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Como Apple, Google e Amazon sufocaram uma lei antimonopólio na Califórnia

Apple, Google e Amazon derrubaram em pouco mais de um mês uma proposta de lei na Califórnia que poderia obrigá-las a parar de privilegiar seus próprios produtos em detrimento dos concorrentes — como fazem na App Store, no Google Search e nos resultados de marketplace da Amazon. A ofensiva, capitaneada pela Câmara de Comércio do estado e pelo grupo setorial Chamber of Progress, enterrou o chamado Based Act antes mesmo de ele ganhar tração legislativa.

O projeto havia nascido de uma aliança incomum entre defensores da “little tech” — liderados pela aceleradora Y Combinator e o vasto ecossistema de startups que ela apoia — e grupos de defesa do consumidor. Foi patrocinado pelo senador estadual Scott Wiener, democrata de São Francisco e uma das principais vozes em regulação de tecnologia na Califórnia, que o modelou a partir das normas antitruste europeias que as grandes empresas resistem há anos.

“Eles absolutamente inundaram o Capitólio de lobistas para atacar o projeto e espalhar desinformação”, disse Wiener, que concorre a uma vaga no Congresso federal. “Foi uma maré de lobbying, e estávamos em clara desvantagem”.

Diferente do Brasil, o exercício do lobbying é legalizado nos Estados Unidos.

A ofensiva avassaladora evidencia a poderosa máquina de influência que as maiores empresas de tecnologia do mundo montaram para barrar projetos que ameacem seus negócios — em especial no estado mais populoso dos EUA, onde novas leis podem forçar mudanças de alcance nacional ou global.

O Based Act se assemelhava às regulações antitruste europeias que as empresas resistem há anos e que podem custar dezenas de bilhões de dólares anuais ao setor, segundo algumas estimativas. Só nos últimos dois anos, a Comissão Europeia aplicou mais de US$ 7 bilhões em multas às grandes empresas de tecnologia.

“As empresas estão muito preocupadas que essas regulações não cheguem aos Estados Unidos”, disse Joseph Coniglio, pesquisador antitruste do think tank Information Technology and Innovation Foundation, financiado pelo setor. “Isso arriscaria mudar fundamentalmente a forma como elas operam na economia digital.”

Minutos depois de Wiener começar a apresentar o projeto, em 18 de março — antes mesmo de terminar seu discurso —, a Chamber of Progress já havia divulgado uma nota atacando a proposta.

O grupo, do qual fazem parte o Google (Alphabet), a Amazon e a Apple, mobilizou ligações de eleitores para os gabinetes dos parlamentares, argumentando que o projeto poderia degradar produtos populares como o Google Search e a App Store da Apple. O grupo veiculou anúncios afirmando que a lei tornaria os resultados de busca “menos úteis”, as entregas “mais lentas” e os celulares “menos seguros”.

A Y Combinator e outros tentaram, sem sucesso, contrariar essa narrativa. Argumentaram que as empresas estavam exagerando os impactos sobre seus negócios e disseminando inverdades sobre os custos potenciais para os consumidores.

Escolha de novo CEO da Apple indica preocupação maior com aparelhos como o iPhone
Lançamento da Apple, iPhone 17 – Foto: Getty Images

Não foi a primeira vez que as grandes empresas derrotaram o movimento da “little tech“. Por dois anos, Google, Apple, Amazon e Meta formaram uma frente unida e gastaram mais de US$ 100 milhões em lobbying e publicidade para enterrar o American Innovation and Choice Online Act — um projeto federal bipartidário semelhante ao Based Act — em 2022. Empresas menores como Yelp, DuckDuckGo e Proton AG apoiaram ambos os projetos.

Quando o Based Act de Wiener emergiu, a rede de grupos e lobistas das grandes empresas de tecnologia reaproveitou parte do material utilizado para derrubar a legislação federal e se opor às regulações europeias. Cinco diferentes organizações setoriais ligadas à big tech trabalharam contra o projeto — uma frente inusualmente coesa para grupos que, nos últimos anos, haviam se dividido em diversas questões.

As próprias empresas também intervieram diretamente, um passo raro para um projeto estadual em fase tão inicial. Kent Walker, presidente de assuntos globais do Google, afirmou que o projeto era “ainda pior” do que regulações similares aprovadas pela União Europeia. O setor chegou a mobilizar lobistas da indústria aérea contra o texto, alegando que ele poderia prejudicar a capacidade do Google de direcionar tráfego para os sites das companhias.

Uma das principais testemunhas a depor contra o projeto — uma residente da Califórnia que disse que a medida poderia prejudicar seu pequeno negócio — era apoiada pelo Connected Commerce Council, grupo financiado pelas grandes empresas de tecnologia.

O pequeno empresário Jerick Sobie afirmou, em entrevista, que o Connected Commerce Council — que recebe recursos da Amazon e do Google — o informou sobre o projeto e pediu que testemunhasse. O grupo reembolsou suas despesas. Sobie disse que enxerga o financiamento como um “mal necessário”, já que pequenas empresas geralmente não têm recursos para fazer lobbying.

O Connected Commerce Council, o Google e a Amazon não responderam a pedidos de comentário.

O projeto foi rejeitado em 20 de abril, após derrota em votação numa comissão legislativa dedicada a privacidade — aprovado na semana anterior pela comissão presidida pelo próprio Wiener.

Tela de celular com ícones de apps: Facebook, Amazon, Netflix, Google.
Ícones do aplicativo Facebook, do aplicativo Amazon.com, do aplicativo Netflix Inc. e do aplicativo Google, uma unidade da Alphabet, aparecem em um smartphone iPhone da Apple nesta fotografia organizada em Londres, Reino Unido. Foto: Jason Alden/Bloomberg

O senador estadual Christopher Cabaldon, democrata que preside a comissão de privacidade, ressaltou a importância do setor de tecnologia para a Califórnia.

“Muitas pessoas trabalham ali, há uma grande arrecadação de impostos, comunidades inteiras fundadas sobre esse setor”, disse Cabaldon em entrevista. “Nossa missão é proteger a privacidade e os consumidores, mas também levar em conta — como fazemos com Hollywood ou com a indústria vinícola no meu distrito — a tecnologia como uma indústria fundamental da Califórnia.”

Cabaldon, porém, tem vínculos com a Chamber of Progress por meio da organização política democrata NewDEAL. Diversas pessoas ligadas à NewDEAL, incluindo sua fundadora Helen Milby, integram o conselho consultivo da Chamber of Progress. Cabaldon recusou-se a comentar sobre a entidade.

Após a votação, Ben Golombek, dirigente da Câmara de Comércio da Califórnia, celebrou o resultado em mensagem interna, descrevendo-o como um “verdadeiro trabalho de equipe” para derrotar o projeto, segundo uma cópia do e-mail obtida pela reportagem. Golombek pediu que os destinatários “agradecessem” aos parlamentares que votaram contra.

“A Câmara de Comércio da Califórnia se opôs ao Projeto de Lei 1074 por entender que ele prejudicaria empresas de todos os portes e os consumidores californianos”, disse a entidade em nota. “Como é prática de outras organizações de representação, a CalChamber rotineiramente elogia legisladores que compartilham nossas posições.”

Golombek encerrou sua mensagem pedindo aos aliados que permanecessem “vigilantes”, observando que Wiener é “incansável” e poderia tentar ressuscitar a proposta pela via da Assembleia Estadual. Wiener é favorito para conquistar a cadeira no Congresso federal deixada vaga pela ex-presidente da Câmara Nancy Pelosi.

Perguntado se tentaria retomar o projeto por meio de manobras legislativas, Wiener respondeu: “Aguardem.”

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iPhone dobrável da Apple está previsto para ser lançado em setembro. Veja o que se sabe

O primeiro celular dobrável da Apple está no caminho certo para chegar durante o período normal de lançamento de iPhones da empresa ainda este ano, disseram pessoas com conhecimento do assunto, refutando preocupações sobre grandes problemas de fabricação.

A empresa deve apresentar o modelo dobrável em setembro, junto com o iPhone 18 Pro e Pro Max, disseram as fontes, que pediram para não ser identificadas porque os planos ainda não foram anunciados. Normalmente, os iPhones chegam às lojas na semana seguinte à apresentação oficial.

Um relatório do Nikkei Asia alimentou preocupações sobre um possível atraso na terça-feira. As ações da Apple caíram até 5,1% após o veículo noticiar que a empresa enfrentava desafios na fase de testes de engenharia do aparelho, o que poderia atrasar o cronograma de produção e envio, segundo o Nikkei Asia.

Embora a complexidade da nova tela e dos materiais possa limitar o fornecimento inicial por algumas semanas, a Apple atualmente opera com o plano de colocar o dispositivo à venda aproximadamente na mesma época — ou logo após — os novos modelos não dobráveis, disseram as fontes.

As ações da Apple reduziram suas perdas depois que a Bloomberg News reportou sobre os planos. O papel estava em queda de cerca de 2,7%, cotado a US$ 251,88 às 13h04 em Nova York na terça-feira.

Ainda assim, o lançamento está a seis meses de distância e a produção ainda não foi intensificada. Isso significa que o cronograma não é definitivo. Um porta-voz da empresa, com sede em Cupertino, Califórnia, se recusou a comentar.

O dispositivo é uma iniciativa importante para a Apple, que busca expandir a linha de iPhones com novos designs, modelos mais caros e recursos aprimorados. O objetivo é competir melhor com a Samsung Electronics e fabricantes chineses de smartphones, que já oferecem opções dobráveis há anos.

iPhone dobrável

Para a Apple, o iPhone dobrável é o segundo passo de um plano de três anos para reinventar o visual e a experiência do seu dispositivo principal. No ano passado, a empresa lançou versões reformuladas do Pro e Pro Max e uma versão mais fina chamada iPhone Air. A Apple também trabalha em uma reformulação separada para 2027, marcando os 20 anos do produto.

O roadmap do iPhone tem sido prioridade para a gestão da Apple — incluindo o chefe de hardware John Ternus, que, segundo a Bloomberg News, é um dos principais candidatos a eventualmente substituir o CEO Tim Cook.

O iPhone dobrável será semelhante aos produtos concorrentes — com alguns pontos de destaque. Engenheiros da Apple acreditam ter resolvido problemas de qualidade da tela e durabilidade geral, duas falhas históricas de aparelhos nessa categoria. Isso inclui tornar a dobra da tela menos visível quando aberta.

O iPhone terá orientação ampla da tela no modo paisagem, tornando-o mais eficaz para assistir vídeos e jogar do que os modelos dobráveis mais estreitos atualmente no mercado. A Apple planeja atualizar o sistema iOS para fazer com que os aplicativos do iPhone se pareçam mais com os do iPad nesse novo dispositivo.

Quanto vai custar o iPhone dobrável?

O preço do produto deve ultrapassar US$ 2.000. Embora isso possa desestimular alguns consumidores, deve elevar o preço médio de venda da Apple e impulsionar o crescimento da receita da empresa.

Ao mesmo tempo, a Apple está ajustando seu calendário anual de lançamentos do iPhone. O próximo modelo de entrada será adiado para a primavera de 2027, informou a Bloomberg News. A empresa também planeja lançar um novo iPhone Air e um iPhone 18e mais econômico nesse período. O iPhone 17e foi lançado no mês passado.

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Apple dá bônus raro de até US$ 400 mil para evitar fuga de engenheiros do iPhone para a OpenAI

A Apple distribuiu nesta semana bônus extraordinários a dezenas de membros da equipe de design de produtos do iPhone, em uma tentativa de conter a debandada dos profissionais para a OpenAI e outras empresas de inteligência artificial

Os pacotes de retenção variam de US$ 200 mil a US$ 400 mil em ações restritas (RSU, em inglês) com liberação gradual ao longo de quatro anos, um mecanismo que obriga o funcionário a permanecer na empresa para embolsar o valor integral. O montante envolvido é um gesto raro para os padrões da empresa liderada por Tim Cook.

Esses profissionais, hoje raros no mercado, são engenheiros responsáveis por definir como o aparelho é construído fisicamente, da escolha de materiais e ligas metálicas à disposição interna de chips e antenas, passando pelo encaixe milimétrico entre vidro e carcaça. São eles que transformam os esboços do time de design industrial em produtos que cabem no bolso de um bilhão de pessoas.

Desde que a OpenAI adquiriu a io Products, startup do lendário designer Jony Ive, por US$ 6,5 bilhões em maio passado, a empresa de Sam Altman vem montando uma divisão de hardware com dezenas de ex-funcionários da Apple

O grupo é liderado por Tang Tan, que até recentemente chefiava justamente a equipe de product design do iPhone, a mesma que agora recebe os bônus de retenção. A OpenAI não está sozinha: a Hark, novo laboratório de IA fundado pelo bilionário Brett Adcock com US$ 100 milhões do próprio bolso, contratou Abidur Chowdhury, designer responsável pelo iPhone Air, além de outros veteranos da Apple. 

Em alguns casos, essas startups estão pagando a engenheiros individuais cerca de US$ 1 milhão em ações por ano para trocar de lado.

Talento específico

Para quem aceita ficar, o cálculo é outro: ações da Apple, hoje avaliada em quase US$ 3 trilhões, são mais previsíveis do que papéis de startups que ainda não geraram um centavo de receita com hardware. Mas a previsibilidade não resolve o problema existencial.

A perda de talentos de engenharia, dos funcionários de base até líderes seniores, está se tornando um dos maiores ventos contrários para a Apple às vésperas de seu 50º aniversário, no mês que vem.

A transição para a inteligência artificial pegou a empresa no contrapé, e os profissionais que sabem projetar hardware de consumo de classe mundial se tornaram, de repente, o recurso mais escasso do Vale do Silício.

A Apple já passou por isso: há três anos, distribuiu pacotes semelhantes durante outra onda de assédio. No ano passado, elevou a remuneração de seu grupo interno de modelos de IA, quando a Meta chegou a oferecer pacotes superiores a US$ 100 milhões para pesquisadores individuais.

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iPhone 18 pode ter a maior mudança de design em anos; veja o que já se sabe

O iPhone 18, próximo smartphone da Apple, ainda deve levar alguns meses para ser anunciado oficialmente. Mesmo assim, rumores e informações divulgadas por analistas e por sites de tecnologia já começaram a revelar pistas sobre o que esperar do iPhone 18.

Esses relatos indicam que o iPhone 18 pode trazer uma das maiores mudanças de design dos últimos anos, além de melhorias de desempenho e possíveis novidades na linha de aparelhos.

A seguir, veja o que já se sabe e o que ainda é especulação sobre o iPhone 18.

O que esperar do iPhone 18?

Rumores e análises da indústria indicam que o iPhone 18 pode trazer mudanças importantes em relação à geração atual. Entre as principais expectativas estão um novo design, melhorias nas câmeras, um chip mais potente e até a possibilidade de um iPhone dobrável.

O iPhone 18 terá mudanças no design?

Um dos rumores mais fortes sobre o iPhone 18 Pro envolve a parte frontal do aparelho.

De acordo com veículos especializados em tecnologia, o modelo pode reduzir significativamente o tamanho da Dynamic Island, a área interativa no topo da tela em que ficam sensores e notificações. Segundo o leaker Ice Universe, perfil conhecido por divulgar vazamentos da indústria de smartphones na rede social X, o recorte pode ficar cerca de 35% menor.

A mudança seria possível porque parte dos sensores do Face ID, sistema de reconhecimento facial da Apple, poderia ser colocada sob a tela. A informação foi mencionada por sites especializados como o MacRumors, portal dos Estados Unidos dedicado a notícias e rumores sobre produtos da Apple.

Se confirmada, a mudança representaria um passo importante no plano da empresa de eliminar recortes na tela, escondendo todos os sensores sob o display.

Outras análises publicadas por veículos como Digital Camera World, revista britânica especializada em fotografia, indicam que apenas parte dos sensores ficaria sob o painel inicialmente. Isso permitiria reduzir, mas ainda não eliminar completamente, a Dynamic Island.

O iPhone 18 pode ganhar novas cores?

Outro rumor envolve o visual externo do aparelho. Segundo reportagem da Bloomberg, a Apple estaria testando uma nova cor vermelha para o iPhone 18 Pro.

Se confirmado, seria algo incomum. Historicamente, versões vermelhas do iPhone costumam ser lançadas meses depois da estreia da geração. Isso aconteceu, por exemplo, com os modelos iPhone 7 e iPhone 8, que ganharam edições especiais posteriormente.

Informações publicadas por veículos de tecnologia também indicam que a empresa pode testar novos acabamentos ou cores inéditas para os modelos Pro da próxima geração.

Qual será o processador do iPhone 18?

No campo de hardware, o iPhone 18 Pro deve estrear um novo chip da Apple, possivelmente chamado A20 Pro.

Segundo informações citadas pela Forbes, o processador pode ser produzido com tecnologia de 2 nanômetros.

Se confirmado, o chip deve oferecer:

Outro rumor é que a Apple avance no desenvolvimento de um modem próprio de conectividade, reduzindo gradualmente a dependência de fornecedores externos como a Qualcomm.

Como podem ser a câmera e a tela do iPhone 18?

Rumores também apontam melhorias nas câmeras e na tela do novo iPhone. Segundo veículos especializados como What Hi‑Fi e Digital Camera World, o iPhone 18 pode trazer:

  • câmera frontal com até 24 megapixels;
  • novos sensores ou recursos avançados de fotografia;
  • telas com brilho mais alto;
  • taxa de atualização de até 120 Hz.

Apesar dessas melhorias, analistas do setor afirmam que o tamanho das telas deve permanecer semelhante ao da geração atual, ao menos nos modelos Pro.

A Apple pode lançar um iPhone dobrável?

Outro rumor que ganhou força nos últimos meses envolve um possível iPhone dobrável.

Informações publicadas por sites de tecnologia, como o Tom’s Guide, indicam que a Apple estaria trabalhando em um dispositivo com tela interna de cerca de 7,8 polegadas, tamanho próximo ao de um tablet compacto.

Imagens conceituais divulgadas em vazamentos mostram um aparelho que poderia competir com os celulares dobráveis de empresas como Samsung e Huawei. Ainda não está claro, porém, se esse modelo faria parte da linha iPhone 18 ou se seria lançado como uma nova categoria de produto dentro do portfólio da Apple.

Quando o iPhone 18 será lançado?

Se a Apple mantiver sua estratégia tradicional, o lançamento do iPhone 18 deve acontecer em setembro de 2026, durante o evento anual da empresa dedicado aos novos modelos. Esse calendário tem sido seguido pela companhia há vários anos.

Alguns analistas citados por veículos como What Hi‑Fi afirmam, porém, que a Apple pode testar um novo formato de lançamento. Nesse cenário, os modelos Pro seriam anunciados primeiramente, mas ainda no segundo semestre, enquanto os modelos básicos poderiam chegar meses depois, em um evento separado.

Quanto pode custar o iPhone 18?

A Apple ainda não divulgou informações oficiais sobre o preço do iPhone 18, mas analistas acreditam que a nova geração deve manter valores próximos aos da linha atual.

Nos Estados Unidos, os modelos básicos costumam começar em torno de US$ 799 (R$ 4,2 mil), enquanto versões Pro e Pro Max podem ultrapassar US$ 1 mil (R$ 5,2 mil).

Caso a empresa introduza novas tecnologias, como sensores sob a tela ou chips mais avançados, alguns especialistas avaliam que os modelos Pro podem ficar ainda mais caros.

No Brasil, o preço costuma ser mais alto por causa de impostos e da cotação do dólar, além da própria margem da companhia.

iPhone 18: principais rumores até agora

Os rumores mais recentes indicam que o iPhone 18 pode trazer:

  • Dynamic Island menor;
  • sensores do Face ID sob a tela;
  • novo chip A20 Pro;
  • câmera frontal de até 24 MP;
  • novas cores, incluindo um possível modelo vermelho;
  • telas com taxa de atualização de até 120 Hz;
  • possível modelo dobrável.

A Apple ainda não confirmou oficialmente nenhuma dessas informações.

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