iPhone 17 Pro supera rivais em teste e tem melhor desempenho de recarga do mercado (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)Resumo
Panorama geral: O iPhone 17 Pro foi eleito o celular com a recarga mais rápida do mercado em testes da CNET, superando 32 modelos na média combinada entre os critérios com e sem fio.
Apenas com cabo: O Galaxy S26 Ultra liderou este segmento, atingindo 76% de carga em 30 minutos com 60 Watts de potência, enquanto o iPhone 17 Pro alcançou 74% no mesmo período com 40 Watts.
Apenas indução: O iPhone 17 Pro dominou a categoria sem fio ao carregar 55% da bateria em 30 minutos, ficando à frente de outros modelos da Apple e do Galaxy S26 Ultra, que atingiu 39%.
O iPhone 17 Pro recebeu o título de celular com o carregamento mais rápido do mercado após testes realizados em laboratório. O modelo top de linha da Apple teve um aproveitamento maior que os outros 32 modelos quando considerados os critérios de recarga por fio e sem fio. Ele ficou à frente do iPhone 17 Pro Max e rivais de marcas como Samsung, Motorola e OnePlus.
Apesar da vantagem no cômputo geral, o celular da maçã ficou atrás do Galaxy S26 Ultra especificamente no carregamento via cabo, dominado pelo top de linha da Samsung. Outros modelos considerados nos testes foram o Galaxy Z Fold 7, Galaxy S25 FE, Moto G Stylus 2025 e OnePlus 15.
Os testes foram feitos com os respectivos cabos que acompanham os aparelhos, todos plugados em um adaptador de tomada com velocidade máxima de carga equivalente ou maior que o celular em questão. Nesse cenário padrão, o Galaxy S26 Ultra chegou aos 76% de bateria nos 30 minutos, enquanto o iPhone 17 Pro ficou com 74%.
Vale reforçar que o modelo da Apple tem suporte a 40 Watts, enquanto o aparelho da Samsung alcançou a carga maior com seus 60 Watts de potência máxima. Ambos foram testados em seus cenários ideais.
Além deles, outros modelos chamaram atenção: o Moto G Style 2025, que também foi a 74%, e o OnePlus 15, com 72%. Logo em seguida aparecem os iPhones 17 e 17 Pro Max, com 69%, mesmo nível de recarga do Galaxy S25 FE.
Recarga sem fio
Ao considerar o carregamento por indução, o iPhone 17 Pro chegou a 55% dentro de 30 minutos, superando outros modelos da maçã, como iPhone 17 Pro Max (53%), iPhone 17 (49%) e iPhone Air (47%). Já o Galaxy S26 Ultra chegou a 39% durante o período.
As avaliações foram realizadas pela equipe técnica do site especializado CNET, que tentou descobrir o comportamento do smartphone com uma recarga partindo de 10%, pelo período de 30 minutos. Eles fizeram duas tabelas: uma com a recarga por cabo e outra com a recarga por indução (nos padrões Qi, Qi2 e Qi2.2). Um dos motivos apontados para a vantagem do iPhone 17 Pro foi o tamanho da bateria, com 4.252 mAh, menor que os 5.000 mAh presentes em outros telefones.
Apple Vision Pro chamou atenção no lançamento, mas teve vendas fracas (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)Resumo
O Apple Vision Pro não deve ter uma nova versão nos próximos dois anos, segundo a agência Bloomberg.
A empresa, no entanto, não encerrará o projeto e a equipe do Vision Pro será realocada para desenvolver óculos de realidade aumentada.
Os óculos de realidade aumentada da Apple devem trazer funções como gravação de vídeos e inteligência artificial.
O Apple Vision Pro, headset de realidade virtual da Maçã, não terá uma nova versão pelos próximos dois anos, pelo menos. É o que afirma o jornalista Mark Gurman, da Bloomberg. Segundo ele, não se trata de uma desistência completa do produto, mas o foco será conseguir desenvolver alternativas mais leves e baratas no futuro.
Ainda de acordo com Gurman, a equipe responsável pelo Vision Pro foi realocada para o desenvolvimento desses óculos inteligentes, assim como para atividades voltadas à integração da Apple Intelligence em seus acessórios.
Mudança de foco expõe dificuldades
A Apple lançou o seu Vision Pro em 2023, mas o preço sugerido chamou atenção: US$ 3.499, algo próximo a R$ 17,5 mil na cotação atual. O Tecnoblog testou o produto logo após seu anúncio e o design foi um dos grandes destaques, apesar do tamanho.
Sem nenhuma previsão de lançamento no Brasil, o Apple Vision Pro teve dificuldades nesses quase três anos à venda: segundo divulgado pelo The Guardian, logo no início de 2026 houve um corte na produção do headset pelo insucesso nas vendas.
Apesar de trazer uma proposta que supera o principal concorrente no mercado atualmente, o Meta Quest, o Vision Pro vendeu apenas 45 mil unidades nos últimos meses de 2025.
Meta Quest 3 é o principal concorrente do Apple Vision Pro (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O segmento em si também apresentou uma queda significativa de 14% em relação a 2024, indicando uma desaceleração do mercado. Em contrapartida, a Meta conseguiu impulsionar o sucesso do seu Meta Glasses, com cerca de 7 milhões de unidades vendidas em 2025.
Bem mais leves e intuitivos, os óculos de realidade aumentada (ou óculos com IA) permitem gravar vídeos, ouvir músicas sem a necessidade de fones de ouvido e trazem recursos de inteligência artificial embarcada para atividades do dia a dia.
A proposta é bem mais simples, assim como o investimento: é possível encontrar versões do Meta Ray-Ban a partir de R$ 1.628 no e-commerce nacional, valor bem menos salgado que os R$ 17,5 mil convertidos do Vision Pro ou até os R$ 2.549 cobrados no Meta Quest 3s, versão de entrada do headset da empresa de Mark Zuckerberg.
Apple deve apostar em óculos de realidade aumentada
De acordo com Gurman, o segmento que faz sucesso com a concorrente Meta será a nova aposta da Apple em relação a wearables, inclusive com a transferência do time responsável pelo projeto cancelado do Vision Air para o desenvolvimento desses novos óculos de realidade aumentada.
Até o momento, os rumores apontam para uma primeira versão com uso integrado ao iPhone, tal qual os AirPods, com funções semelhantes às encontradas nos Meta Glasses. Entre elas, vale citar gravação de vídeos, fotos, ligações, identificação de objetos, entre outras interações de realidade aumentada com IA, assim como a função Find My, que integra todos os produtos da Maçã.
Em termos de design, há informações sobre testes feitos com impressão 3D, além de opções em diferentes cores. O desenvolvimento do novo óculos seria acompanhado ainda por outros wearables, como um pingente com Apple Intelligence e AirPods com câmera integrada.
Além da opção integrada ao iPhone, uma outra versão também estaria nos planos, com tela própria e maior independência de hardware, mas previsto apenas para 2028.
O iPhone Air de 1 TB está saindo por apenas R$ 7.289,10 no Pix aplicando o cupom de 15% OFF na página do produto no Mercado Livre. O valor, que é o menor já registrado pelo celular ultrafino da Apple, representa um desconto de 46% sobre o lançamento (por R$ 13.499). Além do design, a ficha técnica oferece alto desempenho.
iPhone Air tem A19 Pro e corpo ultrafino de 5,6 mm
iPhone Air (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O processador Apple A19 Pro, fabricado em litografia de três nanômetros, garante velocidade extrema e alta eficiência energética. Aliado aos 12 GB de memória RAM, o sistema gerencia múltiplas tarefas simultâneas sem engasgos ou travamentos, e sustenta jogos pesados e aplicativos de edição de vídeos em 4K com fluidez.
A espessura de 5,6 milímetros faz deste iPhone o dispositivo mais fino já fabricado pela Apple. Sua carcaça em titânio de grau cinco garante rigidez estrutural, enquanto o vidro Ceramic Shield 2 amplia a proteção contra impactos. Essa combinação entrega um produto extremamente leve, pesando 165 gramas, sem sacrificar a durabilidade.
A câmera principal de 48 megapixels utiliza um sensor de 1/1.56 polegada para capturar imagens detalhadas. O sistema grava vídeos em resolução 4K com sessenta quadros por segundo e suporte ao Dolby Vision HDR. Na frente, o sensor de 18 megapixels realiza fotos ultrawide com boa amplitude e chamadas de vídeo nítidas.
iPhone Air (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
A tela com tecnologia LTPO Super Retina XDR OLED de 6,5 polegadas atinge brilho de até 3.000 nits. A taxa de atualização de 120 Hz proporciona fluidez superior em jogos e navegação no sistema iOS. Com resolução de 1.260 x 2.736 pixels, o visor entrega cores vibrantes e pretos profundos.
A bateria entrega 3.149 mAh de capacidade, indicando uma possível redução na autonomia quando comparada à de um iPhone 17, por exemplo. Na conectividade, o iPhone Air de 1 TB (por R$ 7.289,10 no Pix aplicando o cupom de 15% OFF na página) suporta Wi-Fi 7 e Bluetooth 6.0 para conexões sem fio estáveis.
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O iPhone Air de 512 GB está em promoção por R$ 6.479 no Pix com cupom 15% OFF no Mercado Livre, um desconto de 46% sobre o preço original de R$ 11.999, e a maior oferta já observada pelas plataformas de monitoramento.
O celular da Apple se destaca pela tela OLED de 120 Hz, seu corpo de apenas 5,64 mm de espessura e o desempenho de ponta, graças ao chip A19 Pro e 12 GB de RAM.
iPhone Air é o celular mais fino da Apple
iPhone Air tem apenas 5,64 mm de espessura e pesa 215 g (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O principal destaque do iPhone Air são suas dimensões compactas: com 5,64 mm de espessura e 215 g, ele é o celular mais fino já lançado pela Apple. Mas entrega desempenho de ponta com o chip A19 Pro de 3 nanômetros, 12 GB de RAM e 512 GB de armazenamento, suportando apps pesados e oferecendo amplo espaço para vídeos, fotos e arquivos.
A traseira acomoda uma câmera wide de 48 MP com estabilização óptica de imagem (OIS), que captura cenas com grande campo de visão. A frontal Center Stage de 18 MP consegue tirar selfies no modo Paisagem mesmo com o celular na posição vertical. Ambas gravam vídeos em 4K a 60 fps.
Seu corpo de titânio conta com o revestimento do vidro Ceramic Shield na traseira e o reforço da certificação IP68. Tal combinação provê proteção contra riscos e arranhões, poeira e mergulhos de até 6 metros de profundidade em água doce por no máximo 30 minutos.
Tela OLED do iPhone Air possui ProMotion de 120 Hz e brilho de até 3.000 nits (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O painel Super Retina XDR OLED do iPhone Air possui 6,5 polegadas e traz ProMotion de 120 Hz e brilho de até 3.000 nits, oferecendo cores vibrantes, fluidez na rolagem de tela e visibilidade sob luz forte. O display também conta com o revestimento do vidro Ceramic Shield 2.
Este celular conversa com redes 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 6 e NFC para pagamentos por aproximação. Sua bateria de 3.149 mAh tem autonomia de um dia de uso moderado e é compatível com MagSafe e carregamento rápido de 0 a 50% em 30 minutos via USB-C, segundo a Apple.
O iPhone Air (512 GB) roda iOS 26 e é elegível a menos cinco atualizações do sistema operacional. O celular fininho da Apple sai por R$ 6.479 no Pix com cupom 15% OFF no Mercado Livre, um abatimento histórico de 46% sobre o valor de lançamento.
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O iPhone Air de 1 TB está saindo por apenas R$ 7.289,10 no Pix ativando o cupom de 15% OFF que aparece na página do produto no Mercado Livre. A oferta representa um desconto de 46% em relação ao valor de lançamento, e é o menor preço histórico já cobrado pelo celular da Apple com corpo ultrafino e chip A19 Pro.
iPhone Air traz design fino e processador avançado
iPhone Air (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O iPhone Air apresenta espessura de apenas 5,6 milímetros e pesa 165 gramas. Apesar da fineza, sua estrutura em titânio de grau 5 oferece alta resistência mecânica em um corpo extremamente leve. Enquanto o vidro frontal Ceramic Shield 2 protege o painel contra impactos severos.
Mais do que apenas oferecer um design diferenciado, o smartphone promete alto desempenho. O chip Apple A19 Pro possui seis núcleos com velocidade de 4.26 GHz. Seus 12 GB de memória RAM permitem multitarefa ágil sem interrupções. E a litografia de 3 nanômetros otimiza o desempenho em edições de vídeo 4K e jogos complexos.
Já o painel Super Retina XDR OLED possui 6,5 polegadas e taxa de atualização de 120 Hz. A tecnologia HDR10 com Dolby Vision entrega cores vibrantes em qualquer conteúdo. O brilho de 3.000 nits garante legibilidade sob luz solar intensa. E a resolução de 1260 x 2736 pixels proporciona alta nitidez.
iPhone Air (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
A câmera principal de 48 megapixels possui sensor de 1/1.56 polegada e estabilização óptica, e registra imagens nítidas com abertura f/1.6 em diversas condições de iluminação. Vídeos em 4K contam com suporte para Dolby Vision HDR e som estéreo. E a lente frontal de 18 megapixels utiliza foco automático para garantir boas selfies.
Por fim, o celular ultrafino da Apple traz uma bateria de 3.149 mAh, capacidade relativamente limitada para um topo de linha, mas esperada devido à fineza do aparelho. Lembrando que, hoje, o iPhone Air de 1 TB sai por apenas R$ 7.289,10 no Pix ativando o cupom de 15% OFF na página, sendo esse seu menor preço histórico.
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O iPhone Air (512 GB) está disponível por R$ 7.379,10 no Pix no Mercado Livre. Lançado em setembro de 2025 por R$ 11.999, o smartphone mais fino da Apple com tela OLED e suporte ao Apple Intelligence recebe um desconto de 39% nesta oferta na Semana do Consumidor.
iPhone Air traz Apple Intelligence, tela OLED e câmera que filma em 4K
iPhone Air conta com uma tela OLED de 6,5 polegadas com taxa de atualização de 120 Hz (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O iPhone Air é equipado com o chip Apple A19 Pro combinado com 12 GB de RAM, entregando amplo poder para tarefas pesadas e os recursos do Apple Intelligence. Já os 512 GB de armazenamento garantem espaço de sobra para salvar mídias, aplicativos e outros arquivos.
O aparelho tem tela Super Retina XDR OLED de 6,5 polegadas com design moderno Dynamic Island. O painel trabalha com brilho máximo de 3.000 nits, tecnologia ProMotion e taxa de atualização de 120 Hz para reproduzir imagens fluidas com cores vivas.
Um dos diferenciais do iPhone Air é a câmera traseira com o sensor único de 48 MP capaz de filmar em 4K com Estabilização Óptica de Imagem (OIS). Indicada para criadores de conteúdo, a câmera frontal de 18 MP tem recurso de Foco Automático, Timelapse e registra vídeos em 4K.
Câmera traseira do iPhone Air traz sensor de 48 MP capaz de filmar em 4K (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O smartphone da Apple chama atenção pelo design extremamente fino, com 5,64 mm de espessura. Além de trazer a estrutura resistente em titânio e acabamento traseiro e de tela reforçados com Ceramic Shield, o telefone tem certificação IP68 de resistência à poeira e água.
O desenho compacto reflete em uma bateria de somente 3.149 mAh com autonomia para até 27 horas de reprodução de vídeo. Entretanto, o modelo tenta compensar esse ponto com o carregamento rápido de 20 W que, de acordo com a marca, vai de 0 a 50% em 30 minutos.
Com suporte apenas para eSIM, o iPhone Air (R$ 7.379,10 no Pix) oferece conexões 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 6, Ultrawide Band (UWB) e NFC para ações por aproximação. O telefone já vem com o iOS 26 e deve receber ao menos 5 grandes atualizações do sistema operacional.
O que é o Dia do Consumidor?
O Dia do Consumidor acontece no próximo domingo, 15 de março de 2026, mas diversas lojas vêm antecipando ofertas e divulgando cupons de desconto especiais desde o início do mês. Siga as atualizações do Achados do TB para encontrar os melhores produtos no “precinho”.
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O iPhone Air de 256 GB está em promoção por R$ 6.299 no Pix no Mercado Livre, um abatimento de 40% sobre o preço original de R$ 10.499 durante a semana do Dia do Consumidor, e o menor valor já registrado.
Com um corpo de apenas 5,64 mm de espessura, o celular fininho da Apple possui desempenho de ponta garantido pelo chip A19 Pro e 12 GB de RAM, além da tela OLED de 120 Hz.
iPhone Air é poderoso, apesar de fininho
iPhone Air impressiona pelos 5,64 mm de espessura (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O iPhone Air impressiona com seus 5,64 mm de espessura e 215 g. Mesmo sendo fino e leve, ele entrega desempenho de ponta graças ao chip A19 Pro de 3 nanômetros, 12 GB de RAM e 512 GB de armazenamento, dando conta de apps e games pesados e oferecendo amplo espaço para vídeos, fotos e arquivos.
Na traseira há a câmera wide de 48 MP com estabilização óptica de imagem (OIS), voltada à captação de cenas com grande campo de visão. A frontal Center Stage de 18 MP é capaz de tirar selfies no modo Paisagem mesmo com o celular na posição vertical. Ambas gravam vídeos em 4K a 60 fps.
Seu corpo de titância alta resistência recebe revestimento do vidro Ceramic Shield na traseira e certificação IP68. Tal combinação fornece proteção contra riscos, arranhões, poeira e mergulhos de até 6 metros de profundidade em água doce por no máximo 30 minutos.
Tela de 6,5″ do iPhone Air tem TrueMotion de 120 Hz e brilho de até 1.600 nits (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O vidro Ceramic Shield 2 está presente também sobre o painel Super Retina XDR OLED do iPhone Air de 6,5 polegadas, que conta com ProMotion de 120 Hz e brilho de até 3.000 nits. O painel oferece cores vibrantes, fluidez na rolagem de tela e visibilidade sob luz forte.
Este celular é compatível com redes 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 6 e NFC para ações com aproximação. Sua bateria de 3.149 mAh resiste a um dia de uso moderado e suporta carregamento rápido de 0 a 50% em 30 minutos via USB-C segundo a Apple, além do MagSafe.
O iPhone Air (256 GB) roda iOS 26 e deve receber pelo menos cinco atualizações do sistema operacional. Ele está saindo por R$ 6.299 no Pix no Mercado Livre, um desconto histórico de 40% sobre o valor de lançamento do celular mais fino e leve da Apple.
iCorpo de titânio do iPhone Air conta com certificação IP68 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Quando é o Dia do Consumidor 2026?
O Dia Mundial do Consumidor será comemorado em 15 de março, enquanto a rede varejista vem oferecendo ofertas com condições especiais desde o início do mês, estratégia que deve ser mantida até o fim de março. Fique de olho na cobertura do Achados do TB e aproveite todas as melhores promoções.
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MacBook Pro com M5 Max (imagem: divulgação/Apple)Resumo
Anatel homologou os MacBooks Air e Pro com chip M5 e o iPad Air com processador M4 para venda no Brasil.
O MacBook Pro de 16 polegadas com M5 Max custa entre R$ 47.999 e R$ 90.399, enquanto os MacBooks Air de 13 e 15 polegadas custam R$ 13.999 e R$ 15.999, respectivamente.
Os iPads Air com processador M4, modelos A3459 a A3462, variam de R$ 7.499 a R$ 17.999.
Foi rápido: a Apple anunciou na semana passada os novos MacBooks Air e Pro com chips M5, e eles já podem ser vendidos no Brasil, após serem certificados pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) na sexta-feira (06/03).
Com a certificação, chegam ao país o Macbook Pro de 16 polegadas com o M5 Max (modelo A3429); MacBook Air de 15 polegadas com M5 (A3448) e MacBook Air de 13 polegadas (A3449), também com M5.
O que eles têm de novo?
Certificado de homologação do MacBook Pro de 16″ com M5 Max (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)
O MacBook Pro de 16 polegadas com M5 Max é o mais potente entre eles, contando com o novo chip de 18 CPUs e GPU em duas opções: 32 e 40 núcleos.
Também é o mais caro entre as novidades, custando a partir de R$ 47.999 e podendo ir até R$ 90.399 na especificação com tela Nano Texture, 128 GB de RAM e 8 TB de armazenamento.
Novos modelos têm foco em IA, com aceleradores neurais (imagem: divulgação)
Os MacBooks Air com M5 custam bem menos: no site oficial, o modelo de 13 polegadas parte de R$ 13.999 e o de 15 polegadas, de R$ 15.999. Ambos vêm com 16 GB de RAM e 512 GB de armazenamento.
Para completar os lançamentos, ainda faltam as certificações dos novos MacBook Pro de 14 polegadas com M5 Pro e Max, o MacBook Pro de 16 polegadas com M5 Pro e o novo MacBook Neo.
Preços dos novos MacBooks
MacBook Air M5 13″: R$ 13.999
MacBook Air M5 15“: R$ 15.999
MacBook Pro M5 Pro 14″: R$ 26.999
MacBook Pro M5 Max 14″: R$ 44.999
MacBook Pro M5 Pro 16″: R$ 33.999
MacBook Pro M5 Max 16″: R$ 47.999
iPad Air também está homologado
Apple enfatiza capacidades multitarefas do iPad Air M4 e do iOS 26 (imagem: divulgação)
Já a nova linha de iPads Air com processador M4 está completa: os modelos A3459, A3460, A3461 e A3462 estão homologados. Eles correspondem, respectivamente, aos iPad Air de 11 polegadas (Wi-Fi e 5G) e aos iPad Air de 13 polegadas (Wi-Fi e 5G).
Os modelos começam em R$ 7.499 (11 polegadas com 128 GB) e vão até R$ 17.999 (13 polegadas com 1 TB de armazenamento).
Certificado de homologação do iPad Air M4 de 13″ com 5G (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)
Apple recebeu autorização para vender MacBook Air e MacBook Pro com chip M5 no Brasil. Novo iPad Air com processador M4 também foi certificado pela agência.
Certificado Anatel do MacBook Pro de 16" com M5 Max (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)
Novos modelos têm foco em IA, com aceleradores neurais (imagem: divulgação)
Apple enfatiza capacidades multitarefas do iPad Air M4 e do iOS 26 (imagem: divulgação)
Certificado de homologação do iPad Air M4 de 13" com 5G (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)
O iPhone Air de 1 TB está saindo por R$ 9.179 no Pix no Mercado Livre, um abatimento de 32% sobre o preço de lançamento de R$ 13.499 durante a semana do Dia do Consumidor.
O celular “fit” da Apple tem como destaque o corpo de apenas 5,64 mm de espessura, mas que ainda entrega desempenho de ponta graças ao chip A19 Pro e 12 GB de RAM.
iPhone Air é o celular mais fino já lançado pela Apple
iPhone Air possui apenas 5,64 mm de espessura (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O iPhone Air possui um corpo de apenas 5,64 mm de espessura e 165 g de peso. Mesmo fino e leve, ele entrega desempenho de ponta através do chip A19 Pro de 3 nanômetros e 12 GB, que dão conta de multitarefa, apps e games bem pesados. O 1 TB de armazenamento garante espaço vasto para vídeos, fotos e arquivos.
O painel Super Retina XDR OLED de 6,5 polegadas conta com ProMotion de 120 Hz e brilho de até 3.000 nits, oferecendo cores vivas, rolagem suave da tela e visibilidade sob luz forte. A tela recebe o revestimento do vidro Ceramic Shield 2, protegendo-a contra riscos, quedas e arranhões.
O Ceramic Shield também protege a traseira do celular, que possui um corpo de titânio ultrarresistente. A estrutura é reforçada pela certificação IP68, que lhe confere resistência contra poeira e mergulhos de até 6 metros de profundidade em água doce por no máximo 30 minutos.
iPhone Air traz câmera wide de 48 MP (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O iPhone Air traz apenas uma câmera na traseira, uma wide de 48 MP com estabilização óptica de imagem (OIS) que capta imagens em um grande campo de visão. A frontal Center Stage de 18 MP é capaz de tirar selfies em modo Paisagem mesmo com o celular em pé. Ambas gravam vídeos em 4K a 60 fps.
Este celular se conecta a redes 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 6 e NFC para ações com aproximação. Sua bateria de apenas 3.149 mAh resiste a um dia de uso moderado e suporta carregamento rápido via USB-C de 0 a 50% em 30 minutos segundo a Apple, além de contar com MagSafe.
O iPhone Air (1 TB) roda iOS 26 e receberá ao menos cinco grandes atualizações do sistema operacional. Ele está em promoção por R$ 9.179 no Pix no Mercado Livre, um desconto de 32% em relação ao valor original do celular magrinho da Apple durante a Semana do Consumidor.
Tela de 6,5″ do iPhone Air tem TrueMotion de 120 Hz e brilho de até 1.600 nits (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Quando é o Dia do Consumidor 2026?
O Dia Mundial do Consumidor é celebrado em 15 de março, porém o varejo vem oferecendo descontos e condições especiais desde o início do mês e deve continuar até o fim de março. Não deixe de acompanhar a cobertura do Achados do TB e aproveite as melhores ofertas.
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MacBook Neo tem quatro opções de cor (imagem: divulgação)Resumo
A Apple lançou o MacBook Neo, que utiliza o chip A18 Pro de iPhone.
O computador tem tela de 13 polegadas, 8 GB de RAM, até 512 GB de armazenamento e bateria com autonomia para 16 horas.
Ele chega ao Brasil por R$ 7.299, sendo R$ 6.700 mais barato que o MacBook Air vendido por aqui.
A Apple apresentou nesta quarta-feira (04/03) o MacBook Neo. No Brasil, ele tem preço sugerido de R$ 7.299 — para efeito de comparação, o MacBook Air mais barato está saindo por R$ 13.999. Nos Estados Unidos, esses dois valores são de US$ 599 e US$ 1.099, respectivamente.
O grande diferencial (que muita gente pode considerar negativo, nesse caso) está no chip: em vez de adotar um processador da linha M, como o resto da linha Mac, ele vem com um A18 Pro, o mesmo presente no iPhone 16 Pro, lançado em 2024.
Os smartphones da Apple são bastante potentes, mas ainda precisamos ver na prática como isso se traduz em um computador completo. A empresa promete, na comparação com PCs com Intel Core Ultra 5, 50% mais velocidade em navegação na web e até três vezes mais velocidade em tarefas de inteligência artificial executadas no próprio dispositivo.
Como é o MacBook Neo?
Em outras especificações importantes, temos tela de 13 polegadas Liquid Retina, 8 GB de RAM, duas portas USB-C (sendo uma USB 3 e outra USB 2) e saída para fone de ouvido, câmera FaceTime HD de 1080p e bateria para até 16 horas de streaming de vídeo, nas estimativas da Apple.
O MacBook Neo tem suporte a um monitor externo de até 4K a 60 Hz, com seu próprio monitor funcionando simultaneamente. Em som, são dois alto-falantes, com suporte a áudio espacial e Dolby Atmos.
MacBook Neo tem duas portas USB-C (imagem: divulgação)
Em dimensões, ele tem 1,27 cm de espessura, 29,75 cm de largura e 20,64 cm de comprimento, sendo um pouco menor que o MacBook Air de 13,6 polegadas. O peso é o mesmo: 1,23 kg.
Em comparação com outros modelos da linha, ficou de fora o carregador MagSafe (com encaixe magnético na lateral do aparelho), o teclado retroiluminado e câmeras com Center Stage. Mas, justiça seja feita, estamos falando de aparelhos que custam o dobro do Neo (ou até mais).
Teclado do Neo não tem iluminação (imagem: divulgação)
O modelo básico, de R$ 7.299, tem 256 GB de armazenamento e não conta com Touch ID no teclado. A versão superior custa R$ 8.499, vem com 512 GB e leitor de digitais. Há quatro opções de cor: prata, blush (rosa), amarelo-cítrico e índigo (cinza azulado escuro).
O que a Apple quer com o MacBook Neo?
O Neo é o MacBook mais barato que a Apple lança no Brasil em mais de uma década, até onde eu consegui checar. O MacBook de 2015 (que pode ser lido como um equivalente do Neo, já que não era Air nem Pro) chegou custando R$ 8.699 — e aí teríamos que considerar inflação e variação do dólar em 11 anos para saber a equivalência em valores atuais.
Apple apresenta Neo como “seu primeiro Mac” (imagem: divulgação)
Pode parecer um preço caro para um notebook com chip de celular? Sim. Mas, ao mesmo tempo, mostra uma estratégia da Apple de marcar presença em um segmento onde ela não estava disponível. E como o varejo quase sempre pratica preços menores do que os sugeridos, ele pode se tornar ainda mais competitivo.
De novo: temos que ver como é o desempenho do A18 Pro em um computador. Só aí vai dar para saber se o Neo é um concorrente sério para laptops com Windows.
Novos monitores Studio Display, todos com 27 polegadas (imagem: reprodução/Apple)Resumo
Apple Studio Display possui tela Retina LCD de 27 polegadas, resolução 5K, taxa de atualização de 60 Hz e brilho de 600 nits;
novo modelo, Apple Studio Display XDR tem painel LCD com mini-LED, retroiluminação de 2.304 zonas, brilho de até 2.000 nits em HDR, gamas de cores P3 e Adobe RGB, além de taxa de atualização de 120 Hz;
preços no Brasil variam entre R$ 18.999 (Studio Display) e R$ 41.999 (Studio Display XDR com vidro nano-texture).
A Apple não reservou esta terça-feira (03/03) para anunciar apenas as novas versões do MacBook Pro e do MacBook Air. A linha Studio Display também foi renovada, ganhando até uma versão XDR que trabalha a 120 Hz. No Brasil, os preços variam entre R$ 18.999 e R$ 41.999.
Como é o novo Apple Studio Display?
Agora em sua segunda geração, o Apple Studio Display continua trazendo uma tela Retina LCD de 27 polegadas com resolução 5K (5120×2880 pixels). Além disso, a taxa de atualização máxima permanece em 60 Hz e, o brilho, em 600 nits.
As novidades aparecem em recursos complementares. Um exemplo: a webcam continua tendo um sensor de 12 megapixels, mas promete melhorar o processamento das imagens para torná-las superiores em relação ao Apple Studio Display de primeira geração.
Além disso, agora o monitor conta com um sistema de seis alto-falantes que reproduz áudio espacial e graves até 30% mais profundos. Sendo exato, são quatro woofers e dois tweeters de alto desempenho, conjunto que é complementado com três microfones com “qualidade de estúdio”, de acordo com a Apple.
Outra novidade é o suporte à tecnologia Thunderbolt 5 para alta velocidade na transmissão de imagens e conexão de até quatro monitores da linha em sequência.
Novo Apple Studio Display (imagem: reprodução/Apple)
Como é o Apple Studio Display XDR?
O Apple Studio Display XDR é um modelo novo e que, pelo menos até certo ponto, substitui o Apple Pro Display XDR, que foi descontinuado.
Aqui, também falamos de um monitor Retina de 27 polegadas com resolução 5K e webcam melhorada de 12 megapixels. O conjunto de seis alto-falantes e o trio de microfones novamente marcam presença.
Um dos diferenciais é o painel LCD, que tem retroiluminação com mini-LED que usa 2.304 zonas locais de controle de intensidade do brilho, o que faz esse parâmetro chegar a 1.000 nits em SDR e a até 2.000 nits de pico para HDR.
Também há suporte às gamas de cores P3 e Adobe RGB. A tecnologia Thunderbolt 5 aparece outra vez, com o adendo de poder atuar como hub de recarga de até 140 W, funcionalidade que pode ser útil para o carregamento de um MacBook Pro, por exemplo.
Outra diferença notável do Studio Display XDR é a sua taxa de atualização de até 120 Hz.
Apple Studio Display XDR (imagem: reprodução/Apple)
Quais Macs são compatíveis?
Logo após o anúncio dos novos monitores, o MacRumors checou a lista de compatibilidade do Studio Display e do Studio Display XDR, e descobriu que Macs com chips Intel não estão por ali. Talvez esses equipamentos até possam funcionar com as novidades (aguardemos pelos testes independentes), mas não há garantia disso.
A lista de compatibilidade é esta:
MacBook Pro de 16 polegadas (2021 ou superior)
MacBook Pro de 14 polegadas (2021 ou superior)
MacBook Pro de 13 polegadas (M1, 2020 ou superior)
MacBook Air de 15 polegadas (2023 ou superior)
MacBook Air de 13 polegadas (M1, 2020 ou superior)
Mac Studio (2022 ou superior)
Mac Mini (2020 ou superior)
Mac Pro (2023 ou superior)
iMac de 24 polegadas (2021 ou superior)
Dois monitores Studio Display XDR interconectados (imagem: reprodução/Apple)
Preços do Studio Display e do Studio Display XDR no Brasil
Os dois monitores entrarão em pré-venda nesta quarta-feira (04/03) no site brasileiro da Apple, com as entregas começando no dia 11 deste mês. Os preços oficiais são estes:
Apple Studio Display: R$ 18.999
Apple Studio Display com vidro nano-texture: R$ 21.999
Apple Studio Display XDR: R$ 38.999
Apple Studio Display XDR com vidro nano-texture: R$ 41.999
Vale destacar que os monitores chegam na esteira de outros lançamentos da Apple para esta semana. São eles:
Apple indica novos MacBooks Pro para trabalhos da indústria criativa (imagem: divulgação)
A Apple apresentou, nesta terça-feira (03/03), dois novos chips da sua família M: o M5 Pro e o M5 Max. Eles já estão disponíveis na linha MacBook Pro, com preços a partir de R$ 26.999 para o M5 Pro e R$ 44.999 para o M5 Max. Além disso, a empresa trouxe uma versão renovada do MacBook Air, agora com M5, a partir de R$ 13.999.
Novos modelos têm foco em IA, com aceleradores neurais (imagem: divulgação)
O M5 Pro agora conta com CPU de até 18 núcleos, contra 14 do M4 Pro. A disposição deles também é diferente: o novo modelo tem até 6 “super núcleos”, como chamou a Apple, e 12 núcleos de performance, enquanto a geração passada tinha 10 núcleos de performance e 4 de eficiência.
Outra diferença são os aceleradores neurais, que prometem facilitar a execução local de modelos de linguagem de larga escala avançados (LLMs). A Apple também aumentou a largura de banda de memória, que passou de 273 GB/s para 307 GB/s.
Entre aqueles números que as empresas sempre prometem, estão desempenho de inteligência artificial de quatro vezes em relação à geração passada, e oito vezes os chips da geração M1. O desempenho do SSD também está duas vezes mais rápido, e as opções de armazenamento agora começam em 1 TB no modelo Pro.
O M5 Max repete as configurações de CPU do modelo Pro e também traz aceleradores neurais como novidade. A largura de banda da memória também recebeu melhorias, passando de 546 GB/s para 614 GB/s. As opções de RAM seguem as mesmas, indo de 36 GB a 128 GB, enquanto o armazenamento agora começa em 2 TB.
Entre os comparativos divulgados pela Apple, temos processamentos de prompts de LLMs com quatro vezes mais velocidade em relação à geração passada e geração de imagens oito vezes mais rápida que na família M1. A companhia fala ainda em desempenho gráfico 50% melhor do que o da linha anterior.
Ambos os chips equipam modelos de 2026 do MacBook Pro, que não tiveram outras alterações em relação aos anteriores. Vale notar que o M5 Pro e o M5 Max ainda não estão disponíveis em desktops, como o Mac Studio e o Mac Pro.
Entre as mudanças da versão com M5 em relação à com M4, estão CPU com 4 super núcleos e 6 núcleos de eficiência, aceleradores neurais para tarefas de IA e largura de banda de memória de 153 GB/s (contra 120 GB/s da geração anterior).
Outra diferença está no armazenamento, que agora começa em 512 GB e vai até 4 TB. A conectividade também melhorou, com suporte a Wi-Fi 7 e Bluetooth 6.
Estes são os preços iniciais de cada modelo. A Apple agora oferece configurações predefinidas de memória e chip, e não é mais possível escolher os componentes de modo separado.
MacBook Air M5 13′: R$ 13.999
MacBook Air M5 15′: R$ 15.999
MacBook Pro M5 Pro 14′: R$ 26.999
MacBook Pro M5 Max 14′: R$ 44.999
MacBook Pro M5 Pro 16′: R$ 33.999
MacBook Pro M5 Max 16′: R$ 47.999
A configuração mais cara — MacBook Pro M5 16′ com GPU de 40 núcleos, 128 GB de RAM e 8 TB de SSD — sai por R$ 88.599.
M5 Pro e M5 Max fazem sua estreia nos notebooks avançados da marca e prometem desempenho superior em modelos de IA locais. Laptop de entrada recebe atualização.
Apple indica novos MacBooks Pro para trabalhos da indústria criativa (imagem: divulgação)
Novos modelos têm foco em IA, com aceleradores neurais (imagem: divulgação)
O iPad Air com Apple M3 de 13 polegadas e conectividade Wi-Fi está saindo por R$ 7.770 parceláveis em até 10x sem juros na Amazon. A promoção, que faz parte da campanha de Dia do Consumidor, representa um desconto de 22% em relação ao preço original tanto do modelo do ano passado quanto do recém-lançado iPad Air M4.
iPad Air de 2025 tem a mesma tela do novo iPad Air de 2026
A Apple acaba de anunciar um novo iPad Air, equipado com o novo processador M4 e um chip de comunicação criado pela própria empresa. Apesar destes avanços, demais especificações da ficha técnica permanecem as mesmas em relação ao iPad Air de 2025, que vem com o Apple M3.
A tela, por exemplo, continua sendo uma IPS Liquid Retina com brilho máximo de 600 nits, resolução de 2.732 x 2.048 pixels e densidade de 264 ppi. O display ainda é compatível com o Apple Pencil Pro e o Apple Pencil USB-C, assim como com o Magic Keyboard, acessórios que otimizam o uso do tablet para trabalho e estudos.
O mesmo pode ser dito do conjunto de câmeras do iPad Air M3 e do iPad Air M4. Ambos os tablets da Apple vêm equipados com câmera frontal do tipo ultrawide de 12 MP, ideal para videochamadas, e uma wide traseira de também de 12 MP, suficiente para o fotografar cadernos, quadros, documentos e gravar trabalhos.
Novo iPad Air com chip M3 (imagem: divulgação/Apple)
Ambas as baterias também trazem promessa de até 10 horas de autonomia para o uso de redes Wi-Fi. Sendo assim, a promoção do Mês do Consumidor pode ser uma ótima oportunidade para economizar na compra de um tablet da Apple que, apesar de lançado no ano passado, continua sendo bastante atual em relação ao custo-benefício.
Lembrando que o iPad Air com Apple M3 de 13 polegadas está saindo por apenas R$ 7.770 em até 10x sem juros na Amazon.
Qual será o Dia do Consumidor em 2026?
Todos os anos, o Dia do Consumidor é comemorado em 15 de março. Em 2026, esse dia cairá em um sábado. Mas os melhores descontos já começaram hoje, então vale a pena se manter atento ao Achados do TB para aproveitar as promoções quando aparecerem.
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Vídeo compartilhado pelo CEO mostra maçã sendo moldada (imagem: reprodução/Apple)Resumo
A Apple planeja anunciar novos produtos a partir de 2 de março, possivelmente de forma escalonada no site da empresa.
O iPhone 17e pode ser apresentado, com Dynamic Island e suporte MagSafe.
Um MacBook de baixo custo com chip A18 Pro e possíveis novos modelos de iPad e MacBook Air estão entre os rumores.
Tim Cook, CEO da Apple, confirmou que a empresa deverá mostrar novos produtos na semana que vem, que começa no dia 2 de março. “Uma grande semana pela frente. Começa na segunda de manhã”, escreveu em sua conta no X, com a hashtag #AppleLaunch.
Antes disso, a Apple havia marcado um evento para o dia 4 de março. O novo comunicado indica que os produtos podem ser apresentados de maneira “pingada”, por meio de comunicados distribuídos em diferentes dias no site da fabricante.
O anúncio de Cook não traz mais detalhes, apenas um vídeo com uma pessoa moldando o logo da Apple em uma superfície metálica. Será um indício de novidades nas linhas de produtos com telas touch?
Segundo informações que circulam na mídia há alguns meses, o iPhone 17e deve ser um dos apresentados. A linha de baixo custo deve ganhar Dynamic Island e abandonar o notch, além de contar com ímãs para acessórios MagSafe.
iPhone 16e ainda tem notch (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Na linha iPad, as coisas são mais nebulosas. Entre os candidatos a dar as caras, estão um iPad Air com chip M4 e um iPad 12 “basicão” com A18.
MacBook “menos caro” deve ser apresentado
Outro dispositivo que provavelmente deve dar as caras é o MacBook de baixo custo (ou menos caro, se você preferir). Ele usaria uma versão do chip A18 Pro, presente no iPhone 16 Pro. O uso de um processador de celular em um MacBook desperta curiosidade.
MacBook Air atual tem chip Apple M4 (imagem: divulgação/Apple)
O restante da linha Mac pode ganhar novidades, mas há menos certeza em meio aos rumores. Um MacBook Air com M5 e MacBooks Pro com M5 Pro e M5 Max podem estar nessa fornada de anúncios, assim como dois novos monitores da linha Studio Display.
E, apesar da alusão a toque no pequeno clipe compartilhado por Cook, não se anime para ver o aguardado MacBook Pro com tela touch — ele só deve dar as caras no segundo semestre de 2026.
O iPhone Air de 256 GB está saindo por R$ 6.434 no Pix com cupom R$ 150 OFF na página do Mercado Livre, um abatimento de 39% sobre o preço de lançamento de R$ 10.499 e uma das melhores ofertas recentes.
O celular fininho e levinho da Apple se destaca pelos 5,64 mm de espessura e desempenho robusto com chip A19 Pro e 12 GB de RAM.
iPhone Air tem apenas 5,64 mm de espessura
Com 5,64 mm e 165 g, o iPhone Air é o celular mais fino e leve da Apple (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Bastante fino e leve, o iPhone Air se destaca com seus 5,64 mm de espessura e 165 g. O corpo “esbelto” não influi no desempenho, graças ao processador A19 Pro de 3 nanômetros e os 12 GB de RAM que entregam excelente performance ao lidar com multitarefa, e rodar apps e games pesados.
O painel Super Retina XDR OLED de 6,5 polegadas, com ProMotion de 120 Hz e brilho forte de até 3.000 nits entrega rolagem de tela suave e cores vibrantes. O vidro Ceramic Shield 2 que reveste o display o protege contra riscos, quedas e arranhões.
Ainda sobre a proteção do celular, o corpo de titânio traz o Ceramic Shield na traseira e certificação IP68, de resistência contra poeira e mergulhos de até 6 metros de profundidade em água doce por no máximo 30 minutos.
Câmera wide do iPhone Air conta com sensor de 48 MP (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
A única câmera traseira do iPhone Air é uma wide de 48 MP e estabilização óptica de imagem (OIS), voltada para captar imagens em um grande campo de visão, já a frontal Center Stage de 18 MP tira selfies em modo Paisagem mesmo com o celular em pé. Ambas gravam vídeos em 4K a 60 fps.
Este smartphone se conecta a redes 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 6 e NFC para ações com aproximação. A bateria de apenas 3.149 mAh aguenta um dia de uso moderado e suporta carregamento rápido via USB-C de 0 a 50% em 30 minutos segundo a Apple, além de ser compatível com MagSafe.
O iPhone Air (256 GB) roda iOS 26 e receberá ao menos cinco grandes atualizações do sistema operacional. O celular magrinho da Apple está em oferta por R$ 6.434 no Pix com cupom R$ 150 OFF na página do Mercado Livre, um abatimento de 39% sobre o valor original.
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O iPhone Air de 256 GB está em promoção por R$ 7.046 no Pix com cupom CELULAR10 na Amazon, uma relação de 33% de desconto em comparação ao valor original de R$ 10.499.
Trazendo como destaques o chip A19 Pro, 12 GB de RAM e tela OLED de 120 Hz, o celular magrinho é tão poderoso quanto os demais da linha 2025 da Apple.
iPhone Air é celular fininho, mas potente
iPhone Air tem só 5,64 mm de espessura, excluindo o “bump” da câmera (imagem: Divulgação/Apple)
O grande destaque do iPhone Air é sua espessura de apenas 5,64 milímetros e somente 165 g. Igualmente impressionante é que mesmo com um corpo ‘enxuto’, o chip A19 Pro de 3 nanômetros e os 12 GB de RAM garantem desempenho estelar ao rodar apps em simultâneo e games pesados.
Seu painel Super Retina XDR OLED de 6,5 polegadas com ProMotion de 120 Hz e brilho forte de até 3.000 nits entrega cores vivas e fluidez na rolagem da tela, revestida pelo vidro Ceramic Shield 2 que confere proteção contra arranhões e outros acidentes.
O chassi de titânio de alta durabilidade conta com o Ceramic Shield na traseira e o reforço da certificação IP68, prometendo resistência contra poeira e mergulhos acidentais de até 6 metros de profundidade em água doce por no máximo 30 minutos.
Câmera wide do iPhone Air traz sensor de 48 MP (imagem: Divulgação/Apple)
A câmera traseira do iPhone Air é uma wide com sensor de 48 MP com estabilização óptica de imagem (OIS), voltada para capturas de um grande campo de visão, enquanto a frontal Center Stage de 18 MP capta selfies no modo Paisagem mesmo com o celular na vertical. Ambas gravam vídeos em 4K a 60 fps.
O celular se conecta a redes 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 6 e NFC para ações com aproximação. A bateria limitada de 3.149 mAh resiste a um dia de uso moderado e suporta carregamento rápido via USB-C de 0 a 50% em 30 minutos segundo a Apple, além do MagSafe.
O iPhone Air (256 GB) roda iOS 26 e deve receber ao menos cinco atualizações do sistema operacional. O celular fininho da Apple sai por R$ 7.046 no Pix com cupom CELULAR10 na Amazon, um abatimento de 33% sobre o preço de lançamento.
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O iPad Air (128 GB) está disponível por R$ 5.559,90 no Pix no Magazine Luiza. O tablet da Apple com tela Liquid Retina de 11 polegadas e o poderoso chip Apple M3, lançado originalmente por R$ 7.499, recebe um desconto de 25% nesta oferta.
iPad Air traz tela de 11 polegadas, câmeras de 12 MP e autonomia de até 10 horas
iPad Air com chip M3 promete alto desempenho em diferentes tarefas (imagem: Divulgação/Apple)
O iPad Air tem tela Liquid Retina de 11 polegadas com revestimento antirreflexo, oferecendo uma ampla área para trabalho e entretenimento. O painel ainda conta com os recursos True Tone e brilho de 500 nits, reproduzindo imagens nítidas e com maior conforto para os olhos.
Com suporte ao Apple Intelligence, o tablet usa o chip de alto desempenho Apple M3 combinado com 8 GB de RAM. Entretanto, o modelo possui somente 128 GB de armazenamento interno, o que deve exigir o uso do serviço iCloud para ampliar a memória e sincronizar os arquivos na nuvem.
Outro destaque do iPad Air é a câmera frontal de 12 MP com recurso Center Stage, ideal para chamadas de vídeo ao manter o usuário sempre no centro da tela. Já a câmera traseira adota um sensor grande-angular de 12 MP com zoom digital de até 5x e registra vídeos em 4K.
iPad Air traz suporte ao Apple Intelligence e terá até 5 grandes atualizações do iPadOS (imagem: Divulgação/Apple)
O tablet da Apple tem apenas 6,11 mm de espessura e pesa 460 gramas, ideal para o transporte em bolsas e mochilas. O modelo ainda conta com uma autonomia de até 10 horas para navegação na internet via Wi-Fi.
Falando em conexões, o dispositivo oferece Wi-Fi 6E, Bluetooth 5.3 e uma porta USB-C para recarga ou transferência de dados. Na parte de software, ele vem de fábrica com o iPadOS 26 e deve receber cerca de 5 grandes atualizações do sistema operacional.
Fechando o pacote, o iPad Air (R$ 5.559,90 no Pix) traz uma série de apps pré-instalados, como o FaceTime, Apple TV e GarageBand. Vários outros softwares também podem ser baixados por meio da App Store da Apple.
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O iPhone Air de 256 GB está com 32% de desconto no Mercado Livre, disponível por R$ 7.142 no Pix com o cupom VALEDESCONTO. O dispositivo anunciado por R$ 10.499 é uma novidade no portfólio da Apple que carrega a alcunha de ser o smartphone mais fino já fabricado pela empresa.
iPhone Air leva tela de 120 Hz e corpo de titânio em apenas 5,6 mm
iPhone Air recebeu design ultrafino da Apple (Imagem: Divulgação/Apple)
A estrutura em titânio junto ao revestimento na frente e atrás do vidro Ceramic Shield prometem oferecer alta resistência ao dispositivo com espessura de somente 5,6 mm e 165 gramas. O painel LTPO Super Retina XDR OLED de 6,5″ com ProMotion de 120 Hz assegura excelente fluidez gráfica e exibe imagens com pico de brilho de 3.000 nits.
O processador Apple A19 Pro (3 nm) gerencia tarefas em alto desempenho somado a memória RAM de 12 GB que sustenta a experiência multitarefa. Portanto, o usuário vai conseguir executar apps simultaneamente, rodar jogos com eficiência e utilizar as funcionalidades da Apple Intelligence.
O iPhone Air possui um sistema de câmeras 2 em 1, com o sensor traseiro de 48 MP também funcionando como teleobjetiva de 12 MP. A lente frontal de 18 MP permite gravações de vídeo em 4K Dolby Vision.
iPhone Air possui quatro cores originais: preto, cinza, dourado e azul (imagem: divulgação)
Por mais que o iPhone Air carregue ótimos componentes de tela, câmera e processamento, a bateria por outro lado possui capacidade reduzida de 3.149 mAh. Segundo a Apple, o suporte a carregamento rápido preenche metade da carga em trinta minutos através da porta USB-C 2.0.
As demais especificações na ficha técnica trazem em conectividade Wi-Fi 7, NFC e Bluetooth 6.0 e a certificação IP68 assegura proteção contra poeira e submersão em água até seis metros por trinta minutos. O iPhone Air (256 GB) sai por R$ 7.142 no Pix com o cupom VALEDESCONTO no Mercado Livre.
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Realme 16 estampa a palavra “Air” em material de divulgação (imagem: divulgação/Realme)
O Realme 16 já pode ser vendido no Brasil: o smartphone, com código de modelo RMX5171, foi aprovado pela Agência Nacional de Telecomunicações na última segunda-feira (09/02). Ele se destaca pelo Air Design que combina duas câmeras, auto-foco laser e até um espelho para selfies na parte superior traseira, remetendo ao design do iPhone Air e dos Google Pixel.
O modelo foi lançado no Vietnã no final de janeiro, oferecendo SoC MediaTek Dimensity 6400 Turbo, memória interna de 256 GB, RAM de 8 ou 12 GB, conectividade 5G, Wi-Fi 5, NFC e acabamento em duas cores (preto ou branco) com proteções IP66/68/69 e 69K.
Realme 16 durante a certificação (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)
Porém, a unidade submetida para a certificação no Brasil utiliza uma cor diferente, um violeta claro ou rosa, abrindo a possibilidade de que mais cores sejam oferecidas em outros mercados. O espelho de selfie também está faltando na unidade utilizada nos ensaios.
Na caixa do aparelho estará um carregador de 45 W, já utilizado por outros modelos da fabricante, além do cabo USB, capinha, ferramenta para abrir a bandeja de chips e manuais. A fabricação do aparelho será pela própria Realme na China e pela Digitron em Manaus.
Certificado de homologação do Realme 16 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)
A bateria modelo BLPD07 será importada da China, onde é fabricada pela Dongguan NVT Technology. Ela tem capacidade de 6.550 mAh, divergindo da capacidade do modelo vendido no Vietnã, com 7.000 mAh. O componente é o mesmo utilizado no Realme 15T vendido por aqui.
Ainda não há previsão de quando o modelo será vendido no Brasil nem por quanto. Para fins de referência, o Realme 15 é vendido por R$ 2.699 e o Realme 15T, por 2.399 no varejo.
Realme 16 promete ser duro na queda com proteções IP66/68/69 e 69K (imagem: divulgação/Realme)
O iPhone Air (512 GB) está saindo por R$ 7.799 em até 12x sem juros na Amazon, um desconto de 35% sobre o preço original de R$ 11.999. O celular magrinho da Apple traz hardware de ponta e tela de 120 Hz, sendo bem poderoso apesar de suas dimensões.
iPhone Air: só 5,64 mm de espessura, mas poderoso
iPhone Air é o celular mais fino já produzido pela Apple (Imagem: Divulgação/Apple)
O iPhone Air impressiona com seus 5,64 mm de espessura e 165 g de peso, mas mesmo com um corpo enxuto, ele continua sendo poderoso. O chip A19 Pro de 3 nanômetros e 12 GB de RAM garantem desempenho de ponta ao executar apps e games até mesmo os mais exigentes.
A tela é um display Super Retina XDR OLED de 6,5 polegadas, com resolução de 2.736 x 1.260 pixels, taxa de atualização de 120 Hz, brilho de até 3.000 nits e suporte a HDR e Dolby Vision. As especificações juntas entregam alta qualidade de imagem, cores vivas, alto contraste e nitidez sob luz forte.
A proteção do aparelho fica por conta do vidro Ceramic Shield 2 na tela e da certificação IP68 no corpo de alumínio, que promete resistência a poeira e mergulhos acidentais.
iPhone Air (imagem: divulgação)
Na traseira do iPhone Air está a câmera Wide de 48 MP com estabilização óptica de imagem (OIS) que além de fotos de primeira qualidade, é capaz de filmar em 4K com suporte a Dolby Vision. O sensor frontal de 18 MP traz uma lente Ultrawide, ótima para clicar selfies em grupo.
O gadget é compatível com 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 6 e NFC em conectividade. Equipado com bateria limitada de 3.149 mAh devido ao corpo fino, mas ainda capaz de segurar um dia de uso moderado. Para ajudar, o suporte a carregamento rápido via USB-C injeta 50% da carga em poucos minutos, além do suporte a MagSafe.
O iPhone Air (512 GB) está em oferta pelo menor preço visto desde o lançamento, por R$ 7.799 em até 12x sem juros na Amazon, uma economia de 35% sobre o valor original de um dos celulares mais finos e poderosos disponíveis.
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O iPhone Air (512 GB) está em oferta por R$ 7.932 com o cupom AGORAVAI no Mercado Livre. O smartphone de “corpinho esbelto” da Apple está com o maior desconto já registrado desde o lançamento, de 34% sobre o valor original de R$ 11.999.
iPhone Air é o smartphone mais fino da Apple
iPhone Air (Imagem: Divulgação/Apple)
O iPhone Air é uma das inovações mais relevantes da Apple em telefonia celular dos últimos anos, graças ao seu corpo fino. Com apenas 5,64 mm de espessura, o celular empata com o rival Galaxy Z Fold 7, que pesa contra ele ser dobrável, logo, bem maior.
Seu corpo em titânio recebe acabamento em Ceramic Shield, resultando em apenas 165 g de peso. A proteção é garantida pela certificação IP68, com resistência a poeira e mergulhos acidentais.
Mesmo sendo tão fino, o iPhone Air continua sendo um smartphone bastante potente. O processador A19 Pro de 3 nanômetros e os 12 GB de RAM garantem desempenho estelar em apps diversos, de streaming e criação de conteúdo aos jogos mais exigentes.
iPhone Air é totalmente revestido com Ceramic Shield (imagem: divulgação)
A tela, protegida por Ceramic Shield 2, é um display OLED Super Retina XDR de 6,5 polegadas com resolução de 2.736 x 1.260 pixels. Com taxa de atualização de 120 Hz, brilho de até 3.000 nits e suporte a HDR e Dolby Vision, o display proporciona fluidez no uso, nitidez em ambientes iluminados, cores vivas e alto contraste.
A câmera traseira traz um sensor Wide de 48 megapixels com estabilização óptica de imagem (OIS), sendo capaz de gravar vídeos em 4K com suporte a Dolby Vision. Enquanto a frontal possui 18 MP e conta com uma lente ultrawide, permitindo captar selfies em grupo com qualidade.
Por fim, o iPhone Air suporta 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 6 e NFC, e vem equipado com uma bateria de apenas 3.349 mAh por conta do corpo fino. A bateria é compatível com carregamento rápido com fio que injeta 50% da carga em minutos, além do suporte a MagSafe
O iPhone Air (512 GB) está em promoção pelo menor preço registrado desde o lançamento, por R$ 7.932 com o cupom AGORAVAI. A economia de 34% é uma excelente oportunidade de levar para casa um dos smartphones mais finos e potentes do mercado.
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Entrada para chip físico foi colocada no iPhone Air (imagem: reprodução)Resumo
Um iPhone Air apareceu modificado na China para aceitar chip físico, apesar de ser vendido apenas com eSIM.
Técnicos removeram o Taptic Engine original e instalaram um menor para incluir o slot SIM, mantendo resistência à água e poeira.
A modificação foi feita em Shenzhen e, aparentemente, é funcional, permitindo chamadas e acesso a redes 5G.
Um iPhone Air modificado para aceitar chip físico apareceu na China, apesar de o modelo ser vendido oficialmente apenas com suporte a eSIM. Imagens divulgadas pelo leaker Ice Universe, na rede social X, mostram o aparelho com um slot de SIM card funcional instalado ao lado da porta USB‑C.
O trabalho teria sido realizado por uma loja de eletrônicos localizada no mercado de Huaqiangbei, em Shenzhen, na China, conhecido por concentrar oficinas especializadas em consertos e modificações de dispositivos eletrônicos.
De acordo com o perfil, o iPhone Air alterado consegue reconhecer um chip físico de operadora chinesa, realizar chamadas telefônicas e acessar redes 5G normalmente. Uma das imagens mostra o aparelho em funcionamento com um SIM da China Telecom, enquanto outra registra uma chamada em andamento.
What they did is actually pretty hardcore.
To make room for a physical SIM card slot, they removed the original vibration motor module of the iPhone Air. In the space that was freed up, they installed two new components.
Para conseguir incluir o slot, os técnicos teriam removido o Taptic Engine original (o motor responsável pela vibração e feedback tátil do iPhone) e o substituído por uma unidade menor. A troca, segundo as informações, liberou os milímetros necessários para acomodar um leitor de cartão SIM físico ao lado da porta USB-C.
Apesar da modificação no interior do dispositivo, o iPhone teria mantido a resistência à água e poeira, mesmo após a intervenção na carcaça.
iPhone Air é o primeiro modelo exclusivamente eSIM
iPhone Air é totalmente revestido com Ceramic Shield 2 (imagem: divulgação)
O iPhone Air marcou uma mudança na estratégia da Apple, sendo o primeiro modelo da marca a ser vendido exclusivamente com tecnologia eSIM (chip virtual) em todo o mundo. Até então, a empresa removia a gaveta física apenas nos modelos comercializados nos Estados Unidos, mantendo a opção para o resto do globo.
Informações de bastidores indicam que as vendas ficaram abaixo do esperado pela Apple. Como reflexo, a empresa teria notificado engenheiros e fornecedores de que o sucessor do aparelho, o possível iPhone Air 2, foi retirado do cronograma de lançamentos de 2026.
No Brasil, o aparelho desembarcou com preços elevados, variando entre R$ 10.499 e R$ 13.499, dependendo do armazenamento. A expectativa é que uma nova versão, com os problemas corrigidos, chegue ao mercado apenas em 2027.
Elon Musk é o acionista controlador da Starlink (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
Elon Musk e o CEO da Ryanair, Michael O’Leary, discutem sobre a viabilidade do Starlink em aviões de baixo custo.
O’Leary critica o custo e o impacto operacional do Starlink, enquanto Musk defende o serviço como diferencial competitivo.
A troca de insultos entre os executivos destaca a tensão entre inovação tecnológica e modelos de negócios de baixo custo.
A troca de críticas entre Elon Musk e o CEO da Ryanair, Michael O’Leary, começou como um debate técnico e rapidamente escalou para uma briga pública nas redes sociais. O ponto de atrito foi a possibilidade de adoção do serviço de internet via satélite Starlink, da SpaceX, na frota da maior companhia aérea de baixo custo da Europa.
Na última quarta-feira (14/01), O’Leary afirmou que nunca considerou seriamente instalar o sistema da Starlink em todas as aeronaves da Ryanair. Segundo ele, o peso da antena e o arrasto adicional gerariam aumento no consumo de combustível, elevando os custos operacionais.
A declaração provocou uma resposta quase imediata de Musk, que usou sua própria plataforma X para dizer que o executivo irlandês estava “mal informado” e que a Ryanair poderia perder passageiros para companhias que oferecessem o serviço.
Internet a bordo vale o custo?
A discussão levantou uma questão central para o modelo de negócios das companhias aéreas de baixo custo: passageiros que priorizam tarifas reduzidas realmente exigem internet rápida em voos curtos? Para O’Leary, a resposta é negativa.
Em entrevista à rádio irlandesa Newstalk, ele reforçou sua posição e foi além, afirmando que Musk “não sabe nada sobre voos e arrasto” e que a adoção do Starlink poderia custar até US$ 250 milhões por ano à Ryanair (cerca de R$ 1,34 bilhão em conversão direta).
“Eu não daria atenção alguma a Elon Musk”, disse O’Leary. “Ele é um idiota, muito rico, mas continua sendo um idiota”. A reação de Musk veio na última sexta-feira (16). O bilionário respondeu chamando O’Leary de “idiota absoluto” e afirmando que ele deveria perder o cargo. A Ryanair não comentou oficialmente o episódio.
Elon Musk trocou farpas com o CEO da Ryanair, Michael O’Leary (Imagem: Peter Tsai/Flickr)
Dois estilos que mudaram seus setores
O embate colocou frente a frente dois executivos conhecidos por estratégias agressivas e discursos diretos. À frente da Ryanair há mais de três décadas, O’Leary transformou uma pequena companhia regional na maior aérea de baixo custo da Europa, alterando padrões de preços, serviços e rotas no continente.
Musk, por sua vez, construiu uma reputação ao desafiar indústrias consolidadas. Além de liderar a SpaceX, responsável por mudanças profundas no mercado de lançamentos espaciais, ele também comanda a Tesla, uma das principais fabricantes de veículos elétricos do mundo.
Apesar da disparidade de patrimônio entre os dois, O’Leary também colhe frutos financeiros de sua gestão. Em 2028, ele poderá receber um bônus de até 100 milhões de euros (R$ 625 milhões) caso atinja metas de desempenho estabelecidas pela companhia.
A troca de insultos, no entanto, mostra que, mesmo entre líderes acostumados a números bilionários, disputas públicas ainda podem surgir de decisões aparentemente técnicas.
Fones da própria linha Pixel, do Google, estão entre os afetados (Imagem: Divulgação)Resumo
Pesquisadores da Universidade Católica de Lovaina (KU Leuven), na Bélgica, expuseram uma falha no Fast Pair, protocolo do Google que permite conectar fones de ouvido com um único toque. O denominado WhisperPair permite que hackers sequestrem a conexão de dispositivos de pelo menos dez fabricantes, interceptando áudio e transformando os acessórios em rastreadores.
A falha afeta uma lista de 17 modelos que, segundo os pesquisadores, falham em bloquear novas conexões quando já estão em uso. À revista Wired, o grupo explicou que, ignorando travas básicas, o protocolo permite que um invasor force o pareamento em segundos.
Todos os dispositivos vulneráveis passaram pelo processo de certificação do Google e foram aprovados pelo Validator App, ferramenta que deveria garantir a implementação correta do protocolo Fast Pair.
Após a divulgação do estudo, a empresa afirmou que adicionou novos testes de implementação focados especificamente nessas exigências. O grupo alega que recebeu uma recompensa de US$ 15 mil pela investigação (cerca de R$ 80,8 mil e conversão direta) e cumpriu uma janela de 150 dias para a divulgação da falha.
Como funciona a invasão?
Segundo o estudo, a execução do ataque é rápida e não exige hardwares muito potentes. Utilizando um minicomputador Raspberry Pi 4 e uma antena Bluetooth, os pesquisadores conseguiram assumir o controle dos dispositivos em testes realizados a uma distância de cerca de 14 metros, mas afirmam que o alcance pode ser maior.
Para realizar a invasão, que leva entre 10 e 15 segundos, o hacker precisa obter o Model ID (identificador do modelo) do acessório alvo. O grupo da KU Leuven demonstrou três formas de conseguir isso:
Comprando um dispositivo do mesmo modelo
Interceptando o ID quando o dispositivo alvo tenta se conectar legitimamente
Consultando uma API pública do Google para listar todos os Model IDs possíveis (método de força bruta)
Uma vez conectado, o invasor pode injetar áudio (em volume máximo, se desejar) ou capturar o som ambiente através do microfone do acessório.
Risco para dispositivos não vinculados
Hackers conseguem visualizar localização dos dispositivos em tempo real (imagem: reprodução/WhisperPair)
Segundo os pesquisadores, o risco é ainda maior para usuários que não possuem o acessório vinculado a uma conta Google, o que é mais comum entre donos de iPhone que usam fones de terceiros.
Isso porque, ao explorar o WhisperPair, o hacker pode registrar o dispositivo da vítima na própria conta do Google, permitindo o uso da rede de localizar dispositivos para monitorar a localização da pessoa.
O Google informou à Wired que liberou uma atualização para o Find Hub no Android visando impedir esse tipo de rastreamento. No entanto, os pesquisadores informaram à reportagem que encontraram, horas depois, uma maneira de contornar o patch e continuar rastreando os dispositivos. O Google não comentou imediatamente sobre essa nova brecha.
O que dizem as fabricantes?
As empresas reagiram de formas distintas:
Xiaomi: atribuiu o erro a uma “configuração não padrão” feita pelos fornecedores de chips e prometeu atualizações para a linha Redmi. O chipset vulnerável identificado nos testes é da fabricante Airoha.
JBL (Harman): confirmou o recebimento dos patches do Google e informou que o software será atualizado via aplicativo nas próximas semanas.
Jabra: alegou ter corrigido vulnerabilidades em junho e julho, embora os pesquisadores contestem a data devido ao cronograma de divulgação da falha.
Logitech: informou que integrou a correção no firmware de novas unidades de produção.
Sony, Marshall e Nothing não responderam.
A correção exige que o usuário instale o aplicativo da fabricante do fone e execute uma atualização de firmware.
Essa pode ser a sua chance de ter o celular mais fino já produzido pela Apple. O iPhone Air está em oferta por R$ 6.895.61 no Pix com o cupom AGORAVAI no Mercado Livre. É o menor valor registrado desde o seu lançamento em 2025 por R$ 10.499 e você garante um desconto de 34%.
iPhone Air possui tela de 120 Hz e espessura de 5,6 mm
iPhone Air (imagem: divulgação)
O iPhone Air, novidade no portfólio de smartphones da empresa, traz a proposta de caber toda a tecnologia avançada da Apple em um design extremamente fino. Estamos falando de um celular com corpo em titânio, acabamento traseiro em Ceramic Shield, com apenas 5,64 mm de espessura e peso de 165 gramas.
As novidades não param por aí, junto a nova linha iPhone 17, pela primeira vez o painel traz uma taxa de atualização de 120 Hz. Isso significa um salto significativo em fluidez durante a navegação e transições gráficas. A tela Super Retina XDR OLED de 6,5″ está mantida com um brilho forte de 3.000 nits e proteção Ceramic Shield 2.
O processador Apple A19 Pro acompanhado por 12 GB de memória RAM promete um desempenho sólido e eficiente para a experiência multitarefa. O sistema roda o iOS 26 e deve receber pelo menos 5 grandes atualizações.
iPhone Air foi lançado nas cores preto, cinza, dourado e azul (imagem: divulgação)
A única câmera traseira de 48 megapixels conta com estabilização óptica (OIS) e grava vídeos em resolução 4K com suporte a Dolby Vision. Enquanto o sensor frontal passou de 12 para 18 MP e utiliza uma lente ultrawide, permitindo selfies com maior enquadramento.
O design fino influencia diretamente na bateria e por isso o smartphone apresenta uma capacidade de apenas 3.349 mAh. O carregamento com fio alcança 50% em 30 minutos. Além disso, há o suporte a MagSafe. Em conectividade, traz conexão 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 6 e NFC.
O iPhone Air em promoção pelo menor preço desde o seu lançamento possui certificação IP68, implicando em uma resistência contra a entrada de poeira e imersão em água por até 6 metros de profundidade durante 30 minutos.
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MBP de 14 polegadas está entre os contemplados (imagem: divulgação)Resumo
A Apple lançou iPadOS 26.2 e macOS Tahoe 26.2, dobrando a largura de banda Wi-Fi para dispositivos compatíveis com Wi-Fi 6E.
A atualização permite que iPads e MacBooks alcancem 160 MHz em redes de 5 GHz, melhorando a transferência de dados e estabilidade em streaming.
Dispositivos compatíveis incluem iPad Pro com chip M4, iPad Air com chip M3, iPad Mini com chip A17 Pro, MacBook Pro com M2 a M5, e MacBook Air com M2 a M4.
A Apple liberou oficialmente nesta segunda-feira (5) as atualizações iPadOS 26.2 e macOS Tahoe 26.2, destinadas a otimizar o desempenho da conectividade sem fio em modelos selecionados de iPad e Mac. A mudança técnica, detalhada nos documentos de suporte, permite que dispositivos compatíveis com o padrão Wi-Fi 6E alcancem agora o dobro da largura de banda em redes de 5 GHz.
Anteriormente, esses aparelhos operavam limitados a canais de 80 MHz nessa frequência. Com o novo firmware, a largura de banda máxima suportada sobe para 160 MHz, igualando a taxa de transferência teórica encontrada nativamente no espectro de 6 GHz. Essa paridade técnica é uma boa notícia, uma vez que roteadores operando em 5 GHz ainda são maioria no mercado, em residências e escritórios, enquanto a infraestrutura para 6 GHz exige novos equipamentos.
Como a mudança impacta o cotidiano?
A expansão da largura de banda traz mais capacidade de tráfego de dados simultâneos entre o dispositivo e o ponto de acesso sem fio. Sob condições ideais, proprietários dos aparelhos atualizados notarão maior agilidade em tarefas pesadas, como a transferência de arquivos grandes via AirDrop e realização de backups e uploads na nuvem.
Além disso, a estabilidade em serviços de streaming de alta resolução (4K) e chamadas de vídeo é aprimorada devido ao aumento do teto de velocidade teórica suportada pelo hardware sem exigir a troca imediata dos roteadores.
Ajuste técnico iguala desempenho do Wi-Fi de 5 GHz ao padrão de 6 GHz (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Dispositivos compatíveis e exigências
A lista de aparelhos compatíveis abrange os lançamentos mais recentes da fabricante. No segmento de tablets, estão incluídos:
iPad Pro com chip M4
iPad Air com chip M3
iPad Mini com chip A17 Pro
O benefício também se estende aos notebooks:
MacBook Pro com M2 a M5
MacBook Air com chip M2 a M4
Contudo, a melhoria é condicionada à infraestrutura de rede local. Para que o ganho de velocidade seja efetivo, o roteador utilizado deve suportar canais de 160 MHz na faixa de 5 GHz. Caso o ponto de acesso opere limitado ao padrão de 80 MHz, o desempenho permanecerá inalterado.
Apple lançou o iPhone 17 em setembro de 2025 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)Resumo
Apple pode lançar o iPhone 18 padrão em 2027, quebrando o ciclo anual de lançamentos.
Segundo o MacRumors, a mudança visa otimizar a produção de chips de 2 nm e competir com outras marcas no primeiro semestre.
No Brasil, o efeito pode ser preços ainda mais altos para obter o iPhone “do ano”.
A Apple prepara uma mudança importante em seu calendário de lançamentos: o possível iPhone 18 base pode ser lançado somente em 2027, quebrando o ciclo anual pela primeira vez em mais de uma década. A alteração, antecipada aqui no Tecnoblog, tentaria otimizar a cadeia de suprimentos e reaquecer as vendas no início do ano seguinte.
De acordo com o MacRumors, a manobra visa resolver dois problemas críticos. Primeiro, ganhar tempo para estabilizar a fabricação dos novos chips de 2 nanômetros (o provável A20) junto à TSMC, que atualmente enfrenta gargalos no rendimento e custos elevados. Ao reservar o novo processador apenas para a linha Pro, a Apple reduz a pressão sobre a produção e garante margens de lucro maiores.
Segundo, a alteração também posiciona a empresa de forma mais agressiva na janela do primeiro semestre, conforme aponta o analista Ming-Chi Kuo, conhecido leaker da fabricante. Historicamente, esse período é dominado por lançamentos da série Galaxy S, da Samsung, e flagships de marcas chinesas como Xiaomi e Oppo. Mover o iPhone de entrada para essa data garantiria novidades nas prateleiras quase o ano todo.
Somente linha Pro em 2026?
O novo cronograma prevê que a janela tradicional de outono (setembro/outubro de 2026) será exclusiva para o segmento topo de linha da Apple. O grande destaque deve ser o inédito iPhone Fold, primeiro dobrável da marca com preço estimado em US$ 2 mil (cerca de R$ 11 mil em conversão direta, sem impostos).
Os rumores indicam que o novo calendário de lançamentos deve ficar assim:
Setembro de 2026: iPhone 18 Pro, iPhone 18 Pro Max e iPhone Fold;
Março a junho de 2027: iPhone 18 (padrão), iPhone 18e e iPhone Air de 2ª geração.
Impacto no bolso
Quem quiser o iPhone do ano terá que pagar mais (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Para o consumidor brasileiro, o efeito deve ser severo. O Brasil já registrou o segundo preço mais alto do mundo no lançamento do iPhone 17 (R$ 7.999 na versão base) e verá a barreira de entrada para um dispositivo “do ano” subir ainda mais.
Sem a atualização do modelo padrão no fim de 2026, e sem a desvalorização de modelos antigos, quem faz questão do aparelho de última geração da Apple terá como única opção a linha Pro, cujos preços iniciais costumam romper a barreira dos R$ 11 mil.
O iPhone Air está com o menor preço desde o lançamento, saindo por R$ 8.144 no Pix com o cupom CUPOMDOMELI no Mercado Livre. Lançado em 2025 por R$ 10.499, o smartphone mais fino e leve já lançado pela Apple está com desconto de 22%.
iPhone Air traz potência em um design minimalista
O iPhone Air chama a atenção logo à primeira vista. Isso porque o smartphone tem apenas 5,64 mm de espessura e pesa somente 165 gramas. O design minimalista traz um ar de elegância e facilita a portabilidade e armazenamento do dispositivo.
O smartphone apresenta uma tela Super Retina XDR OLED de 6,5″, com resolução de 2736 x 1260 pixels a 460 ppp e pico de brilho de 3.000 nits. O display tem taxa de atualização adaptativa até 120 Hz com a tecnologia ProMotion, o que garante fluidez na exibição. Há também o Dynamic Island, que abriga a câmera frontal e traz recursos interativos.
Design do iPhone Air (imagem: divulgação)
Apesar de ser extremamente fino e leve, o iPhone Air é potente por dentro: são 12 GB de RAM combinados com uma versão menos potente do SoC A19 Pro (CPU de seis núcleos, GPU de cinco núcleos e Neural Engine de 16 núcleos), que garantem alta performance em tarefas simples e complexas. E o modelo em promoção vem com 256 GB de armazenamento.
A traseira conta com um sistema de câmera simples com lente grande-angular (48 MP) e teleobjetiva 2x de qualidade óptica integrada (12 MP), enquanto a câmera de selfie traz uma grande-angular de 18 MP. Ambas as câmeras fazem um bom papel e conseguem gravar até 4K Dolby Vision a 60 fps.
Já a bateria de 3.149 mAh promete autonomia para até 27 horas de reprodução de vídeo. A Apple afirma que a recarga de 0% até 50% leva 30 minutos com um adaptador de 20 W, e o celular também suporta recarga sem fio MagSafe (até 20 W) e Qi2 (até 20 W).
iPhone Air está disponível em diversas cores (imagem: divulgação)
O iPhone Air ainda conta com 5G, Bluetooth 6, Wi-Fi 7, tecnologia NFC para pagamentos por aproximação, tecnologia de rede Thread, chip N1 para rede sem fio, modem C1X, além do chip de banda ultralarga da Apple de segunda geração. Vale destacar que o smartphone também é compatível com o sistema de IA Apple Intelligence.
Recapitulando: o iPhone Air com 256 GB de armazenamento está custando R$ 8.144 no Pix com o cupom CUPOMDOMELI no Mercado Livre, disponível nas cores azul-céu, branco-nuvem, dourado-claro e preto-espacial.
iPhone Air não tem vendido bem (imagem: divulgação)Resumo
iPhone Air 2 não deve ser lançado antes de 2027, segundo fontes do The Information;
Apple teria decidido adiar o lançamento para repensar o design e corrigir pontos fracos do modelo atual;
A produção do iPhone Air começou a ser suspensa por parceiras como Luxshare e Foxconn devido ao baixo desempenho nas vendas.
As vendas do iPhone Air não alcançaram o patamar esperado pela Apple. É por esse motivo que o sucessor do modelo, que pode receber o nome iPhone Air 2, não deverá ser lançado em 2026. Na melhor das hipóteses, o aparelho chegará em algum momento de 2027.
Pelo menos é o que relata o site The Information. O veículo afirma ter ouvido pessoas próximas à Apple que, sob condição de anonimato, revelaram que a companhia decidiu adiar o lançamento do sucessor do iPhone Air para trabalhar em um projeto capaz de tornar o modelo mais atraente para os consumidores.
Devido a essa necessidade de retrabalhado, por assim dizer, a Apple notificou engenheiros e fornecedores de que a segunda geração do iPhone Air está fora do próximo cronograma de lançamentos da linha iPhone.
Isso não quer dizer que o modelo foi cancelado, mas que a Apple está revisando o projeto para, aparentemente, atacar os aspectos que tornaram o atual iPhone Air um fracasso de vendas.
O problema é tão sério que o acúmulo de unidades do modelo nas prateleiras fez a Luxshare, parceira da Apple na fabricação do iPhone Air, suspender a produção do modelo no fim de outubro. A Foxconn também começou a desmontar suas linhas de produção do iPhone Air e deve encerrá-las totalmente até o fim do ano.
Apple tenta preencher lacuna deixada pelo iPhone Mini
O iPhone Air é a mais recente tentativa da Apple de preencher os espaços deixados pelo iPhone 12 Mini e pelo iPhone 13 Mini, que se destacavam por suas dimensões reduzidas, o que incluía uma tela de apenas 5,4 polegadas.
Os modelos Mini não fizeram o sucesso esperado, razão pela qual a Apple rumou para o outro extremo: passou a focar nos iPhones Plus, com tela aumentada. Porém, os modelos maiores também não alcançaram o volume de vendas pretendido pela empresa.
iPhone Air 2 pode ter duas câmeras na traseira (imagem: reprodução/9to5Mac)
Mas a companhia não desistiu de ter um iPhone diferente. O iPhone Air tem espessura de apenas 5,64 mm, e essa “finura” é a principal caraterística do modelo. Contudo, a traseira do modelo só tem uma câmera e a bateria conta com apenas 3.149 mAh. É provável que essas características tenham contribuído para o iPhone Air não vender bem.
Não por acaso, fala-se que o iPhone Air 2 terá câmera dupla na traseira e até sistema de resfriamento por câmara de vapor, a exemplo do iPhone 17 Pro. Mas, por ora, tudo isso está no campo dos rumores.
Apple considera próxima geração do iPhone Air com uma câmera a mais (imagem: divulgação)Resumo
O iPhone Air 2 pode ter câmera dupla com lente ultra-angular de 48 MP para reverter as vendas fracas.
A primeira geração do iPhone Air, lançada em setembro, teve vendas abaixo do esperado pela Apple, exceto na China.
No Brasil, o aparelho chegou custando R$ 10.499.
Apesar das vendas abaixo do esperado, a Apple não desistiu do iPhone Air e já teria pensado em uma nova versão com atualização nas câmeras. Segundo o leaker Digital Chat Station, a gigante de Cupertino explora um novo modelo com duas lentes, em vez de apenas uma.
Uma das principais críticas da primeira geração do iPhone Air, além da bateria, foi justamente o conjunto fotográfico. O modelo atual conta com apenas uma lente principal, repetindo o que ocorre com o iPhone 16e, que substituiu a linha SE como o “baratinho” da Apple.
O Air, pelo contrário, chegou ao Brasil em setembro custando a partir de R$ 10.499. Isso teria afastado usuários acostumados com pelo menos uma câmera ultra-angular ou teleobjetiva das linhas principais.
iPhone Air tem câmera de 48 MP (imagem: divulgação)
Assim, a adição de uma segunda câmera seria a tentativa da Apple de corrigir a rota. Segundo o rumor, a fabricante considera adicionar uma lente ultra-angular de 48 MP para complementar a câmera principal de 48 MP.
O rumor também indica que a empresa apostaria no crop digital (corte da imagem principal) para oferecer um zoom de 2x, como faz em modelos de entrada. Já o restante do design, como a tela de 6,5 polegadas e o corpo ultrafino, que segue tendência recente das fabricantes, permaneceria sem grandes alterações.
Fontes da indústria indicam que o modelo teve vendas fracas em quase todos os mercados, menos na China — o que não foi suficiente para sustentar as projeções iniciais da Apple.
Com a baixa demanda, a Apple teve que mudar os planos e passou a priorizar a fabricação de outros modelos, como o iPhone 17 — que vai bem — e o iPhone 17 Pro.
Apesar do iPhone Air, os upgrades nos modelos base, como a adição de telas de 120 Hz, maior armazenamento e melhor conjunto de câmeras, podem ter feito mais sucesso com o público.
Motorola Edge 70 pesa 159 gramas (imagem: divulgação/Motorola)Resumo
Motorola Edge 70 foi oficialmente apresentado nessa quarta-feira (05/11).
O smartphone ultrafino tem 5,99 mm de espessura e pesa 159 gramas, com câmera de 50 MP e bateria de 4.800 mAh.
O celular desembarca no mercado europeu por 799 euros (R$ 4.950), mas ainda não há previsão de lançamento no Brasil.
A Motorola anunciou ontem (05/11) o lançamento do Edge 70, o primeiro modelo da nova geração de flagships da marca. O aparelho segue o design ultrafino, com apenas 5,99 milímetros de espessura e 159 gramas, sem abrir mão de certificações de alta resistência.
O dispositivo, que é a versão global do ultrafino Moto X70 Air, lançado na China, traz um conjunto triplo de câmeras, tela pOLED de 120 Hz e o novo processador Snapdragon 7 Gen 4. A empresa destaca que o modelo é o “mais fino da categoria” sem comprometer a bateria, que possui 4.800 mAh e utiliza tecnologia de silício-carbono.
Design fino, mas resistente
Ultrafino Motorola Edge 70 chega com 5,99 mm (imagem: divulgação/Motorola)
O principal ponto de destaque do novo Edge 70 é o design. O aparelho possui uma moldura de alumínio traseira com acabamento inspirado em nylon, disponível em três cores: Lily Pad (um verde acinzentado), Gadget Grey (cinza) e Bronze Green (verde).
Apesar da espessura de 5,99 mm, a empresa focou na durabilidade. O Motorola Edge 70 conta com proteção Corning Gorilla Glass 7i na tela, além de certificações IP68 e IP69 contra poeira, água e jatos de alta temperatura, além do padrão militar MIL-STD 810H, que atesta resistência a condições ambientais extremas e quedas.
Tela, hardware e bateria
A tela é um painel pOLED de 6,67 polegadas com resolução “Super HD” (2712 x 1220) com 446 ppi. O display tem profundidade de cor de 10 bits, taxa de atualização de 120 Hz e brilho máximo de 4.500 nits, além de ser sensível ao toque com os dedos molhados.
Por dentro, o Edge 70 é equipado com o processador Snapdragon 7 Gen 4, 12 GB de memória RAM e 512 GB de armazenamento. O aparelho conta com alto-falantes estéreo com Dolby Atmos. Em conectividade, traz Wi-Fi 6E, Bluetooth 5.4, NFC e suporte para Dual SIM (1 Nano SIM + eSIM).
A bateria de 4.800 mAh (com tecnologia de silício-carbono) suporta carregamento rápido com fio TurboPower de 68 W e carregamento sem fio de 15 W.
O aparelho chega às lojas com Android 16 e garante quatro anos de atualizações do sistema, além de seis anos de atualizações de segurança.
Câmeras
Motorola Edge 70 tem sensores de 50 MP (imagem: divulgação/Motorola)
Já no departamento de câmeras, o Edge 70 traz um conjunto triplo de sensores, com duas lentes de 50 megapixels e um sensor de luz.
O sensor principal tem abertura f/1.8 e estabilização óptica (OIS); o segundo é um ultra-angular de 50 MP (f/2.0) que também funciona como macro; e a câmera frontal também conta com 50 MP (f/2.0).
O software de câmera inclui recursos, como:
“Photo Enhancement Engine” (aprimoramento de foto);
“Action Shot” (para capturar movimento sem borrar);
Fotografia de grupo;
Retoque de rosto.
O aparelho filma em 4K (30 fps) tanto na traseira quanto na frontal.
Preço e disponibilidade
Motorola garante até quatro anos de atualização do Android (imagem: divulgação/Motorola)
O Motorola Edge 70 chega ao mercado europeu nesta semana com preço sugerido de 799 euros (cerca de R$ 4.950, em conversão direta) para a versão de 12 GB de RAM e 512 GB de armazenamento.
Por enquanto, a Motorola não divulgou informações sobre o lançamento do Edge 70 no Brasil. Além dele, a companhia também anunciou a nova linha Moto G57.
Nova tecnologia superaria os atuais limites de conexão via satélite (imagem: James Yarema/Unsplash)Resumo
O iPhone 18 Pro pode ter conexão 5G via satélite em 2026, eliminando a dependência de torres terrestres.
A Apple pode colaborar com a SpaceX para viabilizar a tecnologia com ajuda da Starlink, segundo o site The Information.
Outros rumores sugerem que o lançamento dos modelos premium aconteceria em 2026, enquanto os modelos de entrada chegariam em 2027.
A Apple pode trazer suporte completo à internet 5G via satélite no futuro iPhone 18 Pro. A função permitiria aos dispositivos acessar redes 5G sem depender de torres terrestres, garantindo internet mesmo em áreas sem cobertura de celular ou Wi-Fi.
Segundo o site The Information, os primeiros a receber a tecnologia seriam os modelos premium de 2026: além do iPhone 18 Pro, o iPhone 18 Pro Max e o possível iPhone dobrável. Atualmente, não há nenhum serviço que ofereça internet 5G via satélite diretamente para um smartphone.
Os serviços de satélite que operam nos iPhones a partir do 14 usam a rede da Globalstar, mas apenas para SOS de Emergência, app Buscar, mensagens limitadas e assistência em viagem.
De forma semelhante, o serviço “T-Satellite” da T-Mobile nos EUA, baseado na rede Starlink da SpaceX, restringe-se a mensagens de texto, sem acesso a dados de internet. O site sugere que, a longo prazo, os iPhones poderão atingir internet 5G via satélite diretamente.
Acordo entre Apple e SpaceX pode viabilizar o projeto
Os rumores sugerem que um acordo entre a Apple e a SpaceX, de Elon Musk, poderia “voltar a ser discutido”, apesar de um relacionamento historicamente difícil entre as duas empresas. Há poucos meses, o bilionário processou a big tech e a OpenAI por suposto favorecimento na App Store.
Contudo, o The Information destaca que a SpaceX já adicionou suporte ao mesmo espectro de rádio usado pela Apple em seus recursos de satélite atuais. Além disso, o site lembra que o presidente da Globalstar, Jay Monroe, teria discutido a venda da empresa, e seu último relatório trimestral alertou que a perda de um grande cliente, como a Apple, teria um “impacto adverso” nas finanças.
A intenção da Apple de oferecer suporte completo à internet 5G via satélite em 2026 também sugere uma expansão da capacidade de rede — algo que a Starlink, da SpaceX, poderia fornecer.
Apple pode usar Starlink para expandir capacidade de rede (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
iPhone 18 base só em 2027?
Segundo o analista Ming-Chi Kuo, conhecido por vazar informações da Apple, a empresa teria planejado lançar a próxima geração de iPhones em duas fases. A primeira, em setembro de 2026, incluiria os modelos premium — iPhone 18 Pro, iPhone 18 Pro Max e o suposto iPhone dobrável, além de uma possível segunda geração do iPhone Air.
Já a segunda fase, prevista para março de 2027, contemplaria os modelos de entrada, como o iPhone 18 padrão e um possível iPhone 18e. Se o rumor da internet 5G via satélite se confirmar, a funcionalidade seria inicialmente exclusiva das versões premium.
iPhone Air é vendido em preto, cinza, dourado e azul (imagem: divulgação)Resumo
A Apple reduziu drasticamente a produção do iPhone Air devido a vendas fracas, concentrando esforços no iPhone 17 e iPhone 17 Pro, que superaram expectativas de demanda.
Fornecedores de componentes do iPhone Air foram avisados para diminuir a fabricação; a demanda para novembro deve ser inferior a 10% do volume de setembro.
A Apple planeja aumentar a produção do iPhone 17 em 5 milhões de unidades e priorizará um smartphone dobrável a partir do segundo semestre de 2026.
A Apple cortou de maneira drástica a produção do iPhone Air, chegando a níveis de fim de ciclo de vida, de acordo com fontes ouvidas pelo site Nikkei Asia.
Segundo a publicação, fornecedores de componentes para o modelo “fininho” já foram avisados e devem diminuir o ritmo de fabricação. Um gerente de cadeia de suprimentos ouvido pela reportagem afirma que a demanda para novembro deve ser de menos de 10% do volume entregue em setembro.
iPhone Air tem 5,6 mm de espessura (imagem: divulgação)
Os planos iniciais previam que o iPhone Air respondesse por 10% a 15% da produção geral neste ano. A importância do modelo vai além do fator comercial: ele pode servir para a Apple aprimorar suas técnicas e aproveitá-las em um futuro smartphone dobrável. Espera-se que a empresa comece a produzir um modelo desse tipo no segundo semestre de 2026.
A expectativa é que a Apple passe a priorizar a fabricação dos outros modelos lançados em setembro de 2025: o iPhone 17 e o iPhone 17 Pro. A produção da versão básica deve aumentar em 5 milhões de unidades, de acordo com duas fontes.
Por que a Apple mudou seus planos para o iPhone Air?
A lógica por trás dessas decisões é bem simples: atender às demandas do mercado. O iPhone Air teve vendas fracas em praticamente todos os mercados. A China foi uma exceção, mas não o suficiente para segurar as projeções iniciais.
Por outro lado, o iPhone 17 apresentou um desempenho comercial mais forte do que a geração passada — nos Estados Unidos e na China, por exemplo, as vendas foram 14% maiores que as do iPhone 16, na comparação entre os dez primeiros dias de ambos no mercado.
A Apple foi menos econômica do que o costume com o iPhone 17. Ele finalmente ganhou tela de 120 Hz, por exemplo — uma ausência de longa data no modelo mais barato. Outras características, como armazenamento de 256 GB e a nova câmera frontal de 18 MP, ajudaram a melhorar a relação custo-benefício do produto, despertando mais interesse dos consumidores.
O Nikkei Asia observa que a diferença na demanda pode ser vista no próprio site da Apple: nos EUA, o iPhone 17 está com um prazo de envio de duas a três semanas; já o iPhone Air está disponível à pronta entrega.
Samsung também enfrenta dificuldades
Samsung Galaxy S25 Edge tem 5,8 mm de espessura (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
A Apple não é a única empresa que se decepcionou com as vendas de seu smartphone com espessura reduzida. Segundo informações da imprensa sul-coreana, o desempenho comercial do Galaxy S25 Edge, da Samsung, também foi fraco.
Isso teria levado a empresa a repensar o futuro da linha, com o possível cancelamento do S26 Edge. No entanto, como o desenvolvimento do modelo já estaria em estágio avançado, um possível cenário é um lançamento futuro com outro nome, deixando de lado a marca Edge.
Conheça as principais caracteristicas dos MacBook Air e MacBook Pro (imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)
A Apple oferece dois modelos principais de MacBook: o MacBook Air e o MacBook Pro. Ambos usam os chips de alto desempenho Apple M-Series, mas são desenhados para atender a necessidades distintas de usuários.
O MacBook Air prioriza a portabilidade, sendo indicado para pessoas com rotinas mais agitadas. O design ultraleve e fino o torna ideal para estudantes e usuários gerais que buscam eficiência em tarefas diárias, oferecendo também uma bateria de longa duração.
Por outro lado, o MacBook Pro foca em poder e recursos avançados. Ele é projetado para profissionais criativos, como editores de vídeo e designers, fornecendo o desempenho robusto de que precisam, além de telas Liquid Retina XDR e portas de nível profissional.
A seguir, conheça o perfil geral dos dois tipos de MacBook, suas principais versões e diferenças. Também descubra qual modelo de notebook da Apple oferece melhor custo-benefício.
O MacBook Air é a linha de notebooks ultraportáteis e de entrada da Apple, reconhecida pelo design fino e leve. Adotando os chips Apple M-series, como o M3 e M4, ela entrega um desempenho rápido e eficiente para as necessidades diárias.
O notebook tem como público-alvo estudantes, profissionais que viajam e usuários domésticos que priorizam a portabilidade e a longa duração de bateria. Entre as características principais estão a tela Liquid Retina de alta resolução, o Magic Keyboard para uma digitação suave e o trackpad Force Touch para um controle mais preciso do cursor.
Complementando as funcionalidades, os modelos recentes oferecem sensor Touch ID para segurança e uma câmera HD com recurso Center Stage para videochamadas aprimoradas. Em resumo, o MacBook Air é uma opção prática e compacta para trabalho, estudo e consumo de mídia.
MacBook Air se destaca pelo design fino e leve, combinado com alto desempenho para o dia a dia (imagem: Divulgação/Apple)
Quais são as versões de MacBook Air?
O MacBook Air está disponível em duas versões em 2025:
13 polegadas: tela Liquid Retina de 13,6 polegadas (2560 x 1664 pixels), chip Apple M4, até 32 GB de RAM, até 2 TB de armazenamento, câmera de 12 MP (1080p), quatro alto-falantes com Dolby Atmos, bateria de até 18 horas e peso de 1,24 kg;
15 polegadas: tela Liquid Retina de 15,3 polegadas (2880 x 1864 pixels), chip Apple M4, até 32 GB de RAM, até 2 TB de armazenamento, câmera de 12 MP (1080p), seis alto-falantes com Dolby Atmos, bateria de até 18 horas e peso de 1,51 kg.
O visual compacto do MacBook Air facilita o transporte em mochilas e bolsas (imagem: Divulgação/Apple)
MacBook Pro
O MacBook Pro é o notebook premium e de alto desempenho da Apple, ideal para profissionais criativos e técnicos. Seu público-alvo inclui editores de vídeo, desenvolvedores de softwares, designers gráficos e produtores musicais que exigem potência e ampla eficiência.
Ele se destaca pelos chips avançados Apple M-Series, como M4 Pro e M4 Max, que proporcionam grande performance para fluxos de trabalhos intensivos. Já a tela Liquid Retina XDR oferece brilho extremo, contraste profundo e cores precisas, sendo essencial para trabalhos visuais detalhados.
O modelo também integra recursos avançados de Inteligência Artificial via Apple Intelligence, bateria de longa duração e áudio de alta fidelidade. Essa combinação, junto à otimização do macOS, estabelece o MacBook como o padrão para produtividade e criação profissional.
MacBook Pro tem visual e especificações premium (imagem: Divulgação/Apple)
Quais são as versões de MacBook Pro?
Existem três versões do MacBook Pro (2025):
14 polegadas (M4): tela Liquid Retina XDR de 14,2 polegadas (3024 x 1964 pixels), chip Apple M4, até 32 GB de RAM, até 2 TB de armazenamento, câmera de 12 MP (1080p), seis alto-falantes com Dolby Atmos, bateria de até 24 horas e peso de 1,55 kg;
14 polegadas (M4 Pro/M4 Max): tela Liquid Retina XDR de 14,2 polegadas (3024 x 1964 pixels), chip Apple M4 Pro ou M4 Max, até 128 GB de RAM, até 8 TB de armazenamento, câmera de 12 MP (1080p), seis alto-falantes de alta fidelidade com Dolby Atmos, bateria de até 22 horas e peso de 1,60 kg;
16 polegadas (M4 Pro/M4 Max): tela Liquid Retina XDR de 16,2 polegadas (3456 x 2234 pixels), chip Apple M4 Pro ou M4 Max, até 128 GB de RAM, até 8 TB de armazenamento, câmera de 12 MP (1080p), seis alto-falantes de alta fidelidade com Dolby Atmos, bateria de até 24 horas e peso de 2,14 kg.
O MacBook Pro é indicado para profissionais técnicos de diferentes áreas (imagem: Divulgação/Apple)
Qual é a diferença entre MacBook Air e MacBook Pro?
Estas são as principais diferenças entre os modelos de MacBook Air e MacBook Pro em 2025:
MacBook Air (13 polegadas)
MacBook Air (15 polegadas)
MacBook Pro (14 polegadas)
MacBook Pro (16 polegadas)
Processador
M4
M4
M4, M4 Pro ou M4 Max
M4 Pro ou M4 Max
Memória RAM
A partir de 16 GB
A partir de 16 GB
A partir de 16 GB
A partir de 24 GB
Armazenamento
A partir de 256 GB
A partir de 256 GB
A partir de 512 GB
A partir de 512 GB
Tela
Liquid Retina de 13,6 polegadas
Liquid Retina de 15,3 polegadas
Liquid Retina de XDR de 14,2 polegadas
Liquid Retina de XDR de 16,2 polegadas
Resolução
2560 x 1664 pixels
2880 x 1864 pixels
3024 x 1964 pixels
3456 x 2234 pixels
Câmera
12 MP com Center Stage (1080p)
12 MP com Center Stage (1080p)
12 MP com Center Stage (1080p)
12 MP com Center Stage (1080p)
Áudio
Quatro alto-falantes com Dolby Atmos e Áudio Espacial
Seis alto-falantes com Dolby Atmos e Áudio Espacial
Quatro alto-falantes Hi-Fi com Dolby Atmos e Áudio Espacial
Quatro alto-falantes Hi-Fi com Dolby Atmos e Áudio Espacial
MacBook é uma linha de notebooks premium fabricada exclusivamente pela Apple, usando o sistema operacional macOS. Eles se destacam pelo design sofisticado, telas de alta qualidade e o desempenho otimizado com a integração do ecossistema Apple.
Por outro lado, um notebook é um termo geral para computadores portáteis de marcas variadas, que geralmente usam o sistema operacional Windows da Microsoft. Essa categoria de dispositivos oferece uma enorme diversidade de modelos, especificações e faixas de preço, permitindo uma grande flexibilidade para o usuário.
Qual MacBook tem melhor custo-benefício?
O MacBook Air é a melhor opção de custo-benefício ao escolher um notebook da Apple, equilibrando desempenho de ponta com preço mais acessível. Ele oferece potência para diversas tarefas diárias e profissionais, como edição de documentos, navegação e programação leve, chegando perto do desempenho do MacBook Pro.
Este modelo ainda se destaca pela portabilidade com o design fino e leve, além da bateria que dura o dia todo. Mesmo as gerações anteriores, alimentadas com chips Apple M1 ou M3, ainda são altamente recomendadas para quem busca entrar no ecossistema macOS com um investimento inteligente.
Saiba as diferenças entre os quatro modelos principais de tablet da Apple (imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)
A Apple oferece quatro modelos de iPad, cada um com foco em diferentes perfis de usuário. O iPad normal é a opção de entrada indicada para estudos e uso diário, enquanto o iPad Mini é ideal para quem busca máxima portabilidade e um dispositivo para leitura.
O iPad Air equilibra potência e design leve, sendo ideal para estudantes e profissionais que necessitam de mais desempenho em multitarefas e projetos criativos. Já o iPad Pro é o modelo mais avançado, dedicado a tarefas intensas como edição de vídeo e design gráfico.
A seguir, conheça as principais características de cada modelo de iPad. Também descubra quais modelos oferecem suporte ao Apple Intelligence e quais são as melhores opções para trabalho, estudos e de custo-benefício.
A Apple trabalha com quatro linhas principais de iPad: iPad normal, iPad Air, iPad Pro e iPad Mini. Cada série é projetada para atender necessidades específicas dos usuários, desde o uso básico e para estudos até tarefas profissionais e criativas mais exigentes.
iPad
O iPad normal é o tablet de entrada da Apple, trazendo um equilíbrio entre desempenho e preço acessível. É ideal para tarefas do dia a dia, como navegar na web, assistir a vídeos, estudar e rodar jogos simples, sem a necessidade dos recursos avançados dos modelos Air e Pro.
Alimentados pelos chips da série A da Apple, os dispositivos trazem especificações robustas que o tornam uma escolha sólida para a maioria dos usuários. As últimas gerações do iPad trouxeram uma tela ampla Liquid Retina e câmeras frontal e traseira de 12 MP para fotos e vídeos chamadas.
A versão padrão do iPad é recomendada para uso doméstico, estudos e produtividade leve. Embora não inclua recursos avançados como telas ProMotion ou chip da série M, ele entrega uma experiência de tablet premium e é a porta de entrada para o ecossistema Apple.
iPad “normal” é a opção de entrada para tarefas simples do dia a dia (imagem: Divulgação/Apple)
iPad Air
O iPad Air é a opção de tablet intermediário da Apple, posicionando-se entre o iPad normal e o iPad Pro. Ele apresenta recursos avançados, alto desempenho e design premium a um preço mais acessível, garantindo capacidade superior para multitarefas.
A linha se destaca por usar chips da série M da Apple, os mesmos dos computadores Mac, assegurando a performance em aplicativos mais exigentes e tarefas complexas. O tablet ainda tem um corpo fino e leve em alumínio e a tela imersiva Liquid Retina de 11 ou 13 polegadas.
É o tablet ideal para estudantes e profissionais criativos que precisam de mais potência, mas sem o investimento do modelo Pro. Além disso, a compatibilidade com a Apple Pencil Pro e o Magic Keyboard transforma o iPad Air em uma ferramenta versátil para produtividade e criação de conteúdo.
iPad Air usa chips da série M da Apple para maior desempenho (imagem: divulgação/Apple)
iPad Pro
O iPad Pro é o tablet mais avançado da Apple, projetado para tarefas profissionais, criativas e de alta produtividade. Capaz de substituir um notebook em vários cenários, é a escolha ideal para trabalhos exigentes, como design gráfico, edição de vídeo e renderização 3D.
O amplo poder do dispositivo vem dos chips da série M, dos computadores Mac, que garantem alto desempenho e recursos avançados de Inteligência Artificial. As versões atuais apresentam telas OLED Ultra Retina XDR de 11 ou 13 polegadas para uma experiência visual imersiva e com cores precisas.
Além do suporte a Apple Pencil Pro e o Magic Keyboard, a porta Thunderbolt amplia a versatilidade do tablet ao permitir se conectar a monitores externos. Assim, o iPad Pro é a ferramenta ideal para profissionais criativos, editores e designers que buscam a portabilidade de um tablet e a ampla potência de um PC.
iPad Pro é ideal para tarefas mais exigentes, como edição de imagem e design gráfico (imagem: Reprodução/Apple)
iPad Mini
O iPad Mini é o modelo mais compacto da Apple, oferecendo a experiência completa do iPad em um formato com máxima portabilidade. É a escolha ideal para quem precisa de um dispositivo potente e versátil que seja fácil de transportar e manusear com uma só mão.
Os dispositivos da linha adotam geralmente os chips avançados da série A Pro da Apple, garantindo um desempenho robusto para multitarefas e aplicativos mais pesados. As versões mais recentes adotam uma tela Liquid Retina com cores vivas e detalhes nítidos, além das câmeras frontal e traseira de 12 MP.
Em essência, o iPad Mini é um tablet extremamente portátil para leitura, jogos casuais, anotações rápidas e consumo de mídia. A combinação de poder e tamanho o torna um companheiro digital eficiente para quem está sempre em movimento.
iPad Mini 2024 tem um design mais compacto que os outros modelos da Apple (imagem: divulgação/Apple)
Qual é a diferença entre iPad, iPad Air, iPad Pro e iPad Mini?
Essas são as principais diferenças entre iPad normal, Mini, Air e Pro baseado nos últimos modelos disponíveis no mercado:
iPad (11ª Geração – 2025)
iPad Mini (7ª Geração – 2024)
iPad Air (7ª Geração – 2025)
iPad Pro (7ª Geração – 2024)
Tela
Liquid Retina de 11 polegadas
Liquid Retina de 8,3 polegadas
Liquid Retina de 11 ou 13 polegadas
Ultra Retina XDR de 11 ou 13 polegadas
Processador e Desempenho
A16
A17 Pro (Alto desempenho)
M3 (Desempenho potente)
M4 (Máximo desempenho)
Armazenamento
128 GB, 256 GB e 512 GB
128 GB, 256 GB e 512 GB
128 GB, 256 GB, 512 GB e 1 TB
256 GB, 512 GB, 1 TB e 2 TB
Peso
480 gramas
295 gramas
460 gramas
450 gramas
Câmeras (Traseira)
12 MP (Grande Angular)
12 MP (Grande Angular)
12 MP (Grande Angular)
12 MP (Grande Angular)
Câmeras (Frontal)
12 MP (Horizontal e Center Stage)
12 MP (Center Stage)
12 MP (Horizontal e Center Stage)
12 MP (Horizontal e Center Stage)
Segurança
Touch ID no botão superior
Touch ID no botão superior
Touch ID no botão superior
Face ID
Bateria (internet e vídeos no Wi-Fi)
Até 10 horas
Até 10 horas
Até 10 horas
Até 10 horas
Apple Intelligence
Não
Sim
Sim
Sim
Suporte a Apple Pencil
Apple Pencil (1ª Geração)
Apple Pencil Pro
Apple Pencil Pro
Apple Pencil Pro
Suporte a MagicKeyboard
Magic Keyboard Folio
Magic Keyboard
Magic Keyboard para iPad Air
Magic Keyboard para iPad Pro
Preço
Mais acessível
Intermediário
Intermediário Alto
Mais Alto
Qual é o modelo de iPad com melhor custo-benefício?
O iPad normal é o tablet da Apple com o melhor custo-benefício, oferecendo um excelente equilíbrio entre preço, desempenho e tamanho de tela. Ele é recomendado para tarefas como navegar na internet, assistir a vídeos, ler e-books e realizar tarefas leves de produtividade.
No entanto, o iPad Mini pode ser uma alternativa com ótimo custo-benefício se a pessoa busca por mais portabilidade. O dispositivo compacto é fácil de transportar e tem bom desempenho para consumo de mídia e anotações rápidas.
Qual modelo de iPad é melhor para estudar?
O iPad Air é o modelo de tablet ideal para estudantes que buscam alto desempenho e recursos avançados. Devido aos chips da série M da Apple, a linha oferece potência superior combinado com uma tela maior e suporte à Apple Pencil Pro para multitarefas e aplicativos mais exigentes.
Por outro lado, o iPad normal se destaca por ser uma opção mais acessível para estudos. Ele oferece excelente desempenho para a maioria das atividades educacionais, como pesquisa e leitura, sendo especialmente recomendado para crianças e adolescentes.
iPad Air pode ser uma opção para estudos devido à tela mais ampla e suporte para apps mais exigentes (imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)
Qual modelo de iPad é melhor para trabalhar?
O iPad Pro é o modelo ideal para profissionais criativos como designers, editores de vídeo e ilustradores. Os chips da série M da Apple combinados com telas Liquid Retina ou Ultra Retina XDR e o suporte à Apple Pencil garantem desempenho superior em softwares pesados e precisão absoluta.
O modelo também é a melhor escolha para quem busca um dispositivo compacto para produtividade e multitarefa. Com opções de tela de 11 ou 13 polegadas e suporte ao Magic Keyboard, o iPad Pro se transforma em um pequeno notebook capaz de gerenciar projetos, escrever e-mails e editar documentos em qualquer lugar.
Quais modelos de iPad têm suporte ao Apple Intelligence?
Estes são os modelos e gerações de iPad que possuem suporte aos recursos de inteligência artificial Apple Intelligence:
Quais modelos de iPad não recebem mais suporte da Apple?
É essencial saber quais iPads não recebem mais suporte antes de escolher um tablet da Apple. Veja os modelos e gerações que não terão mais atualizações do sistema operacional iPadOS:
iPad: 4ª geração (2014) e antecessores;
iPad Air: 2ª geração (2014) e antecessores;
iPad Pro: 2ª geração (2017) e antecessores;
iPad Mini: 4ª geração (2015) e antecessores.
iPads muito antigos podem deixar de receber suporte da Apple (imagem: Divulgação/Apple)
Qual é a diferença entre os modelos de iPad e os tablets da Samsung?
O iPad é uma série de tablets da Apple conhecida pelo hardware otimizado, interface intuitiva e integração com o ecossistema Apple. Seu foco está em oferecer uma experiência premium e de alto desempenho com o sistema operacional iPadOS para entretenimento, estudos e tarefas de criatividade e produtividade.
Os tablets da Samsung utilizam o sistema operacional Android, permitindo maior personalização e flexibilidade. A marca se destaca pela ampla variedade de modelos e preços, atendendo diferentes necessidades e orçamentos, além de incluir acessórios como a caneta S Pen na caixa.
Qual é a diferença entre os modelos de iPad e os tablets da Xiaomi?
O iPad é uma linha de tablets da Apple, que utiliza o sistema iPadOS. Eles são famosos pela integração com o ecossistema Apple, o hardware premium e a vasta biblioteca da App Store com aplicativos de alta qualidade otimizados especificamente para esses dispositivos.
Os tablets da Xiaomi usam o sistema Android, para maior flexibilidade de personalização e acesso aos aplicativos da Google Play Store. Geralmente, eles são dispositivos que focam em oferecer alto desempenho e recursos premium a um preço acessível, representando um forte custo-benefício no mercado.