A Azzas 2154 informou nesta terça-feira (12) que foi surpreendida por um pedido judicial apresentado por Roberto Jatahy, acionista da companhia e responsável pela unidade de moda feminina do grupo.
Segundo a empresa, a ação diz respeito à gestão da unidade de moda masculina da companhia – área comandada pelo CEO Alexandre Birman.
A companhia não deu detalhes sobre o conteúdo do pedido judicial, mas afirmou que não espera impactos sobre a operação da companhia e que buscará acesso às informações da ação para avaliar as medidas cabíveis.
Segundo o jornal O Globo, Jatahy tenta barrar uma reorganização interna que tiraria a Reserva da estrutura sob sua influência dentro da Azzas.
Trata-se de um novo capítulo na relação conturbada entre Birman e Jatahy, que convivem com disputas internas sobre o poder na companhia.
A Azzas 2154 foi criada em 2024, a partir da fusão entre a Arezzo&Co, de Birman, e o Grupo Soma, de Jatahy, formando uma das maiores holdings de moda do país.
No ano passado, poucos meses após a conclusão da fusão, a companhia precisou lidar com especulações sobre um possível “divórcio” societário entre seus principais acionistas.
Em junho de 2025, os dois chegaram a um acordo e a empresa reestruturou sua governança.
A Oncoclínicas celebrou um termo de compromisso não vinculante com a Porto Seguro S.A. em 13 de março de 2026, estabelecendo os principais termos para a criação de uma nova sociedade, denominada NewCo.
A operação prevê a transferência de ativos de clínicas oncológicas pela Oncoclínicas e um aporte de R$ 500 milhões pela Porto Seguro, que deterá no mínimo 30% do capital social da nova empresa.
Segundo a rede hospitalar, a conclusão da operação está sujeita a várias condições, incluindo a finalização de negociações, due diligence pela Porto, e as aprovações regulatórias necessárias.
A NewCo também emitirá debêntures conversíveis em ações ordinárias, a serem subscritas pela Porto, com vencimento em 48 meses. A Oncoclínicas compromete-se a negociar exclusivamente com a Porto por 30 dias.
O Grupo Oncoclínicas é líder no setor de tratamento oncológico no Brasil, oferecendo serviços integrados como quimioterapia, radioterapia e diagnóstico. A empresa tem crescido por meio de aquisições e parcerias, consolidando sua presença em um segmento de alta demanda.
O mercado aguarda ainda uma negociação da Oncoclínicas com credores para o reperfilamento da sua dívida, que alcançou R$ 4 bilhões ao fim do terceiro trimestre, passando a representar 4,2 vezes o seu Ebitda.
Disclaimer: Este texto foi escrito por um agente de inteligência artificial a partir de informações oficiais e de bases de dados confiáveis selecionadas pelo InvestNews. O trabalho foi revisado pela equipe de jornalistas do IN antes de sua publicação.
A Oncoclínicas celebrou um termo de compromisso não vinculante com a Porto Seguro S.A. em 13 de março de 2026, estabelecendo os principais termos para a criação de uma nova sociedade, denominada NewCo.
A operação prevê a transferência de ativos de clínicas oncológicas pela Oncoclínicas e um aporte de R$ 500 milhões pela Porto Seguro, que deterá no mínimo 30% do capital social da nova empresa.
Segundo a rede hospitalar, a conclusão da operação está sujeita a várias condições, incluindo a finalização de negociações, due diligence pela Porto, e as aprovações regulatórias necessárias.
A NewCo também emitirá debêntures conversíveis em ações ordinárias, a serem subscritas pela Porto, com vencimento em 48 meses. A Oncoclínicas compromete-se a negociar exclusivamente com a Porto por 30 dias.
O Grupo Oncoclínicas é líder no setor de tratamento oncológico no Brasil, oferecendo serviços integrados como quimioterapia, radioterapia e diagnóstico. A empresa tem crescido por meio de aquisições e parcerias, consolidando sua presença em um segmento de alta demanda.
O mercado aguarda ainda uma negociação da Oncoclínicas com credores para o reperfilamento da sua dívida, que alcançou R$ 4 bilhões ao fim do terceiro trimestre, passando a representar 4,2 vezes o seu Ebitda.
Disclaimer: Este texto foi escrito por um agente de inteligência artificial a partir de informações oficiais e de bases de dados confiáveis selecionadas pelo InvestNews. O trabalho foi revisado pela equipe de jornalistas do IN antes de sua publicação.
A Sabesp anunciou na noite desta quinta-feira (12) que comprou 23,17% das ações ordinárias da Emae, participação que pertencia ao fundo Oceania, ligado ao controlador da Ambipar, Tércio Borlenghi Júnior. Os papéis representam 9,22% do capital total da companhia.
A antiga estatal paulista assumiu o controle da geradora de energia em outubro de 2025 por R$ 1,13 bilhão. A aquisição ocorreu após após a execução de uma dívida do fundo Phoenix Água e Energia, do empresário Nelson Tanure, cujas ações da Emae haviam sido dadas em garantia a credores que financiaram a aquisição da empresa no processo de privatização realizado em abril de 2024.
A nova aquisição foi fechada por R$ 171,6 milhões e será liquidada nesta sexta-feira (13). O preço pago corresponde ao valor da oferta pública de aquisição (OPA) lançada pela companhia, de R$ 49,47 por ação, atualizado pela Selic até chegar a R$ 50,38 por papel.
O Oceania tem como único ativo as ações da Emae. O fundo, anteriormente chamado de Arys, é associado a Borlenghi Júnior, controlador da Ambipar, que foi sócio de Tanure na aquisição da empresa em 2024. No fim de 2025, a Sabesp teria oferecido cerca de R$ 210 milhões pela participação do empresário, conforme noticiou o Valor Econômico.
A Sabesp anunciou na noite desta quinta-feira (12) que comprou 23,17% das ações ordinárias da Emae, participação que pertencia ao fundo Oceania, ligado ao controlador da Ambipar, Tércio Borlenghi Júnior. Os papéis representam 9,22% do capital total da companhia.
A antiga estatal paulista assumiu o controle da geradora de energia em outubro de 2025 por R$ 1,13 bilhão. A aquisição ocorreu após após a execução de uma dívida do fundo Phoenix Água e Energia, do empresário Nelson Tanure, cujas ações da Emae haviam sido dadas em garantia a credores que financiaram a aquisição da empresa no processo de privatização realizado em abril de 2024.
A nova aquisição foi fechada por R$ 171,6 milhões e será liquidada nesta sexta-feira (13). O preço pago corresponde ao valor da oferta pública de aquisição (OPA) lançada pela companhia, de R$ 49,47 por ação, atualizado pela Selic até chegar a R$ 50,38 por papel.
O Oceania tem como único ativo as ações da Emae. O fundo, anteriormente chamado de Arys, é associado a Borlenghi Júnior, controlador da Ambipar, que foi sócio de Tanure na aquisição da empresa em 2024. No fim de 2025, a Sabesp teria oferecido cerca de R$ 210 milhões pela participação do empresário, conforme noticiou o Valor Econômico.
A operadora de saúde Alliança Saúde informou nesta quarta-feira (11) que Isabella de Queiroz Sequeiros Tanure Corrêarenunciou ao cargo de presidente do conselho de administração na sexta-feira (10), por motivos pessoais.
Isabella é filha do investidor Nelson Tanure, que era controlador da Alliança até o começo de fevereiro, quando credores tomaram as ações na empresa de saúde dadas em garantia em outros financiamentos.
Segundo a companhia, já foi iniciado o processo de sucessão para a posição anteriormente ocupada pela executiva.
A Alliança Saúde atua na gestão de planos corporativos e soluções de saúde para empresas, oferecendo serviços de assistência médica e programas integrados de cuidado para organizações e seus funcionários.
Mudança de controle
No começo desse mês, o fundo de investimento Tessai, criado na semana passada, adquiriu o controle da empresa, assumindo 59,84% do capital da companhia.
O Tessai FIP é um fundo da gestora Geribá, focada em special situations, que comprou as ações que pertenciam até o mês passado ao empresário Nelson Tanure, quando credores tomaram os papéis dados em garantia aos credores.
Disclaimer: Este texto foi escrito por um agente de inteligência artificial a partir de informações oficiais e de bases de dados confiáveis selecionadas pelo InvestNews. O trabalho foi revisado pela equipe de jornalistas do IN antes de sua publicação.
A operadora de saúde Alliança Saúde informou nesta quarta-feira (11) que Isabella de Queiroz Sequeiros Tanure Corrêarenunciou ao cargo de presidente do conselho de administração na sexta-feira (10), por motivos pessoais.
Isabella é filha do investidor Nelson Tanure, que era controlador da Alliança até o começo de fevereiro, quando credores tomaram as ações na empresa de saúde dadas em garantia em outros financiamentos.
Segundo a companhia, já foi iniciado o processo de sucessão para a posição anteriormente ocupada pela executiva.
A Alliança Saúde atua na gestão de planos corporativos e soluções de saúde para empresas, oferecendo serviços de assistência médica e programas integrados de cuidado para organizações e seus funcionários.
Mudança de controle
No começo desse mês, o fundo de investimento Tessai, criado na semana passada, adquiriu o controle da empresa, assumindo 59,84% do capital da companhia.
O Tessai FIP é um fundo da gestora Geribá, focada em special situations, que comprou as ações que pertenciam até o mês passado ao empresário Nelson Tanure, quando credores tomaram os papéis dados em garantia aos credores.
Disclaimer: Este texto foi escrito por um agente de inteligência artificial a partir de informações oficiais e de bases de dados confiáveis selecionadas pelo InvestNews. O trabalho foi revisado pela equipe de jornalistas do IN antes de sua publicação.
A Smart Fit informou nesta quarta-feira (11) que projeta abrir entre 330 e 350 novas academias até o fim de 2026, mantendo um ritmo de expansão próximo ao registrado no ano anterior. Desse total, cerca de 80% das unidades devem ser próprias, segundo fato relevante divulgado pela companhia.
A previsão representa estabilidade em relação ao recorde de 341 academias adicionadas em 2025 e implica um crescimento anual da rede entre 16% e 17%. Ao final do quarto trimestre de 2025, a empresa contava com 2.084 academias, sendo 1.683 próprias, o equivalente a 81% do total.
De acordo com a companhia, a decisão de sustentar o ritmo de expansão está baseada na performance consistente das academias maduras e no forte crescimento das unidades inauguradas nos últimos anos. A empresa também destacou a disciplina na execução e na alocação de capital, a robustez da posição financeira e as condições favoráveis de mercado, incluindo um pipeline de oportunidades imobiliárias considerado atrativo.
Outro fator apontado é a crescente demanda pelo segmento fitness, impulsionada por tendências estruturais ligadas à saúde e bem-estar, o que reforça a alta escalabilidade do modelo de negócios da rede.
Fundada pelo empresário Edgard Corona, a Smart Fit se tornou a maior rede de academias da América Latina, com estratégia baseada em preços competitivos e grande escala de unidades.
Em termos financeiros, a empresa registro registrou lucro líquido de R$ 214,4 milhões no quarto trimestre, alta de 29,9% em relação ao mesmo período de 2024, segundo resultados divulgados pela companhia.
Dados financeiros
A receita líquida somou R$ 1,94 bilhão no trimestre, crescimento de 26,4% na comparação anual. Já o Ebitda atingiu R$ 934,1 milhões, avanço de 26,5%. Em termos ajustados, o indicador foi de R$ 610 milhões, alta de 25%.
No ano de 2025, o lucro da rede de academias alcançou R$ 640 milhões, mais de três vezes o registrado em 2024. A receita anual totalizou R$ 7,24 bilhões, representando um aumento de 176,6% em relação ao ano anterior.
Ao final do período, a empresa reportou dívida líquida de R$ 4,07 bilhões, acima dos R$ 2,99 bilhões registrados um ano antes. Mesmo assim, a alavancagem permaneceu controlada em 1,19 vez, medida pela relação entre dívida líquida e Ebitda.
Disclaimer: Este texto foi escrito por um agente de inteligência artificial a partir de informações oficiais e de bases de dados confiáveis selecionadas pelo InvestNews. O trabalho foi revisado pela equipe de jornalistas do IN antes de sua publicação.
A Oiinformou que a Justiça aprovou a publicação de edital para a venda judicial de uma unidade produtiva isolada (UPI) formada por ativos ligados à operação de serviços telefônicos da companhia.
Segundo fato relevante divulgado pela empresa, a decisão foi proferida em 9 de março no processo que tramita na 7ª Vara Empresarial da Comarca da Capital do Rio de Janeiro, no âmbito da recuperação judicial da operadora.
De acordo com a empresa, a chamada UPI Serviços Telefônicos reúne ativos relacionados a diferentes atividades da operação de telefonia fixa. Entre eles estão a prestação do serviço telefônico fixo comutado (STFC), a continuidade da oferta de serviços de voz fixa em 6.571 localidades onde a companhia atua como operadora de última instância até dezembro de 2028, além da operação de números de utilidade pública, como 190, 192 e 193.
O pacote também inclui interconexões, infraestrutura de torres e redes, serviços de manutenção de telefones públicos, além da base de clientes, contratos de trabalho, acordos com fornecedores e outros ativos e obrigações ligados a essas operações.
A Justiça também marcou para 8 de abril, às 15h, a audiência para abertura das propostas fechadas de interessados na compra da unidade, em um processo competitivo judicial.
A Oi é uma das maiores empresas de telecomunicações do Brasil, mas enfrenta há anos dificuldades financeiras. Em crise desde 2016, a companhia vem promovendo uma ampla reestruturação e já vendeu ativos relevantes, como sua operação de telefonia móvel e parte da infraestrutura de fibra óptica, para concentrar suas atividades no negócio de internet de alta velocidade.
Disclaimer: Este texto foi escrito por um agente de inteligência artificial a partir de informações oficiais e de bases de dados confiáveis selecionadas pelo InvestNews. O trabalho foi revisado pela equipe de jornalistas do IN antes de sua publicação.
A Oiinformou que a Justiça aprovou a publicação de edital para a venda judicial de uma unidade produtiva isolada (UPI) formada por ativos ligados à operação de serviços telefônicos da companhia.
Segundo fato relevante divulgado pela empresa, a decisão foi proferida em 9 de março no processo que tramita na 7ª Vara Empresarial da Comarca da Capital do Rio de Janeiro, no âmbito da recuperação judicial da operadora.
De acordo com a empresa, a chamada UPI Serviços Telefônicos reúne ativos relacionados a diferentes atividades da operação de telefonia fixa. Entre eles estão a prestação do serviço telefônico fixo comutado (STFC), a continuidade da oferta de serviços de voz fixa em 6.571 localidades onde a companhia atua como operadora de última instância até dezembro de 2028, além da operação de números de utilidade pública, como 190, 192 e 193.
O pacote também inclui interconexões, infraestrutura de torres e redes, serviços de manutenção de telefones públicos, além da base de clientes, contratos de trabalho, acordos com fornecedores e outros ativos e obrigações ligados a essas operações.
A Justiça também marcou para 8 de abril, às 15h, a audiência para abertura das propostas fechadas de interessados na compra da unidade, em um processo competitivo judicial.
A Oi é uma das maiores empresas de telecomunicações do Brasil, mas enfrenta há anos dificuldades financeiras. Em crise desde 2016, a companhia vem promovendo uma ampla reestruturação e já vendeu ativos relevantes, como sua operação de telefonia móvel e parte da infraestrutura de fibra óptica, para concentrar suas atividades no negócio de internet de alta velocidade.
Disclaimer: Este texto foi escrito por um agente de inteligência artificial a partir de informações oficiais e de bases de dados confiáveis selecionadas pelo InvestNews. O trabalho foi revisado pela equipe de jornalistas do IN antes de sua publicação.
A Raízen informou na noite de quarta-feira (4) que avalia pedir recuperação extrajudicial para tentar encontrar saídas para sua crise financeira.
Em um fato relevante, a gigante sucroalcoleira disse que Shell e Cosan, seus acionistas controladores, discutem a injeção de R$ 4 bilhões em uma estratégia que pode incluir ainda a conversão de dívida em participação acionária e “alogamento do saldo remanescente da dívida”.
A proposta, discutida nas últimas semanas com seus acionistas controladores, inclui um aporte de R$ 3,5 bilhões provenientes do Grupo Shell e R$ 500 milhões da Aguassanta Investimentos, empresa ligada à família de Rubens Ometto, acionista controlador da Cosan.
Além disso, a Raízen fala em dar prosseguimento à venda de ativos classificados como “não estratégicos”. A companhia afirma que essas medidas não afetarão suas operações ou seus parceiros de negócios.
Impasse
Na semana passada, executivos do BTG Pactual – um acionista e credor relevante da Raízen -, da Cosan e lideranças globais da Shell se reuniram em Londres para discutir possíveis caminhos para a reestruturação, mas deixaram a capital britânica sem um acordo.
A discussão sobre uma reestruturação ocorre diante do aumento do endividamento da companhia. A dívida bruta da Raízen chegou ao fim de setembro a cerca de R$ 70 bilhões, com R$ 55,3 bilhões em dívida líquida, o que coloca a alavancagem em 5,3 vezes o resultado operacional (Ebitda).
O custo financeiro para carregar esse passivo já supera R$ 7 bilhões por ano, segundo pessoas próximas das negociações. Nos nove meses do ano-safra 2025/26, a companhia reportou cerca de R$ 4 bilhões em despesas com o serviço da dívida.
Com a Shell liderando o aporte e sem uma contraparte da Cosan, a petroleira passaria a consolidar os R$ 70 bilhões de dívida bruta em seu balanço, algo próximo a US$ 13,5 bilhões.
Por outro lado, o grupo de acionistas com Ometto e André Esteves, do BTG Pactual, seria diluído na composição acionária – hoje, Shell e Cosan possuem 88% da Raízen, sendo 44% cada um.
Visões diferentes
A petroleira anglo-holandesa defende uma solução considerada mais simples e imediata, com um aporte de cerca de R$ 7 bilhões – metade da Shell e metade da Cosan – combinado à renegociação das dívidas, com possíveis haircuts (descontos) e conversão de parte do débito em ações da Raízen.
Já a Cosan, hoje co-controlada por Rubens Ometto e o BTG Pactual, defende uma alternativa que classifica como mais estrutural. A proposta do grupo brasileiro prevê dividir a Raízen em duas empresas, separando a produção e o processamento da cana-de-açúcar da operação de distribuição de combustíveis.
Nesse desenho, fundos de private equity do BTG teriam mandato para aportar cerca de R$ 5,5 bilhões na empresa de combustíveis, assumindo o controle do negócio e tendo a Shell como sócia.
Por regras internas, no entanto, a área de private equity do banco não investe diretamente em empresas expostas a commodities, o que ajuda a explicar o interesse apenas na divisão de combustíveis, e não na operação agrícola e industrial ligada à cana.
A lógica por trás da proposta é que os dois negócios têm perfis de risco muito distintos. Enquanto a distribuição de combustíveis tende a gerar fluxo de caixa mais previsível, a produção de açúcar e etanol está mais sujeita ao ciclo das commodities e à volatilidade das safras.
Diante do impasse entre os sócios, prevaleceu a avaliação de que caberia à Shell liderar a solução.
A marca Shell e a rede de postos – ativos centrais da operação de combustíveis da Raízen – pertencem ao grupo anglo-holandês. “A solução acabou voltando para a Shell”, disse uma pessoa próxima das negociações. “A marca e os postos são dela.”
Joint venture entre Shell e Cosan, a Raízen é uma das maiores produtoras de etanol e energia renovável do Brasil, com presença relevante no mercado de combustíveis.
A Raízen informou na noite de quarta-feira (4) que avalia pedir recuperação extrajudicial para tentar encontrar saídas para sua crise financeira.
Em um fato relevante, a gigante sucroalcoleira disse que Shell e Cosan, seus acionistas controladores, discutem a injeção de R$ 4 bilhões em uma estratégia que pode incluir ainda a conversão de dívida em participação acionária e “alogamento do saldo remanescente da dívida”.
A proposta, discutida nas últimas semanas com seus acionistas controladores, inclui um aporte de R$ 3,5 bilhões provenientes do Grupo Shell e R$ 500 milhões da Aguassanta Investimentos, empresa ligada à família de Rubens Ometto, acionista controlador da Cosan.
Além disso, a Raízen fala em dar prosseguimento à venda de ativos classificados como “não estratégicos”. A companhia afirma que essas medidas não afetarão suas operações ou seus parceiros de negócios.
Impasse
Na semana passada, executivos do BTG Pactual – um acionista e credor relevante da Raízen -, da Cosan e lideranças globais da Shell se reuniram em Londres para discutir possíveis caminhos para a reestruturação, mas deixaram a capital britânica sem um acordo.
A discussão sobre uma reestruturação ocorre diante do aumento do endividamento da companhia. A dívida bruta da Raízen chegou ao fim de setembro a cerca de R$ 70 bilhões, com R$ 55,3 bilhões em dívida líquida, o que coloca a alavancagem em 5,3 vezes o resultado operacional (Ebitda).
O custo financeiro para carregar esse passivo já supera R$ 7 bilhões por ano, segundo pessoas próximas das negociações. Nos nove meses do ano-safra 2025/26, a companhia reportou cerca de R$ 4 bilhões em despesas com o serviço da dívida.
Com a Shell liderando o aporte e sem uma contraparte da Cosan, a petroleira passaria a consolidar os R$ 70 bilhões de dívida bruta em seu balanço, algo próximo a US$ 13,5 bilhões.
Por outro lado, o grupo de acionistas com Ometto e André Esteves, do BTG Pactual, seria diluído na composição acionária – hoje, Shell e Cosan possuem 88% da Raízen, sendo 44% cada um.
Visões diferentes
A petroleira anglo-holandesa defende uma solução considerada mais simples e imediata, com um aporte de cerca de R$ 7 bilhões – metade da Shell e metade da Cosan – combinado à renegociação das dívidas, com possíveis haircuts (descontos) e conversão de parte do débito em ações da Raízen.
Já a Cosan, hoje co-controlada por Rubens Ometto e o BTG Pactual, defende uma alternativa que classifica como mais estrutural. A proposta do grupo brasileiro prevê dividir a Raízen em duas empresas, separando a produção e o processamento da cana-de-açúcar da operação de distribuição de combustíveis.
Nesse desenho, fundos de private equity do BTG teriam mandato para aportar cerca de R$ 5,5 bilhões na empresa de combustíveis, assumindo o controle do negócio e tendo a Shell como sócia.
Por regras internas, no entanto, a área de private equity do banco não investe diretamente em empresas expostas a commodities, o que ajuda a explicar o interesse apenas na divisão de combustíveis, e não na operação agrícola e industrial ligada à cana.
A lógica por trás da proposta é que os dois negócios têm perfis de risco muito distintos. Enquanto a distribuição de combustíveis tende a gerar fluxo de caixa mais previsível, a produção de açúcar e etanol está mais sujeita ao ciclo das commodities e à volatilidade das safras.
Diante do impasse entre os sócios, prevaleceu a avaliação de que caberia à Shell liderar a solução.
A marca Shell e a rede de postos – ativos centrais da operação de combustíveis da Raízen – pertencem ao grupo anglo-holandês. “A solução acabou voltando para a Shell”, disse uma pessoa próxima das negociações. “A marca e os postos são dela.”
Joint venture entre Shell e Cosan, a Raízen é uma das maiores produtoras de etanol e energia renovável do Brasil, com presença relevante no mercado de combustíveis.
O GPA negocia com credores para repactuar dívidas de curto prazo e explorar alternativas para melhorar seu perfil de endividamento. A empresa contratou há poucos dias o escritório Munhoz Advogados, especializado em reestruturação de dívidas, para auxiliar no processo.
A varejista, que controla o Pão de Açúcar e o Extra, publicou um fato relevante nesta quarta-feira (4) para esclarecer detalhes sobre as negociações e tentar afastar temores sobre um eventual pedido de recuperação judicial, caso as negociações não alcancem os resultados desejados.
Conforme o grupo, as negociações têm como objetivo principal reforçar a liquidez da companhia e não envolvem suas operações diárias, como o relacionamento com fornecedores, clientes e parceiros.
O objetivo é negociar de forma ordenada com os credores e, eventualmente, até realizar uma reestruturação extrajudicial, sem recorrer a qualquer tipo de proteção legal.
Empresas de varejo no Brasil, como supermercados, têm sido afetadas por taxas de juros de dois dígitos e altos níveis de endividamento.
O GPA tem enfrentado dificuldades para recuperar seu negócio principal de alimentos. A empresa informou em fevereiro que a gestão está tomando medidas para mitigar riscos associados a grandes vencimentos de dívida previstos para 2026.
“Isso inclui negociações para estender os vencimentos da dívida financeira, reduzir custos e despesas financeiras, e monetizar créditos tributários”, disse a empresa nas notas explicativas do resultado do quarto trimestre.
Em meados de maio, vão vencer, por exemplo, cerca de R$ 450 milhões detidos pelo Itaú. Mas a empresa não tem caixa suficiente e o que gera de recursos com a operação é consumido justamente pelas despesas financeiras.
Para saldar esse vencimento, a companhia conta com o pagamento de R$ 260 milhões pela venda de sua participação na FIC, uma parceria que tinha com o próprio Itaú.
O índice de dívida líquida sobre Ebitda, que indica o nível de endividamento da companhia, saltou para 2,4 vezes no final de 2025, ante 1,6 vez no ano anterior. A dívida líquida passou para R$ 2,08 bilhões (US$ 395 milhões), ante R$ 1,39 bilhão em 2024.
Em janeiro, a rede de supermercados contratou a consultoria Alvarez & Marsal para implementar seu plano de eficiência, segundo registro de valores mobiliários.
Disclaimer: Este texto foi escrito por um agente de inteligência artificial a partir de informações oficiais e de bases de dados confiáveis selecionadas pelo InvestNews. O trabalho foi revisado pela equipe de jornalistas do IN antes de sua publicação.
A Prioinformou nesta terça-feira (3) que recebeu do Ibama a licença de operação do campo de Wahoo, removendo a última etapa regulatória necessária para o início da produção do projeto, que está em fase final de comissionamento. No balanço do terceiro trimestre, a empresa já indicava que o primeiro óleo estava previsto entre março e abril de 2026.
A companhia já havia obtido a licença de instalação em setembro e iniciado a construção submarina e a interligação (tieback). Localizado na Bacia de Campos, no Rio de Janeiro, Wahoo será interligado ao FPSO de Frade – a unidade flutuante que já produz petróleo no campo vizinho – o que permite o desenvolvimento do projeto com menor intensidade de capital.
Wahoo é considerado um dos principais vetores de crescimento orgânico da Prio após um ciclo recente marcado por aquisições, como Peregrino e Albacora Leste. No 3T25, a produção média consolidada foi de 88,2 mil barris por dia, impactada pelas paradas de Peregrino.
A companhia já indicou anteriormente que Wahoo pode adicionar cerca de 40 mil barris por dia à produção quando estiver plenamente rampado, o equivalente a algo próximo de um quarto do volume atual.
A entrada de Wahoo tende a elevar esse patamar ao longo de 2026. O desenvolvimento do campo também tem peso relevante na estrutura de capital. A própria companhia destacou no balanço que o capex do trimestre foi influenciado pelos investimentos na perfuração e no desenvolvimento de Wahoo.
Ao fim de setembro, a alavancagem medida por dívida líquida e o resultado operacional (Ebitda) ajustado estava em 2 vezes.
Com a licença de operação, a Prio encerra uma etapa que vinha sendo acompanhada de perto pelo mercado, já que o cronograma de Wahoo havia sido revisado em anos anteriores em meio a entraves regulatórios. Agora, a companhia passará a focar na conclusão do comissionamento e no ramp-up da produção.
A Raia Drogasil (RD Saúde) informou nesta terça-feira (3) que celebrou contrato com a Health Ventures S.A., empresa do grupo Profarma, para alienar sua participação de 100% no capital social da 4Bio Medicamentos.
O valor-base da transação é de R$ 600 milhões e será pago em seis parcelas, já considerando ajustes de capital de giro e endividamento líquido. Do total, R$ 100 milhões serão pagos no fechamento da operação e o restante em cinco parcelas anuais, corrigidas pelo CDI.
Fundada em 2004, a 4Bio tornou-se líder no varejo de medicamentos especiais sob a gestão da RD Saúde, que adquiriu o controle da companhia em 2015. Ao longo do período, a empresa ampliou sua atuação no segmento de medicamentos de alta complexidade, atendendo pacientes, profissionais de saúde, clínicas, hospitais e operadoras.
Apesar do histórico de crescimento, a RD Saúde decidiu vender o ativo diante das mudanças no mercado de medicamentos especiais e de seu foco renovado no varejo farmacêutico tradicional. Segundo a companhia, o segmento passou a apresentar dinâmica comercial, margens e retornos mais próximos da distribuição do que do varejo.
A conclusão da transação ainda depende da aprovação dos acionistas da compradora e do aval do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).
Disclaimer: Este texto foi escrito por um agente de inteligência artificial a partir de informações oficiais e de bases de dados confiáveis selecionadas pelo InvestNews. O trabalho foi revisado pela equipe de jornalistas do IN antes de sua publicação.
A operadora de saúde Alliança Saúdeinformou nesta terça-feira (3) que o fundo de investimento Tessai, criado na semana passada, adquiriu o controle da empresa, assumindo 59,84% do capital da companhia.
O Tessai FIP é um fundo da gestora Geribá, focada em special situations, que comprou as ações que pertenciam até o mês passado ao empresário Nelson Tanure, quando credores tomaram os papéis dados em garantia aos credores.
Segundo a Alliança Saúde, a operação pode resultar em alterações na estrutura administrativa da companhia, incluindo possíveis mudanças na composição do conselho de administração. As alterações serão submetidas aos órgãos competentes e/ou à assembleia geral, conforme necessário.
A Alliança Saúde, operadora de saúde com atuação em gestão de planos corporativos e soluções para empresas, oferece serviços de assistência médica e programas de saúde integrados.
A Azulinformou nesta sexta-feira (20) que concluiu com sucesso seu processo de reestruturação financeira nos Estados Unidos, saindo do Chapter 11, a versão americana da recuperação judicial.
A companhia aérea destacou que a conclusão deste processo fortaleceu significativamente seu balanço patrimonial, permitindo uma redução de US$ 2,5 bilhões em dívidas e obrigações de arrendamento. A reestruturação envolveu acordos com credores, incluindo a AerCap, e parcerias com investidores estratégicos como United Airlines e American Airlines.
Durante o processo de reestruturação, que durou menos de nove meses, a Azul afirma que continou com suas operações normais, realizando cerca de 800 voos diários. A companhia também disse que cumpriu todas as metas operacionais de 2025, transportando 32 milhões de clientes.
Voltar da dar lucro
Em entrevista à Bloomberg no final do ano passado, o CEO da Azul, John Rodgerson disse que a companhia, agora apoiada pela United Airlines e a American Airlines, espera que uma redução da dívida desencadeada pela recuperação judicial e uma série de contratos de leasing de aeronaves renegociados a ajudem a gerar lucro nos próximos dois anos.
O plano de crescimento da companhia aérea é redirecionado ao mercado doméstico, embora pretenda aumentar os voos para os EUA para atender à forte demanda pelos jogos da Copa do Mundo de futebol. A Azul ainda aceitará entregas de novas aeronaves da Airbus e Embraer.
“O fluxo de caixa da empresa melhorou significativamente”, disse Rodgerson à Bloomberg. “Geraremos caixa em 2026. Geraremos caixa em 2027. Esse é o plano.”
Crise da Azul
Fundada em 2008 com alguns jatos Embraer, a Azul contraiu dívidas enormes para adicionar novas aeronaves e crescer rapidamente. Após enfrentar dificuldades com as pressões cambiais e os efeitos persistentes da pandemia, a Azul seguiu seus maiores concorrentes na região e entrou com pedido de Chapter 11 em maio.
A United e a American investiram na Azul. A companhia planeja oferecer voos em codeshare com as aéreas americanas, dando-lhes acesso a mais de 100 destinos brasileiros. A empresa também não espera que o recente aumento nas ações de fiscalização da imigração nos EUA diminua a demanda, e Rodgerson afirma que os brasileiros adoram viajar para o país.
(com Bloomberg)
Disclaimer: Este texto foi escrito por um agente de inteligência artificial a partir de informações oficiais e de bases de dados confiáveis selecionadas pelo InvestNews. O trabalho foi revisado pela equipe de jornalistas do IN antes de sua publicação.
A Totvsanunciou nesta segunda-feira (2) a venda da Dimensa para a porto-riquenha Evertec por R$ 1,4 bilhão. Na operação a Totvs irá comprar os 37,5% da Dimensa junto à B3, sua sócia no negócio, por R$ 665 milhões, para posteriormente para repassar a totalidade das ações para Evertec, que já é dona da Sinqia.
Segundo a Totvs, a venda da Dimensa está alinhada ao plano estratégico de “focar no crescimento das operações principais”, como soluções em nuvem com inteligência artificial. Ainda de acordo com a companhia, transação proporciona à Totvs um retorno estimado de 7,4 vezes o capital investido e uma taxa interna de retorno de 18,3% ao ano desde 2008.
O fechamento das transações está sujeito à aprovação das autoridades concorrenciais e à verificação de condições precedentes comuns a esse tipo de operação. Criada pelo empresário Laércio Constantino, a Totvs é uma empresa brasileira de tecnologia que desenvolve softwares de gestão empresarial para diversos setores, incluindo varejo e indústria.
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O GPA informou nesta quinta-feira (8) que Rafael Russowsky renunciou aos cargos de vice-presidente executivo financeiro e diretor de relações com investidores. Anunciado nesta segunda-feira como novo CEO, Alexandre Santoro, que antes de chegar aos supermercados liderava a rede de restaurantes IMC, vai acumular interinamente a posição de diretor interino vice-presidente de finanças.
Russowsky estava no cargo desde julho de 2023. Ele foi diretor do Casino e nome do grupo no conselho de 2020 a até assumir como CFO cerca de três anos depois. Ex-controlador do GPA, o grupo francês é hoje o segundo maior acionista do varejista, atrás dos Coelho Diniz, dona de rede que levava o nome da família no leste mineiro.
As trocas na direção do grupo dono das redes de supermercados Pão de Açúcar e Extra acontecem em meio ao um processo de corte custos. O GPA contratou a consultoria americana Alvarez & Marsal para apoiar a execução de um plano de eficiência iniciado em novembro do ano passado e que deve resultar em um corte de gastos superior a R$ 700 milhões.
De acordo com comunicado da companhia, a divisão de performance da Alvarez & Marsal dará suporte à execução de um plano de eficiência anunciado em novembro, que prevê uma redução relevante de custos, despesas e investimentos.
O programa projeta um corte mínimo de R$ 415 milhões em despesas operacionais, além de uma redução nos investimentos (capex), estimados entre R$ 300 milhões e R$ 350 milhões em 2026 — cerca de metade do volume investido nos 12 meses encerrados em setembro de 2025.
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O conselho de administração da Vale aprovou nesta quinta-feira (27) a distribuição de remuneração aos acionistas no valor total de R$ 15,3 bilhões, ou R$ 3,58 por ação.
A distribuição será destinada aos detentores de ações da mineradora no encerramento do pregão no dia 11 de dezembro de 2025, com os papéis sendo negociados “ex-dividendo” a partir de 12 de dezembro de 2025 – ou seja, quem comprar a partir daí não tem mais direito ao provento anunciado.
Segundo a empresa, o pagamento é dividido em duas etapas: R$ 1,24 por ação será pago em 7 de janeiro de 2026 como dividendo e R$ 0,77 por ação, em 4 de março de 2026, também sob forma de dividendo. Além disso, R$ 1,57 por papel será distribuído como juros sobre o capital próprio.
Os valores são baseados no balanço de 30 de setembro de 2025 e podem sofrer variações devido ao programa de recompra de ações em curso. Os detentores de ADRs da empresa – “recibos” negociados na bolsa de Nova York equivalentes a uma ação – receberão os pagamentos a partir de 14 de janeiro e 11 de março de 2026.
Itaú: dividendos de R$ 23,4 bilhões
O Itaú Unibanco não ficou atrás. A instituição financeira anunciou nesta quinta-feira (27) que seu conselho de administração aprovou pagamento de R$ 23,4 bilhões em dividendos e juros sobre capital próprio (JCP) aos acionistas, além de cancelar cerca de R$ 3 bilhões de ações mantidas em tesouraria após programa de recompra.
O valor da remuneração é um complemento a valores já declarados anteriormente pela instituição para este ano.
No início do mês, o presidente-executivo do banco, Milton Maluhy Filho, já havia reafirmado que o objetivo do grupo não é reter excesso de capital, o que animou os investidores sobre a possibilidade de lançar novos dividendos ainda em 2025.
Os dividendos equivalem a R$ 1,87 por ação e serão pagos em 19 de dezembro a detentores de papéis preferenciais e ordinários, afirmou o banco em fato relevante. Já os JCP equivalem a valor líquido de R$ 0,31 por ação, a serem pagos até 30 de abril de 2026.
O Grupo Casas Bahia informou nesta terça-feira (25) que o Conselho de Administração aprovou submeter aos acionistas, em Assembleia Geral Extraordinária marcada para 17 de dezembro de 2025, uma proposta de aumento do capital da empresa. A medida permite que o capital social possa ser elevado em até R$ 13,25 bilhões, sem a necessidade de alteração estatutária. Além disso, a companhia pretende discutir com os debenturistas o reperfilamento das debêntures da 10ª emissão na mesma data.
Segundo o varejista, essas iniciativas fazem parte de um plano contínuo para otimizar sua estrutura de capital, com o objetivo de reduzir a alavancagem da empresa. No entanto, o Grupo Casas Bahia destaca que ainda não firmou quaisquer acordos vinculantes com investidores ou debenturistas, e a implementação das medidas depende de fatores fora do controle da administração e da aprovação dos órgãos competentes da empresa.
No terceiro trimestre deste ano, a companhia registrou um prejuízo líquido de R$496 milhões. Na ocasião, o grupo reconheceu que estava trabalhando em algumas iniciativas para continuar melhorando sua estrutura de capital, sendo a conversão de debêntures em ações da companhia colocada como uma possibilidade.
Em agosto deste ano, a Mapa Capital tornou-se a maior acionista da Casas Bahia após conversão de debêntures da 10ª emissão. O movimento ocorreu após acordo com Bradesco e Banco do Brasil, que eram credores da varejista.
No pregão desta terça-feira (25), as ações da Casas Bahia fecharam com alta de 6,84%.
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A Neoenergia informou nesta sexta-feira (21) que celebrou um contrato de venda com a EDF Brasil Hidro Participações, subsidiária local da francesa EDF, para alienar a totalidade das ações da Energética Águas da Pedra S.A., que opera a Usina Hidrelétrica Dardanelos no Mato Grosso. A transação, avaliada em R$ 2,5 bilhões, incluiu um valor base de R$ 2,2 bilhões para dezembro de 2024 e um ajuste de R$ 286 milhões pela variação do CDI até a data da assinatura.
Segundo a empresa de energia, é firmado um acordo de investimento com a EDF Brasil Holding, no qual a Neoenergia faz um aporte de R$ 93,5 milhões na Hidro Participações, garantindo uma participação indireta de 25% na usina. A conclusão da operação está sujeita a aprovações regulatórias, incluindo o CADE e a Aneel. Dentro de até 2,5 anos após o closing, a EDF Brasil Holding poderá adquirir todas as ações da Hidro Participações detidas pela Neoenergia.
Uma das maiores empresas de energia elétrica do Brasil, a Neoenergia é controlada pela espanhola Iberdrola e atua em geração, transmissão e distribuição. Já a EDF Brasil Hidro Participações é uma empresa brasileira do grupo francês EDF.
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A Cedae, companhia estadual de água e esgoto do Rio de Janeiro, informou nesta quarta-feira (19) que a liquidação extrajudicial do Banco Master, decretada pelo Banco Central do Brasil, impactou suas aplicações financeiras.
A empresa de saneamento possuía Certificados de Depósito Bancário (CDB) com o Banco Master, que tiveram resgates parciais realizados, mas um pedido recente de R$ 10 milhões não foi processado, deixando um saldo remanescente de aproximadamente R$ 220 milhões.
A Emae, Empresa Metropolitana de Águas e Energia, afirmou que mantinha CDBs emitidos pelo Letsbank, que faz parte do conglomerado do Banco Master, equivalentes a 5,88% do ativo total consolidado no final do terceiro trimestre.
Antes disso, a empresa mantinha uma provisão de R$ 237 milhões, constituída em setembro de 2025 após o rebaixamento do rating da instituição financeira pela agência Fitch.
A Cedae afirma que busca habilitar o crédito junto ao liquidante designado pelo Banco Central e adota providências cabíveis para preservar seus direitos no processo de liquidação.
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A Vale informou nesta quarta-feira (19) que sua subsidiária Vale Overseas Limited levantou US$ 750 milhões em títulos de dívida emitidos no exterior (“bonds“), com vencimento em 2056.
Segundo a empresa, os títulos rendem juros semestrais de 6%, com reajustes a cada cinco anos a partir de 2031. Os recursos líquidos obtidos são utilizados para finalidades corporativas gerais, incluindo a recomposição parcial de caixa após o pagamento de debêntures participativas adquiridas recentemente.
Este é o terceiro contrato de arrendamento firmado entre as partes, permitindo à Vale gerar receita com a reativação de minas médias e inativas enquanto foca em operações de grande escala.
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A Companhia Paranaense de Energia informou que seu Conselho de Administração aprovou um programa de investimentos de R$ 17,8 bilhões para o período de 2026 a 2030.
Segundo a companhia, a alocação estratégica dos recursos será voltada ao fortalecimento da qualidade do serviço e à ampliação da eficiência operacional, reforçando o compromisso com a geração de valor sustentável para acionistas e clientes.
Para 2026, a Copel projeta investimentos de aproximadamente R$ 3 bilhões. Desse total, R$ 1,9 bilhão será destinado à Copel Distribuição, com foco na melhoria contínua da qualidade e na excelência operacional.
A Copel Geração e Transmissão aplicará cerca de R$ 1 bilhão no próximo ano, priorizando a modernização de ativos, o aumento da capacidade operativa de geração e reforços e melhorias nas linhas de transmissão. O valor restante será direcionado às áreas de comercialização, serviços e holding, garantindo suporte às iniciativas estratégicas do grupo.
A Motiva, antiga CCR, firmou um acordo para a venda de 100% da sua plataforma de aeroportos para a Aeropuerto de Cancún, S.A. de C.V., uma subsidiária do Grupo Aeroportuario del Sureste (ASUR), que opera nove aeroportos no México e outros sete na América Latina.
A transação, no valor total de R$ 11,5 bilhões, será composta em R$ 5 bilhões em equity pelas participações acionárias da companhia nos ativos aeroportuários, e R$ 6,5 bilhões em dívidas líquidas, se refere à alienação de 100% das ações detidas pela Motiva na CPC Holding, veículo que consolida as cotas da Companhia nos seus 20 aeroportos.
A transação ainda depende de aprovações de autoridades governamentais no Brasil e do exterior. Segundo a empresa, a decisão da venda dos ativos tem a ver com a estratégia do grupo de consolidar sua operação nos segmentos de rodovias e trilhos no Brasil.
A previsão é que a conclusão do processo se dê em 2026. Até o fechamento do deal, a Motiva deve seguir tocando a operação, mantendo o quadro atual de colaboradores e assegurando o cumprimento integral dos contratos vigentes e investimentos previstos.
Com a conclusão do negócio, a alavancagem consolidada, que considera as controladas em conjunto com a Motiva, cairia de 3,5 vezes para menos de 3 vezes, melhorando a estrutura de capital e o perfil de risco do portfólio.
Ativos vendidos
A Motiva Aeroportos, agora integralmente vendida à Asur, reúne 20 operações aeroportuárias na América Latina, sendo 17 no Brasil e três em outros países da região, com movimento anual de cerca de 45 milhões de passageiros e mais de 200 rotas regulares.
Estes números colocam a operação como a terceira maior do Brasil, com ativos estratégicos, como os aeroportos de Curitiba, Belo Horizonte e Goiânia.
Nos 12 meses encerrados no terceiro trimestre de 2025, a receita líquida do negócio de aeroportos da empresa totalizou R$ 2,96 bilhões e o Ebitda alcançou R$ 1,52 bilhão, com margem de 51%, além de 524 mil toneladas de carga movimentadas.
A empresa autorizou a emissão de 471.514.866 novas ações ordinárias ao preço de R$ 3,00 por ação. Com a homologação, o capital social da Oncoclínicas passa de R$ 3.147.024.825,52 para R$ 4.561.569.423,52, agora dividido em 1.132.929.494 ações ordinárias.
Com o anúncio, a líder no setor de tratamento oncológico no Brasil começa a desenhar o que será o futuro da companhia. A Oncoclínicas buscava formas de reduzir seu endividamento. No terceiro trimestre deste ano, encerrado em setembro, a companhia registrou um prejuízo líquido de R$ 1,88 bilhão, revertendo lucro líquido de R$ 3,1 milhões obtido em igual período do ano anterior. A receita líquida (de R$ 1,4 bilhão) para o período também registrou decréscimo, sendo 13,6% inferior na passagem anual.
O Grupo Oncoclínicas oferece serviços integrados como quimioterapia, radioterapia e diagnósticos. A empresa cresceu nos últimos anos por meio de aquisições e parcerias, consolidando sua presença em um segmento de alta demanda.
Diante da liquidação extrajudicial do Banco Master, a rede Oncoclínicas, especializada no tratamento de câncer, informou nesta terça-feira (18) que seu saldo de R$ 433 milhões aplicado em CDBs da instituição financeira venceu antecipadamente. Com isso, a empresa deverá liquidar a participação do Master no negócio para mitigar os danos ao seu caixa. Segundo a Oncoclínicas, a participação do banqueiro Daniel Vorcaro, do Master, na companhia equivale a cerca de R$ 203 milhões. Portanto, a diferença entre o volume aplicado em CDBs do Master e o que vale a fatia de Vorcaro no negócio oncológico é equivalente a R$ 230 milhões.
A companhia já havia provisionado R$ 217 milhões em suas demonstrações financeiras de 30 de setembro de 2025, devido ao rebaixamento da nota de crédito das instituições financeiras por agências de risco. A exposição contábil líquida do provisionamento é estimada em R$ 216 milhões. Ou seja, além do valor provisionado anteriormente, a companhia admite que terá uma perda de aproximadamente R$ 13 milhões. Esse valor somado à quantia provisionada equivale a R$ 230 milhões.
A administração disse, em fato relevante, que tomará as medidas cabíveis, incluindo a formalização e exercício da opção de compra sobre cotas de fundos de investimento que detêm ações da Oncoclínicas, para mitigar os danos com a operação. É pouco provável, no entanto, que o valor provisionado seja recuperado pela companhia em um período próximo.
Problema afeta outras empresas
Além da Oncoclínicas, a Cedae, companhia de saneamento do Rio de Janeiro, também manifestou nesta terça-feira (18) que a liquidação do banco afetou aplicações financeiras mantidas pela empresa em CDBs emitidos pela instituição. A empresa de saneamento destacou que, após solicitar o resgate parcial desses investimentos, o pedido não foi processado, caracterizando inadimplemento por parte do banco.
Segundo a Cedae, a suspensão do pagamento do resgate ocorre devido à liquidação extrajudicial, e a empresa está tomando medidas para habilitar seu crédito junto ao liquidante designado pelo Banco Central. A companhia avalia os impactos financeiros decorrentes da situação e adota providências para preservar seus direitos no âmbito do processo de liquidação.
O objetivo, afirma a companhia, é maximizar a geração de valor ao acionista por meio de uma gestão mais eficiente da estrutura de capital. As ações adquiridas poderão ser mantidas em tesouraria para posterior cancelamento, alienação ou utilização em programas de remuneração baseada em ações, dentro dos limites da legislação.
A empresa destaca que o programa pode gerar dois efeitos econômicos principais:
Aumento potencial no retorno via dividendos e juros sobre capital próprio, já que ações em tesouraria não recebem proventos e elevação da participação proporcional dos acionistas na hipótese de cancelamento dos papéis recomprados.
Atualmente, a Boa Safra tem 55.822.585 ações ordinárias em circulação (41,252% do total emitido) e mantém 801.800 ações em tesouraria, equivalentes a 0,593% do capital. O novo programa permitirá a aquisição de até 2.760.571 ações, o que corresponde a 2,04% das ações totais emitidas e 4,95% das ações em circulação – respeitando o limite da Resolução CVM 77.
As compras serão realizadas exclusivamente na B3, a preços de mercado, com a XP Investimentos atuando como instituição intermediária. A diretoria da companhia determinará, ao longo do período, o momento e a quantidade de ações adquiridas.
A recompra será financiada pelas reservas de lucros, exceto aquelas vedadas pela regulamentação. Conforme os dados do terceiro trimestre de 2025, a Boa Safra dispõe de R$ 76,444 milhões em recursos elegíveis para a operação. A empresa reforça que a execução total do programa dependerá da disponibilidade financeira no momento de cada aquisição. O prazo de vigência vai de 14 de novembro de 2025 a 14 de novembro de 2026, duração máxima de 12 meses.
A ata da reunião do conselho, que contém todas as informações exigidas pelo Anexo G da Resolução CVM 80, já está disponível nos sites da companhia, da CVM e da B3.
Outrora maior companhia de telecomunicações brasileira, a Oi informou nesta sexta-feira (7) que, devido a uma decisão judicial da 7ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro, o grupo pode estar em estado de insolvência. Em outras palavras, a companhia está reconhecendo que seu patrimônio total é insuficiente para arcar com suas obrigações previstas no processo de recuperação judicial em vigor.
Segundo a Oi, o gestor judicial, Bruno Rezende, propõe que as atividades do grupo continuem provisoriamente até a transferência completa dos serviços atualmente sob a responsabilidade da empresa. Essa medida tem como intuito manter a estrutura operacional para garantir a execução dos serviços até que a transição seja concluída. A companhia está em processo de recuperação judicial desde março de 2023, após escapar de uma primeira RJ iniciada em 2016.
A telecom enfrenta há anos um cenário de crise financeira. A companhia terminou 2024 com uma dívida bruta (valor de face) de R$ 37,5 bilhões. Em crise desde 2016, a empresa vendeu ativos como sua rede móvel e infraestrutura de fibra óptica para focar na operação de internet de alta velocidade.
Mesmo assim, em agosto de 2025, a Oi teve sua participação na V.tal reduzida para 27,26% após a emissão de novas ações da subsidiária, impactando sua estratégia de reestruturação em meio a um cenário financeiro desafiador.
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A Guararapes, dona da Riachuelo, informou nesta sexta-feira (7) que sua submeteu ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) uma proposta de venda de 100% das quotas de seu shopping Midway Mall, em Natal, para a Capitânia Capital e outros possíveis investidores minoritários.
Segundo a empresa, a transação está prevista em um memorando de entendimentos de caráter não vinculante, e até o momento, nenhum documento definitivo foi assinado.
De acordo com pessoas de mercado, o negócio foi avaliado em R$ 1,6 bilhão. A empresa havia contratado o BTG Pactual para há venda há cerca de seis meses. O Midway Mall foi inaugurado em abril de 2005, sendo o maior centro de varejo de Natal, com mais de 300 lojas e área bruta locável de 66,2 mil metros quadrados. O projeto foi um dos mais ambicioso do empresário Nevaldo Rocha, fundador da Guararapes.
Entre os ativos do portfólio do fundo da Capitânia estão o Iguatemi Fortaleza, Shopping Praia de Belas, o Shopping Parque Dom Pedro e o Catarina Fashion Outlet. O fundo já se preparava para “um novo ciclo de oportunidades”, segundo seu relatório de desempenho em setembro: “com recursos disponíveis para novos investimentos em shoppings dominantes e cotas de FIIs do setor.”
Em nove meses, a receita líquida do Midway Mall cresceu 11,4%, para R$ 89,8 milhões. O EBITDA totalizou R$77 milhões, 14,1% maior que o mesmo período do ano anterior, com NOI de R$88,9 milhões, crescimento de 16,0%.
A venda do shopping deve ser reforço extra ao caixa da companhia, que já opera em patamar de baixa alavancagem: 0,5x a dívida líquida em relação ao Ebitda.
A Ambipar informou nesta sexta-feira (7) que houve nova redução na participação acionária do seu controlador, Tércio Borlenghi Junior, de 59,54% para 53,26%. Segundo a companhia, a diminuição teria ocorrido por causa de uma “venda irregular de ações” por um fundo do grupo Opportunity.
De acordo com Tércio Borlenghi Junior, foram negociadas 105 milhões de ações ordinárias da companhia. Essa ação resulta na diminuição da participação direta e indireta do controlador no capital social total e votante da Ambipar.
Líder em gestão ambiental, a Ambipar oferece soluções em resíduos, logística reversa e resposta a emergências ambientais. A empresa de gestão ambiental está atualmente em recuperação judicial, com dívidas que superam os R$ 10 bilhões.
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A Petrobras informou nesta quinta-feira (6) que seu conselho de administração aprovou o pagamento de dividendos intercalares no valor de R$ 12,16 bilhões, o que equivale a R$ 0,94320755 por ação ordinária e preferencial em circulação.
A remuneração é uma antecipação relativa ao exercício de 2025, com base no balanço de 30 de setembro de 2025.
A Petrobras registrou lucro líquido de US$6,03 bilhões no terceiro trimestre, alta de 2,7% na comparação anual, em um período marcado por um recorde na exportação de petróleo, com o avanço da produção no pré-sal, informou a companhia nesta quinta-feira.
Na comparação com o segundo trimestre, o resultado cresceu 27,3%, segundo a Petrobras.
O lucro cresceu apesar de um recuo de 13,9% nos preços do petróleo, em relação ao terceiro trimestre de 2024.
Entre julho e setembro, a companhia registrou que o petróleo Brent, referência internacional, teve média de US$69,07. Na comparação com o segundo trimestre, houve alta de 1,8%.
“Nos últimos doze meses, o Brent caiu US$11 por barril e nós conseguimos compensar este impacto na receita, elevando nossa produção de óleo para mais de 2,5 milhões de barris por dia, estabelecendo diversos recordes operacionais”, disse em nota Fernando Melgarejo, diretor financeiro e de Relacionamento com Investidores.
“Aumentamos nossa eficiência, reduzimos as paradas de produção e alcançamos o topo da produção do FPSO Almirante Tamandaré, superando sua capacidade nominal.”
O lucro antes de juros, impostos, amortização e depreciação (Ebitda) ajustado da Petrobras totalizou US$11,73 bilhões entre julho e setembro, alta de 2,2% versus o mesmo período de 2024.
A receita de vendas da petroleira somou US$23,48 bilhões no terceiro trimestre, alta de 0,5% na comparação anual e avanço de 11,6% versus o trimestre imediatamente anterior.
Os dividendos serão pagos em duas parcelas, em fevereiro e março de 2026, com datas de corte estabelecidas para 22 de dezembro de 2025 para ações negociadas na B3, e 26 de dezembro de 2025 para ADRs na NYSE.
A forma exata de distribuição, entre dividendos e juros sobre capital próprio, será definida até 11 de dezembro de 2025.
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A Axia Energia (a antiga Eletrobras) informou nesta quarta-feira (5) que seu conselho de administração aprovou o pagamento de R$ 4,3 bilhões em dividendos intermediários. O montante foi anunciado junto com a divulgação de resultados da companhia, que reportou prejuízo líquido no terceiro trimestre de R$5,45 bilhões, revertendo lucro apurado em igual período do ano passado, após contabilizar no resultado trimestral a venda de sua participação na estatal Eletronuclear.
A companhia elétrica reconheceu no trimestre uma despesa de R$7 bilhões em alienação de ativos, sem efeito caixa, em função principalmente do desinvestimento da fatia na Eletronuclear, comprada pelo grupo J&F. Também foram concluídas no período outras operações, como descruzamento de ativos com a Copel e a venda da participação na Emae para a Sabesp.
No critério ajustado, o lucro da Axia ficou em R$2,2 bilhões no terceiro trimestre, uma queda de 68% na comparação anual. O principal impacto nesse caso foi o reconhecimento de remensuração regulatória dos contratos de transmissão de energia.
A receita líquida regulatória ajustada da companhia alcançou R$9,97 bilhões no 3T25, queda de 4,6% na comparação anual, impactada principalmente por uma menor receita de geração devido à alienação das térmicas do Amazonas e da venda adicional de energia da usina hidrelétrica de Tucuruí.
Dividendos de R$ 4,3 bilhões
O montante de dividendos será distribuído aos acionistas em 19 de dezembro de 2025, utilizando parte do saldo da reserva estatutária.
O valor por ação será de R$ 1,58 para papéis preferenciais de classe A; R$ 2,08 para ações preferenciais classe B; e R$ 1,89 para ações ordinárias e golden share. A empresa destaca que os valores por ação podem sofrer pequenas variações devido ao programa de recompra de ações.
As datas de corte para os detentores de ações na B3 e ADRs na Nyse, a bolsa de Nova York, estão definidas para 14 e 17 de novembro de 2025, respectivamente. Os detentores de ADRs receberão o pagamento a partir de 29 de dezembro de 2025, por meio do Citibank.
A ex-Eletrobras é a maior empresa de geração e transmissão de energia elétrica da América Latina, sendo responsável por boa parte da energia limpa do Brasil. Recentemente, a Axia anunciou a venda de sua participação na Eletronuclear para a Âmbar Energia, marcando a entrada da J&F na geração nuclear.
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A companhia elétrica Engie informou nesta quarta-feira (5) que o conselho de administração aprovou um aumento de capital social no valor de R$ 1,96 bilhão, por meio da capitalização de parte de seu saldo da reserva de retenção de lucros. O aumento será realizado com a emissão de 326,3 milhões de novas ações ordinárias, distribuídas como bonificação na proporção de uma nova ação para cada 2,5 ações já detidas, com data-base em 26 de novembro de 2025.
Segundo a subsidiária brasileira da empresa de origem francesa, o objetivo principal do aumento de capital é ajustar os saldos das reservas de lucros aos limites legais, além de aumentar a liquidez das ações no mercado. As novas ações serão negociadas na B3 a partir de 27 de novembro de 2025, e creditadas aos acionistas em 1º de dezembro de 2025.
As ações bonificadas têm os mesmos direitos das ações existentes, exceto para os proventos declarados antes do crédito.
A multinacional francesa é uma das principais investidoras de energias renováveis no Brasil, gerando energia eólica, solar e hidrelétrica.
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A rede de laboratórios Fleury informou nesta terça-feira (28) que comprou 100% do LSL – Laboratório de Análises Clínicas, uma rede de laboratórios do interior de São Paulo.
O LSL opera em exames de análises clínicas e vacinação em três unidades localizadas nos municípios de Rio Claro e Santa Gertrudes. A receita dos últimos 12 meses, até maio de 2025, alcançou R$ 24 milhões.
Segundo a Fleury, o valor da aquisição é de R$ 34 milhões. O múltiplo implícito para a transação é de 3,4 vezes o valor da empresa sobre o EBITDA pós-sinergias.
A aquisição se soma a uma série de compras de menor porte feitas recentemente pelo grupo, que, além da rede homônima, é dono das marcas a+, Hermes Pardini e Inlab. Em agosto, o Instituto Hermes Pardini concluiu a compra do Hemolab Medicina Laboratorial, de Conselheiro Lafaiete (MG) por R$ 39,5 milhões.
Neste mês, o Fleury confirmou as negociações com o grupo Rede D’Or, mas ressaltou que ainda não há decisão sobre a continuidade ou não da transação, destacando a incerteza e potencial volatilidade no mercado em função dessas tratativas.
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A MBRF, empresa resultante da fusão entre Marfrig e BRF, informou nesta segunda-feira (27) que sua subsidiária BRF Arabia assinou um contrato de investimento de US$ 500 milhões com a Halal Products Development Company (HPDC), subsidiária do fundo soberano da Arábia Saudita (PIF, em inglês).
A joint venture entre HPDC e BRF Arabia será ampliada com o aporte dos sauditas e planos de IPO na bolsa de valores do reino em 2027. O negócio passará a se chamar Sadia Halal após a conclusão da operação, prevista para o primeiro trimestre de 2026.
O HPDC ingressa inicialmente com 10% de participação e planeja elevar sua fatia para até 40% de forma escalonada, por meio de aportes sucessivos de capital — metade primário, destinado ao caixa da Sadia Halal, e metade secundário, diretamente para a MBRF.
O acordo prevê a contribuição de ativos da BRF Arabia, incluindo empresas de distribuição e fábricas em vários países do Oriente Médio, com enterprise value estimado em US$ 2,07 bilhões e faturamento anual de US$ 2,1 bilhões. “A parceria combina a experiência industrial da MBRF com o alcance institucional e financeiro do PIF por meio da HPDC, criando uma plataforma única no mercado Halal”, acrescentou Molina.
De acordo com Molina, os recursos devem zerar o endividamento da subsidiária e reforçar o capital para financiar o plano de expansão regional, que inclui a nova planta de Jeddah, prevista para entrar em operação em outubro de 2026.
O termo halal — que em árabe significa “permissível” ou “lícito” — abrange tudo aquilo que está conformidade com a lei islâmica (sharia), seja em práticas diárias, finanças, vestuário ou consumo.
No caso dos alimentos, halal refere-se a produtos que são preparados e processados segundo padrões específicos: não contêm ingredientes proibidos (como carne de porco ou bebidas alcoólicas), o abate de animais segue rito islâmico de forma ética e o equipamento usado evita contaminação com substâncias não permitidas.
Fornecimento
O contrato de fornecimento entre MBRF e Sadia Halal, com duração inicial de 10 anos, cobre exportações de frango inteiro, cortes e produtos processados, além de carne bovina. O modelo de precificação seguirá a metodologia custo mais 5%, padrão que, segundo o vice-presidente Fábio Mariano, “traz previsibilidade e reduz a volatilidade das margens”.
A parceria também abre espaço para a expansão da companhia no mercado de carne bovina halal, apontado por Molina como um dos principais vetores de crescimento da nova operação. “Foi uma das razões que despertou o interesse do HPDC — ter o bovino no portfólio e consolidar a Sadia Halal como uma empresa multiproteína”, afirmou.
A nova estrutura reúne duas fábricas em Dammam (Arábia Saudita), a planta de Kizad em Abu Dhabi (Emirados Árabes Unidos) e centros de distribuição no Catar, Kuwait e Omã, além do canal de exportações diretas do Brasil e da participação na Addoha Poultry, produtora local de frango resfriado em Dammam.
A Sadia, principal marca da MBRF é líder em seu segmento, com 36,2% de participação nos países do Conselho de Cooperação do Golfo (GCC), atendendo 17 mil pontos de venda com mais de 111 mil entregas mensais. O mercado halal movimenta mais de US$ 2 trilhões por ano e deve ultrapassar US$ 1,5 trilhão até 2027, impulsionado por uma população muçulmana de 1,9 bilhão de pessoas.
Listagem
O IPO da Sadia Halal está previsto para o primeiro trimestre de 2027, na bolsa de Riad, uma das dez maiores do mundo e quarta colocada global em número de aberturas de capital neste ano. O fechamento da transação deve ocorrer no primeiro trimestre de 2026, seguido do prazo regulatório de 12 meses exigido pela legislação saudita.
A operação atribuiu à Sadia Halal um múltiplo de 9 vezes EBITDA, considerado conservador em comparação aos 13 a 15 vezes praticados por companhias de alimentos listadas na bolsa saudita, como a Almarai, referência do setor. Marcos Molina afirmou que a listagem local permitirá destravar valor em um mercado com custo de capital cerca de metade do brasileiro e forte demanda por empresas ligadas à segurança alimentar.
Segundo o executivo, o plano não altera a estratégia da MBRF de realizar um IPO em Nova York, mas a fortalece. “Pelo contrário, isso valoriza ainda mais a companhia quando formos abrir o capital nos Estados Unidos”, disse Molina, destacando que a simplificação societária e os múltiplos mais altos da operação no Golfo devem impulsionar a avaliação global da MBRF.
O Grupo Casas Bahia iniciou uma parceria estratégica de longo prazo com o Mercado Livre. A partir de novembro, produtos das categorias principais da Casas Bahia, como eletrodomésticos, eletrônicos e móveis, estarão disponíveis na plataforma do Mercado Livre.
Segundo o CEO do Grupo Casas Bahia, Renato Franklin, a aliança permite à empresa ganhar participação de mercado, além de otimizar o uso de seu ecossistema, incluindo soluções logísticas e de crédito. A parceria no e-commerce é uma das primeiras grandes iniciativas após a Mapa Capital ter se tornado a controladora do grupo, em agosto.
A parceria ocorre em um momento estratégico, próximo à Black Friday, quando as categorias envolvidas estão entre as mais procuradas pelos consumidores. Fernando Yunes, vice-presidente sênior do Mercado Livre no Brasil, destacou que a chegada da Casas Bahia à plataforma reforça o compromisso de fortalecer o e-commerce no país.
Tradicional varejista brasileiro focado na venda de eletrodomésticos, móveis e tecnologia, o Grupo Casas Bahia tem forte atuação no e-commerce e lojas físicas.
Em agosto, a Mapa Capital se tornou a nova acionsta majoritária e controladora da rede de varejo ao alcançar uma participação de 85,5% do capital social. O aumento da participação ocorreu em razão da conversão de 1,40 bilhão de debêntures da 10ª emissão em ações.
A operaçnao reduziu em 40% uma dívida que consumia qualquer melhoria operacional. A solução, desenhada um ano antes pela gestão executiva e pelo conselho no plano de recuperação extrajudicial, prolongou prazos e permitiu à empresa colocar o nariz para fora da água. As debêntures da série 1 tiveram vencimentos estendidos até novembro de 2027. A série 2 passou a ser conversível em ações. E a série 3, mais pulverizada, passou a ter um custo de CDI + 1,0% e vencimento em novembro de 2030.
Disclaimer: Este texto foi escrito por um agente de inteligência artificial a partir de informações oficiais e de bases de dados confiáveis selecionadas pelo InvestNews. O trabalho foi revisado pela equipe de jornalistas do IN antes de sua publicação.
Décio Oddone, CEO da Brava Energia (Ilustração: Daniela Arbex)
A Brava Energia realizou uma reestruturação organizacional, aprovada pelo conselho de administração na segunda-feira (20), que consolidou diversas áreas sob a diretoria financeira e de relações com investidores. Diante da mudança, os executivos Rodrigo Pizarro e Pedro Medeiros, que ocupavam cargos, respectivamente, de diretor financeiro e de relações com investidores e de diretor de novos negócios, trading e downstream, renunciaram.
Segundo a petroleira, o CEO Décio Oddone assume interinamente as funções de diretor financeiro e de relações com investidores, além de assumir de forma definitiva a área de novos negócios.
A empresa também informou que a área de operações downstream – a fase final da cadeia de produção, que inclui o refino do petróleo bruto em produtos como gasolina, diesel, querosene, plásticos e petroquímicos e a distribuição desses derivados para os consumidores – será integrada ao onshore, ou seja, à área de exploração de óleo e gás em terra, sob a liderança de Jorge Boeri.
A Brava Energia planeja anunciar um novo CFO após a conclusão do processo de contratação, que ainda está em andamento.
A junior oil Brava Energia foi criada em 2024 a partir da fusão de 3R Petroleum e Enauta, tem como principais acionistas o Bradesco e a gestora Jive. É hoje uma das maiores produtoras independentes de petróleo do país.
Disclaimer: Este texto foi escrito por um agente de inteligência artificial a partir de informações oficiais e de bases de dados confiáveis selecionadas pelo InvestNews. O trabalho foi revisado pela equipe de jornalistas do IN antes de sua publicação.
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) estabeleceu uma indenização de R$ 498,8 milhões em favor da Companhia Energética de São Paulo (CESP).
O valor refere-se à base de remuneração regulatória líquida (BRR) dos investimentos em bens reversíveis ainda não amortizados ou depreciados nas usinas hidrelétricas Jupiá, Ilha Solteira, Paraibuna e Jaguari, que ainda não foram amortizados ou depreciados.
A BRR é o conjunto de ativos, como usinas, linhas de transmissão e subestações que as concessionárias de serviços públicos usam na prestação de serviços.
A CESP foi incorporada pela Auren, após a combinação de ativos de energia da Votorantim, do fundo CPP Investments e da própria CESP. EM 2024, o grupo comprou a AES Brasil.
Segundo a Auren, após a publicação da decisão no Diário Oficial da União, a Aneel encaminha o processo ao Ministério de Minas e Energia. Cabe ao ministério definir o meio de pagamento, o fator de correção monetária aplicável e o cronograma de pagamento da indenização.
Disclaimer: Este texto foi escrito por um agente de inteligência artificial a partir de informações oficiais e de bases de dados confiáveis selecionadas pelo InvestNews. O trabalho foi revisado pela equipe de jornalistas do IN antes de sua publicação.
A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) concluiu a auditoria na Bacia Potiguar, operada pela Brava Energia, e determinou a interdição temporária das instalações. A companhia prevê que as adequações necessárias para cumprir as exigências do regulador sejam concluídas até o fim do quarto trimestre. Isso significa que a interdição parcial pode durar até dezembro.
A suspensão vai impactar a produção em cerca de 3.500 barris de óleo equivalente por dia, representando 3,8% da produção média do terceiro trimestre de 2025.
As instalações já haviam sido paralisadas durante o processo de auditoria que começou em 29 de setembro e terminou no dia 10 de outubro.
Segundo a Brava Energia, a produção média dos últimos 30 dias se mantém acima de 90 mil barris diários, já considerando parte do impacto.
A empresa afirmou que os investimentos para as adequações necessárias estão incluídos no orçamento de 2025/2026.
A junior oil Brava Energia foi criada em 2024 a partir da fusão de 3R Petroleum e Enauta, tem como principais acionistas o Bradesco e a gestora Jive. É hoje uma das maiores produtoras independentes de petróleo do país.
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A Raízen informou nesta sexta-feira (10) que não está considerando qualquer forma de reestruturação de dívida ou pedido de recuperação judicial ou extrajudicial.
A empresa publicou fato relevante citando reportagem do Valor Econômico em que um interlocutor ouvido afirma que um processo de reestruturação e aumento de capital deve se desenrolar ainda neste ano.
A empresa destacou que mantém uma posição robusta de caixa, com R$ 15,7 bilhões em disponibilidades ao final do primeiro trimestre de 2025/26 e R$ 5,5 bilhões em linhas de crédito rotativo disponíveis.
Segundo a produtora de etanol, seus acionistas controladores estão em discussões sobre alternativas de capitalização para fortalecer a estrutura de capital da empresa e apoiar sua estratégia de longo prazo. A Raízen tem promovido uma série de venda de ativos para reforçar seu caixa. A empresa teria identificado R$ 15 bilhões em ativos para vender. Entre eles está a operação na Argentina.
Joint venture entre Shell e Cosan, a Raízen é uma das maiores produtoras de etanol e energia renovável do Brasil, com forte presença no mercado de combustíveis.
Em setembro de 2025, a empresa Raízen encerrou sua joint venture com a mexicana Femsa, abandonando a meta de expandir 5 mil lojas Oxxo no Brasil.
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A Eletrobras concluiu a venda do usina termelétrica UTE Santa Cruz para o grupo J&F, sucedendo a Âmbar Energia no acordo. A transação, que inclui o recebimento de R$ 703,5 milhões, encerra o processo de desinvestimento dos ativos termelétricos da empresa.
Segundo a Eletrobras, o montante total arrecadado com a venda das termelétricas, incluindo a UTE Santa Cruz e ativos da Eletronorte, alcança R$ 3,6 bilhões. A empresa ainda mantém o direito ao recebimento de um earn-out no valor de R$ 1,2 bilhão.
Com a conclusão do desinvestimento, a Eletrobras agora possui um portfólio de geração de energia composto exclusivamente por fontes renováveis, em linha com seu compromisso Net Zero 2030.
A Eletrobras, maior empresa de geração e transmissão de energia elétrica da América Latina, é responsável por boa parte da energia limpa do Brasil. Privatizada em 2022, mantém um papel estratégico no setor elétrico nacional.
Em agosto de 2025, a Eletrobras viu suas ações ordinárias subirem 7,06% após a divulgação dos resultados do segundo trimestre de 2025, destacando um lucro líquido ajustado de R$ 1,47 bilhão e a aprovação de R$ 4 bilhões em dividendos aos acionistas.
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A rede hospitalar Oncoclínicas informou nesta quarta-feira (8) que aprova o aumento do capital social da empresa durante a Assembleia Geral Extraordinária. O montante aprovado para o aumento de capital pode atingir até R$ 2.000.000.001, por meio da subscrição privada de até 666.666.667 novas ações ordinárias, com o preço de emissão fixado em R$ 3,00 por ação.
Além disso, aprova-se a alteração no estatuto social da Oncoclínicas, que amplia o limite do capital autorizado da companhia de 1.300.000.000 para 3.500.000.000 de ações ordinárias. A empresa também divulga um aviso aos acionistas com detalhes sobre o aumento de capital, incluindo procedimentos e prazos para o exercício do direito de preferência e subscrição das novas ações.
Caso ocorra a subscrição mínima, o capital social da Companhia passará a ser de R$ 4.147.024.827,52 , dividido em 994.747.962 ações ordinárias. Caso o aumento de capital seja totalmente subscrito, o capital social passará a ser de R$ 5.147.024.826,52, dividido em até 1.328.081.295 ações ordinárias.
O aumento de capital de cerca de R$ 2 bilhões será feito em um modelo que contará com a conversão de títulos de dívidas em equity e new money. É certo que o Banco Master, detentor de 15% da companhia, será diluído no processo. Ainda não há clareza, no entanto, se o fundo Centaurus e o Goldman Sachs participarão da rodada.
O estado geral da Oncoclínicas hoje em nada se parece com o diagnóstico feito por analistas em 2021, quando a estreia da empresa na B3 entusiasmou investidores. Na operação, a empresa levantou R$ 3,6 bilhões.
A tese que convenceu o mercado que tratava-se de um bom negócio tem a ver com o envelhecimento da população e a evolução dos métodos oncológicos no país: as pessoas vão viver mais, portanto a incidência de casos oncológicos vai aumentar, e existe tratamento a ser oferecido para esses pacientes.
Desde então, a empresa viu sua ação despencar mais de 80% e o endividamento disparar com a aposta em hospitais gerais, o que demandava maior contato com as operadoras de planos de saúde.
Disclaimer: Este texto foi escrito por um agente de inteligência artificial a partir de informações oficiais e de bases de dados confiáveis selecionadas pelo InvestNews. O trabalho foi revisado pela equipe de jornalistas do IN antes de sua publicação.
A operadora Oi informou que, em razão de decisão do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, um comitê de transição foi formado com os nomes de Fábio Wagner, André Tavares Paradizi, Gustavo Roberto Brambila e Marcelo Augusto Leite de Moraes.
A decisão ocorreu após renúncias significativas na diretoria, incluindo o CEO Marcelo Milliet e o CFO Rodrigo Caldas Toledo Aguiar, com efeito a partir de 30 de setembro de 2025. Nessa data, a 7ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro decretou a antecipação da liquidação parcial da telecom.
A decisão afastou a diretoria e conselho da Oi, com a nomeação do advogado Bruno Rezende (da administradora judicial PreservaAção) como interventor.
Além das renúncias de Milliet e Aguiar, a Oi comunicou que Paul Murray Keglevic, Scott David Vogel, Paul Stewart Aronzon, Francisco Roman Lamas Mendez-Villamil e Renato Carvalho Franco também deixam suas posições como membros efetivos do Conselho de Administração.
Os conselheiros que renunciaram foram indicados pelos credores da Oi que se converteram em principais acionistas da tele, após reestruturação acionária realizada na recuperação judicial aprovada em 2024. Apenas Raphael Manhães, indicado pelos acionistas minoritários, não apresentou renúncia.
O grupo de transição é formado por Fábio Wagner, que ocupa o posto de diretor jurídico da Oi, além de André Tavares Paradizi, Gustavo Roberto Brambila e Marcelo Augusto Leite de Moraes.
Segundo a empresa, as mudanças fazem parte das medidas em andamento em meio à sua recuperação judicial. A companhia afirma que continuará informando acionistas e o mercado sobre novos desdobramentos.
A Oi é uma das maiores empresas de telecomunicações do Brasil, mas enfrenta há anos um cenário de crise financeira. Em crise desde 2016, a empresa vendeu ativos como sua rede móvel e infraestrutura de fibra óptica para focar na operação de internet de alta velocidade.
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A LWSA, especializada em infraestrutura para e-commerce, celebrou um contrato de compra e venda com o UNLK Two Fundo de Investimento em Participações Multiestratégia para a aquisição da totalidade do capital social da Wake Creators Digital Media Channel, por R$ 45 milhões. Parte do pagamento foi realizada na data de assinatura nesta terça-feira (7), com o saldo restante a ser pago de forma parcelada até 2029.
Segundo a empresa de tecnologia, a Wake Creators é especializada em serviços de plataforma e softwares para marketing de influenciadores digitais. A operação não requer submissão ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e foi concluída no mesmo dia da assinatura do contrato.
A LWSA é uma plataforma de tecnologia que oferece soluções para e-commerce e gestão de negócios online, facilitando a digitalização de pequenas e médias empresas.
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A empresa de engenharia Azevedo & Travassos assinou um contrato com a Petrobras para o projeto UGH GasLub. O acordo, firmado por meio de um consórcio entre a controlada da A&T, Heftos Óleo e Gás, e a construtora Colares Linhares, tem valor total de R$ 1,76 bilhão e um prazo de execução de 40 meses.
As atividades incluem projeto executivo, suprimentos, construção, montagem, comissionamento e testes para a unidade de geração de hidrogênio, a ser realizada em Itaboraí, RJ.
A Heftos Óleo & Gás Construções detém 80% do projeto e a Colares Linhares participa com 20%.
A obra faz parta de um conjunto de seis grandes licitações da Petrobras nos moldes EPC (Engineering, Procurement, Construction) para as obras do Gaslub, rebatizado de Complexo de Energias Boaventura.
O projeto retoma as obras no polo deItaboraí (RJ), que foram paralisadas em 2015. As licitações incluem serviços de engenharia, projeto, equipamentos e montagem para construção de unidades de Hidrocraqueamento Catalítico (HCC), de Hidrotratamento (HDT), de Desparafinação por Isomerização por Hidrogênio (HIDW), para o laboratório e edificações do Gaslub e para Unidade de Geração de Hidrogênio (UGH).
O Complexo de Energias Boaventura reunirá diferentes unidades de processamento e produção, de geração de energia a combustíveis, inclusive de fontes renováveis.
Além da própria Unidade de Processamento de Gás Natural (UPGN), o complexo da Petrobras será composto por duas usinas termelétricas (UTEs), unidades de produção de combustíveis e lubrificantes, Unidade de Hidrocraqueamento Catalítico (HCC) e várias outras.
Tradicional empresa brasileira de engenharia e construção, a Azevedo & Travassos tem forte atuação em infraestrutura, especialmente nos setores de saneamento, óleo e gás. Fundada em 1922, tem mais de um século de experiência no mercado.
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A Prio vendeu uma participação de 10% no bloco exploratório no Golfo do México para a empresa americana TotalEnergies. O valor não foi informado.
O acordo foi fechado após uma avaliação das condições do bloco, considerando aspectos técnicos e financeiros. Segundo a empresa, a decisão faz parte de uma estratégia de otimização de portfólio e alocação de capital para projetos com maior potencial de retorno.
O bloco exploratório no Golfo do México é objeto de interesse de diversas empresas do setor, devido às suas reservas promissoras. A Prio destaca que continuará a monitorar oportunidades na região, buscando maximizar seus recursos e fortalecer sua presença em áreas estratégicas de exploração de petróleo.
A Prio (anteriormente PetroRio) é uma das maiores empresas independentes de produção de petróleo e gás do Brasil, que atua na aquisição, desenvolvimento e operação de campos maduros de petróleo. É controlada pelo empresário Nelson Tanure.
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