reCaptcha: o sistema de verificação passou a exibir QR Codes para confirmar se o usuário é humano. A alteração, porém, vem sendo criticada por desenvolvedores de sistemas Android sem serviços do Google, como GrapheneOS e CalyxOS, que afirmam que o novo método dificulta o acesso a milhões de sites sem a instalação do Google Play Services.
Segundo o Google, a mudança faz parte de uma tentativa de conter robôs e agentes de IA na web, exigindo que o usuário leia um QR Code com o celular. O problema é que, na prática, o novo método estaria bloqueando o acesso de pessoas que optaram por remover ferramentas do Google de seus dispositivos. Vale lembrar que o Android é um sistema com código aberto.
Desenvolvedores criticam a mudança
Ferramenta agora pode exigir a leitura de um QR Code (imagem: reprodução/Google)
A mudança gerou repúdio em parte da comunidade. A equipe de desenvolvimento do GrapheneOS declarou que a exigência é uma manobra anticompetitiva. Os desenvolvedores apontam que o modelo apenas trava os usuários em um duopólio móvel, forçando o uso de APIs da Apple ou do Google, o que afeta até mesmo o acesso a serviços bancários e governamentais na União Europeia.
No mesmo sentido, a publicação International Cyber Digest apontou que o Google passou a tratar a privacidade de dados como “comportamento suspeito por padrão”.
O CEO e cofundador do navegador Brave, Brendan Eich, reforçou as críticas. Ele defendeu que os serviços na web não deveriam proibir o uso de hardware e sistemas operacionais independentes.
Money shot: “Services shouldn't ban people from using arbitrary hardware and operating systems in the first place. Google's security excuse is clearly bogus when they permit devices with no patches for 10 years… It's for enforcing their monopolies via GMS licensing, that's all.” https://t.co/Eg16JoWb4L
Quando o sistema detecta uma atividade de navegação suspeita, em vez de exibir os tradicionais quebra-cabeças visuais — como pedir para o usuário identificar fotos de motos ou faixas de pedestres —, a ferramenta passa a mostrar um QR Code na tela.
O usuário precisa, então, escanear esse código com a câmera do smartphone para comprovar sua “identidade humana”.
A alteração faz parte do pacote Google Cloud Fraud Defense, apresentado durante o evento Cloud Next. A evolução chega especialmente para tentar identificar, classificar e barrar agentes autônomos de IA suspeitos na web, contando com recursos como o Web Bot Auth (que verifica se um bot é legítimo) e o SPIFEE (que fornece identidade para autenticação).
Mudança exige versão 25.41.30 ou superior do Google Play Services (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
O obstáculo são os requisitos técnicos. Documentações de suporte da empresa deixam claro que, para concluir a leitura do código no Android, o aparelho precisa estar rodando a versão 25.41.30 ou superior do Google Play Services. Dispositivos da Apple também estão inclusos na exigência, necessitando o iOS 15 ou mais recente.
Vale mencionar que a base para essa exigência não é tão nova assim. Buscas no Internet Archive e discussões no Reddit revelam que a página de suporte já listava a exigência do Google Play Services de forma oculta desde outubro de 2025, rodando silenciosamente em segundo plano antes que a mudança fosse oficialmente anunciada.
Proposta já foi descartada antes
A polêmica atual relembrou uma tentativa semelhante em 2023. Na época, o Google propôs uma tecnologia que daria aos sites o poder de decidir quais dispositivos eram “suficientemente reais” para acessar a web. A proposta também enfrentou forte resistência, sendo abandonada pela empresa.
Especialistas apontam que, três anos depois, a mesma ideia retornou e pode complicar a vida de quem escolhe não utilizar os serviços do Google, bloqueando o tráfego legítimo em milhões de sites.
Notebook da família Samsung Galaxy Book (imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)Resumo
Samsung estaria desenvolvendo notebooks da família Galaxy Book para rodar Android 17 em vez do Windows 11;
supostos novos notebooks teriam ainda interface One UI 9 e viriam em três modelos: um de entrada, um intermediário e um topo de linha;
Samsung não deve abandonar Windows, mas ampliar variedade de linhas de notebooks Galaxy; novos produtos podem ser lançados ainda em 2026.
Faz tempo que o Android conta com interfaces e recursos que permitem a sua execução em PCs. Parece que a Samsung está disposta a levar essa ideia mais a sério: há rumores de que a companhia lançará laptops da família Galaxy Book que rodam Android 17 em vez do Windows 11.
É o que conta o SamMobile, site especializado na marca coreana. O veículo afirma ter descoberto que a Samsung está desenvolvendo três notebooks que, além do Android 17, contarão com a futura interface One UI 9: um modelo de entrada, outro intermediário e o terceiro como topo de linha.
Não seria um ato de rebeldia contra a Microsoft ou algo nesse sentido, afinal, não há planos de abandonar o Windows. Os novos produtos viriam para ampliar a variedade de linhas de notebooks Galaxy que a Samsung mantém.
Nesse sentido, daria até para dizer que os laptops Galaxy Book com Android seriam a resposta da Samsung à linha MacBook Neo, da Apple.
Para a Samsung, a ideia pode trazer outro benefício. A companhia tem colocado a One UI em dispositivos que vão além de celulares e tablets, como TVs e smartwatches. Logo, levar a interface a notebooks pode ajudar a companhia a transformar a One UI em um ecossistema abrangente e, claro, exclusivo da marca.
Galaxy Book 5 Pro, este com Windows 11 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Quando a Samsung lançará notebooks com Android?
Ainda não há informação sobre datas, até porque os tais laptops Galaxy Book com Android não foram confirmados até o momento. Mas veja que os burburinhos falam em Android 17 e em One UI 9. Ambos estão previstos para serem liberados em meados do ano. Isso sugere que os novos notebooks da Samsung poderão ser lançados ainda em 2026.
Também não há informação sobre o hardware desses equipamentos. Mas, como estamos falando de Android, é provável que a Samsung recorra a chips Arm desenvolvidos originalmente para celulares e tablets ou que foram adaptados para notebooks.
Talvez vejamos um SoC Exynos (da própria Samsung) ou até um Qualcomm Snapdragon comandando essas máquinas.
Sobre a interface, o SamMobile cogita a possibilidade de ela ser baseada em uma versão aprimorada do Samsung DeX, aquele modo que “transforma” celulares ou tablets em PCs por meio da conexão de um monitor a esses dispositivos.
Recurso de timer do Spotify disponível para Android, iPhone, Windows e Mac (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)
O usuário pode configurar um timer no Spotify para fazer o player de músicas parar de tocar sozinho. A ferramenta está disponível para usuários do aplicativo para Android e iPhone, além dos apps para PCs (Windows e Mac).
Enquanto estiver reproduzindo uma música, basta acessar o fila de reprodução de uma playlist e selecionar o ícone de relógio. Você pode definir um tempo entre 5 minutos e 1 hora, ou fazer o Spotify parar de tocar quando a faixa terminar.
A seguir, veja como encontrar o timer do Spotify no celular ou PC e para que serve a ferramenta.
1. Toque na música em reprodução para exibir as opções do player
Enquanto ouve uma música no Spotify, toque na faixa de reprodução para exibir as opções do player de áudio.
Acesse o menu da música em reprodução para exibir mais opções (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)
2. Abra a fila de reprodução do Spotify
Caso esteja ouvindo música, toque no ícone da fila de reprodução para exibir o timer do Spotify. Em podcasts, o ícone de relógio será exibido ao lado no botão de play e pause.
Toque no menu de três traços para exibir a fila de músicas em reprodução (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)
3. Vá no ícone de relógio para colocar o timer em uma música do Spotify
Toque no ícone de relógio para exibir as opções de temporizador do Spotify.
Toque no relógio para definir um timer no spotify (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)
4. Escolha entre as opções definidas para fazer o Spotify parar de tocar
Você pode interromper a reprodução de músicas no Spotify após os seguintes períodos:
5 minutos;
10 minutos;
15 minutos;
30 minutos;
45 minutos;
1 hora;
Ou quando a faixa terminar.
Escolha uma das opções de timer exibidas na tela para fazer o Spotify parar de tocar (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)
Como usar o timer do Spotify pelo PC
O timer do Spotify só está disponível no PC pelo aplicativo para Desktop no Windows, ou no app para macOS. Ou seja, a versão Web do reprodutor de músicas não oferece o recurso de temporizador.
1. Clique no menu de três pontos durante a reprodução de uma música
Escolha a música que deseja ouvir e clique no botão de três pontos localizado acima da capa do álbum para abrir as opções da playlist.
Clique no menu de três pontos na música em reprodução no Spotify Desktop (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)
2. Vá ao timer e selecione uma das opções exibidas pelo Spotify
Desça o ponteiro do mouse até “Timer” e escolha entre as opções exibidas para programar o Spotify para desligar.
Vá com o mouse no timer e selecione uma das opções para colocar temporizador no Spotify Desktop (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)
Para que serve o timer do Spotify?
O timer do Spotify serve para interromper a reprodução de músicas ou podcasts automaticamente, sem a necessidade de intervenção do usuário. O recurso possibilita colocar uma playlist para tocar e definir o tempo de reprodução, além da opção de encerrar a reprodução de podcasts assim que o determinado episódio se encerrar.
A ferramenta também é utilizada por usuários que desejam economizar dados móveis no Spotify, ou que utilizam o streaming antes de dormir. Dessa forma, é possível interromper a reprodução após o tempo definido pelo usuário.
Por que o timer do Spotify não aparece?
O timer do Spotify não aparece para os usuários que utilizam a versão Web do player de música, ou em smart TVs, que permitem configurar um timer de forma nativa.
O recurso de temporizador do Spotify só está disponível para celular (Android e iPhone), além da opção no aplicativo para PCs com Windows e macOS.
Interface do YouTube no celular (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
O YouTube liberou o modo Picture-in-Picture (PiP) gratuitamente para todos os usuários de Android e iOS.
A função permite assistir a vídeos em uma janela flutuante. O recurso antes era restrito a assinantes Premium.
O PiP gratuito só funciona com “conteúdos longos que não sejam música”. Se o usuário tentar minimizar o aplicativo durante a reprodução de um videoclipe ou de faixas protegidas por direitos autorais, o vídeo será pausado imediatamente.
O Google começou a liberar nesta quarta-feira (29) o modo picture-in-picture (PiP) do YouTube de forma gratuita para todos os usuários. A novidade permite assistir a vídeos em uma janela flutuante e deixa de ser um benefício exclusivo dos assinantes pagos. Com essa expansão, a plataforma busca democratizar a experiência, encerrando também a restrição que limitava a função sem custos apenas aos Estados Unidos.
A mudança foi reportada pelo portal 9to5Google e confirmada pela equipe do YouTube em publicação na comunidade oficial da plataforma. Na prática, a atualização altera o comportamento padrão do aplicativo: ao iniciar um vídeo e retornar à tela inicial do celular, o conteúdo não é mais interrompido. O player se transforma em uma miniatura que pode ser redimensionada e arrastada para qualquer canto da tela.
A janela suspensa mantém botões essenciais, como os controles de reprodução e pausa, além de um atalho para devolver o vídeo à tela cheia, mas há uma limitação no novo modelo. O Google estabeleceu que o picture-in-picture gratuito só funciona com “conteúdos longos que não sejam música”.
Se o usuário tentar minimizar o aplicativo durante a reprodução de um videoclipe ou de faixas protegidas por direitos autorais, o vídeo será pausado imediatamente. Essa é uma estratégia para proteger o ecossistema do YouTube Music, evitando que a versão gratuita do aplicativo principal seja utilizada como um reprodutor de música em segundo plano.
O que muda para os assinantes Premium e Premium Lite?
Para quem já paga pelas versões mais completas do serviço, a experiência permanece sem cortes. Os assinantes do YouTube Premium continuam com acesso irrestrito ao PiP para qualquer formato de vídeo da plataforma, incluindo clipes musicais, sempre livres de anúncios. A modalidade paga também mantém a exclusividade da reprodução em segundo plano com a tela do celular totalmente bloqueada e apagada — um recurso popular que a versão gratuita continua não oferecendo.
No caso do plano Premium Lite, uma assinatura mais barata que foca na remoção da maior parte das propagandas, o funcionamento será equivalente ao da versão gratuita recém-liberada. Esses usuários poderão utilizar a janela flutuante livremente para vídeos tradicionais, mas continuarão bloqueados de usar o recurso com músicas.
A novidade chega para todos os usuários de forma gradual, mas antes é preciso garantir que o sistema do celular esteja configurado para permitir a sobreposição de tela, um procedimento varia um pouco dependendo do dispositivo.
No iPhone (e iPad):
A Apple exige que a funcionalidade nativa de PiP esteja habilitada nas configurações do aparelho.
Abra o aplicativo “Ajustes“.
Toque em “Geral” e depois selecione “Picture in Picture (PIP)“.
Confirme se a chave “Iniciar PiP Automaticamente” está ativada.
Ativando a função nativa Picture-in-Picture (PiP) no iOS (imagem: Gabriel Sérvio/Tecnoblog)
Feito isso, abra o aplicativo do YouTube, toque na sua foto de perfil, acesse o ícone de engrenagem para abrir as “Configurações“, vá em “Reprodução” e ative a opção “Picture-in-picture“.
Habilitando a chave do recurso no aplicativo do YouTube (imagem: Gabriel Sérvio/Tecnoblog)
Em aparelhos Android:
O sistema do Google geralmente já vem com essa permissão ativada por padrão, mas vale conferir caso a janela flutuante não apareça ao minimizar o app (os nomes dos menus podem variar dependendo da fabricante, como Samsung, Motorola ou Xiaomi).
Acesse as “Configurações” do seu aparelho e vá até a lista de “Aplicativos“.
Procure pelo “YouTube” e toque nele.
Role a tela até encontrar a seção chamada “Picture-in-picture” e certifique-se de que a opção de permissão está ativada.
Verificando a permissão de sobreposição de tela no Android (imagem: Gabriel Sérvio/Tecnoblog)
Da mesma forma que no iOS, confira também as configurações internas do aplicativo do YouTube (Configurações > Reprodução) para garantir que a chave do recurso esteja habilitada.
Ativando o Picture-in-picture no aplicativo do YouTube para Android (imagem: Gabriel Sérvio/Tecnoblog)
Veja o passo a passo para desabilitar a reprodução automática de clipes no Spotify (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
O Spotify permite ocultar videoclipes no app de streaming de música para celulares Android e iPhone. A funcionalidade é recomendada para quem deseja reduzir o consumo de dados e de bateria do dispositivo.
Para desabilitar a reprodução automática de clipes, o usuário deve acessar o menu “Conteúdo e tela” nas configurações do aplicativo. Em seguida, basta desligar a chave “Videoclipes” para que o app priorize apenas a reprodução de áudio.
A seguir, veja o passo a passo completo para desativar os vídeos do Spotify no smartphone.
Abra o aplicativo do Spotify no seu celular Android ou iPhone e toque no ícone com a sua foto ou inicial do nome no canto superior esquerdo da tela. Em seguida, selecione a opção “Configurações e privacidade”.
Acessando o menu “Configurações e privacidade” do Spotify (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
2. Abra o menu “Conteúdo e tela”
Em “Configurações”, selecione “Conteúdo e tela” para ver mais opções de ajustes do aplicativo de música.
Abrindo a página “Conteúdo e tela” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
3. Desative a chave “Videoclipes”
Na seção “Vídeos e Canvas”, toque na chave ao lado da opção “Videoclipes” para desabilitar a exibição de todos os videoclipes e apresentações ao vivo no Spotify.
Desativando a reprodução de videoclipes no aplicativo do Spotify (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
O que acontece ao desativar os vídeos no Spotify?
Ao desabilitar a exibição de vídeos no Spotify, o app oculta clipes e apresentações ao vivo. A experiência passa a ser focada exclusivamente no streaming de áudio, eliminando a opção de reproduzir os conteúdos audiovisuais atrelados às faixas disponíveis na plataforma.
Essa configuração não restringe os podcasts adicionados no Spotify, que mantêm a opção de assistir aos episódios em vídeo ou somente o áudio. É necessário desativar a opção “Outros vídeos”, também nas configurações de “Conteúdo e tela”, para que todos os podcasts sejam executados apenas em áudio.
Por que não consigo desativar os vídeos no Spotify?
Há alguns pontos que podem impedir que os vídeos sejam desativados no Spotify:
Disponibilidade por região e plano: a funcionalidade está sendo liberada em fases, priorizando mercados específicos e usuários que gerenciam um Plano Família antes de chegar às demais contas Premium e gratuitas;
Versão do app: aplicativos desatualizados podem não ter a opção para desativar vídeos, exigindo que o usuário baixe a versão mais recente na App Store ou na Play Store;
Conflitos no cache de dados: os arquivos temporários corrompidos podem travar a interface do usuário, impedindo que novas opções de configuração apareçam ou funcionem corretamente;
Configuração de “Canvas” ativa: a função Canvas é diferente dos videoclipes e possui uma chave própria nas configurações de “Conteúdo e tela” que deve ser desativada manualmente.
Desativar os vídeos do Spotify economiza a bateria do celular?
Sim, desabilitar os vídeos e o canvas no Spotify reduz o consumo de energia do dispositivo ao exigir menos da GPU (processador gráfico). Essa mudança técnica alivia o hardware, prolongando a autonomia da bateria ao evitar a carga de trabalho desnecessária em segundo plano.
A ação diminui o consumo de internet e ajuda a economizar dados no Spotify, além de evitar o aquecimento do celular durante longas sessões de uso. Ao priorizar apenas o fluxo de áudio, o sistema otimiza a atividade de rede e garante uma operação muito mais eficiente.
Qual é a diferença entre desativar os vídeos e desativar o Canvas do Spotify?
Desativar os vídeos do Spotify é a opção que oculta conteúdos audiovisuais de longa duração, como clipes oficiais e apresentações ao vivo, priorizando a execução apenas do áudio. É o ajuste ideal para quem deseja focar na música sem as distrações ou evitar carregamento pesado de arquivos de vídeo tradicionais.
Desativar o canvas do Spotify é o recurso que interrompe a exibição de vídeos verticais em loop de curta duração que substituem a arte do álbum na tela de reprodução. Eles funcionam como uma camada estética de baixo consumo de dados, projetada para dar dinamismo e movimento à faixa musical.
UE entende que IAs rivais do Gemini enfrentam barreiras no Android (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
Comissão Europeia concluiu que o Google favorece indevidamente o Gemini no Android, violando a Lei de Mercados Digitais.
Agora, a UE quer que o Google abra o Android para IAs concorrentes, como ChatGPT e Grok, até julho de 2026.
Segundo o Google, a exigência pode comprometer a privacidade dos usuários.
A Comissão Europeia subiu o tom contra o Google nesta semana após uma investigação iniciada em janeiro. O órgão regulador concluiu que a gigante de buscas favorece indevidamente o Gemini dentro do Android, violando a Lei de Mercados Digitais (DMA).
Agora, a União Europeia quer que a empresa abra as portas do sistema até julho deste ano, para que IAs de terceiros, como o ChatGPT e o Grok, tenham o mesmo nível de integração que a ferramenta nativa.
Como lembra o portal ArsTechnica, embora seja possível instalar qualquer chatbot no celular, apenas o Gemini consegue conversar profundamente com o sistema. Para a UE, essa exclusividade precisa acabar nos próximos meses. O Google, por outro lado, afirma que a exigência pode comprometer a privacidade dos usuários.
Por que o Gemini tem tratamento especial no Android?
UE quer o mesmo nível de integração do Gemini para assistentes concorrentes (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Ao ligar um aparelho com Android hoje, o Gemini já está lá, integrado ao sistema. A Comissão Europeia critica exatamente essa falta de recursos para serviços de terceiros. Para os reguladores, o Google atua como um porteiro que reserva as melhores funções para si.
A vice-presidente da Comissão para a Soberania Tecnológica, Henna Virkkunen, explicou a visão do bloco em comunicado: “À medida que navegamos pelo cenário da IA em rápida evolução, fica claro que a interoperabilidade é fundamental. Essas medidas abrirão os dispositivos Android para uma gama mais ampla de serviços, para que os usuários tenham a liberdade de escolher o que melhor atenda às suas necessidades”.
O que pode mudar na Europa?
Na prática, a UE quer que, se o usuário preferir o ChatGPT, ele possa ser acionado por botões físicos ou palavras-chave de sistema da mesma forma que o Gemini. As mudanças propostas pelos reguladores são técnicas e mexem no motor do Android.
Os principais pontos são:
Acesso ao hardware: o Google seria obrigado a permitir que desenvolvedores externos usem os chips de processamento de IA (NPUs) com o mesmo desempenho que o Gemini utiliza para rodar modelos locais.
Contexto de tela: IAs rivais poderiam “enxergar” o que o usuário está fazendo para oferecer resumos ou sugestões.
APIs gratuitas: o Google teria que criar novas pontes de software (APIs) e oferecer assistência técnica gratuita para que os concorrentes se integrem ao Android.
A reação do Google foi imediata. A conselheira sênior de concorrência da empresa, Claire Kelly, afirmou que a medida eliminaria a autonomia dos fabricantes em personalizar serviços. Segundo Kelly, dar acesso a hardware sensível e permissões profundas de sistema “aumentaria os custos e comprometeria proteções essenciais de privacidade e segurança”.
Multas bilionárias e prazo final
O Google é um velho conhecido dos reguladores europeus. Por causa da DMA, a empresa já teve que implementar telas de escolha de navegador e limitar o compartilhamento de dados entre seus próprios serviços (como Maps e YouTube). Agora, a IA é o tema da vez.
O cronograma é apertado: a Comissão Europeia prevê uma decisão final para 27 de julho de 2026. Se o Google bater o pé e não cumprir as exigências, o prejuízo pode ser grande: a Lei de Mercados Digitais prevê multas de até 10% da receita global anual da companhia.
Recursos do Gemini atuarão nos bastidores do Android (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)Resumo
Google está desenvolvendo duas novas ferramentas de inteligência artificial para o Gemini no Android, que lembram funções recentes da Samsung.
Assistência Proativa analisa a tela e mensagens localmente para oferecer sugestões em tempo real.
Já o Resumo Diário organiza a rotina do usuário compilando dados de sua conta em duas abas: “Metas Ativas” e “Principais Ideias”.
O Google está desenvolvendo mais funcionalidades de inteligência artificial para o Gemini no Android. Descobertos em testes do aplicativo, os recursos batizados de “Assistência Proativa” (Proactive Assistance) e “Resumo Diário” (Daily Brief) analisam o aparelho para exibir sugestões em tempo real.
A ideia é que a IA entregue informações úteis antes mesmo que você faça uma pergunta e a expectativa é que as novidades sejam oficializadas no próximo mês, durante a conferência para desenvolvedores Google I/O 2026.
Como vai funcionar a Assistência Proativa?
A Assistência Proativa foi criada para entender o contexto de uso do seu celular e oferecer ajuda. O recurso foi detalhado pelo portal Android Authority, após uma análise do código da versão 17.18.22.sa.arm64 do aplicativo do Google.
A ferramenta exibe lembretes, atalhos contextuais e resumos de informações no momento em que o usuário precisa, sem que seja necessário digitar um comando. Para que isso funcione, a IA coleta dados a partir de três fontes: o conteúdo exibido na tela do celular, o histórico de notificações recebidas e informações de aplicativos compatíveis.
Para evitar surpresas, o usuário deve ter controle sobre o recurso, podendo ativá-lo ou desativá-lo com uma chave nas configurações. Haverá também um menu de “Aplicativos Conectados” para definir exatamente de onde o Gemini pode puxar os dados. Num primeiro momento, o suporte básico abrange os apps de Contatos e Mensagens.
No entanto, integrações mais profundas com o ecossistema de produtividade da empresa — como Gmail, Google Agenda, Docs, Drive e Google Keep — ficam disponíveis em um painel separado.
Usuário terá controle sobre o fornecimento de dados (imagem: reprodução/Android Authority)
Como a leitura constante da tela e de e-mails levanta preocupações sobre a segurança da informação, o Google adotou uma abordagem com foco na privacidade. Conforme indicam as capturas de tela vazadas, o processamento dos dados ocorre localmente no dispositivo.
As informações ficam em um ambiente criptografado, garantindo que o conteúdo não seja enviado para os servidores da empresa ou seja usado para treinar modelos de IA.
Resumo Diário servirá para organizar a rotina
O Google também está preparando o recurso “Resumo Diário”, acessível a partir de uma barra lateral esquerda dentro do próprio aplicativo do Gemini. A premissa é compilar os dados de uma conta e dividi-los em duas abas: “Metas Ativas” e “Principais Ideias”.
A primeira seção tem como foco os hábitos que você está tentando criar ou temas que vem pesquisando com frequência na Busca do Google. Já a área de “Principais Ideias” atua como um hub inteligente de prioridades, extraindo informações do Gmail e histórico de navegação sem precisar abrir vários aplicativos diferentes.
Inspiração na Samsung
As movimentações do Google parecem uma resposta à sua principal parceira no ecossistema Android. Conforme apontado pelo portal SamMobile, os novos recursos do Gemini bebem muito da fonte de duas ferramentas da Samsung: o Now Brief e o Now Nudge.
Disponibilizadas no início deste ano com o lançamento da família Galaxy S26, as ferramentas da marca sul-coreana já fazem um trabalho semelhante. O Now Brief, por exemplo, concentra em uma única tela os eventos da agenda, previsão do tempo e métricas de exercícios físicos. O sistema ainda recomenda playlists do Spotify ou do YouTube Music e exibe tarefas pendentes, ajustando as sugestões de acordo com a hora do dia.
O Google deve revelar mais detalhes oficiais no palco do Google I/O 2026, marcado para o mês de maio. O evento também servirá de vitrine para outras estreias, incluindo o anúncio do Android 17, novidades do sistema para relógios Wear OS, um novo ChromeOS, além de atualizações para o Android Auto e Android Automotive.
Aplicativo do Outlook para iOS (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)Resumo
Outlook para iOS e Android está instável para muitos usuários, com relatos de pedidos constantes de senha ao acessar o aplicativo;
Microsoft reconheceu que alguns serviços do Microsoft 365, especialmente o Outlook, estão instáveis;
companhia está investigando o problema, mas não deu prazo para a solução.
Usa o Outlook para iOS ou Android e, nas últimas horas, se deparou com mensagens de erro no aplicativo? Saiba que não é só com você. Nesta segunda-feira (27/04), a Microsoft reconheceu que alguns serviços atrelados à plataforma Microsoft 365, especialmente o Outlook.com, estão instáveis.
A falha não parece afetar todos os usuários. De todo modo, as queixas a respeito são numerosas em plataformas online, a exemplo dos registros deste tópico no Reddit.
De acordo com os relatos, os usuários prejudicados abrem o Outlook em um iPhone, mas se deparam com uma mensagem pedindo para a senha ser inserida, mesmo nos casos em que já havia login prévio no aplicativo.
Quando o login é feito, alguns usuários até conseguem acessar a caixa de entrada por alguns instantes, mas logo se deparam com o pedido de digitação de senha novamente. Se a autenticação for feita outra vez, o ciclo do problema se repete.
Também há queixas relacionadas ao Outlook para Android, embora em frequência menor em relação aos problemas relatados por usuários do iPhone.
Tela de senha do Outlook para iPhone (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
O que está causando a falha no Outlook?
A Microsoft ainda não deu detalhes sobre o problema, mas, via X, revelou que duas falhas distintas aparentam estar causando instabilidades na plataforma do Outlook:
Descobrimos que alguns usuários podem estar enfrentando falhas intermitentes de login, incluindo erros de “muitas solicitações”, ou desconexões inesperadas.
(…) Após revisar ainda mais a telemetria do serviço, identificamos um aumento inesperado nas taxas de erro que afeta dois cenários de erro separados. Suspeitamos que isso possa estar contribuindo para a criação de impacto, e estamos realizando uma análise adicional para confirmar isso.
O que fazer se eu tiver sido afetado pelo problema?
A Microsoft já está trabalhando em uma correção, mas não deu prazo para o problema ser solucionado. Para quem está tendo problemas, uma dica temporária consiste em tentar o acesso à versão web do Outlook (via navegador). Para alguns usuários, essa opção está funcionando normalmente.
Já usar outro cliente de e-mail como alternativa pode não surtir efeito. Isso porque também há relatos de problemas no Outlook com apps de terceiros.
Oppo Find X9 Pro na cor titânio-grafite (Imagem: Ana Marques / Tecnoblog)
O Find X9 Pro é a aposta da marca chinesa Oppo para o segmento ultra-premium no Brasil. O smartphone é o primeiro flagship da empresa lançado oficialmente por aqui, e chega por R$ 11.999 para disputar mercado com Apple, Samsung e Xiaomi.
O grande chamariz é o conjunto de câmeras com recursos profissionais e assinatura Hassenblad, que superou o S26 Ultra e o Xiaomi 17 Ultra no ranking do DXOMark.
Mas pude notar que o Find X9 Pro é bem mais que um cameraphone, se destacando no desempenho, bateria, design e otimização da interface.
Eu usei o Oppo Find X9 Pro como meu celular principal por 10 dias, e conto todos os prós e contras do aparelho neste review completo, a seguir.
O Tecnoblog é um veículo jornalístico independente que ajuda as pessoas a tomarem sua próxima decisão de compra desde 2005. Nossas análises não têm intenção publicitária, por isso ressaltam os pontos positivos e negativos de cada produto. Nenhuma empresa pagou, revisou ou teve acesso antecipado a este conteúdo. O Find X9 Pro foi cedido por empréstimo pela Oppo e será devolvido após os testes. Para mais informações, acesse a nossa Política Editorial.
O que vem na caixa do Oppo Find X9 Pro?
A Oppo entrega uma experiência bastante completa para quem compra o Find X9 Pro. Ao abrir a caixa, além do aparelho, você encontra o guia rápido do telefone, uma capinha de silicone e a chave extratora da bandeja de chip.
Mas o destaque mesmo vai para o carregador de 80 W com cabo USB-A/USB-C, que também acompanha o produto.
Design elegante e funcional
O Oppo Find X9 Pro é um smartphone que passa sensação premium já na primeira olhada. A unidade que eu testei é na cor titânio grafite, um tom sóbrio entre o marrom e o cinza, mas ele também está disponível na cor branca.
A traseira do smartphone é revestida por vidro, e conta com proteção contra marcas de dedos. O material tem toque aveludado e possibilita uma pegada firme, nada escorregadia, o que é bom para quem não curte usar capinha, como eu.
A marca Oppo também aparece na parte de trás do celular, em um leve relevo, bem como o “H” de Hasselblad que fica junto às câmeras.
Oppo Find X9 Pro tem câmeras Hasselblad (Imagem: Ana Marques / Tecnoblog)
E por falar no módulo de câmeras, apesar de saltado, ele não prejudica a estabilidade do aparelho quando apoiado sobre uma superfície plana, como uma mesa. Esse foi um ponto negativo do S26 Ultra, por exemplo, e não se repete aqui.
Nas laterais, há uma moldura em alumínio. Na direita ficam os botões físicos de Liga/Desliga, volume e um botão deslizante dedicado à câmera, que a ativa com dois toques rápidos, funciona como controle de zoom e permite disparar o obturador.
Já na esquerda, temos a Snap Key, que pode ser mapeada para acionar diversas funções, algo semelhante ao Botão de Ação dos iPhones. Você pode usar essa tecla para alterar o modo de toque para silencioso ou vibração, para ativar ou desativar o Não Perturbe, ligar ou desligar a lanterna e por aí vai.
Tecla lateral de ação (Snap Key) do Oppo Find X9 Pro (Imagem: Ana Marques / Tecnoblog)
O Find X9 Pro tem certificação IP68/IP69 contra água e poeira, que em condições de laboratório permite submersão em água doce até 1,5 m por 30 minutos e também protege o celular contra jatos de água de alta pressão.
Na parte frontal, o smartphone conta com proteção Gorilla Glass Victus 2, resistente a quedas e riscos. Nesse quesito, vale ressaltar que a Corning trabalha com proteções mais avançadas para a Samsung (Gorilla Armor) e Apple (Ceramic Shield).
Tela entrega alto brilho, cores vivas e imersão
A tela LTPO AMOLED do Oppo Find X9 Pro me agradou bastante pelo tamanho, cores e brilho. O display de 6,78 polegadas tem bordas extremamente finas, de apenas 1,15 mm, que contribuem para a sensação de imersão no conteúdo e para a ergonomia ao utilizar o aparelho com só uma mão.
A taxa de atualização é de 120 Hz, que proporciona sensação de fluidez gráfica, algo que é acentuado pela otimização de animações do sistema ColorOS.
Oppo Find X9 Pro na cor branca (Imagem: Ana Marques / Tecnoblog)
Além disso, o painel tem suporte a Dolby Vision e HDR10+, garantindo maior alcance de brilho, contraste refinado e cores mais fiéis em conteúdos compatíveis.
E por falar em cores, esse é um painel de 10 bits — isto é, 1.07 bilhão de cores — em comparação, o S26 Ultra traz uma tela 8-bit.
O smartphone tem brilho típico de 800 nits, e chega a 1800 nits no modo de alto brilho (HBM), garantindo boa visibilidade mesmo quando você usa o celular sob o sol forte, o que eu pude comprovar durante os testes. Já o brilho máximo em pico é de 3.600 nits, para conteúdos HDR, por exemplo, melhorando o contraste e destacando áreas iluminadas da imagem.
Tela do Oppo Find X9 Pro é AMOLED e tem 6,78 polegadas (Imagem: Ana Marques / Tecnoblog)
Além disso, a Oppo utiliza um display com PWM de 2160 Hz, o que ajuda a reduzir a cintilação e pode proporcionar mais conforto visual, especialmente em ambientes com brilho baixo.
E não podemos esquecer do sensor de digitais que fica abaixo do display. Ele é bastante rápido no desbloqueio, entregando boa sensibilidade até mesmo quando as mãos estão molhadas.
Áudio peca em médios e graves
O áudio foi um dos poucos pontos baixos da minha experiência com o Oppo Find X9 Pro. Durante os testes, pude comparar o smartphone ao Galaxy S26 Ultra, e a diferença é significativa, com pontos para a Samsung.
Com dois alto-falantes estéreo, um na parte superior e outro na parte inferior do aparelho, o Find X9 Pro peca em graves e médios, entregando som agudizado, apesar do volume alto.
Em séries e filmes, esse problema não é tão evidente a ponto de comprometer a experiência. No entanto, em músicas onde os graves são mais presentes, é bastante perceptível a carência de um som mais encorpado.
Câmeras: mil e uma possibilidades
As câmeras do Oppo Find X9 Pro são realmente excelentes, não à toa o smartphone está à frente do S26 Ultra e Xiaomi 17 Ultra no ranking do DXOMark. O conjunto conta com assinatura da Hasselblad e entrega as seguintes especificações:
50 MP (ultrawide); f/2.0; 120°
50 MP (grande-angular); f/1.5; 84°; OIS
200 MP (telefoto); f/2.1; 34°; OIS
2 MP (auxiliar monocromática); f/2.4; 88°
Já na parte frontal, temos outra câmera com sensor de 50 megapixels, mas com abertura de lente f/2.0 e ângulo de visão de 90º.
Não posso deixar de ressaltar também o software de câmera do Find X9 Pro que traz um universo de possibilidades para entusiastas de fotografia: desde o modo mestre, que permite personalizar parâmetros como exposição, balanço de branco e ISO, até o vídeo profissional, que permite gravar em LOG para obter um material bruto visualmente sem perdas.
Recursos de câmera do Oppo Find X9 Pro (Imagem: Ana Marques / Tecnoblog)
As imagens capturadas com o Oppo Find X9 Pro são ricas em detalhes, preservando texturas, sombras e cores. E, apesar do excelente time de lentes e sensores, é possível ver o pós-processamento trabalhando firme por aqui.
Para usuários comuns, que não estão afim de explorar muita coisa, o modo foto identifica automaticamente a cena para indicar o modo macro, e as opções de troca de lente são intuitivas, e a Oppo também traz o Modo Retrato convencional, que desfoca o fundo da imagem facilmente.
Veja alguns resultados que eu consegui a seguir:
O Find X9 Pro faz vídeos em até 4K a 120 fps / 60 fps / 30 fps com a câmera traseira. Ele oferece zoom óptico de até 3x e digital de 18x.
O modo ultra-estável funciona bem quando a iluminação ajuda, mas ele não traz o bloqueio horizontal, como vemos em aparelhos da Samsung e Motorola.
À noite, o nível de ruído é bem controlado, e as cores me impressionaram por continuarem vibrantes. A lente principal consegue entregar um bom nível de detalhes e maior estabilidade, enquanto a ultrawide sofre um pouco para focar em objetos que se movem em cena e acaba trepidando com qualquer movimento.
A câmera de selfies faz vídeos em 4K a 60 fps, que entregam cores bastante fiéis à realidade.
Kit Teleconversor Hasselblad
A Oppo também apresentou o kit teleconversor Hasselblad, que permite adicionar uma extensão à câmera periscópica do Find X9 Pro. Com o acessório, que é acoplado a uma capinha magnética, a distância focal passa a 230 mm, e é possível chegar zoom óptico de 10x.
Para usar, você precisa acessar as configurações de câmera do Find X9 Pro e escolher o modo Teleconversor Hasselblad.
Kit teleconversor Hasselblad (Imagem: Ana Marques / Tecnoblog)
É algo essencial? Definitivamente, não. Mas para amantes de fotografia, é um souvenir interessante, que pode agregar em fotos de objetos distantes ao ar livre.
Um ponto negativo é que ao usar o acessório, você é condicionado ao modo automático, sem possibilidade de mudar o formato do arquivo para JPEG Max ou RAW.
Vale ressaltar que a Oppo não tem previsão para vender o kit teleconversor de forma oficial no mercado brasileiro. No entanto, você o encontra para importação em plataformas como eBay e AliExpress por a partir de R$ 1.300.
Sistema e recursos: fluidez surpreendente com ColorOS
Um dos pontos que mais me agradou no Oppo Find X9 Pro foi o ColorOS 16, baseado no Android 16. O sistema que vem embarcado no smartphone é bem otimizado, altamente personalizável e entrega uma experiência fluida, com animações e transições suaves, algo bem próxima ao que eu tenho no dia a dia com meu iPhone.
Arrisco dizer que a interface personalizada da Oppo é mais fluida que a popular One UI 8.5, presente nos celulares Galaxy — pelo menos essa é a sensação ao utilizar ambas ao mesmo tempo — apesar da Samsung ganhar em consistência/recursos de uma forma mais ampla.
Oppo Find X9 Pro roda ColorOS 16 com Android 16 (Imagem: Ana Marques / Tecnoblog)
Por falar em recursos, o ColorOS também traz IA integrada, e é possível encontrá-la em diversas partes do sistema, como na galeria de fotos, no próprio processamento das imagens durante a captura e no gravador de voz, que reconhece a fala e é capaz de gerar títulos e resumos automaticamente.
Um destaque de IA é o recurso AI Mind Space, uma espécie de segundo cérbero que captura, organiza e transforma informações do seu dia a dia em memórias estruturadas e acionáveis.
A Oppo promete cinco anos de atualização de versão do Android, o que não é pouco, mas é menos que as concorrentes Samsung e Motorola em seus respectivos smartphones topo de linha de 2026.
Assim como a linha Galaxy S26, o Oppo Find X9 Pro é um dos primeiros smartphones a receber a integração do Quick Share com AirDrop da Apple, para transferência de arquivos. Entretanto, até o final dos meus testes, a função não tinha sido disponibilizada no Brasil.
Esse poderia ser um contra, mas não foi, pois a Oppo já conta com um sistema de transferência bastante eficiente chamado O+Connect, que permite conectar o celular a um Mac ou iPhone, desde que este também tenha o software instalado. Desse modo, é bem mais fácil trabalhar com envio de fotos, vídeos e documentos.
Desempenho otimizado e eficiência energética
O Oppo Find X9 Pro vem equipado com o processador MediaTek Dimensity 9500, um chip topo de linha fabricado em litografia de 3 nm, que trabalha em conjunto com 16 GB de memória RAM. Já o armazenamento é de 512 GB no padrão UFS 4.1, o mais moderno disponível em smartphones até a publicação desse review. O resultado é uma performance fluida, sem o menor sinal de engasgo, e um ótimo gerenciamento de energia.
Todas as funções rodam de forma satisfatória, inclusive as mais complexas, multi-tarefas e que exigem maior poder gráfico, como jogos e edição de vídeo.
Jogando Genshin Impact no Oppo Find X9 Pro (Imagem: Ana Marques / Tecnoblog)
Em meus testes, usei o Oppo Find X9 Pro para rodar os jogos Genshin Impact e Call of Duty: Mobile por, em média, meia hora, e o celular conseguiu executar tudo no máximo, sem queda de fps ou superaquecimento. O único momento em que o celular esquentou um pouquinho mais foi ao fazer o download de recursos para os jogos, chegando a 48ºC (CPU). Durante o carregamento, a temperatura máxima da bateria foi 38ºC.
No Geekbench 6, o celular da Oppo chegou a 2602 no teste single-core e 7451 em multi-core. Já o teste de GPU resultou em 24454 pontos. Para fins de comparação, o Galaxy S26 Ultra com Snapdragon 8 Elite Gen 5 for Galaxy fez 3592 em single-core e 10964 em multi-core, além de 24715 em GPU OpenCL.
Geekbench 6 no Oppo Find X9 Pro (Imagem: Ana Marques / Tecnoblog)
Bateria para dois dias longe das tomadas
Em bateria, o Oppo Find X9 Pro é um dos grandes destaques do modelo. O componente é feito em silício-carbono e tem capacidade para 7.500 mAh — número que chama a atenção, e isso sem comprometer a espessura do aparelho.
Durante os testes do Tecnoblog, a duração média da bateria foi de 40 horas e 20 minutos. Praticamente 2 dias longe das tomadas, sem preocupações, em uso real, combinando tela ligada e períodos de descanso. Nesse período, usei o que mais usei foi Instagram, WhatsApp, câmeras, Spotify, Netflix, além de apps de produtividade, como Notion e Clickup.
AccuBattery mostrando expectativa de bateria no Oppo Find X9 Pro (Imagem: Ana Marques / Tecnoblog)
Na recarga, o carregador de 80 W que acompanha a caixa do produto enche o tanque em 1 hora e 45 minutos. O carregamento com tecnologia SUPERVOOC é especialmente interessante para quando precisamos daquele fôlego extra em períodos curtos de recarga, indo de 18% a 54% em apenas 25 minutos.
Conectividade: (quase) tudo o que se espera de um flagship
O Oppo Find X9 Pro tem praticamente tudo o que é esperado de um smartphone topo de linha em termos de conectividade, incluindo tecnologias com os padrões mais recentes, ágeis e estáveis. A ficha técnica inclui Bluetooth 6.0, Wi-Fi 7, 5G e e-SIM.
Também estão presentes NFC, para pagamento por aproximação, e sensor infravermelho, que permite usar o celular como controle remoto.
O aparelho só não é nota 10 nesse quesito porque não traz a tecnologia ultra wideband (UWB) para rastrear objetos com precisão como os concorrentes da Apple e Samsung.
Vale a pena comprar o Oppo Find X9 Pro?
O Oppo Find X9 Pro é um smartphone excelente, com câmeras avançadas, bateria de longa duração, sistema bem otimizado e com processador de alto desempenho. Dito isso, recomendá-lo deveria ser uma tarefa fácil, certo?
Errado: o preço dificulta um pouco as coisas. Por R$ 11.999, é complicado apostar em um grande sucesso do aparelho no Brasil, ainda mais em um mercado dominado por Apple e Samsung.
Como esse é o primeiro flagship da marca a chegar ao mercado nacional, ainda não sabemos como será a evolução de preços do smartphone por aqui — se teremos uma queda acentuada até o meio do ano ou na Black Friday, por exemplo.
De todo modo, se eu tivesse essa grana sobrando e fosse comprar um dos celulares Android vendidos oficialmente no país, essa provavelmente seria a minha escolha em 2026. E eu digo isso depois de testar o S26 Ultra, que é um concorrente de peso.
Se você busca um celular para fotos e vídeos profissionais, o Oppo Find X9 Pro é uma escolha acertada. Não só pelas câmeras, mas pela autonomia que ele entrega e pelo poder de fogo.
Mas e você, o que achou desse smartphone? Não esquece de deixar a sua opinião na Comunidade do Tecnoblog!
Contas gratuitas do Google ficam de fora (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
O Google liberou a criptografia de ponta a ponta no aplicativo do Gmail para Android e iPhone. O recurso usa Criptografia do Lado do Cliente e impede o acesso do Google ao conteúdo das mensagens.
O recurso vale para contas corporativas e instituições de ensino. O acesso exige Workspace Enterprise Plus, Education Plus ou Education Standard, mais os complementos Assured Controls ou Assured Controls Plus.
O administrador de TI ativa a função no servidor. No app do Gmail, o usuário toca em novo e-mail, depois no ícone de cadeado e na opção “Criptografia adicional”. O recurso já está disponível no Brasil.
O Google expandiu a tecnologia de criptografia de ponta a ponta para o aplicativo oficial do Gmail nos celulares. A partir de agora, usuários de Android e iPhone ganham uma camada extra de proteção que garante a confidencialidade de dados sigilosos no ambiente corporativo. O bloqueio impede até mesmo a própria gigante de buscas ou terceiros de acessarem ou interceptarem o conteúdo das mensagens.
Segundo detalhes divulgados no blog oficial do Google Workspace, a novidade permite redigir e ler emails de alta segurança direto pelo aplicativo móvel. A grande sacada é a praticidade: a empresa eliminou a necessidade de softwares adicionais ou chaves de decodificação complexas.
Na prática, a ferramenta funciona sob o modelo de Criptografia do Lado do Cliente (CSE, na sigla em inglês). Diferentemente da proteção padrão do serviço — onde o Google gerencia as chaves criptográficas —, no modelo CSE é a própria organização que mantém o controle total, ou seja, essas chaves ficam armazenadas fora dos servidores do Google.
A versão web do Gmail já contava com o modelo CSE desde o início de 2023. A adaptação para os smartphones começou a ser testada em fase beta em abril de 2025 e chega agora em sua versão final.
Quem pode usar a nova criptografia do Gmail no celular?
Recurso de segurança exige assinaturas específicas (Imagem: Solen Feyissa/Unsplash)
Se você usa o e-mail tradicional do Google no dia a dia, não crie expectativas. O recurso não está disponível para contas gratuitas (com o sufixo @gmail.com) e também deixa de fora os planos básicos do Google Workspace. O foco aqui é o mercado corporativo e as instituições de ensino.
Para ter acesso, a organização precisa possuir licenças específicas (Workspace Enterprise Plus, Education Plus ou Education Standard). E não para por aí: a empresa também precisa ter adquirido alguns complementos (Assured Controls ou Assured Controls Plus). Sem esse combo comercial, a função nem aparece no aplicativo.
A experiência de quem recebe o email blindado também depende da plataforma. Se o destinatário também usar o aplicativo oficial do Gmail no celular, a mensagem será entregue e exibida como uma conversa normal na caixa de entrada, com toda a decodificação acontecendo silenciosamente em segundo plano. Mas e se a pessoa usar outro cliente de e-mail, como o Outlook? Aí o processo muda. O usuário recebe uma notificação e é direcionado para abrir, ler e responder à mensagem pelo navegador web do próprio smartphone.
Como ativar a criptografia adicional no Gmail?
A liberação exige que o departamento de TI dê o primeiro passo. Os administradores da rede precisam habilitar o suporte ao recurso para os clientes Android e iOS. Com tudo liberado no servidor, enviar uma mensagem blindada pelo celular é simples:
Abra o aplicativo do Gmail e toque no botão para criar uma nova mensagem;
Na tela de composição, toque no ícone de cadeado;
No menu suspenso, selecione a opção “Criptografia adicional”.
Usuários devem ativar opção “Criptografia adicional” antes de enviar mensagens (imagem: reprodução/Google)
A partir desse momento, tanto o texto digitado quanto qualquer anexo inserido serão criptografados no próprio aparelho, antes mesmo de começarem a trafegar pela internet.
O recurso já está disponível no Brasil?
A novidade já está liberada para o mercado brasileiro, mas segue a mesma cartilha global e não há período de testes gratuito para usuários comuns e empresas com planos mais acessíveis (como o Business Starter ou Business Standard). Qualquer corporação ou instituição de ensino no Brasil que assine o combo exigido já pode configurar e utilizar a ferramenta de criptografia em seus aparelhos móveis.
Galaxy S26 com tela de compartilhamento com aparelhos da Apple (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)Resumo
One UI 8.5 beta levará o suporte ao AirDrop para os Galaxy S23, S24, S25, Z Flip 5, 6 e 7, Z Fold 5, 6 e 7, e Galaxy A36.
O beta fica disponível na Índia, Coreia do Sul, Reino Unido e Estados Unidos.
No Brasil, o beta não está disponível, mas o Galaxy S26 já tem o recurso liberado desde março.
A troca de arquivos sem fio entre dispositivos Android e da Apple ficará mais acessível com o suporte ao AirDrop chegando para uma nova leva de celulares da Samsung. A lista de contemplados ganha o reforço das linhas Galaxy S23, S24 e S25, dos dobráveis Galaxy Z Flip e Z Fold das gerações 5, 6 e 7, e até do intermediário Galaxy A36.
A disponibilidade, contudo, ainda é restrita. A fabricante sul-coreana está levando o Programa Beta da One UI 8.5 — e, por tabela, a compatibilidade com o AirDrop — para uma lista considerável de aparelhos, mas o acesso, neste primeiro momento, ocorre apenas na Índia, Coreia do Sul, Reino Unido e Estados Unidos.
Quais celulares Galaxy vão funcionar com o AirDrop?
O anúncio da nova fase do programa de testes da One UI 8.5 inclui aparelhos com até três anos de mercado. Considerando a lista atual, o recurso de compartilhamento funcionará nos seguintes aparelhos:
Galaxy S23, S23 Plus, S23 Ultra e S23 FE
Galaxy S24, S24 Plus e S24 Ultra
Galaxy S25, S25 Plus e S25 Ultra
Galaxy Z Flip 5, Z Flip 6 e Z Flip 7
Galaxy Z Fold 5, Z Fold 6 e Z Fold 7
Galaxy A36
O grande destaque é o Galaxy A36: é a primeira vez que um smartphone intermediário da Samsung recebe um beta dessa magnitude, indicando que a função chegará a modelos mais acessíveis da marca.
Historicamente, o compartilhamento de arquivos entre as plataformas concorrentes sempre dependeu de gambiarras. Agora, a comunicação direta — gerenciada pelo Quick Share no lado do Android e pelo AirDrop no lado da Apple — alcançará milhões de novos usuários, resolvendo uma das principais dores de cabeça para o uso cotidiano.
Se um usuário de um Galaxy S23 ou S25 estiver no mesmo ambiente que amigos utilizando iPhones, por exemplo, o envio de fotos ou vídeos de uma viagem em grupo ocorre de maneira direta. A grande vantagem é que não há perda de qualidade no arquivo, eliminando a necessidade de usar mensageiros como o WhatsApp, que comprimem as mídias.
E no Brasil?
Galaxy A36 receberá o beta da One UI 8.5 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O Brasil ficou de fora desta nova fase de testes. O Programa Beta da One UI 8.5 segue restrito aos países listados acima. Sem o beta oficial em território nacional, os donos dos modelos contemplados precisarão aguardar o lançamento da versão final da atualização. A expectativa é que a One UI 8.5 comece a ser distribuída de forma estável para o público geral ainda no segundo trimestre de 2026.
Vale lembrar que, se você tem um Galaxy S26, não é preciso esperar. A atualização que ativou o AirDrop nesses modelos mais recentes já foi liberada e funciona no Brasil desde o fim de março. Nos nossos primeiros testes, notamos que funciona muito bem.
A tendência é que, nos próximos meses, outras marcas do universo Android também adotem a integração, derrubando de vez os muros entre os ecossistemas.
Recurso de troca de arquivos com iPhone chega a novos aparelhos via beta da One UI 8.5. No entanto, atualização está restrita à Índia, Coreia do Sul, Reino Unido e EUA.
Samsung avisa sobre compartilhamento com aparelhos da Apple (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Galaxy A36 foi anunciado em três cores: preto, lavanda e branco (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Funcionalidade é nativa do app Nubank (imagem: divulgação)Resumo
Nubank integrou Pix, débito e crédito ao pagamento por aproximação no app para Android.
Recurso permite pagar por NFC sem cartão físico e sem carteira digital.
O cliente poderá, inclusive, parcelar a compra no Pix em até 12 vezes.
O Nubank anunciou nesta terça-feira (07/04) a integração de Pix, débito e crédito no pagamento por aproximação. Agora, clientes poderão pagar compras presenciais apenas aproximando o celular de maquininhas compatíveis com NFC, sem precisar do cartão físico.
Geralmente, é necessário abrir o app, escanear um QR Code ou digitar uma chave para pagar com o Pix em lojas físicas. Com a mudança, o Pix passa a funcionar de forma semelhante a um cartão no app do Nubank, direto na aproximação.
Integração permite pagar sem cartão físico (imagem: divulgação)
O recurso é nativo do aplicativo — ou seja, não exige o cadastro em uma carteira digital, como o Google Wallet — e será liberado gradualmente para usuários de Android. No momento do pagamento, o cliente também poderá escolher o Pix parcelado em até 12 vezes.
A configuração é automática: ao acessar a função, o aplicativo cria um cartão virtual tokenizado, sem outras exigências. No entanto, em qualquer modalidade, a transação exige autenticação por biometria ou senha do dispositivo.
Segundo o Nubank, essa tokenização impede o compartilhamento dos dados reais do cartão com o estabelecimento.
Como vai funcionar?
Acesse “Aproximar para pagar” em Meus Cartões ou “Pix por aproximação” na área Pix do aplicativo;
O app criará automaticamente um cartão virtual tokenizado;
Aproxime o celular da maquininha compatível para concluir o pagamento.
Samsung Mensagens chega ao fim para dar espaço ao mensageiro do Google (imagem: reprodução/Samsung)Resumo
A Samsung encerrará o Samsung Mensagens a partir de julho de 2026. A data exata varia por modelo.
A Samsung recomenda migrar para o Google Mensagens, que oferece suporte nativo a RCS e ao Gemini.
A troca exige instalar o aplicativo na Play Store e defini-lo como padrão.
Se você tem um celular Galaxy, fique atento: o aplicativo Samsung Mensagens (ou Samsung Messages) será descontinuado a partir de julho. Em seu lugar entrará o Google Mensagens, que é oferecido há algum tempo como o mensageiro padrão do Android em muitos aparelhos com Google Play.
O Samsung Mensagens é um aplicativo para SMS e MMS que existe há bastante tempo em dispositivos Galaxy. A ferramenta recebeu alguns aprimoramentos com o passar do tempo, mas, nos últimos anos, passou a ser deixada de lado para dar espaço justamente ao Google Mensagens.
A descontinuação do Samsung Mensagens parecia ser só uma questão de tempo, portanto. E o momento chegou: a Samsung explica que o aplicativo deixará de ser oferecido a partir de julho de 2026.
A data exata do fim do suporte será exibida no aplicativo, uma vez que isso pode variar de acordo com o modelo do smartphone. Em celulares da linha Galaxy S26, o Samsung Mensagens já não pode ser baixado a partir da Galaxy Store.
O que donos de aparelhos Galaxy devem fazer?
Apesar de a descontinuação começar a valer em algum momento de julho, a Samsung já recomenda a migração para o Google Mensagens, que é um aplicativo mais moderno, oferecendo suporte nativo a RCS (Rich Communications Service) e ao Gemini, por exemplo.
Para tanto, basta baixar o Google Mensagens a partir da Play Store e, após a instalação, tocar no botão que torna o aplicativo o mensageiro padrão do sistema, substituindo o Samsung Mensagens.
Samsung Mensagens e Google Mensagens (Imagem: André Fogaça/Tecnoblog)
Dependendo da versão do seu Android, o próprio Samsung Mensagens poderá exibir uma notificação com orientações para a migração.
A Samsung alerta, porém, que o ícone do Google Mensagens pode não aparecer automaticamente na tela de início de dispositivos com Android 12 ou 13. Nessas circunstâncias, cabe ao usuário fixar esse ícone manualmente após a migração ser feita.
O Samsung Mensagens continuará sendo suportado para quem usa um celular com Android 11 ou anterior. Já nos relógios anteriores ao Galaxy Watch 4, as versões do sistema operacional Tizen disponíveis para eles não suportam o Google Mensagens, razão pela qual esses dispositivos não terão mais acesso ao histórico de mensagens do usuário.
Novidade garante que os apps não espionem quem você conhece (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
O Android 17 terá o Seletor de Contatos, que permite compartilhar contatos individuais sem conceder acesso à agenda completa.
O sistema atua como intermediário: o aplicativo recebe acesso temporário apenas aos registros e campos escolhidos, como e-mail ou telefone.
A versão final do Android 17, atualmente em fase beta, pode chegar entre junho e julho de 2026.
Os aplicativos móveis são conhecidos pela “fome” de dados pessoais, e cabe ao sistema impor limites a esse apetite. No ecossistema do Google, uma das permissões mais invasivas está com os dias contados: o Android 17 terá um novo Seletor de Contatos que deve dar ao usuário o controle que faltava há anos na gestão da agenda.
A mudança resolveria um problema crônico de privacidade: o modelo de permissões amplo demais, do tipo “tudo ou nada”. Atualmente, se você precisa compartilhar um único número de telefone com um aplicativo de entregas, por exemplo, o Android exige a permissão READ_CONTACTS, que entrega de bandeja nomes, e-mails, endereços, fotos e até anotações privadas de todos os seus contatos salvos para terceiros.
Com a atualização, o sistema passa a agir como um intermediário, permitindo a seleção de registros individuais sem que um app sequer saiba quem mais está na sua agenda.
Como vai funcionar o Seletor de Contatos do Android 17?
O funcionamento é inspirado no Seletor de Fotos, introduzido no Android 13. Em vez de o app enxergar toda a lista de contatos, haverá uma interface para pesquisar e selecionar apenas quem deseja compartilhar. No blog oficial, a gerente sênior de produto do Google, Roxanna Aliabadi Walker, afirma que a interface inclui uma barra de busca e suporte para seleção múltipla sem expor o restante da agenda.
Para o usuário, a experiência é transparente: após escolher as pessoas, basta tocar em “Concluído” e o aplicativo recebe um acesso temporário apenas àquelas informações. A ferramenta também reduz a sobrecarga do sistema. Isso significa menos gasto de bateria e memória em comparação ao método antigo, que exigia consultas individuais e lentas.
Assim que o app processa os dados, o acesso expira, impedindo que continue monitorando sua agenda em segundo plano.
Interface permite selecionar contatos individuais antes de compartilhar (imagem: reprodução/Google)
Mais controle para o usuário
Conforme reportado pelo portal MakeUseOf, a permissão de contatos era uma das poucas que ainda contava com acesso limitado no Android. Enquanto o acesso à localização e à galeria de fotos ganhou camadas de proteção nos últimos anos, a agenda permanecia uma caixa aberta aos desenvolvedores. O Android 17 permitirá solicitar apenas campos específicos.
Se um app precisa apenas do e-mail, o desenvolvedor vai poder configurar a solicitação para receber rigorosamente essa informação, e não o número de telefone ou a foto de perfil do contato. O Google reforça que a recomendação agora é pedir apenas o que é essencial para um recurso funcionar. “A abordagem antiga frequentemente concedia aos aplicativos mais dados do que o necessário”, admite a empresa.
Vale destacar que o Android 17 está atualmente em fase beta. Se o cronograma habitual do Google for seguido, a versão final deve chegar aos smartphones da linha Pixel e de outras fabricantes parceiras entre junho e julho de 2026.
Recurso do Spotify destaca relações entre músicas, artistas e processos criativos (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
Spotify lançou o SongDNA, recurso que exibe conexões entre músicas, artistas e processos criativos.
O SongDNA está em fase beta, mas já começou a ser disponibilizado para assinantes Premium em iOS e Android.
Novidade oferece informações sobre compositores, produtores e referências, além de permitir explorar outros projetos dos profissionais envolvidos.
O Spotify anunciou, nesta terça-feira (24/03), o SongDNA, uma nova funcionalidade que mostra as conexões entre músicas, artistas e processos criativos.
O recurso aparece diretamente na tela de reprodução e permite que usuários explorem informações detalhadas sobre cada faixa. A novidade ainda está em fase beta, mas já começou a ser liberada para assinantes Premium em dispositivos iOS e Android.
Segundo a empresa, a novidade deve chegar gradualmente a mais usuários até abril.
Como funciona o SongDNA?
A ferramenta surge como um cartão interativo ao rolar a tela da música que está sendo tocada. Basta tocar para visualizar os detalhes disponíveis nas faixas compatíveis.
O usuário tem acesso a dados sobre compositores, produtores e colaboradores envolvidos na criação da música, além de referências como samples, interpolações e versões derivadas.
De acordo com o Spotify, “ao tocar no cartão do SongDNA, você pode explorar os compositores, produtores e colaboradores por trás de uma música, além de ver samples e interpolações que moldaram seu som e navegar pelos covers que ela inspirou”.
A funcionalidade também permite navegar entre conexões criativas. Ao clicar em um dos nomes listados, é possível descobrir outros projetos em que aquele profissional atuou, criando uma rede de exploração musical baseada em relações entre diferentes obras, épocas e estilos.
SongDNA permite explorar colaboradores, influências e conexões (imagem: divulgação)
A chefe de parcerias com compositores e editoras do Spotify, Jacqueline Ankner, afirmou que o SongDNA foi “projetado para tornar mais transparente a linhagem criativa de uma música, permitindo que fãs explorem as pessoas e influências por trás da música que amam”.
Segundo ela, ao reunir colaboradores, samples e versões em um só lugar, a ferramenta facilita a descoberta e reconhece o papel de profissionais envolvidos na criação.
Além de beneficiar ouvintes, o SongDNA também pode ampliar a visibilidade de profissionais que atuam nos bastidores da música, como produtores, engenheiros e compositores. De acordo com a empresa, as informações exibidas combinam dados fornecidos por artistas e equipes com contribuições da comunidade.
WhatsApp testa mensagens que se apagam após serem lidas (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
WhatsApp testa recurso para apagar mensagens 15 minutos após serem lidas ou 24 horas após envio se não lidas;
funcionalidade foi encontrada na versão beta 2.26.12.2 para Android e apaga a mensagem também no celular de quem a enviou;
no momento, recurso está em fase de teste, sem prazo definido para lançamento.
Entre os recursos que os desenvolvedores do WhatsApp vêm testando, este é um que deve agradar em cheio a quem se preocupa com privacidade ou costuma compartilhar informações sensíveis: uma opção que faz uma mensagem sumir do mensageiro logo depois de ela ser lida pelo destinatário.
Trata-se de mais uma função em teste que foi encontrada pelo WABetaInfo, desta vez na versão 2.26.12.2 do WhatsApp beta para Android.
Na prática, a novidade é uma extensão do recurso de mensagens temporárias do WhatsApp. Nessa funcionalidade, o usuário pode escolher se a mensagem será apagada automaticamente após 24 horas, 7 dias ou 90 dias desde o seu envio.
Com a extensão do recurso, o usuário conta com a opção de eliminação da mensagem após a sua leitura pelo destinatário de acordo com a seguinte dinâmica: a mensagem é apagada 15 minutos após ser lida; se a mensagem não for lida, ela desaparecerá automaticamente 24 horas após a sua emissão.
A mensagem também é apagada no celular de quem a enviou. Isso ocorre 15 minutos após o envio, tenha ela sido lida pelo destinatário ou não. Outro detalhe importante é que a novidade também funciona se o recurso de confirmação de leitura estiver desativado.
Função que apaga mensagens após a leitura no WhatsApp (imagem: reprodução/WABetaInfo)
Quando mensagens que se apagam após a leitura chegarão ao WhatsApp?
O recurso está na fase de teste e desenvolvimento, portanto, não há prazo para o seu o lançamento. Pode até acontecer de a novidade ter alguma característica alterada antes de sua liberação geral.
Esse tipo de mudança não é incomum. Basta levarmos em conta, como exemplo, que mensagens temporárias com curta duração estão em teste no WhatsApp pelo menos desde agosto de 2025. A “autodestruição” de mensagens após a leitura parece ser um ajuste da função encontrada naquela época.
Também existe a possibilidade de a autoexclusão de mensagens após a leitura nem ser lançada pelo WhatsApp. Mas, como concorrentes como o Telegram são mais avançados nesse quesito, eu apostaria no lançamento para um futuro não muito distante — talvez ainda em 2026.
WhatsApp quer facilitar comunicação entre pessoas que não falam a mesma língua (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
O WhatsApp está desenvolvendo tradução automática de mensagens para iOS em 21 idiomas, presente na versão beta 26.11.10.70.
A tradução funciona localmente, mantendo a criptografia de ponta a ponta, e pode ser ativada para cada contato ou grupo.
O recurso já está disponível no Android desde setembro de 2025.
O WhatsApp está trabalhando em uma ferramenta para traduzir automaticamente mensagens de grupos e de contatos, compatível com 21 diferentes idiomas. A funcionalidade está presente no código de uma versão beta para iOS.
O site especializado WABetaInfo encontrou o recurso durante uma análise da versão 26.11.10.70 do aplicativo. Ainda não existe uma previsão para o lançamento oficial.
Mensagens são traduzidas automaticamente, mas é possível reverter o texto para o idioma original (imagem: reprodução/WABetaInfo)
O WABetaInfo compartilhou algumas telas de como seria o tradutor do WhatsApp. A opção fica dentro das configurações da conversa, podendo ser ativada de maneira independente para cada contato ou grupo.
Ao ativar a ferramenta, o usuário seleciona o idioma original das mensagens recebidas e o idioma no qual deseja ler o conteúdo. Também é possível selecionar o texto e, nas opções do menu de contexto, desfazer a tradução e visualizar o que foi escrito na língua original.
O WhatsApp recorrerá a ferramentas de tradução que rodam localmente, o que dispensa que as mensagens sejam enviadas a um serviço na nuvem. Com isso, a criptografia de ponta a ponta não fica comprometida.
WhatsApp já oferece este recurso no Android
A automatização das traduções é uma novidade no iPhone e no iPad, mas não no Android. No sistema do Google, selecione a mensagem desejada, toque nos três pontos no canto superior direito da tela e escolha a opção para traduzir. Depois, aponte quais são os idiomas desejados. No último passo, é possível ativar a tradução automática para as próximas mensagens recebidas.
No iOS, o caminho é parecido — selecione a mensagem desejada, toque em “Mais” no menu suspenso e, depois, toque em “Traduzir”. Aí, basta escolher os idiomas e baixar os pacotes correspondentes.
Android permite instalação por fora da Play Store (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
O Android exigirá um intervalo de 24 horas para instalação de APKs de desenvolvedores não verificados, visando combater golpes e proteger usuários.
A mudança, válida a partir de setembro de 2026, impõe barreiras ao sideloading sem verificação de identidade dos desenvolvedores, em uma tentativa de evitar a distribuição anônima de apps maliciosos.
A exigência gerou polêmica entre lojas alternativas e desenvolvedores amadores, devido a complicações e custos adicionais.
A solução do Google para a instalação direta de aplicativos de desenvolvedores não verificados é fazer o usuário esperar — literalmente. Para liberar o sideloading, o Android vai impor um intervalo de 24 horas até a autorização.
Nova regra do Google para apps Android gerou críticas (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Caso o usuário queira instalar um APK não verificado, ele precisa seguir estes passos:
Ativar o modo de desenvolvedor nas configurações do sistema.
Confirmar que você não está fazendo isso por influência de outra pessoa.
Reiniciar o telefone e refazer a autenticação.
Aguardar 24 horas.
Confirmar a identidade com biometria ou senha do dispositivo.
Optar por uma autorização temporária de 7 dias ou uma autorização definitiva.
Instalar o aplicativo.
Mesmo depois desse processo, o Android continuará alertando o usuário ao tentar instalar um app não verificado, mas será possível prosseguir com a tarefa.
Por que esperar 24 horas para instalar um app?
De acordo com Sameer Samat, presidente de ecossistema Android no Google, a obrigatoriedade do intervalo de 24 horas visa proteger o usuário.
“Achamos que fica muito mais difícil persistir em um ataque. Nesse tempo, você provavelmente ficará sabendo que seu ente querido não foi preso ou que sua conta bancária não está sendo invadida”, diz Samat ao Ars Technica.
O que vai mudar no Android?
As mudanças anunciadas em agosto de 2025 vão impedir a instalação direta (sideloading) de aplicativos sem verificação de identidade dos desenvolvedores. A medida começa a valer em setembro de 2026 nos dispositivos Android com Google Play Protect e apps do Google pré-instalados.
Segundo a empresa, a restrição visa combater a distribuição anônima de apps e, como consequência, impedir que agentes mal-intencionados usem essa tática para espalhar malware, cometer fraudes e roubar dados.
É importante notar que a verificação de identidade não é uma análise do app em si, mas sim um “cara, crachá” para cadastrar quem criou aquele app. A empresa afirma que, assim, pode descobrir quem é o responsável por um software malicioso, atualizar sua base de dados e impedir que outras pessoas instalem programas daquele mesmo autor.
Por que a mudança gerou polêmica?
Site do projeto F-Droid (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
A exigência gerou uma reação negativa da comunidade Android, com duas críticas principais.
A primeira veio de lojas alternativas, como a F-Droid, que hospeda e distribui aplicativos FOSS (livres e de código aberto). Desenvolvedores por trás do projeto afirmaram que não seria possível se adequar ao processo, ficando somente a alternativa de encerrar as atividades.
A segunda veio de estudantes e desenvolvedores amadores, que passaram a temer uma complicação extra em suas atividades. O Google deve anunciar, em breve, uma solução para esse caso, com contas gratuitas para distribuição de apps a até 20 dispositivos.
Nova linha traz visual premium e corpo resistente (imagem: divulgação/Xiaomi)Resumo
Xiaomi anunciou a nova linha Poco X8 Pro com três versões, incluindo modelo Max e edição especial do Homem de Ferro.
Os smartphones trazem chips MediaTek Dimensity inéditos, baterias grandes e carregamento rápido de 100 W.
Poco X8 Pro já foi homologado pela Anatel, mas ainda não há informação sobre o preço; em marketplaces, ele é encontrado por cerca de R$ 3 mil.
A Poco, marca da Xiaomi, lança globalmente nesta terça-feira (17/03) a nova geração de smartphones da linha X: a série Poco X8 Pro. A família inclui os modelos Poco X8 Pro, Poco X8 Pro Max e uma edição especial temática do Homem de Ferro.
Ainda não se sabe se os três modelos serão oficialmente lançados no Brasil, mas o X8 Pro está homologado na Anatel desde o mês passado. Os preços para o mercado nacional devem ser anunciados em evento marcado para as 20h de hoje.
Os aparelhos trazem hardware avançado, baterias de alta capacidade e design atualizado, em uma tentativa de acirrar a concorrência na categoria. A proposta é reforçar a presença da empresa no segmento de alto desempenho, com foco em público gamer e usuários mais exigentes.
Desempenho e resfriamento líquido
O Poco X8 Pro Max marca a estreia global do processador Dimensity 9500s, da MediaTek. Fabricado no processo de 3 nanômetros, o chip atinge até 3,73 GHz. Segundo a fabricante, o hardware garante mais de 3 milhões de pontos em testes de benchmark no AnTuTu.
O modelo padrão, Poco X8 Pro, é equipado com o também inédito Dimensity 8500-Ultra, que promete um salto de 25% no desempenho gráfico em comparação à geração passada, além de maior eficiência energética.
Ambas as versões oferecem suporte a ray tracing via hardware para entregar iluminação mais realista em jogos compatíveis. Para controlar a temperatura durante o uso intenso, os dispositivos utilizam sistemas de resfriamento líquido.
Maior bateria e recarga de 100 W
Bateria do Poco X8 Pro Max promete até dois dias longe da tomada (imagem: divulgação/Xiaomi)
A nova linha se destaca em autonomia. O Poco X8 Pro Max é equipado com a maior bateria da história da marca, com 8.500 mAh e promessa de até dois dias de uso com uma única carga. A célula de energia foi projetada para manter mais de 80% da saúde mesmo após 1.600 ciclos, garantindo maior longevidade. Já o Poco X8 Pro traz uma bateria de silício-carbono de 6.500 mAh.
Toda a linha suporta carregamento rápido HyperCharge de 100 W e carregamento reverso de 27 W, permitindo que o celular funcione como um power bank para recarregar outros eletrônicos.
Telas mais brilhantes e RGB
Os dois aparelhos contam com painéis com picos de brilho de até 3.500 nits, garantindo ótima visibilidade em ambientes externos. O Poco X8 Pro, com tela de 6,59 polegadas, apresenta um ganho adicional de 20% em eficiência luminosa em relação à geração anterior.
A versão Max traz um painel de 6,83 polegadas, mas ambos suportam escurecimento PWM de 3.840 Hz para maior conforto ocular, além de áudio estéreo com Dolby Atmos.
No design, os novos smartphones se destacam pelas bordas ultrafinas. A fabricante também incluiu iluminação RGB dinâmica na traseira, que reage a notificações, jogos, música e uso da câmera. A durabilidade é reforçada com vidro Corning Gorilla Glass 7i e certificações IP66, IP68, IP69 e IP69K contra água e poeira.
Câmeras e conectividade
O conjunto fotográfico traz melhorias em IA, câmeras principais de 50 MP — com o sensor Light Fusion 600 no modelo Max e o Sony IMX882 no Poco X8 Pro — e lentes frontais de 20 MP. Rodando o Xiaomi HyperOS 3, os aparelhos contam com o recurso HyperIsland, que amplia as interações em tempo real no topo da tela.
A linha também traz integração com o Google Gemini e a ferramenta Circle to Search. Outro diferencial é a comunicação offline, que permite chamadas de voz a curtas distâncias mesmo sem rede de operadora. A versão Pro Max também suporta eSIM.
Edição especial de Homem de Ferro
Estendendo a parceria com a Marvel, a empresa revelou ainda o Poco X8 Pro – Edição Homem de Ferro. O aparelho traz design exclusivo em preto com detalhes dourados, com uma interface de sistema totalmente personalizada para os fãs da franquia.
Edição especial da Marvel chega em versão única (imagem: divulgação/Xiaomi)
Qual é a expectativa de preço?
No mercado internacional, o Poco X8 Pro começa a ser vendido por US$ 299 (cerca de R$ 1.564, em conversão direta) na versão de 8 GB de RAM e 256 GB de armazenamento. O Poco X8 Pro Max tem preço inicial de US$ 429 (aproximadamente R$ 2.236).
Já a versão do Homem de Ferro, ainda sem preço revelado, será comercializada apenas na configuração de 12 GB de RAM e 512 GB de espaço interno.
Alguns varejistas e marketplaces já começam a listar os aparelhos por importação. Nesses canais, o Poco X8 Pro aparece perto da faixa dos R$ 3 mil, enquanto a versão Max é encontrada por mais de R$ 4 mil.
Novo smartphone da subsidiária da Xiaomi tem bateria de 6.500 mAh. Modelos apostam em chips inéditos da MediaTek, ferramentas de inteligência artificial e construção robusta.
WhatsApp já testa conversas com quem não tem conta no serviço (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
WhatsApp testa modo de convidado que permite chats via navegador com pessoas sem conta no serviço;
modo de convidado gera um identificador único e criptografia ponta a ponta, mas não suporta grupos, fotos, vídeos ou chamadas;
chats com convidados expiram após dez dias de inatividade; lançamento oficial ainda não tem data definida.
O WhatsApp está testando uma função de chat para convidados, tanto no Android quanto no iOS. A ideia é permitir que você possa estabelecer uma conversa com uma pessoa que não tem conta no serviço, sem que ela tenha que baixar o app oficial para iniciar a comunicação. Tudo é feito via web.
A funcionalidade de convidado no WhatsApp foi encontrada pelo WABetaInfo em agosto de 2025, em uma versão beta do mensageiro para Android. Agora, o veículo descobriu que o recurso evoluiu e, como tal, está sendo testado com um número restrito de usuários do WhatsApp para Android e iOS.
Os usuários que têm acesso à novidade podem convidar pessoas que não têm conta no mensageiro para estabelecer um chat que é realizado via navegador. Neste caso, o link é enviado ao convidado via SMS.
Quando o link é aberto, o que pode ser feito tanto em um celular quanto no desktop, o destinatário tem a opção de baixar o aplicativo do WhatsApp para iniciar a conversa ou continuar como convidado, com a conversa sendo realizada via navegador, como já ficou claro.
No modo de convidado, o WhatsApp gera um identificador único para o destinatário. Com base nessa informação, chaves criptográficas também são geradas para que o chat seja protegido com criptografia ponta a ponta. Na sequência, o serviço pede para o convidado informar um nome. A partir daí, a conversa tem início.
Um modo de convidado no WhatsApp faz sentido?
Em países como o Brasil, onde o número de usuários do WhatsApp é tão grande que faz parecer que todo mundo usa o serviço, o modo de convidado pode não ser tão interessante assim.
Mas em países como os Estados Unidos, onde a comunicação instantânea é feita com mais frequência via SMS ou iMessage, por exemplo, a novidade pode ser mais útil, pois o número de usuários do WhatsApp não é tão grande por lá.
Além disso, o modo de convidado pode ser útil como um “quebra-galho” para quem está trocando de número telefônico ou usando um SIM card temporário, por exemplo.
Modo de convidado no WhatsApp (imagem: reprodução/WABetaInfo)
Modo de convidado é bastante limitado
O modo de convidado do WhatsApp foca no essencial: a interação por mensagens. Por isso, a novidade não suporta recursos como grupos, fotos, vídeos e chamadas de voz ou vídeo. Figurinhas e mensagens de voz são suportadas, porém.
Leve em conta ainda que os chats com convidados expiram quando completam dez dias de inatividade. Quando isso ocorre, é necessário criar um novo convite de convidado para a comunicação continuar.
Quando o modo de convidado vai ser lançado no WhatsApp?
Ainda não há data oficial para isso. Pode até acontecer de, no fim das contas, o recurso nunca chegar ao mensageiro. Mas há boas chances de que o lançamento seja feito, talvez ainda em 2026. Isso porque o recurso aparenta estar em fase avançada de desenvolvimento. Fiquemos de olho.
Motorola Signature é a aposta da marca para brigar com segmento superior de celulares (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)Resumo
O presidente da Motorola, Sérgio Buniac, afirma que atualizações de Android não são prioridade para todos os consumidores, destacando que podem até prejudicar o desempenho.
A Motorola lançou o Signature, prometendo sete atualizações do Android, mas não aplicará essa política a todos os modelos.
A empresa enfatiza a importância das atualizações de segurança, destacando parceria com a GrapheneOS Foundation para melhorar a segurança do sistema operacional.
A Motorola mirou o segmento ultra-premium com seu mais novo lançamento, o Signature. Um dos destaques do aparelho é a promessa de sete atualizações do Android, mas não espere que outros smartphones da marca ganhem novas versões do sistema operacional por tanto tempo.
Sérgio Buniac, presidente global da Motorola, diz que não faz sentido que todos os aparelhos sejam contemplados por esse tipo de política. Ele argumenta que isso não é uma prioridade para todos os consumidores e, em alguns casos, um update pode ser até prejudicial para o desempenho.
“As atualizações não são necessariamente boas, geralmente elas consomem mais memória. Tem gente que fala, ‘minha performance piorou, será que eu queria mesmo?’”, argumenta o executivo.
“Tem gente que realmente quer e tem aparelhos que realmente eu não vou ter problema, como o Signature. Já no Moto G, se você botar sete atualizações, talvez, no final, elas estejam lá pelo motivo errado”, completa.
O presidente da Motorola Mobility participou de uma conversa com o Tecnoblog e mais veículos de imprensa logo após o lançamento do Signature, realizado na segunda-feira (09/03).
Atualização é opção do consumidor
Buniac considera que oferecer mais atualizações do Android faz parte de um conjunto de escolhas, que são feitas tanto pelos consumidores, na hora de optar por um produto, quanto pelas empresas, ao desenvolver um smartphone.
“Tem gente que quer mais cor, umas querem mais câmera, outras querem carregar mais rápido. Eu não acho que é diferente com atualização”, avalia. “Quando a pessoa quiser [um modelo com mais atualizações], ela vai ter opções.”
O executivo diz que a Motorola levou essa opção ao extremo com o Signature. “Eu não imagino um consumidor do Signature com o mesmo telefone por sete anos. Nós vamos dar sete anos de upgrade porque a indústria criou essa barreira”, explica.
Não é a primeira vez que a Motorola fala sobre esse assunto. Em 2024, o Tecnoblog conversou com porta-vozes da marca, que deram respostas muito parecidas: limitações de hardware, trocas frequentes de aparelho e pouco interesse dos próprios consumidores.
Edge 70 tem promessa para quatro updates (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
O assunto ganhou força nos últimos anos com as políticas generosas de Samsung e Google, que chegam a oferecer sete novas versões do Android após o lançamento dos smartphones. No lado do iOS, a Apple não tem uma política definida, mas iPhones costumam receber atualizações por, no mínimo, cinco anos após sua chegada ao mercado.
Segurança e parcerias
O presidente da Motorola defendeu que as atualizações de segurança são as que realmente importam. Nesse sentido, ele destacou a parceria da empresa com a GrapheneOS Foundation, anunciada durante o MWC 2026.
A Graphene Foundation é a associação responsável pelo desenvolvimento do GrapheneOS, um sistema operacional baseado no Android Open Source Project (AOSP), mas sem serviços do Google e com recursos extras de segurança.
“É o sistema operacional mais seguro do mundo. Se eu conseguir realmente trazer elementos para dentro do sistema Android que o façam mais seguro, isso é maior [do que as atualizações]”, avaliou o presidente.
Giovanni Santa Rosa viajou a Porto Feliz (SP) a convite da Motorola
O Motorola Signature está saindo por R$ 7.199 no Pix aplicando o cupom de R$ 1.000 que aparece na página do celular no Mercado Livre. A oferta às vésperas do Dia do Consumidor oferece um desconto de quase R$ 2 mil sobre o preço do novo ultra premium da Motorola, com quatro câmeras de 50 MP e promessa de atualizações até o Android 23.
Motorola Signature têm câmeras Sony de 50 megapixels
Não é a primeira vez que a Motorola traz sensores da Sony para o conjunto fotográfico dos seus celulares, mas o recém-lançado Motorola Signature chama a atenção por usar três sensores Sony Lytia, em vez de apenas um. Até a câmera de selfies é uma Sony Lytia 500, e a ultrawide é a única não-Sony do conjunto.
O conjunto fotográfico ainda se destaca por todos os sensores serem de 50 megapixels, garantindo alta definição para qualquer estilo de fotografia ou vídeo. A principal, uma Sony Lytia 828, grava vídeos em 8K, a periscópica, Sony Lytia 600, tem zoom óptico de 3x, a ultrawide têm ângulo de 122º e a frontal, Sony Lytia 500, filma em 4K.
Outro ponto de destaque é o processador Snapdragon 8 Gen 5, da Qualcomm, que aliado à RAM de 12 GB, deve entregar alto desempenho em jogos e aplicativos pesados como de edição de vídeo e imagens. A CPU da versão não-Elite do Snapdragon Elite Gen 5 atinge frequências de 3,8 GHz.
Motorola Signature é a aposta da marca para brigar com segmento superior de celulares (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Também chama a atenção a tela AMOLED de 6,8 polegadas, que além de grande, entrega taxa de atualização de 165 Hz e brilho forte de até impressionantes 6.200 nits. Espere por um display fluido, com excelente visualização em qualquer situação de iluminação (qualquer mesmo), cores vívidas e pretos profundos.
Por fim, ainda vale destacar que o smartphone da Motorola enfim concorre com outros concorrentes do segmento premium em relação à política de atualizações, já que o Motorola Signature promete chegar até o Android 23. Lembrando que, hoje, ele sai por R$ 7.199 no Pix aplicando o cupom de R$ 1.000 na página.
Quando será o Dia do Consumidor 2026?
O Dia do Consumidor 2026 será no dia 15 de março, neste sábado. Mas consumidores atentos já perceberam que as promoções estão bastante aquecidas já desde o início do mês. Então confira as melhores ofertas no Achados do TB e aproveite enquanto é tempo.
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Motorola Signature é novo celular ultra premium com quatro câmeras de 50 MP, Snapdragon 8 Gen 5 e promessa de sete anos do Android; recém-lançado já tem 20% OFF em oferta
Motorola Signature é a aposta da marca para brigar com segmento superior de celulares (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Google revela como irá melhorar o desempenho do Android (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)Resumo
Google anunciou técnica AutoFDO para otimizar kernel do Android, prometendo ganhos de desempenho significativos;
testes em celulares Pixel mostraram ganhos de desempenho entre 2% e 22% com a AutoFDO, que está sendo implementada nas versões 6.12 e 6.6 do kernel;
plano do Google é expandir técnica para outros recursos e versões futuras do kernel do Android.
AutoFDO é uma contração em inglês para Otimização Automática Direcionada por Feedback. Mas o mais importante é saber que esse é o nome da técnica que o Google anunciou para atender a um objetivo nobre: otimizar o desempenho do Android no nível do kernel.
O kernel é o núcleo do sistema operacional e, como tal, é responsável por permitir que aplicativos e outros recursos de software se comuniquem com o hardware do dispositivo.
De acordo com o Google, o kernel do Android responde por cerca de 40% do tempo de uso da CPU em um dispositivo com esse sistema operacional. Otimizações no nível do kernel podem trazer ganhos de desempenho realmente relevantes, portanto. É o que a AutoFDO promete.
O que é AutoFDO?
A AutoFDO não é, necessariamente, uma técnica nova. O Google a implementou pela primeira vez em 2021, no Android 12, mas para otimização de módulos e bibliotecas específicas do sistema operacional. Agora, como já sabemos, o recurso chega ao nível do kernel.
Tal como o próprio Google explica, durante uma atividade de compilação de software, o compilador toma uma série de pequenas decisões “com base em dicas de código estáticas”. Essas “dicas” consistem em informações que o compilador extrai da análise do código-fonte, como estruturas de funções ou condicionais presentes.
Na prática, é como se o compilador usasse as tais “dicas” para prever quais partes do código devem ser executadas com prioridade ou são mais críticas para o desempenho. O problema é que nem sempre essa antecipação é precisa, ou seja, corresponde ao uso real do software.
É aí que a AutoFDO entra em cena. A técnica se baseia em dados coletados durante a execução em tempo real do software. Como o compilador é, então, orientado por informações mais realistas, as chances de a otimização certa para aquele cenário de execução ser aplicada são consideravelmente maiores.
Ganho de desempenho da AutoFDO em componentes do Android (imagem: reprodução/Google)
De quanto é o ganho de desempenho do Android com a AutoFDO?
Ainda de acordo com o Google, a AutoFDO permitiu melhorar em 4% a inicialização de aplicativos e reduzir em 1% o tempo de inicialização do sistema quando a técnica foi aplicada em executáveis e bibliotecas no nível do usuário. Parece pouco, não? Mas, no nível do kernel, os ganhos são mais expressivos.
Como mostra o gráfico mais acima, em testes feitos com celulares da linha Pixel rodando as versões 6.1, 6.6 e 6.12 do kernel do Android, os ganhos de desempenho variaram entre 2% e 22%, dependendo do componente mensurado. Como este ainda é um trabalho em andamento, ganhos maiores podem ser registrados em etapas futuras.
A AutoFDO já está sendo implementada pelo Google nas ramificações 6.12 do kernel para Android 16 e 6.6 para Android 15. O plano inclui levar a técnica para as versões futuras do kernel, é claro. Também está nos planos implementar a AutoFDO em outros componentes, incluindo drivers.
Signature é a aposta da marca para brigar com segmento superior de celulares (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)Resumo
O Motorola Signature foi lançado no Brasil por R$ 8.999,90, com chip Snapdragon 8 Gen 5, 12 GB de RAM e 512 GB de armazenamento.
O smartphone possui quatro câmeras de 50 MP com sensores Sony, tela AMOLED de 6,8 polegadas e bateria de 5.200 mAh com carregamento de até 90 W.
O Signature vem com Android 16 e receberá atualizações até o Android 23, além de contar com a Moto AI para assistentes e sugestões de tarefas.
O Motorola Signature chegou ao Brasil com preço sugerido de R$ 8.999. A marca fez o lançamento local do seu novo modelo ultra premium nesta segunda-feira (09/03)
Apresentado em janeiro de 2026 durante o keynote da Lenovo na CES, em Las Vegas (Estados Unidos), o Signature é a aposta da Motorola para disputar espaço com iPhone, Galaxy S26 e outros smartphones do alto escalão do mercado. Para isso, o Signature traz o chip Snapdragon 8 Gen 5, 12 GB de RAM e câmeras com sensores da Sony.
Mesmo assim, o chip não-Elite tem números promissores, como CPU com frequência máxima de 3,8 GHz. O “coração” do smartphone fica completo com os 12 GB de RAM e 512 GB de armazenamento.
Câmeras com sensores Sony, tela grande e mais
Signature tem três câmeras de 50 MP (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Outro ponto que a Motorola destaque em seu novo flagship são as quatro câmeras de 50 MP, sendo três delas com sensores da Sony:
Principal, com sensor Sony Lytia 828, o maior dessa resolução já usado pela fabricante, capaz de gravar vídeos em 8K.
Periscópica, com zoom óptico de 3x e sensor Sony Lytia 600.
Ultrawide, com campo de visão de 122°.
Selfie, com sensor Sony Lytia 500 e gravação de vídeo em 4K.
A tela AMOLED de 6,8 polegadas é outro ponto interessante do aparelho, oferecendo até 165 Hz de taxa de atualização e 6.200 nits de pico de brilho.
A Motorola seguiu os passos de concorrentes chinesas e empregou a tecnologia de silício-carbono na bateria do Signature. Com isso, ela alcançou 5.200 mAh de capacidade, além de oferecer suporte a carregamento de até 90 W com cabo e 50 W wireles.
Suporte até o Android 23
A Motorola seguiu os passos de concorrentes na hora de oferecer suporte de longo prazo ao Signature. O aparelho vem com Android 16 e promessa de sete atualizações do sistema operacional — o que significa que ele deve receber até o Android 23. Os updates de segurança devem ser distribuídos por sete anos.
Ainda em software, vale lembrar que a Motorola conta com a Moto AI, com ferramentas para sugerir tarefas, gerar imagens e resumir notificações, além de diversas opções de assistentes, como Gemini, Copilot e Perplexity.
Giovanni Santa Rosa viajou a Porto Feliz (SP) a convite da Motorola
Google Play Store começa a alertar sobre apps que drenam a bateria (imagem: reprodução/Google)Resumo
Google Play Store passou a exibir alertas sobre consumo excessivo de bateria por aplicativos;
aviso aparece se o app acumular duas horas ou mais de bloqueios de ativação em 24 horas ou superar limite em 5% das sessões durante os últimos 28 dias;
iniciativa visa alertar usuários e incentivar desenvolvedores a otimizar consumo de energia pelos aplicativos.
Não estranhe se você abrir a página de um aplicativo na Google Play Store e se deparar com um aviso de fundo vermelho informando que aquele app demanda muita bateria. Neste mês de março de 2026, a loja de aplicativos para Android passou a exibir esse tipo de alerta oficialmente, ainda que de modo gradual.
“Este aplicativo pode usar mais bateria do que o esperado”
Na Google Play Store, o alerta aparece na parte superior, logo abaixo dos selos informativos do aplicativo. O aviso diz o seguinte (em tradução livre):
Este aplicativo pode usar mais bateria do que o esperado devido a uma atividade elevada em segundo plano.
É neste ponto que a tal métrica vital do Android fica mais compreensível. Ela é baseada em um parâmetro que mede o excesso de “bloqueios parciais de ativação”, que impedem o celular ou tablet de entrar em modo de descanso mesmo quando a tela está bloqueada ou apagada.
Aviso da Google Play Store sobre app que demanda muita bateria (imagem: reprodução/Google)
Obviamente, essas circunstâncias elevam o consumo de energia pelo dispositivo. Diante disso, o app poderá ser sinalizado na Play Store se acumular duas horas ou mais de bloqueios de ativação em um período de 24 horas dentro de uma única sessão do usuário, ou se o limite for superado em 5% das sessões nos últimos 28 dias.
Além de exibir um alerta sobre demanda excessiva de bateria, a Google Play Store poderá diminuir os destaques ou as recomendações do aplicativo problemático.
Na prática, a iniciativa tem dois objetivos: o primeiro é alertar o usuário sobre apps que podem “drenar” a bateria de seu dispositivo móvel, obviamente; o segundo é incentivar os desenvolvedores a otimizarem seus aplicativos no aspecto do consumo de energia. Instruções iniciais para isso estão no blog para desenvolvedores do Android.
Em vitória da Epic Games, Google reduz taxas da Play Store (imagem: Vítor Pádua/Tecnoblog)Resumo
Google Play Store reduziu taxa padrão de transações de 30% para 20%;
Desenvolvedores podem usar sistemas de pagamento próprios, mas pagarão uma taxa adicional de 5% se mantiverem sistema de faturamento da Google;
mudanças entram em vigor até 2027, variando por região, como parte de um acordo entre Google e Epic Games.
A guerra entre Google e Epic Games caminha para um desfecho que afeta toda a indústria de aplicativos no ecossistema do Android. A principal mudança oriunda de um acordo entre as partes está na redução de 30% para 20% na taxa que a Google Play Store cobra para transações feitas em apps distribuídos pela loja.
Na prática, as mudanças reduzirão os custos dos desenvolvedores referentes à distribuição de software na Google Play Store, o que pode resultar em aplicativos mais baratos para o usuário, bem como em assinaturas ou compras mais acessíveis.
Para entendermos como, é preciso, antes, conhecermos cada mudança na plataforma.
O que muda na Google Play Store, de fato?
Comecemos pela taxa sobre compras dentro do aplicativo (IAP, na sigla em inglês). Para novas instalações (app instalado pela primeira vez em um dispositivo), a taxa caiu de 30% para 20%.
Para desenvolvedores que participarem das iniciativas Apps Experience Program (novidade) e Google Play Games Level Up (programa reformulado), as taxas de IAP serão de 20% em aplicativos já instalados e de 15% para novas instalações.
Outra mudança está nas assinaturas recorrentes (para aplicativos que exigem pagamento mensal, por exemplo), cuja taxa caiu de 15% para 10%.
No centro de todas essas reduções de taxas está outra mudança importante: cada pagamento realizado dentro de um aplicativo ou jogo distribuído via Google Play Store só podia ser executado por meio do sistema de faturamento da própria plataforma; isso deixará de ser obrigatório.
Seguindo uma mudança iniciada há alguns meses, a loja permitirá que os desenvolvedores usem sistemas de pagamento próprios ou de terceiros para efetuar cobranças.
Porém, o desenvolvedor que preferir usar o sistema de faturamento da Google Play Store deverá pagar uma taxa adicional de 5% sobre o valor de cada transação. Essa porcentagem foi confirmada para os Estados Unidos, países do Espaço Econômico Europeu (EEE) e Reino Unido. Em outros mercados, essa porcentagem poderá ser diferente.
Aliás, os usuários estarão menos dependentes da própria Play Store. Outra decisão oriunda do acordo é a criação do programa Lojas de Aplicativos Registradas (em tradução livre), que permitirá que usuários de Android lidem com um processo de instalação mais simples de apps que são distribuídos por outras plataformas.
Play Store passa por mudanças importante após acordo (imagem: reprodução/Google)
Quando as mudanças na Play Store entram em vigor?
As novas políticas da Google Play Store entrarão em vigor em datas diferentes, de acordo com cada país. O cronograma de implementação ficou assim:
até 30 de junho de 2026: países do EEE, Estados Unidos e Reino Unido;
até 30 de setembro de 2026: Austrália;
até 31 de dezembro de 2026: Coreia do Sul e Japão;
Na ação, a Epic Games se queixa principalmente da taxa padrão de 30% cobrada até então pelo Google sobre compras feitas em aplicativos distribuídos via Play Store, e de dificuldades de acesso a serviços de pagamento que cobram porcentagens mais baixas.
As disputas nos tribunais começaram a caminhar para o fim em novembro de 2025, quando Google e Epic Games anunciaram um acordo que resultou nas mudanças descritas aqui. No X, o CEO da Epic celebrou esta, digamos, vitória:
O Google está abrindo o Android completamente, com suporte robusto para lojas concorrentes, sistemas de pagamento de terceiros e melhores condições para todos os desenvolvedores. Portanto, resolvemos todas as nossas disputas no mundo todo. OBRIGADO, GOOGLE!
Fortnite retornará à Google Play Store em breve, no mundo todo. A Epic Games Store continuará oferecendo suporte ao Android globalmente, além do Windows e do Mac, e a instalação no Android ficará muito mais fácil ainda em 2026.
Visual tradicional dá lugar a um design mais minimalista (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
Google Maps está atualizando seu ícone para um design inspirado no Gemini, em gradiente multicolorido.
O novo ícone começa a aparecer nas versões 26.09.06.873668274 para Android e 26.09.5 para iOS.
Além da novidade estética, o Google integrou mais recursos de inteligência artificial do Gemini no Maps.
O Google reformulou o design do ícone do Google Maps nos aplicativos para Android e iOS. A mudança, que está sendo aplicada de forma gradual, substitui as tradicionais divisões diagonais em quatro cores por um efeito gradiente.
Segundo o 9to5Google, o objetivo da companhia é padronizar a identidade visual da sua plataforma de navegação com o restante do ecossistema da big tech.
Quando a atualização chega?
Embora o formato clássico de alfinete de mapa tenha sido mantido para preservar a identidade histórica do serviço, a geometria do logotipo passou por um processo de modernização. O anel superior do ícone está visivelmente mais estreito, enquanto o círculo branco na parte interna foi ampliado.
À esquerda, o ícone clássico; à direita, o novo design com gradiente (imagem: reprodução/9to5Google)
A alteração visual não chega ao mesmo tempo para todos. No ecossistema Android, o novo ícone começa a ser implementado a partir da versão 26.09.06.873668274 do Google Maps. Enquanto isso, para os proprietários de iPhone, o visual atualizado está presente na versão 26.09.5 liberada para o iOS.
A reformulação estética acompanha uma mudança funcional no aplicativo. Nos últimos meses, o Google Maps tem recebido mais recursos de inteligência artificial do Gemini. Uma delas é a adoção de uma experiência de navegação conversacional nativa, que substitui o antigo Google Assistente.
Essa ferramenta agora permite interações mais fluidas por comandos de voz durante os trajetos, otimizando as consultas sobre condições de trânsito em tempo real, por exemplo.
Além das melhorias na navegação, a empresa integrou o motor do Gemini diretamente ao Google Lens dentro da interface do Maps. Essa junção facilita a identificação precisa de pontos de referência utilizando apenas a câmera do celular.
O aplicativo também passou a exibir o recurso “Saiba antes de ir” nos anúncios de rotas, entregando um panorama mais completo sobre os destinos antes mesmo do usuário ligar o carro ou iniciar a sua viagem.
Confira códigos de Free Fire para resgatar em março de 2026 (Imagem: Divulgação/Garena)
Free Fire é um jogo gratuito de battle royale disponível para Android e iOS. Lançado em 2017 pela Garena, o game figura como um dos títulos mais populares das plataformas móveis.
No jogo, os players podem resgatar códigos Free Fire (também conhecidos como codiguin FF), que são códigos alfanuméricos (geralmente de 12 a 16 caracteres) que garantem recompensas como skins, pacotes, emotes, entre outros itens.
O resgate do codiguin Free Fire é feito na página oficial de resgate de recompensas do jogo, administrado pela Garena. Contudo, o código precisa estar ativo para que você consiga usá-lo.
A seguir, confira a lista de códigos de Free Fire para resgatar em março e saiba como usá-los.
A maioria dos códigos de Free Fire expira rápido e só pode ser resgatada uma vez — quem pegar, pegou. Caso não consiga resgatar algum dos códigos abaixo, pode ser que ele já não está mais válido ou que já foi usado por outro jogador.
Codiguin do Free Fire para resgatar em março de 2026
Confira abaixo códigos do FF para resgate em março. Certifique-se de copiar o código sem espaços ou outros caracteres para evitar problemas na hora do resgate.
Vale destacar que contas de convidados não podem resgatar códigos. Além disso, há códigos que são restritos apenas a determinados países ou localizações.
O WhatsApp iniciou uma lista de espera para assinatura premium na versão beta do app para Android.
O pacote pago incluirá stickers exclusivos, temas extras e mais conversas fixadas.
O preço ainda não foi divulgado.
O WhatsApp começou a liberar uma lista de espera de sua assinatura premium na versão beta do aplicativo para Android. Alguns participantes do programa de testes passaram a ver uma opção para serem notificados quando o plano pago, que trará mais recursos, estiver disponível.
O site WABetaInfo, especializado em novidades do mensageiro, encontrou a lista na versão 2.26.9.6 do app, mas nota que alguns usuários podem ter acesso ao cadastro mesmo em compilações mais antigas.
Para que serve a lista de espera para o plano premium?
Lista de espera adianta alguns diferenciais da assinatura premium (imagem: reprodução/WABetaInfo)
A publicação explica que, ao se inscrever na lista, o usuário receberá uma notificação quando o plano estiver disponível para assinatura. O cadastro não obriga o usuário a comprar o pacote, que será opcional.
Os usuários que já têm acesso à lista estão sendo convidados ao abrir o menu de figurinhas (stickers) do aplicativo. Um banner diz que figurinhas exclusivas estarão disponíveis em breve — uma das vantagens do plano premium.
Quais são os diferenciais do WhatsApp premium?
A página da lista de espera dá algumas dicas do que podemos esperar do plano pago do WhatsApp: stickers exclusivos, mais temas e possibilidade de fixar mais conversas na lista de contatos e grupos. O aplicativo diz ainda que haverá outros benefícios.
Na ocasião, imaginou-se que o pacote traria recursos adicionais da Meta AI, como geração de vídeo, além de bloqueio de anúncios nos Status e Atualizações. A página da lista de espera não menciona explicitamente essas mudanças, mas elas podem estar incluídas na tal lista de outros benefícios. Ainda não se sabe qual seria o preço.
Vale lembrar que a Meta criou um plano pago na União Europeia, mas, por lá, o objetivo era outro: dar uma opção para navegação sem propaganda. Quem não quisesse pagar, poderia continuar com a versão gratuita, mas teria que ceder seus dados para receber anúncios personalizados.
Qualcomm anuncia novo chip premium dedicado a wearebles (imagem: divulgação/Qualcomm)Resumo
Snapdragon Wear Elite é o primeiro chip da linha Elite para vestíveis, com NPU dedicada para IA e arquitetura de 3nm, lançado pela Qualcomm no MWC 2026;
chip oferece suporte a IA com NPU Hexagon, permitindo modelos com até 2 bilhões de parâmetros, e promete melhorias significativas em desempenho de CPU e GPU em comparação ao Snapdragon W5+ Gen 2;
Samsung, Google e Motorola confirmaram suporte ao Wear Elite, com o próximo Galaxy Watch usando o chip e a Motorola integrando-o no “Project Maxwell”.
A Qualcomm anunciou o Snapdragon Wear Elite durante o MWC 2026, que ocorre em Barcelona. Esse é o primeiro chip da linha Elite — até então restrita a smartphones e notebooks Android de alto desempenho — voltado a vestíveis.
O chip é destinado principalmente a smartwatches, mas a Qualcomm mira outras categorias: pinos de IA, pingentes e óculos inteligentes sem tela. A empresa o chamou de “wrist plus” — algo além do pulso — e deixou claro que ele não substitui a linha W5 Plus, mas passa a existir como uma linha premium.
Suporte nativo à IA nos dispositivos
A principal novidade do Wear Elite é a inclusão de uma NPU Hexagon dedicada a processamento de IA. O componente, antes exclusivo de celulares e computadores, acompanha uma eNPU para tarefas de baixo consumo, como reconhecimento de palavras-chave e detecção de atividade.
A NPU Hexagon suporta modelos de IA com até dois bilhões de parâmetros rodando diretamente no dispositivo, sem depender de nuvem ou um smartphone vinculado. A Qualcomm estima até dez tokens por segundo e um tempo de respostas de 0,20 segundos, o que seria rápido o suficiente para interações de voz em tempo real.
Além disso, a empresa cita casos de uso como life logging com memória de contexto, assistência personalizada de saúde, transcrição, tradução e o que chama de digital proxy, que executa tarefas em nome do usuário.
Hardware e conectividade
Wear Elite é um chip pentacore com otimizações em conectividade (imagem: divulgação/Qualcomm)
Quanto ao desempenho do chip, a empresa afirma que houve um salto de até cinco vezes em performance de CPU em thread único e sete vezes mais na GPU em comparação ao Snapdragon W5+ Gen 2. O chip tem arquitetura de 3 nanômetros e traz uma configuração de cinco núcleos: um principal a 2,1 GHz e quatro de eficiência a 1,95 GHz. Inclui, também, a GPU Adreno A622, capaz de renderizar a 1080p e 60 fps.
Na bateria, a companhia promete 30% mais autonomia em relação à geração anterior e carregamento de 0 a 50% em cerca de dez minutos, graças ao suporte a 9 V de carga rápida. O chip deve chegar com otimização para o GPS, que passa a consumir 40% menos energia do que antes, de acordo com os dados da empresa.
Falando em GPS, o Wear Elite integra seis tecnologias de conectividade simultaneamente, incluindo 5G RedCap, Wi-Fi 6, Bluetooth 6.0, UWB, GNSS e NB-NTN, padrão que permite envio e recebimento de mensagens via satélite mesmo fora de cobertura celular, em parceria com a Skylo.
Além de Wear OS e Android, o chip também passa a suportar Linux, o que abre espaço para startups que queiram desenvolver dispositivos em sistemas proprietários.
Quais os primeiros aparelhos com Wear Elite?
Samsung, Google e Motorola já confirmaram suporte ao Wear Elite, e o próximo Galaxy Watch usará o chip, anunciou a companhia sul-coreana. O time de Wear OS do Google destacou que a plataforma entrega “a performance, vida de bateria e conectividade essenciais para a próxima geração” de dispositivos com o sistema. Já a Motorola sinalizou que usará o Wear Elite no “Project Maxwell”, conceito apresentado na CES.
Os primeiros aparelhos com Snapdragon Wear Elite devem chegar ao mercado nos próximos meses, segundo a Qualcomm.
Motorola diz que GrapheneOS chega para complementar suas soluções de tecnologia (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
A Motorola anunciou parceria com a GrapheneOS Foundation para desenvolver smartphones compatíveis com o GrapheneOS, um sistema Android sem Google.
O GrapheneOS é um sistema operacional de código aberto, sem aplicativos e serviços do Google, oferecendo opções de segurança como revogação de acesso à rede e controle de sensores.
Atualmente, o GrapheneOS é compatível apenas com 20 modelos da linha Pixel, mas a parceria com a Motorola visa expandir essa compatibilidade para futuros dispositivos da marca.
A Motorola confirmou uma parceria com a GrapheneOS Foundation, que desenvolve uma versão do Android sem componentes do Google e focada em privacidade. De acordo com a fabricante, futuros aparelhos da marca poderão ser compatíveis com o sistema.
O anúncio foi feito neste domingo (01/03), no Mobile World Congress 2026, realizado em Barcelona (Espanha).
Como será a parceria da Motorola com o GrapheneOS?
De acordo com o comunicado divulgado, a Motorola e a GrapheneOS Foundation vão trabalhar juntas para “fortalecer a segurança dos smartphones e colaborar em futuros aparelhos projetados para serem compatíveis com o GrapheneOS”. Além disso, a companhia diz que novas ferramentas de segurança devem ser apresentadas em breve, assim como pesquisas e melhorias de software.
No X, a conta oficial do sistema disse que a parceria permitirá levar o sistema alternativo a um “subconjunto” de dispositivos da Motorola por meio de uma instalação direta. A fundação ainda afirmou ter esperança de que futuros aparelhos da marca venham com o GrapheneOS já instalado.
Atualmente, o GrapheneOS só está disponível para 20 modelos da linha Pixel que ainda não atingiram o fim do ciclo de vida.
O que é o GrapheneOS?
O GrapheneOS é um sistema operacional livre e de código aberto, desenvolvido usando o Android Open Source Project como base. Seu principal diferencial é vir sem os aplicativos do Google, como Gmail, Drive e Fotos, além de não contar com elementos que funcionam na base do Android “padrão”, como os Google Play Services.
Google Play Services funciona como base para muitos recursos do Android do Google (foto: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
Apesar disso, usuários do sistema ainda têm a opção de instalar uma versão dos Google Play Services em uma sandbox, solução que o “separa” do resto do sistema, limitando acesso a dados e recursos.
Entre outras soluções de segurança e privacidade, o GrapheneOS conta com a possibilidade de revogar o acesso à rede para qualquer aplicativo, além de ter controle individual de cada sensor do aparelho para cada app. Ainda nessa lista, o sistema oferece reinicialização automática, opção para desabilitar o USB-C e uma senha alternativa para tela de bloqueio — que, na verdade, apaga por completo todos os dados do smartphone.
Descubra o conceito de Chromebook e como funciona o dispositivo com foco em processamento na nuvem (imagem: André Fogaça/Tecnoblog)
O Chromebook é um dispositivo portátil com foco em computação em nuvem, operando com o sistema operacional ChromeOS do Google. Ele se destaca por oferecer uma experiência conectada com suporte nativo a aplicativos Android, sendo ideal para tarefas baseadas na web.
A principal diferença entre um Chromebook e um notebook tradicional é que ele não depende de softwares pesados instalados localmente. A máquina prioriza o processamento via web, garantindo maior agilidade e autonomia de bateria.
Entre suas vantagens estão a segurança nativa contra vírus, as atualizações automáticas e a integração com a suíte de aplicativos do Google Workspace. Ele é a opção ideal para estudantes e profissionais que buscam alta produtividade com custo acessível.
A seguir, entenda o conceito de Chromebook, para que ele serve e como é seu funcionamento. Também conheça os pontos fortes e fracos deste dispositivo com sistema operacional do Google.
Um Chromebook é um dispositivo focado em computação em nuvem que usa o sistema operacional ChromeOS, priorizando tarefas baseadas na web via navegador. Ele se destaca pelo suporte nativo a aplicativos Android, as ferramentas de produtividade do Google Workspace e armazenamento de arquivos no Google Drive.
Para que serve um Chromebook?
Os Chromebooks são otimizados para tarefas baseadas na nuvem, ideais para navegar na web, gerenciar documentos e realizar videoconferências. Sua estrutura prioriza a colaboração em tempo real e o uso de aplicativos Android ou ferramentas do ecossistema Google.
Além da produtividade, eles oferecem entretenimento fluido com streaming, jogos em nuvem e suporte para desenvolvimento de software via Linux. São alternativas econômicas para quem busca eficiência sem a complexidade dos sistemas operacionais tradicionais.
O Chromebook pode ser um dispositivo compacto e econômico para quem busca produtividade ao usar apps e ferramentas online (imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)
Como funciona um Chromebook?
Um Chromebook roda o ChromeOS, sistema que usa o navegador Google Chrome como interface principal para processar tarefas quase integralmente na nuvem. Essa arquitetura, que prioriza a execução de tarefas online, possibilita que o hardware seja rápido e tenha baixo consumo de energia.
O ecossistema suporta aplicativos web, apps da Play Store e programas Linux, operando de forma híbrida para garantir funcionalidade mesmo em ambientes offline. O armazenamento é centralizado no Google Drive, permitindo que o usuário acesse seus arquivos e configurações de qualquer dispositivo apenas com o login.
A segurança nativa usa o sandboxing para isolar cada aba ou app, impedindo que vírus infectem o restante do sistema caso um site seja comprometido. Além disso, o recurso Verified Boot checa a integridade do software a cada boot, revertendo automaticamente qualquer suspeita ou corrupção de dados.
Qual é o sistema operacional de um Chromebook?
O Chromebook opera com o ChromeOS, um sistema proprietário da Google baseado em Linux, focado em velocidade e segurança nativa. Sua interface é centrada no navegador Chrome e na execução de aplicativos em nuvem, oferecendo atualizações automáticas e integração total com o ecossistema Google.
Posso instalar o Windows em um Chromebook?
Sim, é possível instalar o Windows em modelos específicos de Chromebooks com processadores Intel ou AMD, exigindo a atualização do firmware para UEFI via Modo Desenvolvedor. O procedimento demanda a desativação da proteção de gravação física e busca manual de drivers para garantir as principais funções.
Contudo, essa modificação anula a garantia e frequentemente apresenta instabilidades de hardware, já que o Windows não é otimizado para Chromebooks. Para maior estabilidade, priorize o uso de desktops remotos ou subsistema Linux para rodar softwares sem comprometer o sistema original da máquina.
O Chromebook usa o sistema operacional ChromeOS, que traz ampla integração com o ecossistema do Google (imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)
Quais são as vantagens de um Chromebook?
Estes são os pontos fortes de um Chromebook:
Custo-benefício: oferece preços mais competitivos e acessíveis comparados com PCs ou Macs, sendo ideal para estudantes, pessoas com orçamentos limitados e profissionais que buscam eficiência sem alto investimento;
Inicialização e fluidez: o ChromeOS é um sistema leve que inicia em poucos segundos e mantém o desempenho constante, evitando travamentos em tarefas cotidianas como navegação e edição de documentos;
Ecossistema em nuvem e o Android: garante sincronização imediata de arquivos via Google Drive e compatibilidade com milhões de aplicativos Android disponíveis na Play Store;
Autonomia de bateria: projetado para alta eficiência energética, as máquinas oferecem autonomia entre 10 e 15 horas de uso contínuo longe de tomadas e carregadores;
Segurança nativa e robusta: protege dados por meio de sandboxing e criptografia automática, eliminando a necessidade de antivírus de terceiros ou configurações complexas;
Atualizações e manutenção simplificadas: o sistema se atualiza em segundo plano, garantindo que o dispositivo esteja sempre rápido e protegido;
Portabilidade e resistência física: apresenta design leve para fácil transporte e, em muitos modelos, construção reforçada contra quedas e derramamentos de líquidos.
Quais são as desvantagens de um Chromebook?
Estes são os pontos fracos de um Chromebook:
Incompatibilidade de software profissionais: o ChromeOS não suporta instaladores nativos, impossibilitando o uso de versões completas do pacote Adobe, AutoCAD ou softwares de engenharia. O usuário fica restrito a versões web ou aplicativos Android que possuem recursos limitados;
Alta dependência de conexão: projetado para o ecossistema em nuvem, o sistema perde quase toda a utilidade sem acesso à internet. Embora exista um modo offline, a sincronização de arquivos e o funcionamento de diversos apps essenciais tornam-se inacessíveis;
Hardware com limitações de desempenho: focado em baixo custo, a maioria dos Chromebooks traz processadores básicos e pouca memória RAM. Isso resulta em lentidão ao abrir muitas abas simultaneamente ou ao tentar executar multitarefas que exijam mais do sistema;
Armazenamento local insuficiente: o espaço interno, geralmente entre 32 GB e 64 GB, esgota-se rapidamente com downloads e cache. A gestão de arquivos em HDs externos também é menos eficiente e intuitiva do que no Windows ou macOS;
Restrições para jogos e edição: a ausência de placas de vídeo dedicadas impede a execução de jogos modernos nativamente e a renderização de vídeos pesados. O usuário depende exclusivamente de serviço de streaming de jogos para títulos mais complexos;
Ciclo de vida e rigidez do sistema: a interface permite pouca personalização técnica e o hardware raramente permite upgrades de memória ou armazenamento. Com a evolução rápida da web, dispositivos de entrada tornam-se obsoletos em poucos anos devido à exigência crescente de hardware.
Os Chromebooks tendem a ter design compacto, algo que reflete nas suas especificações (imagem: Andrew Neel/Unsplash)
Qual é a diferença entre Chromebook e notebook?
Um Chromebook é um dispositivo focado em nuvem que usa o ChromeOS, priorizando o uso de navegadores e aplicativos web para tarefas cotidianas. Seu armazenamento é majoritariamente online, garantindo inicialização rápida e segurança simplificada com hardware mais econômico.
Um notebook é um computador de uso geral equipado com sistema como Windows ou macOS, projetado para rodar softwares complexos e pesados localmente. Ele oferece hardware robusto para suportar grandes volumes de dados offline, edições profissionais e uma ampla gama de programas.
Qual é a diferença entre Chromebook e ultrabook?
Um Chromebook é um dispositivo portátil que executa o sistema ChromeOS, priorizando o uso em nuvem, agilidade, baixo custo para navegação web e apps Android. É ideal para estudantes e tarefas básicas de produtividade que dependem de conexão constante com a internet.
Um ultrabook é um notebook de alto desempenho equipado com hardware potente e armazenamento SSD veloz. Ele roda Windows ou Linux, sendo voltado para profissionais que necessitam de mobilidade sem abrir mão de rodar softwares pesados localmente.
O Chromebook é uma opção de “notebook” mais acessível, mas com menos poder de processamento local (imagem: Brooke Cagle/Unsplash)
Chromebook funciona sem internet?
Sim, o Chromebook funciona offline para tarefas básicas como edição de texto e planilhas após a configuração inicial. O usuário pode acessar arquivos baixados, reproduzir mídias locais e usar apps instalados que suportem o uso sem conexão.
Entretanto, a falta de conexão impede a navegação web, o download de novos programas e a sincronização de dados em tempo real. O uso pleno do dispositivo fica limitado aos conteúdos salvos previamente no armazenamento físico ou no cache do sistema.
É possível instalar o pacote Office em um Chromebook?
Sim, dá para usar o Microsoft Office em Chromebooks por meio de versões web e da integração nativa do ChromeOS com o OneDrive e o Microsoft 365. Embora não exista um arquivo de instalação tradicional, as ferramentas online garantem a edição de documentos com alta compatibilidade.
O processo é otimizado pela Google Play Store ou pelo navegador, permitindo visualizar, criar e salvar arquivos diretamente na nuvem de forma ágil. Essa solução atende às demandas escolares e corporativas, oferecendo os principais recursos do Word, Excel e PowerPoint.
Google Mensagens deve ganhar compartilhamento de localização em tempo real (imagem: reprodução/Google)Resumo
Google Mensagens está testando compartilhamento de localização em tempo real, similar ao WhatsApp e Telegram;
recurso permite definir a duração do compartilhamento e funciona mesmo se o destinatário não tiver a versão mais recente do app;
funcionalidade foi encontrada em uma versão beta e não há garantia de lançamento público.
O Google está preparando a introdução de uma ferramenta de compartilhamento de localização em tempo real para o mensageiro nativo do Android. A novidade, descoberta no código de uma versão de testes do Google Mensagens, aproxima o app de rivais de terceiros ao permitir a transmissão contínua de deslocamento durante a conversa.
A ferramenta, identificada inicialmente pelo Android Authority em novembro, foi ativada e testada recentemente na versão “messages.android_20260220_01_RC00.phone.openbeta_dynamic” do software.
Nos últimos anos, o Google Mensagens evoluiu de um simples aplicativo de SMS para uma plataforma completa, impulsionado pela adoção do padrão RCS, respostas diretas e melhorias no compartilhamento de mídia.
Quanto à localização, no entanto, de modo semelhante ao Apple iMessage, o serviço se limita ao envio de endereços fixos, dificultando encontros com pessoas em movimento. Concorrentes como o Telegram e o WhatsApp adicionaram a funcionalidade há quase dez anos.
Como funcionará o envio da localização?
Ao selecionar a opção de compartilhamento em tempo real, na aba de anexo dentro das conversas, o usuário precisará conceder permissões de localização (se já não tiver feito isso) e poderá definir a duração do compartilhamento nas opções: uma hora, apenas hoje, ou um período personalizado.
Durante a transmissão, um banner será fixado no topo do chat indicando que o compartilhamento está ativo. O dono do aparelho pode encerrar a exibição imediatamente ao tocar no banner e selecionar a opção “Parar” no menu inferior. O veículo demonstrou o funcionamento da ferramenta em vídeo:
Visualização pode ser universal
Uma possível vantagem que os testes do Android Authority revelaram é a de que o sistema funcionará mesmo se o destinatário não possuir a versão mais recente do aplicativo ou a própria funcionalidade ativada. A pessoa que recebe a mensagem ganha um link de acesso.
Caso tenha o aplicativo Google Find Hub instalado, o mapa abrirá por lá. Caso contrário, a rota ao vivo será exibida diretamente em um navegador web. Com isso, a funcionalidade se torna útil mesmo entre dispositivos e configurações diferentes.
Como a ferramenta foi encontrada em códigos de uma versão de trabalho em andamento, o veículo ressalta que não há garantias de que os recursos descobertos cheguem a um lançamento público final.
Google introduz agente de IA no Android (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
O Google lançou o agente autônomo Gemini para Android, que executa tarefas em apps de terceiros, como pedir Uber ou comida. Disponível inicialmente nos EUA e na Coreia do Sul para Pixel 10 e Galaxy S26.
O Gemini opera em segundo plano, ativado por comando de voz, e notifica o usuário sobre o progresso das tarefas. Não finaliza pagamentos, exigindo confirmação manual.
O Gemini funciona em uma janela virtual isolada, sem acesso total ao dispositivo. A execução automatizada será incorporada ao Android 17, expandindo sua disponibilidade.
O Google anunciou uma expansão nas capacidades de agente de inteligência artificial do Gemini para Android. A IA agora executará tarefas dentro de aplicativos de terceiros, sendo capaz de solicitar corridas no Uber ou realizar pedidos em apps de delivery de comida, por exemplo.
A novidade, inicialmente restrita aos Estados Unidos e à Coreia do Sul, entra em fase beta em breve para a linha Pixel 10, indisponível no Brasil, e os recém-anunciados Galaxy S26, da Samsung, que também introduzirá um agente da Perplexity.
Segundo Sameer Samat, presidente do ecossistema Android, a iniciativa marca um passo importante na transição do software, que deixaria de ser apenas um sistema operacional para se tornar um “sistema de inteligência”.
Como funciona?
A interação com a nova ferramenta é rápida e deve funcionar como a ativação dos assistentes virtuais. O usuário só precisa pressionar e segurar o botão de energia do celular e dar um comando de voz, como “peça um Uber para…”.
A partir do comando, o Gemini executa o app dentro de uma janela virtual e navega pelo processo de compra etapa por etapa. Toda a ação ocorre em segundo plano, deixando o usuário livre para continuar usando o smartphone normalmente.
Para evitar surpresas, o assistente envia notificações ao vivo detalhando o progresso da tarefa. A inteligência artificial notifica o usuário caso precise de ajuda para escolher entre duas opções ou se algum item solicitado estiver esgotado.
Assim como ocorre em agentes de IA para computadores, o Gemini não finaliza o pagamento. Quando o carrinho de compras ou a rota do transporte estiverem configurados, ele emite um alerta para que o usuário revise e envie o pedido final manualmente.
Gemini poderá fazer pedidos para o usuário em segundo plano (imagem: divulgação/Google)
Gemini não ganha acesso total ao aparelho
O Google enfatiza que as automações só começam sob comando direto e param assim que a tarefa é concluída ou interrompida pelo dono do aparelho. Como o Gemini opera em uma janela virtual isolada, a empresa diz que o assistente não tem acesso ao restante do conteúdo do dispositivo durante a execução das ações.
Segundo apuração do The Verge, desenvolvedores podem facilitar a interpretação das interfaces pela IA ao expor ações nativas por meio de protocolos como o MCP (Model Context Protocol) ou pela estrutura de funções de aplicativos do próprio Android. Quando essas integrações não estão disponíveis, o sistema tenta identificar os elementos na tela de forma visual, simulando a navegação que seria feita manualmente pelo usuário.
Segundo o executivo, a execução automatizada de tarefas por assistentes de IA será incorporada de forma nativa ao Android 17, ampliando a disponibilidade do recurso para além dos dispositivos recém-lançados.
Google apresentou balanço de segurança no Android (imagem: divulgação)Resumo
O Google afirma ter impedido que mais de 1,75 milhão de aplicativos chegassem à Google Play Store ao longo de 2025. O número, embora alto, representa uma redução em relação aos dois anos anteriores e, segundo a empresa, é resultado direto do fortalecimento de políticas e sistemas de prevenção contra abusos.
Os dados fazem parte do relatório anual de segurança do ecossistema Android, que detalha como a companhia tem tentado conter malware, fraudes financeiras, violações de privacidade e práticas enganosas dentro e fora da loja oficial de apps.
Google detalha números do combate a apps irregulares em 2025 (imagem: reprodução/Google)
Por que menos apps foram barrados em 2025?
De acordo com o Google, a queda no volume de aplicativos rejeitados não significa afrouxamento, mas o efeito oposto. A empresa diz que medidas mais rígidas passaram a desestimular desenvolvedores mal-intencionados ainda na fase inicial. Em 2025, cerca de 1,75 milhão de apps foram barrados por violar políticas, abaixo dos 2,36 milhões em 2024 e dos 2,28 milhões em 2023.
O mesmo movimento aparece no número de contas de desenvolvedores banidas: foram pouco mais de 80 mil no último ano, contra 158 mil no anterior e 333 mil dois anos atrás. Para o Google, iniciativas como verificação obrigatória de desenvolvedores, checagens antes da publicação e exigências de testes elevaram o nível de dificuldade para quem tenta explorar a plataforma. A empresa afirma que hoje executa mais de 10 mil verificações de segurança em cada app submetido e continua monitorando após a liberação.
Outro destaque é o uso de modelos avançados de inteligência artificial no processo de revisão. Segundo o Google, a integração dessas ferramentas ajudou equipes humanas a identificar padrões maliciosos mais complexos com maior rapidez.
Play Store amplia fiscalização contra apps irregulares (Imagem: Vítor Pádua/Tecnoblog)
O que muda para usuários e desenvolvedores?
Além de barrar publicações, o Google diz ter bloqueado mais de 255 mil apps que tentavam obter acesso excessivo a dados sensíveis dos usuários — uma queda expressiva em relação a 2024, quando esse número ultrapassou 1,3 milhão. A empresa também combateu manipulações de reputação: cerca de 160 milhões de avaliações e comentários considerados spam foram impedidos, evitando que apps sofressem, em média, uma queda artificial de meia estrela em casos de review bombing.
No lado do sistema operacional, o Android conta com o Play Protect, que hoje analisa centenas de bilhões de apps diariamente. Em 2025, a ferramenta identificou mais de 27 milhões de aplicativos maliciosos instalados fora da Play Store — um aumento que sugere que atacantes estão evitando a loja oficial. A proteção antifraude também foi ampliada para bilhões de dispositivos em dezenas de mercados, bloqueando centenas de milhões de tentativas de instalação suspeitas.
Para 2026, o Google afirma que seguirá investindo em defesas baseadas em IA, novas formas de verificação e ferramentas de conformidade integradas ao desenvolvimento. A aposta é impedir violações antes mesmo que um app tente chegar à loja.
PromptSpy é um malware que usa o Gemini para atacar o Android (imagem ilustrativa: Emerson Alecrim/Tecnoblog)Resumo
PromptSpy é um malware para Android que usa o Google Gemini para dificultar sua remoção e permitir acesso remoto ao dispositivo;
Malware envia prompts ao Gemini para interpretar interfaces do dispositivo e executar ações que o mantêm na lista de aplicativos ativos;
PromptSpy é distribuído via páginas web e exige sideloading, mas não se espalha facilmente.
Não somos só nós, meros humanos, que usamos inteligência artificial generativa. Especialistas em segurança da ESET descobriram um malware para Android que realiza consultas ao Google Gemini para dificultar a sua remoção do dispositivo infectado. Por causa disso, a ameaça foi batizada como PromptSpy.
O “Spy” no nome é uma referência ao objetivo principal do malware: instalar um módulo de VNC (tecnologia para acesso remoto) no dispositivo Android, de modo a permitir que um invasor possa acessar o sistema remotamente para capturar dados confidenciais ou realizar outras ações maliciosas.
Como e por que o PromptSpy usa o Gemini?
De acordo com a ESET, o PromptSpy recorre ao Gemini para interpretar as interfaces do dispositivo invadido e, assim, executar ações que o mantêm fixado na lista de aplicativos recentes do Android.
A instalação de malwares no Android muitas vezes requer a execução de uma série de procedimentos para que a segurança do sistema operacional seja burlada. Para tanto, a praga pode utilizar mecanismos que automatizam o toque em botões ou a seleção de configurações na tela, por exemplo.
O problema (para os invasores) é que esses procedimentos podem variar de um dispositivo para outro devido a fatores como versão do sistema operacional, tamanho da tela e interface implementada pelo fabricante do celular ou tablet.
Para superar essa limitação, o PromptSpy envia um prompt em linguagem natural ao Gemini acompanhado de um arquivo XML que descreve todos os elementos visíveis da interface. Então, o Gemini retorna instruções em JSON dizendo onde ou como determinada ação deve ser executada para que o app do malware se mantenha na lista de apps recentes.
A interação entre o PromptSpy e o Gemini é mantida até que o malware consiga, finalmente, posicionar seu aplicativo e não ser facilmente removido.
App do PromptSpy na lista de aplicativos ativos do Android (imagem: reprodução/ESET)
PromptSpy não se espalha facilmente
Depois de instalado e fixado, o malware pode registrar senhas digitadas, números de cartão de crédito, capturas de tela e por aí vai. A ESET descobriu que o PromptSpy foi desenvolvido em um ambiente de língua chinesa para realizar ações de cunho financeiro.
No momento, os alvos parecem ser usuários na Argentina, embora não haja sinais de disseminação em massa da praga. Isso se deve, provavelmente, ao fato de o PromptSpy ser distribuído via páginas web e exigir sideloading (instalação que não ocorre via loja de aplicativos).
Por causa disso, a ESET desconfia que o malware possa ser, no fim das contas, uma prova de conceito, não uma ameaça real. De todo modo, a companhia afirma já ter avisado o Google sobre as ações do PromptSpy.
Esta campanha mostra como a IA generativa pode tornar um malware muito mais dinâmico e capaz de tomar decisões em tempo real.
O PromptSpy é um exemplo inicial de malware para Android com IA generativa e ilustra a rapidez com que invasores estão começando a usar indevidamente ferramentas de IA para incrementar o impacto de suas ações.
Desabilitar o histórico de visualizações do TikTok vai permitir que você veja perfis e posts de forma anônima (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
Para visualizar perfis e posts do TikTok de forma anônima, você deve entrar nas configurações da plataforma pelo celular (Android ou iPhone), acessar a guia “Espectadores” dentro dos ajustes de privacidade, e desabilitar o histórico de visualizações.
Ao fazer isso, você poderá acessar perfis de outros usuários e visualizar posts de pessoas que você segue sem que o TikTok notifique os acessos. Trata-se de um recurso extra de privacidade ao utilizar a plataforma.
A seguir, veja como desabilitar o histórico de visualizações do TikTok para ver perfis e posts de outros usuários sem que eles saibam.
Abra o aplicativo do TikTok em seu smartphone (Android ou iPhone). Em seguida, toque no ícone “Perfil”, localizado no canto inferior direito da tela.
Acessando o perfil do TikTok pelo celular (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
2. Acesse o menu de três linhas do TikTok
Toque no menu de três linhas da rede social, que fica localizada no canto superior direito da tela.
Abrindo o menu do TikTok pelo celular (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
3. Vá em “Configurações e privacidade”
Selecione a opção “Configurações e privacidade” para acessar o menu de ajustes do TikTok.
Acessando as configurações do TikTok pelo celular (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
4. Entre nos ajustes de privacidade
No menu de configurações, acesse a guia “Privacidade” para prosseguir.
Entrando nos ajustes de privacidade do TikTok pelo celular (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
5. Acesse a guia “Espectadores” do TikTok
Desça a tela e abra a guia “Espectadores”. É nessa seção que você poderá desativar a visualização de perfil do TikTok.
Acessando a guia Espectadores do TikTok pelo celular (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
6. Desative o histórico de visualizações
Desabilite a chave “Histórico de visualizações” para visualizar o TikTok anonimamente ao acessar perfis e posts de outros usuários.
Desativando o histórico de visualizações do TikTok (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
Posso desativar a visualização de perfil do TikTok pelo PC?
Não, já que as versões de navegador e app para desktop não permitem a configuração para ver o perfil do TikTok anonimamente. Só é possível desativar a visualização de perfis e posts pelo aplicativo para smartphone (Android ou iPhone) e, então, os ajustes serão replicados para as demais plataformas.
O que acontece ao desabilitar o histórico de visualizações?
Ao desativar o histórico de visualizações para ver o TikTok anonimamente, você:
poderá visualizar os perfis de outros usuários sem que a plataforma notifique os seus acessos;
vai conseguir ver posts de pessoas que você segue sem que elas saibam disso;
não poderá mais ver quem visualizou seu perfil e quais seguidores entraram em suas publicações.
E caso queira ainda mais privacidade, você pode tirar o online do TikTok. Com esse ajuste, ninguém saberá quando você está online na plataforma.
Consigo ver stories do TikTok de forma anônima?
Sim, com o uso de serviços de terceiros. Como exemplo, o SnapTik oferece uma ferramenta online que permite visualizar stories do TikTok de forma anônima a partir do link de perfil da pessoa na rede social.
Posso deixar de ver perfis e posts do TikTok anonimamente?
Sim. Você pode desabilitar o modo anônimo para a visualização de perfis e posts do TikTok ao entrar nas configurações do app via smartphone (Android ou iPhone), acessar a guia “Privacidade”, entrar na opção “Espectadores” e habilitar o histórico de visualizações.
Ao usar o TikTok com o histórico de visualizações ativado, você poderá ver pessoas que entraram no seu perfil e seguidores que abriram seus posts, desde que elas também estejam com o histórico de visualizações habilitado. Do mesmo modo, usuários com a função ativada poderão ver que você acessou os perfis delas.
iOS 26.3 chega com novidade na transferência de dados (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
O iOS 26.3 introduz uma ferramenta nativa para migrar dados do iPhone para Android.
A atualização permite encaminhar notificações do iPhone para dispositivos de terceiros.
O update também inclui melhorias na privacidade de localização para modelos com modems C1 e C1X (a partir do iPhone 16e).
A Apple liberou para todos os usuários a versão final do iOS 26.3 nesta quarta-feira (11/02). A atualização foca em pequenos ajustes, mas traz uma nova ferramenta nativa e simplificada para migrar dados do iPhone para um celular Android.
A novidade havia aparecido no Android e na versão beta disponibilizada para desenvolvedores em dezembro do ano passado e agora faz a estreia oficial. O objetivo é tornar a troca de plataforma menos complicada, dispensando o uso de cabos e softwares de terceiros.
Download do iOS 26.3 pesa 12,38 GB (imagem: Bruno Andrade e Felipe Faustino/Tecnoblog)
Novo método de transferência
Até então, Google e Apple mantinham ferramentas que facilitavam trazer dados de dispositivos do sistema operacional rival, como o Mudar para Android e o Migrar para o iOS. A experiência, no entanto, sempre foi criticada por usuários dos dois ecossistemas, com transferências incompletas e lentidão no processo.
O novo recurso mantém a ideia da transferência via conexão sem fio (Wi-Fi ou Bluetooth) para mover o conteúdo de um aparelho para o outro. A ferramenta, segundo um aviso que aparece ao usá-la, consegue transferir fotos, mensagens, notas, aplicativos gratuitos equivalentes e o número de telefone.
No entanto, outros dados, como os de saúde, dispositivos emparelhados via Bluetooth e itens protegidos (como notas bloqueadas), não são transferidos.
Como transferir dados do iOS para o Android?
Opção de transferir para o Android já está disponível (imagem: Bruno Andrade e Felipe Faustino/Tecnoblog)
Para iniciar o processo, é necessário que os dois aparelhos estejam próximos. O sistema gera um código QR no Android, que deve ser escaneado pelo iPhone para estabelecer a conexão.
No iOS, o caminho é simples:
Acesse Ajustes;
Toque em Geral;
Selecione Transferir ou Redefinir o iPhone;
Escolha a nova opção Transferir para Android.
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Além da ponte para o Android, a atualização traz mudanças focadas em personalização e privacidade. Uma delas é o Encaminhamento de Notificações. O recurso, projetado para atender à Lei de Mercados Digitais (DMA) da União Europeia, permite que notificações recebidas no iPhone sejam encaminhadas para dispositivos de terceiros (como relógios que não sejam o Apple Watch).
Outros destaques incluem:
Privacidade de localização: usuários de iPhones equipados com os modems C1 e C1X (introduzidos a partir do iPhone 16e) ganharam um recurso para ofuscar dados precisos de localização junto às operadoras.
Papéis de parede: a Apple separou as categorias de imagem de fundo “Tempo” e “Astronomia”, oferecendo novas opções de design para a tela de bloqueio baseada no clima.
Gemini será parte importante do sistema (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
O Android para PC, conhecido como Aluminium OS, incluirá o assistente Gemini acessível via atalho de teclado ou ícone na barra de status.
O código beta do app do Google versão 17.5 menciona a ativação do Gemini através de ícone ou botão do Google com a barra de espaço.
Animações do Gemini no PC incluem um ícone animado e uma tela cheia ao ser ativado.
A nova versão beta do app do Google para Android traz dois trechos de código que indicam como o Gemini vai funcionar na versão do sistema para computadores.
O assistente com inteligência artificial generativa estará disponível para acesso rápido por meio de um atalho de teclado ou por um ícone na barra superior da interface do Aluminium OS, codinome interno do substituto do ChromeOS.
Como será o Gemini no Android para PC?
O código da versão 17.5 do app do Google, ainda em versão beta, foi obtido e analisado pelos sites 9to5Google e Android Authority.
São duas linhas de código que fazem menção ao Gemini no computador. Uma delas revela que é possível ativar o assistente clicando no ícone no canto superior direito da tela ou apertando o botão do Google, presente em vários Chromebooks, e a barra de espaço do teclado físico.
Imagens vazadas anteriormente já indicava ícone do Gemini na barra superior (imagem: reprodução/9to5Google)
A outra linha tem uma breve apresentação do Gemini, dizendo: “Peça ao Gemini ajuda para escrever, planejar, ter ideias e mais”. O código dessa mensagem traz duas informações importantes.
A primeira é que se trata de um “placeholder”, termo usado para definir elementos que estão de forma provisória em algum lugar, apenas para ocupar aquele espaço. A segunda é que a mensagem aparecerá ao pedir o consentimento do usuário para ativar o Gemini.
O Android Authority encontrou ainda duas animações ligadas ao Gemini no PC. O ícone que ficará no canto superior direito da tela será animado, com um efeito de “respiração”, crescendo e encolhendo de forma alternada. Além disso, o assistente terá uma animação de tela cheia ao ser configurado.
No fim de janeiro de 2026, um desenvolvedor compartilhou publicamente vídeos do sistema em um fórum de discussão de bugs do Chromium. O visual lembra bastante o dos tablets Android, mas traz adaptações para aproveitar o espaço extra da tela de um notebook.
Apple e Google comprometeram-se a flexibilizar suas lojas de apps no Reino Unido, após investigação sobre domínio no mercado de software móvel.
As mudanças devem incluir critérios justos para revisão de apps e proibição de uso de dados confidenciais de terceiros para vantagem competitiva.
O regulador britânico irá monitorar métricas como tempo de revisão de apps, e sanções financeiras são previstas em caso de descumprimento.
Apple e Google firmaram compromissos formais para flexibilizar as operações da App Store e da Play Store no Reino Unido, segundo comunicado da Autoridade de Concorrência e Mercados (CMA) divulgado hoje (10/02). O acordo é um desdobramento de uma investigação sobre o domínio das gigantes na distribuição de softwares móveis em solo britânico.
A movimentação representa um dos primeiros testes do novo regime de fiscalização de mercados digitais da Grã-Bretanha. Em outubro do ano passado, a CMA classificou oficialmente as duas empresas como detentoras de “status estratégico de mercado”.
O objetivo é melhorar os processos de aprovação de aplicativos e garantir que desenvolvedores independentes tenham condições de competir de forma mais justa contra os serviços nativos das donas das plataformas.
Na prática, o regulador reconhece que, como o ecossistema móvel britânico é operado quase integralmente por iOS ou Android, não existe alternativa viável para que criadores de apps alcancem o público sem se submeter às regras — e taxas — impostas por Apple ou Google.
O que pode mudar?
A principal mudança é a obrigação de utilizar critérios “justos e objetivos” para a revisão e classificação de aplicativos. Durante anos, desenvolvedores relataram que as lojas funcionavam com processos de aprovação lentos e, em certos casos, utilizados para beneficiar produtos das próprias big techs.
Com o novo compromisso, Apple e Google também estão proibidas de explorar dados confidenciais coletados durante a auditoria de apps de terceiros para obter vantagem competitiva em seus próprios serviços concorrentes. Isso impede, por exemplo, que uma plataforma utilize métricas de um app rival para aprimorar uma ferramenta nativa antes mesmo de o concorrente ser aprovado na loja.
No caso específico da Apple, as exigências são mais enérgicas. A fabricante do iPhone concordou em estabelecer caminhos para que desenvolvedores solicitem acesso a recursos de nível de sistema no iOS e iPadOS. A CMA acredita que isso permitirá que empresas de setores como pagamentos móveis, carteiras de identidade digital e ferramentas de tradução concorram em pé de igualdade com as soluções nativas da Maçã.
Para garantir que as promessas não fiquem apenas no papel, o regulador — que é o equivalente ao nosso Cade — adotará um sistema de monitoramento robusto. As empresas deverão reportar métricas como:
Tempo médio de revisão de aplicativos;
Proporção de apps rejeitados e o volume de apelações;
Número de solicitações de interoperabilidade técnica atendidas.
Regulador britânico quer abrir “cadeado” dos ecossistemas móveis (imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)
Google afirma que plataforma já é aberta
A intervenção não é motivada apenas por questões técnicas, mas pelo enorme peso econômico do setor. O Reino Unido possui, atualmente, a maior economia de aplicativos da Europa: em 2025, o setor de desenvolvimento móvel no país foi avaliado em 28 bilhões de libras esterlinas (quase R$ 200 bilhões).
Isso representa cerca de 1,5% do PIB nacional, sustentando mais de 400 mil empregos diretos. Garantir um ambiente competitivo é visto como essencial para o crescimento de setores estratégicos, como o de fintechs e jogos eletrônicos.
Em um comunicado, também divulgado hoje, o Google argumenta que o Android já é uma plataforma “aberta” por permitir lojas de terceiros. A empresa destaca que sua loja oficial já gerou 9,9 bilhões de libras esterlinas em receita para desenvolvedores britânicos.
Caso a Apple ou o Google falhem na aplicação das mudanças, o órgão regulador poderá avançar para a imposição de sanções financeiras pesadas.
As propostas seguem em fase de consulta pública até o dia 3 de março de 2026. Se aprovadas sem alterações, as novas regras passarão a valer oficialmente em 1º de abril de 2026. Até o momento, a Apple tem evitado comentários sobre como será essa “abertura” de seus sistemas.
Telegram afirma ser a maior atualização de interface do app já feita no Android (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
Telegram lançou uma grande atualização de interface, com foco em mudanças no Android.
Agora há uma maior padronização visual, com o app para Android adotando um estilo visual Liquid Glass, similar ao iPhone.
A atualização também introduziu ferramentas de gestão de comunidades e a “Fabricação de Presentes” para monetização.
O Telegram lançou ontem (09/02) uma grande atualização que reformula a experiência de uso do app em dispositivos móveis. Segundo a plataforma, esse é o maior update de interface já feito no Android, mas o pacote também traz melhorias pontuais para os iPhones e iPads.
O movimento busca unificar a identidade visual do mensageiro em diferentes sistemas, com a versão para Android adotando o design Liquid Glass do iOS. Além das mudanças visuais, o update traz novidades para presentes virtuais e novas regras para a sucessão de administradores em grupos e canais.
A nova versão já está sendo distribuída para todos os usuários.
Maior atualização no Android
A versão para Android recebeu o que a equipe de desenvolvimento classifica como a “maior atualização de interface da história” do aplicativo. A mudança mais evidente é a substituição do antigo menu lateral por uma nova barra de navegação inferior com quatro abas fixas — Conversas, Contatos, Configurações e Perfil. A novidade permite alternar entre as funções principais com apenas um toque.
Segundo a empresa, o código da interface foi totalmente reconstruído para maximizar a eficiência. O aplicativo agora adota de forma integral a estética Liquid Glass, estilo visual com transparências e efeitos de desfoque que antes eram predominantes na versão para iOS.
Nova barra inferior centraliza navegação no Android (imagem: reprodução/Telegram)
Para reduzir o impacto dessas animações no hardware, o Telegram incluiu controles de efeitos nas configurações de Economia de Energia, permitindo que o usuário limite as transições visuais para preservar a bateria.
Embora o Android tenha recebido mais mudanças, o iOS não passou despercebido. A atualização refinou o visualizador de mídias e os painéis de pré-visualização de stickers. Já os usuários de iPad ganharam suporte ao atalho Command + Enter em teclados físicos.
Gestão de comunidades
Além da estética, a atualização soluciona um problema em comunidades: a sucessão de comando. Caso o proprietário de um grupo abandone o chat sem nomear um sucessor, a titularidade será transferida automaticamente para um dos administradores ativos após o período de uma semana.
O sistema também permite que a transferência de propriedade seja feita de forma manual e instantânea, garantindo a continuidade da gestão sem a necessidade de o antigo dono sair da conversa.
Grupos agora terão sucessão automática de administradores (imagem: reprodução/Telegram)
No campo da monetização, o mensageiro introduziu a “Fabricação de Presentes”. O sistema permite que usuários combinem até quatro presentes colecionáveis que seguem uma escala de raridade que vai do Incomum ao Lendário. Esses ativos podem ser negociados no marketplace de presentes da plataforma.
A API de Bots também melhorou e agora permite aos desenvolvedores personalizar a estética dos botões com cores e emojis para tornar a navegação em sistemas automatizados mais intuitiva.
Telegram em queda no Brasil
Apesar das novidades, o Telegram enfrenta um cenário de retração no país. Segundo a pesquisa Panorama Mobile Time/Opinion Box, a penetração do app nos smartphones brasileiros caiu de 63% para 57% em um intervalo de doze meses. O auge da plataforma foi em 2023, quando atingiu 65% dos aparelhos.
Em comparação, o WhatsApp detém quase 99% de presença nos dispositivos e possui mais de 169 milhões de usuários ativos, segundo a agência TheZarc. Enquanto o rival foca em comunicação cotidiana e transações comerciais, o Telegram atrai usuários por sua capacidade de suportar grupos de até 200 mil membros e pela robustez de sua API de bots.
Globalmente, no entanto, o mensageiro superou a marca de 1 bilhão de usuários ativos mensais em 2025, impulsionado por mercados na Ásia e no Leste Europeu.
Quick Share em celular Android (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)Resumo
Google confirmou que Quick Share será compatível com mais dispositivos Android, além do Pixel 10, permitindo integração com AirDrop, da Apple;
Integração Quick Share-AirDrop facilita troca de arquivos entre dispositivos Android e iPhones próximos, e também cobrirá iPads e MacBooks;
Expansão para mais aparelhos Android irá ocorrer “em breve”, afirma Google.
O Quick Share, tecnologia que compartilha arquivos entre dispositivos Android, já é capaz de funcionar em conjunto com o AirDrop, da Apple. Porém, apenas os celulares Pixel 10 suportam essa integração oficialmente. A boa notícia é que o Google confirmou que a compatibilidade chegará a outros aparelhos Android.
A integração entre Quick Share e AirDrop possibilita a troca de arquivos entre celulares Android e iPhones que estiverem fisicamente próximos entre si. É um recurso interessante para compartilhar fotos tiradas em grupo, só para dar um exemplo.
Ao anunciar a integração do Quick Share com o AirDrop, em novembro de 2025, o Google explicou que a novidade era destinada à linha Pixel 10 na fase inicial, mas que havia planos de expandir o recurso para mais dispositivos.
Pois bem, o Android Police relata ter participado de uma recente coletiva de imprensa do Google. No evento, a companhia confirmou planos de lançar uma atualização do Quick Share neste ano que torna a comunicação com o AirDrop possível em mais dispositivos Android.
Compartilhamento de arquivos entre Android e iPhone (imagem: divulgação/Google)
Quando a integração Quick Share-AirDrop chegará a mais celulares Android?
O Google se limitou a informar que “em breve”. A companhia não deu uma data precisa porque a liberação do recurso depende do apoio de fabricantes de smartphones.
Mas esperar um pouco mais deverá valer a pena, afinal, a integração não se limitará aos iPhones, como o próprio Google explicou:
Dedicamos muito tempo e energia para garantir que pudéssemos criar algo compatível não apenas com o iPhone, mas também com iPads e MacBooks.
Agora que comprovamos que isso é possível, estamos trabalhando com nossos parceiros [fabricantes] para expandir a funcionalidade para o restante do ecossistema, e vocês verão alguns anúncios interessantes em breve.
Eric Kay, vice-presidente de engenharia
Um detalhe curioso é que o Google não dependeu da Apple para fazer essa integração. No ano passado, a União Europeia exigiu a implementação do Wi-Fi Aware no AirDrop, padrão aberto que permite a dispositivos fisicamente próximos trocarem informações entre si. Foi essa tecnologia que possibilitou a comunicação do Quick Share com o AirDrop.
O Galaxy Z Flip 7 FE de 128 GB está saindo por apenas R$ 3.149 no Pix no Mercado Livre. A oferta é válida aplicando o cupom de 10% OFF em SSG que aparece na página, mas é bom ser rápido porque o cupom já está acabando. Em relação ao preço de lançamento de R$ 6.699, o desconto é de 53%.
Na ficha técnica, o celular dobrável da Samsung se destaca pelas telas AMOLED e pelo alto desempenho.
Galaxy Z Flip 7 FE tem AMOLED dobrável de 6,7″
Internamente, o Galaxy Z Flip 7 FE vem com uma tela dobrável de 6,7 polegadas com tecnologia Dynamic AMOLED, taxa de atualização de 120 Hz e brilho forte de 2.600 nits. Essas configurações entregam uma experiência fluida na reprodução de conteúdos no display. Já a tela externa Super AMOLED de 3,4 polegadas oferece praticidade para controles rápidos.
O chassi em alumínio reforçado confere rigidez estrutural ao corpo dobrável. A traseira utiliza vidro Gorilla Glass Victus 2 para evitar riscos profundos. E o smartphone da Samsung conta com proteção IP54 contra água e poeira, oferecendo maior resistência e durabilidade. Também com esse foco, a promessa é de 7 anos de atualizações do Android.
Já em relação ao desempenho, o Z Flip 7 FE é equipado com uma RAM de 8 GB e processador Samsung Exynos 2400. Essa combinação gerencia múltiplos aplicativos abertos sem apresentar lentidão ou travamentos. E a arquitetura de dez núcleos otimiza o gasto energético durante o uso de ferramentas pesadas.
Samsung Galaxy Z Flip 7 FE fechado (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Nas câmeras, o conjunto traseiro duplo possui um sensor principal de 50 megapixels com estabilização óptica (OIS). Essa tecnologia compensa movimentos involuntários para entregar fotos nítidas e vídeos em 4K estáveis. A lente ultrawide, por sua vez, tem 12 megapixels e captura ângulos amplos de 123º.
Por fim, o Galaxy Z Flip 7 FE de 128 GB que sai por R$ 3.149 no Pix com cupom de 10% OFF na página do Mercado Livre traz bateria de 4.000 mAh compatível com carregamento rápido de até 25 W, além de 15 W sem fio e 4,5 W reverso.
Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.
Samsung Galaxy Z Flip 7 FE de 128 GB tem RAM de 8 GB, tela AMOLED dobrável de 6,7 polegadas e promessa de 7 anos de Android; oferta no Mercado Livre baixa preço em 53%
Samsung Galaxy Z Flip 7 FE fechado (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
One UI 7 foi a última grande atualização do Galaxy S21 (imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)Resumo
Samsung encerrou o suporte regular para os modelos Galaxy S21, S21 Plus e S21 Ultra.
Esses modelos não receberão mais atualizações de segurança ou novas versões da interface One UI.
O Galaxy S21 FE, junto com a linha Galaxy S22, continuará recebendo updates, mas as atualizações de segurança serão trimestrais.
A Samsung retirou oficialmente a linha Galaxy S21 da lista de dispositivos que receberão atualizações de segurança. A medida marca o fim do suporte regular para os modelos Galaxy S21, S21 Plus e S21 Ultra. Esses aparelhos não terão acesso a novas versões da interface One UI.
O Galaxy S21 FE não integra a lista, mas teve seu cronograma de atualizações alterado: agora, ele passa a receber updates de segurança trimestrais, junto com o Galaxy S22, S22 Plus e S22 Ultra. Essa mudança sinaliza que, embora os aparelhos ainda recebam correções, a frequência de envio de pacotes de segurança será reduzida antes da eventual remoção definitiva.
Lançada globalmente em 2021, a última grande atualização de sistema recebida pela linha S21 foi a One UI 7, baseada no Android 15 e disponibilizada no primeiro semestre de 2025. O patch de segurança final foi entregue em novembro do ano passado, totalizando quatro anos de suporte.
Samsung cumpriu a promessa de atualizações?
Sim. Ao apresentar a série Galaxy S21, a empresa prometeu entregar quatro gerações de atualizações do Android. O cronograma foi executado integralmente: os dispositivos chegaram ao mercado com o Android 11 e receberam sucessivamente as versões 12 (novembro de 2021), 13 (novembro de 2022), 14 (dezembro de 2023) e, por fim, a versão 15 (maio de 2025).
Embora os lançamentos mais recentes da marca agora contem com uma política estendida de sete anos de suporte, a linha S21 foi a pioneira na transição para ciclos mais longos. Na época do lançamento, a fabricante superou o padrão de três anos, oferecendo mais longevidade para os aparelhos.
A partir de agora, os proprietários de modelos da série Galaxy S21 só receberão novos firmwares em situações excepcionais. Isso ocorre apenas se vulnerabilidades críticas de segurança forem identificadas, exigindo uma correção emergencial.
Santander faz silenciosa transição desde novembro de 2025 (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
O Santander unificou aplicativos, modernizando o app principal e encerrando o app Way para cartões de crédito.
O novo app reúne contas, cartões e investimentos em um só lugar, com seções de ações recomendadas e rápidas.
A migração ocorre desde novembro de 2025, mas o uso de inteligência artificial não foi observado no app.
Diversos clientes do Santander notaram uma mudança no aplicativo do banco. Ele está mais moderno, com uma tipografia diferenciada, para marcar um novo momento da empresa. A ideia é unificar jornadas e experiências no digital, repetindo um processo que o Itaú concluiu em janeiro, com mais de 15 milhões de clientes migrados.
O Santander não deu detalhes sobre quantos correntistas serão impactados pela mudança. A instituição tem 69,5 milhões de clientes, de acordo com dados divulgados em 2025.
O que muda para quem usa o app Way?
App do Santander passou por repaginada (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Enquanto isso, os clientes de cartão de crédito vão notar o fim do aplicativo Way, que era usado para conferir fatura, gastos recentes, limites e fazer o gerenciamento deste produto. O Santander tem estimulado que essas pessoas instalem e passem a usar somente o aplicativo oficial Santander. Mais uma vez, repetem a cartilha estabelecida pelo Itaú.
O novo app do Santander ainda não apareceu para todos os usuários. O Tecnoblog visualizou a tela de boas-vindas, que traz informações sobre a nova versão. O banco destaca:
Exibição de todas as contas correntes e conjuntas num só lugar
Possibilidade de esconder ou exibir saldo e demais valores na tela inicial
Informações sobre contas, cartões e investimentos ficam reunidas num só lugar
Seção de ações recomendadas, com opções como Trazer Dinheiro, Meus Boletos, Shopping e DinDin
Seção de ações rápidas com Pix, ID Santander, Recarga de Celular e Comprovantes
Atendimento via chat com assistente virtual ou central de ajuda
Carteira de investimentos
Como tem sido a migração do Santander?
O Santander foi consultado, mas não retornou nosso pedido de entrevista. Por ora, não é possível compreender o contexto mais macro sobre quais elementos são priorizados no novo app, quais ficaram em segundo plano, e qual tem sido a avaliação da clientela. A migração ocorre pelo menos desde novembro de 2025, em ondas, impactando os apps para Android e iPhone.
Em 2025, o conglomerado financeiro decidiu rebatizar a corretora Toro como Santander Corretora. Apesar dessa mudança, o app oficial da agora Santander Corretora continua funcionando de forma independente, com as mesmas ferramentas de antes. Ainda não está claro se este aplicativo também será encerrado e os usuários, migrados para o app único.
Durante os testes, percebemos a ausência de ferramentas de inteligência artificial. Módulos no app apoiados por IA têm sido mais comuns em outros bancos, mas não foram percebidos no Santander.
Veja o passo a passo para trancar conversas no WhatsApp e acessar o bate-papos ocultos (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
As conversas trancadas do WhatsApp garantem uma camada extra de privacidade, ocultando chats específicos da lista principal. Esse recurso é ideal para proteger informações sensíveis, movendo as mensagens para uma pasta segura acessível apenas por biometria ou senha.
Para ativar essa função, basta selecionar um contato no aplicativo para celular ou no PC e escolher a opção “Trancar conversa”. Isso garante que o bate-papo permaneça inacessível para terceiros que usem o aparelho.
Para visualizar os chats ocultos, é necessário acessar a pasta de “Conversas trancadas”. Após realizar a autenticação rápida, todas as mensagens protegidas serão exibidas para leitura ou resposta segura.
A seguir, veja o passo a passo para proteger conversas importantes no WhatsApp e ampliar a privacidade ao usar o mensageiro.
No iPhone: toque na opção “Trancar conversa” para avançar;
No Android: toque no ícone de três pontos, no canto superior direito, e selecione “Trancar conversa”.
Ativando o recurso “Trancar conversa” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
3. Confirme que a ação para trancar conversa no WhatsApp
Veja a mensagem informando que para acessar conversas trancadas no WhatsApp será necessário usar a biometria (impressão digital ou reconhecimento facial) ou senha cadastrada no dispositivo. Então, toque em “Continuar” para concluir.
Confirmando o trancamento da conversa no WhatsApp (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
4. Veja a pasta “Conversas trancadas”
Na guia “Conversas” do WhatsApp, arraste o dedo para baixo para visualizar mais opções de chats. Então, toque em “Conversas trancadas” para acessar a pasta oculta e realizar a autenticação.
Acessando a pasta “Conversas trancadas” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
5. Abra as configurações da pasta “Conversas trancadas”
Na pasta “Conversas trancadas” do WhatsApp, toque em “Configurações” ou no ícone de três pontos no canto superior direito da tela, para abrir um novo menu.
Abrindo as configurações do menu “Conversas trancadas” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
6. Toque na opção “Código secreto”
Toque em “Código secreto” para iniciar a configuração de uma senha para acessar as conversas trancadas do WhatsApp no PC.
Importante: também é necessário ativar esse recurso para poder trancar conversas pelo WhatsApp Web ou Desktop.
Ativando o recurso “Código secreto” do WhatsApp (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
7. Cadastre o “código secreto” do WhatsApp
No campo “Código secreto”, digite a combinação que você usará para ver as conversas ocultas em outros dispositivos conectados a conta. Em seguida, repita a senha e toque em “OK” para concluir a configuração.
Criando uma combinação para o código secreto do WhatsApp (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
Como trancar uma conversa no WhatsApp no PC
1. Selecione a conversa que você deseja trancar
Clique com o botão direito do mouse em cima do chat do WhatsApp que você deseja proteger para abrir um menu de opções.
Importante: esse passo a passo serve para o WhatsApp Web e a versão Desktop. Além disso, essa opção fica disponível somente após criar o código secreto no aplicativo do mensageiro no celular.
Abrindo as opções da conversa que será trancada no WhatsApp (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
2. Clique em “Trancar conversa”
Clique em “Trancar conversa” do WhatsApp para avançar.
Selecionando o recurso “Trancar conversa” do WhatsApp (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
3. Digite o código secreto do WhatsApp
Digite o código secreto cadastrado no aplicativo do WhatsApp e clique em “Continuar” para confirmar a ação. Então, o chat será movido para a pasta “Conversas trancadas”.
Inserindo o código secreto para trancar a conversa do WhatsApp (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
Como acessar uma conversa trancada do WhatsApp no celular
1. Arraste a tela para baixo na guia “Conversas” do WhatsApp
Na guia “Conversas” do WhatsApp, arraste o dedo para baixo na tela para exibir a pasta “Conversas trancadas”.
Deslizando a tela do WhatsApp para baixo (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
2. Toque em “Conversas trancadas”
Toque em cima da opção “Conversas trancadas” e realize a autenticação com a biometria ou senha cadastrada para ver a conversa trancada no WhatsApp.
Acessando as conversas trancadas do WhatsApp no celular (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
Como acessar uma conversa trancada no WhatsApp Web
1. Clique em “Conversas trancadas” no WhatsApp Web
Acesse o WhatsApp Web pelo navegador e, se necessário, faça login na plataforma. Então, clique na opção “Conversas trancadas” em cima dos bate-papos abertos do mensageiro.
Selecionando a pasta Conversas trancadas no WhatsApp Web (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
2. Insira o código secreto
Na janela pop-up, digite o código secreto cadastrado no aplicativo no celular. Depois, clique em “Continuar” para acessar as conversas trancadas do WhatsApp.
Digitando o código secreto para acessar a pasta “Conversas Trancadas” no WhatsApp Web (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
Como acessar uma conversa trancada no WhatsApp Desktop
1. Clique no ícone de cadeado no WhatsApp Desktop
Abra o WhatsApp Desktop no seu PC e, em seguida, clique no ícone de cadeado no canto esquerdo da tela para acessar a pasta de conversa trancada.
Clicando no ícone de cadeado no WhatsApp Desktop (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
2. Digite o código secreto
Na janela pop-up, insira o código secreto cadastrado no aplicativo para abrir as conversas trancadas no WhatsApp. Então, clique em “Continuar” para visualizar a pasta com os chats ocultados.
Inserindo o código secreto para abrir as conversas trancadas no WhatsApp Desktop (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
O que acontece ao trancar a conversa do WhatsApp?
Estas são as ações que ocorrem ao trancar a conversa do WhatsApp:
Pasta de acesso restrito: o chat sai da caixa de entrada principal para uma pasta oculta, acessível apenas por biometria ou senha no celular ou por um código secreto no PC;
Notificações sigilosas: os avisos de novas mensagens escondem o conteúdo e o nome do contato, exibindo apenas um aviso genérico de “WhatsApp: 1 nova mensagem”;
Mídia protegida na galeria: as fotos e vídeos recebidos na conversa trancada não são salvos automaticamente na galeria do celular, reforçando a privacidade;
Chamadas inalteradas: o bloqueio não se aplica a ligações de voz ou vídeo. O dispositivo tocará e exibirá quem está ligando normalmente, mesmo com o chat trancado;
Privacidade do contato: a pessoa ou grupo não recebe nenhum aviso sobre o trancamento. Para eles, a interação e os status de visualização permanecem inalterados;
Sincronização entre dispositivos: ao definir um código secreto, as conversas são ocultadas também no WhatsApp Web e Desktop, exigindo a senha para aparecerem na busca;
Gestão de backup: as mensagens trancadas são incluídas no backup em nuvem, mas se você esquecer o código secreto e precisar limpá-lo, as conversas protegidas serão apagadas;
Regras de ativação: o recurso é válido para chats individuais e grupos, mas exige que as conversas arquivadas retornem à caixa de entrada antes de serem ocultadas.
Posso ocultar uma conversa trancada no WhatsApp?
Sim, dá para esconder uma conversa trancada do WhatsApp ao ativar a função “ocultar conversas trancadas” nas configurações da pasta protegida. Com esse recurso de privacidade do WhatsApp, a pasta some da lista e reaparece somente ao digitar o código secreto na barra de pesquisa.
Por que não consigo trancar uma conversa do WhatsApp?
Estes são alguns pontos que podem impedir você de trancar uma conversa do WhatsApp:
Ausência de bloqueio de tela: o recurso exige que o sistema do celular tenha uma senha ou biometria ativa (impressão digital ou reconhecimento facial) para validar o acesso às mensagens ocultas;
Sem código secreto: o trancamento no PC apenas funciona se o usuário configurar previamente o código secreto nas configurações das conversas trancadas no aplicativo para celular;
Conversas arquivadas: os chats movidos para o arquivo ficam impedidos de serem trancados. É necessário desarquivá-los primeiro para que a opção de ocultar apareça no menu;
Limitação de grupos e comunidades: a ferramenta foca apenas em chats individuais e grupos comuns. Os canais de transmissão e comunidades não podem ser trancados;
Problemas de cache: o acúmulo de dados temporários pode afetar o desempenho do app. Tente limpar o cache ou reinstalar o aplicativo para evitar a instabilidade;
Aplicativo desatualizado: o recurso exige que a versão mais recente do WhatsApp esteja instalada no dispositivo. Verifique se há atualizações do app no App Store no iPhone ou na Play Store no Android.
Consigo acessar conversas trancadas do WhatsApp via PC se esqueci o código?
Não dá para abrir as conversas trancadas do WhatsApp no PC sem o código secreto, pois essa proteção é sincronizada entre os dispositivos. Contudo, é possível redefinir o código secreto pelo celular para recuperar o acesso à pasta oculta no WhatsApp Web ou Desktop.
Outra opção é usar a função de “Limpar e destrancar tudo” nas configurações de privacidade do aplicativo no smartphone. Essa ação remove a trava de segurança imediatamente, permitindo que as mensagens cheguem normalmente em todas as telas.
No entanto, ao escolher a limpeza total para recuperar o acesso, todo o histórico de mensagens das conversas trancadas será apagado permanentemente. Após o procedimento, os chats retornarão à tela inicial do WhatsApp sem conteúdo, exigindo um novo trancamento.
Consigo destrancar as conversas no WhatsApp?
Sim, dá para destrancar individualmente uma conversa ao acessar a pasta “Conversas trancadas”. Abra a chat oculto, toque no nome do contato ou do grupo e, ao ver as configurações, desative a chave “Conversas trancadas” para retornar à lista principal.
Essa ação remove a exigência de biometria ou senha, tornando as mensagens visíveis a qualquer pessoa que abrir o app. Além disso, todo o histórico anterior é preservado e movido automaticamente para a caixa de entrada comum.
Qual é a diferença entre trancar e arquivar conversas do WhatsApp?
Trancar conversas do WhatsApp é a função que move o chat para uma pasta oculta protegida por biometria ou senha, removendo o conteúdo da caixa de entrada. É a escolha ideal de segurança para proteger bate-papos confidenciais contra o acesso de terceiros que estejam com o aparelho em mãos.
Arquivar conversas do WhatsApp é o recurso que transfere o chat da tela principal para uma pasta separada, ocultando a conversa da lista inicial para reduzir distrações. Esse recurso foca na organização, silenciando notificações de novas mensagens a menos que a pessoa seja mencionada ou receba uma resposta direta.
Barra de tarefas mais alta é a principal diferença (imagem: reprodução/9to5Google)Resumo
O Android para PC terá uma interface semelhante à de tablets, com adaptações para telas maiores, incluindo uma barra de tarefas centralizada e uma barra de status mais alta.
O sistema operacional é identificado como Android 16, codinome “ALOS” ou Aluminium OS, e foi testado em um Chromebook HP Elite com processador Intel Core de 12ª geração.
O Google confirmou o desenvolvimento do Android para computadores em 2025, com o planos para substituir gradualmente o ChromeOS.
Um desenvolvedor se descuidou e publicou imagens da interface da futura versão do Android para desenvolvedores. Elas revelam um visual parecido com o de tablets com o sistema, mas com algumas diferenças importantes.
As gravações de tela foram compartilhadas na plataforma de desenvolvimento do Chromium (projeto de código aberto que serve de base para o Chrome) para mostrar um bug no sistema. A página de discussão agora mostra apenas uma mensagem de acesso negado, mas o 9to5Google conseguiu salvar e publicar os vídeos.
Como será a interface do Android para PC?
As imagens mostram uma barra de tarefas idêntica à usada em tablets com Android, com ícones centralizados, incluindo um para acessar aplicativos à esquerda e outros para apps abertos à direita.
A barra de status no topo da tela, no entanto, é diferente. Ela é mais alta. Nas capturas de tela, essa área contém relógio (com segundos) e data à esquerda; na direita, ficam um ícone do Gemini, um controle de idioma do teclado, um indicador de Wi-Fi e um mostrador de bateria. Outro detalhe é um cursor de mouse ligeiramente maior, com design mais tradicional, incluindo uma haste.
Sistema também usará a Play Store (imagem: reprodução/9to5Google)
Nas imagens, há duas janelas do Chrome lado a lado, indicando um possível recurso multitarefas do sistema. O navegador tem, inclusive, um ícone de extensões — elas estão disponíveis apenas na versão para desktops e não na para tablets.
Os botões para fechar, minimizar e abrir em tela cheia ficam no canto direito superior das janelas e são praticamente idênticos aos do ChromeOS.
O que mais sabemos sobre o Android para PC?
Android para PC ainda não tem nome definido nem data para chegar (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Os indícios de que as gravações de tela são realmente da futura versão do Android para PC aparecem logo no início, em uma página de versão do Chrome. Ela informa que o sistema operacional é o Android 16, com a compilação ZL1A.260119.001.A1.
O desenvolvedor se refere a essa build como “ALOS” — um código para Aluminium OS, codinome interno do sistema. Ele também informou qual aparelho estava usando: um Chromebook HP Elite com processador Intel Core de 12ª geração.
Os rumores de uma versão do Android para computadores circulam há alguns anos, mas o sistema ganhou confirmação oficial só no segundo semestre de 2025.
Além disso, a empresa abriu vagas de trabalho específicas para o projeto. As descrições indicam que o Aluminium OS é “um novo sistema operacional com inteligência artificial em seu centro”, que estará disponível para todos os formatos, como laptops, tablets, destacáveis e mini-PCs.
Também há indícios de que haverá um período de transição do ChromeOS para o novo sistema, incluindo suporte e atualizações para os produtos lançados nos últimos anos. Já o nome não é definitivo e ainda está no campo das especulações — Android, Chrome e Chromebook são marcas muito fortes, e há chances de que elas sejam reaproveitadas no novo sistema.
Android 16 foi o maior contemplado, mas há atualizações para versões antigas (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
O Google atualizou as ferramentas antirroubo do Android, incluindo bloqueio por falha na autenticação e login biométrico ampliado.
O sistema agora impede tentativas repetidas de adivinhar senhas, com tempo de suspensão mais longo.
O Remote Lock permite configurar uma pergunta de segurança para evitar bloqueios indevidos.
O Google anunciou uma atualização para o conjunto de ferramentas contra roubo do Android. As mudanças devem trazer uma proteção mais sólida, dar mais controle ao usuário e evitar problemas causados por uso indevido.
Os recursos antirroubo do Android existem desde 2024 e tiveram no Brasil seu principal laboratório — o Google iniciou por aqui os testes das ferramentas. Graças a eles, o sistema é capaz de identificar quando o celular foi tirado abruptamente da mão do dono e bloquear a tela.
Outra funcionalidade do pacote é o bloqueio remoto, que permite que o usuário trave a tela do aparelho informando apenas o número de telefone cadastrado.
Quais são as novidades do Android para segurança?
O Google anunciou algumas atualizações exclusivas para o Android 16 e futuras versões.
O Android conta com um bloqueio por falha na autenticação, que trava a tela caso uma pessoa tente fazer login em aplicativos diversas vezes e não consiga. Essa funcionalidade ganhou um controle independente, podendo ser ativada ou desativada, conforme a preferência do usuário.
Bloqueio por tentativas falhas de login em apps poderá ser desativado, caso usuário prefira (imagem: divulgação)
Outro recurso disponibilizado anteriormente exige que o usuário faça login com biometria antes de realizar algumas ações quando não estiver em lugares reconhecidos pelo sistema. Ele foi ampliado e agora vale também para todos os recursos e apps que usam o login biométrico do Android. Assim, aplicativos de banco e gerenciadores de senhas, por exemplo, passam a contar com uma barreira adicional.
A tela de bloqueio também tem novidades. Quando uma pessoa tenta adivinhar a senha diversas vezes e não consegue, o sistema impede novas tentativas. Esse tempo de suspensão será mais longo.
Ao mesmo tempo, o Android vai tentar evitar travamentos acidentais: o sistema não vai levar em consideração senhas incorretas digitadas mais de uma vez. Assim, mesmo que uma criança pegue seu celular e fique digitando “0” sem parar, por exemplo, você ainda poderá acessar seu aparelho normalmente.
Uma última novidade também está disponível para o Android 10 e versões mais recentes. O Remote Lock agora tem a opção de configurar uma pergunta de segurança, como forma de garantir que outra pessoa não bloqueie a tela do seu telefone.
Itaú está entre os maiores bancos do Brasil (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
Itaú lançou o Pix por aproximação no app para Android, permitindo pagamentos via NFC sem escanear QR Codes, com limite de R$ 500 por transação.
O Pix por aproximação permite parcelamento de compras e segue padrões de segurança com autenticação e criptografia.
Somente o app do Itaú para Android está recebendo a função, que não tem previsão de chegada aos iPhones.
O Itaú agora oferece o Pix por aproximação no aplicativo para Android. A função permite pagamentos presenciais sem a necessidade de escanear QR Code e usa a tecnologia NFC do celular.
Com a novidade, o cliente precisa apenas abrir o super app do Itaú, escolher o Pix e aproximar o celular da maquininha compatível para realizar o pagamento. A transação é confirmada com a senha.
O banco informou ao Tecnoblog que, até o momento, não há previsão de lançamento de recurso semelhante no iPhone.
Como funciona o Pix por aproximação do Itaú?
O pagamento é feito diretamente pelo aplicativo do banco, sem depender de carteiras digitais externas. O Pix por aproximação utiliza a infraestrutura padrão do Pix, com liquidação imediata e rastreabilidade, conforme as regras definidas pelo Banco Central. Cada transação tem limite máximo de R$ 500, e o valor diário pode ser ajustado pelo próprio cliente no app.
Além do pagamento à vista, o Itaú passou a permitir o parcelamento de compras feitas via Pix por aproximação nas maquininhas compatíveis, algo que diferencia a solução de outras experiências baseadas apenas na transferência instantânea tradicional.
O banco afirma que o recurso foi desenvolvido com múltiplas camadas de proteção, incluindo autenticação no dispositivo e criptografia dos dados durante a operação. As autorizações seguem os mesmos padrões de segurança já adotados no app.
Pix por aproximação x QR Code
Pix por aproximação está disponível nas maquininhas do Itaú (imagem: divulgação)
A adoção do Pix por aproximação não elimina outras formas de pagamento já disponíveis. Segundo o Itaú, a ideia é oferecer alternativas para diferentes perfis de usuários.
Quem prefere máxima rapidez pode continuar usando carteiras digitais que permitem pagar sem abrir aplicativos bancários. Já quem busca mais controle sobre a operação pode optar pelo Pix por NFC dentro do app.
Em nota, o diretor de pagamentos para pessoa física do Itaú Unibanco, Mario Miguel, afirmou que a “segurança está no centro de todas as nossas iniciativas”. Desde 2024, o Itaú vinha testando o Pix por aproximação em suas próprias maquininhas, as chamadas “laranjinhas”, operadas pela Rede.
E o iPhone?
A função não tem previsão de disponibilidade nos iPhones. E o caso não se limita ao Itaú: a Apple enfrenta um inquérito no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) no qual se alega que a empresa age de maneira a impedir a competição no setor de pagamentos.
GymRats está disponível para smartphones Android ou iOS (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
GymRats é um aplicativo para estimular a prática de exercícios físicos, por meio de registros de treinos e desafios baseados em pontuação. A plataforma está disponível para dispositivos móveis Android ou iOS.
O app usa check-ins e dados do treino para comprovar que as atividades físicas foram realizadas. A partir dessas informações, os usuários ganham pontuações e competem entre si nos grupos.
Check-ins por selfie ou vídeo e sistemas de pontuações flexíveis são alguns dos principais recursos do GymRats. O aplicativo conta ainda com ferramentas de interação social e integração com outros dispositivos.
A seguir, entenda melhor o que é o GymRats, saiba como o app fitness funciona, e veja prós e contras da plataforma.
O GymRats é um aplicativo móvel de Android e iOS voltado para praticantes de exercícios físicos, que registra treinos, permite conexões com outros usuários e estimula atividades como musculação, corrida, entre outras modalidades.
O que significa GymRats?
O nome “GymRats” significa “ratos de academia”, em tradução livre. E no caso, “ratos de academia” refere-se a pessoas que se dedicam e frequentam regularmente a academia, o que vai de encontro com o propósito da plataforma.
Para que serve o GymRats?
O GymRats tem a função de estimular o comprometimento dos usuários com as práticas físicas, a partir de registros de treinos (chamados de “check-ins”) que comprovam as atividades e desafios saudáveis entre usuários da plataforma. O próprio CEO da empresa, Mack Hasz, descreve o serviço como um “motivador social fitness e de saúde”.
Além disso, o aplicativo também serve como uma rede social em que usuários conseguem fazer novas conexões e interagir uns com os outros, a partir de posts, comentários ou chats de grupo.
Como funciona o GymRats
Primeiramente, é importante entender que o GymRats é um aplicativo móvel para Android e iOS, sem versões para navegadores. Para acessar a plataforma, você deve fazer um cadastro com seu e-mail ou usar uma Conta Google.
Depois de fazer o cadastro, você terá a opção de criar um grupo, entrar em um grupo a partir de um link de convite ou procurar por clubes ou desafios na aba “Rat Pack”. Mas independentemente da opção escolhida, a ideia é a mesma: conectar-se com outros usuários para iniciar uma competição saudável, baseada em pontos, para registrar exercícios físicos.
Desafios são competições com data de início e término, recomendáveis para estabelecer metas específicas. Já clubes são comunidades fitness contínuas e de baixa manutenção, cujas classificações são automaticamente rastreadas de forma semanal, mensal e anual.
Administradores do desafio ou clube vão estipular os prazos e sistemas de pontuação, que são as diretrizes para o ranqueamento.
Há diferentes desafios e clubes voltados para atividades físicas específicas ou gerais (Imagem: Divulgação/GymRats)
Após entrar ou criar um grupo, você poderá fazer check-ins das suas atividades físicas. Além de uma foto ou print para comprovar seu treino, será possível registrar dados como hora e local, tipo de atividade, e métricas como duração, distância calorias e passos. O registro então será contabilizado para o ranking do grupo, e poderá ficar marcado no seu perfil (caso queira).
Todas as pontuações são calculadas às 5h da manhã (horário de Brasília), e a pessoa com o maior número de pontos ficará no topo do grupo. Se houver empate para o primeiro lugar, o grupo do GymRats vai exibir um dos líderes de maneira aleatória.
O sistema de pontuação do GymRats ranqueia os membros do grupo de acordo com os pontos feitos no período (Imagem: Divulgação/GymRats)
Paralelamente ao desafio, a aba “Chat” dos grupos serve para interação de membros, permitindo troca de mensagens, fotos e menções.
Quais são os modos de pontuação do GymRats?
Os sistemas de pontuação do GymRats podem se basear em dias de treino, números de check-ins, rastreamento de métricas ou rankings personalizados:
Dias ativos: pontuação com base nos dias com ao menos um check-in de treino.
Pontos de hustle (hustle points): sistema de pontuação usado para criar uma contagem personalizada de diferentes tipos de exercícios, como corrida, caminhada, musculação, entre outros.
Contagem de check-in: score baseado no maior número de registros de treino no período, permitindo mais de um registro por dia.
Duração: pontuação com base no tempo de duração dos exercícios físicos.
Distância: ranking que leva em conta a maior distância percorrida nos treinos.
Passos: sistema de pontuação baseado na contagem de passos dados.
Calorias: score que ranqueia as calorias queimadas durante as atividades.
Vale destacar que desafios e clubes podem ter diferentes tipos de sistemas de pontuação, dependendo da modalidade escolhida pelos administradores dos grupos.
O GymRats é gratuito?
Sim. O GymRats possui uma versão gratuita com algumas limitações de uso, como participação em até dois grupos simultaneamente, exibição de anúncios, e menos opções durante a criação de grupos.
Recursos gratuitos do GymRats (Imagem: Reprodução/GymRats)
Contudo, o app também oferece a versão Pro mediante assinatura, que oferece experiência sem anúncios, criação e participação de grupos de maneira ilimitada, acesso ao Rat Pack e personalização de temas.
Recursos do GymRats Pro (Imagem: Reprodução/GymRats)
Quais são os principais recursos do GymRats?
Dentre os principais recursos do GymRats, estão check-ins de treinos, grupos de competição, formas de interação social e até integração com outros aparelhos. São eles:
Registro de treinos: o GymRats utiliza check-ins como forma de registrar e comprovar suas atividades físicas, que também ficam registrados em seu perfil para alcançar metas pessoais.
Desafios e clubes: os desafios e clubes estimulam competições saudáveis entre usuários da plataforma, incluindo alcance global (via Rat Pack com uma assinatura Pro).
Competições em equipe: além de competições individuais, é possível fazer competições em equipe para engajar mais pessoas.
Sistema de pontuação flexível: os sistemas de pontuação flexíveis permitem que praticantes de diferentes atividades ou níveis compitam em um mesmo grupo.
Interações sociais: você pode compartilhar textos e fotos nos chats de grupos, o que promove interação e novas conexões entre membros.
Integração com outros dispositivos: o GymRats pode se integrar a smartwatches e outros aparelhos, coletando dados de treinos de apps como Samsung Health, Garmin e Mi Fitness.
Quais são os benefícios do GymRats?
As vantagens do GymRats são principalmente ligadas ao propósito do app e funcionalidades de uso, incluindo:
Promoção de saúde e bem-estar: o principal objetivo do GymRats é estimular a prática de exercícios físicos, em prol de melhorar a saúde dos usuários.
Tem versão gratuita: não é preciso pagar para usar o aplicativo, já que ele tem versão gratuita de uso.
Aplicativo fácil de usar: o app é intuitivo e simples, e usuários conseguem registrar seus treinos em poucos passos.
Possui integração com dispositivos: o GymRats pode integrar-se a apps como Samsung Health e Strava, o que permite puxar dados de treino de outros dispositivos (como relógios inteligentes).
Permite novas conexões: o app também funciona como uma rede social, oferecendo opções de interação entre usuários, e permitindo a criação de novas conexões.
Quais são as desvantagens do GymRats?
O GymRats também tem limitações de uso. Dentre as principais desvantagens da plataforma, estão:
Limitações da versão gratuita: o uso gratuito do app tem exibição de anúncios, além de limitações de participações em grupos ao mesmo tempo e algumas funções; certos recursos só estão disponíveis na versão Pro, que é paga.
Não tem versão para navegador: o GymRats é um aplicativo que só pode ser acessado por dispositivos móveis (Android ou iOS), sem opção de acesso via navegador.
Pode estimular competitividade excessiva: por mais que apresente um sistema de gamificação saudável, o funcionamento baseado em pontuação pode motivar competitividade excessiva pelos usuários.
Quais apps são concorrentes do GymRats?
Assim como o GymRats, existem outras aplicações de health technology para smartphones que promovem atividades físicas em formato gamificado de competições saudáveis, a exemplo de Strava, Stridekick Activity Challenges, Challenges – Compete, Get Fit e Nike Run Club.
Importante mencionar que algumas dessas aplicações focam em atividades específicas (como corrida ou pedalada), apesar de terem funcionamento similar ao do GymRats.
Google Pixel 10 está entre os modelos afetados (imagem: divulgação)Resumo
A atualização de janeiro de 2026 para o Google Pixel causou falhas de Wi-Fi e Bluetooth.
Google orienta usuários a contatar o suporte técnico, mas ainda não há correção oficial.
Tentativas comuns de solução não resolvem o problema, mas um usuário conseguiu resolver reinstalando manualmente a mesma versão.
Usuários relatam que a atualização de janeiro de 2026 para a linha Google Pixel está causando problemas de Wi-Fi e Bluetooth em diversos aparelhos. Os relatos começaram a surgir nos últimos dias em fóruns oficiais do Google e no Reddit, e citam modelos como Pixel 8 Pro, Pixel 10 e Pixel 10 Pro XL.
O update foi lançado na semana passada, sem indicações de problemas. No entanto, relatos de que o Wi-Fi parou de funcionar, sem buscar redes disponíveis, começaram a se acumular. Outros usuários apontam que o Bluetooth se recusa a ligar. Há ainda casos isolados envolvendo problemas com a câmera.
Google orienta contato com o suporte
Até o momento, não existe uma correção oficial para os problemas relatados. O Google não se pronunciou publicamente sobre os casos. No Reddit, a empresa orientou usuários a entrar em contato com o suporte.
Tentativas comuns de solução, como reiniciar o aparelho, resetar as configurações de rede ou iniciar no modo de segurança, não resolvem a situação. Um usuário relatou que o problema persistiu mesmo após restauração de fábrica.
O 9to5Google cita, contudo, que um usuário conseguiu resolver o bug reinstalando manualmente a mesma versão do sistema por meio de comandos ADB.
Problema já afetou modelos antigos
Proprietários de Pixel 8 Pro já enfrentavam problemas semelhantes há meses, de acordo com publicações no Reddit. A situação parece ter se agravado com a atualização mais recente, atingindo também os modelos mais novos da linha.
A atualização anterior apresentou casos isolados de falhas com Wi-Fi e Bluetooth, mas o número de relatos aumentou consideravelmente nesta versão.
HyperOS 3 deixou usuários com ROMs alternativas na mão (imagem: reprodução/Xiaomi)Resumo
A atualização HyperOS 3 da Xiaomi, baseada no Android 16, inutilizou celulares com ROM global não oficial, especialmente importados da China.
A Xiaomi não oferece suporte para dispositivos modificados fora de seus canais oficiais, deixando usuários sem correções para o problema.
Reverter para o HyperOS 2.2 pode ser a única solução, exigindo reinicializações repetidas para acionar o rollback de emergência do Android.
Donos de celulares da Xiaomi adquiridos por meio de importadores independentes passaram a relatar, nos últimos dias, uma enorme dor de cabeça: os aparelhos foram inutilizados após a chegada do HyperOS 3, nova versão da interface própria da fabricante, baseada no Android 16.
Os casos afetam principalmente smartphones importados da China que utilizam ROM global não oficial, prática comum no chamado mercado cinza. De acordo com os relatos, após a instalação do HyperOS 3, esses aparelhos passam a iniciar apenas no modo de recuperação ou entram em bootloop permanente.
Vendedores não oficiais costumam comprar versões chinesas dos aparelhos (que são mais baratas), desbloquear o bootloader e instalar uma interface global para incluir idiomas ocidentais e serviços do Google.
O que causa o problema?
Segundo o Gizmochina, a atualização introduziu uma verificação rigorosa de região, que compara o hardware do aparelho com a região do software instalado. Quando o sistema identifica uma incompatibilidade – como hardware chinês rodando uma ROM global modificada –, o processo de inicialização falha.
Geralmente, o smartphone não carrega o sistema operacional, entrando em modo de recuperação e ficando preso em um bootloop (quando o dispositivo entra em um loop de reinicialização).
Smartphones ficam bloqueados após atualização (imagem: reprodução/Gizchina)
A Xiaomi classifica essas ROMs convertidas como instalações não autorizadas e, por isso, não trata o problema como um bug do sistema. Ainda de acordo com a publicação, a empresa considera que esses dispositivos foram modificados fora de seus canais oficiais.
Com isso, os aparelhos impactados podem ficar definitivamente presos ao HyperOS 2.2, versão anterior do sistema, sem acesso a futuras atualizações do Android.
Como resolver?
Segundo o Gizchina, a empresa não pretende oferecer correções ou suporte para celulares comprados por meio de importadores não oficiais. A gigante chinesa teria comunicado que os clientes afetados por esse problema estão “por conta própria” em relação ao Android 16 e ao HyperOS 3.
Dessa forma, para quem foi atingido pelo bloqueio, a reversão do sistema para a versão anterior pode ser a única forma de salvar o dispositivo:
O usuário deve forçar a reinicialização do celular repetidamente (pressionando o botão liga/desliga). Pode ser necessário fazer esse processo entre 10 e 15 vezes seguidas.
Essa sequência de falhas propositais no boot pode acionar o protocolo de rollback de emergência do Android, desinstalando a atualização problemática e restaurando o HyperOS 2.2.
Se o aparelho voltar a ligar, é importante desativar imediatamente as atualizações automáticas para evitar que o HyperOS 3 tente se instalar de novo.
A atualização que causou o bloqueio é uma das mais aguardadas pelos fãs da marca. O HyperOS 3 promete otimizações significativas de desempenho e traz a funcionalidade “Xiaomi Super Island”, um recurso visual e interativo comparável à Dynamic Island da Apple.
WhatsApp quer facilitar a vida de novos membros de grupos (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
WhatsApp testa o compartilhamento de histórico de conversas em grupos com novos membros.
A funcionalidade foi encontrada no beta para iOS e virá desativada por padrão, visando controle sobre o que é compartilhado.
Mensagens compartilhadas continuarão protegidas por criptografia de ponta a ponta.
O WhatsApp começou a testar um recurso que permite compartilhar o histórico recente de mensagens com novos integrantes de grupos. A funcionalidade foi encontrada na versão para iPhone através do programa beta TestFlight.
A função quer resolver aquele problema de ter que explicar a novos usuários o que já foi comentado anteriormente em um grupo. De acordo com o site especializado WABetaInfo, o aplicativo vai exigir uma autorização para compartilhamento.
O recurso já havia sido identificado anteriormente em testes no Android e, com essa etapa no iOS, o WhatsApp começa a alinhar o funcionamento entre as duas plataformas móveis.
Como vai funcionar o compartilhamento do histórico?
WhatsApp testa envio de histórico de conversas (imagem: reprodução/WABetaInfo)
A função permite enviar até 100 mensagens recentes, desde que tenham sido trocadas nos últimos 14 dias antes da entrada do novo membro. Para verificar se a opção está disponível, o usuário precisará adicionar alguém ao grupo e acessar a tela de informações da conversa. Ao selecionar “Adicionar participante”, pode surgir, ao final do processo, a opção de compartilhar mensagens recentes.
Caso apareça, o usuário escolhe se deseja enviar o histórico e quantas mensagens serão compartilhadas, podendo optar por um número menor que o limite máximo. A ideia é dar mais controle sobre o que será repassado, evitando o envio automático de todo o conteúdo recente.
As mensagens compartilhadas aparecem destacadas visualmente para o novo integrante. Para os demais participantes, o WhatsApp também sinaliza que o histórico foi enviado, indicando quem realizou o compartilhamento.
O pessoal do WABetaInfo também menciona que o recurso estará desativado por padrão. A decisão de compartilhar ou não o histórico cabe exclusivamente ao usuário que está adicionando o novo participante.
As mensagens compartilhadas continuam protegidas por criptografia de ponta a ponta, utilizando as chaves de segurança armazenadas no dispositivo da pessoa que adicionou o novo membro.
Quando chega para todos?
Por enquanto, o recurso está restrito a parte dos testadores da versão beta no iOS.
Ainda não há uma data confirmada para o lançamento, mas usuários com acesso ao teste já conseguem compartilhar mensagens até mesmo com pessoas que ainda não receberam a funcionalidade em suas contas.
Nova Laucher está disponível para Android (foto: André Fogaça/Tecnoblog)Resumo
O Nova Launcher foi adquirido pela empresa sueca Instabridge, que promete manter o app atualizado e compatível com versões modernas do Android.
A Instabridge considera exibir anúncios na versão gratuita e criar novos planos pagos, enquanto o Nova Launcher Prime continuará sem anúncios por US$ 3,99.
A empresa avalia abrir o código do Nova Launcher, enquanto usuários relatam a presença de rastreadores de anúncios do Facebook e Google no aplicativo.
O Nova Launcher, um dos aplicativos de personalização mais populares do Android, ganhou uma inesperada sobrevida. Depois de ter seu fim decretado em setembro de 2025, o app foi adquirido pela empresa sueca Instabridge, que agora assume o controle do projeto e promete mantê-lo atualizado.
A mudança ocorre meses após a saída de Kevin Barry, criador e único desenvolvedor do Nova Launcher, da Branch Metrics, empresa de análise de dados que havia comprado o aplicativo em julho de 2022. Com a desaceleração no desenvolvimento e a demissão da maior parte da equipe, o futuro do launcher parecia encerrado para boa parte da comunidade.
Do anúncio de encerramento à venda do Nova Launcher
Em setembro de 2025, Barry informou publicamente sua saída da Branch e confirmou que havia sido instruído a interromper os trabalhos de código aberto do Nova Launcher — algo que, segundo ele, havia sido prometido no momento da aquisição. Sem um desenvolvedor ativo e com o código-fonte em situação indefinida, sites especializados chegaram a tratar o app como descontinuado.
Poucos meses depois, porém, a Instabridge anunciou a compra do Nova Launcher. A empresa se descreve como focada em “criar produtos que ajudam as pessoas a se conectarem à internet” e afirmou que sua prioridade inicial é garantir a compatibilidade do launcher com versões modernas do Android, além de corrigir falhas e manter a estabilidade do aplicativo.
“O Nova não vai ser desativado. Nosso foco imediato é simples: manter o Nova estável, compatível com o Android moderno e com manutenção ativa”, afirmou a Instabridge.
Nova Launcher traz opções de customização para a tela inicial do Android (imagem: reprodução/Google Play Store)
O que muda para os usuários do Nova Launcher?
Apesar da promessa de continuidade, a nova fase do Nova Launcher levanta dúvidas. A Instabridge deixou claro que não pretende reformular o app no curto prazo nem lançar recursos de forma acelerada. A ideia é adotar uma abordagem focada em manutenção, desempenho e qualidade.
Ao mesmo tempo, a empresa confirmou que avalia alternativas para tornar o projeto financeiramente sustentável. Entre elas, está a possibilidade de exibição de publicidade na versão gratuita e a criação de novos planos pagos. O Nova Launcher Prime seguirá sem anúncios, com preço reduzido para US$ 3,99 (cerca de R$ 21). As licenças já adquiridas continuarão válidas.
Relatos de usuários e análises de código apontam que rastreadores de anúncios do Facebook e do Google já foram adicionados ao aplicativo. Embora a Instabridge não tenha confirmado oficialmente a exibição de anúncios, usuários no Reddit afirmam já terem visto propagandas.
A empresa também diz estar “avaliando ativamente” a abertura do código do Nova Launcher.
Aparelho aposta em design compacto e teclado físico para conquistar órfãos do BlackBerry (imagem: divulgação)Resumo
O Titan 2 Elite, da Unihertz, será apresentado na MWC 2026 e possui teclado físico QWERTY.
O design do Titan 2 Elite é comparável ao BlackBerry Curve, com margens de tela reduzidas e câmera selfie em design punch-hole.
A Unihertz usará financiamento coletivo para o lançamento, com mais detalhes a serem divulgados em breve.
A Unihertz, empresa conhecida por criar smartphones de nicho, está mais perto de lançar o Titan 2 Elite. O novo dispositivo, previsto para ser revelado durante a feira MWC 2026 na primeira semana de março, chega como alternativa compacta no mercado de celulares com teclado físico QWERTY, segmento que voltou a ganhar atenção com a chegada do Clicks Communicator.
O movimento da fabricante chinesa é preencher a lacuna deixada pela saída da BlackBerry do mercado móvel com seus mais de cinco anos de experiência no desenvolvimento de hardware proprietário focado em teclados físicos.
Como é o Titan 2 Elite?
O novo modelo parece focar na portabilidade e ergonomia para o uso diário. Enquanto a concorrente Clicks promove o seu Communicator como um “telefone secundário” ou um auxiliar de produtividade para acompanhar o aparelho principal do usuário, a Unihertz sugere que o dispositivo vai rodar uma versão padrão do Android.
Essa abordagem contrasta com o modelo Titan 2, lançado em 2025, que tentava emular a experiência do BlackBerry Passport, visando o público corporativo.
Design e especificações
Com base nas imagens, o Titan 2 Elite apresentaria um formato visualmente comparável a um BlackBerry Curve de dimensões reduzidas. Ao contrário do Titan 2, que utilizava um painel com bordas espessas, o novo dispositivo aparenta ter margens de tela bem mais reduzidas.
Outra mudança notável é a substituição da borda superior pelo furo para a câmera selfie integrada ao display (design punch-hole), posicionada no canto superior esquerdo. Apesar do design mais moderno, ainda não há confirmação sobre a tecnologia da tela (se é OLED ou LCD).
A estratégia de lançamento da Unihertz seguiria o modelo de financiamento coletivo, comum na história da empresa. Mais detalhes sobre a campanha no Kickstarter, bem como o cronograma de envio das unidades e preços oficiais, devem ser divulgados nas próximas semanas, antes da apresentação na feira de Barcelona.
Titan 2 Elite revive o estilo BlackBerry com teclado QWERTY e deve ser apresentado oficialmente na MWC 2026, em março. Celular rivaliza com o Clicks Communicator.
Design TransView confere visual transparente à parte superior do dispositivo (imagem: divulgação)Resumo
Realme P4 Power será lançado na Índia em 29 de janeiro com uma bateria de 10.001 mAh, prometendo até três dias e meio de autonomia.
O smartphone possui carregamento rápido de 80 W e carregamento reverso de 27 W, permitindo recarregar outros dispositivos.
Ele inclui tela AMOLED de 6,78 polegadas, com taxa de atualização de 144 Hz e processador MediaTek Dimensity 7400 Ultra.
A Realme lança o novo P4 Power na Índia no dia 29 de janeiro. Ele chega com a promessa de entregar três dias de autonomia, graças à super bateria de 10.001 mAh. A empresa já iniciou a campanha de pré-reserva no país mediante um pagamento simbólico de 999 rúpias (cerca de R$ 60).
Esse não será o preço final do celular, apenas um “sinal” que garante prioridade na compra e benefícios exclusivos — uma prática comum no varejo indiano.
Aqui no Brasil, a assessoria da Realme nos informou que deve trazer novidades sobre o aparelho “em breve”. Por enquanto, não há data e preços no mercado nacional.
Super bateria e especificações
Com recarga reversa de 27 W, o P4 Power também funciona como um power bank (imagem: divulgação)
Sem dúvida, o grande trunfo do Realme P4 Power é a bateria. Equipado com uma célula de 10.001 mAh de silício-carbono, o aparelho oferece o dobro da capacidade da maioria dos smartphones topo de linha atuais (o Galaxy S25 Ultra, por exemplo, tem uma bateria de 5.000 mAh).
Mesmo assim, o celular mantém um peso surpreendente de 218 gramas. A tecnologia de silício-carbono é a chave para esse equilíbrio, permitindo uma densidade energética superior sem aumentar drasticamente o volume ou o peso do aparelho. A fabricante promete até três dias e meio de uso moderado longe da tomada.
O chefe de marketing de produto da marca, Francis Wong, confirmou que o Realme P4 Power terá carregamento rápido de 80 W, capaz de recarregar a célula gigante rapidamente.
Além de durar dias, o P4 Power pode “salvar” outros gadgets. O dispositivo suporta carregamento reverso de 27 W, transformando-o em um power bank eficiente para carregar fones, relógios e até celulares.
O conjunto de especificações deve incluir uma tela AMOLED de 6,78 polegadas com taxa de atualização de 144 Hz e o processador MediaTek Dimensity 7400 Ultra (possivelmente uma versão renomeada de chips da série 8000).
Preço e disponibilidade
Modelo suporta carregamento rápido de 80 W (imagem: divulgação)
O preço oficial ainda não foi revelado, mas vazamentos sugerem que o valor de etiqueta da versão mais completa, com 12 GB de RAM e 256 GB de armazenamento, pode ser de 37.999 rúpias (cerca de R$ 2.250).
No entanto, analistas do mercado local esperam que o preço real de venda para o consumidor fique entre 25 mil e 30 mil rúpias (algo entre R$ 1.500 e R$ 1.800), posicionando-o como um intermediário premium.
Vale lembrar que a Realme voltou a ser uma submarca da Oppo e não opera mais de forma independente, mas a movimentação da marca com o novo smartphone não é isolada. Recentemente, a Honor lançou na China o Honor Power 2, com uma bateria de 10.080 mAh.
As fabricantes chinesas parecem ter encontrado no silício-carbono a solução para oferecer autonomia de sobra sem comprometer a ergonomia, enquanto Samsung e Apple focam em eficiência para manter os celulares finos.
Threads é uma rede social da Meta, dona do Instagram (imagem: divulgação e Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
O Threads registrou 141,5 milhões de acessos diários via Android e iOS no começo de 2026, superando o X, com 125 milhões.
X lidera em acessos via navegador com 145,4 milhões de visitas diárias, comparado a 8,5 milhões do Threads.
Crescimento é impulsionado pelas outras redes da Meta e por novas funcionalidades, enquanto o X enfrenta crise de imagem.
O Threads ultrapassou o X/Twitter em número de usuários ativos diários em smartphones, segundo dados da empresa de inteligência de mercado Similarweb. Em 7 de janeiro de 2026, o aplicativo registrou 141,5 milhões de acessos via Android e iOS, contra 125 milhões da concorrente.
A medição considera exclusivamente o uso em aplicativos móveis para Android e iOS. No acesso via navegador, o X continua muito à frente do Threads: são 145,4 milhões de visitas diárias à rede de Elon Musk, um abismo de diferença para os 8,5 milhões registrados pela plataforma da Meta no desktop.
Threads supera X em quantidade de usuários ativos por dia (imagem: reprodução/Similarweb)
Lançado em julho de 2023 como rede de texto, o Threads surgiu como uma alternativa “aberta e amigável” em um momento de turbulência no então Twitter, logo após a aquisição da empresa por Elon Musk.
Segundo a análise do relatório, a ascensão do Threads tem base na estratégia multiplataforma da Meta. A empresa, para os analistas, tem utilizado a força dos outros produtos (Facebook e Instagram) para promover a rede de textos, além de ter acelerado o lançamento de recursos que faltavam na estreia.
Funcionalidades como mensagens diretas, filtros de conteúdo, comunidades baseadas em interesses e até testes recentes com jogos na plataforma estariam ajudando a reter o público.
Em dados oficiais divulgados em outubro de 2025, a própria Meta afirmava já ter superado a marca de 150 milhões de usuários ativos diários e 400 milhões mensais, sugerindo que o engajamento na plataforma pode ser maior do que o rastreamento dos relatórios.
X enfrenta crise de imagem
O X, por outro lado, tem sido alvo de investigações no mundo todo, incluindo o Brasil, após a IA Grok ter gerado imagens com teor pornográfico a partir de fotos de usuários, especialmente mulheres, publicadas na plataforma.
Segundo o TechCruch, o relatório aponta que o Bluesky, concorrente menor e descentralizado, também registrou um aumento no número de instalações nos últimos dias, surfando na onda de insatisfação. Ainda assim, vale ressaltar que o X mantém sua liderança nos Estados Unidos.
Conta para a gente nos comentários: qual tem sido a sua rede social principal no dia a dia, Threads ou X?
Google quer expandir para o Android experiências de IA incorporadas no Chrome para desktop (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
O Google começou a testar a integração do Gemini ao Chrome para Android, sinalizando que o navegador móvel pode ganhar funções baseadas em inteligência artificial nos próximos meses. Indícios da novidade surgiram no código do Chromium, projeto de código aberto que serve de base para o Chrome, sugerindo que a empresa trabalha em capacidades chamadas de “agentic”, capazes de interagir de forma mais ativa com o conteúdo exibido.
Por enquanto, não há anúncio oficial nem detalhes sobre como o recurso será apresentado aos usuários. Ainda assim, as menções no código reforçam que o Google avalia expandir para o Android experiências de IA que já vêm sendo testadas de forma limitada no Chrome para computadores.
Indícios no código do Chromium
As pistas sobre a integração apareceram após desenvolvedores identificarem novas referências ao Gemini no repositório do Chromium. Um engenheiro do Google comentou que a inclusão dessas mudanças impacta diretamente o tamanho do aplicativo, justamente por adicionar suporte ao que a empresa chama internamente de Chrome Glic — nome de código do Gemini dentro do navegador.
Segundo o profissional, “o tamanho do arquivo binário foi aumentado porque essa mudança traz muito código para dar suporte ao Chrome Glic, que será habilitado no Chrome para Android em breve”. A declaração não detalha como a IA funcionará na prática.
Como o Gemini pode funcionar no Chrome móvel?
Gemini já existe de forma restrita no Chrome para desktop (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
A expectativa é de que o funcionamento seja parecido com soluções já vistas em outros navegadores. No Edge para Android, por exemplo, o Copilot aparece como um botão flutuante que permite resumir páginas, responder perguntas sobre o conteúdo ou ajudar em pesquisas rápidas.
No Chrome para desktop, onde o Gemini já existe em fase restrita, a IA consegue usar informações das abas abertas para oferecer ajuda contextual. Isso inclui resumir textos, comparar dados entre páginas diferentes e responder dúvidas com base no que o usuário está visualizando. A tendência é que uma experiência semelhante seja adaptada para telas menores.
Atualmente, o Gemini no Chrome para computadores ainda não está amplamente disponível. Usuários que têm acesso podem acionar a ferramenta por atalhos de teclado específicos, mas o recurso segue em testes e sem liberação geral.
No caso do Android, também não há previsão de lançamento. As referências no código indicam apenas que o projeto está em andamento e pode ser anunciado em breve.
Microsoft Lens no iPhone (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)Resumo
Microsoft Lens para Android e iPhone será totalmente descontinuado em março de 2026;
Companhia não forneceu explicações públicas sobre a decisão, mas sugere uso do aplicativo OneDrive como alternativa;
App do OneDrive tem recurso de digitalização integrado, permitindo capturar e salvar documentos.
O Microsoft Lens para Android e iPhone vai mesmo ser descontinuado. A ferramenta, que permite digitalizar rapidamente documentos capturados com a câmera do celular, teve seu processo de encerramento iniciado no último dia 9. O fim propriamente dito está marcado para março de 2026.
A ferramenta foi mantida após esse prazo, alimentando a esperança de uma mudança de planos. Mas tratava-se apenas de um adiamento e, consequentemente, de um reajuste de cronograma. Ficou assim, de acordo com esta página de suporte:
9 de janeiro de 2026: o processo de descontinuação do Microsoft Lens tem início;
9 de fevereiro de 2026: fim do suporte ao Microsoft Lens; remoção do aplicativo na App Store e na Google Play Store;
9 de março de 2026: o app do Microsoft Lens não digitalizará mais imagens, apenas dará acesso às digitalizações realizadas antes dessa data.
Por que o Microsoft Lens está sendo descontinuado?
Lançado em 2015 sob o nome Office Lens, o Microsoft Lens tem notas altas nas lojas de aplicativos. Apesar disso, a ferramenta não é, exatamente, popular. Talvez essa constatação tenha pesado para a Microsoft decidir pelo fim do aplicativo.
O “talvez” deve-se ao fato de a companhia não ter dado explicações públicas sobre a decisão. Mas pelo menos a Microsoft sugeriu uma alternativa: o aplicativo do OneDrive, que tem um recurso de digitalização integrado. Eis o passo a passo para o seu uso:
abra o aplicativo do OneDrive em seu celular (Android ou iPhone);
toque no botão ”+” no canto inferior do app;
escolha “Digitalizar foto” e capture a imagem do documento com a câmera do aparelho;
Se o resultado agradar, salve o arquivo para finalizar.
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S25 possui tela de 120 Hz e chip Snapdragon 8 Elite
Samsung Galaxy S25 atinge brilho de tela com pico de 2.600 nits (imagem: Thássius Veloso – Tecnoblog)
O painel de 6,2″ utiliza a tecnologia AMOLED Dinâmico 2x que possibilita uma taxa de atualização adaptativa ao conteúdo de até 120 Hz. A combinação proporciona resposta fluida para rolagem de páginas, transições gráficas e menor consumo energético. Além disso, gera imagens em Full HD com HDR10+, entregando cores mais intensas.
O processador Snapdragon 8 Elite, fabricado em 3 nm, possui núcleos de alta performance com frequência de até 4.47 GHz. Isso significa que o chip avançado da Qualcomm operando em conjunto com 12 GB de memória RAM vai permitir ao usuário uma experiência de ponta em todos os sentidos; inclusive com os recursos do Galaxy AI.
O Galaxy S25 apresenta um sistema de câmeras versátil e poderoso para fotografias. Há o sensor principal de 50 MP, lente ultrawide de 12 MP para fotos amplas e a teleobjetiva de 10 MP. Além de registros bem definidos, o conjunto é capaz de realizar filmagens em alta revolução de até 8K a 30 FPS.
O celular premium da Samsung leva corpo em alumínio (imagem: Thássius Veloso / Tecnoblog)
No entanto, um aspecto que deixa a desejar é a bateria com capacidade limitada de 4.000 mAh. O smartphone suporta recarga rápida de 25 W, além de carregamentos sem fio e reverso. No aspecto de conectividade, apresenta Wi-Fi 7, Bluetooth 5.4 e NFC para pagamentos por aproximação.
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Duolingo liberou o recurso “Explique minha resposta” gratuitamente para todos os usuários de iPhone e Android.
Antes exclusiva do Duolingo Max, a ferramenta utiliza APIs do ChatGPT, da OpenAI, para fornecer explicações detalhadas sobre respostas corretas ou incorretas.
Segundo a empresa, a mudança visa oferecer feedback personalizado em tempo real e tornar o aplicativo mais acessível e motivador.
O Duolingo anunciou hoje (12/01) uma mudança na estratégia de produto. Agora, o recurso “Explique minha resposta”, ferramenta baseada em inteligência artificial que detalha por que uma alternativa está correta ou incorreta, está disponível para todos os usuários gratuitamente.
Até então, a funcionalidade estava restrita ao Duolingo Max, plano pago mais completo da plataforma. A atualização já começou a chegar para usuários de iPhone e Android, com a proposta de oferecer feedback mais detalhado e imediato, auxiliando a compreensão de erros e acertos ao longo das lições.
A empresa informou ao Tecnoblog que a funcionalidade não terá limite de uso. De acordo com o Duolingo, os APIs utilizados são do ChatGPT, da OpenAI.
Como funciona o recurso?
Na prática, o recurso permite que o usuário toque em um botão após responder a uma questão para receber uma explicação gerada por IA. O sistema analisa a resposta dada e apresenta um comentário contextualizado, apontando regras gramaticais, escolhas de vocabulário ou estruturas que justificam o resultado.
Segundo o Duolingo, “o recurso dá aos alunos explicações claras sobre por que suas respostas estavam certas ou erradas”. Ao tornar a ferramenta gratuita, a empresa afirma que todos os usuários passam a ter acesso a feedback personalizado em tempo real.
Recurso de IA do Duolingo agora está disponível para todos (imagem: divulgação/Duolingo)
A companhia também destaca que a mudança busca tornar o aplicativo mais estimulante e motivador, especialmente para quem utiliza apenas a versão gratuita e, até agora, tinha acesso mais limitado a explicações detalhadas.
Em setembro, o Duolingo anunciou uma integração com o LinkedIn, permitindo que o usuário vincule sua conta do app de ensino ao perfil da rede profissional para exibir a pontuação nos idiomas.
Aplicativo Android em modo de tela expandida no Windows 11 (imagem: reprodução/Windows Latest)Resumo
Windows 11 agora suporta espelhamento de aplicativos Android em modo “Tela expandida” por meio da função Vincular ao Celular;
Função foi aprimorada na versão 1.25112.36.0 e começou a ser liberada após testes com o programa Windows Insider;
Nem todos os aplicativos Android funcionam bem no modo de tela expandida, e a compatibilidade do Vincular ao Celular varia entre dispositivos Android.
A função Vincular ao Celular (Phone Link) permite ao Windows 11 sincronizar seu celular Android com o PC. Essa integração, que possibilita ao sistema operacional da Microsoft mostrar aplicativos executados via Android, foi aprimorada recentemente para fazer o espelhamento em tela expandida.
Entenda como espelhamento a ação de executar um aplicativo no dispositivo Android, mas fazê-lo ser exibido e manipulado no Windows 11. Até recentemente, esse recurso mostrava o app Android no PC com visualização compacta, isto é, com tamanho próximo ao do visor do celular.
Mas, a partir da versão 1.25112.36.0, o Vincular ao Celular passou a suportar o modo “Tela expandida”, que faz o computador exibir o app Android em um tamanho correspondente a até 90% da Área de Trabalho. É quase uma tela cheia, portanto.
Vincular ao Celular ganhou modo de tela expandida (imagem: reprodução/Windows Latest)
Para tanto, o ícone de expansão é exibido no topo da janela que exibe o aplicativo. Quando esse ícone é clicado, o aplicativo Android é reinicializado para ser executado em um layout mais amplo que, em seguida, é transmitido para o Windows 11.
A novidade começou a ser liberada oficialmente depois de um período de testes com participantes do programa Windows Insider. Isso indica que os testes deram resultados satisfatórios.
Apesar disso, é importante estar ciente de que o modo de tela expandida não funciona a contento com todos os aplicativos Android. O Windows Latest, que reportou a chegada do recurso, dá o WhatsApp como exemplo: o app ficou com a interface borrada no modo de tela expandida.
Calculadora do Android cobrindo quase toda a Área de Trabalho (imagem: reprodução/Windows Latest)
Como usar o Vincular ao Celular (Phone Link) com o Android?
O passo a passo é este:
procure e abra a função Vincular ao Celular no Menu Iniciar do Windows 11;
escolha Android (o recurso também funciona com o iPhone, mas de modo mais limitado);
leia o QR Code exibido na sequência usando o dispositivo Android;
o aparelho será direcionado à Play Store para download e instalação do app Vincular ao Windows (se não instalado previamente);
abra o Vincular ao Windows depois da instalação e toque em “Continuar”;
agora, informe, no smartphone, o código que o Vincular ao Celular exibe no Windows;
um pedido de autorização de acesso também poderá ser solicitado via Microsoft Authenticator ou Outlook, por exemplo;
no celular, dê as permissões solicitadas e aguarde a sincronização entre os dois dispositivos.
Nem todos os celulares Android são compatíveis com o Vincular ao Celular. Entre os aparelhos suportados estão linhas como Galaxy S22 ao S25 (e suas variações), Galaxy Z Fold 7 e Z Flip 7, Xiaomi 14T e similares, série Oppo Reno e modelos da Realme. Esta página da Microsoft contém uma lista de compatibilidade.
Galaxy Tab A11 Plus foi lançado no exterior em outubro de 2025 (imagem: divulgação)Resumo
O Galaxy Tab A11 Plus possui tela de 11 polegadas, processador MediaTek MT8775 e modo DeX.
O tablet oferece 6 GB de RAM, 128 GB de armazenamento e suporte a microSD de até 2 TB.
O dispositivo vem com Android 16 e receberá sete atualizações do sistema operacional.
A Samsung lançou o Galaxy Tab A11 Plus no Brasil nesta quarta-feira (07/01). O tablet tem preços sugeridos de R$ 1.799 e R$ 1.999 pelas versões Wi-Fi e 5G, respectivamente. Como destaques, ele traz tela de 11 polegadas, processador MediaTek MT8775 e modo DeX.
O produto é uma versão maior e um pouco mais completa do Galaxy Tab A11, que chegou ao mercado nacional em outubro de 2025 por R$ 1.099, mas já pode ser encontrado nas lojas em promoções de até R$ 750. Além do tamanho, a versão Plus traz mais memória, mais armazenamento e um chip mais avançado.
Como promoção de lançamento, os clientes poderão comprar junto com o tablet um fone Galaxy Buds Core por R$ 99.
Quais são os destaques do Galaxy Tab A11 Plus?
No Brasil, apenas a cor cinza (à direita) está disponível (imagem: divulgação)
O Galaxy Tab A11 Plus conta com 6 GB de RAM e 128 GB de armazenamento, além de slot microSD para cartões de até 2 TB. O chip é o MT8775, da MediaTek, produzido com litografia de 4 nm. Sua CPU tem oito núcleos e é capaz de atingir a frequência de 2,5 GHz.
A tela do tablet tem 11 polegadas, com resolução de 1.920 x 1.200 pixels. Ela usa a tecnologia TFT e é capaz de atingir 480 nits, o que significa que você pode ter dificuldade de usar o aparelho em ambientes externos. O painel também conta com taxa de atualização de 90 Hz.
A bateria do Galaxy Tab A11 Plus tem 7.040 mAh de capacidade — segundo a Samsung, isso é suficiente para 15 horas de reprodução de vídeo. E na hora de recarregar, o tablet tem suporte a até 25 W.
Entre outras características, merecem menção a câmera traseira de 8 MP e a frontal de 5 MP.
Modo DeX e ferramentas de IA
Um diferencial do modelo Plus é o suporte ao DeX, não presente na versão regular. Esse modo deixa a interface mais parecida com a de um computador, com barra de tarefas e múltiplos desktops, o que pode ajudar quem busca um tablet para estudar ou trabalhar.
Vale dizer que é um DeX diferente do encontrado nos aparelhos mais avançados, sem possibilidade de conexão a um monitor externo.
Tablet conta com recursos do Gemini (imagem: divulgação)
O tablet vem com One UI 8.0, que usa o Android 16 como base. Ele terá sete atualizações do sistema operacional, o que significa que chegará ao Android 23.
O sistema conta com ferramentas de inteligência artificial, como Gemini integrado, Circule para Pesquisar e Samsung Notes com Assistente Matemático.
Signature inclui até clube de benefícios (imagem: divulgação)Resumo
O Motorola Signature possui Snapdragon 8 Gen 5, 16 GB de RAM, 512 GB de armazenamento e tela AMOLED de 6,8 polegadas com 165 Hz.
Preço sugerido: 999 euros (cerca de R$ 6.300).
O design inclui estrutura de alumínio aeroespacial, acabamento que simula tecido e resistência IP68/IP69.
O smartphone oferece sete atualizações de Android, começando com o Android 16, e sete anos de updates de segurança.
A Motorola apresentou o Signature, primeiro modelo de sua nova linha premium. O smartphone chega primeiro a países selecionados da Europa, com preço sugerido de 999 euros (cerca de R$ 6,3 mil, em conversão direta). O comunicado publicado no blog da fabricante menciona o lançamento na América Latina, mas ainda não há informações mais detalhadas
Por fora, o Signature tem design fino e acabamento de alta qualidade. Por dentro, o destaque é o chip Snapdragon 8 Gen 5. A Motorola também trouxe a promessa de sete atualizações de Android e sete anos de updates de segurança, já adotada há algum tempo pela Samsung.
A marca também diz que o Signature inclui um ano de serviços sob medida para o comprador em viagens, restaurantes, bem-estar e estilo de vida, além de acesso a um clube exclusivo.
Esse é o segundo grande lançamento da Motorola na CES 2026. Além do Signature, a empresa apresentou o Razr Fold, dobrável com suporte a caneta stylus que chega para concorrer com o Galaxy Z Fold 7.
Como é o design do Motorola Signature?
A Motorola deu bastante ênfase no aspecto visual e na construção do Signature. Isso começa pela espessura fina, com 6,99 mm. Vale dizer que é menos que os ultrafinos lançados em 2025, como o Galaxy S25 Edge (5,8 mm) e o iPhone Air (5,6 mm).
A construção usa estrutura de alumínio de nível aeroespacial, com acabamentos inspirados em sarja e linho. Ele tem resistência à água e à poeira nos padrões IP68 e IP69.
A parceria com a Pantone, já presente em outros modelos, continua no Signature, com as cores Martini Olive (um verde-oliva próximo do dourado) e Carbon (preto).
Acabamento é um dos destaques do Signature (imagem: divulgação)
Como é a parte técnica do Motorola Signature?
A Motorola destaca as quatro câmeras de 50 megapixels do aparelho:
Principal, com sensor Sony Lytia 828, o maior dessa resolução já usado pela fabricante, capaz de gravar vídeos em 8K.
Periscópica, com zoom óptico de 3x e sensor Sony Lytia 600.
Ultrawide, com campo de visão de 122°.
Selfie, com sensor Sony Lytia 500 e gravação de vídeo em 4K.
Outra característica relevante é o chip Snapdragon 8 Gen 5, da Qualcomm. Ele não é o mais potente da marca — posto ocupado pelo Snapdragon 8 Elite Gen 5 (os nomes são parecidos, mas não confunda). Mesmo assim, conta com CPU de 3,8 GHz e NPU de desempenho superior.
Para fazer companhia ao processador, o Signature traz 16 GB de RAM e 512 GB de armazenamento.
A tela tem 6,8 polegadas e usa tecnologia AMOLED, contando também com taxa de atualização de até 165 Hz e entrega 6.200 nits de pico de brilho.
A bateria usa tecnologia de silício-carbono e tem 5.200 mAh de capacidade. Para abastecê-la, o Signature tem suporte a carregamento rápido de até 90 W com cabo e 50 W sem fio.
E o Android? Tem IA?
Moto AI pode resumir notificações e mensagens (imagem: divulgação)
O Motorola Signature vem com Android 16, e a fabricante promete sete atualizações do sistema, o que significa que ele receberá até o Android 23. Além disso, o aparelho terá acesso a updates de segurança por sete anos.
O conjunto de ferramentas Moto AI também está presente, trazendo recursos como sugestões para próximas tarefas com base no que está na tela, gerador de imagens, zoom de até 100x na câmera e resumo de notificações. Além disso, é possível escolher entre os assistentes Gemini, Copilot e Perplexity.
A Motorola anunciou o Razr Fold, um smartphone dobrável com tela externa de 6,6 polegadas e tela interna de 8,1 polegadas, compatível com a caneta stylus Moto Pen Ultra, durante a CES 2026.
O Razr Fold possui um conjunto de câmeras com três sensores traseiros de 50 MP e câmeras frontais de 32 MP e 20 MP, além de suporte a Dolby Vision.
O smartphone utiliza a plataforma de inteligência artificial Qira para integração com dispositivos Lenovo, mas ainda não tem data de lançamento no Brasil.
O Fold da Samsung ganhou um concorrente: a Motorola apresentou nesta terça-feira (6) o Motorola Razr Fold, novo smartphone que se abre como se fosse um livro. O aparelho passa a incorporar recursos voltados à produtividade e à integração com outros dispositivos do ecossistema da Lenovo e Motorola. O anúncio ocorreu durante a feira CES 2026, que ocorre nos Las Vegas, nos EUA.
Entre as principais novidades estão a compatibilidade com caneta stylus, uma tela externa maior e a adoção da plataforma de inteligência artificial Qira, responsável por integrar o smartphone a dispositivos da fabricante.
Tela com suporte à caneta stylus
Quando fechado, o aparelho apresenta uma tela externa de 6,6 polegadas, enquanto a tela interna (quando aberto) tem 8,1 polegadas, com resolução 2K e tecnologia LTPO. Ela é, portanto, ligeiramente maior que a do rival Z Fold 7, com 8,0 polegadas. O painel oferece uma área maior para multitarefa, leitura, edição de documentos e consumo de mídia, com interfaces adaptáveis ao tamanho da tela.
O Razr Fold é compatível com a caneta stylus Moto Pen Ultra. Ela permite anotações, edição de arquivos e navegação pela interface. No evento, a empresa também demonstrou a criação de imagens com IA através de rascunhos desenhados à mão.
Segundo a Motorola, o sistema traz layouts flexíveis e adapta automaticamente os aplicativos ao uso com caneta e ao modo multitarefa, com várias janelas abertas no Android e divisão de tela.
Motorola Razr Fold possui suporte à caneta stylus (imagem: reprodução/Lenovo)
Quais são as câmeras do Razr Fold?
O conjunto de câmeras do Razr Fold é composto por três sensores traseiros de 50 MP cada, incluindo lente principal, ultrawide com função macro e uma teleobjetiva periscópica com zoom óptico de 3x.
Na parte frontal, o aparelho conta com uma câmera externa de 32 MP, utilizada para selfies e vídeos com o telefone fechado, além de uma câmera interna de 20 MP para chamadas de vídeo quando o dispositivo está aberto. O sistema de câmeras utiliza sensores Sony LYTIA e tem suporte a Dolby Vision.
Foco em IA
Novas linhas de produtos da Lenovo têm grande foco em IA (imagem: reprodução/Lenovo)
A Motorola não detalhou qual processador equipa o Razr Fold nem as especificações de memória. Por outro lado, reforçando o foco do evento em inteligência artificial, confirmou que o modelo utiliza a plataforma Qira — sistema de inteligência artificial desenvolvido para atuar na gestão de desempenho, consumo de energia e integração entre dispositivos.
De acordo com a fabricante, o Qira permite a comunicação entre o smartphone e outros produtos da Lenovo, como notebooks e tablets, facilitando tarefas como transferência de arquivos, continuidade de atividades e controle entre telas.
Novos acessórios e linha premium
Lenovo apresentou próximas novidades da Motorola (imagem: divulgação/Motorola)
A Lenovo também anunciou uma edição limitada do produto chamada de Razr FIFA World Cup 26 Edition, com personalizações voltadas ao futebol. Ela será vendida apenas nos Estados Unidos. Além disso, a empresa revelou a criação da linha Motorola Signature, com foco em materiais diferenciados e design exclusivo.
A empresa também atualizou sua franquia de periféricos Moto Things, introduzindo produtos desenvolvidos em colaboração com marcas de áudio e saúde:
Moto Sound Flow: Um alto-falante que incorpora tecnologia da Bose.
Moto Watch: Um novo relógio inteligente criado em parceria com a Polar, integrando soluções de rastreamento de bem-estar.
Moto Tag 2: A segunda geração do rastreador Bluetooth da marca.
Até o momento, a Lenovo não informou quando os dispositivos chegam ao mercado brasileiro nem quais serão os preços, mas prevê o lançamento na América Latina para as próximas semanas.
Empresa apresentou novo smartphone dobrável durante a CES 2026, com foco em produtividade e integração com IA. Novos lançamentos não têm data para chegar ao Brasil.
O Galaxy Tab A11 de 8,7 polegadas está saindo por apenas R$ 672,49 no Pix utilizando o cupom MELITURBO no Mercado Livre. O tablet da Samsung foi lançado por R$ 1.099 em outubro do ano passado, e se destaca pelo preço chamativo, presença de recursos de inteligência artificial e promessa de atualizações até o Android 22. O desconto da oferta é de 32%.
Galaxy Tab A11 é tablet baratinho com IA para volta às aulas
Samsung Galaxy Tab A11 (imagem: Divulgação)
A primeira característica destacada pela própria Samsung é a presença de recursos de inteligência artificial integrados ao seu novo tablet. Dentre eles, o Google Gemini, que possibilita a tradução e resumo automáticos de textos, e o Assistente Matemático, que auxilia com cálculos no Samsung Notes. Já o Galaxy AI fica restrito à linha Galaxy S, mais avançada.
Além disso, o Galaxy Tab A11 é uma opção atualmente mais interessante em relação ao Galaxy Tab A9, da mesma linha, graças às atualizações de software. Enquanto o Tab A9, lançado com Android 13, logo deve deixar de ser atualizado, o Tab A11 já chegou ao mercado com Android 16 e promete sete anos de atualizações do sistema operacional.
Ademais, a ficha técnica entrega as características básicas de um tablet para estudos. A tela de 8,7 polegadas oferece maior conforto comparada à de um celular, a bateria de 5.100 mAh é a mesma da geração anterior e o conjunto de câmeras inclui frontal de 5 MP e traseira de 8 MP para videochamadas e fotografia de lousas e apresentações.
Por fim, o Galaxy Tab A11 tem armazenamento de 64 GB mas permite expansão via microSD, e RAM de 4 GB para uma navegação básica entre aplicativos, internet e jogos mais leves. Lembrando que, em oferta de volta às aulas, o preço do tablet da Samsung cai para apenas R$ 672,49 no Pix utilizando o cupom MELITURBO.
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Clicks Communicator tem teclado físico alfanumérico (imagem: divulgação/Clicks)Resumo
Clicks Communicator é um celular Android com teclado físico e design que lembra a linha BlackBerry;
Modelo aposta em produtividade ao trazer leitor biométrico no teclado e funções voltadas a mensagens;
Lançamento está previsto para o fim de 2026, com preço inicial de US$ 499.
Na esteira da CES 2026, começam a surgir os primeiros produtos inusitados. O Clicks Communicator é um deles. Estamos falando de um celular Android que traz teclado físico alfanumérico e design que remete à clássica linha BlackBerry ou, ainda, a aparelhos como o icônico Nokia E71.
A proposta do Clicks Communicator é a de oferecer mais praticidade para quem digita bastante no celular. A novidade tende a ser útil para quem vive respondendo a e-mails ou enviando mensagens de texto por WhatsApp, Slack e afins, por exemplo.
Como o teclado ocupa cerca de 40% do espaço frontal, o visor ficou com um tamanho consideravelmente reduzido. Atividades como assistir a vídeos ou rodar jogos acabam não sendo muito práticas aqui, portanto.
O foco do Clicks Communicator recai mesmo sobre mensagens. Para tanto, a Clicks Technology (empresa responsável pelo projeto) promete um teclado com design ergonômico. A tecla de espaço inclui um leitor de impressões digitais que, quando acionado, leva o usuário diretamente à central que reúne os serviços de mensagens do aparelho.
Também há um botão lateral que pode ser acionado para funções como gravar áudio, transcrever voz ou traduzir uma reunião. O mesmo botão é circundado por um LED que pode assumir cores diferentes para quando contatos específicos mandam uma mensagem via WhatsApp, Telegram e outros serviços.
Sobre a tela, trata-se de um painel AMOLED de 4 polegadas e resolução de 1200×1080 pixels que abriga, no canto superior esquerdo, uma câmera de 24 megapixels. Falando nisso, a novidade também conta com uma câmera de 50 megapixels com OIS na traseira.
Botão lateral com LED de notificações no Clicks Communicator (imagem: divulgação/Clicks)
Já o sistema operacional é o Android 16 e receberá atualizações de versão por pelo menos cinco anos.
A Clicks ainda não revelou qual chip equipará o Communicator, mas afirma que o aparelho terá um SoC de 4 nanômetros da MediaTek. Provavelmente, será um chip básico ou intermediário, mas com desempenho suficiente para serviços de mensagens.
Outras características incluem:
bateria de 4.000 mAh com suporte a recarga sem fio via Qi2
256 GB de armazenamento expansíveis com microSD de até 2 TB
Tampa traseira intercambiável, com várias opções de cores
Porta USB-C e conexão para fones de ouvido
Clicks Communicator tem tampa traseira intercambiável; há várias opções de cores (imagem: divulgação/Clicks)
Preço e disponibilidade do Clicks Communicator
A Clicks pegou carona na CES 2026 apenas para revelar o Communicator, mas o celular será lançado somente no fim do ano. Seu preço oficial é de US$ 499 (R$ 2.712 na conversão atual), mas é possível reservar o aparelho até 27 de fevereiro pagando US$ 199 (R$ 1.082).
Larry Page e Sergey Brin na garagem onde foi fundado o Google (imagem: Reprodução/Google)
O Google foi fundado por Larry Page e Sergey Brin em 1998, enquanto realizavam doutorado na Universidade de Stanford. Eles desenvolveram o algoritmo PageRank, mudando para sempre a maneira como a informação é organizada e acessada na internet.
A dupla de empreendedores é formada em ciência da computação. Ambos tiveram importantes papeis de liderança de inovação na companhia e durante o período de transição para Alphabet Inc, holding do Google.
Hoje, eles permanecem como acionistas controladores da Alphabet e detêm a maioria do poder de voto. Mesmo sem gerenciar o cotidiano, Page e Brin mantém cadeiras no conselho administrativo e influência decisiva nas grandes estratégias e aquisições da big tech.
A seguir, saiba um pouco da história dos cofundadores do Google, seus patrimônios e empresas nas quais eles investem.
Larry Page e Sergey Brin fundaram o Google em 1998, enquanto eles cursavam doutorado na Universidade de Stanford, na Califórnia. A dupla desenvolveu o algoritmo PageRank, que mudou a busca na web ao organizar informações por relevância.
Página original do Google no lançamento em 1998 (imagem: Reprodução/Google)
Quem é Larry Page?
Larry Page é um cientista da computação e empreendedor americano, reconhecido como um dos fundadores do Google e ex-CEO da Alphabet. Nascido em 26 de março de 1973, ele se graduou em engenharia da computação na Universidade de Michigan antes de realizar o doutorado em Stanford.
Além de criar o algoritmo PageRank, Page liderou a expansão de serviços essenciais como o Android e o Gmail antes de se afastar do cotidiano corporativo em 2019. Hoje, ele se dedica a projetos de filantropia e ao investimento em tecnologias voltadas para a sustentabilidade e energia limpa.
Quem é Sergey Brin?
Sergey Brin é um cientista da computação e empreendedor americano, conhecido por ser um dos criadores do Google. Nascido em Moscou no dia 21 de agosto de 1973, ele imigrou para os EUA ainda criança, onde se formou em matemática e ciência da computação antes de iniciar o doutorado em Stanford.
O executivo exerceu cargos de liderança no Google e Alphabet até 2019, mas se mantém influente no conselho administrativo e supervisiona avanços em inteligência artificial. Ele também é um importante filantropo, investindo em pesquisas sobre o Mal de Parkinson e iniciativas climáticas.
Sergey Brin (à esquerda) e Larry Page são as mentes por trás da criação do Google (imagem: Paul Sakuma/AP Photo)
Qual é a história de Larry Page?
Filho de professores, Larry Page se formou em engenharia da computação na Universidade de Michigan antes de ingressar no doutorado em Stanford. Foi nesse ambiente acadêmico que ele idealizou um sistema para mapear e organizar os links de toda a web, fundamentando o futuro da tecnologia.
Ao lado de Sergey Brin, ele desenvolveu o algoritmo PageRank e fundou a Google Company em 1998. O projeto revolucionou a indexação de dados, tornando as buscas na internet rápidas, precisas e extremamente eficientes.
Como CEO, Page liderou aquisições estratégicas, como o Android e o YouTube, além de supervisionar a criação do Google Maps e do Gmail. Sua visão transformou o motor de busca em um ecossistema tecnológico diversificado, presente no cotidiano de bilhões de usuários.
Em 2015, ele reorganizou a estrutura corporativa ao fundar a Alphabet Inc., buscando focar em projetos ambiciosos e tecnologias experimentais. Anos mais tarde, em 2019, ele deixou o comando da empresa, mas mantém sua posição de acionista controlador.
Larry Page foi CEO da Alphabet até 2019 (imagem: Reprodução)
Qual é a história de Sergey Brin?
Nascido em Moscou, Sergey Brin imigrou para os Estados Unidos na infância para escapar do antissemitismo soviético. Formado em matemática e ciência da computação, ele iniciou o doutorado em Stanford, onde conheceu seu sócio Larry Page.
Juntos, desenvolveram o PageRank, algoritmo que priorizava a relevância de links para organizar a internet. Essa inovação foi a base para a fundação do Google em 1998, transformando a busca de informações em escala global.
Brin liderou projetos experimentais do Google e presidiu a Alphabet até 2019, supervisionando o crescimento de plataformas como YouTube. Durante sua gestão, a empresa diversificou-se em inteligência artificial, computação em nuvem e hardware.
Mesmo afastado do cotidiano executivo, ele permanece como membro influente do conselho administrativo da big tech. Com isso, o executivo continua moldando a visão de longo prazo da companhia de tecnologia.
Sergey Brin durante a apresentação do Google Glass em 2013 (imagem: Reprodução)
Qual é o patrimônio dos cofundadores do Google?
Larry Page possui uma fortuna estimada em US$ 256 bilhões, conforme dados da Forbes. Grande parte do patrimônio deriva da sua participação acionária e controle de votos na Alphabet, holding do Google, tornando-o a segunda pessoa mais rica do mundo.
Sergey Brin acumula cerca de US$ 236 bilhões, segundo as informações da Forbes. Assim como Page, seu patrimônio provém das ações da Alphabet e, por isso, ocupa a quinta posição entre as pessoas mais ricas do mundo.
Larry Page e Sergey Brin ainda são donos do Google?
Sim, Page e Brin ainda controlam a empresa Google por meio de ações de Classe B, que garantem a maioria do poder de voto. Embora cada um possua apenas 6% das ações totais, essa estrutura de controle assegura que os fundadores mantenham a direção estratégica final.
Como principais acionistas da Alphabet, dona do Google, eles exercem influência decisiva em grandes investimentos e novas tecnologias. O atual CEO, Sundar Pichai, lidera as operações, mas é a dupla que detém a autoridade máxima sobre os rumos da organização.
Larry Page e Sergey Brin têm outros negócios além do Google?
Page e Brin diversificam seus interesses para além do Google (Alphabet), investindo em setores de tecnologia de ponta. Embora não operem novos conglomerados, eles financiam e orientam projetos que buscam solucionar desafios globais complexos.
Aqui estão os principais empreendimentos vinculados aos fundadores do Google:
Waymo: lidera o desenvolvimento de tecnologia para veículos 100% autônomos, operando frotas de robotáxis que usam inteligência artificial avançada para navegação urbana sem motorista;
Kitty Hawk e Opener: projetos de aviação pessoal financiados majoritariamente por Page, que exploram aeronaves elétricas de decolagem vertical (eVTOL) para revolucionar a mobilidade urbana aérea;
LTA Research: focada em engenharia aeroespacial, a empresa desenvolve dirigíveis elétricos de última geração projetados para transporte de carga pesada e missões de ajuda humanitária rápida;
Verify: atua na convergência entre saúde e tecnologia, utilizando ciência de dados e dispositivos vestíveis para aprimorar o monitoramento de pacientes e a gestão de doenças;
Calico Life Sciences: companhia dedicada à biotecnologia e pesquisa genômica para combater o envelhecimento, buscando terapias que prolonguem a vida humana de forma saudável e sustentável;
Planetary Resources: iniciativa que contou com o aporte de ambos os executivos para explorar a mineração de asteroides, visando a extração de recursos naturais fora do planeta Terra.
Atualização causou falhas graves em smartphones Fairphone (imagem: divulgação)Resumo
A atualização FP4.QREL.15.15.2 do Fairphone 4 inutilizou alguns aparelhos, que não ligam nem reagem ao carregador.
A fabricante interrompeu a distribuição da atualização e investiga as falhas, que não afetam todos os dispositivos.
Usuários afetados devem registrar o problema no portal de reparos ou contatar o suporte ao cliente.
O Fairphone 4 não é vendido oficialmente no Brasil.
Uma atualização de software liberada nesta semana acabou transformando celulares em “pesos de papel”, após relatos de usuários que ficaram com os aparelhos completamente inutilizados. O problema surgiu depois da liberação de um novo pacote do sistema para o Fairphone 4, modelo lançado em 2021 com promessa de garantia de cinco anos.
Segundo os relatos, a atualização FP4.QREL.15.15.2, liberada na terça-feira (23/12), fez com que os celulares não ligassem e nem reagissem ao carregador. Diante do aumento das queixas, a fabricante holandesa confirmou a existência de falhas inesperadas e decidiu suspender imediatamente a distribuição do software enquanto investiga o ocorrido.
O que aconteceu com a atualização?
Pouco depois da liberação do pacote, usuários relataram que, após concluir a instalação e reiniciar o sistema, o aparelho permanecia completamente desligado, sem qualquer resposta a comandos básicos. O Fairphone 4 saiu de fábrica com o Android 11.
“Meu telefone parece estar completamente inutilizado agora”, escreveu um usuário. “Atualizei ontem à noite, reiniciei hoje de manhã e ele simplesmente morreu”. Em outro post no fórum oficial, outro relato afirma: “Estou na mesma situação e o celular não reage nem quando conectado ao carregador”.
A fabricante confirmou ao site Android Authorityque detectou “problemas inesperados” logo após o início do rollout. Em comunicado, informou que pausou a atualização para evitar que mais usuários fossem afetados enquanto a equipe técnica analisa os erros.
Fairphone 4 apresentou problemas após atualização de sistema (imagem: divulgação)
Todos os aparelhos foram afetados?
Apesar da gravidade dos relatos, o problema não parece atingir todos os dispositivos que receberam a atualização. Há usuários que instalaram o software sem enfrentar falhas críticas, o que indica que o bug pode estar relacionado a combinações específicas de hardware, configurações ou estados anteriores do sistema.
A empresa orientou quem teve o celular inutilizado a registrar o problema por meio do portal oficial de reparos ou a entrar em contato diretamente com o suporte ao cliente. Ainda não há confirmação sobre a necessidade de reparo físico, reinstalação manual do sistema ou substituição dos aparelhos afetados.
Até o momento, não há previsão para a retomada do rollout nem detalhes técnicos completos sobre a causa do problema. A empresa afirmou que divulgará as notas oficiais da atualização apenas quando uma versão corrigida estiver pronta para ser distribuída.
O caso chama atenção justamente porque a marca é reconhecida por oferecer uma das políticas de update mais longas do mercado e se posicionar contra a obsolescência programada, embora o ritmo das atualizações já tenha sido alvo de críticas no passado. O Fairphone 4 não é vendido oficialmente no Brasil.
Saiba como configurar uma resposta automática de férias no Gmail (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
A mensagem automática de férias do Gmail pode ser configurada nas configurações do serviço de e-mail do Google pelo celular ou PC. Ao ativar o recurso “Resposta automática de férias”, o usuário define o período em que estará ausente e qual mensagem será enviada aos remetentes que entrarem em contato.
A seguir, veja o passo a passo para colocar aviso de férias no Gmail pelo celular ou PC.
Abra o navegador e acesse gmail.com e, se necessário, faça login na sua conta do Google ou vinculada ao serviço de e-mail. Depois, clique no ícone de engrenagem no canto superior direito e, em seguida, na opção “Mostrar todas as configurações”.
Acessando as configurações do Gmail pelo navegador (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
2. Marque a opção “Resposta automática de férias ativada”
Desça a tela até encontrar a opção “Resposta automática de férias”. Em seguida, marque a opção “Resposta automática de férias ativada” para iniciar a configuração.
Ativando a ferramenta “Resposta automática de férias” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
3. Defina o período para o envio da resposta automática
Clique na caixa ao lado da opção “Primeiro dia” para escolher a data inicial de envio. Em seguida, marque a opção “Último dia” para definir a data final para o envio de mensagens automáticas.
Definindo o período de férias (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
4. Escolha o título do e-mail de resposta automática
No campo “Assunto”, escreva o título do e-mail que os remetentes receberão quando entrarem em contato.
Escrevendo o título do e-mail com a resposta automática (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
5. Escreva a mensagem da resposta automática
Use a caixa de texto na seção “Mensagem” para escrever o conteúdo da resposta automática durante o período de férias.
Escrevendo o conteúdo da resposta automática do Gmail (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
6. Selecione os remetentes que receberão a mensagem automática
Marque a opção “Enviar respostas apenas às pessoas que estão nos meus Contatos” ou “Enviar uma resposta somente para as pessoas em [nome da empresa]” para aplicar um filtro dos remetentes que receberam a resposta automática.
Selecionando os remetentes que vão receber a resposta automática (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
7. Salve as alterações da resposta automática do Gmail
Após configurar a resposta automática do Gmail, clique em “Salvar alterações”.
Salvando as alterações da resposta automática no Gmail (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
Como colocar aviso de férias no Gmail pelo celular
1. Acesse o menu do app Gmail
Abra o aplicativo do Gmail no seu celular e toque no botão de três riscos no canto superior esquerdo da tela para abrir um menu de opções.
Importante: este guia foi feito no Android, mas serve para usuários do Gmail no iPhone.
Acessando o menu do Gmail pelo celular (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
2. Abra as configurações do app
Desça o menu de opções até o final e toque em “Configurações” para avançar.
Abrindo as configurações do Gmail (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
3. Selecione o e-mail que irá ativar a resposta automática do Gmail
No menu “Configurações”, toque em cima do e-mail que você deseja configurar a resposta automática no Gmail.
Selecionando o e-mail (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
4. Toque em “Resposta automática de férias”
Role a tela até encontrar a opção “Resposta automática de férias” e toque em cima dela para iniciar a configuração.
Acessando a opção “Respostas automática de férias” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
5. Ative a opção de “Resposta automática de férias”
Toque na chave de seleção ao lado de “Resposta automática de férias”, no canto superior direito da tela, para ativar o recurso.
Ativando o recurso de “Resposta automática de férias” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
6. Defina a data para o envio do e-mail de mensagem de férias
Toque em cima da opção “Primeiro dia”, selecione a data de início do período de férias e toque em “OK” para confirmar. Em seguida, repita o processo ao tocar na opção “Último dia” para indicar o encerramento do período ausente.
Definindo as datas do período de férias (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
7. Dê um título para o e-mail de aviso de férias
Toque no campo “Assunto” e escreva o título para a mensagem de férias no e-mail.
Criando o título do e-mail de aviso de férias (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
8. Escreva a mensagem do e-mail
Use o campo “Mensagem” para escrever o conteúdo do e-mail que será enviado para os remetentes que entrarem em contato durante o período de férias.
Escrevendo a mensagem automática para do e-mail que será enviado ao remetente (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
9. Selecione quem receberá as mensagens automáticas
Marque a opção “Envie somente para meus contatos” ou “Enviar somente para [nome da empresa]” para aplicar um filtro dos remetentes que receberão a resposta automática.
Marcando os remetentes que receberão a mensagem automática em caso de contato (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
10. Finalize a configuração da resposta automática do Gmail
Toque em “Concluído”, no canto superior direito, após configurar a resposta automática do Gmail para finalizar.
Finalizando a configuração da mensagem automática do Gmal no Celular (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
Como funcionam as mensagens automáticas do Gmail?
As mensagens automáticas do Gmail funcionam conforme o período configurado na conta do Google, iniciando às 00:00 da data inicial e encerrando às 23:59 do dia de término (retorno das férias). O sistema detecta o fuso horário local para garantir que o envio ocorra precisamente durante a ausência programada.
Em geral, cada remetente recebe o aviso apenas uma vez, a menos que envie um novo e-mail após quatro dias ou a pessoa que está ausente altere o conteúdo da mensagem. O filtro inteligente também impede disparos para e-mails classificados como spam ou mensagens de listas de transmissão.
Quantas respostas automáticas posso configurar no Gmail?
O Gmail permite apenas uma configuração ativa de mensagem para o recurso de “Resposta Automática de Férias” em um período pré-determinado. Caso precise de múltiplas respostas distintas para diferentes remetentes ou assuntos, a sugestão é usar as ferramentas de Modelos (Templates) e Filtros do próprio serviço de e-mail.
É possível editar as respostas automáticas no Gmail?
Sim, acesse as configurações do Gmail e visite novamente a opção “Resposta automática de férias”. Lá, você pode reescrever o texto, alterar o assunto ou redefinir as datas em que estará ausente.
Após realizar as alterações, verifique se o botão de ativação da ferramenta está marcado corretamente. Então, desça até o final da página e clique em “Salvar alterações” no PC ou tocar no botão “Concluído” no canto superior direito do celular para concluir.
Tem como desativar as respostas automáticas no Gmail?
Sim, acesse as configurações gerais do Gmail no computador ou celular e desative a opção “Resposta automática de férias”. Após a alteração, a ferramenta interrompe o envio imediato de e-mails pré-programados, permitindo que você retome o gerenciamento das mensagens recebidas.
Google Assistente continuará sendo substituído ao longo de 2026 (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)Resumo
Google adiou para 2026 a substituição definitiva do Google Assistente pelo Gemini em dispositivos Android.
A substituição já ocorre em alguns dispositivos, como a linha Pixel 9 e o Galaxy S25 Ultra.
Para funcionar, a empresa afirma que o aparelho deve rodar, no mínimo, o Android 10 e conter 2 GB de RAM ou superior.
O Google confirmou nesse sábado (20/12) que o processo de substituição definitiva do Google Assistente pelo Gemini em dispositivos Android levará mais tempo do que o planejado inicialmente. A empresa, que tinha a meta de tornar a nova inteligência artificial o assistente padrão na maioria dos celulares até o final de 2025, estendeu o cronograma de transição para o ano de 2026.
Em comunicado, a companhia informou que está ajustando o cronograma para assegurar que a mudança ocorra de maneira fluida para a base de usuários. Com a nova diretriz, as atualizações de sistema que convertem o software de assistente virtual anterior do Google para a nova tecnologia continuarão gradualmente ao longo do próximo ano.
A empresa não especificou uma nova data limite para o encerramento total do Assistente clássico, mas afirmou que compartilhará mais detalhes sobre as etapas seguintes nos “próximos meses”.
A decisão mantém o funcionamento dos dois serviços em paralelo por um período maior do que o estipulado na estratégia original. A inteligência artificial, inclusive, segue respondendo ao comando “Hey, Google”, que originalmente ativava o Google Assistente.
Gemini substituiu Google Assistente
A substituição já é uma realidade para parte do ecossistema Android desde o ano passado. A linha Pixel 9 e o Galaxy S25 Ultra, por exemplo, já chegaram ao mercado trazendo o Gemini configurado como o assistente padrão de fábrica.
Apesar de ainda não chegar como padrão em todos os aparelhos, a experiência é opcional. Usuários de modelos compatíveis podem baixar o aplicativo do Gemini e escolher substituir o Assistente antigo manualmente.
Planos de expansão
Google continua expansão para outros dispositivos (imagem: divulgação/Google)
Em entrevistas anteriores, executivos como Sissie Hsiao, vice-presidente de experiências do Gemini, definiram a ferramenta como uma “evolução” do produto anterior, segundo o portal Engadget.
O foco do desenvolvimento recente tem sido garantir paridade de recursos, permitindo que a IA execute tanto tarefas generativas quanto comandos utilitários, como controlar dispositivos de casa inteligente, definir alarmes e tocar música.
Além disso, a ideia prevê a expansão da IA para além dos telefones, como tablets, sistemas automotivos e dispositivos vestíveis (como fones de ouvido e smartwatches) que poderão se beneficiar da tecnologia do Gemini.
Para suportar o assistente atualizado, no entanto, o hardware deve cumprir especificações técnicas mínimas. Segundo a documentação da empresa, os dispositivos precisam rodar o sistema operacional Android 10 ou superior e contar com, pelo menos, 2 GB de memória RAM para processar os modelos de linguagem.
Função permite bloquear o computador à distância (imagem: reprodução/Windows Latest)Resumo
O aplicativo Link to Windows agora permite bloquear o Windows 11 remotamente pelo Android.
A atualização inclui transferência de arquivos, espelhamento de tela e sincronização da área de transferência entre dispositivos.
Informações do PC, como bateria e Wi-Fi, também são exibidas em tempo real no app.
A integração entre Android e Windows 11 ganhou um reforço importante. A Microsoft começou a liberar uma atualização que permite bloquear remotamente o computador usando o celular, além de adicionar novos recursos de transferência de arquivos, espelhamento de tela e sincronização da área de transferência.
As novidades fazem parte de uma atualização do aplicativo Link to Windows para Android, que funciona em conjunto com o Phone Link no PC. Segundo o Windows Latest, a liberação começou a ocorrer na segunda semana de dezembro e está sendo feita através da atualização mais recente do app.
Bloquear o PC virou tarefa do celular
Android agora pode bloquear o Windows 11 (foto: Ana Marques/Tecnoblog)
A principal novidade é a possibilidade de bloquear o Windows 11 diretamente pelo smartphone. A atualização adiciona um botão de destaque no app para Android que, ao ser acionado, bloqueia o computador em poucos segundos, mesmo que o usuário esteja longe da máquina.
Além disso, o aplicativo passa a exibir informações básicas do PC em tempo real, como o nível de bateria em notebooks e a intensidade do sinal de Wi-Fi. Esses dados são atualizados automaticamente em intervalos curtos e ajudam a acompanhar o status do computador à distância.
Outro recurso que chega com a atualização é um painel de atividades recentes. Ele reúne arquivos e links compartilhados entre os dispositivos, facilitando o acesso rápido ao que foi transferido ou copiado recentemente.
App Link to Windows agora tem opção “Lock PC” (imagem: reprodução/Windows Latest)
O que mais muda na integração entre Android e Windows?
A comunicação entre celular e PC também ficou mais completa em outras frentes. Agora, usuários podem enviar arquivos do Android para o Windows e fazer o caminho inverso, diretamente do computador para o smartphone, sem depender de serviços externos.
O compartilhamento da área de transferência foi ampliado. Textos e imagens copiados em um dispositivo podem ser colados no outro automaticamente, o que reduz etapas no fluxo de trabalho. O espelhamento da tela do celular no PC também ganhou um botão dedicado, tornando o acesso mais rápido.
Essas funções já haviam aparecido em testes e em versões beta do aplicativo, mas agora começam a chegar à versão estável para o público geral. Ainda assim, como ocorre em outras liberações do tipo, pode levar algum tempo até que todos os usuários recebam os novos recursos.
Para verificar se a atualização já está disponível, é preciso acessar as configurações do Android, entrar em “Recursos avançados”, tocar em “Link to Windows” e, no menu de três pontos, selecionar “Sobre o Link to Windows” para checar se há uma nova versão.
Vivo lança recurso para facilitar gestão de eSIM do Google (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)Resumo
A Vivo lançou uma ferramenta que permite transferir eSIMs em dispositivos Android sem QR codes ou atendimento ao cliente, desenvolvida com o Google.
A funcionalidade permite converter chips físicos em eSIMs em dispositivos Android, inicialmente disponível para modelos Motorola com Android 14 ou superior.
A Vivo é a primeira operadora na América Latina a integrar essa funcionalidade de transferência nativa do Google.
A Vivo anunciou nesta quarta-feira (17) um novo recurso que simplifica a gestão de chips virtuais (eSIM) em smartphones Android. Desenvolvida em parceria com o Google, a funcionalidade permite que os clientes da operadora transfiram um eSIM de um aparelho antigo para um novo sem a necessidade de escanear novos QR codes ou buscar o atendimento ao cliente.
A Vivo é a primeira operadora da América Latina a integrar a nova funcionalidade nativa de transferência do Google. Até então, a troca de aparelho para quem usava eSIM envolvia, muitas vezes, o deslocamento até uma loja física para a compra de um novo voucher de ativação.
Com a atualização, o processo passa a ser realizado diretamente nas configurações do dispositivo. A ferramenta permite também a conversão do chip físico tradicional para o formato digital eSIM no mesmo aparelho.
eSIM da Vivo pode ser configurado diretamente pelo sistema (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
A ferramenta utiliza os protocolos de segurança do Android para autenticar a propriedade da linha. Para realizar a transferência, é necessário ter o aparelho antigo em mãos para autorizar a operação.
O processo deve ser iniciado no celular novo, conectado a uma rede Wi-Fi, e seguir os seguintes passos, de acordo com o Google:
Durante a configuração inicial do novo Android, escolha a opção de configurar usando o aparelho anterior
Faça o pareamento dos dispositivos lendo o QR code exibido na tela
Autentique a operação usando a senha ou biometria do celular antigo
O sistema oferecerá a transferência da linha imediatamente
Caso o usuário decida fazer isso depois da configuração inicial, o caminho é pelas configurações do sistema:
Acesse Configurar > Rede e Internet
Toque em Chips e Rede Móvel
Selecione Baixar novo chip
Escolha Transferir um chip de outro dispositivo e siga as instruções
Conversão de chip físico
Para quem ainda utiliza o cartão SIM tradicional e deseja migrar para o digital sem trocar de operadora ou plano, a Vivo liberou a conversão via software. Inicialmente, o recurso para transformar o chip físico em eSIM no mesmo dispositivo está disponível para modelos Motorola rodando Android 14 ou superior.
Nesse caso, o usuário deve acessar as configurações de “Rede e Internet”, selecionar o número do chip físico ativo e clicar na opção “Converter para eSIM”. Após a conclusão do processo, o cartão físico é desativado e pode ser removido da bandeja do aparelho.
Plano inicial foca primeiro em iPhones e dispositivos Android (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
O governo do Reino Unido pressiona Apple e Google para implementar filtros automáticos de nudez em iPhones e Androids.
A proposta visa impedir a exposição precoce de crianças à pornografia e proteger contra aliciamento online.
A medida, contudo, enfrenta resistência devido a preocupações com privacidade e eficácia técnica.
O governo do Reino Unido articula uma nova estratégia para incentivar Apple e Google a adotarem algoritmos de detecção de nudez no iOS e Android. A proposta é bloquear imagens explícitas por padrão, exigindo que os usuários comprovem a maioridade para acessar ou compartilhar esse tipo de conteúdo.
As informações foram divulgadas nesta segunda-feira (15/12) pelo Financial Times. De acordo com o jornal, o objetivo central é impedir que crianças e adolescentes sejam expostos à pornografia precocemente ou se tornem vítimas de aliciamento online por adultos.
A reportagem explica que as autoridades britânicas consideraram transformar esses controles em um requisito obrigatório para todos os aparelhos vendidos no país. A medida mira inicialmente smartphones, mas há planos para estendê-la também a computadores.
Como funcionaria a verificação e o bloqueio?
Ferramenta usaria IA e funcionaria localmente no aparelho (imagem: Robin Worrall/Unsplash)
A proposta sugere que os sistemas identifiquem, por meio de inteligência artificial, a presença de nudez em fotos e vídeos. Caso o conteúdo seja detectado, ele seria automaticamente ocultado. Para visualizar ou enviar tais arquivos, o usuário precisaria realizar uma verificação de idade.
Essa validação seria feita por dados biométricos ou envio de documentos de identidade oficiais. A medida criaria uma barreira digital na qual somente adultos verificados teriam a liberdade de desativar os filtros de conteúdo.
Além disso, a proposta inclui uma cláusula específica para criminosos sexuais condenados por crimes contra crianças: para este grupo, os bloqueadores de conteúdo ficariam permanentemente ativados, sem opção de desligamento.
A ministra da proteção à infância do Reino Unido, Jess Phillips, citou como exemplo positivo a tecnologia HarmBlock, desenvolvida pela empresa britânica SafeToNet e utilizada em dispositivos da HMD Global. Esse software detecta e bloqueia automaticamente imagens explícitas e seria o modelo para o que o governo espera ver implementado pelas gigantes do Vale do Silício.
Medida enfrenta resistência
Embora Apple e Google já ofereçam ferramentas de controle parental, o governo britânico avalia que as soluções atuais são insuficientes. A Apple possui o recurso Segurança de Comunicação, que alerta sobre nudez no iMessage, AirDrop e FaceTime, mas afirma que adolescentes podem ignorar o aviso e visualizar a imagem. O Google, por outro lado, já oferece o Family Link e avisos de conteúdo sensível.
A principal lacuna identificada é que os bloqueios atuais não se estendem a aplicativos de terceiros. Plataformas de mensagens populares, como WhatsApp e Telegram, muitas vezes operam fora do alcance das ferramentas nativas de controle parental. A nova proposta busca um bloqueio na “raiz” do sistema, que funcionaria independentemente do aplicativo utilizado.
A medida, contudo, enfrenta resistência. Grupos de defesa das liberdades civis e privacidade argumentam que a varredura de conteúdo nos dispositivos dos usuários pode criar precedentes perigosos para a vigilância em massa. Há também dúvidas sobre a eficácia técnica da verificação de idade. Muitos usuários podem tentar contornar as restrições utilizando redes privadas virtuais (VPNs) ou fotos falsas, por exemplo.
O movimento britânico segue uma tendência global de regulação, semelhante às políticas recentes da Austrália. No entanto, o Reino Unido optou por não seguir a proibição de uso de redes sociais para menores de 16 anos, preferindo focar na filtragem de conteúdo.
Android ganha transmissão de vídeo ao vivo para serviços de emergência (imagem: reprodução/Google)Resumo
Função Emergency Live Video permite transmitir vídeo ao vivo para serviços de emergência a partir do Android;
Recurso auxilia localização, avaliação de acidentes e orientação de primeiros socorros;
Novidade está disponível inicialmente nos EUA, Alemanha e México; e requer Android 8+.
Acionar a polícia ou um serviço de emergência requer fazer uma chamada telefônica (no Brasil, para números como 190 e 192). Mas, no Android, um recurso de nome Emergency Live Video (Vídeo ao Vivo de Emergência) possibilita que você faça uma transmissão de vídeo em tempo real para permitir um atendimento mais efetivo por parte das autoridades ou socorristas.
A nova função pode ser útil em várias situações. Por exemplo, se alguém acionou o serviço de emergência por ter se perdido em uma trilha, o vídeo pode ajudar o atendente a determinar a localização exata da pessoa para que ela seja encontrada mais rapidamente pelo serviço de resgaste.
Outro exemplo: a transmissão em tempo real pode ser usada para mostrar detalhes de um acidente de trânsito, de forma que o serviço de emergência determine mais rapidamente quantos veículos de socorro e quais profissionais deslocar para o local.
O Emergency Live Video também pode ser usado para ajudar nos primeiros socorros de uma pessoa que está passando mal, precisa de um procedimento de massagem cardíaca, sofreu um engasgo, e assim por diante.
A importância da funcionalidade é comentada pela Google:
Em uma emergência, cada segundo conta. Mas pode ser difícil descrever exatamente o que está acontecendo, especialmente quando você está estressado ou em perigo. Seja um acidente de carro, uma situação médica ou um incêndio florestal de rápida propagação, mostrar a situação aos socorristas pode fazer toda a diferença.
Como funciona o Emergency Live Video do Android?
De acordo com o Google, quando o usuário realiza uma chamada ou manda uma mensagem de texto para o serviço de emergência, o atendente pode enviar uma solicitação de transmissão ao vivo de vídeo para o seu celular de modo a entender melhor a situação.
A transmissão terá início se o compartilhamento do vídeo for aceito pelo usuário. Nessas circunstâncias, a transmissão será criptografada automaticamente para coibir a captura de informações sensíveis por terceiros.
O Emergency Live Video inclui recursos auxiliares, como botões para lanterna e alternância entre as câmeras do smartphone. A transmissão pode ser interrompida a qualquer momento pelo usuário.
Função Emergency Live Video no Android (imagem: reprodução/Google)
Disponibilidade do Emergency Live Video
Nesta fase inicial, o Emergency Live Video está disponível apenas nos Estados Unidos, bem como em “regiões selecionadas” da Alemanha e do México.
O Google afirma que já está trabalhando com entidades de segurança pública em outras partes do mundo para oferecer o recurso em mais países.
Nos locais em que o Emergency Live Video já funciona, é preciso ter um aparelho com Android 8 ou superior para contar com o recurso.
O Samsung Galaxy S25 Ultra (256 GB) está à venda na Amazon por R$ 5.495 no Pix com o cupom APP500OFF aplicado exclusivamente em compras no aplicativo da varejista. A oferta representa uma economia de 54% em relação ao preço original de R$ 11.999.
O smartphone premium apresenta desempenho de ponta, suporte a sete versões de sistema Android e um conjunto de câmeras poderoso. Uma oportunidade perfeita de presente para o Natal que se aproxima.
S25 Ultra traz chip Snapdragon 8 Elite e câmera de 200 MP
Galaxy S25 Ultra tem câmera de 200 MP (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O celular possui um sistema de câmeras versátil com quatro sensores. O destaque fica por conta da lente principal de 200 MP com recursos de PDAF multi-directional e estabilização de imagem (OIS). As outras são: teleobjetiva de 10 MP (zoom óptico 3x), periscópica de 50 MP (zoom óptico 5x) e ultrawide também de 50 MP. A gravação de vídeos obtém resultados ultra definidos em resolução 8K.
Em termos de desempenho, o S25 Ultra utiliza um processador octa-core da Qualcomm com até 4.47 GHz de velocidade. O chip Snapdragon 8 Elite aliado a 12 GB de memória RAM entrega performance otimizada em todos os cenários. Até mesmo em tarefas pesadas, como edição de vídeos, jogos em 120 FPS e uso do Samsung DeX.
A tela AMOLED Dinâmico 2X de 6,9 polegadas é ideal para quem gosta de um smartphone grande. A resolução Quad HD+ (3.120 x 1.440 pixels) proporciona imagens altamente definidas, enquanto a taxa de atualização de 120 Hz proporciona excelente fluidez gráfica ao consumo de conteúdos. O painel atinge até 2.600 nits de brilho.
Vidro Gorilla Armor 2 oferece revestimento antirreflexo para melhor leitura ao ar livre (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Segundo a Samsung, a bateria de 5.000 mAh suporta até 31 horas para reprodução de vídeo. Além disso, oferece compatibilidade a carregador de 45 W, embora o que venha na caixa seja de 25 W. O smartphone ainda vem com uma S Pen, apresenta estrutura de titânio e proteção IP68 conferindo a ele uma resistência avançada.
Novo Jolla Phone chega em pré-venda com Sailfish OS 5 (com kernel Linux) e hardware atualizado;
Especificações incluem tela AMOLED, câmera dupla, 12 GB de RAM e bateria removível;
Preços variam conforme lote, e entregas começam no primeiro semestre de 2026.
Criada por ex-membros da antiga Nokia, a Jolla atraiu os olhares em 2013 ao anunciar o Jolla Phone, celular que roda o Sailfish OS, sistema operacional baseado em Linux que é mantido até hoje. Não por acaso, eis que um novo aparelho com Sailfish OS entrou em pré-venda na Europa.
A primeira versão do Jolla Phone, chamada simplesmente de “Jolla”, tinha tela de 4,5 polegadas, conectividade 4G e o Sailfish OS, que surgiu como um projeto disposto a continuar o legado do MeeGo, sistema operacional de código aberto oriundo da fusão do Maemo, da Nokia, com o Moblin, da Intel, para rodar em celulares, tablets, TVs e outros dispositivos.
O MeeGo fracassou por vários motivos, entre eles, a adoção do Windows Phone pela Nokia e a desistência da Intel de produzir chips para dispositivos móveis.
Mas desenvolvedores e entusiastas do projeto mantiveram o espírito do MeeGo ao criarem o Sailfish OS, que tem kernel Linux como característica mais notável. A sua principal proposta é ser uma alternativa ao Android, mas capaz de executar softwares deste último via Jolla AppSupport (uma espécie de ambiente Android dentro do Sailfish OS).
A surpresa, agora, é a retomada dos trabalhos com hardware. Não que a Jolla já não tivesse tentado antes. A organização lançou o Jolla C em 2016 e o Jolla C2 no ano passado. Mas ambos os celulares têm hardware simples. O novo Jolla Phone parece ser muito mais ousado.
O novo Jolla Phone tem duas câmeras na traseira (imagem: reprodução/Jolla)
Como é o novo Jolla Phone?
Começa com um novo conjunto de hardware, obviamente. As especificações do novo Jolla Phone incluem uma tela AMOLED de 6,36 polegadas com resolução full HD e proteção Gorilla Glass.
Já a traseira traz duas câmeras: principal de 50 megapixels com lente grande angular; secundária de 13 megapixels com lente ultra grande angular.
Internamente, o aparelho conta com um chip MediaTek cujo modelo ainda não foi revelado. Há ainda 12 GB de memória RAM e 256 GB de armazenamento interno expansíveis com cartão microSD. Já a bateria tem 5.500 mAh de capacidade e pode ser trocada pelo próprio usuário.
O botão de liga/desliga tem leitor de impressões digitais. As demais características incluem 5G, Wi-Fi 6, Bluetooth 5.4 e NFC.
O sistema operacional é o Sailfish OS 5 que, além de rodar aplicativos de Android via AppSupport, promete preservar os aspectos da segurança e privacidade por não rastrear ou coletar dados do usuário.
Um detalhe interessante é que as especificações do smartphone foram definidas por meio de uma votação na comunidade do Sailfish OS.
Novo Jolla Phone na cor laranja (imagem: reprodução/Jolla)
Disponibilidade e preço do Jolla Phone
Por ora, o Jolla Phone está em pré-venda, via campanha de financiamento, no site oficial da Jolla. O primeiro lote tinha preço de 499 euros. O segundo e atual lote custa 549 euros. Quando for lançado oficialmente, a novidade custará entre 599 e 699 euros (entre R$ 3.800 e R$ 4.450, na conversão direta).
O celular está sendo oferecido em três cores: branca, preta e laranja. As entregas estão previstas para o primeiro semestre de 2026, em países da Europa.
Novo método cria conexão direta e oficial entre Android e iPhone (foto: Paulo Higa/Tecnoblog)Resumo
Google e a Apple estão desenvolvendo um método direto de migração de dados entre Android e iOS, sem necessidade de apps.
A funcionalidade deve ser integrada à configuração inicial dos dispositivos, usando autenticação dupla para garantir a integridade dos dados.
O recurso foi encontrado em versões de testes no Android Canary, mas a transferência deve exigir que o iPhone esteja atualizado com iOS 26.
Em um movimento raro de cooperação, Google e Apple se uniram para reformular o processo de transferência de dados entre o Android e iOS. Segundo o 9to5Google, um novo recurso deve padronizar e aprimorar a migração de dados entre as plataformas. A funcionalidade será integrada à configuração inicial dos dispositivos, dispensando a necessidade de instalar apps específicos.
Atualmente, a transição entre os ecossistemas depende de apps de terceiros ou das ferramentas proprietárias “Mudar para Android” (do Google) e “Migrar para iOS” (da Apple). No entanto, a experiência com esses softwares nem sempre é positiva. Relatos comuns indicam transferências incompletas, além da perda de dados. A lentidão do processo via conexão sem fio também é um gargalo que a novidade pode eliminar.
Embora as empresas mantenham sigilo sobre o projeto, evidências surgiram em uma versão Canary do Android — uma compilação de testes para desenvolvedores. Identificada como Android Canary 2512 (build ZP11.251121.010), a atualização começou a ser distribuída para smartphones da linha Google Pixel.
A ferramenta fica no menu de configurações do sistema. Ao acessar o caminho Configurações > [Nome e foto de perfil] > Todos os serviços > Emparelhar com iPhone ou iPad, os usuários agora devem encontrar uma nova opção para copiar dados (“Copy data”).
Recurso em testes no Android exige iOS 26 no iPhone (imagem: reprodução/Android Authority)
O mecanismo foi desenhado para operar como um “aperto de mão” digital entre os dois sistemas operacionais. Conforme a análise da versão de testes, o processo utiliza um sistema de autenticação dupla para garantir a integridade dos dados.
Quando o usuário seleciona a opção de restaurar dados ou copiar informações, o sistema solicita um ID e uma senha específica para estabelecer a conexão sem fio direta entre o aparelho antigo e o novo.
Um detalhe crucial é uma exigência de compatibilidade do lado da Apple. A página de configuração informa explicitamente que, para a transferência ser bem-sucedida, o iPhone de origem ou destino deve estar atualizado com, pelo menos, o iOS 26, lançado em setembro deste ano.
E a Samsung?
Uma questão que ainda fica em aberto diz respeito à integração da nova ferramenta com aparelhos de outros fabricantes. A Samsung, por exemplo, detém a maior participação no mercado global de smartphones Android e já utiliza o Smart Switch, solução proprietária consolidada.
Ainda não está claro se o novo protocolo unificado substituirá ferramentas de terceiros ou se a migração facilitada será, inicialmente, restrita a aparelhos mais próximos do “Android puro”.
Aplicativo da B3 para iPhone (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)Resumo
Aplicativo da B3 permite acompanhar investimentos em ações, títulos do Tesouro Direto e outros ativos, consolidando dados de carteira, extratos e notícias em um único lugar;
Disponível gratuitamente para Android e iPhone, app oferece quatro áreas principais: Início, Carteira, Proventos e Extrato, priorizando informações essenciais;
Novo app exibe dados de investimentos registrados na B3, exigindo login com CPF ou CNPJ e senha.
Se você investe em ações ou em títulos do Tesouro Direto, por exemplo, agora pode acompanhar os seus investimentos com um pouco mais de facilidade: após uma fase de testes, a B3 fez o anúncio oficial de um novo aplicativo, para Android e iPhone, que visa dar acesso rápido à sua carteira de ativos, a extratos e até a notícias sobre o assunto.
A principal vantagem do app é a possibilidade de acompanhar e planejar investimentos a partir de um único lugar, de modo rápido e fácil. Para tanto, a novidade foi dividida em quatro áreas principais:
Início: dá acesso rápido ao resumo de sua carteira de investimentos, à sua evolução patrimonial e a eventos ou notícias, por exemplo;
Carteira: dá mais detalhes sobre a composição de sua carteira;
Proventos: mostra os valores já recebidos ou que você tem a receber, como cupons semestrais de títulos do Tesouro Direto que oferecem essa opção;
Extrato: detalha as últimas operações realizadas por você, como compra de títulos do Tesouro Direto ou venda de ações.
O app mostra as mesmas informações do site da B3?
Sim, mas a abordagem é um pouco diferente no aplicativo móvel. Enquanto o site da B3 fornece informações mais detalhadas sobre seus investimentos, o aplicativo prioriza a exibição dos dados mais importantes, de modo que você possa analisar a sua carteira e tomar decisões rapidamente e em qualquer lugar.
Neste ponto, vale destacar que tanto o app quanto o site da B3 conseguem exibir detalhes de seus investimentos em um único lugar, mesmo que eles tenham sido feitos a partir de diferentes bancos ou corretoras.
Com o avanço da tecnologia e a busca por eficiência, a gestão de investimentos exige ferramentas que reduzam fricção e aumentem a transparência. Com isso, o investidor melhora a análise de risco e toma decisões mais estratégicas.
O app atende esta demanda, uma vez que consolida todas as carteiras em um mesmo espaço e traz relatórios detalhados para que os usuários façam transações financeiras mais assertivas.
Felipe Paiva, diretor de relacionamento com clientes e pessoa física da B3
Aplicativo da B3 para iPhone (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
Como baixar o aplicativo da B3
O app da B3 já está disponível para Android e iOS (iPhone), gratuitamente. Se você já acessava a área do investidor no site da B3, deve fazer login no aplicativo usando o seu CPF ou CNPJ, bem como a mesma senha. Do contrário, você será convidado a criar a sua conta.
Convém destacar que, no primeiro acesso, o aplicativo da B3 faz algumas perguntas sobre o seu perfil de investidor para exibir informações e recursos de modo mais personalizado.
Obviamente, o app disponibiliza dados apenas dos investimentos que são negociados ou registrados a partir da plataforma da B3, como ações, fundos imobiliários, títulos do Tesouro Direto e ETFs.
Nova ferramenta exige discador oficial do Google para funcionar (imagem: reprodução/Google)Resumo
Google introduziu o recurso Call Reason no Android, permitindo sinalizar chamadas urgentes, visíveis no histórico de chamadas.
A funcionalidade está em beta e requer o app Telefone do Google.
A empresa também anunciou ferramentas de segurança para detectar fraudes em mensagens e filtros no Google Mensagens para grupos indesejados.
O Google anunciou novas atualizações para o sistema Android e introduziu recursos de comunicação, segurança e personalização. Entre as novidades, está a ferramenta Call Reason (motivo da chamada, em tradução livre), que permite sinalizar a urgência da ligação.
Atualmente em fase beta, o recurso permite que, ao discar para um contato salvo, o usuário selecione a opção “urgente”. O destinatário visualizará esse alerta na tela do celular e, caso a chamada não seja atendida, uma notificação de urgência permanecerá visível no histórico, incentivando o retorno da ligação.
O anúncio ocorreu nesta terça-feira (2).
Quais celulares são compatíveis?
GIF mostra funcionamento da ferramenta Call Reason (imagem: reprodução/Google)
A ferramenta está vinculada ao Telefone do Google, o aplicativo de discagem padrão da empresa. Segundo informações do Google Brasil, a funcionalidade será liberada para todos os idiomas globalmente, mas a disponibilidade depende de o app estar instalado no smartphone.
Aparelhos da linha Google Pixel, assim como modelos recentes da Motorola, Xiaomi (versões globais), Nokia (HMD) e Asus, utilizam o discador do Google nativamente. Esses dispositivos, portanto, receberão a novidade automaticamente via atualização.
No Brasil, o impacto tende a ser menor já que a maior vendedora de smartphones é a Samsung, que utiliza um app próprio de Telefone. No entanto, o Android permite a instalação do Telefone do Google em praticamente qualquer dispositivo. Usuários interessados podem baixá-lo gratuitamente na loja oficial e configurá-lo como o discador padrão.
Segurança e mais IA
O pacote de novidades também apresenta novas ferramentas focadas na segurança e acessibilidade. O recurso Circule para Pesquisar agora usa IA para analisar o conteúdo da tela em busca de potenciais golpes. Ao verificar mensagens de texto ou chats suspeitos, o sistema indica a probabilidade de fraude.
Circle to Search ganhou função para verificar segurança de mensagens (imagem: reprodução/Google)
Nas mensagens de texto via Google Mensagens (padrão também nos aparelhos da Samsung), a empresa implementou novos filtros para grupos indesejados. Ao ser adicionado por um número desconhecido, o usuário receberá um alerta com dicas de segurança e opções rápidas para sair do grupo, bloquear o contato e denunciar spam com um único toque.
Utilizando processamento local, o sistema agora também gera legendas em tempo real que descrevem não só a fala, mas a intensidade e a emoção do interlocutor, além de identificar sons ambientes como aplausos.
Google liberou legendas em vídeos ao vivo (imagem: reprodução/Google)
O Google também reestruturou como as notificações são gerenciadas, juntando mensagens longas e conversas em grupo e oferecendo um resumo do conteúdo. Alertas de baixa prioridade, como promoções e avisos de redes sociais, também serão silenciados automaticamente para reduzir distrações.
As configurações de controle parentais, por sua vez, foram migradas para um menu dedicado nas configurações principais do aparelho. Além disso, o sistema expandiu o suporte para ícones temáticos e introduziu uma opção forçada de “tema escuro” para aplicativos que não possuem essa configuração nativa.
Além disso, o Google incluiu a fixação de guias importantes no Chrome para Android e novas combinações de adesivos no “Emoji Kitchen”, do teclado Gboard.
Poco F8 Ultra tem versão com textura que imita o jeans (imagem: divulgação)Resumo
O Poco F8 Ultra foi anunciado com tela AMOLED de 6,9 polegadas, bateria de 6.500 mAh e sistema de som 2.1 com subwoofer da Bose.
Já o Poco F8 Pro tem tela AMOLED LTPS de 6,59 polegadas, bateria de 6.210 mAh e câmera principal Light Fusion 800.
Ambos os modelos usam Snapdragon 8 Elite e rodam o Xiaomi HyperOS 3 (baseado no Android 16), com quatro anos de atualizações de sistema.
O Poco F8 Pro e o Poco F8 Ultra foram anunciados nessa quarta-feira (26/11). Os modelos marcam a entrada da submarca da Xiaomi no mercado de smartphones de alto desempenho.
Os destaques estão na parceria com a Bose, empresa americana de equipamentos de áudio, na adoção da plataforma Snapdragon 8 Elite e no uso do novo sistema Xiaomi HyperOS 3, baseado no Android 16.
O Poco F8 Pro é a versão mais modesta. Ele tem tela AMOLED LTPS de 6,59 polegadas, bateria de 6.210 mAh (carregamento de 100 W com fio, sem a tecnologia sem fio) e processador Snapdragon 8 Elite.
O conjunto de câmeras substitui o sensor principal pelo Light Fusion 800 e reduz o zoom óptico da teleobjetiva para 2,5x. Além disso, a lente ultra-angular, nessa versão, passa a ter 8 MP. Para selfies, há um sensor de 20 MP.
Já o Poco F8 Ultra é mais robusto, com chipset duplo e gerenciamento térmico com câmara de vapor. Ele é equipado com o processador Snapdragon 8 Elite Gen 5 e chip VisionBoost D8, focado em aprimoramento de imagem por inteligência artificial.
O celular conta com uma tela AMOLED de 6,9 polegadas, com resolução 1.5K, taxa de atualização adaptativa de 120 Hz e pico de brilho de 3.500 nits.
Poco F8 Pro tem bateria de 6.210 mAh (imagem: divulgação)
Outros diferenciais do modelo Ultra são o sistema de áudio e a autonomia. O dispositivo possui sistema de som 2.1 com um subwoofer dedicado desenvolvido pela Bose. A bateria é de 6.500 mAh — a maior já utilizada pela marca —, que suporta carregamento com fio de 100 W e sem fio de 50 W.
No quesito fotografia, o conjunto traseiro traz um sensor principal Light Fusion 950 de 50 MP com estabilização óptica (OIS), uma lente periscópica com zoom óptico de 5x e uma ultra-angular de 50 MP. Na frente, há uma câmera de selfie de 32 MP.
O Poco F8 Ultra também introduz a cor Blue Denim, que simula a textura e a aparência de tecido jeans, mas é construído com um material nanotecnológico especial da Xiaomi. O smartphone oferece acabamento em vidro fosco nas cores preto, azul e prata titânio.
Nova linha marca a entrada da Poco no segmento premium (imagem: divulgação)
As duas versões da linha possuem estrutura metálica, leitor de digitais ultrassônico e certificação IP68 contra água e poeira. Ambos serão comercializados em versões com 12 ou 16 GB de memória RAM e 256 ou 512 GB de armazenamento interno.
A Poco garante quatro anos de atualizações de sistema e seis anos de correções de segurança.
Disponibilidade e preços
Os preços variam conforme a região e configuração. Nos Estados Unidos, o F8 Ultra com 12 GB de RAM e 256 GB de armazenamento tem preço inicial de US$ 729 (cerca de R$ 4 mil, na cotação atual). O F8 Pro, por sua vez, começa em US$ 579 (R$ 3.100).
Até o momento, não há previsão de lançamento oficial dos aparelhos no Brasil, nem definição de preços para o varejo nacional.
Xiaomi revelou os novos Poco F8 Pro e Poco F8 Ultra. Versão Ultra tem tela de 6,9", bateria de 6.500 mAh e subwoofer da Bose, mas ainda não tem previsão de chegada ao Brasil.
Android para PCs está mais perto de se tornar realidade (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
O Google desenvolve o Aluminium OS, baseado no Android, como sucessor do ChromeOS para laptops e tablets.
A empresa busca um gerente de produto para liderar a transição entre ChromeOS e Aluminium, que coexistirão temporariamente.
O nome Aluminium ainda não está definido, e o sistema é testado em processadores recentes, permitindo atualizações em Chromebooks.
O Google está em busca de um gerente de produto para trabalhar em um novo sistema operacional chamado Aluminium OS. Construído com base no Android, ele deve ser o sucessor do ChromeOS e marcar o próximo grande movimento da empresa no mercado de PCs.
As informações foram coletadas pelo site Android Authority, que também encontrou o termo em listas de discussão de desenvolvedores do projeto Chromium. O nome comercial, porém, parece não estar definido.
Vaga de emprego prevê transição entre sistemas
De acordo com o anúncio, a equipe será responsável por desenvolver o ChromeOS e o Aluminium. Entre parênteses, a companhia indica que se trata do Android. Mais adiante, o Google explica que o Aluminium é “um novo sistema operacional com inteligência artificial em seu centro”.
O selecionado para a função será responsável por “conduzir o roadmap e selecionar um portfólio de dispositivos comerciais com ChromeOS e Aluminium Operating System (ALOS) em todos os formatos (laptops, destacáveis, tablets e boxes [mini-PCs]) e segmentos (Chromebook, Chromebook Plus, AL Entry, AL Mass Premium e AL Premium)”.
Chromebook já roda apps de Android (foto: Darlan Helder/Tecnoblog)
O Android Authority também observa que esse cargo será responsável pela transição do ChromeOS para o Aluminium. Isso dá a entender que as duas plataformas coexistirão por algum tempo, e que os produtos atuais receberão updates e manutenção até o fim do ciclo de vida.
O nome Aluminium também aparece em listas de discussão de desenvolvedores. Nelas, há indicações de que o novo sistema vem sendo testado em processadores lançados nos últimos anos, o que significa que provavelmente haverá a opção de atualizar Chromebooks para o novo sistema.
Nome ainda não está definido
O Android Authority nota que os desenvolvedores usam vários termos diferentes nesse processo de transição. O ChromeOS atual, por exemplo, é mencionado como “ChromeOS Classic” ou “non-Aluminium ChromeOS”, enquanto o novo sistema é chamado de “Android Desktop” algumas vezes.
Isso pode ser um indício de que ainda não há um nome comercial definido para o Aluminium. Por mais que não tenha tanta presença no mercado, os termos “ChromeOS” e “Chromebook” são razoavelmente conhecidos. Já “Android Desktop” pode ser uma forma de pegar carona em uma marca muito famosa.
Unificação vem sendo discutida há anos
O Google tem divulgado gradualmente informações sobre esse projeto. Em outubro de 2025, Rick Osterloh, um dos principais executivos do Google, afirmou que a empresa trabalha para combinar os sistemas de computadores e smartphones.
Antes disso, em julho de 2025, Sameer Samat, outro nome importante da empresa, mencionou os planos de unificar as duas plataformas. Ao longo de 2024, também surgiram rumores de que o ChromeOS passaria a usar o kernel do Android, visando facilitar o uso de ferramentas do Gemini.
Razr 60 Ultra tem tela dobrável e processador potente(foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
A inteligência artificial está revolucionando nossas vidas. O acesso à informação está mais fácil, perguntas complexas são respondidas em segundos, e tarefas que antes demandavam tempo e trabalho agora são resolvidas com pedidos simples.
O melhor de tudo é que você não precisa acessar nenhuma ferramenta extra para conseguir desbloquear o potencial da tecnologia. Basta ter um smartphone Android.
O sistema do Google conta com vários recursos de inteligência artificial, como o assistente Gemini, o gerador de imagens Nano Banana, a ferramenta Circule para Pesquisar e soluções de segurança.
Ao buscar um aparelho Android do segmento premium, você passa a contar com todas essas inovações no seu bolso, com ótimo desempenho e alta velocidade para realizar tarefas pessoais e profissionais.
Vamos ver um pouco mais sobre o que o Android é capaz de fazer.
Gemini é o assistente perfeito para eficiência e criatividade
O “coração” dos recursos de inteligência artificial do Android é o Gemini. O novo assistente pessoal do Google usa a tecnologia de diversas formas, sempre visando facilitar a vida do usuário e tornar mais rica a experiência com o smartphone.
Isso começa pelas perguntas e respostas. Seja em texto ou voz, você pode pedir informações ao Gemini de modo natural, como se estivesse conversando com uma pessoa, sem precisar decorar comandos especiais. O assistente apresenta o conteúdo de forma articulada e aprofundada, tornando a descoberta muito mais interessante.
O Gemini também funciona de modo dinâmico e contínuo. Com o Modo Live, o assistente fica disponível para conversas longas. Assim, dá para continuar o bate-papo. A resposta foi interessante e você ficou curioso? Faça uma pergunta adicional. Ainda tem alguma dúvida? Peça ao assistente uma nova explicação. E se a resposta for o que você está esperando, não precisa nem esperar terminar: é só falar e interromper.
Gemini Live pode entender o que está ao redor do usuário (imagem: divulgação)
O Modo Live também funciona com imagens ao vivo. Dá para usar a câmera, apontar e fazer perguntas – pense em aprender sobre as plantas do jardim, receber dicas de decoração para a sala do seu novo apartamento ou conhecer melhor pontos turísticos durante sua viagem de férias.
Outra opção é compartilhar a tela com a IA em tempo real. Se você precisa tirar dúvidas sobre um aplicativo ou uma imagem no seu celular, essa é uma ótima solução.
E ainda não acabou! O Gemini funciona como uma porta para explorar diversos aplicativos presentes no Android: ele pode resumir e-mails no Gmail para economizar tempo, criar playlists no YouTube Music com suas canções favoritas, adicionar eventos na Agenda a partir de mensagens, cartazes ou convites e acessar informações de relatórios, documentos, planilhas e apresentações salvos no Drive, entre outras possibilidades.
A inteligência artificial do Google também oferece possibilidades para explorar sua criatividade. Uma das ferramentas mais potentes para despertar o artista que existe em você é o gerador e editor de imagens Nano Banana.
Com ele, você pode enviar uma foto sua, outra de seu cachorro e pedir que combine as duas em uma quadra de basquete ou um jardim, por exemplo. Outra possibilidade é pedir para reimaginar seu retrato como o de um personagem de sitcom dos anos 90.
Também dá para redecorar cômodos, criar montagens e muito mais. Tudo funciona de modo bem acessível: basta descrever sua ideia na hora de fazer o pedido – o Gemini se encarrega do trabalho.
Circule para Pesquisar e Google Lens ajudam a encontrar informações
A inteligência artificial do Android vai além do Gemini. Ela está presente também no buscador mais famoso do mundo: o Google. E o recurso mais poderoso do sistema a fazer uso dessa tecnologia é o Circule para Pesquisar.
Quantas vezes você quis saber mais sobre um local ou um produto que estava em uma foto, um vídeo ou um site? É exatamente para isso que o Circule para Pesquisar existe. Basta ativar a ferramenta, por meio de um atalho na tela, e circular o item sobre o qual você quer saber mais.
Isso serve para descobrir a marca de um sapato (e até mesmo comprá-lo), a localização de um ponto turístico ou quem é aquele ator no filme que você está vendo, entre muitas outras possibilidades.
Circule para Pesquisar ajuda a descobrir informações sobre o que está na sua tela (imagem: divulgação)
Com o mesmo atalho, você pode ativar o reconhecimento musical, que descobre qual é a música que está tocando no seu celular ou no ambiente onde você está. Isso é ótimo para quando você gostou de uma canção e quer saber mais sobre o artista, ou está com o nome do cantor na ponta da língua, mas não consegue lembrar quem é.
O Circule para Pesquisar também conta com os “poderes” do tradutor do Google: ative o recurso e circule o texto que deseja converter para o seu idioma. Também é possível traduzir a tela toda. Em dispositivos Android do segmento premium, dá até mesmo ativar uma tradução em tempo real, que é feita enquanto você navega, sem que seja necessário reativar o recurso a todo momento.
E se você quiser saber mais sobre alguma coisa que está na sua frente, no mundo real? Também dá! O Android conta com o Google Lens: abra a câmera do app e tire uma foto do objeto desejado. O buscador se encarregará de encontrar mais informações sobre aquele item. Você pode ainda fazer perguntas adicionais, direcionando o conteúdo a ser pesquisado.
Google Fotos tem editor completo com ferramentas inteligentes
Uma das melhores inovações da inteligência artificial é dar a aplicativos, smartphones e computadores a capacidade de entender melhor o que está nas imagens. Com isso, é possível fazer edições que antes eram complicadas e trabalhosas, disponíveis apenas para quem dominava técnicas e ferramentas específicas.
A Borracha Mágica do Google Fotos é um exemplo disso. Sabe quando você tira uma foto, mas o fundo dela está cheio de objetos atrapalhando o cenário? Ou até mesmo uma pessoa passou por ali bem na hora do seu clique? A ferramenta identifica automaticamente essas distrações e dá a opção de removê-las com apenas um toque, preenchendo o espaço de forma imperceptível, com resultados impecáveis.
Google Fotos remove objetos que estão atrapalhando a foto (imagem: divulgação)
Ajustar fotos é só o começo – a IA permite explorar a criatividade e conseguir fotos que eram impossíveis há alguns anos. O Editor Mágico permite mover objetos de imagens, conseguindo enquadramentos interessantes. Um pulo na piscina, uma jogada de basquete ou aquela manobra de skate ficam muito mais legais com alguns ajustes simples, arrastando e soltando elementos da foto.
Já o Me Adicione facilita na hora de juntar todo mundo: tire uma foto do grupo e, em seguida, peça a alguém para tirar uma foto sua no mesmo local. A IA faz a edição e coloca todas as pessoas na mesma imagem automaticamente, sem ter que ativar um timer e sair correndo.
O Google Fotos conta ainda com ferramentas para resolver pequenas imperfeições, como adicionar sorrisos, corrigir olhos fechados e remover óculos de sol – basta fazer um pedido em linguagem natural descrevendo o que você deseja.
IA atua na defesa contra ameaças
Muita gente pensa que a inteligência artificial só está presente em tarefas de pesquisa, edição e criação, mas a tecnologia vai além. No Android, ela é empregada também para garantir a segurança do usuário.
A IA foi treinada para identificar caso o aparelho seja tomado rapidamente da mão do usuário e levado para longe, como em um furto por bicicleta. Nessa ocasião, o sistema bloqueia a tela do smartphone, impedindo o acesso a arquivos, fotos, mensagens, aplicativos bancários e demais informações pessoais.
A tecnologia também entra em cena para proteger o usuário de ameaças virtuais. Assim, a IA bloqueia mensagens e ligações ao suspeitar que se trata de um golpe ou uma fraude, reduzindo a exposição a tentativas de crimes. Além disso, o Android conta com o Google Play Protect, que monitora os aplicativos instalados e detecta atividades nocivas ou maliciosas, que podem ser indícios de malware.
Android Premium é garantia de IA de alto desempenho
A melhor forma de explorar todas as possibilidades da inteligência artificial é com um smartphone Android do segmento premium. Assim, você leva para casa um aparelho com processador rápido para executar tarefas de IA em tempo recorde.
Samsung Galaxy S25 FE tem câmera principal de 50 MP (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Além disso, esses smartphones contam com muita memória do tipo RAM, o que significa que as ferramentas conseguem lidar com grandes quantidades de informação de uma só vez e passar de um aplicativo para outro com facilidade.
Celulares dessa categoria também oferecem câmeras de alta qualidade, telas com alto brilho e resolução cristalina, recursos especiais e design sofisticado, garantindo que você terá um produto completo em mãos.
E o melhor lugar para comprar seu Android Premium é no Magalu. Lá, você encontra aparelhos de marcas como Samsung, Motorola e Oppo com ótimos preços, entrega rápida e parcelamento em até 21 vezes no cartão Magalu. Venha para a era da IA com o Google agora mesmo!
Quick Share para Android ampliou compatibilidade (imagem: reprodução)Resumo
Google anunciou a compatibilidade do Quick Share com o AirDrop da Apple.
A integração foi desenvolvida sem a colaboração da Apple, possivelmente por engenharia reversa.
A novidade elimina uma das principais barreiras entre os ecossistemas e estreia no Pixel 10, com a chegada progressiva aos demais aparelhos Android.
O Google anunciou nesta quinta-feira (20/11) a compatibilidade entre o Quick Share, serviço de compartilhamento de arquivos do Android, e o AirDrop, até então um recurso exclusivo para os dispositivos da Apple.
A novidade começa a ser liberada hoje para dispositivos da família Pixel 10. A empresa confirmou que desenvolveu a funcionalidade de forma independente, sem colaboração da Apple.
No anúncio oficial, o Google explicou que a novidade segue iniciativas anteriores para conectar melhor Android e iPhone, como a substituição do SMS pelo RCS, que permite enviar fotos em alta resolução e ver quando o envio foi lido.
Compartilhamento de arquivos entre Android e iPhone agora é possível (imagem: divulgação)
Como o Google fez isso sem a Apple?
O Google não deixou claro como fez a integração, mas segundo o Android Authority, é provável que a companhia tenha trabalhado com engenharia reversa, analisando como o AirDrop funciona por dentro para adaptar o Quick Share.
A tecnologia do AirDrop usa conexões comuns, como Bluetooth e Wi‑Fi, padrões abertos que qualquer empresa pode utilizar, o que permitiria criar compatibilidade sem acesso aos sistemas internos da Apple.
O Google não confirmou oficialmente o método usado, mas reforçou que a atualização passou por testes rigorosos de segurança antes de ser lançada.
“Desenvolvemos isso com a segurança como nosso pilar central. Protegemos seus dados usando salvaguardas rigorosas, testadas por especialistas de segurança independentes. Esta é mais uma iniciativa para oferecer a compatibilidade entre sistemas operacionais que as pessoas tanto solicitam, seguindo o que já fizemos com o RCS e os alertas de rastreadores desconhecidos.”
— Google, em comunicado
Quando chega aos outros smartphones Android?
A atualização será liberada progressivamente para outros aparelhos Android nos próximos meses. Por enquanto, não há datas específicas. Segundo o Google, dispositivos com versões recentes do sistema terão prioridade. A compatibilidade inicial com os Pixel 10 serve como teste para ajustes antes da expansão.
A tecnologia, incorporada ao app Gemini, utiliza recursos do recém-lançado Gemini 3 Pro para transformar textos em ilustrações e ajustar fotos com comandos simples, gratuitamente.
Novo Recado está mais visível (imagem: divulgação)Resumo
O WhatsApp agora permite exibir avisos temporários abaixo da foto de perfil na tela de conversa.
Os usuários podem configurar mensagens como “Disponível para conversar” ou “Viajando”, com validade de um minuto a uma semana.
A atualização visa tornar os Recados mais visíveis, corrigindo a localização anterior, que era pouco acessada.
A Meta anunciou nesta quinta-feira (20/11) que o WhatsApp passará a contar com uma nova versão da ferramenta Recado. Com ela, os usuários poderão exibir avisos de forma temporária. Segundo a empresa, o recurso chegará a partir desta semana para todos os usuários no Android e no iOS.
“Pensado para aqueles dias em que você só tem um minuto livre, o Recado indica às pessoas por que você não pode conversar ou sobre o que você quer falar com apenas um emoji e uma frase curta”, diz o comunicado da Meta.
Usuário passa a ver aviso ao abrir a conversa (imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Como colocar um Recado no seu WhatsApp?
Para definir um recado, vá até “Configurações” e toque em “O que você está fazendo?”, logo ao lado da foto de perfil. O app dá algumas opções, como “Disponível para conversar”, “Respondo mais tarde” e “Viajando”. Também é possível configurar manualmente um emoji e uma mensagem.
O usuário ainda escolhe a validade do aviso (de um minuto a uma semana) e a privacidade (para todos no WhatsApp, apenas contatos, apenas contatos com exceções ou ninguém).
Recado tem opções predefinidas (imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Recado já existia e está sendo atualizado
A empresa trata a novidade como um relançamento. Presente desde as primeiras versões do WhatsApp, o Recado era uma mensagem rápida que aparecia ao abrir o perfil do usuário.
Essa localização não ajudava muito, já que ficava meio escondida, em um lugar que pouca gente olha. Isso levava a algumas gambiarras, como colocar um aviso de férias na foto de perfil, por exemplo.
Nesta nova versão, a Meta tenta resolver justamente esse problema: o recurso ficará mais visível, aparecendo na janela de conversa, logo abaixo do avatar.
App para Android permite transferência de dados sem formatar o iPhone (imagem: reprodução/iToolab)Resumo
O aplicativo WatsGo transfere dados do Android para o iPhone sem resetar o aparelho. Ele usa cabo USB-C para Lightning ou adaptador OTG.
O WatsGo move dados como histórico do WhatsApp, fotos, vídeos, SMS e chamadas.
O Migrar para iOS só funciona em iPhones não configurados. A transferência manual via nuvem é incompleta e demorada.
Quem troca um Android por um iPhone logo descobre que a ferramenta de migrar dados para o iOS já não funciona mais após a configuração inicial do smartphone. A Apple exige que o iPhone seja resetado aos padrões de fábrica para que a migração aconteça, forçando o usuário a recomeçar do zero.
Para contornar essa limitação, aplicativos de terceiros podem fazer a ponte. O WatsGo é um deles. A ferramenta, disponível para Android, usa uma conexão direta via cabo (OTG ou USB-C para Lightning) para mover o histórico do WhatsApp, fotos e outros dados sem exigir que o iPhone seja formatado.
Como transferir dados do Android para iPhone via app?
WatsGo transfere dados do Android para iOS, inclusive WhatsApp (imagem: reprodução/iToolab)
Se você já configurou o iPhone e precisa transferir os dados do aparelho Android, mas não quer passar por tudo isso novamente formatando o dispositivo, ainda tem como transferir dados do Android para iPhone usando o WatsGo.
Com ele, em vez de depender de Wi-Fi ou nuvem, o usuário utiliza um cabo (USB-C para Lightning ou um adaptador OTG) para ligar o Android ao iPhone, tornando a transferência mais estável e rápida.
O app é capaz de mover dados que os métodos manuais ignoram, como o histórico de chamadas e as mensagens SMS, além de fotos, vídeos, áudios e documentos, sendo uma solução completa para transferir dados do Android para o iPhone.
Como usar o WatsGo?
O WatsGo transfere os dados básicos do Android para o iPhone, como fotos, vídeos, SMS e histórico de chamadas. O processo utiliza uma conexão direta:
1. Faça o download do WatsGo na Play Store.
2. Abra o app e, no menu principal, toque em “Phone to Phone” e escolha “Android to iPhone” como direção da transferência.
Interface do WatsGo (imagem: reprodução/iToolab)
3. Escolha o que transferir: autorize o acesso aos arquivos. Depois, selecione as categorias desejadas — Fotos, Vídeos, Áudio, Documentos, SMS e Histórico de Chamadas — e toque em “Transfer”.
Interface do WatsGo (imagem: reprodução/iToolab)
4. Conecte os dispositivos: o app pedirá permissões de Wi-Fi, Localização e Dispositivos Próximos para criar a conexão. Em seguida, o WatsGo no Android exibirá um QR Code.
Interface do WatsGo (imagem: reprodução/iToolab)
5. Configure o iPhone: no iPhone, instale o app WatsGo (via TestFlight). Abra-o, toque em “Receber dados” e escaneie o QR Code mostrado no Android.
Conclua a transferência: a conexão será feita automaticamente. O progresso aparecerá na tela, e o app exibirá uma mensagem de sucesso ao finalizar o processo.
1. Inicie a transferência: no menu principal, toque em “Transfer WhatsApp” e selecione se é o WhatsApp normal ou o Business.
Transferência do WhatsApp pelo WatsGo (imagem: reprodução/iToolab)
2. Faça o backup no Android: siga as instruções no app. No seu WhatsApp, ative o backup criptografado de ponta-a-ponta e salve ou copie a chave de 64 bits gerada.
Transferência do WhatsApp pelo WatsGo (imagem: reprodução/iToolab)
3. Insira a chave no WatsGo: retorne ao WatsGo e digite a chave de 64 bits. O aplicativo também oferece uma opção “Upload a screenshot” para reconhecer a chave automaticamente.
Transferência do WhatsApp pelo WatsGo (imagem: reprodução/iToolab)
4. Escolha o método e conecte: após a verificação da chave, o WatsGo perguntará como você quer transferir. O app oferece duas opções: com cabo USB ou sem (utilizando o software de desktop da iToolab como intermediário). Para o iPhone receber os dados, ele precisará do app “WatsGo”.
Transferência do WhatsApp pelo WatsGo (imagem: reprodução/iToolab)
5. Aguarde a conclusão: assim que os aparelhos estiverem conectados, a transferência é iniciada. Ao final, o WatsGo exibirá a tela “Data transfer successful”.
Basta abrir o WhatsApp no iPhone, pular a etapa de restauração do iCloud e seu histórico de conversas do Android estará disponível.
Como usar o Migrar para iOS?
Ferramenta “Migrar para iOS” da Apple exige celular limpo (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Para quem acabou de ligar o aparelho pela primeira vez, a solução oferecida pela própria Apple é o app “Migrar para iOS”. Como fazer:
Inicie o iPhone até chegar à tela “Início Rápido”.
Toque em “Configurar sem Outro Dispositivo”.
No Android, abra o app Migrar para iOS.
Conecte-se à rede Wi-Fi temporária criada pelo iPhone.
Escolha o que deseja transferir — contatos, SMS e até o histórico do WhatsApp.
A ferramenta é eficiente para transferir contatos, fotos e calendários, mas, além da demora no processo, só funciona na tela de boas-vindas do iPhone.
Ou seja, se o usuário já passou da tela “Olá” e começou a usar o aparelho, o “Migrar para iOS” deixa de ser uma opção. A partir dali, para usá-lo é necessário formatar o iPhone, o que leva à perda todos os apps e configurações já feitas. Só após esse processo é possível trazer os dados do Android.
Para formatar, o caminho é simples: indo em Ajustes > Geral > Transferir ou Redefinir o iPhone > Apagar Conteúdo e Ajustes.
Transferência manual de dados
Usuário pode usar serviços em nuvem para mover dados (Imagem: Guilherme Reis/Tecnoblog)
Uma outra opção para obter dados sem formatar o smartphone é recorrer a uma transferência manual, usando a nuvem.
É possível sincronizar os contatos e a agenda através da conta Google, e fazer o backup de fotos e vídeos para um serviço como o Google Fotos, para depois baixá-los no iPhone.
Embora seja um método gratuito (caso você tenha espaço nos drives), é um processo que demanda tempo, muito trabalho e, o mais importante, é incompleto.
Através dele, você deixa para trás dados essenciais do smartphone, como o registro de chamadas, histórico de SMS e, principalmente, o backup de conversas do WhatsApp, que não pode ser transferido dessa forma.
Qual o melhor método?
Cada forma de migrar do Android para o iPhone tem seus próprios prós, custos e níveis de segurança dos dados. A escolha ideal depende da situação do usuário e de quais informações ele considera indispensáveis.
Migrar para iOS: é a alternativa oficial e conta com o suporte da Apple (chat e telefone). No entanto, a exigência de resetar o aparelho torna o método inviável para quem já começou a usar o dispositivo. Além disso, o processo pode falhar facilmente devido a interrupções no Android ou de instabilidades na rede Wi-Fi.
Transferência manual: apesar de gratuita, é demorada e exige várias etapas, além de deixar de fora partes importantes do histórico digital (como mensagens, chamadas e apps) e não possuir nenhum tipo de suporte técnico.
WatsGo: é uma alternativa mais completa e prática. Ele permite transferir dados mesmo em um iPhone já configurado, sem precisar restaurar o sistema — mas os recursos são pagos. Em compensação, é possível transferir Whatsapp do Android para iPhone, além de histórico de SMS e registros de chamadas nessa situação. Em caso de falhas, a iToolab oferece suporte direto por e-mail (contact@itoolab.com).
Saiba como os tags de localização podem ser um acessório bastante útil na sua rotina (imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)
O tag rastreador, também conhecido como tag de localização, é um pequeno gadget projetado para prevenir a perda de objetos. Ele ajuda no monitoramento e localização de itens pessoais, bagagens, veículos ou até mesmo pets.
O funcionamento de um tag se baseia na emissão de um sinal via Bluetooth ou GPS, captado por smartphones ou outros dispositivos conectados nas proximidades. Esses dados são enviados para um app específico no celular do usuário, mostrando a localização em tempo real ou a última posição geográfica.
As principais vantagens de usar o tag de localização são a facilidade e a rapidez para encontrar itens perdidos, proporcionando tranquilidade ao usuário. No entanto, a precisão do monitoramento e o alcance limitado pode ser uma eventual desvantagem do gadget.
A seguir, entenda o que são os tags rastreadores, seu funcionamento e como podem ser úteis no dia a dia. Também saiba os pontos fortes e fracos desse dispositivo de localização.
Um tag de localização é um pequeno dispositivo que usa tecnologias de comunicação sem fio, como Bluetooth ou GPS, para transmitir a localização a um aplicativo ou rede de dispositivos. Ele permite que usuário rastreie e monitore a posição de itens anexados ao tag em um mapa disponível em um app dedicado.
Para que serve o tag rastreador?
O tag rastreador, como o AirTag da Apple ou o Android Tag, possibilita monitorar a localização de bens pessoais, auxiliando na recuperação de objetos perdidos. Ele permite que o usuário visualize a posição exata e em tempo real do item por meio de um aplicativo dedicado no celular.
Empresas também usam esses gadgets para rastrear frotas ou equipamentos alugados, fornecendo atualizações contínuas de localização. Essa função é essencial para detectar movimentos ou alterações de rota inesperadas, aumentando a segurança e a gestão de ativos.
Um tag localizador pode ajudar na recuperação de objetos extraviados, como malas de viagem (Imagem: Divulgação/Samsung)
Como funciona um tag rastreador
O tag rastreador funciona emitindo um sinal Bluetooth para estabelecer a comunicação com o aplicativo de localização instalado no celular do usuário. Se o item estiver a curta distância, o software permite acionar o tag para emitir um som, facilitando a localização imediata.
Caso o item esteja fora do alcance do Bluetooth, o tag de rastreamento usa a rede de dispositivos compatíveis próximos para indicar a localização. Os celulares de outros usuários, que também tenham o app de localização, captam o sinal de forma anônima e retransmitem os dados de localização para um servidor na nuvem.
Essa rede de localização, descentralizada e colaborativa, permite que o proprietário veja a última localização conhecida do tag em um mapa no aplicativo. O sistema funciona como uma ampla rede de rastreamento coletivo, aproveitando a densidade de dispositivos para cobrir grandes áreas.
Embora o Bluetooth seja o principal meio de comunicação, existem outras tecnologias que podem ser integradas aos tags. A rede UWB (Ultra-Wideband) e, em alguns casos, o sistema de posicionamento global (GPS), oferecem maior precisão e capacidade de rastreamento em distâncias maiores.
Dispositivos como o AirTag da Apple permitem localizar os tags usando um app dedicado (imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)
Tags de localização precisam de manutenção?
Sim, os rastreadores smart tag requerem uma manutenção periódica para um funcionamento contínuo e eficaz. Modelos de tags Bluetooth, por exemplo, necessitam de substituição de bateria a cada um ou dois anos para manter o dispositivo ativo e a conectividade.
Além disso, são necessários um reset e um novo emparelhamento caso o tag localizador mude de dono ou for removida da sua faixa de rede original. Manter o software do gadget ou aplicativo de localização atualizados também é essencial para garantir a transmissão dos dados eficiente e a precisão da localização.
Em quais casos usar um tag de rastreamento?
Um tag localizador pode ser empregado em diversas situações onde a segurança, recuperação de bens ou monitoramento de localização é crucial. Por exemplo:
Itens de alto valor: usados em bens caros, como notebooks, equipamentos fotográficos, instrumentos musicais ou bicicletas, para facilitar a recuperação rápida em caso de furto ou perda;
Itens de uso diário com risco de perda: fixada em objetos pequenos e fáceis de perder ou serem esquecidos, como chaves, carteiras, mochilas ou até mesmo controles remotos;
Malas de viagens e bagagens: ajuda a acompanhar a localização exata de malas despachadas, fornecendo tranquilidade ao viajante e agilizando a localização em caso de extravio pela companhia aérea;
Coleira de animais de estimação: monitoram a localização de cães e gatos em tempo real, fornecendo segurança aos tutores caso o pet fuja ou se perca;
Pessoas em situações de vulnerabilidade: utilizadas para rastrear crianças ou idosos com condições médicas (como Alzheimer), sempre com consentimento e transparência, garantindo a segurança e o cuidado do indivíduo;
Aplicações policiais e jurídicas: usada por autoridades para monitoramento eletrônico de indivíduos em regime de prisão domiciliar, fiança ou liberdade condicional, conforme as determinações legais;
Veículos, frotas e máquinas: empregados na logística e construção para rastrear veículos de entrega, caminhões ou equipamentos pesados, otimizando rotas e garantindo a segurança patrimonial;
Controle de estoque e suprimentos críticos: em ambientes hospitalares ou de logística especializada, ajudam a rastrear a localização de medicamentos, equipamentos ou suprimentos de alto valor e urgência;
Alertas de emergência e SOS: modelos mais avançados incluem um botão de emergência que, ao ser acionado, envia a localização em tempo real para contatos de confiança ou serviços de socorro.
Um tag pode ser fixado em bolsa ou chaveiros para facilitar a localização de itens pessoais (imagem: Divulgação/Motorola)
Quais são as vantagens de um tag rastreador?
Um tag de rastreamento oferece uma série de benefícios que vão além da simples localização, abrangendo segurança, conveniência e otimização de processos:
Localização de itens perdidos: permitem localizar rapidamente objetos extraviados, como chaves, mochilas, bolsas e carteiras, aumentando significativamente a conveniência e economizando tempo no cotidiano;
Segurança e recuperação: facilitam a recuperação de ativos de alto valor, incluindo veículos, bicicletas ou equipamentos de trabalho, em caso de roubo, e frequentemente emitem alertas de movimento ou remoção não autorizada;
Monitoramento de pessoas e pets: possibilitam o acompanhamento em tempo real de crianças, idosos ou animais de estimação, garantindo que permaneçam em áreas seguras ou enviando notificações imediatas se saírem de um perímetro predefinido;
Coleta de dados e análise de rotas logísticas: alguns modelos avançados registram dados de trajetória e histórico de localização, permitindo a análise de rotas e padrões de uso para otimizar caminhos ou identificar gargalos logísticos;
Gestão eficiente de ativos empresariais: otimizam a logística e a eficiência operacional de negócios ao fornecer a localização exata de frotas, ferramentas, mercadorias ou equipamentos em campo, melhorando o controle do inventário.
Quais são as desvantagens de um tag de localização?
Um tag localizador, embora úteis para encontrar objetos perdidos, apresentam certas desvantagens que devem ser consideradas:
Fragilidade ou perda: são pequenos e sujeitos a danos ou podem se soltar do item que rastreiam se não forem fixados corretamente, tornando o investimento em rastreamento inútil;
Preocupações com a privacidade: usuários podem sentir que seus movimentos estão sendo monitorados constantemente, o que é visto como uma invasão de privacidade significativa;
Risco de uso indevido (Stalking): a tecnologia de um rastreador smart tag pode ser usada para perseguição (stalking), assédio ou vigilância não autorizada de indivíduos, criando sérios problemas de segurança e éticos;
Vulnerabilidade dos dados: alguns rastreadores podem ter protocolos de segurança fracos, tornando potencialmente os dados de localização acessíveis a hackers ou terceiros mal-intencionados;
Alcance limitado e imprecisão: modelos baseados em Bluetooth têm um alcance restrito e deixam de ser rastreados se estiverem isolados, enquanto tags de GPS podem não obter sinal claro devido a interferências, resultando em posicionamento impreciso;
Dependência da comunidade/redes de terceiros: o rastreamento de tags Bluetooth, como AirTags, depende da rede de dispositivos de outros usuários ativos por perto, o que falha em áreas remotas ou pouco povoadas.
Os tags rastreadores podem ser fixados em diferentes objetos, conforme a necessidade do usuário (imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)
Existem alternativas aos tags rastreadores?
Sim, existem alternativas aos tags rastreadores, muitas delas já presentes em eletrônicos de consumo comuns. Por exemplo, os celulares têm apps nativos de localização, como “Encontrar Meu” da Apple ou “Encontrar meu Dispositivo” do Android, que permitem o rastreamento direto de um aparelho ou compartilhamento de localização entre contatos.
Outras tecnologias de rastreamento incluem o uso de microchips de localização e sensores UWB (Ultra-Wideband). Esses métodos, geralmente incorporados em dispositivos, oferecem diferentes níveis de precisão, sendo bem úteis em ambientes internos onde o GPS pode não ter o melhor desempenho.
Qual é a diferença entre um tag rastreador e tag NFC?
Um tag rastreador usa tecnologias como Bluetooth ou GPS para acompanhar a localização de itens a longas distâncias. O objetivo é monitorar o movimento ou a posição de um objeto em uma área maior, diferentemente da comunicação de curto alcance.
Um tag NFC adota um tipo de Radiofrequência (RFID) que opera em um alcance muito curto, de pouco centímetros, e requer proximidade física para a comunicação. Ele é usado para aplicações com tecnologia NFC (Near Field Communication), como pagamentos por aproximação ou controle de acesso.
Google Play vai alertar quando app para Android consumir muita energia (imagem: Vítor Pádua/Tecnoblog)Resumo
Google criará alerta na Play Store para aplicativos que gastam bateria em excesso;
Apps com bloqueios de ativação acima do limite (que demandam mais energia) poderão perder destaque na loja;
Mudança será aplicada na Google Play Store a partir de 1º de março de 2026.
Não é incomum aplicativos em segundo plano prejudicarem a autonomia da bateria de um celular. É por isso que o Google está implementando uma métrica para Android que fará a Play Store avisar ao usuário quando um app exige mais da bateria do que o razoável.
O Google explica que a novidade consiste em uma das métricas “vitais” do Android. A nova métrica vem sendo testada na plataforma desde o início do ano e é fruto de uma parceria com a Samsung. Depois desse período de testes, a companhia decidiu transformar a abordagem em um recurso oficial.
A métrica identifica a demanda de energia por aplicativos que ficam em segundo plano. Trata-se de um parâmetro que mede o excesso de “bloqueios parciais de ativação”.
Essencialmente, esse tipo de bloqueio impede o celular de entrar em modo de descanso (com baixo consumo de energia), mesmo quando a tela está bloqueada ou apagada. O efeito não poderia ser outro: maior consumo de energia pelo aparelho.
O Google definiu limites para esse e outros parâmetros. A partir de 1º de março de 2026, os aplicativos que não respeitarem os números estabelecidos poderão ser negativamente sinalizados na Play Store. Isso significa que os desenvolvedores têm até o fim de fevereiro do próximo ano para realizar eventuais ajustes em seus apps.
Aviso da Google Play Store sobre app que demanda muita bateria (imagem: reprodução/Google)
Apps problemáticos serão sinalizados na Google Play Store
No caso da métrica em questão, o aplicativo não poderá acumular duas horas ou mais de bloqueios de ativação em um período de 24 horas dentro de uma única sessão do usuário. Se o limite for superado em 5% das sessões nos últimos 28 dias, esse comportamento será tido como inadequado.
Nessas circunstâncias, o app poderá deixar de ser destacado nas buscas ou recomendações da Play Store. Na prática, isso significa que o aplicativo ficará menos visível para os usuários da loja.
“Em alguns casos, poderemos mostrar um aviso na página do aplicativo na loja para indicar aos usuários que ele pode causar consumo excessivo de bateria”, complementa o Google.
NameDrop tenta facilitar compartilhamento de contatos no iPhone (imagem: divulgação/Apple) Resumo
O Google está desenvolvendo um recurso para Android que permite compartilhar contatos via NFC, semelhante ao NameDrop da Apple, introduzido no iOS 17.
A análise do código do Google Play Services v25.44.32 beta revelou referências à troca de contatos por NFC, mas o recurso ainda está em fase inicial de desenvolvimento.
O Android Beam, que permitia transferência rápida de contatos por NFC, foi removido em 2019, sendo substituído pelo Quick Share, que não possui essa funcionalidade.
O Google está trabalhando para incluir no Android uma forma de compartilhar contatos com smartphones próximos usando NFC. Os indícios ainda são vagos, mas o recurso pode se parecer com o NameDrop, presente no iPhone desde o iOS 17.
As informações surgiram a partir de uma análise do código do Google Play Services v25.44.32 beta, feita pelo site Android Authority. A publicação encontrou trechos que se referem a “atividade de troca de contatos” e “gesto de troca”. Essas partes também apontam para um “formato de troca de dados por NFC”.
Telas do compartilhamento rápido já existem, mas não funcionam (imagem: reprodução/Android Authority)
O Android Authority conseguiu executar manualmente uma dessas atividades. Na tela do sistema, surge um pop-up para compartilhar seu contato ou receber o contato de outra pessoa, podendo salvá-lo na agenda.
Nada disso funciona, o que confirma que se trata de um recurso ainda nas primeiras fases de desenvolvimento. Também não se sabe como será o processo. É só aproximar? Tem que fazer mais alguma coisa? Vai ter outro método? O Android Authority nem mesmo descarta o uso de outras formas de conexão, como Bluetooth.
NameDrop do iPhone chegou em 2023
Uma ferramenta de compartilhamento de contatos por aproximação remete ao NameDrop, da Apple, que é uma extensão do AirDrop.
Desde o iOS 17, é possível colocar lado a lado dois dispositivos da marca para ativar o AirDrop, o que permite transferir informações e arquivos. Assim, também dá para usar o NameDrop: os usuários podem enviar instantaneamente uma espécie de cartão de visitas digital, com informações como nome, telefone, email e até mesmo foto.
O NameDrop gerou certa polêmica quando autoridades policiais dos Estados Unidos passaram a recomendar que pais desativassem o recurso nos iPhones das crianças, temendo que pessoas mal-intencionadas roubassem dados. Vale dizer que o envio do contato só acontece após confirmação do usuário.
A transferência rápida de contatos por NFC no Android não chega a ser uma novidade: ela já existia no Android Beam, lançado em 2011, que também funcionava ao colocar dois aparelhos lado a lado.
O Android Beam foi removido do Android em 2019. No lugar dele, o Google adotou o Nearby Share, que mais tarde seria unido com o Quick Share, da Samsung. Essa nova ferramenta, porém, não conta com esse recurso de aproximação.
O Huawei Watch Fit 4 está saindo por R$ 799 em até 10x sem juros na Amazon. O relógio inteligente da marca chinesa com bateria de até 10 dias, lançado por R$ 1.499,99, teve uma queda de 47% no preço nesta oferta do Esquenta Black.
Huawei Watch Fit 4 tem ampla bateria e GPS integrado (imagem: Divulgação/Huawei)
Huawei Watch Fit 4 oferece design leve, sensores de saúde e GPS integrado
O Huawei Watch Fit 4 apresenta um design 3D compacto focado em conforto, com uma tela AMOLED sem bordas de 1,82 polegada e pesando somente 27 g. O modelo ainda conta com um botão com coroa giratória que auxilia na navegação pelos menus.
O relógio tem sensores de saúde que monitoram tanto o condicionamento físico quanto os exercícios praticados pelo usuário. Para mais, o Sistema de Posicionamento Sunflower detecta automaticamente as atividades físicas e o Health Insights dá dicas sobre estilos de vida mais saudáveis.
Huawei Watch Fit 4 ajuda a monitorar a saúde dos usuários (imagem: Divulgação/Huawei)
Para os aventureiros, o Huawei Watch Fit 4 (R$ 799 em até 10x sem juros) possui um GPS integrado para indicar caminhos e mapear trajetos durante as atividades ao ar livre. O modelo também traz um barômetro para obter dados de altitude, subida acumulada e pressão atmosférica durante escaladas ou trilhas.
Um dos destaques do smartwatch é a compatibilidade com o iOS e o Android, permitindo que o usuário se mantenha conectado e monitore seus dados de saúde pelo app Huawei Health+. O dispositivo com conexão Bluetooth 5.2 ainda possibilita ler mensagens e controlar o celular pareado.
Por fim, o Huawei Watch Fit 4 oferece uma bateria com autonomia de até 10 dias com uso regular dos recursos de saúde e exercícios. Segundo a marca, o carregamento do gadget vai de 0 a 100% em somente 75 minutos.
Quando é a Black Friday 2025?
A Black Friday 2025 será realizada no dia 28 de novembro, seguindo a tradição do feriado de Thanksgiving nos EUA (Dia de Ação de Graças). Contudo, as lojas brasileiras já estão antecipando promoções e cupons de desconto como o Esquenta Black e outras ações. Acompanhe nossa cobertura da Black Friday 2025 e receba todas as ofertas.
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