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Cyrela (CYRE3): Expansão das margens e geração de caixa são destaques do 2T26; ações valem a pena?

Nesta quinta-feira (13), a Cyrela (CYRE3) divulgou seus resultados referentes ao 2º trimestre de 2026 (2T26). Os principais destaques ficaram por conta da expansão das margens e da forte geração de caixa no período.

Conforme antecipado na prévia operacional, a companhia lançou 20 empreendimentos, totalizando R$ 3,84 bilhões em VGV na participação Cyrela e excluindo permutas, crescimento de 34% frente ao 2T25 e de 120% em relação ao trimestre anterior. As vendas líquidas somaram R$ 2,56 bilhões, avanço de 14% na comparação anual e de 18% frente ao 1T26.

A VSO em 12 meses recuou para 42,8%, ante 51,4% no 2T25 e 44,7% no trimestre anterior. Já a VSO dos lançamentos ficou em 32%, indicando absorção razoável diante da forte aceleração do volume lançado.

Na demonstração financeira, a receita líquida alcançou R$ 2,48 bilhões, crescimento de 18% frente ao 2T25 e de 23% na comparação trimestral.

Rentabilidade e geração de caixa são destaques do 2T26

A rentabilidade foi uma boa notícia: a margem bruta atingiu 37,3%, aumento de 2,4 p.p. na comparação anual. Segundo a companhia, a evolução foi impulsionada pela melhora da rentabilidade da Vivaz e pelo aumento da participação do segmento econômico na receita. A tendência é que esse cenário continue no curto prazo, sinalizado pela estabilidade da margem a apropriar.

Por outro lado, assim como observado em outros resultados do setor, as despesas comerciais saltaram no trimestre, com alta de 30% na comparação anual, para R$ 294 milhões.

Na última linha, o lucro líquido atingiu R$ 452 milhões, alta de 16% frente ao 2T25 e de 52% em relação ao trimestre anterior, com margem líquida de 18,2%. O ROE dos últimos 12 meses encerrou o período em 20,9%.

A geração de caixa foi outro destaque, atingindo R$ 272 milhões no trimestre. Com isso, a dívida líquida ajustada recuou de R$ 2,18 bilhões para R$ 1,91 bilhão no trimestre, levando a relação dívida líquida/patrimônio líquido ajustado de 19,6% para 16,5%.

Cyrela (CYRE3): vale a pena comprar ações agora?

De forma geral, o 2T26 apresentou uma leitura positiva, com aceleração de receita, recuperação de margens e forte geração de caixa. Inclusive, o caixa da companhia deve ser reforçado com a venda extraordinária de ativos non-core, anunciada na última semana.

Com isso, cresce a possibilidade de uma remuneração adicional aos acionistas, incluindo dividendos. Negociando a um múltiplo P/B de 0,8 vez, as ações de CYRE3 permanecem entre as recomendações da Empiricus.

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Moura Dubeux (MDNE3): Resultados do 2T26 reforçam boa dinâmica financeira da empresa

Nesta quarta-feira (12), a Moura Dubeux (MDNE3) divulgou seus resultados referentes ao 2T26, mantendo uma boa dinâmica financeira. Os números vieram ligeiramente acima das nossas estimativas, especialmente nas linhas finais.

Conforme antecipado na prévia operacional, a companhia lançou seis projetos, totalizando R$ 1,01 bilhão em VGV líquido (%MD), retração de 45,7% frente ao 2T25. No semestre, porém, os lançamentos somaram R$ 2,32 bilhões, crescimento de 2,5% na comparação anual.

Destaques do 2T26 da Moura Dubeux

As vendas e adesões líquidas atingiram R$ 1,02 bilhão, retração de 14,7% na comparação anual e praticamente estabilidade frente ao 1T26. O desempenho continuou sustentado principalmente pelos condomínios, que representaram 64% das vendas brutas na participação da companhia. A VSO trimestral ficou em 20,9%, enquanto o indicador em 12 meses permaneceu em patamar saudável, de 51,1%.

No âmbito financeiro, a receita líquida alcançou R$ 731 milhões, crescimento de 10% frente ao 2T25 e de 16,5% em relação ao trimestre anterior. A margem bruta atingiu 38,6%, expansão de 5,3 p.p. na comparação anual, enquanto a margem bruta ajustada chegou a 40,2%. Segundo a companhia, parte importante dessa evolução veio da maior contribuição do modelo de condomínio e do reconhecimento do fee de comercialização de terrenos dos projetos Casa Macedo, Moura Dubeux Plaza e Salvador 220.

O EBITDA ajustado alcançou R$ 179 milhões, alta de 34,7% frente ao 2T25, com margem de 24,5%, expansão de 4,5 p.p. na comparação anual. Por outro lado, as despesas comerciais e administrativas apresentaram crescimento relevante no período, refletindo, entre outros fatores, maiores gastos com comissões e expansão da estrutura da companhia.

Na última linha, o lucro líquido atingiu R$ 174 milhões, novo recorde trimestral e crescimento de 44,6% frente ao 2T25. Além do avanço operacional, o resultado foi favorecido por um resultado financeiro líquido positivo de R$ 34,7 milhões. A margem líquida alcançou 23,8%, enquanto o ROAE dos últimos 12 meses ficou em 28%.

MDNE3: evolução financeira e qualidade operacional

Em relação à estrutura de capital, a Moura Dubeux encerrou junho dívida líquida de apenas R$ 56 milhões, equivalente a 2,5% do patrimônio líquido. A companhia apresentou geração de caixa de R$ 27 milhões no trimestre, influenciado pela alienação de recebíveis, revertendo o consumo observado no 1T26.

De forma geral, os resultados do 2T26 reforçam a boa evolução financeira da Moura Dubeux, com expansão de margens e novo recorde de lucro. Mantemos uma leitura positiva sobre a qualidade operacional de MDNE3, que negocia a apenas 3,5 vezes os seus lucros projetados para 2027.

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Direcional (DIRR3): Números do 2T26 mantém ritmo de crescimento e consistência operacional da empresa; veja análise

Na última terça-feira (11), a Direcional (DIRR3) divulgou seus resultados referentes ao 2T26, mantendo o bom ritmo de crescimento observado nos últimos trimestres.

Conforme antecipado na prévia operacional, os lançamentos totalizaram R$ 2,1 bilhões em VGV (R$ 1,6 bilhão na participação da companhia), crescimento de 8% frente ao 2T25 e mais que o dobro do volume registrado no trimestre anterior. As vendas líquidas atingiram R$ 1,65 bilhão (R$ 1,37 bilhão na % Companhia), praticamente estáveis na comparação anual e 5% acima do 1T26. A VSO consolidada ficou em 23%, com 24% na Direcional e 21% na Riva.

Na demonstração financeira, a receita líquida atingiu novo recorde de R$ 1,28 bilhão, avanço de 20% frente ao 2T25 e de 10% na comparação trimestral. Considerando também as SPEs não consolidadas, a receita líquida total chegou a R$ 1,60 bilhão, enquanto o indicador acumulado em 12 meses superou R$ 6 bilhões.

Rentabilidade é destaque no 2T26 da Direcional

A rentabilidade permaneceu como um dos principais destaques. A margem bruta ajustada atingiu 42,8%, praticamente estável frente ao 1T26 e 110 bps acima do ano anterior. Olhando para frente, a receita a apropriar alcançou R$ 4,1 bilhões, avanço de 21% em 12 meses, enquanto a margem REF ficou em 43,9%, abaixo dos 44,9% do 2T25, mas ainda em patamar elevado.

As despesas comerciais cresceram 33% na comparação anual, refletindo o maior volume de lançamentos e esforços comerciais, além do impacto dos distratos. Com isso, o Ebitda ajustado alcançou R$ 348 milhões, crescimento de 27% em relação ao 2T25, com margem de 27,2%.

Na última linha, o lucro líquido operacional atingiu R$ 202 milhões, avanço de 10% na comparação anual e praticamente estável frente ao trimestre anterior. O ROE anualizado ficou em 35%, mantendo a companhia entre os melhores níveis de rentabilidade do setor.

A geração de caixa também foi destaque, alcançando R$ 130 milhões no trimestre. Mesmo desconsiderando cessões de recebíveis, operações societárias e efeitos relacionados aos repasses da Caixa Econômica Federal, a geração de caixa operacional foi positiva em R$ 80 milhões. Com isso, a dívida líquida caiu para R$ 492 milhões, levando a relação dívida líquida/PL para 18% no trimestre.

DIRR3: recomendação de compra

De forma geral, os resultados do 2T26 reforçam a consistência operacional da Direcional, com crescimento de receita, manutenção de margens elevadas e melhora projetada para a estrutura de capital.

Em nossa visão, assim como outros players do setor, o papel foi exageradamente pressionado na última janela. Não a toa, a companhia anunciou um novo programa de recompra, com potencial de aquisição de até 32 milhões de ações.

Negociando a um múltiplo P/L de 5,5 vezes para o próximo ano, as ações de DIRR3 seguem em patamar de compra atrativo.

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Petrobras (PETR4) supera expectativas no 2T26 e anuncia R$ 17,4 bilhões em dividendos; hora de investir?

O mercado já esperava que a Petrobras (PETR4) entregasse resultados fortes no 2T26, ajudados pelos preços elevados de petróleo e derivados no período. Ainda assim, a companhia superou as expectativas.

Em Exploração e Produção (E&P), a receita cresceu 42% vs 1T26, para US$ 22,8 bilhões e o ebitda saltou 54%, para US$ 15,9 bilhões, com ganho de 6 p.p. de margem.

Esse resultado foi proporcionado em grande parte pela forte alta do petróleo no período (o brent médio foi US$ 24/barril maior no 2T26), mas também por maior produção e menor custo de extração (lifting cost), que mais do que compensaram maiores gastos com royalties.

No segmento de Refino, a receita cresceu 45%, explicado por maiores preços de derivados e maior volume de exportação. Apesar disso, o ebitda ajustado do segmento caiu 7,4% vs 1T26, para US$ 3,6 bilhões, por conta de um menor ganho com giro de estoques, maiores despesas com vendas e frete, além do aumento nos impostos de exportação.

Ainda assim, os números ficaram acima das estimativas e mostraram avanço 230% na comparação anual.

Em Gás e Energia o ebitda cresceu 25%, para US$ 419 milhões, também impactado positivamente por preços maiores no período.

No consolidado, o ebitda chegou a US$ 18,6 bilhões, alta trimestral de 64%, com ganho de 7 p.p. de margem, e o lucro líquido chegou a US$ 10,4 bilhões, ambos acima das estimativas do mercado.

Vale a pena investir na Petrobras (PETR4) agora?

O grande destaque do trimestre foi o fluxo de caixa livre, que praticamente dobrou frente ao 1T26 e permitiu o anúncio de R$ 17,4 bilhões em dividendos, também acima das expectativas do mercado.

No geral, a Petrobras apresentou resultados fortes, beneficiados pela alta do petróleo, mas também por um ótimo desempenho operacional.

Com perspectivas de um ambiente de preços ainda favorável e de aumento de produção pela frente, seguimos construtivos com a tese de Petrobras. PETR4 segue com recomendação de compra pela Empiricus.

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Cyrela (CYRE3): Venda de ativos em SP pode destravar dividendos extraordinários aos acionistas; entenda

Na última quarta-feira (5), a Cyrela (CYRE3) comunicou a assinatura de memorando de entendimentos não vinculante para a potencial venda de um portfólio de ativos imobiliários por cerca de R$ 2,14 bilhões. A operação inclui quatro galpões logísticos e lajes corporativas do Oscar Freire Corporate em São Paulo.

Como parte dos imóveis pertence a parceiros, a parcela atribuível à Cyrela é estimada entre R$ 1,4 bilhão e R$ 1,5 bilhão. Aproximadamente metade do valor deverá ser recebida em dinheiro e o restante por meio de cotas do TRXF11 e de novos fundos imobiliários (compradores).

As estimativas apontam para um ganho entre R$ 700 milhões e R$ 800 milhões, além de uma melhora relevante na estrutura de capital.

Venda abre espaço para dividendos extraordinários

A entrada dos recursos também abre espaço para dividendos extraordinários, embora parte do montante provavelmente seja preservada para desenvolvimento de projetos, terrenos e investimentos. Os cálculos preliminares indicam um dividend yield adicional de 7%, dependendo da destinação dos valores.

A transação ainda depende de diligências, aprovações e condições precedentes. Mesmo assim, o anúncio é positivo para a tese, ao combinar monetização de ativos non-core, redução da alavancagem e maior flexibilidade para remunerar os acionistas.

Negociando um múltiplo P/B de 0,8 vez, as ações de CYRE3 permanecem entre as recomendações da Empiricus.

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Itaú (ITUB4) reporta números sólidos no 2T26, apesar do ambiente desafiador 

Depois de muitas expectativas (especialmente após o resultado fraquíssimo do Santander), o Itaú (ITUB4) apresentou mais uma rodada de números sólidos referentes ao 2T26, ainda que com alguma desaceleração refletindo o ambiente macro mais adverso.

A carteira de crédito total expandiu cerca de 10%, com destaque para pequenas, médias e grandes empresas, e crédito imobiliário para pessoas físicas. A margem financeira com clientes expandiu 5,1% na comparação anual, para R$ 32,5 bilhões.

Apesar do ritmo de crescimento ser mais modesto do que o observado até o fim de 2025, está em linha com o piso da faixa do guidance e com o discurso de maior disciplina do banco neste ano.

Por outro lado, depois de dois trimestres relativamente fracos, a margem financeira com o mercado (tesouraria) voltou a superar a faixa dos R$ 900 milhões, com alta de 8,6% vs 2T25 e 13,6% na comparação com o 1T26.

No período, as receitas com seguros mostraram bom crescimento anual de +8,4%. Mas o grande destaque negativo foi a receita de serviços, que cresceu apenas 2,3%, para R$ 11 bilhões, evidenciando um ambiente mais difícil para repasse de preço de tarifas e, provavelmente, maior competição.

Diante deste cenário, o Itaú aproveitou para revisar para baixo o guidance da linha de receitas com serviços e seguros de 7% de crescimento anual para 3,5%, considerando o ponto médio da faixa.

Com relação às provisões, o grande receio do mercado com o setor financeiro neste trimestre, o Itaú mais uma vez mostrou solidez, com aumento do custo do crédito de 7,4% vs o 2T25 (+1,9% vs 1T26) e manutenção do patamar de custo do crédito sobre a carteira em 2,7%, estável desde o junho do ano passado.

Por sua vez, os índices de inadimplência (15 a 90 dias e acima de 90 dias) mostraram piora de apenas 0,1 p.p.

Itaú tem lucro de R$ 12,4 bi e ROE de 24,3% no 2T26

No período o Itaú mostrou aumento controlado nas despesas operacionais, que cresceram 3,1% (+3,9% na comparação com o primeiro semestre de 2026), com melhora de 0,6p.p. no índice de eficiência na comparação com o 2T25.

Com isso, o banco apresentou lucro operacional de R$ 17,8 bilhões e lucro líquido de R$ 12,4 bilhões, altas anuais de 5% e 7,8% respectivamente, com ROE consolidado de 24,3%, patamar elevado e que mostrou aumento de 1p.p. em relação ao 2T25.

ITUB4: recomendação de compra

Apesar de um ritmo de expansão mais fraco na comparação com os anos anteriores, os números ficaram praticamente em linha com as expectativas e reforçam que o banco está preparado para continuar entregando resultados sólidos, mesmo em um ambiente desafiador. O Itaú segue entre as nossas recomendações.

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Gerdau (GGBR4): 2T26 traz números robustos e retomada nas operações brasileiras; hora de comprar ações?

A Gerdau (GGBR4) reportou um resultado robusto referente ao 2º trimestre de 2026 (2T26), com manutenção de rentabilidade elevada na América do Norte e sinais de retomada da divisão brasileira, que voltou a mostrar margem operacional de duplo dígito.

Como era esperado, a operação no Brasil mostrou uma recuperação apoiada na retração de 30% no volume de importação, melhores preços e mix de vendas.

Na comparação com o 1T26, o volume de aço vendido da companhia cresceu +2,1%, e a receita líquida aumentou +6,6%. As vendas de produtos de maior valor agregado compensaram a pressão de custos, e o Ebitda totalizou R$ 705 milhões (+22% vs 1T26), com ganho de 1,3 ponto percentual (p.p.) de margem.

Resultados da Gerdau (GGBR4) na América do Norte

A divisão América do Norte continuou mostrando bons números com crescimento de volume, manutenção das tarifas de proteção à indústria local e aumento do preço realizado.

Assim, o volume de aço vendido ficou estável na comparação anual – em meio ao ajuste tarifário que favoreceu os produtores locais –, apesar de ter recuado -1,3% vs 1T26. A receita atingiu R$ 10,1 bilhões (+10,8% vs 2T25 e +8,3% vs 1T26).

Mesmo com impactos de custos, a expansão do top-line e câmbio favorável contribuíram para um aumento de +15,4% do Ebitda, para R$ 2,6 bilhões, com ganho de +1,6 p.p. de margem, para 25,7%.

Como foi o desempenho na América do Sul?

A América do Sul mostrou retração no volume de aço vendido de -7,8% vs 1T26, impactado pela antecipação de vendas no Peru no último trimestre. Com isso, a receita líquida somou R$ 1,3 bilhões (-8,4% vs 1T26).

Porém, o efeito cambial favorável, maior utilização da capacidade e eficiência operacional ajudaram o Ebitda a somar R$ 205 milhões, com margem de 16% (+10,4% e +2,7 p.p. respectivamente vs 1T26).

Números consolidados impulsionam Ebitda

No consolidado, a receita líquida apresentou uma alta de +6,9% na comparação anual, para R$ 17,9 bilhões, com aumento de vendas e preços das principais regiões.

A manutenção do forte desempenho da América do Norte e recuperação do Brasil ajudaram o Ebitda a atingir R$ 3,4 bilhões, com margem de 19,2% (+15,9% e +1,5 p.p. respectivamente, na comparação trimestral).

Junto com a melhora na linha financeira, o lucro líquido foi de R$ 1,5 bilhão (+44,7% vs 1T26), com ganho de 2,1 p.p. na margem líquida, para 8,2%. A alavancagem permaneceu em um patamar bastante confortável de 0,69x dívida líquida/ebitda vs 0,74x no 1T26.

Apesar de ter melhorado o ciclo financeiro, para 80 dias, o aumento do estoque e fornecedores pressionaram o capital de giro, que saiu de R$ 286 milhões no 2T25 para R$ 933 milhões. Ainda assim, a expansão do ebitda ajudou o fluxo de caixa livre a atingir R$ 237 milhões, frente um consumo de R$ 772 milhões no 2T25.

Gerdau (GGBR4): Vale a pena comprar ações?

Para finalizar, a companhia anunciou que chegou a 31% do programa de recompra de ações e também divulgou a distribuição de R$ 451,3 milhões em dividendos, o que corresponde a R$ 0,23 por ação, yield de 0,9%, e será pago em 11 de setembro.

Depois de alguns trimestres com elevada importação chinesa, algumas medidas de proteção à indústria brasileira começaram a surtir efeito.

Além disso, a companhia segue entregando projetos de eficiência operacional e margens robustas na operação na América do Norte. Por 4,7x EV/Ebitda esperados para o ano, as ações seguem na carteira.

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Sai Cyrela (CYRE3), entra Direcional (DIRR3): Com eleições no radar, Empiricus atualiza carteira de ações para buscar dividendos

O ambiente econômico brasileiro, que já convive com pressão inflacionária e juros elevados por mais tempo que o previsto, ganhou mais um fator que influencia nas percepções de risco: as eleições presidenciais, marcadas para o início de outubro.

Esse contexto pode fazer com que investidores precisem de um apoio a mais na hora de tomar suas decisões. E se você é um dos que desejam buscar lucros e dividendos na sua conta independentemente do cenário, a Empiricus pode ajudar: a casa trouxe atualizações na sua carteira de dividendos, com foco nas melhores oportunidades do momento.

De olho no desempenho das incorporadoras da bolsa, a casa propôs a saída da Cyrela (CYRE3) em favor da Direcional (DIRR3) entre as 8 ações selecionadas na carteira.

Empiricus Dividendos: Por que a Direcional (DIRR3) entrou no lugar da Cyrela (CYRE3)?

As incorporadoras vêm marcando forte presença no radar do mercado e das casas de análise nos últimos meses. Isso porque, em ambiente de juros elevados e pressão inflacionária, o setor está logo na “linha de frente” dos impactos.

No acumulado de julho, nomes como Direcional (DIRR3) e Cury (CURY3) estiveram entre as maiores quedas do Ibovespa, reforçando a sensibilidade do setor ao ambiente desfavorável. A principal explicação para isso é que juros mais altos por mais tempo impactam diretamente no volume de financiamentos de imóveis em todo o país.

Segundo os analistas da Empiricus, a Cyrela (CYRE3), que estava na carteira recomendada até então, também foi um dos destaques negativos do mês, justamente por conta do cenário macro incerto e os receios do mercado com o segmento de construção civil.

Em outras ocasiões, os analistas reiteraram que a tese estrutural de Cyrela passa, principalmente, por um ambiente de juros mais baixos.

“Apesar disso, seguimos construtivos com o setor”, afirmam. Por isso, mês após mês, os analistas não deixam de manter uma ação que represente as incorporadoras na carteira – apenas propondo a troca por outro nome que esteja em um ponto interessante de entrada.

Dessa vez, a escolhida foi a Direcional (DIRR3). Dentre os principais motivos, estão:

  • Forte presença no programa Minha Casa, Minha Vida, que segue em boa fase mesmo com a Selic alta, por conta dos juros subsidiados;
  • Bom crescimento, rentabilidade e qualidade operacional (que também passam pela exposição ao MCMV);
  • Queda de 20% nas ações em julho, o que, na visão dos analistas, abre oportunidade de compra, e
  • Claro, o alto potencial quando o assunto é pagamento de dividendos.

E o que esperar do cenário macro daqui para a frente?

A corrida eleitoral chegou para, oficialmente, “fazer preço” no mercado. Seus possíveis desfechos podem exercer influência direta nas estratégias de um portfólio exposto aos ativos locais.  

A vitória de um candidato considerado pró-mercado, e comprometido com um ajuste fiscal, pode trazer otimismo em torno dos ativos de risco. O contrário também é verdadeiro, e é o que parece estar no radar do mercado, considerando as últimas pesquisas de intenção de voto.

Porém, para a Empiricus, até mesmo o mais desfavorável dos cenários pode abrir oportunidades de compra – considerando ativos resilientes e de qualidade.

“Com o mercado parecendo precificar algo perto do pior cenário, vemos alguma assimetria positiva a depender do desfecho. Seja como for, apesar de alguns possíveis ventos favoráveis e um valuation atrativo, seguimos sugerindo alocação seletiva em empresas descontadas, geradoras de caixa e que sejam capazes de atravessar até mesmo o pior dos cenários.”

Independentemente do que aconteça, a carteira Empiricus Dividendos está preparada para enfrentar qualquer cenário. Em 2026 até aqui, a carteira já acumula retorno de 17,7%, contra 10,5% do Ibovespa – além de um dividend yield de 6%.  

Ou seja, apesar de ser uma carteira voltada para proventos, a ideia dos analistas é capturar ganhos também com a valorização dos papéis – e o desempenho no ano frente ao Ibovespa mostra bem isso.

Acesso liberado: conheça a carteira Empiricus Dividendos gratuitamente

Você está convidado a conferir o relatório completo da carteira Empiricus Dividendos, de forma 100% gratuita.

Além da troca de Cyrela por Direcional, a seleção de agosto traz 7 outros nomes brasileiros para quem quer dividendos. São empresas que compartilham características como:

  • Previsibilidade de resultados;
  • Boa margem de segurança (em níveis de valuation e carrego);
  • Histórico de distribuição de proventos sustentáveis.

O relatório está disponível na Área Logada da Empiricus. Para acessá-lo, basta fazer um cadastro rápido clicando no link abaixo:

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Direcional (DIRR3): consistência é destaque em prévia operacional do 2T26; ações valem a pena agora?

Na noite da quarta-feira (8), a Direcional (DIRR3) divulgou a prévia operacional do 2º trimestre de 2026 (2T26), mantendo a consistência observada nos últimos trimestres. Os números vieram próximos das nossas projeções, com destaque para a geração de caixa e para a manutenção de uma VSO saudável, apesar de um trimestre marcado por fatores pontuais que impactaram a conversão de vendas. 

No período, a Direcional lançou R$ 2,1 bilhões em Valor Geral de Vendas (VGV), sendo R$ 1,6 bilhão na participação da companhia, avanço de 8% em relação ao 2T25 e mais que o dobro do registrado no 1T26. O mix permaneceu concentrado na marca Direcional (62%), enquanto a Riva respondeu por 38% dos lançamentos.

Vale destacar também a contribuição dos dois primeiros projetos desenvolvidos em parceria com a Moura Dubeux (MDNE3), localizados em Fortaleza e Natal, reforçando o avanço da estratégia de expansão no Nordeste. 

As vendas líquidas totalizaram R$ 1,7 bilhão no trimestre (R$ 1,4 bilhão na % Companhia), praticamente estáveis em relação ao 2T25 (-1%) e 5% superiores ao 1T26. Apesar de ligeiramente abaixo das estimativas do mercado, o desempenho permaneceu sólido diante do maior volume de distratos observado em algumas praças e da desaceleração das conversões nas últimas semanas do trimestre, coincidindo com o período da Copa do Mundo, segundo a administração.

A velocidade de vendas (VSO) encerrou o trimestre em 23%, com 24% na Direcional e 21% na Riva, patamar ainda elevado para o setor. 

Na frente financeira, a companhia reportou geração de caixa contábil de R$ 130 milhões. Desconsiderando os efeitos extraordinários relacionados à cessão de recebíveis, às operações societárias e às alterações operacionais da Caixa Econômica Federal nos repasses, a geração de caixa operacional foi de R$ 80 milhões. 

Direcional (DIRR3): vale a pena comprar ações pós-resultados do 2T26?

De forma geral, seguimos vendo a Direcional (DIRR3) bem-posicionada para capturar a demanda do segmento econômico, sustentada por disciplina operacional, crescimento consistente e fundamentos sólidos. 

As ações das incorporadoras registraram queda relevante nos últimos pregões, interrompendo o forte desempenho relativo observado nos dois meses anteriores. Nossa leitura é que o movimento recente reflete, em grande parte, uma combinação de realização de lucros após a forte valorização recente e de prévias operacionais com leitura mais mista, mais do que uma mudança estrutural na tese das incorporadoras voltadas ao segmento econômico. 

O ambiente segue exigindo seletividade, especialmente diante de múltiplos que já haviam se expandido em algumas companhias. Nesse contexto, seguimos vendo a Direcional (DIRR3) como uma das alternativas mais interessantes do setor. Negociando próxima de 6 vezes o lucro estimado para 2027, DIRR3 permanece entre as principais recomendações da Empiricus

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Em tempos de inflação, 5 ações podem se sair ‘vencedoras’, segundo analistas da Empiricus; entenda o porquê

O ano de 2026 já passou da metade, e o mercado segue operando sob tons de incerteza – especialmente quando o assunto é ações e demais ativos de risco. O conflito no Oriente Médio segue sem previsão de encerramento, e a normalização do fluxo no Estreito de Ormuz ainda é posta sob dúvidas. Ambos os fatores devem reverberar na economia global por tempo indeterminado.

A disrupção na cadeia global de suprimentos (devido ao conflito) deu maior protagonismo à inflação, que voltou a ocupar papel central na alocação dos investidores – especialmente os brasileiros, segundo analistas da Empiricus Research.

“A inflação voltou a ser uma variável estrutural, e não apenas cíclica, na construção de portfólios”, afirmam os analistas em relatório publicado na última segunda-feira (6). “[O Brasil] historicamente amplifica movimentos globais de juros, câmbio, commodities e apetite por risco”.

Voltando-se para o Brasil, mesmo com leituras mais recentes da inflação indicando um leve alívio (como o IPCA-15 de junho, que veio levemente abaixo das expectativas do mercado), os analistas comentam que, somado aos fatores externos, um agravante doméstico entra na equação: a fragilidade fiscal, sem previsão para ser endereçada pelo governo.

Narrativas mais otimistas para com a bolsa brasileira deram lugar a um sentimento de aversão ao risco. Após um período de rali no mês de abril, o Ibovespa devolveu ganhos e, até a quarta-feira (8), negociava na casa dos 170 mil pontos, sem tendência clara de alta ou de baixa, mesmo com desempenho positivo no acumulado de 2026.

Porém, em um cenário em que tudo pode até parecer “jogar contra” os ativos de riscos brasileiros, os analistas indicam que os preços descontados na bolsa abrem uma oportunidade, justamente, para investir e buscar lucros. Mas não de forma generalista: é preciso disciplina.

“Esse quadro não elimina oportunidades na bolsa. Pelo contrário, pode criá-las. Mas exige uma seleção mais criteriosa”, afirmam. “Em ambientes mais difíceis, a bolsa deixa de ser um bloco homogêneo.”

O modus operandi de investidores em tempo de inflação: o que fazer no mercado de ações?

“Em um cenário de inflação relevante, juros altos e maior volatilidade, a exposição genérica à bolsa deixa de ser suficiente.”

Enquanto alguns investidores pessoa física optam por um posicionamento mais conservador, abstendo-se totalmente da bolsa em prol de títulos de renda fixa, ou defensivo, mirando em ativos de proteção, como o ouro, a Empiricus indica essa pode ser uma boa chance de investir em um seleto grupo de ações de qualidade por preços mais baixos.

“A oportunidade aparece quando empresas de qualidade passam a negociar com desconto, mas seguem preservando os atributos que sustentam a tese: geração de caixa, dividendos, previsibilidade, balanço sólido e capacidade de repasse de preços.”

5 ações ‘vencedoras’ para tempos de inflação: três representam o mesmo setor

Nem todo investidor está apto a fazer um stock picking por conta própria, sabendo exatamente em quais ações investir. Por isso que, nesses momentos, faz-se ainda mais relevante acompanhar as indicações de analistas especializados.

No relatório, os analistas apontam 5 ideias de investimento em ações que, em sua visão, são as mais promissoras para investidores em busca de um portfólio resiliente em tempos de inflação:

  • Itaú (ITUB4);
  • Axia Energia (AXIA6);
  • Copel (CPLE3);
  • Compass (PASS3);
  • Cury (CURY3).

Tratando-se de Itaú (ITUB4), os analistas destacam a “elevada capacidade de gestão de risco ao longo dos ciclos”, além da alta recorrência de resultados e dividendos. Para Cury (CURY3),a incorporadora tem se beneficiado, atualmente, do forte momentum do programa Minha Casa, Minha Vida, apresentando forte crescimento e geração de caixa, além de bons dividendos.

Porém, chama atenção o fato de o restante das ações escolhidas representarem um mesmo setor da economia: o de serviços básicos. No caso, papéis ligados serviços indispensáveis do cotidiano, como energia elétrica, saneamento ou gás.

Axia Energia (AXIA6)

Para os analistas, a Axia (AXIA6), antiga Eletrobras, se diferencia pela relevância de seu portfólio de ativos, além de seu “profundo processo de transformação pós-privatização”.

“A empresa vem se destacando pela estratégia de manter boa parte da capacidade de geração descontratada, o que tem garantido boa captura de receita em um ambiente de preços elevados de energia. Além disso, negocia por múltiplos atrativos em comparação ao restante do setor.”

Copel (CPLE3)

Outra representante do ramo de energia elétrica, a Copel (CPLE3) “apresenta forte presença em distribuição, com uma agenda de transformação pós-privatização, potencial de captura de ganhos de eficiência e evolução de governança. Além disso, negocia em níveis atrativos frente ao potencial de geração de valor, e ainda distribui bons dividendos.”

Compass (PASS3)

Segundo analistas, a Compass (PASS3), parte do grupo Cosan, já se destaca por um perfil defensivo, de crescimento consistente e valuation atrativo em seu setor. Além disso, “combina ativos regulados de distribuição, com geração de caixa previsível e proteção inflacionária, e uma plataforma integrada de gás que amplia oportunidades via comercialização e infraestrutura”.

Por que o setor de serviços básicos se destaca, afinal?

Isabelle Oliveira, uma das analistas responsáveis pelo relatório, destaca que “o diferencial das teses ligadas a serviços básicos é a capacidade de retorno real do setor mesmo em períodos macroeconômicos conturbados”, por conta de três fatores:

  • Reajustes de receita atrelados à inflação;
  • Alto poder de repasse aos acionistas;
  • Elevada previsibilidade de caixa.

“Neste cenário de incertezas globais, inflação elevada e juros altos, que atrapalham o consumo e atividade econômica, essas teses voltam a ganhar atratividade relativa, frente a outras mais cíclicas.”

Gratuito por 30 dias: conheça as principais recomendações de investimento do momento na Empiricus+

Apesar desse relatório em especial dar destaque a 5 ações, vale ressaltar que a diversificação segue sendo um dos principais pilares para quem deseja criar um portfólio de ações de forma a mitigar riscos.

Portanto, somadas a essas indicações, você pode conhecer diversas outras para complementar sua estratégia e buscar lucros em 2026 – com ajuda da Empiricus+.

A Empiricus+ é a plataforma “streaming” da casa: em um só lugar, você pode ter acesso a dezenas de recomendações de investimento, séries especiais e, também, relatórios como o citado neste texto.

Uma condição especial está liberada por tempo limitado: você pode testar a plataforma por 30 dias gratuitamente, sem realizar nenhum compromisso financeiro inicial.

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Prévia operacional do 2T26 pesa sobre incorporadoras, mas abre janela para ações da Direcional (DIRR3)

As ações das incorporadoras registraram queda relevante nos últimos pregões, interrompendo um movimento de forte desempenho relativo observado nos últimos dois meses.

Desde abril, o setor vinha superando o mercado com alguma folga, especialmente entre as companhias mais expostas ao segmento econômico, beneficiadas por uma combinação de resultados sólidos, boa percepção sobre demanda, geração de caixa e expectativa de continuidade de dividendos.

No entanto, o início da temporada de prévias operacionais do 2T26 trouxe uma leitura mais mista para o setor. Ainda que os números não indiquem uma deterioração estrutural da demanda, alguns pontos específicos ficaram abaixo das expectativas de mercado e serviram como gatilho para uma realização de lucros mais intensa, em um pregão mais desafiador no ambiente macro.

Tenda, Cury, Moura Dubeux: como foram as incorporadoras na prévia do 2T26?

Entre os destaques, a Tenda (TEND3)apresentou distratos acima do esperado, impactados por um efeito pontual relacionado a um empreendimento com licença ambiental em discussão. Além disso, a companhia reportou recuo na VSO, reflexo da estratégia de reprecificação dos imóveis ao longo do trimestre, com foco na preservação de margens em um ambiente de maior pressão de custos. Apesar disso, os números gerais foram saudáveis, o que sugere manutenção da disciplina comercial e capacidade de repasse.

Na Cury (CURY3), a prévia também veio marginalmente abaixo das expectativas, com desaceleração da VSO em relação ao mesmo período do ano anterior. Ainda assim, a geração de caixa permaneceu robusta, reforçando a tese de boa capacidade de distribuição de dividendos.

No caso da Moura Dubeux (MDNE3), além da conjuntura setorial mais desafiadora, a menor participação de projetos de incorporação — voltados ao segmento econômico — e o consumo de caixa, desconsiderando a alienação de recebíveis, podem ter contribuído para uma leitura mais cautelosa da prévia pelo mercado.

Além dos fatores operacionais, discussões envolvendo funding também aumentaram a percepção de risco para o setor. A eventual utilização de recursos do FGTS para finalidades não imobiliárias e as contestações envolvendo títulos privados isentos, que também funcionam como fonte relevante de financiamento para o mercado imobiliário, adicionam incerteza ao custo futuro do crédito. Qualquer mudança regulatória nesse sentido poderia encarecer o financiamento imobiliário e reduzir a atratividade marginal do setor.

Reação exagerada oferece oportunidade de entrada

Nossa leitura é que o movimento recente reflete, em grande parte, uma combinação de realização de lucros após forte valorização relativa e prévias operacionais com sentimento misto, mais do que uma mudança estrutural na tese das incorporadoras econômicas. O ambiente segue exigindo seletividade, especialmente diante de múltiplos que já haviam se expandido em algumas companhias.

Nesse contexto, seguimos vendo Direcional (DIRR3) como uma das alternativas mais interessantes do setor. A companhia ainda não divulgou sua prévia operacional do 2T26, mas já negocia em um múltiplo historicamente mais favorável para entrada, após a correção recente.

Em nossa visão, a combinação de execução operacional consistente, exposição ao segmento econômico, geração de caixa e valuation mais atrativo reforça uma assimetria positiva para o papel. Desta forma, as ações de DIRR3 permanecem entre as recomendações da Empiricus.

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Moura Dubeux (MDNE3) prevê ritmo de vendas saudável em trimestre de base comparativa exigente; veja o que esperar do 2T26 da companhia

Nesta segunda-feira (6), a Moura Dubeux (MDNE3) divulgou a prévia operacional do 2T26, mantendo indicadores operacionais saudáveis. Os números vieram próximos das expectativas, com destaque para o ritmo de vendas e a geração de caixa.

No período, a companhia lançou seis projetos, totalizando R$ 1,0 bilhão em VGV líquido (%MD), retração de 45,7% na comparação anual.

Resultados da Moura Dubeux satisfazem mesmo em menor volume

Apesar da menor atividade, a absorção permaneceu satisfatória, com VSO trimestral de lançamentos de 51,5%, evidenciando a boa receptividade dos empreendimentos apresentados ao mercado. Vale citar que parte dos empreendimentos foi lançada no final do trimestre; portanto, o indicador ainda reflete um período de vendas curto.

No total, as vendas líquidas da Moura Dubeux atingiram R$ 1,02 bilhão (%MD) no trimestre, praticamente estáveis em relação ao trimestre anterior (-1,8%) e 14,9% inferiores ao 2T25. O desempenho foi sustentado principalmente pelo segmento de condomínios, que respondeu por cerca de dois terços do volume comercializado, enquanto o indicador de VSO consolidado encerrou o período em 20,9% no trimestre e 51,1% na janela de doze meses, permanecendo em patamar resiliente.

Na parte financeira, a companhia destacou a geração de caixa positiva de R$ 28 milhões, revertendo o consumo de R$ 122 milhões registrado no 1T26. O resultado foi favorecido pela antecipação de aproximadamente R$ 153 milhões em recebíveis relacionados a taxas de comercialização de terrenos, operação inédita para a companhia e que, segundo a administração, envolve ativos já performados, de curta duração e baixo risco de inadimplência. Ainda que se trate de um efeito não recorrente, a transação contribuiu para reduzir a pressão sobre o fluxo de caixa em um momento de forte expansão operacional.

De forma geral, a prévia do 2T26 reforçou o bom momento da Moura Dubeux, especialmente no segmento de condomínios, que segue apresentando boa performance no Nordeste. Embora o menor volume de lançamentos tenha levado a uma desaceleração natural na comparação anual, os indicadores de vendas continuam sólidos, e a geração de caixa representa um sinal positivo. Negociando próximo de 4 vezes o lucro estimado para 2027, a ação MDNE3 permanece entre as recomendações da Empiricus.

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Quem investiu em Itaú (ITUB4) pôde lucrar até 500% em 10 anos seguindo uma estratégia específica; veja qual

Quando falamos de dividendos, o potencial deles pode estar menos no pagamento e mais na forma como eles são usados. Para o analista da Empiricus, Ruy Hungria, reinvestir proventos é uma das estratégias mais eficientes para quem busca construir patrimônio no longo prazo.

Assim, ao invés de sacar os dividendos, o investidor aplica o valor para comprar novas ações da mesma empresa. Com maior participação na companhia, ele amplia o seu potencial e passa a receber dividendos ainda maiores nas próximas distribuições.

“Obviamente, isso não vai fazer uma grande diferença em um ou dois meses. No entanto, em uma janela mais longa a vantagem pode ser brutal”, afirma o analista.

Para apresentar sua tese, ele usa uma comparação dos retornos de quem tinha ações do Itaú (ITUB4) e optou por reinvestir os dividendos nos papéis do banco ao longo dos últimos 10 anos.

Valorização das ações ITUB4 sem reinvestimento indicado na linha azul mais clara; valorização de ITUB4 junto com os dividendos reinvestidos gradualmente indicado na linha azul mais escura.

Como mostra o gráfico, quem optou por não reinvestir teve um lucro da ordem de 300% em uma década, enquanto quem reinvestiu os dividendos obteve um retorno de cerca de 500% no período.

Nesse ritmo, uma pessoa que investiu R$ 10 mil em ITUB4 em janeiro de 2016 poderia transformar o valor em R$ 40 mil somando a valorização e os dividendos do papel. Já quem reinvestiu todos os dividendos recebidos ao longo desse período poderia ter chegado ao final desse período com cerca de R$ 60 mil.

Essa diferença está no efeito dos juros compostos ao longo prazo. Ao reinvestir dividendos, o investidor que aumenta a sua quantidade de ações e passa a receber proventos sobre uma base gradualmente maior.

ITUB4 e mais: quais empresas investir para dividendos?

No caso apresentado por Ruy Hungria, as ações ITUB4 foram apenas um exemplo. Mas, na verdade, o analista ressalta que a estratégia de reinvestimento só deve ser aplicada em teses com boas perspectivas de retorno.

“No caso de Itaú, a estratégia funcionou muito bem porque o banco apresentou bons resultados ao longo dos anos e suas ações continuaram se valorizando. Reinvestir neste caso é o que chamamos de colocar ‘dinheiro bom atrás de dinheiro bom’”, explica.

Entretanto, caso Itaú fosse uma “empresa ruim”, com resultados decepcionantes, o analista alerta que o reinvestimento poderia resultar em perdas adicionais.

Por isso, na hora de essa estratégia, Hungria recomenda seguir uma carteira de ações de boas empresas, que crescem e, além disso, pagam bons dividendos, como ITUB4.

É por isso que a companhia faz parte da Carteira Mensal de Dividendos, que ainda conta com outras sete ações com esse mesmo perfil e que já se valoriza 16,7% neste ano, contra 6,8% do Ibovespa – uma valorização equivalente a 245% do índice.

Desde a sua criação, em novembro de 2023, a carteira já desponta uma valorização de 76,9%, enquanto o índice da bolsa valorizou 52,2%.

Veja como investir na Carteira de dividendos da Empiricus

Conforme conta Hungria, na montagem de um portfólio focado em dividendos, o objetivo é selecionar empresas que possuem:

  • Capacidade de geração de caixa livre (GCL) comprovada;
  • Distribuição de proventos sustentáveis;
  • Dividendos que proporcionam aos seus acionistas o benefício dos juros compostos (compounding).

Por isso, nas recomendações da casa, a preferência está em negócios resilientes, com vantagens competitivas, em setores de fortes tendências, previsibilidade de resultados e boa margem de segurança.

Para manter sua estratégia fortalecida, todos os meses, a equipe de analistas da Empiricus disponibiliza um relatório recomendando os ativos com o maior potencial para essa estratégia.

O portfólio completo pode ser encontrado na íntegra na plataforma do BTG Content, e junto a ele o investidor também confere uma forma muito prática para investir nos ativos. Para isso:

  • Acesse o BTG Content nos links deste texto (teste gratuito por 30 dias, caso não tenha cadastro);
  • Conheça os ativos e as teses da carteira de dividendos;
  • Clique em “Investir” para aportar de forma automatizada na carteira mensal.

Na prática, isso significa que, além de poder conferir os ativos recomendados e comprar manualmente, o investidor tem como aplicar em todo o portfólio com poucos cliques de maneira automatizada.

Ao optar por essa modalidade, toda recomendação de compra ou venda de ativos é feita sem que o investidor precise fazer nada. Além disso, a própria plataforma faz o rebalanceamento.

Para começar, clique no botão abaixo e veja como acessar a carteira de dividendos automatizada da Empiricus:

QUERO CONHECER A CARTEIRA DE DIVIDENDOS DA EMPIRICUS

DISCLAIMER: Este material não tem relação com objetivos específicos de investimentos, situação financeira ou necessidade particular de qualquer destinatário específico, não devendo servir como única fonte de informações no processo decisório do investidor que, antes de decidir, deverá realizar, preferencialmente com a ajuda de um profissional devidamente qualificado, uma avaliação minuciosa do produto e respectivos riscos face a seus objetivos pessoais e à sua tolerância a risco (Suitability).

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Quer construir uma carteira de renda extra no longo prazo? Conheça as 12 recomendações da Empiricus

Para o investidor que almeja montar um portfólio de renda extra com estratégias de longo prazo, é preciso não olhar só para o futuro, mas estar atualizado com os eventos relevantes no tempo presente.

É justamente com essa premissa que a Empiricus atualiza mensalmente sua carteira de renda extra. Segundo Matheus Spiess, analista de macroeconomia da casa, “na construção do portfólio, a prioridade é previsibilidade, qualidade e potencial de retorno, combinando análise fundamentalista com leitura tática para otimizar pontos de entrada e ajustes”.

Por isso, o analista mantém o olhar atento ao macro e ressalta alguns eventos de junho que podem continuar ressoando nos investimentos de julho em diante. Confira:

Petróleo, inflação e IA: o que foi manchete em junho

O acordo entre Estados Unidos e Irã trouxe alívio aos mercados, contribuindo para a queda do preço do petróleo e para a redução das expectativas de inflação em diferentes economias. Ainda assim, o último mês evidenciou que o ambiente internacional segue sensível aos desdobramentos geopolíticos.

Conforme relembra Spiess, junho começou com a sensação de que o mercado global ainda conseguia conviver com duas forças contraditórias: o entusiasmo estrutural com inteligência artificial (IA) e a persistência de riscos geopolíticos relevantes no Oriente Médio.

“Na prática, essa convivência ficou mais difícil ao longo do mês. O petróleo deixou de ser apenas uma variável de commodity e voltou a funcionar como canal de transmissão para inflação, juros e apetite por risco”, comenta.

O que o cenário brasileiro indica para o investidor em busca de renda extra?

Já no Brasil, o cenário econômico está mais concentrado em dados, segundo Spiess. A inflação corrente, expectativas, câmbio, e mercado de trabalho podem ajudar a determinar um eventual novo corte da Selic após o último, de 0,25 ponto percentual.

Atualmente, a taxa básica de juros reside em 14,25% ao ano, e o tom permanece de cautela. “A queda de juros não deve ser tratada como destino garantido, ela ainda depende de um conjunto de confirmações”, afirma o analista.

Além disso, a política fiscal segue como o maior ponto de risco, com o deterioramento das contas públicas e a possibilidade de um agravamento ante a disputa eleitoral.  

Diante de todo esse contexto, em junho, a Bolsa brasileira andou de lado, com o Ibovespa abrindo e fechando o mês na casa dos 170 mil pontos.  

Mesmo com todos esses fatores, o analista acredita que renda continua sendo uma das teses mais relevantes do mercado brasileiro, “não porque o cenário ficou fácil, mas justamente porque permanece exigente. Quando a incerteza é alta, o prêmio aparece.”

Nesse contexto, para os investidores que chegam a julho tentando entender onde estão as oportunidades para buscar renda extra , Matheus Spiess aponta 12 possibilidades de renda passiva. 

Onde investir em julho com foco em renda extra?

Para uma carteira focada em renda, a mudança de regime em torno da Selic é importante, pois o debate muda de foco: “Ao invés de pensar ‘quando os juros caem?’, passa a ser ‘que tipo de prêmio o investidor deve receber para carregar risco em um mundo de inflação mais resistente?’”, afirma.

Segundo Spiess, “a leitura para uma carteira de renda é construtiva, mas seletiva”, e não se trata de abandonar duration, crédito, FIIs ou dividendos.

“É preciso organizar a carteira em camadas: uma base líquida e pós-fixada bem remunerada, uma parcela de inflação com carrego real, uma exposição gradual a prefixados e duration, crédito privado de alta qualidade e ativos de renda variável apenas quando a geração de caixa justificar o risco assumido”, detalha.

Em sua carteira de renda extra, o analista busca unir ativos que historicamente demonstram capacidade consistente de pagar bons proventos com oportunidades que também possam se valorizar ao longo do tempo.

“Não buscamos apenas ‘renda alta’, mas sim qualidade, sustentabilidade e equilíbrio. O investidor passa a ter uma carteira pensada para gerar fluxo mensal passivo, ao mesmo tempo em que participa do crescimento de empresas e setores estratégicos da economia”, afirma Spiess.

O portfólio de renda extra da Empiricus em julho é composto de 12 ativos, diversificados em diferentes classes. Um desses ativos, inclusive, é uma ação conhecida do mercado:de uma companhia do setor imobiliário.

Segundo Spiess, a posição na empresa tem maior potencial de ganho de capital, visto que tende a se beneficiar de juros menores, melhora das condições de financiamento imobiliário e recuperação gradual do apetite por ativos domésticos de maior duration.

Confira a carteira completa de renda extra da Empiricus

A boa notícia é que, se você quer descobrir qual é essa ação, além dos outros 11 ativos recomendados pela Empiricus Research para compor um portfólio de renda extra, não é preciso pagar R$ 1 sequer.

A carteira recomendada está disponível na área logada da Empiricus. O cadastro é gratuito e, ao acessar, você pode conhecer todos os ativos recomendados e saber o quanto investir em cada um para buscar os melhores resultados.

Clique no botão abaixo e veja a carteira de renda extra de julho da Empiricus:

CONFIRA A CARTEIRA DE RENDA EXTRA DE JULHO

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Lula ou Flávio, Selic e El Niño: Como preparar sua carteira para o restante de 2026?

As eleições presidenciais de 2026 já estão no radar do mercado. A última pesquisa divulgada pela AtlasIntel em parceria com a Bloomberg, nesta quarta-feira (1º), apontou que o atual presidente Lula (PT) lidera os dois cenários contra Flávio Bolsonaro (PL), chegando a mais de 10 pontos percentuais (p.p.) de diferença no 1º turno.

Enquanto novas pesquisas de intenções de voto para presidente da República ainda circulam, outro ponto que atrai a atenção do mercado é o patamar elevado das taxas de juros.

“O Caged de maio apontou uma desaceleração gradual de empregos. O dado soma-se ao IPCA-15 mais benigno, à PNAD Contínua e à comunicação mais clara de Gabriel Galípolo após o Relatório de Política Monetária, fortalecendo as apostas em um novo corte de 0,25 p.p. da Selic em agosto”, comenta Matheus Spiess, analista de macroeconomia da Empiricus Research.

Além disso, investidores também acompanham a possibilidade de um novo episódio de El Niño de forte intensidade. O fenômeno climático, que atinge regiões de todo o país, coloca em risco a produção global de alimentos e os preços das commodities agrícolas.

Como investir diante desses 3 fatores de risco?

Na hora de investir com sabedoria e sem colocar o seu patrimônio em riscos desnecessários, é preciso olhar para o cenário como um todo.

O El Niño se trata de um fenômeno climático, restando como medidas tentar antecipar os danos e preveni-los, tanto fisicamente quanto financeiramente.

Já no aspecto das expectativas para a taxa Selic, Spiess aponta que a desaceleração forte dos dados de atividade pode dar mais espaço para o BC cortar juros, ainda que o tamanho dessa margem dependa do fiscal – isto é, das despesas do governo.

Ambos os fatores (El Niño e cortes da Selic) estão sendo levados em conta ao longo de todo o ano de 2026 na hora dos analistas da Empiricus escolherem os melhores ativos recomendados para seus investidores.

Agora, com a chegada do segundo semestre do ano, a tendência é que o terceiro fator passe a concentrar mais a atenção do mercado.

As votações das eleições de 2026 estão marcadas para os dias 4 e 25 de outubro e ainda não está definido quais serão os políticos a concorrer. Por enquanto, a lista de pré-candidaturas conta com nomes como:

  • Luiz Inácio Lula da Silva (PT)
  • Flávio Bolsonaro (PL)
  • Romeu Zema (Novo)
  • Ronaldo Caiado (PSD)

Nas próximas semanas, a oficialização das candidaturas e o início do período de campanhas até a contagem final de votos, deve trazer muita volatilidade aos preços do mercado.

Historicamente, são em momentos como este que quem está posicionado da maneira correta tem a chance de capturar as maiores oportunidades de lucro.

Isso porque em momentos de volatilidade podem ocorrer grandes perdas, mas também aparecem grandes oportunidades para quem está preparado.

Em períodos semelhantes a este, os analistas da Empiricus já conseguiram entregar lucros de 300%, 1.000% e 1.700%, em meio à alta variação de preços acompanhando as urnas.

Claro que os retornos passados são garantia de lucros futuros. Mas o que se desenha neste cenário é um ambiente econômico com algumas similaridades ao que possibilitou os lucros anteriores.

Por isso, os analistas da Empiricus estão muito confiantes de que é possível surfar nessas oportunidades – e acreditam que os investidores podem começar a preparar seu portfólio o mais cedo possível para o que vem por aí.

Na visão da casa, nem mesmo importa se um dos nomes acima ou outro vai vencer as eleições em outubro. É possível buscar ganhos em qualquer cenário, com a estratégia ideal para os seus objetivos financeiros. 

E para encontrar carteiras preparadas para ter a chance de capturar as maiores oportunidades de lucro, a casa convida a conhecer a Empiricus+ gratuitamente até o fim das eleições.

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Confiante na qualidade de seu trabalho e no potencial estratégico do momento atual para os investidores, a casa liberou a assinatura da Empiricus+ com gratuidade por todo o período eleitoral de 2026 (até o segundo turno das eleições).

Assim, os investidores podem acompanhar pessoalmente o diferencial de investir com boas orientações – não apenas em períodos de riscos mais urgentes, como também no longo prazo.

Para ajudar na trilha do investidor, estão disponíveis diversos conteúdos, como lives e plantões de dúvidas com os analistas, respondendo as questões dos assinantes tudo isso com acesso gratuito até o final das eleições.

Uma oportunidade como essas não se vê todos os dias e é por isso mesmo que quem estiver interessado, deve se inscrever o quanto antes, pois essa condição estará disponível por tempo limitado.

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Em mês de ‘jogo empatado’ para o Ibovespa, 3 ações do mesmo setor subiram mais de 10%: o que exatamente aconteceu?

O Ibovespa fechou o mês de junho no “zero a zero”. Em meio a altos e baixos, o índice encerrou o pregão da última terça-feira (30) em 172.024 pontos, diferença quase imperceptível em relação ao pregão que abriu o mês, em 1º de junho (172.098 pontos). Ou seja, jogo praticamente empatado, mesmo com os últimos dias trazendo uma certa melhora de sentimento em relação às semanas anteriores.

Mas apesar de o índice ser um indicador da “saúde” da renda variável brasileira como um todo, não significa que todos as ações se comportaram da mesma forma nesse período. Algumas, por si, brilharam no mês de junho – e compartilham caraterísticas em comum, que fazem sentido quando analisadas de perto.

Seriam essas ações, então, boas pedidas para quem quer investir no momento? Ruy Hungria, analista de ações da Empiricus Research, trouxe sua visão sobre o assunto no programa Giro do Mercado, do Money Times, da terça-feira (30). Confira:

Caixa Seguridade (CXSE3), BB Seguridade (BBSE3), Porto (PSSA3): seguradoras estão entre as maiores altas do Ibovespa em junho

Após o fechamento da terça-feira (30), a lista final das 10 maiores altas do Ibovespa no mês de junho traz os seguintes nomes:

  • Copasa (CSMG3): 14,3%
  • Marfrig (MBRF3): 12,62%
  • Embraer (EMBJ3): 11%
  • Caixa Seguridade (CXSE3): 11,29%
  • BB Seguridade (BBSE3): 10,65%
  • Cury (CURY3): 10,49%
  • Porto (PSSA3): 10%
  • Smart Fit (SMFT3): 6,58%
  • Weg (WEGE3): 6,58%
  • Itaú (ITUB4): 6,17%

Especificamente para o caso da Copasa, que liderou as altas, Ruy Hungria explica que sua privatização, concluída no último dia 16 de junho, “reduz drasticamente os riscos e converge para aquilo que os investidores enxergam como um ambiente mais favorável para investimentos e eficiência”, contribuindo para sua valorização na B3.

Porém, não se pode deixar de notar que, entre as 9 outras ações no topo, três delas são papéis de seguradoras: Caixa Seguridade (CXSE3), BB Seguridade (BBSE3) e Porto (PSSA3). O analista afirma que isso não é coincidência.

Paradoxalmente, o bom desempenho das seguradoras está diretamente relacionado ao contexto de juros altos, e de possível interrupção no ciclo de cortes da Selic, que estamos vivendo. A “fórmula”, a princípio, parece simples:

“No caso das empresas de seguros, temos sempre que lembrar que elas recebem o prêmio do seguro ‘na frente’ e investem esse dinheiro, normalmente em renda fixa”.

Ou seja, a “carta na manga” é ter o core do negócio diretamente exposto à ponta vencedora dos juros. “Quanto mais os juros permanecerem elevados, mais essa parcela dos resultados tende a ser beneficiada”, afirma.

CXSE3, BBSE3, PSSA3: Vale a pena investir em ações de seguradoras agora?

É possível que surja a pergunta: para o momento, essas são as ações nas quais devemos “mirar” ao investir na Bolsa a partir de agora?

Para Hungria, comprar ações de seguradoras “é uma forma do investidor se expor a empresas na renda variável que não sofram tanto em um contexto de juros elevados”, o que pode ser positivo. Ao contrário do que é visto em outros dos principais setores listados em bolsa:

“Em um contexto em que temos uma perspectiva de juros mais altos, ou que não caiam tanto, empresas mais cíclicas, de construção ou de varejo, acabam sofrendo mais, porque ou seus clientes dependem de crédito, ou elas mesmas trabalham com endividamento elevado, o que acaba prejudicando os resultados.”

Porém, ainda “não é para ir de peito aberto” ao mar da Bolsa, segundo o analista. Em nome da diversificação, é essencial montar uma carteira com ativos de setores variados e com qualidade, que possam estar preparadas para qualquer desdobramento que 2026 possa trazer:

  • Se o Ibovespa estiver em tendência de alta ou de baixa;
  • Se o ciclo de cortes na Selic for eventualmente interrompido;
  • Independentemente do nível de impacto das eleições nos seus investimentos. 

“A ideia é sempre ter na carteira ações que você sabe que vão conseguir atravessar qualquer um desses cenários”, conclui o analista.

Dito isso, apenas uma ação de seguradora está entre as recomendações de Ruy Hungria por ora. Negociada a um múltiplo de 10,8 vezes seu preço sobre lucros esperados para os próximos 12 meses (valuation considerado atrativo, na visão dos analistas da casa), está presente na série Empiricus Dividendos – uma curadoria de ações pensada para quem busca renda extra mesmo no atual momento de mercado.

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Sai Direcional (DIRR3), entra Cyrela (CYRE3): veja as ações recomendadas pela Empiricus para buscar dividendos em julho

Pensando em uma nova estratégia para julho, a Empiricus Research acaba de atualizar sua carteira recomendada de dividendos. Os analistas da casa dão destaque para as reviravoltas econômicas das últimas semanas, como o acordo de paz entre Estados Unidos e Irã e leituras de inflação mais positivas nos EUA e no Brasil, para embasar a novidade trazida nas recomendações.

“Junho terminou com um tom mais favorável do que começou”, afirmam no relatório. “Além de ajudar o Ibovespa a recuperar boa parte das quedas do mês, isso também deixa perspectivas melhores para o início do segundo semestre”.

Com essa possível melhora de sentimento no radar, os analistas propuseram uma alteração na carteira em julho: a saída de Direcional (DIRR3), dando lugar à Cyrela (CYRE3).

Por que investir em Cyrela (CYRE3) ao invés de Direcional (DIRR3) para buscar dividendos em julho?

Segundo a Empiricus, a entrada de Cyrela (CYRE3) na carteira vem com uma explicação direto ao ponto: um posicionamento de olho em uma possível melhora do sentimento macro, devido a fatores observados no final de junho, como:

  • Reaproximação entre Estados Unidos e Irã, “trazendo esperanças de que a guerra esteja próxima do fim”;
  • Leituras de inflação positivas tanto nos EUA quanto no Brasil, “o que volta a dar esperanças de um ambiente de juros mais baixos”;
  • Maior ceticismo dos investidores internacionais para com as teses de tecnologia e inteligência artificial (IA) na bolsa americana, “o que parece ter ajudado a trazer de volta parte do fluxo para emergentes”.

Os analistas entendem que CYRE3 é uma das ações de construtoras mais bem-posicionadas para capturar novo viés possivelmente positivo no mercado, por dois motivos em especial:

1. Ciclo de cortes nos juros:é uma das empresas mais beneficiadas pelo ciclo de cortes da Selic, especialmente no segmento de média renda.”

2. Bom posicionamento em cenário mais desfavorável: “Apesar de estar em um setor cíclico, possui estrutura de capital defensiva, e a enorme disciplina financeira a deixa preparada mesmo em um cenário de desaceleração mais forte.”

A Empiricus ressalta, também, seu valuation atrativo: atualmente, a empresa negocia a 5,3 vezes seus lucros esperados para 2026, “em linha com a média do setor, mesmo com qualidade muito superior”, afirmam. Além disso, o dividend yield esperado para o ano é de cerca de 5,5%.

Abrindo espaço para a entrada de Cyrela na carteira, saem os papéis da Direcional (DIRR3). Assim, a carteira segue trazendo nomes diversificados, de diversos setores da economia, mitigando riscos e otimizando a busca por bons dividendos

Empiricus Dividendos: acesse relatório completo da carteira gratuitamente

Essa foi apenas uma pequena amostra do que você pode encontrar no relatório completo da carteira Empiricus Dividendos para o mês de julho.

E a boa notícia é que o relatório está disponível como cortesia a todos os leitores deste texto que queiram conhecer as teses mais a fundo. Essa é uma chance de conhecer recomendações profissionais para os seus investimentos nesse mês.

Para acessá-lo, basta fazer um cadastro gratuito clicando no botão ao final da matéria.

EMPIRICUS DIVIDENDOS: ACESSE O RELATÓRIO GRATUITO

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Selic: gestores da Faria Lima cravam juros altos por mais tempo, aponta pesquisa; confira

As expectativas para as taxas de juros permanecem tão firmes quanto alguns goleiros desta Copa do Mundo. Essa opinião foi coletada pela pesquisa da série Os Melhores Fundos de Investimentos, da Empiricus Research.

A pesquisa buscou entender a visão de 30 gestores de multimercados sobre o nível da taxa Selic, para os próximos três anos e no longo prazo.

Leitura da Selic para 2026 e 2027 piora

As opiniões dos gestores, que somam mais de R$ 160 bilhões de patrimônio líquido em suas estratégias da classe, estão representadas em dot plot (gráfico de pontos), como é possível observar abaixo.

O modelo de gráfico em dot plot é tradicionalmente usado nos EUA para representar as projeções de cada membro do FOMC para a taxa básica de juros dos EUA.

Analisando a percepção do Brasil, o analista Alexandre Alvarenga comenta: “O dot plot veio mais duro ao longo de toda a curva para a taxa brasileira. A mediana para 2026 subiu de forma relevante e sugere menos espaço para cortes no curto prazo.”

O gráfico aponta que predomina entre os gestores a percepção de uma Selic entre 14,00% e 14,25% ao final do ano.

Além disso, Alvarenga também nota que houve uma piora na leitura para 2027 e no longo prazo, indicando que o mercado passou a embutir uma Selic estruturalmente alta por mais tempo, em linha com uma inflação ainda desconfortável e maior cautela com a convergência do juro real.

“O descolamento em relação ao Boletim Focus reforça a mensagem de prêmio de risco mais elevado na precificação dos juros. O movimento não é só de revisão no curto prazo, mas também no longo prazo”, reforça Alvarenga.

Na segunda-feira (15), o Focus elevou a estimativa para a taxa Selic ao fim do ano de 13,50% para 13,75%.

“No Brasil, pioraram de forma clara as leituras sobre inflação e fiscal. A combinação de inflação ainda pressionada, dúvidas sobre a trajetória das contas públicas e menor espaço para afrouxamento monetário manteve o ambiente mais difícil para ativos locais”, afirma o analista.

Além dos juros brasileiros, a pesquisa da Empiricus também se aprofundou na percepção dos gestores sobre os juros dos EUA e o pontos relevantes sobre o sentimento macroeconômico e a percepção do nível de risco.

“O dotplot americano ficou mais hawkish no médio prazo. A mediana para 2026 subiu de forma relevante, sugerindo menos cortes no horizonte próximo, enquanto 2027 e 2028 também avançaram, o que indica maior disposição do FOMC (Comitê de política monetária dos EUA) em manter a taxa acima do nível neutro por mais tempo”, comenta Alvarenga.

Diante dessa deterioração do quadro inflacionário, Alexandre Alvarenga e a equipe de analistas da Empiricus Research seguem diariamente se debruçando sobre os principais eventos e indicadores econômicos.

É com base nesses estudos que eles conseguem montar carteiras de investimento atualizadas para o investidor ter a chance de buscar lucros nesse cenário.

Carteiras que já valorizaram até 545%: veja o que vai encontrar no ‘streaming’ da research

Mesmo diante de um cenário ainda turbulento por fatores econômicos e geopolíticos, os analistas da Empiricus Research seguem buscando oportunidades de investimento. Seja na bolsa de valores ou em outras classes de investimento, o objetivo é que o investidor brasileiro consiga posicionar seu portfólio no panorama atual de forma a mitigar prejuízos e otimizar as chances de lucros.

Atualmente a casa conta com mais de 11 assinaturas para perfis de investidor variados. Nelas, estão carteiras de ações, fundos de investimento, renda fixa, trading, além de estratégias que combinam as diferentes classes de ativos. Alguns exemplos são:

  • Empiricus Palavra do Estrategista, carteira de ações focada em valorização dos papéis: mais de 420,18% de retorno desde a criação em 03/09/2015.
  • Empiricus SmallCaps, carteira focada em ações de empresas de baixa capitalização: mais de 544,67% de valorização, desde a criação em 01/08/14;
  • Empiricus Dividendos, portfólio concentrado em ativos para dividendos: valorização de 447,94%, desde o lançamento em 07/02/14.

Além disso, também é possível ter contato direto com os mais de 13 especialistas da casa, dedicados a encontrar as melhores oportunidades do mercado.

Assim, para ajudar você a trilhar esse caminho, os analistas realizam lives para responder as dúvidas dos assinantes. Para complementar, todos os conteúdos da casa contam com tutoriais que ensinam o passo a passo para investir, da forma mais simples possível. 

Atualmente, o Empiricus+ está disponível em duas opções de planos:

  • Assinatura mensal com o valor de R$ 19,90. Nesse plano, você pode parar a assinatura a qualquer momento; e
  • Um pacote de assinatura anual por 12x de R$ 14,90. Mais de 30% de desconto no valor do plano.

Nos dois planos, você terá acesso às principais carteiras da casa – exceto as séries premium de criptomoedas. Assim, vai poder escolher as estratégias de investimento que fazem sentido para o seu perfil.

A casa acredita tanto no compromisso em bucar as melhores ideias para ajudar a fazer o seu patrimônio crescer que está oferecendo 30 dias de acesso, sem compromisso. Nesse período, você poderá conhecer todo o conteúdo e decidir se o Empiricus+ faz sentido para sua estratégia.

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Acordo entre EUA e Irã dá fôlego ao mercado com abertura imediata do Estreito de Ormuz; como se posicionar agora?

O Ibovespa começou a semana no verde, após a bandeira branca sinalizada entre os Estados Unidos e o Irã na noite de domingo (14). Os dois países, que vinham se enfrentando desde o final de fevereiro, oficializaram um acordo provisório de reabertura do Estreito de Ormuz.

Além disso, as nações devem iniciar um período de 60 dias de negociações sobre o programa nuclear iraniano, com assinatura formal prevista para sexta-feira (19), na Suíça. No rol dos tópicos sensíveis, o destino do programa nuclear iraniano e as tarifas de exportação americanas sobre o país não fazem parte das discussões preliminares.

Na segunda-feira (15) pela manhã, os principais mercados globais reagiam positivamente à notícia:

  • Bolsas na Ásia, na Europa e nos Estados Unidos subindo;
  • Preço do barril de petróleo em queda;
  • Recuo do dólar;
  • Recuperação do apetite ao risco, refletindo a redução do temor de uma interrupção prolongada no Estreito de Ormuz.

No Brasil, o Ibovespa também reagia positivamente, voltando a superar a marca dos 170 mil pontos no intradia da segunda-feira (15).

“O acordo também devolve protagonismo aos bancos centrais em uma semana marcada por decisões monetárias”, comenta o analista da Empiricus, Matheus Spiess.

Nesta semana, as reuniões do Copom e do Federal Reserve (a primeira com Kevin Warsh na presidência) se concentram com o encerramento na quarta-feira (17), além das decisões do Banco do Japão (terça, 16) e do Banco da Inglaterra (quinta, 18).

“Ainda assim, o alívio geopolítico não elimina os desafios inflacionários”, comenta Spiess, em referência ao aumento nos custos de produção e transporte de diversos produtos em escala global, para além do choque inicial sobre a oferta global de petróleo.

Alerta parecido veio de Christine Lagarde, presidente do Banco Central Europeu, que alertou que os preços elevados de energia já começam a se transmitir para outras partes da economia europeia. Além disso, “investidores também seguem atentos ao risco de efeitos secundários sobre salários, inflação subjacente e política monetária”, explica o analista em sua newsletter diária, Mercado em 5 minutos.

Descompressão de risco e mais apetite: onde posicionar a carteira agora?

Para Spiess, enquanto o acordo reduz um importante risco energético global, o estrago da crise que vivemos já foi feito.

Além disso, o especialista acredita que o preço do petróleo ainda deve trazer novas oscilações, com a economia da commodity adquirindo um ritmo diferente do conhecido anteriormente.

“Devemos voltar a ter conflitos na região, até mesmo porque a guarda revolucionária iraniana quase que se beneficia de um estado contínuo de conflito. Ela utiliza de desse ambiente para ampliar sua força dentro do Irã e na região como um todo”, afirma Spiess.

Contudo, enquanto o acordo se sustentar, o mercado deverá ver o dólar mais comportado, juros menores, menos risco global brando, “uma descompressão de risco importante”.

Diante desse cenário, marcado por mudanças rápidas e diferentes possibilidades de desdobramentos para os mercados, a forma do investidor preparar seu portfólio pode ser decisiva para os seus lucros.

Como parte da equipe de analistas da Empiricus Research, Spiess explica que as carteiras recomendadas pela casa foram estruturadas justamente para navegar em ambientes de maior incerteza.

Segundo ele, alguns portfólios buscam capturar ganhos caso um cenário mais favorável impulsione os mercados, enquanto outros mantêm exposição a empresas negociadas a múltiplos historicamente descontados, oferecendo potencial de valorização mesmo em contextos mais desafiadores.

Para investidores que desejam acompanhar essas análises e conhecer as estratégias recomendadas pelos especialistas da Empiricus Research, a casa reúne seu conteúdo principal em uma única plataforma.

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O Empiricus+ funciona como um “streaming” do mercado financeiro: em um só lugar, o investidor encontra sugestões de investimentos em ações, dividendos, renda fixa e estratégias de renda extra, entre outras oportunidades.

Além das recomendações, a plataforma oferece tutoriais e guias práticos para ajudar o investidor a colocar as estratégias em prática de forma simples, além de lives semanais com os analistas. Assim, é possível acompanhar os temas mais relevantes do mercado e esclarecer dúvidas em tempo real.

Para quem deseja aprofundar seus conhecimentos, o Empiricus+ disponibiliza ainda cursos completos sobre diferentes temas de investimento.

Ao assinar o plano anual do Empiricus+, você paga apenas R$ 14,90 por mês para ter acesso a todo esse conteúdo.

Ao clicar no botão abaixo, pode experimentar a plataforma por 30 dias sem compromisso. Nesse período, você terá a oportunidade de explorar os relatórios e recomendações disponíveis e avaliar se o serviço faz sentido para os seus objetivos de investidor.

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Dividendos: Suzano (SUBZ3) e outras 7 ações da bolsa pagam proventos de até R$ 7,90 por ação nesta semana; veja agenda

Nesta semana que se inicia, 8 ações listadas na bolsa brasileira têm dividendos ou juros sobre capital próprio (JCP) agendados para cair na conta de seus acionistas. Para que você fique ligado, preparamos um calendário completo com valores previstos por ação, além da ordem de pagamentos por data.

Porém, vale lembrar que investidores devem estar atentos a dois pontos:

  • “Data com” (data de corte): somente investidores que detinham posição nas ações até as datas informadas na tabela estão aptos a receber os pagamentos.
  • Tributação: JCPs estão sujeitos ao Imposto de Renda retido na fonte, à alíquota de 15%. Já os dividendos são tributados em 10% na fonte, isso quando ultrapassam o valor total de R$ 50 mil mensais.

Agenda de dividendos: 15 a 19 de junho

EmpresaTickerTipo de proventoValor bruto por açãoData de pagamentoData de corte
HabitasulHBTS3Dividendo1,83315/06/202624/04/2026
HabitasulHBTS5Dividendo2,01615/06/202624/04/2026
SimparSIMH3Dividendo0,17115/06/202603/06/2026
SuzanoSUZB3Dividendo0,00315/06/202629/04/2026
TaurusTASA3Dividendo0,00315/06/202629/04/2026
TaurusTASA4Dividendo0,00315/06/202629/04/2026
TPI TriunfoTPIS3Dividendo0,54815/06/202630/12/2025
Vitru BrasilVTRU3Dividendo0,02518/06/202630/04/2026
Banco da AmazôniaBAZA3Dividendo3,99519/06/202609/06/2026
Banco da AmazôniaBAZA3JCP7,94719/06/202609/06/2026
WLM ParticipaçõesWLMM3JCP0,26019/06/202610/06/2026
WLM ParticipaçõesWLMM4JCP0,28619/06/202610/06/2026

Quais as melhores ações para buscar dividendos? Conheça as principais recomendações do momento no Empiricus+

O fato de uma empresa distribuir dividendos recorrentes aos seus acionistas não indica, necessariamente, que ela esteja entre as melhores pagadoras de dividendos da bolsa.

E se você deseja conhecer, de fato, as ações mais promissoras para quem busca bons dividendos na conta, o Empiricus+ veio para te ajudar.

O Empiricus+ é o mais novo serviço de assinatura “streaming“, pelo qual você pode acessar as principais séries da casa.

Você, leitor desse texto, tem direito a testar o serviço por 30 dias gratuitamente, sem realizar nenhum compromisso financeiro inicial. Basta clicar no botão abaixo para liberar seu benefício:

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Corpus Christi: Veja como vão funcionar os bancos e a bolsa de valores nesta quinta-feira (4)

O dia de Corpus Christi acontece este ano na quinta-feira (4 de junho). Porém, o que muitos esquecem é que a data é considerada um ponto facultativo nacional.

Por isso, cada estado e município podem adotar a data religiosa, desde que haja regulamentação local — o que pode permitir a emenda e prolongar o descanso.

Atualmente, 19 das 27 capitais brasileiras consideram a data como feriado. São elas: Aracaju (SE), Belo Horizonte (MG), Boa Vista (RR), Brasília (DF), Campo Grande (MS), Cuiabá (MT), Curitiba (PR), Florianópolis (SC), Fortaleza (CE), Goiânia (GO), Macapá (AP), Manaus (AM), Natal (RN), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA), São Luís (MA), São Paulo (SP), Teresina (PI) e Vitória (ES).

Haverá alterações no funcionamento de alguns serviços, incluindo a Bolsa de Valores e os bancos.

Abaixo, apresentamos um resumo sobre o funcionamento de alguns dos principais serviços, junto com os canais de atendimento da Empiricus:

Bolsa de Valores – B3

Neste próximo dia 4 de junho, não haverá negociação nos mercados de renda variável, incluindo ações, fundos imobiliários, ETFs, BDRs, derivativos e outros ativos.

Para o Tesouro Direto, não haverá negociação e confirmação de investimentos.

As operações da B3 retornarão na sexta-feira (5), em horário regular, das 10h às 17h. Assim, negociações no mercado, registros, contratações ou qualquer atividade serão suspensas no feriado.

Bancos

A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) considera a data como feriado, estabelecendo que não haverá atendimento ao público no dia 4.

As compensações bancárias, como TEDs, não serão realizadas durante o feriado, mas o PIX funcionará normalmente 24 horas por dia.

Boletos de cobrança e contas de consumo (água, energia, telefonia, entre outras) com vencimento nesta quinta-feira (4) poderão ser pagos no dia útil seguinte.

Tributos e impostos com data de vencimento nos dias em que não haverá compensação bancária devem ter o pagamento antecipado, para evitar a incidência de juros e multa. Boletos bancários de clientes cadastrados como sacados eletrônicos podem ser pagos via DDA (Débito Direto Autorizado).

O atendimento das agências bancárias deve retomar normalmente na sexta-feira (5) nas cidades e municípios em que não houver outros feriados ou ponto facultativo.

Canais de atendimento da Empiricus Research

Os canais da Empiricus também terão o funcionamento alterado durante o feriado de Corpus Christi.

Não haverá expediente no dia 04 de junho.

Para falar com a Central de Relacionamento da Empiricus, você pode optar entre o contato via WhatsApp ou e-mail, informados a seguir:

  • E-mail: relacionamento@empiricus.com.br
  • WhatsApp: +55 11 94294-9778 (atendimento exclusivo por mensagem de texto)

Caso precise falar com a equipe, estaremos disponíveis na sexta-feira (05 de junho), das 8h às 17h30.

Reforçando: o atendimento acontece de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h30, exceto em feriados.

Enquanto isso, conheça o Empiricus+: “streaming” de carteiras que já valorizaram até 514%

Ao longo dos seus 16 anos, a Empiricus inovou a maneira como investidores, do iniciante ao profissional, acessam conteúdos de investimentos. Através de análises independentes e carteiras recomendadas com relatórios de qualidade e de fácil leitura, nos tornamos a maior casa de análise do Brasil.

Nos últimos anos, os investidores que acompanharam as carteiras da casa tiveram a oportunidade de seguir ideias de investimento que multiplicaram por até 5 vezes o valor aplicado. Veja só alguns exemplos:

  • Empiricus Palavra do Estrategista, com retorno acumulado de 459,83% desde 2015;
  • Empiricus Small Caps, com valorização de 514,06% desde 2014;
  • Empiricus Dividendos, com ganho de 465,27% desde o lançamento.

É claro que retornos passados não garantem lucros futuros. Mas uma das características intrínsecas da casa é o “skin in the game”. Isso significa que os nossos analistas só fazem recomendações que eles mesmos colocariam o próprio dinheiro.

Este ano, pela primeira vez, a Empiricus está lançando um modelo que, com um único acesso, permite aos assinantes explorarem as principais recomendações de investimento dos analistas.

Atualmente a casa conta com mais de 11 assinaturas para diferentes perfis, a casa oferece carteiras de ações, dividendos, small caps, renda fixa, fundos e estratégias multimercado.

O assinante conta também com lives exclusivas e conteúdos educativos para ajudar investidores a posicionar o portfólio e buscar melhores retornos no cenário atual.

Atualmente, o Empiricus+ oferece planos a partir de R$ 14,90 por mês e disponibiliza 7 dias de teste gratuito para novos assinantes conhecerem a plataforma e suas estratégias.

Para conhecer mais, é só clicar no botão abaixo e ver as informações completas sobre o Empiricus+:

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