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Compass tem potencial para subir 50%, diz XP ao iniciar cobertura recomendando compra

A XP Investimentos iniciou a cobertura da Compass (PASS3), que controla Comgás, Sulgás, Necta e Compagas, ativos premium de distribuição nas regiões mais desenvolvidas do país, com recomendação de compra e preço-alvo de R$ 36,70, o que implica em um potencial de valorização de 50% frente a cotação de fechamento de segunda-feira de R$ 24,47.

O movimento segue uma sequência recente de relatórios otimistas sobre a companhia. Na semana passada, Itaú BBA, Bradesco BBI, BTG Pactual e JPMorgan também iniciaram cobertura do papel com recomendação de compra, reforçando a visão positiva do mercado após a estreia da empresa na Bolsa.

Em relatório, assinado pelos analistas Raul Cavendish, head de Utilities, Regis Cardoso, head de Óleo, Gás e Petroquímicos, e Bruno Vidal, analista de Utilities, a XP destaca que a tese de investimento da companhia é dividida em dois pilares.

O primeiro é a “âncora de valor”, sustentada por um portfólio premium de distribuição de gás natural em regiões economicamente mais desenvolvidas do Brasil, com geração de caixa previsível e espaço para crescimento estrutural, dado o baixo nível de penetração da infraestrutura de gás no país.

O segundo pilar é o “vento a favor”, ligado à plataforma Edge de comercialização de gás, que adiciona opcionalidade de crescimento com retornos marginais elevados e baixo потребimento de capital. O destaque também é o terminal de regaseificação de GNL (TRSP), em São Paulo, que reforça a posição estratégica da companhia na cadeia de suprimento.

Segundo a XP, o negócio combina fluxos de caixa de longo prazo com crescimento real acima do custo de capital, além de uma geração incremental relevante via Edge, com alto retorno sobre o capital investido. Esse conjunto sustenta a visão positiva da corretora.

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Dólar hoje tem leve alta antes das decisões de juros do Copom e Fed

O dólar opera em leve alta frente ao real nesta quarta-feira (17), com os investidores à espera das decisões de política monetária do Federal Reserve (Fed), em sua primeira reunião sob o comando de Kevin Warsh, e do Comitê de Política Monetária (Copom).

Leia mais: Dólar Hoje: Confira a cotação e fechamento diário do dólar comercial

Qual foi a cotação do dólar hoje?

Às 9h13, o dólar à vista operava com alta de 0,06%, aos R$ 5,090 na venda. O dólar futuro para julho — atualmente o mais líquido no mercado brasileiro — subia 0,01% na B3, aos R$ 5,106.

Dólar comercial

  • Compra: R$ 5,088
  • Venda: R$ 5,090

O que aconteceu com dólar?

A expectativa geral é de que o Fed mantenha sua política monetária inalterada na reunião de estreia de Warsh. No entanto, o comunicado, as projeções econômicas e a coletiva de imprensa serão analisados ​​minuciosamente em busca de quaisquer sinais de que o Fed esteja abandonando sua postura de flexibilização monetária, à medida que as autoridades se tornam mais cautelosas em relação aos riscos de inflação.

No Brasil, as atenções se voltam ao Copom, com o mercado projetando um corte de 0,25 ponto percentual da Selic, para 14,25%, embora uma pausa não esteja descartada diante da piora do cenário externo, da alta do petróleo e da deterioração das expectativas deinflação. O tom do comunicado será decisivo para calibrar as apostas dos próximos passos.

(Com Reuters)

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Ibovespa Futuro sobe antes das decisões de juros no Brasil e EUA

O Ibovespa Futuro opera em alta nos primeiros negócios desta quarta-feira (17), com atenções voltadas para as decisões de política monetária do Federal Reserve (Fed), nos Estados Unidos, e do Comitê de Política Monetária (Copom). Às 9h06 (horário de Brasília), o contrato com vencimento em junho subia 0,22%, aos 169.845 pontos.

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O Federal Reserve realiza sua primeira reunião sob o comando de Kevin Warsh e deve manter a taxa básica inalterada, em meioa uma inflação ainda elevada que limita o espaço para afrouxamento.

No Brasil, as atenções se voltam ao Copom, com o mercado projetando um corte de 0,25 ponto percentual da Selic, para 14,25%, embora uma pausa não esteja descartada diante da piora do cenário externo, da alta do petróleo e da deterioração das expectativas deinflação. O tom do comunicado será decisivo para calibrar as apostas dos próximos passos.

Em Wall Street, o Dow Jones Futuro subia 0,02%, S&P Futuro avançava 0,02% e Nasdaq Futuro tinha alta de 0,32%.

Dólar, exterior e commodities

O dólar futuro operava com queda de 0,13%, aos R$ 5,100.

Os mercados da Ásia-Pacífico fecharam majoritariamente em alta nesta quarta, com o índice Nikkei 225, do Japão, atingindo um novo recorde histórico.

Os preços do petróleo operam em alta, apagando parte das perdas da sessão anterior, enquanto os investidores avaliavam o acordo de paz entre os EUA e o Irã.

As cotações do minério de ferro na China fecharam em baixa, com as fortes chuvas na China reduzindo a demanda por aço e insumos siderúrgicos, enquanto o sentimento também foi afetado por discussões em uma conferência do setor em Cingapura, que sugeriram que o apetite chinês por essas commodities dificilmente melhorará.

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ASSISTA AOS GOLS: Brasil joga mal e empata com Marrocos graças a Vini Jr

A seleção brasileira estreou na Copa do Mundo com um frustrante empate por 1 a 1 com o Marrocos. O resultado pode até ser celebrado, tendo em vista que o desempenho dos comandados de Carlo Ancelotti no MetLife Stadium foi muito ruim, sobretudo na etapa inicial.

Dominado em parte do jogo, o Brasil fez um péssimo primeiro tempo, cometeu erros defensivos, mostrou pouca inspiração no ataque e dependeu do arroubo genial de Vini Jr. para evitar a derrota, que por alguns minutos parecia ser inevitável.

Está claro que o Brasil terá de jogar mais futebol para ser capaz de desafiar os melhores e ir mais adiante no Mundial da América do Norte.

O experiente treinador italiano fez escolhas que se mostraram equivocadas. Escalados entre os titulares, o zagueiro-lateral Ibañez, o meio-campista Lucas Paquetá e o centroavante Igor Thiago não aproveitaram a oportunidade e foram três dos piores em campo.

Produziu quase nada ofensivamente o Brasil, extremamente dependente dos arroubos de criatividade de Vini Jr, autor de um bonito gol aos 31 do primeiro tempo, quando os milhares de brasileiros no estádio viam, apreensivos, a equipe errar demais, incluindo no lance que resultou no lindo gol marroquino anotado pelo atacante Saibari.

Foi de Paquetá o erro que gerou o contra-ataque do Marrocos. Aynaoui roubou a bola e tocou para Mazraoui, que viu Brahim Díaz livre. O talentoso meia-atacante achou Saibari, que tocou por cima de Alisson, estático, aos

Raphinha esteve apagado pela direita e não funcionou. Ancelotti insistiu com o astro do Barcelona e o manteve até o fim. Suas mexidas não incluíram Endrick, que sempre correspondeu quando foi acionado. Neymar, lesionado, não foi nem opção para o treinador. O camisa 10 assistiu à partida do banco, sem chuteiras e de boné.

Fez a diferenças aos marroquinos a superioridade técnica e física no meio de campo. Casemiro também esteve bem longe do ideal e foi substituído no intervalo, bem como Ibañez – ambos haviam sido advertidos com o amarelo.

No segundo tempo, Ancelotti tentou corrigir os muitos buracos no meio de campo. Fabinho, na vaga de Casemiro, fez jogo seguro. Danilo, Santos entrou no final e fez mais que Paquetá. Teve duas oportunidades para marcar, e não o fez, o meio-campista do Botafogo.

O Marrocos não apertou mais. O Brasil até passou bastante tempo no campo ofensivo, só que produziu pouco, insuficiente para a virada na estreia de uma competição que promete ser dura ao time pentacampeão, incomodado com o jejum de 24 anos sem títulos mundiais.

O próximo adversário do Brasil é, em tese, o mais frágil: o Haiti. O duelo com a seleção caribenha será na próxima sexta-feira, 19, às 21h30 (de Brasília), no Estádio Lincoln Financial Field, na Filadélfia. No dia 24, a equipe brasileira fecha a primeira fase contra a Escócia, em Miami.

FICHA TÉCNICA

BRASIL 1 X 1 MARROCOS

BRASIL: Alisson; Ibañez (Danilo), Marquinhos, Gabriel Magalhães e Douglas Santos; Casemiro (Fabinho), Bruno Guimarães (Danilo Santos) e Paquetá (Matheus Cunha); Raphinha, Igor Thiago (Luiz Henrique) e Vini Jr. Técnico: Carlo Ancelotti.

MARROCOS: Bounou; Hakimi, Diop, Riad e Mazraoui; El Aynaoui e Bouaddi; Brahim Díaz (Talbi), Ounahi (El Mourabet) e El Khannouss; Saibari (Rahimi). Técnico: Mohamed Ouahbi.

GOLS: Saibari, aos 20, e Vini Jr., aos 31 do 1ºT.

ÁRBITRO: Slavko Vincic (Eslovênia).

CARTÕES AMARELOS: Casemiro, Ibañez

PÚBLICO: 80.663.

RENDA: Não divulgada.

LOCAL: MetLife Stadium, em East Rutherford, Estados Unidos.

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Minerva: Itaú BBA corta recomendação vendo ambiente menos favorável e ação cai 5,40%

Minerva Foods

O Itaú BBA rebaixou a recomendação da Minerva (BEEF3) de outperform (desempenho acima da média do mercado, equivalente à compra) para market perform (desempenho em linha com o mercado, equivalente à neutro), um dia após o Goldman Sachs cortar o preço-alvo do frigorífico.

O banco também reduziu o preço-alvo de R$ 9 para R$ 5,50, o que representa um potencial de valorização de 19% frente a cotação de fechamento de quarta-feira de R$ 4,26. Nesta quinta-feira (21), os papéis caíram 5,40%, a R$ 4,03.

Segundo o BBA, a revisão reflete um ambiente operacional menos favorável e uma visibilidade limitada sobre variáveis importantes para a companhia, como o risco de reversão do ciclo do gado no Brasil, aliado à queda nos volumes de abate em países da América do Sul, a falta de visibilidade sobre a demanda chinesa por carne bovina brasileira no terceiro trimestre, além de fatores macroeconômicos, especialmente o câmbio, que afetam a dinâmica das exportações.

Saiba mais: Minerva e os planos de Trump para reduzir tarifas de importação de carne

O banco destaca que o enfraquecimento do ciclo pecuário brasileiro deve pressionar os custos ao longo do ano, cenário agravado pela volatilidade nos preços de frete e energia.

Embora a demanda global continue resiliente e possa permitir algum repasse de preços, a recente desvalorização do dólar pode prejudicar a rentabilidade reportada pela companhia, devido ao perfil fortemente exportador da Minerva.

Na avaliação do Itaú BBA, o valuation da empresa segue próximo das médias históricas, mas o momento operacional se tornou menos favorável diante da virada do ciclo pecuário. O múltiplo de 3,6 vezes EV/EBITDA (Valor da Firma Sobre lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações) projetado para o fim de 2026, ou 4,4 vezes considerando forfait, já incorpora uma visão mais conservadora para o ciclo.

O relatório também aponta que o baixo peso do valor de mercado da companhia dentro do enterprise value aumenta a sensibilidade da ação, o que pode resultar em maior volatilidade dos papéis. Entre os potenciais vetores positivos para as estimativas estão uma eventual flexibilização do mecanismo de salvaguarda da China, um cenário cambial mais favorável para exportadores ou a monetização de ativos não estratégicos.

Apesar de considerar que boa parte dos riscos negativos já está refletida no valuation, o Itaú BBA avalia que a baixa visibilidade sobre o ritmo dos resultados e a ampla dispersão de cenários justificam a postura mais neutra em relação à companhia.

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Dólar hoje vira durante dia e cai a R$ 5, com rumores sobre versão de acordo EUA-Irã

Nota de dólar Dimensions: 3500 x 2333- Size: 3.0MB- Source: Reuters Nota de dólar 01/06/2017. REUTERS/Thomas White/Illustration

Após iniciar o dia em alta, o dólar perdeu força pouco no começo da tarde desta quinta-feira (21) e passou a exibir perdas ante o real, na esteira de uma melhora generalizada dos mercados em todo o mundo, em meio a rumores sobre uma versão final de um acordo entre Estados Unidos e Irã para encerrar a guerra. Por fim, encerrou o pregão próximo à estabilidade, com perda de 0,06%, a R$ 5.

Até pouco depois das 14h, o dólar vinha oscilando entre a estabilidade e uma leve alta ante o real, enquanto no exterior a divisa norte-americana subia ante boa parte das moedas de países emergentes.

Rumores sobre uma versão final para um acordo entre EUA e Irã, no entanto, pesaram sobre as cotações do dólar no exterior e no Brasil, enquanto os rendimentos dos Treasuries despencaram.

Operador ouvido pela Reuters confirmou que a expectativa de um acordo para encerrar a guerra provocou a melhora dos mercados.

Leia mais: Dólar Hoje: Confira a cotação e fechamento diário do dólar comercial

Qual foi a cotação do dólar hoje?

O dólar à vista fechou com leve baixa de 0,05%, aos R$5,0005. No ano, a divisa passou a acumular queda de 8,90% ante o real.

Às 17h03, o dólar futuro para junho — atualmente o mais líquido no mercado brasileiro — subia 0,03% na B3, aos R$5,0100.

Dólar comercial

  • Compra: R$ 5,000
  • Venda: R$ 5,000

O que aconteceu com dólar?

Mais cedo, os investidores nos Estados Unidos e na Europa ponderavam mensagens contraditórias do presidente norte-americano, Donald Trump, sobre o Irã. Ele disse na quarta-feira que poderia esperar alguns dias pelas “respostas certas” de Teerã, mas também afirmou que está disposto a retomar ataques contra o país.

Já o ministro da Fazenda, Dario Durigan, concede entrevista ao vivo à CNN Brasil às 18h.

(Com Reuters)

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Dólar hoje fecha estável a R$ 5,15 à espera de desfecho para ultimato de Trump ao Irã

Após exibir altas em diferentes momentos da sessão, o dólar fechou a terça-feira praticamente estável ante o real, após notícia de que a Casa Branca avalia uma proposta para estender o prazo dado pelo presidente norte-americano, Donald Trump, para que o Irã aceite um acordo e reabra o Estreito de Ormuz.

Leia mais: Dólar Hoje: Confira a cotação e fechamento diário do dólar comercial

Qual a cotação do dólar hoje?

O dólar à vista fechou com leve alta de 0,16%, aos R$5,1549. No ano, a divisa passou a acumular recuo de 6,09%.

Dólar comercial

  • Compra: R$ 5,154
  • Venda: R$ 5,154

O que aconteceu do dólar hoje?

O ultimato dado ao Irã permeou os mercados globais nesta terça-feira, sem que surgisse uma solução até o momento para que o Estreito de Ormuz seja reaberto à navegação. O prazo dado originalmente por Trump para que um acordo seja fechado vai até 21h (pelo horário de Brasília).

Pela manhã, Trump reiterou as ameaças contra o Irã e disse que “uma civilização inteira morrerá esta noite” se não for alcançado um acordo. Em contrapartida, uma fonte iraniana afirmou que “toda a região e a Arábia Saudita cairão na escuridão total com os ataques de retaliação do Irã”.

Neste cenário, o dólar à vista atingiu a cotação máxima intradia de R$5,1738 (+0,53%) às 14h, acompanhando o avanço da moeda norte-americana ante outras divisas de países emergentes no exterior, como o peso chileno e o rand sul-africano.

No fim da sessão, no entanto, a notícia de que Trump foi informado sobre uma proposta do Paquistão para estender em duas semanas o prazo dado ao Irã trouxe certo alívio para os mercados globais de moedas. A Casa Branca prometeu uma resposta.

Em função disso, o dólar à vista se reaproximou da estabilidade ante o real, enquanto a divisa para maio, negociada até mais tarde na B3, desacelerou.

Como a guerra no Irã afetou o mercado

AtivoPreço 27/02Preço 07/04Variação (%)
Petróleo Brent (US$)72,48109,27+50,8%
Petróleo WTI (US$)67,02112,95+68,5%
Ibovespa (pontos)188.787188.259-0,28%
PETR4 (R$)39,3348,52+23,4%
S&P 500 (pontos)6.878,886.616,84-3,8%

(Com Reuters)

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