Google Maps permite visualizar mapeamentos antigos de determinadas regiões (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
O registro histórico do Google Maps reúne mapeamentos de regiões feitos em diferentes datas. Com ele, você pode ver como era uma região em tempos passados, acompanhando as mudanças até as capturas mais recentes.
Você pode ver imagens antigas no Google Maps pelo celular ao acessar o Street View, tocar no widget com data, e escolher o ano desejado. Pelo PC, basta clicar em “Confira mais datas” e selecionar mapeamentos mais antigos.
Vale mencionar que nem todas as localidades incluem registros históricos: se o Google Maps mapeou o local somente uma vez, você só vai conseguir visualizar imagens do Street View daquele ano.
A seguir, saiba como ver fotos antigas no Google Maps pelo smartphone (Android ou iOS) ou PC.
Como ver fotos antigas no Google Maps pelo celular
1. Abra o Google Maps e pesquise o endereço desejado
Abra o aplicativo do Google Maps em seu celular (Android ou iOS). Em seguida, use o campo de busca (localizado no topo da tela) para pesquisar o endereço desejado e toque em cima da opção.
Pesquisando um endereço no Google Maps pelo celular (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
2. Entre no modo Street View e toque no widget com data
Toque na foto reduzida do local para entrar no Google Street View. Feito isso, aperte no widget com data (localizado no canto superior esquerdo) para visualizar o Google Maps em anos anteriores.
Dica: se o widget não abrir nenhuma outra janela, experimente movimentar-se no Google Street View e aperte a janela novamente.
Procurando por datas mais antigas no Street View do Google Maps (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
3. Selecione a data desejada mapeada pelo Google Maps
Navegue pela seção estilo carrossel para ver imagens antigas do Google Maps. Por fim, toque no ano desejado para ver como era o local na data escolhida.
Navegando no Street View do Google Maps em datas mais antigas (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
Como ver imagens antigas no Google Maps pelo PC
1. Entre no site do Google Maps e busque pelo endereço
Abra o navegador de sua preferência e acesse a página google.com/maps. Feito isso, pesquise pelo endereço desejado usando o campo de busca.
Pesquisando um endereço no Google Maps pelo PC (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
2. Vá na miniatura de paisagem para entrar no Street View
Clique na miniatura da paisagem do endereço para entrar no modo Street View.
Abrindo o Street View do Google Maps pelo PC (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
3. Escolha “Confira mais datas” para ver datas antigas
Clique na opção “Confira mais datas” para mudar a data do Google Maps da região. Caso não encontre a opção, se movimente no modo Street View até que o recurso apareça.
Conferindo datas mais antigas do Google Street View (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
4. Escolha outras datas em que o local foi mapeado
Navegue pela seção para ver ruas antigas no Google Maps. Você então poderá escolher datas antigas em que o Google mapeou o local.
Escolhendo outras datas no Google Street View (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
Por que algumas cidades não possuem imagens antigas no Google Maps?
Se o Google Maps mapeou uma região específica apenas uma vez, a opção para ver datas mais antigas não estará disponível, devido à falta de registros históricos. Nesses casos, não será possível usar o Street View do Google para buscar por imagens antigas.
Também há casos em que o Google mapeou o local mais de uma vez, mas precisou excluir registros mais antigos por motivos técnicos ou por questões ligadas à privacidade de pessoas ou estabelecimentos que foram capturadas.
De quanto em quanto tempo o Google Maps atualiza as imagens?
Não existe um prazo determinado para o Google Maps atualizar suas imagens. O serviço do Google costuma fazer novos mapeamentos entre um a três anos em várias regiões do mundo, mas esse intervalo pode variar de acordo com a demanda, viabilidade e cobertura operacional.
Gemini no Google Maps vai te ajudar em perguntas específicas (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)Resumo
Google Maps integrou o Gemini para permitir perguntas em linguagem natural e introduziu uma interface de rotas em 3D.
O novo recurso Ask Maps processa consultas específicas, utilizando dados de mais de 300 milhões de estabelecimentos e 500 milhões de avaliações da comunidade.
Por enquanto, as atualizações estarão disponíveis para dispositivos móveis nos EUA e na Índia.
O Google anunciou nesta quinta-feira (12/03) mais integração do Gemini com o Google Maps. A atualização, liberada primeiro para dispositivos móveis nos Estados Unidos e na Índia, introduz a capacidade de conversar com o aplicativo para tirar dúvidas, além de trazer uma interface de rotas totalmente redesenhada em 3D.
A principal novidade é o recurso Ask Maps (Pergunte ao Maps, em tradução livre). Ele funciona como um assistente integrado capaz de processar consultas em linguagem natural.
Interação com perguntas mais específicas
Em vez de buscar por categorias genéricas, como “restaurantes” ou “shoppings”, o usuário agora pode fazer perguntas muito mais específicas. A empresa cita alguns exemplos práticos: você pode solicitar que encontre um local para carregar o celular sem ter que pegar fila, ou até mesmo buscar por um banheiro público que mantenha um bom padrão de higiene.
Em comunicado, a vice-presidente e gerente-geral do Google Maps, Miriam Daniel, afirma que a ferramenta cruza informações de mais de 300 milhões de estabelecimentos e analisa o banco de dados de avaliações da comunidade, que hoje conta com mais de 500 milhões de colaboradores.
Na prática, o sistema consegue interpretar até planos completos. O gerente de produto do Google, Andrew Duchi, citou um exemplo: agora será possível pedir ao app para encontrar um restaurante vegetariano com mesa para quatro pessoas às 19h, localizado entre o meu trabalho e a casa de amigos.
Google diz que essa é a maior atualização do Maps em mais de uma década (imagem: reprodução/Google)
As respostas do Gemini se baseiam estritamente nos dados do Maps e da Busca, sem bisbilhotar informações de outros serviços do Google, como o Gmail. Para personalizar os resultados, a IA utiliza o histórico de locais salvos e as pesquisas passadas do usuário. Se você gostar da sugestão, dá para reservar a mesa ali mesmo, na própria interface do mapa.
Sobre a possibilidade de empresas pagarem para aparecer nessas respostas geradas por IA, Duchi evitou comentar planos de monetização a longo prazo com o The Verge. No entanto, ele garantiu que, neste formato de lançamento, os anúncios pagos não afetam as recomendações orgânicas.
Rotas com visual realista
A segunda grande mudança foca em quem está ao volante. Batizada de “Navegação Imersiva”, o Google classifica a novidade como a maior alteração no sistema de rotas do aplicativo em mais de uma década. A interface tradicional dá lugar a uma representação em 3D que espelha o ambiente real, renderizando edifícios, viadutos, topografia do terreno e até a arborização.
O sistema utiliza o Gemini para processar imagens aéreas e do Street View, destacando os mínimos detalhes da via. O mapa passa a exibir a posição exata de faixas de pedestres, semáforos e placas de pare, por exemplo. A câmera também ajusta o zoom dinamicamente conforme o motorista se aproxima de cruzamentos.
As instruções por voz também ficaram mais naturais. Em vez de apenas informar a distância em metros, o app utiliza marcações visuais, orientando o motorista a “passar esta saída e pegar a próxima”.
O motorista também passa a ter acesso ao raciocínio lógico do algoritmo: o Maps agora explica abertamente as vantagens e desvantagens de rotas alternativas — comparando um caminho mais longo, sem engarrafamento, com uma rota mais rápida com pedágio. Ao chegar, a ferramenta indica o lado correto da rua para estacionar e aponta a entrada exata do destino.
Quando chega para todos?
De acordo com o Google, o recurso Ask Maps começa a ser distribuído nesta semana para usuários de Android e iOS nos EUA e na Índia. Uma versão para computadores está prevista para um futuro próximo.
Já a Navegação Imersiva começa a dar as caras no território norte-americano na próxima semana, com expansão para outras regiões logo a seguir, mas ainda sem data definida. A funcionalidade será compatível com smartphones, Apple CarPlay, Android Auto e veículos com o sistema do Google integrado.
Visual tradicional dá lugar a um design mais minimalista (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
Google Maps está atualizando seu ícone para um design inspirado no Gemini, em gradiente multicolorido.
O novo ícone começa a aparecer nas versões 26.09.06.873668274 para Android e 26.09.5 para iOS.
Além da novidade estética, o Google integrou mais recursos de inteligência artificial do Gemini no Maps.
O Google reformulou o design do ícone do Google Maps nos aplicativos para Android e iOS. A mudança, que está sendo aplicada de forma gradual, substitui as tradicionais divisões diagonais em quatro cores por um efeito gradiente.
Segundo o 9to5Google, o objetivo da companhia é padronizar a identidade visual da sua plataforma de navegação com o restante do ecossistema da big tech.
Quando a atualização chega?
Embora o formato clássico de alfinete de mapa tenha sido mantido para preservar a identidade histórica do serviço, a geometria do logotipo passou por um processo de modernização. O anel superior do ícone está visivelmente mais estreito, enquanto o círculo branco na parte interna foi ampliado.
À esquerda, o ícone clássico; à direita, o novo design com gradiente (imagem: reprodução/9to5Google)
A alteração visual não chega ao mesmo tempo para todos. No ecossistema Android, o novo ícone começa a ser implementado a partir da versão 26.09.06.873668274 do Google Maps. Enquanto isso, para os proprietários de iPhone, o visual atualizado está presente na versão 26.09.5 liberada para o iOS.
A reformulação estética acompanha uma mudança funcional no aplicativo. Nos últimos meses, o Google Maps tem recebido mais recursos de inteligência artificial do Gemini. Uma delas é a adoção de uma experiência de navegação conversacional nativa, que substitui o antigo Google Assistente.
Essa ferramenta agora permite interações mais fluidas por comandos de voz durante os trajetos, otimizando as consultas sobre condições de trânsito em tempo real, por exemplo.
Além das melhorias na navegação, a empresa integrou o motor do Gemini diretamente ao Google Lens dentro da interface do Maps. Essa junção facilita a identificação precisa de pontos de referência utilizando apenas a câmera do celular.
O aplicativo também passou a exibir o recurso “Saiba antes de ir” nos anúncios de rotas, entregando um panorama mais completo sobre os destinos antes mesmo do usuário ligar o carro ou iniciar a sua viagem.
Google Maps oculta fotos e avaliações para usuários sem login (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
Google Maps não tem exibido fotos e avaliações para usuários sem login;
Limitação foi relatada em plataformas como o Reddit e não tem confirmação oficial do Google;
A solução para visualizar detalhes consiste em fazer login com uma Conta Google.
Você pode traçar rotas ou visualizar imagens aéreas de um local no Google Maps sem necessidade de fazer login. Mas, nos últimos dias, usuários têm notado que acessos anônimos não permitem mais que avaliações e imagens publicadas por outras pessoas sejam visualizadas no serviço.
Relatos sobre essa limitação surgiram em plataformas como o Reddit. Nesta conversa, por exemplo, usuários questionam se isso é efeito de uma nova política do Google ou se estamos diante de um bug no Google Maps que, como tal, será resolvido em breve.
A dúvida é pertinente porque, até o momento, não há nenhum anúncio oficial do Google sobre o assunto. Veículos como Android Authority entraram em contato com a empresa a respeito dos relatos, mas não houve retorno até o momento.
Fazendo um teste com uma aba anônima e sem login, notei a limitação. Ao clicar sobre um estabelecimento visto no Google Maps, pude obter detalhes como horário de funcionamento e telefone de contato. Mas fotos publicadas por outras pessoas e avaliações não aparecem.
No final da coluna onde esses detalhes deveriam aparecer, há um aviso com os dizeres: “esta é uma visualização limitada do Google Maps”. Ao clicar no link “Saiba mais”, o serviço informa que a restrição pode ser consequência de falhas no Google Maps, de tráfego incomum ou de interferência de extensões.
Visualização limitada no Google Maps (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
Então, como visualizar detalhes no Google Maps?
A solução é um tanto óbvia: fazer login no Google Maps usando uma Conta Google. O link “Saiba mais” mencionado acima também dá essa orientação: “fazer login no Google Maps pode ajudar a evitar essa experiência limitada novamente”.
Para quem acessa o Maps e outros serviços do Google em computadores pessoais, provavelmente, isso não será problema. Porém, quem acessa o Google Maps a partir de um PC do trabalho ou da faculdade, por exemplo, terá a sua experiência prejudicada.
Nos resta torcer para que a restrição não passe de uma falha a ser corrigida tão logo quanto possível.
Entenda como o Google se tornou uma das principais big tech do planeta (imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)
O Google é uma gigante da tecnologia fundada por Larry Page e Sergey Brin em 1998, na Califórnia. Atualmente, a companhia atua como a principal subsidiária do conglomerado Alphabet Inc., liderando a inovação digital.
A empresa surgiu para organizar as informações da web, tornando-as mais acessíveis por meio de um algoritmo eficaz. Essa missão nasceu de um projeto acadêmico focado em classificar a relevância das páginas da rede mundial.
Além do mecanismo de busca, o portfólio de produtos do Google inclui o Android, o YouTube, o Google Maps e a inteligência artificial Gemini. Essas soluções transformaram a forma como as pessoas consomem conteúdo e interagem com o ambiente digital moderno.
A seguir, conheça mais detalhes sobre a história do Google e o real significado do seu nome. Também descubra os principais serviços e produtos do portfólio da big tech de Mountain View.
Google é uma multinacional americana de tecnologia, fundada em 1998, que visa organizar o grande volume de informações da web para torná-la acessível. Embora seja conhecida por seu motor de busca, a empresa atua nos setores de publicidade digital, computação em nuvem, inteligência artificial e o ecossistema mobile Android.
O que significa “Google”?
O nome “Google” surgiu de uma grafia propositalmente incorreta do termo matemático “googol”. A palavra representa o numeral 1 seguido de cem zeros ou 10 elevado à potência de 100, ilustrando a capacidade de processamento de quantidade astronômica de dados.
Adotado em 1997, o nome simboliza a missão da empresa de organizar o volume massivo de informações disponíveis na web. Assim, ele reflete a ambição dos fundadores em estruturar e tornar universalmente acessível uma escala quase infinita de conteúdos digitais.
Para que serve o Google?
O Google atua como o principal organizador de informações globais, permitindo que usuários encontrem conteúdos, localizações e soluções de forma instantânea. Por meio de algoritmos avançados, a plataforma simplifica a navegação digital e otimiza a produtividade no cotidiano.
Sua infraestrutura integra serviços essenciais como Android, Workspace, YouTube e ferramentas de IA para conectar pessoas e facilitar a comunicação. Dessa forma, a empresa provê um ecossistema completo que transforma dados complexos em recursos acessíveis e úteis.
Além da busca, o Google oferece uma série de produtos e serviços digitais que melhoram o cotidiano dos usuários (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Qual é a história do Google?
A história do Google começou em 1996 na Universidade de Stanford, onde Larry Page e Sergey Brin desenvolveram o algoritmo PageRank e o buscador experimental BackRub. O objetivo era organizar a web por meio do algoritmo que media a relevância entre páginas da grande rede.
O domínio google.com foi registrado em 1997 e, no ano seguinte, a empresa oficializou o motor de busca e estabeleceu-se em uma garagem em Menlo Park, na Califórnia, com aportes iniciais. No ano de 2000, o lançamento do AdWords revolucionou o modelo de negócios ao monetizar as buscas.
A abertura de capital (IPO) em 2004 arrecadou US$ 1,67 bilhão, financiando expansões como o Gmail e as aquisições estratégicas do YouTube e do Android nos anos seguintes. Em 2008, o lançamento do navegador Chrome consolidou a dominância da marca no ecossistema digital.
A criação da Alphabet Inc. em 2015 reorganizou a estrutura corporativa, permitindo que a agora subsidiária Google focasse em hardware e serviços de internet. Sob a gestão de Sundar Pichai, a empresa priorizou o desenvolvimento de tecnologias de nuvem.
Atualmente, a big tech foca na inteligência artificial generativa com o modelo Gemini e sua integração total ao buscador. Assim, a marca continua expandindo seu ecossistema por meio de inovações em IA, publicidade digital e computação em nuvem.
Larry Page e Sergey Brin na garagem onde foi fundado o Google (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Quem criou o Google?
Larry Page e Sergey Brin são os fundadores do Google. A dupla se conheceu durante o doutorado da Universidade de Stanford, quando desenvolveram o algoritmo PageRank e iniciaram o projeto do buscador experimental BackRub.
Quando o Google foi criado?
O Google foi fundado oficialmente em 4 de setembro de 1998. Nesta data, Larry Page e Sergey Brin oficializaram o motor de busca desenvolvido durante o doutorado em Stanford e iniciaram as operações em uma garagem em Menlo Park, Califórnia (EUA).
Sundar Pichai é CEO do Google e da Alphabet Inc. desde 2015 (imagem: divulgação)
Quem é o CEO do Google?
O atual CEO do Google e da Alphabet Inc. é Sundar Pichai, que lidera ambas as companhias desde a reestruturação corporativa iniciada em 2015. Sob sua gestão, a empresa se tornou uma “AI-first”, priorizando inovações em inteligência artificial, computação em nuvem e infraestrutura digital global.
Onde fica a sede do Google?
A sede global do Google, conhecida como Googleplex, está localizada em Mountain View, Califórnia (EUA). O complexo no Vale do Silício abriga o comando central da Alphabet Inc. e simboliza a inovação tecnológica da empresa.
No Brasil, as operações principais concentram-se em São Paulo, divididas entre o escritório administrativo e o Google for Startups Campus. Complementando a infraestrutura, Belo Horizonte sedia um centro de engenharia estratégica para a América Latina.
O Googleplex fica localizado em Mountain View, Califórnia (imagem: The Pancake of Heaven/Wikimedia Commons)
Quais são os produtos do Google?
O Google tem um amplo portfólio que integra software, hardware e inteligência artificial para organizar a informação global. Conheça os principais produtos e serviços divididos por categorias:
Busca e informação
Google Busca: principal motor de pesquisa do mundo, usando algoritmos avançados para entregar resultados precisos em texto, imagens e notícias;
Google Maps e Earth: serviços de geolocalização e navegação por satélite que oferecem rotas em tempo real, Street View e mapeamento detalhado;
Google Lens: ferramenta de reconhecimento visual que usa IA para traduzir textos, identificar objetos e pesquisar produtos por meio da câmera do smartphone.
Produtividade e colaboração
Gmail e Agenda: serviços líderes de e-mail e gestão de tempo, integrados para automatizar convites, lembretes e comunicações corporativas ou pessoais;
Google Drive: plataforma de armazenamento em nuvem que centraliza arquivos e permite a sincronização em tempo real entre diferentes dispositivos;
Google Documentos, Planilhas e Apresentações:ferramentas de produtividade online que permitem a criação e edição simultânea de arquivos sem a necessidade de instalação local.
O buscador do Google segue como um dos principais produtos da big tech (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Comunicação e entretenimento
YouTube: maior plataforma de vídeos e streaming do mundo, abrangendo desde conteúdos educativos e musicais até transmissões ao vivo e o YouTube Kids;
Google Meet e Chat: soluções corporativas de videoconferência em alta definição e mensagens instantâneas voltadas para o trabalho em equipe;
Google Fotos: galeria inteligente que usa IA para organizar, buscar rostos e otimizar o armazenamento de imagens e vídeos na nuvem.
Sistemas operacionais e hardware
Android e WearOS: sistemas operacionais para dispositivos móveis e smartwatches, servindo como base para o ecossistema global de aplicativos;
Chrome e ChromeOS: navegador web de alto desempenho e sistema operacional leve focado em agilidade, segurança e integração total com a nuvem;
Linha Pixel e Nest: smartphones de alto desempenho e dispositivos para casas inteligentes, como alto-falantes integrados com o Google Assistente.
IA e serviços empresariais
Google Gemini: modelo de inteligência artificial generativa multimodal que auxilia em tarefas criativas, escrita de códigos e análise de dados complexos;
Google Cloud: infraestrutura empresarial que oferece computação escalável, análise de dados e ferramentas de desenvolvimento para empresas;
Google Play: loja oficial de distribuição digital para aplicativos, jogos e conteúdo de mídia voltados para o ecossistema Android.
O Gemini vem sendo integrado a diversos produtos do Google, incluindo o buscador e o sistema operacional Android (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Qual é a diferença entre Google e Alphabet?
O Google é a principal subsidiária da Alphabet Inc., focada em produtos digitais e serviços de internet, como Busca, YouTube, Android e publicidade digital. Representa o motor financeiro da holding, operando os negócios mais consolidados e lucrativos que fundamentaram a empresa original.
A Alphabet Inc. é a empresa-mãe que controla o Google e um portfólio de empresas experimentais conhecidas como “Other Bets”, como a Waymo e a Verily. Sua estrutura foi criada para separar o núcleo de internet de projetos de alto risco, garantindo maior transparência e foco em inovação.
Project Aura marca o novo projeto do Google em óculos inteligentes (imagem: divulgação/Google)Resumo
O Google está desenvolvendo duas linhas de smart glasses com IA, em parceria com Samsung, Warby Parker e Gentle Monster, visando competir com Meta, Xreal e Apple em 2026.
Os óculos com Gemini terão modelos com displays e para comandos de voz, suportando realidade aumentada e tradução em tempo real.
O Galaxy XR, desenvolvido com a Samsung, receberá o travel mode para uso em movimento e o PC Connect para espelhamento de computadores Windows.
O Google quer voltar ao mercado de óculos inteligentes — e desta vez, com uma estratégia diferente da adotada no Google Glass. A empresa confirmou que trabalha em duas linhas de smart glasses impulsionadas pelo Gemini: uma com displays integrados e outra pensada para comandos de voz.
Os primeiros modelos, feitos em parceria com fabricantes como Samsung, Warby Parker, Gentle Monster e Xreal, devem aparecer ao longo de 2026, embora nenhum protótipo final tenha sido revelado.
A iniciativa reforça a tentativa da Alphabet de ganhar terreno em um segmento que avança rápido. A Meta já domina a categoria com as Ray-Ban Meta, Snap prepara sua estreia no setor e Apple também deve entrar na disputa. Para o Google, a nova leva de produtos e a chegada do Android XR marcam uma abordagem mais madura do que a tentativa anterior, ajustando design, bateria e privacidade para evitar erros do passado.
Como funcionam os óculos com Gemini?
Segundo a Bloomberg, jornalistas puderam testar vários protótipos durante uma demonstração em Nova York. Entre eles estava um desenvolvido com a Xreal, chamado internamente de Project Aura. A maioria dos modelos depende do smartphone para processamento, o que permite manter peso e formato parecidos com óculos comuns. Com isso, as interações com o Gemini acontecem de maneira mais natural, como pedir músicas no YouTube Music, fazer buscas ou analisar objetos para gerar receitas.
Há versões com display monocular ou binocular. Ambas suportam sobreposições de realidade aumentada para apps como Google Maps e Google Meet, mas o modelo de duas telas entrega um campo de visão maior. Nos testes, foi possível usar tradução em tempo real com legendas projetadas na lente ou apenas ouvir o resultado pelos alto-falantes embutidos.
Segundo a empresa, a ideia é que todas as experiências funcionem de forma consistente tanto no modelo só de áudio quanto nos óculos com tela. “Queremos dar a você a liberdade de escolher o equilíbrio certo entre peso, estilo e imersão para suas necessidades”, disse o Google no anúncio.
Google confirma que trabalha em duas linhas de smart glasses (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
E o que muda para a linha XR da Samsung?
Além dos óculos, o Google também anunciou melhorias para o Galaxy XR, headset criado em parceria com a Samsung. Um novo modo viagem permitirá usar o dispositivo em carros e aviões sem que a interface “escape” do campo de visão quando há movimento — algo que incomodou usuários no lançamento.
Outra novidade é o PC Connect, aplicativo que permitirá espelhar qualquer computador com Windows no ambiente virtual, inclusive para jogos. Antes, apenas laptops da linha Galaxy Book tinham suporte ao recurso. Uma versão para macOS está em desenvolvimento.
Por fim, chega também o Likeness, novo estilo de avatar mais próximo da aparência real das pessoas. A partir de um escaneamento facial via smartphone, o usuário poderá usar representações mais fiéis em chamadas de vídeo. O recurso estreia em versão beta, assim como o PC Connect.
IA deve chegar nas próximas semanas (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
O Google Maps terá integração com o Gemini, permitindo pedidos para procurar locais, reportar incidentes e marcar compromissos.
A ferramenta permitirá encontrar carregadores de veículos elétricos, compartilhar horários de chegada e adicionar paradas, tudo por comandos de voz.
A integração será liberada gradualmente no Android e iOS, com uma versão para Android Auto em desenvolvimento.
O Google anunciou nesta quarta-feira (05/11) uma nova integração entre o Maps e o Gemini. O assistente com inteligência artificial passará a funcionar como uma espécie de copiloto, entendendo diversos pedidos do motorista e executando tarefas sem sair do aplicativo de navegação.
“É como ter um amigo experiente no banco do passageiro, que pode te ajudar com segurança a chegar ao seu destino”, explica a empresa.
O Google promete que, com o novo recurso, vai ficar mais fácil “encontrar lugares que estão perto do seu caminho, conferir se há carregadores de veículos elétricos disponíveis ou, no Android, compartilhar seu horário estimado de chegada com os amigos”, tudo isso apenas com comandos de voz, feitos em linguagem natural.
A integração com o Gemini será liberada gradualmente ao longo das próximas semanas no Android e no iOS, em todas as regiões onde o Gemini está disponível — o Brasil, portanto, deve receber a ferramenta. De acordo com o anúncio, uma versão para o Android Auto está a caminho.
Como funciona a integração entre Maps e Gemini?
Além dos exemplos já mencionados, o Google exibe mais alguns casos do que pode ser feito usando o aplicativo e o assistente em conjunto.
A empresa promete que o Gemini será capaz de entender tarefas compostas por várias etapas, como: “Tem algum restaurante barato com opções vegetarianas no caminho, desviando uns dois quilômetros? E dá para estacionar?”. A IA compreende o que você quer e fornece uma resposta. Para adicionar a parada, basta dizer algo como “Ok, vamos lá”.
O motorista poderá reportar incidentes de trânsito a partir de falas naturais, como “Estou vendo um acidente”, “Parece que encheu de água ali na frente” ou “Olha só, está tudo parado”. Esse é um recurso já anunciado para o Waze.
A integração também pode envolver outros serviços do Google, como a Agenda e a Busca, para adicionar compromissos, consultar placares esportivos e saber as últimas notícias.
Mais recursos a caminho
Além da integração com o Gemini, que deve estar disponível para boa parte do mundo, o Google também anunciou ferramentas de IA que serão oferecidas inicialmente apenas para os Estados Unidos:
Instruções de direção considerando estabelecimentos como postos de combustível, restaurantes e prédios, como “vire a direita depois do restaurante tailandês”, por exemplo.
Alertas de trânsito proativos, mesmo quando o usuário não está dirigindo.
Google Maps deve ganhar modo econômico (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
O Google Maps testa modo de economia de energia para navegação com tela minimalista em tons de cinza.
Ativação do modo ocorre ao pressionar o botão de energia durante a navegação, exibindo apenas informações essenciais.
Limitações incluem falta de suporte a transporte público e restrição ao modo retrato.
O Google Maps pode ganhar um modo de economia de energia que simplifica vários elementos visuais durante a navegação. A funcionalidade, ainda em fase de testes, seria ativada ao pressionar o botão de energia do dispositivo enquanto o usuário está dirigindo.
A ideia da empresa seria oferecer uma solução para situações em que a bateria está quase esgotada, evitando que o usuário fique sem orientação em meio a um trajeto.
O recurso ainda são foi anunciado oficialmente, mas elementos dele foram encontrados na versão beta do aplicativo para Android.
Como o modo de economia de energia funcionaria?
A ativação do modo seria feita ao pressionar o botão de energia do smartphone durante a navegação. O sistema exibiria apenas informações essenciais, como próximas viradas e nomes de ruas, sem os vários elementos gráficos que aparecem normalmente.
Potencial interface do modo de economia de energia do Google Maps (Imagem: AssembleDebug/Android Authority)
A tela ficaria em tons de cinza, removendo cores e outros detalhes visuais que consomem energia, semelhante aos modos de ultraeconomia de energia de alguns sistemas de smartphones.
A intenção parece ser que o modo seja ativado automaticamente ou manualmente quando a bateria estivesse baixa, mas os detalhes ainda estariam em discussão.
Quais as limitações do modo?
Imagens do potencial modo de economia de energia do Google Maps (Imagem: AssembleDebug/Android Authority)
De acordo com o Android Insights, o recurso não funcionaria em modo paisagem, exigindo que o dispositivo permaneça na orientação vertical. Além disso, as direções de transporte público poderiam não ser suportadas, já que o modo minimalista não exibiria números de linhas.
Outra limitação seria a ausência do nome da próxima rua em alguns momentos. O Google também considera ocultar completamente a visualização do mapa e apresentar apenas as instruções por voz.
Sede da COP30 tem imagens atualizadas no Google Maps (imagem: reprodução/Agência Pará)Resumo
Google Maps atualizou as informações sobre Belém, capital do Pará, para a COP30, que começa em 10 de novembro.
Parque da Cidade, epicentro da conferência climática, foi mapeado com estruturas e rotas para pedestres.
O Google também reforçou a disponibilidade de rotas sustentáveis, que calculam trajetos com menor consumo de combustível.
A 14 dias do início da COP30, o Google anunciou uma série de atualizações no Maps focadas em Belém, capital do Pará e cidade que sediará o evento. Entre as novidades desta segunda-feira (27/10), estão novas imagens de satélite e do Street View, além de um mapeamento interno detalhado do Parque da Cidade, principal local da conferência climática.
A atualização visa facilitar a navegação tanto para moradores quanto para visitantes, conforme a Conferência das Nações Unidas sobre Mudança e Clima se aproxima. Para isso, foram renovadas as imagens do Street View em mais de 420 km de ruas da cidade e as imagens de satélite de alta resolução de toda a região metropolitana.
Estrutura do local do evento já aparece no Street View (imagem: Felipe Faustino/Tecnoblog)
Parque da Cidade ganha detalhes internos
O Parque da Cidade agora conta com um mapa interno detalhado no Google Maps. Fruto de uma colaboração com a Secretaria Extraordinária para a COP30 (SECOP), do governo federal, o mapa inclui pontos de interesse estruturas como banheiros e salas de reunião, além de rotas internas para pedestres.
A recém-inaugurada Ponte Icoaraci/Outeiro, que liga o Porto de Outeiro ao Parque da Cidade, também já aparece funcional no mapa. “Nosso trabalho em Belém […] incluiu informação crítica e dinâmica como trânsito, transporte e detalhes de localização da infraestrutura em colaboração com este que é um megaevento”, afirmou o gerente de parcerias do Google Maps na América Latina, João Frigatto.
Rota pela Ponte Icoaraci/Outeiro também está funcional (imagem: Felipe Faustino/Tecnoblog)
Rotas sustentáveis
O Google destaca a integração de informações de transporte público em tempo real, resultado de uma parceria com a plataforma de mobilidade Bus2 e a Superintendência Executiva de Mobilidade Urbana de Belém (Semob). O Maps agora exibe rotas, horários e tarifas dos ônibus da cidade.
A empresa reforçou ainda a disponibilidade de recursos como rotas sustentáveis, que calculam trajetos com menor consumo de combustível. Para ativar o recurso em qualquer viagem, basta ir às configurações do aplicativo e, na parte de Navegação, ativar a opção de trajeto “Preferir trajetos econômicos”.