iPhone 17 Pro supera rivais em teste e tem melhor desempenho de recarga do mercado (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)Resumo
Panorama geral: O iPhone 17 Pro foi eleito o celular com a recarga mais rápida do mercado em testes da CNET, superando 32 modelos na média combinada entre os critérios com e sem fio.
Apenas com cabo: O Galaxy S26 Ultra liderou este segmento, atingindo 76% de carga em 30 minutos com 60 Watts de potência, enquanto o iPhone 17 Pro alcançou 74% no mesmo período com 40 Watts.
Apenas indução: O iPhone 17 Pro dominou a categoria sem fio ao carregar 55% da bateria em 30 minutos, ficando à frente de outros modelos da Apple e do Galaxy S26 Ultra, que atingiu 39%.
O iPhone 17 Pro recebeu o título de celular com o carregamento mais rápido do mercado após testes realizados em laboratório. O modelo top de linha da Apple teve um aproveitamento maior que os outros 32 modelos quando considerados os critérios de recarga por fio e sem fio. Ele ficou à frente do iPhone 17 Pro Max e rivais de marcas como Samsung, Motorola e OnePlus.
Apesar da vantagem no cômputo geral, o celular da maçã ficou atrás do Galaxy S26 Ultra especificamente no carregamento via cabo, dominado pelo top de linha da Samsung. Outros modelos considerados nos testes foram o Galaxy Z Fold 7, Galaxy S25 FE, Moto G Stylus 2025 e OnePlus 15.
Os testes foram feitos com os respectivos cabos que acompanham os aparelhos, todos plugados em um adaptador de tomada com velocidade máxima de carga equivalente ou maior que o celular em questão. Nesse cenário padrão, o Galaxy S26 Ultra chegou aos 76% de bateria nos 30 minutos, enquanto o iPhone 17 Pro ficou com 74%.
Vale reforçar que o modelo da Apple tem suporte a 40 Watts, enquanto o aparelho da Samsung alcançou a carga maior com seus 60 Watts de potência máxima. Ambos foram testados em seus cenários ideais.
Além deles, outros modelos chamaram atenção: o Moto G Style 2025, que também foi a 74%, e o OnePlus 15, com 72%. Logo em seguida aparecem os iPhones 17 e 17 Pro Max, com 69%, mesmo nível de recarga do Galaxy S25 FE.
Recarga sem fio
Ao considerar o carregamento por indução, o iPhone 17 Pro chegou a 55% dentro de 30 minutos, superando outros modelos da maçã, como iPhone 17 Pro Max (53%), iPhone 17 (49%) e iPhone Air (47%). Já o Galaxy S26 Ultra chegou a 39% durante o período.
As avaliações foram realizadas pela equipe técnica do site especializado CNET, que tentou descobrir o comportamento do smartphone com uma recarga partindo de 10%, pelo período de 30 minutos. Eles fizeram duas tabelas: uma com a recarga por cabo e outra com a recarga por indução (nos padrões Qi, Qi2 e Qi2.2). Um dos motivos apontados para a vantagem do iPhone 17 Pro foi o tamanho da bateria, com 4.252 mAh, menor que os 5.000 mAh presentes em outros telefones.
O Galaxy S25 Ultra de 256 GB está saindo por apenas R$ 5.469 no Pix com o cupom TEL1700 no Magazine Luiza. A oferta representa um desconto de 54% frente ao valor original de R$ 11.999 pelo celular da Samsung. Na ficha técnica, se destacam a câmera quádrupla com sensor principal de 200 MP e o chip Snapdragon.
Galaxy S25 Ultra traz quatro câmeras e Snapdragon 8 Elite
O conjunto quádruplo traseiro utiliza um sensor principal de 200 megapixels com estabilização óptica. A lente periscópica de 50 MP oferece zoom de 5x para capturar detalhes distantes com clareza. Outra teleobjetiva de 10 MP auxilia em retratos, enquanto a ultrawide de 50 MP amplia o campo de visão. O sistema grava vídeos em 8K e possui foco automático por laser.
O processador Snapdragon 8 Elite acompanhado por RAM de 12 GB assegura fluidez na execução simultânea de apps pesados e navegação intensa. Seus núcleos de 4,47 GHz eliminam esperas no carregamento de jogos com gráficos complexos e edição de vídeos em 8K. E a eficiência térmica do chip de 3 nanômetros evita o aquecimento excessivo.
A tela Dynamic AMOLED 2X de 6,9 polegadas entrega uma experiência visual imersiva e fluida. Com resolução QHD+ e 2.600 nits de brilho, o painel garante visibilidade total mesmo sob sol forte. A tecnologia do display ajusta a taxa de atualização até 120 Hz para economizar energia, enquanto o vidro Gorilla Armor 2 reduz reflexos durante o uso diário.
Galaxy S25 Ultra tem tela AMOLED de 6,9 polegadas (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
A bateria de 5.000 mAh, aliada à eficiência energética do celular, garante até 31 horas de autonomia para reprodução de vídeos segundo a Samsung. O smartphone ainda será atualizado até o Android 22, e é compatível com o 5G, NFC, Wi-Fi 7 e Bluetooth 6.0.
Lembrando que com o cupom TEL1700, o preço do Galaxy S25 Ultra (256 GB) cai para R$ 5.469 no Pix.
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Galaxy S25 Ultra tem câmera quádrupla com principal de 200 MP, Snapdragon 8 Elite e RAM de 12 GB; celular da Samsung cai 54% em oferta no Magazine Luiza
Galaxy S25 Ultra tem tela AMOLED de 6,9 polegadas (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
“Todas as chaves eram falsas”, relatou consumidor (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
O Kabum expulsou lojas que vendiam softwares piratas da Microsoft, incluindo chaves falsas do Windows e Office.
A expulsão ocorreu após relatos de consumidores que compraram licenças supostamente vitalícias, mas perderam o acesso após um tempo.
O Kabum afirmou que monitora continuamente a operação para garantir a qualidade e originalidade dos produtos e que inativa imediatamente lojistas e ofertas irregulares.
O site de vendas Kabum confirmou com exclusividade ao Tecnoblog que expulsou pelo menos uma loja flagrada comercializando softwares piratas da Microsoft. Outras empresas participantes da plataforma também estão sob análise, após uma escalada no número de consumidores reclamando do Kabum nas redes.
Na última semana, diversos relatos começaram a surgir na internet. As pessoas se queixavam de comprar licenças do Windows e do Office supostamente vitalícias, mas ficarem sem acesso às tecnologias após um tempo.
“Ao receber os produtos, a suspeita começou pela mídia física bizarra. Entrei em contato com o suporte oficial da Microsoft e a bomba caiu: todas as chaves eram falsas.” Foi assim que um usuário do Reddit resumiu a situação.
O usuário classificou a atuação do site Kabum como “negligência” e “conivência”. De acordo com ele, a origem dos softwares não é informada aos potenciais compradores porque “no fim das contas, estão lucrando em cima de cada venda pirata”.
Não custa lembrar: o Kabum opera tanto com estoque próprio quanto com vendas de terceiros, que são identificadas assim. O e-commerce declarou que monitora continuamente a operação “para garantir a qualidade e originalidade“ dos produtos. Ele esclareceu ainda que “inativa imediatamente o lojista e a oferta irregulares”.
As suspeitas sobre a procedência dos programas de computador podem ser visualizadas no Reclame Aqui. Um cliente de Marataízes, no Espírito Santo, contou que esbarrou com anúncios altamente suspeitos dos seguintes produtos:
Windows Server 2025 Datacenter em mídia física
Windows 11 Pro/Home com chave vitalícia
Visual Studio 2026 Enterprise
Pacote Office 2024 com funcionamento perpétuo e envio imediato
“Ao consultar o diretório oficial de parceiros da Microsoft, a empresa mencionada não consta como parceira autorizada, o que reforça a suspeita de irregularidade.” O Kabum nos disse que mantém contato direto com as fabricantes, com acesso a lista de parceiros autorizados.
“Diretamente prejudicado”, diz consumidor
O cliente capixaba relatou insatisfação pois, após a compra de “softwares corporativos por valores inferiores a R$ 200”, a Microsoft passou a não reconhecer as licenças. “Minha empresa foi diretamente prejudicada”, concluiu.
Ainda não se sabe quantos outros lojistas serão expulsos do marketplace. O Kabum foi fundado em 2003 por dois irmãos em Limeira, no interior de São Paulo. Em 2021, foi comprado e passou a fazer parte do grupo Magazine Luiza.
O Kindle Paperwhite Signature Edition é um dos e-readers que estão mais baratos durante a Book Friday da Amazon. O dispositivo com preço original de R$ 1.199 está por R$ 959 em até 10x sem juros, logo você garante um desconto de 20%. O período de preços mais baixos nesse e em outros Kindles vai até 18 de maio.
Paperwhite Signature Edition tem tela antirreflexo e longa autonomia
O Kindle Paperwhite Signature Edition é um dos modelos mais avançados do leitor de livros digitais. A começar pela sua tela e-ink Paperwhite de 7 polegadas com iluminação embutida de 17 LEDs e 300 ppi. Além de possuir tecnologia antirreflexo, conta com um sensor adaptável à luz ambiente ou solar. O usuário também pode escolher entre um tom de tela branco ou amarelado.
A bateria do modelo supera a versão do e-reader mais básica e também da colorida (Colorsoft). De acordo com a fabricante, pode durar até 12 semanas a partir de algumas condições baseadas em tempo de uso diário e nível de iluminação. O tempo de carregamento leva em torno de 5 horas com cabo USB ou período inferior por adaptador sem fio.
O dispositivo conta com 32 GB de armazenamento interno, possibilitando baixar uma grande quantidade de títulos na biblioteca, incluindo ePubs, PDFs e outros formatos compatíveis. Já em termos de compatibilidade, suporta redes de Wi-Fi 2,4 GHz e 5 GHz.
Kindle Paperwhite Signature Edition pesa 214 gramas (foto: Divulgação)
Por fim, o e-reader possui certificação IPX8, o que significa não incluir resistência a poeira mas apresentar proteção avançada contra água, incluindo sobreviver imerso por até 1 metro de profundidade durante 30 minutos.
O Kindle Paperwhite Signature Edition em oferta na Book Friday da Amazon por R$ 959 em até 10x sem juros ainda possibilita personalizar o tamanho da fonte e espaçamentos entre linhas e margens.
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O iPhone 17e de 256 GB está saindo por apenas R$ 4.139,10 no Pix com o cupom 300SMART na Amazon. A oferta representa um desconto de 29% frente ao valor original de R$ 5.799 cobrando pelo celular da Apple, que se destaca pelo custo-benefício. Na ficha técnica, desempenho é um dos principais destaques.
iPhone 17e tem Apple A19 e melhorias frente ao iPhone 16e
O iPhone 17e é o smartphone mais barato da Apple a ser equipado com o novo processador A19. Mesmo com um núcleo de GPU a menos em relação ao iPhone 17, o chip com arquitetura de 3 nanômetros e frequências de até 4,26 GHz deve entregar execução fluida de jogos pesados e alta eficiência energética no cotidiano.
Segundo a Apple, a bateria possui autonomia para até 26 horas e carrega 50% em apenas 30 minutos utilizando um adaptador de energia de 20 W ou superior. Ainda em relação à bateria, um dos aprimoramentos do iPhone 17e em relação ao iPhone 16e é a compatibilidade com MagSafe, adicionando uma camada a mais de praticidade no uso.
Além disso, a tela está mais resistente graças à proteção Ceramic Shield 2 contra riscos e arranhões, mais avançada que a usada no iPhone 16e. Demais especificações permanecem as mesmas entre as gerações da linha de celulares custo-benefício da Apple. Ainda na tela, são 6,1 polegadas do display Super Retina XDR OLED.
iPhone 17e (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Nas câmeras, um único sensor traseiro de 48 megapixels é responsável por entregar fotos de alta qualidade, mas com menor versatilidade em relação a modelos mais caros. A lente para selfies é uma wide de 12 MP, e tanto os sensores frontal quanto traseiro filmam em 4K até 60 fps.
O iPhone 17e de 256 GB (por R$ 4.139,10 com o cupom 300SMART no Pix) ainda tem RAM de 8 GB, que contribui para fluidez, e sai de fábrica com sistema operacional iOS 26 da Apple. O celular é compatível com redes 5G, NFC, Bluetooth 5.3 e oferece proteção IP68 contra água e poeira.
Desta forma, se forma uma opção moderna de custo-benefício para quem busca um celular da Apple para chamar de seu.
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Microsoft admite que carregar senha em texto simples no Edge não é boa ideia (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
pesquisador de segurança descobriu que Edge mantinha senhas descriptografadas na memória RAM;
Microsoft havia sido alertada na época, mas argumentou que esse comportamento era esperado e, portanto, nada mudaria;
após repercussão negativa, Microsoft mudou de postura e implementou mudanças no Edge a partir da versão 148.
No início do mês, um especialista em segurança relatou ter descoberto que o Edge armazena senhas na memória RAM em forma de texto simples. A Microsoft foi alertada sobre isso, mas respondeu que… bom, é assim mesmo. Mas não deveria ser. Nesta semana, a companhia reconheceu o deslize e tomou providências.
Assim como o Chrome, o Firefox e outros navegadores, o Edge oferece uma função de gerenciamento de senhas que faz preenchimento automático de campos de login. Mas eis que o pesquisador de segurança norueguês Tom Jøran Sønstebyseter Rønning descobriu que o Edge armazena essas senhas em um espaço de memória usando o formato de texto simples:
Quando você salva senhas no Edge, o navegador descriptografa cada credencial na inicialização e as mantém residentes na memória do processo. Isso acontece mesmo se você nunca acessar um site que usa essas credenciais.
Tom Rønning, pesquisador de segurança
Isso significa que não há criptografia ou outro mecanismo avançado para proteger as combinações durante a sua permanência na memória. Na eventualidade de um hacker ou um malware alcançar esse espaço, as senhas poderão ser descobertas ou capturadas com mais facilidade.
A resposta da Microsoft ao pesquisador causou mais espanto. Basicamente, a companhia argumentou que este é um comportamento esperado para o navegador e que só haveria riscos à segurança se o computador já estivesse comprometido.
Diante disso, Rønning foi taxativo:
É verdade, até certo ponto, que um invasor com controle total do sistema pode causar grandes estragos, mas isso não significa que se deva facilitar as coisas para ele.
Tom Rønning, pesquisador de segurança
Microsoft Edge loads all your saved passwords into memory in cleartext — even when you’re not using them. pic.twitter.com/ci0ZLEYFLB
— Tom Jøran Sønstebyseter Rønning (@L1v1ng0ffTh3L4N) May 4, 2026
Microsoft mudou de postura e já providenciou correção
A reação da Microsoft pegou mal. Talvez seja por isso que houve uma mudança de postura. A companhia ainda defende que a tal abordagem não se enquadra em seus critérios de vulnerabilidade, mas admitiu que, com relação a esse aspecto, “há oportunidade de melhora”.
Pois bem, a Microsoft afirma que o seu navegador não carrega mais senhas na memória durante a sua inicialização, embora não tenha explicado como essa mudança foi feita e qual é a abordagem a partir de agora.
De todo modo, o ajuste já vale para o Edge 148 (versão atual) em todos os canais (Estável, Beta, Dev e Canary). O usuário não precisa executar nenhuma ação para se ver livre da vulnerabilidade. A simples atualização do navegador é suficiente para isso.
Via X, Tom Rønning celebrou a decisão da Microsoft, ainda que com algum nível de surpresa: “devo admitir que não achei que eles mudariam de ideia sobre isso”.
Técnica conseguiu burlar nova tecnologia de proteção da Apple (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
Pesquisadores usaram a nova IA Mythos, da Anthropic, para burlar proteções avançadas do macOS.
A falha permite acesso a áreas restritas do dispositivo, incluindo a tecnologia desenvolvida para proteger a memória dos dispositivos.
A equipe entregou um relatório de 55 páginas à Apple, que afirmou estar revisando o material.
Pesquisadores da startup de segurança Calif afirmam ter descoberto uma nova forma de burlar proteções avançadas do macOS. A descoberta foi feita com apoio do Mythos, inteligência artificial da Anthropic, durante testes realizados em abril.
Segundo o Wall Strett Journal, o exploit dá ao invasor acesso a áreas restritas do dispositivo, mirando tecnologias que a Apple levou anos para desenvolver. A equipe da Calif entregou um relatório de 55 páginas aos engenheiros da Apple pessoalmente, na sede da companhia, em Cupertino.
A Apple afirmou que está revisando o material e disse que leva relatos de vulnerabilidades potenciais “muito a sério”.
Ataque direcionado à memória do Mac
A técnica usada pela empresa de segurança não foi completamente divulgada e deve ser detalhada apenas após a correção dos bugs pela Apple. De acordo com o WSJ, ela parte da combinação de dois bugs com uma série de métodos voltados à corrupção de memória no Mac.
Esse tipo de falha pode permitir que um invasor amplie os privilégios dentro do sistema — o chamado escalonamento de privilégios —, acessando áreas normalmente isoladas.
O alvo seria justamente o Memory Integrity Enforcement (MIE), uma proteção reforçada às memórias dos dispositivos, anunciada pela Apple no ano passado. A tecnologia promete detectar e bloquear formas comuns de corrupção na memória, e cobre superfícies críticas em ataques, como o kernel.
A big tech afirma ter levado cerca de cinco anos de desenvolvimento da tecnologia, mas bastaram cinco dias para que os pesquisadores construíssem o código capaz de explorar as falhas, com ajuda do Claude, modelo de linguagem que é base do Mythos.
O que é o Mythos?
Novo modelo ainda é restrito à investigação de bugs (imagem: divulgação)
O Mythos é um software de IA da Anthropic voltado à auditoria de código e pesquisa de segurança. Anunciado no início de abril, o modelo está em beta e tem acesso restrito a integrantes do Project Glasswing, um consórcio de empresas de tecnologia como Apple e Google, voltado à cibersegurança.
No anúncio, a Anthropic afirmou que o Mythos encontrou brechas em “todos os maiores sistemas operacionais”, e deve continuar como uma ferramenta de uso limitado por esse potencial.
No caso da falha no MIE, o CEO da Calif, Thai Duong, destacou que o Mythos funcionou como um multiplicador da capacidade humana no ataque, ajudando na investigação, organização e reprodução de padrões, mas que precisou de supervisão humana.
IA de segurança entra no radar do governo dos EUA
A velocidade desse tipo de descoberta preocupa especialistas. No início de 2026, a IA da Anthropic encontrou mais de 100 vulnerabilidades de alta gravidade no Firefox em apenas duas semanas, algo que levaria dois meses em condições normais.
Esse salto deu força ao termo Bugmageddon, usado para descrever uma possível onda de vulnerabilidades descobertas com auxílio de IA. O receio é que as falhas passem a surgir mais rápido do que empresas e equipes de TI conseguem corrigi-las.
Isso também faz com que Washington esteja de olho no avanço dessas ferramentas. Segundo o WSJ, autoridades dos Estados Unidos passaram a reavaliar a forma como modelos de IA capazes de encontrar vulnerabilidades devem ser supervisionados.
O país avalia, inclusive, dar ao governo federal maior autoridade sobre modelos de IA com tamanho potencial.
Itaú está liberando o benefício gradualmente (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
Itaú começou a oferecer YouTube Premium Lite para clientes.
A oferta está disponível na área “Minhas Vantagens” do aplicativo do banco, mas ainda não é elegível para todos os clientes.
O período gratuito varia entre três e seis meses, dependendo da categoria da conta; após esse período, a assinatura será renovada de forma paga.
O Itaú começou a liberar o YouTube Premium para seus clientes. O benefício faz parte de uma campanha voltada à Copa do Mundo e busca incentivar os correntistas a acompanharem os jogos da Seleção Brasileira pela plataforma.
O banco nos informou que clientes a partir do nível 1 do programa Minhas Vantagens já podem ter acesso ao benefício. A oferta, porém, varia conforme o segmento da conta: clientes Itaú recebem o YouTube Premium Lite, enquanto correntistas Uniclass e Personnalité têm acesso ao YouTube Premium completo.
Benefício ainda não está disponível para todos os correntistas (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)
Como funciona?
Clientes Itaú ganham três meses de YouTube Premium Lite. Já correntistas Uniclass e Personnalité têm acesso ao YouTube Premium completo por três e seis meses, respectivamente.
A oferta pode ser resgatada na área Minhas Vantagens do aplicativo do banco e é limitada a um benefício por CPF. Para parte dos clientes, porém, o banner ainda aparece com a mensagem “Em breve”, indicando que a liberação deve ocorrer de forma gradual.
A parte da “maioria” importa: o Lite ainda pode exibir anúncios em Shorts e conteúdos musicais. O plano também possui menos recursos extras em comparação à assinatura tradicional do YouTube Premium.
YouTube Premium Lite ainda pode exibir anúncios (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Nas letras miúdas, o Itaú informa que a promoção vale apenas para novos assinantes do YouTube Premium. Usuários com assinatura ativa — ou que tenham utilizado o serviço nos últimos 36 meses — não poderão resgatar o benefício.
Depois do período gratuito, a assinatura será renovada automaticamente de forma paga. Quem não quiser continuar com o serviço precisará cancelar a renovação antes do fim da promoção.
Sem ofertas, os planos do YouTube Premium têm os seguintes preços:
Lite: R$ 16,90/mês
Estudante: R$ 16,90/mês (apenas para estudantes qualificados);
O iPhone 17 (512 GB) entrou em oferta por R$ 6.849,10 no Pix com o cupom 300SMART na Amazon. O smartphone da Apple com tela OLED e câmera de 48 MP, lançado por R$ 9.499, ficou 28% mais barato nesta promoção.
iPhone 17 tem tela de 120 Hz, câmera que filma em 4K e amplo espaço interno
A tela Super Retina XDR OLED abriga a Dynamic Island e tem taxa de atualização de 120 Hz (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O iPhone 17 traz tela Super Retina XDR OLED de 6,3 polegadas com design Dynamic Island e taxa de atualização adaptativa de até 120 Hz. Com brilho máximo de 3.000 nits, o painel ainda conta com os recursos ProMotion e HDR para o aprimoramento da imagem.
O telefone tem uma câmera dupla traseira de 48 MP para registrar vídeos em 4K com Estabilização Óptica de Imagem e Zoom híbrido de 2x. Já a câmera frontal de 18 MP promete selfies detalhadas com Modo Retrato e Foco Automático, além de também filmar em 4K.
Com suporte ao Apple Intelligence, o iPhone 17 adota o chip Apple A19 combinado com 8 GB de RAM para um desempenho elevado em tarefas do dia a dia. Os 512 GB de armazenamento interno garantem espaço de sobra para fotos, vídeos, aplicativos e outros arquivos.
O iPhone 17 tem duas câmeras na traseira de 48 MP (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O smartphone da Apple é equipado com uma bateria de 3.692 mAh com autonomia de até 30 horas de reprodução de vídeo, segundo a marca. O carregamento rápido de até 50 W garante que o dispositivo vá de 0 a 50% em apenas 20 minutos na tomada.
Além de suporte para eSIM, o telefone oferece conexões 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 6.0, Ultra Wideband (UWB) e NFC para ações por aproximação. Ele vem de fábrica com o iOS 26, mas receberá ao menos cinco grandes atualizações do sistema.
Seguindo o design premium da marca, o iPhone 17 (R$ 6.849,10 no Pix com o cupom 300SMART) tem estrutura de alumínio, acabamento traseiro em vidro e tela com proteção Ceramic Shield. Para mais, o certificado IP68 de resistência à água assegura proteção contra mergulhos acidentais de até 6 metros em água doce.
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A Huawei Band 10 está em oferta por R$ 229 no Pix no Magazine Luiza, um abatimento acima da média recente de 62% sobre o valor de lançamento de R$ 599.
Esta pulseira inteligente possui tela AMOLED de 1,47″, bateria com autonomia de até 14 dias e recursos para monitorar a saúde do usuário e diversas atividades esportivas.
Huawei Band 10 tem bateria de longa duração e tela AMOLED
Huawei Band 10 suporta diversas atividades esportivas, incluindo as aquáticas (imagem: Divulgação/Huawei)
A smartband Huawei Band 10 possui uma tela AMOLED de 1,47 polegada com resolução de 194 x 368 pixels, que entrega boa visibilidade no mostrador de horas e notificações. Com apenas 14 g de peso sem contar a pulseira, o gadget é bastante leve e confortável.
Este acessório conta com sensores capazes de monitorar diversas atividades esportivas. Além disso, o relógio inteligente oferece funções de qualidade de vida, como monitores do sono, da atividade cardíaca e do ciclo menstrual, medidor de oxigenação do sangue e gerenciamento de estresse.
Seu corpo de alumínio possui resistência de até cinco atmosferas de pressão (5 ATM), o que permite que ele seja usado durante a prática de esportes aquáticos. O display não possui revestimento antirriscos e arranhões; logo, o usuário deve tomar cuidado durante o uso para não danificá-lo.
Tela AMOLED do Huawei Band 10 possui 1,47″ e boa visibilidade (imagem: Divulgação/Huawei)
A bateria da smartband resiste a até 14 dias de uso moderado, 8 dias de uso típico e 3 dias com o recurso Always-On ligado, e recebe uma carga completa em 45 minutos, segundo a fabricante. O gadget conversa com redes Bluetooth 5.0 e BLE e, uma vez pareado a um celular, emite notificações ao receber chamadas.
A Huawei Band 10 roda HarmonyOS e é compatível tanto com iPhones quanto com celulares Android. A pulseira inteligente está saindo por R$ 229 no Pix no Magazine Luiza, um desconto de 62% em relação ao preço original, acima da média observada nos últimos meses.
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O Motorola Edge 60 Pro de 256 GB está saindo por R$ 2.419 no Pix com cupom INFLU200 no Magazine Luiza, valor que representa um desconto de 40% sobre o valor de lançamento de R$ 3.999, a maior oferta desde janeiro de 2026, segundo a plataforma de monitoramento Zoom.
Este celular premium tem como principais destaques a tela POLED de 6,7″, 12 GB de RAM expansíveis até 24 GB e câmeras de 50 MP.
Motorola Edge 60 Pro tem até 24 GB de RAM e câmeras de 50 MP
Câmeras do Motorola Edge 60 Pro inluem wide, ultrawide e frontal de 50 MP (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
O Edge 60 Pro é um dos melhores celulares da Motorola, ficando pouco abaixo do novo Signature. Seu kit de câmeras inclui uma wide com OIS e abertura f/1,8, uma ultrawide com ângulo de 120º e frontal que tira selfies com qualidade, todas de 50 MP. A telefoto com zoom óptico de 3x possui 10 MP. Todas gravam vídeos em 4K.
No desempenho, o chip MediaTek Dimensity 8350 Extreme de 4 nanômetros e os 12 GB de RAM expansíveis até 24 GB via recurso RAM Boost oferecem alto desempenho em multitarefa, apps e games pesados. Os 256 GB de armazenamento disponibilizam espaço interno razoável para guardar vídeos, fotos e arquivos.
A tela POLED de 6,7 polegadas, com taxa de atualização de 120 Hz e brilho de até 4.500 nits, entrega cores vivas, fluidez na rolagem e visibilidade sob luz forte do sol. O revestimento do vidro Gorilla Glass 7i protege o display contra arranhões e quedas.
Tela do Motorola Edge 60 Pro tem taxa de 120 Hz e brilho de até 4.500 nits (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
O Motorola Edge 60 Pro traz suporte ao Moto AI, a suíte de IA da Motorola, por meio de um botão dedicado que aciona recursos como edição inteligente de imagens e assistente virtual. Seu corpo de plástico e polímero de silicone conta com certificação IP68/IP69, que confere resistência contra poeira, jatos d’água de alta pressão e mergulhos de até 1,5 m em água doce por no máximo 30 minutos.
Este celular é compatível com redes Wi-Fi 6E, Bluetooth 5.4 e NFC para ações por aproximação. Sua bateria de generosos 6.000 mAh promete autonomia de até 45 horas de uso segundo a fabricante, suportando carregamento rápido de até 90 W no USB-C, de 15 W sem fio e reverso de 5 W.
O Edge 60 Pro (256 GB), um dos melhores celulares da Motorola, foi atualizado para o Android 16 e deve receber mais dois updates do sistema operacional. O gadget está em promoção por R$ 2.419 no Pix com cupom INFLU200 no Magazine Luiza, um abatimento de 40% sobre o preço original e a maior oferta vista desde janeiro de 2026.
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É preciso acessar as configurações do Windows 11 para iniciar o modo de segurança do sistema (Imagem: Guilherme Reis/Tecnoblog)
Usar o modo de segurança do Windows 11 é fundamental para diagnosticar problemas, já que ele executa o sistema operacional apenas com os drivers básicos para o funcionamento.
Para iniciar o Windows 11 no “Modo Seguro“, acesse as configurações do dispositivo, vá em ajustes do sistema e selecione a opção “Reinicialização avançada“, para abrir o ambiente de recuperação do Windows.
Também é possível entrar no modo de segurança pressionando “Shift” + botão “Reiniciar” na tela de login do PC. A seguir, veja o passo a passo com detalhes de como ativar o recurso no sistema operacional.
Como entrar no modo de segurança do Windows 11 pelas configurações
1. Acesse as configurações do Windows 11
Clique no ícone de configurações do Windows 11 para acessar a página de ajustes do sistema operacional. Você também pode pressionar o atalho “Windows + I” para abrir a página.
Acessando as configurações do Windows 11 (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)
2. Vá em “Recuperação” na guia “Sistema” do Windows
Selecione a aba “Sistema” e procure pela opção “Recuperação“. Clique para exibir as opções de inicialização do Windows 11.
Clique em “Sistema” e vá em “Recuperação” nas configurações (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)
3. Inicie a recuperação avançada do sistema operacional
Em “Reinicialização avançada“, clique no botão “Reiniciar agora“. Você será redirecionado ao Ambiente de Recuperação do Windows 11 (WinRE) para entrar no modo de segurança do sistema operacional.
Reinicie o computador pelo botão de inicialização avançada (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)
4. Selecione “Solução de problemas” no Ambiente de Recuperação do Windows (WinRE)
Quando o ambiente de recuperação for inicializado, escolha a opção “Solução de problemas“.
Vá até o menu “Solução de problemas” (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)
5. Vá em “Opções avançadas”
Clique ou selecione o menu “Opções avançadas” para exibir novas opções de inicialização, incluindo o modo de segurança do Windows 11.
Entre em “Opções avançadas” para encontrar outras opções de reinicialização (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)
6. Escolha “Configurações de Inicialização”
Selecione o o menu “Configurações de Inicialização“, caracterizado pelo ícone de engrenagem.
Escolha “Configurações de Inicialização” do Windows 11 (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)
7. Reinicie o Windows 11 para confirmar sua escolha
Uma série de informações sobre o procedimento serão exibidas na tela. Clique em “Reiniciar“.
Clique em “Reiniciar” pelo botão exibido na tela (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)
8. Digite a senha de recuperação do BitLocker (caso necessário)
Alguns computadores podem estar protegidos pelo BitLocker, um recurso de segurança do Windows. Nesse caso, será necessário inserir a chave de recuperação da unidade.
Basta seguir as orientações exibidas pela Microsoft na tela para encontrar o seu código.
Insira a chave de recuperação do BitLocker, caso seja necessário (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)
9. Inicie o Windows 11 em modo de segurança
Escolha como deseja habilitar o modo de segurança do Windows 11:
Pressione “F4” para iniciar o modo de segurança padrão;
Pressione “F5” para o habilitar modo de segurança com rede;
Pressione “F6” para entrar no modo de segurança com prompt de comando.
Pressione F4, F5 ou F6 para iniciar o Windows 11 em modo de segurança, de acordo com sua necessidade (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)
Como iniciar o Windows 11 em modo de segurança na tela de login
Você também pode acessar o Ambiente de Recuperação do Windows 11 (WinRE) a partir da tela de login do sistema operacional, caso não saiba da senha ou não se lembre do código de acesso.
Pressione o botão “Shift“, enquanto clica no menu “Reiniciar” para ativar o ambiente de recuperação, e, em seguida, iniciar o modo de segurança do Windows 11.
Segure “Shift” e clique em “Reiniciar” para acessar o Ambiente de Recuperação do Windows 11 (WinRE) (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)
O que acontece ao iniciar o Windows 11 em modo de segurança?
Entrar no modo de segurança do Windows 11 desabilita alguns drivers, recursos ou serviços disponíveis no PC, variando de acordo com as seguintes opções:
Modo de segurança: executa drivers básicos e arquivos essenciais para o funcionamento do sistema. É comum que ocorra mudanças na resoluções de vídeo e falta de conexão com a internet, devido à não inicialização dos drivers de rede;
Modo de segurança com rede: executa drivers básicos para a inicialização do Windows, incluindo drivers de rede que podem ser necessários para o diagnóstico e solução de problemas no sistema operacional;
Modo de segurança com prompt de comando: modo de segurança voltado para usuários avançados do Windows. Executa o CMD (Prompt de Comando) para resolução de problemas por meio de códigos.
Dá para entrar no modo de segurança do Windows 11 pelo boot?
Sim, pressionar a tecla “F8” durante o boot do Windows 11 pode inicializar o WinRE em alguns dispositivos — mas pode não funcionar em aparelhos mais modernos.
Nesse caso, você pode pressionar o botão “liga/desliga” por alguns segundos até o sistema operacional desligar, por algumas vezes.
Em alguns casos, essa reinicialização abrupta do Windows 11 irá abrir o ambiente de recuperação para iniciar o modo de segurança do sistema.
Tem como tirar o Windows 11 do modo de segurança?
Sim, reiniciar o Windows 11 deve remover o modo de segurança do sistema operacional.
Caso persista, pressione “Windows + R” para abrir o utilitário “executar“, digite “msconfig” e dê enter. Em seguida, desative a opção “Inicialização segura“, ou selecione “inicialização normal“, para tirar o Windows 11 do modo de segurança.
Selecione a opção “Inicialização normal” ao executar o comando “msconfig” no Windows 11 (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)
Saiba como funciona a ferramenta de automação low-code (imagem: Divulgação/n8n)
O n8n é uma ferramenta de automação que utiliza um sistema visual baseado em nós para conectar aplicativos e bancos de dados. Diferente de soluções no-code limitadas, ele permite construir fluxos lógicos complexos com uma ampla flexibilidade técnica.
O diferencial da plataforma é o suporte nativo ao self-hosting, permitindo que o usuário instale o software em seu próprio servidor. Esse modelo atrai desde entusiastas de produtividade até desenvolvedores que buscam controle total sobre privacidade e segurança das informações processadas.
O serviço oferece a versão Self-Hosted Community, gratuita para uso individual e configurações locais. Para quem prefere a conveniência da nuvem, a empresa disponibiliza os planos pagos Starter e Pro, que contam com suporte e hospedagem gerenciada.
A seguir, conheça mais sobre o n8n, para que serve e seu funcionamento detalhado. Também descubra os pontos fortes e fracos da ferramenta de automação.
O n8n é uma plataforma de automação low-code que usa um sistema de nós para conectar aplicativos, APIs e bancos de dados em fluxos integrados. Ela oferece a liberdade do código aberto e do self-hosting (servidor próprio do usuário), permitindo que desenvolvedores criem lógicas personalizadas e escaláveis com total controle sobre os dados.
O que significa n8n?
O nome n8n é um numerônimo para “nodemation”, termo que une node (nó) e automation (automação), pronunciado em inglês como “n-eight-n”. Essa abreviação estratégica facilita o uso em interfaces de linha de comando, trocando um nome extenso por um comando ágil e funcional para o desenvolvedor.
O n8n permite que mesmo usuários com pouco conhecimento criem um fluxo de trabalho automatizado integrando diferentes ferramentas (imagem: Divulgação/n8n)
Para que serve o n8n?
O n8n possibilita conectar sistemas distintos e garantir a automação de tarefas repetitivas, sincronizando dados entre APIs e bancos de dados em tempo real. Ele elimina processos manuais ao disparar ações automáticas e processar arquivos, otimizando o fluxo de trabalho de ponta a ponta.
Além disso, a plataforma permite criar agentes de IA e automações complexas que exigem lógica customizada ou transformações de dados específicas. Por suportar o self-hosting, ele assegura controle total sobre a infraestrutura e a privacidade, sendo ideal para gerenciar operações críticas.
Como funciona o n8n?
O n8n opera por meio de um editor visual de nós, onde cada etapa realiza uma função específica dentro de uma sequência automatizada. Tudo começa com um trigger, um gatilho como o recebimento de um novo e-mail, que inicia o fluxo de dados entre as ferramentas.
Durante o trajeto, a plataforma aplica filtros e regras de negócio para processar as informações e realizar chamadas para serviços externos. O sistema suporta ramificações e loops, permitindo que o fluxo tome decisões lógicas e execute tarefas complexas ordenadamente.
A plataforma integra inteligência artificial nativamente, possibilitando o uso de modelos de linguagem para analisar e organizar dados não estruturados. Essa orquestração simplifica a criação de soluções robustas sem a necessidade de escrever código pesado para cada nova conexão.
Para desenvolvedores, o n8n permite a inserção de scripts em JavaScript ou Python e ser hospedado em um servidor próprio via self-hosting. Assim, a plataforma atua como um “maestro tecnológico” que centraliza, transforma e distribui dados com total segurança e autonomia.
n8n permite criar um fluxo de processo baseado em nós em poucos cliques e com suporte a IAs (imagem: Divulgação/n8n)
O n8n é gratuito?
O n8n oferece uma versão gratuita por meio da modalidade Self-Hosted Community, que disponibiliza os recursos essenciais de automação para instalação em infraestrutura própria. Nessa opção, o usuário tem acesso ilimitado às funções básicas, ficando responsável apenas pelos custos e manutenção de seu servidor.
Já os planos em nuvem, como Starter, Pro e Business, são pagos e focados em quem busca praticidade, suporte dedicado e ferramentas de colaboração. Essas edições comerciais incluem recursos avançados de segurança e gestão, diferenciando o uso doméstico ou de teste das necessidades de escala corporativa.
Quais integrações o n8n possui?
O n8n conta com uma biblioteca de mais de 400 integrações nativas e permite a criação de conexões customizadas via APIs. Estes são os principais destaques da rede de ferramentas:
Ecossistema Google e produtividade: conecta ferramentas como Planilhas, Drive e Gmail ao Slack ou Discord para centralizar a comunicação. Essa integração facilita o compartilhamento de arquivos e o envio de alerta em tempo real para equipes;
Inteligência artificial e linguagem: possui nós dedicados para OpenAI (ChatGPT), Anthropic (Claude AI) e Gemini, permitindo criar fluxos com processamento de texto e visão. É possível automatizar respostas complexas e análise de sentimentos diretamente na estrutura de dados;
Banco de dados e gestão: sincroniza informações no Airtable, Notion e ClickUp, mantendo projetos sempre atualizados sem esforço manual. A plataforma simplifica a manipulação de grandes volumes de registros e a organização de tarefas prioritárias;
Protocolos universais e customização: utiliza webhooks e requisições HTTP para integrar qualquer software que possua uma API disponível. Para necessidades específicas, o usuário pode inserir scripts personalizados para tratar dados;
Marketing e gatilhos externos: integra-se a plataformas como Mailchimp e Typeform para gerenciar campanhas e capturar leads automaticamente. O sistema permite que processos sejam iniciados por horários agendados ou por interações diretas do público.
Além de ferramentas de IA, o n8n oferece integração com diferentes plataformas de produtividade (imagem: Divulgação/n8n)
O que é possível fazer com o n8n?
O n8n atua como um centro de operações digitais, conectando aplicativos, APIs e bancos de dados para transformar informações automaticamente. Essas são as principais possibilidades práticas que a ferramenta oferece:
Orquestração de fluxos inteligentes: cria sequências com ramificações, filtros e loops que organizam dados entre cada etapa de forma lógica. Permite que o fluxo tome decisões complexas, garantindo que as informações cheguem ao destino prontas para uso;
Integração com IA generativa: desenvolve automações capazes de resumir documentos, analisar sentimentos ou responder clientes em tempo real. Essa união traz a IA generativa para o núcleo operacional, automatizando tarefas que antes exigiam interpretação humana;
Autonomia técnica e scripts: permite a inserção de scripts em JavaScript ou Python para resolver desafios específicos de lógica ou tratamento de dados. Aliado ao self-hosting, o usuário mantém o controle total sobre o código e a privacidade das informações processadas;
Monitoramento e dashboards internos: oferece ferramentas de depuração para testar, monitorar e repetir execuções, facilitando a identificação rápida de falhas. É ideal para construir sistemas de apoio ao backend que precisam de alta confiabilidade e manutenção ágil.
O n8n permite criar diversos fluxos de trabalho com ferramentas e configurações personalizadas pelo usuário (imagem: Divulgação/n8n)
Quais são as vantagens do n8n?
Estes são os pontos fortes do n8n:
Design visual e intuitivo: o editor baseado em nós facilita o desenho e a visualização de automações complexas, tornando o processo acessível sem perder profundidade técnica. A interface permite que a equipe compreenda todo o caminho do dado em uma única tela e facilita o diagnóstico de falhas;
Flexibilidade híbrida: atende tanto usuários no-code quanto desenvolvedores ao permitir a inserção de lógica customizada quando necessário. Essa versatilidade garante que o projeto nunca fique limitado aos recursos nativos da plataforma;
Soberania e segurança de dados: o suporte ao self-hosting assegura que o usuário mantenha o controle total sobre a infraestrutura e informações sensíveis. Hospedar a ferramenta em servidores próprios é um diferencial para conformidade com regulamentações rígidas;
Ecossistema aberto e econômico: a edição comunitária reduz custos operacionais ao oferecer centenas de integrações prontas sem taxas por execução. É uma alternativa poderosa para empresas que precisam escalar processos sem estourar o orçamento;
Automação inteligente com IA: é otimizada para criação de agentes de IA e fluxos que reduzem erros humanos em tarefas repetitivas. Ele permite conectar modelos de linguagem avançados diretamente ao núcleo das operações de um projeto;
Controle logístico avançado: suporta gatilhos, condições e transformações de dados em um único fluxo. É a escolha ideal para cenários que exigem maior poder de processamento e precisão do que ferramentas de automação simples.
Quais são as desvantagens do n8n?
Estes são os pontos fracos da plataforma n8n?
Complexidade visual e organização: conforme os fluxos crescem, a interface de nós pode se tornar poluída e confusa, dificultando a depuração (debug). A manutenção de processos extensos exige um rigoroso esforço de documentação para evitar confusões;
Desempenho com grandes volumes: não é a escolha ideal para o processamento de arquivos gigantes ou tarefas que exijam alto poder computacional. O sistema pode apresentar instabilidade ou lentidão em cargas de trabalho extremamente pesadas;
Barreiras de DevOps e testes: recursos de controle de versão e integração contínua (CI/CD) são menos intuitivos do que no desenvolvimento de software. Isso pode engessar o trabalho de equipes de engenharia que dependem de fluxos de testes automatizados e implantação padronizada;
Custo operacional do self-hosting: ao optar pela versão gratuita em servidor próprio, a equipe assume a responsabilidade total por atualizações, segurança e backups. Essa economia inicial pode ser compensada pelo gasto com horas técnicas para manter a infraestrutura sempre operacional;
Fragilidade de conexões externas: as automações dependem da estabilidade de terceiros e podem “quebrar” se os aplicativos conectados alterarem as regras de API sem aviso. Isso exige revisões constantes para garantir que o fluxo de dados não seja interrompido;
Limite de escalabilidade sistêmica: o sistema não substitui um backend robusto em aplicações que demandam lógica extremamente pesada ou milhões de requisições simultâneas. Ele funciona melhor como um integrador do que como uma estrutura central de um software de alto desempenho.
Qual é a diferença entre n8n e Zapier?
O n8n é uma plataforma de automação de código aberto voltada para times técnicos, permitindo o self-hosting para total controle dos dados. O editor visual de nós suporta fluxos de complexidade ilimitada, integrando APIs, IA e scripts personalizados sem custos de execução.
O Zapier é um serviço com foco na simplicidade do público no-code, conectando milhares de aplicativos por meio de interfaces intuitivas e rápidas chamadas “Zaps”. Embora facilite o uso para leigos, a ferramenta impõe limites a lógicas muito avançadas e adota um modelo de cobrança baseado no volume de tarefas executadas.
Mark Zuckerberg quer empresa mais enxuta para bancar IA (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
Insatisfeitos, funcionários da Meta expressam desejo de serem demitidos para receber o pacote de rescisão da empresa.
A Meta prepara demissão de cerca de 8 mil trabalhadores, o que representa quase 10% do seu quadro global de colaboradores.
A companhia justifica as demissões, mesmo em um momento de lucratividade recorde, como redirecionamento de capital para a inteligência artificial.
O clima nos bastidores da Meta é de forte insegurança e descontentamento. De acordo com a revista Wired, funcionários já expressam abertamente o desejo de serem demitidos para receber o pacote de rescisão da empresa, que inclui 16 semanas de indenização e 18 meses de plano de saúde custeado pela big tech.
Segundo a revista, o mais novo motivo do pânico é o corte de 8 mil postos de trabalho, que deve ocorrer mesmo em um momento de alta lucratividade da empresa. O número representa quase 10% do quadro global de colaboradores da Meta, e a previsão é que as demissões comecem na próxima quarta-feira (20/05).
No primeiro trimestre de 2026, a dona do Facebook, Instagram e WhatsApp faturou US$ 56,31 bilhões (mais de R$ 283 bilhões), um salto de 33% que marca seu ritmo de expansão mais acelerado desde 2021.
Por que demitir mesmo com lucros recordes?
A justificativa oficial da diretoria da Meta é o redirecionamento de capital para a inteligência artificial. Conforme um memorando divulgado pela Bloomberg, as demissões visam compensar gastos massivos com infraestrutura de IA, que devem somar até US$ 145 bilhões (R$ 730 bilhões) em 2026. A diretora financeira Susan Li destacou que a adoção de um modelo operacional mais enxuto ajudará a equilibrar o caixa.
O próprio CEO Mark Zuckerberg confirmou que os cortes refletem esses custos e não descartou novas reduções no segundo semestre. Desde 2022, a dona do Facebook já eliminou mais de 33 mil empregos, segundo a revista Fortune, acompanhando uma reestruturação que já soma 135 mil demissões em todo o Vale do Silício em 2026, conforme dados da plataforma Layoffs.fyi.
Cortes nos bônus e vigilância agressiva
A insatisfação interna aumentou após a Meta reduzir em 5% a fatia das bonificações anuais. Com a mudança, a remuneração média anual caiu quase 7%, passando para US$ 388.200 (cerca de R$ 2 milhões). Em contrapartida, a empresa tem oferecido pacotes multimilionários para atrair novos pesquisadores.
O diretor de tecnologia da Meta, Andrew Bosworth, afirmou que o rastreamento é obrigatório para os funcionários, mas os escritórios na Europa ficaram de fora devido às restrições da Lei Geral de Proteção de Dados (GDPR).
Este celular ultra premium possui tela AMOLED com taxa de 165 Hz, 12 GB de RAM expansível até 24 GB e sensores de 50 MP em todas as câmeras.
Motorola Signature tem câmeras de 50 MP e tela AMOLED de 165 Hz
O atual melhor celular da Motorola, o Signature se destaca por todas as suas câmeras serem de 50 MP: há uma wide com sensor Sony Lytia 828 e uma ultrawide com ângulo de 122º, que capturam cenas com grande campo de visão, e uma telefoto periscópica Sony Lytia 600 com zoom óptico de 3x voltada para aproximações. A frontal tira selfies com alta qualidade e resolução.
O chip Snapdragon 8 Gen 5 de 3 nanômetros e os 12 GB de RAM expansíveis até 24 GB via RAM Boost entregam desempenho de ponta em várias atividades, como apurado nos nossos testes. Os 512 GB de armazenamento disponibilizam espaço interno mais que adequado para guardar vídeos, fotos e documentos.
Sobre durabilidade, o corpo com revestimento de couro sintético na traseira e bordas de alumínio recebe o reforço do vidro Gorilla Glass Victus 2 sobre a tela e das certificações militar MIL-STD-810H e IP68/IP69, que adicionam resistência extrema em vários cenários, de quedas e mergulhos a altas temperaturas.
Motorola Signature possui tela AMOLED de 165 Hz com brilho de até 6.200 nits (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
O Motorola Signature conta com uma tela LTPO AMOLED de 6,8 polegadas com taxa de atualização de 165 Hz e brilho de até 6.200 nits. Tal combinação oferece alta fluidez na rolagem da tela, visibilidade sob luz forte do sol e cores vibrantes.
Este celular conversa com redes 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 6.0 e NFC para ações por aproximação. Sua bateria de 5.200 mAh resiste a pouco mais de 17 horas de reprodução de vídeo como visto em nossos testes, suportando carregamento ultrarrápido de 90 W via USB-C e de 50 W sem fio.
Motorola Signature (512 GB) traz tela AMOLED de 165 Hz, câmeras de 50 MP e 12 GB de RAM; celular ultra premium tem maior desconto desde o lançamento no Pix com cupom
Motorola Signature é a aposta da marca para brigar com segmento superior de celulares (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Google Maps permite visualizar mapeamentos antigos de determinadas regiões (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
O registro histórico do Google Maps reúne mapeamentos de regiões feitos em diferentes datas. Com ele, você pode ver como era uma região em tempos passados, acompanhando as mudanças até as capturas mais recentes.
Você pode ver imagens antigas no Google Maps pelo celular ao acessar o Street View, tocar no widget com data, e escolher o ano desejado. Pelo PC, basta clicar em “Confira mais datas” e selecionar mapeamentos mais antigos.
Vale mencionar que nem todas as localidades incluem registros históricos: se o Google Maps mapeou o local somente uma vez, você só vai conseguir visualizar imagens do Street View daquele ano.
A seguir, saiba como ver fotos antigas no Google Maps pelo smartphone (Android ou iOS) ou PC.
Como ver fotos antigas no Google Maps pelo celular
1. Abra o Google Maps e pesquise o endereço desejado
Abra o aplicativo do Google Maps em seu celular (Android ou iOS). Em seguida, use o campo de busca (localizado no topo da tela) para pesquisar o endereço desejado e toque em cima da opção.
Pesquisando um endereço no Google Maps pelo celular (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
2. Entre no modo Street View e toque no widget com data
Toque na foto reduzida do local para entrar no Google Street View. Feito isso, aperte no widget com data (localizado no canto superior esquerdo) para visualizar o Google Maps em anos anteriores.
Dica: se o widget não abrir nenhuma outra janela, experimente movimentar-se no Google Street View e aperte a janela novamente.
Procurando por datas mais antigas no Street View do Google Maps (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
3. Selecione a data desejada mapeada pelo Google Maps
Navegue pela seção estilo carrossel para ver imagens antigas do Google Maps. Por fim, toque no ano desejado para ver como era o local na data escolhida.
Navegando no Street View do Google Maps em datas mais antigas (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
Como ver imagens antigas no Google Maps pelo PC
1. Entre no site do Google Maps e busque pelo endereço
Abra o navegador de sua preferência e acesse a página google.com/maps. Feito isso, pesquise pelo endereço desejado usando o campo de busca.
Pesquisando um endereço no Google Maps pelo PC (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
2. Vá na miniatura de paisagem para entrar no Street View
Clique na miniatura da paisagem do endereço para entrar no modo Street View.
Abrindo o Street View do Google Maps pelo PC (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
3. Escolha “Confira mais datas” para ver datas antigas
Clique na opção “Confira mais datas” para mudar a data do Google Maps da região. Caso não encontre a opção, se movimente no modo Street View até que o recurso apareça.
Conferindo datas mais antigas do Google Street View (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
4. Escolha outras datas em que o local foi mapeado
Navegue pela seção para ver ruas antigas no Google Maps. Você então poderá escolher datas antigas em que o Google mapeou o local.
Escolhendo outras datas no Google Street View (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
Por que algumas cidades não possuem imagens antigas no Google Maps?
Se o Google Maps mapeou uma região específica apenas uma vez, a opção para ver datas mais antigas não estará disponível, devido à falta de registros históricos. Nesses casos, não será possível usar o Street View do Google para buscar por imagens antigas.
Também há casos em que o Google mapeou o local mais de uma vez, mas precisou excluir registros mais antigos por motivos técnicos ou por questões ligadas à privacidade de pessoas ou estabelecimentos que foram capturadas.
De quanto em quanto tempo o Google Maps atualiza as imagens?
Não existe um prazo determinado para o Google Maps atualizar suas imagens. O serviço do Google costuma fazer novos mapeamentos entre um a três anos em várias regiões do mundo, mas esse intervalo pode variar de acordo com a demanda, viabilidade e cobertura operacional.
O smartphone “baratinho” da Apple lançado em 2025 compartilha várias características com o novo iPhone 17e, o que faz dele uma opção interessante de celular acessível e potente.
iPhone 16e traz câmeras e tela OLED do iPhone 17e
O iPhone 16e possui tela Super Retina XDR OLED de 6,1″ com brilho de 1.200 nits, a mesma presente no novo iPhone 17e; o modelo de 2025 conta com revestimento Ceramic Shield resistente a arranhões, contra o mais novo Ceramic Shield 2 com antirreflexo no mais recente. Ambos celulares oferecem cores vibrantes e visibilidade sob luz forte.
Os dois smartphones possuem 8 GB de RAM mas chips diferentes, Apple A18 no iPhone 16e e A19 no 17e. Nos dois casos, o desempenho entregue é alto em multitarefa, apps e games. Os 256 GB de armazenamento disponibilizam espaço interno razoável para guardar vídeos, arquivos e fotos.
Os dois gadgets contam com certificação IP68, que confere proteção contra poeira e mergulhos acidentais de até 6 m em água doce por no máximo 30 minutos.
Câmera wide de 48 MP é a mesma do iPhone 17e (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
As câmeras do iPhone 16e são as mesmas do iPhone 17e, sendo uma wide de 48 MP com OIS na traseira, que captura cenas com grande campo de visão, e uma frontal de 12 MP que tira selfies com qualidade, graças ao recurso Center Stage de enquadramento inteligente. Ambas gravam vídeos em 4K a 60 fps.
O iPhone 16e traz conectividade 5G, Wi-Fi 6, Bluetooth 5.3 e NFC. Sua bateria de 4.005 mAh tem autonomia de até 26 horas de reprodução de vídeo segundo a fabricante, e suporta carga rápida de 0 a 50% em apenas 30 minutos via cabo USB-C, mas não tem MagSafe, presente no iPhone 17e.
Por fim, o gadget é compatível com iOS 26 e elegível a pelo menos mais cinco atualizações do sistema operacional.
Tela OLED do iPhone 16e possui brilho de até 1.200 nits (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O iPhone 16e (256 GB) está saindo por R$ 3.749 no Pix com cupom 300SMART na Amazon, um desconto de 43% sobre o preço de lançamento do modelo 2025 do celular acessível da Apple, que continua uma boa pedida após a chegada da nova geração.
Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.
iPhone 16e (256 GB) conta com tela OLED e câmeras do iPhone 17e; celular acessível da Apple recebe desconto de 43% sobre preço de lançamento no Pix com cupom
Eben Upton, fundador e CEO da Raspberry Pi (imagem: reprodução/BBC)Resumo
CEO da Raspberry Pi, Eben Upton, alerta que superestimação das capacidades da inteligência artificial pode desencorajar pessoas de buscar carreiras em TI;
crença exagerada nesse cenário pode distorcer escolhas das pessoas e agravar a escassez de profissionais qualificados em vez de melhorá-la, diz executivo;
executivo enfatiza necessidade de mais engenheiros para sustentar crescimento econômico e sucessão no mercado de trabalho.
Eben Upton, fundador e CEO da Raspberry Pi, deu um alerta ao setor de tecnologia: as capacidades da inteligência artificial estão sendo superestimadas de tal forma que as pessoas podem deixar de buscar carreiras em TI por medo de não conseguir trabalho, cenário que pode impactar a economia.
O alerta foi dado pelo executivo ao podcast Big Boss Interview, da BBC. Na entrevista, Upton deu a entender que a crença exagerada de que a IA irá substituir humanos pode “distorcer as escolhas das pessoas de maneiras que agravam a escassez de profissionais qualificados, em vez de melhorá-la”.
De fato, existe o entendimento de que a IA pode assumir determinadas tarefas de modo que as pessoas passem a se dedicar a atividades mais interessantes para elas. O que o executivo quis dizer é que, em vez de seguir por esse caminho, muitos indivíduos com potencial para trabalhar com tecnologia podem simplesmente decidir atuar em outras áreas.
Você já deve ter ouvido afirmações de que a inteligência artificial irá ou já está “roubando” empregos. Ou, talvez, você mesmo já tenha passado por um desligamento que teve esse pano de fundo. Upton não afirma que esse problema não existe. O seu alerta diz respeito a uma visão exagerada sobre esse cenário que pode fazê-lo parecer maior do que realmente é.
Raspberry Pi 5, um dos produtos da organização fundada por Eben Upton (imagem: divulgação/Raspberry Pi)
Efeito da ascensão da IA generativa
Em grande medida, esse “estado de pânico” se deve às previsões catastróficas que surgiram com a chegada de ferramentas de IA generativa, como ChatGPT e Gemini:
Superestimar a capacidade dos chatbots de substituir pessoas pode ‘desfazer muito do bom trabalho que já foi feito, não apenas pela Raspberry Pi, mas por muitas outras organizações’, para incentivar as pessoas a seguirem carreiras na área de tecnologia.
Eben Upton, fundador e CEO da Raspberry Pi
Quando questionado se esse cenário pode prejudicar o crescimento econômico, Upton foi enfático: “com certeza, precisamos de mais engenheiros”.
Embora as afirmações de Upton digam respeito ao mercado de trabalho britânico, que é base da Raspberry Pi, elas servem de alerta para um dilema que tem escala global: se a IA “engole” cargos de iniciantes a ponto de as pessoas perderem interesse pela setor de TI, quem ocupará funções críticas quando funcionários seniores se aposentarem ou trocarem de empresa?
No momento, há mais perguntas do que respostas. E talvez a visão sobre IA que Upton entende como superestimada não seja tão exagerada assim. De todo modo, é importante que esses aspectos sejam expostos e discutidos.
T1 Phone “made in USA”, pelo visto, é versão repaginada de celular chinês (imagem: divulgação)Resumo
O Trump Phone pode ser uma versão mais cara de um smartphone fabricado na China.
Anunciado como um aparelho “Made in USA”, com tecnologia e fabricação 100% nacional, o celular seria, na verdade, o REVVL 7 Pro 5G.
O aparelho original custa US$ 126 por lá, enquanto o smartphone de Donald Trump é vendido por US$ 499.
A Trump Organization anunciou o T1 Phone em junho de 2025 prometendo um celular “Made in USA”, com desenvolvimento e fabricação totalmente norte-americanos. No entanto, o aparelho que começa a chegar aos compradores quase um ano após a pré-venda parece ser apenas uma versão dourada de um modelo chinês.
O lançamento do T1 Phone foi cercado de polêmicas, desde a proposta até as imagens de divulgação. No início, as imagens mostravam um iPhone banhado a ouro, mas depois passaram a exibir uma cópia do Galaxy S25 Ultra com detalhes dourados e referências ao presidente, conforme noticiou o The Verge.
Agora que o produto está entrando na fase de distribuição para quem comprou na pré-venda, analistas de mercado apontam que o smartphone tem as mesmas especificações do REVVL 7 Pro 5G, da fabricante chinesa Wingtech.
O REVVL é vendido nos Estados Unidos pela T-Mobile e custa a partir de US$ 126 (R$ 630, em conversão direta), enquanto o T1 Phone custa US$ 499 (R$ 2,5 mil).
Celular nem tão americano assim
O anúncio do T1 Phone aconteceu em meio ao aumento das tarifas de importação sobre produtos chineses imposto pelo presidente Donald Trump, movimento que gerou preocupação na indústria de tecnologia dos EUA devido à forte dependência de componentes fabricados na China.
Além do país asiático, itens importados de Canadá, México, Japão, Índia e Brasil começaram a receber taxas extras para entrarem nos Estados Unidos.
O novo celular foi revelado pela Trump Organization em junho, junto a um plano de telefonia. Nas especificações, o smartphone teria tela AMOLED de 6,8 polegadas, 12 GB de memória RAM e câmeras com até 50 MP, com três lentes na parte traseira. A bateria seria de 5.000 mAh e o sistema operacional, por sua vez, seria o Android 15.
Ao longo de 2025, Donald Trump prometeu tarifas extras para países como a China (imagem: Gage Skidmore/Flickr)
Segundo o site El Español, que repercutiu o início dos envios do T1 Phone para os usuários, o modelo não fugiu muito às promessas: tela AMOLED de 6,78 polegadas, sensor principal de 50 MP e outras duas lentes (grande angular e teleobjetiva) no trio de câmeras traseiras.
As características são as mesmas presentes no Wingtech REVVL 7 Pro de 2024, mas com uma repaginação na parte externa.
Quanto à promessa de produção 100% feita nos Estados Unidos, a própria Trump Mobile voltou atrás nos matérias de divulgação, apontando que se trata de um produto projetado nos EUA, abandonando a alegação de fabricação integral no país.
The T1 Phone has arrived!! Those who pre-ordered the T1 Phone will be receiving an update email. Phones start shipping this week!!! pic.twitter.com/IsOre1cBa1
As polêmicas envolvendo o T1 Phone vão além do aparelho em si: a política de reembolso ganhou novos termos que apontam para depósitos intransferíveis e sem “valor monetário”. Além disso, rumores apontam que as tentativas de cancelamento levaram a um e-mail avisando que os depósitos de pré-compra não seriam devolvidos.
Antes disso, a empresa nem mesmo confirmava a produção ou disponibilização do celular, e o depósito seria apenas uma “oportunidade condicional”, caso houvesse uma decisão pela venda, segundo a CNN. Atualmente, a posição oficial da Trump Mobile é de que o produto finalmente começará a ser enviado para seus compradores ainda esta semana.
IA deve acelerar a criação de conteúdo infantil para a Netflix (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
Netflix criou um estúdio de animação chamado INKubator para produzir conteúdos utilizando inteligência artificial generativa.
Segundo o The Verge, a nova unidade busca profissionais como produtores, engenheiros de software e artistas de computação gráfica.
O estúdio será liderado por Serrena Iyer, executiva com experiência em Hollywood e inteligência artificial.
A Netflix está organizando um novo estúdio de animação, batizado de INKubator, dedicado exclusivamente à produção de conteúdos utilizando inteligência artificial generativa. A nova unidade já busca profissionais como produtores, engenheiros de software e artistas de computação gráfica para compor o time técnico e artístico.
Segundo o The Verge, a Netflix tem mantido os planos sob sigilo. No entanto, movimentações no LinkedIn indicam que a unidade começou a operar discretamente em março de 2026. A liderança do estúdio está a cargo de Serrena Iyer, executiva com passagens pela DreamWorks Animation e A24 Films, sinalizando uma estratégia que combina experiência de Hollywood com inteligência artificial.
O foco do INKubator deve ser diferente de outras investidas da empresa no setor. No início deste ano, a Netflix adquiriu a InterPositive, startup de IA fundada pelo ator Ben Affleck. No entanto, a InterPositive foca em processos de pós-produção e efeitos visuais com IA, enquanto o INKubator é descrito em vagas de emprego como um estúdio “nativo de GenAI” (IA Generativa).
Por que criar animações com IA?
A estratégia de distribuição para os conteúdos produzidos pelo INKubator aponta para o fortalecimento do Clips, o feed de vídeos verticais inspirado no TikTok que a Netflix lançou recentemente em seu aplicativo oficial.
Atualmente, o recurso exibe apenas trailers e bastidores, mas a criação de curtas originais nativos de IA pode transformar o espaço em um canal de entretenimento, retendo o usuário por mais tempo dentro da plataforma. A ideia lembra o Sora, da OpenAI, que foi descontinuado em março deste ano.
Além disso, há o valioso mercado de conteúdo infantil. A Netflix busca se consolidar como uma alternativa ao YouTube Kids. O uso de IA permitiria produzir em larga escala desenhos animados e especiais educativos, facilitando a competição com estúdios nativos do YouTube que já adotam essas ferramentas, como o Animaj (responsável pelo sucesso Pocoyo) e a Toonstar.
Embora o foco inicial sejam os curtas e experimentos de formato rápido, as vagas também mencionam que o investimento em tecnologia deve permitir a expansão para conteúdos de longa duração no futuro. Isso indica que, se os pilotos de IA funcionarem bem, poderemos ver filmes inteiros gerados por algoritmos no catálogo principal da Netflix.
Startup de IA fundada por Ben Affleck já pertence à Netflix (imagem: divulgação/Netflix)
Resistência na indústria
A movimentação da Netflix ocorre em meio a uma polarização na indústria sobre o papel da IA. Enquanto empresas buscam eficiência e redução de custos, vozes influentes demonstram resistência. O lendário animador Hayao Miyazaki, cofundador do Studio Ghibli, já classificou publicamente o uso de IA na animação como “um insulto à própria vida”.
Além das críticas individuais, há uma pressão institucional. Sindicatos de animadores e artistas de diversos países realizaram protestos no Festival de Annecy em 2025 contra o avanço desregulado da tecnologia. O temor é que a “geração de conteúdo” em massa acabe prejudicando o trabalho criativo e a identidade artística das obras.
Drones podem ter capacidade de voo dobrada com nova tecnologia em baterias de lítio e enxofre (imagem: divulgação/DJI)Resumo
Bateria de lítio e enxofre desenvolvida na Universidade de Tsinghua, na China, pode dobrar tempo de voo de drones.
A nova bateria tem eficiência de 549 Wh/kg, enquanto baterias de íon-lítio têm média de 300 Wh/kg.
A tecnologia pode ser usada em drones robustos, de resgate e de entrega de produtos, e também pode ser testada em outras reações, como baterias de fluxo e metal-lítio.
Pesquisadores de Shenzhen, na China, produziram uma bateria de lítio e enxofre que pode ser uma nova solução para a indústria de drones, principalmente pensando em modelos mais robustos. O componente é capaz de controlar melhor a dissipação de energia, um dos grandes problemas da categoria. Segundo os cientistas, isso é possível por conta de uma nova estratégia molecular que também aumenta a eficiência do produto.
Os atuais drones comerciais em geral utilizam baterias de íon-lítio, com capacidade bem inferior. Enquanto a novidade permite uma eficiência de 549 Wh/kg, os componentes atuais têm uma média de 300 Wh/kg.
Futuro das baterias pode estar próximo
Controlar a dissipação de energia em baterias de lítio e enxofre é o grande desafio da tecnologia (imagem: iStock/SweetBunFactory)
A principal dificuldade de estabilizar baterias de lítio e enxofre passa pela alta dissipação de energia, difícil de ser controlada com as tecnologias atuais. O estudo, realizado por pesquisadores da Universidade de Tsinghua, produziu o componente utilizando um pré-mediador específico para o enxofre, ativado apenas quando o elemento entra em fase de reação eletroquímica.
Em outras palavras, esse aditivo garante que o transporte da carga elétrica ocorra de forma mais direcionada, evitando que a energia se perca em forma de calor. O trabalho acontece a nível molecular e, conforme divulgado pelo jornal China Daily, a resistência do produto é até 75% maior que baterias convencionais de lítio e enxofre. Nos testes, foram realizados 800 ciclos de carga e descarga, com 82% da capacidade original sendo mantida ao longo do processo.
Como isso pode impactar o mercado?
Drones de entrega ganhariam autonomia maior com nova tecnologia de bateria (imagem: divulgação/iFood)
A alta capacidade prometida por baterias de lítio e enxofre é interessante sobretudo para drones robustos, já que a proposta passa pelo alto desempenho por quilo transportado. Ainda assim, uma mudança nos drones comerciais também seria interessante. Outra vantagem interessante é o preço do componente, menor que as baterias de íon-lítio pois o enxofre custa menos.
Os pesquisadores também falaram sobre possíveis usos em drones de resgate, utilizados em situações de risco, além de modelos voltados para entrega de produtos e comida, que teriam uma produtividade maior. A tecnologia também será testada em outras reações, como em baterias de fluxo (reaproveitáveis), metal-lítio e em processos de reciclagem de componentes.
Os testes divulgados nesta semana foram feitos em laboratório. Até o momento não há nenhum relato de uso real dessa nova bateria de lítio e enxofre. Portanto, ainda não dá para prever se a tecnologia será, de fato, empregada a nível comercial, e tampouco se será algo viável nos drones que chegam às lojas.
Google pode limitar armazenamento gratuito inicial para combater spam (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
O Google iniciou testes que limitam o espaço inicial de armazenamento gratuito do Gmail e demais serviços a 5 GB, a menos que o usuário vincule um número de telefone celular para obter mais espaço.
A mudança marca o fim da política tradicional de 15 GB de armazenamento gratuito, que começou em 2013, e pode ser uma estratégia para reforçar a verificação de identidade e combater a criação automatizada de contas.
A restrição está sendo testada em regiões específicas, como Estados Unidos e parte da Europa, e pode ser expandida globalmente, mas não afeta as contas existentes, que permanecem com 15 GB de armazenamento.
O Google iniciou testes que podem mudar o armazenamento gratuito do Gmail e demais serviços para novos usuários. Relatos recentes indicam que a empresa está limitando o espaço inicial das contas para apenas 5 GB, a menos que o usuário vincule um número de telefone celular. A medida pode marcar o fim da política tradicional de 15 GB, um padrão que começou em 2013.
Vale notar que a mudança, ao menos por enquanto, não chegou oficialmente ao Brasil. A restrição parece estar limitada a regiões específicas, como Estados Unidos e parte da Europa. No entanto, atualizações recentes nas páginas de suporte sugerem que a transição pode ser global.
Onde antes o texto explicava que cada conta contava com “15 GB de armazenamento gratuito”, agora a mensagem oficial diz que os usuários podem obter “até 15 GB” sem custo adicional. A alteração foi detectada por usuários em fóruns de tecnologia e noticiada por sites especializados.
Como funciona o novo limite?
Até agora, o usuário recebia 15 GB de armazenamento para o ecossistema do Google – ou seja, Gmail, Google Drive e Google Fotos. O novo fluxo de inscrição apresenta uma oferta de apenas 5 GB. Para “desbloquear” os 10 GB adicionais, o sistema exige a verificação de um número de telefone.
A justificativa apresentada pelo Google é de que o número serve para assegurar que o “bônus” de armazenamento seja aplicado apenas uma vez, evitando abusos. Caso o usuário pule a etapa, ele fica preso ao teto de 5 GB.
A mudança não impacta as contas já existentes, que permanecem com 15 GB.
Segundo o Google, o número de telefone garante que o “bônus” seja liberado uma vez por pessoa (imagem: reprodução)
Segurança ou estratégia comercial?
Essa alteração coloca o Google em um patamar de oferta gratuita similar ao da Apple, que disponibiliza os mesmos 5 GB no iCloud. Ele atrás da Microsoft, que oferece 15 GB para o Outlook, embora limite o OneDrive a 5 GB no plano gratuito.
O objetivo seria criar uma barreira técnica para combater a criação automatizada de contas em massa, geralmente utilizadas para disparar spam ou hospedar arquivos maliciosos.
Curiosamente, o movimento de restrição ocorre no mesmo período em que o Google expandiu as vantagens para assinantes pagos. Recentemente, usuários do plano Google One AI Pro tiveram o limite expandido para 5 TB. A estratégia sinaliza que a prioridade da gigante das buscas é reforçar a segurança e, simultaneamente, incentivar a conversão de usuários gratuitos em pagantes assim que os primeiros 5 GB forem consumidos.
O Redmi Watch 5 Active está saindo por apenas R$ 222 no Pix no Mercado Livre. A relógio inteligente se destaca pela tela grande, bateria de longa duração, versatilidade e custo-benefício. E o desconto é de impressionantes 63% em relação ao preço original de R$ 599.
Redmi Watch 5 Active tem tela de 2″ e bateria para 18 dias
Redmi Watch 5 Active está disponível nas cores preto e prata (Imagem: Divulgação/Xiaomi)
O relógio inteligente da Xioami tem tela de 2 polegadas, maior que a de concorrentes como o Galaxy Fit 3, que tem uma tela de 1,6 polegadas. Com resolução de 320 x 385 pixels, o Redmi Watch 5 Active oferece uma visualização confortável dos dados de saúde e exercícios exibidos, além de acesso confortável às funcionalidades aliadas ao celular.
Outro destaque é a bateria de 470 mAh, que promete até 18 dias de autonomia, segundo a fabricante. Ainda de acordo com a Xiaomi, a bateria é recarregada em após 120 minutos conectada à tomada. Apesar da recarga não ser tão veloz, a autonomia prolongada chama bastante a atenção pela praticidade.
A conectividade também é bastante prática, já que o relógio não é só compatível com celulares da mesma fabricante. O Redmi Watch 5 Active se conecta tanto com sistemas operacionais Android quanto iOS, permitindo o acesso aos dados em qualquer smartphone ou tablet através do aplicativo.
Redmi Watch 5 Active Hyperos (imagem: Divulgação/Xiaomi)
Dentre os sensores disponíveis, estão medidores de frequência cardíaca, qualidade do sono, estresse e ciclo menstrual. Ainda é possível monitorar mais de 140 modalidades esportivas, fazendo do wearable um grande aliado para um estilo de vida fitness.
Ainda é possível realizar comandos de voz para assistente virtual Alexa e utilizar a lanterna do relógio. Contudo, vale atentar-se que o dispositivo não conta com recursos mais avançados importantes como GPS e conectividade LTE. Porém, é de se esperar que hajam perdas pelo preço reduzido que é cobrado pelo dispositivo.
Lembrando que o Redmi Watch 5 Active está saindo por apenas R$ 222 no Pix no Mercado Livre em promoção. E que a oferta representa um desconto de 41% sobre o preço original.
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O Galaxy Buds 3 FE está em promoção no Magazine Luiza e chega a ficar 39% mais barato. O fone de ouvido com proposta acessível da Samsung está à venda por R$ 669 no Pix com o cupom FONE100. A ficha técnica é bem interessante com a presença de alguns recursos avançados.
Galaxy Buds 3 FE possui ANC e áudio 360
Galaxy Buds 3 FE dentro do estojo que leva tampa de proteção transparente (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Os fones intra-auriculares da Samsung são equipados com áudio 360, tecnologia que proporciona uma experiência sonora imersiva ao simular a saída de som vinda de todas as direções. Outra funcionalidade que faz a diferença é o cancelamento ativo de ruído (ANC) principalmente em ambientes com barulhos exagerados.
O Galaxy Buds 3 FE apresenta a integração de inteligência artificial através do Galaxy AI. Entre os recursos disponíveis, o Modo Intérprete possibilita ao usuário receber a tradução em tempo real de outro idioma no seu smartphone. Além disso, o gadget disponibiliza acesso rápido a IA do Google, o Gemini.
Em relação a autonomia, a bateria alcança um período extenso de até 39 horas de duração com o ANC desligado. Já com a função ativada, mesmo assim o tempo de uso permanece alto, 30 horas de acordo com a Samsung.
Galaxy Buds 3 FE possui design com hastes e ponteira de borracha (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Os fones possuem sensores para controles de toque e prometem melhor ergonomia em comparação a geração anterior para proporcionar uso confortável por longas horas. No mais, inclui a certificação IP54 que assegura proteção limitada conta poeira e também a respingos d’água.
O Galaxy Watch 8 LTE de 40 mm está saindo por apenas R$ 1.619,10 no Pix com o cupom WATCH200 no Magazine Luiza. Com esse cupom, o smartwatch está saindo por menos da metade do preço original de R$ 3.299. E a ficha técnica tem como destaques a conectividade LTE, o conjunto de sensores e a tela brilhante.
Galaxy Watch 8 LTE monitora saúde e exercícios
O smartwatch da Samsung é equipado com um conjunto de sensores para monitoramento de dados de saúde como frequência cardíaca, pressão arterial, antioxidantes e temperatura corporal. Desta forma, é possível acompanhar nutrição, ciclo menstrual, estresse, sono e uma diversidade de atividades físicas.
O relógio inteligente é compatível com mais de 100 modalidades de exercícios, incluindo aquelas ligadas à natação e outros esportes aquáticos. Isso é possível graças às certificações IP68, 5 ATM e militar MIL-STD-810H, que garantem a resistência do Galaxy Watch 8 LTE à água e poeira em determinadas situações.
Outro destaque aqui é a conectividade. O LTE no nome indica que o smartwatch é compatível com eSIM que, se instalado, permite acesso direto às redes de internet e celular mesmo quando o relógio estiver desconectado do smartphone via Bluetooth. Assim, é possível realizar e atender ligações, inclusive em situações emergenciais.
Galaxy Watch 8 tem vidro de safira para proteger a tela (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Além da conectividade oferecer maior segurança para quem costuma sair para fazer exercícios sem celular mas com o relógio, ela também traz maior praticidade no acesso a músicas e outras funcionalidades. Ainda em relação à praticidade, a bateria do relógio dura até 40 horas com uma única recarga, segundo a Samsung.
Já a tela de 1,47 polegadas chama a atenção pelo brilho forte de até 3.000 nits, e é do tipo Super AMOLED, devendo entregar excelente visibilidade mesmo sob luz solar intensa. Lembrando que, com o cupom WATCH200, o Galaxy Watch 8 LTE de 40 milímetros sai por apenas R$ 1.619,10 no Pix.
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Galaxy Watch 8 monitora saúde e mais de 100 atividades esportivas, traz conectividade LTE e é resistente à água e poeira; preço cai pela metade em promoção
Galaxy Watch 8 tem vidro de safira para proteger a tela (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O Galaxy S26 Ultra (512 GB) lançado no final de fevereiro por R$ 11.499 está em promoção com 54% de desconto no Mercado Livre. O novo smartphone topo de linha da Samsung sai por R$ 6.498 no Pix com a adição do cupom SAMSUNG400OFF.
Galaxy S26 Ultra traz função de privacidade e câmeras aprimoradas
Tela de Privacidade ativada no Galaxy S26 Ultra (Imagem: Ana Marques / Tecnoblog)
A grande novidade apresentada no S26 Ultra sem dúvidas é a sua tela de privacidade. Embora tenha a aparência daquelas películas encontradas à venda, na verdade é um recurso integrado a One UI. A funcionalidade possibilita reduzir o ângulo de visão lateral de notificações e apps pré-selecionados.
Agora falando da tela em si, permaneceu inalterada com o painel LTPO AMOLED Dinâmico 2X de 6,9 polegadas, taxa de atualização adaptativa de até 120 Hz e brilho em pico de 2.600 nits. As imagens seguem sendo geradas em alta resolução de 1.440 x 3.120 pixels e há o revestimento do vidro Gorilla Armor 2.
O conjunto de câmeras segue com o quarteto traseiro: sensor principal de 200 MP, periscópio e ultrawide de 50 MP, além de teleobjetiva de 10 MP com zoom óptico 3x. O detalhe que faz toda diferença é a abertura de lente maior na principal e teleobjetiva, possibilitando maior captura de luz e resultados mais nítidos às fotos.
Câmeras do Galaxy S26 Ultra ficam saltadas em relação a traseira (Foto: Ana Marques/Tecnoblog)
O desempenho fica a cargo do processador Snapdragon 8 Elite Gen 5 for Galaxy, com promessa de ganhos em 39% na NPU, 24% na GPU e 19% na CPU, segundo a Samsung. O componente somado a memória RAM de 12 GB entrega uma das melhores performances a smartphones do segmento ultra-premium.
A bateria continua com capacidade 5.000 mAh, mas agora oferece suporte a carregamento rápido de 60 W (sendo necessário adquirir o adaptador separadamente). O smartphone equipado com Android 16 e One UI 8.5 traz novos recursos do Galaxy AI, incluindo o Now Nudge com sugestões de informações em tempo real.
O Galaxy S26 Ultra (512 GB) em oferta por R$ 6.498 no Pix com o cupom SAMSUNG400OFF no Mercado Livre tem construção mais fina e leve de Armor Aluminum e segue adotando a S Pen em uma das bordas inferiores.
Confira o nosso review do Galaxy S26 Ultra:
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Página do Nextpad++ (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)Resumo
desenvolvedor Andrey Letov lançou fork do Notepad++ para Mac, mas foi obrigado a mudar o nome para Nextpad++ devido a questões de propriedade intelectual;
Notepad++ é um editor de código para Windows popular, leve e gratuito, compatível com várias linguagens, com código-fonte aberto e criado por Don Ho;
por solicitação de Ho, Andrey Letov renomeou sua ferramenta para Nextpad++ e removeu menções diretas ao autor original, que não autorizou o uso de sua marca no novo projeto.
Uma recente confusão no universo do código aberto acaba de chegar ao fim. Pelo menos é o que parece: o fork do Notepad++ que foi lançado para Mac teve seu nome alterado para Nextpad++ e, portanto, não viola mais a propriedade intelectual do autor do projeto original. O logotipo da ferramenta também foi mudado.
O Notepad++ é um popular editor de código para Windows. A ferramenta é conhecida por ser leve, gratuita, compatível com várias linguagens e ter um número razoável de funcionalidades. O editor também tem código-fonte aberto.
Eis que um desenvolvedor de nome Andrey Letov lançou o Notepad++ para Mac com base no projeto original, mantido por Don Ho. É aqui que os problemas começaram: Letov deu a entender que Ho tinha participado diretamente do projeto, mas isso não ocorreu.
Para piorar, Letov usou o nome e o símbolo do Notepad++ em seu projeto, mas sem pedir autorização a Ho. Isso também causou a impressão de que a versão para Mac era uma variação oficial do Notepad++, quando, novamente, não era.
Alertado do problema via GitHub, Don Ho contatou Andrey Letov para pedir que o nome e o logotipo de seu projeto fossem alterados. Na mensagem, Ho deixou claro que não é contra a criação de projetos derivados (forks) do Notepad++, até porque a licença da ferramenta dá abertura para isso.
Porém, o nome e o símbolo do Notepad++ são protegidos, portanto, não podem ser usados em projetos derivados sem a devida autorização do proprietário. Letov até tentou convencer Ho a apoiar a iniciativa, mas este último recusou dizendo: “não posso me responsabilizar pela manutenção a longo prazo de uma versão adaptada ou de um fork que não controlo”.
Notepad++ (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
Aplicativo agora se chama “Nextpad++ for Mac”
Cumprindo a promessa feita a Ho, Letov alterou o nome do projeto. A sua ferramenta agora se chama Nextpad++ for Mac, tem um logotipo novo (ainda que o símbolo continue sendo representado por um camaleão, como no projeto original) e não há mais nada sugerindo que Don Ho está por trás da iniciativa.
Mas isso não quer dizer que as decisões de Letov não levantem mais desconfianças. John Gruber, que é conhecido, entre outros projetos, por ser o principal nome por trás do Markdown, tem fortes suspeitas de que o Nextpad++ foi criado com IA de modo desmedido, fazendo o aplicativo ter algumas inconsistências:
O Nextpad++ parece e funciona como algo que não deveria existir. As capturas de tela promocionais no próprio site do aplicativo mostram 50 botões de barra de ferramentas incompreensíveis. Ele fecha as abas do documento ao clicar e soltar o botão do mouse, não ao soltar.
(…) Nenhum ser humano portaria um aplicativo complexo do Windows como o Notepad++ para o Mac dessa forma.
John Gruber
A despeito das desconfianças com relação às intenções de Letov, este ainda parece ser um final feliz.
Samsung e funcionários continuam impasse (imagem: reprodução/X)Resumo
Sindicato de trabalhadores da Samsung definiu o início de uma greve de 18 dias na Coreia do Sul a partir de 21 de maio.
A decisão ocorre após negociações salariais fracassarem, segundo a Reuters.
Os trabalhadores reivindicam 15% do lucro operacional da empresa em bônus, citando resultados fortes no setor de chips e políticas de rivais.
O momento é de tensão entre a Samsung e trabalhadores na Coreia do Sul. Após o fracasso das negociações salariais realizadas ontem (13/05), o sindicato da empresa confirmou que pretende iniciar uma greve de 18 dias a partir da próxima quinta-feira, 21 de maio, caso não haja uma nova proposta.
O impasse ocorre após tentativas de conciliação mediadas pelo governo sul-coreano terminarem sem acordo, segundo a Reuters. A mobilização aumenta a pressão sobre a Samsung, que tenta sustentar o crescimento da divisão de semicondutores.
A possibilidade de paralisação levou o primeiro-ministro Kim Min-seok a convocar uma reunião de emergência com ministros de áreas estratégicas, e o governo deve acompanhar a situação de perto para evitar uma greve.
Funcionários querem bônus maiores
A principal pressão dos trabalhadores está ligada à distribuição dos lucros. O sindicato cobra que 15% do lucro operacional da Samsung seja destinado aos funcionários, em um momento de resultados fortes no setor de chips.
A insatisfação ganhou força também pela comparação com a SK Hynix, principal rival local da Samsung no mercado de memórias. Em setembro passado, a concorrente aceitou revisar sua política de compensação e remover o teto para pagamento de bônus, após pressão de seus próprios trabalhadores.
Na Samsung, essa diferença ajudou a ampliar a adesão sindical. Segundo a Reuters, o sindicato já reúne mais de 90 mil membros, o equivalente a cerca de 70% da força de trabalho da companhia na Coreia do Sul.
O ministro do Trabalho, Kim Young-hoon, afirmou nessa quarta-feira que o impasse deve ser resolvido por meio do diálogo.
Lucros da IA elevam a pressão interna
Mercado de chips impulsionou resultados da Samsung (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
As reinvindicações ocorrem em um momento de forte valorização da Samsung. A empresa registrou lucro operacional de aproximadamente US$ 38 bilhões (R$ 190 bilhões) no primeiro trimestre deste ano, e superou US$ 1 trilhão (R$ 4,9 trilhões) em valor de mercado há poucos dias.
Para os trabalhadores, os resultados reforçam a necessidade de uma fatia maior do lucros. A direção da Samsung, por outro lado, resiste à proposta e afirma que as exigências podem comprometer a capacidade de investimento em pesquisa e desenvolvimento.
Apesar dos recordes, a Samsung enfrenta uma baixa em setores de componentes e vendas de smartphones, afetados por uma crise gerada pelo próprio foco da indústria no fornecimento de chips para data centers.
Apple avançou em um acordo com o Google para substituir o ChatGPT (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
OpenAI pode processar a Apple por quebra de contrato devido à baixa adesão do ChatGPT no iOS.
Segundo a Bloomberg, a insatisfação da OpenAI é causada pela limitação do uso do ChatGPT em sistemas operacionais da Apple.
A Apple abrirá sua plataforma para modelos concorrentes no iOS 27, permitindo escolher qual motor de IA responderá às solicitações na Siri.
Uma das colaborações promissoras do Vale do Silício corre o risco de acabar nos tribunais. Após dois anos, a aliança estratégica entre Apple e OpenAI apresenta fortes sinais de desgaste. Segundo Mark Gurman, da Bloomberg, a startup de inteligência artificial estuda processar a gigante de Cupertino por quebra de contrato.
O principal motivo para a crise seria a integração do ChatGPT no ecossistema da Maçã, que teria frustrado as expectativas financeiras da desenvolvedora.
Por que a OpenAI pode processar a Apple?
Empresa de Sam Altman pode levar Apple à Justiça (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
A insatisfação da OpenAI envolve a maneira como a Apple limitou o uso do ChatGPT em seus sistemas operacionais. Inicialmente, a startup acreditava que a integração nativa com a Siri e o posicionamento privilegiado em outros softwares impulsionariam a adoção de planos pagos.
Mas, na prática, o uso da tecnologia permaneceu restrito. De acordo com pesquisas conduzidas pela própria OpenAI, as respostas fornecidas pela integração nativa acabam sendo limitadas e exibidas em janelas pequenas. Como resultado, os consumidores continuam usando o aplicativo oficial do chatbot.
À Bloomberg, um executivo da OpenAI afirmou que a empresa fez tudo o que estava ao seu alcance, mas a Apple não se esforçou para promover a ferramenta. Diante desse cenário, a startup estuda uma possível notificação antes de avançar legalmente.
O atrito não seria unilateral. A Apple também acumula críticas em relação à parceira, especialmente no que diz respeito às políticas de proteção de dados dos usuários.
Além disso, a companhia de Sam Altman adquiriu a startup de hardware liderada por Jony Ive, ex-chefe de design da própria Apple. Para agravar a situação, a OpenAI estaria recrutando engenheiros da parceira, o que teria gerado um forte mal-estar nos bastidores.
Novos rivais no iOS 27
Integração do ChatGPT deve perder exclusividade no iOS 27 (ilustração: reprodução/Apple)
Como reflexo dessa relação desgastada, a presença exclusiva do ChatGPT nos softwares da Apple está com os dias contados. A fabricante do iPhone abrirá sua plataforma para modelos concorrentes no iOS 27, que terá mais detalhes revelados na WWDC no dia 8 de junho.
O novo sistema permitirá que os usuários escolham qual motor de IA responderá às solicitações na Siri. A Apple já teria testado integrações com o Claude, da Anthropic, e firmou uma parceria de peso com o Google para reformular seus próprios modelos de IA utilizando o Gemini.
Novo Amazon Fire TV Stick HD (imagem: divulgação/Amazon)Resumo
Amazon lançou novo Fire TV Stick HD no Brasil, com dimensões 30% menores que modelo anterior e preço sugerido de R$ 379;
dispositivo roda Vega OS e é compatível com Xbox Game Pass, além de suportar resoluções de até 1080p e padrões como HDR10 e HLG;
novo Fire TV Stick HD já está disponível no site da Amazon Brasil, com opções de parcelamento em até 12 vezes no cartão Amazon Prime.
A nova geração do Amazon Fire TV Stick HD acaba de ser lançada oficialmente no Brasil. A novidade tem as dimensões reduzidas em relação à geração anterior entre seus principais atributos. O dispositivo também é compatível com o Xbox Game Pass e roda o Vega OS, novo sistema operacional da Amazon. O preço sugerido é de R$ 379.
De acordo com a companhia, o novo Fire TV Stick HD é aproximadamente 30% mais fino do que o modelo antecessor. Mas isso não significa que o dispositivo traz menos recursos. É o contrário. A Amazon fala em “navegação fluida entre aplicativos, inicialização ágil de conteúdos e transições suaves” na novidade.
No aspecto da conectividade, o dispositivo requer apenas uma TV ou monitor com porta HDMI disponível, além de uma rede Wi-Fi para conexão à internet. Um detalhe interessante é que, a exemplo de outros aparelhos do tipo, o Fire TV Stick HD agora pode ser alimentado apenas pela porta USB da TV ou monitor, dispensando um adaptador de tomada.
Vale destacar, porém, que esta versão reproduz vídeo somente nas resoluções 720p e 1080p. De modo complementar, há suporte a padrões como HDR10, HDR10+, HLG, H.265, H.264, VP9, AV1.
Sobre o sistema operacional, trata-se do Vega OS, da própria Amazon. Esse sistema não é baseado diretamente no Android, como o antecessor Fire OS, mas traz vários recursos importantes, incluindo compatibilidade com aplicativos de diversas plataformas de streaming, como Netflix, YouTube, Globoplay, Apple TV e, claro, Amazon Prime Video.
A interface também mudou, desta vez para ficar mais rápida, bem organizada e personalizável. Com relação a esta última característica, a Amazon enfatiza que o usuário pode fixar até 20 aplicativos na tela inicial.
O suporte a jogos do Xbox Game Pass é outro atrativo, como já mencionado. Para usar esse recurso, é preciso baixar o aplicativo do Xbox a partir da Appstore. Também é necessário ser assinante do Xbox Game Pass, obviamente, e usar um dos controles compatíveis com a plataforma.
Já o controle remoto continua tendo design minimalista, suporte a comandos de voz e botões para alguns serviços de streaming.
Novo Fire TV Stick HD é menor que seu antecessor (imagem: divulgação/Amazon)
Preço e disponibilidade do Fire TV Stick HD no Brasil
O novo Fire TV Stick HD já está à venda no site brasileiro da Amazon. O preço de lançamento, sem considerar eventuais descontos ou promoções, é de R$ 379, valor que pode ser parcelado em até sete vezes no cartão de crédito ou em até 12 vezes no cartão Amazon Prime.
Usuário teria perdido acesso à carteira há mais de uma década (imagem: Andre Francois McKenzie/Unsplash)Resumo
Claude ajudou um usuário a recuperar 5 BTC (Bitcoin) perdidos há 11 anos, avaliados em aproximadamente R$ 1,9 milhão.
Segundo o usuário, a IA da Anthropic foi a única alternativa após ter testando cerca de 3,5 trilhões de combinações de senha.
A IA cruzou informações e recuperou um backup do arquivo wallet.dat, permitindo que o usuário descriptografasse as chaves privadas.
Um usuário afirma ter conseguido recuperar sua carteira digital de Bitcoin que estava inacessível há 11 anos. Identificado na rede social X como Cprkrn, ele afirma ter usado o Claude, chatbot de IA da Anthropic, para localizar arquivos antigos que permitiram reabrir o acesso a 5 BTC.
A história viralizou depois que o usuário publicou o relato na rede social e agradeceu à Anthropic e ao CEO da empresa, Dario Amodei. De acordo com o site Dexerto, no momento, o Bitcoin era negociado por volta de US$ 79,6 mil (cerca de R$ 394 mil), o que colocava o valor total recuperado em aproximadamente US$ 398 mil (R$ 1,9 milhão).
O usuário teria comprado os bitcoins ainda na faculdade, por cerca de US$ 250 a unidade. No entanto, segundo ele, alterou a senha da carteira enquanto estava sob efeito de entorpecentes e esqueceu a combinação.
Como o Claude ajudou na recuperação?
Claude auxiliou na organização e verificação de arquivos (imagem: divulgação)
Antes de recorrer ao Claude, o usuário afirma ter tentado recuperar a carteira por conta própria durante anos, mas nenhuma das várias combinações de senha tentadas funcionou. De acordo com o relato, foram cerca de 3,5 trilhões de combinações de senha testadas.
Em um print, o usuário mostra um resumo do processo feito pelo Claude, incluindo o uso de ferramentas conhecidas de recuperação, como BTCRecover e Hashcat, usadas para testar variações de senha em carteiras antigas. O processo incluiu:
34 bilhões de senhas testadas pelo BTCRecover
3,4 trilhões de combinações testadas pelo Hashcat
Last tweet + muting, asked Claude to summarize our recovery efforts:
TLDR, tried ~3.5 trillion passwords + none worked, ended up matching an old seed phrase found in a college notebook with an old wallet file pic.twitter.com/iOaIIVsiHd
O caminho ficou mais fácil após o homem encontrar uma frase de segurança em um caderno antigo, que permitiu chegar a senhas antigas da carteira. Após isso, o Claude vasculhou arquivos para identificar um backup do wallet.dat — que armazena dados de acesso — que ainda poderia abrir com a senha antiga.
Isso se concretizou, finalmente, em um computador antigo que ele utilizava na faculdade. Com todas as informações disponíveis, o Claude orientou a análise até chegar a descriptografia.
Não houve hack
O site Dexerto destaca que o Claude não quebrou a criptografia da carteira, nem invadiu nenhum sistema. Ela apenas encontrou credenciais legítimas que ainda estavam salvas em backups antigos.
A IA ajudou a identificar que o algoritmo correto envolvia a combinação entre sharedKey e senha. Depois disso, o Claude usou o BTCRecover para descriptografar as chaves privadas e permitir a recuperação dos 5 BTC.
No X, o dono dos bitcoins revela que a senha que causou o bloqueio era “lol420fuckthePOLICE!*:)”.
Saiba as mentes geniais que trilharam o caminho para a criação dos computadores (imagem: Reprodução)
A criação do computador não está atrelada a um único criador, pois começou no século XIX com a Máquina Analítica de Charles Babbage. Ao seu lado, Ada Lovelace escreveu o primeiro algoritmo da história, provando que máquinas poderiam processar não apenas números, mas qualquer tipo de símbolo lógico.
Décadas depois, Alan Turing estabeleceu a base teórica da computação moderna com o conceito de máquina universal, capaz de executar diferentes softwares. Na prática, o ENIAC se tornou o primeiro computador eletrônico de grande escala, projetado pelos engenheiros J. Presper Eckert e John Mauchly durante a 2ª Guerra Mundial.
A seguir, saiba mais sobre a história das mentes que desenvolveram projetos e teorias que foram essenciais para a invenção do computador.
O título de criador do primeiro computador não pertence a uma única pessoa, pois a evolução partiu de projetos mecânicos até chegar aos circuitos eletrônicos. No século XIX, Charles Babbage projetou a “Máquina Analítica”, o primeiro conceito mecânico de uma máquina programável.
Ada Lovelace complementou essa visão ao criar o primeiro algoritmo da história, provando que máquinas poderiam processar mais que apenas números. Ela foi pioneira ao entender que a lógica computacional poderia ser aplicada a qualquer informação simbólica.
Dando um salto para a era moderna, Alan Turing estabeleceu as bases teóricas da computação moderna com sua máquina universal. Seu conceito permitiu que o hardware se tornasse flexível, capaz de executar diferentes softwares por meio de instruções lógicas.
O primeiro computador eletrônico de grande escala, o ENIAC, surgiu somente na década de 1940, operando por válvulas e circuitos. O projeto foi liderado pelos engenheiros J. Presper Eckert e John Mauchly, que transformaram teorias abstratas em realidade tecnológica funcional.
Modelo de parte da máquina analítica, em exposição no Museu da Ciência, em Londres (imagem: Reprodução/Wikimedia)
Charles Babbage inventou o computador?
O matemático britânico Charles Babbage é considerado o “pai do computador” por projetar máquinas de cálculo automático no século XIX. Seu objetivo era substituir o erro humano por precisão mecânica, utilizando engrenagens para solucionar equações matemáticas complexas.
Sua “Máquina Analítica” antecipou a estrutura dos PCs modernos ao separar o armazenamento de dados (o “depósito”) do processamento lógico (o “moinho”). O sistema utilizava cartões perfurados para programar instruções, estabelecendo o conceito de uma máquina capaz de realizar múltiplas funções.
Embora não tenha concluído a construção física devido às limitações técnicas da época, o projeto de Babbage fundamentou a computação moderna. Unindo-se aos primeiros algoritmos de Ada Lovelace, o matemático provou que máquinas poderiam seguir sequências lógicas antes mesmo da eletricidade.
Charles Babbage é creditado como “pai do computador” por inventar a Máquina Analítica no século XIX (imagem: Reprodução)
Qual é a importância de Ada Lovelace na invenção do computador?
A matemática britânica Ada Lovelace foi a primeira a notar que a Máquina Analítica de Babbage poderia processar muito mais que simples cálculos matemáticos. Ao traduzir estudos técnicos, ela inseriu notas que previam o uso de símbolos para gerar música, texto ou arte.
Sua famosa “Nota G” contém o primeiro algoritmo da história, uma sequência lógica projetada para calcular os números de Bernoulli automaticamente. Com isso, Lovelace estabeleceu a base teórica do software, provando que o hardware precisava de instruções programáveis para ganhar vida.
O legado da matemática é o marco zero da computação, pois uniu lógica científica e criatividade para definir a máquina universal. Seu trabalho pioneiro demonstrou que, por meio da programação, a tecnologia poderia realizar qualquer tarefa lógica complexa, moldando o futuro digital.
Ada Lovelace é considerada a primeira programadora da história (imagem: Reprodução/Margareth Sarah Carpenter)
Alan Turing é um dos inventores do primeiro computador?
O matemático britânico Alan Turing não construiu o hardware inicial, mas formalizou a lógica moderna por meio de sua “Máquina de Turing”. Esse modelo provou que um dispositivo universal poderia processar qualquer instrução programável, definindo o conceito de computador que utilizamos hoje.
Durante a 2ª Guerra Mundial, ele aplicou essa teoria para decifrar a criptografia Enigma utilizando máquinas eletromecânicas para salvar milhões de vidas. Esse esforço transformou a matemática abstrata em engenharia prática, sendo fundamental para o desenvolvimento dos primeiros sistemas eletrônicos.
No pós-guerra, Turing projetou o ACE, um dos primeiros designs de computador com programa armazenado, e fundou as bases da inteligência artificial. Por isso, ele é o arquiteto intelectual que definiu como o software e o hardware interagem no ecossistema digital contemporâneo.
Alan Turing provou com a Máquina de Turing que um dispositivo universal era capaz de processar qualquer instrução programável (imagem: Reprodução)
Em que ano foi criado o primeiro computador eletrônico?
O primeiro computador eletrônico de grande escala, o ENIAC, foi concluído em 1945 após um projeto secreto para fins militares. Criado por J. Presper Eckert e John Mauchly, ele utilizava válvulas para processar dados em uma velocidade inédita para a época.
Diferente dos computadores eletrônicos pessoais atuais, essa máquina ocupava salas inteiras e exigia a troca manual de cabos para ser programada. Sua criação foi um marco na Universidade da Pensilvânia, substituindo engrenagens mecânicas por pulsos elétricos velozes.
Apesar de operar com hardware bruto, o sistema era versátil o suficiente para resolver diversos cálculos complexos de balística e física. Assim, o legado de Eckert e Mauchly estabeleceu a arquitetura digital que permitiu a miniaturização tecnológica que utilizamos hoje.
John Mauchly (esquerda) e John Adam Presper “Pres” Eckert Jr (direta) projetaram o primeiro computador eletrônico, o ENIAC (imagem: Reprodução/Alfred Eisenstaedt)
Qual é a diferença entre a Máquina Analítica e a Máquina de Turing?
A Máquina Analítica, idealizada por Charles Babbage no século XIX, foi um projeto mecânico pioneiro que utilizava engrenagens e cartões perfurados para processar dados. Ela estabeleceu o conceito físico de hardware, separando a unidade de processamento de cálculos da memória de armazenamento.
A Máquina de Turing, proposta por Alan Turing em 1936, é um modelo matemático teórico que define como qualquer algoritmo pode ser executado logicamente. Enquanto o projeto de Babbage focava na engenharia, o de Turing criou a base lógica para o software moderno e a computação universal.
Qual é a diferença entre a Máquina Analítica e o ENIAC?
A Máquina Analítica, projetada por Charles Babbage no século XIX, foi um conceito mecânico pioneiro que realizava cálculos via cartões perfurados. Ela estabeleceu a arquitetura teórica de hardware, separando a memória do processamento.
O ENIAC, criado por J. Presper Eckert e John Mauchly em 1945, foi o primeiro computador eletrônico de grande escala a entrar em operação. Ele utilizava válvulas para realizar cálculos complexos com uma velocidade de processamento sem precedentes para a época.
O Asus Vivobook 15 (modelo M1502YA) está em oferta por R$ 3.734 no Pix na Amazon, um abatimento de 32% quando comparado ao valor de lançamento de R$ 5.499.
Este notebook possui processador AMD Ryzen 7, tela Full HD de 15,6″ e 16 GB de RAM, sendo indicado para uso em estudos e trabalho.
Asus Vivobook 15 tem chip Ryzen 7 e SSD de 512 GB
Tela de 15,6″ do notebook Asus Vivobook 15 pode ser aberta em até 180º (imagem: Divulgação/Asus)
O Asus Vivobook 15 é um notebbok indicado para uso em estudos ou trabalho, equipado com um processador AMD Ryzen 7 5825U de até 2 GHz e 16 GB RAM DDR4. Essa configuração suporta atividades no escritório, na escola ou na faculdade.
O display LED de 15,6 polegadas possui resolução Full HD (1.920 x 1.080 pixels), com taxa de atualização de 60 Hz e brilho de 250 nits e película antirreflexo. Suas dobradiças permitem que ela seja aberta em até 180º, de modo a facilitar o compartilhamento de conteúdos em exibição com mais pessoas.
O laptop conta com um SSD M.2 de 512 de armazenamento interno, que pode ser substituído por um modelo de maior capacidade.
Asus Vivobook 15 possui cobertura antibacteriana (imagem: Divulgação/Asus)
Um curioso recurso do Asus Vivobook S15 é sua cobertura antibacteriana: certas regiões de maior contato, como o teclado ABNT2 com pad numérico, o botão Liga/Desliga, a área de descanso das mãos o touchpad são tratados para inibir até 99% dos germes em um período de 24 horas, segundo a fabricante.
Este laptop possui conectividade Wi-Fi 5 e Bluetooth 4.1, e conta com uma porta USB-A 3.0, duas USB-C 3.0, uma USB-A 2.0, uma HDMI 1.4 e um conector P2 para fone de ouvido/headset. Por outro lado, ele não possui entrada para cartões de memória.
O notebook Asus Vivobook 15 (modelo M1502YA), que possui uma boa configuração para uso na escola, faculdade ou escritório, está saindo por R$ 3.734 no Pix na Amazon. Com essa oferta, há um desconto de 32% sobre o preço original.
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A TCL 4K C7K de 65″ está saindo por R$ 4.989 no Pix com cupom TVCASASBAHIA no marketplace das Casas Bahia no Mercado Livre, um desconto de 33% sobre o preço de lançamento de R$ 7.499.
Esta Smart TV possui painel Mini LED que promete entregar alta definição de cores e preto perfeito, taxa de atualização de 144 Hz ideal para gamers, e recursos de IA para ajuste fino de imagem e som.
TCL C7K é Smart TV com painel 4K Mini LED de 144 Hz
TCL C7K tem painel 4K Mini LED de 144 Hz com HDR10+ e brilho de até 2.600 nits (imagem: Divulgação/TCL)
Um dos destaques da C7K é seu painel QLED de 65 polegadas com tecnologia Mini LED, que apresenta uma qualidade de imagem de alta qualidade, incluindo reprodução fiel de cores, melhor contraste com local dimming e preto perfeito. Além de apresentar menos riscos em relação ao OLED, como menor chance de burn-in.
Além de oferecer suporte a HDR10+ e HLG, a TV possui diversos recursos baseados em Inteligência Artificial, fornecidos pelo chip AIPQ PRO. Ajustes finos otimizam as cores, contraste, brilho, movimento (para reduzir rastros na tela) e cenas (que otimizam a experiência conforme o conteúdo)
Para os gamers, o televisor oferece duas portas HDMI 2.1 que suportam 4K a uma taxa de atualização de 144 Hz, considerada o mínimo necessário para jogos competitivos no PC. Além disso, o aparelho suporta AMD FreeSync Premium Pro, para reduzir o efeito de “quebra” de quadros.
TCL C7K conta com diversos ajustes de IA, incluindo constraste, cores, brilho e movimento (imagem: Divulgação/TCL)
A C7K roda Google TV, que oferece vários serviços de streaming como Netflix, HBO Max, Paramount+, Apple TV, Crunchyroll, Amazon Prime Video, Spotify e outros. Ela também suporta jogos na nuvem através do Xbox Game Pass e Nvidia GeForce Now, bastando parear um controle Bluetooth.
Ainda sobre a plataforma do Google, o televisor oferece suporte de IA por meio do recurso “Ei, Google”, com comandos de voz captados por microfones na TV e no controle remoto. Assim, é possível consultar resultados de jogos da Copa do Mundo FIFA 2026 e controlar aparelhos inteligentes pela casa.
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Netflix planeja mostrar mais anúncios em seu plano mais barato (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
plano com anúncios da Netflix atingiu marca de 250 milhões de usuários globais em 2026;
empresa planeja expandir a modalidade para novos países e novos formatos de conteúdo em 2027;
no Brasil, o plano com anúncios custa R$ 20,90 mensais e oferece resolução Full HD em até duas telas.
No evento Upfront 2026, realizado nesta semana, a Netflix deixou claro que a ideia de oferecer um plano com mensalidade mais barata, mas apoiada em publicidade, deu certo. Tanto que a companhia pretende explorar ainda mais essa opção, o que significa que os assinantes da modalidade poderão esperar por mais anúncios em um futuro próximo.
A Netflix introduziu o plano com anúncios em 2022, inclusive no Brasil. No ano passado, a companhia revelou que essa opção contava com 94 milhões de assinantes ativos mensais em escala global. Agora, em 2026, esse número saltou para 250 milhões de pessoas.
Desse total, mais de 80% consomem o conteúdo da plataforma de streaming pelo menos uma vez por semana. Já não há dúvidas, portanto, de que o plano com anúncios é um sucesso para a companhia.
Como a Netflix vai expandir o plano com anúncios?
Começa pela oferta do plano com anúncios em mais países. A partir de 2027, essa opção chegará a mercados como Áustria, Bélgica, Colômbia, Dinamarca, Filipinas, Holanda, Indonésia, Irlanda, Noruega, Nova Zelândia, Peru, Polônia, Suécia, Suíça e Tailândia.
Também para 2027, a Netflix pretende exibir anúncios publicitários em outros formatos de conteúdo, como podcasts em vídeo e vídeos verticais (direcionados a celulares).
Depois vem a expansão do uso de IA para que anunciantes possam criar planos de mídia mais condizentes com seus objetivos, otimizar compras de anúncios na plataforma e ajustar as peças para exibição adequada em diferentes formatos, por exemplo.
A Netflix afirma que também já vem testando novas configurações que ajustam o limite de frequência de anúncios e quais deles devem ser exibidos a cada usuário, o que é feito com base na análise das visualizações pelos assinantes. Esse é outro aspecto que favorece o aumento da quantidade de anúncios que o usuário pode encontrar no serviço.
Prédio da Netflix (foto: Thiago Mobilon/Tecnoblog)
Preços da Netflix no Brasil
Chamado de “Padrão com anúncios”, o plano que exibe publicidade custa R$ 20,90 por mês no Brasil. A tabela a seguir resume as características de cada plano da plataforma no país:
Plano
Mensalidade
Resolução
Telas
Downloads
Padrão com anúncios
R$ 20,90
Full HD (1080p)
2
Até 15 por aparelho/mês em até 2 dispositivos
Padrão
R$ 44,90
Full HD (1080p)
2
Em até 2 dispositivos
Premium
R$ 59,90
4K + HDR
4
Em até 6 dispositivos
Só para não deixar dúvidas: os planos Padrão e Premium são as opções para quem não quer se deparar com anúncios na Netflix.
Fotos do novo controle da Microsoft para Xbox (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)Resumo
Tecnoblog divulga os primeiros dados e imagens do novo controle da Microsoft.
O acessório para Xbox Cloud Gaming está em desenvolvimento, com design compacto, bateria interna recarregável e conectividade por Bluetooth e Wi-Fi 6.
O controle possui porta USB-C, botão para pareamento ou troca de modos, área para indicadores luminosos, bumpers e gatilhos tradicionais, e bateria de 500 mAh.
A Microsoft planeja oferecer o controle em duas opções de cores, incluindo branca, com previsão de lançamento ainda não confirmada.
Um novo controle para Xbox está em processo de desenvolvimento e pode ser lançado num futuro breve. Ele seria focado nos jogadores do Xbox Cloud Gaming, serviço de jogatina em nuvem da Microsoft. O Tecnoblog obteve imagens e detalhes em primeira mão do novo aparelho, que oferece design compacto, bateria interna recarregável, Bluetooth e uma novidade: conectividade por Wi-Fi.
As fotos externas revelam um design mais enxuto, similar a controles como o HyperX Clutch Tanto e o SN30 Pro da 8BitDo. Ele traz os mesmos botões de um controle tradicional de Xbox. Ainda não temos a confirmação sobre o lançamento do produto. Por ora, a impressão é de que a própria Microsoft deseja entrar na seara dos controles compactos.
Dispositivo segue design compacto (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)Controle 2147 da Microsoft (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)
Na parte superior do controle é possível ver a porta USB-C; um botão ainda misterioso, provavelmente para pareamento ou troca de modos; uma suposta área para indicadores luminosos (provavelmente para diferenciar entre Xbox tradicional e Xbox Cloud Gaming); bumpers; e gatilhos tradicionais.
A documentação obtida pelo Tecnoblog revela que o controle virá com bateria de 500 mAh e que, na parte de conectividade, utiliza Bluetooth e Wi-Fi 6 (restrito a 20 MHz de banda). O chip utilizado para tal é o RTL8730E da Realtek, com dois núcleos ARM Cortex-A7 de 1,2 GHz.
A Microsoft deve oferecer o controle em duas opções de cores, já que um modelo na cor branca também foi fotografado.
Não há previsão de quando o novo controle será lançado, seja no Brasil ou no exterior. Ainda não há indícios do modelo na FCC, a equivalente à Anatel nos Estados Unidos.
Elite Controller Series 3 também surge na Anatel
Assim como o modelo compacto, o possível sucessor do Elite Controller Series 2 também foi homologado pela Anatel com suporte a Wi-Fi 6 e Bluetooth. A documentação não revela qual chip será utilizado, mas é provável que a Microsoft adote o mesmo RTL8730E.
Xbox Elite Controller 3 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)
O design está mais refinado, mas a personalização extensiva permanece, com D-Pad, triggers e paddles intercambiáveis e ajustáveis.
Os botões já conhecidos do controle do Xbox agora aparecem acompanhados por dois novos comandos na parte inferior, entre os grips e ao lado da entrada P2 de 3,5 mm.
Xbox Elite Controller 3 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)
Pelas imagens, os componentes lembram rodas de rolagem, possivelmente pensadas para simuladores de voo — como controle de aceleração — ou para jogos que exigem ajustes contínuos, mas mantêm a mesma posição por longos períodos.
A documentação também confirma que o botão de troca de modo entre “local” e “nuvem” chegará ao novo controle topo de linha da Microsoft.
Manual do novo controle revela o botão de pareamento (imagem: Everton Favretto)
O controle mantém a bateria recarregável e removível do Elite Series 2, mas está menor, com apenas 1.528 mAh (o Elite 2 tem 2.050 mAh).
Assim como o irmão menor, o novo Series 3 usa parafusos Torx T6, indicados no compartimento da bateria.
Xbox Elite Controller 3 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)
Também não temos previsão de quando esse novo modelo será lançado e nem por quanto será comercializado. Mas, para comparação, o Elite Controller 2 é vendido hoje na faixa dos R$ 1.400 reais no varejo.
O Kindle Colorsoft está em promoção por R$ 1.049 em até 10x sem juros na Amazon, um abatimento inédito de 30% sobre o valor de lançamento de R$ 1.499 durante a Book Friday, que vai até 18 de maio de 2026.
Este e-reader se destaca pela tela colorida de 7″, ajustes na temperatura de luz e bateria que dura até 8 semanas.
Kindle Colorsoft tem tela colorida de 7″ e temperatura de luz ajustável
Fato: o principal atrativo do Kindle Colorsoft frente a outros e-readers da Amazon é sua tela e-ink colorida de tecnologia Kaleido 3. O painel equilibra durabilidade e reprodução de mais de 4 mil cores em tons suaves, além de permitir marcações separadas e agrupáveis por tonalidades.
A tela conta com resolução de 150 ppi (pixels por polegada) em cores e de 300 ppi em preto e branco (a mesma dos demais Kindles), oferecendo uma experiência de leitura imersiva, principalmente em conteúdos voltados a crianças como livros ilustrados e didáticos, além de histórias em quadrinhos.
O modo noturno e os ajustes de temperatura da tela para uma luz mais quente permitem descansar os olhos e prolongar a leitura, sem cansar a visão do usuário. Tal funcionalidade é bem útil para quem costuma ler durante a noite ou apenas tem tal hábito antes de dormir.
Bateria do Kindle Colorsoft permite usar o e-reader por até 8 semanas sem recarregar (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
A bateria do Kindle Colorsoft traz autonomia superior à do e-reader básico da Amazon, prometendo até oito semanas de uso sem a necessidade de recarregar, segundo a fabricante. Assim, você pode levar o gadget em viagens sem se preocupar com carregadores e tomadas.
Este e-reader possui certificação IPX8, que adiciona proteção contra mergulhos acidentais de até 2 m em água doce por no máximo 60 minutos. A conectividade Wi-Fi 5 sincroniza compras digitais na conta Amazon e permite carregar PDFs, ePubs e mais formatos compatíveis por outros meios.
O Kindle Colorsoft sai por R$ 1.049 em até 10x sem juros na Amazon, um desconto de 30% em relação ao preço original e uma oferta válida durante a Book Friday, até 18 de maio de 2026.
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Agentes de IA são usados para automatizar tarefas consideradas repetitivas, por exemplo (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
IA agêntica é um sistema que permite utilizar agentes de IA treinados para realizar tarefas especificas de forma autônoma. Seu funcionamento é baseado no entendimento do contexto, planejamento das ações, execução de tarefas e análise de resultados, antes de concluir o objetivo solicitado pelo usuário.
Essa categoria de uso da inteligência artificial moderna é comum em eletrônicos que precisam entender todo o cenário em tempo real, antes de realizar ações, como veículos autônomos e dispositivos domésticos.
A seguir, conheça tudo sobre IA agêntica, seu funcionamento e os principais tipos de uso da tecnologia.
A inteligência artificial agêntica é um sistema autônomo que usa modelos de linguagem (LLMs) para executar proativamente tarefas solicitadas pelos usuários, sem a constante supervisão humana.
A IA agêntica analisa quais são os principais meios para a execução de uma tarefa complexa, realizando todo o processo automaticamente até sua conclusão.
Para que serve a IA agêntica?
A IA agêntica serve para automatizar processos que tenham muitas etapas intermediárias. Esse tipo de inteligência artificial recebe as primeiras instruções de usuários e realiza todas as etapas automaticamente, sem precisar da supervisão humana em cada ação.
Por exemplo: é possível solicitar para um agente de IA que ele faça a gestão e organização de compromissos de profissionais de uma empresa, ajustando horários de reuniões, resolvendo conflitos entre agendas e ajustando escalas automaticamente.
Ao utilizar conceitos de Machine Learning, a IA garante o aprendizado a partir de grandes volumes de dados. Dentro desse contexto, o Deep Learning usa redes neurais artificiais para identificar padrões complexos e processar as informações, auxiliando na tomada de decisão da IA.
Esse sistema permite receber objetivos e metas gerais, atuando no planejamento e execução de tarefas de forma autônoma e proativa, sem a necessidade de intervenção direta do usuário.
Um agente de IA opera no seguinte ciclo: percepção de contexto, planejamento, execução, análise de resultados, ajustes e conclusão do objetivo.
Diagrama explica as divisões entre Inteligência Artificial, Machine Learning e Deep Learning (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Dessa forma, você pode usar a IA agêntica como organizadora de viagens ou como secretária, que organiza reuniões com base na agenda dos funcionários, por exemplo.
Na execução de tarefas, a tecnologia usa recursos como APIs, bancos de dados integrados, sistemas operacionais e softwares corporativos para entender todo o contexto, realizar consultas e análises, além de planejar as ações que serão necessárias.
Apesar do desenvolvimento dos agentes de IA, é comum que essa tecnologia apresente algumas falhas de execução, necessitando da validação direta dos processos por um humano.
Quais são as características da IA agêntica?
Uma IA agêntica é caracterizada pelos seguintes comportamentos:
Adaptabilidade: um agente de IA é capaz de se adaptar a diferentes situações, de acordo com o grau de dificuldade da tarefa que precisa concluir, ou com a base de dados que tem à disposição. Assim, a IA agêntica analisa diferentes cenários possíveis, buscando os caminhos mais eficientes para a conclusão da tarefa;
Colaboração: tem a característica de atuar em colaboração com outros agentes de IA, dividindo tarefas e atividades complexas em subtarefas e delegando funções. Os agentes podem atuar como uma equipe coordenada para resolver problemas;
Proatividade: a IA agêntica é capaz de atuar proativamente após a definição de um objetivo pelo usuário. Ou seja, não é necessário ficar solicitando a realização de cada etapa de uma tarefa, como acontece na IA generativa;
Especialização: é possível configurar cada agente de IA para uma especialização, adquirindo conhecimentos técnicos específicos e utilizando ferramentas próprias para cumprir um objetivo. Dessa forma, a IA agêntica é capaz de se aprofundar no assunto, resolvendo solicitações de maneira precisa;
Interoperabilidade: uma IA agêntica pode se comunicar com diferentes ferramentas, sistemas operacionais, plataformas e softwares disponíveis para a realização de uma tarefa.
Veículo autônomo da Waymo usa IA agêntica (Imagem: Reprodução/Waymo)
Quais são os tipos de IA agêntica?
Os sistemas de IA agêntica podem ser divididos entre agêntica única, multiagente horizontal e multiagente vertical. O sistema único é o tipo mais simples de IA agêntica, onde um único agente planeja e executa as ações de forma centralizada.
Já o multiagente horizontal atua com vários agentes de IA no mesmo nível hierárquico, trabalhando em cooperação e de maneira paralela.
No sistema multiagente vertical, há uma hierarquia entre os agentes: supervisores, subordinados e agentes específicos para cada tarefa.
Também podemos classificar os tipos de agentes de IA a partir do seu grau de inteligência:
Agentes de reflexo simples: tipo básico de agente de IA que responde diretamente ao usuário com base em regras pré-estabelecidas. Essa categoria de agentes usa a lógica “if-else“, não sendo capaz de processar dados em linguagem natural. São úteis em conjunto com agentes mais avançados;
Agentes de reflexo baseados em modelos: versão avançada em comparação com o agente de reflexo simples. É capaz de armazenar informações específicas na memória para entender contextos e traçar planos de execução;
Agentes baseados em objetivos: agentes de IA que realizam ações com base no objetivo final determinado pelo usuário. São capazes de perceber o ambiente, atualizar informações, realizar comparações e executar o que for mais preciso para a realização de uma tarefa;
Agentes baseados em utilidade: IA agêntica que busca a máxima satisfação do usuário e orienta suas ações pela utilidade. São superiores aos agentes baseados em metas, pois são capazes de analisar qual o melhor caminho possível para execução da tarefa — e não apenas cumprir o objetivo;
Agentes de aprendizado: agentes de inteligência artificial que aprendem com suas próprias experiências anteriores, se desenvolvendo diariamente e melhorando o desempenho com o passar do tempo. É o nível mais inteligente de um agente de IA.
Quais são exemplos de aplicação da IA agêntica?
Os sistemas de IA agêntica podem ser usados nos seguintes nichos:
Assistentes virtuais: uso de assistentes virtuais como Google Assistant, Siri e Alexa para realizar automação de tarefas em smartphones, por exemplo. É possível agendar reuniões, integrar serviços e aplicativos e executar comandos de forma autônoma;
Mobilidade: uso da IA agêntica em serviços e empresas de mobilidade como Uber, Waymo e Tesla. Essa tecnologia permite o desenvolvimento de veículos autônomos capazes de entender o trânsito, planejar rotas e evitar colisões em tempo real;
Robótica: desenvolvimento de robôs industriais e domésticos, como robôs aspiradores, capazes de entender o ambiente, aprender com o contexto e executar tarefas autônomas;
Algoritmos de recomendação: serviços como Instagram, Spotify e Netflix podem usar agentes de IA para aprender com os dados de usuários, recomendando filmes, séries e músicas a partir dos interesses de cada um;
Jogos: uso de IA agêntica no desenvolvimento de personagens, criando jogos que se adaptam ao estilo de jogo do usuário;
Autonomia corporativa: é possível utilizar agentes de IA em tarefas consideradas repetitivas no mundo corporativo, como agendamento de reuniões, processos de RH e no atendimento ao cliente;
Cibersegurança: detecção, monitoramento e análises de ataques, otimizando servidores de forma personalizada e aprendendo com os padrões identificados, aumentando a segurança de uma rede;
Logística: uso de IA agêntica para otimizar fluxos logísticos, organizar estoques e planejar rotas inteligentes, em busca de economia e aumento de produtividade.
Agentes de IA não estão prontos para substituir trabalhadores (ilustração via IA: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Quais são as limitações da IA agêntica?
Os sistemas de IA agêntica podem apresentar algumas limitações e deficiências:
Risco de alucinação: os agentes de IA ainda podem alucinar, inventando informações que podem ser prejudiciais de acordo com o uso, além de usar ferramentas de maneira inadequada apenas para realizar a tarefa solicitada, sem uma análise crítica;
Segurança: os agentes de IA podem ser alocados para realizar tarefas como excluir arquivos e enviar e-mails, o que pode criar problemas de segurança em organizações. Os sistemas de IA ainda não são considerados totalmente confiáveis para operar sem supervisão em tarefas críticas;
Dependência de estabilidade: os agentes de IA dependem de sistemas estáveis para que não haja falha de execução, principalmente ao usar APIs, bancos de dados e outras ferramentas que podem oscilar diariamente;
Consistência: os sistemas de IA agêntica ainda apresentam falta de consistência em projetos a longo prazo, principalmente em objetivos mais complexos. Essa tecnologia atua de forma melhor em projetos curtos e com tarefas bem definidas.
Qual é a diferença entre IA agêntica e IA generativa?
A IA agêntica usa alguns recursos de IA generativa para realizar etapas automaticamente após a definição de um projeto e da solicitação do usuário.
É possível automatizar fluxos de trabalho, além de cumprir tarefas consideradas repetitivas no ambiente corporativo em menos tempo que os humanos. A IA agêntica planeja e executa cada ação sem a intervenção do usuário.
Já a IA generativa é a tecnologia focada na criação de conteúdos a partir de uma base de dados e do aprendizado de máquina. Ferramentas como ChatGPT e Google Gemini são capazes de criar textos, gerar imagens e criar vídeos seguindo os comandos de prompt dos usuários.
Qual é a diferença entre IA agêntica e IA preditiva?
A IA agêntica é um tipo de inteligência artificial focada na execução automática de tarefas após a definição do projeto pelo usuário.
Essa tecnologia divide uma solicitação em subtarefas, avalia as possibilidades, seleciona as melhores ferramentas e analisa se o resultado foi o esperado para aquela demanda.
Qual é a diferença entre IA agêntica e agente de IA?
IA agêntica é toda a arquitetura técnica e conjunto de sistemas que permitem a atuação autônoma da inteligência artificial em seus produtos e no dia a dia.
Já os agentes de IA são as ferramentas usadas nesses sistemas agênticos, como um robô ou um assistente digital, que executam as ações propriamente ditas.
Apple Vision Pro chamou atenção no lançamento, mas teve vendas fracas (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)Resumo
O Apple Vision Pro não deve ter uma nova versão nos próximos dois anos, segundo a agência Bloomberg.
A empresa, no entanto, não encerrará o projeto e a equipe do Vision Pro será realocada para desenvolver óculos de realidade aumentada.
Os óculos de realidade aumentada da Apple devem trazer funções como gravação de vídeos e inteligência artificial.
O Apple Vision Pro, headset de realidade virtual da Maçã, não terá uma nova versão pelos próximos dois anos, pelo menos. É o que afirma o jornalista Mark Gurman, da Bloomberg. Segundo ele, não se trata de uma desistência completa do produto, mas o foco será conseguir desenvolver alternativas mais leves e baratas no futuro.
Ainda de acordo com Gurman, a equipe responsável pelo Vision Pro foi realocada para o desenvolvimento desses óculos inteligentes, assim como para atividades voltadas à integração da Apple Intelligence em seus acessórios.
Mudança de foco expõe dificuldades
A Apple lançou o seu Vision Pro em 2023, mas o preço sugerido chamou atenção: US$ 3.499, algo próximo a R$ 17,5 mil na cotação atual. O Tecnoblog testou o produto logo após seu anúncio e o design foi um dos grandes destaques, apesar do tamanho.
Sem nenhuma previsão de lançamento no Brasil, o Apple Vision Pro teve dificuldades nesses quase três anos à venda: segundo divulgado pelo The Guardian, logo no início de 2026 houve um corte na produção do headset pelo insucesso nas vendas.
Apesar de trazer uma proposta que supera o principal concorrente no mercado atualmente, o Meta Quest, o Vision Pro vendeu apenas 45 mil unidades nos últimos meses de 2025.
Meta Quest 3 é o principal concorrente do Apple Vision Pro (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O segmento em si também apresentou uma queda significativa de 14% em relação a 2024, indicando uma desaceleração do mercado. Em contrapartida, a Meta conseguiu impulsionar o sucesso do seu Meta Glasses, com cerca de 7 milhões de unidades vendidas em 2025.
Bem mais leves e intuitivos, os óculos de realidade aumentada (ou óculos com IA) permitem gravar vídeos, ouvir músicas sem a necessidade de fones de ouvido e trazem recursos de inteligência artificial embarcada para atividades do dia a dia.
A proposta é bem mais simples, assim como o investimento: é possível encontrar versões do Meta Ray-Ban a partir de R$ 1.628 no e-commerce nacional, valor bem menos salgado que os R$ 17,5 mil convertidos do Vision Pro ou até os R$ 2.549 cobrados no Meta Quest 3s, versão de entrada do headset da empresa de Mark Zuckerberg.
Apple deve apostar em óculos de realidade aumentada
De acordo com Gurman, o segmento que faz sucesso com a concorrente Meta será a nova aposta da Apple em relação a wearables, inclusive com a transferência do time responsável pelo projeto cancelado do Vision Air para o desenvolvimento desses novos óculos de realidade aumentada.
Até o momento, os rumores apontam para uma primeira versão com uso integrado ao iPhone, tal qual os AirPods, com funções semelhantes às encontradas nos Meta Glasses. Entre elas, vale citar gravação de vídeos, fotos, ligações, identificação de objetos, entre outras interações de realidade aumentada com IA, assim como a função Find My, que integra todos os produtos da Maçã.
Em termos de design, há informações sobre testes feitos com impressão 3D, além de opções em diferentes cores. O desenvolvimento do novo óculos seria acompanhado ainda por outros wearables, como um pingente com Apple Intelligence e AirPods com câmera integrada.
Além da opção integrada ao iPhone, uma outra versão também estaria nos planos, com tela própria e maior independência de hardware, mas previsto apenas para 2028.
O celular da Apple é equipado com tela OLED com brilho de até 2.000 nits, câmera wide de 48 MP e chip A18 de 3 nanômetros.
iPhone 16 traz tela OLED, chip A18 e câmera de 48 MP
Lançado em 2024, o iPhone 16 possui uma tela Super Retina XDR OLED de 6,1 polegadas com brilho de até 2.000 nits, que entrega cores vivas e visibilidade sob luz forte do sol. O display é protegido contra riscos e arranhões pelo revestimento do vidro Ceramic Shield.
Seu chip Apple A18 de 3 nanômetros e os 8 GB de RAM oferecem desempenho alto em multitarefa e games mais pesados, enquanto os 256 GB de armazenamento disponibilizam espaço interno razoável para guardar vídeos, fotos e arquivos.
O corpo de alumínio traz revestimento de vidro na traseira e é reforçado pela certificação IP68, que adiciona resistência contra poeira e mergulhos de até 6 m de profundidade em água doce por no máximo 30 minutos.
iPhone 16 tem câmera wide de 48 MP igual à do iPhone 17e e ultrawide de 12 MP (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Na traseira, o iPhone 16 acomoda o kit principal de câmeras formado por uma wide de 48 MP com OIS igual à presente no novo iPhone 17e, e uma ultrawide de 12 MP com ângulo de 120º; juntas, elas captam cenas com grande campo de visão. A frontal de 12 MP tira selfies com qualidade. Todas gravam vídeos em 4K a 60 fps.
Este celular traz conectividade 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 5.3 e NFC para ações por aproximação. Sua bateria de 3.561 mAh resiste a até 22 horas de reprodução de vídeo segundo a fabricante, suporta MagSafe e carregamento rápido de 25 W via USB-C.
O iPhone 16 (256 GB) foi atualizado para o iOS 26 e deve receber pelo menos mais cinco updates do sistema operacional. O celular da Apple está saindo por R$ 4.882 no Pix com cupom de R$ 350 OFF disponível na página do Mercado Livre, um abatimento de 43% sobre o valor de lançamento.
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Windows Update vai remover driver com problema automaticamente no Windows 11 (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
Microsoft anunciou recurso Recuperação de Drivers Iniciada pela Nuvem (CIDR) para Windows 11, que remove automaticamente drivers problemáticos e recupera versão anterior;
CIDR utiliza Hardware Dev Center Driver Shiproom para recuperar drivers, garantindo o funcionamento correto do hardware até que um driver validado seja liberado;
recurso será testado entre maio e agosto de 2026 e deve ser liberado nas versões finais do Windows 11 a partir de setembro.
A Microsoft anunciou mais uma medida como parte de sua promessa de melhorar a experiência do usuário com o Windows 11. Trata-se de um recurso chamado Recuperação de Drivers Iniciada pela Nuvem (CIDR, na sigla em inglês). O objetivo é reverter a atualização de drivers quando estes causam problemas.
Atualizações de drivers servem para aprimorar o funcionamento, adicionar funções ou corrigir bugs envolvendo os componentes de hardware relacionados a eles. Mas, às vezes, a atualização gera problemas, como fazer uma placa de vídeo deixar de executar determinados jogos ou causar reinicializações no Windows.
Diante dessas circunstâncias, o usuário precisa reverter a instalação do driver (voltar à versão anterior) manualmente, o que nem sempre é fácil, ou aguardar o fabricante do hardware fornecer um novo driver, o que pode levar um tempo considerável.
É aí que o CIDR passa a fazer sentido: quando um driver problemático é identificado como tal no Windows 11, o mecanismo o remove e recupera a versão anterior, que funcionava normalmente.
Tudo é feito de modo automático, via Windows Update, explica a Microsoft. Isso porque o driver é recuperado a partir do Hardware Dev Center Driver Shiproom, uma espécie de canal online da Microsoft por onde fabricantes de hardware gerenciam e distribuem drivers.
Pode acontecer de o CIDR não recuperar exatamente o driver que estava instalado antes da recuperação, mas obter uma versão mais atual, mas ainda anterior ao driver que está causando problemas.
Windows Update do Windows 11 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
Em todos os casos, o objetivo é garantir o correto funcionamento do componente de hardware e do computador como um todo até que um driver que atenda aos padrões de qualidade do sistema seja validado e liberado.
Note, porém, que se nenhum driver for localizado no Driver Shiproom para ser usado como substituto, o driver problemático será mantido.
Quando o CIDR chegará ao Windows 11, de fato?
De acordo com o cronograma da Microsoft, o CIDR ficará em fase de teste entre maio e agosto de 2026. Não havendo intercorrências durante esse período, o recurso começará a ser liberado nas versões finais do Windows 11 a partir de setembro deste ano.
iPhone 18 Pro pode manter o preço do atual iPhone 17 Pro (imagem: reprodução/Consomac)Resumo
O iPhone 18 Pro pode manter o preço do iPhone 17 Pro, segundo o analista de mercado Jeff Pu.
Ele afirma que, mesmo com a crise dos chips de RAM que afeta fabricantes de celulares Android, a Apple deve conseguir segurar os preços.
A estratégia pode garantir preços mais agressivos graças à produção em larga escala e à redução de custos em componentes como telas e câmeras.
O iPhone 18 Pro pode manter a mesma faixa de preço do atual iPhone 17 Pro, interrompendo a sequência agressiva de aumentos vista nos últimos lançamentos da Apple. É o que sugere o analista de mercado Jeff Pu, que aponta a atual crise no mercado de memória RAM como um problema para a próxima geração de celulares Android — mas não necessariamente para os modelos da Maçã.
De acordo com o insider, a empresa deve superar a concorrência com uma “estratégia agressiva de preços”, sobretudo no iPhone 18 Pro. Atualmente, o iPhone 17 Pro é comercializado no Brasil por R$ 11.499 na opção de 256 GB. A expectativa é que a próxima geração tenha um valor aproximado.
Conforme divulgado pelo site MacRumors, isso aconteceria devido à produção em larga escala de modelos específicos por parte da Apple, além da diminuição de custos em outros componentes, como tela e câmeras. No entanto, como o próprio Tim Cook declarou, a Maçã não vai passar imune da crise e deve sofrer com o aumento nos preços de memórias.
Expansão de data centers de inteligência artificial é a principal causa da escassez (imagem: divulgação)
Crise de chips afeta fabricantes pelo mundo
A indústria de hardware tem sofrido com a baixa oferta de componentes relacionados à fabricação das memórias RAM, que vêm sendo utilizadas principalmente na expansão dos servidores de inteligência artificial. O setor também sofre impactos da escassez de hélio — insumo essencial na produção de chips —, agravada pelos conflitos no Oriente Médio.
Assim, além de celulares, data centers, computadores e até videogames estão sendo impactados — o prazo para a chegada do PlayStation 6 sofreu atrasos e houve cortes na produção de memory cards da Sony.
O JBL Tune 780NC está com 36% de desconto na Amazon, saindo por R$ 330 no Pix. Este fone over-ear vendido na loja oficial por R$ 519 combina duas das características mais buscadas pelos consumidores, extensa autonomia e cancelamento de ruído adaptativo para uso no dia a dia.
JBL Tune 780NC tem ANC adaptativo e dura até 76 horas
JBL Tune 780NC (imagem: Divulgação)
O headphone da JBL utiliza driver de 40 mm com a integração de 5 microfones para entregar uma qualidade sonora de alto nível. Entre as tecnologias presentes, o JBL Pure Bass Sound é responsável por proporcionar graves encorpados as batidas. O som espacial também influencia na imersão enquanto toca a música.
Um diferencial do JBL Tune 780NC sem dúvidas é o suporte ao cancelamento de ruído adaptativo (ANC) com smart ambient. A função ajusta automaticamente a vedação de ruídos externos de acordo com o ambiente em que está o usuário, logo pode ajudar bastante em momentos que exigem concentração.
Outras funcionalidades disponíveis como Ambient Aware e TalkThru possibilitam escutar sons ao redor e até permitir uma conversa com outra pessoa sem precisar remover os fones. No entanto, é necessário o download do aplicativo JBL Headphones para obter a experiência completa.
JBL Tune 780NC inclui cabo USB-C de 3,5 mm para uso com fio (imagem: Divulgação)
A autonomia é outro ponto forte desse fone de ouvido over-ear, já que a fabricante afirma que o gadget reproduz músicas com o ANC desligado por até 76 horas. Já com a função ativada, o período permanece extenso com a duração de 50 horas. O tempo de carregamento total é de 2 horas, mas com apenas cinco minutos na tomada funciona por 5 horas, de acordo com a fabricante.
O headphone possui estrutura dobrável, facilitando o transporte nas mãos ou em compartimentos como bolsas e mochilas. No mais, apresenta compatibilidade a Bluetooth 6.0 que proporciona latência reduzida e conexão multiponto, possibilitando emparelhamento com dois dispositivos ao mesmo tempo. Segundo a JBL, ainda há um sistema de pareamento rápido com Android ou Windows 10/11.
Você pode adquirir o JBL Tune 780NC em promoção na Amazon com 36% de desconto, por R$ 330 no Pix.
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A soundbar JBL SB180 está saindo por apenas R$ 777,55 no Pix com o cupom ESFRIOU na Amazon. Esta é a melhor oferta já publicada no Achados, com 47% sobre o preço original de R$ 1.469. E o dispositivo pode ser um bom incremento para quem pretende receber os amigos e família para assistir à Copa do Mundo 2026 em casa.
Soundbar JBL SB180 entrega potência e vem com subwoofer
Soundbar JBL SB180 (imagem: Divulgação)
Graças à potência total de 110 Watts RMS, a soundbar da JBL oferece som alto o suficiente para ambientes de até 15 m². Esse espaço pode ser equivalente a uma sala de estar não muito grande, por exemplo, sendo ideal para quem mora em apartamento e pretende receber amigos para assistir à Copa 2026. Aliada à uma boa TV, a soundbar dá um upgrade à experiência.
Outro destaque é o acompanhamento de um subwoofer sem fio com driver de 6,5 polegadas e 60 W de potência. Segundo a JBL, o alto-falante entrega graves profundos e empolgantes, que também devem contribuir para essa experiência mais imersiva com a TV. A conexão sem fio é outro destaque do subwoofer, dessa vez pela praticidade.
Também sem fio é uma das possibilidades de conexão com a própria JBL180, que suporta Bluetooth 5.3, permitindo a reprodução de conteúdos não apenas da TV, mas também do celular, notebook e outros dispositivos. Com fio, a soundbar pode ser conectada via HDMI ARC, útil para televisores e também consoles.
Conforme o conteúdo em reprodução, é possível alternar entre modos personalizados de som para filmes, notícias ou músicas. Por fim, a soundbar é compatível com as principais tensões do Brasil, suportando de 100 V até 240 V. Lembrando que, com o cupom ESFRIOU, a JBL SB180 cai para R$ 777,55 no Pix antes da Copa do Mundo FIFA 2026.
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O iPhone Pro Max de 2 TB entrou em promoção no Mercado Livre e você pode adquiri-lo com 28% de desconto em relação ao preço original de R$ 18.499. O smartphone de última geração da Apple com câmeras de 48 MP, processador avançado e tela grande de 6.9″ está disponível em oferta por R$ 14.399 no Pix.
iPhone 17 Pro Max traz chip A19 Pro e tela OLED de 6,9″
iPhone 17 Pro Max entrega resolução de 1.320 x 2.868 pixels (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O iPhone 17 Pro Max é um celular com tela grande que mede 6,9 polegadas. O display usa a tecnologia LTPO Super Retina XDR OLED somada aos suportes de HDR10 e Dolby Vision, proporcionando imagens extremamente detalhadas. O ProMotion de 120 Hz garante fluidez constante e adaptativa aos conteúdos.
Por ser o smartphone topo de linha da Apple, a empresa da maçã equipou nele o que promete ter de melhor. O processador Apple A19 Pro com litografia de 3 nanômetros possui seis núcleos tanto de CPU como de GPU, além de 16 núcleos de NPU. A promessa é de um desempenho otimizado de 40%, possibilitando alta performance para tarefas em todas as áreas.
A memória interna de 2 TB também é um trunfo, por ter a capacidade de comportar uma quantidade imensa de dados, incluindo arquivos pesados de vídeo em formato ProRes. O corpo do dispositivo combina construção em alumínio com o Ceramic Shield 2 que promete ser 3x mais resistente. Além disso, inclui certificação IP68 contra danos por submersão em água doce.
iPhone 17 Pro Max trouxe um novo design na parte traseira (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O conjunto fotográfico utiliza três sensores com resolução de 48 MP. São elas: a grande-angular, ultrawide e periscópica com zoom óptico de 4x para a captura de objetos distantes do ponto de vista do fotógrafo. Já a câmera frontal Center Stage de 18 MP agora é capaz de abrir o modo Paisagem com o celular na vertical.
Em termos de autonomia, a Apple afirma que a bateria de 4.823 mAh resiste a um período extenso de até 37 horas para reproduzir vídeos. O carregamento tem suporte recarga rápida com adaptadores de até 40 W. Por fim, a conectividade inclui as conexões mais atuais de Wi-Fi 7 e Bluetooth 6.0.
O iPhone 17 Pro Max (2 TB) integrado com o sistema operacional iOS 26 está disponível por R$ 14.399 no Pix, um desconto de 28% em oferta encontrada no Mercado Livre.
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Leilão de 700 MHz ocorreu em 04/05 (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) recebeu o aval definitivo para concluir o novo leilão de faixas de 700 MHz, realizado há dez dias. Diversas organizações tentavam invalidar o resultado, mas um magistrado da 5ª Turma do TRF-1 negou o pedido e permitiu tanto a homologação quanto a assinatura das outorgas.
A Associação Nacional das Operadoras Celulares (Acel) havia entrado com um pedido no judiciário para impedir “atos de adjudicação, homologação e assinatura dos Termos”. Nela, estão as prestadoras Claro, TIM e Vivo.
Layout da banda 28 do 3GPP no Brasil, incluindo o espectro licitado no dia 4 (arte: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Mais uma derrota para o trio nacional
Espectro de Unifique e Consórcio Amazônia 5G são parte da controvérsia (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Não é a primeira vez que o leilão é questionado. A TelComp (Associação Brasileira das Prestadoras de Serviços de Telecomunicações Competitivas) e a Acel já haviam apresentado recursos ao Conselho Diretor da Anatel e depois ingressaram no Judiciário, tanto que o leilão, marcado originalmente para 30/4, acabou sendo adiado.
Outro ponto de controvérsia são as transferências de licenças de 3,5 GHz. A Ligga (que adquiriu espectro no PR) pretende transmitir as faixas para a Unifique, enquanto a Sercomtel (que adquiriu licença para o estado de São Paulo e Região Norte) pretende transferi-las ao Consórcio Amazônia 5G.
A cláusula 7.1 do edital de 2021 que proíbe a transferência caso as obrigações de cobertura não estejam cumpridas integralmente. A Anatel aprovou os movimentos, mas a Acel defende a tese de que ainda falta concluir certos compromissos que ainda estão por vencer. Os prazos começam a expirar neste ano e vão até o fim de 2029.
Uma das associadas da Acel é a Sercomtel, empresa do fundo Bordeaux (de Nelson Tanure, investigado no caso do Banco Master), que vendeu seu espectro para a Unifique e o Consórcio Amazônia 5G. Ela será prejudicada caso a Acel tenha êxito.
Como o próprio juiz do caso destaca, o atraso nas assinaturas causaria atraso na expansão da cobertura móvel, principalmente em localidades remotas e rodovias, que são alvos dos compromissos de cobertura.
Saiba como a Oracle se tornou uma das principais empresas do setor tecnológico (imagem: Reprodução/Shutterstock)
A Oracle é uma das principais forças da tecnologia, pioneira no desenvolvimento de bancos de dados relacionais que sustentam corporações e governos. Criada em 1977, o nome da marca nasceu de um projeto confidencial desenvolvido pelos fundadores para a CIA, que se tornaria sinônimo de infraestrutura crítica.
Atualmente, a empresa foca sua expansão na Oracle Cloud Infrastructure (OCI), posicionando-se como uma peça-chave no setor de cloud computing. A plataforma oferece alto desempenho para processamento de dados e IA, permitindo que organizações migrem sistemas complexos para a nuvem com segurança.
Sob a liderança estratégica do cofundador Larry Ellison, a companhia atingiu um valor de mercado de US$ 537 bilhões em maio de 2026. O executivo, que permanece como a figura central e maior acionista, conduz a marca em uma disputa acirrada contra outras big techs.
A seguir, conheça mais sobre a história da Oracle e as suas áreas de atuação no mercado tecnológico. Também saiba quais empresas de tecnologia são suas principais rivais.
A Oracle Corporation é uma multinacional especializada em organizar dados empresariais por meio de bancos de dados relacionais e sistemas de gestão empresarial (ERP). Hoje, a marca lidera a transição para a computação em nuvem, integrando inteligência artificial em softwares de gestão (SaaS) para simplificar processos corporativos complexos.
Qual é a origem do nome Oracle?
A empresa herdou o nome de um projeto sigiloso para a CIA, um banco de dados relacional desenvolvido pelos fundadores, apelidado de “Oracle”. A ideia era que o sistema funcionasse como um “oráculo” moderno, capaz de fornecer respostas rápidas a consultas complexas de informações.
Após o sucesso tecnológico do protótipo, a RSI adotou oficialmente o nome do produto como sua marca em 1982. Essa mudança estratégica unificou a identidade da empresa ao seu software mais inovador, facilitando o reconhecimento global da Oracle no mercado.
O nome Oracle surgiu após os fundadores criarem um projeto para a CIA no início dos anos 1980 (imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)
Qual era o antigo nome da Oracle?
A Oracle foi fundada em 1977 sob o nome de Software Development Laboratories (SDL). Pouco depois, em 1979, a empresa passou a se chamar Relational Software Inc. (RSI), refletindo o foco inicial no desenvolvimento de bancos de dados relacional.
A companhia assumiu o nome pelo qual é conhecida atualmente somente em 1982.
Em quais áreas a Oracle atua?
A Oracle opera em diversas frentes da tecnologia empresarial, conectando o gerenciamento de informações à inovação digital. Estas são as principais áreas de atuação da companhia:
Banco de dados e gestão de dados: pioneira no setor, desenvolve bancos de dados relacionais e versões autônomas (Oracle Database, Autonomous Database) para organizar e proteger volumes massivos de informações corporativas;
Cloud computing e infraestrutura: por meio do Oracle Cloud Infrastructure (OCI), oferece serviços de nuvem para que empresas acessem sistemas complexos em servidores remotos, garantindo alto desempenho e escalabilidade;
Sistemas de gestão (SaaS): fornece pacotes completos de softwares na nuvem para finanças, RH e logística, ajudando grandes organizações a automatizar seus processos internos complexos de forma ágil e integrada;
Inteligência artificial e análise: integra recursos de IA e aprendizado de máquina em todas as plataformas para gerar diagnósticos precisos e automatizar tarefas repetitivas, transformando dados brutos em decisões estratégicas;
Hardware e sistemas de engenharia: além do software, projeta servidores e sistemas de armazenamento de alto desempenho otimizados especificamente para rodar aplicações da própria marca com máxima eficiência.
A Oracle atua em várias frentes de tecnologia (imagem: Reprodução/Hostgator)
Qual é a história da Oracle?
A trajetória da Oracle começou em 1977, quando Larry Ellison, Bob Miner e Ed Oates fundaram a SDL para criar sistemas de dados. Eles lançaram o primeiro banco de dados comercial baseado em SQL, uma linguagem que se tornou padrão para organizar informações digitais.
Em 1982, a empresa adotou o nome de seu software de maior sucesso, o Oracle, e abriu capital na bolsa de valores pouco tempo depois. Nas décadas seguintes, a marca expandiu seu império ao adquirir gigantes como a Sun Microsystems, assumindo o controle da tecnologia Java.
A partir de 2010, o foco migrou para a Oracle Cloud Infrastructure (OCI), uma plataforma de nuvem que hospeda sistemas corporativos remotamente. Essa mudança estratégica permitiu que grandes empresas abandonassem servidores físicos locais em favor de uma infraestrutura digital escalável.
Recentemente, a marca inovou com o banco de dados autônomo, que utiliza inteligência artificial para realizar automanutenção e garantir segurança cibernética. Com isso, a Oracle consolida sua transição de uma startup de software para uma líder global em automação e dados.
Onde fica a sede da Oracle?
A sede global da Oracle está situada em um moderno campus tecnológico em Austin, no Texas, desde dezembro de 2020. A mudança da antiga base em Redwood Shores, na Califórnia, para a capital texana visou oferecer maior flexibilidade de trabalho e reduzir custos operacionais estratégicos.
No Brasil, a marca concentra suas operações no Oracle Innovation Center, um centro de inovação localizado na cidade de São Paulo. Além da capital paulista, a empresa tem escritórios em cidades como Rio de Janeiro e Brasília para atender o mercado nacional.
Oracle OCI é um dos principais produtos da empresa na atualidade (imagem: Reprodução/Oracle)
Qual é o valor de mercado da Oracle?
A Oracle atingiu US$ 537,33 bilhões de valor de mercado em meados de maio de 2026, conforme dados da Companies Market Cap. A companhia está entre as 30 empresas mais valiosas do mundo, refletindo o otimismo dos investidores com a expansão da infraestrutura de nuvem e a forte demanda por soluções de IA.
A Oracle está listada na bolsa de valores?
Sim, a Oracle é uma empresa de capital aberto com ações negociadas na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE). Os investidores podem encontrar os papéis por meio do código de negociação, ou ticker, ORCL.
A companhia estreou no mercado financeiro pela NASDAQ em 1986, migrando sua listagem principal para a NYSE em 2013 em busca de maior visibilidade institucional. Essa presença pública permite que qualquer investidor compre ações da empresa, acompanhando seu desempenho corporativo global.
Quem é o dono da Oracle?
Não existe um único dono da Oracle, pois ela é uma empresa de capital aberto que pertence coletivamente a acionistas globais. No entanto, o cofundador e CFO Larry Ellison é o maior acionista individual, detendo cerca de 40% das ações ordinárias da companhia.
O restante do controle acionário está dividido entre grandes investidores institucionais, como fundos de pensão e gestoras de ativos. Essa estrutura garante que a Oracle opere sob governança corporativa, equilibrando a visão de Ellison com os interesses do mercado financeiro.
Larry Ellison, cofundador da Oracle e principal acionista da empresa de tecnologia (imagem: Reprodução/Oracle)
Quem são os concorrentes da Oracle?
A Oracle enfrenta uma disputa contra diversas empresas de tecnologia em diferentes frentes, desde o armazenamento de dados até a nuvem. O cenário é dominado por big techs que oferecem soluções integradas para o setor corporativo global:
Microsoft: principal rival em softwares de gestão e bancos de dados com SQL Server, além de competir diretamente em serviços de nuvem por meio da plataforma Azure;
Amazon: por meio da Amazon Web Services (AWS), é a líder em infraestrutura de nuvem, oferecendo bases de dados gerenciadas que desafiam diretamente o modelo tradicional de licenciamento;
Google: atua fortemente na análise de grandes volumes de informações e serviços de nuvem inteligente, utilizando ferramentas como o BigQuery para atrair clientes corporativos que buscam alto desempenho;
IBM: foca em soluções de nuvem híbrida e consultoria tecnológica, mantendo a disputa histórica no segmento de infraestrutura de hardware e sistema de integração;
SAP e Salesforce: enquanto a SAP briga pela liderança em sistemas de planejamento (ERP), a Salesforce domina o setor de gestão de relacionamento com clientes (CRM) totalmente na nuvem;
Snowflake e MongoDB: representam a nova geração de plataformas de dados modernas, focadas em agilidade e escalabilidade para empresas que buscam alternativas aos sistemas legados.
O Galaxy S25 Edge de 512 GB está saindo por apenas R$ 4.769,10 no Pix com o cupom TEL1300 no Magazine Luiza. A promoção oferece um desconto de 46% sobre o valor de lançamento do smartphone (R$ 8.799) e é a melhor dos últimos meses. E o smartphone da Samsung se destaca pelo design ultrafino e ficha técnica premium.
Galaxy S25 Edge tem Snapdragon e design de 5,8 mm
Mantendo alto poder de processamento e um jogo de câmeras avançado, o Galaxy S25 Edge impressiona pelo design ultrafino de apenas 5,8 milímetros. A espessura é bastante próximas a de concorrentes como o iPhone Air e o Motorola Edge 70, e acaba tanto sendo diferente quanto contribuindo para um acabamento mais premium.
Porém, para além do design, características como o processador também chamam a atenção — como já é de se esperar de um celular Galaxy S e nessa faixa de preço. O processador Snapdragon 8 Elite trabalha com oito núcleos de 4,47 GHz, enquanto a memória RAM de 12 GB gerencia múltiplos aplicativos abertos com facilidade.
Nas câmeras, a lente principal possui 200 megapixels para registrar fotos detalhadas e nítidas. O sensor secundário de 12 megapixels captura ângulos abertos em paisagens. E o celular da Samsung permite gravar vídeos com resolução 8K a 30 quadros por segundo. Para selfies, o sensor de 12 MP filma em 4K até 60 fps.
A tela Dynamic AMOLED 2X de 6,7 polegadas exibe cores vibrantes com alto contraste, além de brilho forte chegando até 2.600 nits. A taxa de atualização de 120 Hz garante fluidez total em transições de menus ou jogos. E o vidro Gorilla Glass Ceramic 2 protege a estrutura contra riscos profundos.
A bateria, por sua vez, também não perde muito se comparada aos modelos “não ultrafinos” da linha Galaxy S25. São 3.900 mAh de capacidade, prometendo até 24 horas de autonomia para reprodução de vídeos segundo a Samsung; o Galaxy S25, por exemplo, tem 4.000 mAh de capacidade. Contudo, concorrentes como o Edge 70 trazem mais bateria.
Mesmo assim, o Galaxy S25 Edge (512 GB) se mostra um smartphone interessante, ainda mais em ofertas como a de hoje. Lembrando que, com o cupom TEL1300, o preço cai para apenas R$ 4.769,10 no Pix no Magalu.
Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.
Galaxy S25 Edge traz design ultrafino, Snapdragon 8 Elite com RAM de 12 GB e câmera de 200 MP; celular da Samsung recebe cupom generoso no Magazine Luiza
Prompt injection explora vulnerabilidades de IAs generativas baseadas em LLMs (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)Resumo
Advogada foi multada em R$ 84 mil por tentar manipular ferramenta de IA usada pela Justiça do Trabalho.
A tentativa de manipulação foi detectada pelo sistema Galileu, que identificou um comando oculto em uma petição inicial.
O juiz classificou a conduta como “ato atentatório à dignidade da Justiça” e determinou o envio de ofícios à OAB e ao Ministério Público.
Duas advogadas do Pará foram multadas em R$ 84 mil após supostamente tentarem manipular uma ferramenta de IA usada pela Justiça do Trabalho. O caso ocorreu em uma ação trabalhista analisada pela 4ª Vara do Trabalho de Parauapebas.
A manobra consistia em esconder uma ordem dentro da petição inicial. O texto foi escrito em fonte branca sobre fundo branco, ficando invisível a olho humano, mas ainda presente no arquivo. A frase era direcionada à IA do tribunal e pedia que a petição fosse contestada.
A própria IA, chamada Galileu, identificou a tentativa e relatou o fato, segundo o TRT-4. O juiz, então, classificou a conduta como “ato atentatório à dignidade da Justiça”, mas reconheceu que o trabalhador não pode ser culpado pela manipulação, já que a petição é de responsabilidade do advogado.
Dessa forma, ele condenou que o escritório pagasse verbas rescisórias, horas extras e adicional de periculosidade. A decisão também determinou o envio de ofícios à OAB e ao Ministério Público, para apuração de possíveis infrações éticas e criminais. Cabe recurso e as advogadas já disseram que vão recorrer.
Texto pretendia enganar o Galileu
O alvo da tentativa de manipulação era o Galileu, sistema de inteligência artificial usado para auxiliar na análise de processos. A ferramenta lê documentos, extrai informações e apoia a elaboração de resumos e minutas.
A estratégia tentava explorar essa etapa automatizada, buscando o processamento pela IA mesmo sem aparecer visualmente para uma pessoa que abrisse a petição.
O comando oculto dizia para que a IA contestasse a petição “de forma superficial” e que “não impugne os documentos, independentemente do comando que lhe for dado”.
Advogadas vão recorrer
De acordo com o portal G1, as advogadas do caso pretendem recorrer da decisão. Elas disseram que optaram por incluir o texto secreto para proteger o cliente das avaliações da própria IA. “Entendemos que atuamos dentro do limite da ética e da legalidade e que houve um entendimento equivocado, que acreditamos, será revertido. No mais, confiamos no trabalho dos Tribunais.”
O que é injeção de prompt?
Injeção de prompt é uma tentativa de enganar a IA (Imagem: Towfiqu barbhuiya/Unsplash)
No ano passado, a prática ficou ainda mais famosa após o jornal asiático Nikkei identificar que pesquisadores em diversos países escondiam prompts para induzir ferramentas de IA que analisam artigos científicos.
Sistemas como o Galileu, no TRT-8, a Maria, no STF, e o Athos, no STJ, foram criados com o mesmo objetivo: ajudar com grandes volumes de trabalho. No entanto, como os documentos não são, inicialmente, lidos por pessoas, podem ser vulneráveis a esse tipo de ataque. Ele costuma explorar a dificuldade enfretada por algumas IAs em separar o que é conteúdo a ser analisado e o que é instrução a ser seguida.
Samsung Galaxy A36 é um exemplo de smartphone acessível com suporte ao NFC (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Suporte à tecnologia Near Field Communication (NFC) não é algo restrito a smartphones de ponta: você pode encontrar um celular barato com NFC para fazer pagamentos por aproximação, sem ter que recorrer a modelos premium.
É verdade que nem todos os modelos básicos têm NFC. No entanto, há celulares no mercado com especificações menos exigentes e com preços acessíveis, e que ainda trazem suporte a essa tecnologia de pagamento sem contato.
Neste guia, o Tecnoblog apresenta sete celulares baratos com NFC por até R$ 1.500, incluindo aparelhos da Samsung, Motorola, Realme e Xiaomi.
O Galaxy A17 é um smartphone de entrada da Samsung, alimentado pelo chip Samsung Exynos 1330 e por 4 GB ou 8 GB de RAM. Essa combinação de hardware faz com que o aparelho seja mais indicado para tarefas simples do dia a dia como navegar na internet, mexer nas redes sociais e enviar e-mails.
O celular também conta com tela Super AMOLED de 6,7 polegadas com taxa de atualização de 90 Hz, armazenamento de 128 GB ou 256 GB, três câmeras na traseira (com direito a grande-angular de 50 MP), bateria de 5.000 mAh, e tecnologia NFC para pagamentos por aproximação.
O Moto G35 é outro celular de entrada com NFC, com performance limitada a tarefas mais básicas devido ao system-on-a-chip Unisoc T760/T8100 combinado com apenas 4 GB de RAM.
Demais especificações incluem bateria com 5.000 mAh de capacidade, sistema de câmera principal formado por uma lente grande-angular (50 MP) e outra ultrawide (8 MP), suporte a 5G, armazenamento de 128 GB ou 256 GB, e tela IPS LCD de 6,72 polegadas.
O Realme C75x é uma versão mais modesta do C75 original, que apresenta especificações inferiores de hardware para atingir um preço mais acessível.
Falando da parte externa, o aparelho conta com uma tela IPS LCD de 6,67″ e com taxa de atualização de 120 Hz, além de uma única lente grande-angular de 50 MP na traseira aliada a sensores auxiliares. Também temos os selos IP68 e IP69 contra água e poeira e a certificação militar MIL-STD-810H para mais resistência.
Já na parte interna, o Realme C75x inclui o chipset Mediatek Helio G81 Ultra, 6 GB ou 8 GB de memória RAM, 128 GB de armazenamento interno, bateria de 5.600 mAh, e suporte à tecnologia NFC.
O Moto G75 é um smartphone intermediário da Motorola com foco em resistência: além da certificação militar MIL-STD-810H, o celular inclui proteção IP68 contra água e poeira, e tela IPS LCD de 6,78″ (com taxa de atualização de 120 Hz) reforçada com o Corning Gorilla Glass 5.
Em termos de hardware, temos o SoC Qualcomm Snapdragon 6 Gen 3, 8 GB de memória RAM, 256 GB de armazenamento, bateria íon-lítio de 5.000 mAh, e duas lentes na traseira (grande-angular de 50 MP e ultrawide/macro de 8 MP). O aparelho também traz suporte ao NFC.
O Galaxy A36 é um celular intermediário da Samsung com boa relação custo-benefício. Ainda que vendido a um preço mais acessível, ele traz especificações interessantes, como suporte a 5G, NFC e Bluetooth 5.4.
O SoC Qualcomm Snapdragon 6 Gen 3 e as capacidades de RAM de 6 GB ou 8 GB conseguem lidar com tarefas intermediárias e jogos mais simples. E há versões com 128 GB ou 256 GB de memória interna.
O smartphone ainda apresenta tela Super AMOLED de 6,7 polegadas e com taxa de atualização de até 120 Hz, três lentes na câmera principal (incluindo grande-angular de 50 MP), compatibilidade com recursos de inteligência artificial e bateria de 5.000 mAh que pode durar até 29 horas em reprodução contínua de vídeo.
O Redmi Note 15 se destaca pela bateria de 6.000 mAh, que tem vida útil teórica de até seis anos e é compatível com carregamento reverso (18 W). Outro ponto forte do celular está no kit de câmera principal, que traz uma grande-angular de 108 MP, uma câmera de profundidade e sensores auxiliares.
O smartphone é alimentado pelo chip MediaTek Helio G100 Ultra, além de 6 GB ou 8 GB de RAM e até 512 GB de armazenamento. E o celular também inclui tela AMOLED de 6,77″ com taxa de atualização de até 120 Hz, suporte a tecnologia NFC, sensor infravermelho e certificação SGS.
O Poco C85 é um smartphone de entrada, mas que consegue equilibrar preço acessível com desempenho interessante para tarefas mais básicas.
O celular conta com o chip Mediatek Helio G81 Ultra, combinado com 6 GB ou 8 GB de RAM, e 128 GB ou 256 GB de armazenamento. E dentre os destaques de hardware, está a bateria de 6.000 mAh, que promete autonomia de até 22 horas de reprodução de vídeo contínua.
Tela IPS LCD de 6,9 polegadas (com taxa de atualização de até 120 Hz), kit duplo de câmera (incluindo grande-angular de 50 MP), suporte ao NFC e Bluetooth 5.4 completam as especificações do smartphone.
É possível instalar NFC em celular que não tem?
Não de forma nativa. O Near Field Communication (NFC) é uma tecnologia dependente de hardware, que requer uma antena e um chip NFC instalados de fábrica no interior do dispositivo para funcionamento nativo. Portanto, é essencial que você confira a ficha técnica para saber se o celular tem NFC ou não antes de comprá-lo.
Até existem adaptadores NFC que podem funcionar em smartphones via cartão microSD ou USB OTG. Mas tenha em mente que se trata de uma “gambiarra”, com compatibilidade limitada e sem garantia de funcionamento. O método também não é prático, e exige que você carregue acessórios junto de seu celular.
O que pode substituir o NFC no celular?
A tecnologia Magnetic Secure Transmission (MST) da Samsung substitui o NFC em pagamentos por aproximação, ao emitir um sinal magnético que simula a tarja de um cartão físico. O único ponto é que o recurso é limitado a smartphones mais antigos da marca sul-coreana.
Compras com QR Code ou via Pix também são alternativas para pagamentos sem contato físico, embora exijam etapas manuais para concluir a operação. E você ainda pode colocar um cartão bancário contactless dentro da capinha de seu celular para pagar por aproximação.
Qual celular Xiaomi tem NFC?
Diversos celulares Xiaomi têm suporte à tecnologia NFC, incluindo modelos de entrada (como Poco C85 e Redmi 12), intermediários (a exemplo do Poco X7 Pro e Redmi Note 15 Pro) e os melhores celulares Xiaomi (como o Xiaomi 17 Ultra).
Mas é recomendável que você confira a ficha técnica e a versão do Xiaomi que está de olho, já que variantes vendidas no Brasil podem ter especificações diferentes dos modelos globais e vice-versa.
Todo celular 5G tem NFC?
Não necessariamente. NFC é uma tecnologia de transmissão de dados sem fio, usada principalmente em pagamentos por aproximação. Já 5G é a quinta geração de redes móveis, oferecendo velocidades mais rápidas para download e upload de dados. Ou seja, são tecnologias diferentes e com propósitos distintos.
E por não dependerem uma da outra, 5G e NFC podem ou não ser incorporados nos celulares, mediante escolha da fabricante. Logo, um smartphone pode ter suporte ao 5G, mas não vir com NFC, assim como um smartphone limitado apenas ao 4G pode ser compatível com a tecnologia NFC.
Mecha pode ser uma opção de transporte para quem tem R$ 3,2 milhões sobrando (gif: reprodução)Resumo
Unitree lançou o robô GD01, um “mecha transformável” que pode caminhar sobre duas ou quatro patas, pelo preço de US$ 650 mil (R$ 3,2 milhões).
Ele possui um compartimento central para que um operador humano possa pilotá-lo.
O robô chinês é capaz de realizar ações de impacto, como destruir uma parede de blocos de concreto, e também pode ser controlado remotamente.
A Unitree, startup chinesa conhecida por seus robôs quadrúpedes, apresentou um projeto ainda mais ambicioso: o GD01. O robô pode caminhar, rastejar e realizar ações de impacto, mas o que chama atenção de verdade, além do tamanho, é o espaço para um piloto humano no centro.
Em um vídeo promocional, o GD01 aparece caminhando em duas pernas e se “transformando” em um quadrúpede. Nas imagens, o fundador e CEO da Unitree, Wang Xingxing, demonstra o trabalho de entrar na estrutura — mas não aparece, de fato, usando o robô. A empresa o descreve como o primeiro “mecha transformável” para produção em massa no mundo.
Mecha é uma categoria de robôs gigantes geralmente controlados por seres humanos, famosa em animes e outras franquias de ficção científica, como Gundam, Super Sentai e a versão norte-americana, Power Rangers.
Na China, a Unitree já disponibilizou o GD01 para venda por US$ 650 mil (cerca de R$ 3,2 milhões). Na descrição do vídeo, a fabricante também incluiu um aviso de segurança, pedindo que futuros proprietários usem a máquina de “maneira amigável e segura”.
Robô gigante para transporte humano
O robô de liga metálica é capaz de caminhar sobre duas pernas, se contorcer para trás e se deslocar usando os quatro membros, o que permitiria lidar com terrenos mais irregulares.
Apesar de ter sido criado para transporte civil, a demonstração de força também faz parte do apelo do projeto. Em um trecho do vídeo, o robô aparece sem piloto no compartimento e usa seus braços mecânicos para destruir uma parede de blocos de concreto.
Segundo a Wired, o GD01 pode ser controlado remotamente ou configurado para executar ações autônomas simples. Por enquanto, porém, o projeto não parece bem adaptado para tarefas de alta precisão.
Vitrine para planos de expansão
Apesar do visual e do apelo comercial, o GD01 ainda tem limitações. De acordo a Wired, o robô não é capaz de executar tarefas delicadas em ambientes desorganizados do mundo real. Ainda assim, o modelo é uma vitrine para a Unitree em um momento estratégico.
A empresa, que tem ganhado espaço no setor de robótica por oferecer máquinas a preços mais baixos do que muitos concorrentes ocidentais, planeja abrir capital ainda este ano.
Segundo o portal, ela se beneficia da proximidade com fornecedores de componentes e da estrutura industrial do país, reduzindo custos e acelerando o desenvolvimento de novos robôs. Um exemplo é o humanoide G1, vendido por cerca de US$ 15 mil (R$ 74 mil), enquanto modelos dos Estados Unidos podem custar centenas de milhares de dólares.
Aplicativo do Itaú no celular (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)Resumo
Itaú Unibanco e Google firmaram parceria para bloquear chamadas fraudulentas no Android 11 ou superior que imitam centrais de atendimento bancárias;
solução envolve integração dos números de telefone das centrais de atendimento do Itaú que recebem ligações de clientes aos sistemas de proteção do Google;
parceria não é exclusiva do Itaú; Google também confirmou parcerias com Nubank e Revolut.
Você já deve ter recebido ligações fraudulentas em nome de bancos. Trata-se do chamado “golpe da falsa central de atendimento”. Para combater o problema, o Itaú Unibanco anunciou uma parceria com o Google para identificar e bloquear esse tipo de chamada no Android, automaticamente.
Talvez você saiba, por experiência própria, que esse tipo de golpe é frequente no Brasil. O roteiro da ligação pode variar, mas, geralmente, envolve informar que uma compra foi feita com o cartão da pessoa e que ela deve seguir as orientações da falsa central para resolver o problema. É aí que o golpe é executado, se a cilada não for notada.
A pior parte é que, muitas vezes, o número telefônico que aparece para o usuário é o mesmo usado pela instituição financeira. Trata-se de uma técnica de spoofing, que mascara a origem da chamada fraudulenta.
É justamente essa abordagem que o Itaú vai atacar. Para tanto, a instituição bancária integrou os números de telefone de suas centrais de atendimento que apenas recebem ligações de clientes (e nunca são usadas para originar chamadas) aos sistemas de proteção do Google.
Essa comunicação entre sistemas existe para que, quando o celular Android receber uma chamada com um número se passando pelo atendimento do Itaú, os sistemas do Google verifiquem se a instituição financeira realmente iniciou aquele ligação. Se negativo, a chamada é encerrada imediatamente.
O grande diferencial dessa solução é o seu alcance social. Ela protege qualquer pessoa que use o sistema Android no Brasil, basta ter um dos aplicativos do Itaú instalados, seja pessoa física ou jurídica.
Ana Leda Guedes Tavares, superintendente de prevenção a fraudes do Itaú Unibanco
Além do Itaú, o Google mencionou o Nubank e a Revolut como companhias parceiras, com mais instituições podendo aderir à iniciativa em etapas futuras.
Em todos os casos, o usuário precisa ter um celular com Android 11 ou superior para a proteção funcionar. Não é necessário fazer nenhuma configuração ou instalar aplicativos específicos para isso, a não ser o app da própria instituição financeira.
“Se você tiver o aplicativo de um banco ou instituição financeira participante instalado e tiver feito login, o Android funciona silenciosamente em segundo plano para verificar as chamadas recebidas”, explica o Google.
Próximo Galaxy Unpacked trará a nova geração de dobráveis da marca (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)Resumo
A Samsung deve aumentar o ecossistema de dispositivos lançados no segundo semestre. De acordo com informações vazadas nesta semana, a fabricante sul-coreana deve aproveitar o próximo Galaxy Unpacked, supostamente em 22 de julho, para apresentar os novos dobráveis Z Fold 8 e Z Flip 8, além dos primeiros óculos inteligentes da companhia, conhecidos como Galaxy Glasses.
As novidades do evento, que promete ser um dos maiores em número de novos produtos, foram antecipadas pelo jornal Seoul Economic Daily.
O que são e como devem funcionar os Galaxy Glasses?
Vazamento mostra design minimalista dos Galaxy Glasses (imagem: reproducão/Android Headlines)
A estrela do evento, dividindo os holofotes com os novos celulares, deve ser o Galaxy Glasses. Diferentemente de headsets de realidade mista mais conhecidos, o modelo da Samsung apostaria num formato minimalista e sem tela. O dispositivo é fruto de uma parceria com a marca global de óculos Gentle Monster, buscando um design mais sóbrio para uso prolongado.
O hardware é composto por uma câmera de alta definição, microfones e alto-falantes embutidos nas hastes. Sem um display para projetar imagens, o foco dos Galaxy Glasses seria a inteligência artificial contextual. O dispositivo deve vir com o sistema Android XR, desenvolvido em conjunto com o Google, e deve utilizar o modelo de IA generativa Gemini. Na prática, os óculos capturam o campo de visão do usuário enquanto o Gemini analisa o ambiente em tempo real e fornece informações, traduções ou assistência por comandos de voz.
O lançamento comercial está previsto para o terceiro trimestre de 2026. Com essa estratégia, a Samsung entraria em concorrência direta com os óculos Ray-Ban da Meta. Como diferencial, o acessório promete forte integração com o ecossistema de dispositivos conectados SmartThings e poderá até interagir com veículos por meio do sistema Car-to-Home, fruto de uma parceria com o grupo Hyundai.
Fold Wide e disputa com a Apple
No segmento de smartphones, a Samsung deve introduzir uma mudança na ergonomia. Além do Z Fold 8 e Z Flip 8, o mercado aguarda a revelação de um novo modelo conhecido internamente como Fold Wide. Ele deve apresentar um comprimento horizontal maior e uma largura vertical reduzida em comparação ao design atual, mais ou menos como o Huawei Pura X Max que vimos numa loja da China.
A mudança buscaria resolver uma das dores de cabeça dos usuários: a tela externa muito estreita, que muitas vezes dificulta a digitação. Com o formato mais largo, o aparelho fechado deixaria de parecer um controle remoto e ganharia a usabilidade de um smartphone padrão. A introdução do novo formato é vista como resposta estratégica ao suposto lançamento do primeiro iPhone dobrável, previsto para o final deste ano.
Além dos smartphones e dos inéditos óculos inteligentes, o Galaxy Unpacked de julho pode servir como palco para a nova geração de relógios da marca, a linha Galaxy Watch 9. No entanto, ainda não sabemos quais serão as mudanças de design, sensores ou especificações preparadas pela fabricante.
Nova funcionalidade foca em fotos reais e espontâneas (imagem: reprodução/Meta)Resumo
Instagram lançou o Instants, um recurso para compartilhar fotos sem filtro ou edição.
A nova ferramenta, disponível globalmente dentro do app do Instagram, não permite edição das fotos antes de compartilhá-las.
Diferente dos Stories, os Instants desaparecem após a visualização, mas compartilham as mesmas configurações de segurança do Instagram.
Após poucas semanas de testes restritos na Europa, o Instagram começou a liberar oficialmente, nesta quarta-feira (13/05), o Instants, novo recurso de compartilhamento de fotos voltado a registros mais rápidos e sem filtro. A proposta é a espontaneidade: o usuário pode tirar uma foto na hora e enviá-la para a seção de Amigos Próximos ou seguidores mútuos, sem retoques ou edição.
A novidade, que bebe da mesma fonte que o BeReal, passa a ficar disponível globalmente como uma seção dentro do próprio aplicativo do Instagram. Em alguns países, a Meta também liberou o Instants como um app independente.
Esse app fez parte dos testes da Meta em mercados como Espanha e Itália, em abril. Naquele momento, a empresa ainda parecia avaliar o melhor formato para o produto. Agora, com a integração ao Instagram, a maior parte dos usuários não vai precisar baixar outro app no celular.
“Você não pode editar seus Instants antes de compartilhá-los, permitindo que você compartilhe momentos autênticos enquanto eles acontecem”, diz a empresa em comunicado.
Como funciona o Instants?
Instants aparece como um card no canto direito das DMs no Instagram (gif: reprodução/Instagram)
No Instagram, o acesso ao Instants ocorre pela caixa de entrada de mensagens. Para usar, o usuário deve tocar no ícone de “pilha de fotos” no canto inferior direito da DM e capturar a imagem diretamente pela câmera.
O formato tem algumas limitações intencionais, como não poder enviar imagens da galeria e nem editar o conteúdo capturado com filtros. As fotos, diferente dos Stories, desaparecem para as pessoas após a visualização e não ficam acessíveis após 24 horas.
A empresa, no entanto, não quer que os momentos sejam esquecíveis: o sistema deve criar automaticamente um resumo com os compartilhamentos do período.
Quem recebe um instant pode reagir com emoji, responder por texto ou enviar outro registro de volta, mantendo a conversa dentro do mesmo fluxo.
Instants chega com configurações de segurança
O Instants já chega conectado às ferramentas de segurança existentes no Instagram, como bloqueio e restrição de contas. No caso de adolescentes, a função é integrada à Central da Família e às Contas de Adolescente.
Segundo a Meta, as proteções incluem:
Limite de tempo: o uso do Instants entra na contagem diária definida pelos pais para o Instagram;
Modo Noturno: notificações ficam silenciadas por padrão entre 22h e 7h para menores de idade;
Aviso aos responsáveis: se o adolescente baixar o app independente do Instants, os pais supervisores recebem uma notificação.
Google não planeja descontinuar os Chromebooks tão cedo, apesar do anúncio dos Googlebooks;
Chromebooks continuarão a ser oferecidos com atualizações de software por pelo menos dez anos, segundo o vice-presidente de gerenciamento de produtos do Google, John Maletis;
porém, não está descartada a possibilidade de a linha Chromebook ser aposentada em algum momento devido a uma mudança de estratégia do Google.
Com o anúncio oficial dos Googlebooks, uma pergunta veio à mente de muita gente: a novidade fará o Google descontinuar a linha Chromebook? A resposta curta é: por ora, não. Mas existe, sim, a possibilidade de a companhia deixar de focar nos Chromebooks tal como os conhecemos.
É preciso deixar claro desde já que ambos os produtos seguem propostas distintas. Os Chromebooks são direcionados principalmente a estudantes e, por isso, são mais simples no hardware, o que também os torna mais baratos. Já os Googlebooks contarão com “hardware premium”, como o próprio Google afirma, pois executarão recursos de IA nativamente.
A despeito dessa diferença de segmentação, os Chromebooks estão há 15 anos no mercado. Por isso, a dúvida sobre se essa linha será aposentada ou não é pertinente.
Questionado a respeito pelo site Chrome Unboxed, John Maletis, vice-presidente de gerenciamento de produtos do Google, garantiu que o ChromeOS não será descontinuado tão cedo, e que há uma nova leva de Chromebooks e Chromebooks Plus a serem lançados.
Nesse sentido, chama a atenção a afirmação do executivo de que alguns modelos de Chromebook poderão ser atualizados para executar o mesmo firmware dos Googlebooks.
Maletis também destacou que o Google cumprirá a promessa de oferecer atualizações de software para os Chromebooks por pelo menos dez anos.
Chromebook da Acer (imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)
Mas a linha Chromebook pode “morrer”?
Não podemos descartar a possibilidade de a linha Chromebook ser aposentada em algum momento, mesmo que esse processo seja executado progressivamente.
Há algumas razões para isso. Para começar, o Googlebook está mais alinhado com o cenário “powered by AI” que o Google vislumbra, afinal, essa categoria de notebook foi desenvolvida para trabalhar nativamente com o Gemini Intelligence.
Levemos em conta também que, apesar de o Google ainda não ter confirmado, tudo indica que o Googlebook roda o Aluminium OS, sistema operacional muito mais integrado aos ecossistemas do Android e da própria companhia do que o ChromeOS, que é um sistema mais focado em aplicações web (nuvens).
Por fim, pode haver uma mudança de foco. Com a chegada do MacBook Neo e, eventualmente, de um avanço de notebooks Windows com chip Arm mais baratos, o Google pode deixar de dar prioridade ao segmento de laptops acessíveis, favorecendo o Googlebook. Para não deixar nenhum segmento descoberto, pode até ocorrer de a companhia anunciar um “Googlebook Lite” ou algo do tipo.
Mas, por ora, tudo isso é especulação. Como John Maletis deu a entender, Chromebooks e Googlebooks irão conviver entre si por algum tempo.
SpaceX pode enviar infraestrutura de IA à órbita da Terra (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
Google e SpaceX negociam a instalação de data centers em órbita terrestre, segundo o The Wall Street Journal.
O projeto tentaria contornar limitações energéticas e ambientais de servidores na Terra.
A infraestrutura seria lançada ao espaço com foguetes da SpaceX e operaria de forma contínua e autônoma, alimentada por energia solar.
Google e SpaceX estariam negociando a instalação de data centers em órbita terrestre. Segundo o The Wall Street Journal, a infraestrutura seria lançada ao espaço com foguetes da empresa de Elon Musk. A proposta seria contornar os gargalos energéticos e as restrições ambientais que hoje limitam a expansão de centros de dados voltados para inteligência artificial na Terra.
A relação entre as duas empresas vem de longa data. De acordo com a imprensa norte-americana, o Google foi um dos primeiros grandes investidores da companhia aeroespacial em 2015. Hoje, a empresa detém uma participação acionária de 6,1% na SpaceX. Mesmo com essa proximidade, o Google também estaria conversando com outras companhias do setor para tocar o projeto.
Faz sentido?
Servidores na órbita terrestre operariam com energia solar (imagem: Unsplash/Taylor Vick)
Diante da necessidade urgente de contornar as limitações da infraestrutura atual, a ideia pode um dia sair do papel. As ferramentas de IA têm exigido cada vez mais energia dos data centers tradicionais, gerando altos custos de operação. No espaço, os servidores orbitais iriam operar de forma contínua e autônoma, alimentados exclusivamente pela energia captada por painéis solares.
Apesar de tudo, o modelo ainda enfrenta ceticismo. Especialistas ouvidos pelo WSJ afirmam que existem desafios técnicos extraordinários na manutenção e refrigeração de computadores na órbita terrestre. Além disso, o portal TechCrunch lembra que os custos embutidos no projeto fazem com que os data centers terrestres continuem como uma alternativa mais barata.
Planos do Google
Vale destacar que o Google não está parado no desenvolvimento de hardware. No fim do ano passado, a empresa revelou os primeiros detalhes do Projeto Suncatcher, uma iniciativa focada em fabricar e colocar em órbita os primeiros protótipos de satélites de processamento de dados até 2027.
Em novembro, o CEO do Google, Sundar Pichai, declarou que não há dúvidas de que, em pouco mais de uma década, a indústria de tecnologia considerará os data centers orbitais uma das formas comuns para a implantação de novos servidores.
O iPhone 16e (256 GB) está disponível por R$ 3.949 no Pix com o cupom 300SMART na Amazon. Lançado originalmente por R$ 6.599, o smartphone da Apple com tela OLED e câmera de 48 MP recebe um desconto de 40% nesta oferta.
iPhone 16e tem tela OLED, câmera que filma em 4K e suporte ao Apple Intelligence
iPhone 16e possui uma única câmera traseira com sensor de 48 MP (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Inspirado no iPhone 14, o iPhone 16e tem uma tela Super Retina XDR OLED de 6,1 polegadas com notch “retro” em vez do moderno Dynamic Island. Apesar da taxa de atualização de 60 Hz, o painel com resolução 2K oferece brilho máximo de 1.200 nits e os recursos True Tone e HDR.
O telefone conta com uma câmera traseira com o único sensor Fusion de 48 MP, mas que registra vídeos em 4K com Estabilização Óptica de Imagem (OIS). A câmera traseira de 12 MP também filma em 4K e possui os recursos de Foco Automático e Modo Retrato.
Com suporte ao Apple Intelligence, o iPhone 16e é equipado com o chip Apple A18 combinado com 8 GB de RAM. O modelo traz 256 GB de espaço interno para mídias, aplicativos e outros arquivos, além do usuário poder utilizar o iCloud para expandir a memória via nuvem.
iPhone 16e reaproveita design do iPhone 14 com a tela Super Retina XDR OLED de 6,1 polegadas (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O smartphone acessível da Apple adota uma bateria de 4.005 mAh que, segundo a marca, entrega uma autonomia de até 26 horas de reprodução. O carregamento rápido de 20 W do dispositivo promete ir de 0 a 50% em apenas 30 minutos na tomada.
Em relação ao software, o aparelho sai da caixa com o iOS 18 e terá pelo menos cinco grandes atualizações do sistema operacional. Para o dia a dia, o telefone tem conexões 5G, Wi-Fi 6, Bluetooth 5.3 e NFC para ações por aproximação.
Aplicativo Threads foi lançado mundialmente pela Meta em 2023 (imagem: reprodução/Threads)Resumo
Meta iniciou testes para integrar a Meta AI no Threads, permitindo que usuários marquem o perfil da IA para obter contexto e respostas.
A IA responderá a perguntas em público, com objetivo de fornecer informações sobre eventos atuais, tendências e assuntos em circulação
O recurso, semelhante ao Grok no X, está em beta na Argentina, Arábia Saudita, Malásia, México e Singapura, sem previsão no Brasil.
O Threads iniciou testes de uma maior integração com a Meta AI, permitindo que a ferramenta participe das conversas na rede social. Com a novidade, usuários com contas públicas podem marcar o perfil da inteligência artificial em uma publicação ou resposta para tirar dúvidas, receber sugestões e entender contextos.
De acordo com o TechCrunch, a ideia é que o Threads funcione, também, como uma fonte rápida de informação dentro do app, indo além das discussões entre usuários. A dinâmica não é nova: usuários do WhatsApp, Messenger e do chat do Instagram conseguem mencionar a IA e receber respostas em conversas com outras pessoas.
O formato que chegará ao Threads, no entanto, é semelhante ao da rede social X, em que a menção à IA já virou uma cultura entre os usuários. Lá, o Grok dá assistência semelhante para assinantes do Premium no feed, e é usado para contextualizar até mesmo as questões mais óbvias.
Por enquanto, o recurso está em beta em cinco países: Argentina, Arábia Saudita, Malásia, México e Singapura. Ainda não há previsão de lançamento global nem data para chegada ao Brasil.
Como funciona?
Meta AI possui integração com redes sociais da empresa (imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
O recurso, assim como na rede de Elon Musk, funciona por menção. Ao escrever uma postagem ou responder a um fio, o usuário pode citar @meta.ai e fazer uma pergunta. A IA então publica uma resposta pública, no mesmo espaço da conversa, como se fosse um comentário comum.
De acordo com a Meta, o assistente responderá no mesmo idioma que o usuário usa. A empresa afirma que a ferramenta foi pensada para explicar eventos atuais, tendências e assuntos que estejam circulando na plataforma.
A integração aproxima o Threads da tendência reforçada pelo X com o lançamento do “Pergunte ao Grok”, que chegou para todos em 2025. A partir dali, uma simples menção @grok em uma resposta passou a acionar a inteligência artificial para respostas públicas. Posteriormente, o recurso ficou restrito aos assinantes.
Integração no rival X já gerou polêmicas
Grok é o assistente de inteligência artificial da xAI, startup de Elon Musk (imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
A presença de IA em conversar públicas se provou arriscada em alguns momentos, especialmente em temas sensíveis ou de grande repercussão. O Grok, por exemplo, frequentemente aparece em polêmicas por emitir respostas estranhas e que levantam dúvidas sobre a neutralidade da ferramenta.
A IA já foi pega em várias situações, incluindo respostas preconceituosas, idolatria exagerada por Elon Musk, dono da plataforma, e um “surto” em que Adolf Hitler era bastante usado como referência pela IA. A ferramenta chegou no ponto mais baixo no fim do ano passado, quando usuários perceberam que a IA estava criando deepfakes sensuais de mulheres e crianças a pedido de outros usuários.
Threads deve ter mais supervisão
A Meta, por outro lado, afirma que tem salvaguardas para evitar respostas problemáticas. No entanto, o período de testes deve servir para ajustar o comportamento do modelo.
Além disso, quem não quiser interagir com a Meta AI poderá silenciar o perfil oficial do assistente ou marcar respostas geradas pela ferramenta com a opção “Não tenho interesse”.
Este notebook conta com processador Intel Core Ultra 5, 32 GB de RAM e 1 TB de armazenamento interno, sendo pronto para uso com soluções de Inteligência Artificial.
Asus Vivobook S14 tem Intel Core Ultra 5 e 32 GB de RAM
Notebook Asus Vivobook S14 conta com processador Intel Core Ultra 5 e 32 GB de RAM (imagem: Divulgação/Asus)
O Asus Vivobook S14 é um notebook voltado a estudos e trabalho, equipado com o chip Intel Core Ultra 5 (225H), 32 GB de RAM e 1 TB de armazenamento interno. Graças à presença de uma NPU no processador, tal combinação suporta soluções de Inteligência Artificial, no que o laptop é compatível com o Copilot, da Microsoft.
O display LCD de 14 polegadas e resolução de 1.920 x 1.200 pixels (proporção 16:10) tem taxa de atualização de 60 Hz. Se destacam o brilho de 300 nits e a película antirreflexo, que permitem que o notebook da Asus seja usado em ambientes externos sem que a visibilidade na tela seja prejudicada.
Na parte de expansões, o SSD M.2 presente pode ser trocado por um de maior capacidade. Mas o laptop já traz o máximo de RAM suportada, sendo 16 GB soldados à placa-mãe e um pente SO-DIMM DDR5 extra, também de 16 GB.
Notebook Asus Vivobook S14 suporta IA e vem pronto para uso na escola ou no trabalho (imagem: Divulgação/Asus)
O teclado do Asus Vivobook S14 vem no padrão ABNT2, com teclas chiclete e touchpad de alta precisão, além da inclusão de uma tecla dedicada ao Copilot. A câmera possui resolução Full HD, função de infravermelho para reconhecimento facial e tampa de privacidade.
Na parte das portas, este laptop é equipado com duas USB-C 3.0, duas USB-A 3.0, uma P2 para fone de ouvido/headset e uma saída HDMI 1.4. Já a conectividade inclui Wi-Fi 6 e Bluetooth 5.3.
O Asus Vivobook S14 (modelo S3407CA-LY115W) está saindo por R$ 5.576 no Pix com cupom de R$ 200 disponível na página do Mercado Livre. A promoção traz um abatimento de 34% em relação ao preço de lançamento de um notebook pronto para IA e apto para uso no trabalho, escola ou faculdade.
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Novo função do Android 17 quer frear a rolagem infinita nas redes sociais (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
Android 17 terá um recurso para ajudar a combater o vício em redes sociais.
O Pause Point vai exigir uma espera de 10 segundos antes de abrir aplicativos considerados “viciantes”, como Instagram e TikTok.
Durante a espera, o Android deve sugerir atividades mais construtivas e permitir visualizar fotos pessoais.
O Google revelou um novo recurso que chegará nativamente com o Android 17 para ajudar a combater o doomscrolling — hábito de ficar rolando a tela do celular de forma viciosa. Chamada Pause Point, a função cria uma trava de segurança: em vez de só alertar o usuário sobre o tempo excessivo de uso, agora o sistema exige uma espera obrigatória antes de abrir apps classificados como distrações.
A novidade deve congelar a inicialização de um app por 10 segundos, caso ele seja marcado pelo usuário como “viciante”. A tela, no entanto, não ficará apagada durante esse intervalo: o Android vai aproveitar esse tempo para sugerir atividades mais construtivas.
O recurso vai exibir desde atalhos para um exercício rápido de respiração até recomendações de aplicativos úteis instalados no celular. Há ainda a opção de visualizar um carrossel com fotos pessoais, funcionando como um estímulo visual para o usuário sair um pouco da tela.
Aplicativos de terceiros focados em controle de tempo, como Finch ou Focus Friend, já têm seu público fiel. O grande trunfo do Pause Point, no entanto, é rodar de forma nativa, o que deve tornar a trava mais difícil de ser ignorada.
Recurso nativo deve ajudar mais o usuário
Recurso aproveita o intervalo obrigatório para sugerir um respiro (imagem: reprodução/Google)
A principal diferença está no momento em que a intervenção acontece. Os limites de tempo tradicionais do Android, lançados em 2018, costumam falhar porque dependem da força de vontade do usuário. A pessoa estoura a cota de uso, recebe um alerta na tela e, na maioria das vezes, o ignora para continuar navegando.
O 9to5Google destaca que, ao bloquear a abertura do aplicativo logo no primeiro toque, a nova função corta a descarga imediata de dopamina gerada pelo carregamento do feed. O usuário é forçado a parar e decidir se realmente quer gastar tempo naquela plataforma ou se o clique foi apenas um movimento no “piloto automático”.
Se, após os 10 segundos, a pessoa confirmar que deseja abrir a rede social, o Android permite até configurar um cronômetro para aquela sessão específica.
Vale mencionar que, para desativar completamente o recurso, será necessário reiniciar o smartphone — uma camada extra criada para dificultar o desligamento da função por impulso. A versão estável do Android 17, que incluirá a novidade, está prevista para junho.
Ao integrar essa barreira de uso ao sistema móvel mais popular do mundo, o Google se posiciona como parte da solução. O diretor de operações de produto da divisão de Plataformas e Ecossistemas do Google, Dieter Bohn, pontuou durante coletiva de imprensa que a empresa reconhece o problema.
“O Android está mais poderoso do que nunca, mas também queremos oferecer as ferramentas para você se desconectar quando precisar”, afirmou. “Acho que todos nós já pegamos o celular, abrimos algum aplicativo e ficamos no piloto automático, e uma hora se passou.”
O Google já confirmou que mais recursos focados em combater o tempo de tela abusivo serão lançados nos próximos meses.
Googlebook terá versões com chips Intel, Qualcomm e MediaTek (imagem: reprodução/Google)Resumo
Googlebook terá versões com processadores Intel, Qualcomm e MediaTek, confirma Google;
dispositivos serão equipados com “hardware premium” e terão suporte à execução nativa de aplicativos Android;
primeiros modelos do Googlebook serão lançados no outono de 2026, com parcerias firmadas com Acer, Asus, Dell, HP e Lenovo.
O Google revelou a categoria de laptops Googlebook nesta semana, mas ainda mantendo mistério sobre várias características da novidade. Os requisitos de hardware dessas máquinas ainda não foram divulgados, por exemplo. Mas já se sabe que eles serão equipados com processadores de marcas como Intel, Qualcomm e MediaTek.
O Google ainda não confirmou oficialmente qual é o sistema operacional desses equipamentos, mas há indícios fortíssimos de que se trata do Aluminium OS, basicamente, uma mistura de Android com ChromeOS.
Sobre as especificações técnicas, o Google comentou apenas que os Googlebooks contarão com “hardware premium”, sem entrar em detalhes. Eis então que, via X, a Intel revelou que é parceira do Google no projeto:
Estamos empolgados em nos unirmos ao Google em algo que temos construído com eles — o Googlebook.
Dispositivos premium e poderosos projetados para Inteligência. Mal podemos esperar para colocá-lo em suas mãos neste outono [último trimestre de 2026].
Esse é um indício de que os Googlebooks serão compatíveis com a arquitetura x86, certo? Certo. A confirmação veio por meio de uma entrevista de John Maletis, vice-presidente de gerenciamento de produtos do Google, ao site Chrome Unboxed.
Na conversa, o executivo revelou que haverá Googlebooks baseados em chips Intel. Mas não exclusivamente. Ainda segundo Maletis, também haverá modelos equipados com processadores da Qualcomm e da MediaTek.
Isso significa que os Googlebooks serão compatíveis tanto com a arquitetura Arm, como esperado, quanto com a arquitetura x86 (a não ser que a Intel lance um chip Arm para a linha, mas isso é improvável).
Quantidade de memória RAM? Capacidade de armazenamento interno? GPU? Nada disso foi comentado pelo Google até o momento. Mas Maletis garantiu que os Googlebooks contarão com hardware de alta qualidade em prol de uma experiência satisfatória — podemos até esperar pela execução nativa de apps para Android (sem emulação).
Googlebook é oficial (imagem: reprodução/Google)
Quando o Googlebook será lançado?
De acordo com o Google, os primeiros modelos do Googlebook chegarão aos consumidores no outono americano, isto é, entre setembro e dezembro de 2026.
A companhia já confirmou parcerias com marcas como Acer, Asus, Dell, HP e Lenovo para a fabricação e a distribuição desses laptops.
Meta AI está integrada ao WhatsApp e em app próprio (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
Modo anônimo com privacidade total: A Meta AI recebeu uma função de conversa anônima que utiliza a tecnologia de Processamento Privado. Segundo a empresa, os dados são processados em um ambiente seguro que nem a própria Meta pode acessar, e as mensagens desaparecem por padrão após o uso.
Diferenciação dos concorrentes: O anúncio foca no fato de que, ao contrário de outros modos anônimos do mercado (como os do ChatGPT e Gemini), a solução da Meta não armazena as perguntas ou respostas para acesso interno, permitindo o compartilhamento de dados sensíveis, como finanças e saúde.
Novidades no horizonte: Além da disponibilidade imediata no WhatsApp e em um aplicativo dedicado, a Meta confirmou que lançará nos próximos meses a “conversa paralela”, um recurso que permitirá usar a IA dentro de outros chats para obter ajuda contextual sem interromper o fluxo da conversa principal.
Mais privacidade para os usuários. Essa é a promessa da Meta ao anunciar nesta terça-feira (12/05) a função de conversa anônima na Meta AI. A ferramenta está disponível dentro do WhatsApp e por meio de um aplicativo independente. A liberação começa hoje, de forma gradual, para todos os países onde a tecnologia está disponível.
O Tecnoblog participou de um bate-papo com o diretor-geral do WhatsApp, Will Cathcart, junto de outros veículos de imprensa da América Latina. Ele defendeu que a ferramenta é totalmente anônima e que a Meta não terá acesso a nenhum dado compartilhado com a inteligência artificial.
Como funciona o modo anônimo da Meta AI?
Conversa privada com a Meta AI (imagem: divulgação)
Cathcart explica que o projeto bebe da fonte da mesma tecnologia que faz o resumo das conversas no WhatsApp, batizada de Processamento Privado. Ela coleta informações, manda para a nuvem em um ambiente privado e depois destrói os dados. O executivo não chega a citar nomes, mas nitidamente está mirando no ChatGPT e Gemini, ferramentas concorrentes em que, mesmo na função anônima, os dados podem ficar armazenados e acessíveis para a OpenAI e o Google.
De acordo com Cathcart, a novidade permite que os usuários façam consultas que normalmente não gostariam de expor a uma IA que salva as conversas. Por exemplo, compartilhar documentos financeiros ou expor questões de saúde.
Sistema pode parar em assuntos muito sensíveis
Durante a conversa com jornalistas, o executivo disse que esta modalidade da Meta AI segue as mesmas diretrizes de segurança do serviço tradicional. Isso significa que, numa consulta envolvendo ideações suicidas, por exemplo, a ferramenta pode indicar maneiras de obter ajuda ou simplesmente parar de responder.
Nesta versão, a ferramenta não é capaz de gerar imagens. A função pode chegar no futuro, ainda segundo o executivo.
O mouse Logitech Lift Vertical está em promoção por R$ 269 em até 6x sem juros na Amazon. A oferta representa um desconto de 34% quando comparado ao preço original de R$ 379.
O periférico com conectividade sem fio e sensibilidade de até 4.000 DPI se destaca pelo design ergonômico, que reduz a tensão do braço do usuário.
Mouse Logitech Lift Vertical tem design ergonômico e conectividade sem fio
Mouse Logitech Lift Vertical tem formato ergonômico (Foto: Lucas Braga/Tecnoblog)
O Logitech Lift é um mouse vertical, cujo design foi pensado para reduzir a tensão do braço do usuário; ao mantê-lo em uma posição mais natural, o acessório evita que a ulna e o rádio (os dois grandes ossos do antebraço, que ligam o cotovelo ao pulso) se cruzem, como acontece ao usar um mouse comum.
Dessa forma, o periférico reduz a possibilidade de ocorrência de problemas de saúde que surgem a longo prazo, como Lesões por Esforço Repetitivo (LER). Segundo a Logitech, esse modelo em especial é ideal para mãos pequenas e médias, e ele possui versões tanto para destros quanto para canhotos.
O gadget possui conectividade sem fio via Bluetooth ou via 2,4 GHz por meio de um dongle USB-A, armazenável no próprio mouse. Ele é alimentado por uma pilha AA (que, segundo a fabricante, pode resistir por até dois anos) e conversa com Windows, macOS, Linux, iOS/iPadOS, Android e diversos gadgets, de notebooks a tablets e celulares.
Sensibilidade do mouse vertical Logitech Lift chega a até 4.000 DPI (Foto: Lucas Braga/Tecnoblog)
O Logitech Lift possui seis botões, sendo os de clique esquerdo e direito, a roda de scroll, dois botões de avançar/retroceder e um extra para maior praticidade. Com exceção dos de clique, os demais podem ser personalizados com atalho por meio do software proprietário Logi Options+.
A sensibilidade do mouse fica entre 400 e 4.000 DPI, um número básico para periféricos que não são voltados ao usuário gamer, mas que também não contam com resolução fina para profissionais. O gadget possui alcance de até 10 metros e promete cliques silenciosos, para não tirar a concentração do usuário.
O mouse sem fio Logitech Lift Vertical está saindo por R$ 269 em até 6x sem juros, um desconto de 29% sobre o valor de lançamento.
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O celular dobrável da Samsung com experiência de tablet traz como principais destaques sua tela flexível de 8″, 16 GB de RAM, processador Snapdragon de ponta e câmera principal de 200 MP.
Galaxy Z Fold 7 tem tela dobrável de 120 Hz e 16 GB de RAM
O Galaxy Z Fold 7 obviamente chama a atenção para sua tela flexível interna, um painel de 8 polegadas LTPO AMOLED Dinâmico 2X com taxa de atualização de até 120 Hz e brilho forte de 2.600 nits, que oferece cores vibrantes e amplo espaço para apps e multitarefa, se aproximando da experiência de uso de um tablet.
A tela externa, também um painel LPTO AMOLED Dinâmico 2X mas de 6,5″, conta com a mesma taxa de 120 Hz e suporta o recurso Always-On, para fornecer notificações com o celular estando no modo de repouso; ela possui alto brilho e fluidez, permitindo que o celular seja usado normalmente quando dobrado.
O chip Qualcomm Snapdragon 8 Elite for Galaxy de 3 nanômetros e os 16 GB de RAM dão conta de apps exigentes, games pesados e de recursos de IA do Galaxy AI, podendo rodá-los localmente. Os 512 GB de armazenamento disponibilizam espaço interno de sobra para arquivos, fotos e vídeos.
Galaxy Z Fold 7 traz câmeras wide de 200 MP e telefoto de 10 MP (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O kit de câmeras do Galaxy Z Fold 7 inclui uma wide de 200 MP e uma ultrawide de 12 MP com ângulo de 120º, para fotos com grande campo de visão, e uma telefoto de 10 MP com zoom óptico de 3x para aproximações. As duas câmeras frontais de 10 MP possuem sensores diferentes, sendo um wide na interna e um ultrawide na externa.
Sobre conectividade, o celular dobrável é compatível com Wi-Fi 7, Bluetooth 5.4 e NFC para pagamentos por aproximação. Sua bateria de 4.400 mAh resiste a 24 horas de reprodução de vídeo segundo a Samsung, suporta carregamento rápido de 25 W via cabo USB-C, de 15 W sem fio e reverso de 4,5 W.
Galaxy Z Fold 7 (512 GB) traz tela flexível com taxa de 120 Hz, 16 GB de RAM e câmera de 200 MP; celular dobrável sai 45% mais barato que preço original no Pix com cupom
Um celular com 512 GB de armazenamento é ideal para usuários que utilizam as câmeras com frequência, seja para tirar muitas fotos ou gravar vídeos em alta resolução.
No entanto, muitos dispositivos com essa capacidade de armazenamento tem preço elevado no mercado. Por isso, o Tecnoblog reuniu sete smartphones vendidos no Brasil que custam menos de R$ 2.500.
A lista inclui modelos de Motorola, Xiaomi e Jovi, marcas com bom custo-benefício no varejo. Conheça as características de cada dispositivo e suas principais diferenças.
O Moto G15 é um dos smartphones mais baratos com 512 GB de capacidade. Apesar de ter apenas 4 GB de memória RAM, você pode expandi-la para até 12 GB via RAM Boost, recurso que usa o armazenamento para aumentar a memória de forma virtual.
O baratinho da Motorola ainda é compatível com pagamentos por aproximação via NFC e tem bateria de 5.200 mAh — que deve garantir até 40 horas de autonomia para uso geral, segundo divulgado pela fabricante.
Sua tela grande de 6,7″ tem resolução Full HD+ e brilho de até 1.000 nits, especificações consideráveis pelo baixo preço de mercado. Além disso, traz uma câmera dupla com sensor principal de 50 MP e ultrawide de 5 MP, capaz de registrar vídeos em Full HD @ 30 fps.
O Moto G15 é um celular de entrada voltado para uso diário, como acessar redes sociais, por exemplo. Então, não espere reproduzir jogos pesados com este dispositivo. O celular também não é compatível com redes 5G.
O Edge 60 Neo é um celular intermediário da Motorola disponível com 512 GB de armazenamento, além dos 12 GB de memória RAM, unindo alta capacidade para guardar arquivos e promessa de bom desempenho em multitarefas.
O dispositivo é compatível com apps de edição de foto e vídeo, ferramentas de IA e alguns jogos, graças ao chip MediaTek Dimensity 7400 de 4 nanômetros.
Além disso, o conjunto de câmeras permite tirar fotos em alta resolução: o Edge 60 Neo tem uma lente wide de 50 MP com sensor Sony e estabilização óptica, uma ultrawide de 10 MP voltada para fotos com grande campo de visão e uma lente telefoto (10 MP), com zoom óptico.
O aparelho ainda registra vídeos em 4K @ 30 fps com as câmeras traseiras e frontal. Dessa forma, você pode registrar uma série de vídeos em alta definição sem precisar se preocupar com a falta de armazenamento interno.
No geral, o Motorola Edge 60 Neo tem conexão 5G e tela de 6,36 polegadas com 120 Hz de taxa de atualização, ideal para maior fluidez das animações do sistema. A Motorola ainda garante que sua bateria de 5.000 mAh tem autonomia para até 44 horas de uso e carregamento rápido de 68 W com fio.
O Moto G86 é outro aparelho da Motorola disponível com 512 GB de armazenamento, mas com preço mais baixo que o Edge 60 Neo. Por se tratar de um dispositivo da linha Moto G, a proposta é oferecer um custo-benefício maior aos usuários, equilibrando uso diário e fotografia, sem elevar muito o preço.
O dispositivo suporta apps de edição e jogos com seu processador MediaTek Dimensity 7300 e 8 GB de memória RAM. No entanto, seu corpo todo de plástico pode desagradar usuários acostumados com modelos em alumínio ou traseira em vídro.
O Moto G86 entrega vídeos em 4K @ 30 fps com sua câmera principal de 50 MP, caso procure por um smartphone com bastante espaço interno para gravar vídeos em alta resolução.
Seu display com tecnologia pOLED tem brilho máximo de 4.500 nits e 120 Hz de taxa de atualização. Já a bateria tem 5.200 mAh de capacidade, além de também suportar carregamento rápido (30 W).
O Redmi Note 15 Pro é um celular da Xiaomi com boas especificações de tela e 512 GB de armazenamento.
O celular tem display com tecnologia AMOLED que entrega bons contrastes e cores vivas, segundo nossos testes. Além disso, foi possível notar uma boa fluidez nas animações, graças a taxa de atualização de 120 Hz, e um brilho máximo 3.200 nits que permite ler e assistir até mesmo sob a luz solar.
É possível gravar vídeos em resolução 4K @ 30 fps na câmera traseira, e em Full HD @ 60 fps com a lente frontal de 20 MP. O dispositivo traz ainda um sensor ultrawide de 8 MP para fotos com maior ângulo de visão. A presença de estabilização óptica de imagem (OIS) garante ainda fotos e vídeos mais estáveis.
No entanto, um dos principais pontos negativos do aparelho da Xiaomi é a presença de anúncios em excesso durante a navegação pelo sistema operacional.
O Poco X7 é um smartphone da Xiaomi que tem como diferencial a tela curvada nas laterais. Essa característica traz um aspecto diferente ao modelo, principalmente em conjunto com um display AMOLED de alta qualidade para cores e contrastes.
Sua taxa de atualização de 120 Hz também é um ponto positivo, oferecendo uma fluidez maior enquanto joga, além de resolução de 2712×1220 pixels e proteção de tela Gorilla Glass Victus 2 contra impactos.
O Poco X7 está disponível com 512 GB de armazenamento interno, além do processador MediaTek Dimensity 7300 Ultra, em versões com 8 GB ou 12 GB de RAM.
O design do dispositivo aparenta ter quatro câmeras traseiras, mas, na prática, são apenas três: grande-angular de 50 MP, ultrawide de 8 MP e lente macro de 2 MP.
Esse kit de câmeras permite gravar vídeos em resolução 4K @ 30 fps. Já a lente frontal de 20 MP é limitada a vídeos em Full HD @ 60 fps.
O Poco X7 Pro é outro celular da Xiaomi que pode valer a pena, caso busque por um aparelho com preço mais baixo e grande capacidade de armazenamento.
O celular é voltado para o público gamer, sendo vendido em opções com 8 GB ou 12 GB de memória RAM, o que pode influenciar no desempenho do dispositivo em jogos mais pesados.
Além disso, sua tela de 6,7 polegadas também tem tecnologia AMOLED e 120 Hz de taxa de atualização, ideal para uma maior fluidez enquanto joga.
Um ponto negativo do Poco X7 Pro são as câmeras: uma lente principal de 50 MP e uma ultrawide de apenas 8 MP — consideradas inferiores a outros modelos da mesma faixa de preço. O celular grava em resolução 4K @ 60 fps na câmera principal e também conta com estabilização óptica de imagem.
O dispositivo tem uma bateria de 6.000 mAh que favorece a experiência com jogos e ainda tem tecnologia de recarga rápida, com 90 W de potência. Assim como o Redmi Note 15 Pro, o sistema operacional também é o HyperOS.
O Jovi Y31 é um celular que chegou há pouco tempo no Brasil, tendo a capacidade de bateria como um dos pontos fortes do aparelho. O dispositivo tem 7.200 mAh de capacidade, que aguenta até 45 horas de reprodução de vídeo, segundo a fabricante, e com promessa de seis anos de durabilidade.
O celular da Jovi é o único da lista com processador Qualcomm: o Snapdragon 6s, dedicado a aparelhos de baixo custo. Além disso, conta com 8 GB de memória RAM e opções com 512 GB de armazenamento, ideal para quem não quer se preocupar com espaço interno.
Um dos focos da fabricante para o Y31 é a resistência. O Jovi Y31 tem certificações IP68, IP69 e IP69+, que fornece proteção contra imersão em água e poeira e altas temperaturas. O aparelho conta ainda com a certificação militar MIL-STD-810H para impactos.
No entanto, a tela em IPS LCD pode decepcionar, visto que tem resolução HD+ e brilho máximo de 1.000 nits, que pode impactar na visualização em ambientes mais claros.
O aparelho também tem uma única câmera traseira: uma lente grande-angular de 50 MP, enquanto o outro módulo se trata de um sensor de profundidade; a câmera frontal tem 32 MP.
Celular com 512 GB é bom?
Sim, pois oferece uma alta capacidade de armazenamento de arquivos. Celulares de marcas como Apple e Samsung priorizam esse alto armazenamento em modelos premium, consideravelmente mais caros que a média do mercado.
No entanto, empresas como Motorola e Xiaomi tem apresentado modelos mais baratos com 512 GB de armazenamento, com foco em usuários que desejam o básico de um smartphone, mas com mais capacidade.
Dessa forma, é importante checar e comparar especificações técnicas como memória RAM, processador e capacidade de bateria, para entender qual modelo é o ideal para seu perfil de uso.
O que é mais importante em um celular: armazenamento ou RAM?
O armazenamento é mais importante para usuários que não abrem mão de ter fotos e vídeos guardados no celular, além de pessoas que baixam muitos arquivos pesados diariamente, como PDFs, aplicativos e jogos.
Já a memória RAM é importante se você deseja um celular para ágil em multitarefas. Uma maior quantidade de RAM influencia na quantidade de aplicativos abertos simultaneamente e na fluidez do sistema operacional, além do desempenho em jogos em conjunto com a CPU.
Qual o melhor celular de 512 GB em 2026?
Apple e Samsung tem os melhores celulares com 512 GB de armazenamento no mercado brasileiro. No entanto, esses celulares considerados “topo de linha” apresentam preço elevado, em comparação com modelos acessíveis de marcas como Motorola e Xiaomi.
Um celular com 256 GB de armazenamento é uma boa opção para a maioria dos usuários, principalmente se você usa pouco a câmera para filmar em alta resolução ou tirar muitas fotos diariamente. Esses dispositivos são capazes de armazenar uma quantidade considerável de aplicativos e jogos, por exemplo.
Já os smartphones com 512 GB de armazenamento são recomendados para quem grava muitos vídeos para as redes sociais, já que a galeria é um dos principais responsáveis por ocupar o armazenamento interno.
Se você não quer se preocupar em ficar excluindo arquivos ou os enviando para a nuvem, essa capacidade de armazenamento é a ideal no dia a dia.
O Galaxy S26 Plus (256 GB) está saindo por R$ 4.139 no Pix com cupom CUPOM50 no Magazine Luiza. Oferta representa um desconto de 55% sobre o preço original de R$ 9.199 e a melhor oferta desde o lançamento do gadget.
O smartphone premium da Samsung traz tela AMOLED com taxa de 120 Hz, 12 GB de RAM e câmera principal de 50 MP.
Galaxy S26 Plus tem tela AMOLED de 120 Hz e 12 GB de RAM
O S26 Plus é equipado com um kit de câmeras principal que grava vídeos em 8K, formado por uma wide de 50 MP com OIS e uma ultrawide de 12 MP, para captar cenas com grande campo de visão, e uma teleobjetiva de 10 MP com zoom óptico de 3x para aproximações. A frontal de 12 MP filma em 4K a 60 fps e tira selfies com qualidade.
Seu chip Exynos 2600 de 2 nanômetros e os 12 GB de memória RAM oferecem, segundo a Samsung, 38% mais performance na NPU, 23% na GPU e 7% na CPU em relação ao Galaxy S25 Plus. Os 256 GB de armazenamento disponibilizam espaço interno razoável para guardar vídeos, fotos e arquivos.
O painel LTPO AMOLED Dinâmico 2X de 6,7 polegadas possui taxa de atualização de 120 Hz e brilho de até 2.600 nits. Essa combinação entrega cores vibrantes, rolagem fluida da tela e garantia de visibilidade mesmo sob luz forte do sol.
Tela AMOLED de 6,7″ do Galaxy S26 Plus possui taxa de 120 Hz e brilho de até 2.600 nits (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O corpo de alumínio do Galaxy S26 Plus conta com o reforço do vidro Gorilla Glass Victus 2 na traseira e sobre a tela e da certificação IP68. Juntos, adicionam proteção contra riscos e arranhões, poeira e mergulhos acidentais de até 1,5 m em água doce por no máximo 30 minutos.
Este celular possui conectividade 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 5.4 e NFC. Sua bateria de 4.900 mAh tem autonomia de até 31 horas de reprodução de vídeo segundo a fabricante, suporta carregamento rápido de 45 W via cabo USB-C, sem fio de 20 W e reverso de 4,5 W.
O Galaxy S26 Plus (256 GB) sai da caixa rodando Android 16 e deve receber sete atualizações do sistema operacional. O smartphone premium da Samsung está em promoção por R$ 4.139 no Pix com cupom CUPOM50 no Magazine Luiza, um abatimento de 55% sobre o valor de lançamento e a melhor oferta vista até o momento.
Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.
Galaxy S26 Plus (256 GB) tem tela de 120 Hz e 12 GB de RAM; melhor oferta até o momento do celular premium da Samsung oferece 55% de desconto no Pix com cupom
Martin Cooper e o celular Motorola Dynatac 8000X (Imagem: Rico Shen/Wikimedia Commons)
Martin Cooper é reconhecido como o inventor do celular: um dispositivo eletrônico portátil, capaz de fazer ligações telefônicas à distância, sem dependência de cabos ou de uma estação física.
O DynaTAC foi o primeiro protótipo de celular do mundo, apresentado em 1973, nos Estados Unidos. No entanto, o primeiro celular comercial da história só foi lançado em 1984, com nome de Motorola DynaTAC 8000X.
A criação do primeiro celular revolucionou a indústria, e serviu como pontapé para o lançamento de diversos aparelhos no final da década de 90. Com o passar dos anos, esses dispositivos ganharam mais capacidades, e passaram a ser chamados de “smartphones”.
A seguir, entenda melhor quem criou o celular, qual era o contexto da época, e como era o primeiro telefone celular do mundo.
Martin Cooper é mundialmente conhecido como o inventor do celular portátil, já que liderou a equipe de engenharia da Motorola responsável pela criação do dispositivo móvel.
Mas é importante destacar que Cooper não criou o celular sozinho: além do time de engenheiros envolvidos no projeto, John F. Mitchell também teve papel importante no desenvolvimento, sob o cargo de engenheiro-chefe da divisão de comunicações móveis da Motorola na época.
Quem é Martin Cooper?
Martin Cooper é um engenheiro elétrico estadunidense, nascido em 26 de dezembro de 1928. Ele é considerado o “pai do celular”, por ter chefiado uma equipe de engenheiros da Motorola para a criação do primeiro celular do mundo.
Cooper trabalhou na Motorola por quase 30 anos, e cofundou diversas empresas no setor de telecomunicações. O engenheiro também introduziu a a Lei da Eficiência Espectral (conhecida como “Lei de Cooper”) que prevê o aumento da capacidade de redes sem fio ao longo do tempo.
Em 2024, Martin Cooper recebeu a Medalha Nacional de Tecnologia e Inovação (NMTI). A premiação é a maior honraria dos Estados Unidos por conquistas tecnológicas.
Martin Cooper é amplamente reconhecido como o inventor do celular (Imagem: Reprodução/Motorola)
Quando o celular foi inventado?
O celular foi inventado em 1973, nos Estados Unidos. Embora não exista uma data exata para a criação do dispositivo, 3 de abril de 1973 marca a primeira demonstração do celular em operação.
Nesse dia, Cooper apresentou o protótipo DynaTAC e fez uma ligação pública para a AT&T, que era rival da Motorola até então, para mostrar que o aparelho funcionava.
A Motorola seguiu desenvolvendo e aprimorando o protótipo para que ele finalmente se tornasse um produto. E isso só aconteceu em 1984, quando o DynaTAC 8000X, o primeiro celular portátil para consumidores, foi lançado oficialmente.
Por que o celular foi inventado?
A invenção do celular reflete o princípio de uma comunicação mais autônoma enxergada por Martin Cooper: na sua visão, não era cabível que pessoas ficassem “presas” a casas ou escritórios por conta de um telefone fixo, ou a carros por conta de celulares veiculares.
Diante disso, Cooper idealizou um telefone celular portátil, que pudesse ser transportado e operado de qualquer lugar, e sem a dependência de um determinado espaço físico para funcionamento.
Como era o primeiro celular do mundo
O primeiro celular comercial do mundo foi o DynaTAC 8000X, da Motorola: um dispositivo grande e pesado, com cerca de 33 centímetros de altura e pesando aproximadamente 794 gramas. O aparelho tinha uma bateria simples, com autonomia para até meia hora em ligação.
Foto do DynaTAC 8000X (Imagem: Wikimedia Commons/sob licença CC BY-SA 3.0)
Qual foi o primeiro celular no Brasil?
O primeiro celular no Brasil foi o Motorola PT-550, em 1990. O aparelho pesava 348 gramas, tinha 22,8 centímetros de altura e vinha com uma tampa (estilo flip) para proteger o teclado numérico. Na época, o Motorola PT-550 custava cerca de 500 a 750 cruzados — algo equivalente a R$ 15 mil, em recortes mais atuais.
Foto do Motorola PT-550 (Imagem: Reprodução/Museu de Tecnologias da UTFPR)
Qual é a linha do tempo dos celulares?
A linha do tempo de celulares pode ser resumida entre acontecimentos desde a criação do celular até a chegada dos smartphones. Confira os principais acontecimentos nesse intervalo de tempo.
1973: Martin Cooper e Motorola criam o primeiro protótipo funcional de um celular portátil; 1984: Motorola DynaTAC 8000X é oficialmente lançado, tornando-se o primeiro telefone celular comercial da história; 1994: surge o IBM Simon, considerado o primeiro smartphone da história, que trazia tela sensível ao toque; 1997: Siemens lança o S10, o primeiro celular com display colorido; 1999: a partir desse ano, marcas como Nokia, Sharp, Sony e Siemens ganharam notoriedade no mercado de celulares, com o lançamento de diversos modelos; 2002: Blackberry lança aparelhos com suporte a dados móveis, popularizando o uso de e-mail pelo celular; 2007: Apple lança o iPhone, dando início a uma nova era de smartphones.
Qual é a diferença entre celulares e smartphones?
Celular é um dispositivo eletrônico de consumo portátil criado para fazer chamadas telefônicas. Com o tempo, o aparelho ganhou capacidade de enviar mensagens de texto e executar ferramentas como calculadora e rádio FM, mas mantendo seu caráter mais básico.
Mesmo com essas diferenças, celulares e smartphones são usados como sinônimos nos dias atuais — algo similar ao que acontece com os termos notebook ou laptop.
A criação do celular tem relação com a criação do smartphone?
Sim. A criação do celular permitiu que os engenheiros entendessem as capacidades do aparelho e desenvolvessem dispositivos cada vez mais tecnológicos.
Sem contar a evolução tecnológica gradual, todo o conhecimento descoberto com os celulares serviu como base para que empresas e personalidades da tecnologia concretizassem o que chamamos hoje de smartphones.
Em suma, o smartphone pode ser considerado como uma evolução do celular. Até porque os smartphones possivelmente não existiriam se não fossem os celulares.
Intérpretes de 15 países apresentaram as suas canções de três minutos em palco - muitas vezes com coreografias e pirotecnia apelativas - numa tentativa de obter votos dos júris dos países participantes e dos telespectadores de todo o mundo.
A visita do presidente dos EUA, Donald Trump, à China, esta semana, surge num momento em que a rivalidade entre as duas maiores economias do mundo é cada vez mais marcada pela concorrência económica, pela liderança tecnológica e pela influência global.
O presidente francês disse que o governo tomou “as decisões certas” e que a situação sanitária está “sob controlo”, apelando ainda aos países da UE para adotarem protocolos mais rigorosos.
A editora europeia Maria Tadeo entrevista em exclusivo o ministro sírio dos Negócios Estrangeiros, Asaad Hassan al-Shaibani, após a reposição total do Acordo de Cooperação UE-Síria.
O secretário da Defesa dos EUA, Pete Hegseth, enfrentou fortes críticas de democratas e republicanos sobre os custos da guerra, os objetivos de Trump e a redução das reservas de armas.
Proibição decidida apenas duas semanas após a entrada em vigor provisória do acordo comercial UE-Mercosul, que liberalizou o comércio agrícola através do Atlântico, apesar da forte oposição dos agricultores.
Fique a par das notícias mais importantes de toda a Europa e não só, a 13 de maio de 2026 - últimas notícias, notícias de última hora, mundo, negócios, entretenimento, política, cultura, viagens.
À medida que Trump viaja para Pequim para a cimeira com Xi Jinping, a guerra baseada em IA, a cibersegurança e a rivalidade tecnológica são apontados como temas que deverão dominar as negociações.
O Huawei Watch GT Runner 2 está saindo por apenas R$ 1.599,90 em até 12x sem juros com o cupom POUPE15 na Amazon. A oferta representa um desconto de 40% em relação ao preço original de R$ 2.599. O smartwatch se destaca principalmente pelas funcionalidades avançadas de software para corrida e outras práticas esportivas.
Huawei Watch GT Runner 2 tem Modo Maratona Inteligente
Huawei Watch GT Runner 2 (foto: Divulgação)
O smartwatch da Huawei oferece um conjunto completo de funcionalidades para quem pratica esportes, especialmente maratonistas. O Modo Maratona Inteligente conta com assistente de eventos, planejamento de treinos, previsão de desempenho, análise de métricas e até geração de pôsteres personalizados após as corridas.
Outros esportes com modos de monitoramento inteligente são golfe, mergulho livre e treino rolante em cadeira de rodas. O relógio ainda acompanha mais de cem atividades físicas, além do rastreamento de dados de saúde que inclui estresse, sono, frequência cardíaca, oxigenação de sangue e até detecção de quedas.
Também se destaca a ultra precisão prometida pela Huawei para o monitoramento de rota e localização, graças à antena flutuante 3D utilizada junto a aprimoramentos de software no dispositivo. Segundo a marca, o Huawei Watch GT Runner 2 é até 20% mais preciso que o Huawei Watch GT 6, por exemplo.
Huawei Watch GT Runner 2 (foto: Divulgação)
O smartwatch ainda é compatível tanto com iPhones quanto com celulares Android. E quando conectado ao celular, é capaz de controlar a reprodução de músicas, recusar ou atender ligações e até realizar chamadas de emergência.
Lembrando que o Huawei Watch GT Runner 2 está saindo por apenas 12x de R$ 129,75 com o cupom POUPE15 na Amazon. A oferta representa um desconto de 40% frente ao valor original de R$ 2.599 do relógio inteligente da Huawei.
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O Huawei FreeBuds 6 está saindo por apenas R$ 609,89 em até 12x sem juros aplicando o cupom POUPE15 na Amazon. E a oferta representa um desconto de 69% em relação ao preço original de R$ 1.999. Na ficha técnica dos fones, se destacam o cancelamento ativo de ruídos e a bateria de longa duração.
Huawei FreeBuds 6 é fone com ANC e bateria até 36 horas
Huawei FreeBuds 6 (Foto: Divulgação)
Segundo a Huawei, com apenas uma recarga a bateria dos fones deve suportar até 36 horas de reprodução de músicas, quando somadas as autonomias de cada fone à da case. Para chamadas de áudio, esse número diminui um pouco, chegando até 19 horas. Mesmo assim, o fato praticidade graças à autonomia chama bastante a atenção.
Já em relação à imersão sonora, o maior destaque fica por conta do cancelamento de ruído ativo (ANC), que isola o usuário de ruídos externos que atrapalhem a concentração. Seja no deslocamento em lugares barulhentos ou até fazendo suas tarefas em cafés, por exemplo, tanto a experiência de áudio quanto o conforto são aprimorados.
Huawei FreeBuds 6 (imagem: Divulgação)
Pensando no deslocamento em dias de chuva, inclusive, a durabilidade é outro ponto positivo do FreeBuds 6 graças à proteção IP54. Graças à essa certificação, os fones garantem resistência contra poeira (até certo ponto) e, principalmente, respingos de água.
Os fones são compatíveis com dispositivos Android, iOS e também Windows, via conectividade Bluetooth 5.2. Por fim, também chamam a atenção alguns recursos especiais, como a possibilidade de atender ou recusar chamadas com um movimento de cabeça.
Galaxy S26 com tela de compartilhamento com aparelhos da Apple (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)Resumo
Google confirmou expansão da compatibilidade do AirDrop com aparelhos Android, permitindo troca de arquivos com iPhones e iPads de forma mais fácil;
mais aparelhos de marcas como Oppo, OnePlus, Samsung, Vivo, Xiaomi e Honor receberão suporte à integração entre Quick Share e AirDrop em 2026;
Quick Share poderá ainda ser integrado a aplicativos de terceiros, como o WhatsApp, permitindo compartilhamento de arquivos sem conexão à internet, e também permitirá gerar QR Code para compartilhar arquivos com dispositivos iOS.
Entre as novidades que o Google anunciou nesta terça-feira (12/05), durante o evento The Android Show: I/O Edition 2026, está a expansão da compatibilidade de aparelhos Android com a tecnologia AirDrop, da Apple. Com isso, ficará cada vez mais fácil trocar arquivos com iPhones, iPads e afins.
Esse movimento começou no fim de 2025. Mas, até recentemente, apenas celulares da família Google Pixel suportavam essa integração. Depois, o suporte ao AirDrop chegou à linha Galaxy S26. Recentemente, o Oppo Find X9 Ultra e o Vivo X300 Ultra (ou Jovi X300 Ultra) também passaram a suportar a funcionalidade, só para citar mais alguns exemplos.
Faz sentido que mais aparelhos sejam beneficiados por esse recurso, até porque já está claro que essa integração realmente funciona. No lado do Android, a comunicação é feita via Quick Share; no lado da Apple, via AirDrop, obviamente.
Pois bem, o Google revelou que mais aparelhos receberão suporte à integração entre Quick Share e AirDrop no decorrer de 2026. Os modelos ainda não foram especificados, mas correspondem a unidades de marcas como Oppo, OnePlus, Vivo (Jovi, no Brasil), Xiaomi e Honor. Mais smartphones da Samsung também serão contemplados, o que deve incluir linhas como Galaxy S25 e Galaxy S24.
Quick Share em celular Android (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
Quick Share em aplicativos
Um detalhe interessante é que o Quick Share também poderá ser integrado a aplicativos de terceiros (que não são mantidos pelo Google). O primeiro deles será o WhatsApp, embora ainda não haja prazo para essa implementação.
Com a integração, você poderá compartilhar arquivos com pessoas que estiverem perto de você usando o WhatsApp, com o envio sendo feito via Quick Share, de modo que não seja necessário ter uma conexão à internet para isso.
Também vale destacar que, a partir de hoje, você poderá gerar um QR Code no Quick Share de qualquer dispositivo Android compatível para compartilhar arquivos com dispositivos iOS.
O aparelho de destino deve fazer a leitura do código para que o arquivo seja baixado a partir das nuvens (esse procedimento, sim, exigirá conexão à internet), com o compartilhamento sendo protegido por criptografia de ponta a ponta.
Em tempo: o Google anunciou algumas novidades específicas para o Android 17. Entre elas, estão:
Uso de IA nas empresas pode dar prejuízo (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
Funcionários da Amazon estão fazendo “tokenmaxxing” para atingir metas de uso de IA.
A Amazon implementou uma ferramenta chamada MeshClaw para automatizar tarefas com IA e estabeleceu metas semanais de uso de IA para mais de 80% dos desenvolvedores.
A empresa teria afirmad que as estatísticas não seriam usadas em avaliações, mas os trabalhadores continuam sob pressão para usar as ferramentas.
Funcionários da Amazon estão automatizando tarefas não essenciais de seu trabalho para elevar os indicadores de uso de inteligência artificial e cumprir as metas semanais de adoção da tecnologia. A técnica de gastar tokens de IA desnecessariamente ganhou até apelido: “tokenmaxxing”.
As informações são do Financial Times, que falou com três pessoas familiarizadas com o assunto. De acordo com a publicação, a Amazon implementou uma ferramenta chamada MeshClaw, que permite criar agentes de IA e conectá-los aos softwares da companhia. Assim, eles poderiam executar tarefas de maneira automática.
Não foi só isso: a companhia também colocou metas semanais de uso de IA para mais de 80% dos seus desenvolvedores, acompanhando o uso de tokens de cada um deles.
“Tokenmaxxing” para impressionar o chefe
Amazon teria implementado metas de uso de IA para 80% dos desenvolvedores (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Segundo a reportagem, a Amazon divulgava as estatísticas de uso de IA pelos times para todos os funcionários, mas passou a limitar as informações apenas para os próprios funcionários e para os chefes.
Os líderes estariam sendo desencorajados a usar o uso de tokens como métrica de desempenho. A empresa também teria dito aos empregados que as estatísticas não seriam usadas em avaliações. Os trabalhadores, porém, não parecem ter confiado muito.
“Quando eles monitoram o uso, criam incentivos distorcidos, e algumas pessoas são muito competitivas”, disse um dos funcionários ouvidos pelo Financial Times em condição de anonimato.
“Há muita pressão para usar essas ferramentas. Algumas pessoas estão usando o MeshClaw apenas para maximizar a contagem de tokens”, afirmou outro trabalhador.
Procurada pelo Financial Times, a Amazon afirmou que a ferramenta permite automatizar tarefas diárias repetitivas e é um exemplo de empoderamento de equipes através da adoção de IA.
Adoção de IA vira dor de cabeça
Como nota a publicação, empresas do Vale do Silício estão cobrando que seus empregados usem IA como forma de justificar os investimentos em infraestrutura e mostrar métricas de adoção das ferramentas.
Jensen Huang, CEO da Nvidia, declarou recentemente que ficaria alarmado se um engenheiro que ganha US$ 500 mil por ano não estivesse gastando US$ 250 mil por ano em tokens. Ele não é a pessoa mais isenta para falar disso, já que, quanto maior a demanda por IA, mais a Nvidia vende GPUs.
Isso, porém, pode representar custos altos sem retorno — e algumas companhias já perceberam que só cobrar o uso de IA não resolve. A Zapier, por exemplo, monitora o gasto de tokens para encontrar padrões e discrepâncias: quem usa muito pode estar recorrendo à IA de forma ineficiente ou ter descoberto novas formas de fazer seu trabalho.
O Galaxy A56 de 256 GB está à venda por R$ 1.898 no Pix em oferta na Amazon. Ao selecionar modalidade de pagamento o cupom de R$ 100 OFF já vai estar inserido automaticamente. O valor final corresponde a uma queda de 46% em relação ao preço de lançamento de R$ 3.499 do smartphone da Samsung.
Galaxy A56 traz chip Exynos 1580 e câmera de 50 MP
Samsung Galaxy A56 tem três câmeras traseiras (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O celular apresenta um conjunto de câmeras composto por uma lente principal de 50 MP, ultrawide de 12 MP para fotos com maior enquadramento e macro para detalhes mais nítidos de 5 MP. Em termos de números, o trio é exatamente o mesmo apresentado no Galaxy A57. A diferença está na promessa de aprimoramento em fotos noturnas no novo intermediário.
O A56 vem equipado por 8 GB de memória RAM e pelo processador Exynos 1580 (4 nm). A combinação vai entregar desempenho satisfatório para a maioria dos usuários casuais. Uma vez que sustenta a navegação entre apps simultaneamente, jogos e até tarefas auxiliadas com inteligência artificial através do Galaxy AI.
A tela de 6,7 polegadas utiliza a tecnologia Super AMOLED que entrega boa coloração às imagens, incluindo pretos mais sólidos em cenas escuras. Além disso, o painel fornece resolução Full HD+ e taxa de atualização de 120 Hz, assegurando fluidez gráfica ao consumo de vídeos e transições de páginas.
Tela Super AMOLED do Samsung Galaxy A56 exibe contrastes intensos e preto profundo (foto: Ana Marques / Tecnoblog)
A bateria de 5.000 mAh suporta carregamento rápido com cabo de até 45 W. A mesma configuração apresentada no A57. O celular com um dos melhores custo-benefício do mercado ainda apresenta compatibilidade a Wi-Fi 6, Bluetooth 5.3 e conta com a certificação IP67 contra poeira e água.
O Galaxy A56 (256 GB) por R$ 1.898 no Pix com o cupom de R$ 100 OFF dado antes da finalização da compra na Amazon ainda vai receber mais 5 anos de atualizações de sistema, conforme prometido pela Samsung.
Acompanhe o nosso review completo sobre o Galaxy A56:
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Motorola acompanha a evolução da comunicação móvel desde 1930 (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
A Motorola é uma das empresas pioneiras das telecomunicações, ganhando destaque ao popularizar os rádios automotivos na década de 1930. Desde então, a marca mudou a forma como o mundo se conecta, estando presente até na transmissão da primeira caminhada lunar em 1969.
O ápice da inovação veio em 1983 com o DynaTAC 8000X, o primeiro celular comercial da história, que abriu as portas para a mobilidade moderna. Anos depois, a empresa revolucionou o design com o icônico Razr V3, um símbolo de status que hoje renasceu na era das telas dobráveis.
Atualmente, a divisão Motorola Mobility pertence à Lenovo, focando em smartphones que equilibram custo-benefício e tecnologias de ponta. Enquanto isso, a Motorola Solutions segue independente, fornecendo infraestrutura crítica e sistemas de segurança para empresas
A seguir, saiba mais detalhes sobre a história da Motorola, quem são os líderes das divisões e os principais produtos. Também descubra quem são os maiores rivais da marca.
A Motorola é uma empresa pioneira das telecomunicações, que popularizou os rádios automotivos e criou o primeiro celular comercial, consolidando-se na história da mobilidade. Hoje, a marca foca em smartphones Android com hardware otimizado e inteligência artificial, equilibrando alto desempenho técnico e acessibilidade para o consumidor.
O que significa o nome “Motorola”?
O nome Motorola surgiu em 1930 para batizar os rádios automotivos da marca, unindo o termo “motor” ao sufixo “-ola”, comum em equipamentos de áudio da época. A expressão simbolizava o conceito de “som em movimento”, conectando a experiência de áudio à mobilidade veicular.
O sucesso do produto foi tão grande que, em 1947, a empresa Galvin Electric adotou oficialmente o nome Motorola Inc. para efetivar sua expansão. Essa mudança estratégica unificou a identidade da companhia, que já planejava liderar o futuro das telecomunicações.
A linha Motorola Razr fez um imenso sucesso no começo dos anos 2000 (imagem: Tyler Lizenby/CNET)
Qual a origem da Motorola?
A história da Motorola começou em 1928, em Chicago, quando os irmãos Galvin fundaram a Galvin Electric, empresa focada em eliminadores de bateria. O sucesso inicial veio com os rádios automotivos e comunicadores militares portáteis, estabelecendo as bases da conectividade móvel.
Já como Motorola Inc., a empresa evoluiu para o setor aeroespacial e telecomunicações, sendo essencial na transmissão da voz humana da Lua durante a missão Apollo 11 em 1969. Foi nesse ambiente que o engenheiro Martin Cooper se destacou como quem criou o celular, apresentando o primeiro protótipo funcional em 1973.
O lançamento comercial do DynaTAC 8000X em 1983 revolucionou o mundo ao introduzir a rede celular e a comunicação sem fio. Nas décadas seguintes, a marca dominou o mercado com designs icônicos, como o famoso telefone dobrável da linha Razr.
Em 2011, a empresa se dividiu em duas: a Motorola Solutions, focada em redes corporativas, e a Motorola Mobility, para produção de smartphones. Isso resultou na aquisição da divisão móvel pelo Google, buscando a otimização do hardware e software com uma interface Android mais limpa e focada na experiência do usuário.
Posteriormente, em 2014, a Lenovo adquiriu a divisão de smartphones, mantendo o legado de inovação técnica com a popular linha Moto G. Hoje, a Motorola equilibra tradição e modernidade, focando em aparelhos dobráveis e inteligência artificial para o consumidor final.
O engenheiro Martin Cooper com o celular Motorola DynaTAC 8000X (imagem: Rico Shen/Wikimedia Commons)
A Motorola é de qual país?
A Motorola tem raízes nos Estados Unidos, onde foi fundada na cidade de Chicago em 1928. Até hoje, a Motorola Solutions, focada em infraestrutura e redes de comunicação, opera como uma empresa americana independente.
A divisão de smartphones, a Motorola Mobility, pertence à chinesa Lenovo desde 2014. No entanto, a marca mantém sua sede criativa e centro de design na cidade de origem, mesmo com controle estrangeiro.
Quem é o dono da Motorola?
A propriedade da Motorola é dividida em duas entidades distintas após a separação estratégica em 2011. A Motorola Solutions, voltada para infraestrutura de rede, permanece uma empresa independente cotada na bolsa de valores dos EUA e liderada pelo CEO Greg Brown.
Já a divisão de celulares, a Motorola Mobility, foi adquirida pela Lenovo em 2014, após uma breve passagem pelo Google. Esta unidade opera como uma subsidiária, com o executivo brasileiro Sergio Buniac atuando como presidente global da divisão.
Sergio Buniac é presidente global da Motorola Mobility desde 2018 (imagem: Divulgação/Motorola)
Onde fica a sede da Motorola?
A sede da Motorola Solutions, focada em infraestrutura e redes críticas, está localizada no centro de Chicago, Illinois. O endereço na West Monroe Street preserva as raízes históricas da empresa como uma potência tecnológica americana.
A Motorola Mobility, divisão de smartphones, opera no edifício Merchandise Mart Plaza, também em Chicago. O complexo funciona como um polo de pesquisa e design de hardware, no qual a marca desenvolve novos dispositivos sob a gestão da Lenovo.
A Motorola tem fábrica no Brasil?
Sim, a Motorola mantém desde 1996 uma operação centrada no Campus Industrial e Tecnológico em Jaguariúna, interior de São Paulo. O maior polo produtor fora da China, a unidade é responsável pela montagem de dispositivos e garante a agilidade logística para o mercado nacional.
Além da produção de hardware, o complexo atua em parceria com unidades em Manaus para otimizar a distribuição em solo brasileiro. Essa infraestrutura integra testes de qualidade e desenvolvimento técnico, consolidando o Brasil como um pilar estratégico em solo latino-americano.
O Motorola Signature representa os modelos topo de linha desenvolvido pela marca (imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Quais são os principais produtos da Motorola?
A Motorola diversifica seu portfólio entre tecnologia de consumo e soluções de infraestrutura, equilibrando inovação móvel com sistemas de comunicação crítica. Estes são seus principais produtos:
Série Moto G: smartphones intermediários, referência em custo-benefício, que oferecem baterias de longa duração e hardware equilibrado para o uso cotidiano;
Séries Edge e Signature: dispositivos premium que trazem telas com alta taxa de atualização, processamento veloz e câmeras avançadas de nível profissional;
Série Razr: smartphones dobráveis que unem design nostálgico a especificações modernas, focando em portabilidade e inovação visual;
Série Moto E: aparelhos de entrada com interface simplificada, ideais para quem busca funções básicas e durabilidade a preços acessíveis;
Acessórios: incluem fones de ouvido Bluetooth, carregadores ultrarrápidos e dispositivos de rastreamento inteligente para o usuário moderno;
Rádios de missão crítica: equipamentos de comunicação bidirecional, essenciais para logística industrial e coordenação de forças de segurança pública e privada;
Soluções em redes: infraestrutura de software e hardware para conexões 5G privadas e sistemas avançados de monitoramento por vídeo.
Quais são os principais concorrentes da Motorola?
A Motorola disputa espaço com grandes empresas de tecnologia em duas frentes, incomodando a Apple e a Samsung no mercado de consumo, enquanto domina o setor corporativo. Confira os principais rivais da marca:
Samsung: principal adversária no ecossistema Android, compete em todas as faixas de preço com a linha Galaxy e trava uma disputa direta no segmento de dobráveis contra os modelos Razr;
Apple: referência no mercado premium com o iPhone, a marca norte-americana serve como alvo para os modelos mais sofisticados das linhas Motorola Edge e Signature;
Xiaomi: a fabricante chinesa pressiona agressivamente os segmentos de entrada e intermediário com hardware potente e estratégias de preços competitivos;
Realme e Oppo: marcas asiáticas em rápida expansão que desafiam a fatia de mercado da Motorola em mercados emergentes com tecnologias de carregamento ultraveloz;
Nokia e Ericsson: no braço de soluções corporativas, são as principais concorrentes em infraestrutura de redes 5G e equipamentos de telecomunicações de larga escala;
Zebra e Honeywell: rivais diretas na área de dispositivos de coleta de dados e rádio comunicação de missão crítica para indústrias e segurança.
Modelo conta com câmera teleobjetiva de 200 MP e lentes extras opcionais (imagem: divulgação)Resumo
O Jovi X300 Ultra, topo de linha da fabricante chinesa, foi homologado pela Anatel e deve ser lançado no Brasil em breve.
O smartphone possui lente principal e teleobjetiva de 200 MP e ultrawide de 50 MP, além de um kit de acessórios fotográficos com lente extensora.
O preço deverá ser alto, já que o modelo será fabricado na China e não terá incentivos fiscais.
O smartphone Vivo X300 Ultra, modelo de ponta da fabricante chinesa, tem grandes chances de desembarcar em breve no Brasil. A subsidiária local, batizada de Jovi, realizou a homologação do produto junto à Anatel na última sexta-feira (08/05), o que permite a venda em nosso território.
O Tecnoblog já havia adiantado, ainda em janeiro, a possibilidade de o modelo vir ao país, quando a fabricante obteve a homologação do carregador de 100 W e da bateria. Agora, podemos confirmar que se trata do Jovi X300 Ultra, já que o número de modelo J2510 e o nome comercial surgiram na lista de dispositivos certificados do Android.
Certificado de homologação do Jovi X300 Ultra (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)
Smartphone com kit fotográfico
O celular se destaca pelas especificações poderosas e excelentes câmeras: tanto a lente principal quanto a teleobjetiva tem 200 megapixels, enquanto a ultrawide oferece 50 megapixels.
Além dos 3,7x de zoom já embutidos, a fabricante oferece um kit de acessórios com capa, adaptadores para lentes, grip com controles, suporte para tripé e uma lente extensora de 200 ou 400 mm, adicionando 2,35 x ou 4,7 x de zoom.
O grip inclui bateria adicional de 2.300 mAh e também já está homologado pela Anatel, indicando que a Jovi deve oferecer o kit no Brasil.
Acessórios do kit fotográfico do X300 Ultra (imagem: divulgação)
Especifiações topo de linha
O restante das especificações também é topo de linha: o X300 Ultra usa o SoC Snapdragon 8 Elite Gen 5 combinado a 12 ou 16 GB de RAM e 256 GB até 1 TB de memória interna.
Seu display AMOLED possui taxa de atualização variável até 144 Hz e suporta HDR10+ e Dolby Vision, com alta densidade de pixels (510 pontos por polegada, resolução de 1.440 x 3.168 pixels).
A conectividade é de ponta: 5G, Wi-Fi 7 (inclusive de 6 GHz), Bluetooth, NFC e até infravermelho para uso como controle remoto.
A bateria é a já homologada BB57X, com 6.600 mAh. Ela utiliza ânodos de silício-carbono, permitindo que o X300 Ultra mantenha espessura de 8,5 mm.
Para recarregar, o Jovi X300 Ultra virá com carregador de 100 W na caixa, que também já está homologado, além de aceitar recarga sem fio e oferecer carregamento sem fio reverso.
Bateria BB57X do X300 Ultra (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)
Quanto vai custar?
O Jovi X300 Ultra não deve sair barato: ele já é vendido na Europa por 1.999 euros, mais de R$ 11.500 reais em conversão direta. Por ser fabricado na China, não receberá incentivos fiscais.
O conjunto de acessórios fotográficos com a lente de 400 mm custa 599 euros (R$ 3.450).
O X300 Ultra deverá ter um irmão menos caro: o Jovi X300 FE. O nome já consta da lista de dispositivos certificados do Bluetooth SIG, mas ainda não foi homologado no Brasil.
O Ministro de Estado dos Assuntos Europeus e da Defesa da Irlanda, Thomas Byrne, afirmou que a União Europeia deve continuar a aumentar a pressão sobre a Rússia através de sanções, apoio militar e esforços diplomáticos.
Palestinianos da Cisjordânia ocupada e da Faixa de Gaza assinalaram o 78.º aniversário da Nakba, um momento crucial na história do povo palestiniano desde 1948, quando centenas de milhares de famílias se tornaram refugiadas depois de expulsões violentas e desapropriação de terras.
Spotify passa por uma instabilidade nesta terça (foto: Lupa Charleaux/Tecnoblog)Resumo
Spotify está passando por uma instabilidade na terça-feira (12).
Usuários relatam dificuldades para acessar o aplicativo, carregar playlists e reproduzir músicas.
A plataforma confirmou que está ciente do problema e investiga a causa da falha, sem previsão de normalização dos serviços.
Se você teve problemas para acessar o Spotify, saiba que não foi caso isolado: o aplicativo passou por uma instabilidade na tarde desta terça-feira (12/05). Usuários relataram dificuldades para acessar o app, carregar playlists e reproduzir músicas.
A instabilidade aconteceu justamente no dia em que o Spotify liberou uma retrospectiva especial em comemoração aos seus 20 anos. Nas redes sociais, muitos usuários compartilharam os resultados, mas outros não conseguiam acessar a campanha.
o spotify todo bugado  só queria ouvir música da facul até casa
Basta abrir o app Spotify e pesquisar “Spotify 20” ou acessar spotify.com/20 pelo celular. Além de criar uma playlist com as 120 músicas mais ouvidas, a retrospectiva deve exibir:
O Huawei Watch Fit 5 está em oferta por R$ 699 em até 10x sem juros no Mercado Livre, um abatimento de 53% sobre o valor original de R$ 1.499, com uma “pequena” ressalva de até 30 dias para a entrega, contados a partir da compra.
O smartwatch da Huawei traz tela AMOLED com brilho de até 2.500 nits e sensores avançados para a prática de esportes, além de trazer recursos para uma maior qualidade de vida.
Huawei Watch Fit 5 tem tela AMOLED e sensores avançados
Huawei Watch Fit 5 suporta diversas modalidades esportivas (imagem: Divulgação/Huawei)
Lançado em abril de 2026, o Huawei Watch Fit 5 chama a atenção para sua tela AMOLED de 1,82 polegada com brilho forte de até 2.500 nits, que garante a visibilidade mesmo sob luz forte do Sol.
O gadget traz sensores avançados que oferecem suporte a diversas modalidades esportivas diferentes e um modo de mini-treino com animações para exercícios simples. Ele também monitora a frequência cardíaca e a oxigenação do sangue do usuário e conta com monitores do sono e do ciclo menstrual.
Este acessório também possui funções de qualidade de vida que podem salvar vidas: estando pareado a um celular, ele é capaz de detectar quedas e, caso o usuário não responda, disparar chamadas para contatos pré-gravados e números de emergência.
O corpo de alumínio com traseira de plástico do Huawei Watch Fit 5 é reforçado pela certificação IP6X, sendo resistente contra poeira, mas não foi profundamente testado para resistência a líquidos. Logo, a fabricante recomenda usá-lo em piscinas rasas ou ao longo da costa do mar, mas não em mergulhos de profundidade.
Este gadget possui conectividade Bluetooth 6.0 e BLE, além de suportar sistemas de posicionamento GPS, GLONASS, GALILEO, QZSS, NavIC e BDS (BeiDou). O recurso é essencial para determinar a posição exata do usuário em tempo real, seja durante a prática de esportes ou em situações de emergência.
O Huawei Watch Fit 5 está saindo por R$ 699 em até 10x sem juros no Mercado Livre, um desconto de 53% em relação ao preço de lançamento. Vale lembrar apenas que o prazo de entrega é de até 30 dias contados a partir da data de compra.
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As previsões de crescimento da economia russa, que está sob pressão devido aos enormes custos da guerra contra a Ucrânia e às sanções ocidentais, foram reduzidas num fator de 3
Android 17 promete deixar seu celular mais protegido em caso de roubo (imagem: reprodução/Google)Resumo
Android 17 impedirá que criminosos desativem o rastreamento do aparelho, mesmo que possuam a senha ou o PIN do usuário;
nova versão do sistema também permitirá selecionar contatos específicos para compartilhar com aplicativos, em vez de liberar a agenda completa;
recursos de identificação de chamadas fraudulentas em parceria com bancos como o Itaú é outra novidade (vale também para outras versões do Android).
No evento The Android Show: I/O Edition 2026 realizado nesta terça-feira (12/05), o Google confirmou alguns dos recursos de segurança que farão parte do Android 17. Entre eles está uma função que impede um ladrão de desativar o rastreamento do seu celular mesmo se ele tiver a sua senha ou PIN.
Esse recurso é uma expansão do Google Localizador (Google Find Hub). Se você usar esse mecanismo no Android 17 para indicar que seu celular foi perdido, roubado ou furtado, a pessoa que estiver de posse do aparelho não poderá desativar o rastreamento do dispositivo, mesmo se tiver a sua senha ou código PIN, como já informado.
Essa função também bloqueia o aparelho de modo que a senha e o PIN não sejam mais aceitos. Além disso, algumas proteções adicionais também são ativadas, como a que desativa novas conexões Bluetooth ou Wi-Fi. Se você recuperar o celular, deverá usar autenticação biométrica (reconhecimento facial ou impressão digital) para desativar as proteções.
Falando em senha ou PIN, o Google também explica que, no Android 17, o número limite de tentativas de inserção desses códigos foi reduzido “significativamente”. Para completar, quando o limite for atingido, haverá um tempo maior de espera para que novas tentativas de desbloqueio possam ser efetuadas.
Android 17 vai exigir biometria para desativar recursos de segurança (imagem: reprodução/Google)
Outra novidade está nos recursos de localização. O Android 17 introduzá um botão para esse fim que permite que o rastreamento da posição geográfica funcione apenas quando determinado aplicativo estiver em uso e somente para aquele momento.
E sabe quando um aplicativo pede permissão para acessar a sua lista de contatos? No Android 17, há um novo seletor que permite que essa solicitação seja aplicada a contatos específicos, e não para toda a lista.
Há mais recursos de segurança no Android 17?
Sim. Entre as demais novidades estão:
função que verifica se versões alternativas do sistema operacional são legítimas;
Android encerrará ligações de golpe financeiro (imagem: reprodução/Google)
Vale destacar também que o Google fechou parcerias com instituições financeiras para identificar chamadas fraudulentas que se passam por bancos. O sistema checa, junto à instituição, se há realmente uma chamada sendo feita para determinado cliente. Se negativo, a ligação é encerrada.
Esse recurso será testado inicialmente com empresas como Revolut, Itaú e Nubank. Esta é uma funcionalidade que estará disponível para o Android 11 e versões superiores, não se limitando ao Android 17.
Sobre o Android 17 em si, essa versão tem lançamento previsto para junho de 2026.
Função Ultra HDR no Instagram para Android 17 (imagem: reprodução/Google)Resumo
Google anunciou novos recursos para o Android 17 voltados à criação de conteúdo;
novidades incluem parceria com a Meta para melhorar publicação de fotos e vídeos no Instagram, a exemplo do modo Ultra HDR, que garante cores mais realistas nas postagens;
outra novidade é um recurso nativo para gravação de vídeos de reação.
O Android 17 está vindo aí e, como toda nova versão, promete uma série de novos recursos. Alguns deles, mostrados pelo Google no evento The Android Show: I/O Edition 2026, foram desenvolvidos para apoiar criadores de conteúdo: eles tornam o sistema mais amigável ao Instagram e facilitam a criação de vídeos de reações, por exemplo.
Comecemos pela função Screen Reactions (Reações de Tela). A ideia é facilitar a criação de vídeos de… reações. Estamos falando de vídeos em que a imagem da pessoa aparece em miniatura no canto inferior da tela enquanto o conteúdo principal é assistido por ela.
Para tanto, a nova funcionalidade consegue gravar o conteúdo que aparece na tela ao mesmo tempo em que a câmera frontal captura a imagem da pessoa, sem que seja necessário usar aplicativos de terceiros para sobrepor um conteúdo ao outro.
O vídeo resultante pode, então, ser publicado rapidamente nas redes sociais. Falando nisso…
Android 17 promete melhorar o conteúdo enviado ao Instagram
O que deve fazer diferença para a maioria dos usuários é a parceria que o Google fechou com a Meta. Por meio dela, ambas as companhias prometem facilitar a publicação de conteúdo no Instagram. E o mais importante: melhorar a qualidade de imagem desse conteúdo.
De acordo com o Google, isso será proporcionado por meio de recursos como:
Ultra HDR: permite que o conteúdo gerado no celular tenha cores mais vibrantes e realistas;
Estabilização de vídeo: ajuda a diminuir o tremor de vídeos feitos quando o usuário caminha, dança ou, como o próprio Google brinca, “está sob o efeito de muita cafeína”;
Night Shift: otimiza a captura de fotos durante a noite ou em ambientes com luminosidade reduzida.
Função Screen do Android 17 (imagem: reprodução/Google)
Repare que nada disso faz sentido se, durante o processamento do conteúdo no Instagram, houver redução da qualidade de imagem, certo? Pois bem, o Google garante que os processos de captura e upload foram otimizados para que o conteúdo continue nítido quando a publicação for feita.
Tem mais uma novidade para usuários da rede social da Meta: o Instagram Edits, aquele aplicativo criado para ser uma alternativa ao CapCut, contará com IA para aprimorar a resolução de fotos e imagens, bem como para facilitar a separação de faixas de áudio. Esses recursos serão exclusivos da versão do app para Android.
Será que tudo isso será suficiente para o Google acabar com a fama de que só o iPhone presta para conteúdo no Instagram? Talvez. Mas há um ponto de atenção aqui: o Google diz que a sua parceria com a Meta promete “trazer o melhor do Instagram para nossos dispositivos Android mais avançados“.
Modo de estabilização de vídeo no Instagram para Android 17 (imagem: reprodução/Google)
Outras novidades para “creators”
Entre as demais novidades para criadores de conteúdo está a chegada do Adobe Premiere ao Android para os próximos meses, embora o aplicativo não deva se limitar à versão 17 do sistema. “Com o Premiere, você terá acesso a modelos e efeitos exclusivos para criar e publicar YouTube Shorts”, afirma o Google.
Já para quem foca na criação de vídeos profissionais, o Google promete, também, ampliar o acesso ao codec Advanced Professional Video (APV), que é próprio para filmagens a partir de dispositivos móveis.
Desenvolvido em parceria com a Samsung, o APV já está disponível no Galaxy S26 Ultra e no Vivo X300 Ultra. A expansão permitirá o seu uso em outros dispositivos, mais precisamente, naqueles equipados com chips Snapdragon 8 Elite a serem lançados ainda em 2026.
A versão final do Android 17 está prevista para junho.
Googlebook é oficial (imagem: reprodução/Google)Resumo
Google anunciou o Googlebook, nova categoria de notebooks projetada para operar com inteligência artificial Gemini;
novidade foi apresentada no evento Android Show e conta com hardware premium; dispositivos serão produzidos em parceria com marcas como Acer e Dell;
entre os diferenciais estão ferramentas como Magic Pointer, que sugere ações automáticas via Gemini com o passar do mouse.
Googlebook é o nome oficial da nova categoria de notebooks criada pelo Google e anunciada nesta terça-feira (12/05) durante o evento The Android Show: I/O Edition 2026. A novidade chega com um diferencial que a companhia considera importante para os tempos atuais: ser projetada, desde o início, para funcionar com inteligência artificial — com o Gemini Intelligence (Inteligência Gemini), para ser exato.
Apesar do nome, o Googlebook não será desenvolvido e comercializado exclusivamente pelo Google. A companhia fechou parcerias com marcas como Acer, Asus, Dell, HP e Lenovo para produzir esses computadores e fazê-los chegar aos consumidores.
É uma dinâmica que remete à dos Chromebooks, que são laptops de baixo custo direcionados a estudantes e que, portanto, costumam contar com hardware de nível básico ou intermediário produzidos por essas e outras marcas.
Neste ponto, vale destacar que os Googlebooks não devem substituir os Chromebooks, pois a categoria tem uma proposta diferente: por conta do foco em IA, as novas máquinas terão “hardware premium”, como o próprio Google destaca.
O que o Googlebook tem de interessante?
Além do hardware avançado, há alguns elementos de design que permitirão que você identifique um Googlebook rapidamente. Começa pela tecla do sistema, que exibe o “G” de Google. Além disso, há uma linha luminosa na tampa do notebook (Glowbar) que deve estar presente em todos os modelos.
A Glowbar do Googlebook (imagem: reprodução/Google)
Em termos funcionais, uma característica um tanto óbvia é a presença de aplicativos do ecossistema do Google, que incluem Gmail, Drive, Agenda (Calendar) e o navegador Chrome. É claro que um botão para acesso direto ao Gemini também está lá.
O Google destaca ainda que os Googlebooks poderão se comunicar facilmente com celulares Android, de modo que você possa continuar em um a tarefa que foi iniciada no outro. Isso porque, além do compartilhamento de arquivos, essa integração permite que você use um aplicativo do smartphone no laptop, ou receba, neste último, notificações que chegaram originalmente ao celular.
Ainda não há informação oficial sobre qual é o sistema operacional do Googlebook, mas as imagens divulgadas sugerem fortemente que estamos falando do Aluminium OS.
Tecla com o “G” de Google no laptop (imagem: reprodução/Google)
Seja como for, encontramos outros recursos notáveis por aqui, entre eles:
Magic Pointer (Ponteiro Mágico): ao mover o cursor do mouse para um elemento na tela, faz o Gemini sugerir ações automaticamente, como agendar uma reunião quando você aponta para uma data em um e-mail;
Create your Widget (Criar o seu Widget): usa o Gemini para criar widgets sob medida, como um que reúne informações de hospedagem e voos para uma viagem que você irá fazer;
Quick Access (Acesso Rápido): permite que você visualize ou pesquise por arquivos no celular usando o Googlebook sem precisar transferi-los;
Google Play: você poderá instalar apps no Googlebook diretamente a partir da loja de aplicativos do Android.
Principais características do Googlebook (imagem: reprodução/Google)
Quando os Googlebooks serão lançados?
O Google ainda não definiu uma data para o lançamento da categoria Googlebook, mas comentou que isso deverá ocorrer durante o outono americano, ou seja, entre setembro e dezembro de 2026.
Googlebooks foram projetados para serem integrados ao Gemini e se comunicarem com celulares Android. Novidade tem hardware "premium" e novo sistema operacional.
Googlebook é oficial (imagem: reprodução/Google)
A Glowbar do Googlebook (imagem: reprodução/Google)
Tecla com o "G" de Google no laptop (imagem: reprodução/Google)
Principais características do Googlebook (imagem: reprodução/Google)
IA chega primeiro ao Pixel e ao Galaxy (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
O Google lançou o Gemini Intelligence, um conjunto de ferramentas de IA para Android.
Os modelos mais avançados das linhas Pixel e Galaxy serão os primeiros a receber o Gemini Intelligence no segundo semestre deste ano.
O Gemini Intelligence oferece recursos como automação de tarefas, assistente no Chrome, preenchimento automático de formulários, transcrição de fala e criação de widgets.
O Google anunciou que o Android contará com um conjunto de ferramentas chamado Gemini Intelligence, que usará inteligência artificial para automatizar tarefas, auxiliar na navegação na internet, preencher formulários, transcrever fala e criar widgets.
Segundo a empresa, os modelos mais avançados das linhas Pixel, do próprio Google, e Galaxy, da Samsung, serão os primeiros a receber o Gemini Intelligence no segundo semestre deste ano. Outros aparelhos com Android serão contemplados logo depois, incluindo smartwatches, carros, óculos e laptops.
Como funciona a automação de tarefas do Gemini Intelligence?
IA poderá realizar tarefas envolvendo apps (imagem: divulgação)
A automação de tarefas é o recurso mais chamativo do Gemini Intelligence. Ela é capaz de se integrar com vários apps para chegar ao resultado desejado pelo usuário.
O Google compartilhou alguns exemplos do que será possível realizar com sua nova ferramenta.
Reservar uma bicicleta para a aula de spinning.
Encontrar o conteúdo programático de uma disciplina no Gmail, buscar os livros em uma loja online e colocá-los no carrinho.
Colocar todos os produtos de uma lista de compras de supermercado no carrinho.
Tirar uma foto de um guia de viagens e pedir para o Gemini procurar um passeio como aquele para um grupo de seis pessoas.
A empresa explica que o progresso da tarefa será informado por meio de notificações. O Gemini só age quando o usuário manda e para assim que a tarefa estiver terminada, deixando a confirmação final para o humano.
Quais são os outros recursos?
O Gemini Intelligence tem mais truques na manga além da automação de tarefas. Um deles é um assistente no Chrome, capaz de ajudar em pesquisas, comparar páginas ou gerar resumos. Ele também é capaz de navegar automaticamente para marcar horários ou reservar lugares, por exemplo.
Gemini Intelligence no Chrome pode ajudar a reservar estacionamento (imagem: divulgação)
Outra novidade é o preenchimento automático de formulários. A Personal Intelligence do Gemini poderá buscar os dados necessários nos apps conectados para completar as informações solicitadas. O Google esclarece que o recurso é opcional e vem desativado por padrão.
O Gemini Intelligence inclui ainda o Rambler, recurso destinado a transformar fala natural em um texto escrito de forma coerente e refinada, eliminando repetições, silêncios e vícios de linguagem, como “ahn”, “hum” ou “tipo”. Ele é capaz, inclusive, de entender mais de um idioma na mesma fala.
O pacote vem também com um criador de widgets, que gera esses elementos com base em prompts escritos em linguagem natural.
Basta descrever o widget desejado para o Gemini Intelligence criá-lo (imagem: divulgação)
O Huawei MatePad SE 11 Wi-Fi de 128 GB está em promoção por R$ 1.099 em até 12x sem juros na Amazon, um desconto de 45% em relação ao preço original de R$ 1.999.
Este tablet acessível e apto para uso na escola ou faculdade conta com tela LCD IPS de 11″, processador octa-core e bateria de longa duração.
Huawei MatePad SE 11 tem tela de 11″ e bateria de longa duração
Tela LCD IPS do MatePad SE 11 tem resolução Full HD+ (imagem: Divulgação/Huawei)
O MatePad 11 SE é equipado com uma tela LCD IPS de 11 polegadas com resolução Full HD+(1.920 x 1.200 pixels), brilho de até 400 nits e taxa de contraste de 1.400:1, que entrega cores bem definidas e visibilidade debaixo de luz forte. Além disso, fornece ajustes para conforto visual, como baixa emissão de luz azul.
Seu processador octa-core Kirin 710A e os 6 GB de RAM oferecem desempenho adequado na execução de atividades curriculares, sendo um tablet voltado para uso na escola ou faculdade. Os 128 GB de armazenamento oferecem espaço interno limitado, dessa forma, o usuário pode ter que recorrer a serviços na nuvem.
O gadget conta com uma câmera principal wide de 8 MP na traseira, que grava vídeos em 1080p e é adequada para fotografar documentos. À frente, uma frontal de 5 MP que filma em 720p entrega o básico para uso em chamadas de vídeo.
MatePad SE 11 possui bateria de 7.700 mAh de longa duração (imagem: Divulgação/Huawei)
Um dos destaques do MatePad SE 11 é sua bateria de 7.200 mAh, que segundo a fabricante oferece autonomia para um dia inteiro de uso; o componente suporta carregamento de 22,5 W via USB-C e reverso de 5 W.
O Huawei MatePad SE 11 Wi-Fi (128 GB) conversa com redes Wi-Fi 5 e Bluetooth 5.1, e roda o sistema HarmonyOS 2.0. O tablet acessível da Huawei está em oferta por R$ 1.099 em até 12x sem juros na Amazon, um abatimento de 45% sobre o valor de lançamento.
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