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Disney+ is raising prices for the 6th straight year — and Hulu is going up too

23 de Setembro de 2026, 13:27
D+ Hulu price hike
Disney has increased the cost of Disney+ and Hulu under CEO Josh D'Amaro.

Illustration by Jaque Silva/NurPhoto via Getty Images; Jeremy Moeller/GC Images; Aurore Marechal/Getty Images

  • Disney is raising the prices for Disney+ and Hulu.
  • The ad-free Hulu-Disney+ bundle now costs $21.99 a month.
  • Media giants have been consistently hiking streaming prices.

Disney+ is getting more expensive for the sixth year in a row.

The cost of the ad-free Disney+ and Hulu plans will imminently increase to $21.49 a month, up from $18.99 a month, a company spokesperson confirmed to Business Insider. Bloomberg first reported the pricing change.

Disney is hiking the ad-free bundle of Disney+ and Hulu to $21.99 a month, up from $19.99, the spokesperson said.

Disney is raising the cost of its stand-alone, ad-supported Disney+ and Hulu plans to $12.49 a month. The price of the ad-supported Hulu-Disney+ bundle is staying flat at $12.99.

Streaming services have consistently received price hikes as media giants strive to satisfy Wall Street. However, companies like Disney and Netflix have hiked prices for ad-supported plans more gradually, reasoning that they can generate more incremental revenue from those subscribers and give customers a lower-cost alternative.

Peacock hiked prices in August and now charges $19.99 a month for its ad-free plan, up from $16.99, while its ad-supported version costs $12.99 a month instead of $10.99.

Netflix raised prices in March, asking subscribers to pay $2 more a month for its standard ad-free plan ($19.99) and the premium 4K plan ($26.99). The cost of Netflix's ad-supported plan rose by $1 a month to $8.99. That plan is tied for the cheapest among major streamers with Paramount+ and the stand-alone ads version of Prime Video.

Apple TV increased its cost to $14.99 a month in August, up from $12.99. The tech giant doesn't offer an ad-supported tier.

Consumers have increasingly turned to free services like YouTube, Tubi, and The Roku Channel as streaming prices have risen in recent years.

Several Hollywood giants, including Disney and Paramount Skydance, are exploring adding free tiers to their streamers.

Read the original article on Business Insider

Como a Epic Games precisa da Disney para tentar reverter a fase difícil do ‘Fortnite’

10 de Abril de 2026, 16:54

A Epic Games está apostando em sua parceria com a The Walt Disney Company como principal motor de retomada do crescimento do Fortnite, após uma série de lançamentos abaixo do esperado e demissões recentes na companhia.

No mês passado, a empresa cortou cerca de 1.000 funcionários em um esforço de redução de custos estimado em US$ 500 milhões e reconheceu internamente que diversos novos jogos e atualizações do Fortnite não tiveram boa recepção. Entre eles, modos como o “Ballistic” e o “Festival Battle Stage” serão descontinuados, enquanto o “Rocket Racing” será encerrado em outubro.

Em comunicado interno, o CEO da Epic, Tim Sweeney, afirmou que, apesar de o Fortnite seguir como um dos jogos mais bem-sucedidos do mundo, a empresa tem enfrentado dificuldades para manter consistência nas atualizações e no engajamento do público.

De Marvel a Pixar

A nova aposta da companhia está centrada em uma série de jogos desenvolvidos em parceria com a Disney, que investiu US$ 1,5 bilhão na Epic há dois anos. O primeiro título dessa colaboração deve ser lançado em novembro e terá formato de jogo de tiro com personagens das propriedades da Disney, incluindo Marvel, Star Wars e Pixar.

Segundo fontes internas, o projeto é visto como estratégico para revitalizar o Fortnite e ampliar seu alcance global, embora algumas versões iniciais tenham recebido avaliações internas consideradas “medianas”.

A parceria também prevê pelo menos mais dois jogos adicionais, mas parte dos recursos já foi redirecionada após preocupações com o cronograma de desenvolvimento.

Apesar disso, a Disney afirmou que mantém confiança na colaboração e que o projeto segue dentro de sua estratégia de longo prazo para construir um ecossistema integrado de jogos e entretenimento.

A Epic Games afirmou que sua abordagem de desenvolvimento é baseada em lançamentos rápidos e melhorias contínuas, ainda que isso tenha levado, segundo funcionários, a produtos lançados em estágios iniciais de maturação.

A companhia foi fundada em Cary, na Carolina do Norte, e ganhou destaque global em 2017 com o sucesso do Fortnite no modo battle royale, que rapidamente se tornou um fenômeno global e gerou bilhões de dólares em receita nos anos seguintes.

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Efeito Trump? Disney fala em ‘ventos contrários’ para o turismo internacional em seus parques nos EUA

2 de Fevereiro de 2026, 15:33

A Disney alertou nesta segunda-feira (2) que enfrenta “ventos contrários na visitação internacional” em seus parques temáticos americanos, e que isso deve limitar o crescimento do lucro operacional da divisão no trimestre atual.

O aviso foi dado durante a divulgação dos resultados do primeiro trimestre fiscal. O CFO Hugh Johnston não quis detalhar as razões da desaceleração, mas confirmou que a empresa já está reagindo: tanto a Disneyland, na Califórnia, quanto o Walt Disney World, na Flórida, estão redirecionando seus esforços de marketing para atrair visitantes domésticos em vez de estrangeiros.

O contexto ajuda a explicar a cautela da empresa. Tensões diplomáticas do governo Trump com aliados tradicionais, a imposição de tarifas comerciais e processos mais rigorosos de verificação de vistos têm levantado preocupações crescentes sobre a disposição de estrangeiros em visitar os Estados Unidos.

Apesar da sinalização de cautela para os próximos meses, os números do trimestre encerrado em 27 de dezembro ainda foram fortes. A divisão de experiências — que engloba parques temáticos, cruzeiros e produtos de consumo — registrou receita recorde de US$ 10 bilhões, alta de 6% na comparação anual. O lucro operacional também bateu recorde trimestral, chegando a US$ 3,3 bilhões, igualmente 6% acima do ano anterior.

desempenho foi puxado por uma combinação de fatores. A frequência nos parques americanos subiu 1%, enquanto o gasto médio por visitante cresceu 4%. A linha de cruzeiros também contribuiu, com mais reservas após a adição de um novo navio à frota.

A divisão de experiências é o motor de lucro da Disney — e por isso mesmo será uma das principais responsabilidades do próximo CEO da companhia. Segundo o Wall Street Journal, o conselho de administração se reúne esta semana na sede em Burbank, na Califórnia, e deve votar o sucessor de Bob Iger.

De acordo com o jornal, a disputa está entre dois executivos da casa: Josh D’Amaro, atual presidente da divisão de experiências, e Dana Walden, copresidente da divisão de entretenimento. A especulação sobre quem ficará com o cargo — e qual será o destino do preterido — tem consumido funcionários da Disney e boa parte de Hollywood nos últimos meses, segundo a publicação.

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