A Yduqs (YDUQ3) encerrou o segundo trimestre de 2026 com lucro líquido ajustado de R$ 14 milhões, queda de 54,2% em relação ao mesmo período de 2025. Sem ajustes, a empresa teve prejuízo de R$ 15 milhão no período.
O Ebitda (lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado da companhia somou R$ 400,2 milhões no 2T26, alta de 1,6% na base anual. A margem Ebitda ajustada passou de 28,6% para 28,7%.
Os números ficaram abaixo das estimativas de analistas, que esperavam, em média, lucro líquido de R$29 milhões e Ebitda de R$408 milhões, segundo dados da LSEG.
A receita líquida ficou em R$ 1,392 bilhão, avanço de1% frente aos R$ 1,378 bilhão registrados no mesmo período do ano passado. Com ajustes, excluindo o efeito da queda na receita DIS, a receita somou R$ 1,415 bilhão, aumento de 2,6% na mesma base comparativa.
Segundo a companhia, o desempenho foi sustentado pelo Idomed e pelo Ibmec, cujas receitas cresceram 7,4% e 12,5%, respectivamente. Já Estácio & Wyden teve queda de 2,2%, com avanço de 38,2% na receita do ensino semipresencial compensado por recuos de 1,2% no presencial e de 15,2% no digital.
A dívida líquida, excluindo o efeito do IFRS 16, ficou em R$ 2,908 bilhões no período, queda de 1,9% ante os R$ 2,964 bilhões registrados um ano antes.
A alavancagem, medida pela relação entre dívida líquida ex-IFRS 16 e Ebitda ajustado dos últimos 12 meses, caiu de 1,66x no 2T25 para 1,55x no 2T26.
Base de alunos
A base consolidada de alunos da Yduqs ficou em 1,419 milhão no 2T26, queda de 0,9% em relação aos 1,432 milhões de alunos registrados no 2T25.
A composição, porém, mostra uma mudança importante no perfil da base.
No ensino presencial, considerando Estácio & Wyden, Idomed e Ibmec, a base total avançou 19,1%, de 319,1 mil para 380 mil alunos. Na graduação, a base presencial tradicional recuou 3,6%, de 211,8 mil para 204 mil; enquanto o formato semipresencial saltou 66,6%, de 99,2 mil para 165,3 mil alunos. Já o
No ensino à distância, a base de alunos caiu 6,9%, de 1,092 milhão para 1,016 milhão de alunos. A graduação foi a principal responsável pelo recuo, com queda de 18,3%, de 542,1 mil para 443 mil alunos.
A companhia atribui a redução às restrições do novo marco regulatório, que impede a captação de novos alunos em EAD em cursos de Engenharia, Saúde e Licenciaturas, além da migração de estudantes para o formato semipresencial.
“Sem precedentes”: mercado repercute B3 fora do ar e impactos futuros para a Bolsa.
Confira as últimas dos mercados
update 17h00
Principais índices em Nova York fecham com altas confortáveis; semana termina bastante positiva, mas julho fecha misto
Investidores em Wall Street ganharam novo impulso das ações de tecnologia, após turbulências do setor na Ásia e o susto tomado após a decisão do Federal Reserve na quarta-feira (29). “Os investidores estão recalibrando as expectativas em relação aos cortes nas taxas de juros do Fed, reduzindo o excesso de liquidez que alimentou mercados especulativos e impulsionados pelo momento”, disse à CNBC Richard Bernstein, chefe global de investimentos da Janus Henderson Investors. “A liderança do mercado está se expandindo para além das ‘Sete Magníficas’, à medida que os investidores recompensam cada vez mais a melhoria dos fundamentos em vez do ímpeto impulsionado pela euforia”.
Dia (%)
Semana (%)
Julho (%)
Dow Jones
0,58
1,04
0,32
S&P 500
0,70
1,05
-0,13
Nasdaq
1,00
1,59
-3,20
update 16h55
Ibovespa fecha, preliminarmente, com alta de 0,57%, aos 178.161,46 pontos
update 16h51
Minutos finais e Ibovespa avança 0,58%, aos 178.178,27 pontos
update 16h47
Embraer (EMBJ3) segue com alta confortável: mais 1,06%, a R$ 87,05
update 16h46
Preço do petróleo sobe após Irã anunciar que interceptou navios no Estreito de Ormuz
Small caps: nos minutos finais, a maior alta é de ARML3, com mais 3,53%, seguida de LJQQ3, com mais 3,31%
update 16h36
Small caps: nos minutos finais, a maior baixa é de ONCO3, com menos 6,90%, seguida de PCAR3, com menos 5,47%
update 16h33
Na reta final, Ibovespa Futuro (INDFUT) avança 0,71%, aos 178.865 pontos
update 16h31
Imea: colheita de milho de Mato Grosso está perto do fim
A colheita de milho de Mato Grosso está próxima de ser finalizada, com 96,77% da área total do estado sendo colhida até esta sexta-feira, alta semanal de 6,11 pontos percentuais, informou o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea). A colheita de algodão no estado, também o maior produtor brasileiro da pluma, avançou 15,56 pontos percentuais em relação à semana anterior para 28,67% da área total, segundo o instituto ligado aos produtores. O total colhido de algodão está atrás do índice registrado na média histórica para esta época (31,18%). (Reuters)
update 16h26
Ibovespa: EMBJ3 é a maior alta do mês, com mais de 30%; veja as demais
Julho (%)
Dia (%)
EMBJ3
36,12
0,77
MOTV3
26,21
-1,07
BRAP4
21,08
1,29
MULT3
20,28
-0,14
NATU3
20,14
1,44
update 16h24
Ibovespa: GGBR4 é a maior queda de julho; veja as outras
Julho (%)
Dia (%)
GGBR4
-18,46
0,72
KLBN11
-14,15
1,11
PETR4
-14,00
1,33
SMFT3
-13,61
-1,25
CMIN3
-11,89
-0,52
update 16h23
Ibovespa: MBRF3 é a maior alta da semana; confira
Semana (%)
Dia (%)
MBRF3
17,92
-2,56
HAPV3
13,71
2,45
TOTS3
12,67
-0,58
COGN3
11,06
0,00
SANB11
8,96
13,66
update 16h21
Ibovespa: USIM5 é a maior baixa da semana; veja
Semana (%)
Dia (%)
USIM5
-13,92
-3,31
TIMS3
-10,25
-0,16
CSNA3
-8,96
-1,41
VIVT3
-7,07
0,64
CXSE3
-4,89
0,60
update 16h21
Azul (AZUL3) mantém queda e recua 1,34%
update 16h16
Small caps: ARML3 é a maior alta de julho; confira as outras
Julho (%)
Dia (%)
ARML3
21,09
4,71
GOAU4
18,89
-0,09
RCSL3
17,95
-2,13
PCAR3
12,55
-5,11
CASH3
11,82
2,02
update 16h14
Small caps: GFSA3 é a maior baixa de julho; veja a lista
Julho (%)
Dia (%)
GFSA3
-74,77
0,00
ONCO3
-56,10
-6,90
MEAL3
-36,46
1,67
TTEN3
-21,59
-1,91
DIRR3
-18,39
-0,87
update 16h12
Small caps: MBRF3 é a maior alta da semana; veja as outras
Semana (%)
Dia (%)
MBRF3
17,92
-2,56
SEQL3
16,67
0,00
LJQQ3
11,61
3,31
COGN3
11,06
0,00
ARML3
9,88
4,71
update 16h11
Casas Bahia (BHIA3) perde força e cai para o negativo com -1,27%
update 16h11
Small caps: TTEN3 é a maior baixa da semana, com queda acima de 20%; veja as demais
Semana (%)
Dia (%)
TTEN3
-21,22
-1,91
GFSA3
-20,00
0,00
USIM3
-14,64
-3,14
USIM5
-13,21
-2,52
ENJU3
-11,25
1,43
update 15h58
Hypera (HYPE3) recua 1,20%
update 15h52
Petróleo: Brent com vencimento em setembro fecha com alta de 1,22%, a US$ 90,12
update 15h50
Braskem (BRKM5) recua 0,67%
update 15h44
Ganhos aumentam e Ibovespa tem nova máxima no dia: +0,85%, com 178.660 pontos
update 15h39
Ibovespa amplia ganhos e atualiza máxima com +0,82% a 178.613 pontos
update 15h36
Petróleo: WTI com vencimento em setembro fecha com alta de 1,29%, a US$ 84,67
update 15h30
Supermercadistas operam com mistas: ASAI3, +0,24%; GMAT3, +0,25%; PCAR3, -3,65%
update 15h24
Axia Energia (AXIA3) tem alta de 0,32%
update 15h19
Siderúrgicas operam com mistas: GGBR4, +1,20%; GOAU4, +0,55%; USIM5, -1,85%; CSNA3, -1,21%
update 15h14
Embraer (EMBJ3) mantém ritmo e tem alta de 0,84%
update 15h11
Ibovespa: SANB11 é a ação mais negociada do dia até aqui; veja a lista
Negócios
Dia (%)
SANB11
22.681
13,27
PETR4
20.349
1,52
AXIA3
15.827
0,21
VALE3
15.365
0,59
SBSP3
13.462
1,09
update 15h00
Setor de papel e celulose no azul: SUZB3, +0,70%; KLBN11, +0,66%; RANI3, +0,12%
update 14h51
Magazine Luiza (MGLU3) permanece oscilando e agora tem alta de 0,80%
update 14h50
Ibovespa amplia ganhos e renova máxima do dia com +0,79%, aos 178.457 pontos
update 14h43
Santander (SANB11) mantém destaque com alta de 13,31%
update 14h31
Petrobras amplia ganhos e sobe mais de 1%: PETR3, +1,44%; PETR4, +1,31%
update 14h24
Hapvida (HAVP3) mantém alta e tem +2,0%
update 14h18
Frigoríficos operam com mistas: BEEF3, +1,67%; MBRF3, -2,28%
update 14h11
Vale (VALE3) volta a subir com +0,37%
update 14h06
CVCB3 tem queda de 0,77%
update 13h58
B3 (B3SA3) tem alta de 0,96%
update 13h57
Bradesco (BBDC4, +0,76%) tem a ação mais negociada do dia até então
update 13h50
Construtoras oscilam e agora operam com mistas: MRVE3, +1,06%; TEND3, +0,17%; EZTC3, -1,48%; CURY, -0,49%; DIRR3, -0,17%
update 13h44
MGLU3 troca sinais e volta a cair com -0,20%
update 13h44
EZTC3 contraria setor de construtoras e tem queda de 1,48%
Varejistas revertem queda e sobem para o azul: AMER3, +3,75%; BHIA3, +1,27%; MGLU3, +0,20%
update 13h32
Embraer (EMBJ3) reverte queda e tem alta de 0,58%
update 13h31
Ibovespa amplia ganhos e volta aos 178 mil pontos: +0,58%, com 178.162 pontos
update 13h20
Varejistas operam com mistas: BHIA3, -3,80%; MGLU3, -1,0%; AMER3, +3,75%
update 13h16
Grandes bancos no azul, com destaque para Santander: SANB11, +12,95%; BBDC4, +0,71%; ITUB4, +0,61%; BBAS3, +0,38%
update 13h16
DIs: juros futuros abrem com altas por toda a curva
Taxa (%)
Variação (pp)
DI1F27
13,815
0,010
DI1F28
13,935
0,080
DI1F29
14,175
0,095
DI1F31
14,440
0,085
DI1F32
14,550
0,080
DI1F33
14,615
0,080
DI1F34
14,650
0,085
DI1F35
14,685
0,080
update 13h12
Vale (VALE3) tem queda de 0,79%
update 13h11
Banco Central informa a PTAX de fechamento com compra a R$ 5,0767 e venda a R$ 5,0773
COMPRA
VENDA
Ontem (30)
5,0733
5,0739
1ª parcial
5,0698
5,0704
2ª parcial
5,0825
5,0831
3ª parcial
5,0796
5,0802
4ª parcial
5,0748
5,0754
update 13h10
Problemas na B3: especialista diz que deve ser uma sessão mais concentrada, com maior volume logo após a liberação das negociações e possível aumento de volatilidade no início
Joao Henrique Delibaldo, planejador financeiro pela Planejar, diz que já viu situações parecidas em mercados organizados, como o caos que aconteceu hoje na abertura do Ibovespa, “embora sejam eventos raros e normalmente tratados como exceção operacional”. O ponto central, ele diz, “é que o mercado tende a reagir com cautela no primeiro momento, porque a abertura concentra muitas ordens represadas e o leilão inicial passa a ter um papel ainda mais relevante na formação de preço. Sobre volume, eu evitaria dizer que tudo o que deixou de ser negociado pela manhã foi ‘perdido’. Parte desse volume provavelmente é apenas deslocada para o período posterior à abertura, especialmente ordens institucionais, ajustes de carteira e operações que precisam ser executadas no mesmo dia. Mas há, sim, uma perda potencial em operações de curtíssimo prazo, arbitragem, giro de investidores pessoa física e estratégias intradiárias que dependem da janela normal de liquidez. Na prática, o efeito deve ser uma sessão mais concentrada, com maior volume logo após a liberação das negociações e possível aumento de volatilidade no início. Para o investidor comum, a orientação é evitar decisões impulsivas na reabertura, acompanhar os leilões e preferir ordens limitadas em vez de ordens a mercado, porque os preços podem passar por ajustes rápidos até a liquidez se normalizar”.
Frigoríficos abrem de forma mista, com BEEF3 subindo 0,84% e MBRF3 caindo 0,22%
update 12h50
Axia Energia (AXIA3) começa com alta de 0,62%, a R$ 53,28
update 12h49
Embraer (EMBJ3) começa dia com baixa de 0,02%, a R$ 86,12
update 12h48
Índice de Small Caps (SMLL) abre, preliminarmente, com alta de 0,03%, aos 2.183,51 pontos
update 12h48
Petrobras inicvia dia com altas contidas de 0,31% (PETR3) e 0,56% (PETR4)
update 12h47
B3 (b3SA3) inicia pregão com alta de 0,19%, a R$ 15,66
update 12h46
Vale (VALE3) abre com baixa de 0,53%, a R$ 75,69, após balanço do 2T26
update 12h46
Ibovespa abre, preliminarmente, com queda de 0,08%, aos 177.018,94 pontos
update 12h45
Ibovespa futuro (INDFUT) faz nova máxima do dia, com mais 0,71%, cotado aos 178.845 pontos
update 12h38
Ibovespa futuro (INDFUT) renova máxima do dia, com mais 0,62%, cotado aos 178.650 pontos
update 12h35
Ibovespa futuro (INDFUT) abre em alta de 0,12%, cotado aos 177.880 pontos
update 12h34
Mini-índice com vencimento em agosto de 2026 (WINQ26) abre dia com baixa de 0,05%, aos 177.565 pontos
update 12h34
ROLOU! Minidólar com vencimento em setembro (WDOU26) começa com alta de 0,22%, cotado a 5.114,50
update 12h32
Minidólar com vencimento em agosto (WDOQ26) começa seu último dia de negociação com alta de 0,21%, cotado a 5.078,00
update 12h21
“Sem precedentes”: mercado repercute B3 fora do ar e impactos futuros para a Bolsa
“Não lembro de ter dado problema nesse nível. Já vi o futuro abrir meia hora depois. Mas isso, de hoje, é novidade. Gera estresse, pois muda a rotina operacional dos operadores”, afirmou à Broadcast, Rubens Cittadin, especialista em renda variável da Manchester Investimentos.
update 12h19
Especialistas alertam para volatilidade nas operações após atraso na abertura da B3
B3 atualiza sobre a abertura do pregão de hoje; veja os horários
“Informamos que seguimos trabalhando na disponibilização dos arquivos, na abertura da Câmara B3 e na liberação da negociação continua dos ativos e contratos”, diz a B3. Seguem abaixo as atualizações com mais detalhes:
BVBG017: divulgado às 9h22
Contratos de Dólar (DOL, DR1, FRP0 e FRP1): negociação liberada às 9h35
BVBG021 (sem chamada de margem): divulgado às 11h00
BVBG021 (complementar): previsão de envio às 12h00
Negociação do MiniIndice (WIN) e MIniDolar (WDO): previsão de abertura às 12h30 (com leilão de pré-abertura às 12h28)
Negociação de todos os demais ativos e contratos: previsão de abertura a partir das 12h30 (o encerramento dos leilões ocorrera a partir desse horário)
Abertura da Câmara B3: previsão de 14h00 (estimativa de horários das grades de liquidação será divulgada em breve)
Abertura do BTB: previsão de 14h00
update 11h25
Problemas na B3: comunicados projetam abertura de ativos por volta das 12 horas
update 11h21
Desempenho das pequenas empresas industriais melhora no 2º trimestre, mostra CNI
A Confederação Nacional da Indústria (CNI) informou que o desempenho das pequenas empresas industriais melhorou no segundo trimestre. De acordo com o Panorama da Pequena Indústria (PPI), o índice que mede a performance das indústrias de pequeno porte, subiu 1,5 ponto em relação ao primeiro trimestre e chegou aos 45,2 pontos. Com o resultado, o indicador está 2,1 pontos acima da média para o trimestre, que é de 43,1 pontos. O patamar registrado nos três primeiros meses do ano foi o menor desde a pandemia de covid-19. O índice de desempenho da pequena indústria é calculado a partir de três variáveis: volume de produção (ou nível de atividade, no caso da construção); utilização da capacidade instalada (ou operacional, no caso da construção) efetiva em relação ao usual; e evolução do número de empregados. Ele vai de 0 a 100 pontos. Quanto maior, melhor o desempenho das pequenas empresas do setor no período.
update 11h12
Banco Central informa segunda parcial PTAX com compra a R$ 5,0825 e venda a R$ 5,0831
update 11h10
Logan/Fed: uma ação modesta na política monetária reduziria a probabilidade de precisar de medidas mais drásticas posteriormente
update 11h09
Logan/Fed: preferia um aumento de 0,25 pp na taxa para melhor equilibrar as perspectivas e riscos
update 11h08
Logan/Fed: sem qualquer restrição monetária, inflação provavelmente continuará acima da meta até que haja um choque inesperado
update 11h07
Logan/Fed: política monetária não está restringindo a economia e a inflação não está a caminho da meta de 2%
update 11h06
Logan/Fed: riscos de inflação são de alta e mercado de trabalho sólido está se fortalecendo um pouco
Lorie K. Logan é presidente do Federal Reserve de Dallas.
update 11h04
Setor público tem déficit primário de R$ 55,313 bilhões em junho, afirma BC
Dólar Futuro (DOLFUT) em alta de 0,29%, aos 5.116,50
update 10h50
Dólar comercial renova máxima do dia, com mais 0,50%, a R$ 5,087
update 10h47
Irani (RANI3): resultados do 2T26 em linha com o esperado e melhor sazonalidade à vista, ressalta XP
A Irani (RANI3) reportou resultados do 2T26 em linha com as expectativas da XP, com Ebitda ajustado de R$ 132 milhões, alta de 16% trimestralmente e mais 2% acima da expectativa, enquanto a margem Ebitda atingiu 30,5% (+2,8 p.p. trimestralmente, +0,6 p.p. XPe). Principais destaques foram o volume de caixas de papelão ondulado totalizou 44,0 kt (+5% trimestralmente), superando o mercado brasileiro (+3,5% segundo a Empapel), enquanto os preços permaneceram praticamente estáveis; e os embarques de papel para embalagens atingiram 32,0 kt, refletindo a normalização operacional após as paradas para manutenção no 1T26. Olhando para o futuro, a projeção é de um 3T26E mais construtivo, apoiado por uma melhor sazonalidade nos volumes e pela ausência de interrupções relacionadas ao TG#4, parcialmente compensadas por custos mais elevados de OCC”. A visão segue positiva sobre as ações da Irani.
update 10h40
PP decide ficar neutro nas eleições e esfria tentativa de Flávio por Tereza Cristina
Índice de BDRs (BDRX) recua 0,54%, aos 26.002,43 pontos, após abrir em alta
update 10h30
Principais índices em Nova York abrem mais dia com altas confortáveis
Investidores em Wall Street ganharam novo impulso das ações de tecnologia, após o susto tomado após a decisão do Federal Reserve na quarta-feira (29). “Os investidores estão recalibrando as expectativas em relação aos cortes nas taxas de juros do Fed, reduzindo o excesso de liquidez que alimentou mercados especulativos e impulsionados pelo momento”, disse à CNBC Richard Bernstein, chefe global de investimentos da Janus Henderson Investors. “A liderança do mercado está se expandindo para além das ‘Sete Magníficas’, à medida que os investidores recompensam cada vez mais a melhoria dos fundamentos em vez do ímpeto impulsionado pela euforia”.
Dow Jones: +0,46%
S&P 500: +0,53%
Nasdaq: +0,92%
update 10h29
Dólar comercial tem nova mínima do dia, mas ainda em alta, com mais 0,01%, a R$ 5,061
update 10h23
Problemas na B3: site da operadora da Bolsa comunica que inúmeras ações ficarão em leilão até por volta do meio-dia
Problemas na B3: por ora, apenas dólar comercial e dólar futuro estão em negociação
update 9h47
Hamas reforça que seu desarmamento depende da retirada de Israel
“O compromisso da ocupação em pôr fim às mortes é o pré-requisito fundamental para prosseguir com a implementação e o estabelecimento de um cronograma para o que foi acordado”, disse o Hamas.
update 9h42
Minério tem maior queda semanal em 6 meses, após contração da indústria na China
Dólar comercial abre com com alta de 0,26%, a R$ 5,075 na venda
update 9h36
Dólar futuro (DOLFUT) abre em alta de 0,21%, cotado aos 5.112,00 pontos
update 9h35
B3 segue sem abrir as negociações de minis, DIs, dólar e futuros
update 9h34
Canadá: salário mínimo no 2T26 sobe 0,90%, acima do 0,80% no 1T26
update 9h33
Canadá: PIB de maio sobe 0,3% em relação a abril, acima da expectativa de mais 0,1%, mas abaixo do 0,5% do mês anterior
update 9h32
Japão pode ter vendido até US$ 59 bilhões em intervenção de compra de ienes
O Japão pode ter vendido até US$ 58,97 bilhões em suas últimas medidas para fortalecer sua moeda, indicaram dados do banco central nesta sexta-feira, sinalizando esforços repetidos para conter a desvalorização do iene. A projeção do Banco do Japão para as condições do mercado monetário para o dia seguinte sugere uma saída líquida de 8,2 trilhões de ienes, em comparação com previsões das corretoras que variam entre um superávit de 1,4 trilhão de ienes e um déficit de 1,73 trilhão de ienes. A atividade de compra de ienes envolve o Banco do Japão retirando a moeda dos mercados, portanto qualquer déficit excessivo de fundos pode servir como uma estimativa do tamanho de uma intervenção. O Japão realizou uma intervenção de compra de ienes e venda de dólares em Nova York na quinta-feira (30), segundo uma fonte do mercado, sua primeira ação desse tipo em três meses, já que a queda da moeda para os níveis mais baixos em quatro décadas ameaçava agravar o custo de vida, já afetado pelo choque energético causado pela guerra no Irã. A medida ocorreu antes da conclusão da reunião de política monetária do Banco do Japão nesta sexta-feira. O banco central manteve a taxa de juros, mas sinalizou que continuará a política de aperto monetário. O Banco do Japão elevou sua taxa básica de juros para 1% em junho, o maior nível em 31 anos. (Reuters)
update 9h24
B3 atrasa abertura de ativos após problemas na Câmara; contratos futuros em leilão
DXY: índice dólar apresenta alta de 0,49%, aos 100,35 pontos
update 9h11
Futuros em Nova York seguem em alta; veja cenário atual
Dow Jones Futuro: +0,49%
S&P 500 Futuro: +0,32%
Nasdaq Futuro: +1,05%
update 9h09
B3 informa sobre atraso na abertura de minis e demais ativos
“Informamos que, em decorrência do atraso no envio dos arquivos e na abertura da Câmara B3, previamente comunicados, excepcionalmente no pregão de Listados de hoje, postergaremos a abertura da negociação dos contratos MiniIndice (WIN) e MiniDolar (WDO) e todos os demais ativos e contratos permanecerão em leilão ate que tenhamos concluído a disponibilização dos arquivos da clearing para o mercado”, informa a B3. “Manteremos o mercado informado com atualizações periódicas por esse canal ate a completa normalização dos serviços e a abertura regular da negociação”, conclui.
update 9h00
Índice de Preços ao Produtor (IPP) em junho no Brasil tem deflação de 0,77%, ante deflação de 0,30% em maio
update 8h55
Arena Trader XP: Day Trade AO VIVO com Alex Carvalho
update 8h54
Vale (VALE3): resultados ligeiramente melhores no 2T26; e previsão de custos revisada para cima, como esperado, segundo a XP
A Vale (VALE3) apresentou resultados do 2T26 ligeiramente melhores do que o esperado pela XP, com Ebitda Ajustado Pro Forma de US$ 4,1 bilhões (cerca de 3-4% acima das estimativas e do consenso), impulsionado principalmente por um desempenho melhor do que o previsto nos custos operacionais da divisão de Minério de Ferro (US$ 24,1/t, mais 4% acima da expectativa). A Vale revisou para cima sua projeção para 2026, elevando os custos operacionais para US$ 22,5-23,5/t e os custos totais para US$ 58-62/t, amplamente esperado pelo mercado, refletindo a valorização do real e os preços spot mais altos do Brent, com o mercado já utilizando um valor superior a US$ 23/t como base para os custos operacionais. Outros destaques positivos incluem uma projeção ligeiramente melhor para a produção de cobre (360-380 kt) e níquel (185-200 kt), o anúncio de um dividendo de US$ 1,7 bilhão (aproximadamente R$ 2,03/ação, rendimento anualizado de 5,3%) e um novo programa de recompra de ações de até 100 milhões de ações (aproximadamente 2,3% das ações em circulação). No geral, a XP mantém recomendação neutra.
update 8h48
BC: dívida pública líquida do Brasil fica em 68,5% do PIB em junho, acima do esperado de 68,4%
update 8h47
BC: dívida pública bruta do Brasil fica em 81,9% do PIB em junho
A dívida pública bruta do Brasil como proporção do PIB chegou a 81,9% em junho, de 81,0% no mês anterior, informou o Banco Central agora há pouco. No mês, o setor público consolidado registrou um déficit primário de R$ 55,313 bilhões. Economistas consultados esperavam saldo negativo de R$ 49,8 bilhões. (Reuters)
update 8h40
Preços dos combustíveis no Brasil diminuem a ampla diferença abaixo da paridade internacional, diz Abicom
Petrobras (PETR3;PETR4) anunciou há 64 dias reajuste dos preços da gasolina. Sobre o diesel, a estatal reajustou os preços há 61 dias. A Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis publica o estudo diariamente, de segunda a sexta, exceto em feriados.
Diesel A S10 (média nacional): -72%, ou -R$ 2,34 (ontem: -79%, ou -R$ 2,58)
Gasolina A (média nacional): -49%, ou -R$ 1,26 (ontem: -58%, ou -R$ 1,48)
update 8h34
Futuros do petróleo sobem: WTI ganha 1,38%, a US$ 84,74; e Brent avança 1,37%, a US$ 90,25
update 8h32
Ações da Puma caem diante de decepção por falta de revisão positiva nas projeções
A fabricante de roupas esportivas Puma divulgou há pouco um prejuízo operacional no 2T26 menor do que o esperado e confirmou suas perspectivas para o ano, enquanto as vendas continuaram caindo em meio à fraca demanda. As ações da Puma caíram até 7% no início do pregão, já que os investidores ficaram decepcionados com o fato de a empresa não ter melhorado suas projeções. A empresa alemã reduziu custos, cortou empregos e reorganizou a administração, em uma tentativa de recuperar seus negócios em meio à fraca demanda e ao impacto das tarifas dos EUA sobre o setor. A empresa registrou um prejuízo operacional (Ebit) de 53,1 milhões de euros no período, valor inferior à estimativa dos analistas de um prejuízo de 68,7 milhões de euros em uma pesquisa realizada pela própria empresa, graças ao corte de despesas relacionadas ao seu programa de eficiência de custos e aos reembolsos de tarifas dos EUA. A empresa confirmou suas projeções anuais, que agora incluem um possível impacto do conflito no Oriente Médio e possíveis efeitos positivos decorrentes de alíquotas tarifárias mais baixas e reembolsos de tarifas no valor de pouco acima ou abaixo de 50 milhões de euros. (Reuters)
update 8h28
BCE: decisões no fim do ano dependerão de dados sobre a inflação
O membro do Banco Central Europeu (BCE) Martin Kocher afirmou hoje que o banco tomará decisões no fim deste ano com base nos dados que forem divulgados, a fim de levar a inflação de volta à meta de 2%. “As últimas semanas, em particular, mostraram com que rapidez os acontecimentos geopolíticos podem afetar os preços da energia e, consequentemente, as perspectivas de inflação”, afirmou o presidente do banco central da Áustria em comunicado, ao comentar os dados sobre a inflação austríaca. (Reuters)
update 8h24
Irani (RANI3) tem queda de 70,3% no lucro no 2T, para R$ 30,9 milhões
Ecorodovias (ECOR3): resultados positivos no 2T26, segundo a XP
A Ecorodovias (ECOR3) reportou resultados positivos no 2T26, segundo a XP, com Ebitda ajustado de R$ 1,35 bilhão (+9% ano a ano, excluindo a Ecovias Sul; em linha com a expectativa). No lado positivo, um sólido crescimento da receita das rodovias pedagiadas; e tarifas mais altas. No lado negativo, margem Ebitda ajustada das rodovias pedagiadas mais fraca; e um ligeiro aumento da alavancagem para 4,1x dívida líquida/Ebitda (+0,2x em relação ao trimestre anterior). A XP mantém visão positiva e recomendação de compra.
update 8h10
Vendas da Braskem (BRKM5) caem no 2º tri, mas spreads sobem
Bolsas da Ásia: ações do setor tecnológico da China sobem com expectativas de recuperação da IA; KOSPI dispara
As ações do setor de tecnologia chinês se valorizaram, acompanhando os ganhos em Wall Street e em toda a Ásia, impulsionadas pela esperança de que a onda global de vendas motivada pela IA estivesse diminuindo, embora os principais índices ainda tenham registrado perdas significativas em julho, com o STAR 50, focado em tecnologia, sofrendo seu pior mês já registrado. Uma recuperação das ações do setor de tecnologia ajudou a compensar as quedas mensais nos índices de referência, embora o SSEC tenha permanecido com queda de 6,4% neste mês, registrando a maior queda mensal desde março, enquanto o CSI300 recuou 7,9% e parecia caminhar para seu pior desempenho mensal desde julho de 2021. A alta na sexta-feira ocorreu depois que os líderes chineses se comprometeram, em uma reunião na quinta-feira (30), a empenhar-se para alcançar avanços em tecnologias de ponta e promover o desenvolvimento de indústrias do futuro. “Embora não tenha havido grandes surpresas em relação às medidas de estímulo para o setor imobiliário e o consumo, a reunião do Politburo de julho voltou a destacar o ‘aprofundamento da reforma abrangente do financiamento e investimento no mercado de capitais’ e o foco no ‘fortalecimento da resiliência do mercado e da confiança dos investidores’”, afirmaram analistas do BNP Paribas em uma nota. A atividade industrial da China entrou inesperadamente em contração em julho, pressionada pela queda nos novos pedidos que reforçou as preocupações com a desaceleração do crescimento econômico, a fraca demanda interna e os elevados custos de produção. (Reuters)
Shanghai SE (China), +0,72%
Nikkei (Japão): +3,86%
Hang Seng Index (Hong Kong): +0,10%
Nifty 50 (Índia): +0,27%
ASX 200 (Austrália): +0,10%
KOSPI (Coreia do Sul): +17,91%
update 8h05
Após blue chips, small caps podem liderar nova alta da Bolsa, diz André Moraes
Os índices futuros de Nova York ganham novo impulso das ações de tecnologia, após o susto tomado após a decisão do Federal Reserve na quarta-feira (29). “Os investidores estão recalibrando as expectativas em relação aos cortes nas taxas de juros do Fed, reduzindo o excesso de liquidez que alimentou mercados especulativos e impulsionados pelo momento”, disse à CNBC Richard Bernstein, chefe global de investimentos da Janus Henderson Investors. “A liderança do mercado está se expandindo para além das ‘Sete Magníficas’, à medida que os investidores recompensam cada vez mais a melhoria dos fundamentos em vez do ímpeto impulsionado pela euforia”.
Dow Jones Futuro: +0,67%
S&P 500 Futuro: +0,47%
Nasdaq Futuro: +1,19%
update 8h00
Abertura dos mercados
A queda de 35% no lucro da Vale (VALE3) no segundo trimestre deve repercutir nos mercados na sessão de hoje, enquanto no exterior resultados robustos da Amazon e da Microsoft tranquilizavam investidores a retornarem à inteligência artificial. A Vale informou na véspera que teve lucro líquido de US$ 1,375 bilhão no segundo trimestre, queda de 35% em relação ao mesmo período do ano anterior, em um balanço pressionado pela piora do resultado financeiro. A mineradora realiza às 11h teleconferência para comentar o resultado. A Multiplan (MULT3) também realiza teleconferência depois de a operadora de shopping centers e empreendimentos divulgar um salto de 61,7% no lucro líquido do segundo trimestre ante o mesmo período de 2025, alcançando R$ 427,4 milhões, em um desempenho acima do esperado pelo mercado. No exterior, os temores dos investidores de que a alta impulsionada pela IA pudesse perder força em breve diminuíram após os resultados da Microsoft divulgados na quarta-feira (29), quando a empresa projetou geração de caixa ao longo do ano fiscal de 2027. No dia seguinte, a Amazon apresentou o crescimento mais forte de sua unidade de nuvem em mais de quatro anos, tranquilizando investidores ávidos por sinais de que os bilhões de dólares investidos na expansão da infraestrutura de IA estão dando resultado. (Reuters)
update 7h54
Principais índices em Nova York fecharam ontem com fortes altas
Investidores em Wall Street conseguiram um novo ânimo com os dados positivos da inflação de consumo pessoal, o PCE, em junho, que se mostrou bastante comportada, assim como a prévia do PIB do 2T26 mostrou uma expansão robusta de 1,5%. “O Fed permanece paciente e em modo de espera, e continuará monitorando a evolução da economia nos próximos meses”, disse à CNBC Sameer Samana, chefe de ações globais e ativos reais do Wells Fargo Investment Institute. “Isso torna a reunião de setembro uma oportunidade crucial para o Fed agir, caso os dados econômicos indiquem segurança, a fim de amenizar as crescentes pressões inflacionárias”. Ontem, o Fed decepcionou os investidores, apontando uma rota de possível alta das taxas. Além disso, os balanços trimestrais da Microsoft e da Meta deram sinais mistos sobre o setor de tecnologia e IA, mas foram suficientes para devolver as altas aos principais índices.
Dia (%)
Pontos (pts)
Dow Jones
+1,19
52.209,57
S&P 500
+1,67
7.437,98
Nasdaq
+2,78
25.122,18
update 7h52
DIs: juros futuros fecharam com baixas por toda a curva
Taxa (%)
Variação (pp)
DI1F27
13,805
-0,045
DI1F28
13,855
-0,120
DI1F29
14,080
-0,170
DI1F31
14,355
-0,160
DI1F32
14,470
-0,130
DI1F33
14,535
-0,120
DI1F34
14,565
-0,095
DI1F35
14,605
-0,100
update 7h50
Dólar comercial terminou ontem com baixa de 0,92%, na mínima do dia
O dólar comercial teve a segunda queda seguida frente ao real. O movimento foi na mesma direção da moeda norte-americana ante outras divisas de países emergentes, com o DXY, o índice dólar, com menos 0,93%, aos 99,95 pontos.
Venda: R$ 5,061
Compra: R$ 5,060
Mínima: R$ 5,060
Máxima: R$ 5,106
update 7h48
Maiores baixa, maiores altas e as mais negociadas de ontem
Maiores baixas
Dia (%)
Valor (R$)
USIM5
-9,25
7,55
CSNA3
-4,81
4,95
CMIN3
-4,35
5,72
BRAV3
-2,07
20,39
AZZA3
-1,80
15,86
Maiores altas
Dia (%)
Valor (R$)
MBRF3
7,80
17,96
TOTS3
5,74
31,13
COGN3
5,48
2,31
MGLU3
5,46
5,02
CURY3
5,37
30,40
Mais negociadas
Negócios
Dia (%)
PETR4
51.496
2,00
ABEV3
47.147
0,38
VALE3
34.173
1,39
BBDC4
33.796
0,22
BBAS3
29.254
1,97
update 7h45
Ibovespa terminou ontem com alta de 1,88%, aos 177.158,86 pontos, máxima do dia
Máxima: 177.158,86
Mínima: 173.884,55
Diferença para a abertura: +3.273,52 pontos
Volume: R$ 16,10 bilhões
Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:
Segunda-feira (27): +0,74%
Terça-feira (28): +0,70%
Quarta-feira (29): -1,52%
Quinta-feira (30): +1,88%
Semana: +1,79%
Julho: +2,98%
3T26: +2,98%
2026: +9,95%
Acompanhe diariamente a cobertura sobre bolsa, dólar e juros a partir das 8 horas.
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O Ibovespa (IBOV) engatou a terceira semana consecutiva de ganhos com a expectativa da retomada de negociações entre Estados Unidos e Irã para um acordo de paz definitivo no Oriente Médio e aumento das apostas de continuidade do ciclo de afrouxamento monetária pelo Banco Central brasileiro.
Por aqui, os investidores reagiram à desaceleração da inflação na comparação mensal. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu 0,16% em junho, após avanço de 0,58% em maior.
No acumulado dos 12 meses, a inflação subiu 4,64% — ainda acima da meta perseguida pelo Banco Central (BC), de 3%, com uma margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos.
Após o dado, o Bank of America (BofA) alterou a projeção de manutenção para uma redução da Selic em 25 pontos-base na próxima decisão do Copom, marcada para 5 de agosto, considerando um cenário externo mais favorável – entre outros fatores, os preços do petróleo abaixo de US$ 80 o barril.
O banco ainda considera o ‘risco’ de um corte adicional na Selic de 25 pontos-base na decisão seguinte, embora o cenário-base seja de manutenção da taxa a 14% ao ano até dezembro.
A ‘surpresa’ positiva também reforçou a expectativa de continuidade do ciclo de cortes na taxa básica de juros, a Selic, iniciado em março pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central. O mercado precifica um novo corte de 25 pontos-base na decisão de agosto, que levaria a Selic de 14,25% para 14% ao ano.
O mercado também acompanharam atentos as audiências públicas realizadas pelo Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR, na sigla em inglês), que segue discutindo políticas e práticas do Brasil, sob a Seção 301 da Lei de Comércio dos EUA de 1974.
Em junho, o governo Trump propôs tarifas sobre o Brasil alegando violações comerciais, como desmatamento ilegal e o que chama de práticas desleais em pagamentos eletrônicos, pouco depois de Flávio, filho mais velho do ex-presidente Jair Bolsonaro, ter se reunido com altos funcionários norte-americanos em Washington.
Tensão no Oriente Médio
A semana começou com a troca de ataques entre Estados Unidos e Irã. Na terça-feira (7), a Casa Branca revogou uma licença geral que autorizava a venda de petróleo iraniano – renovando as incertezas sobre o frágil cessar-fogo entre Washington e Teerã e as pressões sobre a inflação global.
No dia seguinte, o presidente norte-americano, Donald Trump, declarou que o memorando de entendimento assinado com o Irã para encerrar o conflito “acabou”, acrescentando que não deseja manter negociações com Teerã.
“A República Islâmica do Irã nos pediu para continuarmos as ‘negociações’. Concordamos em fazê-lo, mas os Estados Unidos declararam a eles, em termos inequívocos, que o cessar-fogo ACABOU!”, disse o chefe da Casa Branca em uma publicação na rede social Truth.
As ações da CSN Mineração (CMIN3) saltaram mais de 21% na semana, em recuperação às perdas do primeiro semestre. Apesar da forte valorização, os papéis ainda acumulam queda de 4,04% no acumulado do ano.
O Citi espera resultados fracos no segundo trimestre (2T26). “Os preços realizados foram pressionados pelo aumento dos custos de frete, que ficaram aproximadamente US$ 9 por tonelada mais altos durante o período”, afirmou o banco em relatório divulgado nesta semana.
Os analistas, porém, consideram que os volumes embarcados em abril e junho, particularmente fortes, devem ser destaque no trimestre, apesar de uma parada de manutenção de 15 dias.
Já o BTG Pactual projeta receita líquida de R$ 4,25 bilhões entre abril e junho, avanço de 5% na comparação anual. O Ebitda deve recuar 20%, para R$ 1,02 bilhão, em meio ao aumento dos custos, enquanto os volumes de minério devem cair 3%. O lucro líquido é estimado em R$ 499 milhões no 2T26.
Confira as maiores altas do Ibovespa entre 6 e 10 de julho:
CÓDIGO
NOME
VARIAÇÃO SEMANAL
CMIN3
CSN Mineração ON
21,35%
MGLU3
Magazine Luiza ON
17,30%
UGPA3
Ultrapar ON
11,55%
AZZA3
Azzas 2154
11,44%
RADL3
RD Saúde ON
9,96%
SLCE3
SLC Agrícola
9,45%
VBBR3
VIBRA energia ON
8,62%
CSMG3
Copasa ON
8,60%
ISAE4
Isa Cteep ON
8,50%
AURE3
Auren ON
8,49%
Fonte: B3
Já a ponta negativa do Ibovespa foi liderada por MRV&Co (MRVE3), em realização dos ganhos recentes.
Na última quinta-feira (9), a companhia divulgou a prévia operacional no 2T26. A divisão de incorporação reportou um crescimento de 3,4% na base anual nas vendas líquidas, a R$ 2,75 bilhões no 2T25.
A geração de caixa da companhia foi de R$77,2 milhões. No segmento de incorporação, houve geração de R$121,1 milhões, ante consumo de caixa de R$55,1 milhões observado um ano antes.
Em relação aos lançamentos, as unidades totalizaram valor geral de vendas (VGV) de R$2,95 bilhões para a incorporação, queda de 14,4% em relação ao mesmo período do ano passado, somando um valor lançado de quase R$5,87 bilhões no primeiro semestre.
O Bradesco BBI avaliou os números da prévia como “ligeiramente positivos”. Em relatório, o banco destacou principalmente a retomada da geração de caixa operacional, que alcançou R$ 19,6 milhões na frente de incorporação — um dos principais pontos de atenção da tese de investimento da companhia nos últimos anos.
Ibovespa cai aos 168,5 mil pontos, dólar comercial sobe a R$ 5,17 e juros futuros operam mistos.
BC diz que trajetórias da Selic mais próximas às previstas pelo mercado são mais adequadas.
Taxas de juros futuros sobem com dólar e após ata sinalizar Selic alta por mais tempo.
Irã nega inspeção nuclear da AIEA e anuncia ‘linha telefônica direta’ sobre Ormuz.
Confira as últimas dos mercados
update 10h28
SpaceX caminha para nova queda e valor de mercado deve ficar abaixo de US$ 2 tri
As perdas ocorrem no momento em que a empresa se prepara para vender títulos de grau de investimento pela primeira vez.
update 10h23
Siderúrgicas começam dia em queda; USIM5 cai 3,95%, CSNA3 perde 2,43%, GGBR4 perde 2,37% e GOAU4 cai 1,36%
update 10h21
Vale (VALE3) amplia baixa para menos 2,25%, a R$ 79,09
update 10h21
Ibovespa cai com exterior negativo
O Ibovespa opera em baixa nos primeiros negócios desta terça-feira (23), aos 168,7 mil pontos, acompanhando o movimento global de aversão a risco nesta manhã, com a continuidade da venda de ações de tecnologia liderando as perdas em Nova York, enquanto investidores locais digerem a ata da última reunião do Banco Central. Recuam as ações de VALE3, grandes bancos, varejistas e PETR4. O dólar comercial sobe a R$ 5,17 e os juros futuros operam mistos. O Banco Central avalia serem mais adequadas, no momento, trajetórias de Selic menos discrepantes às apontadas pelo mercado no boletim Focus, questionário pré-Copom e precificação da política monetária, por evitarem induzir volatilidade excessiva nos ativos financeiros e agregados macroeconômicos, mostrou nesta terça-feira a ata da última reunião do Copom. Na véspera, a pesquisa Focus do BC mostrou que a projeção para a taxa Selic no fim deste ano foi de 13,75% para 14,00%, com os especialistas esperando apenas mais um corte em agosto. No exterior, as expectativas de aumentos iminentes da taxa de juros pelo Federal Reserve e as preocupações com o aumento dos gastos corporativos em inteligência artificial afetavam o sentimento. Os futuros do petróleo Brent caíram ligeiramente para abaixo de US$76 por barril pela primeira vez desde o início de março, e os investidores agora estão focados no que a disparada dos preços da energia significará para a política monetária dos bancos centrais. Em Wall Street, o Dow Jones Futuro recua 0,32%, S&P Futuro cai 1,52% e Nasdaq Futuro tem baixa de 2,56%. (Felipe Alves)
update 10h18
Setor de papel e celulose recua nesta manhã: KLBN11, -0,30%; SUZB3, -0,81%
update 10h14
Principais varejistas começam sessão de forma mista: AUAU3, -0,94%; AZZA3, +0,31%; LREN3, -0,42%; MGLU3, -1,07%; VIVA3, -0,57%
update 10h13
Banco Central informa primeira parcial PTAX com compra a R$ 5,1690 e venda a R$ 5,1696
update 10h12
Petro juniores iniciam dia no vermelho: PRIO3, -0,69%; RECV3, -0,59%; BRAV3, -0,80%
update 10h11
Braskem (BRKM5) começa com baixa de 1,88%, a R$ 7,29
update 10h11
Hapvida (HAPV3) começa sessão com menos 1,32%, a R$ 10,46
update 10h10
Frigoríficos começam de forma mista: BEEF3 desce 2,29% e MBRF3 sobe 0,07%
update 10h09
Grandes bancos em baixa nesta abertura: BBAS3, -0,87%; BBDC4, -1,07%; ITUB4, -1,22%; SANB11, -1,15%
update 10h08
B3 (B3SA3) inicia pregão com queda de 1,43%, a R$ 14,49
update 10h08
Vale (VALE3) inicia sessão com queda de 2,19%, a R$ 79,14
update 10h07
Ibovespa sai dos leilões com queda de 1,06%, aos 168.558,70 pontos
update 10h07
Acia Energia (AXIA3) começa com perdas de 1,37%, a R$ 52,18
update 10h06
Embraer (EMBJ3) começa dia com queda de 1,09%, a R$ 77,49
update 10h05
Supermercadistas começam com baixas: ASAI3 desce 1,04% e PCAR3 cai 0,98%
update 10h05
Petrobras começa dia com baixas: PETR3 tem menos 0,39% e PETR4 perde 0,26%
update 10h02
Ibovespa abre, preliminarmente, com baixa de 0,01%, aos 170.361,15 pontos
update 10h01
Índice de Small Caps (SMLL) abre, preliminarmente, com queda de 0,04%, aos 2.150,51 pontos
update 9h58
Taxas de juros futuros sobem com dólar e após ata sinalizar Selic alta por mais tempo
Heineken nomeia Rafael Oliveira como CEO com missão de impulsionar as vendas
A Heineken nomeou Rafael Oliveira como seu novo presidente-executivo e presidente do conselho de administração nesta terça-feira, marcando a primeira vez que a cervejaria holandesa nomeia alguém de fora para o cargo de liderança, em um momento em que as empresas do setor de bebidas alcoólicas buscam impulsionar as vendas por meio de mudanças na liderança. Oliveira é CEO da JDE Peet’s, fabricante holandesa de café e chá, desde 2024. Ele passará a integrar a Heineken, a segunda maior cervejaria do mundo, por um período de quatro anos a partir de 1º de outubro, informou a empresa, acrescentando que espera que ele acelere a estratégia já definida para 2030. “Após uma rigorosa busca global, o conselho de supervisão escolheu Rafa por unanimidade por sua combinação única de visão estratégica, experiência operacional e perspicácia financeira”, afirmou a Heineken. As ações da Heineken subiam cerca de 3%, superando o desempenho do mercado em geral e atingindo seu nível mais alto desde março. (Reuters)
update 9h45
Datafolha: 36% acreditam que economia brasileira vai melhorar nos próximos meses
Compass (PASS3): XP inicia cobertura com recomendação de compra e preço-alvo de R$ 36,70
A XP iniciou a cobertura da Compass (PASS3) com recomendação de compra e preço-alvo de R$ 36,70, consolidando a empresa como mais uma potencializadora de crescimento de longo prazo. A tese de investimento é dupla: a empresa possui um portfólio premium de distribuição de gás natural nas regiões mais desenvolvidas economicamente do Brasil, o que proporciona fluxos de caixa previsíveis e crescimento constante; e a Edge (plataforma de comercialização de gás) oferece à empresa uma considerável possibilidade de crescimento com retornos marginais muito atrativos. O negócio de gás natural proporciona fluxos de caixa de longo prazo que crescem em termos reais com retornos marginais acima do custo de capital. Este portfólio robusto, aliado a um posicionamento estratégico que torna a empresa uma consolidadora natural do setor, cria uma narrativa de investimento atraente que, combinada com a TIR real atrativa de 13,0%.
update 9h39
Israel atacou crianças de Gaza, o que resultou em genocídio, diz inquérito da ONU
As autoridades e forças de segurança israelenses atacaram deliberadamente crianças palestinas, o que resultou em genocídio, crimes contra a humanidade e crimes de guerra em Gaza, além de crimes de guerra na Cisjordânia ocupada, afirmou nesta terça-feira uma comissão de inquérito independente da ONU. O relatório da Comissão Internacional Independente de Inquérito da ONU sobre o Território Palestino Ocupado, incluindo Jerusalém Oriental, e Israel examinou as violações contra crianças palestinas desde o início da guerra entre Israel e o Hamas, em 7 de outubro de 2023. Cerca de 30% das vítimas fatais na guerra de Gaza eram crianças, segundo o relatório. Um relatório anterior da comissão, divulgado em setembro, concluiu que Israel havia cometido genocídio em Gaza e que altas autoridades israelenses, incluindo o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, incitaram esses atos — acusações que Israel considerou escandalosas. A missão de Israel em Genebra afirmou que o país rejeitou o que chamou de “segundo relatório difamatório e tendencioso” da Comissão. (Reuters)
update 9h38
Eduardo Bolsonaro intensifica articulação nos EUA durante impasse sobre tarifas
Ex-deputado participou de jantar em Washington com parlamentares republicanos e relatou conversas sobre política brasileira, STF e governo Lula.
update 9h34
HMOBI diz que Mubadala Capital está analisando seu investimento na companhia que controla o MetrôRio
A HMOBI comunicou nesta terça-feira que o acionista controlador Mubadala Capital informou que tem conduzido análises, com a assessoria do Banco Santander, relacionadas ao seu investimento na companhia. O Fundo de Investimento em Participações Multiestratégia Mubadala Capital IAV detém 51,52% na HMOBI, que, por sua vez, é a controladora do MetrôRio. A Mubadala Capital, conforme o fato relevante da HMOBI, informou que as análises ora conduzidas possuem caráter preliminar e exploratório para avaliação de mercado e de alternativas que podem envolver ou não uma eventual transferência de controle da companhia. “Não há, contudo, qualquer definição a respeito de uma efetiva transação”, acrescentou.
update 9h31
Secretário-geral da ONU pede que empresas de IA sejam transparentes sobre custos ambientais
O secretário-geral da ONU pediu nesta terça-feira que as principais empresas de inteligência artificial divulgassem publicamente o custo ambiental total de seus data centers e usassem energia renovável, ao lançar uma iniciativa que pede transparência ao setor. O rápido desenvolvimento de centros de dados em todo o mundo para impulsionar a revolução da IA tem atraído o escrutínio de grupos ambientalistas devido ao alto consumo de energia e água por esses empreendimentos e à falta de transparência. “Até 2030, eles poderão consumir mais energia do que todos os países, com exceção de cinco — e água suficiente para atender às necessidades básicas de todos os 1,3 bilhão de habitantes da África Subsaariana durante um ano inteiro”, afirmou o secretário-geral da ONU, António Guterres, em um discurso durante a Semana de Ação Climática de Londres. (Reuters)
update 9h27
BCE obtém apoio parlamentar para euro digital
O Banco Central Europeu obteve, nesta terça-feira, um importante apoio parlamentar para o lançamento do euro digital, um meio de pagamento eletrônico que visa tornar a zona do euro menos dependente dos cartões de crédito dos Estados Unidos em um momento de desgaste das relações transatlânticas. O euro digital, essencialmente uma carteira eletrônica garantida pelo banco central, mas comercializada por bancos ou fintechs, permitirá que todos os residentes da zona do euro realizem pagamentos online e pessoalmente. Em desenvolvimento há seis anos, o dinheiro digital do BCE tornou-se uma questão mais urgente desde que Donald Trump voltou à Casa Branca, impondo tarifas até mesmo a parceiros comerciais consolidados, como a União Europeia, e gerando temores de que os EUA possam, algum dia, usar seu domínio sobre redes de pagamento como Visa e Mastercard como arma. A aprovação do projeto de regulamentação pela comissão de economia do Parlamento Europeu ocorre após três anos de disputas entre o BCE e os bancos, que têm se mostrado preocupados com a saída de depósitos e a perda de receitas e buscaram limitar o escopo do projeto. (Reuters)
update 9h24
Ata do Copom: BC cortou a Selic, mas não cortou as preocupações com a inflação, diz especialista
Olívia Flôres de Brás, CEO da Magno Investimentos, diz que o mercado procurava uma sinalização clara sobre o início de um ciclo de flexibilização monetária. “Encontrou algo diferente: um corte acompanhado de um discurso que continua carregado de cautela. A principal mensagem do documento não está na redução dos juros. Está no diagnóstico. O Copom reconhece que a inflação segue pressionada, que as expectativas continuam desancoradas e que os riscos permanecem assimétricos para cima. Em outras palavras, o Banco Central cortou a taxa, mas não cortou suas preocupações”. Segundo ela, a ata também reforçou um tema que tem aparecido de forma recorrente nas comunicações da autoridade monetária: a questão fiscal. “O documento volta a mencionar que o enfraquecimento da disciplina das contas públicas, a expansão do crédito direcionado e as dúvidas sobre a trajetória da dívida podem elevar o juro estrutural da economia”, sublinha. “O investidor amanhece, portanto, diante de uma mensagem clara. Os juros começaram a cair, mas o Banco Central ainda não está confortável com a trajetória da inflação nem com o comportamento das expectativas. O mercado não procura apenas novos cortes da Selic. Procura sinais de que inflação, credibilidade e contas públicas voltarão a caminhar na mesma direção. E essa resposta continua em aberto”.
update 9h21
Por que as ações de tecnologia estão despencando pelo mundo nesta terça-feira?
EUA: variação semanal de empregos privados ADP fica positiva em 30,75 mil, acima dos 25,50 mil da semana anterior
update 9h13
Trump destaca fluxo de petróleo no Estreito de Ormuz e queda nos preços
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que 19 milhões de barris de petróleo passaram pelo Estreito de Ormuz na segunda-feira e destacou a queda nos preços do petróleo em uma postagem nas redes sociais nesta terça-feira.
update 9h10
DIs: juros futuros avançam por toda a curva
Valor (%)
Variação (pp)
DI1F27
14,255
0,281
DI1F28
14,760
0,545
DI1F29
14,850
0,644
DI1F31
14,800
0,783
DI1F32
14,775
0,784
DI1F33
14,715
0,719
DI1F35
14,615
0,689
update 9h10
DXY: índice dólar avança 0,30%, aos 101,33 pontos
update 9h06
México: atividade econômica em abril sobe 2,30% em relação a abril de 2025, acima do 1,90% esperado
Em março, na comparação com março de 2025, a expansão foi de 1,40%.
update 9h05
Dólar comercial abre em alta de 0,65%, cotado a R$ 5,173 na compra e a R$ 5,175 na venda
update 9h04
Mini-índice com vencimento em agosto de 2026 (WINQ26) abre dia com queda de 0,62%, aos 172.420 pontos
update 9h04
Ibovespa futuro abre em baixa de 1,00%, cotado aos 171.790 pontos
update 9h04
México: atividade econômica em abril sobe 1,20% em relação a março, acima do 0,40% de março
update 9h03
Minidólar com vencimento em julho (WDON26) começa o dia com alta de 0,62%, cotado a 5.186,00
update 9h02
Bitcoin Futuro (BITFUT) abre dia com menos 1,59%, aos 323.980,00
update 9h02
México: vendas no varejo em abril sobem 4,4% em relação a abril de 2025, acima do dos 2,9% positivos de março
update 9h01
México: vendas no varejo em abril sobem 0,8%, acima do 0,1% positivo de março
update 9h01
Dólar futuro abre em alta de 0,67%, cotado aos 5.187,50 pontos
update 8h55
Arena Trader XP: Day Trade ao vivo com Alex Carvalho e Mauro Botto
update 8h48
CME/FedWatch: projeção de manutenção dos juros nos EUA para julho está em 63%
29/07
16/09
4,00%-4,25%
–
18,6%
3,75%-4,00%
36,3%
50,3%
3,75%-3,50%
63,7%
31,1%
update 8h47
Receita abre consulta ao 2º lote de restituição do Imposto de Renda: como consultar
Trump insiste que Irã concordou com inspeções nucleares
O presidente dos EUA, Donald Trump, insistiu nesta terça-feira que o Irã concordou em permitir inspeções nucleares por um longo período no futuro, apesar das declarações do Irã de que não o fez. Trump também afirmou, em uma postagem nas redes sociais, que os Estados Unidos manterão navios no Estreito de Ormuz, caso seja necessário restabelecer o bloqueio aos portos iranianos.
update 8h43
Ministra das Finanças do Japão conversa com Bessent sobre mercados financeiros
A ministra das Finanças do Japão, Satsuki Katayama, afirmou nesta terça-feira que realizou uma reunião online com o secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, no dia anterior para discutir os mercados financeiros globais, em meio a crescentes preocupações com as fortes oscilações cambiais. “Discutimos a situação em torno dos mercados financeiros globais, incluindo questões relacionadas aos desdobramentos no Estreito de Ormuz e o possível impacto desses fatores”, disse Katayama a repórteres. Questionada se a intervenção cambial foi explicitamente abordada, Katayama evitou confirmar. No entanto, ela ressaltou que o Japão e os Estados Unidos compartilham um entendimento mútuo firme de que medidas decisivas serão tomadas, se necessário. “Isso permanece totalmente inalterado”, disse ela. “Tendo como pano de fundo as diversas mudanças no ambiente econômico global, tivemos discussões construtivas, e sinto que nossos pontos de vista estão muito alinhados.”
update 8h40
Kospi: bolsa da Coreia do Sul desaba 10% e tem circuit breaker com queda de techs
Kazimir diz que próximos passos do BCE dependerão de dados, mas direção é clara
Os danos causados pelo conflito no Oriente Médio não podem ser sanados da noite para o dia e o Banco Central Europeu ainda tem trabalho a fazer, afirmou na terça-feira Peter Kazimir, membro do BCE. O BCE elevou as taxas de juros neste mês para evitar que os preços mais altos da energia aumentassem as expectativas de inflação no longo prazo, e os mercados financeiros preveem pelo menos mais uma alta ainda este ano, mesmo com os preços da energia tendo caído bem abaixo das máximas recentes. “Acho que a direção está clara e acho que ainda temos trabalho a fazer”, disse ele em uma coletiva de imprensa do banco central da Eslováquia. “Criamos uma posição muito boa com a decisão de aumento das taxas em junho para podermos reagir quando for necessário.” Questionado sobre os desdobramentos nas negociações de paz entre os Estados Unidos e o Irã, ele disse que, em princípio, nada mudou para ele. Kazimir disse que será importante acompanhar os próximos dados, incluindo os de inflação de junho, e estar atento a quaisquer sinais de efeitos secundários que não constem nos dados no momento, mas que possam ser percebidos. (Reuters)
update 8h34
Inflação na zona do euro pode permanecer alta mesmo com acordo de paz, afirma economista-chefe do BCE
A inflação na zona do euro pode permanecer acima da meta de 2% do Banco Central Europeu (BCE) por algum tempo, mesmo que a paz no Oriente Médio se mantenha, mas esse choque ainda assim exige apenas uma resposta moderada da política monetária, afirmou nesta terça-feira o economista-chefe do BCE, Philip Lane. O BCE elevou as taxas de juros neste mês para evitar que os preços mais altos da energia impulsionassem as expectativas de inflação de longo prazo, e os mercados financeiros preveem pelo menos mais um aumento até o final do ano, mesmo com os preços da energia tendo caído bem abaixo das máximas recentes. Em discurso aos parlamentares europeus em Bruxelas, Lane disse que a inflação pode permanecer bem acima da meta até o primeiro semestre de 2027, depois de ter ultrapassado os 3% no mês passado. “Embora os recentes avanços rumo a uma resolução do conflito no Oriente Médio sejam bem-vindos, a incerteza continua elevada e há riscos contínuos de que a inflação permaneça acima de nossa meta de médio prazo de 2% por um bom tempo”, disse Lane.
update 8h33
Investidores de infraestrutura devem ampliar aportes na Colômbia após eleição
Levantamento do GRI Institute com líderes do setor mostra que a maioria planeja expandir investimentos no país, enquanto parte aguardava a definição eleitoral antes de novos aportes.
update 8h32
EUA suspendem sanções contra Irã; Trump adverte Teerã de que precisa cumprir acordo
Os Estados Unidos suspenderam as sanções contra o Irã por 60 dias a partir de segunda-feira, após as primeiras negociações no âmbito de um acordo de paz em fase inicial, e o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que “fará o que for preciso” caso o Irã não cumpra sua parte no acordo. O vice-presidente dos EUA, JD Vance, disse que as negociações com autoridades iranianas na Suíça estabeleceram uma boa base para um acordo de paz definitivo, mas o Irã negou ter iniciado discussões sobre seu programa nuclear ou concordado em convidar inspetores da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) a retornarem ao país. O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Esmail Baghaei, afirmou na terça-feira que as autoridades iranianas não haviam se reunido com o chefe da AIEA, Rafael Grossi, na Suíça, e não tinham planos de permitir que a agência nuclear da ONU inspecionasse as instalações nucleares danificadas do Irã. Os dois lados, buscando dar continuidade ao acordo provisório assinado na semana passada após mais de três meses de guerra, chegaram a um acordo sobre um roteiro para um pacto permanente dentro de 60 dias nas negociações realizadas no resort de montanha suíço de Buergenstock, informaram os mediadores Paquistão e Catar.
update 8h28
Vance diz que negociações criaram “boa base” para acordo definitivo com o Irã
O acordo provisório para encerrar os combates no Irã, assinado na semana passada, estabelece um prazo de 60 dias para negociações sobre temas centrais.
update 8h25
Axia Energia aprova 9ª emissão de debêntures no montante de R$800 mi
update 8h23
PF faz operação e bloqueia até R$ 670 milhões ligados ao banco de Edir Macedo
Investigação aponta manipulação de balanços para ocultar a situação financeira do banco e apura operações consideradas irregulares em benefício da controladora.
update 8h20
Barris de petróleo oscilam e minério de ferro salta 2%
Os preços do petróleo operam mistos, à medida que os investidores demonstraram um otimismo cauteloso em relação ao fim do conflito no Oriente Médio. As cotações do minério de ferro na China fecharam em baixa, pressionados pelas perspectivas de aumento das remessas dos principais fornecedores no período que antecede o final do segundo trimestre e pela queda sazonal na demanda por aço.
Petróleo WTI, -0,01%, a US$ 73,84 o barril
Petróleo Brent, -0,04%, a US$ 77,87 o barril
Minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, +2,33%, a 811,50 iuanes (US$ 118,14)
update 8h18
Bolsas da Ásia encerram dia em queda
Os mercados da Ásia-Pacífico fecharam em baixa, com as ações sul-coreanas liderando as perdas da região. As ações da SK Hynix e da Samsung Electronics caíram mais de 4% cada, evidenciando a dependência do mercado em relação ao setor de inteligência artificial, que impulsionou grande parte da alta deste ano.
Shanghai SE (China), -1,37%
Nikkei (Japão): -3,55%
Hang Seng Index (Hong Kong): -1,82%
Nifty 50 (Índia): -0,87%
ASX 200 (Austrália): -0,33%
update 8h16
Bolsas da Europa operam em baixa
As ações europeias caem na abertura do pregão desta terça, acompanhando uma onda de vendas global centrada em ações de tecnologia. As ações de tecnologia europeias caíram 2,7% no início do pregão, com as ações regionais de semicondutores registrando algumas das maiores quedas na região.
STOXX 600: -0,88%
DAX (Alemanha): -1,09%
FTSE 100 (Reino Unido): -0,75%
CAC 40 (França): -1,18%
FTSE MIB (Itália): -1,07%
update 8h13
EUA: índices futuros têm forte queda com onda de venda de ações de tecnologia
Os índices futuros dos EUA operam em baixa nesta terça-feira (23), pressionados por uma onda de vendas de ações de tecnologia, liderada por uma retração nas ações de fabricantes de chips que estiveram na vanguarda de uma alta sem precedentes impulsionada pela inteligência artificial. A pressão sobre o setor ocorre após as perdas registradas na sessão anterior pelas gigantes de tecnologia dos EUA, diante de questionamentos sobre a capacidade de empresas de hiperescala, como a Alphabet, de justificar os elevados investimentos em IA. No mercado corporativo, as ações da SpaceX recuaram ao menor nível desde sua estreia nas negociações secundárias, após a companhia iniciar uma oferta de títulos com grau de investimento. No cenário geopolítico, investidores seguem monitorando as negociações entre Estados Unidos e Irã. Apesar de relatos apontarem avanços nas conversas, a incerteza sobre os desdobramentos do diálogo continua sustentando a cautela nos mercados globais.
Dow Jones Futuro: -0,49%
S&P 500 Futuro: -1,38%
Nasdaq Futuro: -2,73%
update 8h10
Ata/BC: O Copom decidiu reduzir a taxa básica de juros para 14,25% a.a., e entende que essa decisão é compatível com a estratégia de convergência da inflação para o redor da meta
Sem prejuízo de seu objetivo fundamental de assegurar a estabilidade de preços, essa decisão também implica suavização das flutuações do nível de atividade econômica e fomento do pleno emprego.
update 8h08
Ata/BC: No contexto atual de incerteza em níveis historicamente elevados, com riscos assimétricos na direção altista para os preços, o Comitê reitera que a magnitude do ciclo de calibração será ajustada à luz da evolução do cenário, de forma a assegurar a convergência da inflação à meta
update 8h07
Ata/BC: O Comitê debateu que esse conjunto de resultados deve ser ponderado à luz das melhores práticas de política monetária, recomendando não reagir integralmente a variações de preços decorrentes de choques de oferta
update 8h07
Ata/BC: O Comitê julgou como mais adequadas, nesse momento, trajetórias de Selic menos discrepantes às presentes na Focus, QPC e precificação da política monetária, por evitarem induzir volatilidade excessiva nos preços dos ativos financeiros e agregados macroeconômicos
Segundo o BC, essas trajetórias contemplavam cenários com combinações de diferentes momentos de pausa e retomada do ciclo de calibração. Nesse caso, as flutuações de produto se mostraram menores, com a inflação convergindo para a meta no primeiro trimestre de 2028.
update 8h06
Ata/BC: o período prolongado de manutenção da taxa básica de juros em patamar contracionista propiciou evidências da transmissão da política monetária sobre a desaceleração da atividade econômica
update 8h06
Ata/BC: o Comitê avaliou que os riscos para a inflação, tanto de alta quanto de baixa, permanecem mais elevados que o usual, com assimetria altista
update 8h05
Ata/BC: Para além dos efeitos dos conflitos, mantém-se, de um lado, a interpretação de uma inflação pressionada pela demanda e que requer uma política monetária contracionista e, de outro, a interpretação de que a política monetária tem contribuído de forma determinante para a desinflação observada
update 8h04
Ata/BC: Desde a reunião anterior ficou evidente uma desancoragem adicional das expectativas de inflação para horizontes mais longos, em particular para o ano de 2028
O Comitê avalia que perseverança, firmeza e serenidade na condução da política monetária favorecerão a continuidade desse movimento, importante para a convergência da inflação à meta com menor custo. A principal conclusão obtida, e compartilhada por todos os membros do Comitê, foi a de que, em um ambiente de expectativas desancoradas, como é o caso do atual, exige-se uma restrição monetária maior e por mais tempo do que outrora seria apropriado.
update 8h04
Ata/BC: O Comitê reafirma a visão de que o esmorecimento no esforço de reformas estruturais e disciplina fiscal, o aumento de crédito direcionado e as incertezas sobre a estabilização da dívida pública têm o potencial de elevar a taxa de juros neutra da economia
O Comitê mantém a firme convicção de que as políticas devem ser previsíveis, críveis e anticíclicas. Em particular, o debate do Comitê reforça, novamente, a necessidade de políticas fiscal e monetária harmoniosas.
update 8h02
Ata/BC: Em relação ao cenário doméstico, o conjunto dos indicadores mostra aceleração da atividade econômica no primeiro trimestre do ano
O BC destaca que, nas divulgações mais recentes, a inflação cheia e as medidas subjacentes aceleraram, distanciando-se adicionalmente da meta para a inflação, superando seu limite superior na última leitura.
update 8h01
Ata/BC: O ambiente externo permanece incerto em função da indefinição sobre os termos do acordo para cessar os conflitos armados no Oriente Médio
update 8h00
Abertura de mercados
Investidores nacionais devem focar nesta terça-feira a ata da última reunião do Banco Central em busca de esclarecimentos sobre a comunicação da autoridade monetária. O BC divulga o documento às 8h depois de ter cortado a Selic na semana passada em 25 pontos-base, para 14,25% ao ano, adotando um discurso “dovish” em seu comunicado, o que gerou forte reação negativa dos investidores. A leitura foi de que o BC preparou o terreno para novo corte de 25 pontos em agosto, ainda que as expectativas de inflação estejam piorando. Parte do mercado espera que o Copom corrija sua comunicação na ata. Na véspera, a pesquisa Focus do BC mostrou que a projeção para a taxa Selic no fim deste ano foi de 13,75% para 14,00%, com os especialistas esperando apenas mais um corte em agosto. No exterior, as expectativas de aumentos iminentes da taxa de juros pelo Federal Reserve e as preocupações com o aumento dos gastos corporativos em inteligência artificial afetavam o sentimento. Os futuros do petróleo Brent caíram ligeiramente para abaixo de US$76 por barril (LCOc1) pela primeira vez desde o início de março, e os investidores agora estão focados no que a disparada dos preços da energia significará para a política monetária dos bancos centrais. (Reuters)
update 7h54
Principais índices em Nova York fecharam sessão de forma mista
Investidores em Wall Street voltaram do feriadão sem demonstrar muita animação. Começaram se assustando com as tensões entre EUA e Irã voltando a aumentar no final de semana, quando os iranianos avisaram que fecharam novamente o Estreito de Oermuz, por conta de novos ataques de Israel ao Líbano. Mas as coisas acalmaram quando, no próprio domingo, surgiram imagens dos governos os EUA e do Irã trocando apertos de mão e sorrisos, em encontro na Europa. Os preços do petróleo recuaram com alguma amplitude. Tom Lee, da Fundstrat Global Advisors, acredita que diversos catalisadores podem impactar o mercado no futuro, citando a implementação de forças-tarefa no Federal Reserve e os impactos na cadeia de suprimentos decorrentes do fechamento do Estreito de Ormuz, mas que o cenário permanece positivo. “Ainda acreditamos que haverá uma mudança abrupta nas condições de mercado ainda este ano, algo muito semelhante a um mercado em baixa, mas não queremos afirmar que o mercado atingiu o topo”, disse à CNBC. “Acho que as condições ainda são favoráveis para as ações”. O problema maior foram as ações de tecnologia, que caíram em sua maioria e puxaram o Nasdaq o S&P 500 para baixo.
Dia (%)
Pontos
Dow Jones
+0,29
51.712,53
S&P 500
-0,37
7.473,04
Nasdaq
-1,33
26.166,60
update 7h50
Dólar comercial terminou ontem com baixa de 0,46%
O dólar comercial emendou a segunda queda frente ao real, após a baixa da sexta-feira (19). O movimento foi na direção contrária da moeda norte-americana ante outras divisas de países emergentes, com o DXY, o índice dólar, com mais 0,17%, aos 101,03 pontos.
Venda: R$ 5,141
Compra: R$ 5,141
Mínima: R$ 5,123
Máxima: R$ 5,160
update 7h45
Ibovespa terminou ontem com alta de 1,21%, aos 170.370,38 pontos
Máxima: 170.749,76
Mínima: 168.326,26
Diferença para a abertura: +2.036,77 pontos
Volume: R$ 23,90 bilhões
Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:
Segunda-feira (22): +1,21%
Semana: +1,21%
Junho: -1,91%
2T26: -7,91%
2026: +6,70%
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O Ibovespa Futuro opera em alta nos primeiros negócios desta quarta-feira (17), com atenções voltadas para as decisões de política monetária do Federal Reserve (Fed), nos Estados Unidos, e do Comitê de Política Monetária (Copom). Às 9h06 (horário de Brasília), o contrato com vencimento em junho subia 0,22%, aos 169.845 pontos.
O Federal Reserve realiza sua primeira reunião sob o comando de Kevin Warsh e deve manter a taxa básica inalterada, em meioa uma inflação ainda elevada que limita o espaço para afrouxamento.
No Brasil, as atenções se voltam ao Copom, com o mercado projetando um corte de 0,25 ponto percentual da Selic, para 14,25%, embora uma pausa não esteja descartada diante da piora do cenário externo, da alta do petróleo e da deterioração das expectativas deinflação. O tom do comunicado será decisivo para calibrar as apostas dos próximos passos.
Em Wall Street, o Dow Jones Futuro subia 0,02%, S&P Futuro avançava 0,02% e Nasdaq Futuro tinha alta de 0,32%.
Dólar, exterior e commodities
O dólar futuro operava com queda de 0,13%, aos R$ 5,100.
Os mercados da Ásia-Pacífico fecharam majoritariamente em alta nesta quarta, com o índice Nikkei 225, do Japão, atingindo um novo recorde histórico.
Os preços do petróleo operam em alta, apagando parte das perdas da sessão anterior, enquanto os investidores avaliavam o acordo de paz entre os EUA e o Irã.
As cotações do minério de ferro na China fecharam em baixa, com as fortes chuvas na China reduzindo a demanda por aço e insumos siderúrgicos, enquanto o sentimento também foi afetado por discussões em uma conferência do setor em Cingapura, que sugeriram que o apetite chinês por essas commodities dificilmente melhorará.
Por aqui, o noticiário corporativo chamou a atenção dos investidores. A privatização da Copasa (CSMG3)movimentou R$ 8,3 bilhões, considerando o lote principal. Esta foi a segunda maior privatização do setor de saneamento no Brasil feita em bolsa, atrás apenas a da Sabesp, em 2024, que movimentou quase R$ 15 bilhões.
Na operação, as ações foram precificadas a R$ 49,303 cada, valor acima dos R$ 47,23 mínimos estabelecidos pelo Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais (TCE-MG).
O cenário eleitoral também continuou no radar com uma nova rodada de pesquisa de intenção de votos.
O presidente chegou a 44% das intenções de voto, ante 42% no levantamento de maio, e venceria o senador, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, que recuou de 41% para 38%.
Já entre os dados, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do país, subiu 0,58% em maio, uma desaceleração frente ao avanço de 0,67% no mês passado.
No acumulado dos 12 meses, a inflação subiu 4,72% — acima da meta perseguida pelo Banco Central (BC) de 3%, com uma margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos.
Os investidores mantiveram a aposta manutenção da Selic em 14,50% ao ano na próxima decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central. Perto do fechamento, a curva de juros futuros precificava 68% de Selic estável em 17 de junho.
Já nos EUA, o mercado voltou a precificar uma elevação nos juros pelo Federal Reserve (Fed, o Banco Central dos EUA) apenas em dezembro.
Para a próxima decisão do Comitê Federal do Mercado Aberto (FOMC, na sigla em inglês), a ferramenta FedWatch, do CME Group, precificava 98,6% de chance de juros inalterados na faixa de 3,50% a 3,75% na próxima quarta-feira (17), no fechamento de ontem (12).
Expectativa de acordo entre EUA e Irã
Na última quinta-feira (11), o presidente norte-americano,Donald Trump, cancelou novos ataques planejados contra o Irã e anunciou o avanço ns negociações para um acordo de paz.
Trump disse que “as discussões e os pontos finais” foram aprovados pelos Estados Unidos, Israel, Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Catar, Turquia, Paquistão, Barein, Kuweit, Jordânia, Egito e outros.
A expectativa é de que a assinatura do memorando entre EUA e Irã aconteça amanhã (14).
Cury (CURY3) liderou os ganhos do Ibovespa nesta semana com revisão positiva de banco para a companhia.
Na última terça-feira (9), o Santander elevou o preço-alvo das ações CURY3 para o fim de 2026, de R$ 49 para R$ 52, e elegeu a companhia como sua principal escolha (top pick) no setor de construção civil.
O Ibovespa (IBOV) engatou uma oitava semana consecutiva de perdas, a maior sequência desde o lançamento do Plano Real, em 1994, com incertezas sobre os conflitos no Oriente Médio e risco político no cenário doméstico.
Por aqui, o novo ‘tarifaço’ do governo Trump concentrou as atenções do mercado. Na última terça-feira (2), o Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) recomendou a implementação de uma tarifa de 25% sobre produtos importados do Brasil visto que determinadas práticas brasileiras seriam consideradas injustas com empresas norte-americanas.
No dia seguinte, a Casa Branca ameaçou impor uma nova taxa de 12,5% a importações de 60 países, incluindo o Brasil. Caso seja aplicada, a nova cobrança, de 12,5%, se somaria aos 25% anunciados anteriormente.
Além disso, os EUA oficializaram a classificação das facções Comando Vermelho (CV) e Primeiro Comando da Capital (PCC) como ‘organizações terroristas’, em publicação no Diário Oficial norte-americano. A decisão, anunciada em 28 de maio, foi assinada pelo secretário de Estado do país, Marco Rubio.
Na avaliação da Eurasia, a medida traz riscos econômicos imediatos para empresas e instituições financeiras do Brasil. Contudo, a analista Julia Thomson, em entrevista ao Money Times, afirmou que considera “improvável” alguma grande medida ou sanção contra alguma instituição financeira brasileira — pelo menos, por ora.
Dados nos EUA também mexeram com a expectativa de juros por lá e por aqui. O payroll, principal relatório do mercado de trabalho norte-americano, apontou a criação de 172 mil empregos em maio, bem acima do esperado pelo mercado. Os economistas consultados pela Reuters esperavam a criação de 85 mil vagas no mês.
Após orelatório, o mercado voltou a precificar uma elevação nos juros pelo Federal Reserve (Fed, o Banco Central dos EUA) no segundo semestre deste ano.
No Brasil, os investidores passaram a apostar na manutenção da Selic em 14,50% ao ano na próxima decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central. Perto do fechamento, a curva de juros futuros precificava 68% de Selic estável em 17 de junho.
Tensões no Oriente Médio continuam
No início da semana, Israel e Líbano firmaram um novo cessar-fogo. Já as negociações de paz entre Estados Unidos e Irã seguem ‘travadas’.
Nesta sexta-feira (5), Mohsen Rezaei, conselheiro militar do Líder Supremo do Irã, afirmou que “as negociações estão num impasse e [o presidente dos EUA, Donald] Trump precisa romper esse impasse”, em entrevista à CNN.
Segundo ele, sem acordo, o país persa pode expandir a guerra para o Oceano Índico e atacar outras bases militares dos EUA.
As falas aconteceram após os EUA anunciarem novas sanções relacionadas ao Irã, concentradas em entidades, indivíduos e navios-tanque de gás GLP.
Entre as 12 entidades designadas, estão cinco sediadas nas Ilhas Marshall, quatro nos Emirados Árabes Unidos e uma na China, de acordo com detalhes publicados no site do departamento. Seis embarcações foram visadas, incluindo quatro navios-tanque com bandeira do Panamá.
A ponta positiva do Ibovespa foi liderada por Copasa (CSMG3), em meio ao avanço do processo de privatização da companhia.
Na última quinta-feira (4), a Itaúsa (ITSA4) informou que a Livorno Participações — consórcio formado pelos acionistas de referência da Aegea, incluindo a própria Itaúsa, o fundo soberano de Cingapura GIC e a Equipav — decidiu não apresentar uma nova proposta para adquirir uma participação de 30% do capital.
Segundo a proposta apresentada pela companhia, o compromisso é investir R$ 49,03 por ação na alocação prioritária, o equivalente a aproximadamente R$ 5,59 bilhões considerando a totalidade dos papéis dessa etapa.
A Copasa informou também que a Equatorial manifestou interesse em uma eventual alocação adicional de até 48 milhões de ações remanescentes da oferta profissional. Com isso, o montante máximo potencial de investimento pode alcançar cerca de R$ 7,95 bilhões.
Nas contas do JP Morgan, as ações da empresa mineira podem se valorização mais 10% se a privatização se confirmar. O cálculo do banco tem como referência o prêmio de risco atribuído à Sabesp após a desestatização.
Confira as maiores altas do Ibovespa entre 1 e 5 de maio:
CÓDIGO
NOME
VARIAÇÃO SEMANAL
CSMG3
Copasa ON
7,19%
GOAU4
Metalúrgica Gerdau ON
3,67%
BRAV3
Brava Energia ON
3,60%
GGBR4
Gerdau PN
2,37%
KLBN11
Klabin units
2,22%
USIM5
Usiminas PNA
1,90%
EGIE3
Engie ON
1,63%
RAIL3
Rumo ON
1,60%
CMIG4
Cemig PN
1,30%
TIMS3
Tim ON
0,78%
Fonte: B3/Broadcast
Já a ponta negativa do Ibovespa foi liderada por Braskem (BRKM5) pela segunda semana consecutiva.
A gestora de private equity IG4 e a Petrobras (PETR4) se tornaram co-controladores da petroquímica, concluindo um negócio assinado em abril.
Sob a nova estrutura de controle, a IG4, por meio do fundo de investimento Shine, deterá 50,1% das ações com direito a voto da Braskem, enquanto a Petrobras terá 47%. A Novonor, controladora anterior, manterá 4% das ações sem direito a voto.
Já na sexta-feira, a companhia afirmou que não tomou qualquer decisão formal sobre uma eventual recuperação extrajudicial ou outras medidas de reestruturação financeira.
A petroquímica ainda declarou que as análises para a otimização da estrutura continuam em andamento e as conversas com assessores de credores estão avançando.
Entre os dados, l, o déficit em transações correntes totalizou US$ 6,036 bilhões em março, com o déficit acumulado em 12 meses totalizando o equivalente a 2,71% do Produto Interno Bruto (PIB), segundo dados do Banco Central.
A expectativa em pesquisa da Reuters com especialistas era de um saldo negativo de US$ 5,489 bilhões no mês. No mesmo período do ano anterior houve déficit de US$ 2,930 bilhões.
Na próxima semana, os investidores devem concentrar as atenções nas decisões de política monetária. No Brasil, a expectativa é um novo corte de 0,25 ponto percentual nos juros, levando a Selic para 14,50% ao ano. Já nos EUA, o mercado espera a manutenção dos juros na faixa de 3,50% a 3,75% ao ano.
De olho no Oriente Médio
No início da semana, a tensão entre Estados Unidos e Irã aumentou após o novo fechamento do Estreito de Ormuz, afetando o fluxo global de petróleo.
Já na quinta-feira (23), Líbano e Israel fecharam mais um acordo temporário. Os dois países estenderam seu cessar-fogo por três semanas após uma reunião de alto nível na Casa Branca, segundo o presidente norte-americano, Donald Trump.
As expectativas de uma nova rodada de negociações entre Washington e Teerã ganharam força na reta final da semana. Na sexta-feira (24), a secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, disse a jornalistas que Trump planejava mandar os enviados especiais Steve Witkoff e Jared Kushner para negociações com Araqchi em Islamabad, e a dupla partirá ao Paquistão na manhã deste sábado (25).
Sobe e desce do Ibovespa
A ponta positiva do Ibovespa foi liderada por Hapvida (HAPV3), que avançou por quatro sessões consecutivas e superou a cotação de R$ 14 pela primeira vez desde janeiro.
Na última quinta-feira, a companhia informou que os acionistas controladores passaram a deter 55,4% do capital social da empresa. Se forem excluídas em ações em tesouraria, a participação agregada dos acionistas corresponde a 58,62%.
Na visão de analistas, a movimentação da família fundadora é uma sinalização de alinhamento e confiança na companhia.
Confira a seguir as altas do Ibovespa entre 20 e 24 de abril:
CÓDIGO
NOME
VARIAÇÃO SEMANAL
HAPV3
Hapvida ON
15,21%
USIM5
Usiminas PNA
5,55%
PETR3
Petrobras ON
3,88%
RECV3
PetroReconcavo ON
3,46%
PETR4
Petrobras PN
3,19%
SBSP3
Sabesp ON
2,15%
PRIO3
PRIO ON
1,57%
ENEV3
Eneva ON
1,52%
GGBR4
Gerdau PN
1,07%
VBBR3
VIBRA energia ON
0,27%
Já a ponta negativa do Ibovespa foi liderada por C&A (CEAB3), com pressão da curva de juros futuros em meio à incertezas quanto aos impactos da guerra no Irã na política monetária e consumo dos brasileiros.
Na última segunda-feira (20), a companhia reportou lucro líquido de R$ 11,5 milhões em fevereiro, abaixo dos R$ 30,2 milhões registrados no mesmo mês do ano passado.
Os prêmios emitidos aumentaram de R$ 185,9 milhões em fevereiro de 2025 para R$ 399,4 milhões, assim como os prêmios retidos – de R$ 97,1 milhões para R$ 205,6 milhões – e os prêmios ganhos – de R$ 227,2 milhões para R$ 265,5 milhões.
O resultado de “underwriting”, porém, ficou em R$ 19,8 milhões, contra os R$ 23,2 milhões registrados um ano antes.
O índice de sinistralidade do IRB(Re) passou de 63,9% para 73,6% na base anual.
O Safra clasificou o resultado como “negativo”. Os analistas Daniel Vaz, Maria Luisa Guedes e Rafael Nobre destacaram que o lucro líquido vem caindo desde dezembro, situando-se agora em R$ 460 milhões.
“Isso torna as projeções de consenso para 2026, atualmente em torno de R$ 600 milhões, uma meta difícil de ser alcançada, embora reconheçamos a volatilidade dos números mensais e um melhor desempenho de prêmios emitidos no início do ano”, escreveram em relatório divulgado.
Eles ainda consideraram o lucro líquido de R$ 29 milhões no acumulado no trimestre até fevereiro “decepcionante”.
O Safra mantém a recomendação neutra para IRBR3 com preço-alvo de R$ 61 em dezembro deste ano – o que representa um potencial de valorização de 5% sobre o preço de fechamento anterior. Na última segunda-feira (20), as ações encerraram o dia cotadas a R$ 58,30.
O Ibovespa (IBOV) engatou a segunda semana consecutiva de perdas e começou o mês de março em tom negativo com a escalada das tensões geopolíticas. A temporada de balanços e dados locais ficaram em segundo plano.
O cenário externo ‘roubou as atenções’. No último sábado (28), os Estados Unidos em conjunto com Israel atacaram o Irã, com a confirmação da morte do líder supremo, aiatolá Ali Khamenei, e o fechamento do Estreito de Ormuz, controlado pelo país persa – sendo uma das rotas marítimas mais estratégicas do mundo para o transporte de petróleo.
Em reação, os preços do petróleo Brent dispararam 27% nesta semana, sem qualquer expectativa de retomada do trágefo no Estreito e tratativas de um cessar-fogo.
Ontem (6), o presidente dos Estados Unidos Donald Trump exigiu a “rendição incondicional” do Irã. Os comentários foram realizados horas depois de o presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, anunciar que “alguns países “haviam iniciado os esforços de mediação, um dos primeiros sinais de qualquer iniciativa diplomática para encerrar o conflito.
Desde janeiro, a aposta majoritária era de redução de 0,50 ponto percentual na reunião deste mês, com a sinalização de início de afrouxamento monetário pelo BC.
Os dados, por sua vez, ficaram sem segundo plano. Entre eles, o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro cresceu 0,1% no quarto trimestre de 2025 (4T25). O crescimento econômico acumulado em 2025 foi de 2,3%, em linha com o esperado.
Já o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) mostrou a criação de 112.334 vagas formais de trabalho em janeiro, acima do esperado pelos economistas. Segundo a Reuters, a expectativa era de criação de 92 mil postos de trabalho com carteira assinada no mês.
Sobe e desce do Ibovespa
A ponta positiva do Ibovespa foi liderada por Braskem(BRKM5). Na sexta-feira (6), o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou a transferência do controle da petroquímica para a gestora IG4 Capital, que pertencia à Novonor (ex-Odebrecht).
O destaque, porém, foi Petrobras (PETR4), um dos pesos-pesados do principal índice da bolsa brasileira.
Os papéis PETR3 e PETR4 subiram 7% na semana, com ganhos acumulados apenas no último pregão, em reação ao balanço do quarto trimestre (4T25), ao anúncio de dividendos e à disparada do petróleo.
Entre outubro e novembro, a petroleira registrou lucro líquido de R$ 15,6 bilhões, revertendo o prejuízo de R$ 16,9 bilhões registrado no mesmo período do ano anterior. Na comparação com o terceiro trimestre, porém, o resultado representa uma queda significativa frente aos R$ 32,8 bilhões apurados.
A ‘turbulência’ geopolítica na primeira semana de março fez com que apenas oito ações encerrassem em alta, das 85 que compõem a carteira teórica do Ibovespa.
Confira a seguir as altas do Ibovespa entre 2 e 6 de março:
CÓDIGO
NOME
VARIAÇÃO SEMANAL
BRKM5
Braskem PN
30,34%
PRIO3
PRIO ON
8,99%
PETR3
Petrobras ON
7,14%
PETR4
Petrobras PN
7,07%
BRAV3
Brava Energia ON
5,85%
RECV3
PetroReconcavo ON
4,46%
UGPA3
Ultrapar ON
2,44%
VBBR3
VIBRA energia ON
2,14%
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Já a ponta negativa foi encabeçada por CSN (CSNA3). Segundo notícias, a companhia avançou em negociações e caminha para concluir empréstimo com um grupo de bancos, linha que tem as ações da CSN Cimentos entre as garantias.
O montante envolvido varia de US$ 1,35 bilhão a US$ 1,5 bilhão. O valor final ainda depende de discussões que acontecem em torno dos termos do empréstimo, envolvendo juros e mais garantias, disseram pessoas a par das conversas. Uma delas afirmou que a perspectiva para a conclusão do empréstimo em março é positiva.
É um massacre. Enquanto o Ibovespa sobe 30% no ano, o grosso dos BDRs das sete companhias mais valiosas dos EUA amargam quedas. Em alguns casos, duras quedas.
BDRs, vale lembrar, são “recibos” de ações gringas. Você negocia na B3 em reais, como se fossem papéis brasileiros. E eles refletem a variação das ações para valer, aquelas negociadas em Nova York.
Esses papéis também flutuam ao sabor do câmbio – já que ações americanas são precificadas em moeda americana, lógico. As quedas do dólar puxam os BDRs para baixo. E haja queda. No ano, as notas verdes cedem 15,5%. E o cenário que temos é o seguinte:
O tombo da moeda americana cria distorções interessantes. A Alphabet vai bem, obrigado – até a Berkshire, que não tem comprado quase nada, fez uma fezinha de US$ 5 bilhões na dona do Google. A alta, na bolsa americana, é de 50,1% ano ano. Em reais, porém, a alta se restringe a 26,4%.
A Nvidia, rainha da IA, também segue testando limites, você sabe. Em julho, virou a primeira empresa a romper a barreira dos US$ 4 trilhões em valor de mercado. No final de outubro, inaugurou o patamar dos US$ 5 trilhões. Desde lá, Nvidia cai 12% (US$ 600 bilhões) – e o termo “bolha da IA” entrou de vez para o léxico popular do planeta. Mesmo assim, ela ainda sobe 35% no ano. Em reais, perém, a alta é menos gráfica: 14,5%.
E daí para baixo é todo mundo debaixo d’água: Microsoft (-0,8%), Apple (-8%), Meta (-13,8%) Amazon (-14,1%), Tesla (-17,2%).
Mas o dólar não é o único vilão, claro. À parte a Microsoft, que sobe razoáveis 17,1% em sua moeda natal, o cenário é modorrento, com Apple abaixo dos 10%; e Amazon, Meta e Tesla praticamente no zero a zero. Aqui:
Não é novidade: tem crescido entre investidores a percepção de que a bolsa americana está cara. E na letra fria dos dados está mesmo.
Sabe-se se uma bolsa está cara quando você olha o P/L (preço sobre lucro). Você soma o valor de mercado de todas as empresas do índice e divide pelo lucro que elas deram nos últimos 12 meses.
Se essa divisão dá 10, por exemplo, significa que as empresas valem, na média, 10 anos do lucro que elas propiciam hoje. Quanto dá o do S&P 500? 27,6. É mais do que a média dos últimos 10 anos, 22,8. E bem mais do que série de longo prazo (desde 1950), de 19.
No Brasil é o contrário. P/L de 8,6, contra uma média maior, de 10,5, para os últimos 20 anos.
Em outros países emergentes, a situação é parecida. E tal como o Brasil eles têm recebido mais dinheiro de fora. Tanto dinheiro que as bolsas de alguns países latino americanos estão até mais exuberantes do que a nossa no ano:
Mas o fato é que os movimentos de mercado e de câmbio se retroalimentam. Quando cresce o fluxo de dólares para as bolsas dos emergentes, aumenta a oferta de dólares nesses países. E a moeda americana desvaloriza. É justamente o que está acontecendo:
Seja como for, a negociação de BDRs é relativamente pequena na B3. Um levantamento da Quantum Finance mostra que as Mag 7 movimentam algo entre 100 mil e 200 mil negócios por dia. Trata-se de um patamar equivalente ao de empresas brasileiras menos expressivas, que ficam de fora do ranking das 100 mais negociadas.
Poucos países reagem tanto às decisões do Federal Reserve, o Banco Central dos Estados Unidos, quanto o Brasil. Quando os juros americanos caem, o dólar tende a perder força e investidores passam a buscar mercados onde há melhores opções de retorno. Nesse cenário, com a Selic ainda em 15%, o Brasil se torna um destino atrativo para parte desse capital. E, como consequência, a bolsa brasileira também ganha.
O efeito acontece em cadeia:
O Fed corta juros, o que diminui a atratividade dos produtos de renda fixa nos Estados Unidos.;
Em busca de melhores oportunidades de retorno, investidores estrangeiros trazem recursos para o Brasil e compram títulos de renda fixa, como títulos públicos, que pagam mais;
Com mais dólares chegando ao país, o real se valoriza e, ao mesmo tempo, melhora a percepção de risco do país no mercado;
A inflação sente o alívio do real mais valorizado e, com isso, o Banco Central brasileiro pode ganhar espaço para reduzir a Selic nos próximos anos;
Juros mais baixos no Brasil tendem a estimular consumo e investimentos, o que ajuda a impulsionar a bolsa.
Em 2025, o real já se valorizou cerca de 11% frente ao dólar, que hoje gira em torno de R$ 5,20. Essa força da moeda reforça o interesse de investidores em ativos locais e reduz pressões inflacionárias internas.
A experiência de outros ciclos reforça esse ponto: em períodos de queda de juros, o Ibovespa subiu em média 10% nos seis meses seguintes ao primeiro corte. Agora, o mercado projeta que a Selic siga elevada até o fim de 2025, mas comece a cair em 2026. E que termine o próximo ano em 12,25% e atinja 9,75% em 2027, segundo estimativas do Goldman Sachs.
Do lado externo, o Goldman também projeta que o Fed faça mais dois cortes em 2025 e outros dois em 2026, levando a taxa americana para algo entre 3% e 3,25% até meados de 2026. Essa trajetória define o ritmo de desvalorização do dólar e o tamanho do fluxo que pode chegar a emergentes como o Brasil.
Esse pano de fundo recoloca a bolsa brasileira no radar de grandes investidores globais. E cria oportunidades em diferentes setores. Analistas dividem essas ações brasileiras em dois blocos:
Cíclicas domésticas: companhias ligadas a crédito e consumo, como Localiza, Cyrela, BTG Pactual, Nubank, GPS e Smartfit.
Defensivas sensíveis a juros: empresas que mantêm receitas estáveis, mas aumentam margens com custo de financiamento mais baixo, como Eletrobras e Equatorial em energia, Copel e Sabesp em saneamento, Multiplan em shoppings e Rede D’Or na saúde.
Mas é bom lembrar que essa dinâmica positiva não elimina os riscos do cenário: as contas públicas brasileiras seguem pressionadas, a economia chinesa dá sinais de enfraquecimento e o ambiente geopolítico pode atrapalhar o fluxo de capital para emergentes.
Mesmo com essas incertezas, a combinação atual de Selic alta, bolsa negociada a múltiplos baixos e real mais valorizado coloca o Brasil em posição de destaque. Se a dinâmica observada em ciclos anteriores se repetir, o país pode novamente estar entre os maiores beneficiados pelo movimento de cortes de juros iniciado pelo Federal Reserve.