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Quem são as maiores empresas de beleza do mundo? Confira o top 10

O mercado global de beleza movimentou US$ 258,99 bilhões ( cerca de R$1,3 trilhão) em 2025, considerando as 100 maiores fabricantes do setor. O valor representa alta de 2,7% em relação ao ano anterior, segundo o ranking anual Beauty Inc Top 100, elaborado pela WWD.

Apesar do avanço, o mercado enfrentou um período de crescimento moderado. Os cuidados com a pele perderam força para muitas companhias, enquanto o mercado de massa apresentou dificuldades e a expansão das fragrâncias desacelerou.

Nesse cenário, a L’Oréal manteve a liderança entre as maiores empresas de beleza do mundo, com US$ 49,72 bilhões (R$ 258 bilhões) em vendas, alta de 1,3% na comparação com 2024.

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L’Oréal lidera mercado de beleza mundial

A companhia francesa aparece com ampla vantagem na primeira posição. A L’Oréal respondeu por 19,2% das vendas das 100 maiores empresas de beleza, aumentando sua participação em 0,5 ponto percentual.

A empresa registrou crescimento de 4% nas vendas comparáveis em 2025, acima da expansão estimada de 3,5% do mercado global. Ainda assim, enfrentou dificuldades nos cuidados com a pele e no varejo de viagens na Ásia. No segundo semestre, porém, a companhia ganhou ritmo, especialmente no quarto trimestre, impulsionada por inovações e novos produtos.

Confira as maiores empresas de beleza

O ranking reúne empresas dos segmentos de cosméticos, perfumes, maquiagem, cuidados com a pele e cabelos:

  1. L’Oréal: US$ 49,72 bilhões (R$ 258 bilhões)
  2. Unilever: US$ 26,98 bilhões (R$ 140 bilhões
  3. Procter & Gamble: US$ 15,4 bilhões ( R$ 80 bilhões)
  4. The Estée Lauder Cos.: US$ 14,7 bilhões (R$ 76 bilhões)
  5. LVMH: US$ 9,22 bilhões (R$ 48 bilhões)
  6. Chanel: US$ 9,18 bilhões (R$ 47,78 bilhões)
  7. Beiersdorf: US$ 8,89 bilhões (R$ 46 bilhões)
  8. Shiseido: US$ 6,48 bilhões (R$ 33,7 bilhões)
  9. Coty: US$ 5,81 bilhões (R$ 30,24 bilhões)
  10. Puig: US$ 5,27 bilhões (R$ 27 bilhões)

Os valores de Unilever, Procter & Gamble, Estée Lauder, LVMH, Beiersdorf e Puig são estimativas apresentadas pela WWD.

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Unilever e P&G completam o pódio

A Unilever, segunda colocada, registrou US$ 26,98 bilhões (R$ 140,4 bilhões) em vendas de beleza estimadas, apesar da queda de 2,9%. A empresa passou por mudanças estratégicas e pretende aumentar a participação de beleza, bem-estar e cuidados pessoais no negócio.

Na terceira posição, a Procter & Gamble alcançou US$ 15,4 bilhões (R$ 80 bilhões) estimados, com crescimento de 3%. A Herbal Essences teve avanço de dois dígitos em cuidados capilares, enquanto os cuidados pessoais também apresentaram crescimento.

A Estée Lauder, quarta colocada, teve vendas estimadas em US$ 14,7 bilhões (R$ 76 bilhões), queda de 3%. O ano também marcou mudanças na liderança da companhia.

Chanel cresce e Puig se destaca

A LVMH registrou US$ 9,22 bilhões (R$ 48 bilhões) e queda de 3%, embora sua divisão de perfumes e cosméticos tenha mantido vendas estáveis em termos orgânicos. Já a Chanel cresceu 3,1%, para US$ 9,18 bilhões (R$ 47,78 bilhões), impulsionada principalmente pelo segmento de fragrâncias e pela demanda na China, Coreia do Sul e Estados Unidos.

A Beiersdorf ficou praticamente estável, com US$ 8,89 bilhões (R$ 46 bilhões). A empresa enfrentou dificuldades nos cuidados com a pele e apostou em novos produtos da Nivea. A Shiseido teve queda de 2,1%, para US$ 6,48 bilhões (R$ 33,7 bilhões), enquanto a Coty recuou 4,6%, para US$ 5,81 bilhões (R$ 30,24 bilhões), em meio a mudanças na liderança.

A Puig, décima colocada, teve o maior crescimento entre as dez primeiras: 5,5%. A companhia alcançou US$ 5,27 bilhões (R$ 27 bilhões), com destaque para a expansão da maquiagem, especialmente da Charlotte Tilbury.

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Mercado de beleza mostra crescimento moderado

No conjunto das 100 maiores empresas, 74% aumentaram as vendas, enquanto 29% registraram crescimento de dois dígitos. Por outro lado, 11 das 20 maiores companhias tiveram queda.

As dez maiores empresas concentraram US$ 151,65 bilhões (R$ 789,32 bilhões), equivalente a 58,6% das vendas do Top 100. Assim, o ranking mostra a força das grandes companhias no setor de beleza, com a L’Oréal mantendo uma liderança bastante distante das demais concorrentes.

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Com fortuna de US$ 839 bilhões, Elon Musk lidera lista da Forbes

O bilionário de extrema-direita Elon Musk. Foto: Evelyn Hockstein/Reuters

A Forbes divulgou sua tradicional lista de 2026, revelando um crescimento no número de pessoas com fortunas bilionárias. No último ano, o número de bilionários no mundo alcançou a marca recorde de 3.428, com um patrimônio acumulado de US$ 20,1 trilhões.

Elon Musk, CEO da Tesla e SpaceX, lidera a lista com um patrimônio de US$ 839 bilhões, um aumento de US$ 497 bilhões em relação a 2025, consolidando sua posição como o homem mais rico do mundo.

O crescimento expressivo da riqueza global pode ser atribuído à entrada de 400 novos bilionários, abrangendo empreendedores, investidores e herdeiros. O aumento das fortunas foi impulsionado pelo boom da inteligência artificial, que aqueceu os mercados globais e gerou grandes lucros para os investidores. Como resultado, a riqueza total dos bilionários cresceu em US$ 4 trilhões, quebrando mais um recorde financeiro.

Os Estados Unidos continuam a dominar a lista com 989 bilionários, incluindo 15 das 20 pessoas mais ricas do mundo. A China ocupa o segundo lugar, com 610 bilionários, enquanto a Índia está em terceiro, com 229. O Brasil, por sua vez, tem 70 bilionários, com Eduardo Saverin, cofundador do Facebook, sendo o mais rico do país, com uma fortuna estimada em US$ 35,9 bilhões.

Logos da Amazon, Google e Meta. Foto: Reprodução

O desenvolvimento da inteligência artificial e sua integração com setores como a tecnologia, saúde e finanças têm sido fundamentais para o crescimento da riqueza dos bilionários. As empresas de tecnologia, como Tesla, Google, Amazon e Facebook, lideram a lista de grandes fortunas, com nomes como Larry Page, Sergey Brin, Jeff Bezos e Mark Zuckerberg figurando entre os mais ricos do mundo.

Os dez mais ricos do mundo incluem, além de Musk, Larry Page (US$ 257 bilhões), Sergey Brin (US$ 237 bilhões), Jeff Bezos (US$ 224 bilhões), Mark Zuckerberg (US$ 222 bilhões) e Larry Ellison (US$ 190 bilhões), todos com fortunas impressionantes, em grande parte originadas das indústrias de tecnologia e inovação.

No Brasil, os dez bilionários mais ricos incluem Eduardo Saverin, com US$ 35,9 bilhões, seguido por André Esteves, do BTG Pactual, com US$ 20,2 bilhões. Jorge Paulo Lemann, da 3G Capital, que controla a InBev, ocupa o terceiro lugar com US$ 19,8 bilhões, enquanto o fundador do Itaú, Fernando Moreira Salles, aparece com US$ 9,9 bilhões.

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