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Lula ou Flávio, Selic e El Niño: Como preparar sua carteira para o restante de 2026?

As eleições presidenciais de 2026 já estão no radar do mercado. A última pesquisa divulgada pela AtlasIntel em parceria com a Bloomberg, nesta quarta-feira (1º), apontou que o atual presidente Lula (PT) lidera os dois cenários contra Flávio Bolsonaro (PL), chegando a mais de 10 pontos percentuais (p.p.) de diferença no 1º turno.

Enquanto novas pesquisas de intenções de voto para presidente da República ainda circulam, outro ponto que atrai a atenção do mercado é o patamar elevado das taxas de juros.

“O Caged de maio apontou uma desaceleração gradual de empregos. O dado soma-se ao IPCA-15 mais benigno, à PNAD Contínua e à comunicação mais clara de Gabriel Galípolo após o Relatório de Política Monetária, fortalecendo as apostas em um novo corte de 0,25 p.p. da Selic em agosto”, comenta Matheus Spiess, analista de macroeconomia da Empiricus Research.

Além disso, investidores também acompanham a possibilidade de um novo episódio de El Niño de forte intensidade. O fenômeno climático, que atinge regiões de todo o país, coloca em risco a produção global de alimentos e os preços das commodities agrícolas.

Como investir diante desses 3 fatores de risco?

Na hora de investir com sabedoria e sem colocar o seu patrimônio em riscos desnecessários, é preciso olhar para o cenário como um todo.

O El Niño se trata de um fenômeno climático, restando como medidas tentar antecipar os danos e preveni-los, tanto fisicamente quanto financeiramente.

Já no aspecto das expectativas para a taxa Selic, Spiess aponta que a desaceleração forte dos dados de atividade pode dar mais espaço para o BC cortar juros, ainda que o tamanho dessa margem dependa do fiscal – isto é, das despesas do governo.

Ambos os fatores (El Niño e cortes da Selic) estão sendo levados em conta ao longo de todo o ano de 2026 na hora dos analistas da Empiricus escolherem os melhores ativos recomendados para seus investidores.

Agora, com a chegada do segundo semestre do ano, a tendência é que o terceiro fator passe a concentrar mais a atenção do mercado.

As votações das eleições de 2026 estão marcadas para os dias 4 e 25 de outubro e ainda não está definido quais serão os políticos a concorrer. Por enquanto, a lista de pré-candidaturas conta com nomes como:

  • Luiz Inácio Lula da Silva (PT)
  • Flávio Bolsonaro (PL)
  • Romeu Zema (Novo)
  • Ronaldo Caiado (PSD)

Nas próximas semanas, a oficialização das candidaturas e o início do período de campanhas até a contagem final de votos, deve trazer muita volatilidade aos preços do mercado.

Historicamente, são em momentos como este que quem está posicionado da maneira correta tem a chance de capturar as maiores oportunidades de lucro.

Isso porque em momentos de volatilidade podem ocorrer grandes perdas, mas também aparecem grandes oportunidades para quem está preparado.

Em períodos semelhantes a este, os analistas da Empiricus já conseguiram entregar lucros de 300%, 1.000% e 1.700%, em meio à alta variação de preços acompanhando as urnas.

Claro que os retornos passados são garantia de lucros futuros. Mas o que se desenha neste cenário é um ambiente econômico com algumas similaridades ao que possibilitou os lucros anteriores.

Por isso, os analistas da Empiricus estão muito confiantes de que é possível surfar nessas oportunidades – e acreditam que os investidores podem começar a preparar seu portfólio o mais cedo possível para o que vem por aí.

Na visão da casa, nem mesmo importa se um dos nomes acima ou outro vai vencer as eleições em outubro. É possível buscar ganhos em qualquer cenário, com a estratégia ideal para os seus objetivos financeiros. 

E para encontrar carteiras preparadas para ter a chance de capturar as maiores oportunidades de lucro, a casa convida a conhecer a Empiricus+ gratuitamente até o fim das eleições.

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A Empiricus+ é a assinatura “streaming” da casa. De ações a criptomoedas, o investidor pode conhecer, em um único lugar, as principais recomendações da Empiricus para turbinar sua carteira de investimentos a partir de agora.

Confiante na qualidade de seu trabalho e no potencial estratégico do momento atual para os investidores, a casa liberou a assinatura da Empiricus+ com gratuidade por todo o período eleitoral de 2026 (até o segundo turno das eleições).

Assim, os investidores podem acompanhar pessoalmente o diferencial de investir com boas orientações – não apenas em períodos de riscos mais urgentes, como também no longo prazo.

Para ajudar na trilha do investidor, estão disponíveis diversos conteúdos, como lives e plantões de dúvidas com os analistas, respondendo as questões dos assinantes tudo isso com acesso gratuito até o final das eleições.

Uma oportunidade como essas não se vê todos os dias e é por isso mesmo que quem estiver interessado, deve se inscrever o quanto antes, pois essa condição estará disponível por tempo limitado.

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Mesmo com Selic reduzida para 14,25% ao ano, pausa nos cortes de juros é ‘praticamente inevitável’, segundo analista

A semana que se encerra nesta sexta-feira (19) trouxe desdobramentos relevantes ao mercado. Além da Super Quarta (que combinou decisões de juros do Copom, no Brasil, e do Federal Reserve, nos Estados Unidos), a assinatura de um acordo preliminar entre EUA e Irã pode ser um dos primeiros passos rumo ao fim do conflito no Oriente Médio.

No Brasil, o Copom optou por reduzir a taxa Selic em 0,25 ponto percentual, levando-a aos 14,25% ao ano. A princípio, a combinação de possível fim da guerra e cortes nos juros pode parecer um bom sinal – mas é preciso dar alguns passos para trás e entender que há mais em jogo.

Para Matheus Spiess, estrategista da Empiricus, os efeitos da guerra podem perdurar, e uma pausa no ciclo de cortes da taxa Selic eventualmente virá.  

“Do ponto de vista analítico, a pausa parece praticamente inevitável. A combinação entre inflação corrente elevada, expectativas desancoradas, fiscal mais ruidoso e bancos centrais globais mais duros reduz drasticamente o espaço para a continuidade do afrouxamento monetário.”

Cenário brasileiro: ‘fiscal mais ruidoso’ é protagonista das expectativas

Destrinchando os fatores trazidos pelo analista, o próprio cenário doméstico brasileiro contribui para que os cortes na Selic não perdurem.

O atual governo segue mantendo um histórico de contas públicas estouradas, que não ajuda em um contexto de inflação e juros altos por mais tempo.

Para Spiess, por mais que o acordo entre EUA e Irã ajude reduzir a pressão imediata sobre o petróleo e o câmbio, “o cenário segue desconfortável”, especialmente do ponto de vista fiscal, que “continua sendo o principal limitador de uma normalização monetária mais limpa”.

 “Como é ano eleitoral, ninguém vai falar isso, mas é um problema que tem piorado”, afirma. O que traz ainda mais à tona a necessidade de um pacote de ajustes fiscais que, em sua visão, devem vir “obrigatoriamente” em 2027.

Além disso, a comunicação do Copom nesta última reunião pode ter trazido mais incertezas em relação às próximas decisões. Na intepretação de Spiess, “o Comitê parece desejar preservar espaço para eventuais cortes adicionais, caso o cenário permita”. O que, paradoxalmente, pode ser custoso para o câmbio e os vértices mais longos dos juros.

“Embora o Comitê tenha elevado a exigência para novas reduções de juros, preservou uma flexibilidade em sua função de reação, evitando condicionar de forma clara os próximos passos. Para parte do mercado, essa abordagem pode ser interpretada como um sinal de maior tolerância à desancoragem inflacionária, o que levanta questionamentos sobre a credibilidade futura da política monetária”.

Segundo o último boletim Focus, publicado na segunda-feira (15), expectativas do mercado giram em torno de uma Selic terminal a 13,75% em 2026. Vale monitorar se haverá alguma mudança nas perspectivas nos próximos dias.

Cenário global: juros podem permanecer mais altos globalmente, mesmo com o possível fim da guerra

Além do cenário doméstico, Spiess reforça que a decisão do Copom vem em um período em que as principais economias globais possivelmente caminham na contramão: endurecendo o tom. Isso porque, por mais que o conflito no Oriente Médio acabe, ele “não devolve o mundo ao conforto monetário anterior à crise”, diz o analista.

O chamado “G4 dos bancos centrais” (EUA, Japão, Reino Unido e Zona do Euro) podem acabar por “validar um regime global de juros mais altos por mais tempo”, segundo o analista.

A Zona do Euro elevou seus juros pela primeira vez desde 2023 na quinta-feira passada (11) e, na última quarta-feira (17), o Federal Reserve (Fed) manteve a taxa de juros dos EUA no intervalo entre 3,50 e 3,75%, com parte dos membros do comitê prevendo pelo menos uma decisão pela elevação dos juros ainda em 2026.

“A paz reduz a probabilidade de um choque de oferta, mas não apaga o legado inflacionário. Energia mais cara se espalha pelo frete, pelos custos industriais, pela produção de alimentos, pelas tarifas de serviços e, sobretudo, pelas expectativas. Um choque desse tipo deixa de ser apenas um evento de mercado e passa a contaminar a formação de preços de maneira mais ampla. Por isso, o alívio em Ormuz não entrega, por si só, uma folga automática aos bancos centrais.”

Onde e como investir em um cenário global tão incerto?

Esse é um cenário que pede por mais cautela do que o usual na hora de escolher onde investir. Mas não significa que o investidor precisa, necessariamente, tomar decisões sozinho, sem orientação profissional.

Matheus Spiess é um dos responsáveis pela Empiricus Megatendências, carteira recomendada criada para em um mundo em constante transformação, que exige investimentos feitos de forma tática.

“A estratégia parte da identificação de principais mudanças em curso – sejam tecnológicas, geopolíticas e econômicas – para direcionar a alocação a setores, regiões e temas que tendem a se beneficiar dessas transformações”, afirma o analista. A atual seleção da Empiricus Megatendências traz ativos voltados para temas como:

  • Commodities;
  • Corrida aeroespacial;
  • Inteligência Artificial (IA);
  • Dentre outros.

Você está convidado a conhecer, na íntegra, o relatório completo com todas as indicações da carteira no momento. Ele está disponível no BTG Content, a plataforma de conteúdos do BTG Pactual.

Além disso, por meio da plataforma do banco, você também pode investir nos ativos recomendados de forma 100% automática.

Isso mesmo: você não precisa buscar os ativos “a dedo” em sua corretora. Com alguns cliques, o BTG faz o trabalho para você – inclusive de rebalanceamento e troca de ativos, quando necessário.

Para acessar o conteúdo e saber mais, é só clicar no botão abaixo.

DISCLAIMER: Este material não tem relação com objetivos específicos de investimentos, situação financeira ou necessidade particular de qualquer destinatário específico, não devendo servir como única fonte de informações no processo decisório do investidor que, antes de decidir, deverá realizar, preferencialmente com a ajuda de um profissional devidamente qualificado, uma avaliação minuciosa do produto e respectivos riscos face a seus objetivos pessoais e à sua tolerância a risco (Suitability).

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Selic: gestores da Faria Lima cravam juros altos por mais tempo, aponta pesquisa; confira

As expectativas para as taxas de juros permanecem tão firmes quanto alguns goleiros desta Copa do Mundo. Essa opinião foi coletada pela pesquisa da série Os Melhores Fundos de Investimentos, da Empiricus Research.

A pesquisa buscou entender a visão de 30 gestores de multimercados sobre o nível da taxa Selic, para os próximos três anos e no longo prazo.

Leitura da Selic para 2026 e 2027 piora

As opiniões dos gestores, que somam mais de R$ 160 bilhões de patrimônio líquido em suas estratégias da classe, estão representadas em dot plot (gráfico de pontos), como é possível observar abaixo.

O modelo de gráfico em dot plot é tradicionalmente usado nos EUA para representar as projeções de cada membro do FOMC para a taxa básica de juros dos EUA.

Analisando a percepção do Brasil, o analista Alexandre Alvarenga comenta: “O dot plot veio mais duro ao longo de toda a curva para a taxa brasileira. A mediana para 2026 subiu de forma relevante e sugere menos espaço para cortes no curto prazo.”

O gráfico aponta que predomina entre os gestores a percepção de uma Selic entre 14,00% e 14,25% ao final do ano.

Além disso, Alvarenga também nota que houve uma piora na leitura para 2027 e no longo prazo, indicando que o mercado passou a embutir uma Selic estruturalmente alta por mais tempo, em linha com uma inflação ainda desconfortável e maior cautela com a convergência do juro real.

“O descolamento em relação ao Boletim Focus reforça a mensagem de prêmio de risco mais elevado na precificação dos juros. O movimento não é só de revisão no curto prazo, mas também no longo prazo”, reforça Alvarenga.

Na segunda-feira (15), o Focus elevou a estimativa para a taxa Selic ao fim do ano de 13,50% para 13,75%.

“No Brasil, pioraram de forma clara as leituras sobre inflação e fiscal. A combinação de inflação ainda pressionada, dúvidas sobre a trajetória das contas públicas e menor espaço para afrouxamento monetário manteve o ambiente mais difícil para ativos locais”, afirma o analista.

Além dos juros brasileiros, a pesquisa da Empiricus também se aprofundou na percepção dos gestores sobre os juros dos EUA e o pontos relevantes sobre o sentimento macroeconômico e a percepção do nível de risco.

“O dotplot americano ficou mais hawkish no médio prazo. A mediana para 2026 subiu de forma relevante, sugerindo menos cortes no horizonte próximo, enquanto 2027 e 2028 também avançaram, o que indica maior disposição do FOMC (Comitê de política monetária dos EUA) em manter a taxa acima do nível neutro por mais tempo”, comenta Alvarenga.

Diante dessa deterioração do quadro inflacionário, Alexandre Alvarenga e a equipe de analistas da Empiricus Research seguem diariamente se debruçando sobre os principais eventos e indicadores econômicos.

É com base nesses estudos que eles conseguem montar carteiras de investimento atualizadas para o investidor ter a chance de buscar lucros nesse cenário.

Carteiras que já valorizaram até 545%: veja o que vai encontrar no ‘streaming’ da research

Mesmo diante de um cenário ainda turbulento por fatores econômicos e geopolíticos, os analistas da Empiricus Research seguem buscando oportunidades de investimento. Seja na bolsa de valores ou em outras classes de investimento, o objetivo é que o investidor brasileiro consiga posicionar seu portfólio no panorama atual de forma a mitigar prejuízos e otimizar as chances de lucros.

Atualmente a casa conta com mais de 11 assinaturas para perfis de investidor variados. Nelas, estão carteiras de ações, fundos de investimento, renda fixa, trading, além de estratégias que combinam as diferentes classes de ativos. Alguns exemplos são:

  • Empiricus Palavra do Estrategista, carteira de ações focada em valorização dos papéis: mais de 420,18% de retorno desde a criação em 03/09/2015.
  • Empiricus SmallCaps, carteira focada em ações de empresas de baixa capitalização: mais de 544,67% de valorização, desde a criação em 01/08/14;
  • Empiricus Dividendos, portfólio concentrado em ativos para dividendos: valorização de 447,94%, desde o lançamento em 07/02/14.

Além disso, também é possível ter contato direto com os mais de 13 especialistas da casa, dedicados a encontrar as melhores oportunidades do mercado.

Assim, para ajudar você a trilhar esse caminho, os analistas realizam lives para responder as dúvidas dos assinantes. Para complementar, todos os conteúdos da casa contam com tutoriais que ensinam o passo a passo para investir, da forma mais simples possível. 

Atualmente, o Empiricus+ está disponível em duas opções de planos:

  • Assinatura mensal com o valor de R$ 19,90. Nesse plano, você pode parar a assinatura a qualquer momento; e
  • Um pacote de assinatura anual por 12x de R$ 14,90. Mais de 30% de desconto no valor do plano.

Nos dois planos, você terá acesso às principais carteiras da casa – exceto as séries premium de criptomoedas. Assim, vai poder escolher as estratégias de investimento que fazem sentido para o seu perfil.

A casa acredita tanto no compromisso em bucar as melhores ideias para ajudar a fazer o seu patrimônio crescer que está oferecendo 30 dias de acesso, sem compromisso. Nesse período, você poderá conhecer todo o conteúdo e decidir se o Empiricus+ faz sentido para sua estratégia.

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