For Iran’s Athletes, There Is No Separating Sports From Politics
Neste domingo (14), Costa do Marfim e Equador estreiam na fase de grupos da Copa do Mundo 2026. A bola rola às 20h (horário de Brasília) no Estádio da Filadélfia, nos Estados Unidos.
Confira aqui a tabela com todos os jogos de hoje!
O duelo entre Costa do Marfim e Equador será transmitido na Globo (TV aberta), SporTV (canal fechado) e na CazéTV (canal do YouTube).
As escalações confirmadas são divulgadas cerca de uma hora antes do jogo.
Leia mais:
Ambas seleções vão em busca de sua primeira Copa do Mundo.
A Costa do Marfim venceu os três amistosos que disputou este ano: 4×0 contra a Coreia do Sul, 1×0 contra a Escócia e 2×1 contra a França.
Do outro lado, o Equador disputou quatro, com duas vitórias (2×1 contra a Arábia Saudita e 3×0 contra a Guatemala) e dois empates (1×1 contra o Marrocos e contra a Holanda).
As equipes fazem parte do Grupo E, que ainda conta com Alemanha e Curaçao.
Não quer perder nenhuma partida do seu esporte preferido? Confira os jogos de hoje
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Neste domingo (14), Holanda e Japão estreiam na fase de grupos da Copa do Mundo 2026. A bola rola às 17h (horário de Brasília) no Estádio de Dallas, no estado do Texas, nos Estados Unidos.
Confira aqui a tabela com todos os jogos de hoje!
O duelo entre Holanda e Japão será transmitido na Globo e SBT (TV aberta), no SporTV e NSports (canais fechados), e na ge TV e CazéTV (canais do YouTube).
As escalações confirmadas são divulgadas cerca de uma hora antes do jogo.
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Ambas seleções vão em busca de sua primeira Copa do Mundo.
Nos quatro amistosos que disputou antes do mundial, a Holanda venceu dois (contra Noruega e Uzbequistão, ambos por 2×1), empatou contra o Equador (1×1) e perdeu para a Argélia.
Do outro lado, o Japão disputou três amistosos este ano – e venceu os três (contra Escócia, Inglaterra e Islândia, todos por 1×0).
As equipes fazem parte do Grupo F, que ainda conta com Suécia e Tunísia.
Não quer perder nenhuma partida do seu esporte preferido? Confira os jogos de hoje
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A Apple anunciou, nesta segunda-feira (08/06), as novas versões dos sistemas operacionais de seus produtos: iOS 27, iPad 27, macOS 27, watchOS 27, tvOS 27 e visionOS 27. As atualizações apresentadas na WWDC 2026 terão melhorias de desempenho, visando deixar os sistemas mais rápidos, além de ajustes no design.
O iOS 27 estará disponível para o iPhone 11 e modelos mais recentes — é a mesma lista de compatibilidade do iOS 26. O macOS 27 seguirá a tradição de homenagear a Califórnia receberá o “apelido” de Golden Gate.
Ao contrário do que costuma fazer, a Apple não teve apresentações separadas para cada uma de suas plataformas, preferindo demonstrar em linhas gerais o que estará disponível em todas elas. Grande parte do evento foi dedicada à inteligência artificial, com os anúncios da Siri AI e de novidades da Apple Intelligence.
A Apple deu uma atenção especial a corrigir os problemas envolvendo o Liquid Glass, linguagem de design que fez sua estreia na geração passada dos sistemas operacionais e foi muito criticada.
A interface receberá um controle deslizante para definir a opacidade dos elementos de vídeo. A empresa também aplicou ajustes em grupos de botões e barras laterais. O esquema de cores também marcará uma divisão entre apps em primeiro plano e no fundo da tela. Botões serão agrupados para facilitar na hora de encontrar o que o usuário deseja.

No desempenho, a Apple promete transições de tela mais suaves, além de mais velocidade, como 30% mais na hora de abrir apps no iPhone e no iPad e 80% mais no AirDrop. As novas versões dos sistemas também terão controles otimizados para usar a CPU de forma mais eficiente.
Ainda nesse assunto, a companhia diz que as transições entre Wi-Fi e dados móveis estão mais ágeis, identificando com mais precisão quando é hora de trocar de rede.

A Apple deu destaque à Busca do iOS, iPadOS e macOS em sua apresentação. Segundo a empresa, o método de indexação recebeu uma nova arquitetura, capaz de trazer resultados em menos tempo e ler novos arquivos com mais rapidez.
Nos apps da marca, o Fotos terá compartilhamento de álbuns com resolução máxima, e o Mapas passará a contar com imagens aéreas com melhor definição. O aplicativo de saúde terá suporte a perimenopausa e menopausa no acompanhamento de ciclo menstrual, com avisos sobre irregularidades nos períodos.
O modo especial para crianças e adolescentes ganhou mais proteções, como controle de quais aplicativos podem ser baixados da App Store e permissões extras para tempo de uso em jogos e entretenimento. Será possível bloquear a navegação na web, cabendo às crianças e aos adolescentes pedir, pelo próprio celular, para o adulto responsável liberar o acesso a sites específicos.
Falando de aparelhos específicos, os AirPods terão equalizadores customizáveis, e o Apple Watch terá um grid com cinco apps sugeridos para a Siri.

A Apple também anunciou recursos do Apple Intelligence para aplicativos, em aparelhos compatíveis com o conjunto de ferramentas de IA.
O Safari no macOS terá um recurso de organização automática de abas, que identificará qual o assunto de cada página. O navegador também será capaz de monitorar sites em segundo plano, com suporte a pedidos feitos em linguagem natural. A Apple criou ainda uma ferramenta para gerar extensões para o browser usando vibe coding.
O gerenciador de senhas da Apple vai verificar credenciais comprometidas e será capaz de entrar nos sites de cada serviço e realizar a mudança, sem precisar que o usuário tenha esse trabalho.
O aplicativo de e-mail consegue reconhecer informações nas mensagens e sugerir compromissos. O Calendário agora usa a Apple Intelligence para entender entradas feitas em linguagem natural, sem precisar que o usuário preencha cada campo.
Quem também recebeu novidades de IA é o Atalhos, que também é capaz de usar a Apple Intelligence para entender pedidos feitos em linguagem natural para criar ferramentas e automações.
Apple apresenta iOS 27, macOS 27 e mais atualizações






A WWDC (Worldwide Developers Conference) começa nesta segunda-feira (08/06). Esse é o principal evento de desenvolvedores de software da Apple no calendário e quando a Maçã apresenta ao mundo suas atualizações para sistemas operacionais.
Este ano, o evento vai até o dia 12 de junho e tem como destaque o iOS 27, que deve ganhar uma nova interface e ainda mais integração com a Siri. O grande anúncio, aliás, deve girar em torno da assistente, que pode finalmente ter sua nova versão potencializada com IA revelada.
A abertura da WWDC acontece às 14h, com o Keynote, a principal parte do evento. Você pode assistir ao vivo tanto pelo site da Apple quanto no YouTube, pelo canal da Maçã.
Para quem quiser assistir pelo site da Apple, também é possível incluir o evento na sua agenda para receber notificações e não perder a transmissão.
Vale lembrar que, pouco depois, às 17h, há outra apresentação com mais detalhes sobre apps e games disponíveis para iOS, a chamada Platforms State of the Union. Também é possível adicioná-lo à agenda.
Para os mais curiosos, também ficam disponíveis vídeos com mais detalhes sobre as novidades pelo Apple Developer App, disponível na App Store. Para baixar, basta procurar seu nome na loja de aplicativos do iPhone ou iPad e acessar os conteúdos disponibilizados por lá.
Além do iOS 27 e sua integração ainda maior com a Siri, outras mudanças são aguardadas no ecossistema da Maçã. Rumores e vazamentos recentes apontam para uma repaginação no app de câmera dos iPhones, trazendo inclusive um Modo Siri, assim como novidades para a Apple Wallet.
Outros sistemas operacionais da empresa também têm mudanças aguardadas. Você confere esses e outros rumores em detalhes na nossa matéria.
WWDC 2026: como assistir ao evento da Apple ao vivo



A Copa do Mundo FIFA 2026 na América do Norte terá uma novidade pouco convencional na segurança: cães-robô. As operações acontecem nos Estados Unidos, com o robô Spot, da Boston Dynamics, e no México, com o K9-X, modelo desenvolvido pela chinesa Unitree Robotics e já testado antes do Mundial.
Ambos os “agentes” têm quatro patas e contam com câmeras acopladas para auxiliar na patrulha de torcedores nos arredores do AT&T Stadium, em Dallas, e Estádio BBVA, em Guadalupe. O primeiro é 100% autônomo, mas o segundo será controle de forma remota, com operação semelhante à de um drone.
Segundo o Wired, que cobriu os primeiros testes do K9-X durante uma partida do Club de Fútbol Monterrey em fevereiro, o modelo é utilizado para uma primeira abordagem, identificando ações ilegais e alertando as autoridades em caso de alguma suspeita. O Spot promete fazer o mesmo, mas a Boston Dynamics garante que não haverá reconhecimento facial.

A princípio, os robôs serão, basicamente, uma câmera ambulante circulando pelos arredores dos estádios. Contudo, no caso do México, há possibilidade de intervenção física em situações de perigo. De acordo com o prefeito de Guadalupe, Héctor García, essa será uma forma de “proteger a integridade dos oficiais humanos”.
Ainda que a Boston Dynamics negue qualquer forma de reconhecimento facial, usuários demonstraram preocupação. No Reddit, alguns apontam que o movimento dos robôs indica tentativas de reconhecimento facial. Há também quem os compare com o cão-robô que aparece no seriado Black Mirror, no episódio Metalhead, de 2017.
A iniciativa faz parte do projeto Security Spot, de autoria da Hyundai, que é dona da Boston Dynamics. De acordo com o site Futurism, a empresa tem como objetivo desenvolver “a maior e mais avançada frota móvel de robôs”, além de ser a única a fornecer o serviço de forma oficial durante o Mundial.
Cães-robôs vão patrulhar estádios na Copa do Mundo

Foram meses de rumores até a Nvidia anunciar, na Computex 2026, o seu “superchip” para PCs. O Nvidia RTX Spark reúne núcleos de CPU e GPU para atender a notebooks ou miniPCs de alto desempenho. Mas a Nvidia não está sozinha no projeto: a novidade foi desenvolvida em parceria com a MediaTek.
Não chega a ser surpresa. O Nvidia RTX Spark é baseado no chip GB10 Grace Blackwell, SoC apresentado no início de 2025 para equipar o DGX Spark AI, supercomputador em formato de miniPC que é direcionado a atividades de inteligência artificial e, no início, era chamado de Project Digits.
O GB10 é resultado de uma parceria entre a Nvidia e a MediaTek. Nada mais natural que ambas as companhias tenham trabalhado juntas para tirar o RTX Spark do papel, desta vez com o intuito de fazer as adaptações necessárias para o chip ser apto ao segmento de PCs — notebooks e miniPCs de alto desempenho, para ser exato.
A própria MediaTek destaca que o seu papel foi o de, essencialmente, aplicar a sua experiência com chips de baixo consumo energético (direcionados principalmente a celulares) para ajudar a Nvidia na integração interna da novidade, de modo a permitir que CPU, cache e outros componentes se comuniquem de modo eficiente.
Isso foi feito por meio de cinco abordagens principais:
O Nvidia RTX Spark é um “superchip” para PCs que combina até 20 núcleos de CPU de arquitetura Arm com uma GPU Nvidia Blackwell com 6.144 núcleos CUDA (equivalente a uma GeForce RTX 5070). A novidade pode trabalhar com até 128 GB de memória LPDDR5X para equipar PCs de alto desempenho focados em execução local de aplicações de IA.
Para a MediaTek, o projeto pode ter um efeito positivo indireto, creio: diminuir a percepção de que a empresa é tecnologicamente inferior à Qualcomm que, aliás, deu as boas-vindas à Nvidia ao segmento de chips Arm para PCs.
Mais interessante, porém, foi a reação da Intel sobre o Nvidia RTX Spark: a companhia manifestou ter uma “dose saudável de paranoia” sobre a novidade, mas ressaltou que ainda acredita que seus próprios chips são as melhores soluções para os clientes.
MediaTek ajudou a criar o Nvidia RTX Spark, e explica como



No segmento de PCs, a Nvidia é referência em placas de vídeo. Mas, na Computex 2026, a companhia deu um passo além ao anunciar o RTX Spark, um chip que reúne núcleos de CPU com GPU e é direcionado a PCs. A Intel ficou preocupada? Sim, mas ainda confia fortemente em seus próprios chips.
É o que Nish Neelalojanan, diretor sênior de gerenciamento de produtos da Intel, dá a entender. O executivo foi questionado pelo Tom’s Hardware sobre como a empresa enxerga a chegada do chip rival. Na resposta, Neelalojanan reconhece o potencial da Nvidia, mas sugere que o fato de o novo chip ser baseado na arquitetura Arm poderá trazer limitações a ele:
A Nvidia lança ótimos produtos, certo? E eles sabem como lidar com jogos, sabem como fazer todas essas coisas diferentes. Então, sempre encaramos tudo com uma dose saudável de paranoia, mas também estamos muito, muito confiantes em nossos produtos.
Quando uma CPU Arm entra no mercado, surgem muitos problemas de compatibilidade, DRM, retrocompatibilidade, então, como resultado, estamos muito confiantes de que temos a combinação certa de CPU e GPU para clientes, tanto em jogos quanto para o que chamamos de cargas de trabalho de inferência de IA.
Nish Neelalojanan, diretor sênior de gerenciamento de produtos da Intel
A resposta me pareceu coerente. Por um lado, Neelalojanan sinaliza que sabe que não pode menosprezar a Nvidia; por outro, demonstra entender que o RTX Spark terá desafios para se consolidar em PCs.
Poderá ter desafios, mesmo. Basta observarmos que, com os chips Snapdragon X, a Qualcomm tenta se estabelecer nesse mercado, mas ainda tem uma penetração muito pequena na comparação com a Intel e a AMD.
O ponto de atenção reside no fato de que o RTX Spark chega com uma proposta diferente. Enquanto os chips Snapdragon X priorizam a autonomia, a novidade da Nvidia foca em desempenho, até porque foi preparada para lidar com altas cargas de trabalho para inteligência artificial.
Além disso, a Microsoft revelou que está trabalhando junto à Nvidia para otimizar a execução do Prism pelo RTX Spark, componente do Windows 11 que emula software x86/x64 em computadores com chips de arquitetura Arm.
Levemos em conta também que a Nvidia fechou parcerias com desenvolvedores de aplicativos e jogos para que esses softwares tenham versões otimizadas para o RTX Spark.
Por conta disso, é prudente a Intel não contar muito com a possibilidade de o RTX Spark enfrentar limitações técnicas em sua estreia no mercado de PCs.
Algo que pode pesar a favor da Intel é o fator preço: como o RTX Spark é direcionado a computadores de alto desempenho, eles não serão baratos. Fala-se em preços começando em US$ 3.500 (R$ 17.650 em conversão direta).
O Nvidia RTX Spark é um “superchip” para PCs que combina até 20 núcleos de CPU de arquitetura Arm com uma GPU Nvidia Blackwell com 6.144 núcleos CUDA (equivalente a uma GeForce RTX 5070).
A novidade pode trabalhar com até 128 GB de memória LPDDR5X e promete 1 petaflop de desempenho para aplicações de inteligência artificial considerando a sua versão mais completa.
O foco da Nvidia com o RTX Spark são os segmentos de notebooks e miniPCs de alto desempenho. As primeiras máquinas equipadas com o novo chip deverão ser lançadas até o próximo trimestre por marcas como Acer, Asus, Dell, Gigabyte, HP e Lenovo, além da própria Microsoft com o futuro Surface Ultra.
Cá entre nós, eu torço para o RTX Spark emplaque, mesmo que isso ocorra em versões posteriores, afinal, concorrência nunca é demais nesse setor.
A reação da Intel ao anúncio do chip Nvidia RTX Spark para PCs



Faz tempo que há rumores sobre a Nvidia lançar um processador para PCs de forma a competir com a Intel e a AMD. Esse dia chegou: a companhia aproveitou a Computex 2026 para anunciar o Nvidia RTX Spark para computadores com Windows 11. A novidade não é, porém, uma CPU convencional, mas algo que a própria empresa chama de “superchip”.
Em linhas gerais, o objetivo do novo chip é transformar o Windows em uma plataforma de inteligência artificial, mais precisamente, em um sistema operacional potencializado por agentes de IA. Isso explica o fato de o projeto ter sido conduzido em parceria com a Microsoft.
Para tanto, a Nvidia baseou o RTX Spark no GB10, “superchip” apresentado no começo de 2025 para comandar o DGX Spark AI (inicialmente chamado de Project Digits), aquele supercomputador em forma de miniPC desenvolvido especialmente para aplicações de inteligência artificial.
O Nvidia RTX Spark combina até 20 núcleos de CPU de arquitetura Grace e processo de fabricação de 3 nm da TSMC com uma GPU Nvidia Blackwell com 6.144 núcleos CUDA que, na prática, equivale a uma GeForce RTX 5070. O chip é complementado com algo entre 16 GB e 128 GB de LPDDR5X, com a largura de banda de memória podendo chegar a 300 GB/s (gigabytes por segundo).
Que fique claro que os núcleos de CPU do RTX Spark seguem a arquitetura Arm. Por conta disso, a Microsoft afirma ter otimizado o Prism para trabalhar com o novo chip. O Prism é um componente do Windows 11 que emula software x86/x64 justamente em computadores com chips de arquitetura Arm, vale relembrar.
Apesar disso, a Nvidia também está trabalhando junto com desenvolvedores de softwares e jogos para que estes tenham versões nativamente compatíveis com o novo processador.
No quesito desempenho, a novidade promete não decepcionar. A Nvidia fala em capacidade de processamento de 1 petaflop para aplicações de IA em precisão FP4, ou seja, o chip pode lidar com 1 quatrilhão de operações por segundo focadas em inteligência artificial, considerando as suas especificações mais elevadas.
A Nvidia também destaca que o novo chip permite a execução local de modelos de IA com até 200 bilhões de parâmetros, novamente considerando a versão mais avançada do RTX Spark.
Neste ponto, já deve ter ficado claro para você que a novidade terá versões com diferentes características, havendo variações na quantidade de núcleos de CPU, por exemplo.
Se o RTX Spark será capaz de mudar os rumos do segmento de PCs, é cedo para dizer. Mas essa parece ser a expectativa da Nvidia e da Microsoft.

O Nvidia RTX Spark foi desenvolvido para equipar notebooks de alto desempenho, bem como desktops que seguem o formato de miniPC (remetendo ao DGX Spark AI).
Companhias como Acer, Asus, Dell, Gigabyte, HP e Lenovo confirmaram que lançarão máquinas baseadas no Nvidia RTX Spark. A Microsoft também: trata-se do Surface Ultra, laptop que terá tela de 15 polegadas.
Os primeiros computadores equipados com o Nvidia RTX Spark devem ser lançados a partir de setembro de 2026, ainda não havendo previsão de chegada ao Brasil.
Mais um detalhe: o Nvidia RTX Spark é resultado de uma parceria com a MediaTek.
Nvidia RTX Spark: novo chip combina CPU e GPU, e promete revolucionar o PC





O ritual padrão para o uso de ferramentas de IA generativa consiste em recorrer a prompts, isto é, em digitar perguntas ou instruções. Mas o Google quer mudar essa dinâmica no Gmail, Docs e Keep: a companhia aproveitou o Google I/O 2026 para revelar recursos conversacionais de IA para esses serviços, como Gmail Live e Docs Live.
A ideia é permitir que você ative o microfone do celular ou de outro dispositivo para interagir com a inteligência artificial do Google por meio de voz. Não que isso já não seja possível. A diferença é que, com as novas funcionalidades, você poderá conversar com a IA, literalmente, para expressar o que deseja que ela faça.
De acordo com o Google, a nova abordagem pode ser usada para reunir e organizar as suas ideias para, então, transformá-las em ações dentro do contexto de cada ferramenta:

Junto com os novos recursos conversacionais de IA estão os anúncios do Google Pics e do Gemini Spark. O primeiro é um novo aplicativo para edição ou criação de imagens, enquanto o segundo funciona como um agente de IA pessoal:
Saiba mais sobre o Gemini Spark aqui.

Os recursos conversacionais do Gmail, Keep e Docs já começaram a ser liberados para assinantes do Google AI Pro e Google AI Ultra. Prévias dessas novidades serão liberadas para usuários corporativos do Google Workspace já no próximo trimestre.
Quanto ao Google Pics, um grupo limitado de testadores terá acesso à ferramenta a partir desta terça-feira (19/05). No próximo trimestre, haverá liberação global para assinantes do Google AI Pro ou Ultra, bem como para usuários corporativos do Google Workspace.
Já o Gemini Spark também será liberado a usuários corporativos do Google Workspace no decorrer das próximas semanas, podendo ser acessado pelo aplicativo principal do Gemini.
Entre as demais novidades apresentadas no Google I/O 2026 estão:
Gmail, Docs e Keep ganham recursos de IA por voz






O Google anunciou novidades para seu buscador nesta terça-feira (19/05), durante o evento de abertura da conferência Google I/O. Como você pode imaginar, isso significa mais inteligência artificial generativa.
A pesquisa agora conta com o novo modelo Gemini 3.5 Flash — também lançado nesta terça — como padrão do Modo IA. Ele já está disponível globalmente.
O Google também mudou a caixa de busca, aquele campo de texto onde você escreve o que quer pesquisar. Agora, ela não será mais de apenas uma linha: à medida que o usuário escreve, ela se expandirá, mostrando todo o texto.
Segundo a empresa, isso é um reflexo de uma mudança no comportamento: as pessoas estão fazendo pesquisas mais detalhadas e complexas, que agora são possíveis graças à IA.
A caixa também fará sugestões mais longas. Até agora, ao digitar alguns termos, o Google indicava algumas palavras para complementar a busca. A partir de hoje, essas recomendações ficarão mais longas, com frases inteiras.
O buscador ficou mais flexível quanto às formas de pesquisa. É possível colocar imagens, vídeos e arquivos no comando — se você usa o Chrome, também pode indicar abas do navegador no processo.

A busca do Google ganhou o que a empresa chama de agentes de informação. Com eles, o usuário pode fazer uma pesquisa contínua, que funciona em segundo plano 24 horas por dia, sete dias por semana, dando notificações regulares sobre o que foi encontrado.
“Com os agentes de informação, você pode ficar atualizado sobre o que mais importa para você. Seu agente vai procurar de maneira inteligente tudo na web, como blogs, sites de notícias e redes sociais, além de nossos dados mais recentes, como informações em tempo real sobre finanças, compras e esportes, monitorando as mudanças relacionadas à sua questão específica”, escreve a empresa.
A companhia dá um exemplo disso: se você está procurando um apartamento, pode digitar tudo o que procura em um imóvel — o agente fará buscas contínuas e notificará quando encontrar um que se encaixe nos requisitos.
Os agentes de informação chegarão primeiro aos assinantes dos planos Google AI Pro e Ultra no terceiro trimestre de 2026.

A ferramenta de programação com IA Antigravity será integrada ao buscador. Ela vai ajudar a gerar ferramentas visuais e simulações para responder às perguntas feitas ao Google.
“Seja para se dedicar à astrofísica ou visualizar como seu relógio funciona, a busca pode criar layouts customizados, montando componentes (como visualizações, tabelas, gráficos ou simulações) em tempo real”, explica a companhia.
A ferramenta também servirá para criar painéis ou monitores, que poderão ser reutilizados, caso o usuário precise fazer pesquisas semelhantes várias vezes. O Google dá um exemplo de monitor de atividades físicas, que poderá agregar dados como mapas e previsão do tempo.
As visualizações simples nas respostas serão liberadas para todos os usuários ainda no terceiro trimestre. Já os mini apps estarão disponíveis nos próximos meses apenas nos Estados Unidos, chegando primeiro aos assinantes dos planos Google AI Pro e Ultra.
Busca do Google terá agentes de IA e mais espaço para digitar






O app do Gemini tem um novo visual e novos recursos. As mudanças foram apresentadas pelo Google nesta terça-feira (19/05), durante a abertura da conferência para desenvolvedores Google I/O 2026.
A nova linguagem de design se chama Neural Expressive, e ela virá acompanhada por respostas mais visuais e conversas mais fluidas. A empresa também apresentou os agentes Daily Brief, que funciona como um assistente diário, e Gemini Spark, que executa tarefas em segundo plano a pedido do usuário.

Neural Expressive é a nova linguagem de design do app do Gemini. Segundo o Google, a interface agora contará com animações fluidas e cores vibrantes, além de uma nova tipografia. Outra mudança é o feedback háptico — o app dará uma “vibradinha” durante as interações.
As mudanças não são apenas cosméticas: o comportamento do app do Gemini também vai mudar. Será possível ativar o modo de conversa por voz Gemini Live em interações por texto. Esse recurso também foi reestruturado: agora, o usuário poderá falar ideias mais complexas e longas em seu ritmo, sem ser cortado pela inteligência artificial.
O app do Gemini também contará com agentes de IA que se propõem a ajudar o usuário no dia a dia. Um deles é o Daily Brief. Ele dá um resumo diário logo pela manhã, usando informações de apps conectados, como mensagens do Gmail e compromissos da Agenda.

“O Daily Brief organiza e prioriza com base em metas específicas, sugerindo até mesmo os próximos passos. Você pode ajustá-lo facilmente, dando um sinal de positivo ou negativo às respostas exibidas ao longo do tempo”, explica o Google.
O Daily Brief estará disponível inicialmente apenas nos Estados Unidos, para assinantes dos planos Google AI Plus, Pro e Ultra.
A outra ferramenta do tipo é o Gemini Spark. Ele é um agente pessoal de IA que funciona 24 horas por dia, sete dias por semana, podendo realizar a qualquer momento as tarefas pedidas pelo usuário.
O Google dá alguns exemplos disso:

O Spark se conecta aos produtos do Google, como Gmail, Docs e Slides, de acordo com as preferências do usuário. Ele estará disponível em fase beta para assinantes do Google AI Ultra nos Estados Unidos a partir da semana que vem.
App do Gemini ganha redesign com foco em agentes e resumo diário








O Japão já tem data para iniciar os testes operacionais com robôs humanoides em trabalhos manuais do aeroporto internacional de Haneda, o mais importante do país. Os modelos entram em ação a partir de maio por meio da companhia Japan Airlines em parceria com o GMO Internet Group. Os testes devem acontecer até 2028, com expectativa de diminuir o sacrifício humano em trabalhos pesados.
A princípio, os humanoides atuarão como apoio para a equipe responsável pelo carregamento de malas, e a iniciativa é apontada como uma possível solução para a baixa oferta de mão-de-obra no Japão. Em vídeos divulgados pela Japan Airlines, um robô da chinesa Unitree com cerca de 1,30 m aparece empurrando um container de carga e dando sinal de “ok” para a próxima fase da tarefa.
Os robôs humanoides realizarão trabalhos manuais pesados no setor de cargas do aeroporto Tóquio-Haneda, por onde circulam cerca de 60 milhões de pessoas a cada ano. Os dados levantados pela Organização Nacional de Turismo do Japão apontam mais de 7 milhões de turistas no país apenas nos dois primeiros meses de 2026, e a expectativa é de superar os mais de 47 milhões de visitantes do ano passado.
A proposta, portanto, é auxiliar os trabalhadores do setor de cargas para transportar malas, encomendas e mais itens que passam pelos terminais. Por enquanto não há informações quanto ao peso máximo sustentado pelas unidades, tampouco à autonomia de bateria de cada robô. Os humanoides também podem passar a realizar tarefas de limpeza, entre outras atividades. Vale lembrar que outras áreas do aeroporto também já contam com automações importantes.
Segundo o jornal The Guardian, serão necessários 6,5 milhões de novos trabalhadores estrangeiros atuando no Japão para dar conta da alta demanda de serviço. Enquanto isso, a força laboral só faz diminuir e o governo sofre pressão por conta da crescente imigração por lá.

Durante a CES 2026, diversas marcas aproveitaram para apresentar seus novos robôs humanoides, entre empresas de tecnologia e montadoras de automóveis, além de modelos voltados para atividades domésticas. Ao que parece, é uma tendência do mercado de tecnologia para os próximos anos.

Uma das marcas presentes na feira anual de Las Vegas foi a própria Unitree, que tem se destacado pela forte presença do robô G1 nas redes sociais. O influenciador brasileiro Lucas Rangel costuma publicar vídeos em que o humanoide dele aparece realizando atividades do dia a dia, como uma espécie de mascote. Ele corre, dança, dança, acena, entre outros gestos. O produto custa US$ 13,5 mil (cerca de R$ 66,5 mil em conversão direta).
Robôs humanoides são os novos “funcionários” de aeroporto no Japão





Quando falamos em Imposto de Renda, a maior parte das pessoas torce o nariz. E, confesso, dá para entender, considerando que a Receita Federal usa uma linguagem difícil de entender. Se você é uma dessas pessoas, nesta matéria você vai descobrir de forma simples se você tem ou não que declarar o Imposto de Renda em 2026.
Ah, e isso não é igual a bingo que você tem que acertar todos os números para ganhar. Se você se encaixa em pelo menos uma das regras, a entrega da declaração é obrigatória, ok? E tem outro detalhe: declarar não significa (necessariamente) que você vai ter que pagar mais imposto; pode significar receber dinheiro de volta, a famosa “restituição”.
Sabe aquele dinheiro que “carimba” o seu contracheque todo mês? Pois é. Aqui entra o seu salário, aposentadoria, aquele aluguel que você recebe ou o seu pro labore (se você é dono de empresa).
A regra é curta e grossa: se a soma de tudo o que você recebeu desse tipo de renda em 2025 passou de R$ 35.588,00, você está obrigado a declarar.
Se você tem a sensação de que o valor subiu, você está certo. O limite aumentou um pouquinho em relação ao ano passado por causa do ajuste na tabela do IR. Isso é um alívio (ainda que pequeno), pois deixa mais gente fora da obrigatoriedade, mas ainda assim, qualquer um que ganhe pouco mais de R$ 2.965,66 por mês já precisa ficar esperto com o Leão.
Sim e não! Muita gente ouviu falar da isenção de R$ 5 mil e acha que já pode dar adeus ao Leão. A real é a seguinte: essa nova isenção serve para o que é descontado do seu salário hoje (em 2026).
Mas a declaração que você entrega agora é sobre o seu ano de 2025. E, no ano passado, a régua era mais baixa. Ou seja: você pode até ter parado de ter IR descontado no mês passado, mas se em 2025 você ganhou mais de R$ 35.588,00 no total, você ainda está no radar da Receita e precisa declarar!
Nem todo dinheiro que cai na conta sofre mordida do Leão na hora. Tem alguns valores que são isentos ou que o imposto já foi pago lá na fonte, antes de chegar em você. Estamos falando de coisas como:
A regra aqui é para quem “nadou no dinheiro” em 2025: se a soma de tudo isso passou de R$ 200.000,00, você marcou mais um “X” no bingo da obrigatoriedade.
Por que declarar se não paga imposto? Pense na declaração como uma justificativa. Se você comprou um carro novo ou deu entrada num apartamento usando esse dinheiro, a Receita precisa saber que você não “fabricou” essa grana do nada. Declarar esses valores evita que você caia na malha fina por um erro de lógica no seu patrimônio.
Aqui é onde o Leão fica de olho em quem fez o dinheiro circular (e render). Tem dois grupos principais que marcam o “X” no bingo aqui:
Tem uma exceção: se você fez vendas menores, mas teve lucro líquido sujeito a imposto (como no caso de day trade ou vendas de ações acima de R$ 20 mil no mês), você também entra na lista de obrigatoriedade.
Se você é investidor, não deixe para a última hora. O extrato da sua corretora e o CEI (Canal Eletrônico do Investidor) são seus melhores amigos para não errar nenhum centavo e fugir da malha fina.
Se o seu negócio é a terra, a Receita Federal também tem um cercado para você. Não importa se você produz soja, cria gado ou tem qualquer outra atividade rural, a obrigatoriedade bate à sua porta em dois casos:
Mesmo que você não more no campo, mas tenha participações em resultados de atividades rurais, vale dar uma conferida no seu informe de rendimentos para não ser pego de surpresa.
Aqui a regra não é sobre o dinheiro que entrou na conta, mas sobre o que você já conquistou. Se no dia 31 de dezembro de 2025 a soma de tudo o que você possui passava de R$ 800.000,00, você marcou o último “X” do nosso bingo.
Nessa conta, você deve somar tudo:
Para a Receita, o que vale é o valor de compra dos seus bens, e não o valor de mercado atualizado. Se você comprou um apartamento por R$ 700 mil anos atrás e hoje ele vale R$ 1 milhão, o que conta para o Leão ainda são os R$ 700 mil (a menos que você tenha feito reformas e declarado as benfeitorias).
Confira as principais datas do IRPF:
Se você se encaixou em qualquer uma dessas situações, não tem para onde correr: a entrega da declaração é obrigatória. Ignorar o Leão pode custar caro, com multas que começam em R$ 165,74 e podem chegar a 20% do imposto devido, além de deixar seu CPF “pendente”, o que trava a vida de qualquer um.
Mesmo se você passou longe de todas as regras acima, ainda vale dar uma olhada no seu informe de rendimentos. Se em algum mês de 2025 você teve imposto retido na fonte (aquele desconto maroto no contracheque, talvez por causa de um bônus ou férias), você pode ter direito à restituição. Nesse caso, declarar não é um dever, é um direito de pegar seu dinheiro de volta!
Independentemente de você estar no grupo da obrigação ou da restituição, a melhor forma de fazer as pazes com a Receita é usar a declaração pré-preenchida. Ela já puxa quase tudo automaticamente (salários, despesas médicas e saldos bancários), o que economiza um tempo precioso e, o mais importante: reduz drasticamente as chances de você cometer um erro bobo e cair na temida malha fina.
Agora que você já sabe se está no radar da Receita, é hora de separar os documentos e não deixar para o último dia!
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Neste domingo (15), a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas elege os ganhadores do Oscar 2026: uma das cerimônios de premiação de maior prestígio no cinema. O evento ocorre no Teatro Dolby em Los Angeles (EUA) e sua transmissão começa ao vivo pela TNT, Globoplay, HBO Max e Globo a partir das 21h.
Para atualizar os leitores do Olhar Digital, faremos a cobertura ao vivo conforme cada categoria anunciar seu respectivo vencedor. Neste ano, o Brasil concorre a quatro categorias em virtude do sucesso do filme O Agente Secreto, estrelando Wagner Moura. As categorias são:
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*Esta matéria será atualizada em tempo real a cada novo vencedor.
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Um clima de Copa do Mundo toma o Brasil quando temos indicações nacionais ao Oscar. E, em 2026, nosso retorno ao Teatro Dolby tem um gostinho especial após a vitória de “Ainda Estou Aqui” no ano anterior.
Em 2026, temos cinco indicações ao maior prêmio do cinema internacional. Por isso, vale a pena não apenas conhecer os indicados, mas o que eles têm de tão especial para concorrerem aquela tradicional estatueta dourada.
O grande protagonista brasileiro nesta jornada ao Teatro Dolby é, sem dúvida, “O Agente Secreto”. Dirigido por Kleber Mendonça Filho, o longa não apenas igualou o recorde de “Cidade de Deus” com quatro indicações, mas também colocou Wagner Moura em um patamar inédito: ele é o primeiro brasileiro a concorrer na categoria de Melhor Ator.
Após vencer o Globo de Ouro, Moura chega ao Oscar como um dos favoritos por sua atuação densa como Marcelo, um professor vigiado pelo regime militar em 1977.

A produção é um exemplo de como a inovação digital pode ser usada para preservar a estética analógica. Para fugir de uma imagem digital excessivamente “limpa”, a equipe usou a câmera ARRI Alexa 35 com lentes anamórficas Panavision, segundo a Exame. O resultado é uma textura granulada e orgânica que lembra os thrillers políticos da década de 70.
Quem disse que efeitos visuais é só para ficção científica? Nesse filme, a pós-produção realizou uma “limpeza” digital em larga escala para remover postes e outros elementos modernos para recriar uma Recife de 1977.
O filme também marca a estreia do Brasil na nova categoria de Melhor Direção de Elenco, com Gabriel Domingues. O processo utilizou ferramentas de audição remota e self-tapes para garimpar talentos por todo o país, misturando estrelas consagradas com descobertas locais.
Se “O Agente Secreto” domina as categorias de atuação e narrativa, “Sonhos de Trem” (“Train Dreams“) destaca a excelência técnica do Brasil. O paulista Adolpho Veloso fez história ao se tornar o primeiro brasileiro indicado ao Oscar de Melhor Fotografia.
O grande diferencial de Veloso foi a decisão de filmar usando a luz natural, conforme revelou em entrevista à ABC. A produção foi rodada em locações reais no Noroeste dos Estados Unidos para retratar a vida de um trabalhador ferroviário no início do século XX.

Antes da indicação ao Oscar, o trabalho de Veloso já havia vencido o Critics Choice Awards 2026 e o Spirit Awards 2026 na categoria de Melhor Fotografia.
O Brasil também demonstrou seu potencial no campo do documentário, com duas produções alcançando a lista de 15 semifinalistas da Academia em 2026. Embora não tenham chegado à lista final de cinco indicados, as obras reforçam o prestígio internacional das produções nacionais:
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O ator brasileiro Wagner Moura vai apresentar uma categoria na cerimônia do Oscar 2026. O anúncio foi feito pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas nesta quarta-feira (11), com uma lista completa dos artistas que entregarão troféus em categorias da premiação.
Além de Moura, o grupo inclui nomes conhecidos do cinema e da televisão, como Nicole Kidman, Jimmy Kimmel, Pedro Pascal, Ewan McGregor, Sigourney Weaver, Channing Tatum, Rose Byrne, Delroy Lindo, Bill Pullman e Lewis Pullman.
A Academia não revelou quais categorias cada convidado será responsável por anunciar.
Meet your final slate of presenters for the 98th #Oscars.
— The Academy (@TheAcademy) March 11, 2026
The biggest moments are still to come — tune in LIVE Sunday, March 15, at 7e/4p on ABC and Hulu to see it all unfold. #OnlyAtTheOscars pic.twitter.com/dw5Yl37VLI
A participação de Wagner Moura ganha ainda mais destaque porque ele também concorre ao prêmio de Melhor Ator na edição deste ano, pelo trabalho em O Agente Secreto. Recentemente, o brasileiro fez história ao vencer o Globo de Ouro de Melhor Ator em Filme de Drama pelo filme.
A organização do Oscar já havia confirmado outros artistas que também irão entregar estatuetas aos vencedores. Entre eles estão Robert Downey Jr., Anne Hathaway, Chris Evans, Demi Moore, Gwyneth Paltrow, Paul Mescal, Adrien Brody, Javier Bardem, Priyanka Chopra Jonas e Kumail Nanjiani, entre outros.
A 98ª edição do Oscar será realizada no Dolby Theatre, em Hollywood, no domingo (15 de março, com apresentação do comediante Conan O’Brien. No Brasil, o evento começa às 20h e terá transmissão da TV Globo (TV aberta), TNT (TV fechada) e HBO Max (streaming).

Os indicados ao Oscar 2026 foram revelados em meados de janeiro. O Brasil apareceu em 5 categorias:
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Outros dois brasileiros estavam na pré-lista, mas não entraram na indicação final: Apocalipse nos Trópicos, da diretora Petra Costa, como Melhor Documentário; e Amarela, de André Hayato Saito, como Melhor Curta-Metragem.
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Uma nova onda de ataques no WhatsApp está tirando o sono dos brasileiros. O famoso “golpe do CPF cancelado” evoluiu: agora, os criminosos utilizam inteligência artificial (IA) para criar mensagens personalizadas e convincentes, pressionando as vítimas a pagarem dívidas inexistentes via PIX para evitar o bloqueio do documento.
O alerta foi emitido pela empresa de segurança Kaspersky, que identificou o uso de dados reais das vítimas (como o próprio número do CPF) para dar veracidade à farsa.
A abordagem começa com uma mensagem de um número desconhecido, muitas vezes exibindo o logotipo da Receita Federal. O texto afirma que há uma irregularidade grave no seu cadastro e que, caso um pagamento não seja feito imediatamente, o seu CPF será suspenso.
Para atrair a vítima, os golpistas oferecem um “desconto generoso” na suposta dívida, desde que o pagamento seja feito via Pix. Eles utilizam links que levam a sites falsos, muito parecidos com os portais do Governo, usando palavras como “regularizar” ou “atendimento-receita” na URL.
Embora os criminosos usem IA para escrever textos sem erros gramaticais, existem sinais claros de que a mensagem é falsa:
A prevenção é a sua melhor defesa contra o crime digital. Siga estas diretrizes:
Se você realizou o pagamento, o primeiro passo é entrar em contato com o seu banco imediatamente e solicitar o Mecanismo Especial de Devolução (MED) do Pix. Em seguida, registre um Boletim de Ocorrência eletrônico para documentar a fraude.
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A Motorola confirmou uma parceria com a GrapheneOS Foundation, que desenvolve uma versão do Android sem componentes do Google e focada em privacidade. De acordo com a fabricante, futuros aparelhos da marca poderão ser compatíveis com o sistema.
O anúncio foi feito neste domingo (01/03), no Mobile World Congress 2026, realizado em Barcelona (Espanha).
De acordo com o comunicado divulgado, a Motorola e a GrapheneOS Foundation vão trabalhar juntas para “fortalecer a segurança dos smartphones e colaborar em futuros aparelhos projetados para serem compatíveis com o GrapheneOS”. Além disso, a companhia diz que novas ferramentas de segurança devem ser apresentadas em breve, assim como pesquisas e melhorias de software.
No X, a conta oficial do sistema disse que a parceria permitirá levar o sistema alternativo a um “subconjunto” de dispositivos da Motorola por meio de uma instalação direta. A fundação ainda afirmou ter esperança de que futuros aparelhos da marca venham com o GrapheneOS já instalado.
Atualmente, o GrapheneOS só está disponível para 20 modelos da linha Pixel que ainda não atingiram o fim do ciclo de vida.
O GrapheneOS é um sistema operacional livre e de código aberto, desenvolvido usando o Android Open Source Project como base. Seu principal diferencial é vir sem os aplicativos do Google, como Gmail, Drive e Fotos, além de não contar com elementos que funcionam na base do Android “padrão”, como os Google Play Services.

Apesar disso, usuários do sistema ainda têm a opção de instalar uma versão dos Google Play Services em uma sandbox, solução que o “separa” do resto do sistema, limitando acesso a dados e recursos.
Entre outras soluções de segurança e privacidade, o GrapheneOS conta com a possibilidade de revogar o acesso à rede para qualquer aplicativo, além de ter controle individual de cada sensor do aparelho para cada app. Ainda nessa lista, o sistema oferece reinicialização automática, opção para desabilitar o USB-C e uma senha alternativa para tela de bloqueio — que, na verdade, apaga por completo todos os dados do smartphone.
Com informações do 9to5Google
Motorola terá suporte a Android sem Google, com foco em privacidade




A Motorola prepara mais um fone de ouvido Bluetooth: são os Moto Buds 2 Plus, com código de modelo XT2641-1, que foram homologados pela Anatel em 5 de fevereiro. Eles devem suceder os Moto Buds Plus, lançados em 2024, como o fone de ouvido Bluetooth topo de linha da fabricante americana. E, assim como o antecessor, ele terá som com a assinatura da Bose.
O design do estojo abandona a abertura pelo lado maior, conforme ocorria com o antecessor, e passa a abrir pelo lado menor, oferecendo um formato mais compacto. O Tecnoblog teve acesso aos documentos da homologação.

O novo modelo de fones da Motorola deve ser oferecido em duas cores: preto e branco, conforme revelado por Evan Blass, tradicional leaker. Já o interior do estojo deve vir em cores da Pantone: o modelo preto usa a cor Trekking Green.
O modelo deve oferecer recursos avançados, como cancelamento de ruído ativo (ANC) e rastreamento de posição da cabeça, já oferecidos no Moto Buds Plus. A documentação não faz menção a existência de recarga sem fio, presente no modelo atual, abrindo a possibilidade de que o recurso tenha sido removido na nova versão.

O estojo tem bateria de 510 mAh (1,93 Wh) e cada fone terá 60 mAh. Eles serão fabricados na China pela empresa especializada em fones de ouvido Tiinlab. Ela também atende a Xiaomi e a Oppo.
Ainda não sabemos a data de lançamento nem o preço do Moto Buds 2 Plus. Pode ser que a fabricante deixe para mostrá-lo na feira de telecomunicações de Barcelona, a MWC, que acontece de 2 a 5 de março. A título de referência, os Moto Buds Plus foram lançados em abril de 2024 por R$ 999, mas podem ser encontrados hoje por R$ 449 no site da Motorola e outros varejistas.
Motorola prepara nova geração de fone de ouvido Bluetooth




Durante a CES 2026, em Las Vegas, as principais fabricantes de PCs reforçaram uma tendência de mudança no desenvolvimento dos computadores: mais modularidade. Dell, HP e Lenovo apresentaram notebooks que facilitam a manutenção, atendendo uma demanda de consumidores por equipamentos que permitam trocar componentes para aumentar a vida útil.
Esse movimento marca uma virada na filosofia de design que dominou a indústria na última década. Em vez de peças soldadas e chassis colados, os novos modelos utilizam estruturas que permitem acesso rápido a teclados, baterias, módulos de memória e armazenamento.

A Lenovo aproveitou o evento para introduzir o design modular Space Frame na linha ThinkPad X1 Carbon Gen 14 Aura Edition. Embora mantenha o visual característico da marca, a nova estrutura interna foi projetada para simplificar reparos e atualizações.
A Dell ressuscitou a linha XPS e revelou o XPS 14 e o XPS 16, com atualizações que seguem a mesma lógica, facilitando a troca de componentes que sofrem desgaste natural, como teclado e bateria, sem a necessidade de procedimentos complexos. A HP anunciou medidas na mesma linha.
Na CES, o vice-presidente e COO da Dell, Jeff Clarke, também admitiu que a IA não é um critério relevante para os consumidores na hora da compra. O posicionamento destoa da maioria das fabricantes de PCs hoje.
Essa tendência de modularidade é apoiada também pela Intel, que propôs recentemente uma nova arquitetura que divide a placa-mãe em módulos. O objetivo é permitir que usuários troquem apenas o módulo do processador ou de conectividade, reaproveitando o restante do chassi e periféricos.
Fabricantes como Acer e Asus também demonstram movimentos nesse sentido, mas com focos distintos. A Acer mantém a linha Vero, construída com plásticos reciclados e projetada para ser facilmente desmontada para reciclagem ou reparo.
Já a Asus, que investe fortemente em ultraportáteis com a linha Zenbook, tem implementado melhorias na acessibilidade interna, reduzindo o uso de adesivos em favor de parafusos convencionais e facilitando a abertura do chassi.

A Apple vai por outro caminho e prefere manter sua estratégia de hardware integrado e espessura reduzida. A transição para os chips Apple Silicon (M1, M2 e sucessores), por exemplo, marcou o fim da RAM e do armazenamento expansíveis, componentes agora incorporados diretamente ao processador ou soldados à placa lógica.
Rumores indicam que o MacBook Pro de 2026 será ainda mais fino que os modelos atuais, possivelmente adotando telas OLED para economizar espaço interno, segundo o 9to5Mac. No passado, a busca incessante pela finura resultou em falhas de design, como o “teclado borboleta” de 2016, que se provou pouco confiável e de difícil substituição.
Para a empresa, a integração total permite um controle mais rígido sobre desempenho e design, mas o custo é a perda de autonomia do usuário. O reparo de um MacBook costuma exigir assistência técnica especializada e, em muitos casos, a troca de toda a placa-mãe, elevando drasticamente o custo do serviço.
Para o consumidor local, a possibilidade de investir em equipamentos que permitem atualizações e reparos mais acessíveis representa uma escolha lógica diante da realidade econômica.
Com a previsão de que notebooks e celulares fiquem até 20% mais caros em 2026, devido ao encarecimento global de semicondutores, o comprador brasileiro tende a priorizar o conserto em vez da substituição total do produto.
Além do fator econômico, há uma questão ambiental. Dados do Sistema Nacional de Informações sobre a Gestão dos Resíduos Sólidos (SINIR) e da ONU indicam que o Brasil é o maior produtor de lixo eletrônico da América Latina, gerando mais de 2 milhões de toneladas anualmente. A facilidade de reparo ajuda a frear o descarte irregular.
Notebooks mais fáceis de consertar voltam ao radar da indústria






A Motorola apresentou o Signature, primeiro modelo de sua nova linha premium. O smartphone chega primeiro a países selecionados da Europa, com preço sugerido de 999 euros (cerca de R$ 6,3 mil, em conversão direta). O comunicado publicado no blog da fabricante menciona o lançamento na América Latina, mas ainda não há informações mais detalhadas
Por fora, o Signature tem design fino e acabamento de alta qualidade. Por dentro, o destaque é o chip Snapdragon 8 Gen 5. A Motorola também trouxe a promessa de sete atualizações de Android e sete anos de updates de segurança, já adotada há algum tempo pela Samsung.
A marca também diz que o Signature inclui um ano de serviços sob medida para o comprador em viagens, restaurantes, bem-estar e estilo de vida, além de acesso a um clube exclusivo.
Esse é o segundo grande lançamento da Motorola na CES 2026. Além do Signature, a empresa apresentou o Razr Fold, dobrável com suporte a caneta stylus que chega para concorrer com o Galaxy Z Fold 7.
A Motorola deu bastante ênfase no aspecto visual e na construção do Signature. Isso começa pela espessura fina, com 6,99 mm. Vale dizer que é menos que os ultrafinos lançados em 2025, como o Galaxy S25 Edge (5,8 mm) e o iPhone Air (5,6 mm).
A construção usa estrutura de alumínio de nível aeroespacial, com acabamentos inspirados em sarja e linho. Ele tem resistência à água e à poeira nos padrões IP68 e IP69.
A parceria com a Pantone, já presente em outros modelos, continua no Signature, com as cores Martini Olive (um verde-oliva próximo do dourado) e Carbon (preto).

A Motorola destaca as quatro câmeras de 50 megapixels do aparelho:
Outra característica relevante é o chip Snapdragon 8 Gen 5, da Qualcomm. Ele não é o mais potente da marca — posto ocupado pelo Snapdragon 8 Elite Gen 5 (os nomes são parecidos, mas não confunda). Mesmo assim, conta com CPU de 3,8 GHz e NPU de desempenho superior.
Para fazer companhia ao processador, o Signature traz 16 GB de RAM e 512 GB de armazenamento.
A tela tem 6,8 polegadas e usa tecnologia AMOLED, contando também com taxa de atualização de até 165 Hz e entrega 6.200 nits de pico de brilho.
A bateria usa tecnologia de silício-carbono e tem 5.200 mAh de capacidade. Para abastecê-la, o Signature tem suporte a carregamento rápido de até 90 W com cabo e 50 W sem fio.

O Motorola Signature vem com Android 16, e a fabricante promete sete atualizações do sistema, o que significa que ele receberá até o Android 23. Além disso, o aparelho terá acesso a updates de segurança por sete anos.
O conjunto de ferramentas Moto AI também está presente, trazendo recursos como sugestões para próximas tarefas com base no que está na tela, gerador de imagens, zoom de até 100x na câmera e resumo de notificações. Além disso, é possível escolher entre os assistentes Gemini, Copilot e Perplexity.
Motorola Signature chega com Snapdragon 8 Gen 5 e sete updates de Android







A Intel escolheu a CES 2026 para fazer o anúncio oficial dos processadores Core Ultra Série 3 (ou Core Ultra Series 3), codinome “Panther Lake”. A linha chama a atenção por ser a primeira a ter como base a moderna tecnologia de fabricação Intel 18A. Mas há outro detalhe interessante: a novidade marca a estreia de uma nomenclatura um pouco mais simples nos chips da companhia.
O processo 18A é o mais avançado já desenvolvido dentro dos Estados Unidos, de acordo com a Intel. A tecnologia é equivalente, em alguns aspectos, ao processo N2 (de 2 nanômetros), da TSMC. Em linhas gerais, o padrão 18A tende a oferecer eficiência enérgica até 15% melhor, bem como 30% mais densidade de transistores em relação ao processo anterior (Intel 3).
Não por acaso, Jim Johnson, da Intel, fez o seguinte comentário sobre o anúncio:
Com a Série 3, estamos totalmente focados em melhorar a eficiência energética, adicionar mais desempenho de CPU, uma GPU maior e única em sua classe, mais capacidade de computação em IA e compatibilidade de aplicativos confiável com x86.
Jim Johnson, vice-presidente sênior e gerente geral do Client Computing Group, da Intel
Tal como a companhia havia confirmado em outubro do ano passado, os chips Panther Lake também trazem uma estrutura com três módulos principais como atributo notável: um abriga os núcleos de CPU e a NPU, outro contém os núcleos de GPU, enquanto o terceiro controla recursos de conectividade, como Wi-Fi e Bluetooth.

Os chips Intel Core Ultra Série 3 chegam com 14 modelos, todos direcionados a notebooks ultraportáteis. São eles:
| Núcleos | NPU (TOPS) | Cache L3 | Clock máximo | Núcleos de GPU | TDP | |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Core Ultra X9 388H | 16 | 50 | 18 MB | 5,1 GHz | 12 | 25-80 W |
| Core Ultra 9 386H | 16 | 50 | 18 MB | 4,9 GHz | 4 | 25-80 W |
| Core Ultra X7 368H | 16 | 50 | 18 MB | 5 GHz | 12 | 25-80 W |
| Core Ultra 7 366H | 16 | 50 | 18 MB | 4,8 GHz | 4 | 25-80 W |
| Core Ultra 7 365 | 8 | 49 | 12 MB | 4,8 GHz | 4 | 25-55 W |
| Core Ultra X7 358H | 16 | 50 | 18 MB | 4,8 GHz | 12 | 25-80 W |
| Core Ultra 7 356H | 16 | 50 | 18 MB | 4,7 GHz | 4 | 25-80 W |
| Core Ultra 7 355 | 8 | 49 | 12 MB | 4,7 GHz | 4 | 25-55 W |
| Core Ultra 5 338H | 12 | 47 | 18 MB | 4,7 GHz | 10 | 25-80 W |
| Core Ultra 5 336H | 12 | 47 | 18 MB | 4,6 GHz | 4 | 25-80 W |
| Core Ultra 5 335 | 8 | 47 | 12 MB | 4,6 GHz | 4 | 25-55 W |
| Core Ultra 5 325 | 8 | 47 | 12 MB | 4,5 GHz | 4 | 25-55 W |
| Core Ultra 5 332 | 6 | 47 | 12 MB | 4,4 GHz | 2 | 25-55 W |
| Core Ultra 3 322 | 6 | 46 | 12 MB | 4,4 GHz | 2 | 25-55 W |
Os chips Core Ultra Série 3 trazem menos letras como sufixo, e isso deixa a linha menos confusa para o usuário.
Nas linhas anteriores, encontramos terminações com letras como ‘Y’, que designam chips com consumo muito baixo de energia. Na nova série, apenas o sufixo ‘H’ foi mantido, servindo para identificar modelos de alto desempenho, a exemplo do Core Ultra X9 388H.
Repare também que os modelos Core Ultra X9 388H, Core Ultra X7 368H e Core Ultra X7 358H têm um ‘X’ em seus respectivos nomes. Todos eles trazem GPUs Intel Arc B390, que são mais avançadas (têm 12 núcleos).
Os modelos sem ‘X’ contam com unidades Xe3 mais simples (até quatro núcleos). A exceção fica para o Core Ultra 5 338H, que tem GPU Arc B370 (dez núcleos).

Notebooks com chips Core Ultra Série 3 já começaram a ser anunciados. São mais de 200 modelos, afirma a Intel. A expectativa da companhia é a de que as vendas desses equipamentos comecem em 27 de janeiro.
Isso vale até para o Brasil. Por aqui, a Positivo já anunciou o notebook Master Copilot+ PC, que terá justamente um processador Core Ultra Série 3 como principal atributo. A empresa ainda não informou a data de início das vendas do laptop, porém.
Intel Core Ultra Série 3 estreia tecnologia 18A e traz nomes mais simples






AMD apresentou novos chips Ryzen AI 400 com NPUs de até 60 TOPS para notebooks durante a CES 2026;
Lnha Ryzen AI Max+ foi atualizada com chegada de dois modelos;
Outra novidade é o Ryzen 7 9850X3D, que estreia como nova opção de alto desempenho para desktops.
A AMD aproveitou a CES 2026 para anunciar uma nova leva de processadores. Os destaques vão para a série AMD Ryzen AI 400 e os novos Ryzen AI Max, que chegam para reforçar o portfólio da marca no segmento de PCs com recursos nativos para inteligência artificial.
Também há um novo chip de desktop para quem busca alto desempenho: o Ryzen 7 9850X3D.
Os processadores Ryzen AI 400 são a continuação da linha Ryzen AI 300, introduzida em julho de 2024. A nova série mantém a arquitetura Zen 5 nas CPUs, mas traz algumas evoluções em relação à geração anterior, com as NPUs de até 60 TOPS (XDNA 2) aparecendo como os exemplos mais notáveis. As GPUs integradas têm arquitetura RDNA 3.5 e até 16 núcleos, vale destacar.
Eis os modelos da linha:
| Modelo | Núcleos / Threads | Clock (boost) | Cache L2 + L3 | NPU (TOPS) | Núcleos gráficos |
|---|---|---|---|---|---|
| Ryzen AI 9 HX 475 | 12 / 24 | 5,2 GHz | 36 MB | 60 | 16 |
| Ryzen AI 9 HX 470 | 12 / 24 | 5,2 GHz | 36 MB | 55 | 16 |
| Ryzen AI 9 465 | 10 / 20 | 5 GHz | 34 MB | 50 | 12 |
| Ryzen AI 7 450 | 8 / 16 | 5,1 GHz | 24 MB | 50 | 8 |
| Ryzen AI 7 445 | 6 / 12 | 4,6 GHz | 14 MB | 50 | 4 |
| Ryzen AI 5 435 | 6 / 12 | 4,5 GHz | 14 MB | 50 | 4 |
| Ryzen AI 5 430 | 4 / 8 | 4,5 GHz | 12 MB | 50 | 4 |
Aqui, o TDP varia entre 15 e 54 W. Todos os modelos são direcionados a notebooks e têm clock base de 2 GHz, com os chips “HX” se destacando por oferecerem alto desempenho.

Lançada há cerca de um ano para notebooks, a linha AMD Ryzen AI Max+ acaba de ganhar dois membros: os chips Ryzen AI Max+ 392 e Ryzen AI Max+ 388.
Como o foco desses processadores recai sobre aplicações avançadas, executadas via workstations, por exemplo, encontramos NPUs XDNA 2 de 50 TOPS e GPUs integradas RDNA 3.5 com até 40 núcleos por aqui.
Com os novos membros, a linha ficou assim:
| Núcleos / Threads | Clock (boost) | NPU (TOPS) | Núcleos gráficos | GPU TFLOPS | |
|---|---|---|---|---|---|
| Ryzen AI Max+ 395 | 16 / 32 | 5,1 GHz | 50 | 40 | 60 |
| Ryzen AI Max+ 392* | 12 / 24 | 5 GHz | 50 | 40 | 60 |
| Ryzen AI Max+ 390 | 12 / 24 | 5 GHz | 50 | 32 | 48 |
| Ryzen AI Max+ 388* | 8 / 16 | 5 GHz | 50 | 40 | 60 |
| Ryzen AI Max+ 385 | 8 / 16 | 5 GHz | 50 | 32 | 48 |
*Modelos novos
Todos os modelos têm CPUs Zen 5 e suportam até 128 GB de memória RAM. O TDP pode chegar a 120 W.

Ainda no campo do alto desempenho está o processador AMD Ryzen 7 9850X3D, que vem para ser uma opção intermediária, mas ainda avançada, na série Ryzen 9000. Não por acaso, a AMD afirma que a novidade consegue ter, em média, 27% mais desempenho em jogos em relação ao rival Intel Core Ultra 9 285K.
As principais características do Ryzen 7 9850X3D são estas:
Convém relembrar que a série Ryzen 9000 é direcionada a desktops, conta com gráficos integrados RDNA 2 e, no caso dos modelos com final “X3D”, traz a tecnologia AMD 3D V-Cache, que aumenta a capacidade da memória cache.
De acordo com a AMD, fabricantes como Acer, Asus, Dell, HP e Lenovo lançarão notebooks com os chips Ryzen AI 400 e os novos Ryzen AI Max ainda no primeiro trimestre de 2026.
O processador AMD Ryzen 7 9850X3D chegará às prateleiras no mesmo período, mas ainda não há informações oficiais sobre preços. Nos Estados Unidos, o modelo deve custar por volta de US$ 550 (R$ 2.970), porém.
AMD anuncia chips Ryzen AI 400 com NPU de até 60 TOPS para IA






Entre os anúncios que a Qualcomm reservou para a CES 2026 está o chip Snapdragon X2 Plus, direcionado a notebooks com Windows 11 — aqueles classificados como Copilot+ PCs, para ser exato. A novidade se destaca por combinar uma NPU de 80 TOPS para execução de tarefas de IA com um custo mais acessível.
O Snapdragon X2 Plus chega quase 100 dias depois do anúncio dos chips Snapdragon X2 Elite e X2 Elite Extreme, que oferecem alto desempenho. A novidade vem para complementar a linha na forma de um SoC focado em custo-benefício.
Isso não quer dizer que a nova linha oferece baixo desempenho. Pelo contrário: a Qualcomm destaca que o Snapdragon X2 Plus tem até 35% mais desempenho de CPU em relação à série Snapdragon X Plus (primeira geração), bem como eficiência energética até 43% melhor. No quesito gráficos, o ganho de desempenho é de até 29%.
Dois modelos compõem a linha. O mais avançado é o X2P-64-100, que tem dez núcleos de CPU, seis dos quais são de alto desempenho (Prime). Eis os principais atributos de cada modelo:
| X2P-64-100 | X2P-42-100 | |
|---|---|---|
| Núcleos Prime / Performance | 6 / 4 | 6 / 0 |
| Frequência máxima | 4 GHz | 4 GHz |
| GPU | Adreno de 1,7 GHz | Adreno de 0,9 GHz |
| NPU | Hexagon de 80 TOPS | Hexagon de 80 TOPS |
| Memória | Até 128 GB de LPDDR5x | Até 128 GB de LPDDR5x |
| Largura de memória | 152 GB/s | 152 GB/s |
| Cache | 34 MB | 22 MB |
Como dá para notar, as principais diferenças entre ambos os modelos estão no número de núcleos de CPU e na GPU mais potente da versão mais avançada.
Em comum, os dois novos chips oferecem suporte para conectividade 5G, Wi-Fi 7 e Bluetooth 5.4 ou LE.
Repare também que, na nova geração, a NPU é mais avançada: assim como os modelos X2 Elite, são 80 TOPS de desempenho por aqui (contra 45 TOPS no Snapdragon X Plus de primeira geração).

De acordo com a Qualcomm, fabricantes de computadores lançarão notebooks Copilot+ baseados nos chips Snapdragon X2 Plus durante o primeiro semestre de 2026.
Snapdragon X2 Plus é o novo chip da Qualcomm para PCs com Windows 11




Clicks Communicator é um celular Android com teclado físico e design que lembra a linha BlackBerry;
Modelo aposta em produtividade ao trazer leitor biométrico no teclado e funções voltadas a mensagens;
Lançamento está previsto para o fim de 2026, com preço inicial de US$ 499.
Na esteira da CES 2026, começam a surgir os primeiros produtos inusitados. O Clicks Communicator é um deles. Estamos falando de um celular Android que traz teclado físico alfanumérico e design que remete à clássica linha BlackBerry ou, ainda, a aparelhos como o icônico Nokia E71.
A proposta do Clicks Communicator é a de oferecer mais praticidade para quem digita bastante no celular. A novidade tende a ser útil para quem vive respondendo a e-mails ou enviando mensagens de texto por WhatsApp, Slack e afins, por exemplo.
Como o teclado ocupa cerca de 40% do espaço frontal, o visor ficou com um tamanho consideravelmente reduzido. Atividades como assistir a vídeos ou rodar jogos acabam não sendo muito práticas aqui, portanto.
O foco do Clicks Communicator recai mesmo sobre mensagens. Para tanto, a Clicks Technology (empresa responsável pelo projeto) promete um teclado com design ergonômico. A tecla de espaço inclui um leitor de impressões digitais que, quando acionado, leva o usuário diretamente à central que reúne os serviços de mensagens do aparelho.
Também há um botão lateral que pode ser acionado para funções como gravar áudio, transcrever voz ou traduzir uma reunião. O mesmo botão é circundado por um LED que pode assumir cores diferentes para quando contatos específicos mandam uma mensagem via WhatsApp, Telegram e outros serviços.
Sobre a tela, trata-se de um painel AMOLED de 4 polegadas e resolução de 1200×1080 pixels que abriga, no canto superior esquerdo, uma câmera de 24 megapixels. Falando nisso, a novidade também conta com uma câmera de 50 megapixels com OIS na traseira.

Já o sistema operacional é o Android 16 e receberá atualizações de versão por pelo menos cinco anos.
A Clicks ainda não revelou qual chip equipará o Communicator, mas afirma que o aparelho terá um SoC de 4 nanômetros da MediaTek. Provavelmente, será um chip básico ou intermediário, mas com desempenho suficiente para serviços de mensagens.
Outras características incluem:

A Clicks pegou carona na CES 2026 apenas para revelar o Communicator, mas o celular será lançado somente no fim do ano. Seu preço oficial é de US$ 499 (R$ 2.712 na conversão atual), mas é possível reservar o aparelho até 27 de fevereiro pagando US$ 199 (R$ 1.082).
Clicks Communicator é um celular Android que resgata estilo BlackBerry







Sandisk anuncia rebranding de SSDs e aposenta as marcas WD Blue e WD Black;
Nova linha Sandisk Optimus entra no lugar com três categorias, incluindo versões para médio e alto desempenho;
Mudança ocorre após Western Digital deixar mercado de SSDs para focar em HDs.
A Sandisk aproveitou a CES 2026 para anunciar um rebranding: as linhas de SSDs de médio ou alto desempenho WD Blue e WD Black (WD_Black) deixarão de receber esses nomes; no lugar dessas nomenclaturas entram as marcas Sandisk Optimus.
São três novas marcas de SSDs, de acordo com a companhia:
Provavelmente, a decisão tem como motivação o fato de a Western Digital (WD) ter abandonado o segmento de SSDs para focar em discos rígidos (HDs). Com isso, a Sandisk passou a responder sozinha pela divisão de SSDs.
Neste ponto, vale relembrar que a Western Digital anunciou a aquisição da Sandisk em 2015, por US$ 19 bilhões, com o negócio tendo sido concluído no ano seguinte. Ambas as marcas vinham mesclando as suas operações desde então, mas, com o movimento recente, passa a haver uma organização mais clara entre os portfólios de produtos de cada uma.

Como a Western Digital deixou de trabalhar com SSDs, não faria sentido a Sandisk manter a marca “WD” para identificar esse tipo de produto. Uma mudança de nomenclatura já era esperada, consequentemente.
Ainda de acordo com a Sandisk, a transição de WD Blue e WD Black para Sandisk Optimus começou nesta segunda-feira (05/01). Os primeiros produtos com a nova nomenclatura chegarão às lojas no decorrer do primeiro semestre de 2026.
Vale destacar que não é a primeira vez que a Sandisk usa a marca “Optimus”. Um exemplo vem de 2014, quando a companhia lançou o SSD Optimus Max, com até 4 TB de capacidade (algo notável para a época) e foco no segmento corporativo. A Sandisk também teve produtos com a linha de SSDs Optimus Eco.
SSDs WD Blue e WD Black são rebatizados para Sandisk Optimus


