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“Gastamos milhões até aprender”, diz CEO da Cheirin Bão sobre virada da empresa

7 de Abril de 2026, 19:00


Em muitos negócios, o erro custa caro. Em alguns casos, além de pesar no bolso pode vir acompanhado de um risco real de quebra. Foi esse o cenário enfrentado pela Cheirin Bão antes de sua virada.

“Crescemos muito rápido. No início, houve uma rampagem muito grande. E consumimos muito caixa para finalidades extra empresa. Gastamos milhões até aprender”, diz Wilton Bezerra, sócio-fundador e CEO da rede.

A fala resume um período de decisões equivocadas e crescimento desordenado –segundo ele, um erro clássico e muito comum entre empreendedores em expansão.

A Cheirin Bão é hoje uma das maiores redes de cafeterias do Brasil, com mais de 800 lojas e um faturamento, que em 2026, deve superar os R$ 500 mil. A empresa renasceu há dez anos com a liderança de Eduardo Schroeder e Wilton Bezerra, espalhando o gostinho mineiro pelo país e mirando, agora, em uma expansão internacional.

Em entrevista para Mariana Amaro, em mais um episódio Do Zero ao Topo, Wilton Bezerra falou sobre como quase quebrou, a decisão radical durante a pandemia e como transformou uma marca problemática em um negócio de sucesso.

Leia também: “Já existe o ‘sabor’ chocolate. Daqui a pouco terá só o aroma”, diz fundador da Dengo

Da crise à virada

O principal erro, segundo Wilton, foi clássico e comum entre empreendedores em fase de expansão: “Quando estava tudo bem, estávamos usando o dinheiro para outras finalidades. E quando ficava mal, tínhamos que recorrer a crédito — e crédito, no Brasil, custa caro. Uma coisa é você tomar crédito para desenvolver o negócio. Outra coisa é fazer isso para cobrir rombo de caixa”, diz Bezerra.

Em 2019, a empresa já estava altamente alavancada. Quando a pandemia chegou, o cenário se agravou rapidamente. Foi nesse contexto que veio a decisão que mudaria o rumo da empresa.

Wilton e seu sócio decidiram operar de forma radical. Eles cortaram os próprios salários e passaram a depender exclusivamente de novos resultados. “Decidimos: a partir de hoje, mudamos todo o nosso jeito de fazer negócio. Agora, vamos ter que viver de dinheiro novo. Só vamos ganhar dinheiro na empresa, mesmo sendo dono dela, se criarmos negócios e produtos que deem mais dinheiro do que atualmente”, lembra o CEO.

A mudança de postura e pensamento não era tão comum, mas, para a época da pandemia fazia sentido e foi, inclusive, decisiva para saúde da empresa.

“Situações extremas pedem medidas extremas. Isso nos deu uma força de vender mais, de criar mais produtos, de homologar mais fornecedores, de vender mais produto e de motivar o franqueado a vender mais. E o fizemos também nos educou e fez com que olhássemos para o negócio de uma maneira diferente”, revela.

Esse movimento marcou o início de uma nova fase para Cheirin Bão: enquanto todo mundo pisava no freio, a empresa investiu e lançou novos produtos, reforçou o apoio aos franqueados e fez uma aposta ousada em marketing, incluindo uma parceria com Michel Teló.

“Quando vem uma crise, alguém tem que ter coragem de fazer as pessoas tirarem o olho da crise e olhar para a luz. Quando isso passar, nós já vamos estar do outro lado do rio e as pessoas vão estar pensando em pular. E foi exatamente o que acabou acontecendo. Aquele ato de coragem ali foi muito importante. Acho até que essa é uma característica que o empreendedor tem que ter”, afirma o CEO.

Para saber mais detalhes sobre a os desafios e a trajetória da Cheirin Bão, veja o episódio completo no Do Zero ao Topo. O programa está disponível em vídeo no YouTube e em sua versão de podcast nas principais plataformas de streaming como ApplePodcasts, Spotify, Deezer,  Spreaker,  Castbox  e  Amazon Music.

Sobre o Do Zero ao Topo

O podcast Do Zero ao Topo é uma produção do InfoMoney e traz, a cada semana, a história de mulheres e homens de destaque no mercado brasileiro para contar a sua história, compartilhando os maiores desafios enfrentados ao longo do caminho e as principais estratégias usadas na construção do negócio.

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A estratégia do bilionário do fast-food para ressuscitar a Domino’s

12 de Março de 2026, 17:40

Desde que assumiu o comando da Domino’s Pizza Enterprises em julho passado, o bilionário do fast-food Jack Cowin, de 83 anos, reformulou uma estratégia de crescimento a qualquer custo que havia pressionado os lucros e feito as ações da empresa despencarem. Os investidores ainda não estão convencidos de que a mudança está funcionando.

A reestruturação de Cowin foca em reverter a dependência da rede australiana de pizzarias de descontos, cupons e promoções “compre mais e pague menos”. Em vez disso, ele está cortando custos e promovendo um cardápio mais simples, com pizzas de preço mais alto. O objetivo é gerar vendas mais lucrativas para os centenas de franqueados da Domino’s, dos quais a empresa depende.

Em entrevista em seu escritório em Sydney, Cowin afirmou que as vendas nas mesmas lojas — um indicador-chave acompanhado pelos analistas — vinham crescendo na Austrália nas duas semanas desde a última atualização da empresa, em 25 de fevereiro. Enquanto outros mercados do grupo Domino’s, incluindo Alemanha, França e Japão, estão em diferentes estágios da recuperação, Cowin disse que sua reestruturação já foi amplamente implementada.

“Se você consegue ter vendas lucrativas em vez de descontadas, os franqueados ganham mais dinheiro”, disse ele. “É isso que está avançando.”

Reviravolta estratégica

Para a Domino’s, a mudança de Cowin representa uma reviravolta estratégica. Por anos, a empresa priorizou as vendas acima de quase tudo, saturando bairros com lojas e promoções de pizza para manter o caixa ativo. Cowin quer ocupar um meio-termo mais lucrativo para enfrentar o aumento de custos e a concorrência de plataformas de entrega de fast-food.

Dados de um teste recente em lojas da Domino’s na Austrália Ocidental, que introduziu o novo modelo de preços, indicaram que cerca de 10% dos clientes — os mais sensíveis a preço — deixaram de comprar pizzas. Porém, os lucros nessas lojas aumentaram, afirmou Cowin.

O mercado ainda não abraçou a visão de Cowin. As ações da Domino’s caíram quase 90% desde o pico em 2021, quando a pandemia da Covid-19 levou a um aumento na demanda por delivery. Na atualização de 25 de fevereiro, a empresa informou que as vendas nas mesmas lojas nos primeiros oito semanas deste ano caíram 7,2%, e suas ações despencaram 11% naquele dia.

Investidores exigem mais evidências de que as vendas nas mesmas lojas estão crescendo e proporcionando melhorias significativas na lucratividade para os franqueados, disse Craig Woolford, analista da MST Financial Services Pty, com sede em Sydney.

“No momento, não estamos vendo esses resultados”, afirmou Woolford, que mantém avaliação de manutenção para as ações da Domino’s. “A teoria é muito plausível, mas a realidade muitas vezes é mais desafiadora.”

Loja da Domino's em Sydney, na Austrália
Loja da Domino’s em Sydney, na Austrália (Bloomberg)

No ano passado, um franqueado da Domino’s normalmente ganhou US$ 73.400 por loja, acima dos US$ 70.700) do ano anterior, mostram documentos da empresa. Ainda assim, isso está bem abaixo dos US$ 116.000 registrados durante a pandemia em 2021. Woolford disse que uma meta mais sustentável seria cerca de US$ 92.500.

Desde que Cowin assumiu como presidente executivo em julho, as ações da rede de pizzarias caíram cerca de 10%, deixando a Domino’s avaliada em apenas US$ 1,2 bilhão.

Fast-food

Fatores econômicos mais amplos também pressionam o fast-food. As taxas de juros começaram a subir novamente, aumentando a pressão sobre o custo de vida, e a guerra no Irã ameaça elevar os preços ao consumidor. A concorrência também está crescendo, e até lojas de conveniência 7-Eleven vendem pizzas e frango frito na tentativa de se tornarem destinos rápidos de comida.

A Domino’s é a segunda empresa mais vendida a descoberto no índice de referência da Austrália, com quase 22% de seu free float nas mãos de investidores apostando na queda das ações. Em sinal de pessimismo do mercado sobre o setor, a rede de burritos Guzman y Gomez Ltd. é a ação mais vendida a descoberto no índice, segundo dados compilados pela Bloomberg.

Quem é o bilionário

Cowin, um magnata do setor de alimentos e bebidas autodidata, nasceu em Windsor, Canadá, e vendeu seguros em Toronto antes de se mudar para a Austrália no final dos 20 anos. Ele abriu sua primeira loja do Kentucky Fried Chicken em 1969 com dinheiro emprestado de 30 investidores canadenses.

Cowin é o maior acionista da Domino’s Pizza Enterprises, o maior franqueado da Domino’s fora dos EUA. Ele também é dono da rede Hungry Jack’s, que detém a franquia master do Burger King na Austrália. Cowin tem um patrimônio líquido de US$ 3,5 bilhões, segundo o Bloomberg Billionaires Index.

Andrew Gregory, veterano do McDonald’s, assumirá como novo CEO da Domino’s Pizza Enterprises em julho. Cowin disse que está feliz em dar a Gregory autonomia para tomar suas próprias decisões, mas não planeja se afastar. Ele se inspira no aparentemente atemporal frontman dos Rolling Stones.

Jack Cowin – Fotógrafo: Brent Lewin/Bloomberg

“Tenho a mesma idade que Mick Jagger e já fui a shows em que o vi tocar por três horas sem parar”, disse. “Enquanto você puder continuar aparecendo, por que não fazer coisas que gosta?”

Se houver algo, Cowin se aprofunda nos detalhes da Domino’s. Para ter uma visão mais clara da reviravolta, ele exige relatórios diários de vendas, em vez de semanais, acompanhando a frequência das atualizações que recebe da Hungry Jack’s.

Cowin aponta os negócios da Domino’s na Alemanha e no Benelux — união econômica da Bélgica, Holanda e Luxemburgo — como prova dos lucros que podem ser obtidos sem descontos e cupons. “Eles não tinham aquela ‘heroína’ nas veias”, disse. “Tiveram um negócio muito mais constante sem depender de preço.”

O lucro operacional da Domino’s na Europa saltou 23% no segundo semestre de 2025.

Impactos da guerra

A guerra no Irã, que abalou os mercados de energia, pode complicar a recuperação de Cowin. Preços mais altos de combustível tornarão mais caro distribuir alimentos e ingredientes às lojas. A escassez de gasolina seria uma ameaça ainda maior.

“É um risco, mas não há muito o que possamos fazer”, disse. “Se faltar combustível, não estaremos sozinhos.” No fim, os custos mais altos, incluindo inflação de alimentos, seriam repassados principalmente aos clientes, afirmou.

A Domino’s está melhor preparada para lidar com o aumento de custos do que há um ano, segundo Cowin. Seu plano de recuperação elimina cerca de A$ 100 milhões (US$ 71,200 milhões) em despesas com alimentos, tecnologia e outros itens.

E cortar gastos é algo familiar para ele. Cowin cresceu em uma casa de dois quartos, seus pais em um quarto, e ele e a irmã no outro. Quando seu tio voltava do turno noturno na Ford Motor Co., assumia o beliche de baixo. “A cama nunca ficava vazia”, disse Cowin.

Uma lição-chave desse período frugal: “Não desperdice dinheiro”, afirmou Cowin.

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Escala 6×1 pode afetar empreendedores? Investidora do Shark Tank Brasil quer preparar sua empresa para todos os cenários

5 de Março de 2026, 12:00

Com a PEC que propõe o fim da escala 6×1 em análise no Congresso, o tema que já extrapolou Brasília, passou a fazer parte das conversas do dia a dia de empresários e trabalhadores brasileiros.

De um lado, há quem tema impactos com a redução de jornada, principalmente na produtividade e aumento dos custos com pessoal. Do outro, aponta-se que há benefícios com o fim da escala 6X1 que podem trazerganhos em qualidade de vida, saúde mental e equilíbrio entre vida pessoal e profissional.

Assim, diante da possibilidade de mudanças, uma coisa é certa: este é um bom momento para revisar as estratégias do negócio. O empreendedor que se antecipa, calcula cenários e ajusta sua operação vai estar mais preparado para as transformações estruturais ou conjunturais que podem vir a acontecer. Uma forma de se preparar para diversos cenários é contar com boas orientações, de quem navega nesse mercado há mais tempo e já atravessou diferentes ciclos econômicos.

É nesse contexto que se destaca Carol Paiffer. Empresária, ela integra o quadro societário de mais de 114 empresas. Além disso, é reconhecida como uma das principais investidoras do país, com foco em startups e negócios de alto potencial de crescimento.

Ao longo de mais de vinte anos de carreira, ela acompanhou empresas de variados portes e setores. Desde 2020, Carol é uma das investidoras do Shark Tank Brasil. No programa, ela participou de seis temporadas desenvolvendo um olhar criterioso para identificar empresas lucrativas, escaláveis e competitivas.

Agora, ela quer ir além. Com um novo projeto em parceria com a Empiricus, o Impulso CNPJ, Carol quer ajudar empreendedores a montarem negócios de governança estruturada e rentabilidade em seu melhor potencial, preparados para quaisquer mudanças, inclusive na escala de trabalho.

Como a escala 6×1 pode afetar seus negócios?

Segundo a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), a redução da carga semanal para 36 horas, pode gerar impacto financeiro alto no comércio brasileiro.

Um estudo da CNC aponta para um custo adicional de R$ 122,4 bilhões ao ano, e uma elevação da folha salarial do setor em 21%.

Por outro lado, especialistas do assunto apontam que a jornada 6×1 ainda é o vestígio de um atras. Além disso, acredita-se que a mudança traria impactos positivos à qualidade de vida e produtividade dos trabalhadores.

A redução da carga de trabalho, também poderia trazer efeitos positivos para os empreendedores. Por exemplo, o aumento da produtividade de funcionários mais descansados, maior retenção de talentos e estímulos à inovação e tecnologia.

Conforme a 9ª edição da Pesquisa Pulso dos Pequenos Negócios, do Sebrae, indicou que a maioria dos empreendedores consultados enxergam que os impactos do fim da jornada 6×1 serão positivos ou neutros no negócio.

Mas o ponto é que, não são todos os empreendedores que sabem identificar e quantificar os impactos do possível fim da escala 6×1 no negócio.

Neste momento, é importante entender como evitar que a carga horária reduzida tenha impactos negativos no seu negócio. Saber como usar as vantagens da nova jornada de trabalho para impulsionar a sua empresa pode ser fundamental.

Este é um dos objetivos do Impulso CNPJ. Em um ano com possíveis mudanças estruturais no mercado de trabalho, muitos feriados, Copa do Mundo e eleições, ter um plano sólido é a ponte que pode fazer o seu negócio atravessar todo esse cenário com crescimento.

E a sua empresa pode ser recrutada para esse projeto.

Mesmo com o fim da escala 6×1, Impulso CNPJ pode ajudar a sua empresa para aumentar o faturamento em 2026

Em meio aos debates sobre a jornada 6×1, vale lembrar que, independentemente do rumo da PEC, negócios bem estruturados tendem a se adaptar melhor.

Assim, em parceria com a Empiricus Research, o Impulso CNPJ traz uma abordagem 360º. O protocolo combina estratégia, visão financeira e posicionamento de mercado, voltado para aqueles que querem fortalecer suas empresas.

O programa vai selecionar um grupo exclusivo de empreendedores e acompanhada de mentores e empresários experientes, Carol Paiffer vai aplicar o exato protocolo utilizado nas startups que investe.

Entre as etapas Paiffer vai ajudar o empreendedor:

  • Entender como aumentar faturamento, margem e lucratividade;
  • Identificar avenidas de crescimento;
  • Formular um plano de expansão consistente;
  • Ajudar empresários a saírem do operacional para focar no estratégico e dedicarem tempo para a vida pessoal.

Mais do que um curso de formação tradicional, trata-se da metodologia da Shark Tank School, iniciativa oficial ligada ao ecossistema do programa que se tornou referência nacional em empreendedorismo.

O projeto terá início no dia 9 de março, às 19 horas. Nesta data, Paiffer vai apresentar todos os detalhes sobre o Impulso CNPJ e depois liberar as inscrições para os interessados.

Para participar do evento online e gratuito para saber mais, é só clicar no botão abaixo:

QUERO CONHECER AGORA O IMPULSO CNPJ

Fundadores de XP, Stone e Nubank lançam instituto para apoiar pequenas e médias empresas

10 de Fevereiro de 2026, 11:35

Guilherme Benchimol, fundador da XP, André Street, cofundador da Stone, e David Vélez, fundador do Nubank, lançaram nesta terça-feira (10) o Instituto B55, iniciativa sem fins lucrativos voltada a pequenas e médias empresas que já superaram a fase inicial, mas enfrentam dificuldades para ganhar escala.

O instituto parte do diagnóstico de que o Brasil tem alto potencial empreendedor, mas enfrenta obstáculos para transformar esse dinamismo em crescimento. O primeiro produto da iniciativa será lançado em 5 de março, e a operação deve começar efetivamente em abril, com a entrada dos primeiros empreendedores e alunos.

O B55 tem como proposta atuar em gargalos recorrentes do crescimento empresarial, como a falta de conhecimento aplicado, método e estrutura para avançar após a fase inicial. O nome do instituto combina a ideia de “base”, representada pela letra B, com o número 55, código internacional do Brasil.

O projeto é liderado por Cristhiano Faé, cofundador e CEO do B55, fundador de empresas como a Accera, vendida à Neogrid em 2018, e responsável pela execução da iniciativa.

Empresas estagnadas

Segundo Street, o Brasil tem cerca de 47 milhões de empreendedores, mas mais de 70% das empresas enfrentam algum grau de estagnação. Além dos três fundadores, o B55 conta com mais de 20 embaixadores que atuarão em mentorias e atividades de formação. Entre os nomes confirmados estão Jorge Paulo Lemann, David Feffer, Fabricio Bloisi, Mariano Gomide, Pedro Franceschi e Henrique Dubugras.

O público-alvo do instituto são empresas da chamada economia real, incluindo negócios de serviços, logística, saúde e varejo que já superaram a fase inicial, mas encontram dificuldades para escalar. O projeto também dialoga com o setor de tecnologia e se posiciona entre aceleradoras voltadas a startups em estágio inicial e programas de apoio de base, como os do Sebrae.

Estruturado ao longo dos últimos seis meses, o B55 foi organizado em quatro frentes: educação e desenvolvimento; jornada e aceleração; comunidade e networking; e a criação de um hub físico de empreendedorismo e inovação, ainda em fase de estudo. A operação começa com um escritório em São Paulo e uma equipe inicial de cerca de dez pessoas.

Apesar de ser uma organização sem fins lucrativos, o B55 tem como objetivo alcançar autossuficiência financeira. O capital inicial, aportado pelos fundadores, está na casa dos milhões de dólares, e o plano é encerrar o primeiro ano de operação com equilíbrio financeiro.

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