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Filosofia aplicada aos investimentos: 4 conceitos estoicos para tomar decisões financeiras melhores

11 de Julho de 2026, 10:00

À primeira vista, o estoicismo pode parecer apenas mais uma filosofia transformada em frase motivacional nas redes sociais. Mas, quando volta aos textos originais, entrega lições importantes para todos os investidores.

Não à toa, nomes importantes do mercado citam autores estoicos em livros e memorandos. Ray Dalio, Howard Marks e Nassim Taleb estão entre os investidores que relacionam sucesso financeiro aos mesmos conceitos dessa filosofia.

A ideia não é nova. Os estoicos não eram teóricos distantes da vida prática. Zenão de Cítio, fundador da escola estoica, foi um grande comerciante. Sêneca foi senador, investidor de terras e um dos homens mais ricos de Roma, e Marco Aurélio foi um dos imperadores romanos. Todos conheciam poder, dinheiro, risco e perda de perto.

Confira, a seguir, quatro conceitos estoicos que ajudam a pensar investimentos com mais clareza.

1 – Dicotomia do controle: foque no que depende de você

O primeiro ensinamento estoico — e talvez o mais importante — aparece logo no início do Manual de Epicteto: “Entre as coisas que existem, há aquelas subordinadas a nós e as não subordinadas a nós”.

Ou seja, algumas coisas dependem de nós; outras não. Para o investidor, essa distinção é inevitável para o sucesso. Afinal, grande parte das variáveis foge do controle.

Não está sob controle do investidor a próxima decisão do Copom, uma crise geopolítica, o humor diário da bolsa ou o múltiplo que o mercado pagará por uma empresa em determinado momento.

Mas há variáveis sob controle: a qualidade da análise, a diversificação, o preço de entrada, a frequência dos aportes, o horizonte de investimento e, principalmente, a reação diante da volatilidade.

Howard Marks, cofundador da Oaktree Capital Management, baseia sua estratégia neste conceito. Em seus memorandos, compilados no livro “O Mais Importante para o Investidor”, ele lembra que o investidor não controla a economia, os ciclos de mercado ou o comportamento das ações.

Portanto, segundo o gestor, o foco deve estar em processo, disciplina, gestão de risco e compreensão do que realmente importa no longo prazo.

A lição estoica é a de que gastar energia tentando prever tudo costuma ser inútil. O investidor melhora quando separa o que pode controlar daquilo que precisa apenas administrar.

2 – Ataraxia: manter a calma quando o mercado oscila

Marco Aurélio escreveu parte de suas Meditações enquanto liderava guerras e enfrentava a Peste Antonina. O livro é, em boa medida, um exercício de autocontrole.

Ele falava sobre encontrar a “cidadela interior” — um lugar de calma absoluta dentro da própria mente, independentemente do caos externo:

“A mente livre de paixões é uma cidadela: não existe fortificação mais sólida para se refugiar.”

A palavra grega ataraxia traz o conceito da imperturbabilidade diante da desordem externa. No mercado financeiro, isso significa não transformar cada oscilação da carteira em decisão impulsiva.

Howard Marks resume bem essa armadilha ao tratar da psicologia dos mercados. Em sua coletânea de memorandos, ele escreve que “a emoção leva investidores a fazer a coisa errada no momento errado e deve ser resistida”.

A ataraxia estoica é exatamente isso: a capacidade de manter a calma e seguir o plano estratégico original, enquanto a maioria das pessoas opera de forma emocional e pode acabar tomando decisões ruins.

3 – Praemeditatio malorum: preparar a carteira para o pior cenário

Sêneca, em suas Cartas a Lucílio, escreveu: “o homem que previu a vinda do sofrimento retira a sua força quando ele chega”.

O exercício estoico do praemeditatio malorum, ou premeditação dos males, consiste em imaginar cenários negativos antes que eles aconteçam.

A ideia não é ser pessimista, mas ter realismo preventivo para blindar a mente e a carteira contra choques. Para os estoicos, o inesperado costuma pesar mais justamente porque nos pega desprevenidos.

Nos investimentos, esse conceito é uma ferramenta direta de gestão de risco e o antídoto contra o viés do otimismo linear de achar que o mercado só vai subir.

Nassim Taleb dedica capítulos inteiros a Sêneca, argumentando como ele era um modelo de resistência à instabilidade. Para Taleb, investidores que aplicam essa prática montam carteiras com caixas de oportunidade e segurança justamente para atravessar crises com proteção e, em alguns casos, encontrar oportunidades nelas.

4 – Amor fati: usar perdas como parte do processo

Embora a expressão amor fati tenha sido cunhada mais tarde por Friedrich Nietzsche, o conceito é central no estoicismo. Significa “amor ao destino”, ou seja, aceitar a realidade como ela se apresenta e usar os acontecimentos como matéria-prima para agir melhor.

Para o investidor, isso talvez seja uma das lições mais difíceis. Afinal, perdas acontecem, teses falham, empresas decepcionam e o timing nem sempre é certeiro. O problema, para o estoicismo, não é errar, mas transformar o erro em negação, culpa ou paralisia.

Ray Dalio, fundador da Bridgewater Associates, o maior hedge fund do planeta, construiu parte de sua filosofia de gestão em uma ideia muito próxima: “dor + reflexão = progresso”.

Em seu livro Princípios, Dalio defende que encarar a realidade e aprender com os erros é parte central de qualquer bom processo decisório.

Aplicado à carteira, esse princípio ajuda o investidor a não tratar perdas como fracasso pessoal ou tentar recuperar rapidamente o prejuízo assumindo ainda mais risco. O investidor com mentalidade mais estoica tende a fazer outra pergunta: o que essa perda me ensina?

Por fim, o estoicismo não ensina qual ação comprar, quando vender ou qual será o próximo ciclo de mercado. Também não transforma ninguém automaticamente em um bom investidor.

Mas ajuda a lidar com incertezas, manter disciplina e evitar que medo, ganância, ego e pressa tomem decisões no lugar do investidor.

Benjamin Graham, pai do value investing e mentor intelectual de Warren Buffett, dizia que “o maior problema do investidor — e até o seu pior inimigo — é ele mesmo”.

Nesse sentido, o estoicismo parece ser o caminho para fazer com que esse “pior inimigo” pare de ser um sabotador e passe a jogar a favor dos seus resultados.

O ‘bom conselho de graça’ para o investidor em bitcoin (BTC) e outros destaques do Crypto Times

5 de Julho de 2026, 11:00

Olá, investidor e investidora de cripto! Sejam muito bem-vindos a mais uma edição da nossa coluna semanal do Crypto Times, a editoria de bitcoin (BTC) e criptomoedas do Money Times. Para se inscrever e receber em primeira mão em todas as manhãs de sábado, basta se inscrever no box abaixo:

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Diz o ditado que, se conselho fosse bom, não seria de graça. O ditado é válido para muitos casos, mas às vezes é bom. Lembro-me da minha avózinha quando, certa vez, aconselhou meu irmão a não ir a uma das festas na faculdade.

“Mas, vó”, dizia ele, “é uma casa só com os amigos, vai ser uma coisa tranquila”.

“Olha lá, hein”, dizia vovó, “que os amigos têm amigos, que têm amigos, que têm amigos…”.

E arrematou com a frase e os braços para cima, como quem lava as mãos: “Se conselho fosse bom, não era de graça. Mas às vezes…”.

Enfim. Meu irmão acabou não indo à festa por vários motivos. Fato é que, no dia seguinte, a tal festa tranquila não foi tão tranquila assim — com direito a ambulância, polícia e vizinhos muito, muito mal-humorados.

Tudo isso para dizer que existem conselhos bons e que são, sim, de graça. É só dar uma boa garimpada.

E se este que lhes escreve agora pode dar um conselho, investidor e investidora de criptomoeda, o conselho é: veja o painel sobre criptomoedas do Onde Investir no 2º Semestre do portal irmão do Money Times, o Seu Dinheiro.

Além de contar com o editor-assistente mais bem-apessoado de que a redação dispõe, os analistas Henry Oyama, diretor de estratégias de investimentos da Hashdex, e Valter Rebelo, chefe de research da Empiricus, dissertam sobre o que fazer nos próximos seis meses do ano.

Não apenas eles traçam um panorama do porquê as criptomoedas tiveram dias difíceis no primeiro semestre, mas também o que fazer com os tokens agora.

Meu conselho (bom e de graça) é ver de perto esses e outros painéis do evento. Clique aqui e confira.

Fique agora com as notícias mais lidas da semana no Crypto Times.

Forte abraço,

Renan Sousa, editor-assistente do Money Times.

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Dividendos: XP despacha elétrica da carteira; veja mudanças

5 de Julho de 2026, 08:57

A XP retirou a Energisa (ENGI11) da sua carteira de dividendos para julho. Segundo a corretora, a elétrica possui maior exposição ao cenário macroeconômico do que outros nomes de sua cobertura. Isso ocorre por causa do seu perfil de duration mais longa e da maior sensibilidade à taxa de juros.

No lugar da companhia, a XP aumentou o peso de Caixa Seguridade (CXSE3) de 5% para 7,5%. Para a corretora, a empresa segue apresentando forte atividade comercial em seus principais segmentos, o que é mais do que suficiente para sustentar os volumes de seguros.

‘Em paralelo, a CXSE continua entregando sinistralidade controlada e se beneficia de um resultado financeiro favorecido pelo patamar elevado de juros, o que sustenta um carrego atrativo.’

Por fim, a corretora trocou fez uma troca entre classes de ações, com a saída das ações preferenciais classe C da Axia (AXIA7) para aumentar os papéis ordinários (AXIA3).

‘Em nossa visão, a Axia permanece como uma das principais proxies líquidas do setor elétrico brasileiro para investidores estrangeiros que buscam aumentar a exposição a utilities em mercados emergentes.’

Como cereja do bolo, o papel também é um componente relevante do Ibovespa, ‘o que deve torná-la uma beneficiária natural de fluxos incrementais em um eventual aumento da alocação para o Brasil’.

Em junho, a carteira registrou queda de 1%, mesmo desempenho do Ibovespa, que também recuou 1%. Desde o seu lançamento, a carteira acumula alta de 326,2%, ante 136,4% do índice.

Veja a carteira abaixo:

CompanhiaTickerPeso
PetrobrasPETR410,0%
PRIOPRIO35,0%
ValeVALE312,5%
Telefônica BrasilVIVT35,0%
AllosALOS37,5%
Axia EnergiaAXIA312,5%
CopelCPLE315,0%
Itaú UnibancoITUB415,0%
B3B3SA310,0%
Caixa SeguridadeCXSE37,5%

10 ações com retornos de até 12,1% para quem busca dividendos, segundo Safra

6 de Junho de 2026, 14:00

O Safra realizou um ajuste na carteira recomendada de dividendos para o mês de junho, retirando as ações da Vibra Energia (VBBR3) e incluindo Marcopolo (POMO4).

Apesar do bom momento de resultados da Vibra e do setor, os analistas veem um fluxo de notícias mais conturbado, enquanto notam um mercado já bem comprado na tese.

Sobre a entrada de Marcopolo, o banco avalia a empresa uma ótima opção dentro do setor de bens de capital devido a necessidade de renovar a envelhecida frota de ônibus do país, o que deve impulsionar as vendas da empresa nos próximos anos.

Completam o portfólio de maio as ações da Allos (ALOS3), Caixa Seguridade (CXSE3), Itaúsa (ITSA4), Bradesco (BBDC4), Petrobras (PETR4), Vale (VALE3), Cury (CURY3), CPFL (CPFE3) e Copel (CPLE3).

Em maio, a carteira de dividendos do Safra registrou desempenho negativo de 5,82%, ante recuo de 7,62% do Índice Dividendos (IDIV) e de 7,22% do Ibovespa (IBOV).

Dividendos: as ações para a carteira de junho

CódigoCompanhiaCot. Fech. 30/04/2026 (R$/ação)PesoDividend Yield
ALOS3Allos28.2110.0%12.1%
CXSE3Caixa Seguridade17.7110.0%7.7%
ITSA4Itaúsa12.9210.0%9.2%
BBDC4Bradesco17.7010.0%8.7%
PETR4Petrobras42.0010.0%8.6%
VALE3Vale82.8210.0%7.6%
CURY3Cury31.7310.0%7.8%
CPFE3CPFL43.3910.0%7.9%
POMO4Marcopolo6.0610.0%8.3%
CPLE3Copel14.5610.0%6.1%

As duas ações do agronegócio que seguem como favoritas entre 18 analistas para março

8 de Março de 2026, 10:00

Cosan (CSAN3) e Suzano (SUZB3) seguem como as ações favoritas do agronegócio entre 18 analistas para o mês de março, com 3 recomendações cada.

No acumulado do ano, as ações da Cosan já avançaram 6,48%, enquanto a Suzano acumulou alta de 5,88%.

Além dessas ações, Klabin (KLBN11) e JBS (JBSS32) também contam com recomendações de compra.

A Cosan está na carteira da Ativa, Empiricus Research e EQI. Para a Empiricus, a redução da dívida é  o principal gatilho para a tese de Cosan. Os analistas esperam que a desalavancagem financeira ganhe força nos  próximos 12 meses, com potenciais vendas de ativos, tanto no nível da holding quanto das  subsidiárias, em especial da Raízen.

Já a Suzano faz parte da seleção para março de Ágora, Monte Bravo e RB Investimentos. Segundo a Monte Bravo, a grande capacidade industrial e de matéria-prima fazem com que a sua produção figure entre as mais eficientes do mundo.

O rápido processo de maturação de sua nova planta em Ribas do Rio Pardo — que adicionou 25% de capacidade e ganhos de eficiência em suas operações — deve ajudar a companhia a acelerar seu processo de desalavancagem. Com forte geração de caixa e sem grandes projetos nos próximos anos, a casa espera que a companhia consiga acelerar a remuneração aos seus acionistas.

Com os aumentos de preço da celulose no começo do ano e 100 % de Ribas contabilizando em 2025, os analistas enxergam a companhia negociando em múltiplos muito atrativos .

Vejas as mais recomendadas do agronegócio em março

Empresa Ticker Recomendações
Cosan CSAN3 3
Suzano SUZB3 3
Klabin KLBN11 2
JBS JBSS32 1

Levantamento 

O levantamento do Money Times levou em consideração as informações das carteiras de ações divulgadas por 18 instituições. Para março, foram indicadas 4 ações, somando 9 recomendações. 

Participaram do levantamento: Ágora Investimentos, Andbank, Ativa Investimentos, BB Investimentos, BTG Pactual, Daycoval, Empiricus Research, Genial Investimentos, Itaú BBA, RB Investimentos, EQI, Planner, Monte Bravo, Rico, Safra, Santander, Terra Investimentos e XP Investimentos.

Quais ações internacionais comprar em março? Empiricus revela carteira recomendada com Alphabet (GOGL34), Microsoft (MSFT34) e mais

7 de Março de 2026, 10:00

A carteira recomendada de ações internacionais da Empiricus Research passou por algumas mudanças táticas voltadas para o mês de março.

A seleção mensal, assinada por Enzo Pacheco, analista da casa, traz ativos que ainda carregam potencial de valorização para investidores que se posicionarem agora, mesmo em um cenário geopolítico delicado e maior sentimento de aversão ao risco nos mercados.

Certezas de um lado, incertezas de outro: o contexto econômico que envolve as bolsas globais

A primeira semana do mês de março trouxe a grande escalada dos conflitos no Oriente Médio, protagonizados pelos Estados Unidos, Israel e Irã.

As primeiras notícias do conflito trataram de derrubar ativos de risco ao redor do mundo, deixando diversos índices (desde na bolsa norte-americana até nas asiáticas, e inclusive o Ibovespa, no Brasil) no vermelho.

Isso porque, em cenários de total incerteza como esse, muitos investidores optam por migrar parte de seus portfólios para ativos de proteção, como o ouro.

Porém, Enzo Pacheco, analista de ações internacionais da Empiricus Research, defende que é essencial que o investidor mantenha algum nível de exposição às bolsas internacionais – especialmente a norte-americana – independentemente do cenário.

Os Estados Unidos seguem sendo a casa das teses de investimento de maior relevância no mercado, como as big techs e outras empresas ligadas à inteligência artificial (IA).

Dito isso, para Pacheco, este é um “momento técnico”, que não diz respeito a zerar posições, mas sim aumentar a exposição a três ações bastante específicas, reveladas em relatório da última segunda-feira (2).

Por que Alphabet (GOGL34), Microsoft (MSFT34) e Visa (VISA34) são apostas para buscar lucros em março?

Segundo Enzo Pacheco, a estratégia para o mês de março é aumentar a exposição em três teses de alta qualidade que estão descontadas atualmente e, assim, buscar valorizações assertivas: Alphabet (GOGL34), Microsoft (MSFT34) e Visa (VISA34).

  • Alphabet (Nasdaq: GOOG; B3: GOGL34)

A Alphabet, holding do Google, acumula queda de cerca de 9% em suas ações na Nasdaq nos últimos 30 dias. Para Pacheco, essa é uma oportunidade de compra.

“Aproveitamos o enfraquecimento recente do papel, que interrompeu o forte momentum de alta observado ao longo de quase todo o ano de 2025. Mesmo com a queda recente, a companhia mantém crescimento consistente em Google Cloud, forte geração de caixa e posição dominante em busca e publicidade digital, além de estar bem-posicionada para capturar a expansão de IA”, afirma o analista.

  • Microsoft (Nasdaq: MSFT; B3: MSFT34)

A Microsoft, bastante conhecida do grande público, viu suas ações sofrerem uma derrocada na bolsa norte-americana desde o dia 28 de janeiro, data em que divulgou seus últimos resultados trimestrais. Porém, já ensaiam uma recuperação – o que reforça que a tese não perdeu sua qualidade:

“Apesar da reação de mercado [aos resultados trimestrais], a empresa segue com ótimos fundamentos e perspectivas. Por isso, entendo esse momento como uma oportunidade para aumentarmos a posição a um preço mais favorável”, afirma Pacheco.

  • Visa (NYSE: V; B3: VISA34)

No caso da Visa, também amplamente conhecida, o valuation dos papéis também não acompanhou os bons resultados divulgados no 4º trimestre de 2025, segundo o analista:

“A companhia divulgou mais um resultado acima das expectativas, com crescimento de receita e lucro acima dos 10% pelo terceiro trimestre consecutivo. Ainda assim, o papel segue sendo negociado por um múltiplo preço/lucro projetado próximo das mínimas dos últimos cinco anos – patamar que se demonstrou um bom ponto de entrada do ativo nesse ínterim”.

Porém, apesar de serem os destaques do mês, as ações não são as únicas recomendações de compra de Enzo Pacheco. Na carteira de ações internacionais, elas estão acompanhadas de outros 7 nomes de peso, que representam diversos setores da economia global – uns mais defensivos, outros mais cíclicos – em nome da diversificação.

Gratuito: acesse carteira completa com as 10 ações internacionais mais promissoras de março

A Empiricus está liberando, como cortesia para todos os leitores desse texto, o acesso à carteira recomendada das 10 ações internacionais mais promissoras do mês.

Além dos nomes citados, você pode conhecer outras empresas, como:

  • Uma gigante da tecnologia chinesa;
  • Uma empresa de Taiwan, apelidada de “a maior empresa mais desconhecida do mundo;
  • Uma farmacêutica da Dinamarca, cujos produtos têm dominado as prateleiras mundo afora.

Vale lembrar que, apesar de serem ativos estrangeiros, os papéis recomendados podem ser comprados na própria bolsa brasileira, por meio de BDRs.

Para acessar o relatório, basta clicar no botão abaixo e seguir as instruções na tela. Lembrando que é totalmente gratuito:

CONHEÇA AS AÇÕES INTERNACIONAIS MAIS PROMISSORAS DE MARÇO

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