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Guerra do Irã estressa os mercados; Ibovespa em dólar cai hoje (23)

 Os mercados globais operam em queda nesta segunda-feira (23), pressionados pela escalada das tensões entre Irã e os Estados Unidos, em meio à troca de ameaças entre Teerã e o presidente Donald Trump.

O conflito na região entra em sua quarta semana em um cenário considerado crítico, à beira de uma escalada mais intensa. Durante o fim de semana, a crise se intensificou: no sábado, o presidente norte-americano declarou que, caso o Estreito de Ormuz permaneça fechado por 48 horas, poderá ordenar ataques à infraestrutura energética iraniana.

Em resposta, Teerã lançou novos ataques, após prometer retaliação às ameaças de Washington, elevando ainda mais o nível de tensão entre as duas potências.

No mercado de commodities, os preços do petróleo seguem em alta, refletindo o risco de interrupções no fornecimento global. O movimento intensifica preocupações com um possível efeito cascata sobre a inflação global.

Mercado brasileiro

 Por aqui, os investidores aguardam a divulgação do Relatório Focus, o primeiro após o corte de 0,25 ponto percentual da Selic pelo Copom na última reunião. Na temporada de balanços do quarto trimestre, o destaque vai para os dados da Movida (MOVI3).

  • Ibovespa: No último pregão, o Ibovespa (IBOV) terminou as negociações com queda de 2,25%, aos 176.219,40 pontos. Na semana, o Ibovespa recuou 0,81%.
  • Já o dólar à vista (USDBRL) encerrou as negociações a R$ 5,3092, com alta de 1,79%. Apesar da forte valorização de hoje, o dólar acumulou queda de 0,13% ante o real na semana.
  •  O iShares MSCI Brazil (EWZ) — principal ETF brasileiro negociado em Nova York — sobe 0,05% no pré-market, cotado a US$ 36,52.

Mercados internacionais

 Na Ásia, as bolsas fecharam em baixa. Na Europa, os principais índices também operam no negativo, enquanto os futuros de Nova York indicam abertura em queda.

  • Petróleo: Os preços do petróleo avançam.
  • Criptomoedas: O mercado cripto está em baixa. O bitcoin (BTC) cai 0,6%, negociado em torno de US$ 68 mil. O ethereum (ETH) recua 1,9%, cotado a US$ 2 mil.

Agenda: Veja a programação para hoje

Indicadores

  • 7h – Zona do euro – Balança comercial

Lula

  • O presidente não tem compromissos agendados para hoje

Dario Durigan

  • A agenda do ministro não foi divulgada

Gabriel Galípolo

  • 11h – ​Reunião com Luiz Antonio Guariente, Auditor do Instituto dos Auditores Internos do Brasil (IIA Brasil)
  • 15h30 – ​Reunião com Deputado Federal Rodrigo Rollemberg (PSB/DF)

Confira os mercados nesta manhã

Bolsas asiáticas

  • Tóquio/Nikkei: -3,68%
  • Hong Kong/Hang Seng: -3,54%
  • China/Xangai: -3,63%

Bolsas europeias (mercado aberto)

  • Londres/FTSE100: -2,13%
  • Frankfurt/DAX: -2,06%
  • Paris/CAC 40: -1,91%

Wall Street (mercado futuro)

  • Nasdaq: -0,70%
  • S&P 500: -0,63%
  • Dow Jones: -0,49%

Commodities

  • Petróleo/Brent: +2,33%, a US$ 108,87 barril
  • Petróleo/WTI: +1,18%, a US$ 99,37 barril
  • Ouro:  -6,92%, a US$ 4.292,90 por onça-troy

Criptomoedas

  • Bitcoin (BTC): -0,6%, a US$ 68.309,24
  • Ethereum (ETH): -1,9%, a US$ 2.044,57
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Bolsas da Ásia fecham em forte baixa com escalada da guerra no Oriente Médio

As bolsas asiáticas fecharam em forte baixa nesta segunda-feira (22), em meio à escalada da guerra no Oriente Médio, que entrou na quarta semana.

No sábado (21), o presidente dos EUA, Donald Trump, deu ao Irã um ultimato de 48 horas para reabrir o Estreito de Ormuz, sob ameaça de ataques à infraestrutura de energia do país. Em resposta, Teerã ameaçou atingir a infraestrutura de energia e as instalações de dessalinização no Golfo caso Washington leve adiante o ultimato.

A intensificação das tensões no conflito impulsiona os preços do petróleo, que sobem entre 2% e 3% nesta madrugada.

Liderando as perdas na Ásia, o índice sul-coreano Kospi tombou 6,49% em Seul, a 5.405,75 pontos, enquanto o japonês Nikkei caiu 3,48% em Tóquio, a 51.515,49 pontos, na volta de um feriado no Japão, o Hang Seng amargou queda de 3,54% em Hong Kong, a 24.382,47 pontos, e o Taiex cedeu 2,45% em Taiwan, a 32.722,50 pontos.

Na China continental, as perdas também foram expressivas: de 3,63% do Xangai Composto – a maior desde abril de 2025 -, a 3.813,28 pontos, e de 4,19% do menos abrangente Shenzhen Composto, a 2.480,75 pontos.

Na semana passada, grandes bancos centrais, incluindo o Federal Reserve (Fed), o Banco do Japão (BoJ) e o Banco do Povo da China (PBoC), deixaram suas principais taxas de juros inalteradas, diante das incertezas sobre os efeitos da guerra na perspectiva global de inflação e crescimento.

Na Oceania, a bolsa australiana também ficou no vermelho, com baixa de 0,74% do S&P/ASX 200 em Sydney, a 8.365,90 pontos.

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Choque inflacionário pode mudar planos do Copom; Ibovespa em dólar cai hoje (17)

Nesta terça-feira (17), o Banco Central inicia o primeiro dia da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) em um cenário de tensão geopolítica, disparada dos preços do petróleo e riscos de choque inflacionário, fatores que podem alterar os planos para a Selic.

A autoridade monetária já havia sinalizado que estava pronta para iniciar o ciclo de afrouxamento monetário em março. No entanto, a guerra no Irã tem levado o mercado a revisar o ritmo dos cortes: nos últimos dias, expectativas de redução de 0,50 ponto percentual deram lugar a projeções de 0,25 pp.

O mercado de opções do Copom, medido pela B3, reflete essa mudança, com o corte de 0,25 pp ganhando força, mas com a possibilidade de manutenção da taxa básica de juros entrando no radar dos investidores.

Mercado brasileiro

No cenário corporativo, serão divulgados os balanços do quarto trimestre de 2025 da EcoRodovias e da Taesa. Além disso, investidores repercutem o pagamento de R$ 583,6 milhões em juros sobre capital próprio da Sabesp (SBSP3) e de R$ 1,3 bilhão da Itaúsa (ITSA4).

  • Ibovespa: No último pregão, o Ibovespa (IBOV) terminou as negociações com alta de 1,25%, aos 179.875,44 pontos.
  • Já o dólar à vista (USDBRL) encerrou as negociações a R$ 5,2298, com queda de 1,63%.
  •  O iShares MSCI Brazil (EWZ) — principal ETF brasileiro negociado em Nova York — cai 0,19% no pré-market, cotado a US$ 36,46.

Mercados internacionais

Lá fora, o mercado acompanha de perto o desenrolar da guerra e a alta dos preços do petróleo. Entre as notícias corporativas, Jensen Huang, fundador e CEO da Nvidia, projeta uma receita de US$ 1 trilhão com chips de inteligência artificial entre 2025 e 2027.

Nos mercados asiáticos, as bolsas fecharam mistas. Na Europa, os principais índices operam em alta, enquanto os futuros de Nova York apontam para uma abertura negativa.

  • Petróleo: Os preços do petróleo avançam, com o tipo Brent no patamar de US$ 100 o barril.
  • Criptomoedas: O mercado cripto avança. O bitcoin (BTC) sobe 1,4%, negociado em torno de US$ 74 mil. O ethereum (ETH) avança 3,1%, cotado a US$ 2,3 mil.

Agenda: Veja a programação para hoje

Indicadores

  • 08h – Brasil – IGP-10
  • 11h – EUA – Vendas pendentes de imóveis

Lula

  • 09h – Ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira
  • 11h – Ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck
  • 15h30 – Encontro com o atleta Cristian Ribera, medalhista de prata nos Jogos Paralímpicos de Inverno Milão-Cortina 2026, e delegação
  • 16h30 – Ministro da Secretaria de Comunicação Social, Sidônio Palmeira
  • 17h30 – Ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Vice-Presidente da República Geraldo Alckmin

Fernando Haddad

  • A agenda do ministro não foi divulgada

Gabriel Galípolo

  • 10h – ​Participa da primeira sessão da Reunião do Copom – Análise de Conjuntura
  • 14h – ​Participa da primeira sessão da Reunião do Copom – Análise de Conjuntura

Confira os mercados nesta manhã

Bolsas asiáticas

  • Tóquio/Nikkei: -0,22%
  • Hong Kong/Hang Seng: +0,13%
  • China/Xangai: -0,85%

Bolsas europeias (mercado aberto)

  • Londres/FTSE100: +0,48%
  • Frankfurt/DAX: -0,04%
  • Paris/CAC 40: +0,48%

Wall Street (mercado futuro)

  • Nasdaq: -0,19%
  • S&P 500: -0,13%
  • Dow Jones: -0,03%

Commodities

  • Petróleo/Brent: +3,31%, a US$ 103,50 barril
  • Petróleo/WTI: +3,89%, a US$ 96,07 barril
  • Ouro:  +0,20%, a US$ 5.011,44 por onça-troy

Criptomoedas

  • Bitcoin (BTC): +1,4%, a US$ 74.293,46
  • Ethereum (ETH): +3,1%, a US$ 2.325,04
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Bolsas da Ásia fecham mistas, mas ações de chips e autos sobem com anúncios da Nvidia

As bolsas asiáticas fecharam sem direção única nesta terça-feira (16), à medida que o petróleo segue firme acima de US$ 100 por barril em meio às incertezas do conflito no Oriente Médio, mas ações de semicondutores e montadoras subiram após uma série de anúncios da Nvidia, a gigante americana de chips de inteligência artificial.

O índice japonês Nikkei ficou praticamente estável em Tóquio, com baixa de 0,01%, a 53.700,39 pontos, enquanto o sul-coreano Kospi avançou 1,63% em Seul, a 5.640,48 pontos, o Hang Seng subiu 0,13% em Hong Kong, a 25.868,54 pontos, e o Taiex registrou ganho de 1,48% em Taiwan, a 33.836,57 pontos.

Na China continental, o dia foi de perdas, de 0,85% do Xangai Composto, a 4.049,91 pontos, e de 1,87% do menos abrangente Shenzhen Composto, a 2.655,04 pontos.

O apetite por risco na Ásia é em boa parte limitado pela volatilidade do petróleo, que voltou a subir com força nesta madrugada em meio a temores persistentes sobre cortes na oferta resultantes da guerra dos EUA e Israel contra o Irã, que se espalhou para várias outras partes do Oriente Médio.

Anúncios feitos durante conferência anual da Nvidia, no entanto, impulsionaram ações de chips e do setor automotivo.

A Samsung Electronics avançou 2,76% em Seul e a TSMC avançou 1,69% em Taiwan, após a Nvidia prever que sua receita com chips de IA atingirá US$ 1 trilhão até 2027.

Entre montadoras, a Hyundai subiu 3,16% em Seul, a Geely saltou 4,55% em Hong Kong e a Nissan teve alta de 1,19% em Tóquio, após fecharem parcerias com a Nvidia para o desenvolvimento de tecnologias de direção autônoma.

Na Oceania, a bolsa australiana ficou no azul hoje, com alta de 0,36% do S&P/ASX 200 em Sydney, a 8.614,30 pontos, embora o banco central local tenha elevado seu juro básico pela segunda vez consecutiva.

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Bolsas da Ásia fecham em baixa com temor renovado de guerra prolongada no Oriente Médio

As bolsas asiáticas fecharam em baixa nesta sexta-feira (13), após novo salto do petróleo, em meio a temores renovados de que um conflito prolongado no Oriente Médio afete os suprimentos de energia, comprometendo a perspectiva econômica global.

O índice japonês Nikkei caiu 1,16% em Tóquio, a 53.819,61 pontos, enquanto o sul-coreano Kospi recuou 1,72% em Seul, a 5.487,24 pontos, o Hang Seng cedeu 0,98% em Hong Kong, a 25.465,60 pontos, e o Taiex registrou queda de 0,54% em Taiwan, a 33.400,32 pontos.

Na China continental, os mercados tiveram perdas semelhantes, de 0,82% do Xangai Composto, a 4.095,45 pontos, e de 0,88% do menos abrangente Shenzhen Composto, a 2.701,41 pontos.

O novo líder supremo do Irã, o aiatolá Mojtaba Khamenei, disse em pronunciamento ontem que o Estreito de Ormuz, uma artéria vital para o comércio global de petróleo, deve permanecer fechado e que Teerã poderá abrir outras frentes na guerra com os Estados Unidos e Israel se o conflito persistir.

Neste quadro de incertezas, o petróleo manteve tendência de alta nesta madrugada, depois de saltar mais de 9% nos negócios de quinta-feira.

Na Oceania, a bolsa australiana ficou levemente no vermelho: o S&P/ASX 200 caiu 0,14% em Sydney, a 8.617,10 pontos.

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