Visualização de leitura

Como Intel e AMD querem fazer chips x86 lidarem com tarefas de IA

Wafer de silício para chips quânticos (imagem: divulgação/Intel)
Como Intel e AMD querem fazer chips x86 lidarem com tarefas de IA (imagem: divulgação/Intel)
Resumo
  • Intel e AMD estão desenvolvendo o padrão AI Compute Extensions (ACE) para permitir que processadores x86 lidem com tarefas de IA de forma mais eficiente;
  • ACE combina registradores AVX10 existentes com registradores de bloco bidimensional, permitindo que matrizes 16×16 sejam processadas de uma só vez, o que pode aumentar a eficiência em até 16 vezes;
  • processadores com ACE devem ser lançados a partir de 2028, oferecendo maior desempenho em aplicações de IA, mas não são esperados para superar GPUs ou NPUs em eficiência.

Quando o assunto é execução local de tarefas de IA, pensamos em GPUs ou em NPUs fazendo esse trabalho. Mas a Intel e a AMD acreditam que processadores x86 podem lidar com isso em alguma medida. É por isso que ambas estão trabalhando na criação de um padrão para esse fim: o AI Compute Extensions (ACE), que pode ser traduzido como Extensões de Computação de IA.

Esses esforços não são recentes, mas ganharam destaque na semana passada, quando a especificação 1.15 do ACE foi divulgada publicamente. O documento é bastante técnico, afinal, serve para instruir desenvolvedores sobre o novo padrão. Mas tentarei explicar o essencial aqui.

Pois bem, leve em conta que o processamento de tarefas de IA envolve diversos tipos de operações matemáticas, sendo que grande parte consiste em multiplicação de matrizes. Lembre-se de que, na matemática, uma matriz é uma estrutura bidimensional, pois organiza os valores em linhas e colunas.

O problema é que, originalmente, os processadores x86 foram projetados para lidar com operações escalares (um valor por vez). As instruções AVX (Advanced Vector Extensions) melhoraram esse cenário por permitirem que os chips façam processamento vetorial, lidando com uma sequência de dados em vez de processar um valor por vez.

É um avanço. Apesar disso, ainda é como se essa fosse uma abordagem unidimensional, pois ela trata os dados como vetores, exigindo que várias operações sejam realizadas para processar matrizes completas.

Ilustração de um chip x86 com logos da Intel e AMD na parte de cima da imagem
Intel e AMD unem forças para IA em chips x86 (imagem: divulgação/Intel)

É aí que o ACE entra em cena. Estamos falando de uma proposta que combina os registradores para instruções AVX10 existentes em chips x86 atuais com um conjunto de oito registradores de bloco bidimensional, sendo que cada um destes pode armazenar uma matriz 16×16 com valores de 32 bits.

Com o padrão AVX10, o chip precisa realizar múltiplas operações para lidar com matrizes. Com os registradores adicionais, os dados de todas as linhas e colunas da matriz podem ser cruzados de uma só vez. Com isso, o chip com ACE consegue ser até 16 vezes mais eficiente na realização de operações com matrizes. É isso que deve favorecer aplicações baseadas em IA.

Isso não quer dizer que CPUs x86 serão tão ou mais eficientes que GPUs ou até que NPUs na execução de tarefas direcionadas à inteligência artificial. Mas é de se esperar mais desempenho com esse tipo de atividade, de modo que o processador possa lidar sozinho com determinadas aplicações de IA.

Quando processadores com ACE chegarão ao mercado?

Tanto a Intel quanto a AMD dão a entender que pretendem introduzir o novo padrão em processadores a serem lançados a partir de 2028.

Neste ponto, vale ressaltar que o ACE consiste em uma nova estrutura de hardware, portanto, nenhuma atualização de software ou firmware o tornará compatível com chips que já estão no mercado.

Como Intel e AMD querem fazer chips x86 lidarem com tarefas de IA

Wafer de silício para chips quânticos (imagem: divulgação/Intel)

Intel e AMD querem melhorar compatibilidade de seus chips (Imagem: Divulgação / Intel)
  •  

Windows 11 começa a permitir IA local com GPU, mas com ressalvas

Windows 11 versão 25H2
Windows 11 será atualizado à força para versão 25H2 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
Resumo
  • Microsoft começou a permitir uso de GPUs para executar tarefas de inteligência artificial localmente no Windows 11, mas apenas com placas de vídeo Nvidia RTX GeForce série 30 ou superior;
  • liberação é direcionada somente a desenvolvedores, neste momento;
  • execução local de determinados recursos do Windows 11, como Windows Recall e Click to Do, continua exigindo uma NPU.

Por padrão, o Windows 11 exige um PC com NPU para executar determinadas tarefas de inteligência artificial de modo local. Mas essa condição começou a ser flexibilizada, ainda que ligeiramente: a Microsoft passou a liberar o uso de GPUs para esse fim. Mas não é qualquer uma. É preciso contar com uma placa de vídeo Nvidia RTX GeForce série 30 ou superior.

A tal exigência é válida principalmente em computadores de categoria Copilot+, que se diferenciam por terem hardware dedicado para IA. Os requisitos mínimos dessas máquinas incluem 16 GB de RAM, armazenamento por SSD e, sobretudo, uma NPU (Unidade de Processamento Neural) de 40 TOPS ou mais.

Com isso, os PCs Copilot+ podem executar tarefas de IA completas de modo local, dependendo pouco ou nada das nuvens. O problema é que esses computadores costumam ser caros. Se é para gastar muito dinheiro, há quem priorize um notebook com GPU potente para aproveitá-lo com jogos.

GeForce RTX 3090 Ti (imagem: reprodução/Nvidia)
GeForce RTX 3090 Ti (imagem: reprodução/Nvidia)

O ponto de inflexão reside no fato de que GPUs podem ser tão ou mais aptas a executar tarefas de IA. A diferença principal é que chips gráficos tendem a gastar mais energia com essas atividades, mas o desempenho geralmente é satisfatório.

A abertura que a Microsoft está dando a GPUs para IA no Windows 11 faz sentido, portanto. Mas há algumas ressalvas.

IA no Windows 11 com GPU está em fase inicial

Em uma documentação disponível no GitHub, a Microsoft revelou que desenvolvedores poderão, de modo experimental, executar localmente APIs de modelos de linguagem para IA em PCs que não são Copilot+, desde que eles tenham GPUs compatíveis.

Entenda como compatível o uso de um chip gráfico Nvidia GeForce RTX série 30 ou posterior que tenha pelo menos 6 GB de memória de vídeo (ainda não está claro se GPUs da AMD ou Intel são suportadas).

Tela do Recall no Windows 11
O Windows Recall ainda requer uma NPU (imagem: reprodução/Microsoft)

Perceba, com isso, que a flexibilização da Microsoft beneficia somente desenvolvedores que sabem usar APIs para implementar ou desenvolver aplicações de IA. O Windows Latest observa que o Windows 11 pode baixar o modelo de linguagem local Phi Silica de modo a permitir que a GPU seja usada para isso.

Para o usuário final, a execução local de determinados recursos, como o Windows Recall e o Click to Do, continua exigindo uma NPU.

Fica a torcida, porém, para que a Microsoft leve esta flexibilidade para o nível do usuário. Soa como algo improvável, afinal, é de se imaginar que a companhia queira priorizar os notebooks Copilot+. Por outro lado, dar mais abertura para a combinação de IA com GPU pode ajudar a companhia a tornar os recursos de inteligência artificial do Windows 11 mais bem aceitos pelos usuários.

Windows 11 começa a permitir IA local com GPU, mas com ressalvas

Windows 11 será atualizado à força para versão 25H2 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

GeForce RTX 3090 Ti (imagem: reprodução/Nvidia)

Tela do Recall no Windows 11 (imagem: reprodução/Microsoft)
  •  

Celular bom para jogos: 6 smartphones que rodam os principais games em 2026

Celular bom para jogos
Samsung Galaxy S25 FE figura como opção interessante de celular para jogos; confira a lista (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Um celular bom para jogos não tem necessariamente que apresentar o rótulo de “celular gamer”, mas precisa ser equipado com hardware adequado, além de ter recursos ou sistemas que otimizam as jogatinas.

Celulares topo de linha são opções seguras para quem busca um aparelho que rode no máximo os jogos mobile mais populares, como COD: Mobile, Asphalt Legends, Genshin Impact e Fortnite. Mas também é possível encontrar opções de celular com melhor custo-benefício e preço mais acessível em linhas intermediárias.

O importante é analisar processador, GPU, memória RAM, bateria e sistema de resfriamento do smartphone. Esses componentes ajudam a indicar se o aparelho tem capacidade ou não de rodar games complexos.

O Tecnoblog listou seis modelos de celular bom para jogos, de marcas como Xiaomi (Poco), Motorola, Samsung e Nubia. Veja a lista a seguir e confira os prós e contras de cada aparelho.

Links seguros Links seguros. Comprando pelos nossos links, você apoia o Tecnoblog sem pagar nada a mais.

Poco X7 Pro 5G: celular com melhor custo-benefício para jogos


Prós
  • Bateria de 6.000 mAh (Si-C)
  • Carregamento rápido (90 W)
  • Tela AMOLED de 120 Hz
  • Sistema de resfriamento IceLoop 3D
  • Otimização gráfica WildBoost 3.0
Contras
  • Sem gatilhos físicos/dedicados
  • Interface com muitos apps pré-instalados
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O Poco X7 Pro 5G se consolida como o rei do custo-benefício para o público gamer que busca alta performance sem estourar o orçamento. Equipado com o processador MediaTek Dimensity 8400-Ultra e memória RAM de 8 GB ou 12 GB, o aparelho entrega uma largura de banda excelente e poder de fogo para rodar jogos pesados com estabilidade de quadros elevada.

A tela CrystalRes AMOLED de 120 Hz oferece excelente fidelidade de cores e ótima resposta ao toque. Vale menção honrosa ao sistema de resfriamento IceLoop 3D da marca, que impede quedas bruscas de desempenho (o famoso thermal throttling) durante sessões longas.

Dica de compra: o irmão maior, Poco X8 Pro, já está no mercado e entrega ainda mais desempenho. Contudo, ele ainda está caro. Caso encontre o X8 Pro em uma promoção com preço aproximado, a mudança vale muito a pena.

poco x7 Pro
Design e cores do Poco X7 Pro (Imagem: Divulgação)

Pontuação AnTuTu* do Poco X7 Pro (média)

  • 605.964 pontos em CPU
  • 583.682 pontos em GPU
  • 325.558 pontos em memória

No geral, o Poco X7 Pro alcança 1.941.746 pontos no AnTuTu.

Motorola Edge 60 Pro: alta fluidez com tela de 120 Hz


Prós
  • Memória RAM expansível até 24 GB
  • Tela POLED de 6,7″ com taxa de 120 Hz e brilho de 4.500 nits
  • Bateria de 6.000 mAh com carregamento de 90 W
Contras
  • Taxa de atualização de tela inferior ao do Edge 50 Pro
  • Recebe atualizações apenas por mais dois anos
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O Motorola Edge 60 Pro não é um smartphone gamer, mas consegue lidar bem com diversos títulos mobile. Para isso, o celular conta com o chip Dimensity 8350 Extreme (com até 3,35 GHz), GPU Mali-G615, 12 GB de RAM e até 512 GB de armazenamento.

A bateria de silício-carbono de 6.000 mAh suporta carregamento rápido de até 90 W e pode durar até 45 horas (sob condições específicas). Já a tela pOLED de 6,7 polegadas com taxa de atualização de até 120 Hz torna a reprodução de conteúdos mais fluida.

E além de resistência a nível militar, o Edge 60 Pro vem com display protegido pelo Corning Gorilla Glass 7i, que evita quedas e arranhões comuns durante uma gameplay.

Pontuação AnTuTu do Motorola Edge 60 Pro (média)

  • 503.508 pontos em CPU
  • 483.491 pontos em GPU
  • 355.303 pontos em memória

No geral, o Motorola Edge 60 Pro alcança 1.719.846 pontos no AnTuTu.

Galaxy S25 FE: desempenho premium custando menos


Prós
  • Tela Dinâmico 2X de 6,7″ com taxa de 120 Hz
  • Chipset Exynos 2400 otimizado para jogos
  • Câmara de vapor para evitar superaquecimento
  • Ray tracing baseado em hardware
Contras
  • Carregador na caixa é de 25 W
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O Galaxy S25 FE é uma ótima opção de intermediário-premium para o público gamer. Inclusive, o chipset Exynos 2400 (de até 3,2 GHz) com a GPU Xclipse 940 foi desenvolvido para oferecer capacidade de jogo suave e resposta mais rápida.

O smartphone acompanha 8 GB de RAM, além de 128 GB, 256 GB ou 512 GB de armazenamento. Internamente, também há uma câmara de vapor para controlar a temperatura e evitar o superaquecimento da bateria de 4.900 mAh.

A tela AMOLED Dinâmico 2X de 6,7″ tem taxa de atualização de até 120 Hz e suporta o recurso Vision Booster para conteúdos mais nítidos. E o celular ainda conta com ray tracing baseado em hardware para gráficos mais realistas durante as jogatinas.

Pontuação AnTuTu do Galaxy S25 FE (média)

  • 714.011 pontos em CPU
  • 653.511 pontos em GPU
  • 303.868 pontos em memória

No geral, o Galaxy S25 FE alcança 2.087.886 pontos no AnTuTu.

iPhone 16: alto poder de fogo e o ecossistema Apple


Prós
  • Tela com brilho de até 2.000 nits
  • Processador A18 de alto desempenho
  • Design interno para dissipação de calor
  • Ray tracing acelerado por hardware
Contras
  • Bateria de 3.561 mAh
  • Tela com taxa de atualização de 60 Hz
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O iPhone 16 é uma opção com bom custo-benefício para quem não abre mão do ecossistema da Apple. O smartphone é capaz de rodar jogos e realizar diversas tarefas (das mais simples às mais pesadas).

Como ponto positivo, podemos citar o processador Apple A18, que consegue rodar até os títulos mais pesados. O celular também tem 8 GB de RAM, design para dissipação de calor, ray tracing acelerado por hardware e suporte ao Modo de Jogo do iOS.

Dica de compra: um ponto contra do iPhone 16 base é a tela Super Retina XDR OLED de 6,1 polegadas, cuja taxa de atualização limitada a 60 Hz pode impactar negativamente a fluidez das imagens. Caso o orçamento permita, aposte em versões Pro para telas de 120 Hz.

Pontuação AnTuTu do iPhone 16 (média)

  • 621.688 pontos em CPU
  • 592.569 pontos em GPU
  • 184.239 pontos em memória

No geral, o iPhone 16 alcança 1.985.600 pontos no AnTuTu.

Galaxy A57: design refinado e bom desempenho entre os intermediários


Prós
  • Tela Super AMOLED+ de 120 Hz
  • Câmara de vapor interna
  • Dimensões melhores e ficou mais leve
  • Suporte a carregamento rápido de 45 W
Contras
  • Bateria segue sendo de íon-lítio
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O Galaxy A57 é um intermediário interessante, equipado pelo SoC Exynos 1680 (até 2.9 GHz), GPU Xclipse 550, 8 GB ou 12 GB e até 512 GB de armazenamento. Em geral, ele pode rodar a maioria dos jogos mobile sem grandes problemas.

A câmara de vapor ajuda a evitar superaquecimentos, enquanto a tela Super AMOLED+ de 6,7″ com taxa de atualização de 120 Hz proporciona exibição fluida de conteúdos. E a bateria de 5.000 mAh oferece autonomia equilibrada para jogatinas ou outras tarefas.

Dica de compra: o Galaxy A56 é ligeiramente menos potente que o Galaxy A57, mas pode se tornar uma opção interessante caso seja encontrado por menos de R$ 1.500.

Pontuação AnTuTu do Galaxy A57 (média)

  • 510.705 pontos em CPU
  • 374.535 pontos em GPU
  • 204.469 pontos em memória

No geral, o Galaxy A57 alcança 1.390.055 pontos no AnTuTu.

RedMagic 11 Pro: celular gamer para quem quer máxima performance


Prós
  • Desempenho avançado para jogos
  • Bateria de 7.500 mAh
  • Gatilhos de ombro para otimizar as jogatinas
  • A partir de 12 GB de RAM
  • Sistema de resfriamento avançado
Contras
  • Pesa 230 gramas
  • Celular robusto, que foge do padrão de design mais minimalista
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O RedMagic 11 Pro é um smartphone gamer que roda tudo e mais um pouco: ele tem processador Snapdragon 8 Elite Gen 5 com GPU Adreno 840, está disponível em versões com memória RAM de 12 GB, 16 GB ou 24 GB e é encontrado em modelos com até 1 TB de armazenamento.

Sua bateria de 7.500 mAh promete até 7,4 horas de gameplay em Genshin Impact com fps no máximo. Para evitar superaquecimentos, o celular utiliza um sistema de resfriamento com metal líquido 3.0, câmara de vapor e ventoinha ultrarrápida.

A tela AMOLED BOE X10 de 6,85″ vem com taxa de atualização de 144 Hz e taxa de amostragem de toque máxima de 3.000 Hz. E o celular conta ainda com gatilhos de ombro, vibração 4D e porta USB 3.2 Gen 2.

Pontuação AnTuTu do RedMagic 11 Pro (média)

  • 1.348.867 pontos em CPU
  • 1.418.303 pontos em GPU
  • 495.941 pontos em memória

No geral, o RedMagic 11 Pro alcança impressionantes 4.106.597 pontos no AnTuTu.

Como escolher um celular bom para jogos?

Para escolher um celular bom para jogos, você deve se atentar a algumas especificações de hardware específicas. Separamos abaixo os componentes que merecem atenção e como eles impactam nas jogatinas.

  • System-on-a-Chip (SoC): inclui o processador central (CPU) e processador gráfico (GPU), responsáveis pela performance geral em um jogo e pela renderização de imagens, respectivamente; vale apostar em CPUs e GPUs mais recentes e que atingem velocidades mais altas (próximas ou superiores a 3 GHz).
  • Memória RAM: armazena dados temporariamente para acesso rápido do processador, o que dá estabilidade aos jogos e acelera a performance geral e o carregamento de texturas e cenários; invista em modelos com 8 GB ou mais de RAM (sem contabilizar o RAM boost).
  • Tela: priorize displays com taxa de atualização de 120 Hz para maior fluidez dos conteúdos, com tecnologias como HDR 10 ou HDR10+ que otimizam cores e contrastes, e com taxas de amostragem de toque mais altas para mais responsividade.
  • Bateria: dê preferência a smartphones com baterias próximas ou superiores a 5.000 mAh para garantir mais autonomia nos jogos, e, se possível, com suporte a carregamento rápido para não ficar preso à tomada por muito tempo.
  • Sistema de resfriamento: como calor em excesso faz com que o sistema diminua o desempenho, fique de olho em sistemas de resfriamento que diminuem a temperatura sem afetar a performance geral.

É natural que os melhores celulares topo de linha sejam mais potentes, apesar de serem mais caros. Assim como smartphones mais básicos são mais acessíveis, mas têm desempenho inferior em jogos devido à limitações de hardware.

Recomenda-se fazer uma análise do orçamento disponível e de quais especificações são prioridades pra você. Se necessário, analise os pré-requisitos de seus jogos preferidos e escolha modelos que se encaixam nas especificações.

E o mais importante: mesmo que existam celulares específicos para jogos, foque no hardware do aparelho. Até porque você poderá usá-lo para outras tarefas e, no fim das contas, o desempenho vale mais do que um rótulo “gamer”.

Quantos GB de RAM deve ter um celular para jogos?

Smartphones usados para jogos devem ter no mínimo 8 GB de RAM para acelerar o carregamento de telas e cenários, e para uma experiência mais fluida. Se possível, aposte em celulares com 12 GB ou mais — quanto mais memória RAM, melhor.

Em contrapartida, vale evitar aparelhos com 6 GB ou 4 GB de RAM. Eles até podem rodar alguns jogos mais leves, mas com riscos de gargalos e telas de carregamento mais demoradas.

E vale ressaltar: mesmo que algumas fabricantes ofereçam RAM Boost (que usa parte da memória interna como memória RAM), é importante ter em mente que esse tipo de memória é mais lenta, e talvez faça pouca diferença na performance geral em jogos.

Qual é a melhor marca de celular gamer?

Nubia, Asus e OnePlus são algumas fabricantes de celular populares entre gamers, com linhas próprias para jogos: a Nubia tem a linha RedMagic; a Asus conta com a série ROG Phone; a OnePlus oferece modelos Ace.

Contudo, Samsung, Apple, Xiaomi (especialmente a linha Poco) também fabricam smartphones que lidam muito bem com jogos, sem necessariamente serem rotulados como celulares gamer.

Qual celular Xiaomi é bom para jogos?

Xiaomi 15T Pro e Poco X7 Pro são boas opções para jogos, e estão entre os melhores celulares da Xiaomi para comprar em 2026.

O Xiaomi 15T Pro é um celular premium, com processador MediaTek Dimensity 9400+, GPU Immortalis-G925 e 12 GB de RAM. Já o Poco X7 Pro é uma opção de melhor custo-benefício, mas com alta performance para jogatinas e com direito a recursos gamer.

Qual é o melhor celular Samsung para jogos?

O Galaxy S26 Ultra figura como o melhor celular Samsung do momento, sendo também a melhor opção para jogos da marca. O smartphone conta com poder computacional e gráfico avançados, memórias de alta velocidade e tela com boa fluidez.

Mas caso esteja procurando por modelos com melhor relação custo-benefício, vale apostar no Galaxy S25 FE ou no Galaxy A57 para gameplays menos exigentes.

Existe celular barato bom para jogos?

Sim, mas com ressalvas. Da nossa lista de celulares bons e baratos, o Galaxy A07 pode rodar títulos menos exigentes com o seu processador Exynos 1330, o Redmi Note 14 consegue aumentar a fluidez dos jogos com a tela de AMOLED de 120 Hz, e o Realme C75 é capaz de garantir mais autonomia com a bateria de 5.828 mAh.

No entanto, é preciso considerar que smartphones de entrada são limitados a jogos mais leves, rodando com taxas de quadro mais baixas. E dependendo do game, talvez seja preciso desabilitar recursos visuais para evitar gargalos e travamentos.

*A pontuação AnTuTu é popular em testes de benchmark, que mede a performance da CPU, GPU memória e experiência de usuário (UX) de celulares.

Celular bom para jogos: 6 smartphones que rodam os principais games em 2026

(Imagem: Divulgação)

  •  

MediaTek ajudou a criar o Nvidia RTX Spark, e explica como

Nvidia RTX Spark ao lado dos logotipos da Nvidia e MediaTek
MediaTek ajudou a criar o Nvidia RTX Spark, e explica como (imagem: reprodução/MediaTek)
Resumo
  • Nvidia revelou chip RTX Spark para equipar notebooks e miniPCs focados em inteligência artificial;
  • MediaTek colaborou na integração e gerenciamento de energia do novo chip;
  • novidade traz CPU de arquiterua Arm e GPU integrada Blackwell, marcando a estreia da MediaTek e Nvidia em um novo segmento.

Foram meses de rumores até a Nvidia anunciar, na Computex 2026, o seu “superchip” para PCs. O Nvidia RTX Spark reúne núcleos de CPU e GPU para atender a notebooks ou miniPCs de alto desempenho. Mas a Nvidia não está sozinha no projeto: a novidade foi desenvolvida em parceria com a MediaTek.

Não chega a ser surpresa. O Nvidia RTX Spark é baseado no chip GB10 Grace Blackwell, SoC apresentado no início de 2025 para equipar o DGX Spark AI, supercomputador em formato de miniPC que é direcionado a atividades de inteligência artificial e, no início, era chamado de Project Digits.

O GB10 é resultado de uma parceria entre a Nvidia e a MediaTek. Nada mais natural que ambas as companhias tenham trabalhado juntas para tirar o RTX Spark do papel, desta vez com o intuito de fazer as adaptações necessárias para o chip ser apto ao segmento de PCs — notebooks e miniPCs de alto desempenho, para ser exato.

Qual o papel da MediaTek no RTX Spark?

A própria MediaTek destaca que o seu papel foi o de, essencialmente, aplicar a sua experiência com chips de baixo consumo energético (direcionados principalmente a celulares) para ajudar a Nvidia na integração interna da novidade, de modo a permitir que CPU, cache e outros componentes se comuniquem de modo eficiente.

Isso foi feito por meio de cinco abordagens principais:

  • integração de sistema: combinação dos diferentes blocos do chip, trabalho que contou com o apoio da TSMC, responsável pela litografia de 3 nm do RTX Spark;
  • motor de alto desempenho: significa que a MediaTek foi responsável por desenvolver e combinar o bloco de CPU com o sistema de cache do chip;
  • arquitetura de memória: implementação de um controlador de memória de alto desempenho, capaz de suportar até 128 GB de memória RAM unificada (essa é justamente a quantidade máxima de RAM com a qual o RTX Spark trabalha);
  • gerenciamento inteligente de energia: aplicação de tecnologias de Circuito Integrado de Gerenciamento de Energia (PMIC, na sigla em inglês) para otimizar a alimentação elétrica do chip;
  • conectividade sem fio: integração de tecnologias de comunicação sem fio de latência ultrabaixa para prevenção de atrasos em jogos ou aplicações de IA que se comunicam com as nuvens, por exemplo.

O que é o Nvidia RTX Spark?

O Nvidia RTX Spark é um “superchip” para PCs que combina até 20 núcleos de CPU de arquitetura Arm com uma GPU Nvidia Blackwell com 6.144 núcleos CUDA (equivalente a uma GeForce RTX 5070). A novidade pode trabalhar com até 128 GB de memória LPDDR5X para equipar PCs de alto desempenho focados em execução local de aplicações de IA.

Para a MediaTek, o projeto pode ter um efeito positivo indireto, creio: diminuir a percepção de que a empresa é tecnologicamente inferior à Qualcomm que, aliás, deu as boas-vindas à Nvidia ao segmento de chips Arm para PCs.

Mais interessante, porém, foi a reação da Intel sobre o Nvidia RTX Spark: a companhia manifestou ter uma “dose saudável de paranoia” sobre a novidade, mas ressaltou que ainda acredita que seus próprios chips são as melhores soluções para os clientes.

MediaTek ajudou a criar o Nvidia RTX Spark, e explica como

💾

Direcionado a PCs de alto desempenho focados em IA, RTX Spark é um chip que reúne CPU e GPU. Projeto contou com participação da MediaTek.

MediaTek ajudou a criar o Nvidia RTX Spark, e explica como (imagem: reprodução/MediaTek)
  •  

A reação da Intel ao anúncio do chip Nvidia RTX Spark para PCs

chip Nvidia RTX Spark
chip Nvidia RTX Spark (imagem: YouTube/Nvidia)
Resumo
  • Nvidia anunciou RTX Spark na Computex 2026, chip de alto desempenho que combina núcleos de CPU e GPU para PCs;
  • executivo da Intel reconheceu potencial do rival, mas destacou que chip de arquitetura Arm pode enfrentar barreiras de compatibilidade;
  • Nvidia RTX Spark é voltado a notebooks e miniPCs potentes, trazendo suporte avançado para IA local.

No segmento de PCs, a Nvidia é referência em placas de vídeo. Mas, na Computex 2026, a companhia deu um passo além ao anunciar o RTX Spark, um chip que reúne núcleos de CPU com GPU e é direcionado a PCs. A Intel ficou preocupada? Sim, mas ainda confia fortemente em seus próprios chips.

É o que Nish Neelalojanan, diretor sênior de gerenciamento de produtos da Intel, dá a entender. O executivo foi questionado pelo Tom’s Hardware sobre como a empresa enxerga a chegada do chip rival. Na resposta, Neelalojanan reconhece o potencial da Nvidia, mas sugere que o fato de o novo chip ser baseado na arquitetura Arm poderá trazer limitações a ele:

A Nvidia lança ótimos produtos, certo? E eles sabem como lidar com jogos, sabem como fazer todas essas coisas diferentes. Então, sempre encaramos tudo com uma dose saudável de paranoia, mas também estamos muito, muito confiantes em nossos produtos.

Quando uma CPU Arm entra no mercado, surgem muitos problemas de compatibilidade, DRM, retrocompatibilidade, então, como resultado, estamos muito confiantes de que temos a combinação certa de CPU e GPU para clientes, tanto em jogos quanto para o que chamamos de cargas de trabalho de inferência de IA.

Nish Neelalojanan, diretor sênior de gerenciamento de produtos da Intel

A resposta me pareceu coerente. Por um lado, Neelalojanan sinaliza que sabe que não pode menosprezar a Nvidia; por outro, demonstra entender que o RTX Spark terá desafios para se consolidar em PCs.

Poderá ter desafios, mesmo. Basta observarmos que, com os chips Snapdragon X, a Qualcomm tenta se estabelecer nesse mercado, mas ainda tem uma penetração muito pequena na comparação com a Intel e a AMD.

O ponto de atenção reside no fato de que o RTX Spark chega com uma proposta diferente. Enquanto os chips Snapdragon X priorizam a autonomia, a novidade da Nvidia foca em desempenho, até porque foi preparada para lidar com altas cargas de trabalho para inteligência artificial.

Além disso, a Microsoft revelou que está trabalhando junto à Nvidia para otimizar a execução do Prism pelo RTX Spark, componente do Windows 11 que emula software x86/x64 em computadores com chips de arquitetura Arm.

Levemos em conta também que a Nvidia fechou parcerias com desenvolvedores de aplicativos e jogos para que esses softwares tenham versões otimizadas para o RTX Spark.

Por conta disso, é prudente a Intel não contar muito com a possibilidade de o RTX Spark enfrentar limitações técnicas em sua estreia no mercado de PCs.

Algo que pode pesar a favor da Intel é o fator preço: como o RTX Spark é direcionado a computadores de alto desempenho, eles não serão baratos. Fala-se em preços começando em US$ 3.500 (R$ 17.650 em conversão direta).

O que é o Nvidia RTX Spark?

O Nvidia RTX Spark é um “superchip” para PCs que combina até 20 núcleos de CPU de arquitetura Arm com uma GPU Nvidia Blackwell com 6.144 núcleos CUDA (equivalente a uma GeForce RTX 5070).

A novidade pode trabalhar com até 128 GB de memória LPDDR5X e promete 1 petaflop de desempenho para aplicações de inteligência artificial considerando a sua versão mais completa.

O foco da Nvidia com o RTX Spark são os segmentos de notebooks e miniPCs de alto desempenho. As primeiras máquinas equipadas com o novo chip deverão ser lançadas até o próximo trimestre por marcas como Acer, Asus, Dell, Gigabyte, HP e Lenovo, além da própria Microsoft com o futuro Surface Ultra.

Cá entre nós, eu torço para o RTX Spark emplaque, mesmo que isso ocorra em versões posteriores, afinal, concorrência nunca é demais nesse setor.

A reação da Intel ao anúncio do chip Nvidia RTX Spark para PCs

💾

Executivo da Intel manifestou "dose saudável de paranoia" sobre o RTX Spark, mas sinalizou que empresa ainda confia em seus próprios chips.

chip Nvidia RTX Spark (imagem: YouTube/Nvidia)
  •  

Nvidia RTX Spark: novo chip combina CPU e GPU, e promete revolucionar o PC

Resumo
  • Nvidia anunciou “superchip” RTX Spark na Computex 2026 para computadores com Windows 11; novidade combina arquitetura Arm e gráficos Blackwell;
  • novo processador promete capacidade de até 1 petaflop para tarefas de inteligência artificial e, como tal, permite execução local de grandes modelos de IA;
  • primeiros computadores equipados com o chip devem chegar ao mercado global a partir de setembro de 2026; grandes fabricantes de PCs e a própria Microsoft confirmaram lançamentos.

Faz tempo que há rumores sobre a Nvidia lançar um processador para PCs de forma a competir com a Intel e a AMD. Esse dia chegou: a companhia aproveitou a Computex 2026 para anunciar o Nvidia RTX Spark para computadores com Windows 11. A novidade não é, porém, uma CPU convencional, mas algo que a própria empresa chama de “superchip”.

Em linhas gerais, o objetivo do novo chip é transformar o Windows em uma plataforma de inteligência artificial, mais precisamente, em um sistema operacional potencializado por agentes de IA. Isso explica o fato de o projeto ter sido conduzido em parceria com a Microsoft.

Para tanto, a Nvidia baseou o RTX Spark no GB10, “superchip” apresentado no começo de 2025 para comandar o DGX Spark AI (inicialmente chamado de Project Digits), aquele supercomputador em forma de miniPC desenvolvido especialmente para aplicações de inteligência artificial.

O Nvidia RTX Spark combina até 20 núcleos de CPU de arquitetura Grace e processo de fabricação de 3 nm da TSMC com uma GPU Nvidia Blackwell com 6.144 núcleos CUDA que, na prática, equivale a uma GeForce RTX 5070. O chip é complementado com algo entre 16 GB e 128 GB de LPDDR5X, com a largura de banda de memória podendo chegar a 300 GB/s (gigabytes por segundo).

Que fique claro que os núcleos de CPU do RTX Spark seguem a arquitetura Arm. Por conta disso, a Microsoft afirma ter otimizado o Prism para trabalhar com o novo chip. O Prism é um componente do Windows 11 que emula software x86/x64 justamente em computadores com chips de arquitetura Arm, vale relembrar.

Apesar disso, a Nvidia também está trabalhando junto com desenvolvedores de softwares e jogos para que estes tenham versões nativamente compatíveis com o novo processador.

No quesito desempenho, a novidade promete não decepcionar. A Nvidia fala em capacidade de processamento de 1 petaflop para aplicações de IA em precisão FP4, ou seja, o chip pode lidar com 1 quatrilhão de operações por segundo focadas em inteligência artificial, considerando as suas especificações mais elevadas.

A Nvidia também destaca que o novo chip permite a execução local de modelos de IA com até 200 bilhões de parâmetros, novamente considerando a versão mais avançada do RTX Spark.

Neste ponto, já deve ter ficado claro para você que a novidade terá versões com diferentes características, havendo variações na quantidade de núcleos de CPU, por exemplo.

Se o RTX Spark será capaz de mudar os rumos do segmento de PCs, é cedo para dizer. Mas essa parece ser a expectativa da Nvidia e da Microsoft.

RTX Spark é direcionado a laptops e miniPCs de alto desempenho
RTX Spark é direcionado a laptops e miniPCs de alto desempenho (imagem: reprodução/Nvidia)

Quando o Nvidia RTX Spark estará disponível?

O Nvidia RTX Spark foi desenvolvido para equipar notebooks de alto desempenho, bem como desktops que seguem o formato de miniPC (remetendo ao DGX Spark AI).

Companhias como Acer, Asus, Dell, Gigabyte, HP e Lenovo confirmaram que lançarão máquinas baseadas no Nvidia RTX Spark. A Microsoft também: trata-se do Surface Ultra, laptop que terá tela de 15 polegadas.

Os primeiros computadores equipados com o Nvidia RTX Spark devem ser lançados a partir de setembro de 2026, ainda não havendo previsão de chegada ao Brasil.

Mais um detalhe: o Nvidia RTX Spark é resultado de uma parceria com a MediaTek.

Nvidia RTX Spark: novo chip combina CPU e GPU, e promete revolucionar o PC

💾

RTX Spark é a aposta da Nvidia para brigar com Intel e AMD nos segmentos de laptops e miniPCs de alto desempenho com Windows 11.

RTX Spark é direcionado a laptops e miniPCs de alto desempenho (imagem: reprodução/Nvidia)
  •  

MediaTek revela chip Dimensity 8550 para levar IA local a celulares mais baratos

Chip MediaTek com identificação “MEDIATEK” em destaque (imagem de divulgação)
MediaTek domina o mercado latino-americano (imagem: divulgação/MediaTek)
Resumo
  • MediaTek lançou o chip Dimensity 8550, atualização do Dimensity 8500 que visa o mercado de smartphones intermediários.
  • A novidade é que o chip adiciona o LLM Booster à NPU 880, permitindo suporte ao Gemini Nano V3, modelo de linguagem do Google para Android.
  • O Honor 600 Pro deve ser o primeiro celular a utilizar o novo chip.

A MediaTek começou a abrir mais caminhos para que recursos de inteligência artificial rodem localmente em smartphones mais baratos. A empresa anunciou ontem (27/05) o chip Dimensity 8550, que se trata, essencialmente, de uma atualização do Dimensity 8500, lançado no início do ano e já usado em linhas como Motorola Edge 70 e Poco X8 Pro.

A diferença está na adição do LLM Booster à NPU 880. Essa mudança permite dar suporte ao Gemini Nano V3, modelo de linguagem do Google feito para rodar localmente no Android. Não à toa, esse é um dos requisitos mínimos para que o Gemini Intelligence, anunciado neste mês, funcione nos celulares junto a pelo menos 12 GB de RAM.

Como lembra o GSMAerna, até agora, a maior parte dos aparelhos compatíveis é equipada com chips topo de linha, como Snapdragon 8 Elite Gen 5, MediaTek Dimensity 9500 e o Tensor G5, do Google.

O suporte a um chip intermediário premium pode ser uma boa notícia para o Brasil, já que a MediaTek se consolidou por aqui nos últimos anos. Em 2025, a fabricante atingiu 49,2% de participação no país e passou a liderar o mercado latino-americano, segundo levantamento do IDC.

Especificações técnicas

Como atualização do Dimensity 8500, o Dimensity 8550 continua sendo fabricado no processo de 4 nanômetros da TSMC. A GPU permanece sendo a Mali-G70 MC8 e a CPU mantém a configuração de oito núcleos baseada no Cortex-A725, dividida da seguinte forma:

  • 1 núcleo Cortex-A725 de até 3,4 GHz, com 1 MB de cache L2
  • 3 núcleos Cortex-A725 de até 3,2 GHz, com 512 KB de cache L2 cada
  • 4 núcleos Cortex-A725 de até 2,2 GHz, com 256 KB de cache L2 cada

O chip é compatível com memória LPDDR5X de até 9.600 Mbps e armazenamento UFS 4, e tem suporte a telas de resolução 1440p+ com taxa de atualização de até 144 Hz. Para vídeo, há codificação em 4K e 60 fps e decodificação compatível com o codec AV1. Em conectividade, inclui modem 5G, Wi-Fi 6E e Bluetooth 5.4.

Honor deve estrear o novo chip

Mockup de especificações técnicas do Honor 600
Honor 600 Pro deve estrear novo chip (imagem: reprodução/Honor)

O primeiro celular anunciado com o Dimensity 8550 é o Honor 600 Pro, linha que já pisou oficialmente no Brasil com o Honor 600 Lite. A versão mais poderosa, no entanto, ainda não tem previsão de lançamento por aqui.

A expectativa é que outras fabricantes adotem o processador nos próximos meses em modelos intermediários premium.

MediaTek revela chip Dimensity 8550 para levar IA local a celulares mais baratos

(imagem: reprodução/Honor)
  •  

O que é cryptojacking? Conheça o ataque que minera criptomoedas ilegalmente

ilustração sobre cryptojacking
Entenda como os criminosos usam o poder de processamento dos computadores das vítimas para minerar criptomoedas (imagem: Reprodução/Surfshark)

O cryptojacking é um ataque que sequestra o poder de processamento de dispositivos para a mineração oculta de ativos digitais. Essa prática ilícita utiliza hardware alheio para gerar lucro com criptomoedas sem que a vítima perceba a invasão.

O malware se infiltra via links de phishing ou scripts em sites que executam códigos maliciosos silenciosamente em segundo plano. Então, o processo consome recursos do sistema para resolver cálculos complexos, causando lentidão extrema e superaquecimento do hardware.

Para se proteger do cryptojacking, use extensões que bloqueiam códigos invasivos e mantenha o sistema operacional sempre atualizado. Também adote um antivírus com análise comportamental ativa para identificar picos anormais de uso da CPU e GPU imediatamente.

A seguir, conheça o conceito de cryptojacking, como o ataque funciona detalhadamente e como identificar se o dispositivo está sendo usado para mineração ilícita. Também descubra como se proteger desse ataque.

O que é cryptojacking?

O cryptojacking é um ataque cibernético que sequestra o poder de processamento de dispositivos para minerar criptomoedas, usando links maliciosos ou scripts. Essa exploração oculta de hardware causa lentidão extrema, superaquecimento e desgaste de componentes, gerando lucro para o invasor e prejuízos para a vítima.

O que significa cryptojacking?

O termo “cryptojacking” surge da união das palavras “cryptocurrency” (criptomoeda, em português) e “hijacking” (sequestro). Ele define o uso furtivo e não autorizado do poder de processamento de terceiros para minerar ativos digitais.

A expressão ganhou força por volta de 2017, impulsionada pelo surgimento de scripts maliciosos em sites e navegadores. Essa prática permite que cibercriminosos explorem hardware alheio sem a necessidade de instalar softwares complexos.

imagem de um pequeno trator de brinquedo com moedas de bitcoin
O cryptojacking utiliza os recursos dos dispositivos infectados para resolver problemas matemáticos complexos em redes de blockchain (imagem: Kanchanara/Unsplash)

Qual é o objetivo do cryptojacking?

O objetivo do cryptojacking é lucrar por meio da mineração ilícita, utilizando o processamento de terceiros para extrair criptomoedas. Isso permite que criminosos evitem gastos com hardware e eletricidade, transferindo todos os custos operacionais para as vítimas.

Além da monetização, a técnica garante anonimato e escalabilidade, permitindo que milhares de máquinas trabalhem silenciosamente. Em ataques complexos, a mineração oculta também serve para esgotar recursos do sistema e mascarar outras ações ilícitas.

Como funciona o cryptojacking

O cryptojacking infiltra scripts maliciosos em dispositivos via phishing ou sites infectados para sequestrar secretamente o poder de processamento. O objetivo é usar o hardware das vítimas para validar transações em redes blockchain e minerar criptomoedas.

No ataque via navegador, códigos em JavaScript rodam apenas enquanto a aba está aberta, consumindo recursos de forma imediata. Já o malware de mineração instala softwares que permanecem ativos em segundo plano, mesmo após a reinicialização do sistema operacional.

O script malicioso resolve cálculos matemáticos complexos em segundo plano, consumindo energia e capacidade de processamento. Esse uso intensivo gera lentidão extrema e superaquecimento na máquina da vítima, enquanto os lucros são transferidos diretamente para a carteira do invasor.

Toda a operação é desenhada para ser invisível, permitindo que a exploração silenciosa maximize os ganhos financeiros do criminoso. Variantes avançadas possuem capacidade de autopropagação, agindo como um worm que se espalha por redes para infectar múltiplos dispositivos.

Infográfico sobre o funcionamento do Cryptojacking
O crytojacking funciona em quatro etapas diferentes (imagem: Reprodução/TechTarget)

Quais são os sinais de cryptojacking em um dispositivo?

Existem alguns comportamentos que ajudam a saber se o PC está minerando criptomoedas após um ataque de cryptojacking. Por exemplo:

  • Picos de processamento anormais: o Gerenciador de Tarefas exibe o uso de CPU ou GPU entre 70% e 100% mesmo sem programas pesados abertos. O valor pode cair subitamente ao abrir o monitor para evitar detecção;
  • Superaquecimento e ruído constante: o hardware permanece excessivamente quente e os coolers operam na velocidade máxima mesmo durante tarefas simples, como editar textos ou navegar em abas simples;
  • Lentidão e travamentos do sistema: ocorre uma queda drástica de desempenho com respostas lentas a comandos e congelamento de janelas, já que os recursos foram sequestrados para cálculos complexos;
  • Drenagem severa de energia: notebooks e smartphones perdem carga muito mais rápido que o habitual devido ao esforço ininterrupto do processador para validar transações;
  • Processos suspeitos em execução: surgem executáveis com nomes aleatórios ou disfarçados de serviços do sistema que consomem memória desproporcionalmente e sem uma origem legítima;
  • Anomalias de rede e segurança: o tráfego de saída apresenta picos constantes para servidores externos desconhecidos, muitas vezes acompanhados de alertas de “CoinMiner” emitidos pelo software de antivírus.
imagem de uma placa-mãe de computador com uma moeda de bitcoin
O uso intensivo da CPU e GPU vitima do cryptojacking pode gerar queda do desempenho do dispositivo (imagem: Michael Fortsch/Unsplash)

O que fazer se o dispositivo foi infectado por cryptojacker?

Ao notar que o dispositivo está sendo usado por um cryptojacker, é necessário agir rápido e realizar os seguintes passos:

  • Corte a conexão de rede: desligue o Wi-Fi, dados móveis ou remova o cabo de rede para interromper a comunicação do malware com a carteira do invasor e evitar o contágio de outros dispositivos;
  • Acesse o Modo de Segurança: reinicie o sistema apenas com os drivers essenciais, impedindo que a maioria dos scripts de mineração seja carregada automaticamente durante o boot;
  • Analise o Gerenciador de Tarefas: verifique picos de uso de CPU ou GPU fora do padrão. Essa é a forma mais eficaz de saber se o PC está minerando ao identificar processos desconhecidos com alto consumo;
  • Faça uma varredura: use um antivírus confiável para realizar um escaneamento completo e profundo, preferencialmente usando ferramentas que rodam antes da inicialização total do sistema para tentar remover o minerador;
  • Limpe a inicialização e temporários: remova programas suspeitos da aba “Inicializar” e apague o conteúdo das pastas temporárias, como %temp%, onde mineradores costumam esconder seus executáveis;
  • Atualize o ecossistema digital: instale todos os patches de segurança do sistema e de navegadores, além de alterar as senhas de contas importantes usando um dispositivo não infectado;
  • Restaure o sistema (se necessário): caso o malware persista após a limpeza manual, realize a formatação ou restauração de fábrica do dispositivo para garantir que nenhum rootkit de mineração permaneça oculto.

Tem como se proteger de cryptojacking?

Sim, você pode adotar algumas medidas de segurança cibernética para se proteger contra o cryptojacking. As principais são:

  • Instale extensões de bloqueio de scripts: use ferramentas confiáveis, como uBlock Origin ou NoCoin, para impedir automaticamente a execução de mineradores baseados em navegador;
  • Mantenha sistemas e navegadores atualizados: instale patches de segurança regularmente para corrigir vulnerabilidades que permitem a instalação silenciosa de malware de mineração;
  • Use antivírus com proteção comportamental: escolha softwares de segurança que detectem não apenas arquivos maliciosos, mas também atividades suspeitas de uso excessivo de CPU e GPU em tempo real;
  • Monitore o desempenho do hardware: fique atento a lentidões súbitas ou superaquecimento e use o Gerenciador de Tarefas para identificar processos que consomem recursos de forma anormal;
  • Restrinja o JavaScript no navegador: use extensões que bloqueiam a execução de código por padrão, permitindo-os apenas em sites confiáveis e conhecidos;
  • Bloqueie domínios de mineração no Firewall/DNS: configure filtros de rede para impedir a comunicação do seu dispositivo com endereços e “pools” conhecidos de criptomineração;
  • Evite pirataria e links não verificados: não baixe ou instale softwares “crackeados” e acesse sites que oferecem conteúdo ilegal gratuitamente, pois eles são fontes comuns de malware.
Celular com antivírus aberto
Antivírus com proteção comportamental podem alertar sobre o uso excessivo dos recursos do dispositivo (imagem: Lucas Braga/Tecnoblog)

Qual é a diferença entre cryptojacking e mineração de criptomoedas?

Cryptojacking é o uso não autorizado e oculto de recursos computacionais de terceiros, via malwares ou scripts, para minerar criptomoedas em benefício de um invasor. É um crime cibernético que transfere os custos operacionais e o desgaste de hardware para a vítima sem o consentimento dela.

Mineração de criptomoedas é o processo de validação de dados em blockchain, onde pessoas usam hardware e energia próprios para garantir a segurança da rede. Em troca desse serviço legítimo e transparente, os mineradores recebem recompensas financeiras em moedas digitais.

Qual é a diferença entre cryptojacking e malware?

Cryptojacking é um tipo específico de malware que sequestra o poder de processamento de um dispositivo para minerar criptomoedas sem permissão do usuário. Ele opera silenciosamente em segundo plano, focando exclusivamente no roubo de recursos de hardware para gerar lucro financeiro aos atacantes.

Malware é o termo genérico para qualquer software malicioso criado para infiltrar, danificar ou obter acesso não autorizado a sistemas e redes de computadores. Ele engloba diversas categorias, como vírus e ransomware, que visam desde roubo de dados até a destruição total de arquivos.

O que é cryptojacking? Conheça o ataque que minera criptomoedas ilegalmente

(imagem: Kanchanara/Unsplash)

(imagem: Reprodução/TechTarget)

Descubra os melhores antivírus para seu smartphone Android (Imagem: Lucas Braga / Tecnoblog)
  •  

Console portátil megapoderoso pesa 1,4 kg, custa R$ 22 mil e roda Windows

Novo portátil da Ayaneo mira desempenho de PC em formato compacto.
Novo portátil da Ayaneo mira desempenho de PC em formato compacto (imagem: divulgação/Ayaneo)
Resumo
  • O Ayaneo Next 2 é um console portátil com Windows 11, pesando 1,4 kg e medindo mais de 34 cm de largura, com preços que variam de R$ 9 mil a R$ 22 mil, dependendo da configuração.
  • A versão básica inclui processador AMD Ryzen AI Max 385, gráficos Radeon 8050S, 32 GB de RAM e 1 TB de SSD, enquanto a versão avançada oferece Ryzen AI Max+ 395, GPU Radeon 8060S, 128 GB de RAM e 2 TB de SSD.
  • O console possui tela OLED de 23 cm com resolução de 2400 x 1504 pixels, taxa de atualização de 60 Hz a 165 Hz, bateria de 116 Wh e conectividade com USB-C, microSD e entrada para fones de ouvido.

Os consoles portáteis com Windows seguem avançando para um território cada vez mais próximo dos PCs com alto desempenho para jogos. A Ayaneo abriu a pré-venda do Next 2, seu novo modelo equipado com Windows 11, e os valores podem chegar a cerca de R$ 22 mil em conversão direta, dependendo da configuração escolhida.

O dispositivo chama atenção não apenas pelo custo elevado, mas também pelas proporções fora do padrão. Com mais de 34 cm de largura, cerca de 1,4 kg e dimensões que superam com folga as do Steam Deck e do Nintendo Switch, o Next 2 deixa claro que não foi pensado para caber no bolso. A proposta é oferecer uma experiência próxima à de um PC gamer completo, só que em formato portátil, segundo o The Verge.

Um portátil que pesa como um notebook?

A Ayaneo posiciona o Next 2 como um console para quem prioriza desempenho acima de tudo. A configuração de entrada traz processador AMD Ryzen AI Max 385, gráficos integrados Radeon 8050S, 32 GB de memória RAM e SSD de 1 TB. Essa versão parte de US$ 1.999, valor que pode cair na pré-venda para US$ 1.799 — algo em torno de R$ 9 mil a R$ 10 mil.

No outro extremo, a versão mais completa chega a US$ 4.299 (cerca de R$ 22.400) ou US$ 3.499 com desconto (aproximadamente R$ 18.300). Ela está equipada com o Ryzen AI Max+ 395, GPU integrada Radeon 8060S, impressionantes 128 GB de memória e 2 TB de armazenamento. É esse modelo que empurra o preço para a casa dos R$ 22 mil, aproximando o portátil de notebooks premium.

O conjunto é alimentado por uma bateria de 116 Wh, bem acima do limite de 100 Wh aceito por muitas companhias aéreas para bagagem de mão. A fabricante ainda não divulgou estimativas oficiais de autonomia, mas o tamanho da bateria ajuda a explicar o peso elevado do aparelho, que conta com dois ventiladores internos para dar conta do resfriamento.

Tela e controles justificam a proposta?

Modelo combina Windows 11, tela OLED e configurações robustas.
Modelo combina Windows 11, tela OLED e configurações robustas (imagem: divulgação/Ayaneo)

O Next 2 também aposta forte na tela. O painel OLED de cerca de 9,06 polegadas entrega resolução de 2400 x 1504 pixels, taxa de atualização variável entre 60 Hz e 165 Hz e brilho máximo de até 1.155 nits, superando com folga displays LCD comuns em consoles portáteis.

Nos controles, o aparelho traz joysticks TMR com ajuste de torque, gatilhos com efeito Hall e curso variável, D-pad de oito direções, touchpads duplos, botões traseiros e alto-falantes estéreo frontais. A conectividade inclui duas portas USB-C, leitor de microSD e entrada dedicada para fones de ouvido.

Console portátil megapoderoso pesa 1,4 kg, custa R$ 22 mil e roda Windows

Novo portátil da Ayaneo mira desempenho de PC em formato compacto (imagem: divulgação Ayaneo)

Modelo combina Windows 11, tela OLED e configurações robustas (imagem: divulgação/Ayaneo)
  •  

Notebook Lenovo LOQ-e tem melhor oferta desde dezembro com 30% OFF no Magalu


Oferta encerrada 🙁
Avise-me por e-mail
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O notebook gamer Lenovo LOQ-e com processador Intel Core i7, RAM de 16 GB e GPU da Nvidia está saindo por apenas R$ 4.945 no Pix com o cupom GANHEI200 no aplicativo do Magazine Luiza. A oferta representa um desconto de 30% em relação ao preço original do laptop (R$ 7.099,99) que pode ser uma boa aquisição para a volta às aulas 2026.

Notebook Lenovo LOQ-e tem configurações avançadas para jogos e estudo

Notebook Lenovo LOQ-e (imagem: Divulgação)
Notebook Lenovo LOQ-e (imagem: Divulgação)

A placa de vídeo é uma RTX 4050 da Nvidia com 6 GB de memória de dedicada, que garante alto desempenho gráfico em jogos e acelera a renderização em softwares de engenharia e edição de vídeo profissional. Para estudantes ou profissionais da área, GPU garante fluidez em modelos 3D, transformando o notebook em uma estação de trabalho eficiente.

Já o processador é Intel Core i7 acompanhado por 16 GB de RAM DDR5 que, em conjunto, otimizam o fluxo em multitarefa. Essa combinação permite manter dezenas de abas abertas e planilhas complexas sem lentidão. Desta forma, estudantes e profissionais ganham agilidade ao alternar entre videochamadas e softwares pesados.

Já o painel IPS LCD antirreflexo de 15,6 polegadas conta com resolução Full HD e taxa de atualização de 144 Hz, garantindo fluidez visual em animações e jogos, além de imagens nítidas. Ademais, a tela ainda traz brilho de 300 nits e promete 100% de fidelidade de cores sRGB.

Notebook Lenovo LOQ-e (imagem: Divulgação)

Para reprodução de conteúdos, chamadas e apresentações, o notebook da série Lenovo LOQ-e ainda oferece dois alto-falantes de 2 W e uma câmera HD. E o teclado conta com retroiluminação na cor branca, útil para madrugadas de estudo, além de teclas numéricas na lateral, para tarefas que exigem cálculos constantes.

Por fim, em conectividade, o Lenovo LOQ-e em oferta (83MES00200) por R$ 4.945 no Pix com cupom GANHEI200 no app do Magazine Luiza suporta redes Wi-Fi 6 e Bluetooth 5.1, e conta com duas portas USB-A, uma USB-C, uma Ethernet, um leitor de cartão SD, uma HDMI, uma para fone de ouvido e microfone e, claro, uma para carregamento.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Notebook Lenovo LOQ-e tem melhor oferta desde dezembro com 30% OFF no Magalu

  •  

PlayStation 5 Pro (2 TB) com cupom fica 23% mais barato na Magalu

R$ 6.999,0023% OFF

Prós
  • Salto de 67% na em relação ao PS5 padrão
  • Armazenamento de 2 TB
  • aprimorado
  • Tecnologia de Upscaling com IA
Contras
  • Sem leitor de discos para jogos físicos
PIX Cupom
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O PlayStation 5 Pro está em promoção por R$ 5.393 no Pix com o cupom KABUM100 no Magazine Luiza. A versão mais poderosa do console da Sony, que promete alto desempenho e melhores gráficos, tem desconto de 23% em comparação ao preço de lançamento de R$ 6.999.

PlayStation 5 Pro tem GPU mais poderosa e SSD de 2 TB

Imagem do console PlayStation 5 Pro
PlayStation 5 Pro tem uma GPU poderosa, que promete melhores gráficos em jogos (Foto: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

O PlayStation 5 Pro conta com melhorias significativas em relação ao PS5 padrão. Segundo a Sony, a GPU está 68% mais poderosa, e a memória 28% mais rápida, permitindo rodar jogos com resoluções maiores e com uma maior taxa de quadros.

Além disso, o maior espaço de armazenamento confere maior tranquilidade na hora de instalar games, que estão ficando cada vez maiores. Para quem precisa de ainda mais espaço, é possível instalar um SSD M.2 adicional de até 8 TB.

Na prática, o PlayStation 5 Pro ainda apresenta alguma lentidão, e o jogador terá que em muitos casos escolher entre mais quadros, ou uma maior resolução. Vale destacar que alguns games oferecem opções de ajustes que não estão disponíveis no PS5 padrão, seja o Fat (original) ou o Slim.

Imagem do console PlayStation 5 Pro e PlayStation 5
PlayStation 5 Pro (dir.) é bem parecido com o PS5 padrão (Foto: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

O design do PlayStation 5 Pro é o mesmo do original, com ajustes visuais presentes também na versão Slim. É importante lembrar, entretanto, que ele não vem com um leitor de discos, e caso o usuário possua jogos físicos do PS4, que rodam via retrocompatibilidade, será preciso adquirir o acessório à parte.

O console tem acesso à PSN, o serviço digital da Sony que oferece jogos (pagos e free-to-play) e planos da PS+ que oferecem a possibilidade de jogar online, armazenamento ampliado na nuvem, e títulos selecionados oferecidos mês a mês, disponíveis enquanto a assinatura estiver ativa.

O PlayStation 5 Pro está saindo por R$ 5.393 no Pix com o cupom KABUM100 no Magazine Luiza, um abatimento de 23% sobre o valor original do console de mesa mais poderoso da Sony.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

PlayStation 5 Pro (2 TB) com cupom fica 23% mais barato na Magalu

  •  

iPhone 16e (512 GB) fica 48% mais barato em oferta no Magalu

R$ 8.099,0048% OFF

Prós
  • Desempenho elevado com Apple A18 e 8 GB de RAM
  • Câmera de 48 MP com gravação em 4K Dolby Vision
  • Tela OLED com suporte HDR10
  • Certificação IP68 contra poeira e água
  • Feito para Apple Intelligence
Contras
  • Não tem MagSafe
  • Sem Dynamic Island
  • Não possui lente ultrawide
  • Taxa de atualização de 60 Hz
PIX
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O iPhone 16e (512 GB) está disponível no Magazine Luiza por R$ 4.199 no Pix. Um valor 48% menor comparado ao preço original de R$ 8.099. O celular foi desenvolvido pela Apple com a intenção de oferecer um preço mais acessível.

iPhone 16e tem ficha técnica avançada, mas sem alguns recursos

Imagem mostra um iPhone 16e sendo segurado em uma mão. A parte traseira está para cima.
iPhone 16e é o iPhone mais barato com acesso ao Apple Intelligence (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Diferente das versões padrão e pro, o iPhone 16e apresenta uma única câmera traseira. O sensor de 48 megapixels possui estabilização óptica (OIS) para evitar fotografias borradas e grava vídeos em resolução 4K. A câmera frontal de 12 MP conta com suporte a tecnologias avançadas como HDR, Dolby Vision e Áudio Espacial 3D.

O processador Apple A18 possui um núcleo de GPU a menos, mas ainda assim fornece processamento gráfico de alto nível. Além disso, tem capacidade de lidar de forma eficiente com multitarefas, aplicativos exigentes e também é otimizado ao Apple Intelligence.

A tela Super Retina XDR OLED de 6,1 polegadas possui brilho de até 1.200 nits, que pode oferecer dificuldades para visualização sob iluminação intensa. Por outro lado, as imagens geradas fornecem cores mais intensas e ainda leva o Ceramic Shield para a proteção do painel.

O iPhone 16e em oferta por R$ 4.199 no Pix tem uma bateria de 4.005 mAh que suporta carregamento rápido via cabo. Na ficha técnica, o celular ainda apresenta certificação IP68 contra água e poeira, Wi-Fi 6, Bluetooth 5.3 e NFC para pagamentos por aproximação.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

iPhone 16e (512 GB) fica 48% mais barato em oferta no Magalu

💾

Smartphone acessível da Apple apresenta processador A18 (3 nm), câmera de 48 MP e tela OLED de 6,1 polegadas

iPhone 16e é o iPhone mais barato com acesso ao Apple Intelligence (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
  •  

Volta às aulas: Notebook Acer Nitro tem 31% OFF no Magalu

Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O Acer Nitro V15 está saindo por apenas R$ 4.834 no Pix com o cupom 300NOTE no Magazine Luiza. A oferta representa um desconto de 31% em relação ao preço original do notebook (R$ 6.999). E a ficha técnica do modelo ANV15-41-R2GT traz como destaques a RAM de 16 GB, o processador Ryzen 7 e a GPU da Nvidia.

Acer Nitro V15 tem Ryzen 7 e Nvidia RTX 4050

Notebook Acer Nitro V15 (imagem: Divulgação/Acer)
Notebook Acer Nitro V15 (imagem: Divulgação/Acer)

O processador AMD Ryzen 7 7735HS de oito núcleos e dezesseis threads atinge até 4,75 GHz, sustentando multitarefa, edição de vídeo e até tarefas de programação. Já GPU RTX 4050 da Nvidia, com 6 GB de memória GDDR6, habilita ray tracing e DLSS, mantendo desempenho em jogos Full HD.

A memória RAM DDR5 de 16 GB opera a até 4.800 MHz em módulo único, suficiente para jogar e estudar no notebook. O armazenamento SSD NVMe PCIe 4.0 de 512 GB garante inicializações rápidas e carregamento ágil de arquivos. Enquanto dois slots M.2 ampliam a vida útil ao permitir expansão futura.

Ademais, a tela com tecnologia IPS LCD oferece até 300 nits de brilho e reprodução em resolução Full HD e, como principal destaque, conta com taxa de atualização de 165 Hz, garantindo fluidez. A construção conta com teclado ABNT retroiluminado, além de webcam HD para aulas online e apresentações.

Notebook Acer Nitro V15 tem tela de 15,6 polegadas
Notebook Acer Nitro V15 tem tela de 15,6 polegadas (imagem: reprodução/Acer)

A conectividade inclui Wi-Fi 6 com MU-MIMO 2×2, Bluetooth 5.1 e porta Ethernet gigabit. A presença de HDMI 2.1 e USB4 Tipo-C facilita uso com monitores externos e docks. A bateria de 57 Wh entrega até cinco horas em uso moderado segundo a fabricante. E o sistema operacional é o Linux 64 bits.

Lembrando que, com o cupom 300NOTE, o Acer Nitro V15 (ANV15-41-R2GT) sai por apenas R$ 4.834 no Pix no Magalu. Aproveite antes que voltem as aulas da escola ou faculdade.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Volta às aulas: Notebook Acer Nitro tem 31% OFF no Magalu

Notebook Acer Nitro V15 (imagem: Divulgação/Acer)
  •  

Meta pode adotar chips do Google e pressionar a Nvidia

Ilustração com logo da Meta ao centro. Ao fundo, a imagem de duas mãos com os dedos indicadores se tocando. Na parte inferior direita, está o logo do Tecnoblog.
Meta segue como uma das maiores investidoras de IA (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Meta estuda adotar TPUs do Google em seus data centers a partir de 2027, reduzindo a dependência da Nvidia, segundo o The Information.
  • As ações da Nvidia caíram 4% após a notícia, enquanto a Alphabet registrou alta.
  • Se o acordo avançar, a gigante das redes sociais pode se tornar uma das principais clientes externas das TPUs do Google.

A Meta estuda adotar chips desenvolvidos pelo Google em seus data centers de inteligência artificial, reduzindo sua dependência da Nvidia, segundo o The Information. A possibilidade de mudança fez as ações da empresa de chips recuarem 4% hoje (25/11).

De acordo com o site, as negociações entre Meta e Google incluem dois movimentos distintos: a adoção dos chips Tensor Processing Units (TPUs) diretamente nos data centers da Meta a partir de 2027 e o aluguel dessas unidades por meio do Google Cloud já no próximo ano. Caso o acordo avance, a Meta se tornaria uma das principais clientes externas das TPUs.

Queda nas ações da Nvidia

A sinalização gerou impacto no mercado financeiro. As ações da Nvidia caíram 4% somente hoje, mas chegaram a registrar queda de mais de 7% ontem (24/11). A Alphabet registrou alta depois dos novos avanços se tornarem públicos.

Desde 2018, quando lançou a primeira geração das TPUs, o Google tem reforçado sua estratégia de oferecer chips próprios para cargas de trabalho de IA. Ao longo dos anos, a empresa apresentou versões mais eficientes e dedicadas a processamento de modelos avançados, destacando-se justamente por serem unidades altamente customizadas.

Segundo a CNBC, essa personalização é um diferencial que pode atrair clientes interessados em diminuir sua dependência da Nvidia e ampliar a oferta de hardware disponível.

Imagem mostra um chip de computador prateado, com o logo e o nome "NVIDIA" em preto, centralizado em uma placa-mãe escura cheia de pequenos componentes eletrônicos.
Chips da Nvidia ainda são amplamente utilizados em IA (imagem: divulgação/Nvidia)

Disputa pela infraestrutura de IA

A Meta segue como uma das maiores investidoras globais em infraestrutura de IA, com projeção de gastos entre US$ 70 bilhões e US$ 72 bilhões neste ano. Por isso, qualquer movimento de diversificação tem peso significativo no setor.

A adoção das TPUs seria uma vitória simbólica e comercial para o Google, que disputa um espaço dominado pela Nvidia há quase duas décadas, especialmente graças ao ecossistema CUDA — base de mais de 4 milhões de desenvolvedores.

A Nvidia continua na liderança absoluta do segmento, com GPUs amplamente utilizadas para treinar e operar modelos de IA em larga escala. Outras fabricantes, como a AMD, perderam terreno com a entrada mais agressiva do Google nesse mercado.

Meta pode adotar chips do Google e pressionar a Nvidia

Meta (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
  •  

Esquenta Black: Galaxy Tab S10 Lite (128 GB) tem 33% OFF com cupom exclusivo


Prós
  • Possibilidade de expansão via cartão microSD
  • Capa e caneta S Pen inclusas
  • Bateria de 8.000 mAh
  • Galaxy AI integrado
  • Atualizado com Android 16
Contras
  • Câmeras inferiores ao Galaxy Tab S10 FE
  • Carregador na caixa de apenas 15 W
  • Sem conexão 5G
PIX Cupom Só no app
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O Galaxy Tab S10 Lite (128 GB) pode ser encontrado por R$ 1.870 no Pix com o cupom APP100OFF exclusivo pelo aplicativo da Amazon. A oferta de Esquenta Black Friday dá um desconto de 33% uma vez que foi lançado por R$ 2.799. O tablet da Samsung se destaca pelo custo-benefício.

Tab S10 Lite possui tela de 10,9″ e bateria de 8.000 mAh

imagem do galaxy tab s10 lite
Galaxy Tab S10 Lite traz compatibilidade com Galaxy AI (imagem: Divulgação/Samsung)

A tela grande TFT LCD de 10,9 polegadas tem resolução de 2.112 x 1.320 pixels e taxa de atualização de 90 Hz, a combinação favorece tanto o consumo de conteúdo por proporcionar imagens com boa definição quanto uma experiência de navegação fluida.

A bateria de 8.000 mAh oferece autonomia suficiente para uso prolongado, se mostrando uma boa opção de tablet para estudantes que precisam ler e assistir a videoaulas por longas horas. Assim como para profissões que envolvam desenhos principalmente, já que a caneta S Pen inclusa pode fornecer trabalhos mais precisos.

O Galaxy Tab S10 Lite vem equipado pelo chip Exynos 1380 com CPU octa-core e GPU Mali-G68. O processador intermediário aliado a 6 GB de memória RAM desempenha de forma satisfatória com tarefas básicas no dia a dia e jogos leves. Há uma entrada de microSD para expandir o armazenamento de 128 GB.

imagem do galaxy tab s10 lite
Tablet da Samsung tem suporte a carregador de até 25 W (imagem: Divulgação/Samsung)

O dispositivo sai de fábrica com Android 15, mas já recebeu a atualização mais recente. A Samsung garante uma cobertura de novos updates de sistema operacional ao tablet até 2022, uma ótima vantagem em termos de longevidade.

O Galaxy Tab S10 Lite traz um conjunto fotográfico formado por câmera traseira de 8 MP e câmera frontal de 5 MP. Além disso, inclui som estéreo com dois alto-falantes e conexões de Wi-Fi 6 e Bluetooth 5.3. A versão Wi-Fi de 128 GB está por R$ 1.870 no Pix com o cupom APP100OFF válido apenas pelo app da Amazon.

Black Friday 2025

A Black Friday em 2025 ocorre no dia 28 de novembro. Enquanto não chega a data, confira a cobertura de Black November pela equipe de Achados do Tecnoblog.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Esquenta Black: Galaxy Tab S10 Lite (128 GB) tem 33% OFF com cupom exclusivo

(imagem: Divulgação/Samsung)
  •  

Black November: PlayStation 5 Pro (2 TB) tem oferta parcelada com cupom


Oferta encerrada 🙁
Avise-me por e-mail
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O PlayStation 5 Pro de 2 TB está saindo por apenas R$ 5.373 em até 4x sem juros com o cupom PROMOBR14 na loja Magalu no AliExpress. O desconto é de 23% em relação ao lançamento (R$ 6.999,90) e faz parte da Black Friday antecipada da loja. O console da Sony se destaca pelo desempenho superior em relação ao PlayStation 5 padrão.

PS5 Pro traz salto nos gráficos e dobro do armazenamento do PS5

Imagem do console PlayStation 5 Pro
PlayStation 5 Pro (Foto: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Durante os testes do Tecnoblog, um dos grandes destaques foi o desempenho do PS5 Pro, que rodou games a aplicativos sem travamentos e realizou um download mais rápido dos jogos da Play Station Store. Além disso, o console da Sony contra com um SSD de 2 TB, 28% mais rápido em relação ao PS5.

Outro chamariz do novo console da linha PlayStation é o avanço gráfico, graças à GPU 67% mais potente que a presente no PlayStation 5 padrão, ao Ray Tracing avançado e ao upscaling com inteligência artificial. Esse conjunto “entrega gráficos mais refinados e detalhados quando comparados ao modelo base”.

Apesar das otimizações, o tamanho é basicamente o mesmo entre os dois consoles, com o PS5 Pro trazendo um design mais refinado com um recorte com três riscos nas laterais. O PlayStation 5 Pro por R$ 5.373 em até 4x sem juros com o cupom PROMOBR14 na loja Magalu no AliExpress ainda acompanha o jogo Astro’s Playroon.

Imagem do console PlayStation 5 Pro e PlayStation 5
PlayStation 5 Pro ao lado PlayStation 5 padrão (Foto: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Quando é a Black Friday 2025?

Esse ano, a Black Friday será no dia 28 de novembro, próxima sexta-feira. Mas mesmo antes dela, consoles, celulares, tablets, notebooks e outros eletrônicos estão em oferta com até 66% de desconto na Black November ou Esquenta Black Friday, que traz promoções antecipadas da Black Friday 2025.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Black November: PlayStation 5 Pro (2 TB) tem oferta parcelada com cupom

PlayStation 5 Pro (Foto: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

PlayStation 5 Pro ao lado PlayStation 5 padrão (Foto: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
  •  

Black November: Notebook Dell Inspiron 15 tem oferta imbatível em até 24x


Prós
  • Tela de 15,6″ com taxa de 120 Hz
  • Processador Intel Core i5 com 10 núcleos
  • Armazenamento de SSD de 512 GB
  • Sistema operacional Windows 11 Home
Contras
  • Não inclui leitor biométrico
  • Painel não é tátil
Cupom Parcelado
R$ 100 OFF EM NOTES R$ 2.712,92  Mercado Livre
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O notebook Dell Inspiron 15 está em oferta histórica com 30% de desconto na Black November do Mercado Livre. O preço de lançamento foi de R$ 3.999, mas você pode levá-lo por R$ 2.712 em até 24x com cartão Mercado Pago ou em 12x nos demais cartões. Resgate o cupom da página abaixo do preço para garantir R$ 100 OFF.

Dell Inspiron 15 tem tela de 120 Hz e processador Intel Core i5

Notebook Dell Inspiron 15
Notebook Dell Inspiron 15 (imagem: Divulgação/Dell)

O painel WVA de 15,6 polegadas com resolução Full HD entrega ângulos de visão mais abertos, o que ajuda a ter uma melhor visualização lateral, além de cores com maior saturação. Além disso, possui uma taxa de atualização de 120 Hz que oferece uma excelente fluidez a interface durante a navegação.

O processador Intel Core i5-1334U possui 10 núcleos com velocidade de até 4,6 GHz capaz de trabalhar com múltiplas janelas abertas simultaneamente. Já a GPU integrada Intel UHD permite suportar edições básicas de imagens e vídeos, mas o desempenho é limitado para jogos ou software 3D pesado.

O dispositivo possui SSD de 512 GB que garante respostas rápidas a comandos e memória RAM DDR4 de 8 GB expansível até 16 GB por ter dois slots. Também inclui uma webcam de resolução HD, microfone e som estéreo com MaxxAudio Pro.

Inspiron 15 3000 na cor preta (imagem: divulgação/Dell)
Dell Inspiron 15 na cor preta (imagem: divulgação/Dell)

O notebook da Dell vem com o novo sistema Windows 11 Home e inclui uma porta HDMI, USB-C para dados e duas USB-A. Segundo a fabricante, a bateria de 41 Wh permite uma autonomia de um pouco mais de 9 horas. O Dell Inspiron 15 está saindo por R$ 2.712 em até 24x com cartão Mercado Pago ou em 12x nos outros cartões na Black November do Mercado Livre.

Black Friday 2025

Aproveite as ofertas e cupons de Black November do Mercado Livre e das principais lojas do varejo aqui no Achados. A Black Friday acontece no dia 28 de novembro.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Black November: Notebook Dell Inspiron 15 tem oferta imbatível em até 24x

Notebook Dell Inspiron 15 (imagem: Divulgação/Dell)

Inspiron 15 3000 na cor preta (imagem: divulgação/Dell)
  •  

Black November: Galaxy Tab S11 Ultra tem menor preço desde lançamento


Prós
  • Tela AMOLED Dinâmica 2x de 14,6″
  • Tablet mais fino já feito pela Samsung com 5,1 mm
  • Bateria de 11.600 mAh promete longa autonomia
  • Suporte ao Samsung Dex com novo Modo Estendido
  • Inclui nova caneta S Pen
Contras
  • Conectividade limitada ao Wi-Fi
  • Sem suporte a NFC
  • Carregador de 45 W vendido separadamente
PIX Cupom
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O novo Galaxy Tab S11 Ultra (512 GB) já se encontra em promoção com 33% de desconto na Black November do Mercado Livre. Com preço original de R$ 9.999, o dispositivo sai por R$ 6.713 no Pix com o cupom MUITODESCONTO. O tablet ultrafino e S Pen redesenhada é para quem busca desempenho de ponta.

Tab S11 Ultra possui tela AMOLED de 14,6″ e 12 GB de RAM

A tela AMOLED Dinâmico 2x de 14,6 polegadas com taxa de atualização de 120 Hz e suporte a HDR10+ oferece experiência imersiva com maior tonalidade de cores e transições fluidas. A resolução de 2.960 x 1.848 pixels oferece uma das mais altas definições de tablets para leituras, desenhos e reprodução de vídeos.

O chipset MediaTek Dimensity 9400+ trouxe aprimoramento de 33% em NPU, 24% em CPU e 27% em GPU comparado a geração anterior. Portanto, oferece desempenho ágil e de ponta para trabalhar com multitarefas e gráficos exigentes de jogos. Aliado a 12 GB de RAM lida facilmente com recursos de inteligência artificial do Galaxy AI com integração do Google Gemini.

O conjunto de câmeras traseiras inclui o sensor principal de 13 MP e uma lente ultrawide de 8 MP. A câmera frontal de 12 MP com ângulo de visão de 120° facilita para realizar vídeochamadas. A bateria de 11.600 mAh garante autonomia de até 23 horas, segundo a Samsung. Além disso, suporta carregamento de até 45 W.

Galaxy Tab S11 Ultra
Galaxy Tab S11 Ultra é o tablet mais fino já feito pela Samsung com 5,1 mm (imagem: Divulgação)

O Galaxy Tab S11 Ultra (512 GB) em oferta por R$ 6.713 no Pix com o cupom MUITODESCONTO vem com uma nova caneta S Pen com corpo hexagonal para proporcionar melhor controle a escrita e desenhos. O suporte ao Samsung DeX para uso em modo desktop recebeu o Modo Estendido que permite arrastar e soltar aplicativos para um monitor externo.

Que dia é a Black Friday em 2025?

A Black Friday em 2025 acontece no dia 28 de novembro. Mas bem antes disso, você pode aproveitar promoções de ‘esquenta’ do varejo no período conhecido como Black November.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Black November: Galaxy Tab S11 Ultra tem menor preço desde lançamento

💾

Galaxy Tab S11 Ultra com 33% de desconto na Black November do Mercado Livre. Novo tablet premium da Samsung possui tela de 14,6", 12 GB de RAM e bateria de 11.600 mAh

Galaxy Tab S11 Ultra (imagem: Divulgação)
  •  

Qualcomm lança Snapdragon 6s Gen 4 para smartphones intermediários

Imagem mostra a representação de um chip Snapdragon
Snapdragon 6s Gen 4 é primeiro fabricado em processo de 4 nm (imagem: divulgação/Qualcomm)
Resumo
  • A Qualcomm lançou o Snapdragon 6s Gen 4, o primeiro chip da série 6s com processo de fabricação de 4 nanômetros.

  • O SoC promete melhorias de até 36% em CPU e 59% em GPU.

  • Inclui recursos de conectividade 5G, Wi-Fi 6E e suporte a câmeras de até 200 MP.

A Qualcomm anunciou nesta sexta-feira (24/10) o Snapdragon 6s Gen 4, primeiro chip da série 6s a usar arquitetura de 4 nanômetros. A nova geração segue o padrão da linha, mirando celulares básicos e intermediários.

Segundo a fabricante, o SoC (system-on-a-chip) oferece mais desempenho e eficiência energética para smartphones mais acessíveis. A mudança para o processo de 4 nm, antes reservado a chips premium, foi responsável pelos ganhos de performance, de acordo com a Qualcomm.

Avanços na CPU, GPU e mais recursos

O novo SoC traz uma CPU Kryo com arquitetura de 64 bits, dividida em oito núcleos: quatro focados em performance, rodando a até 2,4 GHz, e outros quatro voltados para eficiência energética, com clock de até 1,8 GHz. Segundo a Qualcomm, essa configuração resulta em um desempenho de CPU até 36% superior em comparação com a geração anterior.

A “quarta” geração da plataforma também traz melhorias na GPU Adreno, com um salto de 59% no desempenho gráfico, segundo a fabricante. O chip suporta telas com resolução Full HD+ e taxa de atualização de até 144 Hz.

Imagem mostra um painel com informação do chip Snapdragon 6s Gen 4 da Qualcomm
SoC conta com melhorias para câmeras e conectividade (imagem: reprodução/Qualcomm)

Além da nova arquitetura, o Snapdragon 6s Gen 4 atualiza outros recursos para aparelhos acessíveis. O chip inclui processadores de sinal de imagem (ISPs) triplos, permitindo gravações de vídeo em 2K em smartphones com câmeras de até 200 megapixels. A plataforma também suporta telas com resolução FHD+ e taxa de atualização de 144 Hz.

Para jogos, o chip incorpora recursos do pacote Elite Gaming da Qualcomm, como o Variable Rate Shading (VRS), que otimiza a renderização, e o Game Quick Touch, focado em diminuir a latência da resposta ao toque.

Em conectividade, o chip conta com o modem Snapdragon X62 5G, compatível com redes sub-6 GHz e mmWave, atingindo velocidades de download de até 2,9 Gb/s.

Há também suporte para Wi-Fi 6E e Bluetooth 5.4. A plataforma é compatível com memórias RAM LPDDR4x (até 2.100 MHz) e LPDDR5x (até 3.200 MHz), com um limite de 12 GB, e armazenamento no padrão UFS 3.1.

Ainda não se sabe quais celulares utilizarão primeiro o novo processador. Entretanto, o site Android Central aponta que marcas como Xiaomi, Motorola e Oppo devem adotá-lo em breve.

Qualcomm lança Snapdragon 6s Gen 4 para smartphones intermediários

(imagem: reprodução/Qualcomm)
  •  

Apple lança chip M5 no MacBook e iPad, com preços a partir de R$ 12.499

Imagem ilustrativa com o logo do chip M5 da Apple
M5 tem acelerador neural em cada núcleo da GPU (imagem: divulgação)
Resumo
  • A Apple lançou o chip M5 no iPad Pro e MacBook Pro de 14 polegadas, com preços a partir de R$ 12.499 e R$ 19.999, respectivamente.
  • O chip M5 possui CPU com até 10 núcleos, GPU com nova arquitetura de 10 núcleos e largura de banda de memória de até 153 MB/s.
  • O iPad Pro e o MacBook Pro mantêm o design anterior, mas têm melhorias em desempenho de IA, armazenamento e duração da bateria.

A Apple anunciou, nesta quarta-feira (15/10), o lançamento de seu novo chip M5, que fará sua estreia no iPad Pro (com preços a partir de R$ 12.499) e no MacBook Pro de 14 polegadas (preços a partir de R$ 19.999). O headset Vision Pro, que não é vendido oficialmente no Brasil, também ganhou uma versão atualizada com o componente.

Apple M5

Quinta geração dos chips da linha M da Apple, o M5 é fabricado com processo de litografia de 3 nm e tem inteligência artificial e gráficos como focos.

A GPU tem uma nova arquitetura com dez núcleos e um acelerador neural em cada um deles. Segundo a empresa, isso permite um desempenho até quatro vezes superior ao do M4 em tarefas de IA destinadas à GPU.

Imagem ilustrativa do chip M5 com componentes separados
Apple afirma que núcleo de CPU do M5 é o mais rápido do mundo (imagem: divulgação)

O Neural Engine (nome que a Apple dá à sua NPU) continua com 16 núcleos e teve melhorias, mas a empresa não especificou em números o salto de desempenho. A promessa é que tarefas da Apple Intelligence, como o Image Playground, ficarão mais rápidas.

Na CPU, o M5 oferece até dez núcleos, sendo seis de eficiência e até quatro de performance. Segundo a Apple, o desempenho é 15% mais rápido que o do M4. Além disso, a companhia afirma que o chip tem o núcleo de CPU mais rápido do mundo.

Por fim, a largura de banda da memória foi aumentada para até 153 MB/s, o que dá 30% a mais que o M4 e mais que o dobro do M1. O M5 tem suporte para até 32 GB de RAM.

iPad Pro M5

O iPad Pro é um dos primeiros produtos da Apple a receber o M5. O design é o mesmo do modelo com M4, com opções em 11 e 13 polegadas, e as novidades estão todas do lado de dentro do aparelho.

A Apple diz que a nova versão do tablet tem desempenho de IA 3,5x melhor que o modelo do ano passado. As velocidades de leitura e gravação de memória também aumentaram, e o portátil oferece suporte a carregamento rápido, capaz de atingir 50% da bateria em cerca de 30 minutos.

iPad Pro com M5, teclado acoplado e rodando software de imagens
iPad Pro M5 promete desempenho melhor em tarefas de IA (imagem: divulgação)

Além do M5, o iPad Pro recebeu outros chips, como o modem C1X para dados móveis e o chip N1 para Wi-Fi, Bluetooth e protocolo Thread.

No Brasil, os preços começam em R$ 12.499 (versão de 11 polegadas, Wi-Fi, CPU de 9 núcleos, 12 GB de RAM e 256 GB de armazenamento) e vão até R$ 31.599 (versão de 13 polegadas com vidro nano-texture, Wi-Fi + Cellular, CPU de 10 núcleos, 16 GB de RAM e 2 TB de armazenamento). As vendas ainda não começaram.

MacBook Pro 14 M5

Outro aparelho a receber o M5 nessa primeira leva é o MacBook Pro de 14 polegadas. Assim como no iPad, o design é o mesmo da geração interior, com as novidades apenas em especificações técnicas.

MacBook Pro 14 M5 rodando Cyberpunk 2077
Apple promete desempenho melhor em jogos no novo MacBook Pro (imagem: divulgação)

Entre as melhorias do M5, estão desempenho gráfico 1,6x mais rápido e taxa de quadros até 1,6x maior em games. O armazenamento também ficou mais rápido, e a bateria agora dura até 24 horas, de acordo com a empresa. Outra mudança é a opção de 4 TB de armazenamento, que antes era restrita a notebooks com o M4 Pro.

No Brasil, os preços do MacBook Pro 14 M5 começam em R$ 19.990 (16 GB de RAM, 512 GB de armazenamento) e podem chegar a R$ 40.999, excluindo acessórios e softwares adicionais. (32 GB de RAM, 4 TB de armazenamento e tela nano-texture).

Com informações da Apple

Apple lança chip M5 no MacBook e iPad, com preços a partir de R$ 12.499

M5 tem acelerador neural em cada núcleo da GPU (imagem: divulgação)

Apple afirma que núcleo de CPU do M5 é o mais rápido do mundo (imagem: divulgação)

iPad Pro M5 promete desempenho melhor em tarefas de IA (imagem: divulgação)

Apple promete desempenho melhor em jogos no novo MacBook Pro (imagem: divulgação)
  •  

Panther Lake: Intel revela nova geração de chips Core Ultra

Um técnico de fabricação da Intel segura um chip Panther Lake
Primeiros chips da próxima geração da Intel chegam em 2026 (imagem: divulgação/Intel)
Resumo
  • Intel apresentou a geração Panther Lake, nova arquitetura de processadores com litografia Intel 18A, que deve chegar no começo de 2026.
  • A linha terá três configurações principais e novos núcleos de CPU e GPU Xe3, voltadas para notebooks ultrafinos e modelos portáteis para jogos.
  • Segundo a Intel, a GPU Xe3 deve aumentar em 50% o desempenho gráfico em relação à geração anterior.

A Intel apresentou oficialmente a nova arquitetura dos processadores de codinome Panther Lake. Previstos para o início de 2026, a próxima família de chips da companhia deve unir a eficiência energética dos Lunar Lake com o alto desempenho da linha Arrow Lake.

Durante um evento para a imprensa nos Estados Unidos, a Intel detalhou os novos núcleos de performance e eficiência, além de uma nova GPU integrada que utilizará IA para aumentar a taxa de quadros em jogos. O Panther Lake terá três configurações principais, mirando desde notebooks ultrafinos até portáteis mais potentes para jogos e tarefas pesadas.

A nova linha Core Ultra série 3 é construída sobre o processo de fabricação Intel 18A, aposta da empresa para virar o jogo frente aos avanços da AMD e Qualcomm. Em reestruturação há meses para esse fim, a companhia recebeu um grande investimento do governo dos Estados Unidos.

“Podemos dizer com confiança que a Intel Foundry está em produção no único processo de classe de dois nanômetros que foi desenvolvido e será fabricado nos Estados Unidos”.

Kevin O’Buckley, vice-presidente sênior da Intel Foundry

Design modular e GPU mais potente

Ilustração da distribuição dos "tiles" no SoC Panther Lake
Chips modulares permitem combinar processos de fabricação diferentes (imagem: divulgação/Intel)

Diferente de um design monolítico, o Panther Lake adota o SoC modular, composto por diferentes blocos montados sobre uma base comum. O chip é dividido em três blocos principais:

  • Compute Tile: O cérebro da operação, fabricado no processo Intel 18A, que contém os núcleos de CPU (P-Cores e E-Cores) e a NPU.
  • GPU Tile: O chip dedicado aos gráficos, com a nova arquitetura Xe3.
  • Platform Controller Tile: Responsável pela conectividade, como Wi-Fi, Bluetooth e portas USB.

A modularidade permite que a Intel utilize processos de fabricação diferentes. Por exemplo, enquanto o Compute Tile do Panther Lake usa a litografia mais avançada da Intel, o Platform Controller Tile é fabricado pela TSMC.

Núcleos e gerenciamento por IA

Ilustração dos modelos de 8 e as duas versões de 16 núcleos do Panther Lake
Intel retoma três tipos de núcleos (imagem: divulgação/Intel)

Falando em flexibilidade, a nova geração retoma a configuração de três tipos de núcleos dos primeiros Core Ultra (Meteor Lake), de 2023, sendo eles os P-Cores (performance), E-Cores (eficiência) e LP E-Cores (eficiência e baixo consumo). Nessa linha, os novos P-Cores e E-Cores, Cougar Cove e Darkmont, respectivamente, são otimizados para a litografia Intel 18A.

De acordo com a empresa, o Panther Lake deve entregar 10% a mais de performance single-thread com o mesmo consumo de energia do Lunar Lake. Já em tarefas multi-thread, o ganho seria superior a 50% em comparação com as gerações anteriores.

A Intel também afirma que o chip como um todo consumirá 10% menos energia que o Lunar Lake, o que pode se traduzir em maior autonomia de bateria para os notebooks.

Aposta em IA para games

Um dos maiores destaques do Panther Lake é a GPU baseada na arquitetura Xe3. A Intel promete um salto de mais de 50% no desempenho gráfico em comparação com a geração anterior. A grande novidade, como observado pelo PC World, é a tecnologia XeSS Multiframe Generation (XeSS-MFG).

Similar a tecnologias como o DLSS 3 da Nvidia e o FSR 3 da AMD, o recurso usa IA para gerar e inserir até três frames adicionais entre os quadros renderizados tradicionalmente. O objetivo é aumentar a fluidez e a taxa de quadros (FPS) em jogos, tornando viável rodar títulos exigentes em notebooks finos sem uma GPU dedicada.

Versões para diferentes segmentos

Ilustraçao das configurações iniciais do Panther Lake
Panther Lake chegará inicialmente em três opções (imagem: divulgação/Intel)

A Intel confirmou que o Panther Lake terá três configurações principais, que se diferenciam pelo número de núcleos de CPU e GPU:

  • 8 núcleos de CPU (4 P-Cores + 4 LP E-Cores) e 4 núcleos de GPU Xe3.
  • 16 núcleos de CPU (4 P-Cores + 8 E-Cores + 4 LP E-Cores) e 4 núcleos de GPU Xe3.
  • 16 núcleos de CPU (4 P-Cores + 8 E-Cores + 4 LP E-Cores) e 12 núcleos de GPU Xe3.

A ideia é que fabricantes possam equipar o chip em diferentes tipos de máquinas, desde ultrabooks focados em bateria até notebooks gamer de entrada e portáteis para criadores de conteúdo.

Além disso, os novos processadores trarão suporte a memórias LPDDR5X de até 9600 MT/s, Wi-Fi 7, Bluetooth 6.0 e Thunderbolt 4. A empresa também atualizou a Unidade de Processamento Neural (NPU) para a versão 5, oferecendo 50 TOPS de desempenho para tarefas de IA com maior eficiência energética.

É esperado que os primeiros notebooks equipados com os processadores Panther Lake sejam anunciados durante a CES 2026, em janeiro.

Com informações do The Verge

Panther Lake: Intel revela nova geração de chips Core Ultra

(imagem: divulgação/Intel)

(imagem: divulgação/Intel)

(imagem: divulgação/Intel)
  •  

Desenvolvedor mantém GPU de 13 anos viva no Linux

Uma placa de vídeo (GPU) de alto desempenho nas cores vermelho e preto é exibida em um fundo branco. A placa é longa, com um sistema de resfriamento que inclui três ventoinhas pretas e a inscrição "DEVIL 13" na lateral.
Patches visam melhorar compatibilidade de placas de mais de uma década (imagem: reprodução)
Resumo
  • Timur Kristóf, funcionário terceirizado da Valve, lança patches para GPUs GCN 1.0 e 1.1, melhorando compatibilidade com hardwares modernos.
  • As atualizações permitem que GPUs antigas utilizem o driver AMDGPU, superando limitações do Radeon e garantindo suporte a APIs modernas como Vulkan.
  • O objetivo é ampliar a funcionalidade e desempenho das GPUs no ambiente Linux.

Um desenvolvedor a serviço da Valve, empresa por trás da plataforma de jogos Steam, está trabalhando para dar sobrevida a GPUs lançadas há pelo menos 13 anos. O esforço é focado em placas com arquitetura GCN 1.0 — inaugurada com a série Radeon HD 7000 em 2012 — e 1.1, que agora recebem novas atualizações para garantir a compatibilidade e corrigir problemas de funcionamento.

O responsável é Timur Kristóf, que atua como terceirizado para a Valve na equipe de gráficos para Linux. Os novos pacotes de correção (patches) visam permitir que o hardware antigo funcione melhor com tecnologias de software mais recentes, um trabalho importante para quem ainda utiliza essas placas ou as adquire no mercado de usados.

Por meio de patches, Kristóf tenta garantir que os chips antigos se beneficiem de tecnologias modernas — corrigindo bugs, ajustando rotinas e adaptando o suporte para camadas de software atuais. O desenvolvedor já submeteu o código para revisão e pode se integrar ao futuro kernel Linux 6.18.

O que as novas atualizações corrigem?

De acordo com as notas de atualização divulgadas pelo desenvolvedor, os patches resolvem problemas específicos que os usuários dessas placas enfrentavam em cenários modernos. Segundo Kristóf, um deles era um flicker em monitores 4K, que fazia a parte inferior da tela piscar quando a taxa de atualização estava em 60 Hz.

Outro ajuste importante é voltado a PCs com processadores AMD da geração mais recente (Zen 4). Nessas máquinas, as GPUs antigas podiam provocar travamentos aleatórios em momentos de baixo uso.

Além disso, o desenvolvedor aplicou mudanças de compatibilidade no driver para que o hardware funcione de forma mais estável dentro do código moderno do Linux.

Como destacou o site Phoronix, um dos principais entraves para que as placas GCN 1.0 e 1.1 usassem o driver moderno AMDGPU era a ausência de suporte a conectores de vídeo analógicos, como DVI-I e VGA. Kristóf anunciou a correção desse empecilho em julho deste ano.

Adaptação a drivers mais recentes

Imagem mostra a GPU AMD Radeon HD 7790, de cor preto e vermelho
AMD Radeon HD 7790, que possui arquitetura GCN 1.1 (Bonaire) (imagem: divulgação/AMD)

A arquitetura GCN (Graphics Core Next) 1.0 e 1.1 substituiu a antiga TeraScale, estreando em placas da série Radeon HD 7000. À época, a série abrangia modelos intermediários, como a HD 7750, e até mesmo topos de linha, como a HD 7970, que rivalizava diretamente com placas poderosas da Nvidia.

Por padrão, o Linux passa a usar para esses modelos o driver Radeon, que hoje raramente recebe atualizações importantes. Além disso, esse driver não integra suporte nativo às APIs gráficas mais recentes, como a Vulkan, que muitos jogos e motores modernos já adotam.

Por outro lado, o driver AMDGPU é a base usada atualmente para as placas mais recentes da AMD (a partir da arquitetura GCN 1.2). Ele é essencial para o bom desempenho em jogos atuais, inclusive para rodar games de Windows no Linux via Proton, a camada de compatibilidade mantida pela Valve.

O trabalho que Kristóf vem fazendo é adaptar e corrigir o suporte para que essas GPUs de 13 anos possam rodar com o driver moderno AMDGPU, garantindo acesso a otimizações e tecnologias atuais.

Com informações de XDA Developers

Desenvolvedor mantém GPU de 13 anos viva no Linux

  •