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Galaxy Buds Core volta a ter desconto agressivo em oferta no Mercado Livre

26 de Junho de 2026, 18:55
R$ 349,0043% OFF

Prós
  • Oferece até 35 horas de autonomia
  • Cancelamento ativo de ruído (ANC)
  • Kit com três ponteiras de borracha
  • Resistência IP54 contra poeira e água
Contras
  • Sem assistência Bixby
  • Não possui áudio 360
  • Codecs Básicos
PIX Cupom
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O Galaxy Buds Core está com 43% de desconto no Mercado Livre, saindo por apenas R$ 200,67 no Pix ao usar o cupom OFERTAPARAVC. Esta é uma excelente oportunidade para quem busca um fone sem fio com ANC.

O wearable lançado por R$ 349 se destaca pela boa relação custo-benefício, ao entregar recursos premium de áudio e conectividade a um preço mais acessível.

Galaxy Buds Core: ANC e até 35h de autonomia

Uma mão segura um estojo de fones de ouvido sem fio de cor branca, que está aberto e revela dois fones também brancos. O logotipo "tecnoblog" está no canto inferior direito, em branco.
Samsung Galaxy Buds Core (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Equipado por seis microfones e cancelamento ativo de ruído (ANC), a função isola barulhos externos para permitir ao usuário focar na música ou atender ligações com clareza. A compatibilidade de Bluetooth 5.4 garante uma conexão rápida e estável com o smartphone.

Um dos diferenciais do Galaxy Buds Core é a integração com o Galaxy AI. A inteligência artificial da Samsung possibilita através do Modo Intérprete o diálogo entre pessoas que falam idiomas diferentes. A IA realiza a tradução do que foi falado em tempo real.

A bateria impressiona, com promessa pela Samsung de até 35 horas de reprodução total, um período de autonomia longo para não precisar se preocupar com carregamento.

Imagem mostra Galaxy Buds Core nas cores preto e branco fora dos cases.
Galaxy Buds Core foram lançados nas cores preto e branco (imagem: divulgação/Samsung)

Os fones intra-auriculares tem um design leve com apenas 5,3 gramas e confortável, a ponto de incluir na caixa três ponteiras de borracha para se adequar a mais de um formato de orelhas.

O Buds Core tem suporte aos codecs de áudio AAC, SBC e Scalable Codec da Samsung. Por fim, a inclusão da certificação IP54 contra poeira e respingos de água, permite utilizá-lo ao ar livre seja durante a rotina ou para realizar atividades físicas ao ar livre.

Aproveite a promoção no Mercado Livre para adquirir o Galaxy Buds Core por um valor 43% mais barato. Garanta já o seu por R$ 200,67 no Pix após resgatar o cupom OFERTAPARAVC.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Galaxy Buds Core volta a ter desconto agressivo em oferta no Mercado Livre

Samsung Galaxy Buds Core (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Galaxy Buds Core (imagem: divulgação/Samsung)

Galaxy Watch 8 Classic tem promoção histórica no Mercado Livre

26 de Junho de 2026, 18:26

Prós
  • Integra Galaxy AI e Google Gemini
  • Design com coroa giratória
  • Painel Super AMOLED brilhante
  • Resistência a água e poeira
  • Conectividade 4G LTE
Contras
  • Peso considerável de 63,5 g
  • Display pequeno de 1,34 polegadas
  • Autonomia inferior à do Ultra
PIX Cupom
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O Galaxy Watch 8 Classic LTE de 46 mm está com uma oferta imperdível no Mercado Livre. O relógio inteligente sai por R$ 1.826,20 no Pix usando o cupom MELICUPOM. Essa é uma excelente oportunidade para garantir um smartwatch avançado com desconto de 59% frente ao lançamento por R$ 4.499.

A coroa giratória traz um visual mais tradicional ao relógio, enquanto os sensores garantem acompanhamento avançado de saúde no smartwatch da Samsung. Já a conectividade LTE permite acesso à internet sem que o relógio esteja conectado ao celular.

Galaxy Watch 8 Classic traz LTE, funcionalidade fitness e design clássico

A conexão LTE, que pode ser ativada via eSIM, permite atender chamadas, responder mensagens e ouvir músicas e podcasts online sem o celular por perto. Já design com coroa giratória oferece um visual clássico e também permite a navegação entre os recursos do relógio girando a coroa.

Os sensores avançados do Galaxy Watch 8 Classic monitoram pressão arterial, eletrocardiograma e composição corporal, ajudando você a acompanhar sua saúde de forma precisa e em tempo real. Além disso, o relógio inteligente da Samsung acompanha cerca de 100 modalidades esportivas, e também monitora sono e ciclo menstrual.

Com vidro de cristal de safira e corpo em aço inoxidável, o smartwatch é altamente resistente a riscos. Já a proteção IP68 garante resistência contra água e poeira. A tela Super AMOLED de 3.000 nits, por sua vez, oferece alta visibilidade mesmo sob o sol forte.

imagem do relógio samsung galaxy watch 8 classic
Galaxy Watch 8 Classic (imagem: Divulgação)

Além disso, o processador Exynos W1000 de 3 nm garante navegação extremamente fluida, aliado à RAM de 2 GB. O armazenamento é de 64 GB e o wearable é compatível com GPS, NFC, e Bluetooth 5.3. A bateria de 445 mAh suporta até 30 horas de uso com o Always On Display ativado, segundo a Samsung.

Com um desconto impressionante em oferta histórica, o Galaxy Watch 8 Classic LTE de 46 mm sai por apenas R$ 1.826,20 no Pix usando o cupom MELICUPOM. Mas o cupom não deve durar muito tempo, então aproveite antes que acabe no Mercado Livre.

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Galaxy Watch 8 Classic tem promoção histórica no Mercado Livre

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Galaxy Watch 8 Classic com 59% OFF tem conexão LTE e design com coroa giratória; smartwatch da Samsung nunca esteve tão barato

(imagem: Divulgação/Samsung)

Cofundador da Wikipedia está banido… da Wikipedia

26 de Junho de 2026, 18:10
foto de larry sanger, de óculos e camisa social azul
Cofundador da Wikipédia não pode mais editar verbetes (imagem: reprodução/Wikipédia)

Larry Sanger, cofundador da Wikipedia e criador do nome da enciclopédia online, foi banido por tempo indeterminado de editar páginas da própria plataforma. A punição ocorreu após ele remover um projeto externo para mudar a forma como determinados temas são tratados nos verbetes.

O bloqueio impede Sanger de editar artigos, mesmo sendo um dos nomes ligados à criação da plataforma em 2001. Segundo o site Dexerto, a comunidade do site acusou Sanger de tentar mobilizar usuários de fora para influenciar discussões internas.

O ex-executivo nega a acusação e diz que foi alvo de uma decisão sem processo justo. Num post de 22 de junho, Sanger disse ter sido bloqueado por “consenso de uma multidão” e criticou a condução do caso: “Não houve o devido processo legal, nem promotor, nem juiz imparcial, nem júri, nem interpretação da lei. Todos os meus juízes se autoselecionaram e me odiavam”.

Projeto ia mudar abordagem da Wikipedia

Editores acusaram Sanger de tentar influenciar discussões editoriais após projeto (imagem: reprodução)

A disputa começou com o WikiProject Intellectual Diversity, projeto criado por Sanger para defender o que ele chamou de “compromisso original e firme com a diversidade intelectual” da Wikipedia, que completa 25 anos em 2026.

A proposta buscava abrir espaço para visões que, segundo ele, estariam sub-representadas na enciclopédia. Entretanto, a forma de divulgação do projeto fez com que os editores o acusassem de tentar chamar pessoas externas para influenciar as discussões e decisões editoriais.

Pelas regras da Wikipedia, esse tipo de mobilização pode distorcer o funcionamento da comunidade. Editores também o acusaram de não contribuir de forma construtiva com a enciclopédia.

Vale reforçar que Sanger deixou o projeto logo após a fundação da Wikipédia. Em declarações anteriores, ele chegou a dizer que a Wikipedia estava “quebrada além de qualquer possibilidade de reparo”, relembra o Dexerto.

Ajuda de outro cofundador não funcionou

No dia seguinte ao bloqueio inicial, Sanger chegou a ser desbloqueado após uma intervenção de Jimmy Wales, outro cofundador da Wikipedia. A decisão, porém, foi revertida pela comunidade na mesma noite. “Agora é realmente oficial. As acusações são mentiras e deturpações”, afirmou após a nova decisão.

Well, now it’s really official. After being blocked this morning, then unblocked (after being defended by Jimmy Wales), I have now, as of this evening, been “blocked indefinitely” from editing Wikipedia.

The charges are lies and misrepresentations.

More soon. https://t.co/9hKptUiqDK pic.twitter.com/Ae5RU90U8h

— Larry Sanger (@lsanger) June 23, 2026

Ao New York Post, ele disse estar “atônito” com o desfecho e atribuiu a punição a uma “turba sem rosto”. Ao comentar o banimento, Sanger também relembrou críticas antigas à falta de regras formais para a governança da plataforma: “Eu avisei a vocês, lá em 2004, que a Wikipedia precisa desesperadamente de uma carta comunitária adequada e do império da lei”.

A relação de Wales, aliás, também não é a das mais amigáveis com o corpo de colaboradores da Wikipédia. O cofundador esteve no centro das discussões com voluntários da edição em inglês após mudanças na equipe da Fundação Wikimedia, que levaram editores a ameaçar greve.

Cofundador da Wikipedia está banido… da Wikipedia

(imagem: reprodução/Wikipédia)

OpenAI revela prévia do GPT 5.6, que chega com acesso restrito

26 de Junho de 2026, 17:56
Ilustração com o logo do ChatGPT ao centro. Na parte inferior direita, o logotipo do "tecnoblog" é visível.
OpenAI revelou o GPT-5.6, com três novos modelos: Sol, Terra e Luna (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • OpenAI disponibilizou uma prévia do GPT 5.6, com acesso restrito a parceiros selecionados.
  • A nova geração da IA conta com três modelos: Sol, Terra e Luna.
  • Segundo o comunicado, a OpenAI planeja lançar os modelos globalmente “nas próximas semanas”.

A OpenAI decidiu tornar público o novo conjunto de modelos GPT-5.6, após as informações de que o governo dos Estados Unidos teria pedido para segurar o lançamento global. De fato, o modelo está chegando em versão prévia, com um acesso limitado a “clientes selecionados”.

A nova geração da família de modelos de linguagem da OpenAI conta com três novos modelos: Sol, o principal; Terra, de nível intermediário para uso diário; e Luna, o mais “rápido e acessível”.

Inicialmente, o acesso às novas versões da IA ficará limitado a um “grupo seleto de parceiros de confiança e organizações”, em um modelo de distribuição semelhante ao Project Glasswing, da Anthropic, associado ao anúncio do Claude Mythos Preview, também submetido a restrições do governo Trump.

Três novos modelos: Sol, Terra e Luna

Introducing a limited preview of GPT-5.6 Sol, our next generation frontier model, as well as GPT-5.6 Terra, a balanced model for efficient, everyday work, and GPT-5.6 Luna, a fast and affordable model for high-volume work.https://t.co/OoM83SyISN

— OpenAI (@OpenAI) June 26, 2026

O carro-chefe do pacote é o modelo Sol, que chega com a “mais robusta estrutura de defesa até hoje”, segundo o anúncio da OpenAI. A companhia fala em reforço nas proteções para atividades consideradas de alto risco, mas mantendo o acesso à alta capacidade em trabalhos de coding, buscas por vulnerabilidades de cibersegurança e testagem de defesa.

Aliás, a OpenAI dedicou a maior parte da publicação ao tema de segurança e ao risco de uso indevido. O texto também faz referências indiretas às tensões no setor, incluindo a acusação da Anthropic contra a Alibaba sobre suposto uso indevido de dados do Claude.

Em benchmark divulgado pela OpenAI, as inteligências artificiais anunciadas recentemente pela concorrente ficariam abaixo do GPT 5.6 Sol em algumas tarefas, incluindo trabalhos de codificação.

Arte com o logotipo da OpenAI. À direita, há a imagem da sombra de uma pessoa mexendo em um celular. Na parte inferior direita, está o logotipo do Tecnoblog.
Modelo GPT 5.6 chega em versão limitada (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A OpenAI aposta em treinamentos simulando situações reais de uso malicioso, e traz como exemplo testes na busca por bugs e vulnerabilidades nos navegadores Chromium e Firefox, em que o GPT 5.6 não explora essas falhas de forma autônoma.

Ainda assim, a empresa reconhece que seus benchmarks não cobrem todas as possibilidades de uso, motivo pelo qual as defesas ainda serão reforçadas ao longo da liberação gradual do modelo. Além de cibersegurança, a OpenAI também trouxe exemplos da alta capacidade com foco em trabalhos científicos, assim como seu comportamento ao identificar solicitações de risco por parte dos usuários.

Essas defesas valem também para os modelos Terra e Luna, sendo o primeiro mais voltado para atividades do dia a dia, competindo com a versão anterior GPT-5.5, e o segundo uma versão de maior custo-benefício, entregando alta performance a um custo menor de operação.

Ainda não há informações sobre limites de acesso para os planos pagos da OpenAI, uma vez que os modelos ainda não foram disponibilizados para o público geral.

Expectativa de lançamento “nas próximas semanas”

Imagem de um celular com o aplicativo ChatGpt
Novidades ficam restritas por agora (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Apesar de atender à solicitação de Trump, a OpenAI afirmou que não vê o processo como uma solução de longo prazo. Segundo o comunicado da empresa, a medida restringe o acesso às ferramentas mais avançadas, especialmente para profissionais de cibersegurança, desenvolvedores e empresas.

Ainda assim, reconheceu o movimento como um passo relevante para a liberação dos modelos “nas próximas semanas”. Até lá, o GPT-5.6 continuará em testes e ajustes voltados a melhorias de segurança.

OpenAI revela prévia do GPT 5.6, que chega com acesso restrito

ChatGPT, da OpenAI (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

ChatGPT, da OpenAI, é preferência nas empresas (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Celular para idoso: 5 modelos com WhatsApp e tela grande para comprar em 2026

26 de Junho de 2026, 17:15
Foto da frontal de um celular Galaxy A17
Galaxy A17 tem performance equilibrada para tarefas básicas e funciona bem como um celular para idoso (Foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Smartphones básicos e intermediários são ótimas opções de celular para idoso porque oferecem uso facilitado e têm menos recursos para tornar a experiência mais fluida.

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Para escolher o celular ideal, também é recomendável optar por tela grande, que facilita a visualização; bateria duradoura; e sistema operacional atualizado, para manter compatibilidade com WhatsApp, Facebook, entre outros apps.

A seguir, o Tecnoblog lista cinco opções de celular para idoso fáceis de usar, incluindo modelos básicos e intermediários da Samsung e Motorola.

Galaxy A07


Prós
  • Tela grande de 6,7 polegadas
  • Atualizações do Android até 2031
  • Até 256 GB de armazenamento
  • Até 8 GB de memória RAM
Contras
  • Sem 5G
  • Tela PLS LCD (preto acinzentado)
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O Galaxy A07 é um celular básico e barato, indicado para tarefas simples como navegação na internet e uso de apps como WhatsApp e Instagram. O processador MediaTek Helio G99 equipa o aparelho junto de 4 GB ou 8 GB de RAM — recomendamos a versão com mais memória para evitar travamentos.

O celular conta com uma tela grande de 6,7″ que facilita a visualização dos conteúdos. Também há uma câmera de selfie de 8 MP na parte superior do display para chamadas de vídeo.

Além disso, o Galaxy A07 chega com bateria de 5.000 mAh para aguentar um dia inteiro longe das tomadas, e garantia de seis anos de atualizações para o Android e recursos de segurança.

Galaxy A17


Prós
  • Tela Super AMOLED de 6,7″
  • Celular barato com 5G
  • Desempenho equilibrado para tarefas básicas
  • Atualizações do Android até 2031
  • Suporte a 5G
Contras
  • Não tem alto-falantes estéreo
  • Proteção IP54
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O Galaxy A17 é um smartphone de entrada mais potente que o Galaxy A07. O smartphone chega com até 8 GB de RAM e também é voltado para atividades mais básicas, mas tem uma performance melhor devido ao chip Exynos 1330 (com velocidades de até 2.4 GHz).

A tela Super AMOLED de 6,7″ também é um destaque do aparelho, com melhorias no contraste, cores mais vivas e ampliação do ângulo de visão. Enquanto isso, o vidro Gorilla Glass Victus protege o display contra quedas e riscos.

O Galaxy A17 ainda traz suporte a recursos de inteligência artificial que podem facilitar alguns comandos, permitindo, por exemplo, que você escreva uma mensagem para um contato por comando de voz.

Galaxy A36


Prós
  • Tela de 6,7″ com taxa de atualização de até 120 Hz
  • Bateria com autonomia para até 29 horas de reprodução de vídeo
  • Suporte ao Galaxy AI
  • 6 anos garantidos de atualizações Android
  • Câmera principal com três lentes
Contras
  • Sem suporte para expansão de memória via cartão microSD
  • Carregador que vem na caixa é de 15 W
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O Galaxy A36 é um smartphone intermediário, equipado com o chipset Snapdragon 6 Gen 3, além de 6 GB ou 8 GB de RAM. Essas especificações prometem performance equilibrada em streaming, navegação em apps e até em jogos.

A bateria de 5.000 mAh do aparelho tem autonomia para até 29 horas de reprodução contínua de vídeos. E por falar em vídeos, a tela Super AMOLED de 6,7″ chega com pico de brilho de 1.200 nits para otimizar a visibilidade dos conteúdos.

O sistema roda na One UI, que é uma interface simples e intuitiva baseada em Android. Inclusive, a Samsung garantiu seis atualizações para o sistema operacional e seis anos de update de segurança para o celular.

Moto G56


Prós
  • Tela com taxa de atualização de 120 Hz
  • RAM de 8 GB expansível até 24 GB (via RAM Boost)
  • Câmera principal de 50 MP
  • Resistência IP68/IP69 contra água e poeira
Contras
  • Sem suporte para carregamento sem fio
  • Tecnologia LCD no display
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O Moto G56 é um celular intermediário com boa relação custo-benefício. Ele chega com o processador Mediatek Dimensity 7060 e 8 GB de RAM (expansível até 24 GB com RAM Boost) para oferecer desempenho sem travamentos em tarefas menos exigentes.

O celular conta com uma tela LCD de 6,7 polegadas que traz o Modo Alto Brilho para melhorar a visibilidade em ambientes externos. Já a bateria de 5.200 mAh pode durar até 40 horas antes de precisar de uma recarga.

Mas o principal destaque do Moto G56 é a durabilidade: o smartphone inclui selos IP68 e IP69 contra água e poeira, certificação militar MIL-STD810H, e Corning Gorilla Glass 7i na tela para reforço contra quedas e arranhões.

Moto G06


Prós
  • Preço baixo
  • Tela grade de 6,9 polegadas
  • Display com taxa de atualização de 120 Hz
  • Bateria com até 49 horas de autonomia
Contras
  • Não tem 5G
  • Desempenho limitado
  • Apenas 4 GB de RAM
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O Moto G06 é um smartphone de entrada e com preço acessível. O chip MediaTek Helio G81 Extreme e os 4 GB de RAM oferecem performance limitada, mas conseguem lidar com navegação na web e redes sociais sem grandes problemas.

Mesmo sendo um modelo basicão, o Moto G06 possui uma tela de 6,9 polegadas e com taxa de atualização de até 120 Hz. Com ela, você pode visualizar tudo e mais um pouco, e com experiência mais fluida.

A bateria de 5.200 mAh também é um ponto forte do celular, podendo durar até 19 horas em reprodução de vídeo contínua, 20 horas de navegação na internet e até 21 horas de uso em redes sociais.

Como escolher um celular para idoso?

Ao escolher um celular para idoso, priorize modelos com as seguintes especificações:

  • Tela grande: telas com tamanho a partir de 6,7 polegadas facilitam a exibição de conteúdos, especialmente se as letras de interface também foram aumentadas.
  • Interface simplificada: smartphones de Samsung e Motorola costumam apresentar interface amigável e têm menos apps pré-instalados, facilitando a vida dos usuários.
  • Bateria duradoura: priorize baterias com capacidade de 5.000 mAh ou mais para garantir autonomia antes de uma recarga.
  • Garantia de atualizações: prazos maiores de atualizações para sistema operacional e segurança vão garantir a plena compatibilidade com apps (como WhatsApp e Instagram) por mais tempo.

Celulares de entrada e intermediários costumam ser ideais para idosos por oferecem uso simplificado. Já modelos premium só vão se encaixar nesse público-alvo se todos os recursos avançados fizerem sentido para a pessoa.

Vale a pena comprar celular “dumbphone” para idoso?

Não. Feature phones ou dumbphones costumam trazer telas pequenas e teclado físico, o que atrapalha a visualização de conteúdos e navegação no aparelho — especialmente para usuários com dificuldades motoras.

Além disso, esses celulares mais básicos têm conectividade limitada à internet, muitas vezes sem suporte para apps como WhatsApp e Facebook. Logo, vale apostar em smartphones mais atuais e com configurações simplificadas.

Posso configurar smartphones tradicionais para idosos?

Sim. Você pode ativar o Modo Fácil do Android em smartphones da Samsung e de outras marcas para simplificar a tela inicial do aparelho, aumentar os ícones e ampliar o contraste do teclado para otimizar a legibilidade.

Mesmo que o celular não suporte esse modo, é possível fazer ajustes manuais para aumentar o tamanho da fonte e do teclado, ampliar os ícones de exibição e a interface, e ativar recursos de acessibilidade nativos do sistema.

Celular para idoso: 5 modelos com WhatsApp e tela grande para comprar em 2026

Apple pode mudar estratégia e pular chips M6 Pro e Max

26 de Junho de 2026, 17:10
Apple Silicon (Imagem: Reprodução/Apple)
Nova geração do Apple Silicon deve ter estreia solo (imagem: reprodução/Apple)
Resumo
  • Apple pode lançar apenas o chip M6 básico em 2026, adiando as versões Pro e Max para a geração M7, prevista para o ano que vem.
  • O M6 deve ser produzido em processo de 2 nanômetros e largura de banda de memória de cerca de 200 GB/s.
  • Segundo Mark Gurman, da Bloomberg, o M5 Ultra seria a principal atualização de alto desempenho no curto prazo.

A Apple pode mudar o ritmo de lançamento dos chips usados nos Macs com o lançamento solo de uma versão básica do chip M6 neste ano. Caso se confirme, a estratégia quebraria o ciclo adotado desde a estreia dos Apple Silicon nos computadores da marca.

De acordo com o jornalista Mark Gurman, da Bloomberg, a ideia seria concentrar os esforços na geração seguinte, a M7, prevista para 2027. Com isso, a empresa não deve desenvolver as versões M6 Pro e M6 Max para a próxima linha, que deve estrear ainda em 2026.

Como ficaria o cronograma?

Com a mudança, o calendário de chips da Apple ficaria mais enxuto em 2026, voltando a ganhar versões profissionais a partir de 2027:

  • M6: chip básico da geração, voltado aos Macs de entrada;
  • M7: versão básica prevista para a primeira metade de 2027;
  • M7 Pro e M7 Max: modelos profissionais esperados para o fim de 2027;
  • M7 Ultra: versão mais poderosa da família, prevista para 2028.

A ausência de um M6 Pro e M6 Max afetaria principalmente linhas como MacBook Pro, Mac mini e futuros desktops de alto desempenho, que costumam depender das versões profissionais para receber atualizações mais relevantes.

M6 deve estrear processo de 2 nanômetros

Com quantos nanômetros a Lei de Moore acaba? (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)
Versão base estreará fabricação de 2 nanômetros nos chips da empresa (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Mesmo sem versões Pro e Max, o M6 básico deve trazer uma mudança importante de fabricação. Dessa forma, segundo o MacRumors, o chip seria o primeiro da Apple produzido em processo de 2 nanômetros da TSMC, deixando para trás a litografia de 3 nanômetros das últimas gerações.

Além disso, o M6 também deve ter uma nova arquitetura de memória, Neural Engine atualizado para tarefas de IA e melhorias em decodificação de vídeo.

De acordo com a Bloomberg, o chip teria largura de banda de memória de cerca de 200 GB/s, contra 153 GB/s no M5. A Apple também estaria testando versões de GPU de 12 núcleos, acima do limite de 10 núcleos do M5. O chip deve estrear em um MacBook Pro de 14 polegadas, ainda neste ano.

M5 Ultra deve segurar Macs mais potentes

Imagem ilustrativa com o logo do chip M5 da Apple
M5 tem acelerador neural em cada núcleo da GPU (imagem: divulgação)

Sem M6 Pro e M6 Max no caminho, a principal atualização de alto desempenho no curto prazo deve ser o M5 Ultra. O chip é esperado para equipar uma nova versão do Mac Studio, segundo a Bloomberg.

Hoje, a família M5 já tem versões Pro e Max, lançadas em março deste ano, usadas nos modelos mais recentes do MacBook Pro, que passaram a custar até R$ R$ 53.999 após o reajuste da Apple no Brasil.

Os chips trouxeram avanços em CPU, largura de banda de memória e desempenho para tarefas de IA, mas ainda não chegaram a desktops como Mac Studio e Mac Pro.

Apple pode mudar estratégia e pular chips M6 Pro e Max

Com quantos nanômetros a Lei de Moore acaba? (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

M5 tem acelerador neural em cada núcleo da GPU (imagem: divulgação)

O que é phishing? Conheça os tipos de phishing e saiba como se proteger

26 de Junho de 2026, 16:46
Ilustração de phishing
Entenda o que é phishing, considerado um dos principais tipos de ataques cibernéticos (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O phishing é um ataque cibernético baseado em engenharia social, que utiliza comunicações falsas para imitar instituições confiáveis e roubar dados sensíveis. O objetivo é manipular a vítima para fornecer voluntariamente senhas, números de cartões e informações pessoais.

Essa tática geralmente recorre a um tom de urgência em e-mails, mensagens ou ligações telefônicas, pressionando o usuário a agir rapidamente sem verificar a procedência. Entre as variantes mais comuns, destacam-se o spear phishing, focado em alvos específicos, e o smishing, realizado via SMS em dispositivos móveis.

Para se proteger, o cuidado fundamental é nunca clicar em links suspeitos e sempre validar a identidade do remetente nos canais oficiais. Desconfie de alertas de bloqueio de conta ou promessas de prêmios que solicitem dados sensíveis, tratando qualquer contato inesperado com ceticismo.

A seguir, entenda detalhadamente o que é phishing, como o golpe funciona e suas variações. Também saiba como se proteger e o que fazer se for vítima desse ataque cibernético.

O que é phising?

O phishing é um golpe cibernético que utiliza mensagens falsas, como e-mails e SMS, ou sites clonados para imitar instituições confiáveis e enganar o usuário. Essa tática de engenharia social manipula a vítima para roubar dados sensíveis, como senhas e cartões, ou infectar o dispositivo com malware.

O que significa phishing?

Criado nos anos 1990, o termo phishing é um trocadilho com a palavra fishing (pescar), pois os cibercriminosos lançam “iscas” digitais esperando que as vítimas sejam “fisgadas” pelo golpe. A grafia com “ph” homenageia o phreaking, cultura pioneira de invasão de sistemas de telefonia.

A tática se popularizou na mesma década em ataques contra usuários da AOL, utilizando scripts e ferramentas automatizadas para roubar credenciais de acesso. Era o início da engenharia social em massa, focada em manipular o comportamento humano para obter dados.

Notificação simulada de tributação dos Correios pedindo pagamento de tributos para “liberar a entrega”
Os ataques de phising costumam reproduzir a identidade visual de organizações confiáveis para chamar a atenção das vítimas (imagem: Reprodução)

Como funciona o phishing?

O ataque de phishing funciona por meio de mensagens falsas enviadas por e-mail, SMS ou redes sociais que imitam canais oficiais confiáveis. Utilizando fortes gatilhos de urgência, como supostas contas bloqueadas, os criminosos pressionam a vítima a agir rápido e sem pensar.

Essa tática é um exemplo de engenharia social, técnica que explora o comportamento humano em vez de falhas em softwares. O golpe tem sucesso justamente porque manipula a psicologia do usuário em situações cotidianas.

Na prática, a vítima é induzida a clicar em links maliciosos que levam a páginas clonadas ou a baixar anexos perigosos. Essas armadilhas permitem capturar dados diretamente ou instalar malwares no computador ou no celular.

Assim que a pessoa digita senhas ou dados de cartões nos formulários falsos, o criminoso rouba tudo em tempo real. Com essas credenciais, os golpistas invadem contas bancárias para roubar dinheiro ou entram em perfis de redes sociais para fazer novas vítimas.

Esquema do funcionamento do e-mail phishing, com etapas do atacante, link e roubo de credenciais na página falsa
Esquema de funcionamento de um e-mail phishing (imagem: Reprodução/Cloudfire)

Quais são os principais tipos de phishing?

As categorias de phishing variam conforme o meio utilizado para atingir as vítimas, como e-mail, SMS, ligações telefônicas e QR code. Também há ataques que focam especificamente no perfil do usuário que deve ser “fisgado” pelo cibercriminoso.

Phishing de e-mail (e-mail phishing)

O phishing de e-mail utiliza mensagens falsas em nome de fontes confiáveis para induzir o usuário a entregar dados ou baixar anexos perigosos. Com alertas urgentes de contas bloqueadas ou falsas faturas, os golpistas manipulam a vítima para que ela acesse páginas clonadas e digite senhas e credenciais.

Vishing

O vishing é a versão por voz do phishing, na qual criminosos utilizam chamadas telefônicas para simular falsas urgências em nome de bancos ou autoridades. Aqui, o objetivo é manipular a vítima para que ela informe senhas, PINs ou códigos de verificação voluntariamente.

Whaling

O whaling é um ataque direcionado a grandes figuras corporativas, como CEOs e diretores financeiros, para desviar dinheiro ou roubar dados estratégicos. Os criminosos utilizam engenharia social sob medida, criando mensagens personalizadas que imitam parceiros de negócios ou autoridades para exigir transferências urgentes.

Tela de login falsa de “amazon Login”, mostrando ação de phishing que direciona a vítima para sites clonados
Muitos ataques de phishing direcionam a vítima para sites clonados (imagem: reprodução/ESET)

Spear phishing

O spear phishing é um ataque direcionado a uma pessoa ou grupo específico, utilizando dados customizados para fazer com que a mensagem pareça legítima. Por exemplo, os golpistas podem se passar por chefes ou colegas de trabalho para roubar credenciais de acesso e obter informações confidenciais de uma empresa.

Smishing

O smishing é o phishing via SMS, no qual criminosos enviam mensagens de texto falsas simulando alertas urgentes de bancos ou entregas pendentes. A tática força o usuário a clicar em links maliciosos que levam a sites clonados ou instalar malwares para roubar dados e credenciais de acesso.

Quishing

O quishing usa QR codes falsos para direcionar as vítimas a páginas clonadas ou downloads perigosos. Espalhados tanto por e-mails quanto em cartazes ou adesivos falsos em locais públicos, esses códigos burlam filtros de segurança tradicionais para roubar senhas, dados financeiros ou instalar malwares.

SMS com mensagens alarmistas e links suspeitos incentivando o clique, exemplo de possível phishing
SMS com links e mensagens alarmistas tem grandes chances de serem ações de phishing (imagem: Lupa Charleux/Tecnoblog)

Quais são exemplos de phishing?

Os principais exemplos de e-mail phishing envolvem alertas falsos de bancos, avisos de faturas atrasadas ou notificações de segurança sobre contas suspensas. Os criminosos imitam a identidade visual de instituições reais e inserem links para páginas clonadas ou anexos infectados com malwares.

Outras iscas frequentes exploram a curiosidade e o medo, como falsos comunicados de reembolso pendentes, prêmios inesperados ou alertas de suportes técnicos. Para enganar o usuário, os golpistas usam domínios mascarados ou muito parecidos com o original, induzindo o clique rápido em arquivos maliciosos.

Toda a dinâmica visual e textual usa gatilhos de urgência para pressionar a vítima a fornecer senhas e códigos de autenticação sem pensar. A recomendação de segurança é desconfiar de prazos fatais e checar qualquer informação diretamente nos canais oficiais das empresas.

Mensagem falsa de “segurança” do Mercado Pago com alerta urgente pedindo clique para proteger a conta
Em geral, os ataques de phishing adotam um tom de urgência na mensagem, forçando a vítima clicar em links para entender a falsa situação (imagem: Reprodução)

Como se proteger contra phishing?

Existem algumas práticas que ajudam a criar barreiras de defesa para blindar os dados contra phishing. As principais são:

  • Analise os links antes de abrir: para identificar phishing, posicione o cursor sobre o link ou copie o endereço URL e cole em um bloco de notas, procurando por erros de ortografia, extensões suspeitas ou domínios estranhos que denunciam páginas clonadas;
  • Fique atento ao tom das mensagens: erros gramaticais gritantes, promessas de prêmios exageradas ou ameaças imediatas de bloqueio de contas são os principais sinais de phishing em e-mails e mensagens de texto;
  • Ative a autenticação de dois fatores (2FA): configure a autenticação de dois fatores (2FA) em todas as contas. Essa camada extra de proteção que impede o acesso de invasores mesmo que eles consigam roubar a senha;
  • Valide alertas por canais oficiais: caso receba uma cobrança de um banco ou pedido de dinheiro urgente de um colega, ignore os contatos fornecidos na mensagem. Procure e ligue diretamente para os canais de atendimento oficiais;
  • Mantenha sistemas e softwares atualizados: ative atualizações automáticas de segurança do sistema operacional e do antivírus para corrigir vulnerabilidades. Além disso, mantenha uma rotina de backup para salvar cópias de arquivos importantes.

O que fazer se fui vítima de phishing?

Se você caiu em um golpe de phishing, é fundamental agir com rapidez para conter os danos. Algumas medidas imediatas de cibersegurança devem ser adotadas como contenção e proteção jurídica:

  • Troque suas senhas imediatamente: substitua as credenciais das contas expostas imediatamente por combinações fortes e habilite a autenticação de dois fatores (2FA), criando uma barreira extra que bloqueia novos acessos dos invasores;
  • Comunique as instituições financeiras: avise o seu banco ou operadora de cartão sobre o ocorrido para bloquear movimentações, monitorar extratos e contestar transações financeiras suspeitas feitas em seu nome;
  • Registre um boletim de ocorrência: formalize a denúncia em uma delegacia virtual para obter o boletim de ocorrência. Esse documento é essencial para resguardar seus direitos caso os criminosos usem seus dados de forma indevida;
  • Faça uma varredura no dispositivo: após o boletim de ocorrência, execute um antivírus atualizado para eliminar malwares ocultos, como vírus espiões, e limpe o histórico do navegador e o cache do sistema para remover rastros digitais deixados pelo golpe;
  • Reforce as ferramentas de defesa do dispositivo: adote um gerenciador de senhas para evitar repetições e configure alertas de segurança no celular, impedindo que o sistema aceite conexões ou certificados digitais inválidos no futuro.
Formas de se proteger contra ataques de phishing
Golpes de phishing vêm se aperfeiçoando, mas há como se proteger dessas ameaças (Imagem: Mohamed_hassan/Pixabay)

Phishing é um tipo de malware? 

Não, phishing é uma tática de manipulação psicológica usada para enganar o usuário e roubar dados, servindo como a porta de entrada para crimes cibernéticos. Ele funciona como uma “isca” digital que convence a própria vítima a entregar informações confidenciais voluntariamente.

O malware é um termo técnico abrangente para qualquer software malicioso instalado em um dispositivo, como um programa espião ou um vírus. Eles são projetados para infectar e danificar aparelhos e sistemas de computadores, visando prejudicar as vítimas.

Phishing é um tipo de vírus?

Não, phishing é uma armadilha de engenharia social que usa comunicações falsas para enganar o usuário, funcionando como uma “isca” digital para golpes cibernéticos. O objetivo é manipular o comportamento humano para roubar dados sensíveis ou abrir as portas do sistema para invasões.

Por outro lado, o vírus é um tipo específico de malware que infecta arquivos legítimos para danificar computadores e celulares. Em geral, é um arquivo autoexecutável que se replica ativamente para atingir outros programas disponíveis na mesma máquina.

Qual é a diferença entre phishing e pharming?

O phishing é um ataque de engenharia social baseado em “iscas” ativas, como e-mails ou SMS falsos, que dependem da ação da própria vítima para capturar dados. O golpe funciona manipulando a psicologia do usuário para que ele clique em um link suspeito e entregue seus dados voluntariamente.

O pharming é um ataque invisível que corrompe as rotas de navegação da internet modificando o sistema de DNS, serviço que traduz nomes de sites em números de IP. Essa técnica sequestra o tráfego automatizadamente, redirecionando o usuário para uma página falsa mesmo que ele digite a URL corretamente no navegador.

O que é phishing? Conheça os tipos de phishing e saiba como se proteger

Entenda o que é phishing, considerado um dos principais tipos de ataques cibernéticos (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

(imagem: Reprodução)

Esquema de funcionamento de um e-mail phishing (imagem: Reprodução/Cloudfire)

SMS com links e mensagens alarmistas tem grandes chances de serem ações de phishing (imagem: Lupa Charleux/Tecnoblog)

(imagem: Reprodução)

iPhone definitivamente vai ficar mais caro, prevê consultoria

26 de Junho de 2026, 16:25
Ilustração com iPhone e fundo abstrato
Apple poupou os iPhones do último reajuste de preços (arte: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • A diretora sênior de pesquisa da IDC, Nabila Popal, afirma que o aumento no preço do iPhone é apenas uma questão de tempo.
  • Segundo a analista, a importância do smartphone para as receitas da Apple e a alta nos custos de memória e armazenamento tornam o reajuste inevitável.
  • Na quinta-feira (25/06), a Apple aumentou os preços de MacBooks, iMacs e iPads, mas manteve inalterados os valores do iPhone.

O aumento no preço do iPhone é apenas uma questão de tempo. É o que afirma a diretora sênior de pesquisa da consultoria IDC, Nabila Popal. Em entrevista à Bloomberg, a analista afirmou que a Apple ainda não reajustou o valor dos smartphones porque “apenas adiou” a decisão.

Ontem (25/06), a Apple anunciou um aumento global nos preços dos MacBooks Pro, MacBook Air, MacBook Neo e iPads. O reajuste deixou alguns produtos até R$ 5 mil mais caros no Brasil. Os iPhones e AirPods, no entanto, ficaram de fora da rodada de aumento. 

Antes, o CEO Tim Cook já havia classificado a alta dos preços como “inevitável”, atribuindo a medida ao aumento dos custos de memória impulsionado pela demanda por inteligência artificial.

Após o reajuste ser anunciado, as ações da Apple caíram 6,1% e fecharam cotadas a US$ 275 na quinta-feira – a maior queda diária desde 4 de abril de 2025. 

“O iPhone não escapa ileso. Isso é apenas um atraso. Os iPhones são a maior fonte de receita da Apple. Considerando o aumento dos custos de memória e, se a empresa quiser preservar suas margens de lucro, não há como evitar um reajuste.

Não acho que seja uma questão de ‘se’, mas de ‘quando’ e ‘quanto’.”

– Nabila Popal, diretora sênior de pesquisa da IDC

Segundo a analista, a IDC já projetava um reajuste para o iPhone desde o fim do ano passado, quando a crise global de memória começou a se intensificar. Na avaliação da consultoria, o aumento sempre fez parte do cenário esperado para a linha de smartphones da Apple, justamente pela importância do produto no quadro da empresa.

iPhone definitivamente vai ficar mais caro, prevê consultoria

Apple vs Procon (arte: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Notion abandona app de email e decide focar em agentes de IA

26 de Junho de 2026, 16:22
Dock do macOS com ícones do Notion, Notion Calendar e Notion Mail
Notion Mail será encerrado pela empresa em setembro (imagem: divulgação/Notion)
Resumo
  • A Notion anunciou o encerramento do Notion Mail, seu serviço de e-mail, em 22 de setembro de 2026, para focar em agentes de IA.
  • A plataforma será reformulada para manter fluxos de trabalho automatizados, e a maior parte dos dados será mantida no Gmail.
  • Os usuários poderão salvar rascunhos, e-mails programados e snippets até o dia 21 de setembro, pois esses dados serão perdidos após o encerramento do serviço.

O popular aplicativo de produtividade Notion decidiu pôr fim a um de seus projetos mais recentes: o app de email Notion Mail, lançado há pouco mais de um ano. Ele será desativado em 22 de setembro.

Segundo a empresa, muitos usuários já não utilizavam mais a caixa de entrada da plataforma, que ficou bastante automatizada graças aos agentes de IA. As outras ferramentas do workspace continuarão disponíveis.

Com relação aos dados armazenados no Notion Mail, a empresa garantiu que o Inbox fica salvo diretamente no Gmail. Ela alertou, porém, que rascunhos e emails programados serão perdidos após o encerramento.

A recomendação é para salvar as mensagens, snippets e ferramentas de organização até a data-limite de 21 de setembro.

Inbox no Gmail e foco nos agentes de IA

Segundo a empresa, muitos usuários já trabalhavam com a plataforma sem abrir suas caixas de entrada para checar emails, o principal motivo apontado para encerrar o serviço. O workspace do Notion é voltado para diferentes tarefas de organização e comunicação, principalmente para empresas, e tem como diferencial o uso de inteligência artificial tanto para auxiliar no fluxo de trabalho quanto para automatizar o envio de emails.

O Notion afirma que essas atividades seguem disponíveis, com a diferença que agora o usuário não terá um Inbox próprio para receber e-mails e fazer envios manuais. Dessa forma, a recomendação é que times que utilizem o Notion Mail como ferramenta base para isso façam a transição antes do encerramento para evitar a perda de quaisquer snippets e categorizações necessárias.

We’re winding down the Notion Mail inbox across web, desktop, and iOS on September 22.

We launched Notion Mail with a belief that your inbox should think like you—more personal to how you work and over time, more capable with AI.

As Notion agents have gotten more capable, we’ve… pic.twitter.com/ebq7jWadGZ

— Notion Mail (@NotionMail) June 25, 2026

Da mesma forma, possíveis lembretes programados por meio do Notion Mail também serão perdidos com o fim do serviço, sendo necessário salvá-los antes de fazer a transição. Apenas sua caixa de entrada em si será migrada para o Gmail.

O que segue funcionando?

Qual é o melhor, Notion ou Trello? (Imagem: Guilherme Reis/Tecnoblog)
Notion segue oferecendo serviços de workflow e concorrendo com Trello e outros (imagem: Guilherme Reis/Tecnoblog)

Considerando as ferramentas disponíveis no Notion Mail, algumas funções seguirão disponíveis. Para usuários dos agentes de IA para e-mail, por exemplo, nada muda: a plataforma segue oferecendo a Notion AI para buscas específicas no Gmail e o auxílio da Notion AI para responder. Os agentes da empresa também continuam com acesso ao Gmail para ler, criar rascunhos e enviar e-mails de forma automatizada pela plataforma do Google. Bloqueios de e-mails configurados via Notion também seguirão ativos.

Notion abandona app de email e decide focar em agentes de IA

Qual é o melhor, Notion ou Trello? (Imagem: Guilherme Reis/Tecnoblog)

Até placas Arduino vão ficar mais caras por causa da crise das memórias

26 de Junho de 2026, 15:56
Arduino Uno Q
Placas Arduino Uno Q ficarão 34% mais caras (imagem: reprodução/Qualcomm)
Resumo
  • placa Arduino Uno Q terá reajuste de preço de aproximadamente 34% a partir de 6 de julho de 2026;
  • preço da versão com 2 GB de RAM passará de US$ 44 para US$ 59, enquanto versão com 4 GB de RAM passará de US$ 59 para US$ 79;
  • aumento de preços é causado pelos custos elevados com memórias, explica a Arduino.

Quem está com intenção de comprar uma placa Arduino Uno Q, precisa correr: a linha ficará aproximadamente 34% mais cara a partir de 6 de julho de 2026. Se você acha que o reajuste tem relação com a atual crise das memórias RAM, achou certo.

A placa Uno Q foi lançada em outubro de 2025, junto com o anúncio da aquisição da Arduino pela Qualcomm. O dispositivo conta com uma CPU quad-core Qualcomm Dragonwing QRB2210 complementada com uma GPU Adreno 702 e com um DSP (processador de sinal digital).

Desde então, a Uno Q vem sendo comercializada nas versões com 2 GB de RAM e 16 GB de armazenamento, e 4 GB de RAM e 32 GB de armazenamento, com preços oficiais de US$ 44 e US$ 59, respectivamente.

Com o reajuste, a primeira versão custará US$ 59, o preço atual da versão mais parruda; esta, por sua vez, passará a custar US$ 79. Ficou assim:

Versão da Uno QPreço antigoPreço novo% de reajuste
2 GB + 16 GBUS$ 44US$ 5934,1%
4 GB + 32 GBUS$ 59US$ 7933,9%
A placa Arduino Uno Q
Placa Arduino Uno Q (imagem: reprodução/Qualcomm)

Arduino: nossos custos com memória dobraram

Em uma carta aberta em que comunica o reajuste de preços, Marcello Majonchi, diretor de produtos da Arduino, explicou que a medida é efeito dos custos da companhia com memórias, e que o aumento de preços só não ocorreu antes por conta do apoio da Qualcomm:

Somente nos últimos seis meses, nossos custos com componentes de memória mais que dobraram. A Arduino não está imune a esses efeitos, mas, graças ao apoio da Qualcomm Technologies, conseguimos adiar o aumento de preços o máximo possível (…).

No entanto, sem sinais de alívio no fornecimento de memória ou nos preços em curto prazo, continuar absorvendo esses custos não é mais possível.

Marcello Majonchi, diretor de produtos da Arduino

Bom, já nem dá para ficar surpreso. Há reajustes em produtos tech por todos os lados. Só nesta semana, a Apple aumentou os preços de MacBooks e iPads por causa dos custos com componentes e, pelo mesmo motivo, a linha Xbox ficará mais cara a partir de agosto.

Se voltarmos um pouquinho no tempo, veremos que a linha Raspberry Pi vem tendo sucessivos reajustes. E piora: a Lenovo já alerta que os preços altos serão o “novo normal” a partir de agora.

Até placas Arduino vão ficar mais caras por causa da crise das memórias

Qualcomm também anunciou o Arduino Uno Q (imagem: reprodução/Qualcomm)

A placa Arduino Uno Q (imagem: reprodução/Qualcomm)

Android ganha cara de Nintendo 3DS em celulares dobráveis

26 de Junho de 2026, 15:22
Android 17 melhora experiência de jogar em celulares dobráveis
Android 17 melhora experiência de jogar em celulares dobráveis (imagem: reprodução/Google)

O Google está trazendo uma novidade que deve chamar a atenção de gamers que pensam em comprar um celular dobrável. O recurso transforma metade da tela aberta em um controle virtual, enquanto o jogo roda na outra metade do display. A novidade chega ao Android 17 nas próximas semanas.

O modo de jogo deixa o dispositivo semelhante a consoles portáteis dobráveis, como o Nintendo 3DS: o game aparece na parte de cima, sem botões sobrepondo a imagem, e a parte inferior vira um gamepad digital, com analógicos, direcional, botões de ação e gatilhos.

A novidade foi revelada por Mishaal Rahman, da equipe de comunicação do Android, no Reddit, e é uma das adições ao sistema oficializado semanas atrás. Segundo Rahman, o objetivo é facilitar a vida de quem joga em dobráveis, mas não quer carregar um controle Bluetooth ou acessório acoplado ao celular.

GIF de um jogo sendo rodado em uma tela dobrável, com o gamepad na parte inferior da tela
Gamepad aparecerá na parte inferior da tela dobrada (imagem: Mishaal Rahman/Reddit)

Como funciona o gamepad?

O recurso emula um controle físico no nível do sistema, ou seja, deve funcionar com jogos que já oferecem suporte a gamepads, sem exigir mudanças por parte dos desenvolvedores.

O ponto de atenção fica para a interface dos jogos. Como a imagem será exibida apenas na metade superior da tela, os títulos precisam se adaptar bem a diferentes proporções para não ficarem espremidos. O controle virtual terá os principais botões de um gamepad tradicional:

  • dois analógicos
  • direcional em cruz
  • botões A, B, X e Y
  • botões e gatilhos L1, L2, L3, R1, R2 e R3
  • botão Start

Ao tocar no ícone de gamepad, o jogador poderá mudar o layout dos botões, ajustar o tamanho dos comandos e alternar entre temas claro e escuro. O feedback tátil também poderá ser desativado nas configurações.

Novidade inclui configurações de personalização (imagem: Mishaal Rahman/Reddit)

Modo aparece ao abrir o dobrável

O gamepad virtual poderá aparecer quando o usuário abrir o celular dobrável, antes ou depois de iniciar um jogo compatível. Também será possível ocultar o controle durante a partida ou desligar o recurso nas configurações do Android, na opção Virtual Gamepad.

O sistema ainda desativa o controle virtual automaticamente quando um gamepad físico é conectado por Bluetooth ou USB. Em jogos feitos apenas para toque na tela, o recurso também fica oculto, evitando ocupar espaço sem necessidade.

Android ganha cara de Nintendo 3DS em celulares dobráveis

Android 17 melhora experiência de jogar em celulares dobráveis (imagem: reprodução/Google)

(imagem: Mishaal Rahman/Reddit)

(imagem: Mishaal Rahman/Reddit)

Os 10 melhores celulares da linha Samsung Galaxy S em 2026

26 de Junho de 2026, 15:16
Galaxy S26 Ultra é o melhor celular da linha Galaxy S em 2026
Galaxy S26 Ultra é o melhor celular da linha Galaxy S em 2026 (Foto: Ana Marques / Tecnoblog)

Se você está procurando o melhor celular Galaxy S para comprar em 2026, o portfólio da Samsung oferece opções que combinam o que há de mais avançado em hardware móvel com novos recursos de inteligência artificial.

Links seguros Links seguros. Comprando pelos nossos links, você apoia o Tecnoblog sem pagar nada a mais.

A linha de smartphones premium da gigante sul-coreana se destaca no mercado pelo ecossistema Galaxy AI mais maduro, telas Dynamic AMOLED 2X de altíssimo brilho, câmeras avançadas e suporte de atualizações de longo prazo de até 7 anos.

Seja você um entusiasta de fotografia que busca o zoom definitivo ou alguém que prefere a ergonomia de um topo de linha compacto, existe um modelo ideal para as suas necessidades de consumo e produtividade.

Abaixo, o Tecnoblog analisou os prós e contras dos 10 principais modelos da linha Galaxy S disponíveis no mercado para ajudar a decidir qual smartphone comprar.

Galaxy S26 Ultra


Prós
  • Alto desempenho
  • Tela de Privacidade
  • Câmera de 200 MP
  • Grava em 8K a 30 fps / 4K @ 60 fps
  • Boa autonomia de bateria
  • 7 anos de atualizações
Contras
  • S Pen sem Bluetooth
  • “Calombo” do módulo de câmera
  • Tela com ângulo de visão inferior ao S25 Ultra
  • Construção em alumínio
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O Galaxy S26 Ultra é um dos melhores smartphones que testamos em 2026. O principal diferencial é a Tela de Privacidade, que evita espiadinhas ao desligar pixels de forma inteligente. O display tem 6,9 polegadas e tecnologia AMOLED Dinâmico 2X com taxa de atualização de 120 Hz para ótima fluidez gráfica.

O alto desempenho é garantido pelo processador Snapdragon 8 Elite Gen 5 for Galaxy e até 16 GB de RAM. Desse modo, esse é um smartphone que roda aplicações de IA e jogos pesados sem travamentos ou engasgos.

Por fim, o conjunto de câmeras do Galaxy S26 Ultra traz um sensor principal de 200 MP aprimorado com o ProVisual Engine, garantindo fotos noturnas de tirar o fôlego.

Galaxy S25 FE


Prós
  • Tela AMOLED Dinâmico 2X de 6,7″ com taxa de 120 Hz
  • Chipset Exynos 2400 otimizado para jogos
  • Suporte a carregamento de 45 W
  • Certificação IP68
Contras
  • Sem chip Qualcomm
  • Carregador na caixa é de 25 W
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O Galaxy S25 FE é a porta de entrada ideal para o ecossistema premium da marca sem estourar o orçamento. Focado em entregar as funções mais desejadas da linha premium por um preço muito mais competitivo, o celular adota o chipset Exynos 2400, otimizado para eficiência térmica, e traz os principais recursos de edição de fotos e tradução em tempo real do Galaxy AI.

Outros destaques do smartphone são a tela AMOLED Dinâmico 2X de 6,7 polegadas, que entrega cores vibrantes e contrastes intensos, e o conjunto de câmeras, que inclui uma telefoto para zoom óptico de 3x.

Galaxy S25 Ultra


Prós
  • Tela AMOLED Dinâmico 2X de 6,9″
  • Chip Snapdragon 8 Elite de ponta
  • Câmera wide de 200 MP com OIS
  • Atualiza até o Android 22
Contras
  • S Pen sem Bluetooth para tirar fotos remotamente
  • Peso relativamente alto de 218 g
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Lançamento de destaque em 2025, o Galaxy S25 Ultra continua sendo uma compra extremamente inteligente devido à natural queda de preço. Ele traz uma estrutura robusta em titânio, tela plana brilhante e o processador Snapdragon 8 Elite, que ainda roda qualquer tarefa ou processamento do Galaxy AI com folga total.

Suas lentes teleobjetivas duplas continuam entre as melhores do mercado, e ele também traz suporte à caneta S Pen, que ajuda em anotações, edição de imagens e outras tarefas de produtividade.

Galaxy S26 Plus


Prós
  • Alto desempenho
  • Tela de 6,7″ de 120 Hz
  • Câmera de 50 MP e vídeos em 8K
  • Promessa de 7 anos de atualizações
  • Carregamento de 45 W
  • Certificação IP68
Contras
  • Sem Privacy Display
  • Sem lente periscópica
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O Galaxy S26 Plus é o equilíbrio perfeito para quem exige uma tela grande de 6,7 polegadas e bateria de longa duração, sem o peso ou o preço do modelo Ultra.

Com corpo fino, ele entrega boa ergonomia, tem painel Quad HD+ de 120 Hz e o processador Exynos 2600 de alto desempenho. É um dispositivo ideal para consumo de mídia e multitarefa graças aos seus 12 GB de RAM nativos e armazenamento inicial de 256 GB.

Galaxy S26


Prós
  • Alto desempenho
  • Tela AMOLED Dinâmico 2X de 120 Hz
  • Design fino e leve
  • Câmera 50 MP e vídeos em 8K
  • Promessa de 7 anos de atualizações
  • Certificação IP68
Contras
  • Sem lente periscópica
  • Carregamento máximo de 25 W
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Para quem prioriza portabilidade sem abrir mão de performance topo de linha, o Galaxy S26 padrão é a melhor escolha. Ele mantém o formato compacto com tela AMOLED Dinâmico de 6,3 polegadas e peso reduzido.

Outro destaque é o upgrade na eficiência energética graças ao chip Exynos 2600 (2 nm), e a promessa de 7 anos de atualizações de versão do Android — o que faz desse smartphone uma ótima opção para quem busca longevidade.

Galaxy S24 Ultra


Prós
  • Alto desempenho com Snapdragon 8 Gen 3
  • Câmera principal de 200 MP
  • Construção em titânio
  • Atualiza até o Android 21
  • S Pen com Bluetooth
Contras
  • Sem Tela de Privacidade
  • Peso (232 gramas)
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Mesmo duas gerações atrás, o Galaxy S24 Ultra envelheceu muito bem. Ele foi o pioneiro na introdução das ferramentas do Galaxy AI e na construção em titânio.

Equipado com o Snapdragon 8 Gen 3, tela com proteção Gorilla Armor que reduz drasticamente os reflexos e uma câmera principal de 200 MP, ele entrega uma experiência premium idêntica à de modelos mais novos, custando uma fração do valor de lançamento.

Além disso, é o último modelo no qual a S Pen era compatível com Bluetooth, permitindo realizar comandos à distância.

Galaxy S25 Plus


Prós
  • Tela AMOLED Dinâmico 2X 6,7″ de 120 Hz
  • Câmera principal de 50 MP
  • Lente teleobjetiva (3x)
  • Alto desempenho
  • Certificação IP68
  • Carregamento rápido de até 45 W
Contras
  • Pouca inovação em relação ao Galaxy S24 Plus
  • Carregador de 25 W na caixa
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O Galaxy S25 Plus destaca-se pelo excelente custo-benefício no mercado premium atual. Equipado com uma tela generosa e bateria de alta capacidade, ele entrega uma autonomia sólida que frequentemente supera a versão Ultra do mesmo ano.

Se você busca uma tela de alta qualidade para jogar e assistir a vídeos, mas quer economizar em relação aos lançamentos mais recentes de 2026, este modelo é uma escolha certeira.

Galaxy S25 Edge


Prós
  • Espessura ultrafina e peso leve
  • Tela grande LTPO AMOLED 2X de 6,7″
  • Chip Snapdragon 8 Elite
  • Câmera principal de 200 MP
Contras
  • Bateria 3.900 mAh
  • Não inclui câmera teleobjetiva
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O Galaxy S25 Edge aposta em design ultrafino e moldura resistente de titânio para oferecer durabilidade e elegância no mesmo pacote.

O celular tem tela LTPO AMOLED 2X de 6,7 polegadas, que entrega cores vivas e fluidez gráfica com até 120 Hz de taxa de atualização. Também se destacam a câmera principal de 200 MP e o processador Snapdragon 8 Elite.

É o modelo perfeito para quem busca sofisticação técnica e refinamento estético, caso você tenha folga no seu orçamento. No entanto, a bateria de 3.900 mAh pode deixar a desejar a longo prazo.

Galaxy S25


Prós
  • Desempenho topo de linha
  • Câmera principal de 50 MP
  • Tela AMOLED de até 2.600 nits
  • Atualizações até o Android 22
Contras
  • Bateria limitada a 4.000 mAh
  • Carregamento com fio de 25 W
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O Galaxy S25 base é uma das opções mais recomendadas para quem quer gastar menos e ainda ter um celular premium atualizado.

Compacto, leve e com display AMOLED Dinâmico 2X de 6,2 polegadas, ele compartilha grande parte do processamento de inteligência artificial de seus irmãos maiores devido ao chip Snapdragon 8 Elite (3 nm) e memória RAM de 12 GB.

Quem compra o Galaxy S25 em 2026 se beneficia de uma desvalorização de preço que o torna muito competitivo em termos de custo-benefício.

Galaxy S24 Plus


Prós
  • Tela Dynamic LTPO AMOLED 2X de 6,7″ com 120 Hz
  • Câmera principal de 50 MP e gravação em 8K
  • Chip Exynos 2400 com desempenho eficiente
  • Seis anos de atualizações garantidos
Contras
  • Bateria de 4.900 mAh abaixo do padrão
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Fechando a lista, o Galaxy S24 Plus continua sendo uma opção muito viável dois anos após seu lançamento. Este smartphone deve agradar quem busca uma tela grande (6,7 polegadas QHD+), câmeras de qualidade e desempenho avançado por um preço reduzido.

Como a Samsung estendeu o suporte de software e os recursos do Galaxy AI para este modelo, ele entrega uma experiência de uso fluida e moderna, batendo de frente com muitos intermediários premium atuais.

Como escolher o melhor celular Galaxy S em 2026?

Para acertar na escolha do seu novo smartphone premium da Samsung, é importante avaliar três pilares principais:

  • Tamanho de tela vs. portabilidade: se você prefere usar o celular com apenas uma mão e guardá-lo facilmente no bolso, os modelos base (S25 e S26) são ideais. Caso priorize consumo de vídeos, jogos ou trabalho, as telas de 6,7 polegadas do S26 Plus e S25 Edge, ou a de 6,9 polegadas do S26 Ultra são as mais indicadas.
  • Avanço em câmeras: os modelos com a nomenclatura Ultra trazem os sensores principais de 200 MP e as lentes de zoom mais avançadas. Se fotografia profissional não for sua prioridade máxima, as lentes de 50 MP dos modelos base e Plus atendem com excelência.
  • Orçamento e custo-benefício: os lançamentos da linha Galaxy S26 entregam o ápice da tecnologia atual, mas os modelos das gerações S25 e S24 oferecem praticamente as mesmas funções de inteligência artificial (Galaxy AI) e desempenho similar custando significativamente menos.

Qual celular da linha S tem o melhor custo-benefício em 2026?

Atualmente, o Galaxy S25 FE tem o melhor custo-benefício da linha. Ele entrega a experiência premium cortando excessos estruturais. Para entender melhor como avaliar esses fatores de preço em outras categorias, confira o nosso guia completo sobre o melhor celular custo-benefício em 2026.

Qual é a melhor: linha Galaxy S, A ou Z?

A resposta depende do seu perfil de uso. A linha Galaxy S representa o topo de linha tradicional da Samsung, focada em entregar o máximo de performance, longevidade e as melhores câmeras do mercado.

A linha Galaxy A foca no mercado intermediário, ideal para quem busca bom desempenho diário sem gastar muito. Já a linha Galaxy Z traz o ecossistema de smartphones dobráveis (Flip e Fold) para quem prioriza inovação e novos formatos de produtividade.

Se você acha que outra linha pode atender melhor às suas necessidades, não deixe de ler o nosso artigo sobre o melhor celular Samsung em 2026.

Os 10 melhores celulares da linha Samsung Galaxy S em 2026

💾

Veja os smartphones da Samsung lançados na linha Galaxy S que valem a pena em 2026; celulares têm design premium e recursos avançados

Galaxy S26 Ultra é o melhor celular da linha Galaxy S em 2026

Galaxy Z Fold 7 (512 GB) segue caro, mas recebe a melhor oferta desde maio

26 de Junho de 2026, 13:24

Prós
  • Tela interna de 8 polegadas
  • Chip Snapdragon 8 Elite for Galaxy
  • Até 16 GB de memória RAM
  • Câmera traseira principal de 200 MP
Contras
  • Sem suporte à S Pen
  • Carregamento limitado a 25 W
  • Menos resistente a poeira (IP48)
PIX Cupom
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O Galaxy Z Fold 7 de 512 GB está saindo por R$ 8.558 no Pix com cupom MELICUPOM no Mercado Livre. O celular dobrável da Samsung com experiência de tablet e tela flexível de 120 Hz atinge o menor preço desde maio de 2026, com um desconto de 41% sobre o original de R$ 14.599.

Galaxy Z Fold 7 tem tela dobrável de 120 Hz e 16 GB de RAM

A tela flexível interna LTPO AMOLED Dinâmico 2X de 8″ do Z Fold 7, com taxa de 120 Hz e brilho de até 2.600 nits, entrega experiência de tablet com ótimas cores, grande fluidez e visibilidade garantida. A externa de 6,5″ possui características similares e é voltada a notificações com o recurso Always-On.

O chip Qualcomm Snapdragon 8 Elite for Galaxy e os 16 GB de RAM garantem alta performance ao rodar aplicações de IA localmente. Para quem deseja guardar muitas fotos e vídeos, os 512 GB de armazenamento disponibilizam espaço de sobra.

As câmeras wide de 200 MP e ultrawide de 12 MP captam belas cenas com alta resolução e grandes ângulos, já a telefoto de 10 MP com zoom óptico de 3x tem utilidade para obter mais detalhes. As duas frontais de 10 MP possuem sensores wide (interna) e ultrawide (externa), mas ambas tiram ótimas selfies.

Smartphone visto pela traseira, destacando as câmeras
Z Fold 7 traz câmeras wide de 200 MP e telefoto de 10 MP (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O vidro Gorilla Glass Victus 2 protege a tela externa do Z Fold 7 contra acidentes, enquanto a certificação IP48 confere resistência a mergulhos acidentais, mas tem proteção moderada contra poeira, algo que é preciso manter em mente para garantir a durabilidade do gadget.

A bateria de 4.400 mAh resiste até 24 horas de reprodução de vídeo segundo a Samsung, suporta carregamento rápido de 25 W via cabo USB-C, de 15 W sem fio e reverso de 4,5 W, permitindo que o celular seja usado por muito tempo.

O Galaxy Z Fold 7 de 512 GB (R$ 8.558 no Pix com cupom MELICUPOM) será atualizado até o Android 23 e conversa com redes 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 5.4 e NFC.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Galaxy Z Fold 7 (512 GB) segue caro, mas recebe a melhor oferta desde maio

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Galaxy Z Fold 7 (512 GB) tem tela flexível de 120 Hz e câmera de 200 MP; celular dobrável da Samsung recebe desconto de 41% sobre o preço original no Pix com cupom

Lenovo alerta: alta nos preços de memórias RAM e NAND veio para ficar

26 de Junho de 2026, 13:03
Ilustração de uma mão segurando dois pentes de memória RAM. Na parte inferior direita, o logotipo do "tecnoblog" é visível.
Lenovo alerta: alta nos preços de memórias RAM e NAND veio para ficar (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Lenovo apontou em evento que escalada nos preços de chips DRAM e NAND representa um “novo normal”, ou seja, não tem previsão de recuo;
  • crescimento acelerado de aplicações de inteligência artificial eleva necessidade por data centers, fazendo demanda por componentes superar capacidade de produção;
  • companhias como Apple e Microsoft já repassam custos adicionais com memórias em produtos como notebooks e consoles, só para dar exemplos recentes.

Previsões anteriores dão conta de que a atual crise dos chips de memória RAM e armazenamento deve perdurar pelo menos até 2028. Mas a Lenovo dá a entender que o “RAMageddon”, como o cenário tem sido chamado, não tem data para chegar ao fim. Em outras palavras: os preços de módulos de DRAM e Flash NAND não devem voltar aos patamares de 2025.

A previsão nada otimista da Lenovo foi exposta no evento ISC 2026, focado em computação de alto desempenho. Um dos slides da apresentação da companhia mostra um gráfico com uma escalada de preços de chips DRAM e NAND ao lado de outro que sugere que estamos diante de um “novo normal”.

No decorrer da apresentação, a Lenovo deu a entender que os preços elevados que encontramos atualmente serão o patamar esperado para 2030, ou seja, não devemos esperar que haja uma melhora na relação oferta-demanda a ponto de os preços que encontrávamos até o ano passado voltarem a ser praticados.

Em evento, Lenovo sinalizou que preços altos de memórias são o novo normal
Em evento, Lenovo sinalizou que preços altos de memórias são o novo normal (imagem: reprodução/ComputerBase)

Por que os preços das memórias continuarão altos?

A essa altura, você já sabe que, no centro desta crise, está a demanda elevada por chips de memória RAM e armazenamento causada pelo crescimento acelerado de aplicações de inteligência artificial que, como tal, exigem ampliação ou construção de data centers.

O problema é que esse cenário não tem melhorado. A procura continua alta e a indústria enfrenta dificuldades para dar conta dos pedidos. De acordo com a Lenovo, o aumento da capacidade de produção e a construção de novas fábricas de memórias pouco contribuirão para diminuir a diferença entre o que é demandado e o que é oferecido, pelo menos no curto prazo.

Não é por acaso que há uma disputa pelas ações de fabricantes de memórias. Nesse sentido, a Micron alcançou um valor de mercado próximo a US$ 1,4 trilhão nesta semana. Apesar disso, a companhia já expressou ter dificuldades para atender à demanda por chips, com concorrentes como Samsung e SK Hynix também já tendo dado declarações semelhantes.

As consequências são sentidas em escala global. Só para citar exemplos recentes, a Apple aumentou os preços de MacBooks e iPads nesta semana por causa dos custos com memórias; o mesmo motivo tornará a linha Xbox mais cara a partir de agosto.

Com informações de Wccftech e ComputerBase

Lenovo alerta: alta nos preços de memórias RAM e NAND veio para ficar

Saiba como o dual channel ou single channel influenciam no desempenho de um computador (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Em evento, Lenovo sinalizou que preços altos de memórias são o novo normal (imagem: reprodução/ComputerBase)

Google lança app com IA para administrar investimentos

26 de Junho de 2026, 13:03
Imagem mostra os escritos "Google Finance", cercado por imagens que representam o mercado financeiro e IA, como gráficos e uma aba de chatbot
Usuários podem enviar prints para importar o histórico financeiro no Google Finanças (imagem: reprodução/Google)
Resumo
  • Google lançou um aplicativo de investimento com IA para ajudar investidores a organizar portfólios e monitorar o mercado financeiro.
  • O app permite importar carteira via PDF, criar alertas personalizados e entender variações do mercado com auxilio de IA.
  • A novidade está sendo distribuída globalmente, primeiro para Android, com uma versão para iPhone prevista para o fim do ano.

O Google anunciou ontem (25/06) o lançamento de um app dedicado para o Google Finanças (Google Finance). A novidade está sendo distribuída globalmente e traz uma série de recursos baseados em inteligência artificial para ajudar investidores a organizar portfólios, acompanhar cotações e monitorar o mercado financeiro de forma centralizada pelo celular.

O Google Finanças com IA chegou ao Brasil em abril, ainda em fase beta e apenas na versão web. A atualização representa uma mudança importante para o serviço, que deixa de ser apenas uma página acessível pelo navegador para se tornar um assistente de investimentos de bolso. O app chega primeiro para Android, mas uma versão para iPhone deve ser lançada até o fim do ano.

Como a IA do Google Finanças analisa investimentos?

Tela do app do Google Finanças mostrando “Edit portfolio” e “Edit investments” com opções para adicionar, alterar e excluir investimentos
App reúne cotações, notícias e carteira de investimentos em um só lugar (imagem: Gabriel Sérvio/Tecnoblog)

Na seção de portfólios, os usuários agora podem visualizar o desempenho geral e a alocação de todos os ativos em um único painel. Outro destaque fica para a simplificação na importação de dados. O investidor pode adicionar seu histórico financeiro enviando arquivos em PDF e CSV, fazendo o upload de capturas de tela ou apenas descrevendo os ativos em texto simples, deixando que a IA entenda e organize as informações automaticamente.

Com a carteira estruturada, uma nova ferramenta de pesquisa permite fazer consultas em linguagem natural. Além disso, o serviço introduz os “momentos-chave”, pequenos resumos gerados por IA que explicam os motivos por trás de variações bruscas no preço de uma ação. O objetivo seria facilitar a compreensão do contexto por trás de altas ou quedas repentinas de um papel.

Resumos automatizados

A atualização também incorpora a criação de relatórios periódicos. O usuário pode instruir a IA a entregar levantamentos específicos, como um resumo diário pré-mercado sobre movimentações da noite anterior nas principais criptomoedas. Ao final do processamento, uma notificação com as informações é enviada.

O software deve receber novos recursos nos próximos meses, incluindo suporte a transmissões ao vivo de balanços financeiros.

Google lança app com IA para administrar investimentos

(imagem: reprodução)

Motorola Edge 60 Fusion despenca metade do preço em promoção histórica

26 de Junho de 2026, 12:54

Prós
  • Câmera wide Sony de 50 MP
  • Bateria ampla de 5.200 mAh
  • Moto AI desde o lançamento
  • Certificações IP68 e IP69
Contras
  • Apenas três anos de atualizações
  • Sem lente teleobjetiva
PIX Cupom
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O Edge 60 Fusion de 256 GB está saindo por R$ 1.505 no Pix com cupom OFERTAPARAVC no Mercado Livre. O celular custo-benefício da Motorola com câmera Sony de 50 MP, tela POLED de 120 Hz e até 16 GB de RAM atinge menor preço histórico com desconto de 50% sobre o original de R$ 2.999.

Motorola Edge 60 Fusion traz tela de 120 Hz e câmera Sony de 50 MP

Smartphone Motorola Edge 60 Fusion visto de frente com a tela ligada, exibindo ícones de aplicativos organizados sobre um fundo gradiente.
Edge 60 Fusion possui tela POLED de 120 Hz (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

O Edge 60 Fusion é um celular com bom custo-benefício, equipado com uma tela POLED de 6,67″ com taxa de 120 Hz e brilho de até 4.500 nits, que permite reproduzir imagens com alta fluidez e qualidade de cores, além de oferecer visibilidade em qualquer ambiente. O vidro Gorilla Glass 7i protege-a contra arranhões e pancadas.

Seu chip MediaTek Dimensity 7300 e os até 16 GB de RAM via RAM boost permitem rodar apps exigentes e algumas funções do Moto AI. Os 256 GB de armazenamento entregam espaço adequado para guardar vídeos e arquivos.

O kit traseiro de câmeras inclui uma wide que utiliza o sensor Sony Lytia 700C de 50 MP com OIS capaz de anular fotos tremidas e ultrawide de 13 MP para cenas com grandes ângulos. Além delas, a lente frontal de 32 MP tira selfies de altíssima qualidade. Todas filmam em 4K.

Smartphone Motorola Edge 60 Fusion na cor rosa caindo na água, destacando sua resistência à água, com um cenário de pedras e natureza ao fundo.
Edge 60 Fusion traz certificações militar MIL-STD-810H e IP68/IP69 (imagem: divulgação)

O corpo do Edge 60 Fusion conta com as certificações militar MIL-STD-810H e IP68/IP69 para alta durabilidade em diversos cenários extremos, como mergulhos acidentais, ambientes com muita poeira e altas temperaturas.

Sua bateria de 5.200 mAh suporta carregamento de até 68 W via USB-C, que segundo a fabricante, injeta carga para um dia inteiro em apenas 9 minutos. Assim, o usuário economiza no tempo de recarga e não fica na mão durante a correria do dia a dia.

O Edge 60 Fusion de 256 GB (R$ 1.505 no Pix com cupom OFERTAPARAVC), que será atualizado até o Android 19, traz conectividade 5G, Wi-Fi 6Bluetooth 5.4 e NFC. Não perca essa oferta histórica pela metade do preço e leve o celular custo-benefício da Motorola para casa.

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Motorola Edge 60 Fusion despenca metade do preço em promoção histórica

Galaxy S25 (256 GB) fica mais de 50% barato com cupom no Magazine Luiza

26 de Junho de 2026, 12:27
R$ 7.499,0052% OFF

Prós
  • Desempenho topo de linha
  • Câmera principal de 50 MP
  • Tela AMOLED de até 2.600 nits
  • Atualizações até o Android 22
Contras
  • Bateria limitada a 4.000 mAh
  • Carregamento com fio de 25 W
PIX Cupom
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O Galaxy S25 de 256 GB está em oferta por R$ 3.569 no Pix com CUPOM15 disponível na página do Magazine Luiza. O celular premium da Samsung com tela AMOLED de 120 Hz, 12 GB de RAM e processador Snapdragon de ponta chega a um desconto de 52% sobre o preço original de R$ 7.499.

Galaxy S25 tem tela AMOLED de 120 Hz e chip Snapdragon Elite

A tela LTPO AMOLED Dinâmico 2X de 6,2″ possui taxa de 120 Hz e brilho de até 2.600 nits, sendo capaz de reproduzir imagens e vídeos com grande qualidade de cor, fluidez e alta visibilidade. O vidro Gorilla Glass Victus 2 protege-a contra riscos e arranhões.

Seu chip Qualcomm Snapdragon 8 Elite e os 12 GB de RAM permitem executar diversos apps e games pesados, além de soluções do Galaxy AI. Os 256 GB de armazenamento permitem guardar uma quantidade razoável de fotos e vídeos.

O corpo de alumínio Armor 2 conta com Gorilla Glass Victus 2 na traseira e a certificação IP68, combinação que confere mais durabilidade e resistência em cenários como poeira intensa e mergulhos acidentais, garantindo que o gadget dure mais.

Mão segurando o Galaxy S25, mostrando a traseira com as câmeras
Samsung Galaxy S25 tem câmera tripla com sensor principal de 50 MP (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O kit principal de câmeras do Galaxy S25, que filma em 8K, traz wide de 50 MP com OIS e ultrawide de 12 MP que juntas tiram belas fotos com grande campo de visão, e uma telefoto de 10 MP com zoom óptico 3x para boas aproximações de objetos a distância. A frontal de 12 MP tira ótimas selfies e filma em 4K a 60 fps.

Sua bateria de 4.000 mAh resiste até 29 horas de reprodução de vídeo segundo a fabricante, suporta carregamento de 25 W via USB-C e de 15 W sem fio. Dessa forma, o celular não vai deixá-lo na mão sem energia.

O Galaxy S25 de 256 GB (R$ 3.569 no Pix com cupom CUPOM15), que será atualizado até o Android 22, conversa com redes 5G, Wi-Fi 7Bluetooth 5.4 e NFC. Não perca essa oferta com desconto de 52% de um dos celulares mais poderosos do mercado.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Galaxy S25 (256 GB) fica mais de 50% barato com cupom no Magazine Luiza

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Galaxy S25 tem chip Snapdragon de ponta e 12 GB de RAM; celular premium da Samsung recebe desconto de 52% sobre o preço original no Pix com cupom

Galaxy S25 tem câmera tripla com sensor de 50 MP (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

OpenAI deve adiar o GPT-5.6 após pedido de Donald Trump

26 de Junho de 2026, 11:49
ilustração sobre são Sam Altman, CEO da OpenAI
Sam Altman, CEO da OpenAI, precisou alterar os planos da empresa (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O governo dos Estados Unidos solicitou que a OpenAI adiasse o lançamento do GPT-5.6.
  • Segundo o The Information, a gestão Trump também pediu que o acesso inicial fosse restrito a um grupo seleto de clientes corporativos aprovados.
  • A OpenAI não terá autonomia para decidir quais parceiros comerciais poderão utilizar o GPT-5.6, cabendo ao governo americano avaliar e aprovar.

A OpenAI deve alterar o cronograma de lançamento do seu próximo grande modelo de linguagem, o GPT-5.6. Segundo o site The Information, o CEO Sam Altman comunicou aos funcionários que a nova versão da IA não será liberada para o público geral de imediato, chegando ao mercado apenas em versão prévia e muito restrita para clientes corporativos. A mudança atende a uma solicitação do governo de Donald Trump.

O presidente dos Estados Unidos teria demonstrado receio em relação a riscos de segurança nacional envolvendo as novas capacidades da inteligência artificial. De acordo com o site, o governo solicitou que a OpenAI alterasse a distribuição do produto para garantir um controle mais rígido.

O objetivo seria acompanhar a disseminação do modelo de perto antes de autorizar um lançamento comercial em larga escala.

Como vai funcionar o acesso ao novo modelo da OpenAI?

Para a maioria dos usuários finais e empresas interessadas, o GPT-5.6 deve permanecer totalmente inacessível neste primeiro momento. As informações até aqui indicam que o acesso inicial à tecnologia será concedido exclusivamente a um grupo reduzido de clientes corporativos, funcionando como uma fase de testes fechada.

No entanto, o fator que mais chama a atenção na dinâmica deste lançamento é a perda de autonomia da própria criadora sobre a distribuição. Durante reunião corporativa, Altman teria esclarecido que a OpenAI não terá a palavra final sobre quais parceiros comerciais poderão utilizar a ferramenta. Conforme apurado pelo The Verge, caberá ao próprio governo americano avaliar e aprovar cada acesso em um formato rigoroso de liberação.

Tela do ChatGPT
Governo americano vai ditar quem pode usar o GPT-5.6 (imagem: Unsplash/Jonathan Kemper)

Restrição foi mais rígida com a Anthropic

Apesar da intervenção direta do Estado, o cenário em que a empresa de Sam Altman se encontra ainda é mais favorável que sua principal concorrente. No início de junho, a Anthropic, desenvolvedora da família de modelos Claude, recebeu um ultimato da administração Trump.

Os Estados Unidos exigiram a suspensão total do acesso aos novos sistemas Mythos 5 e Fable 5 para cidadãos estrangeiros. A sanção proíbe que pessoas que não tenham nascido nos EUA acessem a tecnologia de ponta da companhia, inclusive estrangeiros que vivem dentro do país.

Essa sequência de decisões recentes gerou um estado de alerta e insegurança em toda a indústria. Executivos e investidores consideram a abordagem atual autoritária, apontando um choque com as promessas iniciais do próprio governo.

Anteriormente, a gestão Trump defendeu que “velocidade é tudo” no desenvolvimento da IA, prometendo incentivar um programa de exportação agressivo. Na prática, as preocupações de segurança nacional estão atrasando o mercado que a própria Casa Branca prometeu acelerar.

OpenAI deve adiar o GPT-5.6 após pedido de Donald Trump

Sam Altman, CEO da OpenAI, foi responsável por popularizar a IA generativa (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

(Imagem: Unsplash/Jonathan Kemper)

Motorola Edge 70 Pro surge em oferta imbatível no Mercado Livre com 40% OFF

26 de Junho de 2026, 11:27

Prós
  • Quatro câmeras de 50 MP
  • Bateria de 6.500 mAh
  • Tela Extreme AMOLED de 5.200 nits
  • Taxa de atualização de 144 Hz
Contras
  • Inferior ao Signature
  • Só 3 anos de atualizações OS
PIX Cupom
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O Edge 70 Pro de 256 GB está saindo por R$ 2.691 no Pix com cupom OFERTAPARAVC no Mercado Livre. O celular mid-premium da Motorola com tela AMOLED de 144 Hz e todas as câmeras de 50 MP atinge o melhor preço desde o lançamento, com desconto de 40% sobre o preço original de R$ 4.499.

Motorola Edge 70 Pro tem tela de 144 Hz e câmeras de 50 MP

Motorola Edge 70 Pro (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Câmeras do Motorola Edge 70 Pro são todas de 50 MP (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

O kit do Edge 70 Pro inclui apenas câmeras de 50 MP, com uma wide com OIS e uma ultrawide que captam belas cenas com grande ângulo, uma telefoto telescópica com zoom óptico de 3,5x para aproximações de qualidade, e uma frontal que tira ótimas selfies. Todas gravam vídeos em 4K, com as traseiras suportando 120 fps.

Sua tela Extreme AMOLED de 6,78″ com taxa de 144 Hz, brilho de até 5.200 nits e suporte a HDR10+ reproduz imagens e vídeos com grande qualidade de cor, contraste, alta fluidez e visibilidade. O vidro Gorilla Glass 7i protege-a contra acidentes diversos.

O chip Mediatek Dimensity 8500 Extreme e os até 24 GB de RAM via RAM Boost permitem executar apps pesados e soluções do Moto AI com tranquilidade. Os 256 GB de armazenamento disponibilizam espaço razoável para guardar fotos e vídeos.

Motorola Edge 70 Pro (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Edge 70 Pro possui certificações militar MIL-STD-810H e IP68/IP69 (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

O corpo do Edge 70 Pro possui certificações militar MIL-STD-810H e IP68/IP69, que garantem a durabilidade mesmo nos cenários mais extremos, como poeira intensa, mergulhos acidentais e altas temperaturas.

Sua bateria de 6.500 mAh resiste até 49 horas de uso segundo a fabricante, e o carregamento ultrarrápido de 90 W permite a injeção de uma carga para um dia de uso em apenas 9 minutos, recurso ideal para quem tem uma agenda corrida e precisa de cargas rápidas e duradouras.

O Motorola Edge 70 Pro de 256 GB (R$ 2.691 no Pix com cupom OFERTAPARAVC), que roda Android 16 e deve receber três anos de atualizações do Android, tem conectividade 5G, Wi-Fi 7Bluetooth 5.4 e NFC.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Motorola Edge 70 Pro surge em oferta imbatível no Mercado Livre com 40% OFF

YouTube Shorts acaba de ficar mais parecido com o TikTok

26 de Junho de 2026, 10:34
YouTube Shorts (Imagem: Divulgação)
YouTube Shorts acaba de ficar mais parecido com o TikTok (imagem: reprodução/Google)
Resumo
  •  Google anunciou mudanças na interface do YouTube Shorts para torná-lo mais competitivo com o TikTok e o Instagram Reels;
  • botão “Não gostei” foi removido e substituído por opções como “Não tenho interesse” e “Não recomendo este canal” para ajustar as recomendações de conteúdo;
  • YouTube Shorts agora oferece recursos como modo Tela Limpa, reprodução em velocidade 2x e silenciamento rápido de vídeos, visando proporcionar uma experiência mais imersiva e diminuir distrações.

A disputa pela sua atenção em redes sociais e afins acaba de ganhar uma nova página. O Google anunciou algumas mudanças na interface do YouTube Shorts que, em alguma medida, tornam o serviço ainda mais parecido com os rivais TikTok e Instagram Reels.

Uma das mudanças já vem sendo alvo de críticas por parte dos usuários. Em 2021, o YouTube “normal” passou a ocultar “dislikes” ou “descurtidas”. Agora, o YouTube Shorts segue pelo mesmo caminho. No lugar do botão “Não gostei”, que sumirá, o serviço usará as opções “Não tenho interesse” e “Não recomendo este canal” para ajustar as recomendações de conteúdo para cada usuário.

Como já dito, essa mudança tem sido alvo de críticas. Neste tópico no Reddit, por exemplo, há quem reclame de que a remoção do botão “Não gostei” torna mais difícil manifestar insatisfação com vídeos de baixa qualidade, como aqueles que são produzidos por IA com pouco ou nenhum critério.

O botão “Gostei” continua existindo e segue tendo a função de permitir que você curta determinado vídeo. Porém, o ícone de “joinha” está sendo substituído pelo ícone de um coração.

Outra novidade é o modo Tela Limpa (Clear Screen), que oculta ícones e outros elementos visuais na tela durante a reprodução de um vídeo. Essa opção, que é oferecida há tempos no TikTok e Instagram Reels, visa proporcionar uma experiência mais imersiva e diminuir o risco de distrações quando um conteúdo estiver sendo exibido, explica o Google.

Outras novidades incluem:

  • o YouTube Shorts passou a permitir reprodução em velocidade 2x, basta tocar e segurar na tela durante a execução do vídeo;
  • agora é possível silenciar um vídeo pausando a reprodução e, em seguida, tocando no ícone de mudo.
Modo de tela limpa do YouTube Shorts
Modo de tela limpa do YouTube Shorts (imagem: reprodução/Google)

Quando as mudanças no YouTube Shorts entram em vigor?

Os novos recursos do YouTube Shorts já começaram a ser liberados, em escala global. Porém, esse é um processo gradativo. O Google não deu um prazo para as mudanças chegarem a todos os usuários. Leve em conta também que alguns recursos podem chegar antes do que outros.

De todo modo, acredito que ninguém está realmente ansioso por essas novidades. Mas, pelo menos para o Google, elas fazem sentido, afinal, visam deixar os usuários mais engajados com o YouTube Shorts.

YouTube Shorts acaba de ficar mais parecido com o TikTok

YouTube Shorts (Imagem: Divulgação)

Modo de tela limpa do YouTube Shorts (imagem: reprodução/Google)

Samsung: versão inédita do Galaxy Fold está pronta para venda no Brasil

26 de Junho de 2026, 10:07
Suposto design do Galaxy Z Fold 8 Wide: smartphone dobrável com duas câmeras traseiras e tela interna aberta
Suposto design do Galaxy Z Fold 8 Wide (imagem: reprodução/Ice Universe)
Resumo
  • Galaxy Z Fold 8 Wide foi homologado pela Anatel e pode ser lançado no Brasil.
  • Smartphone terá conectividade 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth, NFC e carregamento sem fio reverso, com bateria de 4.660 mAh.
  • Samsung deve lançar o dobrável junto com o Flip 8 e o Fold 8 Ultra, em evento previsto para julho.

A trifecta de dobráveis da Samsung para 2026 está completa: o Galaxy Z Fold 8 Wide está homologado pela Anatel. O novo dobrável da fabricante sul-coreana deve ser uma segunda opção na linha Fold 8, oferecendo uma tela de proporção mais larga, como o nome indica.

O smartphone tem o código de modelo SM-F971B e sua homologação foi emitida na quarta-feira (24/06).

Certificado de homologação do Galaxy Z Fold 8 Wide
Certificado de homologação do Galaxy Z Fold 8 Wide (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Na conectividade, o Fold 8 Wide será igual ao irmão maior: 5G, Wi-Fi 7 de três bandas, Bluetooth, NFC, UWB e carregamento sem fio reverso.

As baterias, também homologadas, são os modelos EB-BF971DAY e EB-BF972DAY, com capacidades nominais de 2.267 e 2.393 mAh, somando 4.660 mAh nominais.

A capacidade se alinha com os rumores e vazamentos do Z Fold Wide, que indicaram capacidade típica de 4.800 mAh. Para recarga, uma surpresa: o carregador incluso na caixa será de 45 W, modelo EP-TA845.

Segundo o leaker Ice Universe, o Fold 8 Wide terá uma câmera a menos que o modelo Ultra, abrindo mão da teleobjetiva.

A fabricação do Fold 8 Wide fica a cargo de cinco fábricas da Samsung, como de costume: duas no Vietnã, uma na Coreia do Sul, além das duas fábricas da empresa no Brasil (em Manaus e Campinas).

Quando chegam?

A expectativa é de que o Galaxy Z Fold 8 Wide, além do Flip 8 e do Fold 8 Ultra, sejam lançados em um vindouro Galaxy Unpacked previsto para o dia 22 de julho. Até o momento, a Samsung não oficializou o evento, no qual também devem ser revelados os novos modelos de smartwatch da empresa sul-coreana, já certificados aqui.

Para comparação, o Galaxy Z Fold 7 foi lançado no início de julho de 2025 durante um evento em Nova York, nos EUA. No Brasil, o modelo chegou no fim do mesmo mês pelo valor de R$ 14.599, mas pode ser encontrado hoje no varejo brasileiro em torno dos R$ 9 mil, ou até menos em promoções.

Mas, prepare o bolso: a Samsung aumentou os valores até dos intermediários devido à escassez de memórias.

Samsung: versão inédita do Galaxy Fold está pronta para venda no Brasil

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Galaxy Z Fold 8 Wide foi homologado pela Anatel e já pode ser comercializado no país. Certificação completa a nova geração de dobráveis da fabricante sul-coreana.

Certificado de homologação do Galaxy Z Fold 8 Wide (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Copa do Mundo dispara o tráfego de internet no Brasil

25 de Junho de 2026, 18:56
Neymar e Vini Jr na partida contra a Escócia (imagem: reprodução/Fifa)
Resumo
  • O data center da Elea no Rio de Janeiro registrou um pico de 951,89 Gb/s de trânsito de dados durante a partida da seleção brasileira contra a Escócia.
  • A alta demanda de internet durante a Copa do Mundo levou as operadoras a se prepararem para picos de tráfego, com a TIM projetando uma demanda cinco vezes maior do que o habitual.
  • A TIM está preparando sua infraestrutura de rede, incluindo a redução da latência e a utilização de inteligência artificial para gestão dinâmica da rede, para oferecer uma experiência mais estável aos clientes.

O interesse do brasileiro pela Copa do Mundo, com direito a jogos transmitidos em variados apps, levou a uma alta nunca antes vista de consumo de internet, segundo empresas do setor. O data center da Elea no Rio de Janeiro atingiu pico durante a partida de ontem (24/06), com 951,89 Gb/s de trânsito de dados durante o segundo gol de Vini Jr, por volta das 19h30.

O jogo do Brasil contra a Escócia voltou a evidenciar o impacto dos grandes eventos esportivos sobre a infraestrutura digital. Ao longo da competição, a empresa especializada em data centers também detectou outros dois momentos de tráfego intenso: 865,27 Gb/s na partida contra o Haiti (em 19/06) e 865,02 Gb/s na estreia contra o Marrocos (13/06).

No servidor identificado como RJO1 são processadas as transmissões da Globo e do Globoplay.

De acordo com a Elea, a alta decorre não apenas da transmissão dos jogos, mas também da procura por redes sociais, aplicativos de mensagens, plataformas digitais e serviços financeiros durante jogos da seleção masculina de futebol.

Como as operadoras se preparam para os picos de tráfego?

A operadora TIM projeta uma demanda cinco vezes maior do que o habitual nas próximas etapas do evento esportivo. Por conta disso, disse que está preparando a infraestrutura de rede. Ela afirmou que reduziu a latência e tomou outras providências para oferecer uma experiência mais estável aos clientes, mesmo nos momentos de pico extremo de acessos simultâneos.

Por exemplo, a TIM utiliza inteligência artificial para realizar a gestão dinâmica da rede. Tudo corre em tempo real. Há ainda parcerias com plataformas de streaming.

Copa do Mundo dispara o tráfego de internet no Brasil

Neymar e Vini Jr na partida contra a Escócia (imagem: reprodução/Fifa)

Como acessar o e-mail do iCloud no celular ou PC

25 de Junho de 2026, 18:08
Tela de iPhone com “iCloud Mail” e mensagem de boas-vindas, indicando acesso ao Mail do iCloud no celular
Conheça as diferentes formas de ver as mensagens do Mail do iCloud (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Existem diferentes meios de acessar o Mail do iCloud para centralizar as comunicações e checar as mensagens em diferentes dispositivos. No iPhone, iPad e computadores Mac, é necessário ativar uma configuração nos “Ajustes” do dispositivo para que o serviço de e-mail seja integrado automaticamente ao app nativo Mail.

Para os usuários de Android ou PC com Windows, o caminho ideal é acessar o site oficial do serviço via navegador. Em todos os cenários, o usuário pode responder e-mails, gerenciar pastas ou escrever novas mensagens de forma rápida e segura.

A seguir, veja o passo a passo para acessar o e-mail do iCloud no celular ou PC.

Índice

Como acessar o e-mail do iCloud no iPhone ou iPad

1. Acesse os “Ajustes” do dispositivo Apple

Abra o aplicativo “Ajustes” para acessar as configurações do iPhone ou iPad. Essa etapa inicial é essencial para preparar o dispositivo para acessar o iCloud Mail.

Abrindo os Ajustes do iPhone, com a app “Ajustes” selecionada no menu
Abrindo os “Ajustes” do iPhone (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

2. Toque no seu perfil da Conta Apple

Toque no seu nome no topo da tela para abrir as opções de configurações e gerenciamento do ID Apple.

Abrindo o menu da Conta Apple em “Ajustes” no iPhone, tocando no nome do perfil (Luiz Paulo Charleaux)
Abrindo o menu da Conta Apple (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

3. Selecione a opção “iCloud”

Toque em “iCloud” para abrir o menu com detalhes sobre os serviços e aplicativos relacionados ao armazenamento na nuvem da Apple.

Selecionando o menu iCloud nas configurações da Conta Apple no iPhone, com a opção iCloud destacada
Selecionando o menu “iCloud” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

4. Abra as configurações do “Mail”

Na seção “Salvos no iCloud”, toque em “Mail” para iniciar a configuração do e-mail do iCloud.

Abrir a opção “Mail” nas configurações do iCloud no iPhone/iPad
Abrindo a opção “Mail” do iCloud (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

5. Ative a opção “Usar neste dispositivo”

Ative a chave ao lado da opção “Usar neste iPhone” ou “Usar neste iPad”, dependendo do aparelho. Ao executar essa ação, o iCloud Mail será automaticamente configurado com o app “Mail” do dispositivo.

Ativando o uso do Mail do iCloud no iPhone, com o botão “Usar neste iPhone” ligado
Ativando o uso do Mail do iCloud no dispositivo (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

6. Acesse o app “Mail”

Por fim, abra o aplicativo “Mail” para ver o e-mail do iCloud no iPhone ou iPad imediatamente.

Acessando o app Mail para ver a caixa de entrada do iCloud no iPhone e no iPad
Acessando o app “Mail” para ver a caixa de entrada (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Como acessar o e-mail do iCloud no Mac 

1. Acesse os “Ajustes do Sistema” do Mac

Clique no ícone de maçã, no canto superior esquerdo da tela do Mac, e selecione “Ajustes do Sistema”. Esse painel gerencia todos os recursos internos do computador e é o ponto de partida para as configurações de acesso ao e-mail do iCloud.

Abrindo os “Ajustes do Sistema” no Mac para preparar a configuração do iCloud Mail
Abrindo os “Ajustes do Sistema” do Mac (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

2. Clique no seu nome do ID Apple

Clique no seu nome exibido no topo da barra lateral esquerda na janela de “Ajustes” para abrir mais configurações do Mac.

Abrindo as configurações do ID Apple no Mac, com a seção Aparência selecionada
Acessando o menu do ID Apple (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

3. Abra o menu “iCloud”

Clique na opção “iCloud” para acessar as configurações do serviço de armazenamento na nuvem da Apple.

Abrindo a opção “iCloud” nas configurações do dispositivo Apple
Acessando a opção “iCloud” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

4. Selecione a opção “Mail do iCloud”

Navegue pela lista de serviços integrados e clique em “Mail do iCloud” para abrir um menu de configurações da ferramenta.

Selecionando “Mail do iCloud” nas configurações do iCloud no Mac
Selecionando o “Mail do iCloud” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

5. Ative a ferramenta de e-mail

Na janela pop-up, clique no botão “Ativar” ao lado da opção “Mail do iCloud” para habilitar o recurso e, em seguida, clique em “OK” para confirmar. Essa mudança permite entrar no e-mail do iCloud diretamente pelo app “Mail” do Mac.

Ativando a configuração automática do Mail do iCloud no Mac, com o botão “OK”
Ativando a configuração automática do Mail do iCloud (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

6. Abra o app “Mail” no Mac

Localize o aplicativo “Mail” no Dock ou no Launchpad e clique nele para abrir a caixa de entrada do iCloud Mail no seu computador Mac.

Abrindo o app Mail do Mac para acessar a caixa de entrada do iCloud Mail
Abrindo o app “Mail” no Mac (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Como acessar o e-mail do iCloud via navegador 

1. Entre no site oficial do Mail do iCloud

Use o navegador do celular Android ou do computador Windows para acessar: icloud.com/mail. Esta é a página oficial para quem precisa acessar o e-mail iCloud pelo PC ou outros sistemas.

Tela do iPhone mostrando a página do Mail do iCloud no navegador (icloud.com/pt-br/mail) com o botão “Iniciar sessão”
Acessando o site oficial do Mail do iCloud pelo navegador (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

2. Inicie a sessão da Conta Apple

Toque em “Iniciar sessão” e, em seguida, faça login na Conta Apple vinculada ao seu e-mail do iCloud que você deseja acessar para avançar. Caso a verificação em duas etapas esteja ativada, confirme o código enviado aos seus aparelhos autorizados.

Tela do iPhone mostrando o login no site do Mail do iCloud com a Conta Apple, opção “Iniciar sessão”
Fazendo login na Conta Apple (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

3. Ajuste as opções de privacidade do e-mail

Caso você seja assinante do iCloud+, escolha as formas de proteção de privacidade. Após ajustar os parâmetros, toque em “Continuar” para entrar no e-mail do iCloud pelo Android ou computador.

Definindo as opções de privacidade do Mail no iCloud.com, com a escolha “Proteger atividade do Mail” e botão Continuar
Definindo as configurações de privacidade do Mail (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

4. Navegue pela caixa de entrada do e-mail do iCloud

Por fim, acesse a caixa de entrada do e-mail do iCloud e cheque suas mensagens pelo navegador do PC ou smartphone Android.

Navegando pela caixa de entrada do e-mail do iCloud no celular (icloud.com/mail)
Navegando pela caixa de entrada do e-mail do iCloud (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Por que não consigo acessar o e-mail do iCloud?

Existem alguns motivos que podem impedir o acesso ao e-mail do iCloud. Os mais comuns são:

  • Conta não ativada: antes de sincronizar o serviço nos dispositivos Apple, o primeiro passo obrigatório é criar um e-mail no iCloud por meio das configurações do ID Apple;
  • Bloqueio preventivo de segurança: errar a senha sucessivas vezes ou acessar a conta de locais incomuns faz a Apple aplicar uma retenção de segurança, suspendendo o acesso temporariamente;
  • Falha na autenticação de dois fatores (2FA): o sistema impede o login se o usuário não estiver com um dispositivo confiável por perto para receber ou gerar o código de verificação obrigatório;
  • Instabilidade de rede ou servidores: o serviço de e-mail do iCloud pode estar fora do ar devido a manutenções internas ou a própria conexão Wi-Fi e dados móveis está instável;
  • Incompatibilidade de sistema ou dados corrompidos: sistemas operacionais desatualizados geram falhas no aplicativo, enquanto arquivos temporários corrompidos (cache) impedem a atualização da caixa de entrada.

O que fazer se não lembro a senha do iCloud Mail? 

O caminho mais seguro para recuperar a senha do iCloud é utilizar um dispositivo confiável da Apple, como o iPhone ou o iPad. Basta acessar “Ajustes”, tocar no seu nome na parte superior da tela e selecionar “Iniciar Sessão e Segurança” para redefinir o código.

Caso esteja sem o aparelho por perto, acesse o site oficial iforgot.apple.com em qualquer navegador para iniciar o resgate. Outra opção é baixar o aplicativo “Suporte da Apple” em um dispositivo emprestado e utilizar o recurso dedicado a ajudar terceiros.

Se a Apple não validar a identidade de imediato, a saída é acionar o protocolo de recuperação de conta. Esse processo exige uso de um número de telefone confiável e pode demandar alguns dias de espera enquanto a empresa analisa os dados.

Também posso configurar o iCloud Mail em outros apps de cliente de e-mail?

Sim, o ecossistema da Apple permite integrar o iCloud Mail a outros aplicativos de e-mail de forma simples. Em plataformas como o Outlook para Windows ou em aplicativos do iOS e macOS, o processo é facilitado por fluxos de login automatizados.

Para apps que exigem configuração manual, é preciso inserir as credenciais dos servidores IMAP e SMTP da Apple. Essa ponte de comunicação deve ser feita utilizando os servidores imap.mail.me.com (porta 993) e smtp.mail.me.com (porta 587), ambos protegidos com criptografia SSL ou TLS.

O segredo dessa integração está na segurança: o usuário precisará gerar uma senha específica de aplicativo. Essa combinação temporária substitui a senha padrão, protegendo a conta principal de acessos não autorizados de terceiros.

Como acessar o e-mail do iCloud no celular ou PC

Conheça as diferentes formas de ver as mensagens do Mail do iCloud (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Abrindo os "Ajustes" do iPhone (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Abrindo o menu da Conta Apple (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Selecionando o menu "iCloud" (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Abrindo a opção "Mail" do iCloud (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Ativando o uso do Mail do iCloud no dispositivo (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Acessando o app "Mail" para ver a caixa de entrada (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Abrindo os "Ajustes do Sistema" do Mac (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Acessando o menu do ID Apple (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Acessando a opção "iCloud" (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Selecionando o "Mail do iCloud" (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Ativando a configuração automática do Mail do iCloud (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Abrindo o app "Mail" no Mac (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Acessando o site oficial do Mail do iCloud pelo navegador (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Fazendo login na Conta Apple (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Definindo as configurações de privacidade do Mail (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Navegando pela caixa de entrada do e-mail do iCloud (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Review do Xiaomi 17T: câmera que enxerga mais longe

25 de Junho de 2026, 18:00
Close-up na câmera traseira do Xiaomi 17T
Xiaomi 17T traz boas especificações, mas preço de lançamento está “salgado” (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

O Xiaomi 17T renovou a linha T da Xiaomi em 2026, e chega ao Brasil para suceder o Xiaomi 15T na categoria de celulares intermediário-premium. As câmeras são o principal destaque do produto, incluindo uma lente teleobjetiva de 5x para registrar fotos à distância.

E isso não é tudo: o smartphone também tem desempenho avançado e bateria com capacidade para aguentar mais de um dia fora das tomadas.

Mas será que as mudanças justificam o preço de lançamento de R$ 8.699,99? Eu usei o Xiaomi 17T por 10 dias e conto todos os detalhes da experiência a seguir.


Prós
  • Bordas em alumínio
  • Desempenho avançado
  • Tela AMOLED de 6,59″ com 120 Hz
  • Ótimo kit de câmeras
  • Bateria de 6.500 mAh
Contras
  • Desequilíbrio no sistema de som
  • Não suporta carregamento sem fio
  • Carregamento rápido limitado a 67 W
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Aviso de Ética

Tecnoblog é um veículo jornalístico independente que ajuda as pessoas a tomarem sua próxima decisão de compra desde 2005. Nossas análises não têm intenção publicitária, por isso ressaltam os pontos positivos e negativos de cada produto. Nenhuma empresa pagou, revisou ou teve acesso antecipado a este conteúdo.
O Xiaomi 17T foi cedido por empréstimo pela Xiaomi e será devolvido após os testes. Para mais informações, acesse a nossa Política Editorial.

O que vem na caixa do Xiaomi 17T?

Quem comprar um Xiaomi 17T vai receber o celular, um cabo USB-C para USB-A, um carregador de 67 W com tecnologia de carregamento rápido HyperCharge, manuais (um guia rápido e outro documento de garantia do aparelho) e uma chave para slot SIM.

A caixa também inclui uma capinha cinza para você proteger o smartphone logo após o unboxing. O acessório costuma acompanhar celulares da Xiaomi, mas trata-se de um diferencial visto que nem todas as fabricantes oferecem a capa no kit.

Ilustração do celular, manuais, capinha, fonte, cabo e chave para slot SIM do Xiaomi 17T
Caixa do Xiaomi 17T vem com todos os acessórios necessários para uso (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Design reforçado e mais compacto

A Xiaomi decidiu manter grande parte do design visto no Xiaomi 15T. Ainda assim, podemos observar pequenas mudanças que elevaram o visual do Xiaomi 17T a um aspecto mais premium.

O celular está ligeiramente menor que seu antecessor (5,6 mm a menos de altura e 2,8 mm mais estreito), mas ficou 0,67 mm mais grosso e seis gramas mais pesado. Com isso, chegamos às seguintes dimensões:

  • 157,6 mm (altura) x 75,2 mm (largura) x 8,17 mm (espessura)
  • 200 gramas

Trata-se de um bom tamanho, nem muito grande e nem tão compacto assim. O peso também está dentro dos padrões da indústria e não tive problemas ao segurar o smartphone ou ao carregá-lo no bolso.

Imagem do Xiaomi 17T ao lado de uma régua
Xiaomi diminuiu ligeiramente a largura e altura do Xiaomi 17T (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

As molduras agora têm composição em alumínio e reforçam a construção geral do aparelho, com design reto nas laterais e cantos arredondados, sob um tom fosco. O aspecto fosco também é visto na traseira lisa composta por fibra de vidro.

Borda inferior do Xiaomi 17T
Xiaomi 17T agora conta com bordas em alumínio para um aspecto mais premium (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

A traseira do celular também inclui um frame de alumínio que abriga o kit da câmera principal, e o sensor de flash está localizado ao lado desse módulo. Já a câmera de selfie é perfurada na tela em formato circular, sem entalhes.

Câmera traseira do Xiaomi 17T 2
Moldura de alumínio abriga as lentes da câmera traseira do Xiaomi 17T (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Importante destacar que o Xiaomi 17T tem proteção IP68 contra água e poeira, e suporta submersão em água doce com profundidade máxima de 1,5 metro por até 30 minutos. No teste prático, o smartphone continuou funcionando normalmente após ficar debaixo d’água.

E sobre as cores, vale um adendo: a versão global do celular foi lançada nas cores preto (modelo que recebi), azul, violeta e branco opala. Mas até o momento, a loja da Xiaomi no Brasil só está disponibilizando as versões em preto ou azul.

Tela com cores vivas e proteções aos olhos

O display do Xiaomi 17T também foi reduzido, acompanhando a diminuição de tamanho do corpo do aparelho. O celular tem tela AMOLED de 6,59″ — 0,24 polegada a menos que o Xiaomi 15T. A mudança, no entanto, não impactou no uso diário.

Frontal do Xiaomi17T
Tela do Xiaomi 17T está menor que a do Xiaomi 15T (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

O pico de brilho de 3.500 nits oferece boa visibilidade em ambientes escuros ou sob luz solar direta. Inclusive, achei que o ajuste automático funcionou bem ao adaptar os níveis de brilho de acordo com a iluminação.

A tela do smartphone entrega cores vivas e o suporte às tecnologias HDR10+ e Dolby Vision funcionam bem ao otimizar contraste e cores. A taxa de atualização de até 120 Hz também trouxe mais fluidez aos conteúdos, especialmente em streaming e jogatinas.

Xiaomi 17T reproduzindo um vídeo
Tela AMOLED do Xiaomi 17T reproduz cores bem definidas (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

O leitor de impressão digital fica na parte inferior da tela, e chega com tecnologia Wet Touch para melhorar a resposta ao toque mesmo com água, óleo ou espuma sobre o display. Tive dificuldade em fazer a leitura em raros momentos, mas uma limpeza rápida na camiseta solucionou o problema.

Também preciso destacar as proteções encontradas na tela do Xiaomi 17T. O display chega com Corning Gorilla Glass 7i para mais resistência contra quedas e arranhões. E para ainda mais segurança, a Xiaomi envia o celular com uma película pré-aplicada.

Película pré-aplicada do Xiaomi 17T
Película pré-aplicada garante proteção à tela do Xiaomi 17T logo de cara (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

A tela também incorpora o Xiaomi Vision Care, que é uma estrutura de reforço à proteção ocular, desenvolvida com base em metodologias de pesquisa e especialistas médicos. São quatro certificações ao todo:

  • Certificação TÜV Rheinland Low Blue Light
  • Certificação TÜV Rheinland Flicker Free
  • Certificação TÜV Rheinland Circadian Friendly
  • Certificação TÜV Rheinland Intelligent Eye Care

Talvez seja difícil perceber toda essa proteção no dia a dia. Mas qualquer diferencial em benefício da saúde vale a pena, ainda mais se você é um usuário assíduo de smartphone.

Sistema de áudio deixa a desejar

O Xiaomi 17T conta com dois alto-falantes estéreo para a reprodução de áudios: um localizado na borda inferior e outro na abertura auricular usada para atender a chamadas ao pé do ouvido.

No entanto, senti que a falta de um alto-falante na borda superior do aparelho trouxe um desequilíbrio no som, que apresentou uma experiência “seca” e abafado.

Para analisar mais a fundo, coloquei o Xiaomi 17T ao lado do meu Poco F3 lado a lado, com ambos reproduzindo a mesma música. Curiosamente, meu fiel companheiro lançado em 2021 e com alto-falantes na borda superior conseguiu reproduzir um som bem mais encorpado.

Música tocando no Spotify em um Xiaomi 17T
Som do Xiaomi 17T não será a melhor opção para o churrasco da família (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Outro ponto negativo a ser citado foi um ruído de fundo na reprodução de músicas em níveis de volume próximos a 70%. O chiado ficou ainda mais intenso no modo de Som imersivo (que também aumenta o nível de potência sonoro). Por isso, eu recomendo dosar ou mesmo desativar a função em volumes mais altos.

Os médios e agudos são razoáveis (ligeiramente estridentes em algumas reproduções), e os graves são mais discretos. Ainda assim, vale citar que o Xiaomi 17T chega com suporte ao Dolby Atmos e tecnologia Hi-Res Audio para áudios mais imersivos e fiéis.

Câmeras para fotos de perto ou de longe

Se o áudio do Xiaomi 17T deixa a desejar, as câmeras dão um show à parte. Não há grandes mudanças em termos de quantidade, mas o que foi otimizado conseguiu elevar o patamar da linha T.

As especificações são:

  • Lente grande-angular: 50 MP, f/1.7, 23mm, 1/1.55″, 1.0µm, PDAF, OIS
  • Lente ultrawide: 12 MP, f/2.2, 15mm, 1/3.06″, 1.12µm
  • Lente teleobjetiva: 50 MP, f/3.0, 115mm, 1/2.76″, 0.64µm, PDAF, OIS, zoom óptico de 5x e AI Ultra Zoom de até 120x
  • Câmera de selfie: 32 MP, f/2.2, 21mm, 1/3.42″, 0.64µm

No kit triplo de lentes traseiras, a Xiaomi optou por manter as especificações da lente grande-angular e ultra-angular vistas no modelo antecessor. Mas a grande mudança está na teleobjetiva, que agora tem zoom óptico de 5x e consegue capturar objetos mais distantes.

O sensor da câmera de selfie também está ligeiramente maior, permitindo mais captação de luz para imagens mais limpas (principalmente em ambientes com pouca iluminação) e com menos ruídos.

Selfie com o Xiaomi 17T
Selfie tirada com a câmera frontal (50 MP, f/2.2) do Xiaomi 17T (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Nos testes, o Xiaomi 17T conseguiu fazer ótimas fotos com a grande-angular e a ultrawide. As cores são equilibradas e vivas, com boa nitidez e detalhes de texturas. O pós-processamento de imagem também se mostrou eficaz, sem estourar os realces nas fotos.

O efeito bokeh do modo retrato também é agradável, com boa dosagem nos desfoques. Além disso, a estabilização óptica de imagem (OIS) da grande-angular e teleobjetiva dá mais firmeza na hora das capturas e evita tremedeiras.

Foto com a teleobjetiva 5x do Xiaomi 17T
Foto tirada com a Foto com a teleobjetiva 5x (50 MP, f/3.0) do Xiaomi 17T (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
Captura ultrawide realizada com o Xiaomi 17T
Captura com a lente ultrawide (12 MP, f/2.2) realizada com o Xiaomi 17T(Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

É claro que a lente teleobjetiva merece um destaque à parte. Com o zoom óptico nativo de 5x, consegui registrar paisagens e objetos bem distantes com nitidez impressionante e detalhes expressivos. Quem vê somente a foto final talvez não consiga dizer que estava a 100 metros (ou mais) de distância da cena.

O zoom óptico de qualidade 10x — reforçando que não é um zoom óptico nativo de 10x — também merece uma menção honrosa. Ele deixa as cores mais saturadas que o normal, mas consegue preservar texturas e outros detalhes.

Em contrapartida, o zoom digital de até 120x (assistido por inteligência artificial) ficou bem abaixo do esperado. Nem mesmo a estabilização óptica de imagem conseguiu deixar as capturas mais estáveis, e as fotos ficaram bastante pixeladas.

Foto de um passarinho em um galho com a teleobjetiva 5x do Xiaomi 17T
Passarinho na árvore registrado com a teleobjetiva 5x do Xiaomi 17T (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
Capturas com a grande-angular em 1x do Xiaomi 17T
Fotos tiradas com a grande-angular (modo 1x) do Xiaomi 17T (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
Capturas no modo 10x com a teleobjetiva do Xiaomi 17T
Fotos tiradas com a teleobjetiva (modo 10x) do Xiaomi 17T(Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Os registros noturnos também se saíram bem, mas as capturas com a teleobjetiva apresentaram leves ruídos. Um ponto positivo é que a câmera de selfie consegue detectar a luz ambiente e ativa automaticamente um preenchimento de luz ao abrir a câmera de noite.

Foto noturna com o Xiaomi 17T
Foto noturna com a grande-angular do Xiaomi 17T (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Nas filmagens, as gravações se mantiveram estáveis, com boa fluidez e cores vivas. Mas infelizmente não há suporte para filmagens em 8K: a câmera traseira é limitada a gravações em 4K a 60 fps, enquanto a frontal pode gravar em até 4K a 30 fps.

Foto tirada com o modo Leica Live Moments
Leica Live Moments permite escolher o frame certo para a foto (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Uma novidade bem-vinda foi o recurso Leica Live Moments, que transforma as fotos em pequenos vídeos para que você escolha o frame ideal. A função é bastante similar ao Live Photos do iPhone, e é indicada principalmente para capturas em movimento.

E não menos importante, é preciso reforçar que o Xiaomi 17T consegue fazer fotos no modo macro, a partir da teleobjetiva. Algumas fotos saíram boas, mas em outras, foi difícil focar o objeto em destaque e o efeito bokeh acabou invadindo a área de foco.

Foto no modo Macro com o Xiaomi 17T
Captura no modo macro com a teleobjetiva do Xiaomi 17T (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Bom desempenho em jogos e multitarefas

O desempenho do Xiaomi 17T também é sólido. Para isso, o celular combina o processador MediaTek Dimensity 8500-Ultra (4 nm) com a GPU Mali-G720 MC8 e 12 GB de memória RAM LPDDR5X. A versão testada também era equipada com 512 GB de armazenamento no padrão UFS 4.1.

Tela do Xiaomi 17T no CPU-Z
Especificações do Xiaomi 17T no app CPU-Z (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

O System-on-a-Chip (SoC) é o mesmo visto no Poco X8 Pro — que já foi analisado pelo Tecnoblog. Ele consegue lidar tranquilamente com tarefas mais leves (como navegação nas redes sociais) ou mais pesadas, a exemplo de edições e jogos.

Aliás, não notei travamentos durante o uso mesmo com diversas aplicações abertas simultaneamente. O processador também suportou jogos como Genshin Impact e Call of Duty: Mobile com gráficos no máximo e taxa de atualização em 120 Hz, sem maiores problemas.

Jogando CoD com o Xiaomi 17T
Gameplay de Call of Duty: Mobile foi lisa no Xiaomi 17T (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Para ilustrar o desempenho observado em números, fizemos testes de CPU e GPU com o Geekbench 6. E os resultados foram:

  • 1.725 pontos no single-core
  • 6.722 pontos em multi-core
  • 14.863 pontos no teste Vulkan

Os números equiparam o Xiaomi 17T a níveis próximos do Galaxy S23 (1.870 pontos de single-core) e Galaxy S24 Ultra (15.085 pontos no teste Vulkan) em CPU e GPU, respectivamente.

Xiaomi 17T no Geekbench 6
Pontuações do Xiaomi 17T nos testes com o Geekbench 6 (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Outro ponto positivo foi a estabilidade da temperatura em tarefas intensivas. E isso pode ser fruto do sistema de resfriamento Xiaomi 3D IceLoop que, aliado ao gel de alta condutividade térmica, promete resfriamento eficaz sem comprometer a performance.

Sistemas e recursos: por que tantos apps, Xiaomi?

O smartphone roda sob o sistema operacional HyperOS 3, baseado no Android 16. Ele é simples e bem intuitivo. Logo, você não vai levar muito tempo para se adaptar caso esteja acostumado com o Android puro ou interfaces de outras marcas, como a One UI, por exemplo.

Ainda nesse tema, a Xiaomi prometeu atualizações para quatro gerações do Android e seis anos de update para segurança.

Xiaomi 17T roda no sistema da Xiaomi baseado em Android (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Assim como os concorrentes de mercado, o Xiaomi 17T chega com diversos recursos de inteligência artificial, agrupados no ecossistema Xiaomi HyperAI.

Os resultados de tradução e edição de imagens foram eficazes, mostrando que a Xiaomi também está de olho em avanços dos recursos de IA. Fora isso, você também pode traduzir e otimizar textos e até mesmo melhorar esboços de desenho em poucos toques na tela.

O celular ainda traz suporte para o Hyper Island (similar ao Dynamic Island do iPhone), um widget interativo que expande ao redor da câmera de selfie. A função facilita a visualização de notificações e comandos rápidos (como trocar de música), sendo uma função útil no dia a dia.

HyperIsland no Xiaomi 17T
Hyper Island traz dinamismo às notificações e habilita comandos rápidos com um toque (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Mas como padrão dos smartphones da marca, a quantidade de aplicativos pré-instalados pode incomodar a experiência no Xiaomi 17T. É claro que gerenciar os apps desejados vai solucionar isso, mas a marca talvez deveria considerar um sistema mais limpo desde o começo.

Bateria que pode durar mais de um dia

Felizmente, a Xiaomi otimizou a bateria do mais novo membro da linha T: se o Xiaomi 15T trazia uma bateria de 5.500 mAh, o Xiaomi 17T é alimentado por uma bateria Si-C de 6.500 mAh. Em números frios, essa melhoria é traduzida em 1.000 mAh a mais de capacidade.

Na prática, essa otimização permitiu que a bateria durasse quase 48 horas — 46 horas, 26 minutos e seis segundos para ser mais exato.

Eu retirei o aparelho da tomada por volta das 23 horas de um sábado. No domingo e na segunda-feira, saí para fazer os testes com câmera, joguei, vi uns jogos da Copa, entrei nas redes sociais e só fui recarregar o celular de novo às 17h da segunda, quando a bateria estava em 1%.

Claro que não foi um uso intenso ininterrupto. Mas deu pra ver que a bateria do Xiaomi 17T pode aguentar tranquilamente a rotina do dia a dia longe das tomadas.

Tela mostrando o histórico de uso de bateria no Xiaomi 17T
Bateria do Xiaomi 17T suportou bem ao teste de autonomia (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Ainda falando sobre bateria, vale mencionar que o celular suporta carregamento rápido de até 67 W (com tecnologia Hyper Charge) e levou 55 minutos para uma recarga de 1% a 100%.

Não que seja uma limitação baixa de potência, mas outros celulares da marca suportam recargas de 90 W (como o Poco X7 Pro) e 100 W (a exemplo do Xiaomi 17). E eu esperava algo próximo a esses níveis de carregamento.

Outra má notícia é que o celular não suporta carregamento sem fio, recurso que chegou apenas à versão Pro. Em compensação, ele é compatível com carregamento reverso (cabeado) de até 22,5 W, e consegue recarregar outros dispositivos.

Conectividade com outros celulares ou PCs

O Xiaomi 17T é compatível com a tecnologia NFC, chips nano SIM ou eSIM, Bluetooth 6.0 e ainda traz sensor infravermelho. Ele também suporta 5G, Wi-Fi 6E, e vem com Wi-Fi Direct e tecnologia 2×2 MIMO para melhorar o envio e recebimento de dados.

O diferencial fica na conta do Xiaomi HyperConnect, que usa Wi-Fi e Bluetooth para conectar o Xiaomi 17T a dispositivos próximos. Com isso, você pode usar o celular para transmitir tela em outros aparelhos (incluindo iPhone e Mac), redirecionar chamadas e transferir arquivos.

Sistema de interconectividade do Xiaomi 17T
Interconectividade da Xiaomi facilita a conexão do Xiaomi 17T com outros dispositivos (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Uma função útil especialmente para quem usa vários aparelhos eletrônicos ao mesmo tempo e precisa de uma conexão facilitada entre eles.

Vale a pena comprar o Xiaomi 17T?

O Xiaomi 17T é um ótimo smartphone, com bom poder de processamento, câmeras avançadas, e bateria com capacidade para durar horas longe da tomada. Vale a pena comprar o celular, mas talvez não pelo preço de lançamento de R$ 8.699,99, que é considerado “salgado”.

Vale lembrar que o Xiaomi 15T chegou ao mercado brasileiro custando R$ 7.499,99, ou seja, R$ 1,2 mil a menos que o seu sucessor. Hoje, o 15T já pode ser encontrado entre R$ 4 mil e R$ 5 mil, uma faixa de preço em que o 17T se enquadra melhor.

Portanto, o cenário ideal seria aguardar até que os preços baixem um pouco mais. Se isso acontecer, o Xiaomi 17T certamente deve ser considerado, ainda mais se você preza por fotos de alta qualidade.

Frontal do Xiaomi 17T
Xiaomi 17T chegou ao Brasil com preço de lançamento de R$ 8.699,99 (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Se aguardar uma possível queda de preços não for uma opção, vale considerar o Poco X8 Pro. O smartphone tem câmeras inferiores, mas usa o mesmo processador Dimensity Ultra-8500 do 17T. E está custando bem menos, saindo por pouco mais de R$ 2 mil.

Outra alternativa é apostar no Galaxy S26 Ultra, o topo de linha da Samsung. Ele tem mais poder de processamento, conta com câmeras de altíssima qualidade, e custa cerca de R$ 8.800 (valor próximo ao preço de lançamento do Xiaomi 17T).

Por falar em preços, não deixe de acompanhar os Achados do TB diariamente para encontrar celulares ou outros dispositivos com as melhores ofertas. Quem sabe o Xiaomi 17T não aparece por lá?

Mas me diga você: o que achou do Xiaomi 17T? Gostou dos recursos ou sentiu falta de alguma função? Deixe sua opinião na Comunidade do Tecnoblog!

Review do Xiaomi 17T: câmera que enxerga mais longe

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Kit de câmeras Leica e desempenho avançado são alguns destaques do Xiaomi 17T, mas o sistema de áudio do celular deixa a desejar

Xiaomi 17T traz boas especificações, mas preço de lançamento está “salgado” (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

(Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

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(Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

(Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Galaxy Buds 3 despenca de preço para quem busca fones de ouvido com ANC

25 de Junho de 2026, 17:50
R$ 1.699,0060% OFF

Prós
  • Cancelamento ativo de ruído (ANC)
  • Conexão multiponto
  • Áudio 360 e equalizador automático
  • Certificação IP57
  • Bluetooth 5.4
Contras
  • Necessário celular Galaxy para total experiência
  • Não possui som ambiente
PIX Cupom
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

Os Galaxy Buds 3 estão em promoção no Mercado Livre com desconto que alcança 60%. Para garantir o valor promocional, basta resgatar o cupom OFERTAPARAVC que o gadget sai por apenas R$ 674,10 no Pix. Os fones de ouvido da Samsung prometem elevada reprodução de áudio aliada a integração de inteligência artificial.

Galaxy Buds 3 traz cancelamento de ruído e áudio Hi-Fi

Galaxy Buds 3 em mãos, visto em estúdio com fundo de estantes e iluminação azul
Galaxy Buds 3 dentro da case com tampa transparente (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

O wearable vem equipado por seis microfones integrados (3 de cada lado) e drivers bidirecionais de 11 mm. O suporte a codecs avançados como o Samsung Seamless Codec de 24-bit entrega um áudio de alta fidelidade (Hi-Fi). A reprodução sonora por alto-falantes de uma via, proporcionam uma saída de som clara e frequências bem definidas.

Um destaque do Galaxy Buds 3 é a presença do Cancelamento Ativo de Ruído (ANC). O recurso possibilita o isolamento de ruídos externos do ambiente para entregar um áudio ‘limpo’. A presença do Galaxy AI traz outras funções interessantes como Equalizador Adaptativo e Intérprete em tempo real, que permite estabelecer diálogos com estrangeiros.

Em termos de autonomia, os fones prometem entregar autonomia total de até 30 horas de reprodução sem ANC e de um dia completo de uso com a função ativada, segundo a Samsung. Os fones em si possuem bateria de 48 mAh e o estojo de recarga de 515 mAh.

imagem de um fone de ouvido Samsung Galaxy Buds 3
Galaxy Buds 3 apresentam Sensor de Toque para controle de volume e músicas (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

O Buds 3 da Samsung também conta com áudio 360 que proporciona uma experiência de som tridimensional, simulando uma experiência de cinema. Além disso, a possibilidade de uso via comando de voz ativa a assistente virtual Bixby, que pode até ler as notificações do smartphone.

Já em conectividade, os fones tem compatibilidade ao recurso Auto Switch para transições rápidas entre dispositivos e conexão estável por meio de Bluetooth 5.4. Por fim, a presença da certificação IP57 assegura resistência até mesmo contra imersão temporária na água.

Aproveite esta oportunidade e garanta os fones de ouvido da Samsung com 60% de desconto. Os Galaxy Buds 3 estão em promoção por R$ 674,10 no Pix com o cupom OFERTAPARAVC no Mercado Livre.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Galaxy Buds 3 despenca de preço para quem busca fones de ouvido com ANC

(imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

(imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

iPhone 15 tem câmera ultra-angular e preço mais acessível com cupom

25 de Junho de 2026, 17:45
R$ 7.299,0048% OFF

Prós
  • Entrada USB-C para carregamento
  • Suporte ao Dynamic Island
  • Câmera principal de 48 MP
  • Painel Super Retina XDR OLED
  • Certificação IP68 contra água e poeira
Contras
  • Taxa de atualização de 60 Hz
  • Sem lente ultra-angular
  • Chip não suporta Apple Intelligence
PIX Cupom
R$ 200 OFF NA PáGINA R$ 3.798,86  Amazon
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O iPhone 15 está saindo por apenas R$ 3.798,86 no Pix aplicando o cupom de R$ 200 OFF na página do produto na Amazon. O celular da Apple com 48% de desconto (lançado por R$ 7.299) é uma opção acessível para quem quer comprar um iPhone que ainda vale a pena e não faz questão do Apple Intelligence.

iPhone 15 tem câmera dupla e modo Cinema

Se você procura um iPhone mais barato para tirar fotos e gravar vídeos, o iPhone 15 ainda pode ser uma boa opção de celular da Apple para comprar em 2026. Apesar de não ser um modelo recente, ele ainda entrega boas configurações, incluindo um conjunto de câmeras mais completo que o do iPhone 16e e iPhone 17e.

Enquanto os celulares da família “iPhone e” só contam com um sensor principal de 48 MP, o iPhone 15 traz duas câmeras na traseira: a principal de 48 MP e uma ultra-angular de 12 MP. O sensor ultrawide permite registros de cenários mais amplos, com ângulo de 120º. Além disso, o iPhone 15 suporta modo Cinema e modo Ação, ausentes nos outros modelos.

Em relação ao desempenho, a ficha técnica naturalmente volta alguns anos para o processador Apple A16 Bionic, acompanhado por uma RAM de 6 GB. Contudo, o hardware ainda entrega bom desempenho na multitarefa, apesar de não ser compatível com os recursos de IA do Apple Intelligence.

Dynamic Island no iPhone 15 (Imagem: Thássius Veloso / Tecnoblog)
Dynamic Island no iPhone 15 (Imagem: Thássius Veloso / Tecnoblog)

A tela é uma Super Retina OLED de 6,1 polegadas, que teve poucas mudanças nos últimos anos (o iPhone 17 foi o primeiro modelo de base com 120 Hz, mas ele ainda custa muito mais que o iPhone 15). Já a bateria tem 3.349 mAh de capacidade e garante até 20 horas de reprodução de vídeo, segundo a Apple.

Lembrando que o iPhone 15 de 128 GB em oferta sai por apenas R$ 3.798,86 no Pix aplicando o cupom de R$ 200 OFF na página. O desconto é de 48% na Amazon, fazendo o smartphone da Apple chegar a um valor bastante vantajoso pelo custo-benefício, mesmo frente a modelos mais atuais da marca.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

iPhone 15 tem câmera ultra-angular e preço mais acessível com cupom

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iPhone 15 com 48% OFF ainda acaba sendo dos melhores celulares da Apple em 2026 para quem busca preço baixo, câmeras versáteis e abre mão de IA

Dynamic Island no iPhone 15 (Imagem: Thássius Veloso / Tecnoblog)

Microsoft aumenta preço do Xbox e encerra vendas do console de 2 TB

25 de Junho de 2026, 16:18
Imagem mostra múltiplos consoles Xbox Series S brancos e um Xbox Series X preto, juntamente com seus respectivos controles sem fio, dispostos sobre um fundo verde brilhante. O Xbox Series X preto está no centro, em destaque, com um controle preto ao lado. O logo da Xbox é visível em cada console e controle. Na parte inferior direita, está o logotipo do "Tecnoblog".
Xbox Series X/S vão ficar mais caros (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Microsoft anunciou um aumento global nos preços dos consoles Xbox, com reajustes de até US$ 150 a partir de agosto.
  • O Xbox Series S de 512 GB passará a custar US$ 499 e o Xbox Series X, com leitor de disco, sairá por US$ 799.
  • Empresa também descontinuará o modelo de 2 TB.

A Microsoft anunciou nesta quinta-feira (25/06) um novo aumento global nos preços dos consoles Xbox. O reajuste começa a valer em 1º de agosto, com um acréscimo de US$ 100 nos modelos de 512 GB de armazenamento e de US$ 150 nas versões de 1 TB.

Em conversão direta pela cotação atual, os reajustes equivalem a cerca de R$ 519 e R$ 779, respectivamente. A Microsoft, porém, ainda não confirmou os preços no Brasil, de modo que os valores servem apenas como referência.

Além do aumento, a empresa decidiu descontinuar o modelo de 2 TB. A mudança ocorre menos de um ano após o último reajuste nos Estados Unidos, feito em outubro de 2025.

Com o reajuste, os preços sugeridos dos consoles Xbox ficam assim nos Estados Unidos, segundo o The Verge:

  • Xbox Series S de 512 GB: US$ 499,99
  • Xbox Series S de 1TB: US$ 599,99
  • Xbox Series X digital, sem leitor de disco: US$ 749,99
  • Xbox Series X com leitor de disco: US$ 799,99

Em comunicado, a Microsoft afirmou que passou os últimos meses negociando com fornecedores para tentar evitar o repasse ao consumidor, mas decidiu reajustar os preços por causa da alta nos custos de componentes.

O anúncio também coincide com o lançamento da pré-venda do GTA 6. O jogo deve movimentar a busca por Xbox e PlayStation 5 no mercado, já que é exclusivo de consoles e ainda não tem data para chegar aos PCs.

Crise de componentes afeta o preço

ilustração sobre memória UFS
Crise de chips de memória é culpada, mais uma vez, pelo aumento de preços (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A principal justificativa da Microsoft está nos custos de memória e armazenamento usados nos consoles. Segundo a empresa, os preços desses componentes subiram mais de 2,5 vezes e podem dobrar novamente até o segundo semestre de 2027.

A razão é a mesma pela qual a Apple também confirmou um novo reajuste hoje, assim como é, possivelmente, o motivo do aumento de preço do PlayStation 5, feito em março.

A alta pesa especialmente nos videogames porque consoles costumam ser vendidos com margens menores do que outros eletrônicos. Em alguns casos, a fabricante aceita ganhar pouco — ou até perder dinheiro — no hardware para compensar depois com jogos, serviços e assinaturas.

Para reduzir o impacto do aumento, a Microsoft diz que vai oferecer opções de financiamento sem juros em varejistas parceiros, como a Amazon nos Estados Unidos. A empresa também manterá a venda de consoles seminovos certificados, com desconto de até US$ 100 em relação ao preço sugerido na Microsoft Store.

Hardware segue em queda

Xbox fez 25 anos em 2026, com o anúncio de um console comemorativo (imagem: reprodução/Xbox)

O reajuste chega em um momento já difícil para o Xbox no varejo. No terceiro trimestre fiscal de 2026, encerrado em março, a receita com venda de consoles caiu 33% na comparação anual, segundo o balanço da Microsoft. A queda seguiu um recuo de 29% no primeiro trimestre, e de 32% no segundo.

Além disso, a divisão de games também sentiu o impacto: a receita total de jogos caiu 7%, enquanto conteúdo e serviços do Xbox recuaram 5%. Ainda assim, o Game Pass recebeu um reajuste para baixo em abril, quando ficou 36% mais barato.

Microsoft aumenta preço do Xbox e encerra vendas do console de 2 TB

Xbox Series X + Series S (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Entenda a importância do Armazenamento UFS para os dispositivos móveis modernos (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Windows 10: Microsoft dá mais um ano de suporte estendido

25 de Junho de 2026, 16:09
Monitor exibindo o Windows 10
Windows 10 ganha mais um ano de suporte estendido (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
Resumo
  • Microsoft estendeu programa Atualizações de Segurança Estendidas (ESU) para Windows 10 até outubro de 2027, uma ampliação de um ano;
  • programa ESU oferece atualizações de segurança para o Windows 10, que deixou de ter suporte em 14 de outubro de 2025;
  • consumidores já inscritos no ESU receberão atualizações de segurança até outubro de 2027, sem necessidade de ação adicional.

A Microsoft deixou de oferecer suporte ao Windows 10 em 14 de outubro de 2025. Porém, consumidores que se inscreveram no programa Atualizações de Segurança Estendidas (ESU) continuarão recebendo updates de segurança até outubro de 2026. Ou melhor, até outubro de 2027: sem fazer alarde, a Microsoft adicionou um ano de duração ao programa.

O suporte que era oferecido até outubro de 2025 permitia que o Windows 10 recebesse tanto atualizações funcionais (como novos aplicativos) quanto de segurança. Sem updates, o sistema operacional corre o risco de ficar vulnerável a ataques ou malwares com o passar do tempo.

Diante dessas circunstâncias, a recomendação da Microsoft é a de migrar para o Windows 11, que segue sendo suportado. Porém, esse processo pode ser oneroso ou complexo, tanto para organizações quanto para usuários domésticos.

É por isso que o ESU é oferecido. Trata-se de um programa que oferece atualizações de segurança para softwares que tiveram seu ciclo de suporte encerrado. A intenção da Microsoft, com a iniciativa, é dar mais tempo para que a migração seja feita.

Para usuários domésticos, as atualizações via ESU estavam limitadas a um ano de duração (para organizações, o limite padrão é de três anos). Bom, agora são dois anos. A Microsoft atualizou esta página de ajuda para adicionar essa informação:

O suporte para o Windows 10 terminou. Você pode se inscrever no ESU a qualquer momento até o término do programa em 12 de outubro de 2027. Se você já estiver inscrito, sua cobertura continuará automaticamente até essa data — nenhuma ação é necessária.

Caixa do assistente de ESU para Windows 10
Caixa do assistente de ESU para Windows 10 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Por que a Microsoft ampliou o suporte estendido ao Windows 10?

Não está claro. Mas uma possibilidade é a de que a atual escassez de chips de memória RAM e armazenamento tenha pesado para a decisão da Microsoft.

Esse cenário tem feito os preços de componentes e computadores aumentarem consideravelmente. Como, em muitos casos, a migração para o Windows 11 requer a compra de um PC novo, há quem esteja adiando a aquisição de uma máquina justamente por causa dos preços aumentados. Talvez a ampliação do ESU vise atender consumidores nessa situação.

Se você tem um computador com esse sistema e quer aproveitar o suporte estendido, veja como se inscrever no ESU do Windows 10. Para quem já está inscrito, o suporte até outubro de 2027 foi aplicado automaticamente, como a Microsoft deixou claro.

Mas vale reforçar: o ESU oferece apenas atualizações de segurança.

Windows 10: Microsoft dá mais um ano de suporte estendido

Windows 10: veja como ativar o suporte estendido da Microsoft (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Caixa do assistente de ESU para Windows 10 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Nubank não vai parar de contratar pessoas por causa da IA, diz diretora

25 de Junho de 2026, 16:08
Arte mostra uma mão segurando um cartão roxo com o logotipo do Nubank ao centro, em cor branca. O fundo da imagem é roxo. Na parte inferior direita, está o logotipo do "Tecnoblog".
Nubank e outros bancos brasileiros estão no Config 2026 (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Nubank não irá parar de contratar pessoas devido à IA, segundo Ellen Kiss, diretora do Centro de Excelência em Design do Nubank.
  • A empresa prioriza candidatos com conhecimento ou exposição às ferramentas de IA, tornando este um fator determinante nas contratações.
  • O Nubank utiliza o Figma para seu design system, NuDS, que padroniza as telas do aplicativo para seus mais de 118 milhões de clientes.

A discussão em torno do impacto da inteligência artificial no mercado de trabalho ganhou um novo elemento nesta semana: a diretora do Centro de Excelência em Design do Nubank, Ellen Kiss, disse que o conglomerado financeiro não fez layoffs por conta disso. Muito pelo contrário: manteve o ritmo já estabelecido de contratações, porém com uma mudança na forma de escolher os novos trabalhadores.

De acordo com a executiva, o Nubank passou a priorizar os candidatos que já possuam conhecimento ou algum nível de exposição às ferramentas de IA. O movimento está em linha com o adotado pela GM no mês passado. Ellen disse que este se tornou um fator determinante. Não custa lembrar: a empresa está inserida num setor bastante competitivo, em que foi pioneira, mas viu, nos últimos anos, os bancões avançarem no processo de digitalização.

Mulher sorrindo em evento no palco, usando microfone e recebendo aplausos; ao fundo, logo “nu”
Ellen Kiss é diretora do Centro de Excelência em Design do Nubank (imagem: divulgação)

Contraponto ao discurso de outras empresas

As falas de Ellen são um contraponto ao que temos ouvido em feiras e congressos voltados à tecnologia e inovação. Uma fonte contou durante o Web Summit Rio que as lideranças das grandes empresas brasileiras já fazem pressão para que os profissionais em nível gerencial cortem os funcionários júnior.

Ellen participou de um painel com jornalistas durante o Config, evento produzido pelo aplicativo Figma nos Estados Unidos. O Tecnoblog acompanha tudo de perto. Até agora, um dos destaques foi o anúncio de uma ferramenta de motion graphics que pode colocá-lo em rota de colisão com o After Effects.

Empresa agnóstica, mas com design system no Figma

O Nubank revelou que o Figma foi usado para construir o seu design system, chamado de o NuDS. Ele é usado para padronizar e tornar mais acessíveis as telas do aplicativo nos mais de 118 milhões de clientes do banco no Brasil, no México e na Colômbia.

Anatomia de telas previstas no sistema NuDS (imagem: divulgação)

Mais de 200 designers do Nubank trabalham na ferramenta nos três países. O sistema reúne mais de 100 componentes reutilizáveis, sustentando cerca de 320 mil linhas de código na plataforma.

Apesar de participar de um evento produzido pelo Figma, a executiva explicou que o banco adota uma abordagem “agnóstica” em relação à IA. Isso significa que, além do Figma, também utiliza outras ferramentas de mercado, como Cursor.

O jornalista Thássius Veloso viajou para os Estados Unidos a convite do Figma

Nubank não vai parar de contratar pessoas por causa da IA, diz diretora

Cartão do Nubank (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Anatomia de telas previstas no sistema NuDS (imagem: divulgação)

Anthropic acusa Alibaba de roubar dados do Claude

25 de Junho de 2026, 15:58
Recursos de “raciocínio de agente” do Claude foram o principal alvo (imagem: divulgação)
Resumo
  • Anthropic acusou o Alibaba de invadir seus servidores para extrair dados do Claude.
  • Em carta enviada ao Congresso dos EUA, a empresa afirma que o objetivo do ataque seria copiar as capacidades da IA para treinar rivais.
  • A invasão teria ocorrido entre 22 de abril e 5 de junho de 2026, com 25 mil contas falsas criadas para acessar os sistemas da Anthropic.

A Anthropic, startup norte-americana responsável pelo desenvolvimento do Claude, acusou formalmente a gigante chinesa Alibaba de invadir seus servidores para extrair dados. O objetivo da invasão seria copiar as capacidades da IA americana para treinar suas próprias ferramentas, processo que economizaria bilhões de dólares em pesquisa e desenvolvimento.

A denúncia foi detalhada em uma carta enviada ao Congresso dos Estados Unidos no dia 10 de junho de 2026. A CNBC obteve a carta, assinada pela chefe de políticas da Anthropic, Sarah Heck, que afirma que a operação ocorreu entre os dias 22 de abril e 5 de junho deste ano.

Durante esse período, operadores ligados à companhia chinesa e ao seu laboratório de pesquisa, que desenvolve o modelo de IA Qwen, teriam criado 25 mil contas para acessar os sistemas da Anthropic. Esses perfis falsos geraram mais de 28,8 milhões de interações com o Claude em pouco mais de um mês para extrair o máximo de informações sobre habilidades do modelo de linguagem, prática conhecida como “ataque de destilação”.

Vale lembrar que, no começo da semana passada, o governo dos EUA aplicou uma sanção contra o Fable 5 e o Mythos 5 da Anthropic, impedindo que esses modelos sejam acessados por qualquer cidadão estrangeiro, inclusive dentro do país. A decisão sem precedentes na indústria americana de IA teria sido motivada por segurança nacional, após os sistemas demonstrarem grande capacidade técnica.

O que é um ataque de destilação de IA?

Imagem da sede da Alibaba Group
Alibaba desenvolve a família de modelos de IA Qwen (imagem: reprodução/Free Malaysian Today)

Em termos simples, a destilação funciona como um atalho. Em vez de gastar anos e arcar com uma infraestrutura pesada para treinar um modelo do zero, uma empresa mal-intencionada utiliza as respostas e os dados processados por um outro modelo de ponta para “ensinar” o seu próprio sistema, que geralmente é menor e menos capaz.

De acordo com a CNBC, a campanha da Alibaba mirou o “raciocínio de agente” do Claude — a capacidade de agir de forma autônoma para resolver problemas.

Além disso, a empresa teria buscado extrair conhecimentos avançados de engenharia de software e execução de tarefas de longo prazo. A Anthropic classificou a manobra como “o maior ataque de destilação conhecido contra a empresa até o momento”.

Anthropic pede sanções contra países

Na prática, o laboratório concorrente estaria se apropriando de tecnologias americanas. Para combater a atividade, a Anthropic fez três exigências principais ao governo norte-americano.

  • Mecanismos para facilitar o compartilhamento de dados sobre ameaças;
  • O fim das brechas legais que ainda permitem a laboratórios chineses adquirir chips dos EUA;
  • Sanções rigorosas contra nações que patrocinam a violação.

O cenário não é um caso isolado. Em fevereiro deste ano, a própria criadora do Claude revelou campanhas semelhantes, que teriam sido coordenadas pelos laboratórios chineses DeepSeek, Moonshot e MiniMax. A concorrente OpenAI, dona do ChatGPT, também já havia denunciado laboratórios asiáticos por táticas parecidas no passado.

A pressão dessas invasões gerou consequências. Após suspender o acesso aos modelos Fable 5 e Mythos 5, o governo dos EUA decidiu manter a restrição sob a suspeita de que um grupo ligado à China teve acesso à tecnologia. Até o momento, não há previsão oficial para a retomada da comercialização desses sistemas de IA.

Anthropic acusa Alibaba de roubar dados do Claude

Assistente virtual Claude é produzido pela Anthropic (imagem: divulgação)

Guia de troféus e conquistas de The Witcher 3

25 de Junho de 2026, 15:06
The Witcher 3: Wild Hunt (Imagem: Divulgação/CD Projekt RED)

The Witcher 3: Wild Hunt é um RPG de mundo aberto lançado pela CD Projekt RED em maio de 2015 para PlayStation 4, Xbox One e PC (e posteriormente para os consoles de nova geração e Nintendo Switch).

Para desbloquear todos os troféus, é necessário que o jogador finalize a história principal, além de realizar contratos de monstros, missões secundárias e explorar pontos de interesse no mapa.

O jogo disponibiliza também 26 troféus extras divididos entre as DLCs Hearts of Stone e Blood and Wine.

Troféus e conquistas de The Witcher 3

A versão base de The Witcher 3 conta com 52 troféus e conquistas disponíveis. Jogadores de Playstation podem conseguir um troféu extra — a platina — ao completar todos os objetivos.

Troféu ou conquistaAção ou ocorrência
Lilás e groselhaEncontre Yennefer de Vengerberg
O carniceiro de BlavikenAssassine pelo menos cinco adversários em menos de dez segundos
Vamos Cozinhar!Aprenda 12 fórmulas de poções
Na raçaDerrote um adversário no corpo a corpo sem sofrer nenhum dano
ElegânciaMate cinco adversários sem sofrer nenhum dano (exceto toxicidade) e sem usar o Sinal Quen
Rato de bibliotecaLeia trinta livros, diários ou documentos variados
Terapeuta da famíliaEncontre a esposa e a filha do barão
Ameaça triplaMate 3 oponentes em uma luta usando 3 métodos diferentes (espadas, bombas, bestas, Sinais, etc.
Amizade coloridaConclua a trama secundária da Keira Metz
A plenos pulmõesConclua o contrato do berrante
Carga explosivaColete a fórmula para 6 tipos de bomba diferentes
Amigo é para essas coisasEncontre e liberte Dandelion
Complô contra a naturezaMate cinquenta adversários usando o ambiente (por exemplo, com gás do pântano, insetos ou objetos)
NecromanteAjude Yennefer a extrair informações do corpo de Skjall
Dois é demaisResolva o problema do dúplice de Novigrad
MutantePreencha todos espaços de mutagênicos
Algo maisEncontre Ciri
RealezaConclua a trama secundária da escolha do monarca de Skellige
Bomba, bomba, olha a bomba!Destrua dez ninhos de monstros usando as bombas
AndarilhoDescubra 100 pontos de viagem rápida
MarioneteVisite Tir ná Lia e convença Ge’els a trair Eredin
Que gracinha!Atinja o nível do personagem 35
O rei está mortoDerrote Eredin
Passou no TesteConclua o jogo em qualquer dificuldade
O caça-vampirosConclua o contrato de Sarasti
Do pó ao póConclua o contrato de Therazane
RapaziadaTraga todos seus possíveis aliados para Kaer Morhen para a batalha contra a Caçada
Amizade doloridaConclua o contrato de Morvudd
EncrenqueiroDerrote Olaf, o campeão de combate sem armas de Skellige
Geralt e Cia.Vença uma partida de gwent usando apenas cartas neutras
RegicidaParticipe do assassinato do rei Radovid
Encrenqueiro de primeiraComplete todas as missões de luta corpo a corpo em Velen, Skellige e Novigrad
Armado e perigosoEncontre e equipe todos os elementos de um conjunto de equipamentos de bruxo
Apostar tudoUse três cartas de heróis em uma partida de gwent e ganhe o jogo
Espírito do bosqueConclua o contrato do espírito do bosque
O que é justo, é justoMate dois monstros de um contrato sem usar sinais, poções, mutagênicos, óleos ou bombas
Geralt: bruxo profissionalConclua todos os contratos de bruxos
A todo gásGanhe todas as corridas de cavalo do jogo
Mestre do gwentDerrote Tybalt e vença o torneio de gwent no Passiflora
DedetizaçãoDestrua todos os ninhos de monstros na região de Velen / Novigrad, ou em Skellige
Treinado em Kaer MorhenContra-ataque dez vezes seguidas sem ser atingido nem bloquear
Poder para dar e venderTenha todos os bônus de Locais de Poder ativos ao mesmo tempo
Pode isso, Arnaldo?Ataque, contra-ataque, lance um sinal e jogue uma bomba em menos de 4 segundos — em qualquer ordem
Superou o DesafioTermine o jogo no nível de dificuldade “Sangue e Glória!” ou “Marcha da Morte!”
DendrólogoConquiste todas as habilidades de um diagrama
O inimigo do meu inimigoUse o Sinal Axii para forçar um adversário a matar outro. Repita 20 vezes
Maldade pouca é bobagem…Faça o gás produzido pelo sonho do dragão pegar fogo com um adversário em chamas. Repita dez vezes
Colecionador de cartasAdquira todas as cartas de gwent disponíveis na versão base do jogo
ExageroFaça um adversário sofrer sangramento, envenenamento e queimaduras ao mesmo tempo. Repita dez vezes
Seguiu o CaminhoTermine o jogo no nível de dificuldade “Marcha da Morte!”
Sai de baixoAssassine dez adversários derrubando-os de um lugar alto com o Sinal Aard
Atirador de eliteMate 50 oponentes humanoides acertando-os na cabeça com um virote de besta
O limite das possibilidades (Exclusivo Playstation)Colete todos os troféus
The Witcher 3: DLC Hearts of Stone (Imagem: Divulgação/CD Projekt RED)

Troféus e conquistas da DLC Hearts of Stone de The Witcher 3

Hearts of Stone adiciona 13 troféus extras a The Witcher 3. A DLC foi a primeira expansão de conteúdo que o game recebeu, lançada oficialmente em outubro de 2015.

Troféu ou conquistaAção ou ocorrência
Não vou beijar issoMate o príncipe transformado em sapo
Pacta Sunt ServandaTermine a expansão “Hearts of Stone”
Mó estiloso, mano!Escorregue ladeira abaixo ininterruptamente por 10 segundos
Curador de pesadelosRecrie todos os pesadelos de Iris no Mundo Pintado
Que os bons tempos continuem!Participe em todas as atividades do casamento
Viciado em comprasCompre todos os itens leiloados na casa de leilão dos Borsodis
Rosa selvagem sem espinhosDerrote todos os cavaleiros decaídos e saqueie seus acampamentos
Mandou verVença uma partida de gwent com uma força total de, pelo menos, 187
BovinocidaMate 20 vacas
Posso largar quando quiserEsteja sob o efeito de sete poções ou elixires ao mesmo tempo
Retornar ao remetenteMate 3 oponentes com suas próprias flechas
Quando são muitos contra um…Provoque todos os pesadelos de Iris von Everec, lute contra todos ao mesmo tempo e os derrote
Vestia ofieri bem antes de estar na modaColete todas as armaduras e equipamentos ofieri para cavalo, e pelo menos uma espada ofieri
The Witcher 3: DLC Blood and Wine (Imagem: Divulgação/CD Projekt RED)

Troféus e conquistas da DLC Blood and Wine de The Witcher 3

A DLC Blood and Wine adiciona outros 13 troféus extras ao jogo. A expansão foi lançada pela CD Projekt RED em maio de 2016.

Troféu ou conquistaAção ou ocorrência
O bruxo está à soltaViaje ao ducado de Toussaint
A arma “B”Desenvolva uma mutação
O último grande heróiSeja condecorado com a Ordem de Vitis Vinifera
Brincando de casinhaUse todas as opções disponíveis para desenvolver Corvo Bianco
A encarnação das cinco virtudesReceba Aerondight da Dama do Lago
Campeão dos campeõesObtenha uma vitória impecável em todas as competições durante o torneio dos cavaleiros
Colhendo as vinhas da iraAjude a unir os vinhedos em guerra e tenha um vinho batizado em sua homenagem
Não deixar pedra sobre pedraEncontre todos os diagramas de grão-mestre de cada escola de bruxo
Vestido para matarDesbloqueie o bônus por equipar todos os elementos do equipamento de bruxo de uma Escola
Quanto mais gwent melhorColete todas as cartas do baralho de Skellige
Davi e GolyatMate Golyat com um virote de besta no olho
Freguês do xadrezCumpra pena em Toussaint
Hasta la Vista™Mate um adversário congelado com um virote de besta

Quanto tempo leva para platinar The Witcher 3?

São necessárias 168 horas de jogo, em média, para platinar The Witcher 3, de acordo com o HowLongToBeat. É possível completar 100% das DLCs Hearts of Stone e Blood and Wine com 18h e 40 horas de campanha, respectivamente.

Guia de troféus e conquistas de The Witcher 3

The Witcher 3: Wild Hunt (Imagem: Divulgação/CD Projekt RED)

The Witcher 3: Hearts of Stone (Imagem: Divulgação/CD Projekt RED)

The Witcher 3: DLC Blood and Wine (Imagem: Divulgação/CD Projekt RED)

Demanda por memória faz Micron superar Tesla e Meta em valor de mercado

25 de Junho de 2026, 15:00
Estande da Micron
Demanda por memória faz Micron superar Tesla e Meta em valor de mercado (imagem: reprodução/Micron)
Resumo
  • Micron Technology alcançou valor de mercado de US$ 1,398 trilhão, superando Meta Tesla por um breve momento;
  • empresa é uma das maiores fabricantes de semicondutores do mundo, sendo especializada em memórias RAM e módulos de armazenamento Flash;
  • companhia registrou crescimento acelerado e atingiu patamar histórico em decorrência da alta procura por memórias para IA.

A demanda por chips de memória segue em níveis estratosféricos, tanto que esse cenário ajudou a Micron Technology a alcançar, nesta quinta-feira (25/06), um valor de mercado superior ao das líderes Testa e Meta. Falamos de um montante que bateu US$ 1,398 trilhão, algo próximo de R$ 7,26 trilhões na conversão direta.

Isso foi efeito de uma valorização de 18,4% nas ações da Micron, de acordo com a Reuters. Quando o US$ 1,398 trilhão foi alcançado, a Meta tinha valor de mercado de US$ 1,392 trilhão, sendo, portanto, superada. Por um breve momento, a Tesla também foi superada, mas voltou rapidamente a assumir a liderança do ranking.

Quando esta nota foi publicada, o valor de mercado da Micron tinha recuado para US$ 1,37 trilhão, com a Meta estando com US$ 1,393 trilhão e, a Tesla, com US$ 1,4 trilhão. Apesar de já ter deixado a liderança, o desempenho da Micron é notável.

Por que a Micron ganhou tanto valor de mercado?

A Micron é uma das maiores empresas de semicondutores do mundo, sendo especializada em memórias RAM e módulos de armazenamento Flash, dois segmentos de produtos que estão com demandas elevadas no mercado em razão do crescimento acelerado de aplicações de inteligência artificial que, como tal, exigem ampliação ou construção de data centers.

Ilustração de um armazenamento USF 4.1
Módulo de memória UFS da Micron (imagem: reprodução/Micron)

Se a demanda aumenta de modo expressivo, os preços acompanham esse movimento. Isso explica a procura crescente pelas ações da Micron. No momento da publicação desta notícia, cada ação da empresa estava sendo negociada a US$ 1.225 na Nasdaq.

Pesa a favor do bom momento da companhia (e a desfavor dos clientes) as estimativas sobre o cenário de escassez de chips de memória ter duração de longo prazo. No início do ano, a própria Micron previu que a demanda agressiva por memória durará pelo menos até 2028.

Mais uma prova da boa fase da companhia: o valor de mercado de quase US$ 1,4 trilhão veio apenas um mês depois de a Micron ter atingido a marca de US$ 1 trilhão na mesma medição.

Demanda por memória faz Micron superar Tesla e Meta em valor de mercado

Demanda por memória faz Micron superar Tesla e Meta em valor de mercado (imagem: reprodução/Micron)

(imagem: Reprodução/Micron)

Google libera troca de endereço do Gmail no Brasil

25 de Junho de 2026, 14:54
Ilustração com envelope colorido, logotipo do Gmail do Google. Na parte inferior direita, o logo do "tecnoblog" é visível.
Gmail agora permite troca de endereço no Brasil (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Google liberou no Brasil a opção de mudar o endereço principal do Gmail sem criar uma nova conta.
  • Mudança permite que o usuário troque o nome antes do @gmail.com e mantenha os dados da conta.
  • O endereço antigo continua funcionando como um endereço alternativo vinculado à conta do Google.

O Google começou a liberar no Brasil a opção de mudar o endereço principal do Gmail sem precisar criar uma nova conta. Com o recurso, o usuário pode trocar o nome que aparece antes do @gmail.com, mantendo a mesma Conta do Google, os dados dela e o histórico de uso.

A novidade pode ser útil para quem criou um e-mail antigo, quer corrigir um nome pouco profissional ou precisa atualizar a conta sem refazer cadastros do zero. Antes, a alternativa mais comum era criar outro Gmail e migrar manualmente contatos, serviços e assinaturas.

O recurso havia sido anunciado no final de março, inicialmente nos Estados Unidos, e agora aparece para contas no Brasil.

Mensagem enviada pelo Google aos usuários informando possibilidade de mudança do endereço de e-mail
Gmail já permite alteração de e-mail da Conta do Google (imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Como mudar o endereço do Gmail?

A alteração pode ser feita pelas configurações da Conta do Google no aplicativo do Gmail:

  1. Abra o app do Gmail e toque no ícone de perfil;
  2. Selecione “Gerenciar sua Conta do Google”;
  3. Acesse a aba “Informações pessoais”;
  4. Entre em “E-mail”;
  5. Clique em “E-mail da Conta do Google”;
  6. Toque em “Alterar o e-mail da Conta do Google”;
  7. Digite o novo endereço desejado.

Endereço antigo continua funcionando

Arte mostra um padrão repetitivo de logotipos do Gmail em tons de cinza claro, que preenche um fundo cor-de-rosa pálido. No centro, destaca-se um logotipo do Gmail colorido, com abas em vermelho, azul, verde e amarelo, posicionado ligeiramente para a frente. No canto inferior direito da imagem, há a marca d'água "tecnoblog".
Endereço antigo continuará valendo para receber e enviar mensagens (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A troca não apaga o endereço anterior, que continuará funcionando como um endereço anternativo vinculado à conta do Google. Ou seja, mensagens enviadas para o Gmail antigo ainda chegam à mesma caixa de entrada.

Dessa forma, caso o endereço antigo esteja vinculado em redes sociais e outros serviços, e-mails de verificação, mensagens promocionais e outras mensagens devem continuar chegando. Importante frisar que, nesses casos, o usuário precisará atualizar manualmente as credenciais de login em cada site, app e serviço que usam o Gmail antigo.

O endereço antigo pode ser usado como opção de recuperação da conta em caso de perda de senha ou bloqueio de acesso, e o usuário também poderá continuar enviando e-mails pelo endereço anterior, se quiser.

Google impõe limites para a troca

A mudança de endereço, no entanto, não poderá ser feita sem algumas restrições:

  • Cada usuário só poderá escolher um novo endereço a cada 12 meses.
  • Haverá um limite de três novos nomes de usuário por conta ao longo do tempo.
  • É possível voltar ao endereço anterior, em caso de arrependimento, mas a reversão bloqueia a escolha de um novo e-mail por 30 dias.
  • O nome antigo não ficará disponível para criar uma nova Conta do Google. Ele permanece reservado e vinculado ao titular original.

Google libera troca de endereço do Gmail no Brasil

Gmail (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Logo do Gmail (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Motorola Edge 70 (256 GB) despenca 59% em oferta histórica na Amazon

25 de Junho de 2026, 14:34

Prós
  • Apenas 5,99 mm de espessura
  • Todas as câmeras de 50 MP
  • Tela POLED de 6,7″ com 120 Hz
  • Bateria dura até 38 horas
Contras
  • Sem lente teleobjetiva
PIX Cupom
R$ 1.000 OFF NA PáGINA R$ 1.866,50  Amazon
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O Motorola Edge 70 5G de 256 GB está saindo por apenas R$ 1.866,50 no Pix aplicando o cupom de R$ 1.000 OFF que aparece na página na Amazon. A promoção é a melhor já vista pelo smartphone da Motorola, representando uma redução de 59% sobre o preço inicial de R$ 4.499.

Dentre os principais destaques da ficha técnica, estão o processador da Qualcomm, a tela POLED brilhante e fluida, e as três câmeras de 50 MP.

Motorola Edge 70 tem chip Snapdragon e 3 câmeras de 50 MP

Mão segurando o Motorola Edge 70 com a tela inicial mostrando horário e notificações
Motorola Edge 70 (Foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

O processador Snapdragon 7 Gen 4, aliado à RAM de 8 GB expansível até 24 GB via tecnologia de RAM Boost, garante boa fluidez durante a multitarefa e executa aplicativos e jogos com estabilidade. O armazenamento UFS 3.1 acelera a abertura dos apps e reduz o tempo de carregamento, contribuindo para uma experiência de uso mais ágil.

O conjunto de câmeras do celular reúne sensor principal de 50 MP com estabilização óptica e ultrawide de 50 MP com campo de visão de 120°. Assim, o smartphone é capaz de entregar versatilidade e boas imagens e vídeos para edição e impressão. Já a câmera frontal de 50 MP permite registrar selfies detalhadas e gravar vídeos em até 4K.

A tela POLED de 6,7 polegadas combina taxa de atualização de 120 Hz com brilho de até 4.500 nits. O resultado é uma navegação mais fluida e melhor visibilidade em ambientes externos, além de favorecer a reprodução de vídeos e jogos com imagens mais nítidas e cores intensas.

Motorola Edge 70 sendo visto lateralmente e segurado por uma mão com um relógio no pulso
Motorola Edge 70 (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

O Edge 70 5G (por R$ 1.866,50 com o cupom na página na oferta histórica) oferece suporte a Wi-Fi 6E, Bluetooth 5.4, NFC e redes 5G, garantindo compatibilidade com padrões atuais de conectividade. O celular sai de fábrica com Android 16 e receberá três atualizações de sistema operacional, segundo a política padrão da empresa.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Motorola Edge 70 (256 GB) despenca 59% em oferta histórica na Amazon

Motorola Edge 70 (Foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog

Melhor iPad em 2026: qual modelo comprar?

25 de Junho de 2026, 14:29
Tablet Apple iPad mostrando a tela inicial com apps e widgets, em uma mesa com iluminação azul
iPad Air é o modelo intermediário da Apple (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)

Definir qual o melhor iPad exige analisar as especificações técnicas de cada versão. É importante verificar o modelo do processador (linhas A ou M), a compatibilidade com as versões do Apple Pencil e o suporte aos recursos de inteligência artificial da marca, fatores que determinam a vida útil do dispositivo.

  • Melhor escolha 1
    iPad Air (M4, 2026)
    Desempenho excepcional com chip M4 e 12 GB de RAM, tela Liquid Retina imersiva, conectividade Wi-Fi 7 e gravação em 4K.
  • 2
    iPad (A16) 128 GB
    Aproveite a tela generosa de 11 polegadas, design elegante e custo acessível.
  • 3
    iPad Pro (M5, 2025)
    Tela OLED de alto brilho, chip M5 para inteligência artificial, taxa de 120 Hz e conexão Thunderbolt 4.
  • 4
    iPad Mini (A17 Pro, 2024)
    Leve e potente, ideal para jogos e criatividade com Apple Pencil Pro e gravação em 4K.
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Se você precisa de um tablet para edição de vídeo, renderização ou projetos gráficos deve focar no iPad Pro. Já quem busca um aparelho para leitura, anotações de estudo e navegação pode achar o iPad 11 e o iPad Air ideais, pelo melhor custo-benefício.

A seguir, o Tecnoblog detalha os principais modelos de iPad do mercado, apresentando os prós e contras de cada um deles. Confira a lista antes de decidir qual atende às suas necessidades.

iPad Air (M4, 2026): melhor custo-benefício


Prós
  • Alto desempenho com chip M4
  • Tela Liquid Retina (11″ ou 13″)
  • Suporta Apple Pencil Pro e Magic Keyboard
  • Suporta Apple Intelligence
  • Suporta Stage Manager
  • Suporta monitor externo independente
  • Suporta monitor externo até 6K
  • Wi-Fi 7
Contras
  • Tela com taxa de atualização de 60 Hz
  • Sem tela OLED
  • Sistema de áudio inferior ao iPad Pro
  • Acessórios vendidos separadamente
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O iPad Air lançado em 2026 é a opção intermediária da Apple e tem o melhor custo-benefício em 2026. Equipado com o chip M4, o mesmo dos MacBook Air e iPad Pro anteriores, ele apresenta uma folga considerável de processamento em relação ao modelo de entrada (iPad 11).

Na prática, o hardware executa edições de vídeo e multitarefas pesadas sem travamentos, sendo ideal para estudantes e criadores de conteúdo.

O iPad Air tem opções de tela de 11 e 13 polegadas com tecnologia Liquid Retina, mantendo a taxa de atualização em 60 Hz, servindo como alternativa para quem precisa de potência sem pagar o preço da linha Pro.

iPad 11 (A16 Bionic, 2025): o menor preço


Prós
  • Tela grande (11″)
  • Design moderno
  • Suporta Magic Keyboard Folio
  • Câmera frontal boa para videochamadas
  • USB-C
  • Preço mais acessível
Contras
  • Tela de 60 Hz
  • Processamento mais modesto
  • Sem Apple Intelligence
  • Sem Apple Pencil Pro
  • Sem monitor externo independente (apenas espelhamento)
  • Sem Stage Manager
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O iPad 11 é um tablet de entrada da Apple lançado em 2025, indicado para quem busca uma opção com preço acessível. Seu destaque vai para a tela grande de 11 polegadas, confortável para leitura e escrita, e para o design moderno, com opções variadas de cores.

A compatibilidade com o Apple Pencil é limitada à primeira geração e ao Apple Pencil (USB-C) — ambos vendidos separadamente.

Além disso, o modelo traz um chip A16 Bionic, o mesmo presente nos iPhones 14 Pro, 14 Pro Max, 15 e 15 Plus, e por isso não é compatível com o Apple Intelligence, a suíte de IA da Apple. Ainda assim, o iPad 11 deve rodar de forma fluida aplicativos de redes sociais, streaming e produtividade.

iPad Pro (M5, 2025): para substituir o desktop


Prós
  • Tela Ultra Retina XDR OLED
  • 120 Hz ProMotion
  • Chip M5 focado em IA
  • Taxa de atualização até 120 Hz
  • Porta USB-C (Thunderbolt 4)
  • Compatível com Stage Manager
  • Monitor externo independente
  • Compatível com monitores até 6K
Contras
  • Preço mais alto
  • iPadOS limita o aproveitamento do hardware
  • Acessórios vendidos separadamente
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O iPad Pro (2025) é voltado ao público profissional, com o processador M5 — o chip mais potente da Apple. Ele é capaz de renderização 3D, edição de vídeo e desenvolvimento de software. Desse modo, o tablet pode funcionar como um substituto para o seu desktop.

Todos os modelos de Apple Pencil funcionam com o iPad Pro, e o dispositivo também é compatível com monitores externos 4K, 5K e 6K. Além disso, ao ativar o Stage Manager, é possível organizar a área de trabalho para lidar melhor com multitarefa.

Outro diferencial é a tela Ultra Retina XDR com tecnologia OLED e taxa de atualização ProMotion de 120 Hz, para máxima fidelidade visual.

iPad Mini (A17 Pro, 2024): para leitura e mobilidade


Prós
  • Design leve e portátil com tela de 8,3″
  • Bom desempenho em jogos com chip A17 Pro
  • Suporte ao Apple Intelligence
  • Compatibilidade com Apple Pencil Pro
Contras
  • Taxa de atualização fixa em 60 Hz
  • Sem suporte a teclados magnéticos oficiais
  • Sem Stage Manager
  • Sem monitor externo independente
  • Sem Magic Keyboard oficial
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O iPad Mini lançado em 2024 é a alternativa da Apple para quem busca portabilidade. O tablet é equipado com o chip A17 Pro, apresentado em 2023 na linha iPhone 15 Pro.

É um processador de geração anterior, mas que ainda apresenta desempenho acima do chip presente no modelo básico — além do suporte ao Apple Intelligence.

Sua tela Liquid Retina tem 8,3 polegadas, resolução de 2266 x 1488 pixels e 60 Hz de taxa de atualização. Ele não apresenta suporte ao teclado da Apple, então pode ser útil para consumo de mídia, leitura e reprodução de jogos.

Como escolher o melhor iPad em 2026?

A escolha do melhor iPad depende do seu orçamento e da forma como você pretende usar o tablet. Os principais pontos a se considerar são:

  • Processador: define o desempenho do iPad. Usuários comuns podem ficar satisfeitos com processadores da linha A, enquanto profissionais e consumidores mais exigentes devem optar por modelos com chip M.
  • Tela: modelos mais caros têm tela OLED, que oferece maior contraste e cores mais vivas; além disso, opte por um iPad com taxa de atualização de 120 Hz caso necessite de maior fluidez gráfica.
  • Acessórios compatíveis: para expandir a experiência de uso, verifique a compatibilidade do iPad desejado com acessórios oficiais, incluindo a geração do Apple Pencil, suporte ao Magic Keyboard e nível de compatibilidade com monitores externos.
  • Recursos: todos os iPads rodam o iPadOS, o sistema operacional da Apple para tablets, mas os recursos do sistema variam conforme o processador. Usuários avançados devem buscar suporte a funções como Stage Manager e ao Apple Intelligence.

Qual é a diferença entre o iPad e as versões Pro, Mini e Air?

As diferenças entre as linhas de iPad variam entre tela, processamento, acessórios compatíveis e recursos disponíveis, o que reflete do preço de cada produto.

  • iPad 11 – o iPad mais barato: indicado para quem deseja um tablet da Apple mais acessível para tarefas do dia a dia, como: navegar na internet, assistir a vídeos e séries, estudar, ler documentos e PDFs, utilizar aplicativos de produtividade. É a melhor opção para quem quer entrar no ecossistema da Apple sem pagar por recursos avançados.
  • iPad Air – o melhor custo-benefício: recomendado para usuários que precisam de mais potência para trabalho, estudos e criação de conteúdo. Ele traz bom desempenho e melhor experiência em multitarefa sem custar tanto como a linha Pro. É o modelo mais equilibrado da linha para a maioria dos usuários.
  • iPad Mini – foco em portabilidade: combina alto desempenho com um formato compacto. É um tablet é ideal para leitura de livros e PDFs, anotações rápidas, viagens, uso em deslocamentos, transporte em bolsas pequenas. Seu principal diferencial é a mobilidade, já que ocupa menos espaço e pesa menos que os demais modelos.
  • iPad Pro – máximo desempenho: o iPad Pro é o tablet mais avançado da Apple e atende usuários que precisam de recursos profissionais. Os destaques do modelo incluem: chip mais potente da linha, tela de alta qualidade, melhor suporte a acessórios, excelência para edição de vídeo e foto. Por outro lado, também é o iPad mais caro disponível no mercado.

Qual é o último iPad lançado?

O iPad Air com processador M4 foi o último modelo lançado pela Apple. O tablet foi anunciado no dia 2 de março de 2026 com preço sugerido de R$ 7.499, junto com o iPhone 17e.

Qual iPad suporta chip SIM?

Apenas os iPads Wi-Fi + Cellular têm suporte à rede móvel, exclusivamente por eSIM.

A Apple removeu completamente a entrada de chip físico em tablets lançados a partir de 2024. Ou seja, caso queira um modelo com entrada para chip SIM, terá que optar por um iPad lançado antes de 2024.

Qual iPad vem com caneta?

Nenhum. É necessário comprar o Apple Pencil separadamente para usar a caneta em um iPad.

Vale a pena comprar o Apple Pencil?

O Apple Pencil vale a pena para usuários que desejam usar o tablet como um caderno, para anotações. A versão de entrada (Apple Pencil com USB-C) tende a ser a mais vantajosa nesse caso, por custar menos.

Já profissionais encontram recursos avançados no Apple Pencil Pro, como detecção de aperto para abrir o menu de ferramentas, feedback tátil e maior precisão para desenhos com detecção de inclinação e pressão, além de pareamento e recarga magnéticos.

Melhor iPad em 2026: qual modelo comprar?

Oferta relâmpago: Galaxy Watch Ultra fica próximo de R$ 1,5 mil com cupom

25 de Junho de 2026, 12:51

Prós
  • Bateria para até 100 horas
  • Tela com brilho de até 3.000 nits
  • Inclui sensores avançados
  • Certificações IP68 e MIL-STD-810H
  • Suporte a eSIM
Contras
  • Carregamento lento
PIX Cupom
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O Galaxy Watch Ultra LTE de 47 mm está saindo por R$ 1.567 no Pix com cupom MELIOFF no Mercado Livre. A melhor oferta já vista pelo Achados oferece o smartwatch da Samsung com tela AMOLED, corpo de titânio e sensor BioActive com desconto generoso de 69% sobre o preço original de R$ 4.999.

Galaxy Watch Ultra tem tela AMOLED e sensor BioActive

A tela Super AMOLED de 1,5 polegada do Galaxy Watch Ultra com brilho de até 3.000 nits permite reproduzir imagens nítidas e com cores vivas, além de garantir a visibilidade em qualquer ambiente. Aliada adicionalmente ao modo noturno, permite visualizar informações no painel em ambientes escuros.

O sensor principal BioActive e os auxiliares suportam várias atividades esportivas e oferecem recursos avançados para quem busca mais qualidade de vida e ficar de olho na saúde, como eletrocardiograma (ECG), medidores do sono, do ciclo menstrual e da oxigenação do sangue.

Graças à conectividade 4G/LTE, este gadget pode fazer a diferença em situações críticas: no caso de uma emergência médica, pode ligar para contatos e números pré-programados sem depender de um celular, além de acionar uma sirene que pode ser ouvida a até 180 m de distância, segundo a Samsung.

O corpo de titânio de 47 mm do Galaxy Watch Ultra traz o vidro Cristal de Safira, que protege a tela em acidentes, enquanto as certificações IP68 e militar MIL-STD-810H conferem resistência a mergulhos de até 10 m de profundidade, permitindo seu uso em esportes aquáticos.

O chip Exynos W1000, 2 GB de RAM e 64 GB de espaço interno permitem a instalação e execução local de apps. Sua bateria de 590 mAh resiste até 100 horas de uso no modo economia de energia ou 48 horas com o GPS ligado segundo a fabricante, permitindo que o wearable seja usado por bastante tempo sem recarregar.

O Galaxy Watch Ultra LTE de 47 mm (R$ 1.567 no Pix com cupom MELIOFF) suporta GPS multibanda e é capaz de determinar a posição exata do usuário em tempo real. Não perca essa oferta inédita com desconto de 69%, o maior já visto pelo Achados.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Oferta relâmpago: Galaxy Watch Ultra fica próximo de R$ 1,5 mil com cupom

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Galaxy Watch Ultra LTE (47 mm) tem tela AMOLED e sensor BioActive; melhor oferta que já vimos traz smartwatch da Samsung com desconto de 69% no Pix com cupom

Galaxy S25 Edge (512 GB) entra em promoção com o melhor preço desde janeiro

25 de Junho de 2026, 12:33

Prós
  • Espessura ultrafina e peso leve
  • Tela Dinâmico 2X de 6,7″
  • Chip Snapdragon 8 Elite
  • Câmera principal de 200 MP
Contras
  • Bateria de apenas 3.900 mAh
  • Não inclui câmera teleobjetiva
PIX Cupom
R$ 250 OFF DISPONíVEL NA PáGINA R$ 4.074,30  Mercado Livre
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O Galaxy S25 Edge de 512 GB está saindo por R$ 4.074 no Pix com cupom de R$ 250 OFF disponível na página do Mercado Livre. O celular fininho da Samsung com chip Snapdragon de ponta e câmera principal de 200 MP atinge o menor preço desde janeiro de 2026, segundo histórico do Zoom, com desconto de 58% sobre o original de R$ 9.799.

Galaxy S25 Edge tem corpo fino, chip Snapdragon e câmera de 200 MP

O Galaxy S25 Edge é o celular premium da Samsung mais fino já lançado, com um corpo de titânio de apenas 5,8 mm de espessura. O design é reforçado pelos vidros Gorilla Glass Victus 2 na traseira e Ceramic 2 sobre a tela, resistentes a riscos e arranhões. Além disso, a certificação IP68 inclusa confere proteção contra água e poeira.

A tela LTPO AMOLED 2X de 6,7″ possui suporte a HDR10+ e taxa de 120 Hz, reproduzindo imagens com alta qualidade de cores e fluidez. O pico de brilho de até 2.600 nits garante ao usuário visibilidade das informações em qualquer lugar.

O chip Snapdragon 8 Elite e os 12 GB de RAM garantem performance de ponta ao rodar apps exigentes e soluções do Galaxy AI. Para quem gosta de guardar muitas fotos e vídeos, os 512 GB de armazenamento disponibilizam espaço interno de sobra.

Imagem colorida mostra um smartphone Samsung Galaxy S25 Edge sendo segurado em uma mão, com a traseira para cima. A foto está em close-up nas duas câmeras traseiras. Na parte inferior direita, o logotipo do "Tecnoblog" é visível.
Câmeras do Galaxy S25 Edge incluem wide de 200 MP e ultrawide de 12 MP (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O kit principal de câmeras do S25 Edge, que filma em 8K, inclui uma wide potente de 200 MP com OIS e uma ultrawide de 12 MP, que captam belas e amplas cenas. Enquanto a frontal também de 12 MP tira ótimas selfies além de filmar em 4K a 60 fps.

Sua bateria de 3.900 mAh resiste até 24 horas segundo a fabricante, suporta carregamento rápido de 25 W via USB-C e de 15 W sem fio.

O Galaxy S25 Edge de 512 GB (R$ 4.074 no Pix com cupom de R$ 250 OFF), que será atualizado até o Android 22, possui conectividade 5G, Wi-Fi 7Bluetooth 5.4 e NFC. Não perca essa oferta imperdível com 58% de desconto, a melhor já divulgada pelo Achados.

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Galaxy S25 Edge (512 GB) entra em promoção com o melhor preço desde janeiro

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Galaxy S25 Edge (512 GB) com chip Snapgradon de ponta e câmera de 200 MP aparece em melhor promoção vista há meses, com desconto de 58% no Pix com cupom

Samsung Galaxy S25 Edge (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Motorola Edge 60 Neo surge com preço imbatível em oferta no Mercado Livre

25 de Junho de 2026, 11:45

Prós
  • Até 24 GB via RAM Boost
  • Câmera telefoto com zoom de 3x
  • Tela POLED com taxa de 120 Hz
  • Suporta carregamento sem fio
  • IP68/IP69 e militar MIL-STD-810H
Contras
  • Display menor que outros da linha
PIX Cupom
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O Edge 60 Neo de 256 GB está saindo por R$ 1.664 no Pix com cupom OFERTAPARAVC no Mercado Livre. O celular da Motorola com câmera wide de 50 MP Sony Lytia e bateria de 5.200 mAh atinge o menor preço já visto pelo Achados com desconto de 52% sobre o preço original de R$ 3.499.

Motorola Edge 60 Neo tem câmera Sony de 50 MP e bateria ampla

Duas pessoas posam para uma selfie ao ar livre enquanto uma delas segura um smartphone Motorola vermelho, voltado para a câmera. O aparelho exibe três lentes traseiras e o logotipo da marca. A dupla sorri em frente a uma casa moderna, com plantas tropicais ao fundo e luz natural destacando o design vibrante do celular.
Câmera wide do Edge 60 Neo usa sensor Sony Lytia 700C de 50 MP (imagem: Divulgação/Motorola)

O Edge 70 Neo possui uma câmera wide com sensor Sony Lytia 700C de 50 MP e OIS que elimina fotos tremidas. O kit inclui ultrawide de 13 MP e até uma lente telefoto de 10 MP com zoom óptico de 3x para registros com mais detalhes. A frontal de 32 MP tira ótimas selfies, e todas filmam em 4K.

Outro destaque é a bateria de 5.000 mAh, que resiste até 44 horas de uso moderado segundo a Motorola. Ela suporta carregamento sem fio de 15 W e via USB-C de 68 W, podendo injetar uma carga para o dia inteiro em apenas 7 minutos, sendo excelente para quem possui uma rotina corrida e pouco tempo para carregar.

Sua tela POLED de 6,36″ reproduz imagens com alta qualidade e cores fiéis, além da taxa de 120 Hz e brilho de até 2.600 nits entregarem ótima fluidez e visibilidade em qualquer lugar. O vidro Gorilla Glass 7i protege-a contra acidentes diversos.

imagem do motorola edge 60 neo
Motorola Edge 60 Neo traz certificações militar MIL-STD-810H, IP68 e IP69 (imagem: Divulgação/Motorola)

O chip MediaTek Dimensity 7400 e os até 24 GB de RAM via RAM Boost garantem ao gadget potência para rodar apps em multitarefa e recursos de IA. Já os 256 GB de armazenamento entregam espaço interno razoável para guardar fotos e vídeos.

O dispositivo possui certificações militar MIL-STD-810H e IP68/IP69, que conferem ao corpo resistência em vários cenários, como mergulhos acidentais, poeira e altas temperaturas.

O Motorola Edge Neo de 256 GB (R$ 1.664 no Pix com cupom OFERTAPARAVC) será atualizado até o Android 20. Ele conversa com redes 5G, Wi-Fi 6EBluetooth 5.4 e NFC. Não perca essa oferta com desconto inédito de 52% no Mercado Livre.

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Motorola Edge 60 Neo surge com preço imbatível em oferta no Mercado Livre

Preço de GTA 6 no Brasil é revelado: R$ 449

25 de Junho de 2026, 10:58
Edição física do jogo inclui apenas código de download (imagem: divulgação/Rockstar)
Resumo
  • A Rockstar Games anunciou que o jogo Grand Theft Auto VI (GTA 6) será lançado em 19 de novembro de 2026 para PlayStation 5 e Xbox Series X/S, com preço de R$ 449,90 para a edição padrão no Brasil.
  • A edição física do jogo não incluirá disco, mas sim um código de download para resgatar nas lojas virtuais da Sony e Microsoft, medida adotada para evitar vazamentos antecipados.
  • A Rockstar oferece uma edição Ultimate por R$ 549,90, com conteúdos adicionais como o Pacote Vintage Vice City e um mês de assinatura gratuita do serviço GTA Plus.

A Rockstar Games encerrou o mistério em torno do jogo mais aguardado do ano: Grand Theft Auto VI (GTA 6) será lançado globalmente no dia 19 de novembro de 2026 para PlayStation 5 e Xbox Series X/S. A edição padrão (Standard) chega ao Brasil custando R$ 449,90. O anúncio ocorreu na virada de terça para quarta-feira (24).

Um detalhe que chamou a atenção foi uma mudança na distribuição. O estúdio confirmou que as edições físicas de GTA 6 não incluirão a mídia em Blu-ray. Em vez do disco tradicional, os compradores encontrarão dentro do encarte um código impresso que deverá ser resgatado nas lojas virtuais da Sony e da Microsoft.

Para garantir que nenhum jogador seja prejudicado no dia da estreia, a distribuidora elaborou um calendário de entregas diferenciado. O envio das caixas de GTA 6 para o varejo e consumidores começará no dia 12 de novembro, uma semana antes do lançamento. Esse intervalo foi planejado para que os usuários realizem o pre-load (o download dos arquivos de instalação) com antecedência e iniciem a campanha assim que os servidores da Rockstar liberarem o acesso.

Por que a edição física não virá com disco?

A decisão foi tomada para impedir vazamentos antecipados. Uma ocorrência comum na indústria de games são lotes de cópias físicas que chegam aos estoques de lojistas semanas antes da data oficial de comercialização, permitindo que funcionários e clientes com acesso privilegiado joguem os títulos antes da hora e publiquem imagens não autorizadas na internet.

Ao atrelar o produto a um código digital que depende da validação de um servidor, a Rockstar Games elimina a possibilidade de o título ser executado antes de 19 de novembro. Por enquanto, a desenvolvedora não confirmou se pretende fabricar discos físicos após essa janela inicial de lançamento.

Rockstar adota embalagens sem mídia para evitar vazamentos (imagem: divulgação/Rockstar)

O que vem na edição mais cara de GTA 6?

A pré-venda oficial de GTA 6 já está valendo. Os consumidores que buscam o pacote completo têm à disposição a edição definitiva, batizada de Ultimate Edition, comercializada no Brasil por R$ 549,90 (US$ 99,99 nos Estados Unidos). O salto nos valores reflete uma tendência de encarecimento nos custos de desenvolvimento.

Para impulsionar as reservas nos meses que antecedem o lançamento, a Rockstar preparou incentivos para os compradores das duas edições, como o Pacote Vintage Vice City, com conteúdos clássicos do GTA: Vice City de 2002. As reservas incluem, ainda, um mês de assinatura gratuita do serviço GTA Plus. Já a Ultimate oferece vantagens extras desbloqueadas durante a progressão da história, como novos veículos, arsenal expandido, roupas, tatuagens e passe livre para lojas exclusivas no mapa.

Pré-venda garante itens nostálgicos do clássico GTA: Vice City (imagem: Gabriel Sérvio/Tecnoblog)

Cuidado com o falso GTA 6 para PC

Chegando mais de dez anos após GTA V e tendo passado por vários adiamentos, o título protagonizado pela dupla Jason e Lucia no estado fictício de Leonida, em Vice City, desponta como o maior lançamento do ano no mundo dos games. Por conta do alto volume de interesse, especialistas reforçam alertas de segurança.

Como GTA 6 foi confirmado primeiro para as plataformas PlayStation e Xbox, cibercriminosos estão explorando a desinformação com instaladores falsos de GTA 6 para PC distribuídos em fóruns e redes sociais. A isca contém malwares e potencial para roubar dados dos usuários. A recomendação é ignorar qualquer link de download paralelo e realizar a compra do jogo apenas por lojas oficiais.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Preço de GTA 6 no Brasil é revelado: R$ 449

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Rockstar Games revela preços da aguardada sequência e adota caixas com códigos de download para o maior lançamento do ano.

(imagem: Gabriel Sérvio/Tecnoblog)

Windows 11 terá widgets menos intrusivos em breve; veja como fica

25 de Junho de 2026, 10:46
Novo painel de widgets do Windows 11
Novo painel de widgets do Windows 11 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
Resumo
  • Windows 11 terá atualização que tornará widgets menos intrusivos em breve;
  • Microsoft desativará abertura automática do painel de widgets ao passar o cursor do mouse; usuário poderá escolher ocultar o feed de notícias do MSN;
  • nova abordagem será implementada nos próximos dias, junto com as atualizações opcionais de junho ou com o Patch Tuesday de julho de 2026.

O Windows 11 vai receber algumas novidades interessantes nas próximas semanas. Entre elas estão ajustes que tornarão os widgets do sistema operacional menos inconvenientes ou intrusivos, de modo que eles deixem de te distrair ou de fazer você perder tempo.

Os widgets menos irritantes foram revelados em maio deste ano e já vinham sendo testados por participantes do programa Windows Insider.

É uma mudança mais importante do que parece. Para grande parte dos usuários do Windows 11, os widgets tornaram-se irrelevantes ou inconvenientes porque, por padrão, são exibidos em uma tela que surge quando você passa o cursor do mouse em um ponto à esquerda da Barra de Tarefas.

Note que os widgets, por si só, não são inúteis. Eles podem exibir informações sobre previsão do tempo ou cotação de moedas estrangeiras, por exemplo.

O problema é que a abordagem implementada no Windows 11 é estranha: a ativação com a passagem do cursor do mouse muitas vezes não é intencional, ocorrendo quando você tenta acessar outro recurso. Além disso, o painel de widgets exibe muitas informações, podendo até afetar o desempenho do sistema por alguns instantes.

O que muda nos widgets do Windows 11?

Para começar, o painel de widgets não irá mais abrir automaticamente quando você passar o cursor do mouse sobre ele. Será preciso clicar no ícone do painel para que ele seja exibido.

Além disso, na abordagem atual, os widgets aparecem ao lado de chamadas para notícias, que ocupam grande parte do painel. Com a atualização, você terá a opção de fazer o painel exibir notícias (feed do MSN) com widgets, que podem ser completamente desativadas, ou somente widgets.

Veja a diferença nas capturas de tela abaixo. A primeira vem de um computador ainda não atualizado. A segunda vem de um PC que já conta com a nova abordagem.

Painel de widgets anterior do Windows 11
Painel de widgets anterior do Windows 11 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
Painel de widgets reformulado no Windows 11
Painel de widgets reformulado no Windows 11 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Para completar, a tela de bloqueio do Windows 11 exibirá apenas o widget de previsão do tempo, pelo menos para novos usuários. Na abordagem atual, essa tela mostra vários cards com informações que, muitas vezes, não interessam ao usuário.

Mas, sim, é possível desativar a função de widgets se você não gostar dela mesmo após a reformulação.

Quando a nova abordagem de widgets chegará ao Windows 11?

De acordo com o Windows Latest, nos próximos dias, junto com as atualizações opcionais de junho ou com o Patch Tuesday de julho, que é obrigatório. Ainda de acordo com o veículo, a atualização trará outras novidades, incluindo um modo que permite pausar atualizações do Windows 11 por tempo indeterminado e ajustes que deixam conexões Bluetooth mais confiáveis. Fiquemos de olho.

Windows 11 terá widgets menos intrusivos em breve; veja como fica

Novo painel de widgets do Windows 11 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Painel de widgets anterior do Windows 11 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Painel de widgets reformulado no Windows 11 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Apple aumenta preços de MacBooks e iPads no Brasil

25 de Junho de 2026, 10:35
Fotografia colorida mostra um MacBook Neo de cor verde sobre uma bancada, em exposição.
MacBook Neo ficou mais caro no país (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Resumo
  • Apple reajustou os preços de produtos no Brasil, como MacBook Neo, Air com chip M5 e novos iPads.
  • O MacBook Pro com chip M5 de 16 polegadas é um dos produtos que teve maior aumento de preço.
  • O CEO da Apple, Tim Cook, havia sinalizado que os preços subiriam devido ao aumento dos custos de memória e armazenamento.

A Apple reajustou os preços de parte de sua linha de produtos no Brasil. A alta ocorre no mundo todo e, por aqui, atinge as linhas mais recentes de Macs, iMacs, MacBooks e iPads, ao menos por enquanto. O MacBook Pro com chip M5 foi um dos mais afetados e ficou até R$ 5 mil mais caro.

Há poucos dias, o CEO Tim Cook já havia sinalizado que os preços subiriam, classificando o reajuste como “inevitável”. Segundo o executivo, a alta está ligada ao aumento dos custos de memória e armazenamento, pressionados pela forte demanda de IA. A escassez já afeta outras empresas do setor de tecnologia, com reflexos nos preços de PCs, consoles, smartphones e outros eletrônicos.

Os ajustes ocorreram após a Apple Store ter ficado temporariamente indisponível na manhã desta quinta-feira (25/06). A loja online voltou a funcionar já com os novos preços. Até o momento, iPhones e AirPods não foram afetados.

Quais os novos valores?

O MacBook Neo na versão de entrada, que custava R$ 7.299, deixou de ser vendido por esse preço, e o modelo mais barato agora sai por R$ 8.499 com 256 GB de armazenamento. Já a versão com 512 GB e Touch ID passa a custar R$ 9.699.

O mesmo com o MacBook Air com chip M5 de 13 polegadas. O modelo não tem mais a opção de R$ 13.999, começando a ser vendido por R$ 15.999. Já a versão de 15 polegadas ganhou um novo preço: R$ 17.999.

O preço inicial do iPad Air de 11 polegadas subiu de R$ 7.499 para R$ 9.999, enquanto o iPad Air de 13 polegadas passa a ter preço sugerido de R$ 12.999. 

Além disso, outras versões de produtos tiveram alteração nos preços, incluindo o MacBook Pro — com um dos maiores aumentos — e o iMac.

Confira a tabela com as alterações

ProdutoPreço anteriorPreço novo
MacBook Neo 256 GBR$ 7.299R$ 8.499
MacBook Neo 512 GBR$ 8.499R$ 9.699
MacBook Air M5 13″R$ 13.999R$ 15.999
MacBook Air M5 15″R$ 15.999R$ 17.999
MacBook Pro M5 14″R$ 20.999R$ 24.999
MacBook Pro M5 Pro 14″R$ 26.999R$ 30.999
MacBook Pro M5 Max 14″R$ 44.999R$ 49.999
MacBook Pro M5 Pro 16″R$ 33.999R$ 37.999
MacBook Pro M5 Max 16″R$ 47.999R$ 53.999
Mac Mini M4 R$ 9.899 (512 GB)R$ 9.499 (preço caiu, mas armazenamento foi reduzido para 256 GB)
Mac Mini M4 ProR$ 16.999R$ 17.999
Mac Studio M4 MaxR$ 25.999R$ 30.999
Mac Studio M3 UltraR$ 51.999R$ 66.999
iMac com 2 portas ThunderboltR$ 15.499R$ 17.999
iMac com 4 portas ThunderboltR$ 17.999R$ 19.999
iPad Air WiFi 11″ 128 GBR$ 7.499R$ 9.999
iPad Air WiFi 11″ 256 GB R$ 8.699R$ 11.199
iPad Air WiFi 11″ 512 GBR$ 11.099R$ 13.599
iPad Air WiFi 11″ 1 TBR$ 13.499R$ 17.199
iPad Air Wi‑Fi + Cellular 11″ 128 GBR$ 9.499R$ 11.999
iPad Air Wi‑Fi + Cellular 11″ 256 GBR$ 10.699R$ 13.199
iPad Air Wi‑Fi + Cellular 11″ 512 GBR$ 13.099R$ 15.599
iPad Air Wi‑Fi + Cellular 11″ 1 TBR$ 15.499R$ 19.199
iPad Air WiFi 13″ 128 GB R$ 9.999R$ 12.999
Pad Air WiFi 13″ 256 GBR$ 11.199R$ 14.199
iPad Air WiFi 13″ 512 GBR$ 13.599R$ 16.599
iPad Air WiFi 13″ 1 TBR$ 15.999R$ 20.199
iPad Air Wi‑Fi + Cellular 13″ 128 GBR$ 11.999 R$ 14.999
iPad Air Wi‑Fi + Cellular 13″ 256 GBR$ 13.199R$ 16.199
iPad Air Wi‑Fi + Cellular 13″ 512 GBR$ 15.599  R$ 18.599
iPad Air Wi‑Fi + Cellular 13″ 1 TBR$ 17.999 R$ 22.199
Tabela elaborada pelo Tecnoblog

Apple aumenta preços de MacBooks e iPads no Brasil

MacBook Neo (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Baixou mais: iPhone Air (256 GB) cai mais de 40% em oferta na Amazon

25 de Junho de 2026, 10:16
R$ 10.499,0042% OFF

Prós
  • Tela Super Retina XDR de até 120 Hz
  • Boa performance com o chip
  • iPhone mais fino já feito com 5,64 mm
  • Smartphone leve, com apenas 165 g
Contras
  • Sem slot para cartão SIM
  • Bateria de 3.149 mAh
  • Somente uma câmera traseira
PIX Cupom
R$ 300 OFF + R$ 100 OFF DISPONÍVEL NA PÁGINA R$ 6.079,10  Amazon
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O iPhone Air de 256 GB está saindo por R$ 6.079 no Pix com cupons R$ 300 OFF e R$ 100 OFF disponíveis na página da Amazon. O celular fininho da Apple baixou mais em relação à oferta desta quarta-feira (24) e atinge novo menor preço divulgado pelo Achados, com desconto de 42% sobre o original de R$ 10.499. Mas a oferta é válida apenas para o modelo de cor Dourado-claro.

iPhone Air é celular fininho com chip A19 Pro e câmera de 48 MP

iPhone Air (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
iPhone Air é o celular mais fino da Apple (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O iPhone Air chama a atenção para seu corpo fino de apenas 5,64 mm de espessura que mantém a performance estelar da linha Apple 2025. O chip A19 Pro e os 12 GB de RAM permitem rodar apps e games pesados em multitarefa, já os 256 GB de armazenamento garantem espaço suficiente para guardar fotos e documentos.

Sua câmera wide de 48 MP com OIS capta cenas amplas com alta qualidade, enquanto a frontal Center Stage de 18 MP tira ótimas selfies no modo Paisagem, mesmo com o celular na posição em pé. Ambas filmam em 4K a 60 fps com suporte a Dolby Vision.

A tela Super Retina XDR OLED de 6,5″ traz ProMotion de 120 Hz e brilho de até 3.000 nits, sendo capaz de reproduzir cores vivas com fluidez na transição de imagens, além de visibilidade em qualquer ambiente. O vidro Ceramic Shield 2 protege o display contra acidentes.

iPhone Air (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Tela OLED do iPhone Air possui ProMotion de 120 Hz (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Este celular suporta 5G, Wi-Fi 7Bluetooth 6.0 e NFC. Sua bateria de 3.149 mAh resiste a um dia de uso moderado, é compatível com MagSafe e recebe uma carga de 50% em 30 minutos via USB-C, segundo a Apple.

O iPhone Air de 256 GB (R$ 6.179 no Pix com os cupons OFF300 e R$ 100 OFF) tem corpo de titânio reforçado pela certificação IP68, que confere resistência contra poeira e mergulhos acidentais. O gadget roda iOS 26 e deve receber cinco atualizações do sistema operacional.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Baixou mais: iPhone Air (256 GB) cai mais de 40% em oferta na Amazon

Ex-CEO confirma que Disney pensou em se juntar à Apple e em comprar Twitter

25 de Junho de 2026, 10:00
Ex-CEO Bob Iger em foto de divulgação da Disney, em meio a personagens e cores da empresa
Ex-CEO Bob Iger diz que Disney e Apple quase se juntaram (imagem: divulgação/Disney)
Resumo
  • O ex-CEO da Disney, Bob Iger, revelou que a empresa considerou se juntar à Apple e comprar o Twitter.
  • Disney e a Apple discutiram uma possível junção por volta de 2006, mas a Apple não demonstrou interesse.
  • A aquisição do Twitter não ocorreu porque Iger temia que fosse uma distração para a empresa.

Disney e Apple poderiam ter se juntado no passado, segundo o próprio ex-CEO da gigante do ramo do entretenimento, Bob Iger. Ele deixou a empresa em março de 2026 e aproveitou uma entrevista para revelar algumas possibilidades de negócio que acabaram não indo para frente. Iger revelou ainda que a Disney considerou a aquisição do Twitter em uma tentativa de ingressar no mercado de tecnologia.

Em 2019, o ex-CEO já havia afirmado que acreditava numa junção de Disney e Apple caso Steve Jobs ainda estivesse vivo. Na ocasião, ele afirmou que as empresas se aproximaram em torno de 2006, após a aquisição da Pixar por parte da Disney.

Agora, ao Financial Times, Iger disse que a Apple não demonstrou muito interesse à época, e deu a entender que seguiu interessado em uma junção das duas empresas mesmo após o falecimento de Steve Jobs, em 2011.

Twitter quase foi realidade… Apple, nem tanto

App do Twitter no iPhone
Disney chegou perto de comprar o Twitter (imagem: André Fogaça/Tecnoblog)

Se a ideia de juntar Disney e Apple ficou apenas nas intenções de bastidores, o acordo para aquisição do Twitter quase aconteceu. O momento foi propício: logo após as compras de Pixar, Marvel, Lucasfilm e 21st Century Fox, ou seja, no momento em que a empresa dominava o mercado de entretenimento. O próximo passo seria justamente investir em tecnologia com a rede social, que ainda tinha Jack Dorsey como CEO.

O motivo pelo qual o negócio não saiu entre Disney e Twitter foi um receio do próprio Iger de que o movimento seria uma potencial “distração” para a empresa. Pouco depois, Elon Musk adquiriu a plataforma, hoje chamada de X.

Com relação à Apple, Iger apenas confirmou sua intenção e lamentou o desinteresse da Maçã. Ele afirma que houveram, sim, algumas conversas entre as duas empresas, e que a junção seria “transformadora e igualitária”, mas faltou o devido interesse por parte da Apple.

De qualquer forma, como o ex-CEO da Disney já havia declarado, sua boa relação com Steve Jobs poderia ter feito diferença num possível acordo.

Ex-CEO confirma que Disney pensou em se juntar à Apple e em comprar Twitter

Twitter no iPhone (imagem: André Fogaça/Tecnoblog)

O que é Projeto Stargate? Conheça a iniciativa de IA da OpenAI

25 de Junho de 2026, 09:42
The Stargate Project
Entenda como o Projeto Stargate colabora com a evolução da IA (imagem: Divulgação/OpenAI)

O Projeto Stargate é uma iniciativa focada na expansão da infraestrutura de supercomputação nos EUA. O objetivo é criar uma rede massiva de data centers para fornecer o poder de processamento bruto para o treinamento de modelos avançados de inteligência artificial.

O empreendimento opera como um consórcio empresarial, onde a OpenAI lidera a gestão operacional, enquanto o SoftBank assume a responsabilidade financeira. A infraestrutura física conta com o conhecimento da Oracle e o fornecimento de hardware pela NVIDIA.

A seguir, conheça com mais detalhes o Projeto Stargate e como ele pode contribuir para o desenvolvimento da Inteligência Artificial Geral (AGI). Também descubra onde serão construídos os conjuntos de data centers.

O que é o Projeto Stargate?

O Projeto Stargate é uma iniciativa liderada pela OpenAI com foco na expansão de data centers de alta capacidade nos Estados Unidos. O objetivo da superestrutura é ampliar o processamento de dados necessário para treinar modelos avançados de inteligência artificial, garantindo a liderança estratégica e a segurança tecnológica global.

Qual é a finalidade do Projeto Stargate?

O Projeto Stargate foca em expandir a infraestrutura de supercomputação nos EUA para dar suporte aos modelos de inteligência artificial da OpenAI. A mega-infraestrutura visa acelerar o desenvolvimento da Inteligência Artificial Geral (AGI), tecnologia capaz de igualar o intelecto humano.

Além do salto técnico, a iniciativa pretende gerar empregos e garantir a liderança norte-americana no setor tecnológico. O projeto também tem um forte apelo geopolítico, transformando o imenso poder de processamento de dados em um ativo estratégico de segurança nacional.

Arte com o logotipo da OpenAI. À direita, há a imagem da sombra de uma pessoa mexendo em um celular. Na parte inferior direita, está o logotipo do Tecnoblog.
A OpenAI, dona do ChatGPT, lidera a gestão operacional do Projeto Stargate (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O Projeto Stargate pode criar a Inteligência Artificial Geral?

O Stargate não criará uma Inteligência Artificial Geral (AGI), mas fornecerá a infraestrutura de supercomputação necessária para isso. O papel desse megaprojeto de data centers é garantir a potência física para a OpenAI desenvolver novos modelos avançados.

Como a AGI é um tipo de IA projetada para replicar a cognição humana, o sistema atua como plataforma facilitadora. No entanto, o sucesso dessa evolução dependerá de futuros avanços em algoritmos e pesquisas específicas, e não apenas do poder bruto de processamento.

Como funciona o Projeto Stargate?

O Projeto Stargate opera como um consórcio empresarial que une capital e hardware para construir uma infraestrutura massiva de data centers nos EUA. A multinacional japonesa SoftBank lidera o braço financeiro da iniciativa, enquanto a OpenAI assume a gestão operacional de todo o ecossistema.

A parte técnica é construída a partir do hardware de ponta da NVIDIA e da estrutura de software da Oracle para criar um supersistema de computação. Para dar ainda mais fôlego à computação em nuvem, a OpenAI manterá a parceria com a plataforma Microsoft Azure.

Na prática, a operação começa com a construção de grandes complexos tecnológicos no estado do Texas, com servidores potentes, redes de alta velocidade e sistemas avançados de refrigeração. Essa estrutura física é coordenada por camadas de softwares específicos para gerenciar todo o fluxo de dados.

Esse ecossistema robusto serve como a espinha dorsal necessária para realizar o treinamento de modelos pesados em escala massiva. O Stargate não é um produto, mas a base que viabilizará o avanço da inteligência artificial.

Corredor de data center do Projeto Stargate, com racks e infraestrutura da NVIDIA e da Oracle para IA
A NVIDIA e a Oracle são as principais empresas que contribuem com os softwares e hardware do Projeto Stargate (imagem: Divulgação/Oracle)

Quem financia o Projeto Stargate?

O financiamento do Stargate é estruturado como uma empresa conjunta (joint venture) liderada pela SoftBank e pela OpenAI, que detêm as maiores fatias do negócio. O grupo japonês assume a liderança financeira e a presidência do projeto, sendo o principal responsável por levantar os recursos.

A composição do capital também conta com aportes estratégicos da Oracle e do fundo de investimentos MGX, sediado nos Emirados Árabes. Enquanto esses parceiros injetam bilhões em dinheiro e infraestrutura de nuvem, a OpenAI direciona os investimentos do ponto de vista operacional.

Qual é o valor total do investimento no Projeto Stargate?

O Projeto Stargate prevê um investimento histórico de US$ 500 bilhões em quatro anos para expandir a infraestrutura de inteligência artificial nos EUA. Desse montante global, cerca de US$ 100 bilhões estão sendo aplicados imediatamente na construção dos primeiros complexos de data centers.

Complexo do Projeto Stargate em Abilene, Texas, com amplo data center e infraestrutura de servidores e GPUs
O amplo data center em Abilene, no Texas, será o principal polo do Projeto Stargate (imagem: Reprodução/OpenAI)

Onde serão construídos os data centers do Projeto Stargate?

O Projeto Stargate concentra suas operações iniciais nos Estados Unidos, com a cidade de Abilene, no Texas, abrigando o complexo principal. Essa unidade já funciona como o ponto de partida do consórcio para o processamento massivo de dados.

Para expandir a rede de data centers, novas bases serão erguidas nos condados texanos de Shackelford e Milam, além de Doña Ana, no Novo México. O plano de infraestrutura descentralizada inclui ainda instalações estratégicas na região de Lordstown, em Ohio, e no estado de Wisconsin.

O Projeto Stargate utilizará GPUs NVIDIA?

O Stargate será construído majoritariamente com tecnologia NVIDIA, utilizando arquiteturas avançadas de processadores gráficos como os chips Blackwell e GB200. Apenas o data center pioneiro de Abilene projeta o uso de 64 mil unidades de GPUs, com planos de expansão para mais de 400 mil componentes.

Por outro lado, não há confirmação pública sobre o uso de hardware da concorrente AMD no núcleo da mega-infraestrutura computacional. Até o momento, o consórcio prioriza os sistemas integrados baseados na tecnologia da NVIDIA para equipar os data centers.

Qual é a diferença entre o Projeto Stargate de IA e o Projeto Stargate da CIA?

O Projeto Stargate de IA é uma iniciativa tecnológica da OpenAI para construir data centers massivos nos EUA. Essa mega-infraestrutura visa fornecer o poder bruto de processamento para treinar modelos avançados de inteligência artificial.

O Projeto Stargate da CIA foi um programa secreto do governo norte-americano criado durante o período da Guerra Fria (1947-1991). Desclassificado em 1995, a investigação focava em fenômenos paranormais, como a espionagem psíquica e a visão remota, para coletar dados de inteligência militar contra os soviéticos.

O que é Projeto Stargate? Conheça a iniciativa de IA da OpenAI

Entenda como o Projeto Stargate colabora com a evolução da IA (imagem: Divulgação/OpenAI)

ChatGPT, da OpenAI, é preferência nas empresas (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A NVIDIA e a Oracle são as principais empresas que contribuem com os softwares e hardware do Projeto Stargate (imagem: Divulgação/Oracle)

O amplo data center em Abilene, no Texas, será o principal campus do Projeto Stargate (imagem: Reprodução/OpenAI)

IBM anuncia tecnologia de chip de apenas 0,7 nanômetro

25 de Junho de 2026, 07:01
IBM anuncia tecnologia de chip de apenas 0,7 nanômetro
IBM anuncia tecnologia de chip de apenas 0,7 nanômetro (imagem: divulgação/IBM)
Resumo
  • IBM anunciou tecnologia com nó de 0,7 nanômetro (7 angstroms), permitindo que um chip do tamanho de uma unha concentre cerca de 100 bilhões de transistores;
  • nova tecnologia, que utiliza uma arquitetura de transistor do tipo Nanostack, oferece até 50% mais desempenho ou até 70% menos consumo energético em relação ao nó de 2 nm anunciado em 2021;
  • IBM prevê que chips com nó “sub-1 nanômetro” entrarão em produção dentro dos próximos cinco anos, podendo beneficiar aplicações de inteligência artificial e outras áreas.

As pesquisas sobre tecnologias de fabricação de chips acabam de chegar a um nível notável: a IBM anunciou a sua primeira tecnologia de chip com nó “sub-1 nanômetro”. Trata-se de uma arquitetura de transistor com nó de 0,7 nm ou 7 angstroms, para ser exato. Isso permite que um chip do tamanho aproximado de uma unha concentre cerca de 100 bilhões de transistores.

Convém deixar claro desde já que 1 angstrom é uma medida que corresponde a 0,1 nanômetro. É por isso que a tecnologia apresentada pela IBM pode ser descrita como um nó de 0,7 nm ou de 7 angstroms.

Para você ter noção do salto tecnológico que isso representa, em 2021, a IBM anunciou um processo de fabricação de 2 nanômetros. Esse patamar, que continua impressionante até os dias atuais, permite que um chip com o mesmo tamanho de uma unha abrigue cerca de 50 bilhões de transistores.

Isso significa que, em cinco anos, a IBM praticamente dobrou a quantidade de transistores que podem ser acomodados na mesma área de um chip.

Em termos um pouco mais práticos, a companhia indica que o chip com tecnologia de 0,7 nm oferece até 50% mais desempenho ou até 70% menos consumo energético para o mesmo nível de desempenho em relação ao nó de 2 nm anunciado em 2021. É um avanço expressivo para uma época com alta demanda por IA, embora aplicações de outros tipos também possam ser beneficiadas.

Wafer com tecnologia IBM com "nó sub-1 nanômetro"
Wafer com tecnologia IBM com “nó sub-1 nanômetro” (imagem: divulgação/IBM)

Como a IBM chegou a um chip de 7 angstroms?

A principal característica da nova tecnologia é uma arquitetura de transistor do tipo Nanostack, que empilha e intercala camadas de transistores.

Para entendermos o que isso significa, olhemos novamente para a tecnologia de 2 nm (que, reforço, continua sendo impressionante). Nela, os transistores seguem uma abordagem do tipo Nanosheet, em que camadas de silício são empilhadas dentro de cada transistor.

O Nanostack vai além, pois mantém os canais Nanosheet, mas coloca um transistor sobre o outro, otimizando o espaço disponível de modo que mais transistores caibam na mesma área de silício que seria ocupada pela tecnologia anterior.

Chip com processo de 0,7 nm pode concentrar cerca de 100 bilhões de transistores
Chip com processo de 0,7 nm pode concentrar cerca de 100 bilhões de transistores (imagem: divulgação/IBM)

O mais recente avanço de chip da IBM marca um momento histórico na computação, levando a tecnologia além da era do nanômetro para a escala dos átomos.

Com nossa nova arquitetura Nanostack, não estamos apenas criando transistores menores, estamos reinventando a forma como os chips são construídos para oferecer muito mais potência e eficiência energética.

Jay Gambetta, Diretor da IBM Research e IBM Fellow

É claro que esse tipo de tecnologia não tem adoção imediata. Mas também não estamos falando de algo para um futuro muito distante: a IBM prevê que chips com nó “sub-1 nanômetro” entrarão em produção dentro dos próximos cinco anos.

IBM anuncia tecnologia de chip de apenas 0,7 nanômetro

IBM anuncia tecnologia de chip de apenas 0,7 nanômetro (imagem: divulgação/IBM)

Wafer com tecnologia IBM com "nó sub-1 nanômetro" (imagem: divulgação/IBM)

Chip com processo de 0,7 nm pode concentrar cerca de 100 bilhões de transistores (imagem: divulgação/IBM)

Robôs vão substituir 700 mil entregadores “mais cedo ou mais tarde”

24 de Junho de 2026, 19:23
Automatização iminente: 700 mil entregadores serão substituídos na China num futuro próximo (imagem: Reprodução/The Wire China)
Resumo
  • Fundador da JD.com, Richard Liu, afirma que 700 mil entregadores humanos serão substituídos por robôs de delivery mais cedo ou mais tarde.
  • A JD.com planeja reposicionar esses trabalhadores por meio de treinamentos em novas áreas, com acordos já firmados com cerca de 120 escolas.
  • A China deve ter 320 milhões de trabalhadores autônomos no final de 2026, incluindo entregadores, motoristas de aplicativo e trabalhadores temporários em fábricas.

A gigante JD.com, um dos grandes nomes do e-commerce na China, avisou: “mais cedo ou mais tarde”, os cerca de 700 mil entregadores humanos serão substituídos por robôs de delivery. A declaração foi dada por Richard Liu, fundador e atual conselheiro da empresa, durante o Fórum de CEOs da APEC (Cooperação Econômica Ásia-Pacífico).

A fala de Liu chega em um momento em que o mercado vê diversos exemplos de automação em serviços, além de uma crescente preocupação quanto à substituição de pessoas por robôs. Segundo o fundador da JD, a ideia é não deixar os trabalhadores “na mão”, e há inclusive planos para reposicionar essas pessoas no futuro.

As entregas na China já vêm sendo reforçadas por robôs há algum tempo. Segundo o The Wire China, somente em julho de 2025, por exemplo, 30 mil novos ADVs (veículos autônomos de delivery) foram encomendados para cerca de 200 cidades no país. O mesmo já acontece nos Estados Unidos e em outras regiões do planeta.

A automação pode precarizar o trabalho?

O uso de robôs só faz crescer. Entre exemplos recentes estão robôs humanoides da chinesa Unitree no principal aeroporto do Japão, além de modelos da estadunidense Figure AI trabalhando na linha de produção de uma fábrica.

Da mesma forma, cães robôs da Boston Dynamics também já se fazem presentes no policiamento de um estádio da Copa do Mundo de 2026, em Dallas, e não faltam exemplos dos robôs aspiradores, que funcionam numa linha mais auxiliar do que propriamente substituindo humanos.

Foto em plano médio de um drone multi-rotor branco e preto voando de perfil, em um dia nublado. O drone carrega acoplada em sua base uma caixa quadrada de papelão pardo, contendo um adesivo retangular vermelho com o logotipo da marca "iFood" escrito em letras brancas. À esquerda do adesivo, há o logotipo estilizado e o nome da empresa "speedbird aero" gravados em preto na própria caixa. Ao fundo, vê-se a fachada de um edifício residencial ou comercial alto com janelas espelhadas.
Robôs de entrega e drones já foram testados pelo iFood no Brasil (imagem: divulgação/iFood)

JD planeja evitar demissões em massa

A fala de Liu veio acompanhada de uma promessa de que os trabalhadores não seriam esquecidos. A ideia é reposicioná-los no mercado por meio da profissionalização em novas áreas, e acordos já teriam sido feitos pela JD com cerca de 120 escolas para treinamentos. Entre as possibilidades estão trabalhos de reparos e manutenção desses robôs de delivery, por exemplo.

A expectativa é de que, no final de 2026, a China chegue a 320 milhões de trabalhadores autônomos, que atuam não só em entregas, mas também como motoristas de aplicativo e até mesmo em fábricas sob contratos temporários. Ou seja: um Brasil e meio só de pessoas sem emprego fixo.

Relembre: andamos num carro autônomo pela primeira vez

Robôs vão substituir 700 mil entregadores “mais cedo ou mais tarde”

Entrega com drone promete agilizar pedidos (imagem: divulgação)

TIM libera transferência de eSIM entre Android e iPhone

24 de Junho de 2026, 19:13
Mulher sentada com celular na mão, em destaque. Na tela aparece a marca da TIM.
TIM decreta fim do zero rating de redes sociais nos planos controle (Ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • A TIM liberou a transferência de eSIM entre Android e iPhone.
  • A operadora é a primeira da América do Sul a oferecer essa solução.
  • A função está disponível para iPhones (desde o iOS 16.5) e telefones da Motorola.

Trocou de celular? Não tem problema: a TIM liberou a ferramenta para transferir o eSIM entre Android e iPhone. Até agora, as operadoras brasileiras ofereciam opções mais limitadas, como de iPhone antigo para um novo, ou de Android velho para u mais moderno.

Nós avistamos a página oficial dedicada ao assunto. Em resposta exclusiva ao Tecnoblog, a TIM confirmou a novidade e explicou que ela dá mais autonomia para os consumidores. Ela é a primeira operadora da América do Sul com a tecnologia.

Por enquanto, a função está disponível para iPhones (de várias gerações, desde que tenham iOS 26.5) e telefones da Motorola, em ambos os sentidos de troca. A TIM utilizou o Entitlement Server como plataforma orquestradora para habilitar o uso, a partir de padrões determinados pela GSMA no Android, e uma especificação proprietária da Apple suportada pelos iPhones.

O processo leva poucos minutos. Os aparelhos precisam estar próximos e é exibido um PIN para confirmar a transferência. Ao contrário de outras prestadoras, não é preciso fazer biometria para concluir o procedimento.

A novidade envolve somente duas marcas de celular. A TIM nos explicou que outras fabricantes devem adotar a solução com o passar do tempo, mas nenhum prazo foi divulgado. O lançamento envolveu um trabalho conjunto de diferentes áreas, com os principais players globais de sistemas operacionais.

TIM libera transferência de eSIM entre Android e iPhone

TIM decreta fim do zero rating de redes sociais nos planos controle (Ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Melhor tablet Samsung: qual modelo comprar em 2026?

24 de Junho de 2026, 18:34
Imagem do tablet Samsung Tab S11
Galaxy Tab S11 está entre os melhores tablets da Samsung de 2026; confira a lista completa (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Ao escolher o melhor tablet Samsung, você deve considerar fatores como especificações de hardware, recursos de software, acessórios compatíveis e orçamento disponível.

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Se você quer um tablet apenas para tarefas básicas, pode focar em modelos de entrada ou intermediários, que trazem desempenho modesto, mas têm melhor relação custo-benefício. Já tablets topo de linha são indicados para atividades mais pesadas (como jogos e edição de vídeo) e costumam ser mais caros.

Neste guia, o Tecnoblog reúne oito opções de tablets da Samsung que valem a compra em 2026, dos mais baratos até as opções premium. Confira a lista seguir.

Galaxy Tab S10 FE: tablet Samsung com melhor custo-benefício


Prós
  • Tela grande de 10,9″ (90 Hz)
  • Bom desempenho para jogos
  • Carregamento rápido de 45 W
  • Certificação IP68
  • Entrada para microSD
  • Capa e caneta inclusas
  • Recursos de IA integrados
Contras
  • Tecnologia LCD inferior ao AMOLED
  • Sem suporte a NFC
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O Galaxy Tab S10 FE é um tablet com caneta e características premium, mas preço inferior aos modelos topo de linha. Ele usa o chip intermediário Exynos 1580, o mesmo presente no smartphone Galaxy A56, aliado a 8 GB de memória RAM.

Na prática, você poderá usá-lo para navegar as tarefas comuns do dia a dia sem travamentos, o que inclui: navegação em redes sociais, assistir a vídeos, ouvir música, fazer anotações, jogar títulos populares e manter múltiplos apps abertos em segundo plano.

A caneta S Pen, inclusa na caixa do produto, permite que você desenhe ou faça anotações na tela LCD de 10,9″ com taxa de atualização de 90 Hz. Além disso, o suporte a recursos de IA pode otimizar a produtividade em estudos ou trabalho.

Tanto o Galaxy Tab S10 FE quanto a S Pen têm proteção IP68 contra água e poeira, aguentando submersão de até 1,5 m em água doce por até 30 minutos.

Galaxy Tab A11 Plus: melhor tablet barato da Samsung


Prós
  • Tela grande (11″) com 90 Hz
  • Áudio estéreo com Dolby Atmos
  • Boa autonomia de bateria
  • Design em alumínio
  • Até 7 anos de atualizações do Android
  • Suporte ao Samsung DeX
  • Saída P2 para fone de ouvido
Contras
  • Tela TFT com contraste e brilho limitados
  • Engasga em edição de vídeo
  • Áudio peca nos graves
  • Câmeras básicas
  • Carregador de 15 W na caixa
  • Não é compatível com a S Pen
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O Galaxy Tab A11 Plus é um tablet intermediário que atende a tarefas menos exigentes. O processamento fica na conta do chipset MediaTek Dimensity 7300, aliado a 6 GB de RAM. Fora isso, temos 128 GB de memória interna (expansível via microSD).

Em nossa análise, o tablet se comportou bem em tarefas do dia a dia, sendo recomendado para streaming, estudos e apps de produtividade. Ele também consegue rodar jogos, mas não se sai bem em edições de vídeos.

A bateria de 7.040 mAh é outro destaque do Galaxy Tab A11 Plus, com autonomia para aguentar um dia inteiro longe das tomadas. E com suporte para até sete anos de atualização do Android, o tablet pode se tornar um bom companheiro no longo prazo.

Galaxy Tab S10 Lite: tablet premium com preço acessível


Prós
  • Caneta S Pen e capa inclusas
  • Tela de 10,9″ com 90 Hz
  • Bateria de 8.000 mAh
  • Suporte a recursos de IA
  • Atualizações até 2032
Contras
  • Painel LCD
  • Conectividade limitada a Wi-Fi
  • Câmeras inferiores às do Tab S10 FE
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O Galaxy Tab S10 Lite é um tablet voltado para estudantes, equipado com o chipset Exynos 1380 — uma versão menos potente do que o chip visto no Tab S10 FE. Há versões com 6 GB ou 8 GB de memória RAM, mas recomendamos escolher a opção com mais memória para evitar engasgos durante o uso.

O aparelho também traz suporte a ferramentas de IA (como Assistente de Caligrafia e Assistente Matemático) para melhorar a produtividade nos estudos com o uso da S Pen, que acompanha o tablet junto de uma capa.

E caso seja complicado usar as tomadas da escola, faculdade ou trabalho, saiba que o Galaxy Tab S10 Lite inclui uma bateria de 8.000 mAh com autonomia para até 16 horas de reprodução de vídeo antes de precisar de uma recarga.

Galaxy Tab A11: tablet básico para estudos


Prós
  • Atualizações até o Android 22
  • Tela de 90 Hz
  • Áudio com Dolby Atmos
  • Compatível com recursos de IA
Contras
  • Apenas 4 GB de RAM
  • Processamento básico
  • Sem suporte à S Pen
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O Galaxy Tab A11 é um tablet básico, com especificações inferiores às da versão Plus: processador MediaTek Helio G99, 4 GB de memória RAM e 64 GB de armazenamento interno (com expansão via cartão microSD de até 2 TB).

A performance limitada faz com que o tablet seja mais indicado para entretenimento (streaming de áudio e vídeo), navegação na web e leitura. Em compensação, ele apresenta tela de 8,7″ com taxa de atualização de 90 Hz e áudio com suporte ao Dolby Atmos.

Galaxy Tab S11: tablet poderoso para edição e jogos


Prós
  • Tela grande 14,6″ AMOLED Dinâmico 2X
  • Inclui capa-teclado e S Pen
  • Alto desempenho
  • Conectividade 5G
  • Bateria de 11.600 mAh
  • DeX com Modo Estendido
Contras
  • Carregador na caixa não é de 45 W
  • Sem conectividade a NFC
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O Galaxy Tab S11 é um tablet avançado, com design leve e fino. Ele tem uma tela grande de 11 polegadas, com tecnologia AMOLED Dinâmico 2X e taxa de atualização de 120 Hz para uma experiência visual mais fluida e imersiva.

As especificações incluem o System-on-a-Chip (SoC) Mediatek Dimensity 9400+, além de 12 GB de RAM e armazenamento máximo de 512 GB. A combinação desses hardwares resultam em um desempenho avançado, com poder suficiente para lidar com trabalho, estudo ou entretenimento (incluindo jogos e edições mais pesadas).

E a caixa do Galaxy Tab S11 também acompanha uma capa-teclado e a caneta S Pen com design renovado e latência mínima. Logo, o dispositivo também se torna uma ótima opção de compra para artistas e criadores.

Galaxy Tab S11 Ultra: um tablet para substituir seu notebook


Prós
  • Inclui S Pen e teclado com capa
  • Tela AMOLED dinâmica 2X de 14,6″
  • Desempenho de ponta
  • Bateria de 11.600 mAh
  • Sistema de câmera dupla na traseira
Contras
  • S Pen sem Bluetooth
  • Sem suporte a NFC
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O Galaxy Tab S11 Ultra é um tablet de categoria ultra-premium, que pode facilmente substituir um notebook. Ele é mais largo e mais alto que a versão padrão e, por isso, traz uma tela AMOLED Dinâmica 2X de 14,6″ e uma bateria robusta de 11.600 mAh.

O Tab S11 Ultra apresenta o mesmo processador MediaTek Dimensity 9400+ visto no Tab S11, mas oferece versões de até 16 GB de RAM e 1 TB de armazenamento, sendo ideal para quem deseja ainda mais desempenho em multitarefas e mais espaço para guardar os arquivos.

Em resumo: o Galaxy Tab S11 Ultra é um tablet potente, recomendado para qualquer tipo de uso (estudos, uso profissional, jogos ou edições). E quem comprar o dispositivo também receberá a caneta S Pen e capa-teclado para uma experiência ainda completa.

Como escolher o melhor tablet Samsung?

Antes de escolher o melhor tablet Samsung para comprar em 2026, faça uma análise inicial sobre suas necessidades e orçamento disponível. Em seguida, avalie:

  • Processador e memória RAM: um tablet para estudo básico e leitura pode ter configurações mais modestas, como RAM de 4 GB e chip mais básico; já modelos para jogos, edição ou multitarefa deve ter no mínimo 8 GB de RAM e um processador mais potente.
  • Tipo de Tela: tablets com tela OLED/AMOLED exibem melhores cores e contrastes, enquanto os modelos com display LCD devem exibir pretos acinzentados. Para designers, editores e usuários mais exigentes, um painel OLED pode ser essencial.
  • Bateria: se a sua ideia é passar muitas horas longe das tomadas, considere opções com bateria acima de 8.000 mAh.
  • Acessórios: tablets que trazem caneta e teclado podem ser a melhor opção para quem busca um dispositivo para estudar, aumentando a produtividade.

E vai uma dica: fique de olho nos Achados do TB para encontrar produtos no precinho.

Galaxy Tab S10 FE com app de edição de imagens aberto
Entender o perfil de uso é essencial para escolher um tablet mais compatível (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Qual é o melhor tablet Samsung com caneta?

O Galaxy Tab S11 Ultra é o melhor tablet com caneta da Samsung até o momento. Ele chega com o chip MediaTek Dimensity 9400+ e até 16 GB de RAM, podendo rodar desde as tarefas mais simples até as mais pesadas.

Vale a pena comprar o Galaxy Tab S6 Lite em 2026?

Não. O Galaxy Tab S6 Lite (2024) é um tablet intermediário, equipado pelo chip Exynos 1280 e 4 GB de RAM. Por conta das suas limitações de hardware, ele é indicado para tarefas mais básicas, como streaming e navegação na internet. Com o preço encontrado atualmente (R$1.500), é mais vantajoso considerar comprar Galaxy Tab A11+ ou Tab S10 Lite.

Melhor tablet Samsung: qual modelo comprar em 2026?

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Descubra qual é o melhor tablet Samsung para suas necessidades; lista reúne tablets básicos, intermediários e modelos topo de linha

Samsung promete que apps pesados rodam no tablet (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

YouTube faz acordo e evita novo julgamento sobre saúde mental

24 de Junho de 2026, 17:58
Arte com o logotipo vermelho do YouTube em um fundo preto.
YouTube evitará julgamento no fim do mês que vem (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • YouTube fez um acordo confidencial nos EUA para evitar julgamento sobre saúde mental.
  • Processo acusava plataforma de usar recursos como rolagem infinita e autoplay para manter crianças e adolescentes engajados.
  • Em um caso anterior, YouTube e Meta foram condenados a pagar US$ 6 milhões em indenização.

O YouTube fechou um acordo confidencial nos Estados Unidos para não ir a julgamento em um processo que acusa plataformas digitais de prejudicar a saúde mental de crianças e adolescentes. A ação envolve um jovem de 15 anos, identificado pelas iniciais R.K.C, e estava marcada para ser julgada em 27 de julho, na Califórnia.

Com o acordo, a empresa e o Google deixam esse caso específico. O julgamento, porém, continua contra Meta, TikTok e Snap, que também são acusadas de criar recursos para estimular o uso compulsivo das plataformas por menores.

Em um caso semelhante anterior, Google e Meta foram condenadas a pagar US$ 6 milhões em indenização. O processo foi movido por uma jovem de 20 anos, que alegou ter desenvolvido vício nos aplicativos ainda na infância.

Acusação mira design das plataformas

iPhone com Reels reproduzido em velocidade 2x
Processo alega design viciante de plataformas (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

O caso é um entre cerca de 2.500 ações movidas contra empresas de tecnologia e envolve um jovem da Califórnia que, segundo o processo, começou a usar redes sociais aos 8 anos.

Os advogados afirmam que o uso piorou a saúde mental dele ao longo dos anos, tendo sido internado para tratamento psiquiátrico em 2023. A estratégia dos autores é responsabilizar as empresas pelo design dos apps, incluindo características proibidas pelo ECA Digital no Brasil, como:

  • reprodução automática de vídeos;
  • rolagem infinita de feeds;
  • notificações constantes de curtidas;
  • filtros de alteração facial.

A acusação afirma que essas ferramentas foram projetadas para manter crianças e adolescentes conectados por mais tempo, aumentando o engajamento e, consequentemente, a receita das plataformas.

Os advogados optaram por essa ofensiva para contornar a Seção 230 da Communications Decency Act, de 1996, lei federal similar ao Marco Civil da Internet que isenta as plataformas pelo conteúdo postado por terceiros.

Caso anterior terminou com indenização milionária

Meta, TikTok e YouTube
Meta, TikTok e YouTube estão entre empresas acusadas por design viciante (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O julgamento de R.K.C. será o segundo caso de teste dentro desse litígio. O primeiro envolveu uma jovem de 20 anos, e tratava principalmente do impacto dos filtros do Instagram sobre imagem corporal e dismorfia em adolescentes.

Naquele processo, Meta e Google desembolsaram US$ 6 milhões para pagar a indenização. A responsabilidade foi dividida em 70% para a Meta e 30% para o Google, e também envolvia o TikTok e Snap, que fecharam acordos antes do veredito.

As empresas informaram, à época, que recorreriam da decisão. Há duas semanas, a juíza Carolyn Kuhl rejeitou os pedidos das empresas para realizar um novo julgamento.

Mesmo sem o YouTube, o julgamento ainda deve chamar atenção da indústria. Segundo o Courthouse News Service, o CEO da Meta, Mark Zuckerberg, e o chefe do Instagram, Adam Mosseri, devem ser chamados para depor, além do cofundador e CEO do Snapchat, Evan Spiegel, e executivos do TikTok.

YouTube faz acordo e evita novo julgamento sobre saúde mental

YouTube (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Reels do Instagram agora podem ser reproduzidos em 2x (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Galaxy Z Flip 7 (512 GB) atinge menor preço histórico no Mercado Livre

24 de Junho de 2026, 17:15

Prós
  • Wide de 50 MP também tira selfies
  • Grava em até 4K a 60 fps
  • Design dobrável e compacto
Contras
  • Não tem lente teleobjetiva
  • Câmera frontal de 10 MP
PIX Cupom
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O Galaxy Z Flip 7 de 512 GB está com o menor preço histórico na oferta do Mercado Livre com cupom disponível. O celular dobrável da Samsung sai por R$4.863,60 no Pix usando OFERTAPARAVC antes de finalizar a compra. O valor representa a maior queda já registrada de 47% comparada ao preço original de R$ 9.199.

Galaxy Z Flip 7 traz tela AMOLED dobrável e 12 GB de RAM

O dispositivo faz parte da linha secundária de smartphones dobráveis da Samsung. Por isso, apresenta um design composto por duas telas AMOLED com taxa de atualização fluida de 120 Hz e brilho de até 2.600 nits. O display externo mede 4,1″ e possibilita acesso rápido a notificações e recursos de IA, como o Now Brief. Já o painel interno, com o celular aberto, mede 6,9″.

O Galaxy Z Flip 7 apresenta 12 GB de memória RAM e o processador Exynos 2500 (3 nm) que juntos proporcionam desempenho consistente. Na prática, o usuário vai conseguir rodar ‘liso’ jogos e executar multitarefas simultâneas. Enquanto o armazenamento UFS 4.0 oferece uma leitura e transferência rápida de dados.

O celular conta com duas câmeras traseiras, sendo a wide de 50 MP e ultrawide de 12 MP para capturas em cenários mais amplos. Um fato curioso é que o usuário pode tirar selfies utilizando a câmera principal, que em teoria vai proporcionar resultados melhores. Porém, há uma lente frontal de 10 MP a disposição.

Dois smartphones dobráveis parcialmente dobrados sobre uma mesa
Galaxy Z Flip 7 (à esquerda) ao lado do ‘irmão’ maior Z Fold 7 (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O Z Flip 7 apresenta uma bateria de 4.300 mAh, que promete entregar até 31 horas de autonomia segundo a Samsung. O design dobrável acaba custando em uma bateria menor a de smartphones comuns, em contrapartida é maior a do Z Flip 6. O gadget suporta carregamento rápido somente de até 25 W.

O corpo resistente em alumínio e com dobradiça reforçada, recebe a certificação IP48 contra água e poeira. Por fim, apresenta compatibilidade as conexões de Bluetooth 5.4, Wi-Fi 7, 5G e NFC para compras por aproximação.

Não perca a oportunidade de adquirir o Galaxy Z Flip 7 pelo seu menor preço histórico por R$4.863 no Pix utilizando o cupom OFERTAPARAVC no Mercado Livre.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Galaxy Z Flip 7 (512 GB) atinge menor preço histórico no Mercado Livre

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Galaxy Z Flip 7 de 512 GB sai 47% mais barato em oferta do Mercado Livre. Dobrável da Samsung traz telas AMOLED de 120 Hz, 12 GB de RAM e câmera de 50 MP

Galaxy Z Flip 7 e Z Fold 7 foram lançados na Samsung Unpacked (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Valve diz que mercado de memória RAM ficou hostil para fabricantes de PCs

24 de Junho de 2026, 16:59
Valve precisou equipar a Steam Machine com apenas um pente de 16 GB de RAM (imagem: divulgação)
Resumo
  • Valve diz que fabricantes de memória RAM passaram a priorizar clientes de IA e deixaram de oferecer contratos de longo prazo para empresas de PCs.
  • Segundo a empresa, essas fabricantes disponibilizam uma cota de memória e um preço fixo, sem negociação.
  • O impacto na Steam Machine será sentido nos primeiros lotes, que chegarão com apenas um módulo de 16 GB de RAM.

A Valve revelou que enfrenta um cenário hostil para produzir as novas Steam Machines. Segundo a empresa, as fabricantes de memória RAM adotaram uma postura de “pegar ou largar” na venda dos componentes, barrando contratos de longo prazo e afetando a indústria de hardware para o consumidor final. O motivo dessa mudança já é conhecido: a prioridade do mercado é atender projetos de inteligência artificial.

Em entrevista ao canal Gamers Nexus, um representante da Valve detalhou a dinâmica agressiva dos fornecedores. Todo mês, os fabricantes disponibilizam uma cota de memória e um preço fixo, sem nenhuma margem para negociação. “É sim ou não. E se dissermos não, eles nunca mais falam com a gente”, relatou.

A falta de opções no mercado forçou a Valve a adaptar o seu novo dispositivo. A empresa afirmou que os primeiros lotes da Steam Machine serão enviados com apenas um pente de 16 GB de RAM.

Essa teria sido a saída encontrada para manter a produção dentro do que as fornecedoras permitem comprar mensalmente, sem comprometer o desempenho, conforme os testes da companhia.

O novo PC de sala da Valve começará a ser distribuido no dia 29/06. Os dispositivos chegam aos consumidores com o preço inicial de US$ 1.049 (cerca de R$ 5.400), valor que reflete essa dificuldade na fabricação.

Por que a memória RAM sumiu do mercado de PCs?

Diversos pentes de memória RAM
Fabricantes de DRAM priorizam IA e deixam mercado doméstico no fim da fila (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

O gargalo ocorre porque as gigantes da produção de DRAM, como a Samsung e a Micron, redirecionaram quase toda a sua infraestrutura para suprir a demanda de grandes clientes corporativos, como a OpenAI, que compra volumes massivos de memória. Na prática, é um modelo de negócios mais lucrativo do que fornecer peças para computadores pessoais e consoles.

A transição foi tão brusca que algumas fabricantes abandonaram a produção voltada ao mercado doméstico e outras, como a G.Skill, enfrentam dificuldades para manter suas linhas de produtos voltadas para o consumidor.

Como as gigantes da tecnologia continuam despejando investimentos recordes em data centers e a indústria não consegue suprir a atual demanda, a tendência é que computadores e videogames fiquem ainda mais caros no curto e médio prazo.

Valve diz que mercado de memória RAM ficou hostil para fabricantes de PCs

Memórias RAM (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Pix por aproximação agora pode exibir saldo antes do pagamento

24 de Junho de 2026, 15:13
Mãos segurando um celular com o logotipo do Pix na tela
Pix por aproximação agora pode exibir saldo antes do pagamento (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Pix por aproximação agora pode mostrar saldo antes do pagamento, com usuário podendo optar por esse recurso ao conectar uma conta bancária ou de pagamento a uma carteira digital via Open Finance;
  • ativação do recurso permite que o consumidor verifique o saldo disponível em conta e o limite para transações antes de concluir o pagamento via Pix;
  • Banco Central afirma que compartilhamento de informações como saldo e limite deve ser feito com transparência, e o usuário pode revogar a autorização para isso a qualquer momento.

O Pix por aproximação permite pagar compras com uma experiência similar à de pagamentos com cartão de crédito ou débito. Mas a transação não será autorizada se não houver dinheiro suficiente em conta. É por isso que a modalidade ganhou um recurso complementar: uma opção que mostra o saldo antes do pagamento.

A novidade está disponível, oficialmente, desde o início da semana. Porém, o saldo só é exibido previamente se o usuário optar por esse recurso que, por sua vez, é viabilizado pelo Open Finance.

É possível fazer a ativação ao conectar uma conta bancária ou de pagamento a uma carteira digital ou, ainda, ao autorizar movimentações automáticas via Open Finance. Essas ações podem ser executadas no aplicativo da instituição financeira na qual a pessoa tem conta.

Depois que a ativação é feita, o consumidor poderá verificar, via app da Carteira Digital, por exemplo, qual o saldo disponível em conta, qual o seu limite de valor para transações ou se, de fato, há possibilidade de o pagamento ser concluído via Pix.

Relação com o Open Finance

A nova abordagem vem na esteira de uma atualização no Open Finance. Até recentemente, os procedimentos para consentir o compartilhamento de informações como saldo e limite, bem como para vincular uma conta a um serviço de pagamentos eram realizados separadamente.

Agora, esses procedimentos são feitos de uma vez. Assim, ao autorizar pagamentos pela conta, o usuário pode optar por também compartilhar informações como saldo e limite, processo que o Banco Central chama de “jornada otimizada”.

Note que, com a ativação, o sistema da carteira digital ou da instituição que inicia o pagamento poderá ter acesso ao seu saldo ou limite disponível em conta para que essas informações sejam exibidas a você antes de uma transação via Pix por aproximação.

Pix por aproximação requer uma carteira digital, como a Samsung Wallet (imagem: reprodução/Samsung)

Eventualmente, a nova dinâmica poderá servir como base para novos serviços ou produtos oferecidos pelas instituições financeiras, não se limitando ao Pix por aproximação. Mas o Banco Central observa que, em todos os casos, tudo deve ser feito com transparência:

Qualquer que seja a solução ofertada, deve estar claro para o cliente a finalidade de uso dessas informações. Como em qualquer compartilhamento de dados, é importante que o cliente sempre verifique de que forma essa informação será utilizada.

Matheus Rauber, chefe no Departamento de Regulação do Sistema Financeiro do BC

O usuário que optar por compartilhar as informações de saldo e limite poderá revogar a autorização para isso a qualquer momento. Vale reforçar que a ativação desse recurso é opcional, não sendo condição necessária para o uso do Pix por aproximação.

Também vale destacar que essa novidade chega dias depois de o Banco Central anunciar o fim do limite padrão de R$ 500 nas transações via Pix por aproximação, decisão que entrará em vigor em outubro de 2026.

Pix por aproximação agora pode exibir saldo antes do pagamento

Boletos bancários agora podem ser pagos via Pix (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Samsung ganha Pix por aproximação (imagem: reprodução)

Como saber se o cabo do iPhone é original? Veja 5 dicas para descobrir

24 de Junho de 2026, 14:38
Cabos de iPhone (Lightning e USB) em feixe, para ilustrar detalhes de autenticidade e diferenças entre original e falso
Saiba os detalhes que ajudam a identificar a autenticidade do cabo do iPhone (imagem: Mika Baumesiter/Unsplash)

Identificar as diferenças entre cabo de iPhone original e falso exige atenção a detalhes, como a qualidade do acabamento da embalagem e a presença do selo MFi (Made for iPhone). Verificar as inscrições a laser e a anatomia dos conectores também ajuda a constatar a autenticidade.

Atualmente, as falsificações estão mais sofisticadas ao reproduzir caixas e logotipos com fidelidade, dificultando a distinção visual. No entanto, os produtos paralelos têm falhas técnicas sutis, como defeitos na fundição, pinos desalinhados ou variações de cor que não condizem com o padrão premium.

A seguir, veja 5 formas de saber as diferenças entre cabo de iPhone original e falso.

1. Observe o lacre da caixa

Examinar o lacre de papel na parte traseira da caixa do cabo de iPhone vendido avulso é o primeiro passo para checar a procedência do acessório. O selo deve estar perfeitamente alinhado e sem indícios de violação, exibindo impressões nítidas dos logotipos e o selo holográfico MFi (Made for iPhone).

Contudo, como a pirataria replica embalagens com facilidade, esse lacre externo não representa uma garantia absoluta de autenticidade. Então, é necessário explorar outros detalhes do acessório para confirmar a originalidade.

Caixa de cabo de carregamento USB-C da Apple (USB-C 60W, 1 m), usada para ilustrar detalhes de autenticidade como lacres e selos MFi
Certos detalhes na caixa do cabo de iPhone vendido avulso podem entregar se ele é falsificado (imagem: Reprodução/Mobile Pro)

2. Veja se há selos MFi na embalagem

O selo MFi (Made for iPhone) indica que o cabo passou pelo programa oficial de licenciamento e certificação da Apple. Presente em produtos de marcas parceiras credenciadas, ele atesta que o acessório cumpre as exigências técnicas e as normas de compatibilidade.

Assim como ocorre com os lacres, os selos não são garantia absoluta de autenticidade, pois os falsificadores clonam a identidade visual no mercado paralelo. Por isso, o consumidor deve encarar o selo como um segundo filtro, sem dispensar outras verificações de segurança.

Comparação de selos MFi “Made for iPhone/iPad/iPod” em diferentes modelos (novo e antigo)
Os diferentes modelos de selo MFi disponíveis em produtos (imagem: Reprodução/Apple)

3. Verifique as gravações no cabo

Os cabos originais do iPhone trazem no revestimento isolante a inscrição padrão “Designed by Apple in California” gravada a laser. Essa informação é seguida pelo local de montagem, como “Assembled In China”, “Assembled in Vietnam” ou “Indústria Brasileira”.

O texto inclui obrigatoriamente um número de série alfanumérico de 12 dígitos, que funciona como uma assinatura digital do produto. Em geral, os cabos piratas apresentam erros ortográficos ou omitem esse código, além de utilizarem tintas mais escuras na impressão.

Diagrama com exemplos de gravações a laser em cabos originais: “Designed by Apple in California”, “Indústria Brasileira/Assembled in China/Vietnam” e número de série de 12 dígitos
As inscrições padrões encontradas nos cabos originais do iPhone (imagem: Reprodução/Apple)

4. Analise o plugue Lightning 

A “anatomia” do conector Lightning é um dos principais pontos para apurar a autenticidade do cabo do iPhone. O plugue original é construído em uma peça única e sólida, apresentando contatos arredondados, lisos e com acabamento refinado em tom dourado ou prateado.

Além disso, a base emborrachada de alívio de tensão (boot) mantém dimensões milimetricamente simétricas em toda a extensão. Outro detalhe de engenharia da Apple é a placa frontal de inserção (faceplate), que deve ser obrigatoriamente cinza ou metálica.

No mercado paralelo, as falsificações entregam falhas de fundição, exibindo pinos quadrados, encaixes ásperos e placas frontais brancas ou pretas. Notar esses detalhes visuais e táteis no plugue é um forte indício de que o acessório não é original.

Comparação de plugues Lightning: cabo Apple original à esquerda e cabo falsificado à direita, com cortes ampliados dos contatos
As diferenças dos plugues Lightning originais e falsificados (imagem: Reprodução/Apple)

5. Cheque o plugue USB-A

A engenharia dos plugues USB-A também apresenta pistas sobre a autenticidade do cabo do iPhone. O conector original apresenta travas de segurança metálicas (interlocks) em formato trapezoidal, espaçadas uniformemente em relação à borda da carcaça externa.

Ao olhar a parte interna do plugue, os contatos de metal exibem um banho dourado de alta condutividade. Já a superfície do bloco isolante plástico (insulator) precisa ser totalmente plana e lisa.

Os cabos falsificados trazem travas em ângulos retos de 90º graus e superfícies visivelmente ásperas ou granulares. A presença de rebarbas ou sulcos de retenção na peça são outros detalhes que denunciam que o acessório não passou pelos testes da Apple.

Diferenças entre plugues USB-A originais e falsificados: travas e contatos metálicos comparados
As diferenças dos plugues USB-A originais e falsificados (imagem: Reprodução/Apple)

Quais são os riscos de usar um cabo de iPhone falsificado?

Utilizar acessórios paralelos traz perigos reais à integridade do iPhone e à segurança física do usuário. Estes são os principais riscos:

  • Pane elétrica e superaquecimento: a ausência de reguladores de tensão faz o cabo esquentar perigosamente durante a recarga, danificando os componentes sensíveis da placa lógica e a porta de entrada de energia do dispositivo;
  • Degradação da bateria: a transmissão instável de corrente e flutuações de voltagem estressam as células de íons de lítio do iPhone, reduzindo drasticamente a vida útil e capacidade de retenção de carga;
  • Incêndios e choques: o uso de isolamento plástico inferior e fiação interna subdimensionada cria um cenário propício para curtos-circuitos, estalos elétricos, severas descargas eletrostáticas e até princípios de incêndio;
  • Bloqueio e incompatibilidade: devido às atualizações frequentes do iOS, o cabo falsificado pode simplesmente parar de funcionar intermitentemente ou exibir o temido alerta de “acessório não suportado”;
  • Falhas de sincronização: a engenharia simplificada dos fios impede a correta transferência de dados via USB, fazendo com que computadores deixem de reconhecer e parear com o ecossistema do iPhone;
  • Ruptura física do conector: a fragilidade estrutural da solda faz com que a ponta metálica quebre com facilidade, podendo ficar presa e obstruir definitivamente a entrada de energia do aparelho.

Onde posso encontrar cabos de iPhone originais?

O meio mais seguro para adquirir cabos e acessórios originais é diretamente nas lojas físicas e no site da Apple ou em revendedores autorizados pela marca. Grandes varejistas com canais oficiais de distribuição homologada também garantem a procedência do produto contra falsificações.

Por outro lado, o consumidor deve evitar ofertas com preços muito abaixo da média em marketplaces e sites de procedência duvidosa. Caso opte por marcas parceiras, a dica é exigir o selo MFi de certificação para garantir total compatibilidade e segurança de hardware.

Também consigo saber se o carregador do iPhone é original?

Sim, dá para saber se o carregador do iPhone é original observando alguns detalhes na construção do acessório. Por exemplo, eles trazem marcações gravadas a laser perfeitamente alinhadas e, no Brasil, o selo de homologação da Anatel.

Além disso, a embalagem original traz manuais impressos com alta qualidade e um número de série que deve bater com o código do produto. No mercado paralelo, as fontes borradas, erros ortográficos nas especificações de voltagem e pinos tortos denunciam a falsificação do hardware.

Como saber se o cabo do iPhone é original? Veja 5 dicas para descobrir

Certos detalhes na caixa do cabo de iPhone vendido avulso podem entregar se ele é falsificado (imagem: Reprodução/Mobile Pro)

As diferenças dos plugues Lightning originais e falsificados (imagem: Reprodução/Apple)(imagem: Reprodução/Apple)

As diferenças dos plugues USB-A originais e falsificados (imagem: Reprodução/Apple)

Zuckerberg deseja criar app de apostas e entrar no mercado de previsões

24 de Junho de 2026, 13:26
Arte com a logomarca da Meta ao centro e o rosto de Mark Zuckerberg abaixo. Na parte inferior direita está a logomarca do Tecnoblog.
Mark Zuckerberg é fundador e CEO da Meta (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Meta está desenvolvendo um aplicativo chamado Arena para entrar no mercado de previsões.
  • O aplicativo, encomendado por Mark Zuckerberg, permitirá que usuários apostem no resultado de eventos reais, como eleições e jogos esportivos.
  • O projeto é similar ao que já existe com a plataforma Polymarket, mas, inicialmente, não usaria dinheiro real e funcionaria com um sistema de pontos.
  • Mercados de previsão são proibidos no Brasil.

A Meta estaria desenvolvendo um aplicativo próprio, chamado Arena, para entrar no mercado de previsões. O segmento permite que usuários apostem no resultado de eventos reais, como eleições, decisões políticas, jogos esportivos e outros indicadores econômicos.

Segundo o jornal New York Times, o app, encomendado diretamente por Mark Zuckerberg, deve ser separado das redes sociais da empresa, como Facebook, Instagram e WhatsApp, mas a Meta pretende usar as plataformas para atrair usuários ao novo produto.

A ideia colocaria a companhia em um setor que cresceu rapidamente nos últimos anos, impulsionado por plataformas como Polymarket e Kalshi. Em 2025, as duas plataformas movimentaram juntas cerca de US$ 50 bilhões (cerca de R$ 261 bilhões) em negociações online, ultrapassando US$ 130 bilhões (R$ 680 bilhões) em 2026 — e fez da brasileira Luana Lara a mulher mais jovem a se tornar bilionária no mundo.

Não é a primeira vez que a Meta tenta algo parecido. Em 2020, a empresa lançou um app de previsões, chamado Forecast, que acabou sendo encerrado em 2022. Mas com o crescimento do setor o interesse parece ter voltado.

Como funcionaria o novo app de previsões da Meta?

Foto de smartphone na mão de homem usando um aplicativo de apostas (bets)
Sistema não deve utilizar dinheiro real inicialmente (foto: Areli Alvarez/Qualcomm Institute at UC San Diego)

De acordo com funcionários ouvidos pelo jornal, o Arena deve começar com um sistema de pontos, inicialmente sem uso de dinheiro real. Como em um jogo, os usuários fariam previsões e acompanhariam os resultados dentro do próprio aplicativo.

Entretanto, a Meta não teria descartado a possibilidade de permitir apostas com dinheiro no futuro, como fazem as principais empresas concorrentes do setor.

A possível entrada da big tech no mercado gerou críticas nas redes sociais, inclusive de dentro do parlamento estadunidense. Segundo o jornal, o senador democrata Richard Blumenthal acusou a empresa de tentar lucrar com comportamentos viciantes.

Mercados de previsão preocupam autoridades

O avanço dos mercados de previsão também aumentou a preocupação de reguladores e parlamentares nos Estados Unidos.

Um caso recente citado pelo New York Times envolve um membro das Forças Especiais dos EUA, acusado por promotores federais de Nova York de usar informações confidenciais do governo para apostar na Polymarket. Segundo a acusação, ele teria lucrado mais de US$ 400 mil ao prever uma operação secreta para capturar o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro.

No Brasil, apesar de, para o usuário final, funcionar de forma semelhante às bets esportivas regulamentadas, esse tipo de mercado de previsão não tem autorização para operar. Em abril, o governo bloqueou 27 plataformas de previsão, incluindo as gigantes Polymarket e Kalshi. Segundo o G1, a avaliação foi de que as plataformas “podem se aproximar de instrumentos financeiros não autorizados” por aqui.

Zuckerberg deseja criar app de apostas e entrar no mercado de previsões

Mark Zuckerberg é fundador e CEO da Meta (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Segundo o governo, metade das apostas são feitas em sites ilegais (foto: Areli Alvarez/Qualcomm Institute at UC San Diego)

Governo abre processo contra 99Food por omissão de taxas dos clientes

24 de Junho de 2026, 13:24
Motociclista com caixa de entrega da 99Food
99Food voltou ao Brasil em 2025 (imagem: divulgação/99)
Resumo
  • A Senacon, órgão do Ministério da Justiça, abriu processo contra o aplicativo 99Food por falta de transparência em preços.
  • A empresa terá 20 dias para apresentar resposta e pode ser multada em até R$ 14 milhões se não cumprir as exigências.
  • Portaria determina que plataformas de delivery informem a divisão do valor pago pelo usuário, incluindo parcelas retidas e repassadas.

A Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) abriu um processo administrativo contra o aplicativo 99Food. O órgão ligado ao Ministério da Justiça e Segurança Pública investiga o possível descumprimento de regras de transparência na composição dos preços cobrados dos consumidores.

A investigação apura o não cumprimento de uma portaria publicada em março, que determina que plataformas de delivery e transporte informem, em cada transação, um quadro-resumo com a divisão do valor pago pelo usuário.

Segundo a decisão que investiga a 99Food, há “indícios de ilícito adicional” por suposta indução do consumidor a erro quanto à destinação dos valores cobrados na operação. O documento afirma que a empresa não demonstra que as rubricas “taxa de entrega” e “taxa de serviço” correspondam, respectivamente, ao valor repassado ao entregador e ao montante retido pela plataforma.

A Portaria nº 61/2026 determina que os aplicativos informem, de forma clara, a composição do valor pago pelo consumidor, incluindo a parcela retida pela plataforma, o valor repassado ao entregador e o montante destinado ao estabelecimento.

iFood e Keeta já foram notificadas

Esta é a terceira plataforma de delivery alvo de procedimentos pelo mesmo motivo. Em maio, iFood e Keeta também passaram por apurações semelhantes. Na ocasião, o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, afirmou que a adesão à norma não é opcional. Ele citou a própria 99 como exemplo de empresa que já se adequou às regras, mas no contexto da operação de transporte por aplicativo.

A 99Food terá 20 dias para apresentar resposta, contados desde ontem (23/06). Caso as exigências não sejam atendidas, a empresa pode ser multada em até R$ 14 milhões.

Governo abre processo contra 99Food por omissão de taxas dos clientes

99Food está de volta ao Brasil (imagem: divulgação/99)

Figma quer peitar After Effects com motion gerado por IA

24 de Junho de 2026, 13:15
Agente de IA atua diretamente na função Motion (imagem: divulgação)

O Figma vai adicionar novas ferramentas de inteligência artificial ao seu editor para brigar diretamente com o After Effects, da Adobe. A novidade chamada Motion permite criar animações, transições e transformações 3D diretamente no canvas do Figma, com geração via IA, estilos predefinidos ou ajuste manual em uma linha do tempo. O recurso fica conectado a sistemas de design e já gera código pronto para implementação.

A novidade faz parte da nova atualização do Figma, cujo anúncio ocorre nesta quarta-feira (24/06) durante o Config, evento anual realizado nos Estados Unidos. O Tecnoblog acompanha tudo diretamente de San Francisco.

O que mais o Figma anunciou?

Habilidades de agentes de IA no Figma (imagem: divulgação)

Confira as principais ferramentas anunciadas:

  • Motion: criação de animações, transições e transformações 3D no canvas, com geração via IA ou ajuste manual em linha do tempo. Durante uma conversa com jornalistas, o fundador e CEO da empresa, Dylan Field, prometeu que os usuários iriam dizer “uau!” quando vissem os resultados.
  • Code layer: permitem clonar repositórios, gerar variações com o agente de IA do Figma, extrair fluxos para camadas editáveis e sincronizar mudanças de volta ao código
  • Shader: cria efeitos visuais e preenchimentos personalizados via comando de texto, usando WebGPU, incluindo dither, pixelização e diferentes tipos de blur
  • Fluxos no Figma Weave: mais de 20 ferramentas integradas para gerar imagens consistentes direto no canvas.
  • Habilidades para agentes de IA: transformam tarefas repetitivas em habilidades reutilizáveis por toda a equipe, com mais contexto vindo de conectores de terceiros, busca na web e anexos de arquivo
  • Plugins generativos: criação de ferramentas personalizadas a partir de comandos de texto, sem necessidade de desenvolvedores

Os fluxos do Figma Weave são descritos pela empresa como o primeiro passo para uma integração completa entre o Figma e o Figma Weave, prevista ainda para este ano.

Segundo o Figma, as mudanças respondem a um cenário em que a inteligência artificial está borrando os limites entre software e trabalho criativo. Mais pessoas estão criando produtos digitais, mas o trabalho passou a se distribuir entre seres humanos, ferramentas e agentes de IA. A liberação dos novos recursos deve ocorrer nas próximas semanas, com disponibilidade variando conforme cada um deles.

Ferramenta de textura no Figma (imagem: divulgação)

Relatório de IA e design

A companhia também divulgou seu terceiro relatório anual sobre inteligência artificial e design, com base em 8.403 respostas de pesquisa e 639 entrevistas qualitativas coletadas em três anos, com amostras em dez países. Brasil, Índia e Coreia do Sul entram pela primeira vez na pesquisa de 2026, somando-se a Estados Unidos, Reino Unido, Japão, Alemanha, França, Canadá e Austrália.

Segundo o levantamento, 57% dos profissionais entrevistados afirmam que o design ganhou mais importância em seus trabalhos. Entre desenvolvedores, esse percentual saltou de 44% para 65% em 2026. A pesquisa também identificou um movimento de sobreposição de funções: designers que atuam em desenvolvimento passaram de 21% para 41% entre 2025 e 2026, enquanto desenvolvedores que atuam em design foram de 44% para 60% no mesmo período.

Figma realiza o evento Config nos EUA (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O relatório aponta ainda que 91% dos designers, 96% dos desenvolvedores e 96% dos gerentes de produto consideram que a fluência em IA será essencial para o sucesso profissional no futuro. A proporção de entrevistados que afirmam construir projetos com IA subiu de 65% para 83%. Já o percentual dos que dizem que pelo menos metade do trabalho atual envolve produtos ou recursos de IA dobrou, de 23% para 46%, no mesmo intervalo.

O Config chega à décima edição em 2026 e reúne mais de 10 mil participantes no Moscone Center, em San Francisco, além de transmissão gratuita via internet. A programação oficial ocorre entre os dias 24 e 25 de junho, com mais de 125 palestrantes.

Assista ao keynote do Config ao vivo

O jornalista Thássius Veloso viajou para os Estados Unidos a convite do Figma

Figma quer peitar After Effects com motion gerado por IA

💾

Recurso chamado Motion estreia no canvas do Figma. Anúncio ocorre durante o Config, nos EUA.

Agente de IA atua diretamente na função Motion (imagem: divulgação)

Habilidades de agentes de IA no Figma (imagem: divulgação)

Ferramenta de textura no Figma (imagem: divulgação)

Figma (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

OpenAI revela seu primeiro chip de IA: o Jalapeño

24 de Junho de 2026, 12:49
Sam Altman e Hock Tan em foto segurando o processador Jalapeño, com chip em destaque
Sam Altman, CEO da OpenAI, e Hock Tan, CEO da Broadcom (imagem: divulgação)
Resumo
  • OpenAI lançou o Jalapeño, seu primeiro chip de IA desenvolvido em parceria com a Broadcom.
  • O Jalapeño foca em melhorar a velocidade de resposta dos modelos de IA e promete maior estabilidade no serviço gratuito.
  • Chip foi desenvolvido em apenas nove meses, utilizando IA para acelerar o design e otimização.

A OpenAI e a gigante de semicondutores Broadcom anunciaram, nesta quarta-feira (24/06), o lançamento do Jalapeño, o primeiro processador de inteligência artificial desenhado do zero pela dona do ChatGPT.

Segundo o comunicado, ele é focado na fase de inferência de Grandes Modelos de Linguagem (LLMs) e promete derrubar os custos da companhia, aumentando a velocidade de resposta do chatbot.

Para entender o peso da novidade, basta entender o que é inferência: trata-se, basicamente, do momento em que a IA “trabalha” para responder em tempo real toda vez que você envia um prompt. O Jalapeño foi construído para otimizar essa etapa.

Chip prevê maior estabilidade no ChatGPT gratuito

O impacto principal deve ser sentido na fluidez da interação e no custo para manter plataformas como o próprio ChatGPT e o Codex funcionando. Na prática, a arquitetura do chip une o poder de processamento bruto a uma latência extremamente baixa. Isso significa respostas geradas de forma quase instantânea na tela do seu celular ou computador.

Amostras de engenharia do Jalapeño já estão em operação nos laboratórios da companhia. Os resultados preliminares apontam para uma performance por watt superior à que existe hoje como referência no mercado.

A meta é tornar a inteligência artificial financeiramente viável, reduzindo o consumo energético e o tempo de processamento. Com isso, a empresa consegue cobrar menos pelo uso dos seus serviços, ao mesmo tempo em que garante disponibilidade e estabilidade para usuários gratuitos durante picos de acesso.

“Ao projetarmos componentes da infraestrutura internamente, podemos oferecer maior eficiência e continuar impulsionando a IA para um acesso mais amplo”, destacou o presidente da OpenAI, Greg Brockman.

Imagem de um celular com o aplicativo ChatGpt
Chip proprietário promete ChatGPT mais rápido na versão gratuita (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Desenvolvimento recorde com ajuda da IA

Outro destaque do projeto é a agilidade. O ciclo completo de desenvolvimento do chip durou apenas nove meses. Na indústria de semicondutores, esse é considerado um dos prazos de elaboração mais curtos já registrados.

Essa velocidade recorde não aconteceu por acaso. A OpenAI utilizou os seus próprios modelos de inteligência artificial para acelerar partes complexas do design e otimização do processador.

A colaboração com a Broadcom, por sua vez, trouxe tecnologias de conectividade que permitem fluxo de altíssima velocidade entre milhares de chips interligados. A engrenagem de produção inclui ainda a empresa canadense Celestica, encarregada da montagem e integração dos sistemas.

O plano é que o Jalapeño comece a alimentar data centers já no fim de 2026, construídos em parceria com gigantes do setor, como a Microsoft.

OpenAI revela seu primeiro chip de IA: o Jalapeño

Sam Altman, CEO da OpenAI, e Hock Tan, CEO da Broadcom (imagem: divulgação)

É necessário ter um equilíbrio ao usar o ChatGPT e outros chatbots (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Oportunidade: Motorola Edge 70 Fusion sai com menor preço desde lançamento

24 de Junho de 2026, 12:49

Prós
  • Tela AMOLED de 6,78″ com 144 Hz
  • Câmera de 50 MP com OIS
  • RAM expansível para até 24 GB
  • IP68/IP69 e MIL-STD-810H
  • Bateria de 5.200 mAh
Contras
  • Sem câmera teleobjetiva
  • Não traz carregamento sem fio
  • Atualizações por somente 3 anos
PIX Cupom
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O Motorola Edge 70 Fusion (256 GB) lançado em março por R$ 2.999, já se encontra em oferta com 41% de desconto. O celular está disponível por R$ 1.779 no Pix com a adição do cupom OFERTAPARAVC no Mercado Livre, esse é o menor preço encontrado até então nas principais lojas varejistas.

Edge 70 Fusion: tela AMOLED de 144 Hz e bateria de 5.200 mAh

Motorola Edge 70 Fusion (esq.) e Fusion Plus (dir.) (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Motorola Edge 70 Fusion (a esquerda) foi lançado em cinco cores (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Um dos destaques é o painel, a ponto de obter especificações superiores ao ‘irmão’ mais avançado Edge 70. O display AMOLED de 6,78″ conta com HDR10+ e taxa de 144 Hz, proporcionando fluidez gráfica excelente. Além disso, atinge pico de 5.200 nits de brilho, um nível bastante elevado.

O Edge 70 Fusion possui bateria de 5.200 mAh, com promessa de autonomia extensa de até 39 horas de uso pela Motorola. Inclui na caixa um adaptador TurboPower de 68 W, que realiza carregamento rápido e apto para uso em um curto período; a fabricante fala em apenas dez minutos.

O sistema de câmeras leva a lente principal Sony Lytia 710 de 50 MP, também equipada no Edge 70. O sensor promete entregar fotografias ricas em detalhes, além de possuir estabilização óptica e cores validadas pela Pantone. As demais integradas são a ultrawide de 13 MP e frontal de 32 MP. Todo o conjunto tem a capacidade de gravação em 4K.

Motorola Edge 70 Fusion (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Edge 70 Fusion aposta em módulo de câmeras destacado na traseira (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

O dispositivo utiliza o chip Snapdragon 7s Gen 3 e 8 GB de RAM. A configuração não é a das mais avançadas, mas através do RAM Boost pode proporcionar um desempenho otimizado. Na prática, vai corresponder para a maioria das tarefas comuns no dia a dia, a exemplo de navegação em múltiplos apps sem travamentos.

O corpo com espessura de 7,2 mm combina diversas certificações, como a militar MIL-STD-810H, IP68 e IP69. Portanto, promete fornecer alta resistência a cenários que envolvam altas temperaturas, poeira e até jatos d’água de alta pressão.

Por fim, vem com Android 16 e promessa de três atualizações do sistema operacional. Adquira o Motorola Edge 70 Fusion nesta oferta pelo menor preço desde o lançamento, por R$ 1.779 no Pix com o cupom OFERTAPARAVC no Mercado Livre.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Oportunidade: Motorola Edge 70 Fusion sai com menor preço desde lançamento

Motorola Edge 70 Fusion (esq.) e Fusion Plus (dir.) (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Motorola Edge 70 Fusion (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Galaxy A36 (256 GB) tem promoção com grande queda de preço no Mercado Livre

24 de Junho de 2026, 12:12
R$ 2.999,0057% OFF

Prós
  • Tela de 6,7″ com 120 Hz
  • Câmera principal de 50 MP com OIS
  • Suporte ao Galaxy AI
  • 6 anos garantidos de atualizações Android
Contras
  • Sem suporte para expansão de memória via cartão microSD
  • Não oferece carregamento sem fio
  • Acabamento de plástico é frágil contra quedas
PIX Cupom
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O Galaxy A36 (256 GB) está disponível por R$ 1.304,10 no Pix com o cupom OFERTAPARAVC no Mercado Livre. O smartphone intermediário da Samsung com Galaxy AI e tela AMOLED, lançado por R$ 2.999, fica 57% mais barato e atinge o menor preço já visto pela equipe de Achados do TB.

Galaxy A36 tem tela de 120 Hz, câmeras que filmam em 4K e bateria de 5.000 mAh

Galaxy A36 foi anunciado em três cores: preto, lavanda e branco (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Galaxy A36 tem uma ampla tela Super AMOLED de 6,7 polegadas com taxa de atualização de 120 Hz (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O Galaxy A36 é equipado com o chip Snapdragon 6 Gen 3 e 8 GB de RAM, entregando alto desempenho em tarefas básicas e suporte ao Galaxy AI. Os 256 GB de armazenamento interno garantem um espaço equilibrado para aplicativos, mídias e outros arquivos do dia a dia.

O telefone adota uma tela Super AMOLED de 6,7 polegadas com resolução Full HD+ e taxa de atualização de 120 Hz, reproduzindo imagens bem detalhadas e fluidas. O painel ainda atua com brilho máximo de 1.900 nits, facilitando a visualização mesmo sob o sol.

Para fotos e vídeos, o Galaxy A36 conta com uma câmera tripla traseira liderada por um sensor principal de 50 MP que filma em 4K com Estabilização Óptica de Imagem (OIS). A câmera frontal de 12 MP também faz registros em 4K, além de clicar selfies detalhadas com o Modo Retrato.

Galaxy A36 foi anunciado em três cores: preto, lavanda e branco (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Galaxy A36 tem uma câmera tripla traseira com sensor de 50 MP capaz de filmar em 4K (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O smartphone intermediário da Samsung tem bateria de 5.000 mAh, entregando uma autonomia de até 29 horas de reprodução de vídeo. Ele suporta carregamento rápido de até 45 W, indo de 0 a 100% em cerca de 65 minutos na tomada.

Facilitando o dia a dia, o dispositivo oferece conexões 5G, Wi-Fi 6, Bluetooth 5.4 e NFC para ações por aproximação. Na parte de software, ele sai da caixa com o Android 15 e deve receber ao menos seis atualizações do sistema operacional.

Fechando o pacote, o Galaxy A36 (R$ 1.304,10 no Pix com o cupom OFERTAPARAVC) tem estrutura de plástico e acabamento traseiro em vidro Gorilla Glass Victus+. Outro destaque é a certificação IP67 de resistência à poeira e à água, protegendo o aparelho de mergulhos acidentais de até 1 metro em água doce por até 30 minutos.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Galaxy A36 (256 GB) tem promoção com grande queda de preço no Mercado Livre

Galaxy A36 foi anunciado em três cores: preto, lavanda e branco (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Galaxy A36 foi anunciado em três cores: preto, lavanda e branco (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Amazon Basics: marca própria da Amazon chega ao Brasil com centenas de itens

24 de Junho de 2026, 11:43
Amazon Basics chega ao Brasil
Amazon Basics chega ao Brasil (imagem: divulgação/Amazon)
Resumo
  • marca própria da Amazon, Amazon Basics, foi lançada no Brasil com centenas de itens em categorias como casa, escritório, esportes e pet shop;
  • produtos Amazon Basics oferecem preços geralmente mais acessíveis e trazem benefícios adicionais para membros Amazon Prime, como entrega rápida gratuita e descontos de 15% em determinados itens;
  • Amazon armazena os produtos da marca em centros de distribuição no Brasil para agilizar as entregas, permitindo que membros Prime recebam os produtos no mesmo dia ou no dia seguinte à compra.

A Amazon Basics é uma marca própria da gigante do comércio eletrônico que oferece diversos tipos de produtos do dia a dia a preços geralmente mais acessíveis. A proposta existe desde 2009, mas só agora chegou à Amazon brasileira. Antes tarde do que mais tarde, certo?

Já na estreia, são centenas de produtos divididos em categorias como casa, escritório, esportes e pet shop. Em casa, por exemplo, você encontra cabides, almofadas, caixas organizadoras, ferramentas variadas e assim por diante.

Relacionados à categoria escritório estão produtos como cabos HDMI, cabos Ethernet, mouses, fones de ouvido, suportes para celular, tripés, mochilas, cadernos, entre tantos outros.

Na Amazon, estamos constantemente ouvindo o que nossos consumidores desejam — e Amazon Basics é reflexo direto dessa escuta. Trazer essa marca ao Brasil significa oferecer uma experiência de compra completa, de ponta a ponta: validamos a qualidade, curamos a seleção e garantimos a velocidade da entrega.

Juliana Sztrajtman, presidente da Amazon Brasil

Página do Amazon Basics
Página do Amazon Basics (imagem: divulgação/Amazon)

Benefícios para membros Amazon Prime

Os produtos Amazon Basics estão disponíveis para todos os consumidores. Mas quem possui uma assinatura Amazon Prime conta com entrega rápida gratuita e possibilidade de 15% de desconto em determinados itens.

De acordo com a companhia, os produtos da marca ficam armazenados estrategicamente em centros de distribuição no Brasil, e isso favorece as entregas rápidas para membros Prime que, dependendo da região, podem receber os produtos no mesmo dia da compra ou no dia seguinte.

Essa estreia já era esperada. Ainda que não oficialmente, alguns itens Amazon Basics já podiam ser encontrados no Brasil (se por teste ou descuido, não sabemos). Além disso, apesar de o anúncio oficial ter sido feito nesta quarta-feira (24/06), a área Amazon Basics* estava disponível há alguns dias na Amazon brasileira.

*link de afiliado; ao comprar por ele, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Amazon Basics: marca própria da Amazon chega ao Brasil com centenas de itens

Amazon Basics chega ao Brasil (imagem: divulgação/Amazon)

Página do Amazon Basics (imagem: divulgação/Amazon)

iPhone Air está com maior desconto que vimos desde o Mês do Consumidor

24 de Junho de 2026, 11:24
R$ 10.499,0039% OFF

Prós
  • Tela Super Retina XDR de até 120 Hz
  • Boa performance com o chip A19 Pro
  • iPhone mais fino já feito com 5,64 mm
  • Smartphone leve, com apenas 165 g
Contras
  • Sem slot para cartão SIM
  • Bateria de 3.149 mAh
  • Somente uma câmera traseira
PIX Cupom Exclusivo Amazon Prime
OFF300 E R$ 100 OFF NA PáGINA R$ 6.439,10  Amazon
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O iPhone Air (256 GB) está disponível para clientes Amazon Prime por R$ 6.439,10 no Pix aplicando os cupons OFF300 e de R$ 100 OFF que aparecem na página do produto. O smartphone mais fino da Apple com tela OLED e câmera de 48 MP, lançado por R$ 10.499, recebe um desconto de 39% nesta oferta “Achou, Correu!” na Amazon.

iPhone Air tem tela de 120 Hz, câmeras que filmam em 4K e suporte ao Apple Intelligence

iPhone Air (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
iPhone Air tem tela OLED de 6,5 polegadas com taxa de atualização de 120 Hz (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O iPhone Air adota a tela Super Retina XDR OLED de 6,5 polegadas, reproduzindo imagens fluidas com taxa de atualização de 120 Hz. O painel com design Dynamic Island ainda oferece brilho máximo de 3.000 nits e os recursos ProMotion e HDR.

Fugindo um pouco do padrão da marca, a câmera traseira do dispositivo tem um único sensor de 48 MP capaz de filmar vídeos em 4K com Estabilização Óptica de Imagem (OIS). A câmera frontal de 18 MP também capta imagens em 4K e realiza selfies detalhadas com o Modo Retrato.

Focado em alto desempenho e no Apple Intelligence, o iPhone Air é equipado com o chipset Apple A19 Pro combinado com 12 GB de RAM. O dispositivo traz 256 GB de armazenamento interno, exigindo o uso do iCloud para os usuários que desejam mais espaço para fotos, vídeos e outros arquivos.

Imagem mostra um iPhone Air branco sendo segurado em uma mão. O modelo está virado com a parte traseira para a câmera.
iPhone Air conta com uma única câmera traseira de 48 MP (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Extremamente fino, o smartphone da Apple tem apenas 5,64 mm de espessura, uma estrutura reforçada em titânio e acabamento traseiro e tela protegidos com Ceramic Shield. O modelo também conta com a certificação IP68 de resistência à poeira e à água, podendo ficar submerso por até 6 metros pelo tempo limite de 30 minutos.

O telefone traz uma bateria de 3.149 mAh que, segundo a marca, entrega autonomia para até 27 horas de reprodução de vídeo. Para tentar compensar, o modelo suporta carregamento rápido de 20 W que vai de 0 a 50% em 30 minutos.

Fechando o pacote, o iPhone Air (R$ 6.439,10 no Pix aplicando os cupons OFF300 e de R$ 100 OFF para clientes Amazon Prime) oferece conexões 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 6.0, Ultra Wideband (UWB) e NFC para ações por aproximação. Ademais, ele sai da caixa com o iOS 26 e receberá pelo menos 5 grandes atualizações do sistema.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

iPhone Air está com maior desconto que vimos desde o Mês do Consumidor

iPhone Air (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

iPhone Air (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

iPhone 16 Plus (256 GB) tem um dos menores preços do ano na Amazon

24 de Junho de 2026, 10:49
R$ 10.299,0038% OFF

Prós
  • Botão dedicado a ajustes de câmera
  • Chip A18 de alto desempenho
  • Tela OLED de 6,7″ e 2.000 nits
  • Certificação IP68
  • Feito para Inteligence
Contras
  • Carregamento limitado a 25 W
  • Taxa de atualização de 60 Hz
PIX Cupom Exclusivo Amazon Prime
R$ 300 OFF DISPONíVEL NA PáGINA R$ 6.369,10  Amazon
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O iPhone 16 Plus de 256 GB está saindo por R$ 6.369 no Pix com cupom de R$ 200 OFF exclusivo para assinantes do Amazon Prime. O celular da Apple com chip A18, tela OLED de até 2.000 nits e câmera wide de 48 MP está na terceira melhor oferta do ano, sendo que a melhor estava somente R$ 150 mais barata.

iPhone 16 Plus tem tela OLED e câmera wide do iPhone 17e

O iPhone 16 Plus traz um kit de câmeras ótimo para captar cenas amplas com maior facilidade, formado por um sensor wide de 48 MP com OIS igual ao do novo iPhone 17e e um ultrawide de 12 MP com ângulo de 120º. A frontal de 12 MP tira ótimas selfies, e todas filmam em 4K a 60 fps com suporte a Dolby Vision.

O chip Apple A18 e os 8 GB de RAM sustentam alta performance ao rodar apps pesados em multitarefa e os games mais exigentes, enquanto os 256 GB de armazenamento permitem guardar uma quantidade razoável de fotos e vídeos.

Sua tela LPTO Super Retina XDR OLED de 6,7″ com brilho de até 2.000 nits e suporte a HDR10+ reproduz imagens nítidas com cores vibrantes e garante a visibilidade em qualquer ambiente. A proteção do vidro Ceramic Shield garante resistância a quedas e outros acidentes.

Tela do iPhone 16
Tela OLED do iPhone 16 tem brilho de até 2.000 nits (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O corpo de alumínio do iPhone 16 Plus conta com a certificação IP68, conferindo proteção contra poeira intensa e mergulhos acidentais, garantindo assim a durabilidade do gadget por muito tempo.

Sua bateria de 4.674 mAh resiste até 27 horas de reprodução de vídeo segundo a fabricante, podendo ser usado por um dia inteiro de forma moderada, além de suportar MagSafe e carregamento rápido de 25 W via USB-C.

O iPhone 16 Plus de 256 GB (R$ 6.369 no Pix com cupom de R$ 200 OFF exclusivo Amazon Prime), que foi atualizado para o iOS 26 e deve receber pelo menos mais quatro atualizações do sistema operacional, conversa com redes 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 5.3 e NFC.

Amazon Prime Day 2026 será na próxima semana

Faltam poucos dias para o Prime Day, que será entre 1 e 7 de julho esse ano. A data será repleta de oferta especiais para assinantes como a pelo iPhone 16 Plus. E a dica do Achados para quem não assina o Amazon Prime é começar um teste grátis de 30 dias para aproveitar o descontos e outros benefícios exclusivos.

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iPhone 16 Plus (256 GB) tem um dos menores preços do ano na Amazon

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iPhone 16 Plus (256 GB) com tela OLED de 2.000 nits e câmera wide do iPhone 17e atinge 3º menor preço de 2026 com desconto exclusivo Amazon Prime de 38% no Pix com cupom

iPhone 16 (256 GB) ainda chama atenção com desconto de 42% na Amazon

24 de Junho de 2026, 10:33
R$ 8.599,0042% OFF

Prós
  • Tela OLED com brilho de até 2.000 nits
  • Chip A18 de alto desempenho
  • Câmera principal de 48 MP com OIS
Contras
  • Carregamento limitado a 25 W
  • Tela com taxa de atualização de 60 Hz
PIX Cupom Exclusivo Amazon Prime
R$ 200 OFF DISPONíVEL NA PáGINA R$ 4.997,50  Amazon
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O iPhone 16 de 256 GB está saindo por R$ 4.997 no Pix com cupom de R$ 200 OFF exclusivo para assinantes do Amazon Prime. O celular da Apple ainda é uma boa opção atual para quem quer comprar um iPhone, especialmente com 42% OFF frente ao preço original de R$ 8.599.

iPhone 16 tem chip A18, câmera de 48 MP e tela OLED

Apesar de pertencer à geração passada, o iPhone 16 ainda é um dos melhores iPhones para comprar em 2026. Comparado ao iPhone 17e, a câmera wide com OIS de 48 MP é idêntica, enquanto a ultrawide de 12 MP com ângulo de 120º é um diferencial. Ambos os sensores capturam belas e amplas cenas em fotos.

Seu chip Apple A18 de 3 nanômetros e os 8 GB de RAM garantem a execução dos apps e games mais pesados, além de multitarefa e funções do Apple Intelligence. Já os 256 GB de armazenamento são espaço interno adequado para guardar fotos e vídeos, mas que podem ser expandidos com planos do iCloud.

A tela LPTO Super Retina XDR OLED de 6,1 polegadas possui brilho de até 2.000 nits, sendo capaz de reproduzir cores fiéis e de garantir a visibilidade em qualquer lugar. O vidro Ceramic Shield oferece proteção ao display contra acidentes e imprevistos.

Tela do iPhone 16
Tela OLED do iPhone 16 tem brilho de até 2.000 nits (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O corpo de alumínio do iPhone 16 conta com a certificação IP68 para oferecer uma camada extra de durabilidade, garantindo resistência contra poeira intensa e mergulhos acidentais.

Sua bateria de 3.561 mAh resiste até 22 horas de reprodução de vídeo segundo a Apple, suporta MagSafe e carregamento rápido de 25 W via USB, assim, o celular pode ser usado por um dia inteiro de forma moderada.

O iPhone 16 de 256 GB (R$ 4.997 no Pix com cupom de R$ 200 OFF exclusivo Amazon Prime), que foi atualizado para o iOS 26 e deve receber pelo menos mais quatro atualizações do sistema operacional, tem conectividade 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 5.3 e NFC.

Falta pouco para o Prime Day 2026

O Amazon Prime Day 2026 será entre os dia 1 e 7 de julho, e trará uma série de ofertas exclusivas para assinantes assim como essa do iPhone 16. Para já se antecipar a campanha, comece um teste grátis de 30 dias do Amazon Prime e aproveite descontos exclusivos do Prime Day, frete grátis e mais.

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iPhone 16 (256 GB) ainda chama atenção com desconto de 42% na Amazon

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iPhone 16 faz parte da geração anterior da Apple, mas sua tela OLED, câmera de 48 MP e chip A18 ainda são atrativos em 2026, especialmente com 42% em oferta exclusiva

Lojas online adotam tolerância zero contra minicelulares usados em presídios

24 de Junho de 2026, 10:29
Ilustração com mão segurando celular e o texto “ANATEL”, simbolizando fiscalização e testes de conformidade de equipamentos
Anatel quer dificultar o comércio de minicelulares (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Anatel firmou um acordo com os principais marketplaces que atuam no Brasil para remover anúncios de minicelulares não homologados.
  • Esses dispositivos costumam ser usados em presídios e podem trazer riscos à segurança.
  • Os minicelulares são aparelhos pequenos que imitam modelos clássicos, como o Nokia 3310, mas não passaram pela certificação da Anatel.

A Anatel firmou um acordo com os principais marketplaces do país para combater a venda de minicelulares não homologados. O compromisso foi selado ontem (23/06), com Amazon, Mercado Livre, Shopee, Magalu, Casas Bahia, Carrefour e Temu, que concordaram em adotar uma política de “tolerância zero” para esse tipo de produto.

Os minicelulares têm a comercialização proibida no Brasil desde maio de 2017. São aparelhos de dimensões reduzidas que não passaram pelo processo de certificação da Anatel. Por isso, podem apresentar riscos relacionados à segurança elétrica, baterias e níveis de radiação não testados, além de frequentemente serem ligados à comunicação clandestina em unidades prisionais.

Muitos desses modelos imitam o clássico Nokia 3310, mas têm dimensões extremamente reduzidas: cerca de 62 milímetros de altura e 24 de largura, comparáveis às de uma tampa de caneta Bic.

Aparelhos driblam a fiscalização

Minicelulares da marca Decoin apreendidos em presídio, em agosto de 2025, no Complexo Penal de Bauru-SP
Minicelulares apreendidos no Complexo Penal de Bauru-SP, em agosto de 2025 (imagem: divulgação/SAP)

Esses celulares costumam aparecer em operações policiais e apreensões realizadas em presídios. Marcas como Decoin, L8STAR e Jesta figuram com frequência nesses registros, mas são genéricas e não correspondem a fabricantes propriamente ditos. São dispositivos produzidos fora do Brasil e comercializados sob diferentes nomes para facilitar a distribuição em marketplaces e lojas online.

É justamente esse tipo de anúncio que a Anatel pretende eliminar. Nos testes realizados pelo Tecnoblog, apenas o Mercado Livre retornou resultados para buscas relacionadas aos minicelulares.

Ainda que os produtos sejam vendidos na seção Internacional da plataforma, por vendedores estrangeiros, eles continuam disponíveis para consumidores brasileiros.

Página do Mercado Livre na seção Internacional exibindo anúncio de um micro celular
Mercado Livre ainda permite a compra do produto na seção Internacional (imagem: Bruno Andrade/Tecnoblog)

Na Shopee, por exemplo, buscas pelo termo passaram a exibir celulares convencionais homologados, anunciados como “celular para idoso”, de fabricantes como Samsung, ZTE e LG.

Anatel prepara ranking para pressionar plataformas

Durante a reunião, a agência também propôs a criação de um ranking de conformidade dos marketplaces. A iniciativa deve começar pelo segmento de celulares e smartphones, avaliando o grau de aderência das plataformas às regras de comercialização de produtos homologados.

Segundo a Anatel, os marketplaces ainda precisam exigir a exibição do número de homologação nos anúncios e adotar mecanismos capazes de identificar códigos falsos, inválidos ou pertencentes a outros produtos. De acordo com a agência, parte dos vendedores utiliza essas informações de forma enganosa para dar aparência de regularidade a dispositivos não certificados.

Como próximo passo, a Anatel deve realizar reuniões individuais com cada marketplace para discutir planos de ação específicos. Também será criado um grupo de trabalho permanente para acompanhar a implementação das medidas e monitorar os indicadores de conformidade das plataformas.

Lojas online adotam tolerância zero contra minicelulares usados em presídios

Laboratórios fazem testes rigorosos (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Mercado Livre ainda permite a compra do produto na seção Internacional (imagem: Bruno Andrade/Tecnoblog)

Governo cria cadastro nacional com 2,9 milhões de celulares roubados

24 de Junho de 2026, 10:11
Aplicativo do Celular Seguro para iPhone
Aplicativo do Celular Seguro para iPhone (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
Resumo
  • Governo Federal lançou oficialmente o Banco Nacional de Celulares com Restrição (BNCR), um cadastro nacional de celulares roubados, furtados ou perdidos, com 2,9 milhões de aparelhos já registrados;
  • BNCR permite que cidadãos verifiquem se um celular usado tem restrição, facilitando a recuperação de aparelhos extraviados e evitando a compra de dispositivos irregulares;
  • para utilizar o serviço, é necessário baixar o aplicativo ou acessar o site do Celular Seguro e fazer login com uma conta Gov.br.

Entrou em vigor, nesta semana, a nova fase do programa Celular Seguro. A partir de agora, a iniciativa passa a ser um programa de estado, de modo a ser conduzido como política pública permanente de âmbito federal. Para complementar, o Governo Federal oficializou a criação do Banco Nacional de Celulares com Restrição (BNCR).

O BNCR funciona como um cadastro sobre celulares roubados, furtados ou perdidos, cobrindo todo o território nacional, como o próprio nome sugere. Atualmente, 2,9 milhões de aparelhos estão inseridos nessa base de dados.

A intenção, com o BNCR, é facilitar a recuperação do aparelho extraviado pelo proprietário e fornecer informações que ajudam os cidadãos a evitar a compra de dispositivos irregulares:

Antes de comprar um celular usado, o cidadão poderá consultar o IMEI do aparelho e verificar se ele foi roubado, furtado ou se possui alguma restrição. O cidadão terá mais segurança na compra.

Quem vende de forma regular terá mais confiança para negociar, e quem atua de forma criminosa encontrará cada vez mais barreiras para transformar celulares roubados em lucro.

Wellington Lima, Ministro da Justiça e Segurança Pública

Ainda com relação ao BNCR, o Governo Federal destacou o chamado Modo Recuperação (que já existia), que não bloqueia celulares desviados imediatamente. O objetivo é deixar o código IMEI do dispositivo ativo para que, quando ligado, ele possa ser monitorado em todo o país. Quando um número telefônico é ativado no aparelho, o sistema o identifica e inicia o fluxo de recuperação.

Além de novos mecanismos técnicos, a nova fase do Celular Seguro é viabilizada pela colaboração entre autoridades policiais de todos os estados brasileiros mais o Distrito Federal:

O combate ao roubo e ao furto de celulares passa agora a ser prioridade na agenda de segurança pública. Com a integração proporcionada pelo Banco Nacional de Celulares com Restrição, um policial em São Paulo poderá saber se um aparelho foi roubado no Maranhão [por exemplo].

Chico Lucas, Secretário Nacional de Segurança Pública

Como o ministro Wellington Lima já deixou claro, outro destaque da nova fase do programa é uma ferramenta que permite verificar se um celular usado tem algum tipo de restrição. Se tiver, a compra do dispositivo não deve ser efetuada, obviamente.

Consulta de aparelhos com restrições no Celular Seguro
Consulta de aparelhos com restrições no Celular Seguro (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Como usar o Celular Seguro?

O melhor caminho é baixar o aplicativo do Celular Seguro, disponível para Android e iPhone. Você também pode acessar o site do Celular Seguro.

Em todos, os casos, é necessário fazer login com uma conta Gov.br.

Governo cria cadastro nacional com 2,9 milhões de celulares roubados

Aplicativo do Celular Seguro para iPhone (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Consulta de aparelhos com restrições no Celular Seguro (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

iPhone 16e tem preço de Android com cupom exclusivo Amazon Prime

24 de Junho de 2026, 10:02
R$ 5.799,0042% OFF

Prós
  • Desempenho elevado com Apple A18
  • Câmera de 48 MP com vídeos em
  • Tela Super Retina XDR
  • Resistente a água e poeira
  • Feito para Apple Inteligence
Contras
  • Não traz suporte a MagSafe
  • Sem Dynamic Island
  • Apenas uma câmera traseira
PIX Cupom Exclusivo Amazon Prime
R$ 300 OFF DISPONíVEL NA PáGINA R$ 3.349,50  Amazon
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O iPhone 16e de 128 GB está saindo por R$ 3.349 no Pix com cupom de R$ 300 OFF exclusivo para assinantes do Amazon Prime. O celular acessível da Apple com chip A18, tela OLED de 1.200 nits e câmeras idênticas às do iPhone 17e recebe desconto de 42% sobre o preço original de R$ 5.799, ficando paralelo a concorrentes Android.

iPhone 16e tem tela OLED e processador Apple A18

O iPhone 16e é uma das principais opções de celular custo-benefício para quem deseja comprar um iPhone em 2026, concorrendo diretamente com o iPhone 17e. Seu chip Apple A18, amparado por 8 GB de RAM, é em geral mais potente que os presentes em concorrentes Android, enquanto os 128 GB podem ser expandidos com planos do iCloud.

As câmeras do iPhone 16e são as mesmas do 17e: a wide de 48 MP com OIS na traseira entrega imagens excelentes e amplas, e a frontal de 12 MP tira ótimas selfies com o recurso Center Stage, que centraliza elementos. Ambas filmam em 4K a 60 fps.

Sua tela Super Retina XDR OLED de 6,1″ com brilho de 1.200 nits também é igual à do novo iPhone 17e, e oferece cores vibrantes e visibilidade garantida em qualquer ambiente. O vidro Ceramic Shield garante proteção contra quedas e acidentes diversos.

Imagem mostra um iPhone 16e sendo segurado em uma mão. A parte traseira está para cima.
Câmera wide de 48 MP é a mesma do iPhone 17e (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O corpo de alumínio conta com a certificação IP68 para reforçar a durabilidade, adicionando resistência contra poeira intensa e mergulhinhos acidentais. Assim, o smartphone “aguenta o tranco” entre as situações mais inesperadas.

Sua bateria de 4.005 mAh resiste até 26 horas de reprodução de vídeo segundo a Apple, e suporta carga rápida de 0 a 50% em apenas 30 minutos via cabo USB-C, permitindo seu uso durante o dia inteiro.

O iPhone 16e de 128 GB (R$ 3.349 no Pix com cupom de R$ 300 OFF exclusivo Amazon Prime), que foi atualizado para o iOS 26 e deve receber pelo menos mais cinco atualizações do sistema operacional, conversa com redes 5G, Wi-Fi 6Bluetooth 5.3 e NFC.

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iPhone 16e tem preço de Android com cupom exclusivo Amazon Prime

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iPhone 16e com 42% OFF é celular custo-benefício da Apple; câmeras são idênticas ao iPhone 17e e processador A18 é diferencial frente a Androids na mesma faixa de preço

iPhone 17 (256 GB) atinge um dos menores preços históricos com Amazon Prime

24 de Junho de 2026, 09:26
R$ 7.999,0035% OFF

Prós
  • Tela ProMotion com 120 Hz
  • Câmeras wide e ultrawide de 48 MP
  • Wi-Fi 7 e Bluetooth 6.0
  • Chip de 3 nanômetros
Contras
  • Não tem câmera teleobjetiva
PIX Cupom Exclusivo Amazon Prime
R$ 200 OFF DISPONíVEL NA PáGINA R$ 5.166,90  Amazon
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O iPhone 17 de 256 GB está saindo por R$ 5.166 no Pix com cupom de R$ 200 OFF exclusivo para assinantes do Amazon Prime. O celular da Apple lançado por R$ 7.999 com tela OLED de 120 Hz, câmeras de 48 MP e chip A19 está 35% mais barato na segunda melhor oferta já registrada.

iPhone 17 traz tela OLED de 120 Hz e câmeras de 48 MP

A tela Super Retina XDR OLED de 6,3 polegadas do iPhone 17 tem ProMotion de 120 Hz e brilho de até 3.000 nits, uma combinação que oferece cores vivas e preto profundo, além de fluidez de imagem e visibilidade garantida em qualquer ambiente. O vidro Ceramic Shield 2 protege-a contra arranhões e outros acidentes.

Seu chip Apple A19 e os 8 GB de RAM sustentam execução de apps pesados e games, além de atividades em multitarefa e soluções do Apple Intelligence. Os 256 GB de armazenamento garantem espaço adequado para guardar vídeos e fotos.

O corpo de alumínio do gadget recebe o Ceramic Shield 2 na traseira e o reforço da certificação IP68, que adiciona resistência contra poeira e mergulhos acidentais, garantindo sua durabilidade.

iPhone 17 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
iPhone 17 traz câmeras wide e ultrawide de 48 MP (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

As câmeras principais de 48 MP do iPhone 17 incluem uma wide com OIS e sensor de 1/1.56, e uma ultrawide com campo de visão de 120º, que garantem captura de imagens em alta qualidade. A frontal de 18 MP tira selfies no modo Paisagem mesmo com o celular na vertical. Todas filmam em 4K a 60 fps.

Sua bateria de 3.692 mAh resiste até 30 horas de reprodução de vídeo segundo a Apple. E suporta MagSafe e carregamento rápido de 40 W, recebendo uma carga de 0 a 50% em apenas 20 minutos, durando um dia inteiro com uso moderado.

O iPhone 17 de 256 GB (R$ 5.166 no Pix com cupom de R$ 200 OFF exclusivo Amazon Prime) roda iOS 26 e deve receber pelo menos cinco atualizações do sistema. E possui conectividade 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 6.0, Ultra Wideband (UWB), NFC e comporta eSIM.

Faltam 7 dias para o Amazon Prime Day 2026

Assim como a oferta acima, o Prime Day 2026, que acontecerá entre os dias 1 e 7 de julho, trará uma série de descontos exclusivos para assinantes Amazon Prime. A dica para quem ainda não assina é já começar um teste grátis por 30 dias e aproveitar as promoções, frete grátis e outros benefícios.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

iPhone 17 (256 GB) atinge um dos menores preços históricos com Amazon Prime

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iPhone 17 (256 GB) tem tela OLED de 120 Hz e câmeras de 48 MP; celular da Apple consegue desconto exclusivo de 35% no Pix para assinantes Amazon Prime

Novas regras do CNJ regulam participação de crianças na internet

24 de Junho de 2026, 00:39
Ilustração de redes sociais
Conselho aprovou emissão de alvarás para participação de crianças em conteúdos (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) aprovou, nesta terça-feira (23/06), a emissão de alvarás para a participação de crianças e adolescentes em conteúdos nas redes sociais. A regra vale para casos em que a imagem, a voz ou a rotina de crianças e adolescentes aparecem de forma habitual em perfis, canais ou outros espaços digitais.

A versão aprovada considerou um apelo do Ministério Público do Trabalho (MPT) para que juízes não liberem casos que iriam contra as leis brasileiras de trabalho infantil. Segundo o órgão, a proposta de alvará para publicidade foi removida do texto, que agora permite somente atividades artísticas.

Antes de autorizar a atividade, o juiz deverá avaliar pontos como frequência de exposição, tipo de conteúdo produzido, forma de divulgação, eventual monetização e impacto sobre a rotina escolar, saúde e desenvolvimento do menor.

As novas regras valem para conteúdos publicados em contas dos próprios jovens, de responsáveis ou de terceiros, especialmente quando há monetização ou impulsionamento. Elas não devem atingir familiares que publicam ocasionalmente fotos e vídeos de crianças, como os próprios filhos, segundo o CNJ.

Mudança afeta influenciadores mirins

A proposta inicial discutida no CNJ previa a necessidade de autorizações judiciais para trabalho artístico e para publicidade no ambiente digital. O MPT contestou a divisão, argumentando que a legislação brasileira não permite exceção para trabalho comercial antes da idade mínima.

“Qualquer alvará que permita outro tipo de trabalho que não o artístico é proibido pelo artigo 7º, inciso 33, da nossa Constituição, que veda o trabalho para pessoas com menos de 16 anos, salvo a partir dos 14 anos, na condição de aprendiz”, explica Fernanda Pereira, coordenadora nacional de Combate ao Trabalho Infantil e de Promoção e Defesa dos Direitos de Crianças e Adolescentes (Coordinfância) do MPT.

Na nota técnica enviada ao CNJ, o órgão argumenta que o uso de roteiro, edição, encenação ou recursos audiovisuais não transforma automaticamente um perfil monetizado em atividade artística.

As regras impactam o mercado de influenciadores mirins no Brasil, conhecidos pelo compartilhamento excessivo da rotina e promoção de produtos, marcas e serviços nas redes sociais — às vezes, inclusive, daqueles não condizentes com a faixa etária, o que gerou grande debate sobre a adultização de crianças.

Como ficam as regras?

Crianças e adolescentes terão permissão restritia (imagem: reprodução)

A resolução do CNJ se soma ao ECA Digital e ao Decreto nº 12.880/2026, estabelecendo as seguintes regras:

  • Menores de 16 anos: a participação em conteúdos digitais de caráter artístico depende de alvará judicial, que considerará frequência da exposição, tipo de conteúdo, rotina escolar, horários e possíveis impactos no desenvolvimento da criança ou adolescente.
  • Adolescentes de 16 a 18 anos: atividades comerciais e publicitárias podem ocorrer sem alvará judicial prévio, mas seguem as regras como proibição de trabalho noturno, atividades perigosas ou insalubres e qualquer rotina que prejudique a frequência escolar.
  • Conteúdos proibidos: a autorização não poderá envolver conteúdos erotizados, vexatórios, degradantes, apostas, jogos de azar, publicidade infantil abusiva ou divulgação de produtos que não podem ser comercializados para esse público.

Novas regras do CNJ regulam participação de crianças na internet

No ambiente digital, redes sociais são plataformas que estimulam a conexão entre pessoas (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Instagram fora do ar: app sofre pane nesta terça (23)

23 de Junho de 2026, 19:07
Instagram fora do ar
Instagram fora do ar (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)
Resumo
  • Instagram está fora do ar para alguns usuários.
  • O problema afeta o feed e os stories.
  • Mais de 9 mil pessoas relataram problemas no site DownDetector.

O Instagram está fora do ar para parte dos usuários na noite desta terça-feira (23). O problema afeta tanto o feed quanto os stories. Com isso, os usuários não conseguem visualizar diversos conteúdos na rede, que figura entre as mais populares do conglomerado Meta.

Por enquanto não é possível saber a extensão da falha nem seu motivo.

O monitoramento do site DownDetector registrou uma disparada nas reclamações: mais de 9 mil pessoas já se queixaram do Instagram nos últimos minutos. A curva entrou em trajetória de queda por volta das 15h. No entanto, experiências anteriores sobre apps fora do ar nos ensinaram que às vezes a normalização demora e pode ocorrer de forma gradual.

O Instagram está entre os apps mais utilizados do país: ele é o segundo mais presente na tela inicial do celular, atrás apenas do WhatsApp, segundo um levantamento Mobile Time/Opinion Box.

Instagram fora do ar: app sofre pane nesta terça (23)

Instagram fora do ar (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

Galaxy Tab S10 Lite com S Pen tem menor preço desde abril no Magalu

23 de Junho de 2026, 18:49

Prós
  • Caneta S Pen e capa inclusas
  • Tela de 10,9″ com 90 Hz
  • Bateria de 8.000 mAh
  • Suporte a cartões MicroSD
  • Atualizações até 2032
Contras
  • Painel LCD
  • Conectividade limitada a Wi-Fi
  • Câmeras inferiores às do Tab S10 FE
PIX Cupom
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O Galaxy Tab S10 Lite está disponível no Magazine Luiza por R$ 2.041 no Pix utilizando o cupom LU200. A oferta representa um desconto de 27% em relação ao preço original de R$ 2.799. O dispositivo é um tablet mais básico feito pela Samsung, mas atende para objetivos de estudos e tarefas básicas, além de incluir a caneta S Pen na caixa.

Tab S10 Lite une tela de 90Hz e bateria de 8.000 mAh

Imagem do Samsung Galaxy Tab S10 Lite
Galaxy Tab S10 Lite leva painel de 10,9 polegadas (imagem: Divulgação/Samsung)

O Tab S10 Lite possui uma tela LCD de 10,9 polegadas, que por mais que exista tecnologias mais avançadas, compensa na taxa de atualização de 90 Hz. A configuração permite uma navegação fluida para leituras e redes sociais. A caneta S Pen inclusa possibilita obter experiências agradáveis com escritas e desenhos.

A bateria equipada de 8.000 mAh garante autonomia para longas jornadas de estudos ou de lazer com o consumo de streaming, por exemplo. O carregador com fio de 25 W alcança de 0 a 100% de carga em aproximadamente duas horas, de acordo com a fabricante.

Este tablet da Samsung utiliza o processador Exynos 1380 e a variante em oferta tem 6 GB de memória RAM. Para evitar engasgos no sistema e fechamentos inesperados de apps, será necessário pagar um pouco a mais pela versão de 8 GB. O armazenamento interno de 128 GB pode ser expandido via slot para cartão microSD.

Galaxy Tab S10 Lite conta com recursos de inteligência artificial
Samsung Galaxy Tab S10 Lite possui ferramentas de inteligência artificial (imagem: Divulgação/Samsung)

O gadget conta com alto-falantes estéreo integrados ao corpo de alumínio, além de câmeras traseira de 8 MP e frontal de 5 MP. Ambos os sensores realizam gravações de vídeo na resolução Full HD. Já na parte de conectividade, apresenta compatibilidade a GPS, Bluetooth 5.3 e Wi-Fi 6.

Por fim, o Galaxy Tab S10 Lite conta com 7 anos de atualizações garantidas pela Samsung e além da S Pen, também inclui uma capa protetora na caixa. Garanta já o tablet em oferta por R$ 2.041,55 no Pix com o cupom LU200 no Magalu.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Galaxy Tab S10 Lite com S Pen tem menor preço desde abril no Magalu

Galaxy Tab S11 (256 GB) tem melhor oferta desde o Mês do Consumidor

23 de Junho de 2026, 18:25

Prós
  • Inclui capa-teclado e S Pen
  • Tela AMOLED Dinâmica 2x de 11″
  • Bateria de 8.400 mAh
  • DeX com Modo Estendido
Contras
  • S Pen não tem Bluetooth
  • Carregador na caixa não é de 45 W
  • Sem conectividade a NFC
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O Galaxy Tab S11 Wi-Fi de 256 GB está saindo por apenas R$ 5.039,10 no Pix aplicando o cupom TECNO300 no Magazine Luiza. O desconto de 28% é o melhor desde a primeira metade de março (Mês do Consumidor) pelo tablet Samsung lançado por R$ 6.999.

O Galaxy Tab S11 tem como principais destaques a RAM de 12 GB e a tela AMOLED que vem com capa protetora e caneta S Pen. Estes atributos fazem do tablet topo de linha um modelo chamativo para tarefas complexas, como edição de vídeo.

Galaxy Tab S11 é tablet topo de linha Samsung com caneta e teclado

Dois tablets Galaxy Tab S11 estão em exposição em um balcão branco, um em primeiro plano e o outro no fundo. O tablet em primeiro plano está conectado a um teclado, com uma caneta Stylus magnética fixada na lateral. A tela exibe um fundo em gradiente de tons de roxo, rosa e vermelho, e mostra as palavras "Galaxy Tab S11" e "Galaxy AI" com um ícone de estrela. Um pequeno folheto de informações com as mesmas palavras está na frente do dispositivo. O logotipo "tecnoblog" está no canto inferior direito.
Galaxy Tab S11 chegou ao Brasil com preços a partir de R$ 6.999 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Se você procura um tablet para jogos e edições de vídeo, o Galaxy Tab S11 é uma ótima opção. O topo de linha da Samsung é equipado com o processador Mediatek Dimensity 9400+ e RAM de 12 GB, que lhe conferem agilidade e fluidez no desempenho. O armazenamento, por sua vez, é de 256 GB no modelo em oferta.

Também pensando no uso gamer e para produtividade e estudos, o tablet da Samsung se destaca pela tela AMOLED Dinâmica 2X de 11 polegadas, com taxa de atualização de 120 Hz. Além da excelente qualidade de imagem, ela ainda atua em conjunto com a caneta S Pen e a capa-teclado inclusas para ampliar as possibilidades de uso do dispositivo.

Ademais, o Galaxy Tab S11 traz uma bateria de 8.400 mAh que promete entregar até 18 horas de autonomia, segundo a Samsung. E o tablet é compatível com o modo DeX, transformando-se em uma espécie de laptop para multitarefa que atua em conjunto com o teclado para fins dessa experiência.

Galaxy Tab S11 com tela AMOLED e teclado em capa, acompanhado pela caneta S Pen
Galaxy Tab S11 vem com S Pen e capa-teclado (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Lembrando que nessa oferta o Galaxy Tab S11 Wi-Fi de 256 GB sai por apenas R$ 5.039,10 no Pix aplicando o cupom TECNO300 no Magalu. E que o desconto é o melhor desde a primeira metade de março, quando comemorávamos o Mês do Consumidor 2026.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Galaxy Tab S11 (256 GB) tem melhor oferta desde o Mês do Consumidor

Galaxy Tab S11 chegou ao Brasil com preços a partir de R$ 6.999 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Galaxy Tab S11 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Galaxy A37 sai pelo menor preço desde lançamento com cupom no Mercado Livre

23 de Junho de 2026, 18:08
R$ 3.299,0048% OFF

Prós
  • Câmera principal de 50 MP
  • Proteção IP68
  • Tela Super AMOLED de 6,7″
  • Taxa de atualização de 120 Hz
  • Atualizações até o Android 22
Contras
  • Apenas 6 GB de RAM
  • Exynos 1480 um tanto limitado
  • Não suporta cartões microSD
PIX Cupom
10% OFF DISPONÍVEL NA PÁGINA R$ 1.708,91  Mercado Livre
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O Galaxy A37 (128 GB) lançado há poucos meses por R$ 3.599 já se encontra com 48% de desconto. A oferta encontrada no Mercado Livre registra o dispositivo por R$ 1.708 no Pix ao adicionar o cupom de 10% disponível na página.

O novo celular intermediário da Samsung com três câmeras traseiras e painel de 120 Hz sai pelo menor preço desde que foi lançado, não perca esta oportunidade.

Galaxy A37: tela Super AMOLED e câmera principal de 50 MP

O smartphone apresenta uma tela Super AMOLED de 6,7″ que reproduz cores mais intensas e contraste aprimorado, a ponto de entregar pretos mais profundos. Além disso, a taxa de 120 Hz proporciona fluidez gráfica adequada para consumo de vídeos e jogos, sem ‘atrasos’ nas transições de cenas. O visor atinge um pico de brilho de 1.900 nits.

O Galaxy A37 possui um sistema fotográfico triplo na traseira, além da câmera frontal de 12 MP capaz de gravar vídeos em 4K. O destaque fica para a lente principal com tamanho maior (1/1,56″) e estabilização óptica, que entrega ótimos resultados. Assim como o A36, permanece com os sensores ultrawide de 8 MP e macro de 5 MP.

O dispositivo apresenta o processador Exynos 1480 (fabricado em 4 nanômetros). O chip junto aos 6 GB de memória RAM gerencia tarefas simultâneas, mas tem os seus limites. O sistema Android 16 instalado de fábrica junto com a One UI 8.5 fornece alguns dos mais novos recursos da suíte Galaxy AI.

Pessoa segurando um smartphone Galaxy com tela inicial aberta, ao lado de embalagens de Galaxy A57 5G
Galaxy A37 utiliza Gorilla Glass Victus+ para proteção frontal (imagem: Ana Marques/Tecnoblog)

A certificação IP68 fornece uma grande durabilidade ao smartphone por assegurar resistência avançada contra poeira e água, com possibilidade de imersão. A bateria de 5.000 mAh somada ao suporte a carregamento de até 45 W, fornece carga para uso em poucos minutos. A Samsung promete até dois dias de autonomia, um período bem satisfatório.

O Galaxy A37 de 128 GB em oferta por R$ 1.708 no Pix ao adicionar o cupom de 10% disponível no Mercado Livre inclui 5G, Wi-Fi 6, Bluetooth 5.4 e NFC. Aproveite esta oferta com o menor preço desde o lançamento do celular da Samsung.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Galaxy A37 sai pelo menor preço desde lançamento com cupom no Mercado Livre

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Galaxy A37 (128 GB) aparece com 48% de desconto nesta oferta. Celular da Samsung traz tela Super AMOLED com 120 Hz, trio de câmeras traseiras e bateria de 5.000 mAh

Galaxy A37 (imagem: Ana Marques/Tecnoblog)

PineVoice: alto-falante inteligente traz chip RISC-V e Home Assistant

23 de Junho de 2026, 17:51
Alto-falante PineVoice
Alto-falante PineVoice (imagem: reprodução/Pine64)
Resumo
  • PineVoice é um alto-falante inteligente da Pine64 que usa chip RISC-V e é compatível com o Home Assistant, solução aberta de automação residencial;
  • dispositivo é equipado com um chip RISC-V Bouffalo BL606P, 32 MB de memória RAM, 16 MB de memória Flash, Wi-Fi 4 e Bluetooth 5.2 LE, além de dois microfones;
  • preço do PineVoice é de US$ 49,99 na Pine Store ou US$ 59,99 em outras lojas, sendo uma alternativa mais acessível a outros alto-falantes inteligentes do mercado.

Quem está em busca de um alto-falante inteligente que não leva a marca da Amazon ou do Google, por exemplo, pode ter o PineVoice como alternativa. Recém-lançado pela Pine64, o dispositivo chama a atenção por ser comandado por um chip do tipo RISC-V e focado no Home Assistant, uma solução aberta de automação residencial.

A Pine64 já apareceu aqui no Tecnoblog. Ela está por trás do celular PinePhone Pro e do tablet PineNote, que rodam Linux. Mas a empresa é tão ou mais conhecida pelas placas do tipo single board computers que desenvolve.

Já o PineVoice não é exatamente um produto novo. A Pine64 anunciou um alto-falante em 2024. O projeto avançou aos poucos e, agora, foi rebatizado para… PineVoice. Que fique claro, porém, que o foco no Home Assistant existe desde o início do projeto.

Graças ao Home Assistant, é possível usar comandos de voz com o PineVoice para controlar aparelhos de ar-condicionado, lâmpadas ou tomadas inteligentes, câmeras de segurança, entre outros dispositivos.

Kit do PineVoice
Kit do PineVoice (imagem: reprodução/Pine64)

Equipado com chip RISC-V

Para dar conta dessas tarefas, o PineVoice conta com um chip Bouffalo BL606P que, por sua vez, traz um núcleo T-Head C906 de 480 MHz (64 bits) e um núcleo T-Head E907 de 320 MHz (32 bits). Trata-se de um chip do tipo RISC-V, cuja adoção, aqui, não surpreende: a Pine64 é conhecida justamente por focar em hardware “aberto” ou de baixo custo.

Neste ponto, vale explicar que RISC-V é a sigla de uma arquitetura de conjunto de instruções (ISA, na sigla em inglês) para chips chamada Reduced Instruction Set Computing. Ao contrário de outras ISAs, como Arm e x86, o RISC-V é um padrão aberto, portanto, não exige pagamento de licenças para ser implementado.

As demais características incluem 32 MB de memória RAM, 16 MB de memória Flash para armazenamento interno, Wi-Fi 4 e Bluetooth 5.2 LE. Há ainda dois microfones, botões físicos para controle (de volume, por exemplo), porta USB-C e, claro, saída de som.

Como se vê, o conjunto de hardware não é muito avançado, mas deve atender aos anseios de quem quer depender menos (ou nada) de big techs para deixar o lar mais inteligente.

O preço também é interessante: US$ 49,99 na Pine Store ou US$ 59,99 em outras lojas. Só para fins de comparação, o novo Google Home Speaker foi lançado com preço sugerido de US$ 99,99 (mas é mais avançado tecnicamente, é verdade, tanto que traz até NPU).

PineVoice: alto-falante inteligente traz chip RISC-V e Home Assistant

Alto-falante PineVoice (imagem: reprodução/Pine64)

Microsoft inicia atualização “forçada” para o Windows 11 25H2

23 de Junho de 2026, 16:07
Windows 11 versão 25H2
Windows 11 na versão 25H2 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
Resumo
  • Microsoft iniciou a atualização automática para o Windows 11 25H2 em computadores compatíveis que ainda não possuem essa versão, seguindo o ciclo padrão de manutenção do sistema operacional;
  • atualização segue uma dinâmica de distribuição inteligente que usa aprendizado de máquina para determinar se cada PC está apto a receber a versão 25H2;
  • usuários podem adiar a instalação por meio do Windows Update, mas a instalação é recomendada, pois o Windows 11 24H2 deixará de ser suportado em outubro de 2026.

Se o seu computador com Windows 11 ainda não conta com a versão 25H2 do sistema operacional, contará em breve. Até recentemente, essa atualização era opcional; agora, ela começou a ser aplicada automática e obrigatoriamente nos PCs compatíveis.

Entenda como compatíveis máquinas que não são gerenciadas por equipes de TI — nelas, as atualizações são aplicadas conforme as necessidades e políticas de cada organização — e não estão participando do programa de testes Windows Insider com uma versão mais avançada.

A atualização “à força” para o Windows 11 25H2 era esperada pelo menos desde abril. Mas, ao contrário do que possa parecer, esta não é uma notícia ruim: o procedimento faz parte do ciclo padrão de manutenção do sistema operacional.

Muitos computadores compatíveis já foram atualizados. O que a Microsoft está fazendo, agora, é levando a versão 25H2 para as máquinas em situação pendente.

Explica-se: o procedimento segue uma dinâmica de distribuição inteligente, que usa aprendizado de máquina para determinar se cada PC está apto ou não a receber a versão 25H2. Esse processo é progressivo e, agora, chegou à fase final. A Microsoft entende que é seguro liberar as atualizações para os PCs ainda não atualizados, portanto.

Tal como exemplifica o Windows Latest, o mesmo ritual foi executado no Windows 11 23H2 quando esta versão foi atualizada para a 24H2. Pois, agora, são justamente os computadores com Windows 11 24H2 que estão sendo atualizados para a versão 25H2 (nos casos pendentes), embora máquinas com versões anteriores também possam ser beneficiadas.

A instalação tende a ser tranquila. Isso porque a versão 25H2 preserva grande parte dos recursos já existentes na versão 24H2 e, como tal, traz principalmente ajustes de desempenho ou segurança. Também há algumas novidades funcionais, como funções de IA e a ativação do modo Quick Machine Recovery para correção automática de falhas na inicialização. Mas não vai muito além disso.

O melhorado, mas ainda criticado Menu Iniciar do Windows 11
Menu Iniciar do Windows 11 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Posso impedir a instalação do Windows 11 25H2?

A atualização é obrigatória. No Windows Update, o que você pode fazer é adiar a instalação do pacote 25H2. Basta ir em “Pausar atualizações” e escolher o período de pausa (de uma a cinco semanas). Já o bloqueio definitivo requer alguns artifícios mais complexos, como uma alteração no Registro do Windows.

De todo modo, a instalação é recomendada, até porque o Windows 11 24H2 deixará de ser suportado pela Microsoft em outubro de 2026.

Se, em vez de impedir, você quiser acelerar a atualização, vá em Menu Iniciar / Configurações / Windows Update. Ali, verifique se um pacote correspondente à versão 25H2 já está disponível para download. Se estiver, basta clicar em “Baixar e instalar” ou equivalente.

Para verificar a versão atual, digite o comando winver no campo de pesquisa do Menu Iniciar ou da Barra de Tarefas do Windows 11. A informação aparecerá em uma pequena janela.

Microsoft inicia atualização “forçada” para o Windows 11 25H2

Windows 11 será atualizado à força para versão 25H2 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

O melhorado, mas ainda criticado Menu Iniciar do Windows 11 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

A Odisseia ganha audiolivro com voz clonada de Michael Caine

23 de Junho de 2026, 15:57
Fotografia do ator Michael Caine, um homem de cabelos brancos
Voz clonada do ator narra A Odisseia (imagem: divulgação/Fox Searchlight)
Resumo
  • ElevenLabs lançou um audiolivro gratuito de 13 horas de A Odisseia, narrado por uma réplica digital autorizada da voz do ator Michael Caine.
  • A voz sintética foi criada a partir de uma parceria comercial firmada entre Caine e a empresa no ano passado, e a produção levou seis semanas.
  • O audiolivro está disponível no aplicativo ElevenReader e inclui uma trilha sonora de fundo gerada sinteticamente.

A ElevenLabs lançou uma versão em audiolivro de A Odisseia, de Homero, narrada por uma réplica gerada por inteligência artificial da voz do ator Michael Caine. A produção tem 13 horas de duração e está disponível gratuitamente no aplicativo ElevenReader.

A voz sintética foi criada a partir de uma parceria comercial firmada entre Caine e a empresa no ano passado, segundo o site Deadline, e a produção levou seis semanas no sistema da ElevenLabs.

Além da narração principal com a voz clonada de Caine, o audiolivro usa outras vozes de IA para compor o elenco da história. A produção também inclui uma trilha sonora de fundo gerada sinteticamente.

Caine defende uso da tecnologia

A clonagem de voz por IA é uma das ferramentas permitidas pela tecnologia que mais causa alvoroço no mundo real, pois é extremamente associada a usos ilegais. Para Caine, porém, a inovação permite reimaginar a obra para o público moderno.

Em comunicado, o ator, que anunciou aposentadoria no ano passado, associou o projeto à tradição oral de A Odisseia, poema que atravessou gerações antes mesmo de circular como texto escrito, e que ganhará nova adaptação pelas mãos do cineasta Christopher Nolan no mês que vem.

“A Odisseia é uma das maiores histórias já contadas. Por quase três milênios, seus temas de perseverança, lealdade, tentação e o chamado duradouro do lar ressoaram em várias culturas e gerações”, afirmou Caine.

Hollywood ainda debate IA

Uma ilustração digital em tons de laranja e marrom escuro, representando inteligência artificial. O olho direito está em foco e o nariz e a bochecha são formados por linhas retas e blocos, como se a imagem estivesse sendo construída por pixels e códigos. À esquerda e ao fundo, linhas e números de programação em alto-relevo se estendem por toda a imagem, que possui um gradiente de tons quentes, do mais claro ao mais escuro. No canto inferior direito, o logotipo "tecnoblog" aparece em branco.
Inteligência artificial ainda gera debates em Hollywood (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A iniciativa do ator ocorre em um contexto sensível para a indústria od entretenimento, que enxerga a IA como um concorrente. Em 2023, o Sindicato de Atores dos Estados Unidos (SAG-AFTRA) chegou a entrar em greve contra a expansão do uso de IA em produções cinematográfias, em apoio ao Sindicato dos Roteiristas.

Os setores criativos da indústria temem que a inteligência artificial acabe roubando empregos, especialmente de atores menores, e que tecnologias de escaneamento (de voz e imagem) levem a precarização do trabalho.

Mas Caine não é o primeiro grande astro de Hollywood a se envolver com a tecnologia. Ben Affleck e Ashton Kutcher fundaram empresas no setor, enquanto Matthew McConaughey, que trabalhou com Caine no filme Interestelar, é um dos investidores da ElevenLabs.

ElevenLabs vê audiolivro como vitrine

Para a ElevenLabs, o projeto também deve servir como demonstrativo das ferraemtnas de voz sintética, um dos carros-chefe da empresa. O executivo da área de parcerias da ElevenLabs, Dustin Blank, disse ao Deadline que a intenção é tornar o épico mais acessível em um momento de grande interesse pela obra.

O lançamento também serve como vitrine para outros criadores interessados em usar vozes geradas por IA em produções narrativas.

A Odisseia ganha audiolivro com voz clonada de Michael Caine

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Audiolivro gratuito tem 13 horas de duração e usa réplica digital autorizada do ator britânico.

Inteligência artificial no SAC não agrada clientes (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Galaxy A57 com oferta imbatível hoje é destaque pelo custo-benefício

23 de Junho de 2026, 15:32
R$ 3.599,0046% OFF

Prós
  • Tela Super AMOLED+ de 120 Hz
  • Câmera de 50 MP com OIS
  • Bom para fotos noturnas
  • Câmara de vapor interna
  • Ultrafino e leve
  • Carregamento rápido de 45 W
Contras
  • Bateria de 5.000 mAh (íon-lítio) inferior à da concorrência
PIX Cupom
10% OFF NA PáGINA R$ 1.953,63  Mercado Livre
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

Esta é a sua oportunidade de comprar um smartphone com bom custo-benefício por um preço abaixo da média. O Galaxy A57 5G (128 GB) está por apenas R$ 1.953 no Pix aplicando o cupom de 10% OFF na página. O desconto de 46% sobre o preço de lançamento de R$ 3.599 é o maior até o momento, e o preço é bastante atrativo para um celular da categoria.

Galaxy A57 apresenta boa durabilidade, desempenho e câmeras

Traseira do Galaxy A57
Galaxy A57 (imagem: Ana Marques/Tecnoblog)

Além de ser um modelo recente, e portanto com longos anos de uso pela frente, o Galaxy A57 promete ser atualizado até o Android 22, o que estende significativamente seu tempo de vida útil. A ficha técnica ainda inclui certificação IP68, conferindo-lhe proteção contra água e poeira e, consequentemente, contra eventuais acidentes.

O desempenho está melhor que o do Galaxy A56 do ano passado, que segundo os testes do Tecnoblog, já era apresentava boa performance desde tarefas diárias até jogos mais exigentes. O Galaxy A57 vem com o novo chip Exynos 1680, uma evolução que representa melhorias CPU, GPU e NPU, para aprimorar o processamento e a eficiência.

Outro destaque é o conjunto fotográfico, que faz do Galaxy A57 um dos celulares Samsung com melhores câmeras em 2026. O sistema triplo de lentes oferece versatilidade, já que o smartphone captura desde cenários amplos até pequenos detalhes, e qualidade, com uma principal de 50 MP. Recursos de processamento de imagem também o diferenciam.

Galaxy A57 sobre Galaxy A37 em visão lateral para mostrar diferença mínima em espessura
Laterais do Galaxy A57 (cima) e Galaxy A37 (baixo) mostram diferença mínima em espessura (Imagem: Ana Marques / Tecnoblog)

Ademais, a ficha técnica traz um painel Super AMOLED+ com 6,7 polegadas e taxa de atualização de 120 Hz, e uma bateria compatível com carregamento rápido de 45 W. A união dessas características faz do Galaxy A57 um dos melhores celulares custo-benefício de 2026, segundo análise do Tecnoblog.

Ainda mais em ofertas como a de hoje, onde a versão de 128 GB do A57 sai por apenas R$ 1.953 no Pix aplicando o cupom de 10% OFF na página; reduzindo o preço para o menor já visto pelo modelo.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Galaxy A57 com oferta imbatível hoje é destaque pelo custo-benefício

Galaxy A57 (imagem: Ana Marques/Tecnoblog)

Laterais do Galaxy A57 (cima) e Galaxy A37 (baixo) mostram diferença mínima em espessura (Imagem: Ana Marques / Tecnoblog)

Como saber se o carregador do iPhone é original? Confira 6 dicas de análise

23 de Junho de 2026, 15:17
Carregador de tomada do iPhone 12 Pro (Imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)
Conheça os principais detalhes que ajudam a identificar um carregador original de iPhone (imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)

Identificar as diferenças entre um carregador de iPhone original e falso é essencial para preservar a saúde da bateria e evitar danos ao dispositivo. Embora não exista uma solução única, a autenticidade pode ser confirmada por meio de uma inspeção detalhada tanto na embalagem quanto na construção do produto.

Sempre verifique a presença do selo da Anatel e a qualidade do acabamento plástico, que deve ser impecável e livre de rebarbas. Além disso, observe se as marcações a laser no acessório são nítidas e se o número de série corresponde exatamente ao que está impresso na caixa do produto.

A seguir, conheça 6 formas de identificar a autenticidade do carregador do iPhone.

1. Verifique o lacre da embalagem

O primeiro passo para identificar o carregador original da Apple é examinar o lacre pull-tab, aquela fita de papel destacável na traseira da embalagem. Esse selo de fábrica precisa estar perfeitamente alinhado e sem vestígios de cola, garantindo a integridade do circuito de distribuição.

Contudo, como o mercado paralelo já comercializa falsificações idênticas desses lacres plásticos e de papel, a inspeção visual externa não confirma totalmente a originalidade. Por isso, é necessário se atentar a outros detalhes do acessório.

2. Analise os manuais da caixa

Os carregadores do iPhone costumam ter três manuais que ajudam a atestar a autenticidade do acessório. Ao abrir a caixa, o usuário deve encontrar o Manual de Guia Prático impresso em papel fosco de alta gramatura, com fontes nítidas e sem erros gramaticais.

No Brasil, o documento da Anatel com o selo de homologação é obrigatório e deve detalhar as especificações elétricas do acessório. Esse encarte técnico comprova que o circuito interno passou pelos testes de segurança e conformidade do país.

O kit é finalizado com o certificado de garantia global, trazendo os termos regulatórios padronizados internacionalmente pela Apple. A ausência de qualquer um desses três folhetos ou falhas na impressão são sinais claros de um produto falsificado.

imagem de uma mão segurando a caixa de um carregador de iphone
A caixa e os folhetos internos do carregador do iPhone já dão pistas de que o acessório é original (imagem: João Vitor/Tecnoblog)

3. Confirme se há cabos no pacote

Os carregadores originais da Apple vendidos avulsos não incluem o cabo de energia e dados na embalagem. A fabricante adotou essa política de sustentabilidade Eco-friendly assumindo que o usuário já possui o cabo USB-C que acompanha a caixa do iPhone.

A única exceção fica por conta de acessórios de marcas parceiras homologadas pelo programa MFi (Made for iPhone). Essas empresas terceiras costumam comercializar kits completos, trazendo o adaptador de tomada e o cabo de carregamento rápido no mesmo combo.

imagem de um carregador da apple com um cabo
Os carregadores originais da Apple não acompanham o cabo de energia (imagem: Homemade Media/Unsplash)

4. Observe as gravações no carregador 

Ao examinar a fonte do iPhone, a nitidez das marcações gravadas a laser é o principal indicativo da autenticidade. O texto com as especificações de tensão e corrente elétrica deve ter alinhamento perfeito, sem borrões ou erros ortográficos comuns em peças falsificadas.

Essas informações regulatórias e o código de modelo ficam dispostos de forma sutil e precisa na superfície de policarbonato do acessório. Uma gravação grosseira, com fontes desalinhadas ou em alto-relevo rústico na carcaça plástica, serve como um imediato sinal de alerta.

imagem de um carregador da apple de 20w com as informações técnicas gravadas a laser
Os acessórios originais trazem as informações técnicas gravadas a laser (imagem: João Vitor/Tecnoblog)

5. Veja se a fonte tem o selo da Anatel

No mercado brasileiro, o selo da Anatel colado diretamente na carcaça do carregador do iPhone é obrigatório e atesta que o circuito elétrico cumpre as normas de segurança. Essa marcação traz o logotipo oficial da agência reguladora e um número de homologação exclusivo de 12 dígitos.

Contudo, como os falsificadores costumam replicar essa identidade visual, a mera presença física da estampa não garante a procedência. O método infalível é checar essa numeração no Sistema de Consulta de Produtos da agência para validar a certificação de conformidade.

Baterias de sódio podem ser a solução para recargas rápidas de verdade (imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)
Todos os carregadores originais do iPhone trazem o selo da Anatel, permitindo checar as informações no Sistema de Consulta de Produtos (imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)

6. Compare os números de série

Uma das táticas eficientes para flagrar uma falsificação é cruzar o código alfanumérico de identificação gravado em cada componente. Embora não exista uma ferramenta oficial para consultar o número de série do carregador Apple, a correspondência exata desses dígitos é um forte indicativo de autenticidade.

O consumidor deve comparar a sequência impressa no adaptador com o código de barras da embalagem e a nota fiscal emitida. Qualquer divergência nos caracteres ou no espaçamento das fontes revela uma falha na cadeia de suprimentos ou adulteração no lote.

Como os falsificadores costumam replicar sequências válidas em massa, esse batimento de dados não deve ser o único teste. A validação definitiva exige combinar essa checagem física na construção do produto e os materiais enviados na caixa.

imagem de um carregador da apple de 20w
Verificar o número do modelo do acessório com as informações da caixa é uma das formas de verificar se o produto é original (imagem: João Vitor/Tecnoblog)

Quais são os riscos de usar um carregador de iPhone falso? 

Estes são alguns riscos que o usuário corre ao utilizar um carregador de iPhone falso:

  • Incêndio por superaquecimento: fontes paralelas costumam falhar em testes básicos de isolamento térmico e elétrico, acumulando calor excessivo nos componentes internos até o ponto de ignição física;
  • Choque elétrico por falha de isolamento: a ausência de blindagem interna adequada e a montagem rústica do circuito integrado expõem o consumidor a descargas elétricas de alta tensão potencialmente letais;
  • Danos severos à bateria e aos circuitos: o fornecimento instável de corrente e a flutuação de tensão estressam as células de íons de lítio, reduzindo drasticamente a saúde da bateria do smartphone;
  • Carregamento lento por ineficiência energética: componentes de baixa qualidade não mantêm o fluxo de energia linear, resultando em um processo de recarga demorado que superaquece o chassi do aparelho;
  • Explosões causadas por falha estrutural: em cenários de picos na rede elétrica, o colapso dos capacitores internos de baixa qualidade pode provocar o rompimento da carcaça plástica e queimaduras graves;
  • Ausência completa de certificações de segurança: esses produtos ignoram os rigorosos protocolos de controle de qualidade e os testes laboratoriais exigidos por órgãos reguladores internacionais para proteção do consumidor.

Onde posso encontrar um carregador de iPhone original?

A melhor estratégia para ter um carregador e outros acessórios originais para diferentes tipos de iPhone é adquirir diretamente em canais oficiais da Apple. Comprar nas lojas físicas ou no site da marca elimina o risco de investir em componentes falsificados que danificam a bateria do dispositivo.

O consumidor deve evitar ofertas suspeitas em marketplaces e dar preferência para revendedores autorizados que emitem nota fiscal e garantia de fábrica. Essa procedência certificada é a única segurança real para os circuitos integrados de gerenciamento de energia e chips de proteção do smartphone.

Só a Apple vende carregadores de iPhone originais?

Não, o mercado oferece carregadores autorizados pela Apple, desenvolvidos por fabricantes parceiras. Para garantir a segurança e compatibilidade com o ecossistema, o consumidor precisa procurar pelo selo MFi (Made for iPhone) estampado na embalagem do produto.

Essa chancela técnica internacional atesta que o acessório foi homologado nos laboratórios da Maçã. Isso significa que o componente passou por rigorosos testes de qualidade, protegendo o smartphone contra sobretensões e oscilações na rede.

Também consigo saber se o cabo do iPhone é original?

Sim, analisar o acabamento das conexões e as inscrições no revestimento é essencial para saber se o cabo do iPhone é original. Os fios genuínos trazem a frase “Designed by Apple in California” seguida por um número de série de 12 dígitos impresso a laser de forma nítida.

No aspecto físico, os conectores moldados por injeção precisam apresentar superfícies metálicas polidas e contatos elétricos arredondados. Cabos falsificados exibem rebarbas plásticas na junção e pinos desalinhados, comprometendo a condução da corrente e do barramento de dados do smartphone.

Como saber se o carregador do iPhone é original? Confira 6 dicas de análise

Carregador de tomada do iPhone 12 Pro (Imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)

Os acessórios originais trazem as informações técnicas gravadas a laser (imagem: João Vitor/Tecnoblog)

Baterias de sódio podem ser a solução para recargas rápidas de verdade (imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)

Verificar o número do modelo do acessório com as informações da caixa é uma das formas de verificar se o produto é original (imagem: João Vitor/Tecnoblog)

Meta lança linha de óculos inteligentes com preço mais baixo

23 de Junho de 2026, 14:48
Seis Meta Glasses de cores variadas em um fundo de cor branca
Linha aposta na diversidade de estilos (imagem: divulgação/Meta)
Resumo
  • Meta lançou uma nova linha de óculos inteligentes, os Meta Glasses, em parceria com a EssilorLuxottica.
  • Os óculos estão disponíveis a partir de US$ 299, sendo US$ 80 mais baratos que o Ray-Ban Meta de 2ª geração.
  • Por enquanto, não há preços ou data de lançamento no Brasil.

A Meta e a EssilorLuxottica, dona da Ray-Ban e Oakley e maior fabricante do ramo de armações e lentes de óculos do mundo, anunciaram uma nova linha de óculos inteligentes com inteligência artificial. Os Meta Glasses chegam em três estilos de armação e aceitam diferentes tipos de lentes.

Diferentemente dos modelos anteriores, os novos óculos não trazem a marca Ray-Ban e chegam mais baratos, com preços a partir de US$ 299 (cerca de R$ 1.554). Para comparação, o Ray-Ban Meta de 2ª geração foi lançado por US$ 379 e chegou ao Brasil por R$ 3.299.

Por enquanto, o novo modelo será vendido apenas em mercados selecionados, como Estados Unidos, Reino Unido, Austrália e parte da Europa. Ainda não há previsão de lançamento no Brasil.

Mulher usando óculos inteligentes Meta Glasses sem marca Ray-Ban
Meta Glasses não trazem a marca Ray-Ban (imagem: divulgação/Meta)

Os aparelhos não têm tela — a função segue exclusiva do Meta Ray-Ban Display — e a interação ocorre principalmente por voz e áudio, reproduzido por alto-falantes de ouvido aberto. Para chamadas e comandos de voz, os modelos usam múltiplos microfones com redução de ruído de vento.

A câmera integrada de 12 MP permite tirar fotos e gravar vídeos em até 3K a 30 fps. A Meta afirma que o dispositivo conta com alertas para indicar quando a câmera está em uso, além de controles simplificados para compartilhamento de dados.

A Meta promete mais de 8 horas de uso contínuo, com carregamento diretamente no estojo do produto — o que pode adicionar mais 40 horas de energia.

Três armações e 26 combinações

Três modelos de armação do Meta Glasses
Meta Glasses contam com três formatos de armação (imagem: divulgação/Meta)

A linha estreia em três formatos:

  • Meta Adventurer: possui um formato retangular convencional, focado em um visual versátil, sendo comercializado nos tamanhos padrão e grande
  • Meta Fury: apresenta uma armação com linhas mais grossas e formato robusto
  • Meta Glasses by Kylie: uma armação com formato oval fino, inspirada no estilo pessoal de Kylie Jenner

As armações terão cores como preto, verde, merlot, mogno e arenito. As lentes podem ser de sol, polarizadas, transparentes ou com tecnologia Transitions, que se adapta à luminosidade. Ao todo, a Meta fala em 26 combinações no catálogo de lançamento.

Óculos aceitam lentes de grau

Os modelos também são compatíveis com lentes de prescrição. Para isso, a Meta introduziu o Rx Lens Swap, sistema uqe permite trocar as lentes com um oftalmologista após a compra.

Segundo a empresa, o procedimento não anula a garantia do produto. A ideia é permitir que o usuário adapte os óculos à própria prescrição sem depender apenas das combinações oferecidas no momento da compra.

IA adaptada aos vestíveis

Os Meta Glasses usam o Muse Spark, que permite aos vestíveis usarem a Meta IA para interpretar o contexto ao redor do usuário pela câmera e pelos comandos de voz.

Com isso, os óculos podem responder a perguntas sobre o ambiente, consultar informações do dia a dia, dar recomendações de locais e passar outras informações. As funcionalidades são restritas a usuários nos Estados Unidos e Canadá, por enquanto.

Entre os recursos anunciados estão a foto dinâmica, que captura múltiplos quadros e sugere a melhor imagem para compartilhamento, e uma futura navegação passo a passo para pedestres, adaptada para óculos sem tela.

A tradução de conversas em tempo real também foi ampliada. O recurso ganhou suporte a 14 novos idiomas, passando a funcionar em 20 línguas, incluindo português.

Relembre o lançamento do Meta Ray-Ban Display

Meta lança linha de óculos inteligentes com preço mais baixo

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Meta Glasses custam a partir de US$ 299 e saem US$ 80 mais baratos que o Ray-Ban Meta de 2ª geração. Ainda não há previsão de lançamento no Brasil.

(imagem: divulgação)

(imagem: divulgação/Meta)

Valve quer levar SteamOS para PCs com chips Intel e Nvidia

23 de Junho de 2026, 13:27
SteamOS em um Stem Deck
SteamOS em um Stem Deck (imagem: divulgação/Valve)
Resumo
  • Valve está trabalhando para tornar SteamOS compatível com PCs equipados com processadores Intel e placas de vídeo Nvidia;
  • SteamOS 3.8.10 já introduziu suporte a chips Intel e esforços estão em andamento para adicionar compatibilidade com GPUs Nvidia, embora isso deva levar mais tempo;
  • objetivo é tornar o SteamOS um sistema operacional mais difundido no mercado.

Poderá o SteamOS se tornar tão acessível em termos de hardware quanto o Windows ou distribuições Linux comuns? Bom, o caminho para isso já está sendo preparado. Pelo menos é o que podemos presumir com a confirmação de que a Valve está trabalhando para tornar o sistema plenamente compatível com máquinas equipadas com processador Intel e/ou placa de vídeo Nvidia.

Cabe contextualizar desde já. O SteamOS foi desenvolvido originalmente para rodar no portátil Steam Deck, que chegou ao mercado com uma APU, isto é, um chip da AMD que reúne CPU e GPU.

A base principal do sistema tem sido o hardware da AMD desde então. Vide o exemplo da nova Steam Machine, que teve seus preços liberados nesta semana após meses de espera. A máquina tem CPU com núcleos AMD Zen 4, bem como GPU baseada na arquitetura AMD RDNA 3.

É possível rodar o SteamOS com hardware de outras empresas, mas isso normalmente envolve um nível maior de trabalho. Ao que tudo indica, isso não vai ser necessário em um futuro próximo. Isso porque o SteamOS 3.8.10 introduziu um “firmware inicial” para portáteis equipados com chips Intel, o que inclui algum nível de suporte para os processadores atuais da companhia.

O suporte oficial a chips gráficos da Nvidia deve demorar mais um pouco, mas também está a caminho. Pierre-Loup Griffais, um dos responsáveis pelo SteamOS, revelou ao The Verge que já há esforços nesse sentido, tanto por parte da Valve quanto por parte da Nvidia. Apesar disso, o suporte a GPUs Nvidia não deve chegar em 2026.

Imagem exibe uma Steam Machine sobre uma mesa de madeira. Se trata de um cubo preto, com um led branco na parte inferior.
Uma Steam Machine (imagem: divulgação/Valve)

SteamOS para todo mundo

Esse movimento faz parte de um plano maior: tornar o SteamOS um sistema operacional mais difundido no mercado, de modo que, eventualmente, ele possa até ser instalado em Steam Machines montadas pelos próprios usuários.

Nesse sentido, Griffais até comentou sobre a possibilidade de o SteamOS rodar em dual boot com o Windows ou outros sistemas operacionais — presumivelmente, uma distribuição Linux convencional. Já é possível fazer isso, mas com algum esforço.

O que é o SteamOS?

O SteamOS é um sistema operacional mantido pela Valve e baseado na distribuição Arch Linux, mas tem o diferencial de ter interface e recursos específicos para a execução de jogos. O foco inicial ficou sobre a linha de portáteis Steam Deck, mas, como já ficou claro, a Valve trabalha para tornar o projeto compatível com mais máquinas.

Apesar do foco em jogos, favorecido pelo Gaming Mode, o SteamOS também oferece o Desktop Mode, que é baseado na interface KDE Plasma e permite o uso do computador para outras atividades.

Valve quer levar SteamOS para PCs com chips Intel e Nvidia

SteamOS em um Stem Deck (imagem: divulgação/Valve)

(imagem: divulgação)

Alerta de oportunidade: Galaxy Watch 8 tem queda abrupta de preço no Mercado Livre

23 de Junho de 2026, 12:49

Prós
  • Tela AMOLED com 3.000 nits
  • Suporte ao Galaxy AI
  • Sensores de saúde e recomendações
  • Construção com Cristal de Safira
  • Certificação IP68 e MIL-STD-810H
Contras
  • Autonomia reduzida com GPS ativo
  • Sem conectividade 4G/LTE
PIX Cupom
R$ 100 OFF DISPONíVEL NA PáGINA R$ 1.359,15  Mercado Livre
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O Galaxy Watch 8 Bluetooth de 44 mm está saindo por R$ 1.359 no Pix com cupom de R$ 100 OFF disponível na página do Mercado Livre. O smartwatch da Samsung com tela Super AMOLED e sensores avançados está disponível com um grande desconto de 58% sobre o preço original de R$ 3.199.

Galaxy Watch 8 tem tela AMOLED e sensor BioActive

A tela Super AMOLED de 1,47″ do Galaxy Watch 8 possui brilho de 3.000 nits, que garante a visibilidade e qualidade de imagem em ambientes abertos. A proteção do display fica por conta do vidro Cristal de Safira, que é resistente a acidentes diversos, como pancadas e quedas.

Praticantes de esportes encontrarão neste gadget diversas funções para o acompanhamento de atividades físicas. Já para quem busca mais qualidade de vida, há recursos para ficar de olho na condição geral de saúde como eletrocardiograma (ECG), monitores do sono, do ciclo menstrual feminino e até da oxigenação do sangue.

Os usuários têm no acessório um grande aliado que pode salvar vidas em situações críticas: em caso de emergência médica e estando pareado a um smartphone, ele pode enviar alertas para contatos específicos e ligar para números como 190 (polícia) e 192 (ambulância).

O Galaxy Watch 8 é equipado com o chip Exynos W1000, 2 GB de RAM e 32 GB de espaço interno, que permitem instalar e rodar apps localmente. Sua bateria de 435 mAh resiste a um dia de uso e suporta carregamento sem fio de 10 W.

Seu corpo em alumínio Armor de 44 mm é reforçado pelas certificações IP68 e militar MIL-STD810H, que conferem resistência a condições extremas de clima e até 5 atmosferas de pressão (5 ATM) debaixo d’água. Dessa forma, o gadget pode ser usado em esportes aquáticos dos mais diversos.

O Galaxy Watch 8 BT de 44 mm (R$ 1.359 no Pix com cupom de R$ 100 OFF) roda Wear OS 6 e suporta todas as soluções do Google, além de conversar com redes Wi-Fi 5Bluetooth 5.3, NFC e suportar GPS multibanda, que determina a posição exata do usuário em tempo real.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Alerta de oportunidade: Galaxy Watch 8 tem queda abrupta de preço no Mercado Livre

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Galaxy Watch 8 BT (44 mm) traz tela Super AMOLED e sensor BioActive; smartwatch da Samsung recebe grande queda de preço com desconto de 58% no Pix com cupom

Smart TV Samsung OLED 55” tem o melhor preço desde maio nesta oferta

23 de Junho de 2026, 12:33

Prós
  • OLED entrega mais cores e contraste
  • 4K com taxa de 120 Hz
  • Chip otimiza upscaling de conteúdos
  • Vários recursos para o público gamer
  • Suporte a assistentes Alexa e Bixby
Contras
  • Som de apenas 20 W
  • Sem Dolby Vision
PIX Cupom
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A Smart TV Samsung Vision AI OLED S85F de 55″ está saindo por R$ 4.229 no Pix com cupom TVCASASBAHIA no marketplace das Casas Bahia no Mercado Livre. A melhor oferta desde maio de 2026 vista pelo Achados oferece televisor 4K com taxa de 120 Hz e recursos de IA com desconto de 35% sobre o preço original de R$ 6.499.

TV OLED 4K Samsung S85F tem tela de 120 Hz e funções de IA

TV sobre rack
Sistema Tizen OS com One UI oferece conteúdo ao vivo, recomendações e IA (foto: João Paulo Souza/Tecnoblog)

A tela 4K OLED de 55″ da S85F possui taxa de 120 Hz, suporte a HDR10+ e certificação Pantone, sendo capaz de entregar imagens com cores fiéis, alta resolução e fluidez durante navegação e para animações gráficas. Conteúdos legados são atualizados via upscaling pelo chip NQ4 AI Gen2, que usa IA e entrega resultados sem distorções.

A plataforma Vision AI Companion oferece acesso aos assistentes Alexa, Bixby e Copilot, além de chatbots como Perplexity e outros recursos de inteligência artificial. Com eles, é possível conversar naturalmente com a TV como se fosse uma pessoa, ao realizar consultas com comandos de voz.

O sistema operacional Tizen traz diversas plataformas de conteúdo via streaming, incluindo as populares Netflix, Globoplay, Apple TV, HBO Max, Spotify, Twitch, Crunchyroll e outros.

TVs Samsung suportam jogos na nuvem, Xbox Game Pass incluso (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)
TV Samsung 4K OLED S85F suporta jogos na nuvem do Xbox Game Pass (imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)

O modelo S85F é também interessante para gamers: sua alta taxa e suporte a serviços na nuvem como Xbox Game Pass e Nvidia GeForce Now habilitam a jogatina com qualidade e sem atrasos, basta ter um plano de assinatura válido e parear um controle Bluetooth à TV, sem necessidade de um console ou PC.

Este aparelho possui 4 portas HDMI, duas USB-A e uma Ethernet, além de suportar redes Wi-Fi 5 e Bluetooth 5.3. O sistema de som possui duas saídas de áudio de 20 W, experiência que pode ser melhorada com soundbars.

Não deixe de conferir a oferta da Smart TV Samsung Vision AI OLED S85F de 55″ (R$ 4.229 no Pix com cupom TVCASASBAHIA), que chega antes da final da Copa do Mundo FIFA 2026 nas principais capitais do Brasil.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Smart TV Samsung OLED 55” tem o melhor preço desde maio nesta oferta

Motorola Edge 60 Neo (512 GB) fica por quase metade do preço em oferta com cupom

23 de Junho de 2026, 12:03

Prós
  • Até 24 GB de RAM
  • Câmera telefoto com zoom de 3x
  • Tela POLED com taxa de 120 Hz
  • Suporta carregamento sem fio
  • IP68/IP69 e militar MIL-STD-810H
Contras
  • Display menor que outros da linha
PIX Cupom
R$ 150 OFF DISPONíVEL NA PáGINA R$ 2.024,10  Mercado Livre
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O Edge 60 Neo de 512 GB está saindo por R$ 2.024,10 no Pix com cupom de R$ 150 OFF disponível na página do Mercado Livre. Um dos melhores celulares da Motorola, equipado com tela POLED de 120 Hz e câmera wide de 50 MP Sony Lytia, recebe desconto de 49% sobre o preço base de R$ 3.499.

Motorola Edge 60 Neo tem câmera Sony de 50 MP e tela POLED

Duas pessoas posam para uma selfie ao ar livre enquanto uma delas segura um smartphone Motorola vermelho, voltado para a câmera. O aparelho exibe três lentes traseiras e o logotipo da marca. A dupla sorri em frente a uma casa moderna, com plantas tropicais ao fundo e luz natural destacando o design vibrante do celular.
Câmera wide do Edge 60 Neo usa sensor Sony Lytia 700C de 50 MP (imagem: Divulgação/Motorola)

O Motorola Edge 60 Neo tem como destaque uma câmera wide com sensor Sony Lytia 700C de 50 MP e OIS para evitar fotos tremidas; aliada à ultrawide de 10 MP e telefoto de 10 MP com zoom óptico de 3x. O kit versátil capta cenas com boa qualidade em cenários amplos e aproximações. A frontal de 32 MP tira ótimas selfies, e todas filmam em 4K.

Sua tela POLED de 6,36″ com taxa de 120 Hz e brilho de até 2.600 nits garante alta qualidade em imagens e vídeos com cores vibrantes, grande fluidez e visibilidade em qualquer lugar. O vidro Gorilla Glass 7i protege-a contra arranhões e quedas.

O corpo de um dos melhores celulares da Motorola possui certificações militar MIL-STD-810H e IP68/IP69, que conferem resistência em diversos cenários extremos, como mergulhos acidentais, poeira intensa e altas temperaturas.

imagem do motorola edge 60 neo
Motorola Edge 60 Neo traz certificações militar MIL-STD-810H, IP68 e IP69 (imagem: Divulgação/Motorola)

O chip MediaTek Dimensity 7400 e os até 24 GB de RAM via RAM Boost dão ao Edge 70 Neo base para rodar apps pesados, recursos de IA e multitarefa. Para quem gosta de guardar fotos e arquivos localmente, os 512 GB entregam espaço interno de sobra.

Sua bateria de 5.000 mAh resiste até 44 horas de uso moderado segundo a fabricante, suporta carregamento de 15 W sem fio e via USB-C de 68 W, permitindo injetar uma carga para o dia inteiro em apenas 7 minutos. Portanto, é uma boa pedida para quem tem uma rotina corrida e utiliza frequentemente o celular.

O Motorola Edge Neo de 512 GB (R$ 2.024,10 no Pix com cupom de R$ 150 OFF), que será atualizado até o Android 20, conversa com redes 5G, Wi-Fi 6EBluetooth 5.4 e NFC. Adquira-o já com 49% de desconto no Mercado Livre.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Motorola Edge 60 Neo (512 GB) fica por quase metade do preço em oferta com cupom

Claude fora do ar: IA da Anthropic volta a funcionar após instabilidade

23 de Junho de 2026, 11:53
Imagem mostra o logo do Claude, IA da Anthropic
Claude ficou instável nesta terça (imagem: reprodução)
Resumo
  • O chatbot Claude da Anthropic apresentou instabilidade nesta terça-feira (23/06), afetando diversos usuários.
  • A empresa Anthropic informou que o problema foi corrigido às 13h44.
  • O motivo da falha não foi divulgado.

O Claude, chatbot de inteligência artificial da Anthropic, passou por problemas técnicos nesta terça-feira (23/06). A plataforma de IA ficou instável para diversos usuários entre a manhã e o começo da tarde. Às 13h44, a empresa informou que o incidente foi corrigido.

A Anthropic não revelou o motivo da falha. O DownDetector, que monitora o status de serviços online, registrou um aumento nas reclamações a partir das 11h. Por volta das 11h13, as queixas de usuários atingiram o pico.

Gráfico do DownDetector mostra pico de reclamações sobre falhas no Claude
Reclamações atingiram o pico por volta das 11h13 (imagem: Bruno Andrade/Tecnoblog)

O Claude AI é um modelo de linguagem da Anthropic voltado para tarefas de inteligência artificial generativa, como criação de textos, resposta a perguntas, resumo de informações e geração de código. O sistema também conta com o Claude Code, ferramenta que vem se tornando popular entre desenvolvedores.

Na rede social X, muitos perfis relataram dificuldades para acessar a IA. De acordo com os usuários, os problemas afetaram tanto a versão web do chatbot quanto integrações baseadas nos modelos da Anthropic.

Claude fora do ar. Tem algum dev trabalhando?

— e agora? (@Gabs_MdeM) June 23, 2026

O Claude ta fora do ar. Eu to de ferias? O que eu faço?

— João (@sfooterbr) June 23, 2026

o claude tá fora do ar, como que trabalha agora?

— leo (@LE0BAR0NE) June 23, 2026

Claude fora do ar: IA da Anthropic volta a funcionar após instabilidade

Moto G86 (512 GB) retorna com a melhor promoção dos últimos meses no Mercado Livre

23 de Junho de 2026, 11:03

Prós
  • Tela com 120 Hz e 4.500 nits
  • 24 GB através de RAM Boost
  • IP68/IP69 e militar MIL-STD-810H
  • Slot para cartão microSD
  • Integrado pela Moto AI
Contras
  • Atualizações apenas até o Android 17
  • Não suporta carregamento sem fio
  • Câmera ultrawide básica
PIX Cupom
10% OFF DISPONíVEL NA PáGINA R$ 1.655,28  Mercado Livre
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O Moto G86 de 512 GB está saindo por R$ 1.655 no Pix com cupom de 10% OFF disponível na página do Mercado Livre. A melhor oferta desde março de 2026 oferece o celular custo-benefício da Motorola com tela POLED de 120 Hz e câmera wide de 50 MP com desconto de 45% sobre o preço original de R$ 2.999.

Moto G86 tem tela POLED de 120 Hz e câmera de 50 MP

Pessoa segurando Moto G86 na horizontal e jogando
Tela POLED do Moto G86 tem taxa de 120 Hz e brilho de até 4.500 nits (imagem: Divulgação/Motorola)

A tela POLED de 6,67 polegadas é um dos destaques do Moto G86, graças à certificação Pantone que garante a reprodução de cores vivas, além da taxa de 120 Hz para máxima fluidez e brilho de até 4.500 nits que permite visibilidade em qualquer lugar. Já o vidro Gorilla Glass 7i protege-a contra acidentes diversos.

O celular custo-benefício da Motorola entrega desempenho regular otimizado para IA com o chip MediaTek Dimensity 7300 e até 24 GB de RAM via recurso RAM Boost. Para guardar fotos e vídeos, os 512 GB de armazenamento disponibilizam espaço interno mais do que suficiente.

O kit de câmeras traseiras inclui uma wide de 50 MP com OIS e uma ultrawide de 8 MP para captar cenas amplas. Enquanto o sensor frontal de 32 MP tira ótimas selfies. Todas filmam em 4K.

imagem do moto G86
Bateria do Moto G86 dura mais de 40 horas de uso (imagem: Divulgação/Motorola)

A bateria de 5.200 mAh do Moto G86 resiste até 41 horas de uso regular segundo a fabricante, e suporta carregamento rápido de 30 W via USB-C, que permite injetar uma carga que dura o dia inteiro em apenas 30 minutos.

O corpo do gadget é reforçado pelas certificações militar MIl-STD-810HIP68/IP69, que conferem resistência contra poeira, jatos d’água de alta pressão e mergulhos de até 1,5 m em água doce por no máximo 30 minutos.

O Moto G86 de 512 GB (R$ 1.655 no Pix com cupom de 10% OFF), que deve ser atualizado somente até o Android 17, suporta redes 5G, Wi-Fi 6Bluetooth 5.4 e NFC.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Moto G86 (512 GB) retorna com a melhor promoção dos últimos meses no Mercado Livre

Meta pausa treinamento polêmico de IA com dados de funcionários

23 de Junho de 2026, 11:03
Arte com a logomarca da Meta à esquerda e o rosto de Mark Zuckerberg à direita. Na parte inferior direita está a logomarca do Tecnoblog.
Meta pausa treinamento polêmico de IA com dados de funcionários (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Meta suspendeu treinamento de IA com dados de funcionários devido a um possível vazamento de dados pessoais, incluindo conversas, transcrições e informações de desempenho;
  • vazamento foi classificado como SEV 2, de alta prioridade, e empresa está investigando se, de fato, houve exposição de dados sensíveis;
  • programa de monitoramento, chamado Model Capability Initiative, captura movimentos com o mouse e digitação no teclado nos computadores de funcionários para aprimorar mecanismos de inteligência artificial da Meta.

A decisão da Meta de rastrear o uso dos computadores de seus funcionários para treinar modelos de inteligência artificial é polêmica por si só. Mas, recentemente, a companhia suspendeu essa atividade. Arrependimento? Não. É que o monitoramento teria causado exposição de dados pessoais.

É o que revela o Business Insider. O veículo afirma ter tido acesso a uma captura de tela que mostra que conversas, transcrições e informações de desempenho de funcionários ficaram expostos na rede da empresa, sendo que todos esses dados têm natureza privada.

O problema é sério. Prova disso é que o vazamento foi classificado como SEV 2 (Severe 2) dentro de uma escala que vai de 0 a 5. Quanto mais próximo de 0, mais crítico é o problema. O caso é considerado de alta prioridade, portanto, e isso explica a interrupção do monitoramento.

Não é que a Meta tenha reconhecido o problema. Ainda não. Ao Business Insider, a companhia apenas admitiu que interrompeu o programa para investigar se, de fato, houve exposição de dados sensíveis de funcionários:

Projetamos este programa cuidadosamente com medidas de segurança de privacidade e, embora não tenhamos indícios, neste momento, de que quaisquer dados tenham sido acessados indevidamente por funcionários da Meta, estamos suspendendo o programa enquanto investigamos.

Meta

Não está claro quando e como o suposto vazamento de dados ocorreu. Fato é que problemas como esse não causam surpresa, afinal, o programa de monitoramento esbarra em dados sensíveis. Por mais que a Meta tenha implementado mecanismos de segurança (se é que realmente implementou), ultrapassar o limite da privacidade não é difícil nessas circunstâncias.

Sem nenhuma surpresa, o clima na empresa é de insatisfação e até revolta. Ainda de acordo com o Business Insider, um funcionário da Meta teria declarado o seguinte: “não vejo nenhuma evidência de acesso malicioso, mas o fato de esses dados não terem sido protegidos como prometido inicialmente é extremamente frustrante”.

Ilustração com logo da Meta ao centro. Ao fundo, a imagem de duas mãos com os dedos indicadores se tocando. Na parte inferior direita, está o logo do Tecnoblog.
Monitoramento visa gerar dados para treinar IA da Meta (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O que é o programa de monitoramento da Meta?

Trata-se de um projeto interno de nome Model Capability Initiative (”iniciativa de capacitação de modelos”, em tradução livre). Nele, ferramentas capturam movimentos e cliques com o mouse, bem como digitação no teclado nos computadores de funcionários, para que esses dados ajudem a aprimorar mecanismos de inteligência artificial da Meta.

Em termos práticos, esse monitoramento pode ensinar agentes de IA a se comportarem como humanos na frente do computador.

A iniciativa é polêmica por, entre outros motivos, causar sensação de vigilância entre os funcionários, embora a Meta tenha ressaltado que o objetivo do programa não é espioná-los ou usar os dados obtidos para avaliações de desempenho.

Meta pausa treinamento polêmico de IA com dados de funcionários

Mark Zuckerberg é fundador e CEO da Meta (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Meta (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Samsung anuncia UFS 5.0, memória duas vezes mais rápida para IA

23 de Junho de 2026, 10:29
Imagem mostra o módulo de memória UFS 5.0 da Samsung
Módulo de memória UFS 5.0 promete o dobro de velocidade na transferência de dados (imagem: reprodução)
Resumo
  • Samsung anunciou a Universal Flash Storage 5.0 (UFS 5), seu novo padrão de armazenamento para dispositivos móveis.
  • A novidade atinge velocidade de 10,8 GB/s e foi projetada para rodar serviços de inteligência artificial localmente nos dispositivos.
  • A produção em massa do UFS 5.0 começará no quarto trimestre de 2026, com previsão de unidades de até 1 terabyte de capacidade.

A Samsung anunciou nesta terça-feira (23/06) o Universal Flash Storage 5.0 (ou apenas UFS 5.0). Para quem não está familiarizado com a sigla, UFS é o padrão de memória flash adotado na indústria de smartphones e tablets, em que ficam guardados o sistema operacional, os aplicativos e arquivos.

A nova geração da tecnologia anunciada pela Samsung chega muito mais veloz. Ela é duas vezes mais rápida que a geração anterior e foi projetada especialmente para rodar serviços de inteligência artificial localmente nos dispositivos, permitindo que os processos ocorram sem conexão constante com servidores na nuvem.

O que o UFS 5.0 traz de novo?

A grande mudança é a capacidade de o dispositivo acessar informações na metade do tempo exigido pela geração anterior, o UFS 4.1. Quando o usuário acionar grandes modelos de linguagem (LLMs) localmente no aparelho, o chip responderá com uma latência muito menor.

Na prática, isso possibilita que assistentes de voz entendam comandos complexos com rapidez, editores de imagens apliquem filtros sem travamentos, o tempo de inicialização de aplicativos pesados caia e geradores de texto criem respostas quase em tempo real.

Em resumo, a nova memória deixa de operar apenas como uma “gaveta” que guarda fotos e vídeos para garantir que a computação de IA aconteça sem atrasos. Os números da ficha técnica ilustram a evolução:

  • O componente é capaz de sustentar velocidades de leitura sequencial de até 10,8 GB/s.
  • Do lado da gravação sequencial, as taxas variam entre 9,5 GB/s e 9,8 GB/s.
  • Esse rendimento supera em mais de duas vezes a velocidade da solução atual adotada pela indústria, o padrão UFS 4.1 (que entrega limites de 4,3 GB/s de leitura e 4,1 GB/s de gravação).

Mais eficiência energética e espaço livre

Imagem mostra a frente e o verso do novo chip de armazenamento Samsung UFS 5.0
Novo chip de armazenamento é 16,7% menor que a geração anterior (imagem: reprodução)

Todo esse ganho de velocidade veio acompanhado por aprimoramentos no controle térmico e energético. O UFS 5.0 registra uma melhora de mais de 40% em eficiência de energia na comparação direta com a versão 4.1. Esse marco foi atingido graças à implementação de recursos que desligam trechos inativos do circuito. No dia a dia, isso significa que o smartphone gastará menos bateria para mover a mesma quantidade de arquivos.

Houve também um salto no design. O novo módulo mede apenas 7,5 mm x 13 mm x 0,9 mm — 16,7% menor que a geração passada. A redução facilita o trabalho de engenharia das fabricantes na hora de acomodar baterias maiores ou integrar componentes extras em produtos que sofrem com restrições severas de espaço no chassi, como os wearables.

Quando o UFS 5.0 chega ao mercado?

A gigante sul-coreana confirmou que a produção em massa das memórias UFS 5.0 começará no quarto trimestre de 2026, com previsão de unidades de até 1 terabyte (TB) de capacidade.

Com esse calendário, o componente tem um destino provável: a linha Galaxy S27. Segundo o leaker Ice Universe, o novo processador Exynos 2700 também oferecerá suporte nativo ao UFS 5.0.

Prevista para o início de 2027, a próxima linha premium da Samsung pode ser uma das pioneiras na adoção do novo padrão.

Samsung anuncia UFS 5.0, memória duas vezes mais rápida para IA

KaBuM! derruba preço do monitor LG UltraGear 32" com cupom em até 10x sem juros

23 de Junho de 2026, 10:17

Seus jogos travados em telas pequenas e sem graça estão com os dias contados. O KaBuM! liberou uma oferta para você transformar o seu espaço de jogos com uma tela gigante.

O monitor gamer LG UltraGear 32" está com um desconto imperdível, saindo do preço original de R$ 1.049,99 para R$ 976,49 com um cupom de desconto exclusivo. Mas você precisa correr, porque o estoque com esse preço promocional costuma acabar rápido.

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Como é o monitor gamer LG UltraGear 32"

O modelo entrega uma experiência visual de tamanho gigante. A tela de 32 polegadas combinada com o painel VA e a tecnologia HDR10 garante cores vibrantes e um contraste profundo. Isso é ideal para você enxergar os inimigos até nas sombras mais escuras das partidas, encontrando detalhes que passavam despercebidos antes.

Monitor gamer LG UltraGear 32" tem cores vibrantes que melhorem experiência em jogos (Imagem: Divulgação/LG).

Para quem joga competitivamente, a taxa de atualização de 165Hz faz toda a diferença na hora da ação. Seus movimentos ficam fluidos, eliminando aqueles borrões irritantes na tela com uma vantagem real em jogos rápidos de tiro, ação ou corrida.

Além disso, ele vem equipado com FreeSync Premium e compatibilidade com G-Sync. Na prática, isso significa o fim daqueles cortes e quebras na imagem durante os momentos mais intensos da gameplay. É o desempenho fluido que você precisa para jogar como um profissional.

Vale a pena comprar o monitor gamer LG UltraGear 32"?

Para quem quer atualizar o setup, vale a pena aproveitar a oportunidade. Quem já comprou destaca o custo-benefício e a mudança que uma tela desse tamanho traz para o dia a dia. Para tirar o máximo proveito do produto, a dica é fazer uma calibração rápida nas configurações de cores logo no primeiro uso para ajustar ao seu gosto.

Com 165Hz, monitor entrega movimentos mais fluidos nos games (Imagem: Divulgação/LG).

Além disso, como a base original não tem ajuste de altura, usar um braço mecânico ou suporte de parede deixa a tela na posição perfeita para o seu campo de visão. Por menos de R$ 980, encontrar uma tela desse tamanho com 165Hz é uma chance rara no mercado.

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Leia a matéria no Canaltech.

Final explicado de O Segredo de Widow's Bay: O que esperar da 2ª temporada?

23 de Junho de 2026, 10:15

A primeira temporada de O Segredo de Widow's Bay  chegou ao fim, provando que a ilha amaldiçoada do Apple TV tinha muito mais segredos do que parecia. A série mistura terror, comédia e mistério em uma trama cheia de acontecimentos suspeitos, pactos antigos e personagens sempre dispostos a tomar a pior decisão possível.

Se você terminou os episódios e ficou se perguntando o que realmente aconteceu no final, chegou ao lugar certo, pois o Minha Série trouxe um resumo completo para organizar essa bagunça sobrenatural. Mas se você ainda não terminou a temporada, tome cuidado com os spoilers.

  • A primeira temporada de O Segredo de Widow's Bay revela que a ilha é amaldiçoada por um pacto feito pelo seu fundador, Richard Warren.
  • Tom descobre que o último descendente da linhagem não é Ruth, mas seu próprio filho, Evan.
  • O porão da casa de Tom leva a túneis ligados a rituais antigos e a uma criatura escondida sob a cidade.
  • No final, o sino toca oito vezes, indicando que a entidade exige oito sacrifícios.
  • A 2ª temporada deve mostrar o que vive no subsolo, quem sabe da verdade e como Tom lidará com o destino de Evan.
A primeira temporada contou com 10 episódios

Qual é a maldição de Widow's Bay?

Ao longo da temporada, descobrimos que a cidade carrega uma maldição ligada ao seu fundador, Richard Warren (Hamish Linklater). Séculos atrás, ele teria feito um pacto com uma entidade demoníaca para proteger Widow's Bay. Só que, como já era de se esperar, a conta sempre chega depois.

A solução para acabar com a maldição parecia simples, pelo menos no papel: eliminar o último descendente vivo da linhagem de Warren. É aí que Tom (Matthew Rhys), Patricia (Kate O'Flynn) e Wyck (Stephen Root) descobrem que a pessoa em questão seria Ruth (K Callan), uma senhora de 84 anos que trabalha com eles.

Ou seja, para salvar a cidade, Tom teria que cometer um assassinato. Quando Tom vai até a casa de Ruth, decidido a cumprir essa missão, ela revela um segredo guardado há anos: no passado, teve uma filha e entregou a criança para outro casal criar. 

Essa criança era Lauren, a esposa falecida de Tom. Isso muda todos seus planos, já que agora a última pessoa da linhagem Warren é Evan (Kingston Rumi Southwick), filho de Tom. Até então, o prefeito achava que estava tentando proteger Evan, mas logo descobre que o garoto pode ser a peça central de tudo o que há de errado em Widow's Bay.

Como todo bom suspense, a série tem algumas reviravoltas

O que existe no porão?

Durante a temporada, vimos que o porão da casa de Tom sempre pareceu suspeito. O prefeito demonstrava muito medo de Evan chegar perto dele, e o final explica o motivo: o subsolo de Widow's Bay guarda uma rede de túneis e salas assustadoras, ligadas a rituais antigos.

Enquanto a tempestade assola a cidade, Evan e seus amigos saem do abrigo e acabam encontrando uma espécie de labirinto subterrâneo. Lá, eles veem uma cadeira elétrica desativada e portas seladas no chão. Como adolescentes em uma história de terror raramente fazem a escolha mais prudente, eles obviamente mexem no lugar.

Então, quando um morador tenta levá-los de volta ao abrigo, acaba preso em uma das salas. Evan tenta ajudá-lo, mas ouve um grito. Quando consegue abrir a porta, o homem simplesmente desapareceu, e as portas no chão estão abertas.
Logo, entendemos que existe alguma coisa viva, perigosa e faminta escondida abaixo de Widow's Bay.

Em seguida, a tempestade acaba parando, mostrando que o sacrifício acalmou a maldição que assola a pequena ilha.

O que significa o sino no final?

O final da série do Apple TV também revela que os moradores antigos sabiam mais sobre o subsolo do que deixavam transparecer. Vídeos encontrados por Dale (Jeff Hiller) mostram que a cidade tem uma história de sacrifícios humanos ligados aos túneis.

O som do sino serve como um aviso, pois cada badalada representa uma vítima que a criatura exige. No encerramento da temporada, Tom ouve o sino tocar oito vezes, o que indica que a entidade quer oito sacrifícios.

Então, apesar de a tempestade ter passado, o problema está longe de acabar. Na verdade, Widow's Bay parece apenas ter mostrado sua verdadeira face, e o desenrolar disso é o que veremos na segunda temporada, que já está mais do que confirmada.

O que esperar da temporada 2?

A segunda temporada de O Segredo de Widow's Bay  deve explorar três grandes perguntas: o que exatamente vive embaixo da cidade, quem sabe da existência da criatura e o que Tom vai fazer agora que Evan está ligado à linhagem amaldiçoada.

Também há outro detalhe importante: Evan esteve nos túneis. Se Tom descobrir isso, a relação entre pai e filho deve ficar mais tensa, justo agora que estava melhorando. 

A série ainda deve mostrar quem serão as oito vítimas exigidas pelo sino e se existe outra forma de romper o pacto sem sacrificar Evan. Pelo clima do final, podemos apostar que O Segredo de Widow's Bay ainda tem muitos segredos guardados no porão prontos para serem escancarados.

A primeira temporada de O Segredo de Widow's Bay está disponível completa no Apple TV.

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© Divulgação/Apple TV

Crise faz memórias DDR2 dispararem inacreditáveis 60%

23 de Junho de 2026, 10:10

Antes da crise de memória RAM atual, muitos usuários de PC já estavam migrando para a tecnologia DDR5, que já tinha quatro anos de disponibilidade. Agora, DDR2, uma tecnologia de mais de 20 anos de idade, é o novo alvo da crise, tendo encarecido cerca de 60% no segundo trimestre de 2026 por conta da demanda dos data centers de IA.

Segundo um levantamento do TrendForce, os preços de contrato de memória RAM DDR2 cresceram entre 55 e 60% entre abril e junho. Embora a situação já pareça ruim, ela ainda deve piorar, já que a estimativa para o terceiro trimestre é de alta na casa dos 40%.

Fábricas estão fazendo "downgrade" em produção de RAM

Esse aumento repentino acontece por conta do "downgrade" que as fabricantes estão tendo que fazer para garantir suprimento, já que a tecnologia mais recente foi toda abocanhada pelos data centers. O TrendForce afirma ainda que algumas empresas estão substituindo o design DDR4 por DDR3, outras estão trocando componentes de DDR3 por DDR2.

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Poucas memórias DDR2 tinham esse "design gamer" (Imagem: TechPowerUp/Reprodução)

As grandes fabricantes de chips DRAM, como Micron, Samsung e SK hynix, estão realocando todas as suas capacidades para a produção de wafers para memórias HBM, que é uma exigência das GPUs da NVIDIA para data centers de IA, que, por sua vez, é a líder no abastecimento desse segmento.

Além disso, existe também um foco em DDR5, já que esses supercomputadores fazem uso dessa tecnologia. Por isso sobra pouco (na verdade quase nada) para o consumidor. Recorrer a memórias mais antigas é uma saída que a indústria encontrou para continuar ofertando algo para o consumidor.

O problema mesmo seria retornar aos processadores e placas-mãe que faziam uso de memória DDR2. São tecnologias de 20 anos atrás e processadores extremamente simples para os padrões de hoje, como o Intel Core 2 Duo e o AMD Athlon 64 X2, na melhor das hipóteses. Essas CPUs são consideravelmente mais fracas que chips de smartphones de anos atrás.

Antes desse aumento das memórias DDR2 vir à tona, indícios de que a memória DDR3 voltou a crescer surgiram, mais uma consequência do atual estado da indústria.

Leia a matéria no Canaltech.

Samsung Neo QLED com IA: três modelos em promoção para renovar sua sala

23 de Junho de 2026, 10:06

Se você está de olho em uma TV de alto nível, este é um bom momento para agir. A Samsung trouxe, em 2025, a linha Vision AI com tecnologia Neo QLED Ultra 4K — e três modelos estão disponíveis com boas condições na Amazon. Confira as ofertas abaixo.

Samsung Vision AI TV 55

Samsung Vision AI TV 55″ NEO QLED ULTRA 4K QN70F 2025

A QN70F de 55 polegadas chegou com inteligência artificial integrada para otimizar imagem e som automaticamente. O painel Neo QLED Ultra 4K oferece alto brilho, cores precisas e redução de reflexos, ideal para ambientes iluminados. Uma escolha equilibrada entre tamanho e desempenho.

Ver oferta →
Samsung Vision AI TV 43

Samsung Vision AI TV 43″ NEO QLED ULTRA 4K QN90F 2025

Para quem prefere um tamanho mais compacto sem abrir mão de qualidade, a QN90F de 43 polegadas foi lançada como uma das opções mais completas da linha. Ela trouxe processador com IA, suporte a múltiplos formatos HDR e design slim que se adapta bem a diferentes espaços.

Ver oferta →
Samsung Vision AI TV 65

Samsung Vision AI TV 65″ NEO QLED ULTRA 4K QN70F 2025

A versão de 65 polegadas da QN70F foi lançada para quem quer uma experiência cinematográfica em casa. O tamanho generoso se combina com o processamento Neo QLED e os recursos de IA da linha Vision para entregar imagens detalhadas em qualquer tipo de conteúdo, do esporte ao streaming em 4K.

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Os estoques dessas TVs costumam variar bastante na Amazon, e os preços podem mudar a qualquer momento. Se algum modelo chamou sua atenção, vale acessar a oferta agora para garantir a disponibilidade.

Aviso: este artigo contém um ou mais links gerados a partir de um programa de afiliados. O valor não muda para você e o Olhar Digital poderá receber uma comissão. Nenhuma empresa participou da escolha para os links e não existiu aprovação prévia deste conteúdo, que segue independente como sempre foi.

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Hora de renovar a sala: Smart TVs 4K em promoção na Amazon

23 de Junho de 2026, 10:06

Quer melhorar a experiência de entretenimento em casa sem gastar uma fortuna? A Amazon está com uma seleção de Smart TVs 4K com ótimos preços, reunindo modelos de marcas como Hisense, LG e Samsung. Confira as três opções que separamos e aproveite antes que as ofertas acabem.

Hisense Smart TV UHD 4K QLED 43

Hisense Smart TV UHD 4K QLED 43″ 43Q6Q

A Hisense 43Q6Q traz painel QLED com resolução 4K, suporte a HDR10+ e áudio Dolby Atmos para uma experiência imersiva. Conta ainda com Sports Mode, Game Mode Plus e compatibilidade com a Alexa, facilitando o controle por voz no dia a dia.

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Smart TV 43' LG 43AU801C0SA 4K

Smart TV 43″ LG 43AU801C0SA 4K

A LG 43AU801C0SA entrega resolução 4K com processamento de imagem confiável, conectividade completa e o webOS como sistema operacional — plataforma conhecida pela interface fluida e fácil acesso aos principais aplicativos de streaming.

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Samsung Smart TV 43

Samsung Smart TV 43″ Crystal UHD 4K U8600F

A Samsung U8600F foi lançada em 2025 e trouxe o painel Crystal UHD com 4K, processador Crystal 4K e o Tizen OS, que oferece ampla compatibilidade com serviços de streaming e assistentes de voz. Um modelo sólido para quem busca a confiabilidade da Samsung.

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Os estoques nessas condições podem se esgotar rapidamente. Se algum desses modelos chamou sua atenção, vale conferir o preço agora mesmo e garantir o seu antes que a oferta suma.

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O primeiro elétrico da Toyota no Brasil já tem preço e chega limitado

23 de Junho de 2026, 10:02

A Toyota anunciou a chegada do bZ4x ao Brasil, seu primeiro SUV 100% elétrico no país. O modelo marca a entrada da marca nesse segmento e desembarca em edição bastante limitada, com apenas 99 unidades disponíveis.

A novidade, segundo o G1, chega em um momento de crescimento gradual dos veículos elétricos no mercado brasileiro. O SUV combina desempenho elevado, pacote tecnológico completo e representa a estreia da fabricante japonesa em uma categoria ainda em consolidação no país.

Toyota bZ4X
Com autonomia de até 361 km (Inmetro), o bZ4x aposta em uso urbano e viagens curtas no dia a dia. – Imagem: Divulgação/Toyota

O primeiro elétrico da Toyota no Brasil

O bZ4x passa a ser o primeiro modelo totalmente elétrico da Toyota vendido oficialmente no Brasil. Ele será oferecido em versão única, topo de linha, com preço sugerido de R$ 419.990.

No caso deste lançamento, a estratégia da marca é posicionar o SUV como um produto mais sofisticado dentro da linha, mirando consumidores que buscam desempenho elevado aliado a tecnologia embarcada e propulsão totalmente elétrica.

Debaixo da carroceria, o modelo traz dois motores elétricos — um em cada eixo — que garantem tração integral. O conjunto entrega 343 cavalos de potência e torque de 34,2 kgfm, números que colocam o SUV em um patamar de desempenho pouco comum na categoria.

A aceleração de 0 a 100 km/h acontece em cerca de 5,5 segundos, reforçando o perfil mais esportivo do modelo dentro da linha da marca.

Entre os principais destaques técnicos estão:

  • potência combinada de 343 cavalos
  • tração integral com dois motores elétricos
  • aceleração de 0 a 100 km/h em 5,5 segundos
  • bateria de 73,1 kWh
  • autonomia de até 361 km (Inmetro)
  • recarga rápida de até 150 kW
Toyota bZ4X, um dos poucos elétricos da marca (Imagem: divulgação/Toyota)
Interior do SUV conta com tela de 14 polegadas e integração com Apple CarPlay e Android Auto. – Imagem: Divulgação/Toyota

Autonomia, tecnologia e equipamentos

A bateria de 73,1 kWh garante autonomia de até 361 km, segundo o Inmetro. O número não é o mais alto da categoria, mas atende a uma proposta mais voltada ao uso urbano e deslocamentos de curta e média distância.

O sistema também suporta recarga rápida de até 150 kW em corrente contínua, o que reduz o tempo de carregamento em estações compatíveis. Em carregadores de corrente alternada, o modelo aceita diferentes níveis de potência, ampliando a flexibilidade de uso no dia a dia.

Por dentro, o SUV aposta em um pacote tecnológico mais moderno. O painel central traz uma tela de 14 polegadas para o sistema multimídia, com integração ao Apple CarPlay e Android Auto.

No conjunto de assistências ao motorista, o modelo inclui recursos já comuns em veículos de categorias superiores, como:

  • frenagem automática de emergência
  • piloto automático adaptativo
  • assistente de permanência em faixa
  • câmera 360 graus
Visão lateral do Toyota bZ4X
Chegada do bZ4x marca a entrada da Toyota no segmento de elétricos no Brasil. Serão apenas 99 unidades disponíveis. – Imagem: Divulgação/Toyota

Design, espaço e chegada ao mercado brasileiro

O visual do bZ4x segue a nova identidade dos elétricos da Toyota, com linhas mais retas, faróis em LED mais estreitos e uma traseira marcada por uma barra de luz contínua. O conjunto reforça uma proposta mais futurista dentro do portfólio da marca.

Leia mais:

Em dimensões, o SUV tem 4,69 metros de comprimento e entre-eixos de 2,85 metros. O porta-malas de 452 litros o coloca em posição competitiva dentro da categoria de SUVs médios.

O lançamento no Brasil acontece de forma bastante limitada, com apenas 99 unidades nesta primeira leva. A estratégia reforça o caráter de estreia da Toyota no segmento elétrico no país.

Com isso, o bZ4x marca a entrada da marca em um novo território no mercado brasileiro, em um momento em que a eletrificação ainda avança de forma gradual, mas com tendência de crescimento nos próximos anos.

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Meta’s Very Own Smart Glasses Go on Sale Today for $299

23 de Junho de 2026, 10:00
The new Meta-branded glasses have the same camera, microphones, and chatbot as the Ray-Bans. They come in three styles, one of which was codesigned with Kylie Jenner.

Meta em colapso: CTO admite que clima na empresa é um dos piores da história

23 de Junho de 2026, 10:00

O diretor de tecnologia da Meta, Andrew Bosworth, admitiu internamente que o clima entre os funcionários da empresa está entre os piores de seus 20 anos de história. A declaração foi feita durante uma sessão interna chamada "Tuesdays with Boz", realizada em 2 de junho, e relatada ao Business Insider por quatro pessoas que participaram da chamada.

"Talvez não seja o pior que já foi em 20 anos aqui, mas está entre os piores. Definitivamente está entre os piores", disse Bosworth. O único período que ele considerou mais grave foi o escândalo da Cambridge Analytica, quando dados de milhões de usuários do Facebook foram usados para direcionar eleitores durante as eleições americanas de 2016.

Demissões e remanejamentos forçados

O quadro atual tem raízes diretas no layoff de maio. A Meta demitiu 10% do seu quadro global, cerca de 7,8 mil pessoas, considerando os 77.986 funcionários registrados no fim de março. Outros 10% foram remanejados compulsoriamente para iniciativas de inteligência artificial, como o Applied AI Engineering (AAI) e o Agent Transformation Accelerator (ATA), dois times criados justamente por Bosworth como parte dos esforços de "IA para o trabalho" na empresa.

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Muitos dos funcionários transferidos descreveram o processo como ser "recrutado à força". A percepção predominante é que as funções envolvem, na prática, rotulagem de dados para treinar modelos de IA, e não desenvolvimento de produtos.

Em abril, a empresa também gerou reação ao instalar softwares de rastreamento de movimentos de mouse e teclas pressionadas pelos funcionários, com o objetivo de usar esses dados no treinamento de modelos. Mais de mil empregados assinaram uma petição contra a medida, segundo a Reuters.

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É estimado que até 87 milhões de usuários tiveram dados vazados no escândalo da Cambridge Analytica, em 2016 (Imagem: Marcelo Fischer/Canaltech)

Tentativas de reverter o cenário

Na semana anterior à publicação do Business Insider, Bosworth enviou um memorando à equipe afirmando que a Meta precisa "ser o melhor lugar para que as melhores pessoas façam o melhor trabalho". O texto, obtido pelo Business Insider e reportado inicialmente pelo Wired, diz que ele pretende "reacender o melhor da cultura" que os funcionários vieram buscar na empresa.

Os funcionários remanejados para as equipes de IA poderão se candidatar a outras vagas internas, e os orçamentos para viagens, eventos e lanches serão ampliados. A empresa também prometeu mais transparência da liderança e maior atenção ao desenvolvimento de carreira dos colaboradores.

Mudanças na cúpula e pressão por resultados

O momento coincide com outras movimentações internas relevantes. No WhatsApp, Will Cathcart anunciou sua saída após mais de sete anos no comando do aplicativo, substituído por Kunal Shah, fundador da fintech indiana Cred, em paralelo a um aporte de US$ 900 milhões da Meta na startup.

A reestruturação como um todo reflete a aposta da companhia em centralizar agentes de IA tanto nos produtos quanto nos processos internos. Bosworth, além de CTO, lidera o Reality Labs e agora também o Acelerador de Transformação de Agentes. Ele entrou no Facebook em 2006 como o décimo engenheiro da empresa e é responsável por criações como o Feed de Notícias, o Messenger e os Grupos originais.

A Meta não se manifestou sobre as declarações de Bosworth ao Business Insider.

Leia a matéria no Canaltech.

O que é segurança da informação? Conheça os pilares fundamentais da área

23 de Junho de 2026, 09:52
Ilustração de cadeado vermelho, representando segurança
InfoSec é fundamental para a privacidade dos dados (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A segurança da informação é fundamental para empresas, governos ou pessoas pois oferece confidencialidade, integridade e disponibilidade dos dados, impedindo vazamentos, alterações ou roubo de informações por terceiros.

Só nos Estados Unidos, o custo médio de uma violação de dados atingiu o recorde histórico de US$ 10,22 milhões em 2025 — segundo relatório divulgado pela IBM. Isso evidencia o quão importante é a segurança da informação para a sustentabilidade de uma empresa.

A seguir, conheça os principais pilares da área, as ferramentas mais usadas e tire suas dúvidas.

O que é segurança da informação?

Segurança da informação protege dados de organizações ou indivíduos por meio de diretrizes, estratégias e políticas que garantem confidencialidade, integridade e disponibilidade — os três pilares da tríade CID. O conceito de InfoSec também abrange documentos físicos fora do ambiente digital.

Qual é a importância da segurança da informação?

A InfoSec assegura a continuidade dos negócios, preserva a reputação da marca e garante a privacidade de clientes.

Estruturar essa proteção gera vantagem competitiva e reduz custos com incidentes cibernéticos. Segundo o relatório Cost of a Data Breach Report da IBM Security, uma única violação de dados custou, em média, R$ 7,19 milhões às organizações brasileiras em 2025.

O relatório ainda aponta que, em todo o mundo, o custo médio de uma violação de dados para as empresas foi de US$ 4,44 milhões no mesmo ano.

Hacker segura notebook com dados pessoais vazados, incluindo CPFs, organizados em pastas
Cidadãos brasileiros têm sofrido com constantes vazamentos de dados (Imagem: Guilherme Reis / Tecnoblog)

Quais são os pilares da segurança da informação?

A segurança da informação segue uma estrutura chamada de Tríade CID: Confidencialidade, Integridade e Disponibilidade.

  • Confidencialidade: restringe o acesso a dados a usuários autorizados, utilizando criptografia e senhas;
  • Integridade: evita a alteração não autorizada ou acidental de dados;
  • Disponibilidade: assegura que as informações e os sistemas usados para o armazenamento e visualização desses dados estejam acessíveis sempre que necessário; garante a prevenção contra ataques DDoS, por exemplo.

Além dos três pilares essenciais, outros dois princípios são frequentemente associados à InfoSec: Autenticidade e Não-Repúdio.

O primeiro busca confirmar a autenticidade dos dados, sistemas ou usuários, para garantir que não há intrusos ou informações equivocadas que possam comprometer um negócio.

Já o segundo garante que uma ação realizada por um usuário não possa ser negada. Isso assegura que o autor de um documento não possa alegar falsamente que não o criou ou enviou, por exemplo.

Quais são as principais ferramentas e técnicas de InfoSec?

Uma série de ferramentas, práticas e técnicas são usadas em InfoSec:

  • EDR/XDR (Endpoint/Extended Detection and Response): ferramenta de InfoSec que monitora o comportamento de dispositivos de uma empresa para encontrar ameaças escondidas que possam afetar a integridade dos dados;
  • IDS/IPS (Sistemas de Detecção e Prevenção de Intrusão): ferramenta que analisa o envio e recebimento de pacotes de dados para identificar atividades suspeitas; enquanto o IDS monitora o tráfego de uma rede, o IPS atua para bloquear possíveis ameaças;
  • SIEM (Security Information and Event Management): centraliza, correlaciona e analisa logs de múltiplos dispositivos de rede em tempo real para identificar ameaças;
  • SOAR (Security Orchestration, Automation, and Response): sistema que conecta todas as ferramentas de segurança coordenando ações automatizadas em resposta às ameaças encontradas. Todo esse sistema permite a resolução de problemas de segurança em segundos, mitigando os efeitos;
  • DLP (Data Loss Prevention): conjunto de estratégias voltado a garantir que dados confidenciais ou críticos de uma empresa não deixem a rede sem autorização, seja por espionagem ou ataque hacker;
  • IAM (Identity and Access Management): recurso em InfoSec que faz a gestão do acesso de dados por profissionais da empresa. Define quais permissões cada usuário do sistema terá acesso para controlar a privacidade dos dados;
  • Firewall: uso de firewall avançado que atua em conjunto com outras ferramentas na inspeção de pacotes. Com base em um conjunto de regras pré-definidas, decide se permite ou bloqueia a passagem de tráfego;
  • Criptografia: atua na execução dos três pilares fundamentais da segurança da informação, protegendo dados em trânsito, armazenados e em uso. É comum o uso de criptografia simétrica e assimétrica;
  • DevSecOps: significa Desenvolvimento, Segurança e Operação. É um método de trabalho que adiciona ferramentas de segurança em todas as etapas do desenvolvimento de uma solução, aumentando a segurança e reduzindo custos.
Ilustração de criptografia
A criptografia é uma técnica de segurança usada para codificar e decifrar dados (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Quais são os exemplos de ameaças à segurança da informação?

As principais ameaças à segurança da informação são ataques realizados por outras pessoas a um sistema, visando o roubo de dados e credenciais de acesso:

  • Ransomware: sequestro de sistemas operacionais e servidores por meio de criptografia maliciosa, paralisando as atividades e exigindo resgate financeiro para a liberação do acesso;
  • Phishing: disseminação em massa de comunicações falsas para induzir usuários a revelarem senhas de acesso ou baixarem arquivos maliciosos;
  • Ataques à Cadeia de Suprimentos (Supply Chain): injeção de código malicioso em softwares, ferramentas ou componentes de fornecedores para comprometer os clientes finais daquela tecnologia;
  • Ataques DDoS (Distributed Denial-of Service): saturação de servidores, APIs ou links de internet por redes de dispositivos infectados (botnets), interrompendo a disponibilidade de serviços digitais;
  • Ameaças Internas (Insider Threats): vazamento de propriedade intelectual, roubo de dados ou sabotagem de infraestrutura causados por colaboradores ou ex-funcionários com acessos legítimos;
  • Ataques Zero-Day: invasões cibernéticas que exploram vulnerabilidades de software desconhecidas pelo fabricante, antes do desenvolvimento e distribuição de correções de segurança (patches);
  • Injeção de SQL (SQLi): manipulação de campos de entrada em aplicações web para injetar comandos que acessam, alteram ou destroem informações armazenadas no banco de dados;
  • Cross-Site Scripting (XSS): Iijeção de scripts maliciosos em páginas web legítimas para execução no navegador do usuário final, permitindo o roubo de cookies de sessão e credenciais ativos;
  • Credential Stuffing: tentativas automatizadas de login em massa utilizando listas de usuários e senhas vazadas em incidentes de terceiros, explorando a reutilização de credenciais por parte dos usuários;
  • Ataques Man-in-the-Middle (MitM): interceptação ilegal de dados entre duas partes, permitindo a leitura ou alteração do tráfego em conexões de rede não cifradas ou Wi-Fi públicas.

Qual é a diferença entre segurança da informação e cibersegurança?

A segurança da informação foca na proteção de todos os tipos de dados. Isso inclui desde documentos e registros em papel até arquivos armazenados em sistemas, mídias removíveis e dados transmitidos por redes, garantindo também que acessos não autorizados, alterações indevidas e perdas acidentais não aconteçam.

Já a cibersegurança é um tipo de categoria dentro da segurança da informação, com foco em proteger redes, sistemas e dados contra ataques cibernéticos e riscos virtuais.

O que é segurança da informação? Conheça os pilares fundamentais da área

(Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Dados no megavazamento de CPFs estava organizado demais, afirma especialista (Imagem: Guilherme Reis / Tecnoblog)

A criptografia é uma técnica de segurança usada para codificar e decifrar dados (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Ações da SpaceX desvalorizam após empolgação do IPO, mas seguem altas

23 de Junho de 2026, 09:51

As ações da empresa de exploração espacial SpaceX estão passando por momentos de turbulência. Depois da oferta pública histórica e de uma alta momentânea, a empresa agora encara momentos de queda.

Após registrar três dias em baixa, as ações da companhia fecharam esta segunda-feira (22) com uma queda de cerca de 16% em um dia. Isso significa que todo o ganho inicial em valor de mercado dela foi perdido e ela voltou a um patamar próximo ao preço do IPO. Os dias ruins significam a desvalorização momentânea de cerca de US$ 600 bilhões (pouco mais de R$ 3 tri).

Não há um motivo declarado para a variação no preço, que é relativamente comum no período posterior a uma oferta pública de ações. Ainda assim, uma possibilidade é a desconfiança do mercado sobre uma possível captação de US$ 20 bilhões (aproximadamente R$ 101 bilhões) por emissão de títulos de dívida que está prestes a acontecer.

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A flutuação nas ações da SpaceX na segunda-feira (22). (Imagem: Reprodução/Yahoo Finance)

Esse valor adicional é justificado para que a empresa realize maiores investimentos, mas é também algo que pode preocupar investidores pela necessidade de conseguir mais dinheiro mesmo após levantar tanta verba pela captação inicial.

O "vai e vem" da SpaceX

  • A IPO da SpaceX levantou US$ 75 bilhões e transformou a companhia de Elon Musk em um negócio que vale por volta de US$ 2,03 trilhões (R$ 10,25). O número é maior que empresas já tradicionais em tecnologia, como a Meta (com valor de mercado de US$ 1,43 tri);
  • A operação tornou Musk o primeiro trilionário do mundo, já que o empresário mantém boa parte do patrimônio na forma de ações de suas companhias. Outros acionistas também foram beneficiados pelo processo e a alta momentânea;
  • No melhor momento pós-IPO até agora, a SpaceX chegou a ter as ações vendidas a US$ 218 (ou R$ 1,1 mil) na última terça-feira (16);
  • No fechamento de mercado, elas foram negociadas a algo em torno de US$ 154 (quase R$ 780) — um valor ainda acima do estabelecido no dia 12 de junho, durante a estreia na Bolsa de Valores, mas que já elimina alguns dos ganhos;
  • Apesar dos valores históricos levantados, a IPO levanta dúvidas pela falta de financiamento futuro para expansão na área de inteligência artificial (IA), além do recente prejuízo registrado pela companhia.

O que a IPO da SpaceX muda no setor de exploração espacial? Entenda a situação nesta matéria!

© SpaceX

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