Está pensando em investir em um smartwatch? Separamos duas ótimas opções que estão em oferta na Amazon agora mesmo — de modelos compactos e acessíveis até versões mais robustas, com GPS e vidro de safira. Confira:
Samsung Galaxy Fit3 — Display 1.6″ Grafite
O Galaxy Fit3 chegou como uma opção elegante e funcional no portfólio da Samsung. Com tela de 1,6 polegadas, o dispositivo oferece monitoramento de saúde, controle de atividades físicas e uma autonomia de bateria bastante generosa para o dia a dia. O design em grafite combina bem com diferentes estilos e o acabamento leve torna o uso contínuo muito confortável no pulso.
Huawei Watch Fit 5 Pro — GPS, ECG, NFC e Vidro de Safira
O Fit 5 Pro trouxe um conjunto de recursos impressionante para quem leva a saúde e os exercícios físicos a sério. O relógio conta com GPS integrado, monitoramento de ECG, NFC para pagamentos por aproximação e tela com brilho de até 3.000 nits — ideal para uso ao ar livre. O vidro de safira protege o display de arranhões, e a bateria aguentou até 10 dias de uso em testes. É compatível com iOS e Android, e possui certificação 5 ATM contra água. A versão laranja ainda se destaca pelo visual esportivo e moderno.
As ofertas na Amazon costumam mudar rápido, então vale acessar os links agora mesmo para garantir os produtos com os melhores preços disponíveis. Seja para monitorar a saúde, praticar esportes ou simplesmente ter mais praticidade no dia a dia, os dois modelos são escolhas sólidas e que valem a pena considerar.
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A Logitech G reuniu a imprensa brasileira na manhã desta quarta-feira (23), na Login House XP, em São Paulo, para uma apresentação em primeira mão das novidades do Logitech G PLAY 2026 — evento global da marca que reúne lançamentos de hardware, software e experiências voltadas a gamers casuais, jogadores competitivos e criadores de conteúdo. O Olhar Digital acompanhou a apresentação e testou parte dos novos equipamentos no local.
Ao todo, a Logitech G apresenta 15 novos produtos nesta edição, além de novidades de software e recursos de personalização e integração do ecossistema da marca. Para o mercado brasileiro, a companhia confirmou uma seleção de nove lançamentos, com chegada às lojas a partir de outubro, e novidades adicionais previstas para novembro e dezembro.
Um evento pensado para reforçar o peso do Brasil no mapa da marca
O Logitech G PLAY 2026 aconteceu globalmente em 23 de setembro, com transmissão pelo canal Flow Games. Sob o conceito “The Road to the Breakthrough”, a marca reforçou o compromisso de ouvir a comunidade de jogadores e de conectar hardware, software, criadores e comunidade em um único ecossistema.
Evento Logitech G PLAY 2026 – Divulgação / Olhar Digital
Durante a apresentação brasileira, executivos da Logitech G destacaram a relevância do país como mercado prioritário, já que de acordo com a Newzoo somos o terceiro maior mercado de consumo de games – com produtos passando por testes de qualidade conduzidos por jogadores profissionais e criadores de conteúdo brasileiros antes de chegarem às prateleiras, em um processo descrito como parte de um esforço conjunto com outros mercados internacionais para garantir o padrão dos lançamentos.
“O Brasil é um mercado muito importante para a Logitech G e estar próximo da comunidade é fundamental para entendermos o que os jogadores realmente buscam. Esses lançamentos mostram justamente essa preocupação em oferecer produtos para diferentes perfis, desde quem está evoluindo seu setup até quem busca o mais alto nível de performance competitiva. Nosso objetivo é trazer inovação, praticidade e tecnologia que façam sentido para o jogador brasileiro“, afirma Leandro Rocha, Gerente de Categoria de Gaming da Logitech G no Brasil.
Linha PRO ganha reforços para quem busca desempenho competitivo
A família PRO, desenvolvida em colaboração com atletas profissionais (hoje a marca trabalha com mais de 300 atletas e 44 equipes de esports ao redor do mundo), recebe três novos mouses.
O principal deles é o PRO X3 SUPERSTRIKE, que chega ao Brasil em outubro por R$ 1.299,90, nas cores preto e magenta. O modelo dá continuidade à tecnologia SUPERSTRIKE, construída sobre o sistema HITS: uma abordagem de clique que funciona de forma parecida a um teclado magnético, permitindo controlar a pressão exercida sobre o botão para acionar o comando, o que a marca descreve como o clique mais rápido da categoria atualmente no mercado. Segundo a Logitech G, foram nove meses de desenvolvimento para alcançar uma melhoria de 50% na eficiência energética do mouse, mantendo um chassi leve e equilibrado.
Completam a linha o PRO X SUPERLIGHT 2c SE e o PRO X SUPERLIGHT 2 DEX SE, ambos disponíveis nas cores preto, branco e magenta e com preço sugerido de R$ 699,90. Opções voltadas a jogadores que buscam alto desempenho em formatos mais compactos e personalizáveis.
O G502 X também ganha reforço, com duas novas opções de cor para o Brasil: preto e roxo, e branco e turquesa, por R$ 999,90.
Teclados e mousepad também recebem atualização
Na linha de teclados, o destaque é o PRO X2 RAPID, com chegada prevista para novembro por R$ 1.699,90, também nas cores preto, branco e magenta. O modelo usa switches magnéticos e a tecnologia Rapid Trigger, que permite ajustar o quanto uma tecla precisa ser liberada antes de acionar o próximo comando, recurso pensado para reduzir o tempo de resposta em jogos competitivos. A personalização pode ser feita pelo software G HUB ou diretamente no teclado, que conta com interface OLED e vem acompanhado de apoio de pulso (Palm Rest).
Já o G316 X 75 chega em outubro como opção de entrada no formato compacto 75%, nas cores preto e branco, por R$ 584,90 (R$ 496 no Pix). O lançamento dialoga com o perfil de consumo do mercado brasileiro: cerca de 80% dos teclados vendidos no país custam abaixo de R$ 500, em um mercado que ocupa a 9ª posição global em gastos com tecnologia para games. Sinal de que o público brasileiro joga bastante, mas prioriza custo-benefício na hora de montar o setup.
Completa o grupo de acessórios para setup competitivo o PRO X CONTROL, mousepad com dimensões de 400 x 460 mm, chegada prevista para novembro e preço sugerido de R$ 499,90. O produto usa tecido de malha para deslizamento omnidirecional, espuma Slimflex de 6 mm e base de alta aderência para manter a superfície estável durante o jogo.
Áudio: um microfone reformulado e um headset com foco em comunicação
Para criadores de conteúdo, streamers e podcasters, a Logitech G apresenta o Yeti 2, renovação do microfone mais conhecido da marca. O novo modelo chega ao Brasil em outubro, na cor preta, por R$ 999,90, com sensor de proximidade capaz de acompanhar a posição do usuário em três dimensões e ajustar automaticamente ganho, equalização e padrão de captação em tempo real — eliminando a necessidade de ajustes manuais constantes. O Yeti 2 também conta com redução de ruído por inteligência artificial, tela de LED colorida, integração com o G HUB, perfis de comunidade via Blue VO!CE e personalização de avatar.
Microfone Yeti 2 – Logitech G – Logitech / Divulgação
Na linha de headsets, o PRO X3 LIGHTSPEED chega em novembro por R$ 1.699,90, nas cores preto, branco e magenta. O modelo é voltado a jogadores competitivos e aposta em um microfone de 48 kHz para comunicação mais clara, além de opções avançadas de personalização de equalização para priorizar sons relevantes durante a partida.
ASTRO A50 X ganha edição especial em dezembro
Fecha o calendário do trimestre a nova edição do ASTRO A50 X, batizada de Mars Red, com chegada ao Brasil prevista para dezembro. O headset integra o ecossistema de áudio da Logitech G e é voltado a jogadores que transitam entre plataformas: a tecnologia PLAYSYNC permite alternar entre sistemas compatíveis, enquanto a conexão sem fio LIGHTSPEED garante liberdade de movimento durante o jogo. A Logitech G afirma que detalhes de disponibilidade, preço final e data exata de lançamento serão anunciados em breve.
Headset Astro A50x Mars Red – Divulgação/Logitech
O que ainda não tem data confirmada no Brasil
Nem todas as novidades apresentadas no Logitech G PLAY 2026 têm cronograma fechado para o mercado brasileiro. Segundo a marca, no caso dos novos volantes para a linha de SIM Racing, a decisão de restringir o próximo lançamento a uma versão para PC — sem variante dedicada para consoles — reduz o custo de desenvolvimento em relação a produzir versões específicas para as duas plataformas.
Outro ponto em aberto é o layout dos teclados: atualmente, todos os modelos da linha chegam ao Brasil no padrão americano (US), mas a Logitech G estuda o desenvolvimento de uma versão em ABNT para o mercado nacional, sem promessa definida.
Testado em primeira mão: linha PRO em ação no Valorant
O Olhar Digital teve acesso a uma estação de testes com a linha PRO rodando Valorant. Na prática, o mouse se destacou pelo peso reduzido, o que facilita a movimentação, mas exige uma recalibração de quem está acostumado a periféricos mais pesados — a sensibilidade pode ser ajustada nas configurações, ajuste que não foi possível testar dentro do tempo disponível na demonstração. O teclado respondeu de forma suave ao toque, com boa resposta aos comandos durante as partidas. Já o headset entregou uma separação de áudio consistente: passos ao redor do jogador ficaram identificáveis por direção, sem que os disparos soassem estridentes.
O catálogo do Xbox reúne títulos que marcaram gerações e outros que chegaram para conquistar novos fãs. Separamos três opções que estão em promoção na Amazon e merecem atenção — seja para quem quer reviver clássicos ou descobrir algo novo na biblioteca do console.
The Witcher 3: Wild Hunt – Complete Edition – Xbox 360
Considerado um dos melhores RPGs já lançados, The Witcher 3 trouxe um mundo aberto vasto e cheio de detalhes, com uma narrativa envolvente protagonizada pelo bruxo Geralt de Rívia. A Complete Edition inclui todas as expansões — Hearts of Stone e Blood and Wine —, garantindo dezenas de horas adicionais de conteúdo. Uma experiência completa para quem curte histórias ricas e combates estratégicos.
Minecraft Legends apresentou uma nova faceta do universo de blocos mais famoso dos games: um jogo de estratégia e ação em que o jogador lidera exércitos para defender o Overworld contra a invasão dos Piglins. A Edição Deluxe trouxe conteúdos exclusivos, incluindo skins e itens adicionais que expandem ainda mais a experiência. Uma boa pedida tanto para fãs da franquia quanto para quem gosta do gênero de ação-estratégia.
GTA San Andreas é um daqueles títulos que dispensam apresentação. Lançado originalmente em 2004 e adaptado para o Xbox 360, o jogo colocou os jogadores no papel de CJ em uma história de crime, lealdade e sobrevivência em um estado fictício inspirado na Califórnia dos anos 90. Mundo aberto enorme, missões variadas e uma trilha sonora icônica fazem deste título um clássico atemporal que continua valendo muito a pena.
As ofertas em jogos costumam sumir rápido, especialmente em títulos tão procurados quanto estes. Se algum deles já estava na sua lista de desejos, este é um bom momento para garantir sem deixar escapar.
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O YouTube anunciou uma série de mudanças para personalizar a experiência dos usuários, ampliar o uso de inteligência artificial (IA) e facilitar compras dentro da plataforma. As novidades foram apresentadas nesta quarta-feira (23), durante o evento Made on YouTube.
Entre os principais recursos estão os Custom Feeds, que permitirão criar abas temáticas na página inicial, e a expansão do Ask YouTube, ferramenta que usa IA para responder perguntas e ajudar usuários a encontrar informações e produtos.
Também foram anunciadas novidades para transmissões ao vivo, ferramentas de criação com IA e recursos voltados à proteção contra o uso indevido de voz e imagem.
YouTube terá feeds personalizados por interesse, rotina ou humor
Os Custom Feeds permitirão que o usuário crie e salve diferentes abas na página inicial do YouTube de acordo com seus interesses, humor ou rotina;
A ideia é permitir pedidos, como uma seleção de documentários longos para relaxar à noite, podcasts para uma viagem de 30 minutos ou novos criadores de conteúdo sobre faça você mesmo;
Os feeds serão atualizados automaticamente com novas recomendações e poderão ser acessados diretamente pela página inicial;
O YouTube afirma que o recurso será disponibilizado inicialmente para usuários dos Estados Unidos, na web, celulares e TVs, ainda neste outono do hemisfério norte. Não há previsão anunciada para a chegada ao Brasil;
Na prática, a mudança dá ao usuário mais controle sobre o tipo de conteúdo que aparece em determinados momentos, sem depender apenas do feed geral de recomendações da plataforma.
IA vai ajudar na busca por produtos
O Ask YouTube também está ganhando novas funções. A ferramenta permitirá fazer perguntas e enviar perguntas complementares em uma experiência interativa enquanto o usuário navega pela plataforma.
Uma das novidades é voltada às compras. Ao procurar avaliações de determinado produto, o YouTube poderá organizar recomendações em formatos, como tabelas comparativas, reunindo atributos e categorias de produtos de acordo com as preferências informadas pelo usuário.
Depois de escolher um vídeo, será possível continuar fazendo perguntas sobre o produto diretamente na página de exibição.
A ferramenta também poderá ser usada por comandos de voz durante a reprodução na TV, segundo o YouTube.
A proposta amplia o papel da IA dentro da plataforma: em vez de apenas localizar vídeos, o sistema passa a organizar informações encontradas no conteúdo e ajudar o usuário a comparar opções.
Amazon entra no YouTube Shopping no Brasil
O YouTube também anunciou mudanças no programa de afiliados do YouTube Shopping.
A plataforma pretende ampliar o programa para 35 países até o fim do ano. Segundo a Reuters, o Brasil e a Índia estarão entre os mercados em que criadores poderão marcar produtos da Amazon e receber comissões pelas vendas geradas por seus conteúdos.
Os produtos poderão ser indicados em vídeos longos, Shorts e transmissões ao vivo por canais elegíveis. O YouTube também informou que as ofertas exibidas para espectadores poderão ser localizadas de acordo com o país em que eles estiverem.
Proposta amplia o papel da IA dentro da plataforma – Imagem: Alex Photo Stock/Shutterstock
Lives terão dublagem automática em tempo real
As transmissões ao vivo também ganharão novas ferramentas.
O YouTube anunciou o Live auto-dubbing, sistema que pretende traduzir a fala dos criadores em tempo real durante as transmissões. O recurso começará a ser testado no início de 2027, inicialmente entre inglês e espanhol, com outros idiomas previstos posteriormente.
A empresa afirma que mais de 40% do tempo de exibição das lives vem de espectadores que estão fora do país de origem do criador.
Outra novidade é o Live Showdowns, formato que permitirá transformar transmissões com mais de um criador em uma espécie de disputa entre equipes. Chats, presentes e Super Chats poderão contribuir para a pontuação exibida em tempo real.
O YouTube também pretende ampliar o Watch With, permitindo que criadores reajam ao vivo a vídeos longos elegíveis. A expansão está prevista para começar ainda em 2026.
IA também vai ajudar quem produz vídeos
As novidades apresentadas pelo YouTube não ficaram restritas ao público. Criadores também ganharão novas ferramentas de IA.
Um assistente conversacional baseado em Gemini será integrado ao Shorts e ao aplicativo YouTube Create. A ferramenta poderá ajudar em tarefas de edição a partir de comandos de texto, incluindo cortar pausas, reorganizar trechos, sincronizar músicas e criar sugestões para os vídeos.
O YouTube Studio também receberá recursos para orientar criadores durante a produção, gerar miniaturas de acordo com o estilo de cada canal e testar até três versões diferentes de um vídeo para verificar qual delas consegue manter melhor a atenção do público.
YouTube amplia proteção contra deepfakes
A plataforma também anunciou uma expansão de suas ferramentas para combater o uso indevido da imagem de pessoas. O sistema de detecção de semelhança será levado para celulares e permitirá que criadores recebam alertas quando forem identificados conteúdos que utilizem sua imagem de maneira indevida.
O YouTube também pretende combinar a detecção de voz com a detecção facial, com o objetivo de melhorar a identificação de conteúdos que tentem reproduzir a aparência ou a voz de uma pessoa.
As mudanças fazem parte de uma estratégia mais ampla do YouTube para incorporar IA à descoberta de conteúdo, produção de vídeos, compras e transmissões ao vivo.
O PS5 tem um catálogo incrível, e aproveitar bons jogos com preços atrativos é sempre uma ótima pedida. Selecionamos três títulos que estão em destaque nas ofertas da Amazon agora — de aventuras de herói a simuladores de futebol e o lançamento mais aguardado dos últimos anos. Confira!
Marvel’s Spider-Man: Miles Morales Edição Padrão – PlayStation 5
Um dos jogos mais elogiados da geração atual, Miles Morales trouxe uma história emocionante e uma jogabilidade fluida que tirou o máximo proveito do hardware do PS5 — com carregamentos quase instantâneos, feedback háptico no controle DualSense e gráficos deslumbrantes. Quem ainda não jogou está perdendo uma das melhores experiências do console.
GTA VI chegou ao PS5 e rapidamente se tornou um dos títulos mais comentados do ano. A Rockstar Games entregou um mundo aberto gigantesco, ambientado em Vice City, com nível de detalhe e profundidade narrativa que elevaram o padrão do gênero. Se você ainda não tem em casa, essa é a hora de garantir o seu.
A mais recente edição da franquia de futebol da EA traz elencos atualizados, melhorias na física de bola e animações dos jogadores ainda mais realistas. EA Sports FC 27 mantém o padrão da série e é a pedida certa para quem curte uma partida de futebol virtual de alto nível no PS5.
As ofertas na Amazon costumam mudar rapidamente, e estoques de jogos físicos podem acabar sem aviso. Se algum título chamou sua atenção, vale acessar o link agora mesmo para garantir o seu antes que o preço suba ou o produto saia de linha.
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O Cade arquivou o processo que investigava os investimentos da Amazon na Anthropic e os acordos entre as empresas nesta quarta-feira (23). O tribunal entendeu que a participação minoritária não precisava ser comunicada previamente porque o faturamento da Anthropic no Brasil não atingiu o limite previsto em lei.
A decisão também afastou a possibilidade de gun jumping, quando uma empresa antecipa uma operação que ainda precisaria de autorização do Cade. O arquivamento, porém, não impede uma nova análise se a relação entre as empresas mudar ou gerar problemas para a concorrência.
A investigação do Cade analisou o investimento minoritário feito pela Amazon na Anthropic em 2023. – Imagem: Tada Images/Shutterstock
O que o Cade analisou
O tribunal avaliou o investimento minoritário feito pela Amazon em 2023 e os acordos de colaboração tecnológica entre as duas empresas. Os conselheiros seguiram o voto do relator José Levi Mello do Amaral Jr., que entendeu que os acordos não criaram uma parceria com estrutura própria para dividir decisões, riscos e resultados.
Entre os pontos considerados pelo Cade estavam:
inexistência de órgão de decisão ou orçamento compartilhado;
ausência de ativos, equipe ou preços administrados em conjunto;
falta de metas comerciais comuns ou responsabilidade conjunta pelos clientes;
ausência de uma operação criada em conjunto pelas duas empresas.
A Amazon afirmou que os acordos não eram exclusivos e que a parceria ajudava a estimular a inovação. Para mostrar que a Anthropic não dependia apenas da Amazon, a empresa também citou relações com outros fornecedores e investidores, como Nvidia, Microsoft, Google, Broadcom e SpaceX.
O Cade reconheceu que a cooperação entre Amazon e Anthropic aumentou e que existe uma relação cada vez mais próxima entre as empresas. Ainda assim, o tribunal não encontrou mudanças na forma como as decisões são tomadas que justificassem considerar a parceria um empreendimento conjunto.
“A Lei nº 12.529/2011 oferece instrumentos de natureza estrutural e comportamental que, observados seus respectivos pressupostos, permitem à autoridade examinar operações não capturadas pelos critérios ordinários de notificação e investigar práticas capazes de produzir efeitos anticompetitivos”, ressaltou o relator.
A Anthropic mantém relações com outros fornecedores e investidores, argumento usado pela Amazon durante a investigação. – Imagem: jackpress/Shutterstock
Decisão não impede nova investigação
O Cade poderá analisar novamente a parceria caso Amazon e Anthropic mudem a forma de atuação ou os acordos produzam efeitos que afetem a concorrência. Entre os pontos que podem motivar uma nova avaliação estão dependência tecnológica ou comercial, dificuldade para trocar de fornecedor, acesso a informações sensíveis e possíveis limitações a concorrentes.
A conselheira Camila Cabral resumiu a posição do tribunal: “Ressalto a importância de que operações dessa natureza permaneçam sob especial atenção do Cade”. O procedimento atual, porém, foi arquivado.
Se você está pensando em renovar a impressora de casa ou do escritório, este é um bom momento para pesquisar. Reunimos três opções de impressoras multifuncionais em oferta na Amazon — modelos de marcas reconhecidas, com funções como cópia, digitalização e conectividade Wi-Fi. Confira.
Impressora Multifuncional HP DeskJet Ink Advantage 2975 (AJ4Y4A)
A HP DeskJet Ink Advantage 2975 é uma multifuncional colorida compacta, ideal para uso doméstico. Ela imprime, copia e digitaliza, com conectividade sem fio que facilita o envio de documentos direto do celular ou computador. Um modelo prático para o dia a dia.
EPSON Multifuncional EcoTank L3250 — Tanque de Tinta Colorida com Wi-Fi Direct
A Epson EcoTank L3250 é uma das opções mais populares no segmento de tanque de tinta. Seu sistema de reservatório reduz significativamente o custo por página em comparação com cartuchos convencionais. Conta com Wi-Fi Direct, conexão USB e funciona em bivolt — uma combinação que atende bem tanto em casa quanto em pequenos escritórios.
Impressora Multifuncional HP Smart Tank 589 — Tanque de Tinta com Wi-Fi e Alta Economia
A HP Smart Tank 589 chegou para quem precisa de uma multifuncional com boa capacidade de impressão e custo de manutenção reduzido. Com tanque de tinta colorida, Wi-Fi, USB e funções de cópia e digitalização, ela é uma escolha sólida para quem imprime com frequência e quer gastar menos com insumos ao longo do tempo.
Os estoques dessas promoções podem mudar a qualquer momento, então vale conferir as condições agora mesmo. Clique nos links e veja os detalhes de cada modelo diretamente na Amazon antes que a oferta acabe.
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A Vivo (Jovi) apresentou um acessório que pode facilitar a vida de quem grava vídeos e selfies com o celular. Trata-se de uma tela touchscreen magnética que funciona como monitor remoto da câmera, permitindo ao usuário visualizar e controlar a gravação enquanto utiliza as câmeras traseiras do smartphone.
O acessório foi apresentado junto à nova linha de celulares topo de linha Vivo X500 e faz parte do kit de fotografia do X500 Pro Max. A tela também pode ser adquirida separadamente.
A ideia é especialmente interessante para criadores de conteúdo. Como a tela espelha o aplicativo de câmera do celular, o usuário consegue acompanhar o enquadramento mesmo estando diante da câmera traseira, além de controlar por toque algumas configurações.
Isso permite deixar de lado a câmera frontal, que normalmente oferece qualidade inferior à dos sensores traseiros. No X500 Pro Max, o conjunto inclui uma câmera principal de 50 MP e uma telefoto de 200 MP, segundo as informações apresentadas sobre o aparelho.
Tela AMOLED tem apenas 68 gramas
O monitor da Vivo aposta em dimensões compactas para facilitar o transporte. A tela utiliza um painel AMOLED de 3,92 polegadas, tem apenas 5,65 milímetros de espessura e pesa 68 gramas.
A conexão com o smartphone é feita por Bluetooth, eliminando a necessidade de um cabo entre o celular e o monitor. O acessório pode ser fixado magneticamente ao telefone ou utilizado de forma remota dentro do alcance da conexão sem fio. Esse formato também diferencia a solução de alternativas como a tela de monitoramento da Insta360, que utiliza uma conexão por cabo.
Apesar do sistema magnético, existe uma limitação para quem pretende utilizar o monitor. Os celulares da Vivo não possuem suporte nativo aopadrão MagSafe, o que significa que é necessário utilizar uma capa específica compatível com o acessório para realizar a fixação magnética.
Na China, o monitor tem preço de 699 yuans, o equivalente a aproximadamente R$ 537 em conversão direta. Ainda não há informações sobre um eventual lançamento internacional, então a tela permanece como uma solução exclusiva do mercado chinês.
A Logitech anunciou o mouse gamer PRO X3 SUPERSTRIKE durante o evento Logitech G PLAY 2026, que aconteceu nesta quarta-feira (23). O novo modelo conta com um chassi 2 gramas mais leve que seu antecessor. Além do novo mouse, a marca revelou uma série de periféricos que chegarão ao Brasil nos próximos meses.
O Logitech G Pro X3 Superstrike estará disponível no mercado brasileiro a partir de outubro deste ano nas variantes preta e magenta pelo preço sugerido de R$ 1.299,90. O acessório foi desenvolvido ao longo de 9 meses em colaboração direta com atletas de eSports.
A marca retrabalhou a distribuição interna de peso do mouse, o que garantiu uma redução de 2 gramas em comparação com o modelo anterior. De acordo com a empresa, a mudança oferece maior equilíbrio, estabilidade e precisão. Outro destaque do Logitech G Pro X3 Superstrike é sua eficiência energética, que melhorou em 50%, passando de 90 horas no modelo anterior para 135 horas de autonomia de bateria.
A taxa de atualização também recebeu melhorias significativas. O modelo anterior possuía um polling rate de 1.000 Hz, podendo estender a taxa para 8.000 Hz com fio. Já o novo mouse consegue alcançar 8.000 Hz tanto no modo com fio quanto no modo sem fio.
Entre outros recursos embarcados no PRO X3 Superstrike estão o sistema HITS e o Rapid Trigger, que funcionam como switches magnéticos de teclados e permitem configurar a pressão necessária para acionamento do clique.
A chegada do mouse e de outros produtos ao Brasil reforça a importância do mercado gamer brasileiro, conforme destaca o líder de games da Logitech na América Latina, Leandro Rocha, em entrevista exclusiva ao Canaltech:
"O Brasil, principalmente, tem sido um grande destaque hoje. É o maior país da América Latina em relevância financeira e tem sido gigante para nós, porque não estamos vendo apenas o tamanho da comunidade gamer. O Brasil é o terceiro maior país do mundo em base de jogadores de PC, mas com um público extremamente engajado e esforçado contando suas histórias. É o que a gente celebra aqui".
Logitech G atualiza todas as linhas de periféricos gamers
Além do Logitech G PRO X3 Superstrike, a marca revelou novidades em todas as suas linhas de dispositivos gamers, entre eles modelos G3, G5 e PRO, além de periféricos como volantes, headsets e a linha de microfones Yeti.
Novidades da linha PRO da Logitech
No topo de linha, a Logitech G anunciou que trará a nova edição SE para as versões ergonômica e compacta do mouse PRO X Superlight 2, periférico ultraleve com peso de 60 g. A revisão contará com embalagem simplificada, 88 horas de bateria (originalmente 95 horas) e polling rate reduzido de 8.000 Hz para 1.000 Hz.
O PRO X Superlight 2 SE também não contará com fitas de grip, pano de limpeza, puck extra com pé de PTFE e extensor USB. O mouse chegará por R$ 300 a menos que o modelo original, custando R$ 699,90. O lançamento no Brasil está marcado para outubro deste ano nas variações preta, branca e magenta.
Outra novidade da linha profissional da Logitech G foi o teclado PRO X2 RAPID, equipado com switches magnéticos, tecnologia Rapid Trigger e apoio de pulso em silicone. O periférico também conta com um pequeno painel OLED que permite ajustar as configurações do teclado em tempo real. O dispositivo estará disponível em novembro pelo preço sugerido de R$ 1.699,90.
Nos headsets, a Logitech G confirmou a chegada do PRO X3 Lightspeed ao Brasil em novembro deste ano, pelo preço sugerido de R$ 1.699,90. A principal melhoria do modelo foi a adição de um microfone profissional de 48 kHz, que promete comunicação mais clara, bateria estendida e equalização avançada.
Fechando a linha PRO, a Logitech G anunciou a entrada no segmento de mousepads profissionais de alta performance com o PRO X Control, composto por tecido em malha de deslizamento omnidirecional, espuma Slimflex de 6 mm, bordas costuradas e base antiderrapante. O produto chega às prateleiras no fim do ano por R$ 499,90.
Linha Logitech G3 recebe teclado e novas cores
Já na linha G3, focada em custo-benefício e periféricos de entrada, a Logitech G anunciou o teclado G316 X 75. O modelo contará com design retrô, painel informativo de LED, barra de iluminação dinâmica e taxa de atualização de 8.000 Hz. O Logitech G316 X 75 também contará com switches personalizáveis e montagem no estilo gasket mount. Com o modelo, a marca pretende entregar um valor acessível, com lançamento previsto para outubro e preços sugeridos de R$ 584,90 e R$ 496,00 no Pix.
A empresa também revelou as variações Dark Line (preto com roxo) e branca com turquesa do mouse G502 X PLUS. Donos da linha de periféricos receberão nesta quarta-feira (23) uma atualização gratuita no software Logitech G HUB, que permitirá aprimorar a precisão do sensor, otimizar o consumo de bateria e aplicar ajustes independentes para os eixos X e Y dos mouses.
Logitech acelera no PC e anuncia volantes exclusivos para computadores
Entre as novidades, a Logitech também revelou novas edições dos volantes G923 e RS50, que deixarão os consoles e serão direcionadas exclusivamente ao PC.
Os novos modelos serão mais baratos que o hardware original. Rocha explica que isso só foi possível porque a Logitech deixou de pagar taxas de licenciamento exigidas por Sony e Microsoft, além de simplificar a construção e a conectividade dos produtos.
O líder de games da Logitech LATAM revelou que tornar modelos topo de linha financeiramente mais acessíveis, como os volantes G923 e RS50 ou o PRO X Superlight 2 SE, é uma tendência do mercado de tecnologia. "O produto que tem menos funcionalidade vai se desvalorizando conforme chegam novas tecnologias, que vão chegando aí com um preço maior", contou Rocha.
Um episódio de Super El Niño pode provocar até 451 mil mortes adicionais relacionadas ao calor extremo no mundo nos próximos meses, segundo projeção do Climate Impact Lab, ligado à Universidade de Chicago (EUA). O Brasil aparece entre os países que devem registrar o maior número de mortes, com uma estimativa de 13,3 mil óbitos adicionais entre setembro de 2026 e fevereiro de 2027.
O estudo estima que as temperaturas médias globais sobre áreas terrestres podem ficar cerca de 1,2 °C acima do normal nos próximos meses. A quantidade de dias de calor extremo também pode aumentar 44% em comparação com o que seria esperado em um ano normal.
A projeção foi elaborada a partir da relação entre temperatura e mortalidade observada em diferentes regiões do mundo. Os pesquisadores consideraram fatores, como clima local, vulnerabilidade das populações e capacidade de adaptação.
O fenômeno El Niño começou em junho de 2026 e deve continuar pelo menos até o início de 2027. No Brasil, as projeções indicam que a maior parte das mortes adicionais deve ocorrer entre dezembro de 2026 e fevereiro de 2027.
Brasil está entre os países mais afetados
O Brasil ocupa a quinta posição entre os países com maior número estimado de mortes adicionais relacionadas ao calor no período analisado;
A projeção é de 13,3 mil mortes acima do esperado. O número fica atrás das estimativas para Nigéria, Indonésia, Sudão e Índia;
Na Nigéria, são projetadas 31,4 mil mortes adicionais. A Indonésia aparece com 19,3 mil, enquanto o Sudão tem estimativa de 17,5 mil e a Índia, de 15,8 mil;
No caso brasileiro, cerca de oito mil mortes adicionais são projetadas somente entre dezembro de 2026 e fevereiro de 2027;
A estimativa não representa o número total de pessoas que morrerão durante o período. Ela corresponde às mortes adicionais relacionadas ao calor que seriam registradas em comparação com um ano considerado normal, usando como referência os períodos entre 1996 e 2025.
Sul Global concentra os maiores impactos do El Niño
Os efeitos projetados são especialmente concentrados em países do chamado Sul Global, onde temperaturas elevadas se combinam com maior vulnerabilidade e menor capacidade de adaptação.
Na região do Sahel, na África, o relatório estima 66,8 mil mortes adicionais relacionadas ao calor. Quase metade desse total estaria concentrada na Nigéria.
O Sudeste Asiático também aparece entre as regiões mais afetadas. Filipinas, Vietnã, Tailândia e Camboja podem registrar, juntos, cerca de 19,4 mil mortes adicionais.
A Indonésia, isoladamente, tem uma projeção de 19,3 mil mortes, enquanto a Índia aparece com 15,8 mil.
Segundo o Climate Impact Lab, o momento de maior impacto varia entre os países. No Brasil e na Índia, por exemplo, uma parcela significativa das mortes projetadas está concentrada entre dezembro e fevereiro.
Um “cartão-postal do futuro”
Os pesquisadores descrevem o atual El Niño como uma espécie de “cartão-postal do futuro”. A expressão faz referência à possibilidade de que temperaturas consideradas anormais atualmente se tornem comuns nas próximas décadas em razão das mudanças climáticas.
O relatório estima que as condições de calor observadas durante o fenômeno sejam semelhantes às temperaturas que modelos climáticos projetam para cerca de 20 anos à frente.
A ideia é que o El Niño esteja expondo populações a condições de calor que podem se tornar mais frequentes no futuro, antes que muitas regiões tenham conseguido se adaptar completamente.
A própria Universidade de Chicago destaca que o cálculo de mortalidade representa apenas parte dos impactos associados ao fenômeno. O El Niño também pode favorecer secas, incêndios florestais e inundações, que não estão contabilizados na estimativa de 451 mil mortes por calor.
Imagem da NASA mostra aquecimento das águas no Oceano Pacífico (mancha vermelha) – Imagem: Divulgação/NASA
Para calcular as mortes adicionais, os pesquisadores analisaram estudos que relacionam temperaturas e mortalidade em diferentes regiões do mundo. As relações foram aplicadas a 24.378 regiões, considerando características climáticas e sociais locais.
Os pesquisadores utilizaram previsões de temperatura do sistema europeu ECMWF SEAS5 e compararam os resultados com a média de mortes relacionadas à temperatura observada entre 1996 e 2025.
A análise também incorpora incertezas tanto das previsões meteorológicas quanto da relação entre temperatura e mortalidade. O estudo informa que os detalhes completos da metodologia ainda serão publicados posteriormente em uma revista científica com revisão por pares.
A Universidade de Chicago afirma que a projeção pode ajudar autoridades a identificar as regiões onde medidas emergenciais podem evitar mortes nos próximos meses.
Medidas podem reduzir o impacto do calor durante El Niño
Entre as estratégias apontadas pelos pesquisadores estão sistemas de alerta precoce para ondas de calor, mapeamento de populações vulneráveis, visitas domiciliares, criação de centros de resfriamento e medidas de proteção para trabalhadores expostos ao calor.
A lógica é direcionar os recursos para as regiões onde o aumento das temperaturas deve produzir os maiores impactos sobre a mortalidade.
“Este relatório permite que os tomadores de decisão vejam exatamente onde medidas de emergência podem ser tomadas agora para salvar dezenas de milhares de vidas nos próximos meses”, afirmou Michael Greenstone, economista da Universidade de Chicago e cofundador do Climate Impact Lab.
No Brasil, o monitoramento oficial também aponta para um El Niño de forte intensidade. Em boletim publicado em setembro, o INPE e outros órgãos federais indicaram mais de 90% de probabilidade de um El Niño muito forte entre setembro e novembro, além de 100% de probabilidade de permanência do fenômeno até pelo menos o início de 2027.
O mesmo boletim prevê, para o período, chuvas acima da média em áreas da Região Sul e chuvas abaixo da média no centro-norte do Brasil.
O avanço do nível dos oceanos está fazendo praias recuarem em várias partes do mundo. Nas Maldivas, uma equipe usa inteligência artificial, imagens de satélite e dados sobre correntes marítimas para entender a erosão e tentar recuperar áreas de areia.
O projeto da Coastal Assembly, criado a partir de um laboratório do MIT, já estendeu uma faixa de praia em cerca de 27 metros. Em outro ponto, um banco de areia com mais de 849 m³ de material foi formado em seis meses.
A praia recuperada nas Maldivas praticamente dobrou de tamanho após a instalação das estruturas submersas. – Imagem: Pakhnyushchy/Shutterstock
Como a tecnologia funciona
No Atol de Kaafu, a equipe analisou dez anos de imagens de satélite, correntes e outros dados para identificar como a erosão avançava. O estudo serviu de base para o desenho de 54 estruturas de concreto marinho, produzidas com areia e conchas trituradas, comenta o The New York Times.
As peças ficam submersas e foram dispostas em uma sequência de hexágonos. O formato reduz a força das ondas sem impedir a circulação da água. Com isso, areia e sedimentos podem se acumular na região.
O efeito já aparece na paisagem. Segundo os responsáveis pelo projeto, a praia praticamente dobrou de tamanho. Corais também cresceram nas estruturas, que passaram a ser ocupadas por peixes e outros animais marinhos.
Parte do trabalho acontece antes mesmo da instalação. A tecnologia da empresa acompanha a erosão em tempo real em quase 900 pontos costeiros. Skylar Tibbits, um dos fundadores da Coastal Assembly, conta que o processo era muito mais lento no início.
“Levávamos meses para fazer um único local. No começo, tudo era feito manualmente.”
Hoje, segundo Tibbits, a equipe consegue prever a erosão futura e desenvolver um plano para enfrentar o problema em um único dia.
O que vem pela frente
O uso de imagens de satélite e inteligência artificial ganhou força justamente quando países insulares enfrentam dificuldades para obter dados sobre suas próprias costas. Um relatório das Nações Unidas citado no projeto aponta o mapeamento e a observação por satélite como uma base importante para a adaptação às mudanças climáticas.
A Coastal Assembly deixou o MIT no fim do ano passado e passou a operar como uma empresa de benefício público. Há outras dez instalações previstas nas Maldivas, além de projetos planejados para as Bahamas, Boston Harbor e Miami.
Ainda não há resposta para uma questão fundamental: quanto tempo as praias recuperadas permanecerão estáveis? Correntes sazonais, movimentação de sedimentos e a elevação contínua do nível do mar podem alterar os resultados.
O que o projeto já fez:
A praia ampliada avançou cerca de 27 metros em direção ao oceano.
Outro projeto criou um banco de areia com mais de 849 m³ de material.
Foram instaladas 54 estruturas submersas.
A tecnologia acompanha quase 900 áreas costeiras.
Há dez novas instalações planejadas nas Maldivas.
Nas Maldivas, a tecnologia tenta trabalhar com as correntes marítimas em vez de bloquear completamente o movimento da água. – Imagem: Koapan/Shutterstock
Uma alternativa às barreiras tradicionais
Mohamed Nasheed, ex-presidente das Maldivas, acompanhou os resultados de perto e vê na iniciativa uma alternativa às soluções tradicionais usadas para conter a erosão. “Eu vi. Realmente funciona.”
Para Nasheed, grandes barreiras de concreto podem ser caras. O bombeamento e a dragagem de areia também exigem investimentos repetidos e podem afetar os ecossistemas costeiros. A aposta, portanto, está em uma intervenção que aproveite o comportamento natural da água em vez de tentar bloqueá-lo.
Essa possibilidade também chamou a atenção de Hyun Kim, consultor sênior do Global Centre for Climate Mobility, ligado às Nações Unidas. Ele considera a tecnologia uma solução concreta e afirmou que a organização trabalha para levá-la a outros países de baixa altitude.
Apesar dos resultados observados nas Maldivas, a experiência ainda está em fase de acompanhamento. A durabilidade das praias recuperadas e a possibilidade de aplicar a técnica em diferentes regiões continuam em aberto. São justamente essas respostas que vão mostrar até onde a solução pode chegar.
A Edifier apresentou a M230 II, uma nova caixa de som para quem gosta de tecnologia com cara de antigamente. O modelo aposta em um visual retrô com acabamento que imita madeira, mas traz recursos atuais, como Bluetooth 6.0 e bateria capaz de entregar até 30 horas de reprodução.
O aparelho utiliza uma estrutura feita em MDF, material que, segundo a fabricante, ajuda a reduzir vibrações indesejadas que podem interferir no som. Na parte frontal, a caixa traz uma grade de tecido e botões no estilo das teclas de um piano, reforçando a aparência inspirada em equipamentos antigos.
Apesar do formato, a M230 II é relativamente compacta. São 170 x 86 x 106 mm, com peso de 820 gramas. A Edifier oferece o produto em três acabamentos, incluindo versões marrom com aspecto de madeira, branca com detalhes rosados e verde.
Bateria pode chegar a 30 horas
Por dentro, a nova caixa de som conta com um tweeter de 22 mm, um driver de médios e graves de 45 x 80 mm e um radiador passivo dedicado às frequências mais baixas. O conjunto entrega 26 W RMS de potência e pico de 52 W, além de resposta de frequência entre 58 Hz e 20 kHz.
Outro destaque está na bateria de 5.200 mAh, que promete até 27 horas de reprodução contínua com o volume em 50%. Ao elevar o volume para 80%, a autonomia estimada cai para 14 horas.
Já o modo LoongSound amplia esses números para até 30 horas a 50% do volume ou 20 horas com o nível ajustado para 80%. A função pode ser ativada pelo aplicativo Edifier Connect.
Em relação à conectividade, a M230 II tem suporte a Bluetooth 6.0 com conexão multiponto, permitindo manter dois dispositivos vinculados simultaneamente. Também é possível parear duas unidades da caixa por TWS para formar canais esquerdo e direito e criar um sistema estéreo.
A Edifier M230 II começou a ser vendida na China pelo site da varejista JD.com por 359 yuans (cerca de R$ 275 na cotação atual) em oferta de lançamento. Ainda não há informações sobre a disponibilidade do produto no Brasil e em outros mercados.
Se a internet travando em algum canto da casa é um problema recorrente, talvez seja hora de atualizar o roteador. Separamos três opções de roteadores Wi-Fi Mesh em oferta na Amazon para você melhorar a conectividade de vez — seja num apartamento compacto ou numa casa grande com muitos dispositivos conectados.
O kit com dois pontos Deco X10 trouxe suporte ao padrão Wi-Fi 6 (AX1500), cobrindo até 360 m² e conectando até 120 dispositivos simultaneamente. Com tecnologia Mesh com IA, o sistema ajusta automaticamente a melhor rota de sinal para cada aparelho. A instalação é feita pelo app Deco, sem complicação, e o controle parental integrado ajuda a gerenciar o acesso à internet de toda a família. Cada unidade conta com duas portas Gigabit para conexões cabeadas.
O Twibi Force AX é a aposta da Intelbras no segmento Mesh com suporte ao padrão Wi-Fi 6. Desenvolvido para eliminar as zonas sem sinal dentro de casa, ele oferece cobertura ampliada e conexão estável mesmo com vários dispositivos ativos ao mesmo tempo. O sistema permite expandir a rede adicionando mais unidades conforme a necessidade, sem perder desempenho.
O Deco M4 é uma opção consolidada no mercado para quem quer montar uma rede Mesh confiável sem abrir mão de desempenho. O kit traz suporte Dual Band com banda de 5 GHz, portas Gigabit e integração com o ecossistema Deco da TP-Link, permitindo gerenciar toda a rede pelo smartphone. É uma escolha prática para residências de médio porte que precisam de cobertura uniforme em todos os cômodos.
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A Samsung registrou uma patente para um sistema de gerenciamento de chamadas de spam que busca bloquear números indesejados antes que a ligação seja efetivamente conectada ao smartphone. A proposta é impedir que o aparelho toque, acenda a tela ou gere alertas para chamadas identificadas como indesejadas.
Atualmente, sistemas de bloqueio podem identificar uma chamada como spam e impedir que ela toque normalmente, mas o aparelho ainda pode processar a ligação e exibir algum tipo de aviso. A tecnologia descrita pela Samsung tenta antecipar essa etapa, com uma verificação do número antes da conexão ser concluída.
A proposta também pode reduzir o processamento associado a chamadas que seriam bloqueadas de qualquer forma, o que pode resultar em menor consumo da bateria do celular. Como ainda se trata de uma patente, porém, não há garantia de que a tecnologia será lançada comercialmente ou integrada aos celulares Galaxy.
Como pode funcionar o novo sistema da Samsung?
O funcionamento descrito na patente coloca a verificação do número em uma etapa anterior à conexão da chamada. O processo pode seguir esta lógica:
Detecção da chamada: o sistema identifica uma chamada recebida no aparelho;
Verificação do número: antes de concluir a conexão, o dispositivo consulta a lista de números bloqueados configurada pelo usuário;
Rejeição da chamada: caso o número esteja na lista, o sistema envia uma resposta de rejeição para rede de telefonia celular, impedindo que a chamada seja estabelecida;
Interrupção dos alertas: como a chamada é rejeitada antes de ser estabelecida, o aparelho não precisa iniciar os alertas normalmente associados a uma ligação recebida.
Chega aos cinemas nesta quinta-feira (24) Vingadores: Ultimato Encore, uma nova versão do filme que encerrou a Saga do Infinito no MCU. Mas será que você está preparado para assistir ao relançamento do longa-metragem?
Com cenas adicionais e visuais mais coloridos, Vingadores: Ultimato retorna aos cinemas repaginado para preparar o público para as emoções de Vingadores: Doutor Destino, o aguardado novo filme da equipe mais amada da Marvel nas telonas.
Sem mudanças drásticas, a versão de relançamento não alterou a trama da produção, mas incluiu algumas sequências inéditas que podem antecipar o que os fãs verão no novo filme dos Vingadores. Diante desse cenário, chegar ao cinema preparado é fundamental para aproveitar ao máximo a experiência e, de quebra, já começar os trabalhos para Doutor Destino.
O que assistir antes de Vingadores Ultimato: Encore
Se você, assim como boa parte dos fãs do MCU, está ansioso para rever a emocionante luta contra Thanos nas telonas mais uma vez, aproveite para fazer a lição de casa com 9 filmes para assistir antes de Vingadores Ultimato: Encore. Para facilitar a maratona, a boa notícia é que todos estão disponíveis no Disney+, veja a seguir.
1. Homem de Ferro (2008)
Ponto de partida do MCU tal como o conhecemos hoje em dia, Homem de Ferro marcou a introdução de Robert Downey Jr. à franquia como Tony Stark, um bilionário e inventor que, após ser sequestrado por terroristas que o forçam a construir uma arma mortal, decide fazer uma armadura para enfrentar os criminosos, usando-a posteriormente para combater o crime nos Estados Unidos.
Considerando que Downey Jr. vai voltar ao MCU para interpretar o Doutor Destino, assistir ao primeiro filme do Homem de Ferro vai te ajudar a relembrar detalhes iniciais sobre Tony Stark para entender suas escolhas e decisões em Vingadores: Ultimato.
2. Capitão América: O Primeiro Vingador (2011)
Outro filme introdutório que merece estar na sua maratona é Capitão América: O Primeiro Vingador. O longa apresentou a história de origem de Steve Rogers (Chris Evans), um jovem que é transformado em uma arma humana, virando o Capitão América durante o período da Segunda Guerra Mundial.
Com Chris Evans retornando ao MCU em Vingadores: Doutor Destino, assistir Capitão América: O Primeiro Vingador antes de Vingadores: Ultimato Encore vai te ajudar a entender referências sobre o passado do herói, assim como as escolhas feitas por ele no final do filme.
3. Os Vingadores (2012)
Você também não pode deixar de assistir Os Vingadores, o primeiro filme do MCU focado na equipe. Além de apresentar a formação original do grupo, o longa-metragem também revela o Tesseract, a famosa caixa azul que mantém segura a Joia do Espaço, um dos elementos buscados por Thanos para dominar o universo.
Além disso, Os Vingadores marca a primeira aparição do Thanos na franquia, que surge enigmaticamente na cena pós-créditos do filme.
4. Guardiões da Galáxia (2014)
Apresentando o lado cósmico da franquia, Guardiões da Galáxia é outro filme fundamental para assistir antes de Vingadores: Ultimato Encore. Dirigido por James Gunn, o longa apresentou a equipe de desajustados liderada por Peter Quill (Chris Pratt), que entra em apuros depois de roubar a esfera do traiçoeiro Ronan (Lee Pace).
Entre os elementos mais importantes do filme para a franquia no geral está a relação entre Gamora e Nebula, assim como o histórico familiar de ambas com Thanos. Logo, assistir ao filme vai te ajudar a se preparar para a nova versão, título bastante decisivo para Gamora.
5. Vingadores: A Era de Ultron (2015)
Dando continuidade ao universo dos Vingadores, outro filme que precisa entrar na sua maratona é Vingadores: A Era de Ultron (2015), segundo longa-metragem da equipe. Os grandes destaques da produção são a ameaça do androide mortal Ultron e a introdução da Joia da Mente por meio da estreia do Visão na franquia.
Além de estabelecer alguns desentendimentos entre os heróis da formação original dos Vingadores, o filme mergulha nas inseguranças de Tony Stark e na responsabilidade do grupo diante dos efeitos colaterais de suas ações.
6. Capitão América: Guerra Civil (2016)
Destrinchando as rusgas entre os heróis, apresentadas em Vingadores: A Era de Ultron, Capitão América: Guerra Civil também vai te ajudar a estar preparado para Vingadores Ultimato: Encore. O filme apresenta um cenário onde os políticos decidem controlar os Vingadores depois do ataque de Ultron, o que divide a equipe em dois times: um liderado pelo Capitão América e outro pelo Homem de Ferro.
Um dos pontos mais importantes deste capítulo da franquia é que ele fragmenta o grupo, colocando os heróis uns contra os outros, além de deixar a Terra desprotegida. O conflito ainda abre espaço para repercussões em Ultimato, sendo importante para entender onde cada personagem está naquele momento.
7. Thor: Ragnarok (2017)
Mais um filme que deve entrar na sua maratona é Thor: Ragnarok. Mudança de rota para o Deus do Trovão na franquia, o filme marca uma alteração no tom da jornada do herói, que passa a ser mais cômico à medida que ele enfrenta o apocalipse nórdico.
Embora seja o terceiro filme solo do herói, Thor: Ragnarok entra na lista como um capítulo importante para entender o estado emocional do personagem interpretado por Chris Hemsworth e a situação do Hulk antes dos eventos de Ultimato.
8. Homem-Formiga e a Vespa (2018)
Segundo filme solo de Scott Lang (Paul Rudd), Homem-Formiga e a Vespa acompanha o herói titular tentando equilibrar sua vida como pai e suas responsabilidades como Homem-Formiga. No meio disso tudo, ainda somos apresentados ao Reino Quântico, um conceito importante para entender Vingadores: Ultimato.
Isso porque, além de ter relação com a situação de Scott naquele momento da franquia, o Reino Quântico exerce uma função relevante na estratégia desenvolvida pelos Vingadores para deter Thanos em Ultimato.
9. Vingadores: Guerra Infinita (2018)
Se você tiver que escolher apenas um filme desta lista para assistir antes de Vingadores: Ultimato Encore, escolha Vingadores: Guerra Infinita. Afinal, Ultimato é a continuação dos eventos narrados em Guerra Infinita, a preparação direta para o que vemos no final da Saga do Infinito.
Reunindo grandes estrelas da equipe do MCU, o filme mostra o grupo se unindo para lutar contra Thanos, que está coletando todas as seis Joias do Infinito para colocar seu plano destrutivo contra a humanidade em prática.
Antecipação para Doutor Destino
Com Vingadores: Ultimato Encore chegando aos cinemas mundiais no dia 24 de setembro, os fãs da Marvel se preparam para retomar os trabalhos em uma intensa preparação para o aguardado lançamento de Vingadores: Doutor Destino, que acontece em 17 de dezembro.
A Xiaomi apresentou uma versão bastante diferente de seus celulares top de linha. O Xiaomi 18 Pro e o Xiaomi 18 Pro Max, lançados nesta quarta-feira (23), ganharam uma edição especial vermelha transparente, com um acabamento que cria a impressão de que parte das “entranhas” dos aparelhos está à mostra.
Batizada de Transparent Special Edition, a versão utiliza um processo com película em escala micrométrica para criar um efeito tridimensional em relevo na parte traseira. Apesar do visual, os componentes internos reais não ficam expostos, já que o acabamento apenas reproduz elementos que lembram circuitos e outras peças do smartphone.
A Xiaomi levou essa proposta também para o software. Tanto a tela principal quanto o display secundário traseiro receberam papéis de parede personalizados que simulam digitalmente partes internas do aparelho.
Até mesmo o carregador e o cabo incluídos na caixa ganharam acabamento vermelho transparente para acompanhar o visual exclusivo dos novos dispositivos da fabricante chinesa.
Visual muda, mas hardware continua o mesmo
Por dentro, a edição especial mantém as especificações das versões convencionais do Xiaomi 18 Pro e 18 Pro Max. Os dois celulares utilizam painéis OLED com taxa variável entre 1 e 120 Hz, proteção de privacidade implementada no próprio hardware e uma pequena tela adicional posicionada na traseira.
O conjunto de câmeras desenvolvido em parceria com a Leica reúne três sensores. São uma câmera principal de200 MP, uma teleobjetiva periscópica também de 200 MP com zoom óptico de 3,2 vezes e uma ultrawide de 50 MP.
Já o processamento fica por conta do Snapdragon 8 Elite Gen 6 no Xiaomi 18 Pro, enquanto o Pro Max utiliza o Snapdragon 8 Elite Extreme Gen 6. A edição transparente é vendida apenas com 16 GB de RAM e 1 TB de armazenamento.
Em relação à bateria, o modelo Pro é equipado com uma célula de 7.000 mAh, enquanto o Pro Max apresenta uma unidade de 8.500 mAh. Ambos os aparelhos oferecem carregamento rápido de 100 W por cabo e 50 W sem fio.
Os aparelhos Transparent Special Edition chegaram inicialmente ao mercado chinês. O Xiaomi 18 Pro custa 9.999 yuans (cerca de R$ 7.701 na cotação atual), enquanto o Pro Max sai por 10.999 yuans (aproximadamente R$ 8.472). Até o momento, não há informações sobre a chegada da edição especial a outros mercados.
A Samsung está sendo investigada pelas autoridades da Índia por uma possível irregularidade no pagamento de tarifas de importação de peças usadas na fabricação de TVs OLED. Uma investigação semelhante também foi aberta contra a LG, que importa componentes para montar televisores no país.
O caso envolve a classificação dos componentes importados pelas empresas. Segundo as autoridades indianas, Samsung e LG podem ter aplicado uma tarifa reduzida de 5%, quando os produtos destinados à fabricação de TVs OLED deveriam estar sujeitos a uma alíquota de 15%.
As peças são utilizadas na fabricação e montagem dos televisores vendidos no mercado indiano, avaliado em aproximadamente US$ 4,7 bilhões. A tarifa menor, segundo o entendimento das autoridades, seria destinada a componentes utilizados em modelos mais antigos com tecnologias LCD e LED voltados ao mercado de massa.
Tanto a Samsung quanto a LG estariam contestando a interpretação das autoridades indianas. A argumentação das empresas é de que a tecnologia OLED seria, essencialmente, uma evolução da tecnologia LED e, por isso, os componentes utilizados nesses televisores também poderiam se beneficiar da tarifa reduzida.
Multa pode chegar a 100% do imposto
A Samsung afirmou, em comunicado, que está analisando o assunto e reforçou seu compromisso com as regras locais. O caso ainda está em investigação e não há uma decisão definitiva sobre eventual irregularidade cometida pelas empresas.
Caso as autoridades concluam que houve pagamento incorreto das tarifas, as multas podem chegar a 100% do valor do imposto supostamente não recolhido, além da cobrança relacionada à diferença entre as alíquotas.
Até o momento, não foi informado o valor que cada empresa poderia ter de pagar caso a interpretação das autoridades indianas prevaleça.
Parece que, em breve, o consumidor brasileiro vai poder escolher entre abastecer o carro com gasolina sem etanol ou com uma mistura bem menor do biocombustível. É que há duas propostas legislativas em trâmite no Congresso Nacional que buscam autorizar a venda de gasolina pura (E0) e com teor reduzido de biocombustível (E10) nos postos.
No Senado, a Sugestão Legislativa 30/2026 propõe liberar a comercialização opcional da gasolina pura e da versão E10 como alternativa ao combustível tradicional. Já na Câmara dos Deputados, o Projeto de Lei 4.783/2026 sugere tornar obrigatória a oferta de gasolina sem etanol para proteger motores não flex, mangueiras e carburadores do desgaste precoce provocado pela maior concentração de álcool.
A movimentação vem em um momento em que a mistura obrigatória da gasolina comum saltou para 32% de etanol anidro na chamada E32; ainda, o governo considera testar a gasolina E35. Em resposta, grupos de colecionadores de carros antigos, proprietários de veículos importados e entidades do setor náutico se manifestaram, expressando insatisfação com os efeitos da mistura atual.
Gasolina com etanol
Para virar realidade nas bombas, a medida precisa passar por etapas importantes — entre elas, a regulamentação da ANP, que precisa redefinir padrões de qualidade, armazenamento e logística para a gasolina A, tipo que sai das refinarias sem álcool e que já integra a cadeia do setor.
Além disso, os postos de combustíveis teriam de adaptar sua infraestrutura de tanques e bombas para evitar a contaminação entre as formulações. Embora o combustível com menos etanol entregue maior autonomia por litro em razão do alto poder calorífico da gasolina, o produto final tende a ser mais caro para o consumidor.
Como a gasolina A possui custo de produção superior ao do etanol anidro, as versões E10 e E0 teriam custo mais elevado que o da gasolina tradicional; portanto, quanto maior for a remoção do etanol, maior será o preço na bomba.
O Google está preparando uma nova área da Play Store para reunir aplicativos criados com ajuda de inteligência artificial. A seção, chamada provisoriamente de “Your creations”, apareceu em testes internos na versão 53.2.23-34 da loja e deve servir como um espaço para acessar projetos feitos no Google AI Studio.
A novidade ainda não foi anunciada oficialmente e pode mudar antes de chegar ao público. Por enquanto, o recurso foi identificado em uma desmontagem do APK da Play Store, método usado para encontrar funções em desenvolvimento dentro do código do aplicativo.
Como vai funcionar?
A nova seção aparece dentro da tela “Gerenciar apps e dispositivo” e parece reunir aplicativos pessoais criados com IA.
Hoje, o Google já permite desenvolver aplicativos no AI Studio a partir de comandos em linguagem natural, prática conhecida como vibe coding. Em vez de escrever todo o código manualmente, o usuário descreve o que deseja criar e a IA ajuda a montar a estrutura, interface e funções do app.
No protótipo encontrado pelo Android Authority, há um botão para começar a criar. Atualmente, ele abre a versão móvel do Google AI Studio pelo navegador, mas a expectativa é que futuramente essa integração aconteça diretamente pelo Gemini, já que o Google prepara a chegada das ferramentas do AI Studio ao aplicativo.
A ideia parece ser facilitar o gerenciamento dos apps criados pelo próprio usuário, sem exigir necessariamente que cada projeto seja publicado de forma tradicional na Play Store.
Apps poderão ser compartilhados com outras pessoas?
Esse é o ponto que ainda não está claro.
Atualmente, publicar um aplicativo criado no AI Studio na Play Store exige cadastro de desenvolvedor, envio pelo Play Console e cumprimento das etapas de teste e revisão exigidas pelo Google. Outra possibilidade é instalar o app manualmente no aparelho, processo conhecido como sideload.
A nova área pode funcionar como um meio-termo entre essas duas opções. Trechos encontrados no código mencionam a possibilidade de “compartilhar com todos”, o que indica que os projetos talvez possam ficar disponíveis para outros usuários sem seguir exatamente o mesmo fluxo de uma publicação tradicional. O Google, porém, ainda não explicou como funcionariam requisitos de segurança, testes e distribuição nesse cenário.
O que é “vibe coding”?
O termo ganhou força com ferramentas capazes de transformar instruções escritas em código funcional.
Na prática, uma pessoa pode pedir algo como “crie um aplicativo para controlar meus gastos mensais” e ir refinando o projeto conversando com a IA, sem precisar dominar programação no mesmo nível de um desenvolvedor tradicional.
O Google vem investindo diretamente nesse modelo. O AI Studio já permite criar, testar e modificar aplicativos usando IA, enquanto uma versão móvel está sendo preparada para que todo esse processo também aconteça pelo celular.
A expansão também ocorre em um momento de forte aumento no número de novos aplicativos. Segundo dados citados pelo TechCrunch, lançamentos globais de apps cresceram cerca de 60% no primeiro trimestre de 2026 em relação ao ano anterior, movimento associado em parte à popularização das ferramentas de programação com IA.
Ainda não há previsão para a estreia da seção “Your creations”. Como o recurso está em desenvolvimento, o Google também pode alterar seu funcionamento ou até decidir não lançá-lo publicamente.
O Google ampliou o acesso aos cadernos de estudo do Gemini, ferramenta que transforma materiais escolares em conteúdos personalizados para ajudar nos estudos. A novidade chegou a usuários com contas pessoais, escolares e de trabalho, além de assinantes do Workspace Individual, com disponibilidade condicionada à conta e à região.
Nas contas educacionais e corporativas, a expansão também remove a restrição de idade, o que possibilita que usuários de todas as idades utilizem a ferramenta quando ela for liberada pelo administrador da organização.
Os cadernos de estudo usam materiais fornecidos pelo próprio estudante, como anotações e cronogramas de aula, para criar planos de estudo personalizados. A partir desses conteúdos, o Gemini gera lições curtas, define objetivos de aprendizagem e cria questionários para testar o conhecimento.
Durante o estudo, também é possível fazer perguntas para a inteligência artificial e tirar dúvidas sobre o conteúdo. A ferramenta ainda acompanha o desempenho do aluno para identificar quais assuntos já foram dominados e quais precisam de mais atenção.
Como funcionam os cadernos de estudo do Gemini?
Para criar um caderno de estudo, o usuário deve abrir a barra lateral esquerda do Gemini, clicar em “Novo notebook” e selecionar a opção “Estudar e aprender”. Em seguida, pode enviar os materiais da disciplina que deseja estudar, como anotações e conteúdos de aula. A partir dessas informações, o Gemini cria lições adaptadas ao conteúdo.
A ferramenta também conta com testes de progresso para mostrar quais assuntos ainda precisam de atenção. Os resultados aparecem no painel divididos entre “Pontos Fortes” e “Áreas de Foco”, com sugestões de quais lições estudar primeiro.
As respostas do Gemini usam como referência os materiais enviados pelo estudante ou pela instituição, o que ajuda a manter o conteúdo próximo do que é ensinado em sala de aula. Ainda assim, como ocorre com outras ferramentas de inteligência artificial, as respostas podem conter erros.
Quem pode usar os cadernos de estudo do Gemini?
O Google iniciou a expansão dos cadernos de estudo em 17 de setembro de 2026, e a liberação completa pode levar até 15 dias. O acesso varia de acordo com o tipo de conta e a região. Os usuários com contas pessoais do Google e assinantes do Workspace Individual estão incluídos na expansão.
Já quem usa contas escolares ou de trabalho precisa que o administrador da organização ative o aplicativo Gemini e o Gemini Notebook no console de administração. Nesses casos, a ferramenta fica disponível para usuários de todas as idades, exceto no Espaço Econômico Europeu (EEE), onde a expansão está prevista para as próximas semanas.
Nas contas gerenciadas, o recurso também depende da configuração da unidade organizacional ou do grupo para manter os serviços do Gemini ativados.
A XBOX anunciou nesta terça-feira (22) uma grande movimentação em seus estúdios, com uma união entre a Playground Games e Turn 10 Studios — que agora cuidarão juntas das franquias Fable,Forza e seus spin-offs, como a linha Horizon.
O diretor de criação da marca, Matt Booty, revelou em uma carta ao time de desenvolvedores que a integração já estava “escrita” há mais de 10 anos.
“Estes dois estúdios têm sido parceiros criativos e de franquias por mais de uma década e as mudanças de hoje formalmente movimentam seus trabalhos em uma equipe”, afirmou o executivo.
A fusão entre as duas impactará ainda mais a franquia Forza, que passou por alguns problemas em seus últimos lançamentos. Veja como reunir Playground Games e Turn 10 Studios deve criar uma nova visão para os próximos capítulos da série de corrida.
Confusão em Forza
A Turn 10 Studios foi fundada em 2001, com o objetivo de produzir jogos que disputassem espaço com Gran Turismo — da PlayStation. Dessa proposta surgiu Forza Motorsport no ano de 2005, que mostrou todo o potencial que o primeiro XBOX tinha nas mangas.
Após várias entradas de sucesso, em 2012 chegou o seu primeiro spin-off. Em conjunto com a Playground Games, o público viu no XBOX 360 Forza Horizon com um conceito completamente distinto. Diferente do simulador, ele seguiria um caminho voltado ao arcade, com músicas, exploração e muita atitude.
Enquanto a série paralela teve altos e baixos, Forza Horizon 6 (2026) foi um grande sucesso e consolidou ainda mais o seu público. Em contrapartida, a linha principal tem experimentado cada vez mais quedas. Forza Motorsport 7 (2017) e o soft reboot Forza Motorsport (2023) não tiveram o mesmo desempenho.
Agora que a Microsoft reuniu as duas em um estúdio só, é importante notar que há esperanças que Forza Motorsport retorne algum dia. Contudo, vai demorar bastante para o vermos novamente nos consoles XBOX.
Atualmente, a Playground Games está investida em duas frentes: atualizações e expansões de Forza Horizon 6 e na produção de Fable, o próximo grande RPG que será lançado em suas plataformas em 2027.
Na prática, se existir algum projeto para reviver o clássico, isso será visto apenas de 2028 em diante. Isso se a XBOX não preferir que invistam em um Forza Horizon 7 ou na sequência direta de Fable — a depender do feedback dos fãs.
O Spotify está desenvolvendo uma função que pode acabar com o consumo excessivo de armazenamento pelo cache do aplicativo. Segundo uma análise do código realizada pelo Android Authority, a plataforma trabalha em um recurso chamado “Limite de Cache” para o Android. Com a função, será possível definir um teto para o espaço ocupado por arquivos temporários, algo que usuários reclamam há anos em fóruns, como Reddit e na comunidade oficial do Spotify.
Atualmente, o Spotify armazena trechos de músicas, podcasts e capas de álbuns em cache para agilizar a reprodução e reduzir o uso de dados móveis quando conteúdos são reproduzidos novamente. Como não há um limite definido pelo usuário, esse armazenamento pode crescer para vários gigabytes e ocupar uma parcela considerável da memória do aparelho.
O novo recurso deve adicionar um submenu específico para o gerenciamento do cache, com uma opção para definir o espaço máximo utilizado. O aplicativo também poderá indicar um “limite recomendado”, com o objetivo de equilibrar o desempenho da reprodução e o espaço disponível no celular.
Ao escolher um limite, o Spotify deverá alertar sobre possíveis efeitos da configuração. Um cache menor pode aumentar o uso de dados móveis e exigir que determinados conteúdos sejam carregados novamente, enquanto um limite maior tende a manter mais dados temporários armazenados. A configuração deve afetar somente o cache, sem remover músicas e podcasts baixados para reprodução offline. Segundo o código analisado, o aplicativo também poderá solicitar a definição do limite após uma limpeza manual do cache.
O recurso já está disponível no Spotify?
Não. A função ainda não foi liberada para o público geral nem anunciada oficialmente pelo Spotify. A descoberta ocorreu em uma análise de APK da versão v9.1.88.815 do aplicativo para Android.
O chamado APK teardown consiste na análise do código e dos recursos incluídos em um pacote de instalação para identificar funções que podem estar em desenvolvimento ou preparação. A presença das strings relacionadas ao limite de cache indica que o Spotify trabalha na funcionalidade, mas não confirma quando — ou se — ela será liberada para todos.
O recurso pode passar primeiro por testes com usuários da versão beta antes de chegar à versão estável. Como acontece com outras funções identificadas em análises de código, também existe a possibilidade de que o Spotify faça alterações na implementação ou abandone a novidade antes do lançamento.
Ampliando as produções nacionais no catálogo da Netflix, a série Habeas Corpus chega nesta quarta-feira (23) ao streaming vermelho para marcar a primeira série jurídica brasileira do serviço. Ao longo de oito episódios, o programa aposta em reviravoltas e segredos chocantes para explorar as complexidades do sistema judicial do país.
Inspirado no trabalho do Innocence Project Brasil, uma organização voltada para revisões criminais de condenação de inocentes, Habeas Corpus conta com um elenco recheado de estrelas brasileiras para acompanhar a história de Inez (Marjorie Estiano), uma professora de Direito que lidera um grupo de estudantes para revisar a condenação de um jovem preso que se diz inocente.
Entre esses alunos está Marina (Any Gabrielly), uma estudante brilhante que começa a se aproximar da professora para tentar reparar uma injustiça feita contra sua família no passado. Tudo isso enquanto todos mergulham nos dilemas jurídicos do caso revisado e nas consequências de falhas na Justiça.
Elenco renomado em Habeas Corpus
Quem acompanha o cenário audiovisual brasileiro vai reconhecer alguns rostos famosos ao longo dos episódios de Habeas Corpus, como Marjorie Estiano, que interpreta a professora Inez na série. Estiano é um dos nomes mais conhecidos da indústria nacional, e alguns de seus trabalhos mais famosos são os programas Sob Pressão e Ângela Diniz: Assassinada e Condenada.
Outro destaque do elenco é Any Gabrielly, a intérprete de Marina. Conhecida por ter integrado o grupo musical Now United, a artista é a dubladora da Moana nas animações da Disney e estará no filme As Dez Vantagens de Morrer Depois de Você.
Habeas Corpus ainda tem Danton Mello (Predestinado: Arigó e o Espírito do Dr. Fritz), Vladimir Brichta (Bingo: O Rei das Manhãs), Marisa Orth (Sai de Baixo), Naruna Costa (Irmandade) e Natália Lage (Mauricio de Sousa: O Filme) no elenco.
Por que assistir à nova série jurídica da Netflix
Se você gosta de How to Get Away with Murder ou Suits, Habeas Corpus estreia na Netflix como uma opção cheia de identidade nacional para quem curte dramas de tribunal e histórias com investigações criminais.
Além de gerar uma proximidade maior com o público brasileiro, justamente por tratar de um cenário conhecido no país, a série também explora as complexidades do sistema judicial do Brasil, com suas falhas e peculiaridades.
A partir de casos reais, especialmente aqueles associados ao trabalho do Innocence Project Brasil, os episódios tratam das consequências de erros judiciais na vida de todos os envolvidos e seus impactos em uma sociedade que respira desigualdade.
O Ministério da Justiça e Segurança Pública pediu que a Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD) investigue 13 aplicativos de inteligência artificial que simulam amizade, companheirismo ou vínculo afetivo com os usuários. O governo aponta riscos de dependência emocional, uso compulsivo, exposição a conteúdo inadequado e coleta excessiva de dados, especialmente quando essas ferramentas são usadas por crianças e adolescentes.
A lista analisada inclui Character.AI, Replika, Nomi, Candy.ai, Kindroid, Chai, Paradot, Talkie, CrushOn.AI, EVA AI, Swipey, Anima e SpicyChat.AI. O levantamento é preliminar e, segundo o próprio Ministério da Justiça, não significa que essas plataformas já tenham cometido infrações.
O que são IAs de "companhia"?
Esses aplicativos são diferentes de chatbots de uso geral, como ChatGPT e Gemini. Eles são desenvolvidos para manter conversas contínuas e personalizadas, lembrar interações anteriores e simular uma personalidade ou relação emocional com o usuário.
Em alguns casos, a proposta é funcionar como amigo virtual, parceiro romântico ou confidente. É justamente esse tipo de interação prolongada que preocupa o governo, principalmente quando envolve menores de idade.
Segundo a Secretaria Nacional de Direitos Digitais (Sedigi), os possíveis impactos incluem apego excessivo, substituição de relações presenciais, privação de sono, queda no desempenho escolar e abandono de outras atividades. Também foram identificados riscos de exposição a conteúdo sexualizado ou inadequado.
O uso desse tipo de serviço cresceu rapidamente. Dados citados pelo Ministério da Justiça, com base em relatório do Unicef, indicam que o número de aplicativos de companhia por IA passou de 16 em 2022 para 128 em julho de 2025. Somente no primeiro semestre de 2025, essas plataformas somaram cerca de 60 milhões de downloads.
Verificação de idade é um dos problemas
Outro ponto levantado pelo governo é a facilidade para menores acessarem esses aplicativos.
A análise concluiu que a maioria dos serviços avaliados utiliza apenas a autodeclaração de idade, em que o próprio usuário informa quantos anos tem. Esse mecanismo pode ser facilmente contornado e, segundo a Sedigi, é insuficiente para serviços que oferecem conteúdos inadequados para menores de 18 anos.
O documento também menciona a criação de perfis emocionais e comportamentais a partir das conversas. Essas informações podem ser usadas para personalizar respostas, publicidade ou ofertas de recursos pagos, o que levanta dúvidas sobre possível exploração comercial da vulnerabilidade de adolescentes.
A investigação deverá considerar as regras do Estatuto Digital da Criança e do Adolescente (ECA Digital), que estabelece obrigações específicas para serviços usados por menores. A nota foi enviada tanto à ANPD quanto à Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon).
Preocupação também cresce fora do Brasil
O debate não está restrito ao país. A União Europeia apresentou recentemente uma proposta para restringir chatbots capazes de simular relações emocionais com menores, incluindo medidas para reduzir o risco de dependência e limitar o armazenamento de informações entre conversas.
No Brasil, o pedido de investigação faz parte de uma série de ações recentes do governo voltadas à segurança de crianças e adolescentes no ambiente digital, que também inclui novas regras para comunicação de crimes à Polícia Federal e medidas contra plataformas como o Discord.
Usar inteligência artificial para escolher produtos e concluir compras online pode aumentar o risco de golpes, fraudes e vazamento de dados, segundo um grupo de grandes bancos que inclui Bank of America, NatWest, ING, Capital One, Commonwealth Bank of Australia e ASB Bank. O alerta mira o avanço dos agentes de IA, sistemas capazes de navegar em lojas, comparar produtos e até pagar em nome do usuário.
O problema, segundo as instituições, é que essa tecnologia está avançando mais rápido do que as regras de segurança e proteção ao consumidor. A preocupação cresce enquanto empresas como OpenAI, Anthropic, Google e Meta passam a oferecer agentes capazes de executar tarefas de compra de forma cada vez mais autônoma.
Como uma IA pode fazer compras por você?
Agentes de IA vão além de chatbots tradicionais. Em vez de apenas indicar um produto, eles podem receber uma tarefa como “encontre um notebook por até R$ 4 mil e compre a melhor opção” e executar várias etapas sozinhos.
Dependendo do serviço, isso pode incluir pesquisar lojas, comparar preços, preencher formulários e usar um meio de pagamento autorizado pelo usuário. É o chamado comércio agêntico, que já começa a ser adotado por empresas de tecnologia e pagamentos.
O interesse por esse tipo de compra está aumentando. A varejista britânica John Lewis afirmou que a fatia de buscas originadas por agentes de IA em seu site passou de 0,3% para 2,5% em um ano.
Quais são os riscos?
Os bancos destacam que uma IA pode acabar lidando diretamente com informações financeiras sensíveis. Um agente pode, por exemplo, solicitar dados do cartão e inseri-los em um site ou direcionar o usuário para uma forma de pagamento com menos mecanismos de proteção.
Outro risco é a própria tomada de decisão do agente. O sistema pode interpretar uma instrução de maneira errada, comprar um produto diferente, gastar mais do que o esperado ou escolher um vendedor pouco confiável.
Também existe uma dúvida jurídica: quem responde quando uma compra feita por IA dá errado?
Os bancos afirmam que consumidores ainda não sabem se devem procurar o agente, a loja, o banco ou a empresa responsável pelo modelo em casos de fraude ou transação indevida.
A privacidade é outro ponto sensível. Quanto mais autonomia o agente recebe, maior pode ser o volume de informações pessoais, financeiras e comportamentais necessário para concluir uma compra.
Bancos querem novas regras para compras com IA
O grupo propôs que agentes deixem claro quando estão participando de uma transação e expliquem melhor como chegaram a determinadas decisões.
As instituições também defendem medidas específicas para proteger dados financeiros e preservar a escolha do consumidor sobre quais serviços de IA podem agir em seu nome.
A indústria de pagamentos já tenta criar mecanismos para reduzir esses riscos. Mastercard e Visa, por exemplo, trabalham com sistemas de autorização específicos para agentes, incluindo cartões virtuais, limites de gasto e registros que comprovem o que o usuário autorizou antes da compra.
Enquanto essas proteções ainda estão sendo desenvolvidas, o caminho mais seguro é manter o usuário na etapa final da transação: conferir produto, loja, preço e meio de pagamento antes de autorizar a compra.
Após uma trajetória bem-sucedida nas salas de cinema ao redor do mundo, Toy Story 5 finalmente chegou ao streaming. O quinto capítulo de uma das franquias mais amadas da Pixar estreia nesta quarta-feira (23) no Disney+ com uma disputa entre os brinquedos e a tecnologia.
Com US$ 1,1 bilhão arrecadado em bilheteria mundial, Toy Story 5 retomou a saga de Woody, Buzz, Jessie e companhia depois de alguns anos fora das telonas. O filme foi bastante elogiado pela crítica especializada e pelo público, trazendo um suspiro de alívio para a Pixar em meio a anos conturbados nos bastidores.
Ainda disponível em algumas redes de cinema no Brasil, o longa mais recente de Toy Story segue como a animação mais lucrativa do ano, trazendo uma história emocionante e repleta de questões pertinentes ao falar sobre a relação de humanos com a tecnologia e os impactos do excesso de tela na vida de crianças.
A era das telas em Toy Story
Dando continuidade à jornada dos brinquedos mais famosos do cinema, Toy Story 5 coloca Woody e seus amigos diante da ameaça mais perigosa de suas vidas: a tecnologia.
Tudo começa quando Bonnie ganha de presente a Lilypad, um tablet inteligente que capta totalmente a atenção da menina. Deslumbrada pelo dispositivo, a garota acaba se afastando dos brinquedos, que novamente temem a possibilidade de serem esquecidos.
Para evitar que isso aconteça, Jessie assume a liderança do grupo para combater a Lilypad e, dessa forma, fazer com que Bonnie deixe o mundo virtual de lado e retome sua alegria no mundo real.
Por que assistir Toy Story 5 no Disney+?
Caso você ainda não tenha assistido à nova animação de Toy Story, pode ser que esteja se perguntando se o filme realmente vale o play no Disney+. A boa notícia para quem gosta da Pixar é que Toy Story 5 veio como um abraço quentinho naqueles que sempre gostaram da franquia.
Mergulhando na nostalgia de uma das sagas mais icônicas do estúdio, o quinto capítulo da história de Woody e companhia marcou um retorno àera de ouro da Pixar, com um equilíbrio entre diversão e temas profundos, nesse caso mais voltados à importância da amizade e da lealdade com aqueles que amamos.
O filme ainda chega em um bom momento para falar sobre os impactos da tecnologia na vida de seres humanos, principalmente durante a infância e a adolescência. Com um mundo onde crianças já nascem com celulares nas mãos, o filme fala sobre o isolamento e a ansiedade provocados pelas telas e o papel dos pais diante desse cenário.
Apesar de trazer esse olhar mais pessimista em relação aos dispositivos virtuais, Toy Story 5 não mantém uma posição anti-tecnologia, mas equilibra esses efeitos negativos com a importância de estar presente no mundo real, um espaço em que a criatividade e as conexões humanas são mais duradouras.
Para saber como os brinquedos vão lidar com esse novo desafio, basta dar play em Toy Story 5 no Disney+. Se você é fã da Pixar, aproveite também para relembrar 6 filmes infantis da Pixar que fazem adulto chorar.
Uma equipe de obras da New Jersey Transit causou um verdadeiro caos no transporte aéreo dos Estados Unidos na segunda (21). O motivo? Os funcionários cortaram sem querer um cabo de fibra óptica de reserva da operadora Verizon e, na sequência, uma falha de circuito foi identificada justamente na central de controle do tráfego aéreo da Filadélfia. No fim, mais de 150 voos foram desviados.
Segundo dados da plataforma Flightradar24, o apagão logístico afetou diretamente os aeroportos de Newark, LaGuardia, JFK e Filadélfia. O hub de Newark foi o mais impactado pelo incidente, com mais de uma centena de pousos redirecionados para cidades como Washington e Allentown.
Passadas aproximadamente cinco horas após o início do problema, Sean Duffy, secretário de Transportes, explicou em uma publicação no X que a comunicação havia sido restabelecida e que as operações do aeroporto seriam retomadas aos poucos.
Caos no transporte aéreo
O ocorrido não se limitou somente aos voos desviados, e também gerou "voos para lugar nenhum": cinco voos que decolaram da Europa tiveram que voltar para seus locais de origem. Já passageiros de um voo da Lufthansa que partiu de Munique com destino a Newark passaram oito horas no ar apenas para retornar ao ponto de partida.
Uma situação parecida foi enfrentada pelos passageiros que voavam com a TAP a partir do Porto, em Portugal, rumo a Newark. De acordo com dados do FlightAware, foram cancelados 361 voos e quase 800 sofreram atrasos somente na United Airlines. A instabilidade se estendeu até o dia seguinte, quando alguns cancelamentos ainda foram registrados.
Reestruturação tem sido uma palavra frequentemente utilizada por executivos do XBOX, em especial após a aquisição da Activision Blizzard em outubro de 2023. Desde a compra da dona de Call of Duty, Diablo e inúmeras outras franquias, a Microsoft tem realizado cortes profundos em sua divisão de games e até fechado diversos estúdios ao longo do caminho.
Com tantas mudanças, a pergunta que fica é: depois das demissões, o que restou do XBOX Game Studios? Apesar de milhares de desenvolvedores perderem seus empregos no XBOX, ainda há uma quantidade massiva de estúdios.
O que sobrou do XBOX após as demissões?
Quem vai nos ajudar a responder a essa pergunta é Klobrille, membro expressivo e relevante da comunidade do XBOX no exterior, conhecido por produzir artes e infográficos detalhadíssimos sobre a divisão. Hoje, o XBOX está dividido em cinco frentes: XBOX Game Studios, ZeniMax Media, Activision, Blizzard e King.
O XBOX Game Studios foi a divisão mais afetada entre 2023 e 2026. Há três anos, a frente contava com 15 estúdios sob o seu guarda-chuva e hoje abriga apenas cinco. Ou seja, dez desenvolvedoras se tornaram independentes, fecharam ou foram movidas dentro da estrutura de games da Microsoft.
Em julho deste ano, com a primeira reestruturação sob o comando de Asha Sharma, a Double Fine Productions, a Compulsion Games e a Undead Labs se tornaram independentes. Em setembro, a Halo Studios, a Rare e a World's Edge foram movidas para a divisão da Activision Blizzard, enquanto a Obsidian foi transferida para a ZeniMax.
Hoje, o XBOX Game Studios abriga a inXile Entertainment, a Mojang, a Playground Games, a The Coalition e o braço de publicação XBOX Game Publishing (não incluímos a plataforma de suporte XBOX ATG na equação).
Como está a ZeniMax na estrutura do XBOX?
A ZeniMax também foi outra divisão que sofreu reduções expressivas. Em 2023, a subsidiária contava com nove estúdios "e meio", visto que a Arkane possuía filiais em Lyon, na França, e em Austin, no Texas.
Além dela, a Arkane Austin (de Redfall) e a Alpha Dog (Mighty DOOM) também fecharam as portas. A Roundhouse foi totalmente absorvida pela ZeniMax Online, desenvolvedora responsável por The Elder Scrolls Online. Já a Arkane Lyon está com o destindo indefenido enquanto o XBOX avalia a situação da produtora até o fim de 2026.
Hoje, a ZeniMax conta com cinco dos nove estúdios que possuía em 2023: Bethesda Softworks, Bethesda Game Studios, id Software, MachineGames e ZeniMax Online. Além das desenvolvedoras originais, a divisão agora inclui a Obsidian, que seguirá focada em Grounded, mas também está envolvida em Fallout.
Activision Blizzard King se mantém de pé
A Activision Blizzard King conseguiu a proeza de se manter com o mesmo número de estúdios, embora tenha sofrido com alterações e demissões em massa nesses quase três anos sob o comando do XBOX.
Na Activision, a Toys for Bob se tornou independente, embora esteja envolvida em Spyro: A Realm Beyond, IP pertencente à Microsoft. Outro estúdio que sumiu do mapa foi a Solid State Studios, responsável por Call of Duty: Warzone Mobile. Contudo, o jogo para celular foi encerrado e o paradeiro da desenvolvedora segue desconhecido.
Agora, a Halo Studios, a Rare e a World's Edge se juntam ao vasto catálogo de estúdios da editora, incluindo Treyarch, Infinity Ward e Sledgehammer, principais responsáveis pela franquia de Call of Duty. Nesse meio-tempo, a editora também criou a Elsewhere, desenvolvedora responsável por uma nova IP AAA ainda não anunciada.
A Blizzard segue na mesma linha, enquanto a King absorveu a Microsoft Casual Games na última reestruturação.
Como será o XBOX daqui para frente?
Após tantas reestruturações e demissões em massa, não está claro se o XBOX seguirá um bom caminho com a nova gestão ou se essa mudança de estratégia será ineficaz como as anteriores, resultando em ainda mais cortes. O diretor de conteúdo e vice-presidente executivo do XBOX, Matt Booty, afirmou que a mais recente reestruturação é o terceiro de quatro passos para o reset da divisão, o que significa que ainda há mais por vir.
A Anthropic anunciou o Claude Opus 5.5, nova versão do modelo que reduz os preços de tokens de entrada e saída em 20% e corta em 60% o custo de leitura de dados armazenados em cache. Em um exemplo apresentado pela empresa, uma sessão que custava US$ 3,50 no Opus 5 passa a custar US$ 2,40 no Opus 5.5, uma redução de cerca de 31%.
O Opus 5.5 já está disponível pela API e no Claude Code. Para assinantes dos planos Pro, Max e Team, a redução de custos aparece na forma de limites de uso maiores. Segundo a Anthropic, o mesmo orçamento pode render cerca de 25% mais uso do modelo.
A nova versão também muda a forma como o Claude trabalha. O Opus 5.5 usa o recurso de thinking antes das respostas para analisar a tarefa e chegar ao resultado. A empresa também afirma que o modelo ficou mais eficiente no uso de tokens, o que ajuda a reduzir o custo de tarefas longas.
Quanto custa o Claude Opus 5.5?
O preço de entrada caiu de US$ 5 para US$ 4 por milhão de tokens, enquanto o custo dos tokens de saída passou de US$ 25 para US$ 20. A maior redução aparece nas leituras de cache, que baixaram de US$ 0,50 para US$ 0,20 por milhão de tokens, uma queda de 60%.
A mudança favorece principalmente sessões longas, nas quais o Claude reaproveita grandes volumes de informações armazenadas em cache. Como a leitura desses dados ficou mais barata, tarefas com muito contexto podem ter uma redução significativa no custo, mesmo quando trabalham com milhões de tokens.
Já tarefas concentradas na geração de respostas tendem a se beneficiar principalmente da redução de 20% no preço dos tokens de saída.
Como economizar tokens no Claude?
Além dos preços menores do Opus 5.5, algumas configurações do Claude Code ajudam a controlar o consumo de tokens, como:
Escolha o nível de esforço adequado
Use cada modelo para uma tarefa
Aproveite o cache
Faça auditoria dos prompts
Acompanhe o uso de tokens
Escolha o nível de esforço adequado
O nível de esforço determina quanto o modelo deve investir no processo de pensamento, na geração de texto e no uso de ferramentas. Para tarefas simples, níveis menores podem evitar gastos desnecessários.
O nível Low pode ser usado em trabalhos mecânicos, como renomear variáveis ou aplicar padrões conhecidos em vários arquivos. O Medium atende tarefas cotidianas com escopo bem definido, enquanto o High faz mais sentido em problemas que exigem uma análise maior do código.
Níveis mais altos devem ficar para tarefas complexas, nas quais o modelo precisa analisar várias partes do projeto antes de tomar uma decisão.
Use cada modelo para uma tarefa
Outra forma de controlar o consumo é escolher o modelo de acordo com a dificuldade do trabalho. O Opus 5.5 pode ficar responsável pelas tarefas principais, como desenvolvimento de funcionalidades, revisão de código e trabalhos que exigem mais raciocínio, enquanto modelos, como Sonnet e Haiku, assumem atividades secundárias.
Para pesquisas, leitura de logs e execução de testes, a recomendação é configurar subagentes no Sonnet ou Haiku, deixando a edição principal do código a cargo do Opus 5.5. A divisão reduz a necessidade de usar o modelo mais caro em tarefas que não precisam do mesmo nível de capacidade.
Também é indicado manter o Opus 5.5 como modelo principal no dia a dia, mas alternar para o Fable 5.1 caso ele trave duas vezes no mesmo problema usando esforço High. O Fable 5.1 tem custo maior, de US$ 10 por milhão de tokens de entrada e US$ 50 por milhão de tokens de saída, mas pode evitar ciclos repetidos de tentativa e erro em códigos complexos.
Aproveite o cache
O cache é especialmente importante em sessões longas. No Opus 5.5, a leitura de informações armazenadas custa US$ 0,20 por milhão de tokens, o equivalente a apenas 5% do preço de uma entrada nova. A duração do cache varia conforme a forma de acesso ao modelo: nos planos Pro, Max e Team, ele dura uma hora e na API o período padrão é de cinco minutos.
Para aproveitar melhor esse mecanismo, vale evitar mudanças constantes nas definições de ferramentas e no prompt do sistema durante uma tarefa, já que alterações podem invalidar partes do cache. Alterar o nível de esforço no meio da sessão por comando também invalida o cache da conversa, fazendo com que a próxima operação tenha de regravar o contexto.
Quando o cache expira ou é invalidado por uma mudança de configuração, a regravação custa entre 1,25 e 2 vezes o preço de um token de entrada comum. Em contextos grandes, uma única regravação pode custar o equivalente a até 25 leituras de cache.
No Claude Code, o comando /compact ajuda a reduzir o histórico usado pela conversa e o /clear inicia uma tarefa sem carregar o contexto anterior. O tamanho do arquivo CLAUDE.md também merece atenção. A recomendação é mantê-lo abaixo de 200 linhas para evitar o carregamento de informações desnecessárias a cada requisição.
Os servidores MCP que não estão em uso também podem aumentar o volume de dados enviado ao modelo. Desativá-los com o comando /mcp reduz esse carregamento automático. No entanto, conectar ou desconectar servidores MCP durante uma sessão e alternar entre modelos são outras ações que podem reiniciar o cache da conversa.
Faça auditoria dos prompts
Prompts muito longos ou com instruções repetidas também podem aumentar o consumo. O comando /claude-api prompt-audit identifica problemas que podem fazer o modelo gastar tokens sem melhorar o resultado.
Entre os pontos analisados estão instruções contraditórias e regras de verificação que aumentam o número de etapas de uma tarefa. Em testes de migração, a Anthropic registrou redução adicional de até 9% nos custos após a limpeza dos prompts.
Acompanhe o uso de tokens
O acompanhamento do consumo ajuda a encontrar tarefas que gastam mais do que o esperado. O comando /usage mostra informações sobre o uso da sessão, incluindo o consumo de tokens e a participação do cache.
Sessões que fogem muito do padrão podem indicar loops de repetição, uso excessivo de ferramentas ou um nível de esforço maior do que o necessário para aquela tarefa. A análise desses casos ajuda a ajustar as configurações e evitar desperdícios nas próximas execuções.
A Disney anunciou nesta terça-feira (22) o soft reboot de Darkwing Duck, animação clássica dos anos 1990. Apesar de trazer um apelo para uma nova base de fãs, a narrativa funcionará como uma continuação direta dos eventos do desenho original.
Produzida por Seth Rogen, a versão inédita trará Drake Mallard (interpretado por Mark Hamill, de Star Wars) preso em uma realidade alternativa — na qual ele nunca se tornou um super-herói.
Na missão, o protagonista terá ao seu lado Duckie (vivida por Lilimar, de Divertida Mente 2), Capitão Bóing (na pele do próprio Rogen) e Gosalyn (interpretada por Lizzy Caplan, de Truque de Mestre: O 2º Ato) — além de sua paixão, Morgana.
A série animada será exibida exclusivamente na Disney+, mas ainda não tem uma data prevista para a sua estreia. Figuras clássicas como Megavolt e Negaduck já estão confirmadas como vilões de Darkwing Duck.
De acordo com o anúncio, a produção está em desenvolvimento há alguns anos e recebeu o sinal verde para a plataforma de streaming apenas recentemente. Ainda não há trailers e detalhes, como número de episódios ou quantidade de temporadas.
O passado de Darkwing Duck
Embora a animação tenha surgido em 1991, no Brasil ela só deu as caras no ano de 1994 — na TV Globo. Posteriormente, ela também chegou ao SBT em programas como Disney CRUJ e outros dedicados às obras do estúdio.
Uma paródia de heróis como o Batman, Darkwing Duck mostrava a vida de Drake Mallard, que vivia como um cidadão comum de St. Canard durante o dia e trabalhava como vigilante à noite.
Sem poderes, ele lutava contra o crime com a ajuda de veículos e gadgets, assim como contava com o apoio de Capitão Bóing e da ajudante Gosalyn para vencer os desafios e salvar a cidade.
O dublador original do super-herói, Jim Cummings, não retornará para o desenho animado. No Brasil, Nelson Machado (de Chaves e Chucky) dublou o herói, mas a Disney ainda não confirmou se o estúdio manterá a voz clássica ou se fará uma nova escalação.
O Galaxy Tab S12 Ultra apareceu em um novo vazamento que mostra com mais detalhes o possível design do próximo tablet premium da Samsung. Imagens compartilhadas pelo leaker Evan Blass exibem o aparelho de praticamente todos os ângulos e reforçam a aposta em um corpo ultrafino.
Os novos renders surgem após outros vazamentos anteciparem o visual da linha. Nas últimas semanas, tanto o Galaxy Tab S12+ quanto o Tab S12 Ultra já apareceram em imagens e tiveram parte das especificações reveladas.
Galaxy Tab S12 Ultra terá apenas 5,1 mm
Um dos principais destaques do Galaxy Tab S12 Ultra deve ser a espessura de apenas 5,1 mm. Apesar do corpo bastante fino e da tela grande, o tablet deve pesar 693 gramas.
As imagens mostram bordas discretas ao redor do display, além de um pequeno notch na parte superior. Na traseira, as câmeras ficam levemente projetadas em relação ao restante do corpo.
O modelo exibido por Blass aparece na cor cinza, mas a Samsung também deve oferecer uma versão prateada.
A S Pen também aparece ao lado do aparelho nos renders. O Galaxy Tab S12 Ultra terá suporte à caneta da Samsung, mas, segundo as informações vazadas, o acessório não será incluído na caixa.
Tela de 14,6 polegadas e bateria de 11.600 mAh
A ficha técnica vazada aponta para uma tela Dynamic AMOLED 2X de 14,6 polegadas, o que mantém a proposta de painel grande adotada pela Samsung em seus tablets Ultra.
O aparelho também deve contar com uma bateria de 11.600 mAh, com suporte a carregamento de 45 W pelo cabo.
No software, a expectativa é que o Galaxy Tab S12 Ultra saia de fábrica com o Android 17, acompanhado da interface One UI 9.
Outras informações sobre o Galaxy Tab S12+ e o próprio modelo Ultra, incluindo especificações e possíveis preços, também surgiram em vazamentos nos últimos dias.
Quando o Galaxy Tab S12 Ultra será lançado?
A expectativa é que a Samsung apresente o Galaxy Tab S12 Ultra em 7 de outubro. A data, porém, ainda deve ser tratada como rumor, já que a fabricante não confirmou oficialmente um evento para anunciar a nova geração de tablets.
Com isso, detalhes como preço, mercados em que o aparelho será vendido e configurações de memória e armazenamento ainda dependem do anúncio oficial.
A Remedy Entertainment se prepara para o lançamento de Control Resonant, que estará disponível para o PS5, XBOX Series e PCs a partir desta quinta-feira (24). No Brasil não será diferente, com a sua chegada prevista para a mesma data.
A aventura de Dylan promete mostrar a ilha de Manhattan distorcida pelo Ruído, com uma missão muito importante para o irmão de Jesse: deter a ameaça e salvar o mundo, para se redimir pelas suas ações vistas em Control (2019).
O hack and slash é uma das maiores promessas do estúdio, já que será sequência direta do game anterior e tem como patamar uma verdadeira obra-prima: Alan Wake II (2023), que chegou a concorrer ao The Game Awards do mesmo ano.
Veja que horas Control Resonant será lançado no Brasil e quando poderá dar seus primeiros passos na jornada que vai explorar ainda mais este universo compartilhado do estúdio.
Disponibilidade pública
De acordo com a própria Remedy, os jogadores poderão começar a sua campanha no dia 24 de setembro de 2026, a partir das 11h no horário de Brasília. Ali, poderá encontrá-lo e fazer o download na PS Store, Loja XBOX e em plataformas como o Steam e Epic Games Store.
É importante ter em mente que, na data, poderá ver apenas a versão digital do título. Control Resonant só estará liberado em discos em outubro de 2026, já que teve sua chegada adiada globalmente. Caso não tenha o Fear of Missing Out (FOMO) ou esteja ansioso, é menos de um mês para aguardá-los.
Chegada antecipada de Control Resonant
Em parceria com a Sony Interactive Entertainment, o estúdio lançou o game de forma antecipada na PS Store. Quem adquiriu a Edição Digital Deluxe da experiência, já pode achá-la disponível desde terça-feira (22) no PlayStation 5.
Na prática, se é o seu caso, já pode começar a jornada de Dylan imediatamente. Por ser um acordo entre a desenvolvedora e a dona do PlayStation, não encontrará as mesmas condições no XBOX e nos computadores.
Além do acesso antecipado, o pacote também inclui o livro de arte e trilha sonora nos formatos digitais, um Artefato Imaculado (Carteira), Artefato Ferramenta do Punguista, um Pacote de Recursos Iniciais, o Traje de Corrupção do Ruído, Traje Oculto e o Traje de Missão EMA.
Preciso ter jogado Control?
Se, no seu caso, não tiver jogado a aventura original, não há problema algum. Ainda que possa perder referências e compreender o papel de determinados personagens, não é vital explorar o antecessor.
Em Control Resonant, logo no menu inicial, poderá visualizar uma recapitulação completa para dar os seus primeiros passos em Manhattan. Deste modo, terá informações suficientes para avançar sem se perder dentro de sua trama.
Há quem faça questão, logo a jornada de 2019 está disponível no PS5 e XBOX Series sem impedimentos. No Steam, também notará Control: The Siblings Collection — que traz a Edição Ultimate do original e a Edição Digital Deluxe da experiência mais recente.
E se todos os faróis equipados com fiscalização eletrônica tivessem temporizadores? Pois é esta a proposta do Projeto de Lei 2975/26, que tramita na Câmara dos Deputados. A ideia do texto é que a mudança seja aplicada aos semáforos instalados em cruzamentos monitorados por radares, bem como detectores de avanço do sinal vermelho e sensores de parada sobre a faixa de pedestres.
A proposta busca aumentar a segurança no trânsito ao evitar frenagens bruscas ou acelerações antes da mudança de fase do farol: para isso, os condutores conseguiriam saber exatamente quanto tempo resta para a alteração das luzes verde e vermelha.
Na prática, os motoristas ganham mais previsibilidade para rodar nas vias urbanas, já que não teriam que se preocupar com a mudança abrupta para a luz amarela — a qual, aliás, costuma estar por trás de decisões perigosas para “aproveitar” a janela para a travessia.
Farol com tempo
O texto, ainda em tramitação, determina que a ausência do display, qualquer defeito técnico, a falta de sincronização ou a má visibilidade do temporizador vão invalidar os autos de infração aplicados no local. Isso significa que o equipamento de fiscalização perde a validade legal para aplicar sanções aos motoristas se o timer falhar.
Esta tecnologia tem custo considerado baixo, mas a sua implementação como lei deve enfrentar entraves operacionais nas cidades. Primeiro, o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) precisa determinar os requisitos técnicos dos equipamentos; além disso, o projeto estabelece um prazo de apenas 60 dias a partir da aprovação para que os órgãos de trânsito realizem as adequações em todo o Brasil.
A janela é curta, mas teria que ser cumprida em milhares de municípios do país. De qualquer forma, o PL 2975/26 segue agora para análise conclusiva nas comissões de Viação e Transportes e de Constituição e Justiça da Câmara.
Aproveite para conhecer como funcionam os semáforos inteligentes que usam algoritmos e IA para acabar com o trânsito!
Após ser descartado pela Warner Bros. em 2023, Coyote vs. Acme deu a volta por cima graças ao estúdio Ketchup Entertainment, que adquiriu os direitos de distribuição em 2025 e colocou o filme no mundo em agosto deste ano. Mas quando será possível assisti-lo nos sofá de casa?
Com John Cena no elenco, Coyote vs. Acme é um híbrido entre animação e live-action situado no universo dos Looney Tunes. Sob comando do diretor David Green, o filme acompanha a jornada do Coyote, que, cansado de suas armadilhas para pegar o Papa-Léguas falharem, decide contratar um advogado para processar a Acme, a corporação por trás dos produtos usados por ele.
Misturando um clima aventuresco com comédia, o filme vem fazendo sucesso entre o público e a crítica especializada desde que chegou aos cinemas, ultrapassando o marco de US$ 100 milhões arrecadados em bilheteria mundial. O longa foi adquirido pela Ketchup Entertainment por US$ 50 milhões.
Quando Coyote vs Acme chega ao streaming?
Atualmente em cartaz nos cinemas brasileiros, Coyote vs. Acme já tem data para chegar às plataformas digitais nos Estados Unidos: dia 29 de setembro.
Inicialmente, o longa estará disponível apenas para compra ou aluguel no Prime Video e na Apple TV, mas ainda não há informações sobre a disponibilidade do título no Brasil por enquanto.
Também não foi revelado quando a produção será disponibilizada no streaming, mas isso deve acontecer até o mês de dezembro, considerando que muitos estúdios esperam cerca de três meses para lançar suas produções em serviços de assinatura.
Sucesso após incertezas
No limbo da Warner por anos, Coyote vs. Acme quase não viu a luz do dia depois que o estúdio optou por cancelar o lançamento do filme por causa de questões fiscais. O descarte gerou uma baita polêmica na época, porque a produção já estava com suas filmagens prontas.
O motivo por trás do cancelamento teve relação com uma fase de mudanças na Warner, que havia sofrido uma fusão com a Discovery em 2022 e enfrentava um forte movimento de corte de gastos. Foi assim que os executivos decidiram que seria financeiramente mais vantajoso não lançar o título nos cinemas, abatendo o prejuízo no imposto de renda para não arcar com os custos de divulgação e esperar por lucros que, na época, pareciam incertos.
A repercussão dessa polêmica na mídia, no entanto, mudou o futuro de Coyote vs. Acme, que passou de um engavetamento para as mãos da Ketchup Entertainment. Agora, o estúdio colhe os frutos de uma boa recepção do longa-metragem, um sucesso que deve se repetir quando o filme chegar ao streaming.
A Apple pode estar por trás de uma pulseira fitness sem tela para acompanhar dados de saúde e exercícios. Segundo informações de Mark Gurman, da Bloomberg, a empresa já testa protótipos com uma faixa fina de tecido e um módulo com sensores, mas ainda não decidiu se vai lançar o produto.
O projeto estaria em desenvolvimento há alguns meses e teria envolvido a equipe responsável pelo Vision Pro. O interesse pelo dispositivo também partiria de nomes importantes da Apple, como Tim Cook e Eddy Cue.
A ideia segue uma tendência que ganhou força em 2026. Dispositivos como Fitbit Air, Garmin Cirq Smart Band e Amazfit Helio Strap Pro apostam em acompanhar atividades e indicadores de saúde sem uma tela própria.
Então funciona assim: em vez de mostrar informações no pulso, a pulseira enviaria os dados para o aplicativo de saúde do celular. Pode ser uma proposta para agradar quem prefere acompanhar exercícios e sono sem ter mais uma tela para consultar durante o dia.
São funções que seguem uma ideia parecida com recursos encontrados em dispositivos da Whoop e da Oura. A proposta é transformar os dados coletados pelos sensores em informações mais fáceis de entender.
A inteligência artificial também pode ter papel importante. O Apple Intelligence já é usado para analisar métricas de saúde e apresentar resumos e sugestões. Em uma pulseira sem tela, a Siri poderia assumir parte da interação, permitindo registrar informações e fazer perguntas por voz.
Pulseira pode chegar só em 2028
Uma das vantagens desse formato seria a bateria. Sem uma tela para manter ligada, o dispositivo poderia gastar menos energia e ser mais discreto no pulso, e o formato também pode ser mais confortável para dormir, algo importante para quem acompanha o sono.
Apesar dos testes, a Apple ainda não teria decidido colocar a pulseira à venda. Caso o projeto avance, Gurman afirma que o lançamento não deve acontecer antes de 2028.
Outra possibilidade seria a Apple apostar em um anel inteligente. Esse formato também seria discreto e poderia acompanhar dados durante o sono, mas a questão das assinaturas recorrentes segue como um ponto relevante nesse mercado. Enquanto isso, o Apple Watch Ultra 4 chega com sensor mais preciso do mundo em um vestível.
A Amazfit lançou o T-Rex Dual Solar, umnovo smartwatch da marca voltado para quem passa vários dias longe de tomadas. O modelo tem painéis solares na frente e na traseira e prometendo até 25 dias de bateria em uso típico, com o preço de US$ 649,99 (cerca de R$ 3.328).
A proposta do T-Rex Dual Solar é reduzir a necessidade de recargas durante viagens e trilhas longas. O painel solar frontal pode acrescentar até nove dias de autonomia quando o relógio recebe três horas diárias de luz com intensidade de 50 mil lux.
Na traseira, o painel é duas vezes maior que o componente frontal. A ideia é aproveitar melhor a luz quando o relógio é retirado do pulso e deixado com a tela voltada para cima.
Mesmo sem depender do Sol, a bateria promete até 25 dias em condições típicas. Com o GPS ligado continuamente no modo de maior precisão, a autonomia cai para até 41 horas.
O relógio tem tela AMOLED de 1,32 polegada com brilho máximo de 3.000 nits e a estrutura traz uma moldura de titânio Grau 5 e vidro de safira resistente a riscos.
O T-Rex Dual Solar também tem resistência à água de até 10 ATM. Para situações de emergência, há uma lanterna integrada e um sinalizador SOS.
Mapas e recursos para trilhas
O foco em aventuras aparece também nos recursos de navegação. O smartwatch vem com mapas coloridos, planejamento de rotas e informações sobre inclinação durante subidas.
É possível armazenar até 100 rotas e criar novos trajetos diretamente pelo relógio, sem depender do celular. Se o usuário sair do caminho planejado, o dispositivo consegue criar automaticamente uma nova rota.
Outro recurso é o LiveShare, que permite compartilhar a localização em tempo real com contatos selecionados.
Treinos e recuperação
O T-Rex Dual Solar reúne informações de carga de treino, recuperação e esforço diário em uma única pontuação. Também tem suporte a planos de treinamento, e quem já tem uma Amazfit Helio Strap pode combinar os dados dos dois dispositivos pelo aplicativo para acompanhar melhor a recuperação.
Após o fracasso comercial de Terror em Silent Hill: Regresso e o sucesso de Resident Evil, a franquia Silent Hill terá um reboot nas telonas. A proposta é conquistar novos fãs com uma história independente do longa-metragem de 2006 e do filme mais recente.
De acordo com o Dread Central, a saga de survival horror passará por “uma abordagem nova e ousada”. Ainda não há previsão de estreia divulgada, assim como os nomes de quem comandará essa empreitada ou do elenco.
Em vez de seguir fielmente o que é apresentado nos videogames, o diretor Zach Cregger (Noites Brutais e A Hora do Mal) investiu em uma história inédita com personagens diferentes dos títulos originais. Possivelmente, Silent Hill seguirá o mesmo caminho.
A intenção é aproveitar esse momento, além da boa fase que a franquia passa nos videogames. Após a aclamação pelo remake de Silent Hill 2 e os inéditos Silent Hill f e SH: Townfall, os estúdios enxergam uma verdadeira oportunidade na série.
A queda de Silent Hill nos cinemas
É importante notar que o primeiro filme, lançado em 2006 e dirigido por Christophe Gans, não foi bem recebido em sua época, mas se tornou um clássico cult e reconhecido como uma das melhores adaptações daquela década.
Em 2012, a produtora tentou um reboot com Silent Hill: Revelation, porém a aprovação de 8% em plataformas como Rotten Tomatoes colocou o terror em hiato. A tentativa mais recente também desagradou e colocou em risco uma nova pausa na saga.
Ainda que sigam os passos da franquia da Capcom, os produtores precisarão ver quais foram os 8 erros e acertos de Resident Evil para não se adaptarem melhor ao que o público deseja ver nos cinemas.
A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) anunciou na segunda-feira (21) a suspensão temporária dos testes de radares de velocidade média em rodovias federais. A interrupção dos projetos-piloto foi formalizada pela Superintendência de Infraestrutura Rodoviária (Surod) no Diário Oficial da União a fim de permitir reavaliações operacionais, de sinalização e de comunicação.
A pausa servirá para o alinhamento de procedimentos técnicos, garantindo que as orientações sejam compreendidas com clareza pelos motoristas antes de qualquer retomada. A ANTT ressaltou que a medida não gerou multas, já que a etapa tinha caráter exclusivamente experimental.
Os testes seriam realizados em rodovias do Espírito Santo, Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, entre outros estados. Vale destacar que os radares fixos tradicionais e as fiscalizações de velocidade em pontos isolados continuam operando normalmente em todo o país.
Radares de velocidade média
Diferentemente do radar tradicional, o sistema de velocidade média calcula o tempo que um veículo leva para percorrer a distância entre dois pontos de monitoramento. Se o trajeto for concluído em tempo inferior ao limite estabelecido, conclui-se que o motorista trafegou acima da velocidade permitida.
A revisão promovida pela ANTT busca detalhar a sinalização de início e fim desses trechos supervisionados, permitindo que os condutores identifiquem com precisão o segmento monitorado e o limite regulamentado.
Apesar da paralisação dos testes em oito estados, a tecnologia já apresenta resultados positivos no país. Na BR-050, onde a EcoRodovias utiliza o monitoramento desde 2022, o sistema contribuiu para uma queda de 35% nos acidentes com vítimas e zerou as fatalidades no primeiro semestre de 2026. Segundo a concessionária, os índices refletem a combinação entre o controle de velocidade, campanhas educativas e operações com a Polícia Rodoviária Federal (PRF).
A Xiaomi lançou na China a segunda geração da Mijia Wireless Hair Straightener, uma escova alisadora sem fio que ganhou bateria maior e agora pode funcionar por até 70 minutos com uma carga. Custa 299 yuan, cerca de R$ 227, e promete render de sete a oito sessões em cabelos curtos ou de três a quatro em cabelos médios.
A principal mudança da nova chapinha está na bateria. A geração anterior usava duas células de 3.200 mAh, enquanto o novo modelo traz duas de 5.000 mAh.
Segundo a Xiaomi, a autonomia chega a 70 minutos. O carregamento é feito por USB-C, permitindo usar um cabo comum para recarregar o aparelho.
O modelo anterior conseguia realizar cerca de quatro sessões, independentemente do comprimento do cabelo. A nova versão amplia esse número principalmente para quem tem cabelos curtos.
Aquecimento mais rápido
A Xiaomi também mudou o sistema responsável pelo aquecimento. A nova escova usa uma película de aquecimento diferente da presente na geração anterior.
Um sensor monitora a temperatura 500 vezes por segundo. Segundo a fabricante, a mudança reduz em 20% o tempo necessário para o aparelho começar a aquecer.
São três opções de temperatura: 160 °C, 180 °C e 200 °C. Um pequeno painel de LED mostra a temperatura atual, o consumo de energia e o estado de funcionamento da chapinha.
Mais dentes para prender o cabelo
O pente da Mijia Wireless Hair Straightener 2 também foi redesenhado. Agora são 52 dentes, contra 36 na versão anterior, para segurar uma quantidade maior de cabelo durante o movimento e facilitar a passagem pelo aparelho.
Para ajudar no controle do frizz e da eletricidade estática, o dispositivo também gera 37 milhões de partículas de plasma por sessão. São 18 milhões de íons positivos e 19 milhões de íons negativos. A primeira geração trabalhava apenas com íons negativos.
A Apple apresentou os Beats 360, novos fones de ouvido sem fio que chegam por US$ 349,99 (cerca de R$ 1.791,95) com a proposta de trocar as almofadas das conchas e do arco para mudar o visual do acessório. O modelo também traz cancelamento ativo de ruído, áudio espacial e até 32 horas de bateria.
Nas almofadas removíveis, tanto as peças das conchas quanto a do arco podem ser trocadas pelo usuário, permitindo combinar o fone com diferentes roupas, situações ou momentos do dia.
A Apple oferece kits extras com novas almofadas para as conchas e para o arco. As opções UltraPlush aparecem nas cores preta e Cloud, enquanto as Performance Knit têm alternativas como preto, rosa e azul. Cada kit adicional custa US$ 49,99 (R$ 255,95).
Fone tem cancelamento de ruído e áudio espacial
Os Beats 360 também apostam em recursos voltados para a qualidade sonora. O modelo traz cancelamento ativo de ruído, modo transparência e áudio espacial personalizado com rastreamento dinâmico da cabeça.
O conjunto inclui dois alto-falantes desenvolvidos para o modelo, amplificador próprio e ajuste automático do som. A fabricante também promete até 1,75 vez mais cancelamento de ruído em comparação com os Beats Studio Pro.
Tem ainda nove microfones para chamadas e recursos como conexão rápida, troca automática entre dispositivos e localização pelo Buscar em aparelhos da Apple.
Beats 360 chegam com até 32 horas de bateria
A autonomia chega a 32 horas, mesmo com o cancelamento de ruído ativado. O carregamento é feito por USB-C e há suporte ao Fast Fuel, que permite recuperar bateria rapidamente.
A Adobe lançou nesta terça-feira (22) o Premiere Mobile para Android, ampliando para celulares e tablets com o sistema do Google o editor de vídeo que já estava disponível no iPhone. O aplicativo pode ser baixado gratuitamente e inclui edição em linha do tempo multifaixa, exportação em 4K sem marca d’água, efeitos, transições e ferramentas de áudio.
O lançamento também substitui o espaço deixado pelo Premiere Rush, que está sendo descontinuado.
O que dá para fazer de graça?
A maior parte das funções de edição está disponível sem assinatura.
O usuário pode cortar, aparar e reorganizar clipes, trabalhar com várias faixas de vídeo e áudio, aplicar transições, filtros e efeitos, gravar narração e usar templates para conteúdos de redes sociais. O app também inclui o Enhance Audio, que reduz ruídos de fundo e melhora a clareza da voz.
Também é possível exportar vídeos em até 4K sem marca d’água, sem anúncios e sem limite de exportações. A Adobe afirma ainda que não exige login para começar a editar, salvar projetos localmente ou exportar vídeos.
A interface foi adaptada para diferentes tamanhos de tela, incluindo celulares dobráveis. Segundo a Wired, o aplicativo exige Android 13 ou mais recente e pelo menos 5 GB de RAM.
O que é pago no Premiere Mobile?
A principal cobrança está nos recursos de IA generativa do Adobe Firefly.
Ferramentas capazes de gerar imagens, adesivos, efeitos sonoros e outros elementos usam créditos generativos. Esses créditos podem estar incluídos em planos da Creative Cloud ou ser comprados separadamente, dependendo da conta do usuário.
Armazenamento extra na nuvem também pode exigir pagamento. A Adobe não colocou as funções básicas de edição, exportação 4K ou remoção de marca d’água atrás de uma assinatura.
Alguns recursos ainda não chegaram à versão Android. A empresa prepara integração mais completa com o Premiere para desktop, Adobe Fonts e melhorias em legendas. Além disso, afirma que legendas ilimitadas serão adicionadas até o final do ano.
Premiere Mobile chega para disputar espaço com CapCut e Edits
A chegada ao Android coloca o Premiere diretamente em uma categoria já ocupada por aplicativos como CapCut, Instagram Edits e LumaFusion.
O foco do novo aplicativo também é diferente do Premiere tradicional para computador: a interface foi simplificada para edição no celular e produção rápida de vídeos para redes sociais. Apesar do nome, portanto, não se trata de uma reprodução completa do Premiere Pro no Android.
O Premiere Mobile já está disponível na Google Play Store a partir desta terça-feira.
A OpenAI anunciou o GPT-6 Sol e o GPT-6 Luna, novos modelos de inteligência artificial que ampliam o ecossistema de modelos de fronteira da empresa. A dupla foi desenvolvida com foco em reduzir custos e acelerar o uso de IA, levando recursos apresentados no modelo topo de linha Astra para tarefas profissionais e aplicações em larga escala.
Os modelos já estão disponíveis no ChatGPT Work e no Codex para usuários dos planos Plus, Pro, Business, Enterprise e Edu. Nos planos Free e Go, o GPT-6 Luna pode ser usado pelo aplicativo para desktop. Para desenvolvedores, os modelos estão disponíveis pela API. A OpenAI afirma que a chegada ao ChatGPT será gradual ao longo do dia, mas os modelos ainda não estão disponíveis na interface padrão de “Chat”.
O GPT-6 Sol é voltado para tarefas profissionais complexas e programação e o Luna foi desenvolvido para trabalhos de alto volume, como resumos e extração de informações. A arquitetura dos dois modelos também foi otimizada para fluxos de trabalho longos e agentes de IA, com recursos que ajudam a reduzir o custo de operações que reutilizam grandes quantidades de contexto.
Um desses recursos é o cache de prompts. A leitura de tokens de entrada armazenados em cache recebe 90% de desconto, o que reduz o custo de aplicações que reaproveitam informações ao longo de diferentes etapas de uma tarefa. Na API, o GPT-6 Sol tem o preço reduzido de US$ 4 para US$ 2 por 1 milhão de tokens de entrada e de US$ 20 para US$ 10 na saída. Já o GPT-6 Luna cai de US$ 0,20 para US$ 0,10 na entrada e de US$ 1,20 para US$ 0,50 na saída.
Os dois modelos têm redução de 50% nos preços em relação aos valores promocionais da linha GPT-5.6. A combinação entre preços menores, cache barato e foco em tarefas de longa duração busca tornar o uso dos modelos mais viável para desenvolvedores que precisam processar grandes volumes de informações.
O lançamento ocorre em meio à forte disputa entre OpenAI e Anthropic. Apenas 90 minutos antes do anúncio da OpenAI, a Anthropic apresentou uma nova versão do Opus 5.5, com preços menores e desempenho no nível do Fable.
GPT-6 Sol e Luna mostram resultados em diferentes tarefas
Os testes de desempenho apresentados pela OpenAI mostram resultados diferentes de acordo com a proposta de cada modelo. O GPT-6 Sol foi avaliado em tarefas profissionais, programação e engenharia de software, enquanto o Luna também apresentou resultados em automação, uso de computador, engenharia de software e confiabilidade factual.
No AutomationBench, que avalia fluxos de trabalho de negócios em diferentes aplicativos, o GPT-6 Sol superou o Claude Opus 5, da concorrência, com custo equivalente a apenas 9% do valor por tarefa. Na programação, o modelo igualou o desempenho do Claude Fable 5.1 no FrontierCode, que verifica se o código produzido está pronto para ser incorporado a bases de código reais. Já no DeepSWE v1.1, voltado para tarefas complexas de engenharia de software, o Sol alcançou 68,8% de pontuação, com custo 80% menor que o de modelos concorrentes de alto desempenho.
O GPT-6 Luna também apresentou evolução em relação à geração anterior. No AutomationBench, em nível de esforço alto, o modelo superou o GPT-5.6 Luna em 5,4 pontos percentuais, com custo por tarefa 58% menor. No DeepSWE v1.1, o Luna alcançou 66,6% de pontuação no nível máximo de esforço, resultado comparável ao de Claude Opus 5 e Claude Fable 5 em níveis médios de esforço.
No OSWorld 2.0 offline, que avalia tarefas de uso de computador, o Luna também superou o GPT-5.6 Sol, considerando esforço médio para o modelo anterior, com apenas um décimo do preço. A OpenAI ainda avaliou a confiabilidade factual dos modelos. Em níveis mais altos de esforço, o Luna alcançou a mesma confiabilidade do antigo GPT-5.6 Sol por 1% do custo.
A OpenAI também alterou o estilo de colaboração dos modelos para reduzir jargões e informações de pouco valor. A proposta é entregar respostas mais curtas e claras. Em avaliações de alinhamento, o Luna ainda apresentou taxas menores de alegações enganosas sobre seu próprio trabalho de programação em comparação com o GPT-5.6 Luna.
Novas ferramentas ajudam a controlar custos e desempenho
A OpenAI também lançou novas ferramentas para que desenvolvedores acompanhem o uso dos modelos e encontrem formas de melhorar o desempenho das aplicações. O Prompt Caching Dashboard, por exemplo, identifica oportunidades de cache que não foram aproveitadas, o que ajuda a encontrar pontos em que o processamento pode ser otimizado.
Outra mudança permite ajustar o esforço de raciocínio e a disponibilidade de ferramentas sem invalidar o cache já existente. Com isso, agentes de IA podem alterar esses parâmetros durante fluxos de trabalho que reutilizam o mesmo contexto sem perder as informações armazenadas no cache.
Os recursos também chegam acompanhados de melhorias de segurança herdadas do trabalho de alinhamento feito para o Astra. Segundo a OpenAI, o GPT-6 Sol e o Luna apresentam taxas menores de alegações enganosas em tarefas de programação e tiveram resultados melhores em avaliações que testam tentativas de contornar avisos de segurança.
A Sony pode estar testando um novo sistema de cashback na PlayStation Store do PS5 na compra de jogos selecionados. O recurso foi notado pela primeira vez na página de The Blood of Dawnwalker pelo usuário do Reddit JannJans no último domingo (20), embora não tenha sido anunciado oficialmente pela japonesa.
"Eu estava decidindo entre Dragon's Dogma 2 e Blood of Dawnwalker e notei uma oferta especial no segundo", escreveu o usuário. Na imagem compartilhada, é possível ver que a oferta inclui "Créditos na Carteira", o que pode fazer referência a um possível cashback.
JannJans afirmou que recebeu US$ 10 na carteira da PlayStation Store logo após comprar o RPG. Vale notar que a oferta compartilhada pelo usuário tinha data limite até 29 de setembro, o que significa que não se trata de um cashback vitalício.
Outros jogos recentes, como Resonance: A Plague Tale Legacy, Star Wars Zero Company, Halloween: The Game, Metal Gear Solid Collection 2 e Hot Wheels: Infinite Rush, também apresentaram a oferta, conforme o usuário Hayterfan.
O portal PlayStation LifeStyle reportou que, em fevereiro, o aplicativo Wallet Credits foi listado na PS Store como um software 'anunciado' e até podia ser adicionado à lista de desejos. O surgimento das ofertas para uma seleção de jogadores pode estar diretamente ligado ao app.
Cashback em plataformas de games não é algo novo
Embora um possível sistema de cashback seja novidade no PS5, já vimos a prática acontecer em outras plataformas. A Microsoft, por exemplo, deu US$ 5 de crédito para quem fizesse a pré-venda de Call of Duty: Modern Warfare 4 no XBOX.
Além disso, a Big Tech também oferece pontos no seu recurso de Rewards, que, quando acumulados, permitem trocar por créditos na Microsoft Store, assinaturas no Game Pass, entre outras recompensas.
Quem pretende usar o e-Título no primeiro turno das Eleições 2026 precisa baixar o aplicativo e concluir o primeiro acesso até sábado, 3 de outubro. No domingo de votação, dia 4, novos downloads e ativações serão interrompidos para evitar sobrecarga no sistema.
Não basta instalar o aplicativo no celular. O eleitor também precisa validar seus dados e concluir a ativação antes do prazo. Depois disso, o e-Título pode ser usado para consultar local de votação, justificar ausência e, em alguns casos, servir como documento de identificação no momento do voto.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) recomenda manter o aplicativo atualizado, especialmente durante o período eleitoral, para receber correções e melhorias de segurança.
Como ativar o e-Título?
Depois de instalar o aplicativo, o primeiro acesso exige uma confirmação de identidade. O processo funciona assim:
Abra o e-Título e informe dados como nome completo, data de nascimento, CPF ou número do título eleitoral e nome dos pais;
Confira se as informações estão exatamente iguais às registradas na Justiça Eleitoral;
Responda às perguntas de segurança apresentadas pelo aplicativo;
Conclua a confirmação de identidade;
Crie uma senha para proteger o acesso ao e-Título.
Se houver diferença entre as informações inseridas e o cadastro eleitoral, inclusive em dados como nome de casado ou solteiro, o aplicativo pode não conseguir concluir a validação.
O Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal também informa que a versão atual utiliza validação facial durante o primeiro acesso. Por isso, a orientação é não deixar a ativação para os últimos minutos do sábado.
Dá para votar usando apenas o e-Título?
Depende.
Quem já realizou o cadastramento biométrico e possui fotografia exibida no e-Título pode apresentar o aplicativo como documento oficial de identificação na seção eleitoral.
Se o aplicativo não mostrar a foto, será necessário levar um documento oficial com fotografia. Também não vale apresentar apenas uma captura de tela do e-Título: o documento precisa ser exibido diretamente pelo aplicativo.
Ter acesso ao app também não significa que uma pessoa com título suspenso ou outra restrição esteja automaticamente liberada para votar. O e-Título pode ser acessado por eleitores com situação regular ou suspensa, mas eventuais impedimentos cadastrados na Justiça Eleitoral continuam valendo.
Além do título digital, o aplicativo permite consultar zona, seção e endereço do local de votação, emitir certidões, verificar débitos eleitorais e realizar justificativa de ausência.
O primeiro turno acontece em 4 de outubro, enquanto um eventual segundo turno está marcado para 25 de outubro. A votação será realizada das 8h às 17h, pelo horário de Brasília.
Depois de destacar as tribulações de Clark Kent em Superman (2025), parece que James Gunn vai usar Superman: Homem do Amanhã para dar mais espaço a Lex Luthor, o arqui-inimigo mortal do Homem de Aço. Pelo menos, é o que afirma o ator Nathan Fillion, que interpreta Guy Gardner no novo DCU.
Conversando com o The Hollywood Reporter, Fillion comentou brevemente sobre o que os fãs podem esperar do novo filme do Superman, que vai acompanhar o herói titular formando uma aliança inusitada com Luthor para vencer a ameaça do vilão Brainiac. De acordo com o ator, o foco da trama deve ser justamente a identidade de Luthor, vivido por Nicholas Hoult, mostrando um pouco mais de quem ele é.
“No primeiro filme, e com razão, aprendemos muito sobre quem é o Superman. Em , acho que aprenderemos mais sobre quem é Lex Luthor, e acho que isso é igualmente importante”, comentou Fillion após ser questionado sobre a sequência de Superman.
Embora Fillion não tenha oferecido detalhes aprofundados sobre essa abordagem, o foco em Lex Luthor não é de se estranhar, especialmente devido ao peso de sua participação na trama. Um recente comentário de David Corenswet, o intérprete de Clark Kent, ao Entertainment Tonight, inclusive, deu a entender que o novo filme terá um tom diferente e mais “aprofundado” do que o primeiro Superman.
Nova aventura para o Superman
Com data de estreia marcada para 2027, Superman: Homem do Amanhã vai reunir boa parte do elenco do longa de 2025 sob comando do diretor James Gunn. David Corenswet retorna como o herói titular, assim como Nicholas Hoult, o Lex Luthor.
Outros nomes confirmados no elenco são Rachel Brosnahan como Lois Lane, Nathan Fillion como Guy Gardner e Milly Alcock como Supergirl. A atriz Adria Arjona também foi anunciada no elenco como a intérprete de Maxima, mas fãs especulam que isso foi apenas um disfarce para não revelar que ela será a Mulher-Maravilha.
O que sabemos por certo é que a sequência de Superman vai colocar Clark Kent de frente para uma ameaça perigosa, em que ele se verá obrigado a se juntar com seu arqui-inimigo Lex Luthor para conseguir vencê-la.
O novo filme do herói no DCU estreia no dia 8 de julho de 2027 nos cinemas. Caso você esteja ansioso para saber o que vem por aí, saiba o que esperar de Superman: O Homem do Amanhã.
A Samsung disponibilizou uma atualização para o aplicativo Samsung Notes que adiciona um aviso quando as ferramentas do Galaxy AI são usadas para gerar ou editar conteúdo. A mudança, presente na versão 4.4.48.15 do aplicativo, aparece no registro de alterações como uma “marca d’água de IA” e informa quando a inteligência artificial participou do processamento do texto.
A novidade já está disponível para usuários com dispositivos compatíveis com o Galaxy AI após a atualização do aplicativo. O aviso aparece na etapa de edição, sem ser incorporado ao conteúdo salvo na nota. Como a identificação fica restrita à janela de pré-visualização, o texto inserido no documento não mantém uma marca visível que facilite sua identificação por ferramentas externas de detecção de conteúdo gerado por IA.
A mensagem “This text was generated using AI” (“Este texto foi gerado usando IA”) aparece na parte inferior da janela de pré-visualização exibida após o processamento. O usuário consegue visualizar a identificação antes de inserir o resultado na nota e decidir se quer aplicar a alteração.
A sinalização está presente em diferentes ferramentas do Note Assist, incluindo a formatação automática, o resumo de conteúdos, a correção ortográfica e gramatical e a tradução de textos. Apesar de a Samsung usar o termo “marca d’água”, portanto, a identificação funciona como uma mensagem informativa na interface, e não como um selo permanente sobre o texto.
Como a Samsung sinaliza conteúdos criados por IA?
A Samsung adota formas diferentes de sinalização para conteúdos criados ou editados com IA, dependendo do tipo de material. Em recursos de geração ou edição de imagens, a identificação aparece visualmente no próprio resultado, como ocorre no Creative Studio e no gerador de papéis de parede da Samsung. Já no Samsung Notes, a “marca d’água” aparece apenas na prévia do texto processado pela IA e não é incorporada à nota.
Dessa forma, a identificação fica restrita ao momento da edição. Depois que o conteúdo é inserido no Samsung Notes, o texto permanece sem a mensagem sobreposta, preservando a aparência da nota.
O Google anunciou recentemente os Googlebooks, novos notebooks que pretendem mudar a forma como os usuários interagem com os seus dispositivos. Contudo, isso levanta questões — ainda “ontem” a companhia vendia os Chromebooks, afinal de contas.
Ainda que os aparelhos não tenham uma data prevista para chegar ao Brasil, a companhia trabalha em parceria com a Dell, ASUS, HP, Acer e Lenovo para a chegada dos produtos no mês de outubro. Como todas elas atuam fortemente no país, não deve demorar para ver os notebooks nas lojas.
Dito isso, é muito importante saber quais são os grandes diferenciais de cada produto, até para não “comprar gato por lebre”. Como cada um deles segue padrões distintos, o consumidor precisa estar atento para evitar erros e adquirir justamente algo diferente do que necessitava.
Veja quais são as 6 principais diferenças entre os Googlebooks e os Chromebooks, assim como qual a ideia do Google para cada um deles:
6. Proposta dos dispositivos
O primeiro passo para compreender o que separa os Googlebooks e os Chromebooks é a ideia de cada um. Lançados em 2011, os Chromebooks são modelos produzidos para o segmento custo-benefício e apoiam estudantes e usuários comuns — que desejam apenas usar apps básicos e navegadores.
Contudo, os Googlebooks já entram na indústria como uma linha premium. Isso significa a presença de componentes de ponta, revestimento reforçado e um grande destaque para as inteligências artificiais com uso local. Na prática, esse é o objetivo dos novos notebooks do Google.
5. Foco em IA
Para a companhia, todos os usuários precisarão ter um dispositivo que rode uma IA localmente. Com a presença de CPUs Intel Core Ultra Series 3 e Snapdragon (que possuem chips dedicados com NPUs), todos os modelos poderão atuar diretamente com os consumidores — sem a necessidade de apelar para a nuvem ou a conexão à internet.
Além desta intenção, há outra incluída no pacote: reforçar a importância do Gemini, a inteligência artificial da corporação. Com a disputa entre ela e softwares como o ChatGPT, Claude, Copilot e outros, trazê-la ao destaque mostra o quanto eles desejam emplacar a sua múltipla utilização.
4. Design
Por fora, é notável a diferença entre os Chromebooks e os Googlebooks. Os primeiros não possuem o ícone iluminado que marca os novos produtos, assim como não carregam o logo da linha. Nos antigos notebooks, por fora você encontrava escrito o nome do aparelho — o que não existe agora. Também é perceptível, nos botões, a presença de acesso rápido ao Gemini.
Contudo, seu revestimento também diz o que precisa saber sobre cada um. Os Chromebooks eram conhecidos por seu chassi de plástico, teclado com qualidade mediana e displays menos potentes. Já os novos podem contar com uma carcaça de alumínio e fibra de carbono, tela OLED e outras melhorias.
3. Sincronia com dispositivos inteligentes
Um dos grandes destaques dos Googlebooks é o uso do sistema Android, para que o usuário tenha uma facilidade maior para sincronizar documentos, apps e atividades entre todos os dispositivos de sua casa. Quer começar um trabalho no tablet e terminar no notebook? É possível.
A proposta do Google é reforçar a presença de um ecossistema, da mesma forma como vemos outras marcas como Samsung e Apple. Deste modo, você se verá dentro de uma plataforma só e terá mais facilidades caso transite entre os aparelhos — em vez de contar com o apoio de softwares externos.
2. Recursos e software
Enquanto os Chromebooks tinham um sistema próprio, o ChromeOS, os Googlebooks utilizam o Android (assim como seu smartphone e outros smart devices). O novo aparelho também permite o uso de tela touch e é compatível com uma grande parte dos aplicativos da Google Store. Muitos deles, inclusive, agora têm suporte para o formato desktop.
Enquanto os antigos eram apenas dispositivos comuns, os atuais também contam com recursos como o Magic Pointer — com interação direta com o Gemini — e ferramentas que transformam fala em texto, criam widgets e auxiliam os usuários de formas distintas e de acordo com as necessidades atuais do mercado.
1. Preço
Obviamente, os preços são um grande diferencial, já que os Chromebooks tinham como o principal objetivo oferecer opções custo-benefício aos usuários. Mesmo com alguns modelos mais caros, eles circulavam a partir de US$ 150.
No entanto, com os Googlebooks você verá um lançamento premium. O mais barato pode ser encontrado a partir de US$ 899, logo a expectativa é que não haja modelos econômicos em um futuro breve. Na prática, estes exigirão que abra mais a carteira.
As diferenças entre Chromebooks e Googlebooks
Vale notar que estes são apenas detalhes iniciais da sua etapa de lançamento, com novas funções e recursos que podem ser adicionados em atualizações — ou com a chegada de componentes mais poderosos no mercado.
A LG apresentou, nesta terça-feira (22), a LG xboom Power no Brasil, nova linha de caixas de som voltada a festas e eventos. A geração é formada pelos modelos Power 9000, Power 7000 e Power 5000, a família entrega até 440 W RMS de potência e conta com inteligência artificial (IA) para transformar músicas em faixas de karaokê.
Além da nova linha, a fabricante apresentou a LG xboom Stage 501 e a LG xboom Blast. Enquanto a primeira aposta em bateria de longa duração e ferramentas de IA para festas, a segunda combina potência, maior resistência a água e poeira e foco no uso ao ar livre.
Segundo Marcos Choi, Especialista em Dispositivos de Áudio da LG Electronics Brasil, o novo portfólio foi desenvolvido para atender diferentes momentos de entretenimento, desde grandes celebrações até atividades em ambientes externos.
“Ao unir o ajuste acústico de will.i.am, recursos de inteligência artificial, como o AI Karaoke Master, e a durabilidade necessária para qualquer ambiente, estamos entregando aos nossos consumidores as ferramentas para que sejam os verdadeiros protagonistas das suas celebrações”, afirma Choi.
LG xboom Power tem três modelos e até 440 W RMS
A LG xboom Power será comercializada em três versões: Power 9000, Power 7000 e Power 5000. Além da potência de até 440 W RMS, a linha conta com duas entradas para microfone, conectividade Auracast e AI Lighting, recurso que sincroniza efeitos de iluminação com a reprodução de áudio.
Outro destaque é o AI Karaoke Master, que utiliza inteligência artificial para identificar e remover os vocais das músicas em tempo real. O recurso também permite ajustar o tom das faixas sem a necessidade de acessórios ou aparelhos extras.
Segundo a empresa, medições feitas em condições controladas mostraram que a Power 9000 conseguiu sustentar sua potência contínua nominal de até 440 W RMS sem distorção harmônica ou perda de fidelidade acústica ao longo do teste.
A fabricante também destacou o Certificado TÜV relacionado à medição de potência de seus equipamentos. A LG afirma ser a única marca do segmento no Brasil a contar com a certificação.
A linha xboom Power tem lançamento previsto no mercado brasileiro para os próximos meses, mas preços e data específica ainda não foram divulgados pela empresa.
LG xboom Stage 501 aposta em bateria e inteligência artificial
Outra novidade apresentada pela LG foi a xboom Stage 501, que tem como um dos principais destaques a autonomia de até 25 horas de reprodução. Segundo a fabricante, trata-se da maior duração de bateria da categoria.
O modelo traz certificação IPX4 contra respingos, além de alto-falantes desenvolvidos em parceria com a dinamarquesa Peerless.
O dispostivo de áudio também conta com o AI Karaoke Master, e ainda integra de forma nativa o AI Soun. Esse recurso é o responsável por analisar o conteúdo reproduzido para adaptar automaticamente a equalização de acordo com o gênero musical.
Outro recurso da caixa de som é o Space Calibration Pro, tecnologia que analisa a acústica do ambiente para ajustar a reprodução do som de acordo com o espaço em que o aparelho está sendo utilizado.
Os interessados na LG xboom Stage 501 podem adquirir a caixa de som por valores a partir de R$ 2.299,00.
LG xboom Blast tem 220 W RMS e proteção IP68
Já a LG xboom Blast foi desenvolvida com foco em ambientes externos, como praias, campings e áreas de piscina. A caixa entrega até 220 W RMS de potência e pode alcançar 36 horas de reprodução contínua com uma carga.
Para aumentar a resistência, o modelo possui certificação IP68 contra água e poeira e, segundo a LG, passou por sete testes de durabilidade baseados em padrão militar.
O aparelho também conta com alças duplas para facilitar o transporte nas posições vertical e horizontal. Assim como outros produtos apresentados pela marca, a Blast traz ajuste acústico realizado em parceria com will.i.am e tweeters desenvolvidos pela Peerless.
A LG xboom Blast já está sendo comercializada no mercado brasileiro, e chegou às lojas por valor a partir de R$ 2.399,00.
Em evento realizado em São Paulo, a Harman apresentou sua nova aposta no mercado brasileiro de Luxury Audio, segmento voltado a sistemas de som residencial de alta fidelidade: a JBL Summit Series e a nova geração da Revel Performa4.
Os lançamentos são formados por caixas acústicas passivas, ou seja, modelos que não possuem amplificador integrado e precisam ser conectados a equipamentos externos. A proposta é atender consumidores e projetos residenciais de alto padrão nos quais o sistema de áudio também pode fazer parte da composição do ambiente.
Para demonstrar os produtos, a Harman montou duas salas de audição equipadas com eletrônicos da Arcam: uma dedicada à JBL Summit Series e a outra à Revel Performa4. As demonstrações destacaram características como precisão tonal, dinâmica, palco sonoro e naturalidade na reprodução musical.
“O Brasil tem um público cada vez mais interessado em experiências de alto padrão e vemos espaço para ampliar o contato desse público com o áudio de alta performance”, afirmou Rodrigo Kniest, vice-presidente sênior e diretor-geral de Lifestyle para a América do Sul e presidente da Harman do Brasil.
JBL Summit Series chega ao Brasil
A nova linha da JBL estreia no mercado brasileiro com os modelos Summit Ama e Summit Pumori. A família utiliza o driver de compressão JBL D2 e o guia de ondas HDI, além de soluções destinadas ao controle de distorções e ressonâncias.
A JBL Summit Ama é uma caixa bookshelf de duas vias equipada com woofer de 8 polegadas. O modelo também utiliza o crossover JBL MultiCap e aposta em dimensões mais compactas dentro da linha.
Já a JBL Summit Pumori é uma caixa de piso de três vias, com woofer de 10 polegadas. A configuração foi desenvolvida para entregar maior escala sonora, presença nos graves e capacidade dinâmica em comparação à Ama.
No Brasil, a Summit Ama custa R$ 119.998 o par com pedestal incluso, enquanto a Summit Pumori sai por R$ 219.998 o par. Ambas estão disponíveis na cor Preto High Gloss.
Revel Performa4 ganha nova geração
A Revel também apresentou a nova geração da linha Performa4, baseada em décadas de pesquisa da marca. A atualização traz uma arquitetura acústica renovada, novos alto-falantes e a sétima geração do Waveguide Revel, desenvolvida para aprimorar a precisão e o controle da dispersão sonora.
O modelo Performa4 F346 é uma caixa de piso de três vias, com três woofers de 6,5 polegadas com cones Micro Ceramic Composite (MCC), além de driver de médios de 6,5 polegadas e tweeter DCC de 1 polegada.
A Performa4 M146 adota formato bookshelf de duas vias, com woofer de 6,5 polegadas e tweeter DCC de 1 polegada. Já a Performa4 C245 foi projetada como canal central para sistemas de home cinema, com dois woofers de 5,25 polegadas e tweeter DCC.
Os preços sugeridos são de R$ 29.999 pela unidade da F346, R$ 23.999 pelo par da M146 e R$ 15.999 pelo par da C245. Os três modelos estão disponíveis na cor Walnut. Todos os produtos podem ser encontrados nos respectivos sites da JBL e da Revel.
Quer um SUV para chamar de seu? Se sim, vale a pena apostar no T-Cross, que já pode ser encontrado “no precinho” em concessionárias da Volkswagen em São Paulo e no Rio de Janeiro — dependendo da loja, as reduções são de mais de R$ 40 mil, em preparação para a nova geração do utilitário.
A versão topo de linha Extreme no ano-modelo 2025/2026 destaca-se como a principal oportunidade, e sai no Rio de Janeiro por R$ 149.900 — uma redução bem interessante frente ao valor de tabela de R$ 193.490. Na capital paulista, unidades do T-Cross Highline 2027 saem de R$ 186.290 por R$ 159.900, uma economia de R$ 26.390. Para comparação, o Nissan Kicks Exclusive costuma sair por R$ 179.990,00.
Mesmo com a liderança isolada no segmento de SUVs compactos, que já somou mais de 61 mil emplacamentos no acumulado do ano, a rede autorizada busca queimar o estoque enquanto a alemã já desenvolve a nova geração do SUV na fábrica de São Bernardo do Campo (SP), com lançamento previsto para 2027.
Como é o VW T-Cross
Ambas as configurações contempladas pela campanha trazem o motor 1.4 TSI turboflex, que entrega 150 cv de potência e 25,5 kgfm de torque com qualquer combustível, e câmbio automático de seis marchas. As versões de topo do SUV destacam-se pelo recheado pacote tecnológico e de segurança, com itens de série que justificam o posicionamento no mercado.
O conjunto garante aceleração de 0 a 100 km/h em 8,6 segundos com etanol e velocidade máxima de 202 km/h. Quanto ao consumo, dados do Inmetro apontam médias de 8,2 km/l na cidade e 9,9 km/l na estrada com etanol, o que rende marcas mais eficientes de 11,8 km/l no ciclo urbano e 14,2 km/l no rodoviário com gasolina.
As duas configurações contam com o painel digital configurável de 10,25” integrado à central multimídia VW Play Connect de 10,1” com espelhamento sem fio. Já em relação à segurança, os carros vêm com seis airbags, controle adaptativo de velocidade (ACC) e frenagem autônoma de emergência. A variante Extreme, por sua vez, entrega teto, retrovisores e rack na cor Preto Ninja, rodas diamantadas escurecidas de 17”, bancos em couro e pneus com tecnologia Seal Inside.
O Google está desenvolvendo uma função que pode evitar a perda de dados para quem esquecer o PIN ou a senha do celular. Segundo o Android Authority, referências encontradas na versão beta do sistema indicam que o Android 17 poderá permitir a recuperação do acesso por meio das credenciais da conta Google vinculada ao aparelho, eliminando a necessidade de realizar uma restauração de fábrica.
Atualmente, quem esquece a senha de um dispositivo Android pode precisar apagar todo o conteúdo do celular para recuperar o acesso. O processo remove fotos, arquivos armazenados localmente e dados de aplicativos que não tenham backup na nuvem. A nova função, identificada como “Unlock with Google account” (Desbloquear com conta Google), aparece como uma alternativa de recuperação.
As referências encontradas no código mostram que a função fica no menu Desbloqueio do dispositivo, o mesmo espaço usado para configurar PIN, senha, impressão digital e reconhecimento facial. A proposta é possibilitar que o proprietário confirme sua identidade pela conta Google na tela de bloqueio.
O código também indica que o novo mecanismo será opcional e ficará desativado por padrão por questões de privacidade. Nesse cenário, o usuário poderá decidir previamente se quer manter uma alternativa de recuperação vinculada à conta Google.
A ideia lembra um mecanismo presente em versões antigas do Android, como o Android 4.4, que oferecia uma alternativa de recuperação para usuários que esquecessem o padrão de desbloqueio. A função foi removida no Android 5.0 Lollipop.
No Android 5.1, o Google introduziu o Factory Reset Protection (FRP), uma proteção para impedir que celulares roubados fossem restaurados pelo modo de recuperação e usados por terceiros. O mecanismo, porém, não evitava a perda dos dados do proprietário legítimo após a restauração de fábrica.
Quando o recurso chega ao Android 17?
Ainda não há data oficial ou previsão confirmada para o lançamento da função. As referências foram encontradas durante um APK teardown da versão Android 17 QPR2 Beta 5.
Esse tipo de análise examina o APK de uma versão de testes em busca de códigos, textos e outros elementos que revelem funções em desenvolvimento. A presença da opção no beta indica que o Google trabalha na ferramenta, mas não garante que ela chegará à versão estável do sistema.
O recurso também não está funcional na versão beta atual. Por isso, ainda não é possível saber exatamente como será o processo de autenticação ou quais condições serão necessárias para recuperar o acesso ao aparelho.
A Qualcomm apresentou nesta terça-feira (22) sua nova geração de chipsets para celulares premium. Desta vez, a fabricante aposta em dois modelos: Snapdragon 8 Elite Extreme Gen 6 e Snapdragon 8 Elite Gen 6, com novidades para inteligência artificial, jogos, câmeras e conectividade.
E pelo menos um celular já está confirmado com a nova plataforma. A Motorola revelou uma prévia do Motorola Signature 27, próximo top de linha da marca, que será equipado com o Snapdragon 8 Elite Extreme Gen 6.
Snapdragon 8 Elite Extreme Gen 6 é o mais poderoso
O Snapdragon 8 Elite Extreme Gen 6 ocupa o topo do novo portfólio, e é descrito pela Qualcomm como sua plataforma móvel mais poderosa. O foco está principalmente no avanço da IA executada diretamente no celular, com suporte para agentes mais personalizados e capazes de se adaptar ao uso ao longo do dia.
Nos jogos, uma das principais novidades é o Adreno Neural Fusion. A tecnologia aplica inteligência artificial ao processamento gráfico para aprimorar os visuais e, segundo a Qualcomm, também ajudar a estender o tempo de jogo.
As câmeras também recebem novos recursos. A plataforma oferece suporte ao Advanced Professional Video, APV, além do Intelligent Pixel Control, que amplia a compreensão da cena pelo processamento de imagem e promete resultados mais naturais em fotos e vídeos.
Snapdragon 8 Elite Gen 6 mantém boa parte das novidades
Já o Snapdragon 8 Elite Gen 6 fica um degrau abaixo da versão Extreme, mas compartilha boa parte de sua arquitetura. O chipset usa processo de fabricação de 2 nanômetros e traz CPU Qualcomm Oryon personalizada, GPU Adreno com arquitetura renovada e NPU Hexagon.
A estratégia permite que a Qualcomm distribua os principais recursos da nova geração entre mais celulares premium, em vez de concentrá-los apenas no modelo mais poderoso.
Segundo a empresa, o Snapdragon 8 Elite Gen 6 terá acesso a muitos dos mesmos avanços de IA, jogos, processamento de imagem e conectividade oferecidos pelo Extreme.
Motorola Signature 27 estreia geração Extreme
A Motorola aproveitou o Snapdragon Summit para revelar os primeiros detalhes do Motorola Signature 27. O celular será equipado com o Snapdragon 8 Elite Extreme Gen 6, a versão mais poderosa da nova geração.
Com a nova plataforma, a Motorola destaca recursos de IA executados no aparelho, melhorias para câmeras e jogos e avanços de conectividade 5G e Wi-Fi. O celular também terá um sistema com seis antenas, que, segundo a fabricante, pode dobrar as velocidades de download em determinadas condições.
O Signature 27 também estreia uma nova geração do sistema de refrigeração ArcticMesh, que combina gel térmico com diamante, metal líquido, malha de cobre e uma câmara de vapor 3D redesenhada.
Por enquanto, a Motorola apresentou apenas uma prévia do aparelho e deixou a revelação completa para outro momento.
Samsung, Xiaomi, OPPO e outras marcas também estão confirmadas
Além da Motorola, a Qualcomm confirmou que celulares com Snapdragon 8 Elite Extreme Gen 6 e Snapdragon 8 Elite Gen 6 chegarão ao mercado por diversas fabricantes.
A lista inclui Honor, iQOO, Nubia, OnePlus, OPPO, REDMI, RedMagic, Samsung, vivo, Xiaomi e ZTE, além da própria Motorola. A Qualcomm, porém, não detalhou quais modelos usarão cada uma das duas versões.
Nesta terça-feira (22),durante o Snapdragon Summit, a Motorola apresentou oficialmente o Signature 27 com o Snapdragon 8 Elite Extreme Gen 6, câmera principal de 50 MP da Sony e teleobjetiva de 200 MP. O aparelho também estreia a parceria de áudio com a Bang & Olufsen.
A Motorola mostrou o Signature 27 pela primeira vez em breves teasers publicados no X, onde destacou o visual diferente do conjunto de câmeras e antecipando a resolução de 200 MP. Agora, a empresa revelou mais detalhes sobre o modelo.
O Signature 27 será equipado com o Snapdragon 8 Elite Extreme Gen 6, que promete ganhos para inteligência artificial, câmeras, jogos e conectividade.
O celular também terá um sistema que, segundo a empresa, pode dobrar as velocidades de download e acelerar aplicações de IA na nuvem.
Para manter o desempenho em tarefas pesadas, a Motorola desenvolveu o sistema de resfriamento ArcticMesh. A solução combina gel térmico com diamante, metal líquido, malha de cobre e uma câmara de vapor 3D redesenhada. O conjunto é 40% maior que o da geração anterior.
Câmera de 200 MP ganha reforço de IA
O conjunto fotográfico tem como destaque a câmera periscópica de 200 MP, voltada para fotografar objetos e paisagens distantes. A câmera principal, por sua vez, usa um sensor Sony LYTIA 910 de 50 MP.
Para vídeos, o Signature 27 traz o Video Enhancement Engine, que usa IA para analisar a cena e ajustar os tons de cor durante a gravação. A Motorola cita melhorias em situações como ambientes escuros, shows e registros de pôr do sol.
A estabilização também recebeu atenção. O aparelho combina a estabilização eletrônica da Qualcomm com hardware OIS de 3,5 graus para deixar gravações feitas andando ou com movimentos de câmera mais suaves.
A proposta é combinar a experiência da Bang & Olufsen em áudio e design com a tecnologia dos celulares premium da Motorola.
Design tem duas versões
O novo celular top da Motorola tem corpo de alumínio com laterais curvas e uma área de câmeras que mistura cerâmica e alumínio escovado. Serão duas opções de acabamento.
A versão PANTONE Coal Smoke usa uma textura inspirada em tecidos técnicos e equipamentos automotivos. Já a PANTONE Capulet Green tem acabamento inspirado em penas, com uma textura mais suave.
A Motorola afirma que o Signature 27 vai chegar a mercados de todo o mundo ainda em 2026, masnão revelou preço ou uma data específica de disponibilidade. De qualquer forma, sabemos que vem com o novo Snapdragon para celulares top em versão ainda mais poderosa.
O jogo Senua, terceiro capítulo da saga Hellblade, foi engavetado durante as incertezas que cercam a Ninja Theory. O estúdio é ameaçado pelas movimentações recentes da XBOX, que já abriu o processo de consulta para o encerramento de suas atividades.
Um dos grandes nomes da Microsoft, Matt Booty, revelou que a desenvolvedora quase foi salva. Havia duas propostas para a aquisição da companhia por produtoras, mas nenhuma delas seguiu adiante por razões que não foram oficialmente divulgadas.
Sem um novo comprador, há grandes chances de fecharem as portas em breve. A XBOX confirmou que continuará a buscar alternativas durante esta etapa, mas não há garantia alguma que o lar de franquias como Kung Fu Chaos e Heavenly Sword sobreviverá.
A notícia chega em um dia sombrio para a Microsoft: ela entregou Master Chief nas mãos da Activision, demitiu centenas de funcionários e mudou alguns estúdios de lugar. Além da Halo Studios, a Rare também responderá à produtora de Call of Duty.
De acordo com a companhia, a equipe afetada receberá apoio nesta fase delicada e em outubro farão uma reunião geral — na qual abordarão o futuro do time e quais serão os próximos passos nesta estratégia.
A confusão da Ninja Theory
O anúncio de Senua, em junho de 2026, causou uma grande tumulto dentro do mercado de jogos. Após demonstrar o título, a Microsoft revelou que colocaria a desenvolvedora à venda — ou seja, o trailer serviu apenas de “showcase” do que a compradora ia levar, não um conteúdo que os fãs receberiam de fato.
A polêmica foi intensa, porém a Microsoft seguiu com o seu plano de venda. Estúdios como a Double Fine e a Compulsion Games voltaram a atuar de forma independente, enquanto a própria Ninja Theory e a Undead Labs seriam vendidas para uma produtora externa.
Pelo visto, não foi encontrado um comprador até este novo estágio e o resultado pode ser o fechamento do estúdio. Enquanto isso, os fãs que estavam empolgados pelo terceiro Hellblade terão de encarar o engavetamento e a ameaça de a experiência ser cancelada em breve.
A Qualcomm anunciou nesta terça-feira (22) uma parceria com o Google para alimentar os recém-anunciados Googlebooks com chips Snapdragon X Elite. As primeiras fabricantes a usar seus processadores para os novos notebooks são a Dell e a HP.
De acordo com a companhia, a ideia é fortalecer o sistema e recursos como o Cast My Apps, Magic Pointer e Rambler. Além disso, eles reforçam o poder computacional para rodar o Gemini Intelligence localmente — inteligência artificial dos dispositivos.
Para celebrar o trabalho conjunto, a Qualcomm destaca as experiências multidispositivo com celulares e tablets com processadores Snapdragon e a nova plataforma — bem como a compatibilidade de apps e jogos nativos para Android.
Por usar o sistema operacional visto no mercado mobile, os usuários que optarem pelos Googlebooks com os chips poderão contar com recursos populares do Snapdragon Elite Gaming — que traz taxas de quadros mais rápidas e gráficos aprimorados.
É importante levar em consideração que os dispositivos da Dell e HP ainda não são vendidos oficialmente no Brasil. Do mesmo modo como os produtos da linha Pixel, eles seguem sem previsão para aterrissar no mercado nacional.
Notebooks Qualcomm com múltiplas camadas
Uma das grandes reclamações no ecossistema Snapdragon era em relação aos jogos em computadores e notebooks — algo que a companhia se esforçou para reverter desde a sua chegada neste nicho.
O vice-presidente sênior e gerente geral de computação e jogos da Qualcomm Technologies, Inc., Kedar Kondap, reforça o suporte que eles oferecem para os usuários e jogadores que optarem por aparelhos de sua linha.
“O Snapdragon X Elite oferece desempenho e eficiência extraordinários, agora combinados com suporte a aplicativos e jogos nativos Android para usuários de Googlebooks. Temos orgulho de trabalhar com o Google, assim como com OEMs globais, começando pela Dell e HP, para habilitar as capacidades de ponta dessa nova categoria de laptops alimentados pela Snapdragon e projetados para a continuidade entre dispositivos para usuários de celulares Android movidos pela Snapdragon”, afirma o executivo.
O Google também ressalta a importância da chegada da companhia ao cenário, com várias vantagens que eles podem trazer aos seus novos dispositivos. O vice-presidente e gerente geral de laptops, tablets e Android Enterprise, John Solomon, aponta o que os usuários ganham ao escolher o chip:
“Por meio do nosso trabalho com a Qualcomm Technologies, o Snapdragon X Elite oferece o desempenho incrível, a duração da bateria durante todo o dia e a eficiência da NPU necessários para dar vida a esse ecossistema — possibilitando aplicativos Android nativos, conectividade fluida entre dispositivos e recursos intuitivos de inteligência Gemini que mantêm os usuários produtivos e em seu fluxo”, relata Solomon.
Jogar no PC usando teclado e mouse nem sempre é a melhor experiência, especialmente em títulos de plataforma, luta ou corrida. Se você procura um controle de qualidade, com visual nostálgico e que entregue precisão, a Amazon fez a limpa no estoque e derrubou o preço do 8Bitdo Sn30 Pro USB Gamepad. O acessório, que costuma custar R$ 248,81, está saindo por apenas R$ 159,96 parcelado, uma oportunidade urgente para garantir o seu antes que a promoção acabe.
Este controle chama a atenção logo de cara pelo seu visual inspirado no clássico Super Nintendo, trazendo uma dose deliciosa de nostalgia para a sua jogatina diária. Mas não se engane pela carinha dos anos 90: ele vem muito bem equipado com dois analógicos e botões de ombro extras, garantindo que você consiga jogar desde os clássicos de emuladores até os lançamentos em 3D mais recentes com facilidade.
A qualidade de construção é um ponto de destaque absoluto entre quem já comprou. Ele tem um acabamento firme e materiais de primeira linha, garantindo durabilidade mesmo naquelas sessões de jogo mais intensas, sem aquela sensação de plástico frágil. Além disso, por ser um modelo USB, a conexão é direta no PC, garantindo respostas rápidas e sem atrasos nos seus comandos.
Outro grande benefício direto é o seu formato compacto e confortável. Ele se adapta perfeitamente em mãos menores, sendo uma excelente opção de compra para crianças ou para quem sente desconforto e cansaço com os controles atuais, que costumam ser maiores e mais pesados. Tudo isso com um direcional em cruz (D-pad) excelente para executar golpes complexos em jogos de luta.
Vale a pena comprar o 8Bitdo Sn30 Pro USB Gamepad?
Para quem busca um controle versátil e bem construído para o PC, vale muito a pena aproveitar este desconto. Os compradores elogiam bastante a resistência do material e a ótima resposta nos mais variados gêneros de games.
Para fazer uma compra consciente, é preciso apenas ter em mente dois detalhes práticos: ele é cabeado (com um fio de 1,70m) e a pintura das letras nos botões segue o padrão da Nintendo. Como o PC costuma reconhecer o layout do Xbox, você precisará usar um pouco da memória muscular na hora de apertar o A, B, X e Y, mas nada que tire o brilho da experiência. Por esse preço promocional, é um acessório fantástico para ter na sua mesa. Aproveite agora!
Demolidor: Renascido já tem data para acabar no Disney+. O Marvel Studios confirmou que a vindoura terceira temporada do programa será a última, concluindo a jornada do Homem Sem Medo na televisão.
Segundo informações da Variety, o capítulo final tem sua estreia prevista para 2027, mas uma data específica ainda não foi confirmada. As filmagens da temporada foram encerradas há alguns meses, e a equipe trabalha agora no processo de pós-produção.
O veículo informou também que Dario Scardapane, cocriador e produtor executivo de Demolidor: Renascido, deixou o programa após o fim das gravações, sem ter seu contrato renovado.
A Marvel não deu uma justificativa para o fim precoce da série, a única do estúdio a ter passado de duas temporadas no Disney+, mas vale lembrar que a audiência da temporada 2, lançada em março de 2026, não andava bem, com uma queda de mais de 50% em relação ao capítulo inicial.
Fim da linha para o Demolidor
Lançada em 2025, Demolidor: Renascido chegou ao MCU como uma oportunidade de continuar explorando as aventuras de Matt Murdock (Charlie Cox), um advogado que vive uma vida dupla entre a advocacia e o combate ao crime como um vigilante mascarado.
O programa deu continuidade à série da Netflix, lançada em 2015, trazendo boa parte do elenco principal, como Vincent D’Onofrio como o vilão Rei do Crime, Deborah Ann Woll como Karen Page e Elden Henson como Foggy Nelson.
Demolidor: Renascido ainda trouxe de volta ao combate Krysten Ritter como Jessica Jones e Mike Colter como Luke Cage no segundo ano, e especula-se que a terceira temporada contará com retorno de Finn Jones como Danny Rand, formando os Defensores novamente.
Por enquanto, a Marvel não forneceu nenhum detalhe sobre qual será a trama do terceiro capítulo da série, mas o último ano deve explorar os desdobramentos da prisão do Demolidor e da revelação de sua identidade. Com o Rei do Crime destituído do cargo de prefeito de Nova York, as coisas devem se intensificar ainda mais para o lado dos heróis.
A SpaceXAI lançou nesta segunda-feira (21) o Grok 4.7, novo modelo de inteligência artificial voltado principalmente para programação, agentes autônomos e trabalhos profissionais mais longos. Segundo avaliações independentes da Artificial Analysis, a novidade colocou o laboratório de Elon Musk entre os principais nomes do setor e alcançou o 3º lugar entre empresas em programação agêntica, atrás apenas de Anthropic e OpenAI.
Além do desempenho, a empresa aposta no preço. O Grok 4.7 custa a partir de US$ 2 por 1 milhão de tokens de entrada e US$ 6 por 1 milhão de tokens de saída, abaixo de modelos avançados como GPT-5.6 Sol e Claude Fable 5.1.
O que melhorou no Grok 4.7?
O Grok 4.7 usa um modelo-base maior do que o Grok 4.6 e passou por um período mais longo de treinamento por reforço, com maior peso para tarefas que podem levar horas para serem concluídas.
Segundo a SpaceXAI, isso tornou o sistema melhor em revisar o próprio trabalho, manter informações relevantes durante tarefas extensas e trabalhar com ferramentas externas. O modelo também foi treinado especificamente para operar com o Grok Bot, agente da empresa voltado à execução de tarefas.
Nos testes próprios da companhia, o Grok 4.7 alcançou 46,3% no CursorBench 4.0, voltado a programação de longa duração, contra 40,4% do Grok 4.6 e 41,7% do GPT-5.6 Sol Max. No DeepSWE, outro benchmark de engenharia de software, marcou 71%, próximo dos 72,7% do modelo da OpenAI.
O modelo também apresentou bons resultados em atividades profissionais. No AA Briefcase, que mede tarefas de várias horas semelhantes às realizadas por profissionais, chegou a 1.657 pontos, contra 1.487 do GPT-5.6 Sol e 1.678 do Claude Fable 5.1 nos testes divulgados pela SpaceXAI.
Grok ficou em 3º lugar, mas depende do ranking
A posição precisa de contexto. Elon Musk afirmou que o Grok 4.7 colocou a SpaceXAI em terceiro lugar entre laboratórios no segmento de programação agêntica, atrás de Anthropic e OpenAI.
Na avaliação independente da Artificial Analysis, o Grok 4.7 com Grok Build marcou 56 pontos no Coding Agent Index, nove a mais que a geração anterior. Entre modelos executados com as ferramentas de seus próprios desenvolvedores, ficou atrás apenas de Claude Fable 5.1, GPT-6 Astra e Claude Opus 5.
Já no Artificial Analysis Intelligence Index, que reúne diferentes tipos de tarefas e oferece uma visão mais geral de capacidade, o Grok 4.7 recebeu 46 pontos e aparece mais abaixo no ranking geral. Portanto, o “terceiro lugar” não significa que ele seja literalmente a terceira melhor IA em qualquer tipo de uso.
Grok 4.7 custa menos que rivais avançados
O preço é um dos principais argumentos da nova geração.
Para requisições com até 200 mil tokens de contexto, a API do Grok 4.7 cobra US$ 2 por milhão de tokens de entrada e US$ 6 pela saída. Acima desse limite, os valores passam para US$ 4 e US$ 12, respectivamente.
O GPT-5.6 Sol, por comparação, custa US$ 4 na entrada e US$ 20 na saída em sua tarifa padrão. Já o Claude Fable 5.1 cobra US$ 10 e US$ 50, respectivamente.
A comparação não significa que os três modelos entreguem o mesmo desempenho em todas as tarefas. A própria Artificial Analysis também observa que o Grok 4.7 pode consumir muitos tokens e apresenta velocidade de saída relativamente baixa em determinados testes, o que pode influenciar o custo real de tarefas longas.
O Grok 4.7 já está disponível na API da SpaceXAI, no Cursor, no Grok Build e por plataformas como OpenRouter, Vercel e Cloudflare. O modelo aceita texto e imagens, oferece janela de contexto de 500 mil tokens e permite escolher diferentes níveis de raciocínio.
Os assistentes de inteligência artificial, como ChatGPT, Gemini e Claude, são usados para tirar dúvidas, organizar tarefas e até conversar sobre questões pessoais. O problema é que essa proximidade também pode levar usuários a compartilhar informações que deveriam permanecer privadas.
Muitas vezes, as conversas com IA podem reunir dados financeiros, questões de saúde, inseguranças pessoais e detalhes de projetos ou da vida cotidiana. Como esses serviços processam as informações em servidores remotos, o usuário nem sempre tem controle sobre o que acontece com os dados depois do envio.
Existem, porém, diferentes formas de reduzir essa exposição. Elas vão desde contratos que limitam a retenção das conversas até tecnologias de segurança e modelos de IA executados no próprio dispositivo.
A seguir, tire suas dúvidas sobre:
Por que suas conversas com IA são um risco à privacidade?
O que são e como funcionam os Contratos de Retenção Zero de Dados (ZDR)?
É possível confiar em serviços intermediários “sem registros”?
O que são Ambientes de Execução Confiáveis (TEEs)?
É mais seguro quando os dados são processados localmente?
Por que uma IA segura custa mais caro?
Por que suas conversas com IA são um risco à privacidade?
Os chatbots ocupam um espaço parecido com o de um “confessionário virtual”. É comum encontrar usuários compartilhando com a IA informações sobre relacionamentos, finanças, saúde, trabalho e outros assuntos pessoais.
O problema começa quando esses dados são enviados para servidores externos. Serviços tradicionais de IA, como ChatGPT, Claude e Gemini, coletam e armazenam conversas por padrão, de acordo com as políticas de cada plataforma. O uso dessas informações varia conforme o serviço e as configurações escolhidas pelo usuário, podendo incluir o aprimoramento dos modelos de IA.
Além de serem usadas para treinar modelos, as conversas podem ser acessadas por meio de solicitações de autoridades policiais ou por prestadores de serviço terceirizados que ajudam a ajustar os sistemas. Dependendo das políticas de cada empresa, os dados também podem chegar a parceiros comerciais e anunciantes ou ser requisitados em intimações de processos judiciais civis. Isso cria uma nova preocupação de privacidade, já que uma única conversa pode concentrar uma quantidade grande de informações sobre uma pessoa.
Como observa Moxie Marlinspike, criador do Signal, o principal ponto de exposição que antes estava nas mensagens de texto não criptografadas migrou para as conversas com IA. Segundo ele, essa mudança amplia os riscos de privacidade, já que os sistemas de IA concentram uma quantidade muito maior de informações sobre os usuários.
O que são e como funcionam os Contratos de Retenção Zero de Dados (ZDR)?
Uma das alternativas à coleta de dados são os contratos de Retenção Zero de Dados (Zero Data Retention ou ZDR). Empresas como OpenAI, Anthropic e Google oferecem esses acordos, que determinam a exclusão dos registros das conversas após o processamento. Porém, essa opção costuma ficar restrita a contas corporativas e de desenvolvedores pagas, fora do alcance da maioria dos usuários comuns.
O ZDR também tem exceções para monitoramento de segurança e prevenção de abusos. A Anthropic, por exemplo, não aplica a retenção zero a pesquisas sobre hacking ou fraudes. A OpenAI usa o Private Safety Processing para analisar atividades nos sistemas do cliente antes da exclusão e pode alertar a equipe da plataforma em caso de irregularidades.
No Google, prompts do Gemini podem ser mantidos para análise de abusos mesmo sob ZDR. A empresa remove o endereço IP e o ID do usuário, mas o próprio texto da pergunta ainda pode revelar quem fez a consulta.
Por isso, o ZDR funciona como uma proteção prevista em contrato entre o cliente e o provedor. Ele não oferece uma barreira criptográfica que impeça completamente o acesso aos dados.
É possível confiar em serviços intermediários “sem registros”?
Outra opção para aumentar a privacidade são serviços que prometem não guardar registros das conversas, como Proton Lumo, Duck.ai e Venice.ai. Algumas dessas plataformas também escondem o endereço IP do usuário e enviam as perguntas para modelos de outras empresas, como os da OpenAI e da Anthropic.
O problema é que uma política de privacidade não oferece a mesma garantia que uma proteção técnica. Como explica o criptógrafo Matthew Green, da Universidade Johns Hopkins, mesmo que o serviço intermediário não guarde registros, o modelo de IA que recebe a pergunta ainda pode coletar o texto.
Além disso, esconder o endereço IP não elimina totalmente o risco de identificação. O próprio conteúdo da conversa pode revelar informações sobre quem fez a pergunta. Uma consulta sobre um local específico ou um documento particular, por exemplo, pode trazer detalhes suficientes para identificar o usuário.
O que são Ambientes de Execução Confiáveis (TEEs)?
Uma das dificuldades para proteger conversas com inteligência artificial está no próprio funcionamento desses modelos. Em aplicativos de mensagens, o servidor pode apenas encaminhar os dados sem acessar seu conteúdo. Já as IAs na nuvem precisam receber o texto sem criptografia para processá-lo e gerar uma resposta. Como a criptografia de ponta a ponta tradicional ainda não funciona da mesma forma para esses sistemas, a indústria começou a usar os Ambientes de Execução Confiáveis (TEEs).
Os TEEs usam uma proteção baseada em hardware para limitar o acesso aos dados. A tecnologia impede que o serviço grave as conversas e restringe o acesso ao conteúdo durante o processamento. Por exemplo, com a tecnologia Confidential Computing da Nvidia, os prompts são processados em áreas isoladas do hardware. O servidor pode gerar uma prova criptográfica de que outras partes da infraestrutura não conseguem acessar esses dados.
Um dos principais exemplos é o Confer, assistente privado criado por Moxie Marlinspike, fundador do Signal. O serviço usa TEEs em chips Nvidia, autenticação por passkeys e código aberto, que pode ser analisado publicamente.
Outro exemplo é o modo incógnito do Meta AI no WhatsApp, desenvolvido com apoio de Marlinspike. A opção pode ser ativada ao tocar no botão de busca da IA e selecionar o ícone de cadeado. Embora não use criptografia de ponta a ponta tradicional, o sistema impede a Meta de manter registros da conversa.
O modelo é diferente do novo agente Muse, também da Meta, que ainda funciona em máquinas virtuais separadas, sem o uso de TEEs.
É mais seguro quando os dados são processados localmente?
Executar a inteligência artificial no próprio computador é uma alternativa para quem busca mais privacidade. Ferramentas para usuários avançados, como Ollama, LM Studio e LocalAI, permitem rodar modelos de linguagem 100% offline. Nesse caso, as informações não precisam sair do dispositivo.
Já a Apple segue uma estratégia híbrida. Para tarefas do dia a dia, a empresa usa um modelo compacto no próprio iPhone, Mac ou Apple Watch. Quando a tarefa precisa de mais capacidade, o processamento é enviado ao Private Cloud Compute (PCC), uma estrutura de nuvem privada.
No entanto, quando a Siri ou a Apple Intelligence faz uma pesquisa no ChatGPT ou em outros serviços de terceiros, a proteção do PCC deixa de valer. Antes de enviar a pergunta, porém, o sistema pede autorização ao usuário.
O principal limite da IA local é o desempenho. Os computadores pessoais têm menos capacidade de processamento que os grandes data centers, o que restringe o tamanho dos modelos que podem ser executados. Como resultado, o usuário pode precisar escolher modelos menores e sujeitos a erros.
Por que uma IA segura custa mais caro?
Para manter uma inteligência artificial avançada, é necessário grandes data centers, processadores de alto desempenho e muito consumo de energia. A forma de pagar por essa estrutura, porém, varia conforme o modelo de negócio de cada empresa.
Serviços populares, como ChatGPT e Claude, cobram cerca de US$ 20 por mês. Já ferramentas focadas em privacidade, como o Confer, chegam a US$ 34,99 mensais. Segundo Moxie Marlinspike, fundador do Confer, a diferença representa o custo real e sem subsídios para processar consultas em hardware isolado.
Marlinspike afirma que concorrentes tradicionais conseguem cobrar menos porque parte dos custos operacionais é compensada pela monetização dos dados dos usuários.
Esse modelo também levanta dúvidas sobre a sustentabilidade das IAs focadas em privacidade. Sem explorar os dados dos usuários, essas empresas precisam encontrar outras formas de manter o serviço financeiramente viável. Com custos operacionais altos, existe o risco de algumas reduzirem suas medidas de proteção de dados ao longo do tempo. Como resume Matthew Green, professor da Universidade Johns Hopkins: “Se você quer privacidade de verdade, talvez tenha que pagar por ela”.
Mais de 10 anos depois que David Fincher (Clube da Luta) apresentou ao mundo o icônico A Rede Social (2010), Mark Zuckerberg está de volta aos cinemas com O Outro Lado das Redes, filme que aborda um caso polêmico da Meta e que precisou passar por alterações para evitar possíveis processos judiciais.
Com Jeremy Strong (Succession) interpretando o dono do Facebook, O Outro Lado das Redes vai narrar os acontecimentos daquilo que ficou conhecido como Facebook Files. O caso, datado de 2021, consistiu na publicação de uma série de reportagens no The Wall Street Journal sobre pesquisas internas da empresa que revelavam os impactos negativos da plataforma nos usuários, principalmente adolescentes.
Os documentos, que foram vazados pela ex-engenheira e cientista de dados da empresa Frances Haugen, também mostravam como a empresa tinha conhecimento desses impactos, assim como a influência da rede na disseminação de discursos de ódio e fake news.
Diante de um caso tão delicado e controverso, o diretor Aaron Sorkin (West Wing), que roteirizou o filme de Fincher, contou ao The New York Times que foram necessárias algumas mudanças no roteiro para evitar uma represália da Meta.
“Em circunstâncias normais, com uma obra de não-ficção, o departamento jurídico do estúdio faria uma verificação minuciosa. Com este filme, eles contrataram um escritório de advocacia externo apenas para garantir que tudo o que fosse apresentado como fato realmente fosse um fato. Foi angustiante. As coisas que eu não pude dizer ou fazer foram angustiantes. A ironia é que estávamos dispostos a fazer uma verificação minuciosa dos fatos de um filme sobre uma empresa que se recusava a fazer o mesmo”, explicou Sorkin.
Receio de represália
Ainda falando ao The New York Times, Aaron Sorkin comentou que O Outro Lado das Redes não foi um projeto fácil, especialmente por causa de todo o escrutínio que seu roteiro recebeu do estúdio.
A análise minuciosa, conforme relatado pelo cineasta, foi necessária justamente para evitar qualquer tipo de represália que a Sony e todos os envolvidos poderiam sofrer da Meta, caso o filme não fosse bem-recebido por Zuckerberg e companhia.
“Aprovar esse projeto não foi uma decisão fácil. Além de tudo, você tem essa empresa fenomenalmente poderosa e com recursos ilimitados que pode te processar a qualquer momento. Pelo que sei, a Sony recebeu cartas da Meta, mas não acho que essas cartas diziam: ‘Desejamos a vocês toda a sorte do mundo, mandem ingressos para a estreia’”, comentou Sorkin.
Com estreia marcada para 22 de outubro, O Outro Lado das Redes tem Jeremy Strong interpretando Zuckerberg, papel vivido por Jesse Eisenberg no filme de 2010. O elenco também tem Mikey Madison (Anora) e Jeremy Allen White (O Urso).
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